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    <title>Territórios da Transgressão</title>
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    <description>A cidade estende o seu território por espaços onde se instauram vários tipos de ordem. De um modo geral, aquilo a que chamamos os lugares, na sua acepção eminentemente topológica, corresponde às zonas de influência em que, nas diferentes escalas, as instituições, de certa forma, controlam a vida comunitária. 
A complexidade de relações que existe entre as várias partes constituintes de um lugar, do quarteirão ao bairro, prova que aquilo a que chamamos urbanidade é um quadro riquíssimo de costumes, de formas e de modos de apropriação. É no jogo das figuras onde várias “redes” finas ou grossas se entrecruzam que uma espécie de desenho da cidade vai tomando forma. A ordem que se desenvolve no tempo e no espaço não deixa nunca de ser reforçada pelo próprio tempo, enquanto factor de mudança. 
Por outro lado, a lei, invenção humana, pretende garantir a manutenção de todas as ordens implicadas no processo de convivência entre  os habitantes. A cidade e sua arquitetura não escapam a esta lógica. Contudo, nenhuma cidade se apresenta como um desenho perfeito. É como se no desencaixe das suas estruturas sobrevivessem “terras-de-ninguém”, onde o controlo e a transgressão disputam o seu território. 
Com as lógicas que, aparentemente, geraram essas estruturas passa-se o mesmo: a contradição acaba por ser o seu factor comum. É dos vários tipos de tensão que daqui resultam, fazendo coexistir ordem e caos, que iremos tratar em Territórios da Transgressão. Entre a lei e o desenho, há, todavia, uma diferença fundamental. Essa diferença é do mesmo tipo daquela que se gera entre as ordens dadas e a sua execução no quadro geral da vida humana.

Um programa de Lucinda Correia
Masterização: Francisco Petrucci

Lucinda Correia é arquitecta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitectura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitectura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de Contra-Arquitectura. Re-construir a Realidade (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um Livro Verde (2021). Fundou, em 2019, efabula – towards a habitat culture, uma cooperativa cultural e atelier de Arquitectura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – Humanizing Architecture, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de: CCA c/o Lisboa (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); The Power Of Experiment – Formulate, Formalize, Perform (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitectura de Lisboa, 2016); Lisbon Skyline Operation (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitectura de Veneza, 2014); Avenida Intendente (Programa BIP/ZIP, 2012-2014). </description>
    <copyright>© 2022 Rádio Antecâmara</copyright>
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    <pubDate>Tue, 08 Apr 2025 17:00:31 +0000</pubDate>
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    <itunes:author>Rádio Antecâmara / Lucinda Correia</itunes:author>
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    <itunes:summary>A cidade estende o seu território por espaços onde se instauram vários tipos de ordem. De um modo geral, aquilo a que chamamos os lugares, na sua acepção eminentemente topológica, corresponde às zonas de influência em que, nas diferentes escalas, as instituições, de certa forma, controlam a vida comunitária. 
A complexidade de relações que existe entre as várias partes constituintes de um lugar, do quarteirão ao bairro, prova que aquilo a que chamamos urbanidade é um quadro riquíssimo de costumes, de formas e de modos de apropriação. É no jogo das figuras onde várias “redes” finas ou grossas se entrecruzam que uma espécie de desenho da cidade vai tomando forma. A ordem que se desenvolve no tempo e no espaço não deixa nunca de ser reforçada pelo próprio tempo, enquanto factor de mudança. 
Por outro lado, a lei, invenção humana, pretende garantir a manutenção de todas as ordens implicadas no processo de convivência entre  os habitantes. A cidade e sua arquitetura não escapam a esta lógica. Contudo, nenhuma cidade se apresenta como um desenho perfeito. É como se no desencaixe das suas estruturas sobrevivessem “terras-de-ninguém”, onde o controlo e a transgressão disputam o seu território. 
Com as lógicas que, aparentemente, geraram essas estruturas passa-se o mesmo: a contradição acaba por ser o seu factor comum. É dos vários tipos de tensão que daqui resultam, fazendo coexistir ordem e caos, que iremos tratar em Territórios da Transgressão. Entre a lei e o desenho, há, todavia, uma diferença fundamental. Essa diferença é do mesmo tipo daquela que se gera entre as ordens dadas e a sua execução no quadro geral da vida humana.

Um programa de Lucinda Correia
Masterização: Francisco Petrucci

Lucinda Correia é arquitecta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitectura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitectura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de Contra-Arquitectura. Re-construir a Realidade (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um Livro Verde (2021). Fundou, em 2019, efabula – towards a habitat culture, uma cooperativa cultural e atelier de Arquitectura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – Humanizing Architecture, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de: CCA c/o Lisboa (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); The Power Of Experiment – Formulate, Formalize, Perform (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitectura de Lisboa, 2016); Lisbon Skyline Operation (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitectura de Veneza, 2014); Avenida Intendente (Programa BIP/ZIP, 2012-2014). </itunes:summary>
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      <title>Territórios da Transgressão #10</title>
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        <![CDATA[<p><strong>Legislação:</strong></p><p>Constituição da República Portuguesa, 2 de abril de 1976 (Sétima Revisão Constitucional – Diário da República, n.º 155, I Série – A, de 12 de agosto de 2005)</p><p>Lei n.º 11, de 7 de abril de 1987 – Lei de Bases do Ambiente</p><p>Lei n.º 48, de 11 de agosto de 1998 – Bases da Política de Ordenamento do Território e de Urbanismo (POTU)</p><p>Decreto-Lei n.º 380, de 22 de setembro de 1999 – Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial (RJGIT — 1ª versão) actualizado pelo Decreto-Lei n.º 80/2015, de 14 de maio (11ª versão)</p><p>Lei n.º 58, de 4 de setembro de 2007 – Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território (PNPOT)</p><p>Lei n.º 19, de 14 de abril de 2014 – Bases da Política de Ambiente</p><p><br></p><p><strong>Créditos:</strong></p><p><em>1-     </em>The Moody Blues + The London Festival Orchestra<em> — Days of Future Passed.</em></p><p><em>2-     </em>Leroy Anderson<em> — Ritvélin (The Typewriter), </em>Iceland Symphony Orchestra (2016).</p><p><br></p><p>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Leitura de excertos de diplomas: Mónica Lara</p><p>Masterização: Miguel Serrão </p><p><br></p><p>A entrevista realizou-se durante o ano de 2021.</p><p>_____________</p><p><strong>João Ferrão</strong> é geógrafo e investigador coordenador aposentado do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-UL), especialista em políticas urbanas e ordenamento do território. Foi Secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades e pró-Reitor da Universidade de Lisboa para a sociedade e comunidades locais. Foi coordenador nacional de diversos projetos e redes de investigação internacionais, nomeadamente no âmbito de vários Programas - Quadro da Comissão Europeia e da European Science Foundation (ESF). É membro do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável (CNADS).</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Lucinda Correia</strong> é arquitecta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitectura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitectura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitectura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitectura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – <em>Humanizing Architecture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitectura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitectura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014).</p>]]>
