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    <description>Tempo Hábil é um podcast do jornal O TEMPO. Sua proposta é discutir assuntos relacionados a Minas Gerais ou lançar um olhar mineiro sobre questões mais amplas. </description>
    <copyright>2024 Tempo Hábil | Jornal O TEMPO</copyright>
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    <pubDate>Wed, 23 Jul 2025 19:18:29 +0000</pubDate>
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      <title>80 anos de Clara Nunes e Milton Nascimento</title>
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        <![CDATA[<p>No ano em que o Brasil entrou oficialmente na Segunda Guerra Mundial, nasceram alguns dos mais importantes nomes do cancioneiro popular do país, entre eles Nara Leão, Paulinho da Viola e Gilberto Gil. Entre eles, dois têm profunda relação com Minas Gerais: Clara Nunes (1942-1983) e Milton Nascimento.</p>
<p>Ainda que não tenham sido exatamente próximos e não tenham tantas afinidades musicais, os dois artistas compartilham uma série de paralelos, entre eles o fato de terem passado os primeiros anos no interior do Estado, vindo pra Belo Horizonte e, após experiências determinantes na capital, despontaram para o Brasil e o mundo.</p>
<p>Neste episódio, Emerson de Paula, professor da Universidade Federal do Amapá e autor do livro “O Corpo Como Texto: Clara Nunes e A Performance da Fé” (ed. CRV), o jornalista e antropólogo Paulo Thiago de Mello, autor de “Milton Nascimento e Lô Borges: Clube da Esquina” (ed. Cobogó) e o jornalista Flávio Henrique, programador musical da rádio Inconfidência, discutem a trajetória e o legado dos artistas.</p>]]>
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<p>Ainda que não tenham sido exatamente próximos e não tenham tantas afinidades musicais, os dois artistas compartilham uma série de paralelos, entre eles o fato de terem passado os primeiros anos no interior do Estado, vindo pra Belo Horizonte e, após experiências determinantes na capital, despontaram para o Brasil e o mundo.</p>
<p>Neste episódio, Emerson de Paula, professor da Universidade Federal do Amapá e autor do livro “O Corpo Como Texto: Clara Nunes e A Performance da Fé” (ed. CRV), o jornalista e antropólogo Paulo Thiago de Mello, autor de “Milton Nascimento e Lô Borges: Clube da Esquina” (ed. Cobogó) e o jornalista Flávio Henrique, programador musical da rádio Inconfidência, discutem a trajetória e o legado dos artistas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 06 Mar 2022 21:23:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>No ano em que o Brasil entrou oficialmente na Segunda Guerra Mundial, nasceram alguns dos mais importantes nomes do cancioneiro popular do país, entre eles Nara Leão, Paulinho da Viola e Gilberto Gil. Entre eles, dois têm profunda relação com Minas Gerais: Clara Nunes (1942-1983) e Milton Nascimento.
Ainda que não tenham sido exatamente próximos e não tenham tantas afinidades musicais, os dois artistas compartilham uma série de paralelos, entre eles o fato de terem passado os primeiros anos no interior do Estado, vindo pra Belo Horizonte e, após experiências determinantes na capital, despontaram para o Brasil e o mundo.
Neste episódio, Emerson de Paula, professor da Universidade Federal do Amapá e autor do livro “O Corpo Como Texto: Clara Nunes e A Performance da Fé” (ed. CRV), o jornalista e antropólogo Paulo Thiago de Mello, autor de “Milton Nascimento e Lô Borges: Clube da Esquina” (ed. Cobogó) e o jornalista Flávio Henrique, programador musical da rádio Inconfidência, discutem a trajetória e o legado dos artistas.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>No ano em que o Brasil entrou oficialmente na Segunda Guerra Mundial, nasceram alguns dos mais importantes nomes do cancioneiro popular do país, entre eles Nara Leão, Paulinho da Viola e Gilberto Gil. Entre eles, dois têm profunda relação com Minas Gerais</itunes:subtitle>
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      <title>A vocação belo-horizontina para coxinha</title>
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        <![CDATA[<p>Para agradar um irmão, a cozinheira Thereza Cristina de Oliveira, dona da tradicional lanchonete Doce Docê, que ficava na avenida Afonso Pena, criou a coxinha com catupiry. Isso foi no início dos anos 1970. De lá pra cá, a receita se espalhou pelo país, a loja fechou, reabriu em outro endereço e outras coxinhas tão deliciosas quanto essa surgiram em BH.</p>
<p>Neste episódio, o escritor e jornalista Humberto Werneck e o jornalista gastronômico Nenel Neto, do Baixa Gastronomia, discutem a relação afetiva que temos com a coxinha, e defendem que Belo Horizonte tem vocação para o salgado. Além deles, Adriana Lima, sócia da nova unidade da Doce Docê, conta a história da criação da coxinha com catupiry e da reabertura da loja.</p>]]>
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<p>Neste episódio, o escritor e jornalista Humberto Werneck e o jornalista gastronômico Nenel Neto, do Baixa Gastronomia, discutem a relação afetiva que temos com a coxinha, e defendem que Belo Horizonte tem vocação para o salgado. Além deles, Adriana Lima, sócia da nova unidade da Doce Docê, conta a história da criação da coxinha com catupiry e da reabertura da loja.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 25 Feb 2022 15:42:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>Para agradar um irmão, a cozinheira Thereza Cristina de Oliveira, dona da tradicional lanchonete Doce Docê, que ficava na avenida Afonso Pena, criou a coxinha com catupiry. Isso foi no início dos anos 1970. De lá pra cá, a receita se espalhou pelo país, a loja fechou, reabriu em outro endereço e outras coxinhas tão deliciosas quanto essa surgiram em BH.
Neste episódio, o escritor e jornalista Humberto Werneck e o jornalista gastronômico Nenel Neto, do Baixa Gastronomia, discutem a relação afetiva que temos com a coxinha, e defendem que Belo Horizonte tem vocação para o salgado. Além deles, Adriana Lima, sócia da nova unidade da Doce Docê, conta a história da criação da coxinha com catupiry e da reabertura da loja.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Para agradar um irmão, a cozinheira Thereza Cristina de Oliveira, dona da tradicional lanchonete Doce Docê, que ficava na avenida Afonso Pena, criou a coxinha com catupiry. Isso foi no início dos anos 1970. De lá pra cá, a receita se espalhou pelo país, a</itunes:subtitle>
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      <title>90 anos de Magda Soares</title>
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        <![CDATA[<p>Principal referência brasileira em alfabetização e letramento, a educadora Magda Becker Soares completa 90 anos em 2022. Professora emérita da UFMG, a trajetória acadêmica e profissional de Magda trouxe contribuições que melhoraram as relações e o desempenho de alunos e professores em sala de aula.</p>
<p>Mas mais do que isso, é uma figura que acolhe e inspira, além receptiva e afetuosa, tanto com as pessoas com quem convive, quanto na forma como se expressa em livros e palestras. Neste episódio, quatro educadoras que tiveram formação profissional e pessoal marcadas por Magda Soares celebram as nove décadas da professora. </p>]]>
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<p>Mas mais do que isso, é uma figura que acolhe e inspira, além receptiva e afetuosa, tanto com as pessoas com quem convive, quanto na forma como se expressa em livros e palestras. Neste episódio, quatro educadoras que tiveram formação profissional e pessoal marcadas por Magda Soares celebram as nove décadas da professora. </p>]]>
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      <pubDate>Sat, 19 Feb 2022 10:44:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Mas mais do que isso, é uma figura que acolhe e inspira, além receptiva e afetuosa, tanto com as pessoas com quem convive, quanto na forma como se expressa em livros e palestras. Neste episódio, quatro educadoras que tiveram formação profissional e pessoal marcadas por Magda Soares celebram as nove décadas da professora. </itunes:summary>
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      <title>O papel dos animais na história de Minas</title>
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        <![CDATA[<p>Desde os tempos coloniais, os animais desempenham um papel importante na composição de Minas Gerais. Nos 300 anos do Estado, tropas de mulas, carros de bois, circos de cavalinhos, animais domésticos, selvagens e até insetos foram e são agentes fundamentais na formação de uma identidade mineira. </p>
<p>No artigo  “As Minas Gerais: gentes e bichos”, publicado no livro “Orbe e Encruzilhada - Minas Gerais 300 Anos”, da editora UFMG, as professoras Regina Horta e Natascha Ostos passeiam pelos três séculos do Estado demonstrando os diversos papéis desempenhados pelos animais em diferentes períodos da história.</p>
<p>Neste episódio, Regina Horta, professora da pós-graduação em História da UFMG e coordenadora do Centro de Estudos dos Animais, ajuda a entender a importância de levar os bichos em conta ao se pensar a história das sociedades.</p>]]>
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<p>No artigo  “As Minas Gerais: gentes e bichos”, publicado no livro “Orbe e Encruzilhada - Minas Gerais 300 Anos”, da editora UFMG, as professoras Regina Horta e Natascha Ostos passeiam pelos três séculos do Estado demonstrando os diversos papéis desempenhados pelos animais em diferentes períodos da história.</p>
<p>Neste episódio, Regina Horta, professora da pós-graduação em História da UFMG e coordenadora do Centro de Estudos dos Animais, ajuda a entender a importância de levar os bichos em conta ao se pensar a história das sociedades.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 18 Jun 2021 12:34:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>Desde os tempos coloniais, os animais desempenham um papel importante na composição de Minas Gerais. Nos 300 anos do Estado, tropas de mulas, carros de bois, circos de cavalinhos, animais domésticos, selvagens e até insetos foram e são agentes fundamentais na formação de uma identidade mineira. 
No artigo  “As Minas Gerais: gentes e bichos”, publicado no livro “Orbe e Encruzilhada - Minas Gerais 300 Anos”, da editora UFMG, as professoras Regina Horta e Natascha Ostos passeiam pelos três séculos do Estado demonstrando os diversos papéis desempenhados pelos animais em diferentes períodos da história.
Neste episódio, Regina Horta, professora da pós-graduação em História da UFMG e coordenadora do Centro de Estudos dos Animais, ajuda a entender a importância de levar os bichos em conta ao se pensar a história das sociedades.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Desde os tempos coloniais, os animais desempenham um papel importante na composição de Minas Gerais. Nos 300 anos do Estado, tropas de mulas, carros de bois, circos de cavalinhos, animais domésticos, selvagens e até insetos foram e são agentes fundamentai</itunes:subtitle>
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      <title>Gestantes e mães encarceradas no Estado</title>
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        <![CDATA[Minas Gerais é o Estado brasileiro com maior número de gestantes e lactantes presas no Brasil, de acordo com levantamento feito com as secretarias de segurança pública de todo o país. Elas ficam aprisionadas no Centro de Referência à Gestante Privada de Liberdade, em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. <br>A criação de uma cadeia para grávidas e mães com bebês menores de 1 ano é lida por especialistas como um avanço na garantia dos direitos das mulheres privadas de liberdade. Apesar disso, a unidade mineira está longe das condições ideais e quase foi fechada. Neste episódio, ouça uma discussão sobre os impactos da prisão de uma mãe.]]>
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      <pubDate>Sat, 29 May 2021 02:32:37 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Entrega espontânea de recém-nascidos em Minas Gerais</title>
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        <![CDATA[<p>Ainda que em 1990 o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) tenha garantido à gestante o direito de não criar seu recém-nascido, só no final de 2017 uma regulamentação própria foi estabelecida para esses casos. </p>
<p>No Estado de Minas Gerais, o instituto da doação espontânea de recém-nascidos foi criado apenas em março de 2020 com o programa Entrega Legal. Ferramenta de amparo às mulheres que desejam entregar seus bebês, o programa encaminhou 56 recém-nascidos para o Sistema Nacional de Adoção, em menos de um ano de existência. </p>
<p>Apesar disso, esse é um tema rodeado de tabus e preconceitos. Neste episódio, uma série de profissionais envolvidos com o Entrega Legal desmistifica a discussão e demonstra os benefícios do programa. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Ainda que em 1990 o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) tenha garantido à gestante o direito de não criar seu recém-nascido, só no final de 2017 uma regulamentação própria foi estabelecida para esses casos. </p>
<p>No Estado de Minas Gerais, o instituto da doação espontânea de recém-nascidos foi criado apenas em março de 2020 com o programa Entrega Legal. Ferramenta de amparo às mulheres que desejam entregar seus bebês, o programa encaminhou 56 recém-nascidos para o Sistema Nacional de Adoção, em menos de um ano de existência. </p>
<p>Apesar disso, esse é um tema rodeado de tabus e preconceitos. Neste episódio, uma série de profissionais envolvidos com o Entrega Legal desmistifica a discussão e demonstra os benefícios do programa. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 07 May 2021 02:51:46 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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No Estado de Minas Gerais, o instituto da doação espontânea de recém-nascidos foi criado apenas em março de 2020 com o programa Entrega Legal. Ferramenta de amparo às mulheres que desejam entregar seus bebês, o programa encaminhou 56 recém-nascidos para o Sistema Nacional de Adoção, em menos de um ano de existência. 
Apesar disso, esse é um tema rodeado de tabus e preconceitos. Neste episódio, uma série de profissionais envolvidos com o Entrega Legal desmistifica a discussão e demonstra os benefícios do programa. </itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Ainda que em 1990 o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) tenha garantido à gestante o direito de não criar seu recém-nascido, só no final de 2017 uma regulamentação própria foi estabelecida para esses casos. 
No Estado de Minas Gerais, o instituto </itunes:subtitle>
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      <title>Violência de gênero na PMMG</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Há 40 anos, em 1981, Minas Gerais se tornava o quarto Estado do país a incluir a participação feminina na Polícia Militar. Num primeiro momento, elas exerciam tarefas distintas dos homens, mas desde os anos 1990 essas distinções foram eliminadas. Embora atenda aos propósitos da igualdade entre os gêneros em suas diretrizes internas e nos planos curriculares de formação, pesquisas indicam que a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) ainda tem um caminho a percorrer até se tornar uma instituição igualitária para os homens e mulheres que a integram.</p>
<p>Um estudo realizado junto a cadetes do Curso de Formação de Oficiais da PMMG constatou que as mulheres ainda enfrentam tratamentos diferenciados nas atividades de formação e no âmbito da atuação. Parte da pesquisa resultou no artigo “Violência de gênero: quando ser mulher, na atividade profissional, pode ser um prejuízo”. Neste episódio, Rodrigo Foureaux discute o assunto. Ele é coautor do trabalho, foi oficial da Polícia Militar de Minas Gerais e atualmente é juiz de direito em Goiás, professor e pesquisador na área de segurança pública.</p>]]>
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<p>Um estudo realizado junto a cadetes do Curso de Formação de Oficiais da PMMG constatou que as mulheres ainda enfrentam tratamentos diferenciados nas atividades de formação e no âmbito da atuação. Parte da pesquisa resultou no artigo “Violência de gênero: quando ser mulher, na atividade profissional, pode ser um prejuízo”. Neste episódio, Rodrigo Foureaux discute o assunto. Ele é coautor do trabalho, foi oficial da Polícia Militar de Minas Gerais e atualmente é juiz de direito em Goiás, professor e pesquisador na área de segurança pública.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 22 Apr 2021 23:59:57 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Um estudo realizado junto a cadetes do Curso de Formação de Oficiais da PMMG constatou que as mulheres ainda enfrentam tratamentos diferenciados nas atividades de formação e no âmbito da atuação. Parte da pesquisa resultou no artigo “Violência de gênero: quando ser mulher, na atividade profissional, pode ser um prejuízo”. Neste episódio, Rodrigo Foureaux discute o assunto. Ele é coautor do trabalho, foi oficial da Polícia Militar de Minas Gerais e atualmente é juiz de direito em Goiás, professor e pesquisador na área de segurança pública.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Há 40 anos, em 1981, Minas Gerais se tornava o quarto Estado do país a incluir a participação feminina na Polícia Militar. Num primeiro momento, elas exerciam tarefas distintas dos homens, mas desde os anos 1990 essas distinções foram eliminadas. Embora a</itunes:subtitle>
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      <title>O samba como patrimônio imaterial de Belo Horizonte</title>
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        <![CDATA[<p>Ainda que nem sempre reconhecido, o samba de Belo Horizonte tem uma história que remonta já aos primeiros anos após a fundação da capital. Embora negligenciado pelo discurso dominante, cumpre um papel fundamental na vida das pessoas que movimentam essa cena e no panorama cultural da cidade, seja no dia a dia ou durante o Carnaval.</p>
<p>Na última segunda (5), foi realizada a live “O Samba de Belo Horizonte: memória, história e patrimônio cultural”. O evento foi uma primeira ação do Coletivo Sambistas Mestre Conga, que, entre outros propósitos, pretende transformar o samba em patrimônio imaterial do município. Neste episódio, o historiador Marcos Maia, um dos integrantes do coletivo, fala das origens, da história e da importância da valorização do samba de BH.</p>]]>
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<p>Na última segunda (5), foi realizada a live “O Samba de Belo Horizonte: memória, história e patrimônio cultural”. O evento foi uma primeira ação do Coletivo Sambistas Mestre Conga, que, entre outros propósitos, pretende transformar o samba em patrimônio imaterial do município. Neste episódio, o historiador Marcos Maia, um dos integrantes do coletivo, fala das origens, da história e da importância da valorização do samba de BH.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 09 Apr 2021 09:53:26 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Na última segunda (5), foi realizada a live “O Samba de Belo Horizonte: memória, história e patrimônio cultural”. O evento foi uma primeira ação do Coletivo Sambistas Mestre Conga, que, entre outros propósitos, pretende transformar o samba em patrimônio imaterial do município. Neste episódio, o historiador Marcos Maia, um dos integrantes do coletivo, fala das origens, da história e da importância da valorização do samba de BH.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Ainda que nem sempre reconhecido, o samba de Belo Horizonte tem uma história que remonta já aos primeiros anos após a fundação da capital. Embora negligenciado pelo discurso dominante, cumpre um papel fundamental na vida das pessoas que movimentam essa ce</itunes:subtitle>
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      <title>A cozinha mais que tricentenária de Minas</title>
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        <![CDATA[Uma das culinárias mais emblemáticas do Brasil, a cozinha mineira é marcada pela variedade de alimentos e a diversidade de sabores. Essa cultura vem sendo construída há mais de três séculos e diz muito sobre o Estado.<br>Viabilizado pela Assembleia Legislativa em comemoração aos 300 anos de Minas Gerais, o livro “Nossa Comida tem História”, entre ensaios e algumas receitas, repassa a história e a memória da gastronomia mineira. <br>Neste episódio, José Newton Coelho Meneses, professor do departamento de História da UFMG e organizador do livro, fala sobre as origens, os traços da identidade e o que representam a culinária mineira e seus vários elementos.]]>
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      <pubDate>Fri, 26 Mar 2021 01:21:49 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:subtitle>Uma das culinárias mais emblemáticas do Brasil, a cozinha mineira é marcada pela variedade de alimentos e a diversidade de sabores. Essa cultura vem sendo construída há mais de três séculos e diz muito sobre o Estado.Viabilizado pela Assembleia Legislativ</itunes:subtitle>
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      <title>O léxico da cachaça em Salinas</title>
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        <![CDATA[<p>Se não há consenso sobre o berço e a data de nascimento da cachaça – há quem diga que foi criada em 1516, em Pernambuco; em 1520, na Bahia; e em 1532, em São Paulo –, não há dúvidas sobre qual é o local de referência para a bebida hoje: a cidade de Salinas, no Norte de Minas, que inclusive recebeu, em 2018, o título de Capital Nacional da Cachaça. </p>
<p>Recém-concluída, uma pesquisa do Programa de Pós-graduação em Linguística da Faculdade de Letras da UFMG demonstra quão profunda é a relação de Salinas com a cachaça, a partir de um glossário de quase 300 palavras e expressões. Neste episódio, Maurício Alves, professor, mestre em linguística e autor da pesquisa, fala sobre como as palavras e expressões traduzem de maneiras distintas, a relação dos salinenses com a bebida.</p>]]>
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<p>Recém-concluída, uma pesquisa do Programa de Pós-graduação em Linguística da Faculdade de Letras da UFMG demonstra quão profunda é a relação de Salinas com a cachaça, a partir de um glossário de quase 300 palavras e expressões. Neste episódio, Maurício Alves, professor, mestre em linguística e autor da pesquisa, fala sobre como as palavras e expressões traduzem de maneiras distintas, a relação dos salinenses com a bebida.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 11 Mar 2021 22:59:16 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Recém-concluída, uma pesquisa do Programa de Pós-graduação em Linguística da Faculdade de Letras da UFMG demonstra quão profunda é a relação de Salinas com a cachaça, a partir de um glossário de quase 300 palavras e expressões. Neste episódio, Maurício Alves, professor, mestre em linguística e autor da pesquisa, fala sobre como as palavras e expressões traduzem de maneiras distintas, a relação dos salinenses com a bebida.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Se não há consenso sobre o berço e a data de nascimento da cachaça – há quem diga que foi criada em 1516, em Pernambuco; em 1520, na Bahia; e em 1532, em São Paulo –, não há dúvidas sobre qual é o local de referência para a bebida hoje: a cidade de Salina</itunes:subtitle>
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      <title>Protagonismo mineiro na política e mineiridade</title>
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        <![CDATA[<p>A eleição de Rodrigo Pacheco (DEM) à presidência do Senado, 44 anos após o último mineiro – Magalhães Pinto, da Arena – ter ocupado o posto, e uma crescente projeção nos últimos meses do prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PSD) reacendem um debate que andava meio esquecido: o do protagonismo dos políticos mineiros no cenário nacional.</p>
<p>Em mais de 130 anos de República, não faltaram momentos em que líderes mineiros desempenharam papéis de peso no jogo político nacional. Isso contribuiu para a formação do imaginário da mineiridade, que atribui aos mineiros certas qualidades – moderação, apego à liberdade, timidez e determinação – que os tornariam lideranças quase inatas.</p>
<p>Neste episódio, Cláudia Viscardi, professora titular do programa de pós-graduação em história da Universidade Federal de Juiz de Fora, ajuda a entender o imaginário da mineiridade e a atuação política efetiva das lideranças estaduais no cenário brasileiro, além do lugar que ambos ocupam atualmente. Ao lado de Rodrigo Patto Sá Motta, ela é autora do capítulo “Minas, a mineiridade e o quadro político nacional” do livro “Orbe e encruzilhada - Minas Gerais 300 anos”, lançado no final do ano passado pela editora UFMG.</p>]]>
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<p>Em mais de 130 anos de República, não faltaram momentos em que líderes mineiros desempenharam papéis de peso no jogo político nacional. Isso contribuiu para a formação do imaginário da mineiridade, que atribui aos mineiros certas qualidades – moderação, apego à liberdade, timidez e determinação – que os tornariam lideranças quase inatas.</p>
<p>Neste episódio, Cláudia Viscardi, professora titular do programa de pós-graduação em história da Universidade Federal de Juiz de Fora, ajuda a entender o imaginário da mineiridade e a atuação política efetiva das lideranças estaduais no cenário brasileiro, além do lugar que ambos ocupam atualmente. Ao lado de Rodrigo Patto Sá Motta, ela é autora do capítulo “Minas, a mineiridade e o quadro político nacional” do livro “Orbe e encruzilhada - Minas Gerais 300 anos”, lançado no final do ano passado pela editora UFMG.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 25 Feb 2021 09:59:33 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>A eleição de Rodrigo Pacheco (DEM) à presidência do Senado, 44 anos após o último mineiro – Magalhães Pinto, da Arena – ter ocupado o posto, e uma crescente projeção nos últimos meses do prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PSD) reacendem um debate que andava meio esquecido: o do protagonismo dos políticos mineiros no cenário nacional.
Em mais de 130 anos de República, não faltaram momentos em que líderes mineiros desempenharam papéis de peso no jogo político nacional. Isso contribuiu para a formação do imaginário da mineiridade, que atribui aos mineiros certas qualidades – moderação, apego à liberdade, timidez e determinação – que os tornariam lideranças quase inatas.
