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    <description>O “Som das Memórias”, uma  produção de Inês Gomes, Madalena Magalhães, Rebeca Silva e Rodrigo Machado, alunos do 3º ano de Comunicação Social da ESEV, com a supervisão dos docentes Miguel Midões e Teresa Gouveia</description>
    <copyright>© 2025 Inês Gomes, Madalena Magalhães, Rebeca Silva e Rodrigo Machado, alunos do 3º ano de Comunicação Social da ESEV</copyright>
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    <pubDate>Thu, 30 Jan 2025 07:25:10 -0800</pubDate>
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    <itunes:author>Inês Gomes, Madalena Magalhães, Rebeca Silva e Rodrigo Machado, alunos do 3º ano de Comunicação Social da ESEV</itunes:author>
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      <title>Exorcismo em Vera Cruz e a estória do "homem cão" | Ep.5</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Este episódio é uma viagem à terra de Vera Cruz, no Alentejo, no concelho de Portel, onde costa que está uma parte da cruz de cristo, que "não se consegue situar no tempo" e saber  "quando aquela relíquia terá chegado" a este local alentejano.</p><p><br></p><p>Uma terra rica em história e em estórias. </p><p>Nos anos 50, um grupo de pessoas trouxe para a igreja um homem que corria, saltitava e a ladrava como um cão. "Só o conseguiram trazer preso por uma corrente. O pároco na altura disse para levá-lo à capelinha do Santo Lenho, fez o ritual que a igreja exige, o exorcismo", conta o padre José Lelo. O rapaz, "que tinha perdido a humanidade", não tinha consciência dos oito meses que viveu como um cão. A estória do do homem cão, que ladrava como os cães e que "foi apanhado no meio das ovelhas" perdurou no tempo. "Aquilo era uma força enorme", conta um dos habitantes da aldeia.</p><p><br></p><p>O padre José Lelo refere que "exorcizar" vem do latim e significa "retirar espíritos maus" e que hoje tudo parece que se enquadra no domínio da ciência e que é explicável, mas há casos que vão para além disso, "fora do normal, fora do comum".  Neste episódio partilha uma das suas estórias de exorcismo.</p><p><br></p><p>"A igreja confere esses poderes [do exorcismo] a todos os sacerdotes, que podem exorcizar, mas acaba por haver sacerdotes específicos para fazê-lo", diz.</p><p><br></p><p>Maria Rosa Madeira Mata é uma historiadora local e conta "os males que atormentam as pessoas" desta terra do concelho de Portel e da sua história que remonta a 1258 quando Dom João Pais da Cunha instala um senhorio naquela zona e começa a ter interesse num mosteiro que estava abandonado ou em maus estado". </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Este episódio é uma viagem à terra de Vera Cruz, no Alentejo, no concelho de Portel, onde costa que está uma parte da cruz de cristo, que "não se consegue situar no tempo" e saber  "quando aquela relíquia terá chegado" a este local alentejano.</p><p><br></p><p>Uma terra rica em história e em estórias. </p><p>Nos anos 50, um grupo de pessoas trouxe para a igreja um homem que corria, saltitava e a ladrava como um cão. "Só o conseguiram trazer preso por uma corrente. O pároco na altura disse para levá-lo à capelinha do Santo Lenho, fez o ritual que a igreja exige, o exorcismo", conta o padre José Lelo. O rapaz, "que tinha perdido a humanidade", não tinha consciência dos oito meses que viveu como um cão. A estória do do homem cão, que ladrava como os cães e que "foi apanhado no meio das ovelhas" perdurou no tempo. "Aquilo era uma força enorme", conta um dos habitantes da aldeia.</p><p><br></p><p>O padre José Lelo refere que "exorcizar" vem do latim e significa "retirar espíritos maus" e que hoje tudo parece que se enquadra no domínio da ciência e que é explicável, mas há casos que vão para além disso, "fora do normal, fora do comum".  Neste episódio partilha uma das suas estórias de exorcismo.</p><p><br></p><p>"A igreja confere esses poderes [do exorcismo] a todos os sacerdotes, que podem exorcizar, mas acaba por haver sacerdotes específicos para fazê-lo", diz.</p><p><br></p><p>Maria Rosa Madeira Mata é uma historiadora local e conta "os males que atormentam as pessoas" desta terra do concelho de Portel e da sua história que remonta a 1258 quando Dom João Pais da Cunha instala um senhorio naquela zona e começa a ter interesse num mosteiro que estava abandonado ou em maus estado". </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 30 Jan 2025 07:25:06 -0800</pubDate>