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        <![CDATA[<p><strong>Legislação:</strong></p><p>Constituição da República Portuguesa, 2 de abril de 1976 (Sétima Revisão Constitucional – Diário da República, n.º 155, I Série – A, de 12 de agosto de 2005)</p><p>Lei n.º 11, de 7 de abril de 1987 – Lei de Bases do Ambiente</p><p>Lei n.º 48, de 11 de agosto de 1998 – Bases da Política de Ordenamento do Território e de Urbanismo (POTU)</p><p>Decreto-Lei n.º 380, de 22 de setembro de 1999 – Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial (RJGIT — 1ª versão) actualizado pelo Decreto-Lei n.º 80/2015, de 14 de maio (11ª versão)</p><p>Lei n.º 58, de 4 de setembro de 2007 – Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território (PNPOT)</p><p>Lei n.º 19, de 14 de abril de 2014 – Bases da Política de Ambiente</p><p><br></p><p><strong>Créditos:</strong></p><p><em>1-     </em>The Moody Blues + The London Festival Orchestra<em> — Days of Future Passed.</em></p><p><em>2-     </em>Leroy Anderson<em> — Ritvélin (The Typewriter), </em>Iceland Symphony Orchestra (2016).</p><p><br></p><p>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Leitura de excertos de diplomas: Mónica Lara</p><p>Masterização: Miguel Serrão </p><p><br></p><p>A entrevista realizou-se durante o ano de 2021.</p><p>_____________</p><p><strong>João Ferrão</strong> é geógrafo e investigador coordenador aposentado do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-UL), especialista em políticas urbanas e ordenamento do território. Foi Secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades e pró-Reitor da Universidade de Lisboa para a sociedade e comunidades locais. Foi coordenador nacional de diversos projetos e redes de investigação internacionais, nomeadamente no âmbito de vários Programas - Quadro da Comissão Europeia e da European Science Foundation (ESF). É membro do Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável (CNADS).</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Lucinda Correia</strong> é arquitecta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitectura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitectura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitectura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitectura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – <em>Humanizing Architecture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitectura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitectura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014).</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 23 Jun 2022 14:06:09 +0000</pubDate>
      <author>Lucinda Correia</author>
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      <title>Territórios da Transgressão #9</title>
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        <![CDATA[<p><strong>Legislação:</strong></p><p>Constituição da República Portuguesa, 2 de abril de 1976 (Sétima Revisão Constitucional – Diário da República, n.º 155, I Série – A, de 12 de agosto de 2005)</p><p>Decreto-Lei n.º 321, de 5 de julho de 1983 – Reserva Ecológica Nacional</p><p>Decreto-Lei n.º 124, de 28 de agosto de 2019 – Revisão da Reserva Ecológica Nacional</p><p>Lei n.º 11, de 7 de abril de 1987 – Lei de Bases do Ambiente</p><p>Lei n.º 19, de 14 de abril de 2014 – Política do Ambiente</p><p>Resolução do Conselho de Ministros n.º 45, de 7 de julho de 2015 – Política Nacional de Arquitectura e Paisagem (PNAP)</p><p>Resolução do Conselho de Ministros n.º 49, de 24 de junho de 2020 – Programa de Transformação da Paisagem (PTP)</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Créditos:</strong></p><p>1-     <em>Raga Brindabani Sarang</em> — Pandit Hariprasad Chaurasia.</p><p><em>2-     Yoruba Drums From Benin</em> — Smithsonian Folkways (1996).</p><p><em>3-   </em>Jordi Savall<em> </em>— <em>Les Indes Galantes - Air pour les esclaves africains, </em>Le Concert des Nations — Jean-Philippe Rameau (2011).</p><p><em>4-    </em>Jethro Tull –<em> </em>“Bourée”, <em>Stand Up</em> (1969).</p><p><br></p><p>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Leitura de excertos de diplomas: Mónica Lara</p><p>Masterização: Miguel Serrão </p><p>A entrevista realizou-se no início de 2022.</p><p>_____________</p><p><strong>João Gomes da Silva</strong> é licenciado em Arquitectura Paisagista pela Universidade de Évora onde lecionou de 1987 a 1994. É Professor Convidado do Departamento de Arquitectura da Universidade Autónoma de Lisboa, desde 2001. É Professor na Accademia di Architettura di Mendrisio desde 2010 e, em 2015, foi convidado como Professor Visitante em Arquitetura Paisagista na Harvard Graduate School of Design, no Departamento de Arquitetura Paisagista. Foi galardoado com o Prémio do Centro Português de Design; Prémio Valmor e Prémio Municipal de Arquitectura da Câmara Municipal de Lisboa; Prémio de design - Red Dot; Prémio de Mérito - SEGD; D &amp; AD-in Book; Prémio Silver - European Design Awards; e Prémio Piranesi.</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Lucinda Correia</strong> é arquitecta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitectura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitectura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitectura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitectura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – <em>Humanizing Architecture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitectura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitectura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014).</p>]]>
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        <![CDATA[<p><strong>Legislação:</strong></p><p>Constituição da República Portuguesa, 2 de abril de 1976 (Sétima Revisão Constitucional – Diário da República, n.º 155, I Série – A, de 12 de agosto de 2005)</p><p>Decreto-Lei n.º 321, de 5 de julho de 1983 – Reserva Ecológica Nacional</p><p>Decreto-Lei n.º 124, de 28 de agosto de 2019 – Revisão da Reserva Ecológica Nacional</p><p>Lei n.º 11, de 7 de abril de 1987 – Lei de Bases do Ambiente</p><p>Lei n.º 19, de 14 de abril de 2014 – Política do Ambiente</p><p>Resolução do Conselho de Ministros n.º 45, de 7 de julho de 2015 – Política Nacional de Arquitectura e Paisagem (PNAP)</p><p>Resolução do Conselho de Ministros n.º 49, de 24 de junho de 2020 – Programa de Transformação da Paisagem (PTP)</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Créditos:</strong></p><p>1-     <em>Raga Brindabani Sarang</em> — Pandit Hariprasad Chaurasia.</p><p><em>2-     Yoruba Drums From Benin</em> — Smithsonian Folkways (1996).</p><p><em>3-   </em>Jordi Savall<em> </em>— <em>Les Indes Galantes - Air pour les esclaves africains, </em>Le Concert des Nations — Jean-Philippe Rameau (2011).</p><p><em>4-    </em>Jethro Tull –<em> </em>“Bourée”, <em>Stand Up</em> (1969).</p><p><br></p><p>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Leitura de excertos de diplomas: Mónica Lara</p><p>Masterização: Miguel Serrão </p><p>A entrevista realizou-se no início de 2022.</p><p>_____________</p><p><strong>João Gomes da Silva</strong> é licenciado em Arquitectura Paisagista pela Universidade de Évora onde lecionou de 1987 a 1994. É Professor Convidado do Departamento de Arquitectura da Universidade Autónoma de Lisboa, desde 2001. É Professor na Accademia di Architettura di Mendrisio desde 2010 e, em 2015, foi convidado como Professor Visitante em Arquitetura Paisagista na Harvard Graduate School of Design, no Departamento de Arquitetura Paisagista. Foi galardoado com o Prémio do Centro Português de Design; Prémio Valmor e Prémio Municipal de Arquitectura da Câmara Municipal de Lisboa; Prémio de design - Red Dot; Prémio de Mérito - SEGD; D &amp; AD-in Book; Prémio Silver - European Design Awards; e Prémio Piranesi.</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Lucinda Correia</strong> é arquitecta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitectura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitectura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitectura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitectura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – <em>Humanizing Architecture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitectura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitectura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014).</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 23 Jun 2022 14:06:03 +0000</pubDate>
      <author>Lucinda Correia</author>