Neste episódio, Cláudia Viscardi, professora titular do programa de pós-graduação em história da Universidade Federal de Juiz de Fora, ajuda a entender o imaginário da mineiridade e a atuação política efetiva das lideranças estaduais no cenário brasileiro, além do lugar que ambos ocupam atualmente. Ao lado de Rodrigo Patto Sá Motta, ela é autora do capítulo “Minas, a mineiridade e o quadro político nacional” do livro “Orbe e encruzilhada - Minas Gerais 300 anos”, lançado no final do ano passado pela editora UFMG.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A eleição de Rodrigo Pacheco (DEM) à presidência do Senado, 44 anos após o último mineiro – Magalhães Pinto, da Arena – ter ocupado o posto, e uma crescente projeção nos últimos meses do prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PSD) reacendem um debate</itunes:subtitle>
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      <title>Cintura Fina e história LGBT em Belo Horizonte</title>
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        <![CDATA[<p>Imortalizada na ficção pelo livro “Hilda Furacão”, de Roberto Drummond, e pela interpretação de Matheus Nachtergaele na adaptação para a TV, Cintura Fina existiu de verdade e viveu em Belo Horizonte entre os anos 1950 e 1980. Conhecida por suas habilidades com a navalha, a travesti tem agora sua história contada no recém-lançado livro “Enverga, Mas Não Quebra: Cintura Fina em Belo Horizonte” (editora O Sexo da Palavra).</p>
<p>Nascida José Arimateia Carvalho da Silva, em maio de 1933, ela deixou Fortaleza aos 14 anos após romper com a família e viveu nas zonas de meretrício de várias cidades até chegar a BH, em 1953. Para entender as nuances dessa figura tão importante para a história da comunidade LGBT na capital mineira, este episódio traz entrevista com o pesquisador e autor do livro, Luiz Morando.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Imortalizada na ficção pelo livro “Hilda Furacão”, de Roberto Drummond, e pela interpretação de Matheus Nachtergaele na adaptação para a TV, Cintura Fina existiu de verdade e viveu em Belo Horizonte entre os anos 1950 e 1980. Conhecida por suas habilidades com a navalha, a travesti tem agora sua história contada no recém-lançado livro “Enverga, Mas Não Quebra: Cintura Fina em Belo Horizonte” (editora O Sexo da Palavra).</p>
<p>Nascida José Arimateia Carvalho da Silva, em maio de 1933, ela deixou Fortaleza aos 14 anos após romper com a família e viveu nas zonas de meretrício de várias cidades até chegar a BH, em 1953. Para entender as nuances dessa figura tão importante para a história da comunidade LGBT na capital mineira, este episódio traz entrevista com o pesquisador e autor do livro, Luiz Morando.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 11 Feb 2021 11:28:04 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>Imortalizada na ficção pelo livro “Hilda Furacão”, de Roberto Drummond, e pela interpretação de Matheus Nachtergaele na adaptação para a TV, Cintura Fina existiu de verdade e viveu em Belo Horizonte entre os anos 1950 e 1980. Conhecida por suas habilidades com a navalha, a travesti tem agora sua história contada no recém-lançado livro “Enverga, Mas Não Quebra: Cintura Fina em Belo Horizonte” (editora O Sexo da Palavra).
Nascida José Arimateia Carvalho da Silva, em maio de 1933, ela deixou Fortaleza aos 14 anos após romper com a família e viveu nas zonas de meretrício de várias cidades até chegar a BH, em 1953. Para entender as nuances dessa figura tão importante para a história da comunidade LGBT na capital mineira, este episódio traz entrevista com o pesquisador e autor do livro, Luiz Morando.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Imortalizada na ficção pelo livro “Hilda Furacão”, de Roberto Drummond, e pela interpretação de Matheus Nachtergaele na adaptação para a TV, Cintura Fina existiu de verdade e viveu em Belo Horizonte entre os anos 1950 e 1980. Conhecida por suas habilidade</itunes:subtitle>
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      <title>Madalena Gordiano, racismo e relações de trabalho</title>
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        <![CDATA[<p>Há algumas semanas, foi tornada pública a história de Madalena Gordiano, 46, mantida em condições análogas à escravidão por uma família da cidade de Patos de Minas, no Alto Paranaíba, por 38 anos. A trabalhadora doméstica era mantida num quartinho sem janela, tinha poucos pertences, não se sentava à mesa com os demais moradores da casa, mas ao ser interrogado, um dos acusados de mantê-la nessas condições disse que ela era “como se fosse da família”.</p>
<p>O caso de Madalena demonstra como, mesmo passados mais de 130 anos desde a abolição, a escravidão foi mal resolvida no Brasil e como o racismo afeta as relações de trabalho. Neste episódio, a questão é discutida com Álvaro Nascimento, doutor pela Unicamp, professor dos cursos de graduação e pós-graduação em História e Humanidades Digitais da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e coordenador do Grupo de Estudos Pós Abolição e os Mundos do Trabalho.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Há algumas semanas, foi tornada pública a história de Madalena Gordiano, 46, mantida em condições análogas à escravidão por uma família da cidade de Patos de Minas, no Alto Paranaíba, por 38 anos. A trabalhadora doméstica era mantida num quartinho sem janela, tinha poucos pertences, não se sentava à mesa com os demais moradores da casa, mas ao ser interrogado, um dos acusados de mantê-la nessas condições disse que ela era “como se fosse da família”.</p>
<p>O caso de Madalena demonstra como, mesmo passados mais de 130 anos desde a abolição, a escravidão foi mal resolvida no Brasil e como o racismo afeta as relações de trabalho. Neste episódio, a questão é discutida com Álvaro Nascimento, doutor pela Unicamp, professor dos cursos de graduação e pós-graduação em História e Humanidades Digitais da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e coordenador do Grupo de Estudos Pós Abolição e os Mundos do Trabalho.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 28 Jan 2021 17:10:10 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>Há algumas semanas, foi tornada pública a história de Madalena Gordiano, 46, mantida em condições análogas à escravidão por uma família da cidade de Patos de Minas, no Alto Paranaíba, por 38 anos. A trabalhadora doméstica era mantida num quartinho sem janela, tinha poucos pertences, não se sentava à mesa com os demais moradores da casa, mas ao ser interrogado, um dos acusados de mantê-la nessas condições disse que ela era “como se fosse da família”.
O caso de Madalena demonstra como, mesmo passados mais de 130 anos desde a abolição, a escravidão foi mal resolvida no Brasil e como o racismo afeta as relações de trabalho. Neste episódio, a questão é discutida com Álvaro Nascimento, doutor pela Unicamp, professor dos cursos de graduação e pós-graduação em História e Humanidades Digitais da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e coordenador do Grupo de Estudos Pós Abolição e os Mundos do Trabalho.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Há algumas semanas, foi tornada pública a história de Madalena Gordiano, 46, mantida em condições análogas à escravidão por uma família da cidade de Patos de Minas, no Alto Paranaíba, por 38 anos. A trabalhadora doméstica era mantida num quartinho sem jan</itunes:subtitle>
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      <title>Especial Eleições Municipais em BH: 2020</title>
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        <![CDATA[<p>Numa das eleições mais atípicas da história, realizada em meio a uma pandemia, o prefeito Alexandre Kalil (PSD) não teve nenhum concorrente à altura e levou com enorme folga a reeleição já no primeiro turno, agora não mais com discurso antipolítica. </p>
<p>No episódio, uma recuperação dos principais acontecimentos deste conturbado ano de 2020 e um balanço da campanha e seus resultados, numa entrevista com o editor de política do jornal O Tempo Ricardo Corrêa.</p>
<p>O especial “Eleições Municipais em BH” do podcast Tempo Hábil conta a história das eleições na capital mineira. A série vem relembrando, a cada semana,  um ano da disputa pela prefeitura desde a redemocratização, em 1985.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Numa das eleições mais atípicas da história, realizada em meio a uma pandemia, o prefeito Alexandre Kalil (PSD) não teve nenhum concorrente à altura e levou com enorme folga a reeleição já no primeiro turno, agora não mais com discurso antipolítica. </p>
<p>No episódio, uma recuperação dos principais acontecimentos deste conturbado ano de 2020 e um balanço da campanha e seus resultados, numa entrevista com o editor de política do jornal O Tempo Ricardo Corrêa.</p>
<p>O especial “Eleições Municipais em BH” do podcast Tempo Hábil conta a história das eleições na capital mineira. A série vem relembrando, a cada semana,  um ano da disputa pela prefeitura desde a redemocratização, em 1985.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 16 Nov 2020 11:52:48 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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No episódio, uma recuperação dos principais acontecimentos deste conturbado ano de 2020 e um balanço da campanha e seus resultados, numa entrevista com o editor de política do jornal O Tempo Ricardo Corrêa.
O especial “Eleições Municipais em BH” do podcast Tempo Hábil conta a história das eleições na capital mineira. A série vem relembrando, a cada semana,  um ano da disputa pela prefeitura desde a redemocratização, em 1985.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Numa das eleições mais atípicas da história, realizada em meio a uma pandemia, o prefeito Alexandre Kalil (PSD) não teve nenhum concorrente à altura e levou com enorme folga a reeleição já no primeiro turno, agora não mais com discurso antipolítica. 
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      <title>Especial Eleições Municipais em BH: 2016</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Sob influência do impeachment de Dilma Rousseff e da operação Lava Jato, as eleições de 2016 foram as primeiras na capital mineira desde 1988 em que o PT não foi uma das principais forças. Nesse cenário, se destacaram as candidaturas de João Leite (PSDB) e do outsider Alexandre Kalil (PHS).</p>
<p>No ano dos primeiros Jogos Olímpicos realizados no Brasil, no Rio de Janeiro, madre Teresa de Calcutá foi canonizada, o mundo assistiu a diversos atentados e acompanhamos a ascensão do feminejo. </p>
<p>Dê play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e demandas da cidade, e como o pleito se desenrolou.</p>
<p>O especial “Eleições Municipais em BH” do podcast Tempo Hábil conta a história das  eleições na capital mineira. A série vem relembrando, a cada semana,  um ano da disputa pela prefeitura desde a redemocratização, em 1985.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Sob influência do impeachment de Dilma Rousseff e da operação Lava Jato, as eleições de 2016 foram as primeiras na capital mineira desde 1988 em que o PT não foi uma das principais forças. Nesse cenário, se destacaram as candidaturas de João Leite (PSDB) e do outsider Alexandre Kalil (PHS).</p>
<p>No ano dos primeiros Jogos Olímpicos realizados no Brasil, no Rio de Janeiro, madre Teresa de Calcutá foi canonizada, o mundo assistiu a diversos atentados e acompanhamos a ascensão do feminejo. </p>
<p>Dê play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e demandas da cidade, e como o pleito se desenrolou.</p>
<p>O especial “Eleições Municipais em BH” do podcast Tempo Hábil conta a história das  eleições na capital mineira. A série vem relembrando, a cada semana,  um ano da disputa pela prefeitura desde a redemocratização, em 1985.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 09 Nov 2020 11:31:48 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>Sob influência do impeachment de Dilma Rousseff e da operação Lava Jato, as eleições de 2016 foram as primeiras na capital mineira desde 1988 em que o PT não foi uma das principais forças. Nesse cenário, se destacaram as candidaturas de João Leite (PSDB) e do outsider Alexandre Kalil (PHS).
No ano dos primeiros Jogos Olímpicos realizados no Brasil, no Rio de Janeiro, madre Teresa de Calcutá foi canonizada, o mundo assistiu a diversos atentados e acompanhamos a ascensão do feminejo. 
Dê play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e demandas da cidade, e como o pleito se desenrolou.
O especial “Eleições Municipais em BH” do podcast Tempo Hábil conta a história das  eleições na capital mineira. A série vem relembrando, a cada semana,  um ano da disputa pela prefeitura desde a redemocratização, em 1985.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Sob influência do impeachment de Dilma Rousseff e da operação Lava Jato, as eleições de 2016 foram as primeiras na capital mineira desde 1988 em que o PT não foi uma das principais forças. Nesse cenário, se destacaram as candidaturas de João Leite (PSDB) </itunes:subtitle>
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      <title>Especial Eleições Municipais em BH: 2012</title>
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        <![CDATA[<p>Com o fim da lua de mel forçada entre PT e PSDB em 2012, as coisas "voltaram ao normal". Rompidos com a chapa de Marcio Lacerda, que tentava a reeleição, os petistas lançaram Patrus Ananias, não mais apenas ex-prefeito, mas também pai do Bolsa Família. </p>
<p>Entre os acontecimentos importantes daquele ano, o julgamento do mensalão, a chegada do primeiro negro à presidência do STF, Joaquim Barbosa, e o fim do mundo maia. </p>
<p>Dê play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e demandas da cidade, e como o pleito se desenrolou.</p>
<p>O especial “Eleições Municipais em BH” do podcast Tempo Hábil conta a história das  eleições na capital mineira. A série vem relembrando, a cada semana,  um ano da disputa pela prefeitura desde a redemocratização, em 1985.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Com o fim da lua de mel forçada entre PT e PSDB em 2012, as coisas "voltaram ao normal". Rompidos com a chapa de Marcio Lacerda, que tentava a reeleição, os petistas lançaram Patrus Ananias, não mais apenas ex-prefeito, mas também pai do Bolsa Família. </p>
<p>Entre os acontecimentos importantes daquele ano, o julgamento do mensalão, a chegada do primeiro negro à presidência do STF, Joaquim Barbosa, e o fim do mundo maia. </p>
<p>Dê play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e demandas da cidade, e como o pleito se desenrolou.</p>
<p>O especial “Eleições Municipais em BH” do podcast Tempo Hábil conta a história das  eleições na capital mineira. A série vem relembrando, a cada semana,  um ano da disputa pela prefeitura desde a redemocratização, em 1985.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 03 Nov 2020 08:35:14 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>Com o fim da lua de mel forçada entre PT e PSDB em 2012, as coisas "voltaram ao normal". Rompidos com a chapa de Marcio Lacerda, que tentava a reeleição, os petistas lançaram Patrus Ananias, não mais apenas ex-prefeito, mas também pai do Bolsa Família. 
Entre os acontecimentos importantes daquele ano, o julgamento do mensalão, a chegada do primeiro negro à presidência do STF, Joaquim Barbosa, e o fim do mundo maia. 
Dê play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e demandas da cidade, e como o pleito se desenrolou.
O especial “Eleições Municipais em BH” do podcast Tempo Hábil conta a história das  eleições na capital mineira. A série vem relembrando, a cada semana,  um ano da disputa pela prefeitura desde a redemocratização, em 1985.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Com o fim da lua de mel forçada entre PT e PSDB em 2012, as coisas "voltaram ao normal". Rompidos com a chapa de Marcio Lacerda, que tentava a reeleição, os petistas lançaram Patrus Ananias, não mais apenas ex-prefeito, mas também pai do Bolsa Família. 
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      <title>Especial Eleições Municipais em BH: 2008</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>As eleições de 2008 em BH foram marcadas pela inusitada aliança entre PT e PSDB, ou melhor, entre Aécio Neves e Fernando Pimentel. Com dois padrinhos de peso, Marcio Lacerda, do PSB, parecia que venceria com os pés nas costas, mas acabou surpreendido por Leonardo Quintão, do PMDB. </p>
<p>Aquele também foi o ano da maior crise financeira mundial desde a Grande Depressão em 1929, da eleição de Barack Obama nos Estados Unidos e da entrada em vigor da Lei Seca no Brasil. </p>
<p>Dê play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e demandas da cidade, e como o pleito se desenrolou.</p>
<p>O especial “Eleições Municipais em BH” do podcast Tempo Hábil conta a história das  eleições na capital mineira. A série vem relembrando, a cada semana,  um ano da disputa pela prefeitura desde a redemocratização, em 1985.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>As eleições de 2008 em BH foram marcadas pela inusitada aliança entre PT e PSDB, ou melhor, entre Aécio Neves e Fernando Pimentel. Com dois padrinhos de peso, Marcio Lacerda, do PSB, parecia que venceria com os pés nas costas, mas acabou surpreendido por Leonardo Quintão, do PMDB. </p>
<p>Aquele também foi o ano da maior crise financeira mundial desde a Grande Depressão em 1929, da eleição de Barack Obama nos Estados Unidos e da entrada em vigor da Lei Seca no Brasil. </p>
<p>Dê play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e demandas da cidade, e como o pleito se desenrolou.</p>
<p>O especial “Eleições Municipais em BH” do podcast Tempo Hábil conta a história das  eleições na capital mineira. A série vem relembrando, a cada semana,  um ano da disputa pela prefeitura desde a redemocratização, em 1985.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 26 Oct 2020 08:46:33 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Aquele também foi o ano da maior crise financeira mundial desde a Grande Depressão em 1929, da eleição de Barack Obama nos Estados Unidos e da entrada em vigor da Lei Seca no Brasil. 
Dê play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e demandas da cidade, e como o pleito se desenrolou.
O especial “Eleições Municipais em BH” do podcast Tempo Hábil conta a história das  eleições na capital mineira. A série vem relembrando, a cada semana,  um ano da disputa pela prefeitura desde a redemocratização, em 1985.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>As eleições de 2008 em BH foram marcadas pela inusitada aliança entre PT e PSDB, ou melhor, entre Aécio Neves e Fernando Pimentel. Com dois padrinhos de peso, Marcio Lacerda, do PSB, parecia que venceria com os pés nas costas, mas acabou surpreendido por </itunes:subtitle>
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      <title>Especial Eleições Municipais em BH: 2004</title>
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        <![CDATA[<p>Efetivado no cargo de prefeito após o afastamento de Célio de Castro em decorrência de um AVC, em 2004 Fernando Pimentel (PT) enfrentou João  Leite, que havia trocado o PSDB pelo PSB.</p>
<p>Além da eleição, aquele ano teve tsunami na Ásia, duas grandes vilãs da teledramaturgia brasileira na TV – Laura Cachorrona, em “Celebridade”, e Nazaré Tedesco, em ”Senhora do Destino” – e o lançamento do Orkut.</p>
<p>Dê play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e demandas da cidade, e como o pleito se desenrolou.</p>
<p>O especial “Eleições Municipais em BH” do podcast Tempo Hábil conta a história das  eleições na capital mineira. A série vem relembrando, a cada semana,  um ano da disputa pela prefeitura desde a redemocratização, em 1985.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Efetivado no cargo de prefeito após o afastamento de Célio de Castro em decorrência de um AVC, em 2004 Fernando Pimentel (PT) enfrentou João  Leite, que havia trocado o PSDB pelo PSB.</p>
<p>Além da eleição, aquele ano teve tsunami na Ásia, duas grandes vilãs da teledramaturgia brasileira na TV – Laura Cachorrona, em “Celebridade”, e Nazaré Tedesco, em ”Senhora do Destino” – e o lançamento do Orkut.</p>
<p>Dê play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e demandas da cidade, e como o pleito se desenrolou.</p>
<p>O especial “Eleições Municipais em BH” do podcast Tempo Hábil conta a história das  eleições na capital mineira. A série vem relembrando, a cada semana,  um ano da disputa pela prefeitura desde a redemocratização, em 1985.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 19 Oct 2020 16:00:44 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Além da eleição, aquele ano teve tsunami na Ásia, duas grandes vilãs da teledramaturgia brasileira na TV – Laura Cachorrona, em “Celebridade”, e Nazaré Tedesco, em ”Senhora do Destino” – e o lançamento do Orkut.
Dê play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e demandas da cidade, e como o pleito se desenrolou.
O especial “Eleições Municipais em BH” do podcast Tempo Hábil conta a história das  eleições na capital mineira. A série vem relembrando, a cada semana,  um ano da disputa pela prefeitura desde a redemocratização, em 1985.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Efetivado no cargo de prefeito após o afastamento de Célio de Castro em decorrência de um AVC, em 2004 Fernando Pimentel (PT) enfrentou João  Leite, que havia trocado o PSDB pelo PSB.
Além da eleição, aquele ano teve tsunami na Ásia, duas grandes vilãs d</itunes:subtitle>
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      <title>Especial Eleições Municipais em BH: 2000</title>
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        <![CDATA[<p>O especial “Eleições Municipais em BH” do podcast Tempo Hábil conta a  história das eleições do ano 2000 na capital. A série vem relembrando, a  cada semana, um ano da disputa pela prefeitura desde a  redemocratização, em 1985.</p>
<p>No ano em que os  prefeitos puderam disputar a reeleição pela primeira vez, a doença da  vaca louca ameaçava o continente europeu, enquanto cientistas decifravam  o genoma humano. Por aqui, Célio de Castro (PSB) enfrentou o ex-goleiro  João Leite (PSDB), que como hoje era deputado estadual.</p>
<p>Dê   play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte  durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e  demandas da cidade e como o pleito se desenrolou.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O especial “Eleições Municipais em BH” do podcast Tempo Hábil conta a  história das eleições do ano 2000 na capital. A série vem relembrando, a  cada semana, um ano da disputa pela prefeitura desde a  redemocratização, em 1985.</p>
<p>No ano em que os  prefeitos puderam disputar a reeleição pela primeira vez, a doença da  vaca louca ameaçava o continente europeu, enquanto cientistas decifravam  o genoma humano. Por aqui, Célio de Castro (PSB) enfrentou o ex-goleiro  João Leite (PSDB), que como hoje era deputado estadual.</p>
<p>Dê   play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte  durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e  demandas da cidade e como o pleito se desenrolou.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 12 Oct 2020 16:23:08 +0000</pubDate>
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      <itunes:summary>O especial “Eleições Municipais em BH” do podcast Tempo Hábil conta a  história das eleições do ano 2000 na capital. A série vem relembrando, a  cada semana, um ano da disputa pela prefeitura desde a  redemocratização, em 1985.
No ano em que os  prefeitos puderam disputar a reeleição pela primeira vez, a doença da  vaca louca ameaçava o continente europeu, enquanto cientistas decifravam  o genoma humano. Por aqui, Célio de Castro (PSB) enfrentou o ex-goleiro  João Leite (PSDB), que como hoje era deputado estadual.
Dê   play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte  durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e  demandas da cidade e como o pleito se desenrolou.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O especial “Eleições Municipais em BH” do podcast Tempo Hábil conta a  história das eleições do ano 2000 na capital. A série vem relembrando, a  cada semana, um ano da disputa pela prefeitura desde a  redemocratização, em 1985.
No ano em que os  prefeito</itunes:subtitle>
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      <title>Especial Eleições Municipais em BH: 1996</title>
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        <![CDATA[<p>O podcast Tempo Hábil - Especial Eleições Municipais em BH relembra o ano de 1996, dando continuidade à série que vem relembrando a história  das eleições para prefeito realizadas na capital mineira desde a  redemocratização.</p>
<p>No ano do “nascimento” do ET de Varginha, da morte dos Mamonas Assassinas e do hit  “Dança do Bumbum”, a disputa em Belo Horizonte foi entre a continuidade  do governo Patrus, representada por Célio de Castro (PSB) e o sucesso do  Plano Real, de quem Amilcar Martins (PSDB) era representante.</p>
<p>Dê   play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte   durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e   demandas da cidade e como o pleito se desenrolou.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O podcast Tempo Hábil - Especial Eleições Municipais em BH relembra o ano de 1996, dando continuidade à série que vem relembrando a história  das eleições para prefeito realizadas na capital mineira desde a  redemocratização.</p>
<p>No ano do “nascimento” do ET de Varginha, da morte dos Mamonas Assassinas e do hit  “Dança do Bumbum”, a disputa em Belo Horizonte foi entre a continuidade  do governo Patrus, representada por Célio de Castro (PSB) e o sucesso do  Plano Real, de quem Amilcar Martins (PSDB) era representante.</p>
<p>Dê   play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte   durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e   demandas da cidade e como o pleito se desenrolou.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 05 Oct 2020 10:40:44 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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No ano do “nascimento” do ET de Varginha, da morte dos Mamonas Assassinas e do hit  “Dança do Bumbum”, a disputa em Belo Horizonte foi entre a continuidade  do governo Patrus, representada por Célio de Castro (PSB) e o sucesso do  Plano Real, de quem Amilcar Martins (PSDB) era representante.
Dê   play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte   durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e   demandas da cidade e como o pleito se desenrolou.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O podcast Tempo Hábil - Especial Eleições Municipais em BH relembra o ano de 1996, dando continuidade à série que vem relembrando a história  das eleições para prefeito realizadas na capital mineira desde a  redemocratização.
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      <title>Especial Eleições Municipais em BH: 1992</title>
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        <![CDATA[<p>É a vez do ano de 1992 no Especial Eleições Municipais em BH do podcast Tempo Hábil, que vem contando semanalmente a história das eleições para prefeito realizadas na capital mineira desde a redemocratização.</p>
<p>O noticiário naquele ano foi dominado pelos escândalos de corrupção envolvendo o presidente Fernando Collor, as manifestações de rua contra ele e o processo de impeachment. Tudo isso foi pano de fundo das eleições, que em BH foram protagonizadas por Patrus Ananias, do PT, e o ex-prefeito Maurício Campos, então no PL.</p>
<p>Dê  play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte  durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e  demandas da cidade e como o pleito se desenrolou.</p>]]>
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<p>O noticiário naquele ano foi dominado pelos escândalos de corrupção envolvendo o presidente Fernando Collor, as manifestações de rua contra ele e o processo de impeachment. Tudo isso foi pano de fundo das eleições, que em BH foram protagonizadas por Patrus Ananias, do PT, e o ex-prefeito Maurício Campos, então no PL.</p>
<p>Dê  play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte  durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e  demandas da cidade e como o pleito se desenrolou.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 28 Sep 2020 11:03:51 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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O noticiário naquele ano foi dominado pelos escândalos de corrupção envolvendo o presidente Fernando Collor, as manifestações de rua contra ele e o processo de impeachment. Tudo isso foi pano de fundo das eleições, que em BH foram protagonizadas por Patrus Ananias, do PT, e o ex-prefeito Maurício Campos, então no PL.