      <author>Inês Gomes, Madalena Magalhães, Rebeca Silva e Rodrigo Machado, alunos do 3º ano de Comunicação Social da ESEV</author>
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        <![CDATA[<p>Este episódio é uma viagem à terra de Vera Cruz, no Alentejo, no concelho de Portel, onde costa que está uma parte da cruz de cristo, que "não se consegue situar no tempo" e saber  "quando aquela relíquia terá chegado" a este local alentejano.</p><p><br></p><p>Uma terra rica em história e em estórias. </p><p>Nos anos 50, um grupo de pessoas trouxe para a igreja um homem que corria, saltitava e a ladrava como um cão. "Só o conseguiram trazer preso por uma corrente. O pároco na altura disse para levá-lo à capelinha do Santo Lenho, fez o ritual que a igreja exige, o exorcismo", conta o padre José Lelo. O rapaz, "que tinha perdido a humanidade", não tinha consciência dos oito meses que viveu como um cão. A estória do do homem cão, que ladrava como os cães e que "foi apanhado no meio das ovelhas" perdurou no tempo. "Aquilo era uma força enorme", conta um dos habitantes da aldeia.</p><p><br></p><p>O padre José Lelo refere que "exorcizar" vem do latim e significa "retirar espíritos maus" e que hoje tudo parece que se enquadra no domínio da ciência e que é explicável, mas há casos que vão para além disso, "fora do normal, fora do comum".  Neste episódio partilha uma das suas estórias de exorcismo.</p><p><br></p><p>"A igreja confere esses poderes [do exorcismo] a todos os sacerdotes, que podem exorcizar, mas acaba por haver sacerdotes específicos para fazê-lo", diz.</p><p><br></p><p>Maria Rosa Madeira Mata é uma historiadora local e conta "os males que atormentam as pessoas" desta terra do concelho de Portel e da sua história que remonta a 1258 quando Dom João Pais da Cunha instala um senhorio naquela zona e começa a ter interesse num mosteiro que estava abandonado ou em maus estado". </p>]]>
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      <title>Dentista de burros | Episódio 4</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p><strong>A importância dos burros, o entorno social e cultural, e um "dentista de burros".</strong></p><p><br></p><p>Há 55 milhões de burros em todo o mundo, a maior parte em África.</p><p>Em Portugal, o burro já foi um animal fundamental na agricultura. Agora, continua a sê-lo sobretudo nos países pobres.</p><p><br></p><p>João Brandão Rodrigues é veterinário e especialista em saúde oral de burros, uma especialização que resulta do doutoramento que fez, com trabalho de campo no Nordeste Transmontano e na região oeste de Zamora, em Espanha.</p><p><br></p><p>Neste episódio, viajamos pelas histórias de João Brandão Rodrigues e  a "descobrir esta ruralidade e o papel que os burros têm nesta comunidade do Nordeste".</p><p><br></p><p>Era uma área de tal forma pouco estudada que se tornou o seu doutoramento. "Vi muitos animais e os animais foram tratados. Permitiu ter dados de animais que nunca tinham sido tratados e perceber como as doenças evoluem ao longo da idade dos animais", explica. </p><p><br></p><p>Um trabalho de anos com o burro mirandês e o burro zamorano leonês, que lhe permitiu ser agora uma referência nesta área. Além disso, valoriza as pessoas humildes e afáveis que sempre o receberam muito bem no Nordeste Transmontano. A especialização em dentição de burros já o levou a países como Nepal, Marrocos, Chile, México, Perú, entre outros.</p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p><strong>A importância dos burros, o entorno social e cultural, e um "dentista de burros".</strong></p><p><br></p><p>Há 55 milhões de burros em todo o mundo, a maior parte em África.