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        <![CDATA[<p><strong>Legislação:</strong></p><p>Constituição da República Portuguesa, 2 de abril de 1976 (Sétima Revisão Constitucional – Diário da República, n.º 155, I Série – A, de 12 de agosto de 2005)</p><p>Decreto-Lei n.º 321, de 5 de julho de 1983 – Reserva Ecológica Nacional</p><p>Decreto-Lei n.º 124, de 28 de agosto de 2019 – Revisão da Reserva Ecológica Nacional</p><p>Lei n.º 11, de 7 de abril de 1987 – Lei de Bases do Ambiente</p><p>Lei n.º 19, de 14 de abril de 2014 – Política do Ambiente</p><p>Resolução do Conselho de Ministros n.º 45, de 7 de julho de 2015 – Política Nacional de Arquitectura e Paisagem (PNAP)</p><p>Resolução do Conselho de Ministros n.º 49, de 24 de junho de 2020 – Programa de Transformação da Paisagem (PTP)</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Créditos:</strong></p><p>1-     <em>Raga Brindabani Sarang</em> — Pandit Hariprasad Chaurasia.</p><p><em>2-     Yoruba Drums From Benin</em> — Smithsonian Folkways (1996).</p><p><em>3-   </em>Jordi Savall<em> </em>— <em>Les Indes Galantes - Air pour les esclaves africains, </em>Le Concert des Nations — Jean-Philippe Rameau (2011).</p><p><em>4-    </em>Jethro Tull –<em> </em>“Bourée”, <em>Stand Up</em> (1969).</p><p><br></p><p>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Leitura de excertos de diplomas: Mónica Lara</p><p>Masterização: Miguel Serrão </p><p>A entrevista realizou-se no início de 2022.</p><p>_____________</p><p><strong>João Gomes da Silva</strong> é licenciado em Arquitectura Paisagista pela Universidade de Évora onde lecionou de 1987 a 1994. É Professor Convidado do Departamento de Arquitectura da Universidade Autónoma de Lisboa, desde 2001. É Professor na Accademia di Architettura di Mendrisio desde 2010 e, em 2015, foi convidado como Professor Visitante em Arquitetura Paisagista na Harvard Graduate School of Design, no Departamento de Arquitetura Paisagista. Foi galardoado com o Prémio do Centro Português de Design; Prémio Valmor e Prémio Municipal de Arquitectura da Câmara Municipal de Lisboa; Prémio de design - Red Dot; Prémio de Mérito - SEGD; D &amp; AD-in Book; Prémio Silver - European Design Awards; e Prémio Piranesi.</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Lucinda Correia</strong> é arquitecta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitectura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitectura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitectura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitectura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – <em>Humanizing Architecture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitectura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitectura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014).</p>]]>
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        <![CDATA[<p><strong>Legislação:</strong></p><p>Constituição da República Portuguesa, 2 de abril de 1976 (Sétima Revisão Constitucional – Diário da República, n.º 155, I Série – A, de 12 de agosto de 2005)</p><p>Decreto-Lei n.º 321, de 5 de julho de 1983 – Reserva Ecológica Nacional</p><p>Decreto-Lei n.º 124, de 28 de agosto de 2019 – Revisão da Reserva Ecológica Nacional</p><p>Lei n.º 11, de 7 de abril de 1987 – Lei de Bases do Ambiente</p><p>Lei n.º 19, de 14 de abril de 2014 – Política do Ambiente</p><p>Resolução do Conselho de Ministros n.º 45, de 7 de julho de 2015 – Política Nacional de Arquitectura e Paisagem (PNAP)</p><p>Resolução do Conselho de Ministros n.º 49, de 24 de junho de 2020 – Programa de Transformação da Paisagem (PTP)</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Créditos:</strong></p><p>1-     <em>Raga Brindabani Sarang</em> — Pandit Hariprasad Chaurasia.</p><p><em>2-     Yoruba Drums From Benin</em> — Smithsonian Folkways (1996).</p><p><em>3-   </em>Jordi Savall<em> </em>— <em>Les Indes Galantes - Air pour les esclaves africains, </em>Le Concert des Nations — Jean-Philippe Rameau (2011).</p><p><em>4-    </em>Jethro Tull –<em> </em>“Bourée”, <em>Stand Up</em> (1969).</p><p><br></p><p>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Leitura de excertos de diplomas: Mónica Lara</p><p>Masterização: Miguel Serrão </p><p>A entrevista realizou-se no início de 2022.</p><p>_____________</p><p><strong>João Gomes da Silva</strong> é licenciado em Arquitectura Paisagista pela Universidade de Évora onde lecionou de 1987 a 1994. É Professor Convidado do Departamento de Arquitectura da Universidade Autónoma de Lisboa, desde 2001. É Professor na Accademia di Architettura di Mendrisio desde 2010 e, em 2015, foi convidado como Professor Visitante em Arquitetura Paisagista na Harvard Graduate School of Design, no Departamento de Arquitetura Paisagista. Foi galardoado com o Prémio do Centro Português de Design; Prémio Valmor e Prémio Municipal de Arquitectura da Câmara Municipal de Lisboa; Prémio de design - Red Dot; Prémio de Mérito - SEGD; D &amp; AD-in Book; Prémio Silver - European Design Awards; e Prémio Piranesi.</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Lucinda Correia</strong> é arquitecta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitectura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitectura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitectura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitectura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – <em>Humanizing Architecture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitectura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitectura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014).</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 23 Jun 2022 14:05:56 +0000</pubDate>
      <author>Lucinda Correia</author>
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      <title>Territórios da Transgressão #8</title>
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        <![CDATA[<p><strong>Legislação:</strong></p><p>Constituição da República Portuguesa, 2 de abril de 1976 (Sétima Revisão Constitucional – Diário da República, n.º 155, I Série – A, de 12 de agosto de 2005)</p><p>Decreto n.º 14.268, de 13 de setembro de 1927 — Obras e construções inestéticas</p><p>Decreto-Lei n.º 205/88, de 16 de junho — Projectos de arquitectura em imóveis classificados e respectivas zonas de protecção</p><p>Lei n.º 107/2001, de 8 de setembro — Bases da política e do regime de protecção e valorização do património cultural</p><p>Decreto-Lei n.º 140/2009, de 15 de junho – Regime jurídico dos estudos, projectos, relatórios, obras ou intervenções sobre bens culturais classificados, ou em vias de classificação</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Créditos:</strong></p><p>1-     Genesis — <em>Nursery Cryme</em> (1971).</p><p>2-     Genesis — <em>Foxtrot</em> (1972).</p><p>3-     Genesis — <em>Selling England By The Pound</em> (1973).</p><p>4-     Genesis — <em>The Lamb Lies Down On Broadway</em> (1974).</p><p><br></p><p>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Leitura de excertos de diplomas: Mónica Lara</p><p>Masterização: Miguel Serrão </p><p><br></p><p>A entrevista realizou-se durante o ano de 2021.</p><p>_____________</p><p><strong>Paulo Pereira</strong> é historiador de Arte, Mestre em História de Arte pela Universidade Nova de Lisboa e Doutor em História da Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa. Foi crítico no jornal Expresso (Expresso revista) de Banda Desenhada/Comics e de História da Arte (livros, exposições, etc.), entre 1985 e 1991. Colaborou no <em>Dicionário de Arte Contemporânea/Portugal</em> (Presença, dir. Raquel H. da Silva) com verbetes sobre autores portugueses de BD (inédito). Participou como conferencista convidado em diversos seminários, palestras e congressos em Portugal, Espanha, França (CNRS), Alemanha, Itália, EUA e Brasil. Colaborou em diversos catálogos relativos a temas da disciplina. Organizou várias exposições em Portugal e no estrangeiro. Foi Vice-Presidente do IPPAR entre 1995 e 2002. Dirigiu a <em>História de Arte Portuguesa</em>, em 3 vols., (Círculo de Leitores, 1995). Publicou a obra, <em>Lugares Mágicos de Portugal</em> em 8 vols., (Círculo de Leitores, 2004-2005). Foi co-Director da exposição <em>Neue Welten</em> (Novos Mundos), mostrada no <em>Deutsche Historisches Museum</em>, de Berlim. Publicou o volume <em>Arte Portuguesa. História Essencial</em> (Temas &amp; Debates, 2011). Publicou também a colecção <em>Decifrar a Arte Portuguesa</em>, em 8 vols., (Círculo de Leitores, 2014) e a colecção <em>Arte e Ciência</em>, em 5 vols., (Círculo de Leitores, 2018). É professor da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa.</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Lucinda Correia</strong> é arquitecta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitectura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitectura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitectura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitectura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – <em>Humanizing Architecture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitectura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitectura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014).</p>]]>