Dê  play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte  durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e  demandas da cidade e como o pleito se desenrolou.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>É a vez do ano de 1992 no Especial Eleições Municipais em BH do podcast Tempo Hábil, que vem contando semanalmente a história das eleições para prefeito realizadas na capital mineira desde a redemocratização.
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      <title>Especial Eleições Municipais em BH: 1988</title>
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        <![CDATA[<p>Dando continuidade ao Especial Eleições Municipais em BH, que vem contando semanalmente a história das eleições para prefeito realizadas na capital mineira desde a redemocratização, relembramos a campanha de 1988.</p>
<p>Ano de promulgação da nova Constituição e também do primeiro título de Ayrton Senna na Fórmula 1, 88 teve eleições polarizadas na capital entre Pimenta da Veiga, do então recém-fundado PSDB, e Virgílio Guimarães, do PT.</p>
<p>Dê play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e demandas da cidade e como o pleito se desenrolou.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Dando continuidade ao Especial Eleições Municipais em BH, que vem contando semanalmente a história das eleições para prefeito realizadas na capital mineira desde a redemocratização, relembramos a campanha de 1988.</p>
<p>Ano de promulgação da nova Constituição e também do primeiro título de Ayrton Senna na Fórmula 1, 88 teve eleições polarizadas na capital entre Pimenta da Veiga, do então recém-fundado PSDB, e Virgílio Guimarães, do PT.</p>
<p>Dê play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e demandas da cidade e como o pleito se desenrolou.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 21 Sep 2020 07:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Ano de promulgação da nova Constituição e também do primeiro título de Ayrton Senna na Fórmula 1, 88 teve eleições polarizadas na capital entre Pimenta da Veiga, do então recém-fundado PSDB, e Virgílio Guimarães, do PT.
Dê play e relembre como estavam o mundo, o Brasil, Minas e Belo Horizonte durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos e demandas da cidade e como o pleito se desenrolou.</itunes:summary>
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Ano de promulgação da nova Constituição </itunes:subtitle>
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        <![CDATA[Em nova série, o Especial Eleições Municipais em BH, o podcast Tempo Hábil conta semanalmente a história das eleições para prefeito realizadas na capital mineira desde a redemocratização.<br>Neste  primeiro episódio, o ano de 1985. Com o país recém-saído da ditadura, o  ex-prefeito Maurício Campos (1933-2020), então no PFL, e Sérgio  Ferrara, no PMDB, foram os protagonistas do processo eleitoral daquele  ano.<br>Dê play e relembre como estavam o mundo, o  Brasil, Minas e Belo Horizonte durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos, as demandas da cidade e como o pleito se  desenrolou.]]>
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        <![CDATA[Em nova série, o Especial Eleições Municipais em BH, o podcast Tempo Hábil conta semanalmente a história das eleições para prefeito realizadas na capital mineira desde a redemocratização.<br>Neste  primeiro episódio, o ano de 1985. Com o país recém-saído da ditadura, o  ex-prefeito Maurício Campos (1933-2020), então no PFL, e Sérgio  Ferrara, no PMDB, foram os protagonistas do processo eleitoral daquele  ano.<br>Dê play e relembre como estavam o mundo, o  Brasil, Minas e Belo Horizonte durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos, as demandas da cidade e como o pleito se  desenrolou.]]>
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      <pubDate>Mon, 14 Sep 2020 09:23:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>Em nova série, o Especial Eleições Municipais em BH, o podcast Tempo Hábil conta semanalmente a história das eleições para prefeito realizadas na capital mineira desde a redemocratização.Neste  primeiro episódio, o ano de 1985. Com o país recém-saído da ditadura, o  ex-prefeito Maurício Campos (1933-2020), então no PFL, e Sérgio  Ferrara, no PMDB, foram os protagonistas do processo eleitoral daquele  ano.Dê play e relembre como estavam o mundo, o  Brasil, Minas e Belo Horizonte durante a campanha, quais eram as principais pautas dos candidatos, as demandas da cidade e como o pleito se  desenrolou.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Em nova série, o Especial Eleições Municipais em BH, o podcast Tempo Hábil conta semanalmente a história das eleições para prefeito realizadas na capital mineira desde a redemocratização.Neste  primeiro episódio, o ano de 1985. Com o país recém-saído da d</itunes:subtitle>
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      <title>As mudanças nos hábitos alimentares dos brasileiros durante a pandemia</title>
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        <![CDATA[<p>Se no início da pandemia havia uma expectativa de que determinados  hábitos fossem transformados com as muitas mudanças que essa nova  realidade impôs as nossas vidas, cinco meses depois aparecem algumas  confirmações. Os brasileiros passaram a consumir mais alimentos  saudáveis como frutas, hortaliças e feijão.</p>
<p>Os  dados são das primeiras análises do estudo NutriNet Brasil, realizado  pelo Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP, e  indicam que o índice de consumo desses alimentos foi de 40,2% para  44,6%. Por outro lado, houve também um aumento no consumo de  ultraprocessados Norte e Nordeste do país e entre pessoas de  escolaridade mais baixa.</p>
<p>O NutriNet Brasil é o  maior estudo já realizado sobre padrão alimentar da população brasileira  e pretende acompanhar pelo menos 200 mil pessoas por dez anos. Neste  episódio, a pesquisadora do departamento de medicina preventiva da  Faculdade de Medicina da USP e colaboradora do Nupens explica as  implicações do estudo e seus achados.</p>
<p>Para colaborar com o NutriNet Brasil, acesse cadastre-se em <a href="https://nutrinetbrasil.fsp.usp.br/">nutrinetbrasil.fsp.usp.br</a></p>]]>
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<p>Os  dados são das primeiras análises do estudo NutriNet Brasil, realizado  pelo Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP, e  indicam que o índice de consumo desses alimentos foi de 40,2% para  44,6%. Por outro lado, houve também um aumento no consumo de  ultraprocessados Norte e Nordeste do país e entre pessoas de  escolaridade mais baixa.</p>
<p>O NutriNet Brasil é o  maior estudo já realizado sobre padrão alimentar da população brasileira  e pretende acompanhar pelo menos 200 mil pessoas por dez anos. Neste  episódio, a pesquisadora do departamento de medicina preventiva da  Faculdade de Medicina da USP e colaboradora do Nupens explica as  implicações do estudo e seus achados.</p>
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      <pubDate>Thu, 27 Aug 2020 10:58:11 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Os  dados são das primeiras análises do estudo NutriNet Brasil, realizado  pelo Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP, e  indicam que o índice de consumo desses alimentos foi de 40,2% para  44,6%. Por outro lado, houve também um aumento no consumo de  ultraprocessados Norte e Nordeste do país e entre pessoas de  escolaridade mais baixa.
O NutriNet Brasil é o  maior estudo já realizado sobre padrão alimentar da população brasileira  e pretende acompanhar pelo menos 200 mil pessoas por dez anos. Neste  episódio, a pesquisadora do departamento de medicina preventiva da  Faculdade de Medicina da USP e colaboradora do Nupens explica as  implicações do estudo e seus achados.
Para colaborar com o NutriNet Brasil, acesse cadastre-se em nutrinetbrasil.fsp.usp.br</itunes:summary>
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      <title>Os cruzamentos nas nossas percepções sobre o tempo durante a pandemia</title>
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        <![CDATA[<p>A impressão de que vivemos sempre o mesmo dia gera a sensação de um  tempo estagnado. Por outro lado, o fato de já estarmos indo para o fim  de agosto faz parecer que o tempo tem passado muito rápido, pra não  dizer voando. O excesso de conteúdo na internet, a única forma que boa parte de nós tem de  contato com o mundo, dá a impressão de que a todo momento estamos perdendo algo importante, correndo atrás do tempo.</p>
<p>Também não perdemos de vista o passado, o mundo pré-pandêmico, e ao mesmo  tempo ansiamos pelo futuro, na angústia de quando (ou se) superaremos  essa situação. Neste episódio, o historiador e professor da Unirio  (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) Rodrigo Turin reflete  sobre todas essas questões.</p>]]>
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<p>Também não perdemos de vista o passado, o mundo pré-pandêmico, e ao mesmo  tempo ansiamos pelo futuro, na angústia de quando (ou se) superaremos  essa situação. Neste episódio, o historiador e professor da Unirio  (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) Rodrigo Turin reflete  sobre todas essas questões.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 20 Aug 2020 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Também não perdemos de vista o passado, o mundo pré-pandêmico, e ao mesmo  tempo ansiamos pelo futuro, na angústia de quando (ou se) superaremos  essa situação. Neste episódio, o historiador e professor da Unirio  (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro) Rodrigo Turin reflete  sobre todas essas questões.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A impressão de que vivemos sempre o mesmo dia gera a sensação de um  tempo estagnado. Por outro lado, o fato de já estarmos indo para o fim  de agosto faz parecer que o tempo tem passado muito rápido, pra não  dizer voando. O excesso de conteúdo na intern</itunes:subtitle>
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      <title>Os efeitos da pandemia na educação e as questões em torno da volta às aulas</title>
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        <![CDATA[<p>A volta às aulas presenciais tem se tornado uma pauta recorrente na  discussão sobre a pandemia no Brasil. Aqui em Minas Gerais, o governador  Romeu Zema (Novo) garantiu que o retorno na rede estadual acontece  ainda no segundo semestre de 2020. </p>
<p>Já o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), é  contra o ensino remoto, por conta da disparidade entre ricos e pobres, e  já avisou que as aulas presenciais, nas redes pública ou privada no município, só voltarão mesmo quando houver uma vacina contra a Covid-19. </p>
<p>Essa  discussão está inserida em outra mais ampla, sobre os efeitos da  pandemia na educação no Brasil e os possíveis caminhos para a solução  dos problemas. Neste episódio, o professor da Faculdade de Educação da  UFMG Luciano Mendes, que também é coordenador do projeto Pensar a  Educação, Pensar o Brasil, dá um panorama desse debate.</p>]]>
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<p>Já o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), é  contra o ensino remoto, por conta da disparidade entre ricos e pobres, e  já avisou que as aulas presenciais, nas redes pública ou privada no município, só voltarão mesmo quando houver uma vacina contra a Covid-19. </p>
<p>Essa  discussão está inserida em outra mais ampla, sobre os efeitos da  pandemia na educação no Brasil e os possíveis caminhos para a solução  dos problemas. Neste episódio, o professor da Faculdade de Educação da  UFMG Luciano Mendes, que também é coordenador do projeto Pensar a  Educação, Pensar o Brasil, dá um panorama desse debate.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 13 Aug 2020 09:19:08 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Já o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), é  contra o ensino remoto, por conta da disparidade entre ricos e pobres, e  já avisou que as aulas presenciais, nas redes pública ou privada no município, só voltarão mesmo quando houver uma vacina contra a Covid-19. 
Essa  discussão está inserida em outra mais ampla, sobre os efeitos da  pandemia na educação no Brasil e os possíveis caminhos para a solução  dos problemas. Neste episódio, o professor da Faculdade de Educação da  UFMG Luciano Mendes, que também é coordenador do projeto Pensar a  Educação, Pensar o Brasil, dá um panorama desse debate.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A volta às aulas presenciais tem se tornado uma pauta recorrente na  discussão sobre a pandemia no Brasil. Aqui em Minas Gerais, o governador  Romeu Zema (Novo) garantiu que o retorno na rede estadual acontece  ainda no segundo semestre de 2020. 
Já o pr</itunes:subtitle>
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      <title>A sobrecarga de trabalho com o cuidado das mulheres durante a pandemia</title>
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        <![CDATA[<p>Frequentemente negligenciadas nas discussões sobre o trabalho, as  atividades domésticas e de cuidado representam um âmbito muito  importante desse debate e se tornaram uma questão especialmente séria  durante a pandemia, ao menos para a parcela feminina da população.</p>
<p>Uma  pesquisa realizada pela organização de mídia Gênero e Número, em  parceria com a Sempreviva Organização Feminista (SOF) revelou que  metade das mulheres brasileiras passou a se responsabilizar pelo cuidado  de alguém durante a pandemia. Entre elas, as mulheres negras e  residentes em áreas rurais assumiram mais responsabilidades com relação  ao cuidado do outro.</p>
<p>Neste episódio, a socióloga da SOF e uma  das responsáveis pelo estudo Tica Moreno esmiúça os dados da pesquisa e  mostra como o cuidado é um aspecto importante da economia, que precisa  ser considerado nas discussões sobre o mundo pós-pandemia.</p>
<p>Acesse o relatório completo e outros materiais sobre a pesquisa <a href="http://mulheresnapandemia.sof.org.br/"><strong>aqui</strong></a>.</p>]]>
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<p>Uma  pesquisa realizada pela organização de mídia Gênero e Número, em  parceria com a Sempreviva Organização Feminista (SOF) revelou que  metade das mulheres brasileiras passou a se responsabilizar pelo cuidado  de alguém durante a pandemia. Entre elas, as mulheres negras e  residentes em áreas rurais assumiram mais responsabilidades com relação  ao cuidado do outro.</p>
<p>Neste episódio, a socióloga da SOF e uma  das responsáveis pelo estudo Tica Moreno esmiúça os dados da pesquisa e  mostra como o cuidado é um aspecto importante da economia, que precisa  ser considerado nas discussões sobre o mundo pós-pandemia.</p>
<p>Acesse o relatório completo e outros materiais sobre a pesquisa <a href="http://mulheresnapandemia.sof.org.br/"><strong>aqui</strong></a>.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 06 Aug 2020 11:57:43 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Uma  pesquisa realizada pela organização de mídia Gênero e Número, em  parceria com a Sempreviva Organização Feminista (SOF) revelou que  metade das mulheres brasileiras passou a se responsabilizar pelo cuidado  de alguém durante a pandemia. Entre elas, as mulheres negras e  residentes em áreas rurais assumiram mais responsabilidades com relação  ao cuidado do outro.
Neste episódio, a socióloga da SOF e uma  das responsáveis pelo estudo Tica Moreno esmiúça os dados da pesquisa e  mostra como o cuidado é um aspecto importante da economia, que precisa  ser considerado nas discussões sobre o mundo pós-pandemia.
Acesse o relatório completo e outros materiais sobre a pesquisa aqui.</itunes:summary>
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      <title>Moradores de periferias relatam o peso da desigualdade no enfrentamento à Covid-19 em documentário</title>
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        <![CDATA[<p>Muito tem sido dito sobre como os impactos da pandemia se tornam mais graves entre as populações mais pobres, mas nem sempre essas pessoas têm espaço pra falar. No documentário ‘Pandemia do Sistema: O retrato da desigualdade na capital mais rica do Brasil’, que estreia na semana que vem, moradores da periferia de São Paulo falam sobre como uma situação que já era difícil antes se tornou insustentável com a chegada do novo coronavírus.</p>
<p>Segundo média-metragem da Zalika Produções, o trabalho foi realizado com recursos próprios e a colaboração de profissionais voluntários. Neste episódio, a produtora audiovisual e fotógrafa Naná Prudêncio, diretora do filme, fala das motivações, expectativas e do processo de realização do trabalho. A estreia de ‘Pandemia do Sistema’ acontece na próxima terça (4), com exibição online às 19h na <a href="//facebook.com/almapretajornalismo/">página de Facebook da agência de notícias Alma Preta</a>. </p>
<p>Após a exibição, haverá um debate com participação da diretora, de Douglas Belchior, da Uneafro Brasil, de Luana Vieira, gestora executiva do projeto sociocultural Comunidade Pagode Na Disciplina Jardim Miriam, e de Raimunda Boaventura, entrevistada no filme.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Muito tem sido dito sobre como os impactos da pandemia se tornam mais graves entre as populações mais pobres, mas nem sempre essas pessoas têm espaço pra falar. No documentário ‘Pandemia do Sistema: O retrato da desigualdade na capital mais rica do Brasil’, que estreia na semana que vem, moradores da periferia de São Paulo falam sobre como uma situação que já era difícil antes se tornou insustentável com a chegada do novo coronavírus.</p>
<p>Segundo média-metragem da Zalika Produções, o trabalho foi realizado com recursos próprios e a colaboração de profissionais voluntários. Neste episódio, a produtora audiovisual e fotógrafa Naná Prudêncio, diretora do filme, fala das motivações, expectativas e do processo de realização do trabalho. A estreia de ‘Pandemia do Sistema’ acontece na próxima terça (4), com exibição online às 19h na <a href="//facebook.com/almapretajornalismo/">página de Facebook da agência de notícias Alma Preta</a>. </p>
<p>Após a exibição, haverá um debate com participação da diretora, de Douglas Belchior, da Uneafro Brasil, de Luana Vieira, gestora executiva do projeto sociocultural Comunidade Pagode Na Disciplina Jardim Miriam, e de Raimunda Boaventura, entrevistada no filme.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 30 Jul 2020 11:57:43 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>Muito tem sido dito sobre como os impactos da pandemia se tornam mais graves entre as populações mais pobres, mas nem sempre essas pessoas têm espaço pra falar. No documentário ‘Pandemia do Sistema: O retrato da desigualdade na capital mais rica do Brasil’, que estreia na semana que vem, moradores da periferia de São Paulo falam sobre como uma situação que já era difícil antes se tornou insustentável com a chegada do novo coronavírus.
Segundo média-metragem da Zalika Produções, o trabalho foi realizado com recursos próprios e a colaboração de profissionais voluntários. Neste episódio, a produtora audiovisual e fotógrafa Naná Prudêncio, diretora do filme, fala das motivações, expectativas e do processo de realização do trabalho. A estreia de ‘Pandemia do Sistema’ acontece na próxima terça (4), com exibição online às 19h na página de Facebook da agência de notícias Alma Preta. 
