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    <description>O podcast comandado por Felipe Recondo sobre STF e Constituição.</description>
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    <pubDate>Sat, 28 Mar 2026 16:17:20 +0000</pubDate>
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    <itunes:author>Felipe Recondo</itunes:author>
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      <title>JOTACAST 1 - 8/11/2019</title>
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        <![CDATA[Este é o episódio número 1 do JOTACast, o podcast do JOTA, um conteúdo em formato de áudio para explorar novas possibilidade de tratamento da notícia e levar ao nosso leitor – e agora ouvinte – análise sobre os fatos mais importantes do mundo jurídico, político e regulatório. 

Neste primeiro episódio, discutimos o julgamento do Supremo Tribunal Federal sobre a execução provisória da pena e, como consequência do resultado, a soltura do ex-presidente Lula. E trouxemos para discutir o resultado deste julgamento os professores Diego Werneck, do Insper, e Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e a defensora pública do Rio de Janeiro Thais Lima. 

O JOTACast é apresentado por Felipe Recondo e foi editado por Érico Oyama.

Crédito da foto: Dorivan Marinho/SCO/STF]]>
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Neste primeiro episódio, discutimos o julgamento do Supremo Tribunal Federal sobre a execução provisória da pena e, como consequência do resultado, a soltura do ex-presidente Lula. E trouxemos para discutir o resultado deste julgamento os professores Diego Werneck, do Insper, e Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e a defensora pública do Rio de Janeiro Thais Lima. 

O JOTACast é apresentado por Felipe Recondo e foi editado por Érico Oyama.

Crédito da foto: Dorivan Marinho/SCO/STF]]>
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      <pubDate>Fri, 08 Nov 2019 23:50:31 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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Neste primeiro episódio, discutimos o julgamento do Supremo Tribunal Federal sobre a execução provisória da pena e, como consequência do resultado, a soltura do ex-presidente Lula. E trouxemos para discutir o resultado deste julgamento os professores Diego Werneck, do Insper, e Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e a defensora pública do Rio de Janeiro Thais Lima. 

O JOTACast é apresentado por Felipe Recondo e foi editado por Érico Oyama.

Crédito da foto: Dorivan Marinho/SCO/STF</itunes:summary>
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      <title>Episódio 1 - Sem Precedentes</title>
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        <![CDATA[<p>Episódio 1 - Sem Precedentes by JOTA.info</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 19 Nov 2019 21:48:11 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <title>Sem Precedentes - Ep 2: Julgamento do COAF sem COAF?</title>
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        <![CDATA[<p>O segundo episódio do podcast do JOTA, Sem Precedentes, mostra uma possível reviravolta em um dos casos mais polêmicos do ano no STF. Em meio aos votos de Toffoli e Alexandre de Moraes liberando em graus diferentes o uso de dados da Receita e do COAF/UIF em investigações, Rosa Weber levantou uma questão central: por que, afinal, o COAF está sendo discutido neste caso, se não é nem citado na ação? O caso que poderia definir o destino de centenas de investigações, incluindo a sobre o senador Flávio Bolsonaro, entra agora em uma nova fase. E ainda faltam nove votos. No Sem Precedentes desta semana, Felipe Recondo discute o caso com os professores Diego Werneck, do Insper, e Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio e Silvana Batini, procuradora regional da República no Rio de Janeiro.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 26 Nov 2019 17:28:47 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <title>Sem Precedentes - Ep 3: Congresso quer resposta à decisão do STF sobre 2ª instância</title>
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        <![CDATA[<p>E se execução em 2ª instância valer p/ TODOS os processos: criminais, trabalhistas, tributários? Enquanto foco está nas penas, proposta pode mudar o sistema jurídico brasileiro e impactar empresas e governo. Ouça no Podcast Sem Precedentes as repercussões das propostas em tramitação e como tudo começou como uma proposta do próprio STF, sob Presidência de Cezar Peluso, antes de virar uma resistência contra o STF.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 04 Dec 2019 11:37:18 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <title>Sem Precedentes Ep 4: Aproximação entre Bolsonaro e Toffoli marca relação STF/Governo em 2019</title>
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        <![CDATA[<p>Esperado por alguns, o papel do STF como contraponto a um governo que tinha discurso contra instituições não se concretizou. A senha foi dada quando Toffoli chamou a derrubada de João Goulart de "movimento de 1964" e indicou um general para sua assessoria no STF. Bolsonaro começou a mudar de atitude em relação à Corte quando seu filho foi alvo de investigação que dependia de decisões dos ministros. Sem o poder de mudar votos, mas comandando a pauta, Toffoli foi aos poucos sendo poupado pelas redes bolsonaristas e propôs um "pacto" genérico que foi visto como um sinal de que atuaria pela governabilidade. Ouça as análises de Felipe Recondo e Fábio Zambeli no primeiro episódio da Retrospectiva 2019 do Sem Precedentes, o podcast do JOTA.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 12 Dec 2019 19:27:09 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <title>Sem Precedentes Ep 5: relembre as pautas do STF em 2019 de maior interesse do governo</title>
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      <pubDate>Mon, 23 Dec 2019 17:36:00 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <title>Sem Precedentes - Ep.6: relembre como foi a relação do STF com o Congresso em 2019</title>
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        <![CDATA[<p>Sem Precedentes - Ep.6: relembre como foi a relação do STF com o Congresso em 2019 by JOTA.info</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Sem Precedentes - Ep.6: relembre como foi a relação do STF com o Congresso em 2019 by JOTA.info</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 23 Dec 2019 19:10:39 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <title>Sem Precedentes - Ep. 7: Lava Jato teve um ano de inflexão e derrotas no STF</title>
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        <![CDATA[<p>STF mudou entendimento de prisão após condenação em 2ª instância; também houve revelações Intercept Brasil</p>]]>
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        <![CDATA[<p>STF mudou entendimento de prisão após condenação em 2ª instância; também houve revelações Intercept Brasil</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 30 Dec 2019 19:36:51 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 8: STF volta do recesso após plantão com decisões polêmicas</title>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes, o podcast do JOTA, está de volta com uma análise das principais decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) nos últimos dois meses. Mesmo em esquema de plantão, foram tomadas decisões importantes, sendo a principal delas a suspensão, por tempo indeterminado, do juiz de garantias, previsto na lei anticrime aprovada no Congresso.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 31 Jan 2020 22:51:16 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 9: Congresso reage à suspensão do juiz de garantias</title>
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        <![CDATA[<p>O episódio desta semana do Sem Precedentes, o podcast do JOTA, fala da retomada dos trabalhos no Supremo Tribunal Federal (STF) e qual foi a reação do Congresso com relação às recentes decisões do Judiciário.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 07 Feb 2020 19:49:50 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 10: tabela de frete, greve de petroleiros e fala de Bolsonaro</title>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes dessa semana aborda três temas: o novo adiamento do julgamento da tabela do frete no Supremo Tribunal Federal (STF), a decisão monocrática do ministro Ives Gandra, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), sobre a ilegalidade da greve dos petroleiros, além dos possíveis efeitos da ofensa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) direcionada à jornalista Patrícia Campos Mello, do jornal Folha de S. Paulo.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 21 Feb 2020 19:33:58 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 11: podcast faz sua apresentação oficial e relembra histórico recente do STF</title>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes, o podcast do JOTA, chega ao décimo primeiro episódio e faz uma apresentação formal tardia, ao deixar claras quais são as motivações para a criação do programa e quais as abordagens com relação às pautas do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 05 Mar 2020 12:25:05 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 12: O STF sob holofotes: a transformação da relação entre o tribunal e a mídia</title>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes desta semana traz a segunda parte de nossa apresentação oficial. Dessa vez, o apresentador do podcast, Felipe Recondo, conta a experiência dele na cobertura do Supremo Tribunal Federal (STF) e como a abordagem da imprensa com relação aos julgamentos mudou nos últimos anos.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 11 Mar 2020 19:29:05 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 13: efeitos do coronavírus no Judiciário</title>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes, como não poderia deixar de ser, trata dos efeitos do coronavírus no Judiciário, especialmente no Supremo Tribunal Federal (STF). A Corte definiu que vai fazer uma sessão presencial a cada 15 dias e irá ampliar os julgamentos em ambiente virtual, permitindo, inclusive, sustentações orais online, uma novidade. Nas sessões presenciais, também será permitido que os advogados representantes das partes façam as sustentações orais à distância, por videoconferência.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 21 Mar 2020 18:43:56 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 14: Crise do coronavírus testa os limites das instituições e do federalismo</title>
      <itunes:episode>14</itunes:episode>
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        <![CDATA[<p>Neste episódio do SEM PRECEDENTES: A crise do coronavírus gerou tensões na sociedade, dentro do governo, entre os entes federativos e os Três Poderes. Com sessões virtuais, STF e Congresso continuam funcionando, enquanto o governo federal se debate entre ações conflitantes dos ministérios e as recomendações do presidente Bolsonaro - distantes da OMS e próximas às redes sociais ligadas à sua ascensão. Qual o equilíbrio possível entre as instituições em um momento de crise inédita desde a Constituição de 1988? Como garantir uma ação responsável para a sociedade quando falta uma direção clara? Qual o papel do Supremo?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Neste episódio do SEM PRECEDENTES: A crise do coronavírus gerou tensões na sociedade, dentro do governo, entre os entes federativos e os Três Poderes. Com sessões virtuais, STF e Congresso continuam funcionando, enquanto o governo federal se debate entre ações conflitantes dos ministérios e as recomendações do presidente Bolsonaro - distantes da OMS e próximas às redes sociais ligadas à sua ascensão. Qual o equilíbrio possível entre as instituições em um momento de crise inédita desde a Constituição de 1988? Como garantir uma ação responsável para a sociedade quando falta uma direção clara? Qual o papel do Supremo?</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 29 Mar 2020 21:18:37 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 15: Toffoli e o papel do STF na crise do coronavírus</title>
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        <![CDATA[<p>No novo episódio do Sem Precedentes, o debate é sobre o comportamento do Supremo Tribunal Federal na crise do coronavírus. O presidente do STF, ministro Dias Toffoli, disse em webinar do JOTA na sexta-feira (3/4) que o tribunal atua como um poder moderador, agindo como um árbitro nas disputas que surgem em decorrência da crise – de acordo com ele, 600 processos chegaram ao Supremo nas últimas semanas tendo a pandemia da Covid-19 e suas repercussões sociais e econômicas como motivação.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No novo episódio do Sem Precedentes, o debate é sobre o comportamento do Supremo Tribunal Federal na crise do coronavírus. O presidente do STF, ministro Dias Toffoli, disse em webinar do JOTA na sexta-feira (3/4) que o tribunal atua como um poder moderador, agindo como um árbitro nas disputas que surgem em decorrência da crise – de acordo com ele, 600 processos chegaram ao Supremo nas últimas semanas tendo a pandemia da Covid-19 e suas repercussões sociais e econômicas como motivação.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 04 Apr 2020 18:11:58 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <itunes:summary>No novo episódio do Sem Precedentes, o debate é sobre o comportamento do Supremo Tribunal Federal na crise do coronavírus. O presidente do STF, ministro Dias Toffoli, disse em webinar do JOTA na sexta-feira (3/4) que o tribunal atua como um poder moderador, agindo como um árbitro nas disputas que surgem em decorrência da crise – de acordo com ele, 600 processos chegaram ao Supremo nas últimas semanas tendo a pandemia da Covid-19 e suas repercussões sociais e econômicas como motivação.</itunes:summary>
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      <title>Webinar do JOTA com Sergio Moro: Ação coercitiva da polícia é ‘medida em última análise’</title>
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        <![CDATA[O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, disse em webinar do JOTA que é preciso “tomar cuidado com o exagero” em relação a ações coercitivas em meio à pandemia. Antes, lembrou que a Justiça não precisa ser acionada para que a polícia intervenha em casos no qual uma pessoa infectada com coronavírus sai do isolamento. Moro destacou que a atitude fere o artigo 268 do Código Penal, que considera crime “infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa”.]]>
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      <pubDate>Mon, 13 Apr 2020 23:59:33 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 16: STF, plenário virtual e transparência em tempos de pandemia</title>
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        <![CDATA[<p>O novo episódio do Sem Precedentes discute os julgamentos em plenário virtual no Supremo Tribunal Federal, que concentraram as atenções, análises e críticas. Ao contrário dos julgamentos por videoconferência iniciados na semana passada, os julgamentos pelo sistema virtual não permitem debate em tempo real entre os ministros e hoje não podem ser facilmente acompanhados pela sociedade, pois os votos proferidos só são divulgados – salvas raras exceções – ao final do processo, quando o resultado já está dado.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 20 Apr 2020 12:26:03 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <title>Sem Precedentes: caminhos de eventuais processos de impeachment ou de crime comum contra Bolsonaro</title>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes, o podcast do JOTA que fala sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, traz nesta semana uma edição especial para discutir os caminhos de possíveis processos por crime de responsabilidade ou crime comum contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Quais seriam os caminhos em cada um dos casos? Quais são os ritos? Qual seria mais célere?</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 25 Apr 2020 17:53:36 +0000</pubDate>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 18: há base jurídica na suspensão da nomeação de Ramagem para a PF?</title>
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        <![CDATA[<p>O time titular do Sem Precedentes – o podcast do JOTA sobre Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição – analisa a decisão liminar do ministro Alexandre de Moraes de suspender a nomeação de Alexandre Ramagem como diretor-geral da Polícia Federal. O magistrado atendeu a um pedido do PDT, que acionou o STF por meio de um mandado de segurança.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 30 Apr 2020 13:28:17 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <title>Big Data Venia - Ep. Piloto: A proteção de dados no meio da pandemia e o adiamento da LGPD</title>
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        <![CDATA[Estamos mais online do que nunca. E quem está online está produzindo dados. Qual a nossa garantia de privacidade e quais são as regras para empresas e governos utilizarem nossas informações? O podcast Big Data Venia, do JOTA e CTS/FGV Direito Rio, estreia discutindo como os dados de deslocamento estão sendo utilizados pra medir o grau de distanciamento social na pandemia de coronavírus, quais os diretos dos cidadãos e quais os impactos do adiamento da entrada em vigor da LGPD, a Geral de Proteção de Dados. Também nesse podcast: a segurança do Zoom, a confiabilidade do 5G com equipamentos chineses e como equilibrar proteção de dados com inovação. O episódio piloto do Big Data Venia é apresentado por Iago Bolívar, do JOTA, com análises de Yasmin Curzi, Ivar Hartaman  e Walter Britto Gaspar, do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV Direito Rio. (Foto de capa: Engin Akyurt/Pexels)]]>
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      <pubDate>Fri, 01 May 2020 21:07:49 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <title>Webinar do JOTA: presidente da Anatel espera leilão de 5G neste ano</title>
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        <![CDATA[A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) espera realizar até dezembro o leilão do 5G. A afirmação é do presidente da agência, Leonardo Euler, que participou da série de webinars que o JOTA vem realizando semanalmente para discutir regulação em meio à pandemia.

“Estamos trabalhando intensamente para realizar o leilão ainda neste ano, ainda que seja em dezembro. Nosso maior dificultador é uma política pública, que não é da Anatel, que preconiza que temos que proteger as chamadas parabólicas”, explicou Euler. “Isso tem demandado muito esforço da agência, com testes de laboratório e testes de campo, para garantir a coexistência dos sistemas.”]]>
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“Estamos trabalhando intensamente para realizar o leilão ainda neste ano, ainda que seja em dezembro. Nosso maior dificultador é uma política pública, que não é da Anatel, que preconiza que temos que proteger as chamadas parabólicas”, explicou Euler. “Isso tem demandado muito esforço da agência, com testes de laboratório e testes de campo, para garantir a coexistência dos sistemas.”]]>
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      <pubDate>Wed, 06 May 2020 20:06:37 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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“Estamos trabalhando intensamente para realizar o leilão ainda neste ano, ainda que seja em dezembro. Nosso maior dificultador é uma política pública, que não é da Anatel, que preconiza que temos que proteger as chamadas parabólicas”, explicou Euler. “Isso tem demandado muito esforço da agência, com testes de laboratório e testes de campo, para garantir a coexistência dos sistemas.”</itunes:summary>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 19: Toffoli e Celso de Mello e os dois Supremos na relação com Bolsonaro</title>
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        <![CDATA[<p>No SEM PRECEDENTES desta semana, a discussão sobre a relação entre os poderes em uma semana com protestos contra o STF, reunião surpresa e decisões contrárias ao presidente da República. No centro do debate, as abordagens diferentes do presidente da Corte e do ministro decano em relação ao governo e ao presidente Jair Bolsonaro. Os analistas do Sem Precedentes discutem se há diferentes níveis de consenso no Supremo Tribunal Federal de acordo com a pauta. Quando a discussão envolve algo relacionado à crise do coronavírus, quase sempre as votações são unânimes. Já em relação ao governo, a postura dos ministros não é uniforme, tanto na relação, como nas decisões monocráticas. O Sem Precedentes é apresentado pelo diretor de conteúdo, do JOTA, Felipe Recondo, e tem como analistas: Thomaz Pereira (FGV Direito Rio), Juliana Cesario Alvim (UFMG) e Diego Werneck (Insper). Uma decisão liminar do ministro Alexandre de Moraes impedindo a nomeação de Alexandre Ramagem para a direção-geral da Polícia Federal irritou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O presidente chegou a dizer “não engoli a decisão”. Nessa sexta-feira (8/5), a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu que Alexandre de Moraes reconsiderasse a decisão e o ministro negou. Em paralelo, o ministro Celso de Mello segue com inquérito para investigar as declarações do ex-ministro Sergio Moro sobre interferência política de Bolsonaro no comando da Polícia Federal. O magistrado recebeu do governo o vídeo da reunião em que o presidente teria tentado intervir indevidamente nas atividades da PF. Na quinta-feira (7/5), Jair Bolsonaro caminhou do Palácio do Planalto até o Supremo acompanhando pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e por empresários. Eles se reuniram com o presidente do STF, Dias Toffoli, para falar das dificuldades econômicas trazidas pelo isolamento social. “Nesse contexto, estamos delineando dois Supremos, um do ministro presidente, Dias Toffoli, e um Supremo do decano Celso de Mello”, ressalta Juliana Cesario Alvim, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Sobre Toffoli, Alvim lembrou de acenos ao governo, como quando mencionou o golpe de 1964 como movimento de 1964; e também ao conceder liminar monocrática para frear investigações que impactavam Flávio Bolsonaro, um dos filhos do presidente. “Do outro lado, o Supremo do ministro Celso de não tem tido medo de se opor ao governo, inclusive, de maneira frontal”, diz. Para Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, “o governo está perdendo em coisas que importam pessoalmente para o presidente Jair Bolsonaro, mas não são questões que importam para a crise que estamos vivendo”. O apresentador do Sem Precedentes, o diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, entende que “o Supremo vai continuar julgando pró-governabilidade, não necessariamente pró-governo”. Já Diego Werneck, do Insper, avalia que quanto mais excepcional for a medida que o ministro está adotando, maior as chances de ela gerar tensão quando for a plenário. “A gente vai ver isso acontecer nas próximas semanas se essa reconsideração do caso Ramagem for, de fato, adiante”.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No SEM PRECEDENTES desta semana, a discussão sobre a relação entre os poderes em uma semana com protestos contra o STF, reunião surpresa e decisões contrárias ao presidente da República. No centro do debate, as abordagens diferentes do presidente da Corte e do ministro decano em relação ao governo e ao presidente Jair Bolsonaro. Os analistas do Sem Precedentes discutem se há diferentes níveis de consenso no Supremo Tribunal Federal de acordo com a pauta. Quando a discussão envolve algo relacionado à crise do coronavírus, quase sempre as votações são unânimes. Já em relação ao governo, a postura dos ministros não é uniforme, tanto na relação, como nas decisões monocráticas. O Sem Precedentes é apresentado pelo diretor de conteúdo, do JOTA, Felipe Recondo, e tem como analistas: Thomaz Pereira (FGV Direito Rio), Juliana Cesario Alvim (UFMG) e Diego Werneck (Insper). Uma decisão liminar do ministro Alexandre de Moraes impedindo a nomeação de Alexandre Ramagem para a direção-geral da Polícia Federal irritou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O presidente chegou a dizer “não engoli a decisão”. Nessa sexta-feira (8/5), a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu que Alexandre de Moraes reconsiderasse a decisão e o ministro negou. Em paralelo, o ministro Celso de Mello segue com inquérito para investigar as declarações do ex-ministro Sergio Moro sobre interferência política de Bolsonaro no comando da Polícia Federal. O magistrado recebeu do governo o vídeo da reunião em que o presidente teria tentado intervir indevidamente nas atividades da PF. Na quinta-feira (7/5), Jair Bolsonaro caminhou do Palácio do Planalto até o Supremo acompanhando pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e por empresários. Eles se reuniram com o presidente do STF, Dias Toffoli, para falar das dificuldades econômicas trazidas pelo isolamento social. “Nesse contexto, estamos delineando dois Supremos, um do ministro presidente, Dias Toffoli, e um Supremo do decano Celso de Mello”, ressalta Juliana Cesario Alvim, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Sobre Toffoli, Alvim lembrou de acenos ao governo, como quando mencionou o golpe de 1964 como movimento de 1964; e também ao conceder liminar monocrática para frear investigações que impactavam Flávio Bolsonaro, um dos filhos do presidente. “Do outro lado, o Supremo do ministro Celso de não tem tido medo de se opor ao governo, inclusive, de maneira frontal”, diz. Para Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, “o governo está perdendo em coisas que importam pessoalmente para o presidente Jair Bolsonaro, mas não são questões que importam para a crise que estamos vivendo”. O apresentador do Sem Precedentes, o diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, entende que “o Supremo vai continuar julgando pró-governabilidade, não necessariamente pró-governo”. Já Diego Werneck, do Insper, avalia que quanto mais excepcional for a medida que o ministro está adotando, maior as chances de ela gerar tensão quando for a plenário. “A gente vai ver isso acontecer nas próximas semanas se essa reconsideração do caso Ramagem for, de fato, adiante”.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 09 May 2020 20:55:22 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <itunes:summary>No SEM PRECEDENTES desta semana, a discussão sobre a relação entre os poderes em uma semana com protestos contra o STF, reunião surpresa e decisões contrárias ao presidente da República. No centro do debate, as abordagens diferentes do presidente da Corte e do ministro decano em relação ao governo e ao presidente Jair Bolsonaro.  

Os analistas do Sem Precedentes discutem se há diferentes níveis de consenso no Supremo Tribunal Federal de acordo com a pauta. Quando a discussão envolve algo relacionado à crise do coronavírus, quase sempre as votações são unânimes. Já em relação ao governo, a postura dos ministros não é uniforme, tanto na relação, como nas decisões monocráticas. 

O Sem Precedentes é apresentado pelo diretor de conteúdo, do JOTA, Felipe Recondo, e tem como analistas: Thomaz Pereira (FGV Direito Rio), Juliana Cesario Alvim (UFMG) e Diego Werneck (Insper).

Uma decisão liminar do ministro Alexandre de Moraes impedindo a nomeação de Alexandre Ramagem para a direção-geral da Polícia Federal irritou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O presidente chegou a dizer “não engoli a decisão”. Nessa sexta-feira (8/5), a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu que Alexandre de Moraes reconsiderasse a decisão e o ministro negou.

Em paralelo, o ministro Celso de Mello segue com inquérito para investigar as declarações do ex-ministro Sergio Moro sobre interferência política de Bolsonaro no comando da Polícia Federal. O magistrado recebeu do governo o vídeo da reunião em que o presidente teria tentado intervir indevidamente nas atividades da PF. 

Na quinta-feira (7/5), Jair Bolsonaro caminhou do Palácio do Planalto até o Supremo acompanhando pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e por empresários. Eles se reuniram com o presidente do STF, Dias Toffoli, para falar das dificuldades econômicas trazidas pelo isolamento social. 

“Nesse contexto, estamos delineando dois Supremos, um do ministro presidente, Dias Toffoli, e um Supremo do decano Celso de Mello”, ressalta Juliana Cesario Alvim, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Sobre Toffoli, Alvim lembrou de acenos ao governo, como quando mencionou o golpe de 1964 como movimento de 1964; e também ao conceder liminar monocrática para frear investigações que impactavam Flávio Bolsonaro, um dos filhos do presidente. “Do outro lado, o Supremo do ministro Celso de não tem tido medo de se opor ao governo, inclusive, de maneira frontal”, diz.

Para Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, “o governo está perdendo em coisas que importam pessoalmente para o presidente Jair Bolsonaro, mas não são questões que importam para a crise que estamos vivendo”. 

O apresentador do Sem Precedentes, o diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, entende que “o Supremo vai continuar julgando pró-governabilidade, não necessariamente pró-governo”.

Já Diego Werneck, do Insper, avalia que quanto mais excepcional for a medida que o ministro está adotando, maior as chances de ela gerar tensão quando for a plenário. “A gente vai ver isso acontecer nas próximas semanas se essa reconsideração do caso Ramagem for, de fato, adiante”.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>No SEM PRECEDENTES desta semana, a discussão sobre a relação entre os poderes em uma semana com protestos contra o STF, reunião surpresa e decisões contrárias ao presidente da República. No centro do debate, as abordagens diferentes do presidente da Corte</itunes:subtitle>
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      <title>Sem Precedentes, ep.20: O decano, o presidente e o vídeo como prova</title>
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        <![CDATA[<p>O inquérito que investiga a possível interferência do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na Polícia Federal não se resolverá apenas juridicamente, na medida em que, para ser processado, é necessária a autorização da Câmara. Nessa dinâmica dupla, a decisão de liberar o vídeo da reunião ministerial foi mais fácil de ser resolvida do ponto de vista jurídico do que ponto de vista político. Resta a dúvida se a decisão sobre a reunião ministerial cria um precedente para o acesso a outros documentos que no futuro sejam colocados sobre documentos solicitados em inquéritos contra presidentes. O time titular do Sem Precedentes analisa os argumentos jurídicos na decisão de Celso de Mello ao liberar a divulgação do vídeo e também as reações da política. Além de Thomaz Pereira (FGV Direito Rio), Juliana Cesário Alvim (UFMG) e Diego Werneck (Insper). O podcast desta semana conta com a participação especial de Eduardo Jordão (FGV Direito Rio), para analisar a decisão do STF de limitar dos efeitos da Medida Provisória 966/2020, que isentava agentes públicos de responsabilização civil e administrativa por atos de reposta à pandemia. O plenário, por maioria, estabeleceu que o agente público deve observar o que estabelecem as organizações e entidades reconhecidas para tomar medidas de combate à pandemia para não ensejar violação ao direito à vida, à saúde ou ao meio ambiente equilibrado.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 26 May 2020 00:12:35 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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O time titular do Sem Precedentes analisa os argumentos jurídicos na decisão de Celso de Mello ao liberar a divulgação do vídeo e também as reações da política. Além de Thomaz Pereira (FGV Direito Rio), Juliana Cesário Alvim (UFMG) e Diego Werneck (Insper). O podcast desta semana conta com a participação especial de Eduardo Jordão (FGV Direito Rio), para analisar a decisão do STF de limitar dos efeitos da Medida Provisória 966/2020, que isentava agentes públicos de responsabilização civil e administrativa por atos de reposta à pandemia. O plenário, por maioria, estabeleceu que o agente público deve observar o que estabelecem as organizações e entidades reconhecidas para tomar medidas de combate à pandemia para não ensejar violação ao direito à vida, à saúde ou ao meio ambiente equilibrado.</itunes:summary>
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      <title>Big Data Venia, ep. 2: O que o governo sabe sobre você e como pode usar os seus dados</title>
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        <![CDATA[A quais dados dos cidadãos o governo tem acesso? Quais são as garantias de privacidade e como os órgãos governamentais podem compartilhar os dados entre eles? Qual o efeito da pandemia sobre a capacidade dos governos de monitorarem os cidadãos? Este são alguns dos temas do segundo episódio do Big Data Venia, o podcast sobre Direito e Tecnologia do JOTA e Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da FGV Direito-Rio.