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        <![CDATA[<p><strong>Legislação:</strong></p><p>Constituição da República Portuguesa, 2 de abril de 1976 (Sétima Revisão Constitucional – Diário da República, n.º 155, I Série – A, de 12 de agosto de 2005)</p><p>Decreto n.º 14.268, de 13 de setembro de 1927 — Obras e construções inestéticas</p><p>Decreto-Lei n.º 205/88, de 16 de junho — Projectos de arquitectura em imóveis classificados e respectivas zonas de protecção</p><p>Lei n.º 107/2001, de 8 de setembro — Bases da política e do regime de protecção e valorização do património cultural</p><p>Decreto-Lei n.º 140/2009, de 15 de junho – Regime jurídico dos estudos, projectos, relatórios, obras ou intervenções sobre bens culturais classificados, ou em vias de classificação</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Créditos:</strong></p><p>1-     Genesis — <em>Nursery Cryme</em> (1971).</p><p>2-     Genesis — <em>Foxtrot</em> (1972).</p><p>3-     Genesis — <em>Selling England By The Pound</em> (1973).</p><p>4-     Genesis — <em>The Lamb Lies Down On Broadway</em> (1974).</p><p><br></p><p>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Leitura de excertos de diplomas: Mónica Lara</p><p>Masterização: Miguel Serrão </p><p><br></p><p>A entrevista realizou-se durante o ano de 2021.</p><p>_____________</p><p><strong>Paulo Pereira</strong> é historiador de Arte, Mestre em História de Arte pela Universidade Nova de Lisboa e Doutor em História da Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa. Foi crítico no jornal Expresso (Expresso revista) de Banda Desenhada/Comics e de História da Arte (livros, exposições, etc.), entre 1985 e 1991. Colaborou no <em>Dicionário de Arte Contemporânea/Portugal</em> (Presença, dir. Raquel H. da Silva) com verbetes sobre autores portugueses de BD (inédito). Participou como conferencista convidado em diversos seminários, palestras e congressos em Portugal, Espanha, França (CNRS), Alemanha, Itália, EUA e Brasil. Colaborou em diversos catálogos relativos a temas da disciplina. Organizou várias exposições em Portugal e no estrangeiro. Foi Vice-Presidente do IPPAR entre 1995 e 2002. Dirigiu a <em>História de Arte Portuguesa</em>, em 3 vols., (Círculo de Leitores, 1995). Publicou a obra, <em>Lugares Mágicos de Portugal</em> em 8 vols., (Círculo de Leitores, 2004-2005). Foi co-Director da exposição <em>Neue Welten</em> (Novos Mundos), mostrada no <em>Deutsche Historisches Museum</em>, de Berlim. Publicou o volume <em>Arte Portuguesa. História Essencial</em> (Temas &amp; Debates, 2011). Publicou também a colecção <em>Decifrar a Arte Portuguesa</em>, em 8 vols., (Círculo de Leitores, 2014) e a colecção <em>Arte e Ciência</em>, em 5 vols., (Círculo de Leitores, 2018). É professor da Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa.</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Lucinda Correia</strong> é arquitecta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitectura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitectura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitectura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitectura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – <em>Humanizing Architecture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitectura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitectura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014).</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 23 Jun 2022 14:05:42 +0000</pubDate>
      <author>Lucinda Correia</author>
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      <title>Territórios da Transgressão #7</title>
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        <![CDATA[<p><strong>Legislação:</strong></p><p>Decreto-Lei n.º 38.382, de 07 agosto de 1951 – Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU)</p><p>Decreto-Lei n.º 176/98, de 3 de julho – Estatuto da Associação dos Arquitectos</p><p>Resolução do Conselho de Ministros n.º 61/2015, de 11 de agosto – Estratégia “Cidades Sustentáveis 2020”</p><p>Decreto-Lei n.º 101-D/2020, de 7 de dezembro – Desempenho Energético e Sistema de Certificação Energética de Edifícios</p><p><br></p><p><strong>Créditos:</strong></p><p>Excertos da banda sonora original (OST) de <em>Blade Runner</em> (1994).</p><p><br></p><p>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Leitura de excertos de diplomas: Mónica Lara</p><p>Masterização: Miguel Serrão </p><p><br></p><p>A entrevista realizou-se durante o ano de 2021.</p><p>_____________</p><p><strong>Miguel Ferreira Mendes</strong> é arquitecto pela Universidade Lusíada de Lisboa / Faculdade Arquitectura Politécnico Milão, Itália (1989-95). Tem um Master’s Degree in Ecological Architecture pelo Biosphere2 / Instituto Arquitectura São Francisco, EUA (1995) e um Post-Master (DSA) Architecture de terre pelo CRAterre-ENSAG, França (2000-2002). Como arquitecto independente, privilegia uma abordagem bioclimática e humanista da arquitectura, assente na valorização das Culturas Construtivas Locais, numa perspectiva de Desenvolvimento Sustentável. É defensor e promotor de processos participativos. Trabalha como projectista, formador, consultor e responsável pelo acompanhamento de obras, em Portugal e vários países – (Angola, Argélia, Burundi, Cabo Verde, França, Guiné-Bissau, Haiti, India, Itália, Madagáscar, Moçambique, Nepal, Senegal, Síria). Membro do CRAterre, laboratório francês com o qual trabalha em diversos projectos e programas de desenvolvimento, combate à carência e resposta a catástrofes, no domínio da arquitectura e da construção.</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Lucinda Correia</strong> é arquitecta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitectura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitectura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitectura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitectura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – <em>Humanizing Architecture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitectura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitectura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014).</p>]]>
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        <![CDATA[<p><strong>Legislação:</strong></p><p>Decreto-Lei n.º 38.382, de 07 agosto de 1951 – Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU)</p><p>Decreto-Lei n.º 176/98, de 3 de julho – Estatuto da Associação dos Arquitectos</p><p>Resolução do Conselho de Ministros n.º 61/2015, de 11 de agosto – Estratégia “Cidades Sustentáveis 2020”</p><p>Decreto-Lei n.º 101-D/2020, de 7 de dezembro – Desempenho Energético e Sistema de Certificação Energética de Edifícios</p><p><br></p><p><strong>Créditos:</strong></p><p>Excertos da banda sonora original (OST) de <em>Blade Runner</em> (1994).</p><p><br></p><p>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Leitura de excertos de diplomas: Mónica Lara</p><p>Masterização: Miguel Serrão </p><p><br></p><p>A entrevista realizou-se durante o ano de 2021.</p><p>_____________</p><p><strong>Miguel Ferreira Mendes</strong> é arquitecto pela Universidade Lusíada de Lisboa / Faculdade Arquitectura Politécnico Milão, Itália (1989-95). Tem um Master’s Degree in Ecological Architecture pelo Biosphere2 / Instituto Arquitectura São Francisco, EUA (1995) e um Post-Master (DSA) Architecture de terre pelo CRAterre-ENSAG, França (2000-2002). Como arquitecto independente, privilegia uma abordagem bioclimática e humanista da arquitectura, assente na valorização das Culturas Construtivas Locais, numa perspectiva de Desenvolvimento Sustentável. É defensor e promotor de processos participativos. Trabalha como projectista, formador, consultor e responsável pelo acompanhamento de obras, em Portugal e vários países – (Angola, Argélia, Burundi, Cabo Verde, França, Guiné-Bissau, Haiti, India, Itália, Madagáscar, Moçambique, Nepal, Senegal, Síria). Membro do CRAterre, laboratório francês com o qual trabalha em diversos projectos e programas de desenvolvimento, combate à carência e resposta a catástrofes, no domínio da arquitectura e da construção.</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Lucinda Correia</strong> é arquitecta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitectura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitectura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitectura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitectura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – <em>Humanizing Architecture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitectura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitectura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014).</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 23 Jun 2022 14:05:33 +0000</pubDate>
      <author>Lucinda Correia</author>
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      <itunes:summary>EP07 Construção e cultura, com Miguel Ferreira Mendes</itunes:summary>
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      <title>Territórios da Transgressão #6</title>