Após a exibição, haverá um debate com participação da diretora, de Douglas Belchior, da Uneafro Brasil, de Luana Vieira, gestora executiva do projeto sociocultural Comunidade Pagode Na Disciplina Jardim Miriam, e de Raimunda Boaventura, entrevistada no filme.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Muito tem sido dito sobre como os impactos da pandemia se tornam mais graves entre as populações mais pobres, mas nem sempre essas pessoas têm espaço pra falar. No documentário ‘Pandemia do Sistema: O retrato da desigualdade na capital mais rica do Brasil</itunes:subtitle>
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      <title>Por que profissionais de enfermagem contraem mais Covid-19 do que demais trabalhadores da saúde</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Dos 290 profissionais de saúde da rede do SUS-BH que testaram positivo para Covid-19 até essa quarta (22), 162 são enfermeiros ou técnicos de enfermagem. Trata-se de 56% do total. Entre médicos, são 31 ou 11%. Mesmo considerando que há mais enfermeiros e técnicos do que médicos, a proporção ainda é maior. São 2.968 médicos na rede municipal da capital e um índice de contágio de 1,04% nessa categoria. Enquanto isso, 4,27% dos 3.795 profissionais de enfermagem foram infectados, um número quatro vezes maior. </p>
<p>Neste episódio, a enfermeira Carolina Brito, que é diretora do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de Minas Gerais (SEE-MG), conselheira estadual de saúde e colaboradora do Conselho Regional de Enfermagem (Coren-MG), apresenta um panorama da realidade desses profissionais em BH e no Estado e conta como atravessou a infecção pelo novo coronavírus.  </p>]]>
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<p>Neste episódio, a enfermeira Carolina Brito, que é diretora do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de Minas Gerais (SEE-MG), conselheira estadual de saúde e colaboradora do Conselho Regional de Enfermagem (Coren-MG), apresenta um panorama da realidade desses profissionais em BH e no Estado e conta como atravessou a infecção pelo novo coronavírus.  </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 23 Jul 2020 11:22:51 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Neste episódio, a enfermeira Carolina Brito, que é diretora do Sindicato dos Enfermeiros do Estado de Minas Gerais (SEE-MG), conselheira estadual de saúde e colaboradora do Conselho Regional de Enfermagem (Coren-MG), apresenta um panorama da realidade desses profissionais em BH e no Estado e conta como atravessou a infecção pelo novo coronavírus.  </itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Dos 290 profissionais de saúde da rede do SUS-BH que testaram positivo para Covid-19 até essa quarta (22), 162 são enfermeiros ou técnicos de enfermagem. Trata-se de 56% do total. Entre médicos, são 31 ou 11%. Mesmo considerando que há mais enfermeiros e </itunes:subtitle>
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      <title>Os impactos da pandemia sobre a vida nas cidades, e perspectivas de futuro</title>
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        <![CDATA[<p>Muito antes que a pandemia se instaurasse no mundo, os modos de organização nas cidades brasileiras – mas não só nelas – vinham dando sinais de esgotamento. Diante do novo coronavírus, esses sinais se tornam gritantes, basta ver a forma desigual como a Covid-19 fez estragos, a depender de questões relacionadas a moradia, infraestrutura, transporte, acesso a recursos. </p>
<p>Ao escancarar uma série de problemas latentes, a pandemia permite repensar a vida urbana e abre perspectivas para uma eventual mudança, ainda que ela dependa no mínimo de mobilização. Neste episódio, o urbanista e professor da UFMG Roberto Andrés reflete sobre questões relacionadas às cidades e como a pandemia a afeta sua organização.</p>]]>
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<p>Ao escancarar uma série de problemas latentes, a pandemia permite repensar a vida urbana e abre perspectivas para uma eventual mudança, ainda que ela dependa no mínimo de mobilização. Neste episódio, o urbanista e professor da UFMG Roberto Andrés reflete sobre questões relacionadas às cidades e como a pandemia a afeta sua organização.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 16 Jul 2020 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Ao escancarar uma série de problemas latentes, a pandemia permite repensar a vida urbana e abre perspectivas para uma eventual mudança, ainda que ela dependa no mínimo de mobilização. Neste episódio, o urbanista e professor da UFMG Roberto Andrés reflete sobre questões relacionadas às cidades e como a pandemia a afeta sua organização.</itunes:summary>
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      <title>As vacinas estrangeiras para Covid-19 testadas no Brasil</title>
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        <![CDATA[<p>Enquanto os números de novas contaminações já ultrapassam 1,7 milhão, os óbitos por Covid-19 se aproximam dos 68 mil, e os números de novos registros diários não dão nenhum sinal de diminuição, uma vacina parece a única solução possível para conter a pandemia do novo coronavírus no Brasil. Nas últimas semanas, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deu autorização para que dois projetos em fase 3, ou seja, de testes em humanos, realizem ensaios clínicos no Brasil: o da Universidade de Oxford, no Reino Unido, e o da biofarmacêutica chinesa Sinovac Biotech.</p>
<p>Cada um desses projetos pressupõe parcerias com instituições brasileiras – inclusive uma delas é o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Fármacos do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG – e aquisição de alguns milhões de doses das vacinas pelo país posteriormente, entre dezembro deste ano e meados do ano que vem. Neste episódio, a microbiologista e presidente do Instituto Questão de Ciência, Natalia Pasternak, explica como funcionam cada uma dessas vacinas e as implicações da participação do Brasil nessas empreitadas.</p>]]>
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<p>Cada um desses projetos pressupõe parcerias com instituições brasileiras – inclusive uma delas é o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Fármacos do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG – e aquisição de alguns milhões de doses das vacinas pelo país posteriormente, entre dezembro deste ano e meados do ano que vem. Neste episódio, a microbiologista e presidente do Instituto Questão de Ciência, Natalia Pasternak, explica como funcionam cada uma dessas vacinas e as implicações da participação do Brasil nessas empreitadas.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 09 Jul 2020 09:18:12 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Cada um desses projetos pressupõe parcerias com instituições brasileiras – inclusive uma delas é o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Fármacos do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG – e aquisição de alguns milhões de doses das vacinas pelo país posteriormente, entre dezembro deste ano e meados do ano que vem. Neste episódio, a microbiologista e presidente do Instituto Questão de Ciência, Natalia Pasternak, explica como funcionam cada uma dessas vacinas e as implicações da participação do Brasil nessas empreitadas.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Enquanto os números de novas contaminações já ultrapassam 1,7 milhão, os óbitos por Covid-19 se aproximam dos 68 mil, e os números de novos registros diários não dão nenhum sinal de diminuição, uma vacina parece a única solução possível para conter a pand</itunes:subtitle>
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      <title>Pablo Ortellado analisa a crise das instituições à luz dos efeitos da pandemia</title>
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        <![CDATA[<p>Já faz alguns anos que as instituições democráticas vêm sendo alvo de constantes ataques no Brasil, por parte de uma faixa da população, que questiona sua legitimidade. Supremo Tribunal Federal, Congresso e também instâncias da sociedade civil como os partidos políticos, a imprensa e até as universidades frequentemente são colocados em xeque por determinados setores, que muitas vezes incluem o próprio presidente da República. </p>
<p>Esse quadro por si só cria um ambiente de extrema instabilidade política, e a chegada do novo coronavírus torna ainda mais complexa essa dinâmica. Neste episódio, o filósofo e professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da USP Pablo Ortellado apresenta o contexto dessa crise das instituições e suas especificidades no Brasil, além de analisar os efeitos da pandemia sobre esse cenário e as perspectivas para ele daqui pra frente. </p>]]>
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<p>Esse quadro por si só cria um ambiente de extrema instabilidade política, e a chegada do novo coronavírus torna ainda mais complexa essa dinâmica. Neste episódio, o filósofo e professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da USP Pablo Ortellado apresenta o contexto dessa crise das instituições e suas especificidades no Brasil, além de analisar os efeitos da pandemia sobre esse cenário e as perspectivas para ele daqui pra frente. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 02 Jul 2020 10:38:26 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Esse quadro por si só cria um ambiente de extrema instabilidade política, e a chegada do novo coronavírus torna ainda mais complexa essa dinâmica. Neste episódio, o filósofo e professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da USP Pablo Ortellado apresenta o contexto dessa crise das instituições e suas especificidades no Brasil, além de analisar os efeitos da pandemia sobre esse cenário e as perspectivas para ele daqui pra frente. </itunes:summary>
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      <title>Coronavírus, chikungunya, fomento à pesquisa e divulgação científica</title>
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        <![CDATA[<p>Fazer pesquisa científica no Brasil nunca foi fácil, mas vem se tornando cada vez mais difícil nos últimos anos, graças ao desinvestimento na área da educação. Num momento de pandemia, quando cientistas do mundo inteiro precisam se mobilizar para encontrar saídas, essa defasagem se torna um risco a mais à população, segundo pontuou uma nota técnica do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), em maio.</p>
<p>Iniciativas como o programa da organização não-governamental sem fins lucrativos Dimensions Sciences, que contemplou sete pesquisadores brasileiros com uma bolsa para estudar o novo coronavírus, se contrapõem a esse cenário. Neste episódio, um dos cientistas selecionados, o virologista doutorando em em imunologia e inflamação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Rômulo Neris, apresenta suas pesquisas sobre a Covid-19 e a chikungunya, e fala também sobre a importância do fomento à ciência e da divulgação científica.</p>
<p><br></p>]]>
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<p>Iniciativas como o programa da organização não-governamental sem fins lucrativos Dimensions Sciences, que contemplou sete pesquisadores brasileiros com uma bolsa para estudar o novo coronavírus, se contrapõem a esse cenário. Neste episódio, um dos cientistas selecionados, o virologista doutorando em em imunologia e inflamação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Rômulo Neris, apresenta suas pesquisas sobre a Covid-19 e a chikungunya, e fala também sobre a importância do fomento à ciência e da divulgação científica.</p>
<p><br></p>]]>
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      <pubDate>Thu, 25 Jun 2020 09:05:13 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Iniciativas como o programa da organização não-governamental sem fins lucrativos Dimensions Sciences, que contemplou sete pesquisadores brasileiros com uma bolsa para estudar o novo coronavírus, se contrapõem a esse cenário. Neste episódio, um dos cientistas selecionados, o virologista doutorando em em imunologia e inflamação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Rômulo Neris, apresenta suas pesquisas sobre a Covid-19 e a chikungunya, e fala também sobre a importância do fomento à ciência e da divulgação científica.</itunes:summary>
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      <title>O médico que enfrentou a pandemia nos EUA e no Brasil, e como os cuidados paliativos ajudaram</title>
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        <![CDATA[<p>Estados Unidos e Brasil ocupam hoje, respectivamente, o primeiro e o segundo lugares no ranking global de casos e óbitos confirmados do novo coronavírus. Alguns paralelos podem ser traçados entre a situação dos dois países mas ao mesmo tempo são contextos muito diferentes. Brasileiro residente em Nova York há 16 anos, o médico geriatra e paliativista do New York Presbyterian Queens e professor assistente da Cornell University Fernando Kawai atuou na linha de frente do combate à pandemia na cidade onde mora, e depois veio para sua terra natal ser voluntário no Hospital das Clínicas da USP. Neste episódio, ele aponta semelhanças e diferenças entre o que viveu e observa nos dois países, e explica a importância dos cuidados paliativos num momento como esse. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Estados Unidos e Brasil ocupam hoje, respectivamente, o primeiro e o segundo lugares no ranking global de casos e óbitos confirmados do novo coronavírus. Alguns paralelos podem ser traçados entre a situação dos dois países mas ao mesmo tempo são contextos muito diferentes. Brasileiro residente em Nova York há 16 anos, o médico geriatra e paliativista do New York Presbyterian Queens e professor assistente da Cornell University Fernando Kawai atuou na linha de frente do combate à pandemia na cidade onde mora, e depois veio para sua terra natal ser voluntário no Hospital das Clínicas da USP. Neste episódio, ele aponta semelhanças e diferenças entre o que viveu e observa nos dois países, e explica a importância dos cuidados paliativos num momento como esse. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 18 Jun 2020 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>Estados Unidos e Brasil ocupam hoje, respectivamente, o primeiro e o segundo lugares no ranking global de casos e óbitos confirmados do novo coronavírus. Alguns paralelos podem ser traçados entre a situação dos dois países mas ao mesmo tempo são contextos muito diferentes. Brasileiro residente em Nova York há 16 anos, o médico geriatra e paliativista do New York Presbyterian Queens e professor assistente da Cornell University Fernando Kawai atuou na linha de frente do combate à pandemia na cidade onde mora, e depois veio para sua terra natal ser voluntário no Hospital das Clínicas da USP. Neste episódio, ele aponta semelhanças e diferenças entre o que viveu e observa nos dois países, e explica a importância dos cuidados paliativos num momento como esse. </itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Estados Unidos e Brasil ocupam hoje, respectivamente, o primeiro e o segundo lugares no ranking global de casos e óbitos confirmados do novo coronavírus. Alguns paralelos podem ser traçados entre a situação dos dois países mas ao mesmo tempo são contextos</itunes:subtitle>
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      <title>Laura Carvalho mostra como a Covid-19 afeta o que se entende por funções do Estado</title>
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        <![CDATA[<p>A batalha contra a Covid-19 fez com que líderes do mundo inteiro se valessem de recursos como os instrumentos de proteção trabalhista e de assistência social, a ajuda às empresas e sobretudo o sistema público de saúde como forma de enfrentar a pandemia. Essas respostas à crise mostram a necessidade de repensar o papel do Estado.</p>
<p>Autora de “Valsa Brasileira: Do Boom ao Caos Econômico” (2018), a economista e professora da USP Laura Carvalho lança agora “Curto-circuito: O Vírus e A Volta do Estado” – ambos publicados pela editora Todavia – em que apresenta cinco funções do Estado que a pandemia ajudou a revelar. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, ela mostra quais são essas funções e demonstra sua importância para pensarmos no futuro.</p>]]>
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<p>Autora de “Valsa Brasileira: Do Boom ao Caos Econômico” (2018), a economista e professora da USP Laura Carvalho lança agora “Curto-circuito: O Vírus e A Volta do Estado” – ambos publicados pela editora Todavia – em que apresenta cinco funções do Estado que a pandemia ajudou a revelar. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, ela mostra quais são essas funções e demonstra sua importância para pensarmos no futuro.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 11 Jun 2020 09:32:11 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Autora de “Valsa Brasileira: Do Boom ao Caos Econômico” (2018), a economista e professora da USP Laura Carvalho lança agora “Curto-circuito: O Vírus e A Volta do Estado” – ambos publicados pela editora Todavia – em que apresenta cinco funções do Estado que a pandemia ajudou a revelar. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, ela mostra quais são essas funções e demonstra sua importância para pensarmos no futuro.</itunes:summary>
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      <title>Pandemia, protestos e o contexto do racismo nos Estados Unidos e no Brasil</title>
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        <![CDATA[<p>Dois dos países mais afetados pela pandemia do novo coronavírus e onde as taxas de infecção e mortalidade são desproporcionalmente mais altas entre pessoas negras, Estados Unidos e Brasil têm sido palco de uma onda de protestos nos últimos dias. Lá, as manifestações começaram depois que George Floyd, um homem negro, foi morto asfixiado por um policial branco no último dia 25, e têm lemas como 'Black Lives Matter' (vidas negras importam) e 'No Justice, No Peace' (sem justiça, sem paz).</p>
<p>Aqui, o fim do racismo também é uma das razões das mobilizações, diante de acontecimentos como a morte do menino João Pedro, de 14 anos, em uma operação policial numa comunidade do Rio de Janeiro. Porém, protestos contra o fascismo e em defesa da democracia também foram realizados. No episódio, a doutora em sociologia pela Universidade de Brasília Bruna Pereira contextualiza as semelhanças e diferenças entre os cenários dos EUA e do Brasil e como a pandemia se insere em ambos, além das relações entre antirracismo e antifascismo. </p>]]>
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<p>Aqui, o fim do racismo também é uma das razões das mobilizações, diante de acontecimentos como a morte do menino João Pedro, de 14 anos, em uma operação policial numa comunidade do Rio de Janeiro. Porém, protestos contra o fascismo e em defesa da democracia também foram realizados. No episódio, a doutora em sociologia pela Universidade de Brasília Bruna Pereira contextualiza as semelhanças e diferenças entre os cenários dos EUA e do Brasil e como a pandemia se insere em ambos, além das relações entre antirracismo e antifascismo. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 05 Jun 2020 10:05:53 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>Dois dos países mais afetados pela pandemia do novo coronavírus e onde as taxas de infecção e mortalidade são desproporcionalmente mais altas entre pessoas negras, Estados Unidos e Brasil têm sido palco de uma onda de protestos nos últimos dias. Lá, as manifestações começaram depois que George Floyd, um homem negro, foi morto asfixiado por um policial branco no último dia 25, e têm lemas como 'Black Lives Matter' (vidas negras importam) e 'No Justice, No Peace' (sem justiça, sem paz).
Aqui, o fim do racismo também é uma das razões das mobilizações, diante de acontecimentos como a morte do menino João Pedro, de 14 anos, em uma operação policial numa comunidade do Rio de Janeiro. Porém, protestos contra o fascismo e em defesa da democracia também foram realizados. No episódio, a doutora em sociologia pela Universidade de Brasília Bruna Pereira contextualiza as semelhanças e diferenças entre os cenários dos EUA e do Brasil e como a pandemia se insere em ambos, além das relações entre antirracismo e antifascismo. </itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Dois dos países mais afetados pela pandemia do novo coronavírus e onde as taxas de infecção e mortalidade são desproporcionalmente mais altas entre pessoas negras, Estados Unidos e Brasil têm sido palco de uma onda de protestos nos últimos dias. Lá, as ma</itunes:subtitle>
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      <title>As (más) condições de trabalho dos profissionais de saúde na pandemia</title>
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        <![CDATA[<p>Um estudo recém-divulgado do Núcleo de Estudos da Burocracia (NEB), da Fundação Getulio Vargas (FGV), revelou que apenas 14,29% dos agentes comunitários de saúde, agentes de combate à endemia, profissionais de enfermagem e médicos brasileiros se sentem preparados para lidar com a crise da Covid-19. Entre outros dados, a pesquisa ainda mostra que só 32% dizem ter recebido equipamento de proteção individual e só 21,91% receberam treinamento para o trabalho no atual contexto.</p>
<p>Num contexto em que o Brasil já é o país em que mais morreram enfermeiros vítimas da Covid-19 – até agora, foram 165, segundo o Conselho Federal de Enfermagem – a pesquisa “A pandemia de Covid-19 e os profissionais de saúde pública no Brasil” aponta caminhos para melhorar as condições de trabalho dessa categoria. No episódio, a professora da FGV e coordenadora do NEB Gabriela Lotta discute o que dizem os dados do estudo e apresenta esses caminhos.</p>]]>
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<p>Num contexto em que o Brasil já é o país em que mais morreram enfermeiros vítimas da Covid-19 – até agora, foram 165, segundo o Conselho Federal de Enfermagem – a pesquisa “A pandemia de Covid-19 e os profissionais de saúde pública no Brasil” aponta caminhos para melhorar as condições de trabalho dessa categoria. No episódio, a professora da FGV e coordenadora do NEB Gabriela Lotta discute o que dizem os dados do estudo e apresenta esses caminhos.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 30 May 2020 16:02:44 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Num contexto em que o Brasil já é o país em que mais morreram enfermeiros vítimas da Covid-19 – até agora, foram 165, segundo o Conselho Federal de Enfermagem – a pesquisa “A pandemia de Covid-19 e os profissionais de saúde pública no Brasil” aponta caminhos para melhorar as condições de trabalho dessa categoria. No episódio, a professora da FGV e coordenadora do NEB Gabriela Lotta discute o que dizem os dados do estudo e apresenta esses caminhos.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Um estudo recém-divulgado do Núcleo de Estudos da Burocracia (NEB), da Fundação Getulio Vargas (FGV), revelou que apenas 14,29% dos agentes comunitários de saúde, agentes de combate à endemia, profissionais de enfermagem e médicos brasileiros se sentem pr</itunes:subtitle>
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      <title>Os parâmetros que orientam a flexibilização da quarentena em Belo Horizonte</title>
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        <![CDATA[<p>Primeira capital brasileira a decretar o isolamento  social, em 18 de março, Belo Horizonte deu início na última  segunda-feira (25) a um processo de flexibilização dessa medida de  enfrentamento ao novo coronavírus. Desde então, parte do  comércio não essencial do município recebeu autorização para voltar às  atividades. Pouco antes da decisão ser tomada, a Prefeitura passou a  divulgar, além de boletins epidemiológicos, boletins de monitoramento.</p>
<p>Neste episódio, o infectologista e  integrante do Comitê de Enfrentamento à Epidemia da Covid-19 da PBH  Estevão Urbano Silva explica os parâmetros adotados para a reabertura e  outros aspectos, como a testagem em massa e a questão do fluxo de casos  do interior e de outros Estados para a capital.</p>]]>
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<p>Neste episódio, o infectologista e  integrante do Comitê de Enfrentamento à Epidemia da Covid-19 da PBH  Estevão Urbano Silva explica os parâmetros adotados para a reabertura e  outros aspectos, como a testagem em massa e a questão do fluxo de casos  do interior e de outros Estados para a capital.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 27 May 2020 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Neste episódio, o infectologista e  integrante do Comitê de Enfrentamento à Epidemia da Covid-19 da PBH  Estevão Urbano Silva explica os parâmetros adotados para a reabertura e  outros aspectos, como a testagem em massa e a questão do fluxo de casos  do interior e de outros Estados para a capital.</itunes:summary>
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      <title>As redes propagadoras de desinformação sobre o novo coronavírus no YouTube</title>
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        <![CDATA[<p>Um estudo realizado por pesquisadores do Centro de Análise da  Liberdade e do Autoritarismo (Laut), o Instituto Nacional de Ciência e  Tecnologia em Democracia Digital (INCT.DD) e o Centro de Estudos e  Pesquisas de Direito Sanitário (Cepedisa) constatou que canais que  divulgam fake news sobre o novo coronavírus têm maior alcance no YouTube  do que os trabalham com informações legítimas.</p>
<p>Enquanto os primeiros mobilizaram mais de 73 milhões de mobilizações  no período de 1º de fevereiro a 17 de março, os últimos alcançaram um  pouco menos de 28 milhões de visualizações. Redes com forte apelo de teorias da conspiração, associadas a  discursos religiosos e que vendem supostas fórmulas médicas para a  Covid-19 são as mais associadas à desinformação sobre a pandemia na  plataforma de vídeos. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, Caio  Vieira Machado, advogado, cientista social especializado em tecnologia e  pesquisador do LAUT, explica o estudo e suas principais implicações.</p>]]>
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<p>Enquanto os primeiros mobilizaram mais de 73 milhões de mobilizações  no período de 1º de fevereiro a 17 de março, os últimos alcançaram um  pouco menos de 28 milhões de visualizações. Redes com forte apelo de teorias da conspiração, associadas a  discursos religiosos e que vendem supostas fórmulas médicas para a  Covid-19 são as mais associadas à desinformação sobre a pandemia na  plataforma de vídeos. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, Caio  Vieira Machado, advogado, cientista social especializado em tecnologia e  pesquisador do LAUT, explica o estudo e suas principais implicações.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 23 May 2020 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Enquanto os primeiros mobilizaram mais de 73 milhões de mobilizações  no período de 1º de fevereiro a 17 de março, os últimos alcançaram um  pouco menos de 28 milhões de visualizações. Redes com forte apelo de teorias da conspiração, associadas a  discursos religiosos e que vendem supostas fórmulas médicas para a  Covid-19 são as mais associadas à desinformação sobre a pandemia na  plataforma de vídeos. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, Caio  Vieira Machado, advogado, cientista social especializado em tecnologia e  pesquisador do LAUT, explica o estudo e suas principais implicações.</itunes:summary>
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      <title>Como a pandemia afeta a vida da população LGBT</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Uma pesquisa do coletivo #VoteLGBT recém-divulgada revelou que, durante a pandemia do novo coronavírus, lidar com problemas de saúde mental é a maior preocupação para 44% das lésbicas, 34% dos gays, 47% das pessoas bissexuais e pansexuais e 42% das transexuais. O levantamento mostra também que a taxa de desemprego entre elas é de 21,6%, enquanto na população brasileira em geral é de 12,2% segundo o IBGE.</p>
<p>Os problemas de convívio familiar foram citados como a maior dificuldade durante o isolamento social por 10% dos ouvidos pela pesquisa. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, a demógrafa Fernanda De Lena, integrante do #VoteLGBT e uma das coordenadoras do estudo, apresenta mais detalhes sobre a pesquisa e suas implicações. </p>]]>
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<p>Os problemas de convívio familiar foram citados como a maior dificuldade durante o isolamento social por 10% dos ouvidos pela pesquisa. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, a demógrafa Fernanda De Lena, integrante do #VoteLGBT e uma das coordenadoras do estudo, apresenta mais detalhes sobre a pesquisa e suas implicações. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 21 May 2020 09:40:37 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>Uma pesquisa do coletivo #VoteLGBT recém-divulgada revelou que, durante a pandemia do novo coronavírus, lidar com problemas de saúde mental é a maior preocupação para 44% das lésbicas, 34% dos gays, 47% das pessoas bissexuais e pansexuais e 42% das transexuais. O levantamento mostra também que a taxa de desemprego entre elas é de 21,6%, enquanto na população brasileira em geral é de 12,2% segundo o IBGE.
Os problemas de convívio familiar foram citados como a maior dificuldade durante o isolamento social por 10% dos ouvidos pela pesquisa. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, a demógrafa Fernanda De Lena, integrante do #VoteLGBT e uma das coordenadoras do estudo, apresenta mais detalhes sobre a pesquisa e suas implicações. </itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Uma pesquisa do coletivo #VoteLGBT recém-divulgada revelou que, durante a pandemia do novo coronavírus, lidar com problemas de saúde mental é a maior preocupação para 44% das lésbicas, 34% dos gays, 47% das pessoas bissexuais e pansexuais e 42% das transe</itunes:subtitle>
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      <title>O projeto de vacina contra o novo coronavírus que tem participação da UFMG</title>
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        <![CDATA[<p>Existe um esforço global em busca de uma vacina contra o novo coronavírus envolvendo centenas de iniciativas mundo afora. O Brasil também tem suas representantes, uma delas envolvendo a UFMG. Além da universidade mineira, integram o grupo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Instituto Butantã e a Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p>O projeto trabalha para sintetizar uma vacina a partir de uma versão atenuada do vírus influenza, causador da gripe. Um dos líderes do projeto e professor do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG, Ricardo Gazzinelli (que também é presidente da Sociedade Brasileira de Imunologia, coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Vacinas e pesquisador da Fiocruz) explica, neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, como funciona a pesquisa, em que estágio ela está e quanto tempo ainda deve levar. Além disso, ele fala da importância de existir um projeto brasileiro de vacina. </p>]]>
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<p>O projeto trabalha para sintetizar uma vacina a partir de uma versão atenuada do vírus influenza, causador da gripe. Um dos líderes do projeto e professor do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG, Ricardo Gazzinelli (que também é presidente da Sociedade Brasileira de Imunologia, coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Vacinas e pesquisador da Fiocruz) explica, neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, como funciona a pesquisa, em que estágio ela está e quanto tempo ainda deve levar. Além disso, ele fala da importância de existir um projeto brasileiro de vacina. </p>]]>
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      <pubDate>Sat, 16 May 2020 21:38:21 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>Existe um esforço global em busca de uma vacina contra o novo coronavírus envolvendo centenas de iniciativas mundo afora. O Brasil também tem suas representantes, uma delas envolvendo a UFMG. Além da universidade mineira, integram o grupo a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Instituto Butantã e a Universidade de São Paulo (USP).
O projeto trabalha para sintetizar uma vacina a partir de uma versão atenuada do vírus influenza, causador da gripe. Um dos líderes do projeto e professor do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG, Ricardo Gazzinelli (que também é presidente da Sociedade Brasileira de Imunologia, coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Vacinas e pesquisador da Fiocruz) explica, neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, como funciona a pesquisa, em que estágio ela está e quanto tempo ainda deve levar. Além disso, ele fala da importância de existir um projeto brasileiro de vacina. </itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Existe um esforço global em busca de uma vacina contra o novo coronavírus envolvendo centenas de iniciativas mundo afora. O Brasil também tem suas representantes, uma delas envolvendo a UFMG. Além da universidade mineira, integram o grupo a Fundação Oswal</itunes:subtitle>
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      <title>Como a pandemia pode fazer a bicicleta ser priorizada na mobilidade urbana</title>
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        <![CDATA[<p>Desde que o novo coronavírus se espalhou pelo mundo,  desencadeando uma pandemia, muitos dos nossos comportamentos têm sido revistos. Algumas dessas mudanças têm relação muito direta com a transmissão do vírus, como o reforço dos hábitos de higiene. Outras também têm a ver com ela, mas de uma forma menos óbvia.</p>
<p>É o caso do incentivo ao uso das bicicletas como alternativa de mobilidade urbana. Diferentes cidades do mundo têm feito ações para que seus moradores as adotem como modal de transporte. Países inteiros como França e Reino Unido também estão investindo muito dinheiro para que seja feita essa transição, que é assunto deste episódio do Tempo Hábil Entrevista. A conversa é com o pesquisador do departamento de geografia da UFMG Guilherme Tampieri.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Desde que o novo coronavírus se espalhou pelo mundo,  desencadeando uma pandemia, muitos dos nossos comportamentos têm sido revistos. Algumas dessas mudanças têm relação muito direta com a transmissão do vírus, como o reforço dos hábitos de higiene. Outras também têm a ver com ela, mas de uma forma menos óbvia.</p>
<p>É o caso do incentivo ao uso das bicicletas como alternativa de mobilidade urbana. Diferentes cidades do mundo têm feito ações para que seus moradores as adotem como modal de transporte. Países inteiros como França e Reino Unido também estão investindo muito dinheiro para que seja feita essa transição, que é assunto deste episódio do Tempo Hábil Entrevista. A conversa é com o pesquisador do departamento de geografia da UFMG Guilherme Tampieri.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 14 May 2020 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>Desde que o novo coronavírus se espalhou pelo mundo,  desencadeando uma pandemia, muitos dos nossos comportamentos têm sido revistos. Algumas dessas mudanças têm relação muito direta com a transmissão do vírus, como o reforço dos hábitos de higiene. Outras também têm a ver com ela, mas de uma forma menos óbvia.
É o caso do incentivo ao uso das bicicletas como alternativa de mobilidade urbana. Diferentes cidades do mundo têm feito ações para que seus moradores as adotem como modal de transporte. Países inteiros como França e Reino Unido também estão investindo muito dinheiro para que seja feita essa transição, que é assunto deste episódio do Tempo Hábil Entrevista. A conversa é com o pesquisador do departamento de geografia da UFMG Guilherme Tampieri.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Desde que o novo coronavírus se espalhou pelo mundo,  desencadeando uma pandemia, muitos dos nossos comportamentos têm sido revistos. Algumas dessas mudanças têm relação muito direta com a transmissão do vírus, como o reforço dos hábitos de higiene. Outra</itunes:subtitle>
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      <title>A pandemia como marco para o fim do século XX</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Em pouco mais de quatro meses, o coronavírus SARS-Cov-2 virou o mundo de cabeça pra baixo. Em tão pouco tempo, transformou a forma como bilhões de pessoas se comunicam – palavras como pandemia, quarentena, isolamento entraram para o léxico do cotidiano –, trabalham, se relacionam. Mudanças tão drásticas não deixam dúvidas de que vivemos um momento histórico.</p>
<p>Se é difícil saber o que será de nós quando tudo isso acabar, é possível analisar o que nos trouxe até aqui. A antropóloga e historiadora Lilia Schwarcz defende que só agora o século XX se aproxima do fim e que o XXI só vai começar quando superarmos a pandemia. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, ela, que é professora da USP, da Universidade de Princeton, nos EUA, e curadora adjunta do Masp, explica o contexto dessa proposição e as implicações que ela traz. </p>]]>
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<p>Se é difícil saber o que será de nós quando tudo isso acabar, é possível analisar o que nos trouxe até aqui. A antropóloga e historiadora Lilia Schwarcz defende que só agora o século XX se aproxima do fim e que o XXI só vai começar quando superarmos a pandemia. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, ela, que é professora da USP, da Universidade de Princeton, nos EUA, e curadora adjunta do Masp, explica o contexto dessa proposição e as implicações que ela traz. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 08 May 2020 21:52:04 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>Em pouco mais de quatro meses, o coronavírus SARS-Cov-2 virou o mundo de cabeça pra baixo. Em tão pouco tempo, transformou a forma como bilhões de pessoas se comunicam – palavras como pandemia, quarentena, isolamento entraram para o léxico do cotidiano –, trabalham, se relacionam. Mudanças tão drásticas não deixam dúvidas de que vivemos um momento histórico.