Também neste episódio:
- A privacidade das crianças no TikTok
- Usar ou não adesivo na câmera do computador?
- A possível privatização da Serpro, a "campeão nacional" da TI, maior empresa estatal de tecnologia do mundo

O Big Data Venia é apresentado por Iago Bolívar, do JOTA, com análises de Yasmin Curzi, Ivar Hartmann e Walter Britto Gaspar, do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV Direito Rio.]]>
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Também neste episódio:
- A privacidade das crianças no TikTok
- Usar ou não adesivo na câmera do computador?
- A possível privatização da Serpro, a "campeão nacional" da TI, maior empresa estatal de tecnologia do mundo

O Big Data Venia é apresentado por Iago Bolívar, do JOTA, com análises de Yasmin Curzi, Ivar Hartmann e Walter Britto Gaspar, do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV Direito Rio.]]>
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      <pubDate>Tue, 26 May 2020 12:55:39 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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Também neste episódio:
- A privacidade das crianças no TikTok
- Usar ou não adesivo na câmera do computador?
- A possível privatização da Serpro, a "campeão nacional" da TI, maior empresa estatal de tecnologia do mundo

O Big Data Venia é apresentado por Iago Bolívar, do JOTA, com análises de Yasmin Curzi, Ivar Hartmann e Walter Britto Gaspar, do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV Direito Rio.</itunes:summary>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 21: inquérito das fake news no STF e reação de Bolsonaro</title>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, traz nesta semana uma edição especial sobre a crise - sem precedentes - entre o presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) e o STF. Na reação contra mandados de busca e apreensão determinados pelo ministro Alexandre de Moraes no inquérito para investigar fake news contra o Supremo, Bolsonaro ameaçou não cumprir decisões do tribunal. Mas a escalada da crise começa há uma semana, quando o ministro Celso de Mello decidiu liberar a veiculação da íntegra do vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril, em que Bolsonaro, de acordo com o ex-ministro Sergio Moro, teria admitido que pretendia interferir politicamente na Polícia Federal. Quem tem razão nesta crise? E como a relação entre o STF e Bolsonaro - e seus apoiadores - chegou a este ponto? E o inquérito de fake news é realmente uma ameaça para Bolsonaro? Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio-fundador do JOTA, conversa com o time titular do Sem Precedentes: Juliana Cesario Alvim (UFMG), Thomaz Pereira (FGV Direito Rio), Diego Werneck (Insper) e uma convidada especial, Marjorie Marona, professora de Ciência Política da UFMG para responder a estas e outras perguntas.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 01 Jun 2020 04:50:30 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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Quem tem razão nesta crise? E como a relação entre o STF e Bolsonaro - e seus apoiadores - chegou a este ponto? E o inquérito de fake news é realmente uma ameaça para Bolsonaro? Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio-fundador do JOTA, conversa com o time titular do Sem Precedentes: Juliana Cesario Alvim (UFMG), Thomaz Pereira (FGV Direito Rio), Diego Werneck (Insper) e uma convidada especial, Marjorie Marona, professora de Ciência Política da UFMG para responder a estas e outras perguntas.</itunes:summary>
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      <title>Big Data Venia, ep 3: O Big Data no Direito e o Direito do Big Data</title>
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        <![CDATA[Qual é a principal coisa que um advogado que não sabe bem o que é big data precisa saber sobre a tecnologia que está mudando o mercado jurídico? E qual o principal aspecto legal do big data que uma pessoa que trabalha com tecnologia precisa conhecer?  Este episódio do BIG DATA VENIA, o podcast sobre direito e tecnologia do JOTA e CTS da FGV Direito-Rio, junta as duas pontas de um tema que tem implicações na vida de todos e é central para os profissionais do direito e para todos que programam ou são responsáveis por bases de dados - sejam sites ou apps. 
Também neste episódio:
- O futuro do Uber (e da uberização) em um mundo de distanciamento social
- Trump ou Twitter - quem tem razão?
- Um cookie chinês na aba anônima
Este episódio do BIG DATA VENIA é apresentado por Iago Bolívar, do JOTA, e tem um painel com Ivar Hartmann, coordenador do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV Direito Rio, Fabiana Luci de Oliveira, doutora em Ciências Sociais e professora do Programa de Pós-Graduação em Sociologia na UFSCar e Guilherme de Almeida, coordenador do Supremo em Números da FGV Direito Rio e doutorando em direito pela PUC-Rio.]]>
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Também neste episódio:
- O futuro do Uber (e da uberização) em um mundo de distanciamento social
- Trump ou Twitter - quem tem razão?
- Um cookie chinês na aba anônima
Este episódio do BIG DATA VENIA é apresentado por Iago Bolívar, do JOTA, e tem um painel com Ivar Hartmann, coordenador do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV Direito Rio, Fabiana Luci de Oliveira, doutora em Ciências Sociais e professora do Programa de Pós-Graduação em Sociologia na UFSCar e Guilherme de Almeida, coordenador do Supremo em Números da FGV Direito Rio e doutorando em direito pela PUC-Rio.]]>
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      <pubDate>Thu, 04 Jun 2020 19:29:38 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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Também neste episódio:
- O futuro do Uber (e da uberização) em um mundo de distanciamento social
- Trump ou Twitter - quem tem razão?
- Um cookie chinês na aba anônima
Este episódio do BIG DATA VENIA é apresentado por Iago Bolívar, do JOTA, e tem um painel com Ivar Hartmann, coordenador do Centro de Tecnologia e Sociedade da FGV Direito Rio, Fabiana Luci de Oliveira, doutora em Ciências Sociais e professora do Programa de Pós-Graduação em Sociologia na UFSCar e Guilherme de Almeida, coordenador do Supremo em Números da FGV Direito Rio e doutorando em direito pela PUC-Rio.</itunes:summary>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 22: o futuro do inquérito das fake news</title>
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      <itunes:title>Sem Precedentes, ep. 22: o futuro do inquérito das fake news</itunes:title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, aborda os novos incidentes da tensão entre o governo Bolsonaro e o Supremo. Na segunda-feira, o ministro Celso de Mello arquivou o pedido feito por partidos de oposição de uma perícia no celular de Jair Bolsonaro na investigação sobre uma possível interferência do presidente na Polícia Federal. O ministro aproveitou a decisão para mandar um recado a Bolsonaro. Além disso, o governo teve recuos evidentes no avanço que vinha fazendo sobre o tribunal, com acenos ao ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news. Bolsonaro prestigiou a posse de Alexandre de Moraes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, o visitou em São Paulo em um encontro fora da agenda. Qual será o futuro do inquérito das fake news? As provas obtidas nesta investigação podem ser usadas nos processos no TSE? Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio-fundador do JOTA, conversa com o time titular do Sem Precedentes: Juliana Cesario Alvim (UFMG), Thomaz Pereira (FGV Direito Rio), Diego Werneck (Insper) e uma convidada especial, Silvana Batini, procuradora regional eleitoral do Rio de Janeiro e professora da FGV Direito Rio, para responde a estas e outras perguntas. Os analistas também falam sobre a polêmica em torno do artigo 142 da Constituição, que autorizaria, na visão de alguns poucos, a intervenção das Forças Armadas para resolver disputas entre Poderes.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, aborda os novos incidentes da tensão entre o governo Bolsonaro e o Supremo. Na segunda-feira, o ministro Celso de Mello arquivou o pedido feito por partidos de oposição de uma perícia no celular de Jair Bolsonaro na investigação sobre uma possível interferência do presidente na Polícia Federal. O ministro aproveitou a decisão para mandar um recado a Bolsonaro. Além disso, o governo teve recuos evidentes no avanço que vinha fazendo sobre o tribunal, com acenos ao ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news. Bolsonaro prestigiou a posse de Alexandre de Moraes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, o visitou em São Paulo em um encontro fora da agenda. Qual será o futuro do inquérito das fake news? As provas obtidas nesta investigação podem ser usadas nos processos no TSE? Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio-fundador do JOTA, conversa com o time titular do Sem Precedentes: Juliana Cesario Alvim (UFMG), Thomaz Pereira (FGV Direito Rio), Diego Werneck (Insper) e uma convidada especial, Silvana Batini, procuradora regional eleitoral do Rio de Janeiro e professora da FGV Direito Rio, para responde a estas e outras perguntas. Os analistas também falam sobre a polêmica em torno do artigo 142 da Constituição, que autorizaria, na visão de alguns poucos, a intervenção das Forças Armadas para resolver disputas entre Poderes.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 06 Jun 2020 19:17:17 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <itunes:summary>O Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, aborda os novos incidentes da tensão entre o governo Bolsonaro e o Supremo. Na segunda-feira, o ministro Celso de Mello arquivou o pedido feito por partidos de oposição de uma perícia no celular de Jair Bolsonaro na investigação sobre uma possível interferência do presidente na Polícia Federal. O ministro aproveitou a decisão para mandar um recado a Bolsonaro. 

Além disso, o governo teve recuos evidentes no avanço que vinha fazendo sobre o tribunal, com acenos ao ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito das fake news. Bolsonaro prestigiou a posse de Alexandre de Moraes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, o visitou em São Paulo em um encontro fora da agenda. 

Qual será o futuro do inquérito das fake news? As provas obtidas nesta investigação podem ser usadas nos processos no TSE? Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio-fundador do JOTA, conversa com o time titular do Sem Precedentes: Juliana Cesario Alvim (UFMG), Thomaz Pereira (FGV Direito Rio), Diego Werneck (Insper) e uma convidada especial, Silvana Batini, procuradora regional eleitoral do Rio de Janeiro e professora da FGV Direito Rio, para responde a estas e outras perguntas.  

Os analistas também falam sobre a polêmica em torno do artigo 142 da Constituição, que autorizaria, na visão de alguns poucos, a intervenção das Forças Armadas para resolver disputas entre Poderes.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, aborda os novos incidentes da tensão entre o governo Bolsonaro e o Supremo. Na segunda-feira, o ministro Celso de Mello arquivou o pedido feito por partidos </itunes:subtitle>
      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 23: os recados de Fachin e Toffoli para o governo Bolsonaro</title>
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        <![CDATA[<p>O inquérito das fake news e o voto do ministro Edson Fachin na sessão de quarta-feira (10/6) do Supremo Tribunal Federal (STF) são o assunto principal do episódio do Sem Precedentes gravado nessa quinta-feira (11/3). Como projetamos no episódio anterior, a decisão do presidente do STF, Dias Toffoli, de instaurar o inquérito será certamente referendada pela quase totalidade dos ministros do tribunal. Ainda no programa, o time do Sem Precedentes discute a liminar do ministro Alexandre de Moraes, obrigando o Ministério da Saúde a divulgar, sem restrições, dados de mortes e contágio pelo novo coronavírus. E a decisão do ministro Fachin de impor certas condições para operações policiais nas favelas do Rio de Janeiro durante a pandemia. Por fim, a pauta é a relação ainda tormentosa – contudo mais calma – entre Supremo e Executivo nos últimos dias. E, na conclusão, a escolha da personagem, da decisão ou do fato da semana. Neste episódio, o time completo do Sem Precedentes: Juliana Cesario Alvim (UFMG), Diego Werneck (Insper) e Thomaz Pereira (FGV Direito Rio), produzido e apresentado por Felipe Recondo, sócio-fundador e diretor de Conteúdo do JOTA. O vídeo com a gravação do Sem Precedentes já está disponível no canal do JOTA no YouTube (assine para receber as notificações dos nossos conteúdos) e o podcast, editado pela F451, estará disponível no Spotify, Soundcloud e outros canais de conteúdo.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O inquérito das fake news e o voto do ministro Edson Fachin na sessão de quarta-feira (10/6) do Supremo Tribunal Federal (STF) são o assunto principal do episódio do Sem Precedentes gravado nessa quinta-feira (11/3). Como projetamos no episódio anterior, a decisão do presidente do STF, Dias Toffoli, de instaurar o inquérito será certamente referendada pela quase totalidade dos ministros do tribunal. Ainda no programa, o time do Sem Precedentes discute a liminar do ministro Alexandre de Moraes, obrigando o Ministério da Saúde a divulgar, sem restrições, dados de mortes e contágio pelo novo coronavírus. E a decisão do ministro Fachin de impor certas condições para operações policiais nas favelas do Rio de Janeiro durante a pandemia. Por fim, a pauta é a relação ainda tormentosa – contudo mais calma – entre Supremo e Executivo nos últimos dias. E, na conclusão, a escolha da personagem, da decisão ou do fato da semana. Neste episódio, o time completo do Sem Precedentes: Juliana Cesario Alvim (UFMG), Diego Werneck (Insper) e Thomaz Pereira (FGV Direito Rio), produzido e apresentado por Felipe Recondo, sócio-fundador e diretor de Conteúdo do JOTA. O vídeo com a gravação do Sem Precedentes já está disponível no canal do JOTA no YouTube (assine para receber as notificações dos nossos conteúdos) e o podcast, editado pela F451, estará disponível no Spotify, Soundcloud e outros canais de conteúdo.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 12 Jun 2020 22:45:23 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <itunes:summary>O inquérito das fake news e o voto do ministro Edson Fachin na sessão de quarta-feira (10/6) do Supremo Tribunal Federal (STF) são o assunto principal do episódio do Sem Precedentes gravado nessa quinta-feira (11/3).

Como projetamos no episódio anterior, a decisão do presidente do STF, Dias Toffoli, de instaurar o inquérito será certamente referendada pela quase totalidade dos ministros do tribunal.

Ainda no programa, o time do Sem Precedentes discute a liminar do ministro Alexandre de Moraes, obrigando o Ministério da Saúde a divulgar, sem restrições, dados de mortes e contágio pelo novo coronavírus. E a decisão do ministro Fachin de impor certas condições para operações policiais nas favelas do Rio de Janeiro durante a pandemia.

Por fim, a pauta é a relação ainda tormentosa – contudo mais calma – entre Supremo e Executivo nos últimos dias. E, na conclusão, a escolha da personagem, da decisão ou do fato da semana.

Neste episódio, o time completo do Sem Precedentes: Juliana Cesario Alvim (UFMG), Diego Werneck (Insper) e Thomaz Pereira (FGV Direito Rio), produzido e apresentado por Felipe Recondo, sócio-fundador e diretor de Conteúdo do JOTA.

O vídeo com a gravação do Sem Precedentes já está disponível no canal do JOTA no YouTube (assine para receber as notificações dos nossos conteúdos) e o podcast, editado pela F451, estará disponível no Spotify, Soundcloud e outros canais de conteúdo.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O inquérito das fake news e o voto do ministro Edson Fachin na sessão de quarta-feira (10/6) do Supremo Tribunal Federal (STF) são o assunto principal do episódio do Sem Precedentes gravado nessa quinta-feira (11/3).

Como projetamos no episódio anterio</itunes:subtitle>
      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
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    <item>
      <title>Sem Precedentes, ep. 24: coesão do STF ao manter o inquérito das fake news</title>
      <itunes:episode>24</itunes:episode>
      <podcast:episode>24</podcast:episode>
      <itunes:title>Sem Precedentes, ep. 24: coesão do STF ao manter o inquérito das fake news</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>No episódio desta semana do Sem Precedentes, o assunto é a demonstração de força e coesão do Supremo ao manter o inquérito das fake news. Por 10 votos a 1, placar que o podcast antecipou no episódio anterior, o tribunal julgou constitucional o artigo do Regimento Interno do STF (Art. 43) que permite à Corte instaurar inquérito para apurar crimes cometidos nas suas dependências. E como isso mexe no cenário de crise entre o presidente Jair Bolsonaro e o Supremo? Qual o recado do STF para o presidente da República e para a sua rede de apoiadores? Além desse tema, Diego Werneck (Insper), Juliana Cesario Alvim (UFMG), Thomaz Pereira (FGV Direito Rio) e Felipe Recondo, fundador e diretor de conteúdo do JOTA, discutem o que o STF tem a ver com a nova e grave crise que bate às portas do Alvorada: a prisão de Fabrício Queiroz nessa quinta-feira (18/6).</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No episódio desta semana do Sem Precedentes, o assunto é a demonstração de força e coesão do Supremo ao manter o inquérito das fake news. Por 10 votos a 1, placar que o podcast antecipou no episódio anterior, o tribunal julgou constitucional o artigo do Regimento Interno do STF (Art. 43) que permite à Corte instaurar inquérito para apurar crimes cometidos nas suas dependências. E como isso mexe no cenário de crise entre o presidente Jair Bolsonaro e o Supremo? Qual o recado do STF para o presidente da República e para a sua rede de apoiadores? Além desse tema, Diego Werneck (Insper), Juliana Cesario Alvim (UFMG), Thomaz Pereira (FGV Direito Rio) e Felipe Recondo, fundador e diretor de conteúdo do JOTA, discutem o que o STF tem a ver com a nova e grave crise que bate às portas do Alvorada: a prisão de Fabrício Queiroz nessa quinta-feira (18/6).</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 22 Jun 2020 13:53:53 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <itunes:summary>No episódio desta semana do Sem Precedentes, o assunto é a demonstração de força e coesão do Supremo ao manter o inquérito das fake news. Por 10 votos a 1, placar que o podcast antecipou no episódio anterior, o tribunal julgou constitucional o artigo do Regimento Interno do STF (Art. 43) que permite à Corte instaurar inquérito para apurar crimes cometidos nas suas dependências. E como isso mexe no cenário de crise entre o presidente Jair Bolsonaro e o Supremo? Qual o recado do STF para o presidente da República e para a sua rede de apoiadores?

Além desse tema, Diego Werneck (Insper), Juliana Cesario Alvim (UFMG), Thomaz Pereira (FGV Direito Rio) e Felipe Recondo, fundador e diretor de conteúdo do JOTA, discutem o que o STF tem a ver com a nova e grave crise que bate às portas do Alvorada: a prisão de Fabrício Queiroz nessa quinta-feira (18/6).</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>No episódio desta semana do Sem Precedentes, o assunto é a demonstração de força e coesão do Supremo ao manter o inquérito das fake news. Por 10 votos a 1, placar que o podcast antecipou no episódio anterior, o tribunal julgou constitucional o artigo do R</itunes:subtitle>
      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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    <item>
      <title>Sem Precedentes, ep. 25: foro privilegiado e o encontro marcado entre Flávio Bolsonaro e o STF</title>
      <itunes:episode>25</itunes:episode>
      <podcast:episode>25</podcast:episode>
      <itunes:title>Sem Precedentes, ep. 25: foro privilegiado e o encontro marcado entre Flávio Bolsonaro e o STF</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, trata no episódio desta semana da decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) de transferir o inquérito aberto para investigar o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) da primeira para a segunda instância. Os desembargadores entenderam que por ser investigado por atos praticados quando Flávio era deputado estadual, ele mantém o foro no Tribunal de Justiça. Mas o Supremo não mudou essa jurisprudência há mais de 20 anos? E mais recentemente não restringiu ainda mais o foro por prerrogativa de função? Nesta sexta-feira (26/6), a Rede Sustentabilidade ajuizou no Supremo uma ação direta de inconstitucionalidade contra a Constituição do Rio de Janeiro para tentar reverter essa decisão do TJRJ. A Constituição estadual diz que os deputados têm foro no Tribunal de Justiça desde a diplomação. O time titular do Sem Precedentes, formado por Diego Werneck (Insper), Juliana Cesario Alvim (UFMG), Thomaz Pereira (FGV Direito Rio) e Felipe Recondo, fundador e diretor de conteúdo do JOTA, também discute a decisão que manteve a tipificação do crime de desacato contra servidor público, a inconstitucionalidade da Lei de Responsabilidade Fiscal quando permite corte de salário de servidor e, ao final, como sempre, há a escolha de cada um do fato, da personagem, ou da decisão da semana.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, trata no episódio desta semana da decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) de transferir o inquérito aberto para investigar o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) da primeira para a segunda instância. Os desembargadores entenderam que por ser investigado por atos praticados quando Flávio era deputado estadual, ele mantém o foro no Tribunal de Justiça. Mas o Supremo não mudou essa jurisprudência há mais de 20 anos? E mais recentemente não restringiu ainda mais o foro por prerrogativa de função? Nesta sexta-feira (26/6), a Rede Sustentabilidade ajuizou no Supremo uma ação direta de inconstitucionalidade contra a Constituição do Rio de Janeiro para tentar reverter essa decisão do TJRJ. A Constituição estadual diz que os deputados têm foro no Tribunal de Justiça desde a diplomação. O time titular do Sem Precedentes, formado por Diego Werneck (Insper), Juliana Cesario Alvim (UFMG), Thomaz Pereira (FGV Direito Rio) e Felipe Recondo, fundador e diretor de conteúdo do JOTA, também discute a decisão que manteve a tipificação do crime de desacato contra servidor público, a inconstitucionalidade da Lei de Responsabilidade Fiscal quando permite corte de salário de servidor e, ao final, como sempre, há a escolha de cada um do fato, da personagem, ou da decisão da semana.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 27 Jun 2020 12:07:00 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <itunes:summary>O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, trata no episódio desta semana da decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) de transferir o inquérito aberto para investigar o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) da primeira para a segunda instância.

Os desembargadores entenderam que por ser investigado por atos praticados quando Flávio era deputado estadual, ele mantém o foro no Tribunal de Justiça. Mas o Supremo não mudou essa jurisprudência há mais de 20 anos? E mais recentemente não restringiu ainda mais o foro por prerrogativa de função?

Nesta sexta-feira (26/6), a Rede Sustentabilidade ajuizou no Supremo uma ação direta de inconstitucionalidade contra a Constituição do Rio de Janeiro para tentar reverter essa decisão do TJRJ. A Constituição estadual diz que os deputados têm foro no Tribunal de Justiça desde a diplomação.

O time titular do Sem Precedentes, formado por Diego Werneck (Insper), Juliana Cesario Alvim (UFMG), Thomaz Pereira (FGV Direito Rio) e Felipe Recondo, fundador e diretor de conteúdo do JOTA, também discute a decisão que manteve a tipificação do crime de desacato contra servidor público, a inconstitucionalidade da Lei de Responsabilidade Fiscal quando permite corte de salário de servidor e, ao final, como sempre, há a escolha de cada um do fato, da personagem, ou da decisão da semana.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, trata no episódio desta semana da decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) de transferir o inquérito aberto para investigar o senador Fláv</itunes:subtitle>
      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
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    <item>
      <title>Big Data Venia, ep. 4: Home Office - Direitos, ética e tecnologia em 100 dias de solidão</title>
      <itunes:episode>32</itunes:episode>
      <podcast:episode>32</podcast:episode>
      <itunes:title>Big Data Venia, ep. 4: Home Office - Direitos, ética e tecnologia em 100 dias de solidão</itunes:title>
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        <![CDATA[O home office e os novos dilemas éticos e jurídicos trazidos pelo fim da fronteira entre casa e trabalho são o tema do quarto episódio do podcast Big Data Venia. Os participantes discutem as consequências trabalhistas, tecnológicas e sociais dessa mudança. No quadro "Será que Pega?", o apelo e os riscos do FaceApp. Para encerrar, uma discussão sobre a solidão em tempos de pandemia.   

Neste episódio:

- Um mundo melhor ou pior
- Quem paga a luz e a internet?
- Dupla jornada das mulheres em casa
- Dados e mecanismos de controle 
- Os trabalhos não virtualizáveis 
- Enfermeiras em perigo; Camille Paglia 
- Networking sem café nem happy hour 
- Home office e EAD
- Tempo no home office: quando parar
- Trabalhar, conviver, cozinhar, lavar louça
- Acidentes de trabalho no home office
- Acadêmicas produzem menos em casa
- Como ser justo com os entregadores?
- O lado bom do home office
- Será que pega: O FaceApp é seguro?
- O desafio de estar sozinho
- Montaigne, Voltaire e a pandemia

O Big Data Venia é o podcast sobre direito e tecnologia do JOTA e CTS/FGV Direito Rio. O programa é apresentado por Iago Bolívar, do JOTA, com a participação fixa de Ivar Hartmann, coordenador do CTS. Neste episódio, as participantes convidadas são Abia Marpin, pesquisadora do CTS, doutora em Sociologia pelo IESP-UERJ, mestre em Sociologia e comunicadora social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de Alagoas e Lígia Fábris, Professora e Coordenadora do Programa Diversidade da FGV Direito Rio, doutoranda em Direito na Universidade Humboldt de Berlim. 

O episódio também conta com a participação especial do jornalista e escritor Rodivaldo Ribeiro, fundador do movimento Ruído Manifesto e autor do livro "Essa Armadilha, o Corpo".]]>
      </description>
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        <![CDATA[O home office e os novos dilemas éticos e jurídicos trazidos pelo fim da fronteira entre casa e trabalho são o tema do quarto episódio do podcast Big Data Venia. Os participantes discutem as consequências trabalhistas, tecnológicas e sociais dessa mudança. No quadro "Será que Pega?", o apelo e os riscos do FaceApp. Para encerrar, uma discussão sobre a solidão em tempos de pandemia.   

Neste episódio:

- Um mundo melhor ou pior
- Quem paga a luz e a internet?
- Dupla jornada das mulheres em casa
- Dados e mecanismos de controle 
- Os trabalhos não virtualizáveis 
- Enfermeiras em perigo; Camille Paglia 
- Networking sem café nem happy hour 
- Home office e EAD
- Tempo no home office: quando parar
- Trabalhar, conviver, cozinhar, lavar louça
- Acidentes de trabalho no home office
- Acadêmicas produzem menos em casa
- Como ser justo com os entregadores?
- O lado bom do home office
- Será que pega: O FaceApp é seguro?
- O desafio de estar sozinho
- Montaigne, Voltaire e a pandemia

O Big Data Venia é o podcast sobre direito e tecnologia do JOTA e CTS/FGV Direito Rio. O programa é apresentado por Iago Bolívar, do JOTA, com a participação fixa de Ivar Hartmann, coordenador do CTS. Neste episódio, as participantes convidadas são Abia Marpin, pesquisadora do CTS, doutora em Sociologia pelo IESP-UERJ, mestre em Sociologia e comunicadora social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de Alagoas e Lígia Fábris, Professora e Coordenadora do Programa Diversidade da FGV Direito Rio, doutoranda em Direito na Universidade Humboldt de Berlim. 

O episódio também conta com a participação especial do jornalista e escritor Rodivaldo Ribeiro, fundador do movimento Ruído Manifesto e autor do livro "Essa Armadilha, o Corpo".]]>
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      <pubDate>Wed, 01 Jul 2020 22:53:23 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <itunes:summary>O home office e os novos dilemas éticos e jurídicos trazidos pelo fim da fronteira entre casa e trabalho são o tema do quarto episódio do podcast Big Data Venia. Os participantes discutem as consequências trabalhistas, tecnológicas e sociais dessa mudança. No quadro "Será que Pega?", o apelo e os riscos do FaceApp. Para encerrar, uma discussão sobre a solidão em tempos de pandemia.   

Neste episódio:

- Um mundo melhor ou pior
- Quem paga a luz e a internet?
- Dupla jornada das mulheres em casa
- Dados e mecanismos de controle 
- Os trabalhos não virtualizáveis 
- Enfermeiras em perigo; Camille Paglia 
- Networking sem café nem happy hour 
- Home office e EAD
- Tempo no home office: quando parar
- Trabalhar, conviver, cozinhar, lavar louça
- Acidentes de trabalho no home office
- Acadêmicas produzem menos em casa
- Como ser justo com os entregadores?
- O lado bom do home office
- Será que pega: O FaceApp é seguro?
- O desafio de estar sozinho
- Montaigne, Voltaire e a pandemia

O Big Data Venia é o podcast sobre direito e tecnologia do JOTA e CTS/FGV Direito Rio. O programa é apresentado por Iago Bolívar, do JOTA, com a participação fixa de Ivar Hartmann, coordenador do CTS. Neste episódio, as participantes convidadas são Abia Marpin, pesquisadora do CTS, doutora em Sociologia pelo IESP-UERJ, mestre em Sociologia e comunicadora social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de Alagoas e Lígia Fábris, Professora e Coordenadora do Programa Diversidade da FGV Direito Rio, doutoranda em Direito na Universidade Humboldt de Berlim. 