</p><p>Em Portugal, o burro já foi um animal fundamental na agricultura. Agora, continua a sê-lo sobretudo nos países pobres.</p><p><br></p><p>João Brandão Rodrigues é veterinário e especialista em saúde oral de burros, uma especialização que resulta do doutoramento que fez, com trabalho de campo no Nordeste Transmontano e na região oeste de Zamora, em Espanha.</p><p><br></p><p>Neste episódio, viajamos pelas histórias de João Brandão Rodrigues e  a "descobrir esta ruralidade e o papel que os burros têm nesta comunidade do Nordeste".</p><p><br></p><p>Era uma área de tal forma pouco estudada que se tornou o seu doutoramento. "Vi muitos animais e os animais foram tratados. Permitiu ter dados de animais que nunca tinham sido tratados e perceber como as doenças evoluem ao longo da idade dos animais", explica. </p><p><br></p><p>Um trabalho de anos com o burro mirandês e o burro zamorano leonês, que lhe permitiu ser agora uma referência nesta área. Além disso, valoriza as pessoas humildes e afáveis que sempre o receberam muito bem no Nordeste Transmontano. A especialização em dentição de burros já o levou a países como Nepal, Marrocos, Chile, México, Perú, entre outros.</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 10 Jan 2025 08:51:42 -0800</pubDate>
      <author>Inês Gomes, Madalena Magalhães, Rebeca Silva e Rodrigo Machado, alunos do 3º ano de Comunicação Social da ESEV</author>
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      <title>O "suor" do trabalho de um amolador à moda antiga | Episódio 3</title>
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        <![CDATA[<p>No episódio de hoje, o terceiro, vamos ao Mercado do Bolhão, no Porto, onde ainda hoje existe um amolador... facas, tesouras e outros objetos cortantes.</p><p><br></p><p>André Fernandes está no mercado do Bolhão há mais de 20 anos, mas é considerado o mais jovem amolador do país. divulgar a sua cutelaria, assim como dar continuidade ao negócio de família, levando-o a percorrer o mundo. "Divulgar a sua cutelaria, assim como dar continuidade ao negócio de família" é o que o tem levando a percorrer o mundo como amolador, uma tradição portuguesa que tem caído em desuso.</p><p><br></p><p>"Vejo o Mercado do Bolhão como a minha segunda casa", diz. Segue as pegadas do pai e do avô e desde 2012 passou a estar sozinho. Em 2020 começou a fabricar cutelaria para preencher o trabalho de amolador.</p><p><br></p><p>"Muito suor", pois mesmo depois do mercado, o trabalho continua na garagem de casa, porque "quando há filhos para criar temos de esgravatar para eles", afirma.</p><p><br></p><p>Este episódio tem a produção de Nuno Araújo, Rodrigo Caetano, Soraia Ferreira e Daniel Silva, com a supervisão dos docentes Teresa Gouveia e Miguel Midões.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No episódio de hoje, o terceiro, vamos ao Mercado do Bolhão, no Porto, onde ainda hoje existe um amolador... facas, tesouras e outros objetos cortantes.</p><p><br></p><p>André Fernandes está no mercado do Bolhão há mais de 20 anos, mas é considerado o mais jovem amolador do país. divulgar a sua cutelaria, assim como dar continuidade ao negócio de família, levando-o a percorrer o mundo. "Divulgar a sua cutelaria, assim como dar continuidade ao negócio de família" é o que o tem levando a percorrer o mundo como amolador, uma tradição portuguesa que tem caído em desuso.</p><p><br></p><p>"Vejo o Mercado do Bolhão como a minha segunda casa", diz. Segue as pegadas do pai e do avô e desde 2012 passou a estar sozinho. Em 2020 começou a fabricar cutelaria para preencher o trabalho de amolador.</p><p><br></p><p>"Muito suor", pois mesmo depois do mercado, o trabalho continua na garagem de casa, porque "quando há filhos para criar temos de esgravatar para eles", afirma.</p><p><br></p><p>Este episódio tem a produção de Nuno Araújo, Rodrigo Caetano, Soraia Ferreira e Daniel Silva, com a supervisão dos docentes Teresa Gouveia e Miguel Midões.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 10 Jan 2025 08:49:14 -0800</pubDate>
      <author>Inês Gomes, Madalena Magalhães, Rebeca Silva e Rodrigo Machado, alunos do 3º ano de Comunicação Social da ESEV</author>