Se é difícil saber o que será de nós quando tudo isso acabar, é possível analisar o que nos trouxe até aqui. A antropóloga e historiadora Lilia Schwarcz defende que só agora o século XX se aproxima do fim e que o XXI só vai começar quando superarmos a pandemia. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, ela, que é professora da USP, da Universidade de Princeton, nos EUA, e curadora adjunta do Masp, explica o contexto dessa proposição e as implicações que ela traz. </itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Em pouco mais de quatro meses, o coronavírus SARS-Cov-2 virou o mundo de cabeça pra baixo. Em tão pouco tempo, transformou a forma como bilhões de pessoas se comunicam – palavras como pandemia, quarentena, isolamento entraram para o léxico do cotidiano –,</itunes:subtitle>
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      <title>O que falta pra vacina contra a Covid-19 e o que precisamos além dela</title>
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        <![CDATA[<p>Dia após dia surgem notícias sobre o avanço de pesquisas para o desenvolvimento de uma vacina contra a Covid-19. Algumas delas, já saíram da fase laboratorial e se encontram na etapa de testes. Isso enche as pessoas de esperança, mas ao mesmo tempo os especialistas alertam que ainda que os processos possam ser acelerados, a produção de uma vacina eficaz e segura necessariamente demanda tempo.</p>
<p>Por outro lado, encontrar a fórmula da vacina é só o primeiro passo, uma vez que após isso será necessário imunizar quase 8 bilhões de pessoas. Sem contar que a vacina sozinha não resolve todos os problemas relacionados à pandemia. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, a coordenadora do Núcleo de Estudo da História da Ciência e da Técnica da UFMG Myriam Bahia Lopes discute essas e outras questões. Ouça!</p>]]>
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<p>Por outro lado, encontrar a fórmula da vacina é só o primeiro passo, uma vez que após isso será necessário imunizar quase 8 bilhões de pessoas. Sem contar que a vacina sozinha não resolve todos os problemas relacionados à pandemia. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, a coordenadora do Núcleo de Estudo da História da Ciência e da Técnica da UFMG Myriam Bahia Lopes discute essas e outras questões. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 06 May 2020 19:56:01 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Por outro lado, encontrar a fórmula da vacina é só o primeiro passo, uma vez que após isso será necessário imunizar quase 8 bilhões de pessoas. Sem contar que a vacina sozinha não resolve todos os problemas relacionados à pandemia. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, a coordenadora do Núcleo de Estudo da História da Ciência e da Técnica da UFMG Myriam Bahia Lopes discute essas e outras questões. Ouça!</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Dia após dia surgem notícias sobre o avanço de pesquisas para o desenvolvimento de uma vacina contra a Covid-19. Algumas delas, já saíram da fase laboratorial e se encontram na etapa de testes. Isso enche as pessoas de esperança, mas ao mesmo tempo os esp</itunes:subtitle>
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      <title>Por que é preciso ir além do achatamento da curva</title>
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        <![CDATA[Já é consenso que o chamado achatamento da curva de contágio, ou seja, a distribuição do número de infectados em um intervalo de tempo mais longo, é uma meta no enfrentamento ao novo coronavírus, uma vez que só ela é capaz de evitar o colapso do sistema de saúde. Porém, as medidas tomadas pelos governantes não podem ter esse como único foco de suas ações, sob o risco de deixar sem solução outros problemas causados pela pandemia.<br>Na última semana, foi lançada a PoliMap, uma plataforma aberta, transnacional e multidisciplinar, cujo objetivo é formar uma base de dados sobre as políticas públicas que vêm sendo adotadas em diversos países do mundo para lidar com a Covid-19. O grupo responsável pelo trabalho reúne mais de 50 pesquisadores e propõe um modo de olhar para essas políticas mais abrangente. Professora de Relações Econômicas Internacionais da UFMG, Fernanda Cimini coordena o grupo responsável pela inserção das informações relativas ao  Brasil e é a entrevistada deste episódio do Tempo Hábil Entrevista. Ouça!]]>
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        <![CDATA[Já é consenso que o chamado achatamento da curva de contágio, ou seja, a distribuição do número de infectados em um intervalo de tempo mais longo, é uma meta no enfrentamento ao novo coronavírus, uma vez que só ela é capaz de evitar o colapso do sistema de saúde. Porém, as medidas tomadas pelos governantes não podem ter esse como único foco de suas ações, sob o risco de deixar sem solução outros problemas causados pela pandemia.<br>Na última semana, foi lançada a PoliMap, uma plataforma aberta, transnacional e multidisciplinar, cujo objetivo é formar uma base de dados sobre as políticas públicas que vêm sendo adotadas em diversos países do mundo para lidar com a Covid-19. O grupo responsável pelo trabalho reúne mais de 50 pesquisadores e propõe um modo de olhar para essas políticas mais abrangente. Professora de Relações Econômicas Internacionais da UFMG, Fernanda Cimini coordena o grupo responsável pela inserção das informações relativas ao  Brasil e é a entrevistada deste episódio do Tempo Hábil Entrevista. Ouça!]]>
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      <pubDate>Sat, 02 May 2020 14:08:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>O caso Pugliesi e a relação das personalidades com a adesão ao isolamento social</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Em artigo publicado recentemente na revista científica “Trends in Psychiatry and Psychotherapy”, um grupo de pesquisadores do Laboratório de Avaliação Psicológica e Educacional da Universidade São Francisco (USF) demonstrou que existe uma relação entre os diferentes perfis de personalidade e o cumprimento ou não das medidas de contenção da pandemia do novo coronavírus. </p>
<p>Paralelamente, vemos no Brasil uma crescente queda na adesão às medidas de isolamento social, o que culminou, no último fim de semana, no caso da influenciadora digital Gabriela Pugliesi, que deu uma festa em sua casa no meio da quarentena. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista o pesquisador e professor da pós-graduação em psicologia da USF Lucas de Francisco Carvalho apresenta os resultados do estudo liderado por ele e explica por que é importante que todos cumpram as medidas de isolamento, independente de suas personalidades ou de não estarem se colocando individualmente em risco. Ouça!</p>]]>
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<p>Paralelamente, vemos no Brasil uma crescente queda na adesão às medidas de isolamento social, o que culminou, no último fim de semana, no caso da influenciadora digital Gabriela Pugliesi, que deu uma festa em sua casa no meio da quarentena. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista o pesquisador e professor da pós-graduação em psicologia da USF Lucas de Francisco Carvalho apresenta os resultados do estudo liderado por ele e explica por que é importante que todos cumpram as medidas de isolamento, independente de suas personalidades ou de não estarem se colocando individualmente em risco. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 29 Apr 2020 17:14:37 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Paralelamente, vemos no Brasil uma crescente queda na adesão às medidas de isolamento social, o que culminou, no último fim de semana, no caso da influenciadora digital Gabriela Pugliesi, que deu uma festa em sua casa no meio da quarentena. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista o pesquisador e professor da pós-graduação em psicologia da USF Lucas de Francisco Carvalho apresenta os resultados do estudo liderado por ele e explica por que é importante que todos cumpram as medidas de isolamento, independente de suas personalidades ou de não estarem se colocando individualmente em risco. Ouça!</itunes:summary>
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      <title>Os impactos da pandemia sobre os sonhos das pessoas</title>
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        <![CDATA[<p>Desde o início da quarentena motivada pelo novo coronavírus, têm sido frequentes os relatos de pessoas sobre estarem sonhando mais, sonhos mais vívidos e também de maior ocorrência de pesadelos. Se parece natural que um evento de tal magnitude mexa com o inconsciente, um grupo de pesquisadores brasileiros tem se dedicado a investigar quais são os impactos da pandemia no sonho das pessoas.</p>
<p>Professores da USP, da UFRGS e da UFMG têm colhido relatos de sonhos de profissionais de saúde e de educação para avaliar quais são esses efeitos. O trabalho integra uma pesquisa mais ampla, iniciada em 2019, que pretende analisar a função coletiva do sonho, e como questões políticas e sociais interferem na forma de sonhar. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, o psicanalista, professor titular do Instituto de Psicologia da USP e um dos coordenadores do estudo Christian Dunker explica dos detalhes do trabalho. Ouça!</p>]]>
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<p>Professores da USP, da UFRGS e da UFMG têm colhido relatos de sonhos de profissionais de saúde e de educação para avaliar quais são esses efeitos. O trabalho integra uma pesquisa mais ampla, iniciada em 2019, que pretende analisar a função coletiva do sonho, e como questões políticas e sociais interferem na forma de sonhar. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, o psicanalista, professor titular do Instituto de Psicologia da USP e um dos coordenadores do estudo Christian Dunker explica dos detalhes do trabalho. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 25 Apr 2020 20:44:52 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Professores da USP, da UFRGS e da UFMG têm colhido relatos de sonhos de profissionais de saúde e de educação para avaliar quais são esses efeitos. O trabalho integra uma pesquisa mais ampla, iniciada em 2019, que pretende analisar a função coletiva do sonho, e como questões políticas e sociais interferem na forma de sonhar. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, o psicanalista, professor titular do Instituto de Psicologia da USP e um dos coordenadores do estudo Christian Dunker explica dos detalhes do trabalho. Ouça!</itunes:summary>
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      <title>Violência doméstica em tempos de pandemia</title>
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        <![CDATA[<p>É um fenômeno global: o aumento da violência doméstica após a  determinação de medidas de isolamento e distanciamento social para  combater o novo coronavírus – ou seja, quando as pessoas começaram a  passar mais tempo em casa – foi observado em diversos países. Entre  eles, a China, a França e, claro, o Brasil.</p>
<p>Para  falar sobre os contornos específicos desse fenômeno por aqui e também  sobre as ferramentas que as mulheres brasileiras possuem (ou não) para  enfrentar esse problema, o Tempo Hábil suspende temporariamente o  formato de entrevista e recebe a repórter Tatiana Lagoa para conduzir a  discussão. Ouça!</p>]]>
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<p>Para  falar sobre os contornos específicos desse fenômeno por aqui e também  sobre as ferramentas que as mulheres brasileiras possuem (ou não) para  enfrentar esse problema, o Tempo Hábil suspende temporariamente o  formato de entrevista e recebe a repórter Tatiana Lagoa para conduzir a  discussão. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 22 Apr 2020 16:23:40 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Para  falar sobre os contornos específicos desse fenômeno por aqui e também  sobre as ferramentas que as mulheres brasileiras possuem (ou não) para  enfrentar esse problema, o Tempo Hábil suspende temporariamente o  formato de entrevista e recebe a repórter Tatiana Lagoa para conduzir a  discussão. Ouça!</itunes:summary>
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      <title>Quarentena intermitente até 2022 e nossas perspectivas de futuro</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Há alguns dias, a “Science”, um dos periódicos científicos mais renomados do mundo, publicou um estudo, feito por pesquisadores da Universidade de Harvard, nos EUA, que projetava uma possível necessidade de quarentena intermitente até o ano de 2022, quando o novo coronavírus deixaria de ser uma ameaça. Muita gente se assombrou com a possibilidade, afinal “quando tudo isso vai acabar?” é uma questão que, em maior ou menor grau, deve estar povoando a cabeça da maioria dos habitantes do planeta. </p>
<p>Para entender melhor o que de fato o que o estudo de Harvard acrescentou ao universo de conhecimento sobre a pandemia da Covid-19 e tentar traçar alguns caminhos para o futuro a curto e médio prazo, o Tempo Hábil Entrevista falou com o médico, advogado, professor da Faculdade IBCMED e pesquisador do Núcleo de Pesquisa em Direito Sanitário da USP, Daniel Dourado. Ouça!</p>]]>
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<p>Para entender melhor o que de fato o que o estudo de Harvard acrescentou ao universo de conhecimento sobre a pandemia da Covid-19 e tentar traçar alguns caminhos para o futuro a curto e médio prazo, o Tempo Hábil Entrevista falou com o médico, advogado, professor da Faculdade IBCMED e pesquisador do Núcleo de Pesquisa em Direito Sanitário da USP, Daniel Dourado. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 18 Apr 2020 12:03:30 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Para entender melhor o que de fato o que o estudo de Harvard acrescentou ao universo de conhecimento sobre a pandemia da Covid-19 e tentar traçar alguns caminhos para o futuro a curto e médio prazo, o Tempo Hábil Entrevista falou com o médico, advogado, professor da Faculdade IBCMED e pesquisador do Núcleo de Pesquisa em Direito Sanitário da USP, Daniel Dourado. Ouça!</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Há alguns dias, a “Science”, um dos periódicos científicos mais renomados do mundo, publicou um estudo, feito por pesquisadores da Universidade de Harvard, nos EUA, que projetava uma possível necessidade de quarentena intermitente até o ano de 2022, quand</itunes:subtitle>
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      <title>Coronavírus: a situação favorável de BH e as razões por que não podemos relaxar</title>
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        <![CDATA[<p>Ainda que esteja acima da média nacional em termos de incidência de casos, Belo Horizonte está longe da situação limite que outras capitais como Fortaleza, São Paulo e Manaus vivem em relação à pandemia do novo coronavírus. O quadro controlado é fruto das medidas adotadas precocemente e de maneira acertada pelas autoridades da cidade. </p>
<p>Isso não significa, porém, que estamos próximos de relaxar as medidas de isolamento e distanciamento social, ainda que haja pressão de alguns setores da sociedade. Pelo contrário, o prefeito Alexandre Kalil (PSD) anunciou que, na próxima sexta-feira, um decreto deve impor medidas mais duras, como a obrigatoriedade do uso de máscaras na rua. </p>
<p>Para fazer uma análise do cenário atual de Belo Horizonte e apontar quais devem ser nossos próximos passos, este episódio do Tempo Hábil Entrevista tem a participação do infectologista e integrante Comitê de Enfrentamento à Epidemia da Covid-19 da PBH, Estevão Urbano Silva. Ouça!</p>]]>
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<p>Isso não significa, porém, que estamos próximos de relaxar as medidas de isolamento e distanciamento social, ainda que haja pressão de alguns setores da sociedade. Pelo contrário, o prefeito Alexandre Kalil (PSD) anunciou que, na próxima sexta-feira, um decreto deve impor medidas mais duras, como a obrigatoriedade do uso de máscaras na rua. </p>
<p>Para fazer uma análise do cenário atual de Belo Horizonte e apontar quais devem ser nossos próximos passos, este episódio do Tempo Hábil Entrevista tem a participação do infectologista e integrante Comitê de Enfrentamento à Epidemia da Covid-19 da PBH, Estevão Urbano Silva. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 15 Apr 2020 13:20:13 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Isso não significa, porém, que estamos próximos de relaxar as medidas de isolamento e distanciamento social, ainda que haja pressão de alguns setores da sociedade. Pelo contrário, o prefeito Alexandre Kalil (PSD) anunciou que, na próxima sexta-feira, um decreto deve impor medidas mais duras, como a obrigatoriedade do uso de máscaras na rua. 
Para fazer uma análise do cenário atual de Belo Horizonte e apontar quais devem ser nossos próximos passos, este episódio do Tempo Hábil Entrevista tem a participação do infectologista e integrante Comitê de Enfrentamento à Epidemia da Covid-19 da PBH, Estevão Urbano Silva. Ouça!</itunes:summary>
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      <title>A bem-sucedida experiência de BH no combate à gripe espanhola</title>
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        <![CDATA[<p>Experiência traumática para a humanidade no século XX, a gripe espanhola é sempre lembrada pelo caos que provocou por onde passou. Não é para menos, afinal foram dezenas de milhões de mortos pelos quatro cantos do mundo. Aqui no Brasil, as histórias sobre corpos espalhados pelas ruas do Rio de Janeiro impressionam. Sozinha, a então capital do país registrou 15 mil das 35 mil mortes que houve no país, e teve dois terços de sua população – à época, de 910.000 pessoas – contaminada. </p>
<p>Ainda que tenha causado medo e impactado radicalmente a rotina das pessoas por onde passou, a Espanhola fez estragos menos catastróficos em alguns dos lugares onde chegou. Foi o caso de Belo Horizonte. A jovem capital mineira tinha 45 mil habitantes, dos quais um terço se contaminou. As mortes aqui não chegaram a 300. Se no Rio 1,65% dos moradores faleceu, aqui, essa taxa foi de 0,5%. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, a professora de história da UFMG Heloisa Starling conta em detalhes como BH lidou com a gripe espanhola e as razões do sucesso da cidade no controle da pandemia. Ouça!</p>]]>
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<p>Ainda que tenha causado medo e impactado radicalmente a rotina das pessoas por onde passou, a Espanhola fez estragos menos catastróficos em alguns dos lugares onde chegou. Foi o caso de Belo Horizonte. A jovem capital mineira tinha 45 mil habitantes, dos quais um terço se contaminou. As mortes aqui não chegaram a 300. Se no Rio 1,65% dos moradores faleceu, aqui, essa taxa foi de 0,5%. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, a professora de história da UFMG Heloisa Starling conta em detalhes como BH lidou com a gripe espanhola e as razões do sucesso da cidade no controle da pandemia. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 08 Apr 2020 12:45:41 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>Experiência traumática para a humanidade no século XX, a gripe espanhola é sempre lembrada pelo caos que provocou por onde passou. Não é para menos, afinal foram dezenas de milhões de mortos pelos quatro cantos do mundo. Aqui no Brasil, as histórias sobre corpos espalhados pelas ruas do Rio de Janeiro impressionam. Sozinha, a então capital do país registrou 15 mil das 35 mil mortes que houve no país, e teve dois terços de sua população – à época, de 910.000 pessoas – contaminada. 
Ainda que tenha causado medo e impactado radicalmente a rotina das pessoas por onde passou, a Espanhola fez estragos menos catastróficos em alguns dos lugares onde chegou. Foi o caso de Belo Horizonte. A jovem capital mineira tinha 45 mil habitantes, dos quais um terço se contaminou. As mortes aqui não chegaram a 300. Se no Rio 1,65% dos moradores faleceu, aqui, essa taxa foi de 0,5%. Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, a professora de história da UFMG Heloisa Starling conta em detalhes como BH lidou com a gripe espanhola e as razões do sucesso da cidade no controle da pandemia. Ouça!</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Experiência traumática para a humanidade no século XX, a gripe espanhola é sempre lembrada pelo caos que provocou por onde passou. Não é para menos, afinal foram dezenas de milhões de mortos pelos quatro cantos do mundo. Aqui no Brasil, as histórias sobre</itunes:subtitle>
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      <title>Coronavírus: o colapso do sistema funerário de Guayaquil, no Equador, e suas lições para o Brasil</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Nos últimos dias, as redes sociais foram inundadas de vídeos chocantes da cidade de Guayaquil, no Equador. Nas imagens, pessoas desesperadas porque têm cadáveres em suas casas, já que os serviços funerários têm demorado dias para recolhê-los. A ponto de algumas famílias terem que colocá-los na rua porque entraram em decomposição.</p>
<p>A má gestão da pandemia do novo coronavírus na cidade fez entrar em colapso não só o sistema de saúde, como também o funerário. Guayaquil, além de concentrar boa parte dos 3.368 casos e 145 mortes pela Covid-19, ainda tem um elevado grau de subnotificação. Diariamente, tem sido recebidas cerca de 150 solicitações de recolhimento de cadáveres em domicílios da cidade e, ainda que nem todos sejam vítimas do coronavírus, a maior parte tinha sintomas da infecção, porém morrem sem diagnóstico. </p>
<p>Como as coisas chegaram nesse ponto, de que maneira essa realidade se aproxima ou não da brasileira e que lições nós temos a tirar dessa experiência são o foco da discussão deste episódio, que tem como entrevistada a socióloga e professora da Universidade Federal da Fronteira Sul Letícia Barbosa. Ouça!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Nos últimos dias, as redes sociais foram inundadas de vídeos chocantes da cidade de Guayaquil, no Equador. Nas imagens, pessoas desesperadas porque têm cadáveres em suas casas, já que os serviços funerários têm demorado dias para recolhê-los. A ponto de algumas famílias terem que colocá-los na rua porque entraram em decomposição.</p>
<p>A má gestão da pandemia do novo coronavírus na cidade fez entrar em colapso não só o sistema de saúde, como também o funerário. Guayaquil, além de concentrar boa parte dos 3.368 casos e 145 mortes pela Covid-19, ainda tem um elevado grau de subnotificação. Diariamente, tem sido recebidas cerca de 150 solicitações de recolhimento de cadáveres em domicílios da cidade e, ainda que nem todos sejam vítimas do coronavírus, a maior parte tinha sintomas da infecção, porém morrem sem diagnóstico. </p>
<p>Como as coisas chegaram nesse ponto, de que maneira essa realidade se aproxima ou não da brasileira e que lições nós temos a tirar dessa experiência são o foco da discussão deste episódio, que tem como entrevistada a socióloga e professora da Universidade Federal da Fronteira Sul Letícia Barbosa. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 04 Apr 2020 03:24:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>Nos últimos dias, as redes sociais foram inundadas de vídeos chocantes da cidade de Guayaquil, no Equador. Nas imagens, pessoas desesperadas porque têm cadáveres em suas casas, já que os serviços funerários têm demorado dias para recolhê-los. A ponto de algumas famílias terem que colocá-los na rua porque entraram em decomposição.
A má gestão da pandemia do novo coronavírus na cidade fez entrar em colapso não só o sistema de saúde, como também o funerário. Guayaquil, além de concentrar boa parte dos 3.368 casos e 145 mortes pela Covid-19, ainda tem um elevado grau de subnotificação. Diariamente, tem sido recebidas cerca de 150 solicitações de recolhimento de cadáveres em domicílios da cidade e, ainda que nem todos sejam vítimas do coronavírus, a maior parte tinha sintomas da infecção, porém morrem sem diagnóstico. 
Como as coisas chegaram nesse ponto, de que maneira essa realidade se aproxima ou não da brasileira e que lições nós temos a tirar dessa experiência são o foco da discussão deste episódio, que tem como entrevistada a socióloga e professora da Universidade Federal da Fronteira Sul Letícia Barbosa. Ouça!</itunes:summary>
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      <title>Por que a Coreia do Sul virou exemplo de controle do coronavírus no mundo?</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Nas últimas semanas, sempre que se fala em sucesso no combate ao novo coronavírus, o nome da Coreia do Sul aparece. O país foi elogiado inclusive pelo diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, que encorajou os outras nações do mundo a aplicar “as lições aprendidas com a Coreia do Sul”.</p>
<p>O país tem menos de 10 mil casos confirmados de Covid-19 e pouco mais de 150 mortes. A realização de testes em massa e a rapidez em identificar e isolar pessoas contaminadas são algumas das razões citadas com frequência para justificar o êxito sul-coreano. O uso da tecnologia – para monitorar os cidadãos infectados e também alertar aos moradores de uma região quando um novo caso aparece entre eles – também vem sendo elogiado, mas ao mesmo tempo desperta debates sobre os limites da vigilância do governo sobre as pessoas e violação de privacidade.</p>
<p>O que mais explica o sucesso da Coreia do Sul na estratégia de enfrentamento ao coronavírus? Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, três pessoas ajudam a entender: dois brasileiros que moram na Coreia, a estudante Vitoria Baldan, 24, e o professor universitário Henrique Teixeira, 35, contam suas experiências e percepções a respeito do trato do país com a pandemia; na segunda parte, o professor de economia da Universidade Federal da Integração Latino-Americana Rodrigo Luiz Medeiros Silva, que é especialista em Coreia do Sul, apresenta um contexto mais amplo. Ouça!</p>
<p><br></p>]]>
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<p>O país tem menos de 10 mil casos confirmados de Covid-19 e pouco mais de 150 mortes. A realização de testes em massa e a rapidez em identificar e isolar pessoas contaminadas são algumas das razões citadas com frequência para justificar o êxito sul-coreano. O uso da tecnologia – para monitorar os cidadãos infectados e também alertar aos moradores de uma região quando um novo caso aparece entre eles – também vem sendo elogiado, mas ao mesmo tempo desperta debates sobre os limites da vigilância do governo sobre as pessoas e violação de privacidade.</p>
<p>O que mais explica o sucesso da Coreia do Sul na estratégia de enfrentamento ao coronavírus? Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, três pessoas ajudam a entender: dois brasileiros que moram na Coreia, a estudante Vitoria Baldan, 24, e o professor universitário Henrique Teixeira, 35, contam suas experiências e percepções a respeito do trato do país com a pandemia; na segunda parte, o professor de economia da Universidade Federal da Integração Latino-Americana Rodrigo Luiz Medeiros Silva, que é especialista em Coreia do Sul, apresenta um contexto mais amplo. Ouça!</p>
<p><br></p>]]>
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      <pubDate>Wed, 01 Apr 2020 11:31:48 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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O país tem menos de 10 mil casos confirmados de Covid-19 e pouco mais de 150 mortes. A realização de testes em massa e a rapidez em identificar e isolar pessoas contaminadas são algumas das razões citadas com frequência para justificar o êxito sul-coreano. O uso da tecnologia – para monitorar os cidadãos infectados e também alertar aos moradores de uma região quando um novo caso aparece entre eles – também vem sendo elogiado, mas ao mesmo tempo desperta debates sobre os limites da vigilância do governo sobre as pessoas e violação de privacidade.