O episódio também conta com a participação especial do jornalista e escritor Rodivaldo Ribeiro, fundador do movimento Ruído Manifesto e autor do livro "Essa Armadilha, o Corpo".</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O home office e os novos dilemas éticos e jurídicos trazidos pelo fim da fronteira entre casa e trabalho são o tema do quarto episódio do podcast Big Data Venia. Os participantes discutem as consequências trabalhistas, tecnológicas e sociais dessa mudança</itunes:subtitle>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 26: quais as causas e consequências das mudanças no regimento do STF</title>
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        <![CDATA[<p>O time do Sem Precedentes – podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição – aborda nesta semana as ações contra a decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que garantiu foro privilegiado para o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) na investigação sobre o esquema de rachadinhas quando era deputado estadual. Uma ação direta de inconstitucionalidade, relatada pelo ministro Celso de Mello, e uma reclamação movida pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, nas mãos de Gilmar Mendes, devem derrubar a decisão do TJRJ. Com isso, Flávio voltaria a ser investigado na primeira instância. Também é pauta as mudanças do Supremo nesta semana alterando algumas regras de funcionamento interno. Parte dessas alterações tem como objetivo reforçar a colegialidade do STF, outras visam dar celeridade aos julgamentos. Além disso, destaque para uma decisão do Supremo que impede que o Estado brasileiro expulse estrangeiro com filho no país. A decisão impacta diretamente a situação do jornalista Glenn Greenwald. O time do Sem Precedentes é formado por Diego Werneck (Insper), Juliana Cesario Alvim (UFMG), Thomaz Pereira (FGV Direito Rio) e Felipe Recondo, fundador e diretor de conteúdo do JOTA.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 04 Jul 2020 00:49:20 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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Também é pauta as mudanças do Supremo nesta semana alterando algumas regras de funcionamento interno. Parte dessas alterações tem como objetivo reforçar a colegialidade do STF, outras visam dar celeridade aos julgamentos.

Além disso, destaque para uma decisão do Supremo que impede que o Estado brasileiro expulse estrangeiro com filho no país. A decisão impacta diretamente a situação do jornalista Glenn Greenwald.

O time do Sem Precedentes é formado por Diego Werneck (Insper), Juliana Cesario Alvim (UFMG), Thomaz Pereira (FGV Direito Rio) e Felipe Recondo, fundador e diretor de conteúdo do JOTA.</itunes:summary>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 27: STF mais acessível a grupos vulneráveis?</title>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes desta semana discute a decisão do ministro Luís Roberto Barroso que obriga o governo federal a adotar medidas para proteger os povos indígenas do contágio do novo coronavírus. Dentre as obrigações impostas ao governo Bolsonaro estão a elaboração de um plano de enfrentamento à doença e tomar medidas para impedir a entrada de invasores em comunidades indígenas. Mas há um ponto ainda mais importante nesta decisão: o reconhecimento da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) como uma organização legitimada para contestar a constitucionalidade de leis no Supremo. O Supremo, na sua jurisprudência, limitou a configuração de “entidades de classe” àquelas organizações de pessoas que desempenham a mesma atividade econômica ou profissional. Barroso ampliou esse escopo e os analistas do Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, abordam o tema. Juliana Cesário Alvim, que integra o time do Sem Precedentes, foi quem, pioneiramente, escreveu sobre o assunto e durante o episódio ela fala de detalhes dessa questão. O episódio também aborda a decisão do presidente do Superior Tribunal de Justiça, João Otávio de Noronha, de permitir prisão domiciliar para Fabrício Queiroz, suspeito de integrar o esquema de rachadinha dos salários no gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio. Queiroz estava em prisão preventiva e conseguiu o benefício graças a Noronha. Além disso, são tratados mais dois temas: a sequência de webinares que JOTA e Insper organizaram sobre Celso de Mello e a decisão do presidente do STF, Dias Toffoli, que obriga a Lava Jato a transferir todas as bases da dados estruturados e não-estruturados utilizadas e obtidas em suas investigações para a Procuradoria-Geral da República. O time do Sem Precedentes é formado por Diego Werneck (Insper), Juliana Cesario Alvim (UFMG), Thomaz Pereira (FGV Direito Rio) e Felipe Recondo, fundador e diretor de conteúdo do JOTA.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes desta semana discute a decisão do ministro Luís Roberto Barroso que obriga o governo federal a adotar medidas para proteger os povos indígenas do contágio do novo coronavírus. Dentre as obrigações impostas ao governo Bolsonaro estão a elaboração de um plano de enfrentamento à doença e tomar medidas para impedir a entrada de invasores em comunidades indígenas. Mas há um ponto ainda mais importante nesta decisão: o reconhecimento da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) como uma organização legitimada para contestar a constitucionalidade de leis no Supremo. O Supremo, na sua jurisprudência, limitou a configuração de “entidades de classe” àquelas organizações de pessoas que desempenham a mesma atividade econômica ou profissional. Barroso ampliou esse escopo e os analistas do Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, abordam o tema. Juliana Cesário Alvim, que integra o time do Sem Precedentes, foi quem, pioneiramente, escreveu sobre o assunto e durante o episódio ela fala de detalhes dessa questão. O episódio também aborda a decisão do presidente do Superior Tribunal de Justiça, João Otávio de Noronha, de permitir prisão domiciliar para Fabrício Queiroz, suspeito de integrar o esquema de rachadinha dos salários no gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio. Queiroz estava em prisão preventiva e conseguiu o benefício graças a Noronha. Além disso, são tratados mais dois temas: a sequência de webinares que JOTA e Insper organizaram sobre Celso de Mello e a decisão do presidente do STF, Dias Toffoli, que obriga a Lava Jato a transferir todas as bases da dados estruturados e não-estruturados utilizadas e obtidas em suas investigações para a Procuradoria-Geral da República. O time do Sem Precedentes é formado por Diego Werneck (Insper), Juliana Cesario Alvim (UFMG), Thomaz Pereira (FGV Direito Rio) e Felipe Recondo, fundador e diretor de conteúdo do JOTA.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 11 Jul 2020 03:17:25 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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Dentre as obrigações impostas ao governo Bolsonaro estão a elaboração de um plano de enfrentamento à doença e tomar medidas para impedir a entrada de invasores em comunidades indígenas.

Mas há um ponto ainda mais importante nesta decisão: o reconhecimento da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB) como uma organização legitimada para contestar a constitucionalidade de leis no Supremo.

O Supremo, na sua jurisprudência, limitou a configuração de “entidades de classe” àquelas organizações de pessoas que desempenham a mesma atividade econômica ou profissional. Barroso ampliou esse escopo e os analistas do Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, abordam o tema. Juliana Cesário Alvim, que integra o time do Sem Precedentes, foi quem, pioneiramente, escreveu sobre o assunto e durante o episódio ela fala de detalhes dessa questão.

O episódio também aborda a decisão do presidente do Superior Tribunal de Justiça, João Otávio de Noronha, de permitir prisão domiciliar para Fabrício Queiroz, suspeito de integrar o esquema de rachadinha dos salários no gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio. Queiroz estava em prisão preventiva e conseguiu o benefício graças a Noronha.

Além disso, são tratados mais dois temas: a sequência de webinares que JOTA e Insper organizaram sobre Celso de Mello e a decisão do presidente do STF, Dias Toffoli, que obriga a Lava Jato a transferir todas as bases da dados estruturados e não-estruturados utilizadas e obtidas em suas investigações para a Procuradoria-Geral da República.

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      <title>FAKE NEWS: O PL 2.630/20, a liberdade de expressão e as plataformas - BIG DATA VENIA, ep. 5</title>
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        <![CDATA[O Congresso Brasileiro está discutindo uma lei sobre Fake News, o PL 2.630/2020. Neste 5º episódio do podcast BIG DATA VENIA, vamos discutir o que muda se a "Lei das Fake News" for aprovada, quais são os principais artigos e os pontos mais polêmicos e se é possível combater a mentira com uma lei - e sem erodir a liberdade de expressão. 

Também neste episódio: que fim levou o blockchain, a tecnologia que ia mudar o mundo? E, na hora da maior crise da nossa geração, onde estão as startups para ajudar a combater a pandemia?

O Big Data Venia é o podcast sobre direito e tecnologia do JOTA e CTS/FGV Direito Rio. O programa é apresentado por Iago Bolívar, do JOTA, com a participação fixa de Ivar Hartmann, coordenador do CTS. Neste episódio, as participantes convidadas são Chiara de Teffé, doutoranda em direito civil pela UERJ, professora de direito civil e tecnologia no IBMEC e coordenadora da disciplina direito e internet do Instituto New Law e Clara Iglesias Keller, pesquisadora visitante no WZB Berlin Social Science Center, associada ao The Humboldt Institute for Internet and Society (Berlim). Doutora e Mestre em Direito Público pela UERJ.

O PL 2.630/2020: https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/141944]]>
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Também neste episódio: que fim levou o blockchain, a tecnologia que ia mudar o mundo? E, na hora da maior crise da nossa geração, onde estão as startups para ajudar a combater a pandemia?

O Big Data Venia é o podcast sobre direito e tecnologia do JOTA e CTS/FGV Direito Rio. O programa é apresentado por Iago Bolívar, do JOTA, com a participação fixa de Ivar Hartmann, coordenador do CTS. Neste episódio, as participantes convidadas são Chiara de Teffé, doutoranda em direito civil pela UERJ, professora de direito civil e tecnologia no IBMEC e coordenadora da disciplina direito e internet do Instituto New Law e Clara Iglesias Keller, pesquisadora visitante no WZB Berlin Social Science Center, associada ao The Humboldt Institute for Internet and Society (Berlim). Doutora e Mestre em Direito Público pela UERJ.

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      <pubDate>Fri, 17 Jul 2020 18:54:06 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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Também neste episódio: que fim levou o blockchain, a tecnologia que ia mudar o mundo? E, na hora da maior crise da nossa geração, onde estão as startups para ajudar a combater a pandemia?

O Big Data Venia é o podcast sobre direito e tecnologia do JOTA e CTS/FGV Direito Rio. O programa é apresentado por Iago Bolívar, do JOTA, com a participação fixa de Ivar Hartmann, coordenador do CTS. Neste episódio, as participantes convidadas são Chiara de Teffé, doutoranda em direito civil pela UERJ, professora de direito civil e tecnologia no IBMEC e coordenadora da disciplina direito e internet do Instituto New Law e Clara Iglesias Keller, pesquisadora visitante no WZB Berlin Social Science Center, associada ao The Humboldt Institute for Internet and Society (Berlim). Doutora e Mestre em Direito Público pela UERJ.

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      <title>Sem Precedentes, ep. 28: Os reveses de Toffoli e de Bolsonaro no fim do recesso do STF</title>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes desta semana discute a volta agitada do recesso e as perspectivas de um segundo semestre de grande mudanças no STF. Ministros do Supremo voltaram ao trabalho impondo revezes e derrotas ao presidente da Corte, Dias Toffoli, que tomou as decisões urgentes em julho, e ao presidente Jair Bolsonaro, especialmente em relação ao combate à pandemia de Covid-19. Gilmar e Fachin reverteram decisões monocráticas de Toffoli sobre vetos presidenciais e o poder do PGR na Lava Jato, enquanto o governo sofreu duas derrotas unânimes na primeira sessão do segundo semestre. E as mudanças deste segundo semestre podem alterar o equilíbrio do STF e a relação da Corte com o Executivo. Sai Toffoli, que lidou com Bolsonaro buscando uma aproximação pessoal e institucional, e entra Fux. E o presidente Bolsonaro terá a chance de colocar no STF o ministro terrivelmente evangélico que prometeu à sua base - e exatamente no lugar de Celso de Mello, o decano que encarnou a defesa da Corte e de direitos fundamentais que considerou atacados pelo governo Bolsonaro. O Sem Precedentes é o podcast sobre Supremo e os principais temas da semana à luz da Constituição. A equipe do podcast é formada por Diego Werneck (Insper), Juliana Cesario Alvim (UFMG), Thomaz Pereira (FGV Direito Rio) e Felipe Recondo, fundador e diretor de conteúdo do JOTA.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 08 Aug 2020 00:22:21 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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O Sem Precedentes é o podcast sobre Supremo e os principais temas da semana à luz da Constituição. A equipe do podcast é formada por Diego Werneck (Insper), Juliana Cesario Alvim (UFMG), Thomaz Pereira (FGV Direito Rio) e Felipe Recondo, fundador e diretor de conteúdo do JOTA.</itunes:summary>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 29: recado do STF ao governo Bolsonaro</title>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes, o podcast do JOTA que debate o Supremo e a Constituição, fala no episódio desta semana sobre a demonstração de desconfiança da Corte em relação ao governo Bolsonaro. Na sessão dessa quinta-feira (13/8), o tribunal rejeitou o pedido para declarar inconstitucional uma lei que permite o repasse de dados e investigações à Abin. Atendeu, com isso, os argumentos do governo. Mas a conclusão do julgamento serve como mais uma peça do Supremo contra as suspeitas de uso da máquina e de órgãos de inteligência para prejudicar adversários políticos do governo ou para proteger seus aliados. “Qualquer fornecimento de informação, mesmo entre órgãos públicos, que não cumpra os rigores formais do Direito e a certeza material dos fins, nem atenda o interesse público especificado para cada caso – e neste caso, o rótulo é ‘para a defesa das instituições e do interesse nacional’ – configura abuso de Direito e contraria a finalidade legítima posta na lei 9.883”, disse a ministra Cármen Lúcia no julgamento. A lei citada pela ministra é a que institui o Sistema Brasileiro de Inteligência e cria a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN). O julgamento dessa quinta-feira serve como primeiro capítulo para a decisão do Supremo da próxima semana sobre a legalidade do dossiê preparado no Ministério da Justiça contra servidores denominados de antifascistas. Na ação, a Rede afirma que o Ministério investigou ilegalmente um grupo de 579 servidores federais e estaduais de segurança identificados como integrantes do “movimento antifascismo”, além de professores universitários que seriam contrários ao governo Bolsonaro. O governo, evidentemente, nega qualquer irregularidade e se defenderá na próxima semana no plenário do Supremo. O episódio 28 também falar sobre um julgamento em curso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pode ampliar a separação entre eleições e religião. O ministro Edson Fachin propôs a criação de um novo tipo: o abuso de poder religioso. O time do Sem Precedentes é formado por Diego Werneck (Insper), Juliana Cesario Alvim (UFMG), Thomaz Pereira (FGV Direito Rio) e Felipe Recondo, fundador e diretor de conteúdo do JOTA.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes, o podcast do JOTA que debate o Supremo e a Constituição, fala no episódio desta semana sobre a demonstração de desconfiança da Corte em relação ao governo Bolsonaro. Na sessão dessa quinta-feira (13/8), o tribunal rejeitou o pedido para declarar inconstitucional uma lei que permite o repasse de dados e investigações à Abin. Atendeu, com isso, os argumentos do governo. Mas a conclusão do julgamento serve como mais uma peça do Supremo contra as suspeitas de uso da máquina e de órgãos de inteligência para prejudicar adversários políticos do governo ou para proteger seus aliados. “Qualquer fornecimento de informação, mesmo entre órgãos públicos, que não cumpra os rigores formais do Direito e a certeza material dos fins, nem atenda o interesse público especificado para cada caso – e neste caso, o rótulo é ‘para a defesa das instituições e do interesse nacional’ – configura abuso de Direito e contraria a finalidade legítima posta na lei 9.883”, disse a ministra Cármen Lúcia no julgamento. A lei citada pela ministra é a que institui o Sistema Brasileiro de Inteligência e cria a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN). O julgamento dessa quinta-feira serve como primeiro capítulo para a decisão do Supremo da próxima semana sobre a legalidade do dossiê preparado no Ministério da Justiça contra servidores denominados de antifascistas. Na ação, a Rede afirma que o Ministério investigou ilegalmente um grupo de 579 servidores federais e estaduais de segurança identificados como integrantes do “movimento antifascismo”, além de professores universitários que seriam contrários ao governo Bolsonaro. O governo, evidentemente, nega qualquer irregularidade e se defenderá na próxima semana no plenário do Supremo. O episódio 28 também falar sobre um julgamento em curso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pode ampliar a separação entre eleições e religião. O ministro Edson Fachin propôs a criação de um novo tipo: o abuso de poder religioso. O time do Sem Precedentes é formado por Diego Werneck (Insper), Juliana Cesario Alvim (UFMG), Thomaz Pereira (FGV Direito Rio) e Felipe Recondo, fundador e diretor de conteúdo do JOTA.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 14 Aug 2020 23:58:04 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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Na sessão dessa quinta-feira (13/8), o tribunal rejeitou o pedido para declarar inconstitucional uma lei que permite o repasse de dados e investigações à Abin. 
Atendeu, com isso, os argumentos do governo. Mas a conclusão do julgamento serve como mais uma peça do Supremo contra as suspeitas de uso da máquina e de órgãos de inteligência para prejudicar adversários políticos do governo ou para proteger seus aliados. 

“Qualquer fornecimento de informação, mesmo entre órgãos públicos, que não cumpra os rigores formais do Direito e a certeza material dos fins, nem atenda o interesse público especificado para cada caso – e neste caso, o rótulo é ‘para a defesa das instituições e do interesse nacional’ – configura abuso de Direito e contraria a finalidade legítima posta na lei 9.883”, disse a ministra Cármen Lúcia no julgamento. A lei citada pela ministra é a que institui o Sistema Brasileiro de Inteligência e cria a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN). 

O julgamento dessa quinta-feira serve como primeiro capítulo para a decisão do Supremo da próxima semana sobre a legalidade do dossiê preparado no Ministério da Justiça contra servidores denominados de antifascistas. Na ação, a Rede afirma que o Ministério investigou ilegalmente um grupo de 579 servidores federais e estaduais de segurança identificados como integrantes do “movimento antifascismo”, além de professores universitários que seriam contrários ao governo Bolsonaro. 

O governo, evidentemente, nega qualquer irregularidade e se defenderá na próxima semana no plenário do Supremo.

O episódio 28 também falar sobre um julgamento em curso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que pode ampliar a separação entre eleições e religião. O ministro Edson Fachin propôs a criação de um novo tipo: o abuso de poder religioso. 

O time do Sem Precedentes é formado por Diego Werneck (Insper), Juliana Cesario Alvim (UFMG), Thomaz Pereira (FGV Direito Rio) e Felipe Recondo, fundador e diretor de conteúdo do JOTA.</itunes:summary>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 30: mensagens do STF em julgamento que impediu continuação de dossiês</title>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes desta semana fala sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que impede o Ministério da Justiça de continuar produzindo dossiês e relatórios contra opositores do governo e integrantes do grupo denominado antifascista. A relatora da ação movida pela Rede, Ministra Cármen Lúcia, julgou que o uso da máquina estatal para produzir informações contra servidores politicamente críticos ao governo configura desvio de finalidade das atividades de inteligência do estado. Todos os ministros acompanharam o voto, com exceção do ministro Marco Aurélio. “Esse é um tipo de julgamento que tem sido cada vez mais frequente e que no fundo o tema é o Brasil em geral”, afirma Diego Werneck, do Insper. Juliana Cesario Alvim, da UFMG, destaca o voto da relatora, Cármen Lúcia: “Foi um voto bastante duro. Ela chamou a atenção para o tom que o Ministério da Justiça e a AGU usaram em suas manifestações”. Felipe Recondo, diretor de conteúdo do JOTA, chamou a atenção para um trecho do voto da ministra em que diz que o tribunal serve para proteger garantias e direitos, e não apenas para chorar o leito derramado. Já Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, comentou o voto vencido do ministro Marco Aurélio. “O ministro não conhecia a ADPF, e o argumento dele era que a inicial não apresentava elementos probatórios suficientes, seria meramente baseada em uma notícia de jornal. Como se isso fosse um impeditivo”, lembra. “Dado que as coisas que foram afirmadas na notícia de jornal e na inicial já estão, aparentemente, comprovadas nos documentos que receberam do Ministério da Justiça, é surpreendente ele usar esse argumento para nem conhecer a ADPF”, diz. “Inclusive, há uma certa desvalorização do jornalismo. Não seria a primeira vez que ficamos sabendo de fatos gravíssimos pelo trabalho de jornalistas”. Este julgamento é o terceiro capítulo da incursão do STF contra o possível uso pelo governo Bolsonaro do aparato de inteligência do Estado para prejudicar adversários ou proteger aliados. Há uma semana, o STF decidiu que somente informações de interesse público podem ser compartilhadas com a Agência Brasileira de Inteligência pelos 42 órgãos que integram o Sistema Brasileiro de Inteligência. O julgamento desta semana foi um ponto final. Agora, a pergunta que cabe ao Ministério da Justiça é: quem determinou a confecção desses dossiês? E a mando de quem? O Supremo negou o pedido da Rede para que determinasse um inquérito para investigar as circunstâncias desse dossiê. Ainda neste episódio, os analistas do Sem Precedentes falam sobre as mudanças regimentais que o Supremo estuda fazer para ampliar sua colegialidade. Além disso, comentam dois julgamentos importantes do Tribunal Superior Eleitoral: um que criaria a figura do abuso de poder religioso, tese que foi derrotada; e o outro em que TSE avaliar a criação de cotas para candidatos negros.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes desta semana fala sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que impede o Ministério da Justiça de continuar produzindo dossiês e relatórios contra opositores do governo e integrantes do grupo denominado antifascista. A relatora da ação movida pela Rede, Ministra Cármen Lúcia, julgou que o uso da máquina estatal para produzir informações contra servidores politicamente críticos ao governo configura desvio de finalidade das atividades de inteligência do estado. Todos os ministros acompanharam o voto, com exceção do ministro Marco Aurélio. “Esse é um tipo de julgamento que tem sido cada vez mais frequente e que no fundo o tema é o Brasil em geral”, afirma Diego Werneck, do Insper. Juliana Cesario Alvim, da UFMG, destaca o voto da relatora, Cármen Lúcia: “Foi um voto bastante duro. Ela chamou a atenção para o tom que o Ministério da Justiça e a AGU usaram em suas manifestações”. Felipe Recondo, diretor de conteúdo do JOTA, chamou a atenção para um trecho do voto da ministra em que diz que o tribunal serve para proteger garantias e direitos, e não apenas para chorar o leito derramado. Já Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, comentou o voto vencido do ministro Marco Aurélio. “O ministro não conhecia a ADPF, e o argumento dele era que a inicial não apresentava elementos probatórios suficientes, seria meramente baseada em uma notícia de jornal. Como se isso fosse um impeditivo”, lembra. “Dado que as coisas que foram afirmadas na notícia de jornal e na inicial já estão, aparentemente, comprovadas nos documentos que receberam do Ministério da Justiça, é surpreendente ele usar esse argumento para nem conhecer a ADPF”, diz. “Inclusive, há uma certa desvalorização do jornalismo. Não seria a primeira vez que ficamos sabendo de fatos gravíssimos pelo trabalho de jornalistas”. Este julgamento é o terceiro capítulo da incursão do STF contra o possível uso pelo governo Bolsonaro do aparato de inteligência do Estado para prejudicar adversários ou proteger aliados. Há uma semana, o STF decidiu que somente informações de interesse público podem ser compartilhadas com a Agência Brasileira de Inteligência pelos 42 órgãos que integram o Sistema Brasileiro de Inteligência. O julgamento desta semana foi um ponto final. Agora, a pergunta que cabe ao Ministério da Justiça é: quem determinou a confecção desses dossiês? E a mando de quem? O Supremo negou o pedido da Rede para que determinasse um inquérito para investigar as circunstâncias desse dossiê. Ainda neste episódio, os analistas do Sem Precedentes falam sobre as mudanças regimentais que o Supremo estuda fazer para ampliar sua colegialidade. Além disso, comentam dois julgamentos importantes do Tribunal Superior Eleitoral: um que criaria a figura do abuso de poder religioso, tese que foi derrotada; e o outro em que TSE avaliar a criação de cotas para candidatos negros.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 22 Aug 2020 18:05:18 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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A relatora da ação movida pela Rede, Ministra Cármen Lúcia, julgou que o uso da máquina estatal para produzir informações contra servidores politicamente críticos ao governo configura desvio de finalidade das atividades de inteligência do estado. Todos os ministros acompanharam o voto, com exceção do ministro Marco Aurélio. 

“Esse é um tipo de julgamento que tem sido cada vez mais frequente e que no fundo o tema é o Brasil em geral”, afirma Diego Werneck, do Insper. Juliana Cesario Alvim, da UFMG, destaca o voto da relatora, Cármen Lúcia: “Foi um voto bastante duro. Ela chamou a atenção para o tom que o Ministério da Justiça e a AGU usaram em suas manifestações”. Felipe Recondo, diretor de conteúdo do JOTA, chamou a atenção para um trecho do voto da ministra em que diz que o tribunal serve para proteger garantias e direitos, e não apenas para chorar o leito derramado. 

Já Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, comentou o voto vencido do ministro Marco Aurélio. “O ministro não conhecia a ADPF, e o argumento dele era que a inicial não apresentava elementos probatórios suficientes, seria meramente baseada em uma notícia de jornal. Como se isso fosse um impeditivo”, lembra. “Dado que as coisas que foram afirmadas na notícia de jornal e na inicial já estão, aparentemente, comprovadas nos documentos que receberam do Ministério da Justiça, é surpreendente ele usar esse argumento para nem conhecer a ADPF”, diz. “Inclusive, há uma certa desvalorização do jornalismo. Não seria a primeira vez que ficamos sabendo de fatos gravíssimos pelo trabalho de jornalistas”.

Este julgamento é o terceiro capítulo da incursão do STF contra o possível uso pelo governo Bolsonaro do aparato de inteligência do Estado para prejudicar adversários ou proteger aliados. 

Há uma semana, o STF decidiu que somente informações de interesse público podem ser compartilhadas com a Agência Brasileira de Inteligência pelos 42 órgãos que integram o Sistema Brasileiro de Inteligência. 

O julgamento desta semana foi um ponto final. Agora, a pergunta que cabe ao Ministério da Justiça é: quem determinou a confecção desses dossiês? E a mando de quem? 

O Supremo negou o pedido da Rede para que determinasse um inquérito para investigar as circunstâncias desse dossiê. 

Ainda neste episódio, os analistas do Sem Precedentes falam sobre as mudanças regimentais que o Supremo estuda fazer para ampliar sua colegialidade. 

Além disso, comentam dois julgamentos importantes do Tribunal Superior Eleitoral: um que criaria a figura do abuso de poder religioso, tese que foi derrotada; e o outro em que TSE avaliar a criação de cotas para candidatos negros.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O Sem Precedentes desta semana fala sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que impede o Ministério da Justiça de continuar produzindo dossiês e relatórios contra opositores do governo e integrantes do grupo denominado antifascista. 

A relato</itunes:subtitle>
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      <title>A LGPD já em 2020: Como reviravolta afeta empresas e usuários - Big Data Venia, ep. 6</title>
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        <![CDATA[Uma reviravolta no Senado derrubou o adiamento da entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A lei inicialmente ia entrar em vigor este ano mesmo, mas foi prorrogada para 2021devido à pandemia. Mas uma questão regimental e a falta de consenso político derrubaram o adiamento. De um dia para o outro, literalmente, o governo teve de criar a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), e as empresas aceleraram seus planos de conformidade. 

Neste sexto episódio do podcast Big Data Venia, discutimos o que muda com a entrada em vigor da lei, como a incerteza afeta as empresas e usuários e o papel (e a localização) da ANPD. 

Participam do podcast:

Clara Keller - Pesquisadora de pós doutorado no WZB Berlin Social Science Center Autora do livro “Regulação nacional de serviços na Internet: exceção, legitimidade e o papel do Estado”;

Caitlin Mulholland  - Professora da PUC-Rio. e coordenadora do livro "LGPD e o novo marco normativo no Brasil"

Walter Gaspar - Pesquisador do CTS da FGV;
 
Raquel Alves - Analista de Congresso do JOTA.

A apresentação deste episódio é de Iago Bolívar, do JOTA, com produção de Ivar Hartmann, do CTS.  