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        <![CDATA[<p>No episódio de hoje, o terceiro, vamos ao Mercado do Bolhão, no Porto, onde ainda hoje existe um amolador... facas, tesouras e outros objetos cortantes.</p><p><br></p><p>André Fernandes está no mercado do Bolhão há mais de 20 anos, mas é considerado o mais jovem amolador do país. divulgar a sua cutelaria, assim como dar continuidade ao negócio de família, levando-o a percorrer o mundo. "Divulgar a sua cutelaria, assim como dar continuidade ao negócio de família" é o que o tem levando a percorrer o mundo como amolador, uma tradição portuguesa que tem caído em desuso.</p><p><br></p><p>"Vejo o Mercado do Bolhão como a minha segunda casa", diz. Segue as pegadas do pai e do avô e desde 2012 passou a estar sozinho. Em 2020 começou a fabricar cutelaria para preencher o trabalho de amolador.</p><p><br></p><p>"Muito suor", pois mesmo depois do mercado, o trabalho continua na garagem de casa, porque "quando há filhos para criar temos de esgravatar para eles", afirma.</p><p><br></p><p>Este episódio tem a produção de Nuno Araújo, Rodrigo Caetano, Soraia Ferreira e Daniel Silva, com a supervisão dos docentes Teresa Gouveia e Miguel Midões.</p>]]>
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      <title>As saborosas estórias à volta do pão fermentadas no Museu do Pão (Seia) | Ep 2</title>
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        <![CDATA[<p>O segundo episódio do podcast Som das Memórias leva-nos numa viagem pelo <strong><br>Museu do Pão, em Seia</strong>, por estórias saborosas à volta do fabrico do pão e da sua importância na cultura portuguesa.</p><p><br>De portas abertas, este espaço, que surgiu da "ideia base surge de um grupo de professores e com a coordenação do mentor, António Quaresma", passa por 300 anos da história em que o pão assume um papel central (sendo o judaísmo e o cristianismo as religiões<br> em que o pão assume um papel central).</p><p><br></p><p><br>As memórias da colheita do cereal, a moagem, o amassar, o enformar... Graça Reis, diretora do Museu e Cláudia Pessoa, técnica do espaço, fazem as honras da casa e fermentam nos ouvintes, pelo som do Museu, o despertar da vontade para uma possível visita ao<br> espaço. "Temos exposta uma ovelha deita em filigrana, em tamanho real e que mostra aquilo que é a nossa serra", explica a diretora, para mostrar que a Serra da Estrela é também sinónimo de outras iguarias, como o queijo DOP, de denominação de origem portuguesa.</p><p><br></p><p><br><strong>"O pão sempre foi a base da alimentação dos portugueses"</strong>, diz Cláudia Pessoa. Neste episódio também pode ficar a saber que o Museu já "comeu o pão que o diabo amassou" para hoje ser uma referência no turismo da região.<br><strong>"Ninguém preserva o que não conhece e ninguém abdica de um prato de comida para ir a um museu"</strong>, sublinha Graça Reis.</p><p><br></p><p><br>Por ano, 100 mil pessoas passam pelo Museu do Pão, em Seia, mas o "pão" quer crescer mais.<br><strong>"Há sempre novidades que vamos trazendo a público e há uma necessidade de remodelar e de apresentar os conteúdos de forma diferente"</strong>, acrescenta.<br><strong>"O estar e vir ao Museu do Pão obriga as pessoas a parar e a conversar umas com as outros, partilharem as histórias de objetos que lhes são comuns, sobretudo com os mais novos"</strong>, diz.</p><p><br></p><p><br><strong>Este episódio teve a produção de Carolina Vicente, Beatriz Fonseca, Inês Brás e Mariana Silva, alunos do 3º ano de Comunicação Social da ESEV, com a supervisão dos docentes Miguel Midões e Teresa Gouveia.</strong></p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O segundo episódio do podcast Som das Memórias leva-nos numa viagem pelo <strong><br>Museu do Pão, em Seia</strong>, por estórias saborosas à volta do fabrico do pão e da sua importância na cultura portuguesa.