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        <![CDATA[<p><strong>Legislação:</strong></p><p>Decreto-Lei n.º 166/70, de 15 de abril – Licenciamento de obras particulares</p><p>Decreto-Lei n.º 560/71, de 17 de dezembro – Elaboração de planos gerais de urbanização pelas câmaras municipais</p><p>Decreto-Lei n.º 289/73, de 6 de junho sobre a intervenção da autoridades administrativas responsáveis nas operações de loteamento</p><p>Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de dezembro – Regime Jurídico da Urbanização e Edificação com redacção actual pela Lei n.º 118/2019, de 17 de Setembro (21ª versão)</p><p><br></p><p><strong>Créditos:</strong></p><p>1-   Antonio Vivaldi — “Concerto No. 4 in F minor, Op. 8, RV 297<em>”, L’Inverno (Winter) </em>— 1. Allegro non molto, 2. Largo, 3. Allegro — SHIRIN.</p><p>2-   Antonio Vivaldi — <em>The Four Seasons,</em> piano solo with harmonic pedal — Paul Barton on a FEURICH 218 grand piano.</p><p>3-   Antonio Vivaldi — “Autumn, 1st movement”, <em>The Four </em>Seasons — Adult Piano Adventures Classics Book 1 — Nancy and Randall Faber.</p><p>4-  Antonio Vivaldi — “Spring I”, <em>The Four </em>Seasons — piano version cover transcription — Erik Osterberg.</p><p>5-    J. S. Bach — <em>Complete Partitas, </em>“Praeludium<em>” —</em> Yuan Sheng.</p><p> </p><p>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Leitura de excertos de diplomas: Mónica Lara</p><p>Masterização: Miguel Serrão </p><p><br></p><p>A entrevista realizou-se durante o ano de 2021.</p><p>_____________</p><p><strong>Cláudio Monteiro</strong> é licenciado em Direito, mestrado e doutorado em Ciências Jurídico-Políticas. Atualmente, é juiz do Supremo Tribunal Administrativo e professor na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Lucinda Correia</strong> é arquitecta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitectura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitectura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitectura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitectura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou artéria – <em>humanizing architecture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitectura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitectura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014).</p>]]>
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        <![CDATA[<p><strong>Legislação:</strong></p><p>Decreto-Lei n.º 166/70, de 15 de abril – Licenciamento de obras particulares</p><p>Decreto-Lei n.º 560/71, de 17 de dezembro – Elaboração de planos gerais de urbanização pelas câmaras municipais</p><p>Decreto-Lei n.º 289/73, de 6 de junho sobre a intervenção da autoridades administrativas responsáveis nas operações de loteamento</p><p>Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de dezembro – Regime Jurídico da Urbanização e Edificação com redacção actual pela Lei n.º 118/2019, de 17 de Setembro (21ª versão)</p><p><br></p><p><strong>Créditos:</strong></p><p>1-   Antonio Vivaldi — “Concerto No. 4 in F minor, Op. 8, RV 297<em>”, L’Inverno (Winter) </em>— 1. Allegro non molto, 2. Largo, 3. Allegro — SHIRIN.</p><p>2-   Antonio Vivaldi — <em>The Four Seasons,</em> piano solo with harmonic pedal — Paul Barton on a FEURICH 218 grand piano.</p><p>3-   Antonio Vivaldi — “Autumn, 1st movement”, <em>The Four </em>Seasons — Adult Piano Adventures Classics Book 1 — Nancy and Randall Faber.</p><p>4-  Antonio Vivaldi — “Spring I”, <em>The Four </em>Seasons — piano version cover transcription — Erik Osterberg.</p><p>5-    J. S. Bach — <em>Complete Partitas, </em>“Praeludium<em>” —</em> Yuan Sheng.</p><p> </p><p>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Leitura de excertos de diplomas: Mónica Lara</p><p>Masterização: Miguel Serrão </p><p><br></p><p>A entrevista realizou-se durante o ano de 2021.</p><p>_____________</p><p><strong>Cláudio Monteiro</strong> é licenciado em Direito, mestrado e doutorado em Ciências Jurídico-Políticas. Atualmente, é juiz do Supremo Tribunal Administrativo e professor na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.</p><p><strong> </strong></p><p><strong>Lucinda Correia</strong> é arquitecta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitectura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitectura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitectura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitectura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou artéria – <em>humanizing architecture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitectura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitectura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014).</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 23 Jun 2022 14:05:21 +0000</pubDate>
      <author>Lucinda Correia</author>
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      <title>Territórios da Transgressão #5</title>
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        <![CDATA[<p>Legislação:</p><p>Lei n.º 31/2009, de 03 julho – Regime jurídico que estabelece a qualificação profissional exigível aos técnicos responsáveis pela elaboração e subscrição de projectos, pela fiscalização de obra e pela direcção de obra</p><p>Decreto- Lei n.º 95/2019, de 18 de julho – Regime aplicável à reabilitação de edifícios ou fracções autónomas</p><p><strong> </strong></p><p>Créditos:</p><p>1- Arvo Pärt – <em>Fratres for cello and piano</em> (1977)</p><p>2- Arvo Pärt – <em>Für Alina</em> (1976)</p><p>3- Arvo Pärt – <em>Variations for the healing of Arinushka for piano </em>(1977)</p><p><br></p><p>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Leitura de excertos de diplomas: Mónica Lara</p><p>Masterização: Miguel Serrão </p><p><br></p><p>A entrevista realizou-se durante o ano de 2021.</p><p><br></p><p>José Adrião Arquitetos inicia a sua atividade em 2002. Dos projetos realizados, em diferentes tipologias e escalas, destaca-se a Reabilitação de Prédio na Rua dos Fanqueiros, Casas na Praia do Estoril – Cabo Verde, Casa da Severa, Rua Cor de Rosa, Edifício da Rua dos Douradores, Praça Fonte Nova, Requalificação dos Centros Urbanos de Loures e Camarate, Escola 36 e Remodelação da Casa Fernando Pessoa. O ateliê foi vencedor, em 2012, do Prémio Gulbenkian Património – Maria Tereza e Vasco Vilalva pela obra Fanqueiros, do Prémio FAD Instalações Efémeras pela obra Magnólia, Prémio AICA 2012 da Secção Portuguesa da Associação Internacional de Críticos – atribuído pela Secretaria de Estado da Cultura (SEC) e a Fundação Millennium BCP – pelo conjunto de obras de arquitetura realizadas. Em 2012, integra a representação portuguesa da 13º Edição da Bienal de Veneza de Arquitetura “Lisbon Ground”, comissariada por Inês Lobo, com a obra Fanqueiros. Com a obra da Casa da Severa recebe em 2013 o Prémio Valmor, Menção Honrosa pela Casa da Severa, em 2014 Prémio Construir, Arquitetura, Melhor Projeto Público e o Prémio Construir, Reabilitação na Construção, Comércio e Serviços, e em 2015, o Prémio Nacional de Reabilitação Urbana, Melhor Intervenção na Cidade de Lisboa e o Prémio Nacional de Reabilitação, Melhor Intervenção com Impacto Social, bem como, o Prémio BIGMAT2015 Portugal, atribuído por um júri internacional. Em 2018, a obra Praça Fonte Nova recebe o Prémio FAD Cidade e Paisagem. </p><p>Lucinda Correia é arquiteta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitetura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitetura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitetura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitetura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – <em>Humanizing Architeture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitetura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitetura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014).</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Legislação:</p><p>Lei n.º 31/2009, de 03 julho – Regime jurídico que estabelece a qualificação profissional exigível aos técnicos responsáveis pela elaboração e subscrição de projectos, pela fiscalização de obra e pela direcção de obra</p><p>Decreto- Lei n.º 95/2019, de 18 de julho – Regime aplicável à reabilitação de edifícios ou fracções autónomas</p><p><strong> </strong></p><p>Créditos:</p><p>1- Arvo Pärt – <em>Fratres for cello and piano</em> (1977)</p><p>2- Arvo Pärt – <em>Für Alina</em> (1976)</p><p>3- Arvo Pärt – <em>Variations for the healing of Arinushka for piano </em>(1977)</p><p><br></p><p>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Leitura de excertos de diplomas: Mónica Lara</p><p>Masterização: Miguel Serrão </p><p><br></p><p>A entrevista realizou-se durante o ano de 2021.