O Big Data Venia é uma parceria do JOTA com o Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da FGV Direito Rio.

Siga o canal do JOTA no Youtube: https://bit.ly/3fFqfqE

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- Spotify: https://open.spotify.com/show/5KtG4O2oVx3q9PuR7mE5DP?si=by_hmNpzSMyOswFZK6kSnQ]]>
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Neste sexto episódio do podcast Big Data Venia, discutimos o que muda com a entrada em vigor da lei, como a incerteza afeta as empresas e usuários e o papel (e a localização) da ANPD. 

Participam do podcast:

Clara Keller - Pesquisadora de pós doutorado no WZB Berlin Social Science Center Autora do livro “Regulação nacional de serviços na Internet: exceção, legitimidade e o papel do Estado”;

Caitlin Mulholland  - Professora da PUC-Rio. e coordenadora do livro "LGPD e o novo marco normativo no Brasil"

Walter Gaspar - Pesquisador do CTS da FGV;
 
Raquel Alves - Analista de Congresso do JOTA.

A apresentação deste episódio é de Iago Bolívar, do JOTA, com produção de Ivar Hartmann, do CTS.  

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      <pubDate>Fri, 28 Aug 2020 15:11:55 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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Neste sexto episódio do podcast Big Data Venia, discutimos o que muda com a entrada em vigor da lei, como a incerteza afeta as empresas e usuários e o papel (e a localização) da ANPD. 

Participam do podcast:

Clara Keller - Pesquisadora de pós doutorado no WZB Berlin Social Science Center Autora do livro “Regulação nacional de serviços na Internet: exceção, legitimidade e o papel do Estado”;

Caitlin Mulholland  - Professora da PUC-Rio. e coordenadora do livro "LGPD e o novo marco normativo no Brasil"

Walter Gaspar - Pesquisador do CTS da FGV;
 
Raquel Alves - Analista de Congresso do JOTA.

A apresentação deste episódio é de Iago Bolívar, do JOTA, com produção de Ivar Hartmann, do CTS.  

O Big Data Venia é uma parceria do JOTA com o Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da FGV Direito Rio.

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      <title>Sem Precedentes, ep. 31: o afastamento de Witzel e a reeleição na Câmara e no Senado</title>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo e a Constituição, trata nesta semana do afastamento do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC). Em decisão liminar e monocrática, o ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinou nessa sexta-feira (28/8) o afastamento do governador do cargo por 180 dias. Witzel é investigado na Operação Placebo, que apura irregularidades na contratação de hospitais de campanha, compra de respiradores e medicamentos para combater a Covid-19. O Ministério Público Federal chegou a pedir a prisão de Witzel, mas o ministro do STJ considerou ser suficiente o afastamento do cargo para, de acordo com a sua decisão, cessar as práticas de corrupção e de lavagem de dinheiro. O que significa essa decisão? Pode um ministro do STJ afastar por uma decisão monocrática um governador de estado por seis meses? Outra pauta do episódio 31 do Sem Precedentes é a disputa em torno da reeleição dos presidentes da Câmara e do Senado. O Supremo foi provocado e terá de decidir se a Constituição permite ou não a reeleição dos presidentes das duas Casas na mesma legislatura. A ação é movida pelo PTB e é relatada pelo ministro Gilmar Mendes. O que diz a Constituição? O que dizem os regimentos das duas casas? E o Supremo vai interferir nessa disputa? Ou vai deixar que Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia disputem mais um mandato? Além disso, o programa trata da decisão do STF que declarou inconstitucional uma lei de Alagoas inspirada no movimento denominado Escola Sem Partido. A lei estabelecia que o ensino deveria ser neutro política e ideologicamente. Esta não é a ação mais abrangente sobre este tema, mas o julgamento dessa ação já indica o que pensa o tribunal. Esta ação estava pautada para ser julgada logo depois das eleições do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), mas o julgamento foi adiado. O Supremo assim evitava um conflito no campo ideológico com o governo. Ao final, os analistas do Sem Precedentes elegem uma decisão, uma personagem ou um fato da semana. O time do Sem Precedentes é formado por Felipe Recondo, diretor de conteúdo do JOTA, Juliana Cesário Alvim, da UFMG, Diego Werneck , do Insper, e Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo e a Constituição, trata nesta semana do afastamento do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC). Em decisão liminar e monocrática, o ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinou nessa sexta-feira (28/8) o afastamento do governador do cargo por 180 dias. Witzel é investigado na Operação Placebo, que apura irregularidades na contratação de hospitais de campanha, compra de respiradores e medicamentos para combater a Covid-19. O Ministério Público Federal chegou a pedir a prisão de Witzel, mas o ministro do STJ considerou ser suficiente o afastamento do cargo para, de acordo com a sua decisão, cessar as práticas de corrupção e de lavagem de dinheiro. O que significa essa decisão? Pode um ministro do STJ afastar por uma decisão monocrática um governador de estado por seis meses? Outra pauta do episódio 31 do Sem Precedentes é a disputa em torno da reeleição dos presidentes da Câmara e do Senado. O Supremo foi provocado e terá de decidir se a Constituição permite ou não a reeleição dos presidentes das duas Casas na mesma legislatura. A ação é movida pelo PTB e é relatada pelo ministro Gilmar Mendes. O que diz a Constituição? O que dizem os regimentos das duas casas? E o Supremo vai interferir nessa disputa? Ou vai deixar que Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia disputem mais um mandato? Além disso, o programa trata da decisão do STF que declarou inconstitucional uma lei de Alagoas inspirada no movimento denominado Escola Sem Partido. A lei estabelecia que o ensino deveria ser neutro política e ideologicamente. Esta não é a ação mais abrangente sobre este tema, mas o julgamento dessa ação já indica o que pensa o tribunal. Esta ação estava pautada para ser julgada logo depois das eleições do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), mas o julgamento foi adiado. O Supremo assim evitava um conflito no campo ideológico com o governo. Ao final, os analistas do Sem Precedentes elegem uma decisão, uma personagem ou um fato da semana. O time do Sem Precedentes é formado por Felipe Recondo, diretor de conteúdo do JOTA, Juliana Cesário Alvim, da UFMG, Diego Werneck , do Insper, e Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 28 Aug 2020 22:04:47 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <itunes:summary>O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo e a Constituição, trata nesta semana do afastamento do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC). Em decisão liminar e monocrática, o ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), determinou nessa sexta-feira (28/8) o afastamento do governador do cargo por 180 dias. 

Witzel é investigado na Operação Placebo, que apura irregularidades na contratação de hospitais de campanha, compra de respiradores e medicamentos para combater a Covid-19.

O Ministério Público Federal chegou a pedir a prisão de Witzel, mas o ministro do STJ considerou ser suficiente o afastamento do cargo para, de acordo com a sua decisão, cessar as práticas de corrupção e de lavagem de dinheiro. 

O que significa essa decisão? Pode um ministro do STJ afastar por uma decisão monocrática um governador de estado por seis meses?

Outra pauta do episódio 31 do Sem Precedentes é a disputa em torno da reeleição dos presidentes da Câmara e do Senado. O Supremo foi provocado e terá de decidir se a Constituição permite ou não a reeleição dos presidentes das duas Casas na mesma legislatura. 

A ação é movida pelo PTB e é relatada pelo ministro Gilmar Mendes. 
O que diz a Constituição? O que dizem os regimentos das duas casas? E o Supremo vai interferir nessa disputa? Ou vai deixar que Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia disputem mais um mandato?

Além disso, o programa trata da decisão do STF que declarou inconstitucional uma lei de Alagoas inspirada no movimento denominado Escola Sem Partido. A lei estabelecia que o ensino deveria ser neutro política e ideologicamente. Esta não é a ação mais abrangente sobre este tema, mas o julgamento dessa ação já indica o que pensa o tribunal. 

Esta ação estava pautada para ser julgada logo depois das eleições do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), mas o julgamento foi adiado. O Supremo assim evitava um conflito no campo ideológico com o governo. 

Ao final, os analistas do Sem Precedentes elegem uma decisão, uma personagem ou um fato da semana. 

O time do Sem Precedentes é formado por Felipe Recondo, diretor de conteúdo do JOTA, Juliana Cesário Alvim, da UFMG, Diego Werneck , do Insper, e Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo e a Constituição, trata nesta semana do afastamento do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC). Em decisão liminar e monocrática, o ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (</itunes:subtitle>
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      <title>ExCelso: STF pós ditadura e o caso Miracapillo</title>
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        <![CDATA[Felipe Recondo, diretor de conteúdo do JOTA, conversa na coluna ExCelso com a professora da UNB Maria Pia Guerra sobre a expulsão do Brasil, há 40 anos, de um padre italiano depois de se recusar a rezar uma missa em homenagem ao dia da independência. 

No dia 30 de agosto de 1980, o padre italiano Vito Miracapillo assinava o ofício-circular número 1, avisando ao prefeito da cidade de Ribeirão, em Pernambuco, que não celebraria a missa em homenagem ao dia 7 de setembro.

“Tendo recebido o convite para as solenidades da Semana da Pátria, faço cientes os Excelentíssimos Senhores de que não será celebrada a Missa em Ação de Graças no dia 7 e no dia 11, na forma e no horário anunciados. Isto por vários motivos, entre os quais a “não efetiva independência do povo”, reduzido à condição de pedinte e desamparado em seus direitos.

O prefeito da cidade, Salomão Correio Brasil, admitia que o padre pudesse celebrar uma missão, mas afirmava ser ultrajante um padre estrangeiro dizer que o povo brasileiro não era independente.

No dia 7 de setembro, o padre celebrou uma missa, não como dele esperavam, em homenagem à independência. Na igreja, distribuiu um boletim, que também seria usado posteriormente contra ele.

E daí em diante, iniciou-se um processo administrativo curto, cujo desfecho é conhecido: Miracapillo foi expulso do país por exercer atividade política vedada a estrangeiro e porque sua presença era considerada nociva aos interesses nacionais, tudo com base no novo Estatuto do Estrangeiro, sancionado em agosto. O padre só pôde voltar ao Brasil em 2012, quando obteve novo visto de permanência.]]>
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        <![CDATA[Felipe Recondo, diretor de conteúdo do JOTA, conversa na coluna ExCelso com a professora da UNB Maria Pia Guerra sobre a expulsão do Brasil, há 40 anos, de um padre italiano depois de se recusar a rezar uma missa em homenagem ao dia da independência. 

No dia 30 de agosto de 1980, o padre italiano Vito Miracapillo assinava o ofício-circular número 1, avisando ao prefeito da cidade de Ribeirão, em Pernambuco, que não celebraria a missa em homenagem ao dia 7 de setembro.

“Tendo recebido o convite para as solenidades da Semana da Pátria, faço cientes os Excelentíssimos Senhores de que não será celebrada a Missa em Ação de Graças no dia 7 e no dia 11, na forma e no horário anunciados. Isto por vários motivos, entre os quais a “não efetiva independência do povo”, reduzido à condição de pedinte e desamparado em seus direitos.

O prefeito da cidade, Salomão Correio Brasil, admitia que o padre pudesse celebrar uma missão, mas afirmava ser ultrajante um padre estrangeiro dizer que o povo brasileiro não era independente.

No dia 7 de setembro, o padre celebrou uma missa, não como dele esperavam, em homenagem à independência. Na igreja, distribuiu um boletim, que também seria usado posteriormente contra ele.

E daí em diante, iniciou-se um processo administrativo curto, cujo desfecho é conhecido: Miracapillo foi expulso do país por exercer atividade política vedada a estrangeiro e porque sua presença era considerada nociva aos interesses nacionais, tudo com base no novo Estatuto do Estrangeiro, sancionado em agosto. O padre só pôde voltar ao Brasil em 2012, quando obteve novo visto de permanência.]]>
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      <pubDate>Thu, 03 Sep 2020 17:24:48 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <itunes:summary>Felipe Recondo, diretor de conteúdo do JOTA, conversa na coluna ExCelso com a professora da UNB Maria Pia Guerra sobre a expulsão do Brasil, há 40 anos, de um padre italiano depois de se recusar a rezar uma missa em homenagem ao dia da independência. 

No dia 30 de agosto de 1980, o padre italiano Vito Miracapillo assinava o ofício-circular número 1, avisando ao prefeito da cidade de Ribeirão, em Pernambuco, que não celebraria a missa em homenagem ao dia 7 de setembro.

“Tendo recebido o convite para as solenidades da Semana da Pátria, faço cientes os Excelentíssimos Senhores de que não será celebrada a Missa em Ação de Graças no dia 7 e no dia 11, na forma e no horário anunciados. Isto por vários motivos, entre os quais a “não efetiva independência do povo”, reduzido à condição de pedinte e desamparado em seus direitos.

O prefeito da cidade, Salomão Correio Brasil, admitia que o padre pudesse celebrar uma missão, mas afirmava ser ultrajante um padre estrangeiro dizer que o povo brasileiro não era independente.

No dia 7 de setembro, o padre celebrou uma missa, não como dele esperavam, em homenagem à independência. Na igreja, distribuiu um boletim, que também seria usado posteriormente contra ele.

E daí em diante, iniciou-se um processo administrativo curto, cujo desfecho é conhecido: Miracapillo foi expulso do país por exercer atividade política vedada a estrangeiro e porque sua presença era considerada nociva aos interesses nacionais, tudo com base no novo Estatuto do Estrangeiro, sancionado em agosto. O padre só pôde voltar ao Brasil em 2012, quando obteve novo visto de permanência.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Felipe Recondo, diretor de conteúdo do JOTA, conversa na coluna ExCelso com a professora da UNB Maria Pia Guerra sobre a expulsão do Brasil, há 40 anos, de um padre italiano depois de se recusar a rezar uma missa em homenagem ao dia da independência. 

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      <title>Sem Precedentes, ep. 32: o fim da presidência Toffoli no STF. Como avaliar sua gestão?</title>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes desta semana tem como tema principal a troca de comando no Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Dias Toffoli deixa a presidência e quem assume é o ministro Luiz Fux. Os analistas do Sem Precedentes fizeram um retrospecto dos dois anos da gestão do ministro Toffoli. O ministro assumiu o mandato em setembro de 2018 com o discurso de moderação, de diálogo com os demais poderes. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi em seguida eleito presidente da República. E a partir daí, o país passou a viver em conflito permanente entre poderes. Toffoli foi ator relevante neste processo. Mas como resumir dois anos de sua gestão? Toffoli confundiu diálogo com parceria? Ou agiu, como ele disse, para garantir a normalidade e a harmonia entre os poderes? O ministro concedeu, nessa sexta-feira (4/9), uma entrevista coletiva para resumir sua gestão. E disse que a decisão mais difícil nesses dois anos foi abrir o inquérito das fake news. O ministro Fux assume a presidência do Supremo na próxima quinta-feira (10/9). Ele disse para alguns assessores que vai manter diálogo com os demais poderes, mas sem intimidade. O que já demonstra uma visão crítica sobre a gestão de Toffoli. E o que projetar para a gestão de Fux? Essa é uma das perguntas respondidas no episódio 32 do Sem Precedentes. O time do Sem Precedentes é formado por Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio e Felipe Recondo, diretor de conteúdo e cofundador do JOTA. Ao final do programa, como sempre, cada um elegeu um fato, uma personagem ou uma decisão da semana.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 05 Sep 2020 21:15:11 +0000</pubDate>
      <author>JOTA.info</author>
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      <itunes:summary>O Sem Precedentes desta semana tem como tema principal a troca de comando no Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Dias Toffoli deixa a presidência e quem assume é o ministro Luiz Fux.

Os analistas do Sem Precedentes fizeram um retrospecto dos dois anos da gestão do ministro Toffoli. O ministro assumiu o mandato em setembro de 2018 com o discurso de moderação, de diálogo com os demais poderes.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi em seguida eleito presidente da República. E a partir daí, o país passou a viver em conflito permanente entre poderes.

Toffoli foi ator relevante neste processo. Mas como resumir dois anos de sua gestão? Toffoli confundiu diálogo com parceria? Ou agiu, como ele disse, para garantir a normalidade e a harmonia entre os poderes?

O ministro concedeu, nessa sexta-feira (4/9), uma entrevista coletiva para resumir sua gestão. E disse que a decisão mais difícil nesses dois anos foi abrir o inquérito das fake news.

O ministro Fux assume a presidência do Supremo na próxima quinta-feira (10/9). Ele disse para alguns assessores que vai manter diálogo com os demais poderes, mas sem intimidade. O que já demonstra uma visão crítica sobre a gestão de Toffoli.

E o que projetar para a gestão de Fux? Essa é uma das perguntas respondidas no episódio 32 do Sem Precedentes.

O time do Sem Precedentes é formado por Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio e Felipe Recondo, diretor de conteúdo e cofundador do JOTA.

Ao final do programa, como sempre, cada um elegeu um fato, uma personagem ou uma decisão da semana.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O Sem Precedentes desta semana tem como tema principal a troca de comando no Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Dias Toffoli deixa a presidência e quem assume é o ministro Luiz Fux.

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      <title>Sem Precedentes, ep. 33: o que o discurso de Fux na posse do STF revela e esconde?</title>
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        <![CDATA[<p>O <strong>Sem Precedentes</strong> desta semana fala sobre o discurso de posse do novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux.</p><p>Na <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes/sem-precedentes-o-fim-da-presidencia-toffoli-no-stf-como-avaliar-sua-gestao-05092020"><strong>semana passada</strong></a>, o podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo e a Constituição teve como tema principal a Presidência de Dias Toffoli: sua relação com a política, sua auto-proclamada missão de moderador, suas decisões e seu desafio de lidar com os conflitos gerados pelo governo Jair Bolsonaro, com a proliferação de fake news contra o tribunal.</p><p>Nessa quinta-feira (10/9), Fux <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/luiz-fux-e-o-novo-presidente-do-stf-10092020"><strong>tomou posse</strong></a> no cargo, com as presenças do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), numa cerimônia marcada pelo isolamento social.</p><p>Enquanto em outras posses o plenário ficava lotado, desta vez havia assentos para apenas 70 pessoas — para evitar os riscos de transmissão da Covid-19.</p><p>O time do Sem Precedentes analisa o discurso de posse de Fux (<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/fux-posse-stf-discurso-10092020"><strong>leia a íntegra aqui</strong></a>). O que esse discurso nos permite projetar para esses dois anos na Presidência? Fux prometeu deferência aos demais poderes e falou em dar um basta na “judicialização vulgar e epidêmica de temas e conflitos” que a política deveria resolver.</p><p>Mas essa postura, esse mantra, é coerente com os nove anos de atuação de Fux como ministro do Supremo?</p><p>O Sem Precedentes tem como analistas Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do <strong>JOTA</strong>.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 12 Sep 2020 15:30:30 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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O que esse discurso nos permite projetar para esses dois anos na Presidência? Fux prometeu deferência aos demais poderes e falou em dar um basta na “judicialização vulgar e epidêmica de temas e conflitos” que a política deveria resolver.