</p><p><br>De portas abertas, este espaço, que surgiu da "ideia base surge de um grupo de professores e com a coordenação do mentor, António Quaresma", passa por 300 anos da história em que o pão assume um papel central (sendo o judaísmo e o cristianismo as religiões<br> em que o pão assume um papel central).</p><p><br></p><p><br>As memórias da colheita do cereal, a moagem, o amassar, o enformar... Graça Reis, diretora do Museu e Cláudia Pessoa, técnica do espaço, fazem as honras da casa e fermentam nos ouvintes, pelo som do Museu, o despertar da vontade para uma possível visita ao<br> espaço. "Temos exposta uma ovelha deita em filigrana, em tamanho real e que mostra aquilo que é a nossa serra", explica a diretora, para mostrar que a Serra da Estrela é também sinónimo de outras iguarias, como o queijo DOP, de denominação de origem portuguesa.</p><p><br></p><p><br><strong>"O pão sempre foi a base da alimentação dos portugueses"</strong>, diz Cláudia Pessoa. Neste episódio também pode ficar a saber que o Museu já "comeu o pão que o diabo amassou" para hoje ser uma referência no turismo da região.<br><strong>"Ninguém preserva o que não conhece e ninguém abdica de um prato de comida para ir a um museu"</strong>, sublinha Graça Reis.</p><p><br></p><p><br>Por ano, 100 mil pessoas passam pelo Museu do Pão, em Seia, mas o "pão" quer crescer mais.<br><strong>"Há sempre novidades que vamos trazendo a público e há uma necessidade de remodelar e de apresentar os conteúdos de forma diferente"</strong>, acrescenta.<br><strong>"O estar e vir ao Museu do Pão obriga as pessoas a parar e a conversar umas com as outros, partilharem as histórias de objetos que lhes são comuns, sobretudo com os mais novos"</strong>, diz.</p><p><br></p><p><br><strong>Este episódio teve a produção de Carolina Vicente, Beatriz Fonseca, Inês Brás e Mariana Silva, alunos do 3º ano de Comunicação Social da ESEV, com a supervisão dos docentes Miguel Midões e Teresa Gouveia.</strong></p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Thu, 19 Dec 2024 02:51:30 -0800</pubDate>
      <author>Inês Gomes, Madalena Magalhães, Rebeca Silva e Rodrigo Machado, alunos do 3º ano de Comunicação Social da ESEV</author>
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        <![CDATA[<p>O segundo episódio do podcast Som das Memórias leva-nos numa viagem pelo <strong><br>Museu do Pão, em Seia</strong>, por estórias saborosas à volta do fabrico do pão e da sua importância na cultura portuguesa.</p><p><br>De portas abertas, este espaço, que surgiu da "ideia base surge de um grupo de professores e com a coordenação do mentor, António Quaresma", passa por 300 anos da história em que o pão assume um papel central (sendo o judaísmo e o cristianismo as religiões<br> em que o pão assume um papel central).</p><p><br></p><p><br>As memórias da colheita do cereal, a moagem, o amassar, o enformar... Graça Reis, diretora do Museu e Cláudia Pessoa, técnica do espaço, fazem as honras da casa e fermentam nos ouvintes, pelo som do Museu, o despertar da vontade para uma possível visita ao<br> espaço. "Temos exposta uma ovelha deita em filigrana, em tamanho real e que mostra aquilo que é a nossa serra", explica a diretora, para mostrar que a Serra da Estrela é também sinónimo de outras iguarias, como o queijo DOP, de denominação de origem portuguesa.</p><p><br></p><p><br><strong>"O pão sempre foi a base da alimentação dos portugueses"</strong>, diz Cláudia Pessoa. Neste episódio também pode ficar a saber que o Museu já "comeu o pão que o diabo amassou" para hoje ser uma referência no turismo da região.<br><strong>"Ninguém preserva o que não conhece e ninguém abdica de um prato de comida para ir a um museu"</strong>, sublinha Graça Reis.</p><p><br></p><p><br>Por ano, 100 mil pessoas passam pelo Museu do Pão, em Seia, mas o "pão" quer crescer mais.<br><strong>"Há sempre novidades que vamos trazendo a público e há uma necessidade de remodelar e de apresentar os conteúdos de forma diferente"</strong>, acrescenta.<br><strong>"O estar e vir ao Museu do Pão obriga as pessoas a parar e a conversar umas com as outros, partilharem as histórias de objetos que lhes são comuns, sobretudo com os mais novos"</strong>, diz.</p><p><br></p><p><br><strong>Este episódio teve a produção de Carolina Vicente, Beatriz Fonseca, Inês Brás e Mariana Silva, alunos do 3º ano de Comunicação Social da ESEV, com a supervisão dos docentes Miguel Midões e Teresa Gouveia.</strong></p><p><br></p>]]>