</p><p><br></p><p>José Adrião Arquitetos inicia a sua atividade em 2002. Dos projetos realizados, em diferentes tipologias e escalas, destaca-se a Reabilitação de Prédio na Rua dos Fanqueiros, Casas na Praia do Estoril – Cabo Verde, Casa da Severa, Rua Cor de Rosa, Edifício da Rua dos Douradores, Praça Fonte Nova, Requalificação dos Centros Urbanos de Loures e Camarate, Escola 36 e Remodelação da Casa Fernando Pessoa. O ateliê foi vencedor, em 2012, do Prémio Gulbenkian Património – Maria Tereza e Vasco Vilalva pela obra Fanqueiros, do Prémio FAD Instalações Efémeras pela obra Magnólia, Prémio AICA 2012 da Secção Portuguesa da Associação Internacional de Críticos – atribuído pela Secretaria de Estado da Cultura (SEC) e a Fundação Millennium BCP – pelo conjunto de obras de arquitetura realizadas. Em 2012, integra a representação portuguesa da 13º Edição da Bienal de Veneza de Arquitetura “Lisbon Ground”, comissariada por Inês Lobo, com a obra Fanqueiros. Com a obra da Casa da Severa recebe em 2013 o Prémio Valmor, Menção Honrosa pela Casa da Severa, em 2014 Prémio Construir, Arquitetura, Melhor Projeto Público e o Prémio Construir, Reabilitação na Construção, Comércio e Serviços, e em 2015, o Prémio Nacional de Reabilitação Urbana, Melhor Intervenção na Cidade de Lisboa e o Prémio Nacional de Reabilitação, Melhor Intervenção com Impacto Social, bem como, o Prémio BIGMAT2015 Portugal, atribuído por um júri internacional. Em 2018, a obra Praça Fonte Nova recebe o Prémio FAD Cidade e Paisagem. </p><p>Lucinda Correia é arquiteta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitetura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitetura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitetura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitetura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – <em>Humanizing Architeture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitetura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitetura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014).</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 26 Jan 2022 17:12:27 +0000</pubDate>
      <author>Lucinda Correia</author>
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      <title>Territórios da Transgressão #4</title>
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        <![CDATA[<p>Legislação:</p><p>Resolução do Conselho de Ministros n.º 8-A/2021 de 3 de fevereiro – Estratégia de Longo Prazo para a Renovação de Edifícios (ELPRE)</p><p>Diretiva Europeia 2018/844 de 30 de maio, que altera a Diretiva 2010/31/EU relativa ao desempenho energético dos edifícios e a Diretiva 2012/27/EU sobre a eficiência energética</p><p>Resolução do Conselho de Ministros n.º 53/2020 de 10 de julho – Plano Nacional de Energia e Clima 2030 (PNEC 2030)</p><p>Resolução do Conselho de Ministros n.º 107/2019 de 1 de julho – Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050 (RNC 2050)</p><p><strong> </strong></p><p>Créditos:</p><p>1- <em>Music of the Australian Aborigine</em> – Delta Music, Laserlight</p><p><em>2- </em>Steve Hillage <em> </em>–<em> </em>“New Age Synthesis (Unzipping The Zype)” (2007), <em>OPEN</em></p><p> </p><p>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Leitura de excertos de diplomas: Mónica Lara</p><p>Masterização: Miguel Serrão </p><p><br></p><p>A entrevista realizou-se durante o ano de 2021.</p><p><br></p><p>Guilherme Carrilho da Graça é especialista em física de construção e edifícios sustentáveis. É Professor de Sistemas de Energia em Edifícios na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e diretor da empresa de consultoria e design NaturalWorks. Tem mais de 50 publicações em análise de energia de edifícios, projeto de ventilação natural, simulação térmica e acústica de edifícios. Desde 2002, trabalha em projetos de edifícios de alto desempenho na NaturalWorks, onde lidera uma equipa de dez engenheiros.</p><p><br>Lucinda Correia é arquiteta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitetura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitetura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitetura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitetura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – <em>Humanizing Architeture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitetura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitetura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014).</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Legislação:</p><p>Resolução do Conselho de Ministros n.º 8-A/2021 de 3 de fevereiro – Estratégia de Longo Prazo para a Renovação de Edifícios (ELPRE)</p><p>Diretiva Europeia 2018/844 de 30 de maio, que altera a Diretiva 2010/31/EU relativa ao desempenho energético dos edifícios e a Diretiva 2012/27/EU sobre a eficiência energética</p><p>Resolução do Conselho de Ministros n.º 53/2020 de 10 de julho – Plano Nacional de Energia e Clima 2030 (PNEC 2030)</p><p>Resolução do Conselho de Ministros n.º 107/2019 de 1 de julho – Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050 (RNC 2050)</p><p><strong> </strong></p><p>Créditos:</p><p>1- <em>Music of the Australian Aborigine</em> – Delta Music, Laserlight</p><p><em>2- </em>Steve Hillage <em> </em>–<em> </em>“New Age Synthesis (Unzipping The Zype)” (2007), <em>OPEN</em></p><p> </p><p>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Leitura de excertos de diplomas: Mónica Lara</p><p>Masterização: Miguel Serrão </p><p><br></p><p>A entrevista realizou-se durante o ano de 2021.</p><p><br></p><p>Guilherme Carrilho da Graça é especialista em física de construção e edifícios sustentáveis. É Professor de Sistemas de Energia em Edifícios na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa e diretor da empresa de consultoria e design NaturalWorks. Tem mais de 50 publicações em análise de energia de edifícios, projeto de ventilação natural, simulação térmica e acústica de edifícios. Desde 2002, trabalha em projetos de edifícios de alto desempenho na NaturalWorks, onde lidera uma equipa de dez engenheiros.</p><p><br>Lucinda Correia é arquiteta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitetura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitetura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitetura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitetura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – <em>Humanizing Architeture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitetura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitetura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014).</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 26 Jan 2022 17:12:17 +0000</pubDate>
      <author>Lucinda Correia</author>
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      <itunes:summary>EP04 Cada edifício é um protótipo, com Guilherme Carrilho da Graça</itunes:summary>
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      <title>Territórios da Transgressão #3</title>
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        <![CDATA[<p>Legislação:</p><p>Decreto-Lei n.º 104/2004, de 7 de maio – Sociedades de Reabilitação Urbana (SRU)</p><p>Decreto-Lei n.º 307/2009, de 23 de outubro – Regime Jurídico da Reabilitação Urbana (RJRU)</p><p>Lei n.º 32/2012, de 14 de agosto vem alterar o Decreto-Lei n.º 307/2009, de 23 de outubro aprovando medidas destinadas a agilizar e a dinamizar a reabilitação urbana</p><p>Decreto-Lei n.º 53/2014, de 8 de abril – Regime Excecional para a Reabilitação Urbana (RERU) – (revogado)</p><p>Resolução do Conselho de Ministros n.º 170/2017, de 9 de novembro – «Projeto Reabilitar como Regra» ou «Projeto RcR»</p><p> </p><p>Créditos:</p><p>1- King Crimson – “Peace - A Theme<em>” </em>(1970)<em>, In the Wake of Poseidon</em></p><p>2- King Crimson – “B’Boom” (1995), <em>THRAK</em></p><p>3- King Crimson – “Dinosaur” (1995),<em> THRAK</em></p><p>4- King Crimson – “Inner Garden I” (1995),<em> THRAK</em></p><p>5- King Crimson – “Radio II” (1995), <em>THRAK</em></p><p>6- King Crimson – “VROOM VROOM: Coda” (1995),<em> THRAK</em></p><p> </p><p>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Leitura de excertos de diplomas: Mónica Lara</p><p>Masterização: Miguel Serrão </p><p><br></p><p>A entrevista realizou-se durante o ano de 2021.</p><p><br></p><p>Nuno Valentim Arquitetura é um atelier de arquitetura fundado em 1997 no Porto. Conta com projetos de diferentes escalas, programas e enquadramentos. Neles destacam-se a Reabilitação da Casa Andresen/Galeria da Biodiversidade e Casa Salabert no Jardim Botânico do Porto, a ampliação do Lycée Français do Porto e o projeto de Reabilitação/Modernização do Mercado do Bolhão. A sua prática procura estar atenta à realidade onde opera e à sua presença física e humana, onde a arquitetura é entendida como uma atividade de síntese entre o programa e o contexto, e o arquiteto é reconhecido como autor e actor fundamental na resposta às carências sociais, ambientais e paisagísticas.</p><p>Lucinda Correia é arquiteta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitetura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitetura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitetura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitetura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – <em>Humanizing Architeture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitetura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitetura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014). </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Legislação:</p><p>Decreto-Lei n.º 104/2004, de 7 de maio – Sociedades de Reabilitação Urbana (SRU)</p><p>Decreto-Lei n.