O Sem Precedentes tem como analistas Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA.</itunes:summary>
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O que esse discurso nos permite projetar para esses dois anos na Presidência? Fux prometeu deferência aos demais pode</itunes:subtitle>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 34: Bolsonaro pode prestar depoimento por escrito? </title>
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        <![CDATA[<p>O <strong>Sem Precedentes</strong> desta semana trata de uma pergunta objetiva: afinal, o presidente Jair Bolsonaro, como investigado em inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF), pode ou não prestar depoimento por escrito?</p><p>O presidente Michel Temer, quando foi investigado em 2017, pôde depor por escrito. Por que Bolsonaro não poderia?</p><p>Na última sexta-feira (11/9), o decano do STF, ministro Celso de Mello, <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/celso-mello-determina-bolsonaro-nao-pode-prestar-depoimento-escrito-11092020">negou um pedido do procurador-geral da República Augusto Aras</a>, que havia sugerido que Bolsonaro pudesse escolher a forma como gostaria de depor no inquérito que investiga a suposta interferência do presidente na Polícia Federal.</p><p>Neste caso, quem estaria certo: Celso de Mello, que negou a Bolsonaro esse benefício, ou Edson Fachin e Luís Roberto Barroso, que permitiram que Temer não prestasse depoimento pessoalmente? Essa é uma das perguntas respondidas no episódio 33 do Sem Precedentes.</p><p>O caso sobre a suposta interferência na PF será julgado em plenário nas próximas semanas, quando Celso de Mello retorna da licença médica. Até lá, o depoimento de Bolsonaro está suspenso.</p><p>Este será o primeiro julgamento espinhoso da gestão do ministro Luiz Fux, que organizou uma pauta que essencialmente tirava o Supremo do foco de conflito. As circunstâncias, no entanto, não lhe deram sorte.</p><p>Por sinal, a primeira semana de Fux na presidência já foi tumultuada. Depois da posse, os casos de contágio pelo novo coronavírus <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-se-manifesta-apos-onda-de-convidados-a-posse-de-fux-contaminados-com-covid-19-17092020">começaram a pipocar</a> entre os convidados da cerimônia. O próprio presidente do STF foi diagnosticado com a Covid-19.</p><p>Fux também já contabiliza sua primeira divergência interna, após receber em seu gabinete um ofício incomum do ministro Marco Aurélio.</p><p>Em entrevista à revista Veja, Fux classificou a decisão do Supremo sobre a impossibilidade da execução da pena em segunda instância como de “baixa densidade jurídica”. Marco Aurélio, que foi o relator dos casos e liderou a corrente majoritária, reagiu a esta declaração e mandou para o gabinete de Fux a íntegra de seu voto.</p><p>Em suma, não foi uma boa semana para o novo presidente da Corte.</p><p>O Sem Precedentes tem como analistas Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do <a href="https://www.jota.info/">JOTA</a>.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O <strong>Sem Precedentes</strong> desta semana trata de uma pergunta objetiva: afinal, o presidente Jair Bolsonaro, como investigado em inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF), pode ou não prestar depoimento por escrito?</p><p>O presidente Michel Temer, quando foi investigado em 2017, pôde depor por escrito. Por que Bolsonaro não poderia?</p><p>Na última sexta-feira (11/9), o decano do STF, ministro Celso de Mello, <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/celso-mello-determina-bolsonaro-nao-pode-prestar-depoimento-escrito-11092020">negou um pedido do procurador-geral da República Augusto Aras</a>, que havia sugerido que Bolsonaro pudesse escolher a forma como gostaria de depor no inquérito que investiga a suposta interferência do presidente na Polícia Federal.</p><p>Neste caso, quem estaria certo: Celso de Mello, que negou a Bolsonaro esse benefício, ou Edson Fachin e Luís Roberto Barroso, que permitiram que Temer não prestasse depoimento pessoalmente? Essa é uma das perguntas respondidas no episódio 33 do Sem Precedentes.</p><p>O caso sobre a suposta interferência na PF será julgado em plenário nas próximas semanas, quando Celso de Mello retorna da licença médica. Até lá, o depoimento de Bolsonaro está suspenso.</p><p>Este será o primeiro julgamento espinhoso da gestão do ministro Luiz Fux, que organizou uma pauta que essencialmente tirava o Supremo do foco de conflito. As circunstâncias, no entanto, não lhe deram sorte.</p><p>Por sinal, a primeira semana de Fux na presidência já foi tumultuada. Depois da posse, os casos de contágio pelo novo coronavírus <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-se-manifesta-apos-onda-de-convidados-a-posse-de-fux-contaminados-com-covid-19-17092020">começaram a pipocar</a> entre os convidados da cerimônia. O próprio presidente do STF foi diagnosticado com a Covid-19.</p><p>Fux também já contabiliza sua primeira divergência interna, após receber em seu gabinete um ofício incomum do ministro Marco Aurélio.</p><p>Em entrevista à revista Veja, Fux classificou a decisão do Supremo sobre a impossibilidade da execução da pena em segunda instância como de “baixa densidade jurídica”. Marco Aurélio, que foi o relator dos casos e liderou a corrente majoritária, reagiu a esta declaração e mandou para o gabinete de Fux a íntegra de seu voto.</p><p>Em suma, não foi uma boa semana para o novo presidente da Corte.</p><p>O Sem Precedentes tem como analistas Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do <a href="https://www.jota.info/">JOTA</a>.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 18 Sep 2020 19:51:27 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:summary>Analistas do Sem Precedentes explicam se presidente Jair Bolsonaro tem direito de prestar depoimento por escrito na investigação da possível interferência na Polícia Federal.</itunes:summary>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Sem Precedentes, ep 35: O voto de Marco Aurélio para autorizar depoimento por escrito de Bolsonaro</title>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes desta semana analisa minuciosamente o voto antecipado do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconhece a possibilidade de o presidente Jair Bolsonaro prestar depoimento por escrito à Polícia Federal no âmbito do inquérito que apura a possível interferência do presidente na PF.</p><p>O julgamento está marcado para iniciar na próxima sexta-feira (2/10), no plenário virtual da Corte. O ministro relator do inquérito, o decano Celso de Mello, havia recusado no dia 11 de setembro a possibilidade de o depoimento ser por escrito. A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu da decisão.</p><p>O decano saiu de licença médica no dia 19 de setembro e a análise do agravo da AGU ficou sob responsabilidade de Marco Aurélio, que suspendeu os efeitos da decisão de Celso de Mello e remeteu o julgamento ao plenário virtual.</p><p>O episódio 35 do Sem Precedentes apresenta também os resultados do encontro deste ano do grupo “Mare Incognitum: consolidando descobertas, mapeando novas rotas”, que é composto por pesquisadores dedicados ao estudo do funcionamento do STF.</p><p>Nesta edição, os pesquisadores mapearam o estado da arte dos estudos empíricos sobre o funcionamento do tribunal.</p><p>O Sem Precedentes tem como analistas Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA.</p><p>Ao final do programa, como de costume, cada um elegeu um fato, uma personagem ou uma decisão da semana.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes desta semana analisa minuciosamente o voto antecipado do ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconhece a possibilidade de o presidente Jair Bolsonaro prestar depoimento por escrito à Polícia Federal no âmbito do inquérito que apura a possível interferência do presidente na PF.</p><p>O julgamento está marcado para iniciar na próxima sexta-feira (2/10), no plenário virtual da Corte. O ministro relator do inquérito, o decano Celso de Mello, havia recusado no dia 11 de setembro a possibilidade de o depoimento ser por escrito. A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu da decisão.</p><p>O decano saiu de licença médica no dia 19 de setembro e a análise do agravo da AGU ficou sob responsabilidade de Marco Aurélio, que suspendeu os efeitos da decisão de Celso de Mello e remeteu o julgamento ao plenário virtual.</p><p>O episódio 35 do Sem Precedentes apresenta também os resultados do encontro deste ano do grupo “Mare Incognitum: consolidando descobertas, mapeando novas rotas”, que é composto por pesquisadores dedicados ao estudo do funcionamento do STF.</p><p>Nesta edição, os pesquisadores mapearam o estado da arte dos estudos empíricos sobre o funcionamento do tribunal.</p><p>O Sem Precedentes tem como analistas Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA.</p><p>Ao final do programa, como de costume, cada um elegeu um fato, uma personagem ou uma decisão da semana.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 25 Sep 2020 23:32:53 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Sem Precedentes, Retrospectiva Celso de Mello - Alexandre de Moraes e Joaquim Falcão: O STF de Celso de Mello - Decisões e legado | 29/06/20</title>
      <itunes:title>Sem Precedentes, Retrospectiva Celso de Mello - Alexandre de Moraes e Joaquim Falcão: O STF de Celso de Mello - Decisões e legado | 29/06/20</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Para marcar a aposentadoria de um dos mais longevos ministros do Supremo Tribunal Federal, o JOTA leva ao ar uma série de três episódios que radiografam os votos, os discursos e o comportamento judicial de Celso de Mello em 31 anos de STF. Os debates foram organizados neste ano pelo JOTA em parceria com o Insper.</p><p>Esse webinar originalmente foi ao ar no dia 29 de junho de 2020.</p><p>"O objetivo desta série de webinares promovido pelo JOTA, com apoio do Pinheiro Neto Advogados e do Insper, é discutir e homenagear o legado do Ministro Celso de Mello no STF."</p><p>Se inscreva no nosso canal: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqa0VNNkpRc3gtN0dVOVVrOC04ZnRtMjI4ajlRUXxBQ3Jtc0tsTnlHYkcyM1RjNmpqQU9JQjFUVlRVTnMyMzAwdjgwc1hOY09zUk1UTTljNWNITnFRZ0RScFN1Mk14RVRnbTJwa1I5UEJiYWJ1WXN1TU5OUXItZ0xjQnpFbllod0w2d2FJM1FKR1ZQb3N0ZWtUUy05OA%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fbit.ly%2F3fFqfqE">https://bit.ly/3fFqfqE</a></p><p>Cadastre-se para acompanhar as novidades da Casa JOTA On-line: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqbVowN05jLUtvN3QwUEk5Z2s4REhxdi16OHluQXxBQ3Jtc0tuWkFLTkpuMVJiemgwQjJ5VTJvbmZJeG04MzVoVXUwUEExdVl1VXdMSnJKWWFrU1VlalM0WUxrTmZmMkhxRmZQdjFkOXk4dEZSUnhHbGpjLXR2YVRNYlpNMUF1UzJMaUdEbFV0TE1hV3NnSW9abE9FVQ%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fconteudo.jota.info%2Fcasa-jota-on-line">https://conteudo.jota.info/casa-jota-...</a> </p><p>Siga o JOTA:<br>- Twitter: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqbEtMc3NMdnRLWXdMQjIyV0kzNWg0ZkUzUXFHUXxBQ3Jtc0treXczOFRYYWtHX2QyeV9CZDRyN2NGY0VPNFNJTWJYWHJvck1IU2tqWWN3T2hRZ1R5Nmg4RE9xRHl0RDhrdjl6MEx3ZDN0ZXdUbnBKblNlS2lhdTh3eURQWDZFU2tKSWo0X0ZKalByb3VVeDlrMHFSVQ%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fjotainfo">https://twitter.com/jotainfo</a><br>- Instagram: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqa3JJSHM3MTYwN2xTRmJ0eTVjNnFUdUpQSGF1Z3xBQ3Jtc0tubWg2SHBSQ0ZvM3lfM0xyb1N2bnFrYnZ0aU1NaUloSjc5dC1KSlBsYUdRQ255TUI3eGVYcDA0SzY5N1gzdk5NcXV2OE9pOXFIYThTMGRyT3BLOURHSGhWT0V0SV94ckRyQjdFLUlib3pscVBZLWhjTQ%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fwww.instagram.com%2Fjotaflash%2F">https://www.instagram.com/jotaflash/</a><br>- Linkedin: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqbkdVUnRfbGhQQ3RrU05XYTRtelM4Ti1oWndHZ3xBQ3Jtc0trVk5vOFVwWEFZRk5hNm5pV3ROWjU1alludVZJMnJZNTF0WkJJdnpkbm1UZ3hNV1ZlaW94MVkzWFM4aWdWNXZoUFN3aS1oZU9WUmY0SEdqbDJMSWg3U3BjZEFfOFUyRXI3SzBzUDVLSGFTRkdSUkd0cw%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fwww.linkedin.com%2Fcompany%2Fjotainfo%2F">https://www.linkedin.com/company/jota...</a><br>- Facebook: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqbVpxbW5rOXFFa2FUUHJ2TjJhc3hqblpxM3hjZ3xBQ3Jtc0tsR1d4SFF2emgtZkZGWXFQNkpybFQ4WGFwYTEtYVNfM3hSRDlNUUpnVWgzakJvTC0zQ2dzOUstRF80WFp5MEdBcDhBZXdwSXVWbVNEZkF5dnF5RjhUVUE1UzMweXlBbGs1bUJBMFpuNlNUVzVKRFF3VQ%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fjotajustica%2F">https://www.facebook.com/jotajustica/</a><br>- Spotify: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqa2QzRm5iNzRVT2JYNmw2R08yT0NoM2tieE5aZ3xBQ3Jtc0tsM1RPMEMweUl1d2VhT1Ixb0lIUklqS2UzRF9MYVBDZVh5T1cwdzU0MjJ4NGRJUlNfRUFOTG1hOE4tNkl6ZGZRQVhxbFE5cU1tZjdUVkw0emVEYjl2RGoxS1RiQXNUMnNLV2xNMjZJTXc2U3hqUFRvQQ%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fopen.spotify.com%2Fshow%2F5KtG4O2oVx3q9PuR7mE5DP%3Fsi%3Dby_hmNpzSMyOswFZK6kSnQ">https://open.spotify.com/show/5KtG4O2...</a></p><p>SHOW LESS</p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Para marcar a aposentadoria de um dos mais longevos ministros do Supremo Tribunal Federal, o JOTA leva ao ar uma série de três episódios que radiografam os votos, os discursos e o comportamento judicial de Celso de Mello em 31 anos de STF. Os debates foram organizados neste ano pelo JOTA em parceria com o Insper.</p><p>Esse webinar originalmente foi ao ar no dia 29 de junho de 2020.</p><p>"O objetivo desta série de webinares promovido pelo JOTA, com apoio do Pinheiro Neto Advogados e do Insper, é discutir e homenagear o legado do Ministro Celso de Mello no STF."</p><p>Se inscreva no nosso canal: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqa0VNNkpRc3gtN0dVOVVrOC04ZnRtMjI4ajlRUXxBQ3Jtc0tsTnlHYkcyM1RjNmpqQU9JQjFUVlRVTnMyMzAwdjgwc1hOY09zUk1UTTljNWNITnFRZ0RScFN1Mk14RVRnbTJwa1I5UEJiYWJ1WXN1TU5OUXItZ0xjQnpFbllod0w2d2FJM1FKR1ZQb3N0ZWtUUy05OA%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fbit.ly%2F3fFqfqE">https://bit.ly/3fFqfqE</a></p><p>Cadastre-se para acompanhar as novidades da Casa JOTA On-line: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqbVowN05jLUtvN3QwUEk5Z2s4REhxdi16OHluQXxBQ3Jtc0tuWkFLTkpuMVJiemgwQjJ5VTJvbmZJeG04MzVoVXUwUEExdVl1VXdMSnJKWWFrU1VlalM0WUxrTmZmMkhxRmZQdjFkOXk4dEZSUnhHbGpjLXR2YVRNYlpNMUF1UzJMaUdEbFV0TE1hV3NnSW9abE9FVQ%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fconteudo.jota.info%2Fcasa-jota-on-line">https://conteudo.jota.info/casa-jota-...</a> </p><p>Siga o JOTA:<br>- Twitter: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqbEtMc3NMdnRLWXdMQjIyV0kzNWg0ZkUzUXFHUXxBQ3Jtc0treXczOFRYYWtHX2QyeV9CZDRyN2NGY0VPNFNJTWJYWHJvck1IU2tqWWN3T2hRZ1R5Nmg4RE9xRHl0RDhrdjl6MEx3ZDN0ZXdUbnBKblNlS2lhdTh3eURQWDZFU2tKSWo0X0ZKalByb3VVeDlrMHFSVQ%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fjotainfo">https://twitter.com/jotainfo</a><br>- Instagram: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqa3JJSHM3MTYwN2xTRmJ0eTVjNnFUdUpQSGF1Z3xBQ3Jtc0tubWg2SHBSQ0ZvM3lfM0xyb1N2bnFrYnZ0aU1NaUloSjc5dC1KSlBsYUdRQ255TUI3eGVYcDA0SzY5N1gzdk5NcXV2OE9pOXFIYThTMGRyT3BLOURHSGhWT0V0SV94ckRyQjdFLUlib3pscVBZLWhjTQ%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fwww.instagram.com%2Fjotaflash%2F">https://www.instagram.com/jotaflash/</a><br>- Linkedin: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqbkdVUnRfbGhQQ3RrU05XYTRtelM4Ti1oWndHZ3xBQ3Jtc0trVk5vOFVwWEFZRk5hNm5pV3ROWjU1alludVZJMnJZNTF0WkJJdnpkbm1UZ3hNV1ZlaW94MVkzWFM4aWdWNXZoUFN3aS1oZU9WUmY0SEdqbDJMSWg3U3BjZEFfOFUyRXI3SzBzUDVLSGFTRkdSUkd0cw%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fwww.linkedin.com%2Fcompany%2Fjotainfo%2F">https://www.linkedin.com/company/jota...</a><br>- Facebook: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqbVpxbW5rOXFFa2FUUHJ2TjJhc3hqblpxM3hjZ3xBQ3Jtc0tsR1d4SFF2emgtZkZGWXFQNkpybFQ4WGFwYTEtYVNfM3hSRDlNUUpnVWgzakJvTC0zQ2dzOUstRF80WFp5MEdBcDhBZXdwSXVWbVNEZkF5dnF5RjhUVUE1UzMweXlBbGs1bUJBMFpuNlNUVzVKRFF3VQ%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fjotajustica%2F">https://www.facebook.com/jotajustica/</a><br>- Spotify: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqa2QzRm5iNzRVT2JYNmw2R08yT0NoM2tieE5aZ3xBQ3Jtc0tsM1RPMEMweUl1d2VhT1Ixb0lIUklqS2UzRF9MYVBDZVh5T1cwdzU0MjJ4NGRJUlNfRUFOTG1hOE4tNkl6ZGZRQVhxbFE5cU1tZjdUVkw0emVEYjl2RGoxS1RiQXNUMnNLV2xNMjZJTXc2U3hqUFRvQQ%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fopen.spotify.com%2Fshow%2F5KtG4O2oVx3q9PuR7mE5DP%3Fsi%3Dby_hmNpzSMyOswFZK6kSnQ">https://open.spotify.com/show/5KtG4O2...</a></p><p>SHOW LESS</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Sat, 26 Sep 2020 15:08:29 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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Esse webinar originalmente foi ao ar no dia 29 de junho de 2020.

"O objetivo desta série de webinares promovido pelo JOTA, com apoio do Pinheiro Neto Advogados e do Insper, é discutir e homenagear o legado do Ministro Celso de Mello no STF."</itunes:summary>
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      <title>Sem Precedentes, Retrospectiva Celso de Mello - Rogério Arantes, Diego Werneck e Juliana Cesario: A Jurisprudência de Celso de Mello | 01/07/20</title>
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        <![CDATA[<p>Para marcar a aposentadoria de um dos mais longevos ministros do Supremo Tribunal Federal, o JOTA leva ao ar uma série de três episódios que radiografam os votos, os discursos e o comportamento judicial de Celso de Mello em 31 anos de STF. Os debates foram organizados neste ano pelo JOTA em parceria com o Insper.</p><p>Esse webinar originalmente foi ao ar no dia 01 de julho de 2020</p><p>"O objetivo desta série de webinares promovido pelo JOTA, com apoio do Pinheiro Neto Advogados e do Insper, é discutir e homenagear o legado do Ministro Celso de Mello no STF."</p><p>Siga o canal do JOTA no Youtube: https://bit.ly/3fFqfqE</p><p>Cadastre-se para acompanhar as novidades da Casa JOTA On-line: https://conteudo.jota.info/casa-jota-on-line </p><p>Siga o JOTA:<br>- Twitter: https://twitter.com/jotainfo<br>- Instagram: https://www.instagram.com/jotaflash/<br>- Linkedin: https://www.linkedin.com/company/jotainfo/<br>- Facebook: https://www.facebook.com/jotajustica/<br>- Spotify: https://open.spotify.com/show/5KtG4O2oVx3q9PuR7mE5DP?si=by_hmNpzSMyOswFZK6kSnQ</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Para marcar a aposentadoria de um dos mais longevos ministros do Supremo Tribunal Federal, o JOTA leva ao ar uma série de três episódios que radiografam os votos, os discursos e o comportamento judicial de Celso de Mello em 31 anos de STF. Os debates foram organizados neste ano pelo JOTA em parceria com o Insper.</p><p>Esse webinar originalmente foi ao ar no dia 01 de julho de 2020</p><p>"O objetivo desta série de webinares promovido pelo JOTA, com apoio do Pinheiro Neto Advogados e do Insper, é discutir e homenagear o legado do Ministro Celso de Mello no STF."</p><p>Siga o canal do JOTA no Youtube: https://bit.ly/3fFqfqE</p><p>Cadastre-se para acompanhar as novidades da Casa JOTA On-line: https://conteudo.jota.info/casa-jota-on-line </p><p>Siga o JOTA:<br>- Twitter: https://twitter.com/jotainfo<br>- Instagram: https://www.instagram.com/jotaflash/<br>- Linkedin: https://www.linkedin.com/company/jotainfo/<br>- Facebook: https://www.facebook.com/jotajustica/<br>- Spotify: https://open.spotify.com/show/5KtG4O2oVx3q9PuR7mE5DP?si=by_hmNpzSMyOswFZK6kSnQ</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 26 Sep 2020 15:08:36 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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Esse webinar foi ao ar originalmente no dia 01 de julho de 2020

"O objetivo desta série de webinares promovido pelo JOTA, com apoio do Pinheiro Neto Advogados e do Insper, é discutir e homenagear o legado do Ministro Celso de Mello no STF."</itunes:summary>
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      <title>Sem Precedentes, Retrospectiva Celso de Mello - Felipe Recondo, Marjorie Marona, Adriana Cruz e Marcelo Proença: A dimensão institucional | 06/07/20</title>
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        <![CDATA[<p>Para marcar a aposentadoria de um dos mais longevos ministros do Supremo Tribunal Federal, o JOTA leva ao ar uma série de três episódios que radiografam os votos, os discursos e o comportamento judicial de Celso de Mello em 31 anos de STF. Os debates foram organizados neste ano pelo JOTA em parceria com o Insper.</p><p>Esse webinar originalmente foi ao ar no dia 06 de julho de 2020.</p><p>"O objetivo desta série de webinares promovido pelo JOTA, com apoio do Pinheiro Neto Advogados e do Insper, é discutir e homenagear o legado do Ministro Celso de Mello no STF."</p><p>Se inscreva no nosso canal: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqa0VNNkpRc3gtN0dVOVVrOC04ZnRtMjI4ajlRUXxBQ3Jtc0tsTnlHYkcyM1RjNmpqQU9JQjFUVlRVTnMyMzAwdjgwc1hOY09zUk1UTTljNWNITnFRZ0RScFN1Mk14RVRnbTJwa1I5UEJiYWJ1WXN1TU5OUXItZ0xjQnpFbllod0w2d2FJM1FKR1ZQb3N0ZWtUUy05OA%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fbit.ly%2F3fFqfqE">https://bit.ly/3fFqfqE</a></p><p>Cadastre-se para acompanhar as novidades da Casa JOTA On-line: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqbVowN05jLUtvN3QwUEk5Z2s4REhxdi16OHluQXxBQ3Jtc0tuWkFLTkpuMVJiemgwQjJ5VTJvbmZJeG04MzVoVXUwUEExdVl1VXdMSnJKWWFrU1VlalM0WUxrTmZmMkhxRmZQdjFkOXk4dEZSUnhHbGpjLXR2YVRNYlpNMUF1UzJMaUdEbFV0TE1hV3NnSW9abE9FVQ%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fconteudo.jota.info%2Fcasa-jota-on-line">https://conteudo.jota.info/casa-jota-...</a> </p><p>Siga o JOTA:<br>- Twitter: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqbEtMc3NMdnRLWXdMQjIyV0kzNWg0ZkUzUXFHUXxBQ3Jtc0treXczOFRYYWtHX2QyeV9CZDRyN2NGY0VPNFNJTWJYWHJvck1IU2tqWWN3T2hRZ1R5Nmg4RE9xRHl0RDhrdjl6MEx3ZDN0ZXdUbnBKblNlS2lhdTh3eURQWDZFU2tKSWo0X0ZKalByb3VVeDlrMHFSVQ%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fjotainfo">https://twitter.com/jotainfo</a><br>- Instagram: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqa3JJSHM3MTYwN2xTRmJ0eTVjNnFUdUpQSGF1Z3xBQ3Jtc0tubWg2SHBSQ0ZvM3lfM0xyb1N2bnFrYnZ0aU1NaUloSjc5dC1KSlBsYUdRQ255TUI3eGVYcDA0SzY5N1gzdk5NcXV2OE9pOXFIYThTMGRyT3BLOURHSGhWT0V0SV94ckRyQjdFLUlib3pscVBZLWhjTQ%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fwww.instagram.com%2Fjotaflash%2F">https://www.instagram.com/jotaflash/</a><br>- Linkedin: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqbkdVUnRfbGhQQ3RrU05XYTRtelM4Ti1oWndHZ3xBQ3Jtc0trVk5vOFVwWEFZRk5hNm5pV3ROWjU1alludVZJMnJZNTF0WkJJdnpkbm1UZ3hNV1ZlaW94MVkzWFM4aWdWNXZoUFN3aS1oZU9WUmY0SEdqbDJMSWg3U3BjZEFfOFUyRXI3SzBzUDVLSGFTRkdSUkd0cw%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fwww.linkedin.com%2Fcompany%2Fjotainfo%2F">https://www.linkedin.com/company/jota...</a><br>- Facebook: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqbVpxbW5rOXFFa2FUUHJ2TjJhc3hqblpxM3hjZ3xBQ3Jtc0tsR1d4SFF2emgtZkZGWXFQNkpybFQ4WGFwYTEtYVNfM3hSRDlNUUpnVWgzakJvTC0zQ2dzOUstRF80WFp5MEdBcDhBZXdwSXVWbVNEZkF5dnF5RjhUVUE1UzMweXlBbGs1bUJBMFpuNlNUVzVKRFF3VQ%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fjotajustica%2F">https://www.facebook.com/jotajustica/</a><br>- Spotify: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqa2QzRm5iNzRVT2JYNmw2R08yT0NoM2tieE5aZ3xBQ3Jtc0tsM1RPMEMweUl1d2VhT1Ixb0lIUklqS2UzRF9MYVBDZVh5T1cwdzU0MjJ4NGRJUlNfRUFOTG1hOE4tNkl6ZGZRQVhxbFE5cU1tZjdUVkw0emVEYjl2RGoxS1RiQXNUMnNLV2xNMjZJTXc2U3hqUFRvQQ%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fopen.spotify.com%2Fshow%2F5KtG4O2oVx3q9PuR7mE5DP%3Fsi%3Dby_hmNpzSMyOswFZK6kSnQ">https://open.spotify.com/show/5KtG4O2...</a></p><p>SHOW LESS</p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Para marcar a aposentadoria de um dos mais longevos ministros do Supremo Tribunal Federal, o JOTA leva ao ar uma série de três episódios que radiografam os votos, os discursos e o comportamento judicial de Celso de Mello em 31 anos de STF. Os debates foram organizados neste ano pelo JOTA em parceria com o Insper.</p><p>Esse webinar originalmente foi ao ar no dia 06 de julho de 2020.</p><p>"O objetivo desta série de webinares promovido pelo JOTA, com apoio do Pinheiro Neto Advogados e do Insper, é discutir e homenagear o legado do Ministro Celso de Mello no STF."</p><p>Se inscreva no nosso canal: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqa0VNNkpRc3gtN0dVOVVrOC04ZnRtMjI4ajlRUXxBQ3Jtc0tsTnlHYkcyM1RjNmpqQU9JQjFUVlRVTnMyMzAwdjgwc1hOY09zUk1UTTljNWNITnFRZ0RScFN1Mk14RVRnbTJwa1I5UEJiYWJ1WXN1TU5OUXItZ0xjQnpFbllod0w2d2FJM1FKR1ZQb3N0ZWtUUy05OA%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fbit.ly%2F3fFqfqE">https://bit.ly/3fFqfqE</a></p><p>Cadastre-se para acompanhar as novidades da Casa JOTA On-line: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqbVowN05jLUtvN3QwUEk5Z2s4REhxdi16OHluQXxBQ3Jtc0tuWkFLTkpuMVJiemgwQjJ5VTJvbmZJeG04MzVoVXUwUEExdVl1VXdMSnJKWWFrU1VlalM0WUxrTmZmMkhxRmZQdjFkOXk4dEZSUnhHbGpjLXR2YVRNYlpNMUF1UzJMaUdEbFV0TE1hV3NnSW9abE9FVQ%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fconteudo.jota.info%2Fcasa-jota-on-line">https://conteudo.jota.info/casa-jota-...</a> </p><p>Siga o JOTA:<br>- Twitter: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqbEtMc3NMdnRLWXdMQjIyV0kzNWg0ZkUzUXFHUXxBQ3Jtc0treXczOFRYYWtHX2QyeV9CZDRyN2NGY0VPNFNJTWJYWHJvck1IU2tqWWN3T2hRZ1R5Nmg4RE9xRHl0RDhrdjl6MEx3ZDN0ZXdUbnBKblNlS2lhdTh3eURQWDZFU2tKSWo0X0ZKalByb3VVeDlrMHFSVQ%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Ftwitter.com%2Fjotainfo">https://twitter.com/jotainfo</a><br>- Instagram: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqa3JJSHM3MTYwN2xTRmJ0eTVjNnFUdUpQSGF1Z3xBQ3Jtc0tubWg2SHBSQ0ZvM3lfM0xyb1N2bnFrYnZ0aU1NaUloSjc5dC1KSlBsYUdRQ255TUI3eGVYcDA0SzY5N1gzdk5NcXV2OE9pOXFIYThTMGRyT3BLOURHSGhWT0V0SV94ckRyQjdFLUlib3pscVBZLWhjTQ%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fwww.instagram.com%2Fjotaflash%2F">https://www.instagram.com/jotaflash/</a><br>- Linkedin: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqbkdVUnRfbGhQQ3RrU05XYTRtelM4Ti1oWndHZ3xBQ3Jtc0trVk5vOFVwWEFZRk5hNm5pV3ROWjU1alludVZJMnJZNTF0WkJJdnpkbm1UZ3hNV1ZlaW94MVkzWFM4aWdWNXZoUFN3aS1oZU9WUmY0SEdqbDJMSWg3U3BjZEFfOFUyRXI3SzBzUDVLSGFTRkdSUkd0cw%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fwww.linkedin.com%2Fcompany%2Fjotainfo%2F">https://www.linkedin.com/company/jota...</a><br>- Facebook: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqbVpxbW5rOXFFa2FUUHJ2TjJhc3hqblpxM3hjZ3xBQ3Jtc0tsR1d4SFF2emgtZkZGWXFQNkpybFQ4WGFwYTEtYVNfM3hSRDlNUUpnVWgzakJvTC0zQ2dzOUstRF80WFp5MEdBcDhBZXdwSXVWbVNEZkF5dnF5RjhUVUE1UzMweXlBbGs1bUJBMFpuNlNUVzVKRFF3VQ%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fjotajustica%2F">https://www.facebook.com/jotajustica/</a><br>- Spotify: <a href="https://www.youtube.com/redirect?v=_0VWy3OdgKI&amp;redir_token=QUFFLUhqa2QzRm5iNzRVT2JYNmw2R08yT0NoM2tieE5aZ3xBQ3Jtc0tsM1RPMEMweUl1d2VhT1Ixb0lIUklqS2UzRF9MYVBDZVh5T1cwdzU0MjJ4NGRJUlNfRUFOTG1hOE4tNkl6ZGZRQVhxbFE5cU1tZjdUVkw0emVEYjl2RGoxS1RiQXNUMnNLV2xNMjZJTXc2U3hqUFRvQQ%3D%3D&amp;event=video_description&amp;q=https%3A%2F%2Fopen.spotify.com%2Fshow%2F5KtG4O2oVx3q9PuR7mE5DP%3Fsi%3Dby_hmNpzSMyOswFZK6kSnQ">https://open.spotify.com/show/5KtG4O2...</a></p><p>SHOW LESS</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Sat, 26 Sep 2020 15:08:42 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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Esse webinar foi ao ar originalmente no dia 06 de julho de 2020