O que mais explica o sucesso da Coreia do Sul na estratégia de enfrentamento ao coronavírus? Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, três pessoas ajudam a entender: dois brasileiros que moram na Coreia, a estudante Vitoria Baldan, 24, e o professor universitário Henrique Teixeira, 35, contam suas experiências e percepções a respeito do trato do país com a pandemia; na segunda parte, o professor de economia da Universidade Federal da Integração Latino-Americana Rodrigo Luiz Medeiros Silva, que é especialista em Coreia do Sul, apresenta um contexto mais amplo. Ouça!</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Nas últimas semanas, sempre que se fala em sucesso no combate ao novo coronavírus, o nome da Coreia do Sul aparece. O país foi elogiado inclusive pelo diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, que encorajou os outras naçõe</itunes:subtitle>
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      <title>Coronavírus: os desafios da primeira pandemia na era das redes sociais</title>
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        <![CDATA[<p>A expansão do novo coronavírus não é a primeira e provavelmente não vai ser a última pandemia enfrentada pela humanidade. Mas é a primeira vez em que uma doença se espalha pelo mundo num contexto de hiperconexão, em que estamos o dia inteiro grudados nos celulares. Se por um lado a informação circula de modo muito rápido, a desinformação atinge as pessoas na mesma velocidade. Se as fake news já eram um problema antes disso, agora, diante de um grande problema de saúde pública, elas colocam literalmente em risco as vidas das pessoas. </p>
<p>Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, o professor da UFMG e integrante da Sociedade Brasileira de Imunologia fala sobre os desafios de se enfrentar uma pandemia, na era das redes sociais e da desinformação. Como lidar com o grande volume de fake news circulando e se multiplicando diariamente? E quão danosas elas podem ser, considerando que vidas podem ser postas em perigo? Ouça!</p>]]>
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<p>Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, o professor da UFMG e integrante da Sociedade Brasileira de Imunologia fala sobre os desafios de se enfrentar uma pandemia, na era das redes sociais e da desinformação. Como lidar com o grande volume de fake news circulando e se multiplicando diariamente? E quão danosas elas podem ser, considerando que vidas podem ser postas em perigo? Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 27 Mar 2020 21:12:36 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Neste episódio do Tempo Hábil Entrevista, o professor da UFMG e integrante da Sociedade Brasileira de Imunologia fala sobre os desafios de se enfrentar uma pandemia, na era das redes sociais e da desinformação. Como lidar com o grande volume de fake news circulando e se multiplicando diariamente? E quão danosas elas podem ser, considerando que vidas podem ser postas em perigo? Ouça!</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A expansão do novo coronavírus não é a primeira e provavelmente não vai ser a última pandemia enfrentada pela humanidade. Mas é a primeira vez em que uma doença se espalha pelo mundo num contexto de hiperconexão, em que estamos o dia inteiro grudados nos </itunes:subtitle>
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      <title>Hidroxicloroquina, cloroquina e a relação do novo coronavírus com medicamentos</title>
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        <![CDATA[<p>No primeiro episódio do Tempo Hábil Entrevistas, conversamos com o infectologista e professor de clínica médica da Faculdade de Medicina da UFMG Mateus Westin sobre o que há de conclusivo sobre o uso de medicamentos como a hidroxicloroquina e a cloroquina no tratamento da Covid-19. A discussão é motivada por falas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e do brasileiro Jair Bolsonaro, que fizeram aumentar o interesse por essas substâncias, não só nas buscas na internet como também nas farmácias, o que comprometeu, inclusive, a rotina que quem precisa utilizá-los de maneira contínua – pessoas com lúpus ou artrite reumatoide, por exemplo.</p>
<p>Na conversa, falamos também sobre o porquê de a Organização Mundial de Saúde ter recomendado que não se usasse o ibuprofeno no tratamento dos sintomas da Covid-19 e depois voltou atrás, e também sobre a relação do novo coronavírus com medicamentos para controle de diabetes, hipertensão e insuficiência cardíaca, além do como devem proceder as pessoas que fazem uso desses remédios. Ouça!</p>]]>
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<p>Na conversa, falamos também sobre o porquê de a Organização Mundial de Saúde ter recomendado que não se usasse o ibuprofeno no tratamento dos sintomas da Covid-19 e depois voltou atrás, e também sobre a relação do novo coronavírus com medicamentos para controle de diabetes, hipertensão e insuficiência cardíaca, além do como devem proceder as pessoas que fazem uso desses remédios. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 24 Mar 2020 21:49:16 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Na conversa, falamos também sobre o porquê de a Organização Mundial de Saúde ter recomendado que não se usasse o ibuprofeno no tratamento dos sintomas da Covid-19 e depois voltou atrás, e também sobre a relação do novo coronavírus com medicamentos para controle de diabetes, hipertensão e insuficiência cardíaca, além do como devem proceder as pessoas que fazem uso desses remédios. Ouça!</itunes:summary>
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      <title>Brasileiros deportados dos EUA e a cultura de migração em Minas Gerais</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Desde outubro de 2019 e com mais frequência no início de 2020, o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte tem recebido aviões fretados pelo governo dos Estados Unidos, trazendo brasileiros deportados. Nesta sexta (13), chega o 9 voo e mais de 500 pessoas já foram devolvidas ao país. Os retornos compulsórios recentes têm a ver com a entrada em vigor de um acordo entre Estados Unidos e Brasil que facilita deportações, eliminando trâmites burocráticos.</p>
<p>Por que esses voos têm vindo pra Confins? Como se formou uma cultura de migração na região de Governador Valadares? O que o governo Donald Trump tem a ver com isso e como as eleições de 2020 nos EUA podem afetar esse cenário? De que forma esses deportados estão sendo tratados fora do Brasil e quando retornam ao país? O que o governo brasileiro está fazendo por essas pessoas e como deveria estar agindo para reinseri-las na sociedade?</p>
<p>O podcast Tempo Hábil desta semana trata dessas e também de outras questões. Ouça!</p>]]>
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<p>Por que esses voos têm vindo pra Confins? Como se formou uma cultura de migração na região de Governador Valadares? O que o governo Donald Trump tem a ver com isso e como as eleições de 2020 nos EUA podem afetar esse cenário? De que forma esses deportados estão sendo tratados fora do Brasil e quando retornam ao país? O que o governo brasileiro está fazendo por essas pessoas e como deveria estar agindo para reinseri-las na sociedade?</p>
<p>O podcast Tempo Hábil desta semana trata dessas e também de outras questões. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 12 Mar 2020 11:39:18 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>Desde outubro de 2019 e com mais frequência no início de 2020, o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte tem recebido aviões fretados pelo governo dos Estados Unidos, trazendo brasileiros deportados. Nesta sexta (13), chega o 9 voo e mais de 500 pessoas já foram devolvidas ao país. Os retornos compulsórios recentes têm a ver com a entrada em vigor de um acordo entre Estados Unidos e Brasil que facilita deportações, eliminando trâmites burocráticos.
Por que esses voos têm vindo pra Confins? Como se formou uma cultura de migração na região de Governador Valadares? O que o governo Donald Trump tem a ver com isso e como as eleições de 2020 nos EUA podem afetar esse cenário? De que forma esses deportados estão sendo tratados fora do Brasil e quando retornam ao país? O que o governo brasileiro está fazendo por essas pessoas e como deveria estar agindo para reinseri-las na sociedade?
O podcast Tempo Hábil desta semana trata dessas e também de outras questões. Ouça!</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Desde outubro de 2019 e com mais frequência no início de 2020, o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte tem recebido aviões fretados pelo governo dos Estados Unidos, trazendo brasileiros deportados. Nesta sexta (13), chega o 9 voo e mais de 500 pessoas</itunes:subtitle>
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      <title>O complicado caso da ressocialização do goleiro Bruno</title>
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        <![CDATA[<p>Condenado pelo sequestro e assassinato da modelo Eliza Samudio, realizados em junho de 2010, o goleiro Bruno Fernandes atualmente cumpre pena de 20 anos e nove meses em regime domiciliar na cidade de Varginha, no Sul do Estado. Desde antes de conseguir a progressão, o jogador vem tentando retornar aos gramados, mas a repercussão negativa de tê-lo em seu elenco tem feito sucessivos clubes recuarem do interesse por sua contratação. </p>
<p>Um caso como esse suscita questões de diversas ordens, entre elas o crescente protagonismo do combate à violência de gênero na sociedade, a forma como a masculinidade é expressa no futebol, a ressocialização pela via profissional após um caso emblemático e de ampla repercussão como esse e até mesmo como essa discussão se insere no contexto mais amplo do sistema prisional brasileiro. Todas elas são tratadas no episódio desta semana do podcast Tempo Hábil. Ouça!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Condenado pelo sequestro e assassinato da modelo Eliza Samudio, realizados em junho de 2010, o goleiro Bruno Fernandes atualmente cumpre pena de 20 anos e nove meses em regime domiciliar na cidade de Varginha, no Sul do Estado. Desde antes de conseguir a progressão, o jogador vem tentando retornar aos gramados, mas a repercussão negativa de tê-lo em seu elenco tem feito sucessivos clubes recuarem do interesse por sua contratação. </p>
<p>Um caso como esse suscita questões de diversas ordens, entre elas o crescente protagonismo do combate à violência de gênero na sociedade, a forma como a masculinidade é expressa no futebol, a ressocialização pela via profissional após um caso emblemático e de ampla repercussão como esse e até mesmo como essa discussão se insere no contexto mais amplo do sistema prisional brasileiro. Todas elas são tratadas no episódio desta semana do podcast Tempo Hábil. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 05 Mar 2020 09:28:40 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>Condenado pelo sequestro e assassinato da modelo Eliza Samudio, realizados em junho de 2010, o goleiro Bruno Fernandes atualmente cumpre pena de 20 anos e nove meses em regime domiciliar na cidade de Varginha, no Sul do Estado. Desde antes de conseguir a progressão, o jogador vem tentando retornar aos gramados, mas a repercussão negativa de tê-lo em seu elenco tem feito sucessivos clubes recuarem do interesse por sua contratação. 
Um caso como esse suscita questões de diversas ordens, entre elas o crescente protagonismo do combate à violência de gênero na sociedade, a forma como a masculinidade é expressa no futebol, a ressocialização pela via profissional após um caso emblemático e de ampla repercussão como esse e até mesmo como essa discussão se insere no contexto mais amplo do sistema prisional brasileiro. Todas elas são tratadas no episódio desta semana do podcast Tempo Hábil. Ouça!</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Condenado pelo sequestro e assassinato da modelo Eliza Samudio, realizados em junho de 2010, o goleiro Bruno Fernandes atualmente cumpre pena de 20 anos e nove meses em regime domiciliar na cidade de Varginha, no Sul do Estado. Desde antes de conseguir a </itunes:subtitle>
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      <title>A história do Carnaval de BH, dos primórdios até a atualidade</title>
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        <![CDATA[<p>É bastante comum se ouvir dizer que Belo Horizonte era uma cidade sem Carnaval, sobretudo desde que a capital passou a acumular sucessivos recordes de público nessa época nos últimos anos. Mas esse é um entendimento equivocado. O que a história mostra é que, na verdade, existe Carnaval em BH antes mesmo de existir BH, já que desde a época do Curral del Rei há registros dos modos como a folia era praticada por aqui.</p>
<p>Neste episódio do podcast Tempo Hábil, ouvimos historiadores e foliões que viveram outras épocas do Carnaval belo-horizontino para tentar formar uma linha do tempo com as várias fases e formas que a festa já teve por aqui, desde os entrudos e grandes sociedades da virada do século XIX para o XX até a retomada dos blocos de rua na última década. Ouça!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>É bastante comum se ouvir dizer que Belo Horizonte era uma cidade sem Carnaval, sobretudo desde que a capital passou a acumular sucessivos recordes de público nessa época nos últimos anos. Mas esse é um entendimento equivocado. O que a história mostra é que, na verdade, existe Carnaval em BH antes mesmo de existir BH, já que desde a época do Curral del Rei há registros dos modos como a folia era praticada por aqui.</p>
<p>Neste episódio do podcast Tempo Hábil, ouvimos historiadores e foliões que viveram outras épocas do Carnaval belo-horizontino para tentar formar uma linha do tempo com as várias fases e formas que a festa já teve por aqui, desde os entrudos e grandes sociedades da virada do século XIX para o XX até a retomada dos blocos de rua na última década. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 20 Feb 2020 12:30:24 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>É bastante comum se ouvir dizer que Belo Horizonte era uma cidade sem Carnaval, sobretudo desde que a capital passou a acumular sucessivos recordes de público nessa época nos últimos anos. Mas esse é um entendimento equivocado. O que a história mostra é que, na verdade, existe Carnaval em BH antes mesmo de existir BH, já que desde a época do Curral del Rei há registros dos modos como a folia era praticada por aqui.
Neste episódio do podcast Tempo Hábil, ouvimos historiadores e foliões que viveram outras épocas do Carnaval belo-horizontino para tentar formar uma linha do tempo com as várias fases e formas que a festa já teve por aqui, desde os entrudos e grandes sociedades da virada do século XIX para o XX até a retomada dos blocos de rua na última década. Ouça!</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>É bastante comum se ouvir dizer que Belo Horizonte era uma cidade sem Carnaval, sobretudo desde que a capital passou a acumular sucessivos recordes de público nessa época nos últimos anos. Mas esse é um entendimento equivocado. O que a história mostra é q</itunes:subtitle>
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      <title>Conheça a primeira missão arqueológica brasileira no Egito</title>
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        <![CDATA[Fruto de uma parceria entre o governo egípcio, o Brasil e a Argentina, o Programa Arqueológico Brasileiro no Egito - Bape, na sigla em inglês (Brazilian Archaeological Program in Egypt) tem sede na Universidade Federal de Minas Gerais. Coordenado pelo professor do Departamento de Antropologia e Arqueologia da universidade José Roberto Pellini, o grupo realizou sua quinta missão no país entre dezembro de 2019, e janeiro de 2020. Lá, deram continuidade ao processo de escavação da Tumba Tebana 123 (TT-123). Lá, foi enterrado o escriba Amenenhet, que viveu durante a 18ª Dinastia do Novo Império, quando reinava o Faraó Tutmosis III.<br> Além de arqueólogos e arqueólogos biológicos, a equipe do Bape é composta por antropólogos, egiptólogos e artistas locais, além de um grupo especializado em conservação e restauração. Novas expedições do programa devem ser realizadas nos próximos anos, até que a escavação da tumba seja concluída. A previsão é que em cerca de dez anos ela esteja aberta à visitação turística. Uma exposição com fotografias do espaço deve ser realizada na UFMG no ano que vem e, no seguinte, está previsto que a tumba possa ser visitada remotamente, por meio de projeção. Ouça e entenda a importância de um projeto como esse.]]>
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        <![CDATA[Fruto de uma parceria entre o governo egípcio, o Brasil e a Argentina, o Programa Arqueológico Brasileiro no Egito - Bape, na sigla em inglês (Brazilian Archaeological Program in Egypt) tem sede na Universidade Federal de Minas Gerais. Coordenado pelo professor do Departamento de Antropologia e Arqueologia da universidade José Roberto Pellini, o grupo realizou sua quinta missão no país entre dezembro de 2019, e janeiro de 2020. Lá, deram continuidade ao processo de escavação da Tumba Tebana 123 (TT-123). Lá, foi enterrado o escriba Amenenhet, que viveu durante a 18ª Dinastia do Novo Império, quando reinava o Faraó Tutmosis III.<br> Além de arqueólogos e arqueólogos biológicos, a equipe do Bape é composta por antropólogos, egiptólogos e artistas locais, além de um grupo especializado em conservação e restauração. Novas expedições do programa devem ser realizadas nos próximos anos, até que a escavação da tumba seja concluída. A previsão é que em cerca de dez anos ela esteja aberta à visitação turística. Uma exposição com fotografias do espaço deve ser realizada na UFMG no ano que vem e, no seguinte, está previsto que a tumba possa ser visitada remotamente, por meio de projeção. Ouça e entenda a importância de um projeto como esse.]]>
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      <pubDate>Thu, 13 Feb 2020 10:04:55 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:subtitle>Fruto de uma parceria entre o governo egípcio, o Brasil e a Argentina, o Programa Arqueológico Brasileiro no Egito - Bape, na sigla em inglês (Brazilian Archaeological Program in Egypt) tem sede na Universidade Federal de Minas Gerais. Coordenado pelo pro</itunes:subtitle>
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      <title>Como BH negligenciou rios historicamente e o impacto ambiental disso</title>
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        <![CDATA[<p>Após o recesso, o Tempo Hábil volta retomando a história da urbanização de Belo Horizonte para mostrar como é arriscado desconsiderar o meio ambiente ao ocupar a cidade e qual a relação disso com os estragos causados pela chuva recentemente.</p>
<p>No episódio, especialistas ainda discutem como o aquecimento global está complicando ainda mais essa equação e o que há, até agora, de planejamento para tornar a convivência entre a capital e a natureza mais harmônica - incluindo o novo Plano Diretor, que entrou em vigor esta semana.</p>
<p>O programa teve contribuições dos repórteres Gabriel Rodrigues e Lara Alves. Ouça!</p>]]>
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<p>No episódio, especialistas ainda discutem como o aquecimento global está complicando ainda mais essa equação e o que há, até agora, de planejamento para tornar a convivência entre a capital e a natureza mais harmônica - incluindo o novo Plano Diretor, que entrou em vigor esta semana.</p>
<p>O programa teve contribuições dos repórteres Gabriel Rodrigues e Lara Alves. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 06 Feb 2020 08:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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No episódio, especialistas ainda discutem como o aquecimento global está complicando ainda mais essa equação e o que há, até agora, de planejamento para tornar a convivência entre a capital e a natureza mais harmônica - incluindo o novo Plano Diretor, que entrou em vigor esta semana.
O programa teve contribuições dos repórteres Gabriel Rodrigues e Lara Alves. Ouça!</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Após o recesso, o Tempo Hábil volta retomando a história da urbanização de Belo Horizonte para mostrar como é arriscado desconsiderar o meio ambiente ao ocupar a cidade e qual a relação disso com os estragos causados pela chuva recentemente.
No episódio,</itunes:subtitle>
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      <title>Zema ano um</title>
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        <![CDATA[<p>Com o fim de 2019, se conclui também o primeiro ano de Romeu Zema (Novo) à frente do governo de Minas Gerais. Para fazer um balanço de como foram esses primeiros 12 meses de gestão, o jornal O TEMPO publicou, no início desta semana, um caderno especial com análises do que já passou e perspectivas para o que ainda está por vir. </p>
<p>Há entrevistas com o próprio governador, secretários de estado, deputados e outros atores políticos, que avaliam os erros e acertos e ponderam sobre o que ainda está por vir. Além disso, o especial traz uma pesquisa do instituto DataTempo/CP2 sobre a percepção dos mineiro sobre a administração. O último Tempo Hábil de 2019 recebe Humberto Santos, editor-adjunto do caderno de Política para analisar os principais pontos do que foi apresentado nesse material. Ouça!</p>]]>
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<p>Há entrevistas com o próprio governador, secretários de estado, deputados e outros atores políticos, que avaliam os erros e acertos e ponderam sobre o que ainda está por vir. Além disso, o especial traz uma pesquisa do instituto DataTempo/CP2 sobre a percepção dos mineiro sobre a administração. O último Tempo Hábil de 2019 recebe Humberto Santos, editor-adjunto do caderno de Política para analisar os principais pontos do que foi apresentado nesse material. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 19 Dec 2019 17:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:author>Jornal O TEMPO</itunes:author>
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      <itunes:summary>Com o fim de 2019, se conclui também o primeiro ano de Romeu Zema (Novo) à frente do governo de Minas Gerais. Para fazer um balanço de como foram esses primeiros 12 meses de gestão, o jornal O TEMPO publicou, no início desta semana, um caderno especial com análises do que já passou e perspectivas para o que ainda está por vir. 