º 307/2009, de 23 de outubro – Regime Jurídico da Reabilitação Urbana (RJRU)</p><p>Lei n.º 32/2012, de 14 de agosto vem alterar o Decreto-Lei n.º 307/2009, de 23 de outubro aprovando medidas destinadas a agilizar e a dinamizar a reabilitação urbana</p><p>Decreto-Lei n.º 53/2014, de 8 de abril – Regime Excecional para a Reabilitação Urbana (RERU) – (revogado)</p><p>Resolução do Conselho de Ministros n.º 170/2017, de 9 de novembro – «Projeto Reabilitar como Regra» ou «Projeto RcR»</p><p> </p><p>Créditos:</p><p>1- King Crimson – “Peace - A Theme<em>” </em>(1970)<em>, In the Wake of Poseidon</em></p><p>2- King Crimson – “B’Boom” (1995), <em>THRAK</em></p><p>3- King Crimson – “Dinosaur” (1995),<em> THRAK</em></p><p>4- King Crimson – “Inner Garden I” (1995),<em> THRAK</em></p><p>5- King Crimson – “Radio II” (1995), <em>THRAK</em></p><p>6- King Crimson – “VROOM VROOM: Coda” (1995),<em> THRAK</em></p><p> </p><p>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Leitura de excertos de diplomas: Mónica Lara</p><p>Masterização: Miguel Serrão </p><p><br></p><p>A entrevista realizou-se durante o ano de 2021.</p><p><br></p><p>Nuno Valentim Arquitetura é um atelier de arquitetura fundado em 1997 no Porto. Conta com projetos de diferentes escalas, programas e enquadramentos. Neles destacam-se a Reabilitação da Casa Andresen/Galeria da Biodiversidade e Casa Salabert no Jardim Botânico do Porto, a ampliação do Lycée Français do Porto e o projeto de Reabilitação/Modernização do Mercado do Bolhão. A sua prática procura estar atenta à realidade onde opera e à sua presença física e humana, onde a arquitetura é entendida como uma atividade de síntese entre o programa e o contexto, e o arquiteto é reconhecido como autor e actor fundamental na resposta às carências sociais, ambientais e paisagísticas.</p><p>Lucinda Correia é arquiteta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitetura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitetura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitetura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitetura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – <em>Humanizing Architeture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitetura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitetura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014). </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 26 Jan 2022 17:12:07 +0000</pubDate>
      <author>Lucinda Correia</author>
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      <title>Territórios da Transgressão #2</title>
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        <![CDATA[<p>Legislação:</p><p>Constituição da República Portuguesa, 2 de abril de 1976 (Sétima Revisão Constitucional – Diário da República, n.º 155, I Série – A, de 12 de agosto de 2005)</p><p> Decreto-Lei n.º 46673, de 29 novembro de 1965, sobre os Loteamentos Urbanos</p><p> Decreto-Lei n.º 576/70, de 24 novembro, sobre a Política dos Solos</p><p> Decreto-Lei n.º 794/76, de 5 novembro – Aprova a política de solos e substitui, integralmente, o Decreto-Lei n.º 576/70, de 24 novembro</p><p> Lei n.º 83/2019, de 3 setembro, sobre as Bases da Habitação</p><p> </p><p>Créditos:</p><p>1- Richard Wagner - <em>Der Ring des Nibelungen</em> (arranjo Vlieger), Radio Filharmonisch Orkest</p><p>2- Richard Wagner - <em>Lohengrin</em> (Michael Halász), Slovak Philharmonic Orchestra</p><p><br></p><p>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Leitura de excertos de diplomas: Mónica Lara</p><p>Masterização: Miguel Serrão </p><p><br></p><p>A entrevista realizou-se durante o ano de 2021.</p><p><br></p><p>Helena Roseta é arquiteta, cidadã, nascida em Lisboa em 1947, casada, três filhas, sete netos. Tirou a carta aos 40 anos, aos 60 começou a deslocar-se de bicicleta em Lisboa, aos 71 reformou-se dos cargos políticos mas não das suas causas. Atualmente, é coordenadora nacional do Programa Bairros Saudáveis.</p><p>Lucinda Correia é arquiteta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitetura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitetura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitetura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitetura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – <em>Humanizing Architeture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitetura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitetura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014). </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Legislação:</p><p>Constituição da República Portuguesa, 2 de abril de 1976 (Sétima Revisão Constitucional – Diário da República, n.º 155, I Série – A, de 12 de agosto de 2005)</p><p> Decreto-Lei n.º 46673, de 29 novembro de 1965, sobre os Loteamentos Urbanos</p><p> Decreto-Lei n.º 576/70, de 24 novembro, sobre a Política dos Solos</p><p> Decreto-Lei n.º 794/76, de 5 novembro – Aprova a política de solos e substitui, integralmente, o Decreto-Lei n.º 576/70, de 24 novembro</p><p> Lei n.º 83/2019, de 3 setembro, sobre as Bases da Habitação</p><p> </p><p>Créditos:</p><p>1- Richard Wagner - <em>Der Ring des Nibelungen</em> (arranjo Vlieger), Radio Filharmonisch Orkest</p><p>2- Richard Wagner - <em>Lohengrin</em> (Michael Halász), Slovak Philharmonic Orchestra</p><p><br></p><p>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Leitura de excertos de diplomas: Mónica Lara</p><p>Masterização: Miguel Serrão </p><p><br></p><p>A entrevista realizou-se durante o ano de 2021.</p><p><br></p><p>Helena Roseta é arquiteta, cidadã, nascida em Lisboa em 1947, casada, três filhas, sete netos. Tirou a carta aos 40 anos, aos 60 começou a deslocar-se de bicicleta em Lisboa, aos 71 reformou-se dos cargos políticos mas não das suas causas. Atualmente, é coordenadora nacional do Programa Bairros Saudáveis.</p><p>Lucinda Correia é arquiteta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitetura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitetura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitetura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitetura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – <em>Humanizing Architeture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitetura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitetura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014). </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 26 Jan 2022 17:11:49 +0000</pubDate>
      <author>Lucinda Correia</author>
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      <title>Territórios da Transgressão #1</title>
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        <![CDATA[<p>Legislação:</p><p>Lei n.º 72-2, 03.01.1977 sobre Arquitetura [tradução nossa do francês]</p><p>Directiva Europeia 85/384/EEC, 10.06.1985 sobre o reconhecimento mútuo dos diplomas, certificados e outros títulos do domínio da arquitetura</p><p>Decreto-Lei n.º 465/88, de 15 de Dezembro de 1988 sobre o Estatuto da Associação dos Arquitetos Portugueses</p><p>Decreto-Lei n.º 73/73, de 28 de Fevereiro de 1973 sobre a qualificação dos técnicos responsáveis pelos projetos de obras sujeitas a licenciamento</p><p><br></p><p>Referências bibliográficas:</p><p>COLOMINA, B. (1996) <em>Privacy and Publicity</em>, Cambridge-London: The MIT Press.</p><p>FOUCAULT, M. (1967) <em>De Outros Espaços</em>, Paris: Cercle d'Études Architecturales.</p><p>INGERSOLL, R. (2012) “The Ecology Question and Architecture” <em>in</em> AA.VV. <em>The SAGE Handbook of Architectural Theory.</em> LA/London/New Deli/Singapore/Washington DC: SAGE.</p><p>JORGE, J. 2014. “Arquitetura e Ambiente (entre o bom, o mau e o péssimo)”<em> in Arquiteturas do Mar, da Terra e do Ar. A arquitetura e o urbanismo na geografia e na cultur</em>a, Lisboa: AEAULP.</p><p>NORBERG-SCHULZ, C. (1975) <em>Meaning in Western Architecture</em>, Westport: Praeger Publishers.</p><p>PHILIPPOPOULOS-MIHALOPOULOS, Andreas (2015) <em>Spatial Justice. Body, Lawscape, Atmosphere</em>, Oxfordshire - New York: Routledge.</p><p>PORTAS, N. (1974) “Arquitetura: Forma de Conhecimento – Forma de Comunicação” <em>in</em> AA.VV. <em>Novas Perspetivas das Ciências do Homem</em>. Lisboa: Biblioteca das Ciências Sociais.</p><p><br></p><p>Créditos:</p><ol><li>Genérico dos Filmes Castello Lopes</li><li>David Crosby, “Kids and Dogs”, 1970, Perro Sessions</li><li>Meredith Monk, “Do You Be”, 1971, <em>Key</em></li><li>George Harrison, “Red Lady Tool”, 1968, Wonderwall Music </li><li>Pete Townshend - “Baba O’Riley”, 1971, London Philharmonic Orchestra</li><li>Steve Reich - “The Four Sections”, 1987, Leipzig Radio Symphony Orchestra</li></ol><p>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Leitura de excertos de diplomas: Mónica Lara</p><p>Masterização: Miguel Serrão</p><p><br>Lucinda Correia é arquiteta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitetura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitetura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitetura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitetura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – <em>Humanizing Architeture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitetura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitetura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014). </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Legislação:</p><p>Lei n.