"O objetivo desta série de webinares promovido pelo JOTA, com apoio do Pinheiro Neto Advogados e do Insper, é discutir e homenagear o legado do Ministro Celso de Mello no STF."</itunes:summary>
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      <title>Sem Precedentes, ep. extra - O que você precisa saber sobre a indicação do novo ministro do STF</title>
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        <![CDATA[<p>A saída antecipada de Celso de Mello também acelera o processo de escolho do novo ministro pelo presidente Jair Bolsonaro. Neste episódio bônus do Sem Precedentes, o que o presidente pode esperar de seu indicado e o que o novo ministro consegue fazer sozinho. E o Supremo, será um ator neste processo? Para além dos nomes, o debate é sobre o que muda no tribunal com a troca de cadeiras.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A saída antecipada de Celso de Mello também acelera o processo de escolho do novo ministro pelo presidente Jair Bolsonaro. Neste episódio bônus do Sem Precedentes, o que o presidente pode esperar de seu indicado e o que o novo ministro consegue fazer sozinho. E o Supremo, será um ator neste processo? Para além dos nomes, o debate é sobre o que muda no tribunal com a troca de cadeiras.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 28 Sep 2020 14:44:27 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Sem Precedentes, ep 37: Kassio Nunes, a surpreendente escolha de Bolsonaro ao STF</title>
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        <![CDATA[<p>No episódio desta semana, o Sem Precedentes trata da surpreendente indicação de Kassio Nunes Marques, hoje desembargador do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF1), para o Supremo Tribunal Federal (STF).</p><p>Nunes foi indicado nesta semana pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para a vaga do decano do STF, o ministro Celso de Mello, que se aposentará no próximo dia 13.</p><p>A escolha de Jair Bolsonaro pegou todos de surpresa, inclusive o próprio Nunes. Os motivos para a indicação ainda não estão claros, o que gera uma leva de especulações.</p><p>Advogado, Nunes chegou à carreira da Magistratura pelo quinto constitucional. Foi a ex-presidente Dilma Rousseff que o indicou para a cadeira no TRF1.</p><p>No entanto, seu nome frustrou aqueles que esperavam uma indicação de um ministro "terrivelmente evangélico", como Bolsonaro havia antecipado em inúmeras ocasiões, ou um defensor de primeira hora da pauta ideológica do Bolsonarismo. Isso tem gerado uma onde de críticas por parte do eleitorado do presidente.</p><p>Nunes chega ao STF pelas mãos do centrão. Ele, que estava em campanha para o STJ, foi alçado diretamente para a mais alta Corte do país. Sua escolha foi comunicada por Bolsonaro aos ministros Gilmar Mendes e Antônio Dias Toffoli. Luiz Fux não foi ouvido e se manifestou contra o nome.</p><p>Afinal, quem é Kassio Nunes? O que esperar dele no STF? E o que tiramos do processo de escolha de Bolsonaro?</p><p>Essas e outras perguntas serão respondidas no episódio 37 do Sem Precedentes, que tem como analistas Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e é apresentado por Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA.</p><p>Ao final, os participantes elegem um fato, uma decisão ou uma personagem da semana.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No episódio desta semana, o Sem Precedentes trata da surpreendente indicação de Kassio Nunes Marques, hoje desembargador do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF1), para o Supremo Tribunal Federal (STF).</p><p>Nunes foi indicado nesta semana pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para a vaga do decano do STF, o ministro Celso de Mello, que se aposentará no próximo dia 13.</p><p>A escolha de Jair Bolsonaro pegou todos de surpresa, inclusive o próprio Nunes. Os motivos para a indicação ainda não estão claros, o que gera uma leva de especulações.</p><p>Advogado, Nunes chegou à carreira da Magistratura pelo quinto constitucional. Foi a ex-presidente Dilma Rousseff que o indicou para a cadeira no TRF1.</p><p>No entanto, seu nome frustrou aqueles que esperavam uma indicação de um ministro "terrivelmente evangélico", como Bolsonaro havia antecipado em inúmeras ocasiões, ou um defensor de primeira hora da pauta ideológica do Bolsonarismo. Isso tem gerado uma onde de críticas por parte do eleitorado do presidente.</p><p>Nunes chega ao STF pelas mãos do centrão. Ele, que estava em campanha para o STJ, foi alçado diretamente para a mais alta Corte do país. Sua escolha foi comunicada por Bolsonaro aos ministros Gilmar Mendes e Antônio Dias Toffoli. Luiz Fux não foi ouvido e se manifestou contra o nome.</p><p>Afinal, quem é Kassio Nunes? O que esperar dele no STF? E o que tiramos do processo de escolha de Bolsonaro?</p><p>Essas e outras perguntas serão respondidas no episódio 37 do Sem Precedentes, que tem como analistas Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e é apresentado por Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA.</p><p>Ao final, os participantes elegem um fato, uma decisão ou uma personagem da semana.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 02 Oct 2020 21:03:06 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>No episódio desta semana, o Sem Precedentes trata da surpreendente indicação de Kassio Nunes Marques, hoje desembargador do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF1), para o Supremo Tribunal Federal (STF).</p><p>Nunes foi indicado nesta semana pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) para a vaga do decano do STF, o ministro Celso de Mello, que se aposentará no próximo dia 13.</p><p>A escolha de Jair Bolsonaro pegou todos de surpresa, inclusive o próprio Nunes. Os motivos para a indicação ainda não estão claros, o que gera uma leva de especulações.</p><p>Advogado, Nunes chegou à carreira da Magistratura pelo quinto constitucional. Foi a ex-presidente Dilma Rousseff que o indicou para a cadeira no TRF1.</p><p>No entanto, seu nome frustrou aqueles que esperavam uma indicação de um ministro "terrivelmente evangélico", como Bolsonaro havia antecipado em inúmeras ocasiões, ou um defensor de primeira hora da pauta ideológica do Bolsonarismo. Isso tem gerado uma onde de críticas por parte do eleitorado do presidente.</p><p>Nunes chega ao STF pelas mãos do centrão. Ele, que estava em campanha para o STJ, foi alçado diretamente para a mais alta Corte do país. Sua escolha foi comunicada por Bolsonaro aos ministros Gilmar Mendes e Antônio Dias Toffoli. Luiz Fux não foi ouvido e se manifestou contra o nome.</p><p>Afinal, quem é Kassio Nunes? O que esperar dele no STF? E o que tiramos do processo de escolha de Bolsonaro?</p><p>Essas e outras perguntas serão respondidas no episódio 37 do Sem Precedentes, que tem como analistas Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e é apresentado por Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA.</p><p>Ao final, os participantes elegem um fato, uma decisão ou uma personagem da semana.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
    </item>
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      <title>Sem Precedentes, ep 38: O último voto de Celso de Mello e o futuro da Lava Jato no STF</title>
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      <itunes:title>Sem Precedentes, ep 38: O último voto de Celso de Mello e o futuro da Lava Jato no STF</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>O voto de despedida do ministro Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal (STF) e a mudança de regimento interno da Corte envolvendo julgamentos da Operação Lava Jato são os dois principais assuntos discutidos no episódio 38 do podcast Sem Precedentes.</p><p>Nesta quinta-feira (8/10), o decano do STF participou de sua última sessão plenária antes de se aposentar do tribunal no próximo dia 13. Seu voto derradeiro foi no âmbito da ação que definirá se o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) poderá depor por escrito no inquérito que investiga as suspeitas de interferência política do presidente na Polícia Federal.</p><p>Em seu voto, que durou mais de duas horas, Celso de Mello afirmou que Bolsonaro não dispõe do privilégio de depor por escrito e contestou as decisões dos ministros Edson Fachin e Luís Roberto Barroso que, no passado, concederam este benefício ao ex-presidente Michel Temer. Este debate foi tema do episódio 34 do Sem Precedentes.</p><p>O decano contestou, ainda, o argumento do procurador-geral da República, Augusto Aras, de que já haveria jurisprudência pacífica do STF que beneficiaria Bolsonaro. A sessão de quinta-feira, contudo, terminou sem decisão. O ministro Luiz Fux, presidente do STF, adiou o julgamento e encerrou a sessão apenas com o voto de Celso de Mello. E agora, o que virá pela frente?</p><p>O Sem Precedentes desta semana também mergulha na mudança do regimento interno da Corte, que transferiu das turmas para o plenário o julgamento dos inquéritos e das ações penais contra agentes públicos com foro privilegiado.</p><p>Logo após o julgamento do mensalão, o STF havia remetido para as turmas esse tipo de processo. E agora, com Fux na presidência da Corte, os casos criminais voltam ao plenário. Desta forma, ações penais contra parlamentares – vários deles importantes aliados de Jair Bolsonaro – voltarão a ser julgados pelos 11 ministros. Consequentemente, todos os inquéritos e ações da Lava Jato sairão da 2ª Turma.</p><p>No episódio desta semana, os analistas Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA, discutem quais podem ser as consequências desta mudança. Essa é mesmo uma vitória da Lava Jato?</p><p>As inconsistências no currículo de Kassio Nunes Marques, o indicado do presidente Jair Bolsonaro para ocupar a vaga no STF, também são tema de debate. Neste semana surgiram notícias de informações incorretas, títulos inexistentes e suspeita de plágio nas experiências profissionais do magistrado. Com as revelações, alguma coisa pode mudar na indicação?</p><p>Ao final, os participantes elegem um fato, uma decisão ou uma personagem da semana.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O voto de despedida do ministro Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal (STF) e a mudança de regimento interno da Corte envolvendo julgamentos da Operação Lava Jato são os dois principais assuntos discutidos no episódio 38 do podcast Sem Precedentes.</p><p>Nesta quinta-feira (8/10), o decano do STF participou de sua última sessão plenária antes de se aposentar do tribunal no próximo dia 13. Seu voto derradeiro foi no âmbito da ação que definirá se o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) poderá depor por escrito no inquérito que investiga as suspeitas de interferência política do presidente na Polícia Federal.</p><p>Em seu voto, que durou mais de duas horas, Celso de Mello afirmou que Bolsonaro não dispõe do privilégio de depor por escrito e contestou as decisões dos ministros Edson Fachin e Luís Roberto Barroso que, no passado, concederam este benefício ao ex-presidente Michel Temer. Este debate foi tema do episódio 34 do Sem Precedentes.</p><p>O decano contestou, ainda, o argumento do procurador-geral da República, Augusto Aras, de que já haveria jurisprudência pacífica do STF que beneficiaria Bolsonaro. A sessão de quinta-feira, contudo, terminou sem decisão. O ministro Luiz Fux, presidente do STF, adiou o julgamento e encerrou a sessão apenas com o voto de Celso de Mello. E agora, o que virá pela frente?</p><p>O Sem Precedentes desta semana também mergulha na mudança do regimento interno da Corte, que transferiu das turmas para o plenário o julgamento dos inquéritos e das ações penais contra agentes públicos com foro privilegiado.</p><p>Logo após o julgamento do mensalão, o STF havia remetido para as turmas esse tipo de processo. E agora, com Fux na presidência da Corte, os casos criminais voltam ao plenário. Desta forma, ações penais contra parlamentares – vários deles importantes aliados de Jair Bolsonaro – voltarão a ser julgados pelos 11 ministros. Consequentemente, todos os inquéritos e ações da Lava Jato sairão da 2ª Turma.</p><p>No episódio desta semana, os analistas Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA, discutem quais podem ser as consequências desta mudança. Essa é mesmo uma vitória da Lava Jato?</p><p>As inconsistências no currículo de Kassio Nunes Marques, o indicado do presidente Jair Bolsonaro para ocupar a vaga no STF, também são tema de debate. Neste semana surgiram notícias de informações incorretas, títulos inexistentes e suspeita de plágio nas experiências profissionais do magistrado. Com as revelações, alguma coisa pode mudar na indicação?</p><p>Ao final, os participantes elegem um fato, uma decisão ou uma personagem da semana.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 09 Oct 2020 17:29:12 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O voto de despedida do ministro Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal (STF) e a mudança de regimento interno da Corte envolvendo julgamentos da Operação Lava Jato são os dois principais assuntos discutidos no episódio 38 do podcast Sem Precedentes.</p><p>Nesta quinta-feira (8/10), o decano do STF participou de sua última sessão plenária antes de se aposentar do tribunal no próximo dia 13. Seu voto derradeiro foi no âmbito da ação que definirá se o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) poderá depor por escrito no inquérito que investiga as suspeitas de interferência política do presidente na Polícia Federal.</p><p>Em seu voto, que durou mais de duas horas, Celso de Mello afirmou que Bolsonaro não dispõe do privilégio de depor por escrito e contestou as decisões dos ministros Edson Fachin e Luís Roberto Barroso que, no passado, concederam este benefício ao ex-presidente Michel Temer. Este debate foi tema do episódio 34 do Sem Precedentes.</p><p>O decano contestou, ainda, o argumento do procurador-geral da República, Augusto Aras, de que já haveria jurisprudência pacífica do STF que beneficiaria Bolsonaro. A sessão de quinta-feira, contudo, terminou sem decisão. O ministro Luiz Fux, presidente do STF, adiou o julgamento e encerrou a sessão apenas com o voto de Celso de Mello. E agora, o que virá pela frente?</p><p>O Sem Precedentes desta semana também mergulha na mudança do regimento interno da Corte, que transferiu das turmas para o plenário o julgamento dos inquéritos e das ações penais contra agentes públicos com foro privilegiado.</p><p>Logo após o julgamento do mensalão, o STF havia remetido para as turmas esse tipo de processo. E agora, com Fux na presidência da Corte, os casos criminais voltam ao plenário. Desta forma, ações penais contra parlamentares – vários deles importantes aliados de Jair Bolsonaro – voltarão a ser julgados pelos 11 ministros. Consequentemente, todos os inquéritos e ações da Lava Jato sairão da 2ª Turma.</p><p>No episódio desta semana, os analistas Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA, discutem quais podem ser as consequências desta mudança. Essa é mesmo uma vitória da Lava Jato?</p><p>As inconsistências no currículo de Kassio Nunes Marques, o indicado do presidente Jair Bolsonaro para ocupar a vaga no STF, também são tema de debate. Neste semana surgiram notícias de informações incorretas, títulos inexistentes e suspeita de plágio nas experiências profissionais do magistrado. Com as revelações, alguma coisa pode mudar na indicação?</p><p>Ao final, os participantes elegem um fato, uma decisão ou uma personagem da semana.</p>]]>
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      <title>Sem Precedentes, ep 39: Qual decisão mais problemática no caso André do Rap, de Marco Aurélio ou Fux?</title>
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        <![CDATA[<p>A disputa que dominou a pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta semana, envolvendo a soltura de André do Rap, um dos líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC), é o tema principal do episódio 39 do podcast Sem Precedentes.</p><p>Na semana passada, o ministro Marco Aurélio de Mello determinou a soltura de André Macedo, conhecido como André do Rap. Logo em seguida, o presidente do STF, Luiz Fux, suspendeu a liminar concedida pelo colega de tribunal.</p><p>O embate gerou uma crise dentro da Corte e o plenário gastou as duas sessões desta semana para resolver este problema que criou. Essa questão já se anunciava como uma disputa que terminaria sem vencedores.</p><p>De um lado, o ministro Marco Aurélio viu sua decisão ser revogada por todos os colegas. O que não é sem precedentes. Já Fux ouviu de parte dos ministros que sua decisão, tecnicamente, era absurda e totalitária.</p><p>No fim, ficou como recado, mas não no papel, que o presidente do STF não tem poderes absolutos para suspender a decisão de outro ministro. Sua caneta não tem mais tinta do que a dos colegas.</p><p>Neste intenso embate entre Fux e Marco Aurélio, qual foi a decisão mais problemática? E o que diz a regra do jogo? Porque existe uma regra! Essas perguntas são escrutinadas no novo episódio do Sem Precedentes.</p><p>O podcast também trata do tema que deve dominar as discussões da próxima semana: a sabatina de Kassio Marques Nunes na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.</p><p>Indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para a vaga de Celso de Mello no STF, Kassio Marques terá de dar explicações sobre o seu currículo e as suspeitas de que suas experiências teriam sido infladas por cursos de pós doutorado.</p><p>Mas ainda há inúmeras outras perguntas que precisam ser feitas. São esses questionamentos que os analistas Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA, irão levantar neste episódio.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A disputa que dominou a pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta semana, envolvendo a soltura de André do Rap, um dos líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC), é o tema principal do episódio 39 do podcast Sem Precedentes.</p><p>Na semana passada, o ministro Marco Aurélio de Mello determinou a soltura de André Macedo, conhecido como André do Rap. Logo em seguida, o presidente do STF, Luiz Fux, suspendeu a liminar concedida pelo colega de tribunal.</p><p>O embate gerou uma crise dentro da Corte e o plenário gastou as duas sessões desta semana para resolver este problema que criou. Essa questão já se anunciava como uma disputa que terminaria sem vencedores.</p><p>De um lado, o ministro Marco Aurélio viu sua decisão ser revogada por todos os colegas. O que não é sem precedentes. Já Fux ouviu de parte dos ministros que sua decisão, tecnicamente, era absurda e totalitária.</p><p>No fim, ficou como recado, mas não no papel, que o presidente do STF não tem poderes absolutos para suspender a decisão de outro ministro. Sua caneta não tem mais tinta do que a dos colegas.</p><p>Neste intenso embate entre Fux e Marco Aurélio, qual foi a decisão mais problemática? E o que diz a regra do jogo? Porque existe uma regra! Essas perguntas são escrutinadas no novo episódio do Sem Precedentes.</p><p>O podcast também trata do tema que deve dominar as discussões da próxima semana: a sabatina de Kassio Marques Nunes na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.</p><p>Indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para a vaga de Celso de Mello no STF, Kassio Marques terá de dar explicações sobre o seu currículo e as suspeitas de que suas experiências teriam sido infladas por cursos de pós doutorado.</p><p>Mas ainda há inúmeras outras perguntas que precisam ser feitas. São esses questionamentos que os analistas Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA, irão levantar neste episódio.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 16 Oct 2020 18:48:40 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>A disputa que dominou a pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) nesta semana, envolvendo a soltura de André do Rap, um dos líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC), é o tema principal do episódio 39 do podcast Sem Precedentes.</p><p>Na semana passada, o ministro Marco Aurélio de Mello determinou a soltura de André Macedo, conhecido como André do Rap. Logo em seguida, o presidente do STF, Luiz Fux, suspendeu a liminar concedida pelo colega de tribunal.</p><p>O embate gerou uma crise dentro da Corte e o plenário gastou as duas sessões desta semana para resolver este problema que criou. Essa questão já se anunciava como uma disputa que terminaria sem vencedores.</p><p>De um lado, o ministro Marco Aurélio viu sua decisão ser revogada por todos os colegas. O que não é sem precedentes. Já Fux ouviu de parte dos ministros que sua decisão, tecnicamente, era absurda e totalitária.</p><p>No fim, ficou como recado, mas não no papel, que o presidente do STF não tem poderes absolutos para suspender a decisão de outro ministro. Sua caneta não tem mais tinta do que a dos colegas.</p><p>Neste intenso embate entre Fux e Marco Aurélio, qual foi a decisão mais problemática? E o que diz a regra do jogo? Porque existe uma regra! Essas perguntas são escrutinadas no novo episódio do Sem Precedentes.</p><p>O podcast também trata do tema que deve dominar as discussões da próxima semana: a sabatina de Kassio Marques Nunes na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.</p><p>Indicado pelo presidente Jair Bolsonaro para a vaga de Celso de Mello no STF, Kassio Marques terá de dar explicações sobre o seu currículo e as suspeitas de que suas experiências teriam sido infladas por cursos de pós doutorado.</p><p>Mas ainda há inúmeras outras perguntas que precisam ser feitas. São esses questionamentos que os analistas Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA, irão levantar neste episódio.</p>]]>
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      <title>Sem Precedentes, ep 40: A não sabatina de Kassio Nunes Marques para o STF</title>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes desta semana analisa as quase 12 horas de uma das sabatinas mais protocolares dos últimos anos no Brasil: a de Kassio Nunes Marques para suceder Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal (STF).</p><p>O indicado de Jair Bolsonaro (sem partido) para a mais alta Corte do país foi aprovado com folga no Senado. Foram 57 votos a favor de seu nome e 10 contra. A sabatina, no entanto, não foi protocolar apenas pelos elogios feitos a Nunes — isso é parte do processo e, no passado, houve coisa pior.</p><p>Também não foi protocolar pelas perguntas despretensiosas, para dizer o mínimo, de alguns senadores. O que deu o caráter protocolar, acima de tudo, foi o discurso de contenção: alguns parlamentares diminuíram, deliberadamente, a função do Senado no processo de indicação de um ministro do STF.</p><p>E isso foi dito com todas as letras por alguns dos senadores, como mostra o episódio 40 do Sem Precedentes. O indicado, de forma inteligente, valeu-se de um truque que, se vira regra, mata de vez as sabatinas.</p><p>Durante a sessão, Kassio Nunes disse que não poderia comentar casos em tramitação no STF. Valeu-se de uma interpretação da Lei Orgânica da Magistratura para isso. Mas foi além. Ele, que é desembargador federal, afirmou que não poderia comentar outros processos judiciais relatados por outros magistrados porque poderia ser punido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).</p><p>Assim, a sabatina do futuro ministro do STF, que tomará posse em 5 de novembro em uma sessão virtual, se tornou mais do que protocolar. Ela seria absolutamente dispensável. Quem assistiu à sabatina inteira não consegue tirar dela nenhuma percepção do que será Kassio Nunes Marques como ministro da Corte. A indicação de Bolsonaro se mostrou estrategicamente bem sucedida. Kassio Nunes teve votos da base governista e da oposição, inclusive do PT.</p><p>O episódio de análise da sabatina de Kassio Nunes conta com a participação de Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes desta semana analisa as quase 12 horas de uma das sabatinas mais protocolares dos últimos anos no Brasil: a de Kassio Nunes Marques para suceder Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal (STF).</p><p>O indicado de Jair Bolsonaro (sem partido) para a mais alta Corte do país foi aprovado com folga no Senado. Foram 57 votos a favor de seu nome e 10 contra. A sabatina, no entanto, não foi protocolar apenas pelos elogios feitos a Nunes — isso é parte do processo e, no passado, houve coisa pior.</p><p>Também não foi protocolar pelas perguntas despretensiosas, para dizer o mínimo, de alguns senadores. O que deu o caráter protocolar, acima de tudo, foi o discurso de contenção: alguns parlamentares diminuíram, deliberadamente, a função do Senado no processo de indicação de um ministro do STF.</p><p>E isso foi dito com todas as letras por alguns dos senadores, como mostra o episódio 40 do Sem Precedentes. O indicado, de forma inteligente, valeu-se de um truque que, se vira regra, mata de vez as sabatinas.</p><p>Durante a sessão, Kassio Nunes disse que não poderia comentar casos em tramitação no STF. Valeu-se de uma interpretação da Lei Orgânica da Magistratura para isso. Mas foi além. Ele, que é desembargador federal, afirmou que não poderia comentar outros processos judiciais relatados por outros magistrados porque poderia ser punido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).</p><p>Assim, a sabatina do futuro ministro do STF, que tomará posse em 5 de novembro em uma sessão virtual, se tornou mais do que protocolar. Ela seria absolutamente dispensável. Quem assistiu à sabatina inteira não consegue tirar dela nenhuma percepção do que será Kassio Nunes Marques como ministro da Corte. A indicação de Bolsonaro se mostrou estrategicamente bem sucedida. Kassio Nunes teve votos da base governista e da oposição, inclusive do PT.</p><p>O episódio de análise da sabatina de Kassio Nunes conta com a participação de Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 23 Oct 2020 17:22:34 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes desta semana analisa as quase 12 horas de uma das sabatinas mais protocolares dos últimos anos no Brasil: a de Kassio Nunes Marques para suceder Celso de Mello no Supremo Tribunal Federal (STF).</p><p>O indicado de Jair Bolsonaro (sem partido) para a mais alta Corte do país foi aprovado com folga no Senado. Foram 57 votos a favor de seu nome e 10 contra. A sabatina, no entanto, não foi protocolar apenas pelos elogios feitos a Nunes — isso é parte do processo e, no passado, houve coisa pior.</p><p>Também não foi protocolar pelas perguntas despretensiosas, para dizer o mínimo, de alguns senadores. O que deu o caráter protocolar, acima de tudo, foi o discurso de contenção: alguns parlamentares diminuíram, deliberadamente, a função do Senado no processo de indicação de um ministro do STF.</p><p>E isso foi dito com todas as letras por alguns dos senadores, como mostra o episódio 40 do Sem Precedentes. O indicado, de forma inteligente, valeu-se de um truque que, se vira regra, mata de vez as sabatinas.</p><p>Durante a sessão, Kassio Nunes disse que não poderia comentar casos em tramitação no STF. Valeu-se de uma interpretação da Lei Orgânica da Magistratura para isso. Mas foi além. Ele, que é desembargador federal, afirmou que não poderia comentar outros processos judiciais relatados por outros magistrados porque poderia ser punido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).</p><p>Assim, a sabatina do futuro ministro do STF, que tomará posse em 5 de novembro em uma sessão virtual, se tornou mais do que protocolar. Ela seria absolutamente dispensável. Quem assistiu à sabatina inteira não consegue tirar dela nenhuma percepção do que será Kassio Nunes Marques como ministro da Corte. A indicação de Bolsonaro se mostrou estrategicamente bem sucedida. Kassio Nunes teve votos da base governista e da oposição, inclusive do PT.</p><p>O episódio de análise da sabatina de Kassio Nunes conta com a participação de Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA.</p>]]>
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      <title>Sem Precedentes, ep 41: A judicialização precoce da vacinação contra a Covid-19 no STF</title>