Há entrevistas com o próprio governador, secretários de estado, deputados e outros atores políticos, que avaliam os erros e acertos e ponderam sobre o que ainda está por vir. Além disso, o especial traz uma pesquisa do instituto DataTempo/CP2 sobre a percepção dos mineiro sobre a administração. O último Tempo Hábil de 2019 recebe Humberto Santos, editor-adjunto do caderno de Política para analisar os principais pontos do que foi apresentado nesse material. Ouça!</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Com o fim de 2019, se conclui também o primeiro ano de Romeu Zema (Novo) à frente do governo de Minas Gerais. Para fazer um balanço de como foram esses primeiros 12 meses de gestão, o jornal O TEMPO publicou, no início desta semana, um caderno especial co</itunes:subtitle>
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      <title>Casos de racismo em Minas Gerais</title>
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        <![CDATA[Nos últimos 30 dias, vários casos de racismo no Estado de Minas Gerais foram pauta do debate público, seja nas redes sociais ou na imprensa. Eles fazem parte de um universo mais amplo que engloba a média de uma denúncia a cada 22 horas e 16 minutos em 2019 e uma ação na Justiça a cada quatro dias. <br>Esse cenário no Estado, assim como a forma como esse tipo de crime recebe punição ou não e os impactos do racismo sobre a população negra foram tema de uma reportagem especial publicada pelo jornal O Tempo. A matéria foi escrita pelo repórter das editorias de Brasil, Mundo e Interessa, Alex Bessas, convidado do episódio Tempo Hábil da semana para falar sobre o assunto. Ouça!]]>
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        <![CDATA[Nos últimos 30 dias, vários casos de racismo no Estado de Minas Gerais foram pauta do debate público, seja nas redes sociais ou na imprensa. Eles fazem parte de um universo mais amplo que engloba a média de uma denúncia a cada 22 horas e 16 minutos em 2019 e uma ação na Justiça a cada quatro dias. <br>Esse cenário no Estado, assim como a forma como esse tipo de crime recebe punição ou não e os impactos do racismo sobre a população negra foram tema de uma reportagem especial publicada pelo jornal O Tempo. A matéria foi escrita pelo repórter das editorias de Brasil, Mundo e Interessa, Alex Bessas, convidado do episódio Tempo Hábil da semana para falar sobre o assunto. Ouça!]]>
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      <pubDate>Thu, 12 Dec 2019 17:15:16 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>Nos últimos 30 dias, vários casos de racismo no Estado de Minas Gerais foram pauta do debate público, seja nas redes sociais ou na imprensa. Eles fazem parte de um universo mais amplo que engloba a média de uma denúncia a cada 22 horas e 16 minutos em 2019 e uma ação na Justiça a cada quatro dias. Esse cenário no Estado, assim como a forma como esse tipo de crime recebe punição ou não e os impactos do racismo sobre a população negra foram tema de uma reportagem especial publicada pelo jornal O Tempo. A matéria foi escrita pelo repórter das editorias de Brasil, Mundo e Interessa, Alex Bessas, convidado do episódio Tempo Hábil da semana para falar sobre o assunto. Ouça!</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Nos últimos 30 dias, vários casos de racismo no Estado de Minas Gerais foram pauta do debate público, seja nas redes sociais ou na imprensa. Eles fazem parte de um universo mais amplo que engloba a média de uma denúncia a cada 22 horas e 16 minutos em 201</itunes:subtitle>
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      <title>A crise no Cruzeiro e o fantasma da Série B</title>
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        <![CDATA[<p>O ano de 2019 não foi fácil para o Cruzeiro. A uma rodada do fim do Campeonato Brasileiro, o time está à beira de viver algo inédito em sua história: o rebaixamento para a Série B. Mas essa situação não é obra do acaso. Desequilibrado financeiramente já há algum tempo, a esse quadro foram acrescentados problemas de diversas ordens, como questões administrativas, táticas e de escolha de elenco. </p>
<p>O resultado se verifica agora: o clube não só precisa de uma vitória contra o Palmeiras no domingo (8), como tem que torcer para que o Ceará perca para o Botafogo. Diante dessa situação, o Tempo Hábil desta semana - excepcionalmente mais tarde, por conta do fim da rodada - conversa com o especialista em finanças esportivas Amir Somoggi, o editor de Esportes do jornal O Tempo, Frederico Jota, e o ex-jogador Rafael Miranda, que fazia parte da equipe do Atlético que foi rebaixada em 2005 e na sequência foi campeã da série B em 2006. Ouça!</p>]]>
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<p>O resultado se verifica agora: o clube não só precisa de uma vitória contra o Palmeiras no domingo (8), como tem que torcer para que o Ceará perca para o Botafogo. Diante dessa situação, o Tempo Hábil desta semana - excepcionalmente mais tarde, por conta do fim da rodada - conversa com o especialista em finanças esportivas Amir Somoggi, o editor de Esportes do jornal O Tempo, Frederico Jota, e o ex-jogador Rafael Miranda, que fazia parte da equipe do Atlético que foi rebaixada em 2005 e na sequência foi campeã da série B em 2006. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 06 Dec 2019 01:52:46 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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O resultado se verifica agora: o clube não só precisa de uma vitória contra o Palmeiras no domingo (8), como tem que torcer para que o Ceará perca para o Botafogo. Diante dessa situação, o Tempo Hábil desta semana - excepcionalmente mais tarde, por conta do fim da rodada - conversa com o especialista em finanças esportivas Amir Somoggi, o editor de Esportes do jornal O Tempo, Frederico Jota, e o ex-jogador Rafael Miranda, que fazia parte da equipe do Atlético que foi rebaixada em 2005 e na sequência foi campeã da série B em 2006. Ouça!</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O ano de 2019 não foi fácil para o Cruzeiro. A uma rodada do fim do Campeonato Brasileiro, o time está à beira de viver algo inédito em sua história: o rebaixamento para a Série B. Mas essa situação não é obra do acaso. Desequilibrado financeiramente já h</itunes:subtitle>
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      <title>Belo Horizonte tem sua própria Bacurau(s)</title>
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        <![CDATA[<p>De um print de celular, veio a descoberta de que Belo Horizonte tem uma rua dos Bacuraus. Não só: ali ficam o córrego dos Bacuraus e o Residencial Bacuraus, que, por sua vez, é um desdobramento do que já foi a Vila Bacuraus. Poderiam todos passar despercebidos, se um dos filmes mais comentados de 2019 não se chamasse, justamente, “Bacurau”. </p>
<p>A coincidência fez nascer uma reportagem para o Magazine, caderno de cultura do jornal O Tempo e, agora, é tema do podcast Tempo Hábil. Neste episódio, recebemos Bruno Mateus, repórter que assinou a matéria e conta a história das Bacuraus belo-horiontina, além de mostrar os paralelos que podem ser feitos entre a história real e a ficção. Ouça!</p>]]>
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<p>A coincidência fez nascer uma reportagem para o Magazine, caderno de cultura do jornal O Tempo e, agora, é tema do podcast Tempo Hábil. Neste episódio, recebemos Bruno Mateus, repórter que assinou a matéria e conta a história das Bacuraus belo-horiontina, além de mostrar os paralelos que podem ser feitos entre a história real e a ficção. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 28 Nov 2019 17:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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A coincidência fez nascer uma reportagem para o Magazine, caderno de cultura do jornal O Tempo e, agora, é tema do podcast Tempo Hábil. Neste episódio, recebemos Bruno Mateus, repórter que assinou a matéria e conta a história das Bacuraus belo-horiontina, além de mostrar os paralelos que podem ser feitos entre a história real e a ficção. Ouça!</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>De um print de celular, veio a descoberta de que Belo Horizonte tem uma rua dos Bacuraus. Não só: ali ficam o córrego dos Bacuraus e o Residencial Bacuraus, que, por sua vez, é um desdobramento do que já foi a Vila Bacuraus. Poderiam todos passar desperce</itunes:subtitle>
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      <title>A biofábrica de joaninhas de Belo Horizonte</title>
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        <![CDATA[Em 2017, a Prefeitura de BH implementou uma iniciativa um tanto quanto peculiar: uma biofábrica de joaninhas. Inspirada num modelo francês, a proposta era controlar as pragas que atacassem parques e jardins da municipalidade e também hortas comunitárias, já que esses insetos são grandes predadores do mundo dos invertebrados e se alimentam de pragas, como pulgões e moscas-brancas. <p>Passados dois anos, o projeto deu tão certo que mais de 30 mil joaninhas já foram produzidas e agora qualquer pessoa pode solicitar lotes do bichinho para lidar com eventuais pragas em seus jardins ou hortas sem precisar recorrer a agrotóxicos ou pesticidas. O repórter Alex Bessas, da editoria de Interessa, escreveu uma reportagem sobre o assunto e veio ao Tempo Hábil contar o que descobriu. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 21 Nov 2019 17:00:33 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:subtitle>Em 2017, a Prefeitura de BH implementou uma iniciativa um tanto quanto peculiar: uma biofábrica de joaninhas. Inspirada num modelo francês, a proposta era controlar as pragas que atacassem parques e jardins da municipalidade e também hortas comunitárias, </itunes:subtitle>
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      <title>Os chocolates artesanais produzidos em Minas</title>
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        <![CDATA[É em Minas Gerais que alguns produtores, em sua grande maioria mulheres, têm se especializado na confecção de chocolates artesanais.<p>O processo, que vai desde a colheita do cacau até o produto finalizado, cria, com misturas de ingredientes poucos usuais e até com o terroir específico de cada matéria-prima, sabores e nuances surpreendentes para os amantes do chocolate.</p><p>Neste episódio de O Tempo Hábil, conversamos com a repórter de gastronomia Aline Gonçalves, que entrevistou produtores de chocolate artesanal e, claro, também provou-os. Ela nos conta um pouco como foi a experiência. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 14 Nov 2019 17:00:23 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:subtitle>É em Minas Gerais que alguns produtores, em sua grande maioria mulheres, têm se especializado na confecção de chocolates artesanais.O processo, que vai desde a colheita do cacau até o produto finalizado, cria, com misturas de ingredientes poucos usuais e </itunes:subtitle>
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      <title>Trinta anos da queda do Muro: Os brasileiros (e mineiros) exilados em Berlim Oriental</title>
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        <![CDATA[Exilados durante a ditadura militar no Brasil, as famílias Carmo e Bambirra, de militantes da esquerda por aqui, encontraram refúgio nos anos 1960 em uma Berlim Oriental cercada por muros. <p>A vida por trás da Cortina de Ferro era, para esses brasileiros, cheia de contradições. Por um lado, estavam protegidos das perseguições políticas no Brasil. Por outro, tinham que viver sob um imenso aparato de vigilância, o que acabou afetando mais diretamente uma das famílias. </p><p>Conheça a história de Miguel Carmo, que, expulso de Berlim Oriental para Berlim Ocidental por ser um crítico do regime stalinista, resolveu, numa noite de 1971, pular o muro para reencontrar os pais e uma namorada na RDA.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 07 Nov 2019 17:11:55 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>A crise hídrica em Belo Horizonte</title>
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        <![CDATA[Em julho deste ano, durante uma sessão da CPI  das Barragens na Câmara Municipal de Belo Horizonte, um representante da Copasa admitiu que, no pior dos cenários, ou seja, sem reposição da captação devastada pela tragédia de Brumadinho e sem chuva, poderia faltar água a partir de junho do ano que vem.<p>O João Renato Faria conversou com a repórter da editoria de Economia de O TEMPO Rafaela Mansur para entender a situação.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 31 Oct 2019 17:00:42 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>Em julho deste ano, durante uma sessão da CPI  das Barragens na Câmara Municipal de Belo Horizonte, um representante da Copasa admitiu que, no pior dos cenários, ou seja, sem reposição da captação devastada pela tragédia de Brumadinho e sem chuva, poderia faltar água a partir de junho do ano que vem.O João Renato Faria conversou com a repórter da editoria de Economia de O TEMPO Rafaela Mansur para entender a situação.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Em julho deste ano, durante uma sessão da CPI  das Barragens na Câmara Municipal de Belo Horizonte, um representante da Copasa admitiu que, no pior dos cenários, ou seja, sem reposição da captação devastada pela tragédia de Brumadinho e sem chuva, poderia</itunes:subtitle>
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      <title>A história de uma das duas escolas de Minas entre as cem melhores do país</title>
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        <![CDATA[Cravada no centro da pequena Pedra do Indaía, no Centro-Oeste de Minas, a escola Professor João Alves Figueiras Campos é a única de ensino médio na cidade. <p>Dos seus 103 alunos, metade vive na zona rural, e depende da ajuda de um ônibus da prefeitura, que leva mais de uma hora no percurso entre a casa dos estudantes e a unidade de ensino.</p><p>O que explica, então, esse destaque da escola?  O Tempo Hábil conversou com Letícia Fontes, repórter da editoria de Cidades de O Tempo Letícia Fontes, que visitou a instituição e conversou com alunos e com o corpo docente.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 24 Oct 2019 18:00:22 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>A polêmica do Escola Sem Partido em BH</title>
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        <![CDATA[Em 14 de outubro de 2019, os vereadores da Câmara Municipal de Belo Horizonte aprovaram, em primeiro turno, o projeto da Escola Sem Partido, que impede a abordagem da chamada "ideologia de gênero" nas instituições de ensino da capital mineira.<p>A discussão sobre o texto se estendeu por várias semanas. Teve tumulto, obstrução de pauta, empurra-empurra no plenário e, por fim, galerias esvaziadas para que pudesse ocorrer. </p><p>Mas o que realmente está por trás do projeto, reivindicação da bancada cristã, chamado de "lei da mordaça" pelos oposicionistas? O Tempo Hábil desta semana conversou com Lucas Henrique Gomes, repórter da editoria de Política do jornal O Tempo, que acompanha de perto o processo da tramitação do projeto de lei.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 17 Oct 2019 18:42:12 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>‘Brumadinho: A Engenharia de Um Crime’</title>
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        <![CDATA[Vai ser lançado no dia 23 de outubro o livro-reportagem “Brumadinho: A Engenharia de um Crime”. A obra reconstrói a maior tragédia socioambiental do país, trazendo pontos de vista pessoais dos envolvidos com o desastre, e também percorre relatórios internos da mineradora, trocas de e-mails de auditores externos e traz depoimentos de funcionários. As evidências mostram que a mineradora Vale sabia dos riscos elevados da barragem da mina de Córrego do Feijão, que se rompeu em 25 de janeiro de 2019, deixando 270 mortos e um dano ambiental ainda incalculável.<p>Escrita pelos jornalistas Lucas Ragazzi, repórter do Núcleo de Jornalismo Investigativo da Globo Minas e ex-integrante da editoria de política de O Tempo, e Murilo Rocha, editor-executivo do jornal, a obra teve colaboração dos delegados da Polícia Federal Cristiano Campidelli, Luiz Augusto Pessoa Nogueira, Rodrigo Teixeira e Roger Lima de Moura. Em primeira mão no Tempo Hábil, eles falam do processo de escritura do livro e do que ele acrescenta ao debate. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 03 Oct 2019 19:14:08 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:subtitle>Vai ser lançado no dia 23 de outubro o livro-reportagem “Brumadinho: A Engenharia de um Crime”. A obra reconstrói a maior tragédia socioambiental do país, trazendo pontos de vista pessoais dos envolvidos com o desastre, e também percorre relatórios intern</itunes:subtitle>
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      <title>Supermosquito transgênico?</title>
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        <![CDATA[Uma tentativa de criar mosquitos transgênicos para conter a população do Aedes aegypti e controlar a transmissão de dengue, febre amarela, zika e chikungunya pode ter tido efeito contrário e produzido insetos híbridos mais resistentes. É o que indica um artigo publicado no início de setembro pela “Scientific Reports”, do grupo Nature Research, que cogita a possibilidade de o cruzamento entre diferentes espécies ter criado um “supermosquito”.<p>A empresa britânica de biotecnologia Oxitec é a responsável pelo experimento e liberou esses mosquitos em cinco cidades brasileiras: Jacobina e Juazeiro, na Bahia, Piracicaba e Indaiatuba, em São Paulo, e Juiz de Fora, em Minas Gerais. </p><p>A publicação do artigo gerou controvérsias e foi assunto de uma reportagem publicada esta semana no caderno Interessa, do jornal O Tempo. Para explicar todas as questões envolvidas no caso nós convidamos a reporter Litza Mattos, autora da matéria, para o episódio do Tempo Hábil desta semana. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 26 Sep 2019 18:47:11 +0000</pubDate>
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      <title>80 anos da morte de Freud: presente, futuro e tradição mineira</title>
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        <![CDATA[Às vésperas dos 80 anos da morte de Freud, completados no próximo dia 23 (segunda), investigamos qual é o seu lugar na contemporaneidade e a forte relação que Minas Gerais e Belo Horizonte têm com a psicanálise. Embora questionado por muitos - inclusive pela revista norte-americana ‘Time’, que nos anos 1990 chegou dar uma capa com a pergunta ‘Freud está morto?’ -, o criador da cura pela fala parece ainda ser bastante relevante, ainda mais em tempos de diálogo tão travado.<p>Belo Horizonte e Minas Gerais parecem ter especial identificação com  a psicanálise, o que é notável, entre outros fatores, por experiências reconhecidas nacional e internacionalmente no campo da saúde mental.</p><p>Neste episódio, conversamos com o psicanalista e professor titular do Instituto de Psicologia da USP Christian Dunker, e com Francisco Paes Barreto, psicanalista, Analista Membro da Escola Brasileira de Psicanálise e da Associação Mundial de Psicanálise. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 19 Sep 2019 18:00:15 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Patinetes: solução ou novo problema para as cidades?</title>
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        <![CDATA[A primeira morte decorrente de acidente com patinete registrada em Belo Horizonte - a segunda do Brasil - no último sábado (7) reacendeu um já acalorado debate sobre a regulamentação desse meio de transporte na capital mineira. Mais do que isso, suscita também a discussão sobre se o modal é de fato uma alternativa de mobilidade urbana ou um novo problema para as cidades, além do fato de que também pode não ser tão ecológico quanto as empresas afirmam.<p>Na edição desta semana do podcast Tempo Hábil, apresentamos um histórico da situação em Belo Horizonte e falamos com dois entrevistados: o advogado Alcysio Canette, ex-funcionário de uma das empresas pioneiras do Vale do Silício no segmento e que tem uma posição crítica sobre o negócio; e também com o vereador Gabriel Azevedo (sem partido), autor de projeto de lei que regulamentava o serviço de compartilhamento de patinetes (e bicicletas) em BH, que foi a princípio aprovado na Câmara, mas posteriormente vetado pelo prefeito Alexandre Kalil (PSD). Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 12 Sep 2019 18:00:26 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>A primeira morte decorrente de acidente com patinete registrada em Belo Horizonte - a segunda do Brasil - no último sábado (7) reacendeu um já acalorado debate sobre a regulamentação desse meio de transporte na capital mineira. Mais do que isso, suscita também a discussão sobre se o modal é de fato uma alternativa de mobilidade urbana ou um novo problema para as cidades, além do fato de que também pode não ser tão ecológico quanto as empresas afirmam.Na edição desta semana do podcast Tempo Hábil, apresentamos um histórico da situação em Belo Horizonte e falamos com dois entrevistados: o advogado Alcysio Canette, ex-funcionário de uma das empresas pioneiras do Vale do Silício no segmento e que tem uma posição crítica sobre o negócio; e também com o vereador Gabriel Azevedo (sem partido), autor de projeto de lei que regulamentava o serviço de compartilhamento de patinetes (e bicicletas) em BH, que foi a princípio aprovado na Câmara, mas posteriormente vetado pelo prefeito Alexandre Kalil (PSD). Ouça!</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A primeira morte decorrente de acidente com patinete registrada em Belo Horizonte - a segunda do Brasil - no último sábado (7) reacendeu um já acalorado debate sobre a regulamentação desse meio de transporte na capital mineira. Mais do que isso, suscita t</itunes:subtitle>
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      <title>A instituição pastel em Belo Horizonte</title>
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        <![CDATA[A estudante carioca Laressa Teixeira esteve em Belo Horizonte, comeu um pastel que custou R$ 2 reais e contou a história no Twitter. As pessoas ficaram tão impressionadas com quão barato é o salgado aqui que o post viralizou e também provocou a discussão do Tempo Hábil desta semana. Ouça!<p>A Pastelândia<br>r. dos Tupis, 509, centro<br>av. Afonso Pena, 1.110, centro</p><p>Pastelaria Ouvidor<br>Galeria Ouvidor - r. São Paulo, 656, loja 8</p><p>Marília de Dirceu<br>r. Marília de Dirceu, 70, Lourdes</p><p>Rei do Pastel<br>r. Fernandes Tourinho, 431, Savassi (e outras unidades)</p><p>A Bruxa Pastéis<br>av. João Pinheiro, 258, Centro</p><p>Verdemar<br>av. Nossa Sra. do Carmo, 1.900, São Pedro (e outras unidades)</p>]]>
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        <![CDATA[A estudante carioca Laressa Teixeira esteve em Belo Horizonte, comeu um pastel que custou R$ 2 reais e contou a história no Twitter. As pessoas ficaram tão impressionadas com quão barato é o salgado aqui que o post viralizou e também provocou a discussão do Tempo Hábil desta semana. Ouça!<p>A Pastelândia<br>r. dos Tupis, 509, centro<br>av. Afonso Pena, 1.110, centro</p><p>Pastelaria Ouvidor<br>Galeria Ouvidor - r. São Paulo, 656, loja 8</p><p>Marília de Dirceu<br>r. Marília de Dirceu, 70, Lourdes</p><p>Rei do Pastel<br>r. Fernandes Tourinho, 431, Savassi (e outras unidades)</p><p>A Bruxa Pastéis<br>av. João Pinheiro, 258, Centro</p><p>Verdemar<br>av. Nossa Sra. do Carmo, 1.900, São Pedro (e outras unidades)</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 05 Sep 2019 18:31:56 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>A estudante carioca Laressa Teixeira esteve em Belo Horizonte, comeu um pastel que custou R$ 2 reais e contou a história no Twitter. As pessoas ficaram tão impressionadas com quão barato é o salgado aqui que o post viralizou e também provocou a discussão do Tempo Hábil desta semana. Ouça!A Pastelândiar. dos Tupis, 509, centroav. Afonso Pena, 1.110, centroPastelaria OuvidorGaleria Ouvidor - r. São Paulo, 656, loja 8Marília de Dirceur. Marília de Dirceu, 70, LourdesRei do Pastelr. Fernandes Tourinho, 431, Savassi (e outras unidades)A Bruxa Pastéisav. João Pinheiro, 258, CentroVerdemarav. Nossa Sra. do Carmo, 1.900, São Pedro (e outras unidades)</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A estudante carioca Laressa Teixeira esteve em Belo Horizonte, comeu um pastel que custou R$ 2 reais e contou a história no Twitter. As pessoas ficaram tão impressionadas com quão barato é o salgado aqui que o post viralizou e também provocou a discussão </itunes:subtitle>
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      <title>Parte 2: Laurentino Gomes lança trilogia sobre a escravidão</title>
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        <![CDATA[Depois de se tornar best-seller com uma trilogia sobre o século 19 no Brasil (1808, 1822 e 1889), o jornalista e escritor Laurentino Gomes lança novo trabalho. Novamente dividido em três volumes, o primeiro deles lançado agora, ele se debruça desta vez sobre a “Escravidão”.<p>Em entrevista ao repórter Rafael Rocha, do Magazine, caderno de cultura do jornal O Tempo, ele falou longamente sobre a pesquisa de seis anos - que incluiu a leitura de 200 livros e viagens a 12 países - que resultou nos livros (o segundo e o terceiro volumes estão previstos para 2020 e 2021, respectivamente), sobre descobertas do processo, personagens negligenciados e também sobre a escravidão especificamente no Estado de Minas Gerais, entre outros assuntos.</p><p>O Rafael gravou a entrevista e ela é transmitida na íntegra pelo Tempo Hábil, em duas partes. Nesta, que é a segunda, ele fala especificamente da escravatura em Minas Gerais e das especificidades desse momento histórico aqui no estado. Fala também das falhas nas narrativas hegemônicas sobre esse período e de figuras icônicas relacionadas ao assunto, como Zumbi dos Palmares e a princesa Isabel. Por fim, ele comenta sobre a escrita de não-ficção e o que ele pensa sobre esse segmento da literatura no país, e também sobre sua relação com redes sociais. Ouça!</p>]]>
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        <![CDATA[Depois de se tornar best-seller com uma trilogia sobre o século 19 no Brasil (1808, 1822 e 1889), o jornalista e escritor Laurentino Gomes lança novo trabalho. Novamente dividido em três volumes, o primeiro deles lançado agora, ele se debruça desta vez sobre a “Escravidão”.<p>Em entrevista ao repórter Rafael Rocha, do Magazine, caderno de cultura do jornal O Tempo, ele falou longamente sobre a pesquisa de seis anos - que incluiu a leitura de 200 livros e viagens a 12 países - que resultou nos livros (o segundo e o terceiro volumes estão previstos para 2020 e 2021, respectivamente), sobre descobertas do processo, personagens negligenciados e também sobre a escravidão especificamente no Estado de Minas Gerais, entre outros assuntos.</p><p>O Rafael gravou a entrevista e ela é transmitida na íntegra pelo Tempo Hábil, em duas partes. Nesta, que é a segunda, ele fala especificamente da escravatura em Minas Gerais e das especificidades desse momento histórico aqui no estado. Fala também das falhas nas narrativas hegemônicas sobre esse período e de figuras icônicas relacionadas ao assunto, como Zumbi dos Palmares e a princesa Isabel. Por fim, ele comenta sobre a escrita de não-ficção e o que ele pensa sobre esse segmento da literatura no país, e também sobre sua relação com redes sociais. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 29 Aug 2019 20:14:23 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:subtitle>Depois de se tornar best-seller com uma trilogia sobre o século 19 no Brasil (1808, 1822 e 1889), o jornalista e escritor Laurentino Gomes lança novo trabalho. Novamente dividido em três volumes, o primeiro deles lançado agora, ele se debruça desta vez so</itunes:subtitle>
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        <![CDATA[Depois de se tornar best-seller com uma trilogia sobre o século 19 no Brasil (1808, 1822 e 1889), o jornalista e escritor Laurentino Gomes lança novo trabalho. Novamente dividido em três volumes, o primeiro deles lançado agora, ele se debruça desta vez sobre a “Escravidão”. <p>Em entrevista ao repórter Rafael Rocha, do Magazine, caderno de cultura do jornal O Tempo, ele falou longamente sobre a pesquisa de seis anos - que incluiu a leitura de 200 livros e viagens a 12 países - que resultou nos livros (o segundo e o terceiro volumes estão previstos para 2020 e 2021, respectivamente), sobre descobertas do processo, personagens negligenciados e também sobre a escravidão especificamente no Estado de Minas Gerais, entre outros assuntos. </p><p>O Rafael gravou a entrevista e ela é transmitida na íntegra pelo Tempo Hábil, em duas partes. Nesta, que é a primeira, o assunto revolve em torno de de por que ele escolheu esse tema, da pesquisa, das descobertas mais marcantes do processo e também de momentos em que foi difícil trabalhar com um aspecto tão sombrio da nossa história. Ele também apresentou personagens notáveis, falou das condições dos navios negreiros e de por que a escravidão durou tanto tempo no Brasil. Ouça!</p>]]>