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      <itunes:keywords>ESEV, latoeiro, Viseu, podcast</itunes:keywords>
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      <title>Som das Memórias - </title>
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        <![CDATA[<p>O primeiro episódio de o “Som das Memórias” anda à volta da história de António de Jesus Carvalho, latoeiro junto à Sé de Viseu há 66 anos. Tem 89 anos e viajamos com ele pela história da sua vida como latoeiro. Começou cedo com o padrinho que já tinha uma oficina de latoaria, mas o querer aprender mais e melhor fê-lo sair rápido debaixo da asa da família e voar sozinho.</p><p><br></p><p>Os seus pássaros fazem-lhe companhia. A ele e a nós durante a gravação da conversa. Os pássaros chegam a ser hoje mais do que os clientes. Curiosos há muitos, mas clientes há poucos, tal como pessoas que queiram aprender este ofício que António de Jesus Carvalho chama de arte.</p><p><br></p><p><strong>"Faço aquilo que se vende. Estou a fazer rocas para apanhar fruta e aquilo são assadores para as castanhas"</strong>, conta o octogenário. Enquanto puder e tiver forças vai continuar pela oficina e pelo ofício. <strong>"Já fiz 89 e não posso muitas coisas. O negócio já foi, já não é. Morreu nesta rua e em vários lados"</strong>, diz com tristeza.</p><p><br></p><p>O turismo vai ajudando o negócio, mas não chega para sobreviver. <strong>"As pessoas chegam, veem e não compram, acham tudo muito caro, mas eu para mim, que as faço, acho-as muito baratas"</strong>, acrescenta.</p><p>Fotografias muitas, mas comprar pouco.</p><p><br></p><p><strong>Este episódio, que pode ouvir em 98.9 ou em www.jornaldocentro.pt, teve a produção de Inês Gomes, Madalena Magalhães, Rebeca Silva e Rodrigo Machado, alunos do 3º ano de Comunicação Social da ESEV, com a supervisão dos docentes Miguel Midões e Teresa Gouveia.</strong></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O primeiro episódio de o “Som das Memórias” anda à volta da história de António de Jesus Carvalho, latoeiro junto à Sé de Viseu há 66 anos. Tem 89 anos e viajamos com ele pela história da sua vida como latoeiro. Começou cedo com o padrinho que já tinha uma oficina de latoaria, mas o querer aprender mais e melhor fê-lo sair rápido debaixo da asa da família e voar sozinho.</p><p><br></p><p>Os seus pássaros fazem-lhe companhia. A ele e a nós durante a gravação da conversa. Os pássaros chegam a ser hoje mais do que os clientes. Curiosos há muitos, mas clientes há poucos, tal como pessoas que queiram aprender este ofício que António de Jesus Carvalho chama de arte.</p><p><br></p><p><strong>"Faço aquilo que se vende. Estou a fazer rocas para apanhar fruta e aquilo são assadores para as castanhas"</strong>, conta o octogenário. Enquanto puder e tiver forças vai continuar pela oficina e pelo ofício. <strong>"Já fiz 89 e não posso muitas coisas. O negócio já foi, já não é. Morreu nesta rua e em vários lados"</strong>, diz com tristeza.</p><p><br></p><p>O turismo vai ajudando o negócio, mas não chega para sobreviver. <strong>"As pessoas chegam, veem e não compram, acham tudo muito caro, mas eu para mim, que as faço, acho-as muito baratas"</strong>, acrescenta.</p><p>Fotografias muitas, mas comprar pouco.</p><p><br></p><p><strong>Este episódio, que pode ouvir em 98.9 ou em www.jornaldocentro.pt, teve a produção de Inês Gomes, Madalena Magalhães, Rebeca Silva e Rodrigo Machado, alunos do 3º ano de Comunicação Social da ESEV, com a supervisão dos docentes Miguel Midões e Teresa Gouveia.</strong></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 06 Dec 2024 10:00:00 -0800</pubDate>
      <author>Inês Gomes, Madalena Magalhães, Rebeca Silva e Rodrigo Machado, alunos do 3º ano de Comunicação Social da ESEV</author>
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