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        <![CDATA[<p>A judicialização precoce da vacinação contra a Covid-19 é um dos temas centrais do episódio desta semana do Sem Precedentes. Ainda em fase de testes e de pesquisa, a vacina contra a doença já é tema de cinco ações no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf"><strong>STF</strong></a>).</p><p>E os motivos para a questão ter chegado na mais alta Corte do país não têm relação com a ciência, mas, sim, com a disputa política travada entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), acerca do imunizante.</p><p>Recentemente, Bolsonaro declarou que não compraria a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a empresa chinesa Sinovac. A negociação para produzir as doses no Brasil foi liderada pelo governador paulista.</p><p>Há, ainda, ações que contestam a decisão anunciada pelo presidente da República de que a vacina não será obrigatória no país. Os ministros também deverão definir se podem os govenadores e prefeitos impor restrições para quem não se vacinar.</p><p>O episódio 41 do podcast também debate os votos dos ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes sobre a revista íntima a que são submetidas mulheres que visitam seus familiares ou companheiros em presídios.</p><p>Enquanto Fachin, relator do processo, julgou ser inadmissível a prática, Alexandre de Moraes autorizou a revista, com a condição de que se cumpram determinados requisitos. Se houver abuso ou descumprimento desses limites, indicou o ministro, o agente penitenciário poderia ser responsabilizado.</p><p>Neste cenário, qual foi o voto mais compatível com a realidade prisional brasileira: de Fachin ou de Alexandre de Moraes? Durante o julgamento, o ministro Luiz Fux afirmou que o voto de Alexandre de Moraes estava baseado na realidade, indicando que de Fachin ignora as consequências de se proibir revistas íntimas.</p><p>Por outro lado, o ministro Luis Roberto Barroso disse que as exigências e protocolos definidos por Moraes para permitir a revista íntima, incluindo a presença de médicos em todos os presídios, seria irreal.</p><p>Por fim, os analistas do Sem Precedentes apresentam o cenário que Kassio Nunes Marques encontrará no STF quando for empossado na próxima quinta-feira (5/11).</p><p>O episódio desta semana tem a participação de Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do <a href="https://www.jota.info/"><strong>JOTA</strong></a>.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A judicialização precoce da vacinação contra a Covid-19 é um dos temas centrais do episódio desta semana do Sem Precedentes. Ainda em fase de testes e de pesquisa, a vacina contra a doença já é tema de cinco ações no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf"><strong>STF</strong></a>).</p><p>E os motivos para a questão ter chegado na mais alta Corte do país não têm relação com a ciência, mas, sim, com a disputa política travada entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), acerca do imunizante.</p><p>Recentemente, Bolsonaro declarou que não compraria a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a empresa chinesa Sinovac. A negociação para produzir as doses no Brasil foi liderada pelo governador paulista.</p><p>Há, ainda, ações que contestam a decisão anunciada pelo presidente da República de que a vacina não será obrigatória no país. Os ministros também deverão definir se podem os govenadores e prefeitos impor restrições para quem não se vacinar.</p><p>O episódio 41 do podcast também debate os votos dos ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes sobre a revista íntima a que são submetidas mulheres que visitam seus familiares ou companheiros em presídios.</p><p>Enquanto Fachin, relator do processo, julgou ser inadmissível a prática, Alexandre de Moraes autorizou a revista, com a condição de que se cumpram determinados requisitos. Se houver abuso ou descumprimento desses limites, indicou o ministro, o agente penitenciário poderia ser responsabilizado.</p><p>Neste cenário, qual foi o voto mais compatível com a realidade prisional brasileira: de Fachin ou de Alexandre de Moraes? Durante o julgamento, o ministro Luiz Fux afirmou que o voto de Alexandre de Moraes estava baseado na realidade, indicando que de Fachin ignora as consequências de se proibir revistas íntimas.</p><p>Por outro lado, o ministro Luis Roberto Barroso disse que as exigências e protocolos definidos por Moraes para permitir a revista íntima, incluindo a presença de médicos em todos os presídios, seria irreal.</p><p>Por fim, os analistas do Sem Precedentes apresentam o cenário que Kassio Nunes Marques encontrará no STF quando for empossado na próxima quinta-feira (5/11).</p><p>O episódio desta semana tem a participação de Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do <a href="https://www.jota.info/"><strong>JOTA</strong></a>.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 30 Oct 2020 13:24:31 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>A judicialização precoce da vacinação contra a Covid-19 é um dos temas centrais do episódio desta semana do Sem Precedentes. Ainda em fase de testes e de pesquisa, a vacina contra a doença já é tema de cinco ações no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf"><strong>STF</strong></a>).</p><p>E os motivos para a questão ter chegado na mais alta Corte do país não têm relação com a ciência, mas, sim, com a disputa política travada entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), acerca do imunizante.</p><p>Recentemente, Bolsonaro declarou que não compraria a vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a empresa chinesa Sinovac. A negociação para produzir as doses no Brasil foi liderada pelo governador paulista.</p><p>Há, ainda, ações que contestam a decisão anunciada pelo presidente da República de que a vacina não será obrigatória no país. Os ministros também deverão definir se podem os govenadores e prefeitos impor restrições para quem não se vacinar.</p><p>O episódio 41 do podcast também debate os votos dos ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes sobre a revista íntima a que são submetidas mulheres que visitam seus familiares ou companheiros em presídios.</p><p>Enquanto Fachin, relator do processo, julgou ser inadmissível a prática, Alexandre de Moraes autorizou a revista, com a condição de que se cumpram determinados requisitos. Se houver abuso ou descumprimento desses limites, indicou o ministro, o agente penitenciário poderia ser responsabilizado.</p><p>Neste cenário, qual foi o voto mais compatível com a realidade prisional brasileira: de Fachin ou de Alexandre de Moraes? Durante o julgamento, o ministro Luiz Fux afirmou que o voto de Alexandre de Moraes estava baseado na realidade, indicando que de Fachin ignora as consequências de se proibir revistas íntimas.</p><p>Por outro lado, o ministro Luis Roberto Barroso disse que as exigências e protocolos definidos por Moraes para permitir a revista íntima, incluindo a presença de médicos em todos os presídios, seria irreal.</p><p>Por fim, os analistas do Sem Precedentes apresentam o cenário que Kassio Nunes Marques encontrará no STF quando for empossado na próxima quinta-feira (5/11).</p><p>O episódio desta semana tem a participação de Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do <a href="https://www.jota.info/"><strong>JOTA</strong></a>.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Sem Precedentes, ep 42: O que as eleições americanas projetam para a eleição de 2022 no Brasil?</title>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes desta semana trata do tema que o mundo observa desde o início da semana: a confusão em torno do processo eleitoral nos Estados Unidos. Neste episódio, serão projetados quais os possíveis conflitos jurídicos o Brasil pode ter nas eleições de 2022.</p><p>Assim como Donald Trump, o presidente Jair Bolsonaro colocou o processo eleitoral brasileiro em dúvida sem apresentar provas. Nesta semana, Bolsonaro disse que trabalhará para que as eleições sejam confiáveis e insistiu na proposta de voto impresso como uma garantia contra fraudes.</p><p>O pleito municipal que está marcado para daqui a duas semana servirá de teste para 2022? Para tratar deste assunto, o Sem Precedentes conversa com a procuradora regional eleitoral do Rio de Janeiro e professora da FGV Direito Rio, Silvana Battini.</p><p>O desempenho do Supremo Tribunal Federal (STF), que por duas semanas seguidas não concluiu nenhum julgamento no plenário físico, também será debatido pelos analistas do programa Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA.</p><p>Nesta semana, a Corte adiou algumas decisões importantes, como a distribuição dos royalties do petróleo entre todos os estados brasileiros. A lei, aprovada pelo Congresso Nacional, foi suspensa por uma liminar monocrática da ministra Cármen Lúcia que está pendurada no STF há sete anos. Sem nenhuma decisão, a liminar certamente completará oito anos. O ministro Luiz Fux adiou o julgamento mais uma vez, a pedido do governo do Rio de Janeiro.</p><p>Por fim, o episódio 42 do Sem Precedentes comenta a posse discreta do novo ministro do STF, Kássio Nunes Marques.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes desta semana trata do tema que o mundo observa desde o início da semana: a confusão em torno do processo eleitoral nos Estados Unidos. Neste episódio, serão projetados quais os possíveis conflitos jurídicos o Brasil pode ter nas eleições de 2022.</p><p>Assim como Donald Trump, o presidente Jair Bolsonaro colocou o processo eleitoral brasileiro em dúvida sem apresentar provas. Nesta semana, Bolsonaro disse que trabalhará para que as eleições sejam confiáveis e insistiu na proposta de voto impresso como uma garantia contra fraudes.</p><p>O pleito municipal que está marcado para daqui a duas semana servirá de teste para 2022? Para tratar deste assunto, o Sem Precedentes conversa com a procuradora regional eleitoral do Rio de Janeiro e professora da FGV Direito Rio, Silvana Battini.</p><p>O desempenho do Supremo Tribunal Federal (STF), que por duas semanas seguidas não concluiu nenhum julgamento no plenário físico, também será debatido pelos analistas do programa Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA.</p><p>Nesta semana, a Corte adiou algumas decisões importantes, como a distribuição dos royalties do petróleo entre todos os estados brasileiros. A lei, aprovada pelo Congresso Nacional, foi suspensa por uma liminar monocrática da ministra Cármen Lúcia que está pendurada no STF há sete anos. Sem nenhuma decisão, a liminar certamente completará oito anos. O ministro Luiz Fux adiou o julgamento mais uma vez, a pedido do governo do Rio de Janeiro.</p><p>Por fim, o episódio 42 do Sem Precedentes comenta a posse discreta do novo ministro do STF, Kássio Nunes Marques.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 06 Nov 2020 15:29:53 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes desta semana trata do tema que o mundo observa desde o início da semana: a confusão em torno do processo eleitoral nos Estados Unidos. Neste episódio, serão projetados quais os possíveis conflitos jurídicos o Brasil pode ter nas eleições de 2022.</p><p>Assim como Donald Trump, o presidente Jair Bolsonaro colocou o processo eleitoral brasileiro em dúvida sem apresentar provas. Nesta semana, Bolsonaro disse que trabalhará para que as eleições sejam confiáveis e insistiu na proposta de voto impresso como uma garantia contra fraudes.</p><p>O pleito municipal que está marcado para daqui a duas semana servirá de teste para 2022? Para tratar deste assunto, o Sem Precedentes conversa com a procuradora regional eleitoral do Rio de Janeiro e professora da FGV Direito Rio, Silvana Battini.</p><p>O desempenho do Supremo Tribunal Federal (STF), que por duas semanas seguidas não concluiu nenhum julgamento no plenário físico, também será debatido pelos analistas do programa Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA.</p><p>Nesta semana, a Corte adiou algumas decisões importantes, como a distribuição dos royalties do petróleo entre todos os estados brasileiros. A lei, aprovada pelo Congresso Nacional, foi suspensa por uma liminar monocrática da ministra Cármen Lúcia que está pendurada no STF há sete anos. Sem nenhuma decisão, a liminar certamente completará oito anos. O ministro Luiz Fux adiou o julgamento mais uma vez, a pedido do governo do Rio de Janeiro.</p><p>Por fim, o episódio 42 do Sem Precedentes comenta a posse discreta do novo ministro do STF, Kássio Nunes Marques.</p>]]>
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      <title>Sem Precedentes, ep 43: Como a nova realidade do STF impacta na transparência dos julgamentos?</title>
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        <![CDATA[<p>Há três semanas, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) não conclui nenhum julgamento de processo no plenário. Algumas ações começaram a ser julgadas e em seguida foram adiadas. Isso aconteceu com a discussão sobre como o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deverá depor no inquérito que apura supostas interferências do presidente na Polícia Federal. Este processo específico está parado há um mês.</p><p>Outros julgamentos foram suspensos por pedidos de vista. Nesta semana, dois deles foram interrompidos a pedido do novo ministro da Corte, Kassio Nunes Marques, que alegou não ter tido tempo para estudar os processos.</p><p>Apesar desse cenário das últimas semanas, o STF de hoje é o que mais produz decisões colegiadas na história. Mas, de que colegiado falamos? Este é o tema do episódio desta semana do podcast Sem Precedentes, que analisa os números recentes da mais alta Corte do país.</p><p>Segundo uma pesquisa da FGV Direito Rio, apenas 1% dos processos atualmente têm sido julgados de forma presencial e com debate entre os ministros. O restante é julgado às centenas no plenário virtual e nas listas de processos que pouco merecem a atenção dos integrantes da Corte.</p><p>Nesse contexto, o STF pode até insistir no discurso de que julga mais de forma coletiva, mas os números revelam que o processo de deliberação está cada vez menos cuidadoso, mais acelerado e menos visível aos olhos da opinião pública.</p><p>Para esmiuçar essa nova realidade do STF, o episódio 43 do Sem Precedentes conta com os analistas do programa Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA.</p><p>Ao final, como sempre, o time do podcast escolhe um fato, uma decisão ou uma personagem da semana.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Há três semanas, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) não conclui nenhum julgamento de processo no plenário. Algumas ações começaram a ser julgadas e em seguida foram adiadas. Isso aconteceu com a discussão sobre como o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deverá depor no inquérito que apura supostas interferências do presidente na Polícia Federal. Este processo específico está parado há um mês.</p><p>Outros julgamentos foram suspensos por pedidos de vista. Nesta semana, dois deles foram interrompidos a pedido do novo ministro da Corte, Kassio Nunes Marques, que alegou não ter tido tempo para estudar os processos.</p><p>Apesar desse cenário das últimas semanas, o STF de hoje é o que mais produz decisões colegiadas na história. Mas, de que colegiado falamos? Este é o tema do episódio desta semana do podcast Sem Precedentes, que analisa os números recentes da mais alta Corte do país.</p><p>Segundo uma pesquisa da FGV Direito Rio, apenas 1% dos processos atualmente têm sido julgados de forma presencial e com debate entre os ministros. O restante é julgado às centenas no plenário virtual e nas listas de processos que pouco merecem a atenção dos integrantes da Corte.</p><p>Nesse contexto, o STF pode até insistir no discurso de que julga mais de forma coletiva, mas os números revelam que o processo de deliberação está cada vez menos cuidadoso, mais acelerado e menos visível aos olhos da opinião pública.</p><p>Para esmiuçar essa nova realidade do STF, o episódio 43 do Sem Precedentes conta com os analistas do programa Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA.</p><p>Ao final, como sempre, o time do podcast escolhe um fato, uma decisão ou uma personagem da semana.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 13 Nov 2020 18:54:40 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>Há três semanas, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) não conclui nenhum julgamento de processo no plenário. Algumas ações começaram a ser julgadas e em seguida foram adiadas. Isso aconteceu com a discussão sobre como o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) deverá depor no inquérito que apura supostas interferências do presidente na Polícia Federal. Este processo específico está parado há um mês.</p><p>Outros julgamentos foram suspensos por pedidos de vista. Nesta semana, dois deles foram interrompidos a pedido do novo ministro da Corte, Kassio Nunes Marques, que alegou não ter tido tempo para estudar os processos.</p><p>Apesar desse cenário das últimas semanas, o STF de hoje é o que mais produz decisões colegiadas na história. Mas, de que colegiado falamos? Este é o tema do episódio desta semana do podcast Sem Precedentes, que analisa os números recentes da mais alta Corte do país.</p><p>Segundo uma pesquisa da FGV Direito Rio, apenas 1% dos processos atualmente têm sido julgados de forma presencial e com debate entre os ministros. O restante é julgado às centenas no plenário virtual e nas listas de processos que pouco merecem a atenção dos integrantes da Corte.</p><p>Nesse contexto, o STF pode até insistir no discurso de que julga mais de forma coletiva, mas os números revelam que o processo de deliberação está cada vez menos cuidadoso, mais acelerado e menos visível aos olhos da opinião pública.</p><p>Para esmiuçar essa nova realidade do STF, o episódio 43 do Sem Precedentes conta com os analistas do programa Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA.</p><p>Ao final, como sempre, o time do podcast escolhe um fato, uma decisão ou uma personagem da semana.</p>]]>
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      <title>Sem Precedentes, ep.44: concursos públicos devem acomodar calendários religiosos?</title>
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        <![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) julga na semana que vem se concursos públicos devem ter uma data distinta de prova para candidatos de determinados grupos religiosos. Esse é um dos temas do episódio 44 do Sem Precedentes, podcast do JOTA que fala sobre o Supremo e a Constituição. </p><p> </p><p>O STF segue com julgamentos descolados da agenda nacional. O país enfrenta os reflexos da pandemia do novo coronavírus, está com as contas públicas ameaçadas, com as incertezas econômicas e com conflitos políticos ainda não resolvidos. </p><p> </p><p>O Supremo resolveu falar de outros assuntos que em nada mexem com essa realidade. Depois de gastar mais de duas sessões do plenário, o tribunal decidiu que é sua a competência para julgar recursos contra decisões dos Conselhos Nacional de Justiça e do CNMP. </p><p> </p><p>Assuntos relevantes? Sim, sem dúvida. Mas inegavelmente descolados da agenda atual do país. </p><p> </p><p>E fica a pergunta: o presidente Luiz Fux pode optar por uma pauta fria para tirar o tribunal dos holofotes, mas e os processos importantes para resolver conflitos que – estes sim – estão na agenda? Quando vão entrar?</p><p> </p><p>Enquanto isso, o taxímetro do plenário virtual continua correndo. A passos ligeiros. Enquanto o plenário físico julgou dois casos, o plenário virtual já julgou neste mês 288 processos. </p><p> </p><p>Os principais conflitos estão, cada vez mais, sendo deslocados para o plenário virtual. E algumas decisões nesse novo ambiente passam pelo radar da imprensa e da opinião pública. </p><p> </p><p>Um exemplo que ocorreu nesta semana: o plenário virtual começou a julgar se o presidente Jair Bolsonaro pode bloquear seguidores em suas redes sociais. Se o presidente usa as redes para anúncios de interesse público, deveria manter sua rede aberta. Esse é o argumento. </p><p> </p><p>O ministro Marco Aurélio concordou com esse argumento. Bolsonaro não poderia bloquear ninguém nas suas contas. Mas o ministro Kassio Nunes Marques, recém nomeado por Bolsonaro, pediu destaque do processo e jogou a decisão para o ano que vem. </p><p> </p><p>Para discutir esse Supremo anódino, nosso time completo do Sem Precedentes: Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, e Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio. A apresentação e produção é do diretor de conteúdo e sócio-fundador do JOTA Felipe Recondo. </p><p> </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) julga na semana que vem se concursos públicos devem ter uma data distinta de prova para candidatos de determinados grupos religiosos. Esse é um dos temas do episódio 44 do Sem Precedentes, podcast do JOTA que fala sobre o Supremo e a Constituição. </p><p> </p><p>O STF segue com julgamentos descolados da agenda nacional. O país enfrenta os reflexos da pandemia do novo coronavírus, está com as contas públicas ameaçadas, com as incertezas econômicas e com conflitos políticos ainda não resolvidos. </p><p> </p><p>O Supremo resolveu falar de outros assuntos que em nada mexem com essa realidade. Depois de gastar mais de duas sessões do plenário, o tribunal decidiu que é sua a competência para julgar recursos contra decisões dos Conselhos Nacional de Justiça e do CNMP. </p><p> </p><p>Assuntos relevantes? Sim, sem dúvida. Mas inegavelmente descolados da agenda atual do país. </p><p> </p><p>E fica a pergunta: o presidente Luiz Fux pode optar por uma pauta fria para tirar o tribunal dos holofotes, mas e os processos importantes para resolver conflitos que – estes sim – estão na agenda? Quando vão entrar?</p><p> </p><p>Enquanto isso, o taxímetro do plenário virtual continua correndo. A passos ligeiros. Enquanto o plenário físico julgou dois casos, o plenário virtual já julgou neste mês 288 processos. </p><p> </p><p>Os principais conflitos estão, cada vez mais, sendo deslocados para o plenário virtual. E algumas decisões nesse novo ambiente passam pelo radar da imprensa e da opinião pública. </p><p> </p><p>Um exemplo que ocorreu nesta semana: o plenário virtual começou a julgar se o presidente Jair Bolsonaro pode bloquear seguidores em suas redes sociais. Se o presidente usa as redes para anúncios de interesse público, deveria manter sua rede aberta. Esse é o argumento. </p><p> </p><p>O ministro Marco Aurélio concordou com esse argumento. Bolsonaro não poderia bloquear ninguém nas suas contas. Mas o ministro Kassio Nunes Marques, recém nomeado por Bolsonaro, pediu destaque do processo e jogou a decisão para o ano que vem. </p><p> </p><p>Para discutir esse Supremo anódino, nosso time completo do Sem Precedentes: Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, e Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio. A apresentação e produção é do diretor de conteúdo e sócio-fundador do JOTA Felipe Recondo. </p><p> </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 20 Nov 2020 18:40:48 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Sem Precedentes, ep 45: Vacina, reeleição e injúria racial: STF e três grandes decisões nesta semana</title>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes desta semana trata de dois julgamentos que irão começar no Supremo Tribunal Federal (STF) e que interferem diretamente nas relações da Corte com o governo Bolsonaro e o Congresso Nacional.</p><p>Nos próximos dias, o tribunal vai decidir se determina ao Executivo que apresente um plano de vacinação geral contra a Covid-19 — algo que o governo ainda não fez. Os ministros também vão julgar se os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado podem disputar a reeleição no ano que vem.</p><p>Para os dois temas, que envolvem pautas quentes da política atual, o STF optou pela discrição estratégica do plenário virtual. Não haverá nenhuma palavra a mais. Nenhum recado público será dado. Apenas o somatório de votos escritos é que vai definir essas duas importantes disputas.</p><p>Outro tema abordado no programa envolve a relação da Corte com a sociedade. Trata-se do início do julgamento para definir se injúria racial é um crime imprescritível. Até agora, o ministro Edson Fachin, relator do processo, foi o único a votar. Ele julgou que a injúria racial, assim como o crime de racismo, é sim imprescritível. Para ele, seria a injúria “uma forma de discriminação racial que se materializa de forma sistemática”.</p><p>Como votarão os outros ministros? O que mais precisa ser debatido? Essas e outras perguntas serão respondidas no episódio 45 do Sem Precedentes.</p><p>Em relação a temas com maior participação da opinião pública, o tribunal tem optado pelos holofotes e pela transmissão ao vivo da TV Justiça. Nesta semana, após quatro dias de julgamento, a Corte decidiu que a administração pública deverá compatibilizar os concursos públicos e a jornada de trabalho à religião dos servidores.</p><p>Quanto a concursos públicos, a administração deve oferecer dia e horário diferente para quem não puder fazer prova num sábado, como é o caso dos adventistas do sétimo dia, por exemplo.</p><p>Neste caso, o tribunal fez algumas ponderações que foram debatidas pelos analistas do programa Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes desta semana trata de dois julgamentos que irão começar no Supremo Tribunal Federal (STF) e que interferem diretamente nas relações da Corte com o governo Bolsonaro e o Congresso Nacional.</p><p>Nos próximos dias, o tribunal vai decidir se determina ao Executivo que apresente um plano de vacinação geral contra a Covid-19 — algo que o governo ainda não fez. Os ministros também vão julgar se os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado podem disputar a reeleição no ano que vem.</p><p>Para os dois temas, que envolvem pautas quentes da política atual, o STF optou pela discrição estratégica do plenário virtual. Não haverá nenhuma palavra a mais. Nenhum recado público será dado. Apenas o somatório de votos escritos é que vai definir essas duas importantes disputas.</p><p>Outro tema abordado no programa envolve a relação da Corte com a sociedade. Trata-se do início do julgamento para definir se injúria racial é um crime imprescritível. Até agora, o ministro Edson Fachin, relator do processo, foi o único a votar. Ele julgou que a injúria racial, assim como o crime de racismo, é sim imprescritível. Para ele, seria a injúria “uma forma de discriminação racial que se materializa de forma sistemática”.</p><p>Como votarão os outros ministros? O que mais precisa ser debatido? Essas e outras perguntas serão respondidas no episódio 45 do Sem Precedentes.</p><p>Em relação a temas com maior participação da opinião pública, o tribunal tem optado pelos holofotes e pela transmissão ao vivo da TV Justiça. Nesta semana, após quatro dias de julgamento, a Corte decidiu que a administração pública deverá compatibilizar os concursos públicos e a jornada de trabalho à religião dos servidores.</p><p>Quanto a concursos públicos, a administração deve oferecer dia e horário diferente para quem não puder fazer prova num sábado, como é o caso dos adventistas do sétimo dia, por exemplo.</p><p>Neste caso, o tribunal fez algumas ponderações que foram debatidas pelos analistas do programa Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 27 Nov 2020 22:54:55 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes desta semana trata de dois julgamentos que irão começar no Supremo Tribunal Federal (STF) e que interferem diretamente nas relações da Corte com o governo Bolsonaro e o Congresso Nacional.</p><p>Nos próximos dias, o tribunal vai decidir se determina ao Executivo que apresente um plano de vacinação geral contra a Covid-19 — algo que o governo ainda não fez. Os ministros também vão julgar se os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado podem disputar a reeleição no ano que vem.</p><p>Para os dois temas, que envolvem pautas quentes da política atual, o STF optou pela discrição estratégica do plenário virtual. Não haverá nenhuma palavra a mais. Nenhum recado público será dado. Apenas o somatório de votos escritos é que vai definir essas duas importantes disputas.</p><p>Outro tema abordado no programa envolve a relação da Corte com a sociedade. Trata-se do início do julgamento para definir se injúria racial é um crime imprescritível. Até agora, o ministro Edson Fachin, relator do processo, foi o único a votar. Ele julgou que a injúria racial, assim como o crime de racismo, é sim imprescritível. Para ele, seria a injúria “uma forma de discriminação racial que se materializa de forma sistemática”.</p><p>Como votarão os outros ministros? O que mais precisa ser debatido? Essas e outras perguntas serão respondidas no episódio 45 do Sem Precedentes.</p><p>Em relação a temas com maior participação da opinião pública, o tribunal tem optado pelos holofotes e pela transmissão ao vivo da TV Justiça. Nesta semana, após quatro dias de julgamento, a Corte decidiu que a administração pública deverá compatibilizar os concursos públicos e a jornada de trabalho à religião dos servidores.</p><p>Quanto a concursos públicos, a administração deve oferecer dia e horário diferente para quem não puder fazer prova num sábado, como é o caso dos adventistas do sétimo dia, por exemplo.</p><p>Neste caso, o tribunal fez algumas ponderações que foram debatidas pelos analistas do programa Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
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      <title>Sem Precedentes, ep 46: Trabalho intermitente e reeleição no Congresso: a semana do STF</title>
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      <itunes:title>Sem Precedentes, ep 46: Trabalho intermitente e reeleição no Congresso: a semana do STF</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>O contrato de trabalho intermitente é ou não constitucional? Esta pergunta resume a discussão central do episódio desta semana do podcast Sem Precedentes, que vai tratar do julgamento de três ações iniciado nesta semana no Supremo Tribunal Federal (STF) envolvendo esse ponto específico da reforma trabalhista aprovada durante o governo de Michel Temer.</p><p>O relator das ações, o ministro Edson Fachin, votou no sentido de que contratar alguém para trabalhar em períodos alternados, com o pagamento proporcional dos seus direitos seria inconstitucional. Entre outras razões, o magistrado argumentou que a legislação não garante a esses trabalhadores a definição de um limite de jornada de trabalho, nem garante a eles o recebimento de um salário mínimo.</p><p>Os ministros Kassio Nunes Marques e Alexandre de Moraes, entretanto, votaram em sentido contrário. Eles fundamentaram que crises econômicas, risco de desemprego e mudanças nas formas de trabalho justificaram a alteração na legislação trabalhista.</p><p>Alexandre de Moraes, por exemplo, disse que não há inconstitucionalidade, mas sim inovação. Para ele, a lei deu mais segurança ao trabalhador e não menos garantias. O julgamento foi interrompido por um pedido de vista da ministra Rosa Weber e só deve retornar no próximo ano.</p><p>Integrantes da equipe econômica, que temiam um revés no STF, acompanham de perto o julgamento. Com a economia em queda e com a suspensão do auxílio emergencial a partir de janeiro, a decisão seria trágica, conforme avaliaram integrantes do governo.</p><p>Para tratar deste tema, a procuradora do trabalho e doutora em direito público Ana Claudia Nascimento se junta ao time de analistas do podcast Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA.</p><p>O Ministério Público do Trabalho contesta enfaticamente a constitucionalidade da lei e a procuradora explica no episódio 46 do Sem Precedentes quais as razões para esse entendimento.</p><p>A partir dos 35 minutos, os analistas passam a tratar da pauta de reeleição dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado. Nesta semana, o STF começou a julgar o tema no plenário virtual.</p><p>Até o momento, os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Ricardo Lewandowski já haviam votado pela possibilidade de Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre se candidatarem a mais um mandato. Nunes Marques, entretanto, divergiu parcialmente. O ministro votou para que seja liberada a reeleição apenas de Alcolumbre, enquanto Maia ficaria impedido de se reeleger.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O contrato de trabalho intermitente é ou não constitucional? Esta pergunta resume a discussão central do episódio desta semana do podcast Sem Precedentes, que vai tratar do julgamento de três ações iniciado nesta semana no Supremo Tribunal Federal (STF) envolvendo esse ponto específico da reforma trabalhista aprovada durante o governo de Michel Temer.</p><p>O relator das ações, o ministro Edson Fachin, votou no sentido de que contratar alguém para trabalhar em períodos alternados, com o pagamento proporcional dos seus direitos seria inconstitucional. Entre outras razões, o magistrado argumentou que a legislação não garante a esses trabalhadores a definição de um limite de jornada de trabalho, nem garante a eles o recebimento de um salário mínimo.</p><p>Os ministros Kassio Nunes Marques e Alexandre de Moraes, entretanto, votaram em sentido contrário. Eles fundamentaram que crises econômicas, risco de desemprego e mudanças nas formas de trabalho justificaram a alteração na legislação trabalhista.</p><p>Alexandre de Moraes, por exemplo, disse que não há inconstitucionalidade, mas sim inovação. Para ele, a lei deu mais segurança ao trabalhador e não menos garantias. O julgamento foi interrompido por um pedido de vista da ministra Rosa Weber e só deve retornar no próximo ano.</p><p>Integrantes da equipe econômica, que temiam um revés no STF, acompanham de perto o julgamento. Com a economia em queda e com a suspensão do auxílio emergencial a partir de janeiro, a decisão seria trágica, conforme avaliaram integrantes do governo.</p><p>Para tratar deste tema, a procuradora do trabalho e doutora em direito público Ana Claudia Nascimento se junta ao time de analistas do podcast Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA.</p><p>O Ministério Público do Trabalho contesta enfaticamente a constitucionalidade da lei e a procuradora explica no episódio 46 do Sem Precedentes quais as razões para esse entendimento.</p><p>A partir dos 35 minutos, os analistas passam a tratar da pauta de reeleição dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado. Nesta semana, o STF começou a julgar o tema no plenário virtual.</p><p>Até o momento, os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Ricardo Lewandowski já haviam votado pela possibilidade de Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre se candidatarem a mais um mandato. Nunes Marques, entretanto, divergiu parcialmente. O ministro votou para que seja liberada a reeleição apenas de Alcolumbre, enquanto Maia ficaria impedido de se reeleger.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 04 Dec 2020 17:59:41 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O contrato de trabalho intermitente é ou não constitucional? Esta pergunta resume a discussão central do episódio desta semana do podcast Sem Precedentes, que vai tratar do julgamento de três ações iniciado nesta semana no Supremo Tribunal Federal (STF) envolvendo esse ponto específico da reforma trabalhista aprovada durante o governo de Michel Temer.</p><p>O relator das ações, o ministro Edson Fachin, votou no sentido de que contratar alguém para trabalhar em períodos alternados, com o pagamento proporcional dos seus direitos seria inconstitucional. Entre outras razões, o magistrado argumentou que a legislação não garante a esses trabalhadores a definição de um limite de jornada de trabalho, nem garante a eles o recebimento de um salário mínimo.</p><p>Os ministros Kassio Nunes Marques e Alexandre de Moraes, entretanto, votaram em sentido contrário. Eles fundamentaram que crises econômicas, risco de desemprego e mudanças nas formas de trabalho justificaram a alteração na legislação trabalhista.</p><p>Alexandre de Moraes, por exemplo, disse que não há inconstitucionalidade, mas sim inovação. Para ele, a lei deu mais segurança ao trabalhador e não menos garantias. O julgamento foi interrompido por um pedido de vista da ministra Rosa Weber e só deve retornar no próximo ano.</p><p>Integrantes da equipe econômica, que temiam um revés no STF, acompanham de perto o julgamento. Com a economia em queda e com a suspensão do auxílio emergencial a partir de janeiro, a decisão seria trágica, conforme avaliaram integrantes do governo.</p><p>Para tratar deste tema, a procuradora do trabalho e doutora em direito público Ana Claudia Nascimento se junta ao time de analistas do podcast Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA.</p><p>O Ministério Público do Trabalho contesta enfaticamente a constitucionalidade da lei e a procuradora explica no episódio 46 do Sem Precedentes quais as razões para esse entendimento.</p><p>A partir dos 35 minutos, os analistas passam a tratar da pauta de reeleição dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado. Nesta semana, o STF começou a julgar o tema no plenário virtual.</p><p>Até o momento, os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Ricardo Lewandowski já haviam votado pela possibilidade de Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre se candidatarem a mais um mandato. Nunes Marques, entretanto, divergiu parcialmente. O ministro votou para que seja liberada a reeleição apenas de Alcolumbre, enquanto Maia ficaria impedido de se reeleger.</p>]]>