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        <![CDATA[Depois de se tornar best-seller com uma trilogia sobre o século 19 no Brasil (1808, 1822 e 1889), o jornalista e escritor Laurentino Gomes lança novo trabalho. Novamente dividido em três volumes, o primeiro deles lançado agora, ele se debruça desta vez sobre a “Escravidão”. <p>Em entrevista ao repórter Rafael Rocha, do Magazine, caderno de cultura do jornal O Tempo, ele falou longamente sobre a pesquisa de seis anos - que incluiu a leitura de 200 livros e viagens a 12 países - que resultou nos livros (o segundo e o terceiro volumes estão previstos para 2020 e 2021, respectivamente), sobre descobertas do processo, personagens negligenciados e também sobre a escravidão especificamente no Estado de Minas Gerais, entre outros assuntos. </p><p>O Rafael gravou a entrevista e ela é transmitida na íntegra pelo Tempo Hábil, em duas partes. Nesta, que é a primeira, o assunto revolve em torno de de por que ele escolheu esse tema, da pesquisa, das descobertas mais marcantes do processo e também de momentos em que foi difícil trabalhar com um aspecto tão sombrio da nossa história. Ele também apresentou personagens notáveis, falou das condições dos navios negreiros e de por que a escravidão durou tanto tempo no Brasil. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 29 Aug 2019 18:57:48 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Sarampo no Brasil e em Minas Gerais</title>
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        <![CDATA[A partir desta quinta (22), bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias em todo o país deverão ser vacinados contra o sarampo. Essa é uma das ações do Ministério da Saúde para combater o surto da doença no país. Já são 1.845 casos confirmados da doença só em 2019.<p>Em Minas Gerais, quatro casos da doença foram confirmados e outros 51 estão em investigação. A capital já registrou dois casos e investiga outros 20. Apesar disso, Minas ainda não está na lista de Estados com o surto da doença, que atualmente são 11. Para falar sobre o assunto, o Tempo Hábil desta semana recebe a repórter da editoria de Cidades, Mariana Nogueira. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 22 Aug 2019 18:02:42 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:subtitle>A partir desta quinta (22), bebês de 6 meses a 11 meses e 29 dias em todo o país deverão ser vacinados contra o sarampo. Essa é uma das ações do Ministério da Saúde para combater o surto da doença no país. Já são 1.845 casos confirmados da doença só em 20</itunes:subtitle>
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      <title>A coleta das sempre-vivas na serra do Espinhaço pode se tornar patrimônio</title>
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        <![CDATA[No fim do mês de julho, representantes da Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO), da ONU, estiveram na serra do Espinhaço, região do Jequitinhonha. O objetivo dessas pessoas era ver de perto como funciona o complexo sistema de subsistência administrado por cerca de 500 famílias, que envolve, entre outras atividades, a coleta de flores sempre-vivas. <p>Assim como apanhar as flores é importante pra que essas comunidades sobrevivam, o manejo delas é fundamental para que as sempre-vivas não entrem em extinção. É por isso que a FAO estuda conceder o selo e Sistema Agrícola Tradicional de Importância Mundial e transformar a prática em patrimônio da humanidade. O Fábio Corrêa, integrante da equipe do Tempo Hábil e repórter da editoria de Economia dá mais detalhes sobre a história. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 15 Aug 2019 19:49:01 +0000</pubDate>
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      <title>'No Coração Do Mundo', novo filme da produtora Filmes de Plástico</title>
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        <![CDATA[Na edição desta semana, o podcast Tempo Hábil recebe Maurílio Martins e Gabriel Martins, diretores do filme "No Coração do Mundo", mais novo longa-metragem da premiada produtora Filmes de Plástico, que estreia nesta quinta (1º).<p>Rodado nos bairros Jardim Laguna e Milanez, em Contagem, Região Metropolitana de BH, o trabalho retoma histórias apresentadas nos curtas "Contagem" (2010) e "Dona Sônia Pediu uma Arma para Seu Vizinho Alcides" (2011) e expande esse universo.</p><p>O filme traz novamente uma parceria com a atriz Grace Passô, presente também em "Temporada", obra da produtora vencedora da 51º edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, realizada no ano passado, e atualmente disponível no catálogo da Netflix. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 01 Aug 2019 18:32:20 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>O peso de obras públicas inacabadas em Minas</title>
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      <description>
        <![CDATA[No mês de maio, um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) revelou que de um universo de 38.356 contratos de obras públicas financiadas com verba do governo federal, 14.347 se encontram inacabadas, embora com elas tenham sido gastos R$ 10 bilhões em recursos públicos. Ficam em Minas Gerais 1.116 desses empreendimentos, espalhados por 54% dos municípios do Estado. São estruturas de escolas, creches, postos de saúde, hospitais, penitenciárias, rodovias, quadras e redes de esgoto esquecidas pelo poder público.<p>A partir desses dados, a editoria de política do jornal O TEMPO produziu uma reportagem para investigar o impacto no cotidiano dos cidadãos que viram o início das obras mas não as receberam concluídas. A repórter Fransciny Alves e o repórter fotográfico Flavio Tavares, que viajaram por cidades do Vale do Mucuri e da região Central do Estado para conversar com essas pessoas são os convidados desta semana do podcast Tempo Hábil. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 25 Jul 2019 18:51:06 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>No mês de maio, um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) revelou que de um universo de 38.356 contratos de obras públicas financiadas com verba do governo federal, 14.347 se encontram inacabadas, embora com elas tenham sido gastos R$ 10 bilhões em recursos públicos. Ficam em Minas Gerais 1.116 desses empreendimentos, espalhados por 54% dos municípios do Estado. São estruturas de escolas, creches, postos de saúde, hospitais, penitenciárias, rodovias, quadras e redes de esgoto esquecidas pelo poder público.A partir desses dados, a editoria de política do jornal O TEMPO produziu uma reportagem para investigar o impacto no cotidiano dos cidadãos que viram o início das obras mas não as receberam concluídas. A repórter Fransciny Alves e o repórter fotográfico Flavio Tavares, que viajaram por cidades do Vale do Mucuri e da região Central do Estado para conversar com essas pessoas são os convidados desta semana do podcast Tempo Hábil. Ouça!</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>No mês de maio, um relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) revelou que de um universo de 38.356 contratos de obras públicas financiadas com verba do governo federal, 14.347 se encontram inacabadas, embora com elas tenham sido gastos R$ 10 bilhões e</itunes:subtitle>
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      <title>Tanatopraxia - ou a arte de preparar cadáveres - em BH</title>
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        <![CDATA[De 2017 pra cá, dois novos cursos técnicos de tanatopraxia foram criados em Belo Horizonte, somando-se ao pioneiro da cidade oferecido pela Santa Casa BH Ensino e Pesquisa desde 1999. Este último teve 90 alunos formados em 2018 e na metade de 2019 mais de 60 pessoas já foram formadas. Os dados indicam o aumento da demanda por essa área profissional na capital mineira nos últimos anos. Mas, afinal, do que se trata a tanatopraxia?<p>É uma técnica introduzida no Brasil nos anos 1990 pelo professor guatemalteco Mario Lacape, e consiste basicamente em preparar cadáveres para os ritos fúnebres - incluindo retardar o processo de decomposição dos corpos, tratá-los esteticamente para as despedidas e também evitar eventuais contaminações. </p><p>A editoria de Cidades produziu recentemente uma reportagem sobre o assunto, que agora é trazido ao podcast Tempo Hábil. Neste episódio, conversamos com a repórter Carolina Caetano, que escreveu a matéria, e também com Alexandre Alberto Ferreira, supervisor de embalsamamento da funerária da Santa Casa e professor de tanatopraxia da instituição, e com a psicóloga Valenir Dias Machado Corrêa da Costa, coordenadora acadêmica do curso. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 18 Jul 2019 18:34:38 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>João Gilberto e seus laços com Minas Gerais</title>
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        <![CDATA[João Gilberto nos deixou no último sábado, aos 88 anos, depois de revolucionar a música brasileira e elevá-la a um patamar mundial. A história do baiano começou em Juazeiro, no interior da Bahia, se consolidou no Rio de Janeiro e conquistou o planeta nos palcos mais consagrados da América do Norte e da Europa.<p>No entanto, no meio dessa trajetória, há uma passagem por Minas Gerais que pode ter sido crucial para que João consolidasse a sua maneira única de cantar e tocar. Foi mais precisamente em Diamantina, após um período de depressão no Rio de Janeiro, onde ele se retirou, no meio da década de cinquenta, para ficar com sua irmã.</p><p>E foi trancado no banheiro dessa casa, dizem os boatos, que a obsessão de João pela batida perfeita foi levada às últimas consequências. Mas engana-se quem acredita que ele se fechou por lá, evitando qualquer contato social. Namoradas, amigos e até serestas fizeram parte do cotidiano do pai da bossa nova em terras mineiras.</p><p>No episódio dessa semana do Tempo Hábil, procuramos relembrar essas histórias e, a partir das desventuras do músico em Minas, traçar um perfil da lenda da bossa nova. Para isso, conversamos com o jornalista Raphael Vidigal, que publicou uma matéria no Magazine, no ano passado, sobre o assunto, e com o escritor Wander Conceição – que prepara o livro “A Renovação no Ritmo”, sobre a contribuição de Diamantina para a cultura brasileira no século passado, incluindo, claro, a estadia de João Gilberto na cidade.</p><p>Por fim, a Jessica Almeida foi visitar o amigo de João e uma das mais importantes figuras da música mineira do século 20 – o compositor Pacífico Mascarenhas. Ele lembrou da convivência com o pai da bossa nova e das passagens de João Gilberto do Prado Pereira de Oliveira também por Belo Horizonte. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 11 Jul 2019 18:20:24 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Um museu do (e para o) morro</title>
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        <![CDATA[Em uma comunidade com tradição de mobilização para a conquista de direitos, uma perseguição policial de duas semanas acabou se tornando o ponto de partida para a criação de um museu, que é tido como referência brasileira nas discussões sobre museologia contemporânea.<p>O Museu dos Quilombos e Favelas Urbanos, ou Muquifu, localizado no Aglomerado Santa Lúcia, foi apontado recentemente pelos realizadores de uma pesquisa nacional sobre museus como um expoente dentro de um movimento que propõe novos entendimentos sobre a função de um museu e sua relação com os visitantes.</p><p>Para explicar as origens e como opera o Muquifu, além de contextualizar por que ele se destaca, convidamos para o episódio do Tempo Hábil desta semana o repórter Rafael Rocha, do Magazine, caderno de cultura do jornal O TEMPO. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 04 Jul 2019 18:00:20 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Disparidades entre o ensino público e o privado</title>
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        <![CDATA[Acompanhando a trajetória dos alunos de duas turmas formadas no ensino médio em Belo Horizonte no ano de 2013, uma pública e outra particular, uma série de reportagens do jornal O Tempo demonstrou como o percurso educacional de alunos da rede pública e da rede privada é distinto. <p>A série também trouxe um raio-x da cidade de Belo Horizonte, mostrando onde ficam os colégios que tiveram as maiores notas do Enem em 2017, assim como onde estão aqueles que ocupam as últimas posições. Entre outros dados, apresentou números do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), e um comparativo entre o investimento anual por aluno do ensino médio na rede estadual, e o valor investido para manter um estudante nas melhores escolas particulares. </p><p>Para falar sobre todo esse levantamento nós convidamos para o episódio do Tempo Hábil desta semana o repórter Bernardo Miranda, da editoria de Política. Também contamos com a análise do professor a Faculdade de Educação da UFMG Luciano Mendes, que também é coordenador do projeto Pensar a Educação, Pensar o Brasil 1822-2022. Ouça!</p>]]>
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        <![CDATA[Acompanhando a trajetória dos alunos de duas turmas formadas no ensino médio em Belo Horizonte no ano de 2013, uma pública e outra particular, uma série de reportagens do jornal O Tempo demonstrou como o percurso educacional de alunos da rede pública e da rede privada é distinto. <p>A série também trouxe um raio-x da cidade de Belo Horizonte, mostrando onde ficam os colégios que tiveram as maiores notas do Enem em 2017, assim como onde estão aqueles que ocupam as últimas posições. Entre outros dados, apresentou números do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), e um comparativo entre o investimento anual por aluno do ensino médio na rede estadual, e o valor investido para manter um estudante nas melhores escolas particulares. </p><p>Para falar sobre todo esse levantamento nós convidamos para o episódio do Tempo Hábil desta semana o repórter Bernardo Miranda, da editoria de Política. Também contamos com a análise do professor a Faculdade de Educação da UFMG Luciano Mendes, que também é coordenador do projeto Pensar a Educação, Pensar o Brasil 1822-2022. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 27 Jun 2019 18:01:28 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:subtitle>Acompanhando a trajetória dos alunos de duas turmas formadas no ensino médio em Belo Horizonte no ano de 2013, uma pública e outra particular, uma série de reportagens do jornal O Tempo demonstrou como o percurso educacional de alunos da rede pública e da</itunes:subtitle>
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      <title>Os (premiados) azeites extravirgens mineiros</title>
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        <![CDATA[A primeira extração de azeite extravirgem do Brasil aconteceu em Maria da Fé, região Sul de Minas, há 11 anos. Dos 40 litros do primeiro ano, a produção do Estado subiu para 80 mil litros em 2018, concentrada principalmente na região da serra da Mantiqueira. Hoje, já são cerca de 160 produtores e 50 marcas. Destas, duas receberam medalha de ouro na última New York Olive Oil Competition, que aconteceu em maio, nos Estados Unidos. <p>O cultivo de oliveiras em Minas Gerais teve início na década de 1930, graças ao imigrante português Emídio Pereira dos Santos. Para contar o que aconteceu desde então e as potencialidades dessa atividade no Estado, Jessica Almeida assume a posição de entrevistada neste episódio do Tempo Hábil e conta um pouco do que ela descobriu ao fazer essa reportagem para a seção Gastrô do caderno dominical de O TEMPO, o Pampulha. Ouça!</p><p>Confira onde adquirir azeites mineiros em Belo Horizonte:<br>Roça Capital (na unidade do Mercado Central e na da av. Bandeirantes, 1.725, Mangabeiras), nos supermercados Verdemar, em padarias como a Cum Panio (r. do Ouro, 292, Serra), em empórios como a Casa Bonomi (av. Afonso Pena, 2.600, Funcionários), em mercados distritais como o do Cruzeiro, e na loja Néctar do Cerrado (r. Ouro Fino, 452, Cruzeiro).</p>]]>
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        <![CDATA[A primeira extração de azeite extravirgem do Brasil aconteceu em Maria da Fé, região Sul de Minas, há 11 anos. Dos 40 litros do primeiro ano, a produção do Estado subiu para 80 mil litros em 2018, concentrada principalmente na região da serra da Mantiqueira. Hoje, já são cerca de 160 produtores e 50 marcas. Destas, duas receberam medalha de ouro na última New York Olive Oil Competition, que aconteceu em maio, nos Estados Unidos. <p>O cultivo de oliveiras em Minas Gerais teve início na década de 1930, graças ao imigrante português Emídio Pereira dos Santos. Para contar o que aconteceu desde então e as potencialidades dessa atividade no Estado, Jessica Almeida assume a posição de entrevistada neste episódio do Tempo Hábil e conta um pouco do que ela descobriu ao fazer essa reportagem para a seção Gastrô do caderno dominical de O TEMPO, o Pampulha. Ouça!</p><p>Confira onde adquirir azeites mineiros em Belo Horizonte:<br>Roça Capital (na unidade do Mercado Central e na da av. Bandeirantes, 1.725, Mangabeiras), nos supermercados Verdemar, em padarias como a Cum Panio (r. do Ouro, 292, Serra), em empórios como a Casa Bonomi (av. Afonso Pena, 2.600, Funcionários), em mercados distritais como o do Cruzeiro, e na loja Néctar do Cerrado (r. Ouro Fino, 452, Cruzeiro).</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 20 Jun 2019 17:58:04 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:subtitle>A primeira extração de azeite extravirgem do Brasil aconteceu em Maria da Fé, região Sul de Minas, há 11 anos. Dos 40 litros do primeiro ano, a produção do Estado subiu para 80 mil litros em 2018, concentrada principalmente na região da serra da Mantiquei</itunes:subtitle>
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      <title>Fundação Renova e o desastre de Mariana</title>
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        <![CDATA[Já se passaram três anos e sete meses desde o dia em que uma barragem da Samarco se rompeu nas proximidades da cidade de Mariana, região Central do Estado. O desastre, maior tragédia ambiental do país, deixou 19 mortos, além de arrasar todo o distrito de Bento Rodrigues e parte de Paracatu de Baixo e Gesteira, deixando centenas de famílias desabrigadas. <p>Um Termo de Transação e de Ajustamento de Conduta (TTAC) foi estabelecido entre diversas entidades envolvidas com o rompimento e elencou ações voltadas para a reparação dos danos da tragédia. Esse termo definiu as bases para a criação da Fundação Renova, que ficou responsável pela gestão das medidas definidas. Em três anos de existência, a fundação já desembolsou R$ 5,7 bilhões de reais, mas as pessoas que perderam suas casas continuam aguardando a entrega das novas moradias e suas indenizações.</p><p>O Tempo Hábil desta semana conversa com as repórteres da editoria de Economia, Ludmila Pizarro e Queila Ariadne, que fizeram matéria especial sobre as implicações dessa situação e posteriormente entrevistaram o presidente da Renova, Roberto Waack. Ouça a conversa abaixo ou no seu tocador de pocasts favorito.</p>]]>
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        <![CDATA[Já se passaram três anos e sete meses desde o dia em que uma barragem da Samarco se rompeu nas proximidades da cidade de Mariana, região Central do Estado. O desastre, maior tragédia ambiental do país, deixou 19 mortos, além de arrasar todo o distrito de Bento Rodrigues e parte de Paracatu de Baixo e Gesteira, deixando centenas de famílias desabrigadas. <p>Um Termo de Transação e de Ajustamento de Conduta (TTAC) foi estabelecido entre diversas entidades envolvidas com o rompimento e elencou ações voltadas para a reparação dos danos da tragédia. Esse termo definiu as bases para a criação da Fundação Renova, que ficou responsável pela gestão das medidas definidas. Em três anos de existência, a fundação já desembolsou R$ 5,7 bilhões de reais, mas as pessoas que perderam suas casas continuam aguardando a entrega das novas moradias e suas indenizações.</p><p>O Tempo Hábil desta semana conversa com as repórteres da editoria de Economia, Ludmila Pizarro e Queila Ariadne, que fizeram matéria especial sobre as implicações dessa situação e posteriormente entrevistaram o presidente da Renova, Roberto Waack. Ouça a conversa abaixo ou no seu tocador de pocasts favorito.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 13 Jun 2019 18:02:04 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>O que há de novo no governo Zema?</title>
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        <![CDATA[Verdadeiro azarão da eleição em Minas no ano passado, Romeu Zema (Novo) se apresentou ao público do Estado como uma alternativa a tudo o que havia de errado na, segundo ele, “velha política”. Viu seu nome alçado nas pesquisas após pedir votos para o candidato de seu partido, João Amoêdo, mas também para Jair Bolsonaro. Venceu o primeiro turno com quase 45% dos votos, deixando para trás Antonia Anastasia e Fernando Pimentel, que apareciam na sua frente nas pesquisas, e conquistou o cargo no segundo turno com 71,8% do eleitorado.<p>Mas, afinal, o que há de novo em seu governo, de fato? Para o primeiro episódio da nova fase do podcast Tempo Hábil, em que questões relacionadas a Minas Gerais serão discutidas, convidamos o editor de política do jornal O TEMPO, Ricardo Corrêa, para analisar o que o governador tem conseguido implementar e quais têm sido suas dificuldades, além das diferenças que ele e sua equipe apresentam em relação a governos passados.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 06 Jun 2019 18:01:05 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Teaser - Novas diretrizes</title>
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        <![CDATA[Ao encerrarmos a série “Desafios da Democracia” do podcast Tempo Hábil em dezembro do ano passado, avisamos que em 2019 o projeto seria retomado. <p>Conforme o prometido, aqui estamos. O Tempo Hábil retorna no dia 6 de junho, em novo formato. Em vez de uma série, agora teremos episódios isolados de temas diversos. A ideia é falar de temas relativos a Minas Gerais e também analisar questões mais amplas, mas sempre com um olhar mineiro.</p><p>Além disso, daqui pra frente mais pessoas da redação vão participar dos programas e vamos explorar o trabalho que é feito aqui, mas nem sempre vai parar nas páginas do jornal.  Acompanhe novos episódios às quintas-feiras, a partir das 15h.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 05 Jun 2019 23:09:43 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Tempo Hábil - Desafios Da Democracia, episódio #7</title>
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        <![CDATA[No último episódio da série Desafios da Democracia, analisamos o contexto global em que o Brasil está inserido e de que forma experiências internacionais podem funcionar como espelhos para a nossa situação.<p>As análises foram feitas pelo cientista político e professor da FGV de São Paulo, Guilherme Casarões, e também pelo professor de política internacional e comparada da UFMG Dawisson Lopes. </p><p>O Tempo Hábil encerra a série Desafios da Democracia aqui e retorna com novas análises no ano que vem, até la!</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 22 Dec 2018 16:14:22 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>No último episódio da série Desafios da Democracia, analisamos o contexto global em que o Brasil está inserido e de que forma experiências internacionais podem funcionar como espelhos para a nossa situação.As análises foram feitas pelo cientista político e professor da FGV de São Paulo, Guilherme Casarões, e também pelo professor de política internacional e comparada da UFMG Dawisson Lopes. O Tempo Hábil encerra a série Desafios da Democracia aqui e retorna com novas análises no ano que vem, até la!</itunes:summary>
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      <title>Tempo Hábil - Desafios Da Democracia, episódio #6</title>
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        <![CDATA[No sexto e penúltimo episódio da série Desafios da Democracia, falamos sobre uma série de temas que estiveram muito presentes durante a campanha. Com a ascensão de grupo mais conservadores nesta eleição, pautas como o Escola Sem Partido, a revogação do estatuto do desarmamento ou o estatuto do nascituro se mantêm na ordem do dia. <p>Para nos ajudar a entender o que seria necessário para que esse tipo de proposta seja colocado em prática, conversamos com o editor de política do jornal O TEMPO, Ricardo Corrêa, e com o professor de professor de direito constitucional, Teoria do Estado e Teoria da Constituição da PUC Minas e da UFMG José Luiz Quadros de Magalhães.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 15 Dec 2018 04:18:42 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:subtitle>No sexto e penúltimo episódio da série Desafios da Democracia, falamos sobre uma série de temas que estiveram muito presentes durante a campanha. Com a ascensão de grupo mais conservadores nesta eleição, pautas como o Escola Sem Partido, a revogação do es</itunes:subtitle>
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      <title>Tempo Hábil - Desafios Da Democracia, episódio #5</title>
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        <![CDATA[No quinto episódio da série Desafios da Democracia, o assunto é o Congresso. Falamos da inesperada renovação que se deu na Câmara e no Senado nas eleições de 2018 e das possíveis implicações disso. Também discutimos os efeitos que o fato de Bolsonaro preferir negociar com bancadas temáticas em vez de partidos pode ter para a dinâmica entre Executivo e Legislativo. Para isso, ouvimos o doutorando em ciência política e pesquisador do Centro de Estudos Legislativos da UFMG Lucas Cunha e Rafael Câmara de Melo, doutor em Ciência Política pela UFMG e pesquisador do Instituto da Democracia e da Democratização da Comunicação.]]>
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      <pubDate>Wed, 05 Dec 2018 20:28:10 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Tempo Hábil - Desafios Da Democracia, episódio #4</title>
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        <![CDATA[No quarto episódio da série Desafios da Democracia, discutimos as implicações das mudanças que vêm acontecendo nos últimos anos para a democracia brasileira. A doutora em sociologia, produtora do canal Tese Onze no Youtube e professora da UnB Sabrina Fernandes fala do quadro de despolitização que se apresenta, suas causas, consequências e possíveis soluções. Já Camilo Aggio, professor e pesquisador do departamento de comunicação social da UFMG e integrante do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) em Democracia Digital, fala da crise da democracia enquanto sistema de mediações, da democracia digital e aponta caminhos para lidar com o novo ecossistema de comunicação que vem se formando.]]>
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      <pubDate>Thu, 29 Nov 2018 16:02:15 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Tempo Hábil - Desafios Da Democracia, episódio #3</title>
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        <![CDATA[No terceiro episódio da série Desafios da Democracia, tratamos dos usos das redes sociais para mobilização política no Brasil, especialmente durante as eleições de 2018. Coordenadora do Centro de Convergência de Novas Mídias da UFMG, Regina Helena Alves da Silva apresenta um histórico do uso eleitoral das mídias sociais no Brasil, desde 2010. Filósofo e professor do curso de Gestão de Políticas Públicas da USP Pablo Ortellado repercute alguns dos estudos que realizou, entre eles o acompanhamento de posts em páginas de apoiadores de Jair Bolsonaro e uma análise de imagens compartilhadas pelo WhatsApp. Por fim, o pesquisador do Instituto de Referência em Internet e Sociedade, de BH, Davi Teófilo fala dos desafios para a regulamentação das redes e controle dos danos das fake news.]]>
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      <pubDate>Wed, 21 Nov 2018 16:16:48 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Tempo Hábil - Desafios Da Democracia, episódio #2</title>
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        <![CDATA[No segundo episódio da série Desafios da Democracia, refletimos sobre o tsunami que vem varrendo o sistema político brasileiro nos últimos anos. Com ajuda de Carlos Ranulfo, professor do departamento de Ciência Política da UFMG, e Christian Lynch, professor do IESP-UERJ e pesquisador da Fundação Casa de Rui Barbosa, analisamos os efeitos do descrédito que representantes de todas as esferas de poder vêm enfrentando e o retorno do conservadorismo à política brasileira. Os especialistas ponderam quais seriam os próximos efeitos dessa onda.]]>
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      <pubDate>Wed, 14 Nov 2018 16:02:12 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Tempo Hábil - Desafios Da Democracia, episódio #1</title>
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        <![CDATA[No primeiro episódio da série Desafios da Democracia, analisamos o momento atual da democracia brasileira por meio do exame do conceito desse sistema de governo, seu desenvolvimento histórico no mundo e no Brasil, o que é preciso para que ele seja garantido e que desdobramentos ainda temos pela frente.<p>Colaborou neste primeiro episódio o Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS) do Rio, autorizando o uso do áudio da entrevista do cientista político Miguel Lago à série Varandas.doc, que está disponível completa aqui: https://www.youtube.com/watch?v=A8RqSg9WfYk</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 07 Nov 2018 00:28:54 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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