º 72-2, 03.01.1977 sobre Arquitetura [tradução nossa do francês]</p><p>Directiva Europeia 85/384/EEC, 10.06.1985 sobre o reconhecimento mútuo dos diplomas, certificados e outros títulos do domínio da arquitetura</p><p>Decreto-Lei n.º 465/88, de 15 de Dezembro de 1988 sobre o Estatuto da Associação dos Arquitetos Portugueses</p><p>Decreto-Lei n.º 73/73, de 28 de Fevereiro de 1973 sobre a qualificação dos técnicos responsáveis pelos projetos de obras sujeitas a licenciamento</p><p><br></p><p>Referências bibliográficas:</p><p>COLOMINA, B. (1996) <em>Privacy and Publicity</em>, Cambridge-London: The MIT Press.</p><p>FOUCAULT, M. (1967) <em>De Outros Espaços</em>, Paris: Cercle d'Études Architecturales.</p><p>INGERSOLL, R. (2012) “The Ecology Question and Architecture” <em>in</em> AA.VV. <em>The SAGE Handbook of Architectural Theory.</em> LA/London/New Deli/Singapore/Washington DC: SAGE.</p><p>JORGE, J. 2014. “Arquitetura e Ambiente (entre o bom, o mau e o péssimo)”<em> in Arquiteturas do Mar, da Terra e do Ar. A arquitetura e o urbanismo na geografia e na cultur</em>a, Lisboa: AEAULP.</p><p>NORBERG-SCHULZ, C. (1975) <em>Meaning in Western Architecture</em>, Westport: Praeger Publishers.</p><p>PHILIPPOPOULOS-MIHALOPOULOS, Andreas (2015) <em>Spatial Justice. Body, Lawscape, Atmosphere</em>, Oxfordshire - New York: Routledge.</p><p>PORTAS, N. (1974) “Arquitetura: Forma de Conhecimento – Forma de Comunicação” <em>in</em> AA.VV. <em>Novas Perspetivas das Ciências do Homem</em>. Lisboa: Biblioteca das Ciências Sociais.</p><p><br></p><p>Créditos:</p><ol><li>Genérico dos Filmes Castello Lopes</li><li>David Crosby, “Kids and Dogs”, 1970, Perro Sessions</li><li>Meredith Monk, “Do You Be”, 1971, <em>Key</em></li><li>George Harrison, “Red Lady Tool”, 1968, Wonderwall Music </li><li>Pete Townshend - “Baba O’Riley”, 1971, London Philharmonic Orchestra</li><li>Steve Reich - “The Four Sections”, 1987, Leipzig Radio Symphony Orchestra</li></ol><p>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Leitura de excertos de diplomas: Mónica Lara</p><p>Masterização: Miguel Serrão</p><p><br>Lucinda Correia é arquiteta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitetura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitetura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitetura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitetura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – <em>Humanizing Architeture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitetura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitetura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014). </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 26 Jan 2022 17:10:56 +0000</pubDate>
      <author>Lucinda Correia</author>
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      <title>Territórios da Transgressão #0</title>
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        <![CDATA[<p>A cidade estende o seu território por espaços onde se instauram vários tipos de ordem. De um modo geral, aquilo a que chamamos os lugares, na sua acepção eminentemente topológica, corresponde às zonas de influência em que, nas diferentes escalas, as instituições, de certa forma, controlam a vida comunitária. </p><p>A complexidade de relações que existe entre as várias partes constituintes de um lugar, do quarteirão ao bairro, prova que aquilo a que chamamos urbanidade é um quadro riquíssimo de costumes, de formas e de modos de apropriação. É no jogo das figuras onde várias “redes” finas ou grossas se entrecruzam que uma espécie de desenho da cidade vai tomando forma. A ordem que se desenvolve no tempo e no espaço não deixa nunca de ser reforçada pelo próprio tempo, enquanto factor de mudança. </p><p>Por outro lado, a lei, invenção humana, pretende garantir a manutenção de todas as ordens implicadas no processo de convivência entre  os habitantes. A cidade e sua arquitetura não escapam a esta lógica. Contudo, nenhuma cidade se apresenta como um desenho perfeito. É como se no desencaixe das suas estruturas sobrevivessem “terras-de-ninguém”, onde o controlo e a transgressão disputam o seu território. </p><p>Com as lógicas que, aparentemente, geraram essas estruturas passa-se o mesmo: a contradição acaba por ser o seu factor comum. É dos vários tipos de tensão que daqui resultam, fazendo coexistir ordem e caos, que iremos tratar em Territórios da Transgressão. Entre a lei e o desenho, há, todavia, uma diferença fundamental. Essa diferença é do mesmo tipo daquela que se gera entre as ordens dadas e a sua execução no quadro geral da vida humana.</p><p><br>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Masterização: Francisco Petrucci</p><p><br></p><p>Lucinda Correia é arquiteta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitetura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitetura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitetura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitetura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – <em>Humanizing Architeture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitetura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitetura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014). </p>]]>
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        <![CDATA[<p>A cidade estende o seu território por espaços onde se instauram vários tipos de ordem. De um modo geral, aquilo a que chamamos os lugares, na sua acepção eminentemente topológica, corresponde às zonas de influência em que, nas diferentes escalas, as instituições, de certa forma, controlam a vida comunitária. </p><p>A complexidade de relações que existe entre as várias partes constituintes de um lugar, do quarteirão ao bairro, prova que aquilo a que chamamos urbanidade é um quadro riquíssimo de costumes, de formas e de modos de apropriação. É no jogo das figuras onde várias “redes” finas ou grossas se entrecruzam que uma espécie de desenho da cidade vai tomando forma. A ordem que se desenvolve no tempo e no espaço não deixa nunca de ser reforçada pelo próprio tempo, enquanto factor de mudança. </p><p>Por outro lado, a lei, invenção humana, pretende garantir a manutenção de todas as ordens implicadas no processo de convivência entre  os habitantes. A cidade e sua arquitetura não escapam a esta lógica. Contudo, nenhuma cidade se apresenta como um desenho perfeito. É como se no desencaixe das suas estruturas sobrevivessem “terras-de-ninguém”, onde o controlo e a transgressão disputam o seu território. </p><p>Com as lógicas que, aparentemente, geraram essas estruturas passa-se o mesmo: a contradição acaba por ser o seu factor comum. É dos vários tipos de tensão que daqui resultam, fazendo coexistir ordem e caos, que iremos tratar em Territórios da Transgressão. Entre a lei e o desenho, há, todavia, uma diferença fundamental. Essa diferença é do mesmo tipo daquela que se gera entre as ordens dadas e a sua execução no quadro geral da vida humana.</p><p><br>Um programa de Lucinda Correia</p><p>Masterização: Francisco Petrucci</p><p><br></p><p>Lucinda Correia é arquiteta e investigadora (FA-ULisboa). Desenvolve a tese de douramento «A (In)certeza da Norma. Arquitetura, Direito e Políticas Públicas em diálogo» que explora e aprofunda as implicações recíprocas entre o desenho da legislação e as práticas da arquitetura (FCT 2018-2022). Fez a curadoria de <em>Contra-Arquitetura. Re-construir a Realidade</em> (2020), a convite do MAAT, resultando na edição de um <em>Livro Verde</em> (2021). Fundou, em 2019, efabula – <em>towards a habitat culture,</em> uma cooperativa cultural e atelier de Arquitetura e investigação em Artes e Humanidades. Em 2011, co-fundou Artéria – <em>Humanizing Architeture</em>, atelier que co-dirigiu até 2018. Foi co-curadora de:<em> CCA c/o Lisboa</em> (Canadian Centre for Architecture, 2016-17); <em>The Power Of Experiment </em>– <em>Formulate, Formalize, Perform</em> (Satélite Nórdico, 4ª Trienal de Arquitetura de Lisboa, 2016); <em>Lisbon Skyline Operation</em> (Representação Portuguesa na 14ª Bienal de Arquitetura de Veneza, 2014); <em>Avenida Intendente </em>(Programa BIP/ZIP, 2012-2014). </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 26 Jan 2022 17:00:41 +0000</pubDate>
      <author>Lucinda Correia</author>
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      <itunes:author>Lucinda Correia</itunes:author>
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      <itunes:summary>TEASER arquitetura / ambiente / ordem / transgressão</itunes:summary>
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