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      <title>Sem Precedentes, ep 47: Os bastidores e o jogo político no STF após o julgamento sobre reeleição no Congresso</title>
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        <![CDATA[<p>O julgamento no plenário virtual do Supremo Tribunal Federal (STF) que decidiu pela inconstitucionalidade da reeleição dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado no mesmo mandato gerou conflitos entre ministros. A perspectiva é que isso tenha consequências para a presidência do ministro Luiz Fux e para a política, de olho nas eleições de 2022.</p><p>Os bastidores e o jogo político por trás deste julgamento, que atraiu atenção do país, são objeto de análise do episódio desta semana do podcast Sem Precedentes. A Constituição Federal é literal ao proibir a reeleição dos presidentes da Câmara e do Senado. A questão, portanto, parecia relativamente simples para o tribunal.</p><p>Resumidamente, o que se pedia no processo era quase como se o STF lesse em voz alta o que está escrito na Constituição: que os presidentes das duas Casas serão eleitos para mandado de dois anos, vedada a recondução para o mesmo cargo na eleição imediatamente subsequente.</p><p>Mas por razões essencialmente políticas, alguns ministros queriam interpretar a Constituição de uma forma diferente e, assim, permitir a reeleições de Davi Alcolumbre (MDB-AP) para o Senado e de Rodrigo Maia (MDB-RJ) para a Câmara dos Deputados.</p><p>O relator do processo, ministro Gilmar Mendes, fez um voto para remodelar a regra constitucional. Poderia fazer sentido atualizar a norma, equiparando as eleições das mesas da Câmara e do Senado a outras eleições, permitindo assim a disputa por um segundo mandato.</p><p>Porém, isso deveria ser competência do STF? Evidentemente, Alcolumbre e Maia contribuíram com o tribunal nos momentos de crise com o governo de Jair Bolsonaro (sem partido). Foi Congresso e Supremo que, numa dobradinha, contiveram alguns avanços do presidente da República sobre a Constituição. Também foram os dois Poderes que atuaram para desmontar a rede bolsonarista que defendia o ataque às instituições.</p><p>A troca de comando nas duas casas poderia comprometer essa aliança? Esse é o recado que fica da divisão do tribunal. O processo eleitoral na Câmara está mais avançado, com o candidato apoiado por Bolsonaro saindo na frente. No Senado, o jogo ainda está no início.</p><p>No episódio desta semana, os analistas Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA, tentam responder algumas perguntas sobre o tema.</p><p>Afinal, o ministro Luís Roberto Barroso havia se comprometido a votar a favor da reeleição? E o que teria feito com que mudasse de ideia? Qual a posição do ministro Luiz Fux nesta história? Depois do julgamento, ele fez discurso de líder da virada, mas será que ele foi líder ou foi liderado nessa disputa? E a pressão da opinião pública interferiu no julgamento? Essa pressão só foi possível por que o julgamento ocorreu no plenário virtual?</p><p>Por fim, os analistas do Sem Precedentes trazem uma perspectiva sobre a vacina contra a Covid-19 e a participação do STF nessa guerra política e disputa de narrativas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O julgamento no plenário virtual do Supremo Tribunal Federal (STF) que decidiu pela inconstitucionalidade da reeleição dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado no mesmo mandato gerou conflitos entre ministros. A perspectiva é que isso tenha consequências para a presidência do ministro Luiz Fux e para a política, de olho nas eleições de 2022.</p><p>Os bastidores e o jogo político por trás deste julgamento, que atraiu atenção do país, são objeto de análise do episódio desta semana do podcast Sem Precedentes. A Constituição Federal é literal ao proibir a reeleição dos presidentes da Câmara e do Senado. A questão, portanto, parecia relativamente simples para o tribunal.</p><p>Resumidamente, o que se pedia no processo era quase como se o STF lesse em voz alta o que está escrito na Constituição: que os presidentes das duas Casas serão eleitos para mandado de dois anos, vedada a recondução para o mesmo cargo na eleição imediatamente subsequente.</p><p>Mas por razões essencialmente políticas, alguns ministros queriam interpretar a Constituição de uma forma diferente e, assim, permitir a reeleições de Davi Alcolumbre (MDB-AP) para o Senado e de Rodrigo Maia (MDB-RJ) para a Câmara dos Deputados.</p><p>O relator do processo, ministro Gilmar Mendes, fez um voto para remodelar a regra constitucional. Poderia fazer sentido atualizar a norma, equiparando as eleições das mesas da Câmara e do Senado a outras eleições, permitindo assim a disputa por um segundo mandato.</p><p>Porém, isso deveria ser competência do STF? Evidentemente, Alcolumbre e Maia contribuíram com o tribunal nos momentos de crise com o governo de Jair Bolsonaro (sem partido). Foi Congresso e Supremo que, numa dobradinha, contiveram alguns avanços do presidente da República sobre a Constituição. Também foram os dois Poderes que atuaram para desmontar a rede bolsonarista que defendia o ataque às instituições.</p><p>A troca de comando nas duas casas poderia comprometer essa aliança? Esse é o recado que fica da divisão do tribunal. O processo eleitoral na Câmara está mais avançado, com o candidato apoiado por Bolsonaro saindo na frente. No Senado, o jogo ainda está no início.</p><p>No episódio desta semana, os analistas Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA, tentam responder algumas perguntas sobre o tema.</p><p>Afinal, o ministro Luís Roberto Barroso havia se comprometido a votar a favor da reeleição? E o que teria feito com que mudasse de ideia? Qual a posição do ministro Luiz Fux nesta história? Depois do julgamento, ele fez discurso de líder da virada, mas será que ele foi líder ou foi liderado nessa disputa? E a pressão da opinião pública interferiu no julgamento? Essa pressão só foi possível por que o julgamento ocorreu no plenário virtual?</p><p>Por fim, os analistas do Sem Precedentes trazem uma perspectiva sobre a vacina contra a Covid-19 e a participação do STF nessa guerra política e disputa de narrativas.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 11 Dec 2020 21:47:49 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 48: o STF em 2020 e o que esperar para 2021</title>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes chega ao último episódio do ano e faz uma análise sobre a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2020. </p><p> </p><p>Os analistas Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do <a href="https://www.jota.info/"><strong>JOTA</strong></a>, relembram a postura do STF em temas ligados à pandemia. </p><p> </p><p>Desde março, quando a pandemia foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o Supremo reforçou seu alinhamento ao Congresso Nacional e supriu as faltas do governo Bolsonaro no combate à pandemia. </p><p> </p><p>O Supremo foi convencido pelo então ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, da gravidade da crise, ao contrário do que insistia em dizer o presidente Bolsonaro, de que se tratava apenas de uma gripezinha. </p><p> </p><p>E convencido da seriedade da crise, o STF ocupou espaço. O que ficou claro neste ano foi uma acentuada parlamentarização da administração de Jair Bolsonaro. Na falta de decisão, Congresso e Supremo exercem o governo.</p><p> </p><p>Em abril, houve uma das primeira e mais importantes decisões do ano: com a inércia do governo federal, o Supremo reconheceu que estados e municípios podiam adotar medidas para conter o contágio pelo novo coronavírus. </p><p> </p><p>Algumas das medidas mais importantes no combate à pandemia desaguaram no Supremo ou nasceram no tribunal.</p><p> </p><p>Nasceu no Supremo e no Tribunal de Contas da União a ideia de aprovação de um orçamento de guerra. O que deu condições ao governo federal expandir os gastos para combater a pandemia e seus efeitos, como o pagamento do coronavoucher. Algumas medidas do governo foram barradas pelo Supremo, como a omissão de dados pelo ministério da Saúde de dados diários de mortes e contágio. </p><p> </p><p>Outras ameaças verbalizadas por Bolsonaro, foram também contidas pelo STF. Exemplo disso foi a decisão do STF na última semana do ano. O tribunal reconheceu aos estados e municípios a possibilidade de tornar obrigatória a vacina contra a covid 19. Bolsonaro disse que, por ele, a vacina não seria obrigatória, mas o Supremo tirou dele esse poder, distribuindo essa competência para todos os governadores. </p><p> </p><p>Houve outra página importante do Supremo em 2020, com a imposição de limites ao governo Bolsonaro. Numa das mais polêmicas decisões, que provocou atritos entre Executivo e Supremo, o ministro Alexandre de Moraes impediu a posse de Alexandre Ramagem como diretor-geral da Polícia Federal.</p><p> </p><p>Essa decisão tinha como pano de fundo as acusações feitas pelo ministro Sérgio Moro de que Jair Bolsonaro queria intervir politicamente no comando da Polícia Federal. As acusações levaram à abertura de um inquérito pela Procuradoria-Geral da República. O relator desse inquérito, ministro Celso de Mello, a poucos meses de sua aposentadoria, daria decisões que aprofundaram os conflitos entre o Supremo e Bolsonaro. </p><p> </p><p>Decano do tribunal, Celso se aposentou em outubro. Sua vaga foi preenchida pelo pouco conhecido desembargador Kassio Nunes Marques. </p><p> </p><p>Outra mudança na corte foi na presidência: Toffoli completou seu mandato de dois anos. Fux assumiu, prometendo distância do governo. </p><p> </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes chega ao último episódio do ano e faz uma análise sobre a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2020. </p><p> </p><p>Os analistas Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do <a href="https://www.jota.info/"><strong>JOTA</strong></a>, relembram a postura do STF em temas ligados à pandemia. </p><p> </p><p>Desde março, quando a pandemia foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o Supremo reforçou seu alinhamento ao Congresso Nacional e supriu as faltas do governo Bolsonaro no combate à pandemia. </p><p> </p><p>O Supremo foi convencido pelo então ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, da gravidade da crise, ao contrário do que insistia em dizer o presidente Bolsonaro, de que se tratava apenas de uma gripezinha. </p><p> </p><p>E convencido da seriedade da crise, o STF ocupou espaço. O que ficou claro neste ano foi uma acentuada parlamentarização da administração de Jair Bolsonaro. Na falta de decisão, Congresso e Supremo exercem o governo.</p><p> </p><p>Em abril, houve uma das primeira e mais importantes decisões do ano: com a inércia do governo federal, o Supremo reconheceu que estados e municípios podiam adotar medidas para conter o contágio pelo novo coronavírus. </p><p> </p><p>Algumas das medidas mais importantes no combate à pandemia desaguaram no Supremo ou nasceram no tribunal.</p><p> </p><p>Nasceu no Supremo e no Tribunal de Contas da União a ideia de aprovação de um orçamento de guerra. O que deu condições ao governo federal expandir os gastos para combater a pandemia e seus efeitos, como o pagamento do coronavoucher. Algumas medidas do governo foram barradas pelo Supremo, como a omissão de dados pelo ministério da Saúde de dados diários de mortes e contágio. </p><p> </p><p>Outras ameaças verbalizadas por Bolsonaro, foram também contidas pelo STF. Exemplo disso foi a decisão do STF na última semana do ano. O tribunal reconheceu aos estados e municípios a possibilidade de tornar obrigatória a vacina contra a covid 19. Bolsonaro disse que, por ele, a vacina não seria obrigatória, mas o Supremo tirou dele esse poder, distribuindo essa competência para todos os governadores. </p><p> </p><p>Houve outra página importante do Supremo em 2020, com a imposição de limites ao governo Bolsonaro. Numa das mais polêmicas decisões, que provocou atritos entre Executivo e Supremo, o ministro Alexandre de Moraes impediu a posse de Alexandre Ramagem como diretor-geral da Polícia Federal.</p><p> </p><p>Essa decisão tinha como pano de fundo as acusações feitas pelo ministro Sérgio Moro de que Jair Bolsonaro queria intervir politicamente no comando da Polícia Federal. As acusações levaram à abertura de um inquérito pela Procuradoria-Geral da República. O relator desse inquérito, ministro Celso de Mello, a poucos meses de sua aposentadoria, daria decisões que aprofundaram os conflitos entre o Supremo e Bolsonaro. </p><p> </p><p>Decano do tribunal, Celso se aposentou em outubro. Sua vaga foi preenchida pelo pouco conhecido desembargador Kassio Nunes Marques. </p><p> </p><p>Outra mudança na corte foi na presidência: Toffoli completou seu mandato de dois anos. Fux assumiu, prometendo distância do governo. </p><p> </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 18 Dec 2020 21:20:30 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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Os analistas Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA, relembram a postura do STF em temas ligados à pandemia. </itunes:summary>
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Os analistas Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo,</itunes:subtitle>
      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Fechando a conta - Felipe Recondo e Fábio Zambeli analisam os Três Poderes em 2020</title>
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        <![CDATA[<p> O ano começou com a expectativa de mais uma aprovação de reforma estruturante no Congresso, a tributária, após o êxito com as mudanças na Previdência. O Congresso chegou a formar comissão mista para debater a reforma tributária, mas a pandemia em março forçou um adiamento nos planos. </p><p> “O ano de 2020 e o que falta ser cumprido do mandato Bolsonaro passou a ter outra dimensão política, econômica e institucional”, avalia Fabio Zambeli, analista-chefe do JOTA em São Paulo. Em seu entendimento, a pandemia cria um álibi para possíveis entregas abaixo das expectativas ao fim do primeiro mandato, pavimentando o discurso de que os resultados viriam com mais quatro anos no poder. </p><p>Em relação à postura do governo na pandemia em si, houve desde o início uma minimização de sua amplitude. “Aí entrou o Supremo, assim como o poder Legislativo. Ou seja, as instituições se articularam para fazer frente a esse aparente negacionismo do Executivo”, lembra Zambeli. “O distanciamento social foi o primeiro mantra de enfrentamento que o Executivo estimulou com o Supremo”.</p><p>Para lembrar, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que estados e municípios poderiam definir regras de distanciamento social. No fim do ano, o tribunal, em decisão no mesmo sentido, entendeu que os estados podem tornar a vacina contra a Covid-19 obrigatória em seus domínios.</p><p>Ao governo, restou o papel de assinar o cheque das ações de combate à pandemia, com isenção de responsabilidades. “Eles [ministros do Supremo] simplesmente estão ajudando na governança e isso não atrapalha o governo, inclusive ajuda”, destaca Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio-fundador do JOTA.</p><p>Mesmo na parte econômica, as principais medidas da pandemia foram formuladas de forma coletiva. O Orçamento de Guerra, que permitiu gastos sem afetar o teto, teve a participação do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Legislativo. Coube ao Congresso aprimorar o auxílio emergencial, que depois se tornou peça-chave para alavancar a popularidade do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).</p><p>“A tendência da aprovação dele é cair agora no começo do ano, com o fim do auxílio emergencial”, lembra Zambeli. “Mas ele já demonstrou que tem um piso de popularidade, de pouco mais de 20%, então ele precisa falar com essa base”, diz. “Se ele tiver pouco mais de 20% de bom ou ótimo na avaliação, é muito difícil disputar uma eleição sem ir para o segundo turno”.</p><p>No Congresso, as expectativas todas se voltam agora para as eleições das Mesas Diretoras da Câmara dos Deputados e do Senado. A disputa na Câmara vai se concentrar entre o candidato do Centrão e do governo, Arthur Lira (PP-AL), e o nome do bloco costurado por Rodrigo Maia (DEM-RJ), que contém 11 partidos de diferentes espectros, como PT, PCdoB, PSL, MDB e DEM.</p><p>“O Centrão pode até perder a eleição na Mesa da Câmara, e é possível que perca, mas quem vai mobilizar no plenário é o Centrão”, destaca Zambeli. “A esquerda está fazendo um movimento com o Rodrigo Maia e pode conseguir pautar projetos, mas é difícil aprovar”, pondera.</p><p>Já no Supremo Tribunal Federal, a pandemia trouxe um verniz de consenso entre os ministros. “Sem a Covid, o Supremo volta à situação em que os temas dividem o tribunal, então veremos uma nova realidade, e com um novo tribunal, com Nunes Marques e Marco Aurélio saindo em junho”, afirma Felipe Recondo.</p><p>Em 2020, houve uma aproximação do STF com o governo depois da saída do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro. “Era como se a presença do Sergio Moro no governo fosse uma arma apontada para os ministros do Supremo constantemente”, avalia Recondo. “Impressionante a força da saída do Moro para a composição do governo com outros poderes”, completa. Com a saída de Moro, Bolsonaro ficou mais confortável para dialogar de forma aberta com o Centrão e o presidente tem nesses parlamentares hoje um dos principais alicerces do governo.</p><p> </p>]]>
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        <![CDATA[<p> O ano começou com a expectativa de mais uma aprovação de reforma estruturante no Congresso, a tributária, após o êxito com as mudanças na Previdência. O Congresso chegou a formar comissão mista para debater a reforma tributária, mas a pandemia em março forçou um adiamento nos planos. </p><p> “O ano de 2020 e o que falta ser cumprido do mandato Bolsonaro passou a ter outra dimensão política, econômica e institucional”, avalia Fabio Zambeli, analista-chefe do JOTA em São Paulo. Em seu entendimento, a pandemia cria um álibi para possíveis entregas abaixo das expectativas ao fim do primeiro mandato, pavimentando o discurso de que os resultados viriam com mais quatro anos no poder. </p><p>Em relação à postura do governo na pandemia em si, houve desde o início uma minimização de sua amplitude. “Aí entrou o Supremo, assim como o poder Legislativo. Ou seja, as instituições se articularam para fazer frente a esse aparente negacionismo do Executivo”, lembra Zambeli. “O distanciamento social foi o primeiro mantra de enfrentamento que o Executivo estimulou com o Supremo”.</p><p>Para lembrar, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que estados e municípios poderiam definir regras de distanciamento social. No fim do ano, o tribunal, em decisão no mesmo sentido, entendeu que os estados podem tornar a vacina contra a Covid-19 obrigatória em seus domínios.</p><p>Ao governo, restou o papel de assinar o cheque das ações de combate à pandemia, com isenção de responsabilidades. “Eles [ministros do Supremo] simplesmente estão ajudando na governança e isso não atrapalha o governo, inclusive ajuda”, destaca Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio-fundador do JOTA.</p><p>Mesmo na parte econômica, as principais medidas da pandemia foram formuladas de forma coletiva. O Orçamento de Guerra, que permitiu gastos sem afetar o teto, teve a participação do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Legislativo. Coube ao Congresso aprimorar o auxílio emergencial, que depois se tornou peça-chave para alavancar a popularidade do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).</p><p>“A tendência da aprovação dele é cair agora no começo do ano, com o fim do auxílio emergencial”, lembra Zambeli. “Mas ele já demonstrou que tem um piso de popularidade, de pouco mais de 20%, então ele precisa falar com essa base”, diz. “Se ele tiver pouco mais de 20% de bom ou ótimo na avaliação, é muito difícil disputar uma eleição sem ir para o segundo turno”.</p><p>No Congresso, as expectativas todas se voltam agora para as eleições das Mesas Diretoras da Câmara dos Deputados e do Senado. A disputa na Câmara vai se concentrar entre o candidato do Centrão e do governo, Arthur Lira (PP-AL), e o nome do bloco costurado por Rodrigo Maia (DEM-RJ), que contém 11 partidos de diferentes espectros, como PT, PCdoB, PSL, MDB e DEM.</p><p>“O Centrão pode até perder a eleição na Mesa da Câmara, e é possível que perca, mas quem vai mobilizar no plenário é o Centrão”, destaca Zambeli. “A esquerda está fazendo um movimento com o Rodrigo Maia e pode conseguir pautar projetos, mas é difícil aprovar”, pondera.</p><p>Já no Supremo Tribunal Federal, a pandemia trouxe um verniz de consenso entre os ministros. “Sem a Covid, o Supremo volta à situação em que os temas dividem o tribunal, então veremos uma nova realidade, e com um novo tribunal, com Nunes Marques e Marco Aurélio saindo em junho”, afirma Felipe Recondo.</p><p>Em 2020, houve uma aproximação do STF com o governo depois da saída do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro. “Era como se a presença do Sergio Moro no governo fosse uma arma apontada para os ministros do Supremo constantemente”, avalia Recondo. “Impressionante a força da saída do Moro para a composição do governo com outros poderes”, completa. Com a saída de Moro, Bolsonaro ficou mais confortável para dialogar de forma aberta com o Centrão e o presidente tem nesses parlamentares hoje um dos principais alicerces do governo.</p><p> </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 23 Dec 2020 17:27:19 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:summary>O analista-chefe do JOTA em São Paulo, Fabio Zambeli, e o diretor de conteúdo e sócio-fundador do JOTA, Felipe Recondo, fazem uma análise sobre o comportamento dos três Poderes em 2020</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O analista-chefe do JOTA em São Paulo, Fabio Zambeli, e o diretor de conteúdo e sócio-fundador do JOTA, Felipe Recondo, fazem uma análise sobre o comportamento dos três Poderes em 2020</itunes:subtitle>
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      <title>Sem Precedentes, ep 49: Caso Daniel Silveira - o que o STF precisa dizer sobre prisão de deputados?</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O primeiro episódio de 2021 do Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, trata do assunto que dominou a semana: a prisão do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ), decretada pelo ministro Alexandre de Moraes na terça-feira (17/2), no âmbito do inquérito das fake news.</p><p>O parlamentar foi preso após ter gravado e divulgado um vídeo de aproximadamente 19 minutos com ataques, xingamentos e acusações contra ministros do STF. Na gravação, ele defendeu a cassação de ministros da Corte, ao lembrar do que a ditadura fez com três ministros em 1969 por meio do AI-5.</p><p>Na quarta-feira (18/2), em apenas 40 minutos de julgamento, a decisão de Moraes foi confirmada por unanimidade pelo plenário do STF. Até mesmo o ministro Marco Aurélio, que julgou no passado ser irregular o inquérito das fake news, aberto pelo próprio STF em 2019, votou pela confirmação da prisão. E ainda elogiou a atuação do ministro Alexandre de Moraes.</p><p>Já a Câmara dos Deputados ficou dividida sobre como se posicionar em relação ao caso. Inicialmente, o clima na Casa era de levar a decisão de Moraes ao plenário e derrubá-la, como permite a Constituição. Parlamentares classificavam a medida como preocupante, excessiva e perigosa. </p><p>Esse caso levanta inúmeras questões sobre os limites da liberdade de expressão dos parlamentares, a regularidade da prisão em flagrante, a imunidade parlamentar e o próprio inquérito das fake news. Como cereja do bolo deixa também o questionamento: será que a Lei de Segurança Nacional, de 1983, foi recepcionada pela Constituição de 88?</p><p>Para debater esse assunto, o Sem Precedentes desta semana conta com seu time analistas Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O primeiro episódio de 2021 do Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, trata do assunto que dominou a semana: a prisão do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ), decretada pelo ministro Alexandre de Moraes na terça-feira (17/2), no âmbito do inquérito das fake news.</p><p>O parlamentar foi preso após ter gravado e divulgado um vídeo de aproximadamente 19 minutos com ataques, xingamentos e acusações contra ministros do STF. Na gravação, ele defendeu a cassação de ministros da Corte, ao lembrar do que a ditadura fez com três ministros em 1969 por meio do AI-5.</p><p>Na quarta-feira (18/2), em apenas 40 minutos de julgamento, a decisão de Moraes foi confirmada por unanimidade pelo plenário do STF. Até mesmo o ministro Marco Aurélio, que julgou no passado ser irregular o inquérito das fake news, aberto pelo próprio STF em 2019, votou pela confirmação da prisão. E ainda elogiou a atuação do ministro Alexandre de Moraes.</p><p>Já a Câmara dos Deputados ficou dividida sobre como se posicionar em relação ao caso. Inicialmente, o clima na Casa era de levar a decisão de Moraes ao plenário e derrubá-la, como permite a Constituição. Parlamentares classificavam a medida como preocupante, excessiva e perigosa. </p><p>Esse caso levanta inúmeras questões sobre os limites da liberdade de expressão dos parlamentares, a regularidade da prisão em flagrante, a imunidade parlamentar e o próprio inquérito das fake news. Como cereja do bolo deixa também o questionamento: será que a Lei de Segurança Nacional, de 1983, foi recepcionada pela Constituição de 88?</p><p>Para debater esse assunto, o Sem Precedentes desta semana conta com seu time analistas Juliana Cesario Alvim, da UFMG, Diego Werneck, do Insper, Thomaz Pereira, da FGV Direito Rio, e Felipe Recondo, diretor de Conteúdo e sócio fundador do JOTA.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 20 Feb 2021 00:45:57 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 50: STF enfraquece a Anvisa ao acelerar vacinação contra Covid?</title>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes desta semana fala sobre a decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na última semana e que pode acelerar a aplicação de vacinas contra a Covid-19. </p><p> </p><p>Governadores e prefeitos conseguiram o aval do Supremo para a compra dos imunizantes. O tribunal, por unanimidade, confirmou a decisão liminar do ministro Ricardo Lewandowski que autoriza os estados e municípios a comprarem e aplicarem as vacinas sem depender do governo Bolsonaro. Será permitida a importação, inclusive, de vacinas que não tenham aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). </p><p> </p><p>Que consequências essa decisão pode gerar para depois da pandemia? E será que o Supremo está contribuindo para o esvaziamento da Anvisa? Esses são os temas tratados por Felipe Recondo, diretor de conteúdo e sócio-fundador do JOTA, no Sem Precedentes. </p><p> </p><p>“Essa decisão retoma temas velhos, tão presentes nos debates sobre judicialização da saúde, que é uma grande resistência do STF a argumentos técnicos e à deferência aos processos regulatórios e de políticas públicas dentro do SUS”, ressalta Natalia Pires de Vasconcelos, professora do Insper, coordenadora do núcleo de saúde e políticas públicas do centro de regulação e democracia do Insper. Vasconcelos é a convidada especial do Sem Precedentes de semana, que conta ainda com a participação dos titulares Juliana Cesario Alvim, da UFMG, e Thomaz Pereira da FGV Direito Rio – excepcionalmente, não há participação de Diego Werneck, do Insper. </p><p> </p><p>Pela decisão do Supremo, os estados poderão comprar e aplicar as vacinas se houver descumprimento do plano nacional de vacinação contra a covid, definido pelo Ministério da Saúde. Ou ainda se o governo federal não disponibilizar as vacinas rapidamente e em quantidade necessária – o que já está acontecendo. </p><p>Mas a decisão permite a importação de vacinas que ainda não tenham sido autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. </p><p> </p><p>O tribunal mantém com a agência reguladora uma relação de pouca deferência. O mesmo diagnóstico vale para a relação do Congresso com outras agências. São muitos os exemplos de tentativa de parlamentares derrubarem decisões técnicas dos órgãos de regulação. </p><p> </p><p>No caso das vacinas, a necessidade de imunização rápida da população pode gerar problemas: no afã de driblar a incompetência do Ministério da Saúde, o Supremo pode comprometer a missão essencial da Anvisa. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes desta semana fala sobre a decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na última semana e que pode acelerar a aplicação de vacinas contra a Covid-19. </p><p> </p><p>Governadores e prefeitos conseguiram o aval do Supremo para a compra dos imunizantes. O tribunal, por unanimidade, confirmou a decisão liminar do ministro Ricardo Lewandowski que autoriza os estados e municípios a comprarem e aplicarem as vacinas sem depender do governo Bolsonaro. Será permitida a importação, inclusive, de vacinas que não tenham aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). </p><p> </p><p>Que consequências essa decisão pode gerar para depois da pandemia? E será que o Supremo está contribuindo para o esvaziamento da Anvisa? Esses são os temas tratados por Felipe Recondo, diretor de conteúdo e sócio-fundador do JOTA, no Sem Precedentes. </p><p> </p><p>“Essa decisão retoma temas velhos, tão presentes nos debates sobre judicialização da saúde, que é uma grande resistência do STF a argumentos técnicos e à deferência aos processos regulatórios e de políticas públicas dentro do SUS”, ressalta Natalia Pires de Vasconcelos, professora do Insper, coordenadora do núcleo de saúde e políticas públicas do centro de regulação e democracia do Insper. Vasconcelos é a convidada especial do Sem Precedentes de semana, que conta ainda com a participação dos titulares Juliana Cesario Alvim, da UFMG, e Thomaz Pereira da FGV Direito Rio – excepcionalmente, não há participação de Diego Werneck, do Insper. </p><p> </p><p>Pela decisão do Supremo, os estados poderão comprar e aplicar as vacinas se houver descumprimento do plano nacional de vacinação contra a covid, definido pelo Ministério da Saúde. Ou ainda se o governo federal não disponibilizar as vacinas rapidamente e em quantidade necessária – o que já está acontecendo. </p><p>Mas a decisão permite a importação de vacinas que ainda não tenham sido autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. </p><p> </p><p>O tribunal mantém com a agência reguladora uma relação de pouca deferência. O mesmo diagnóstico vale para a relação do Congresso com outras agências. São muitos os exemplos de tentativa de parlamentares derrubarem decisões técnicas dos órgãos de regulação. </p><p> </p><p>No caso das vacinas, a necessidade de imunização rápida da população pode gerar problemas: no afã de driblar a incompetência do Ministério da Saúde, o Supremo pode comprometer a missão essencial da Anvisa. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 26 Feb 2021 22:43:11 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 51: STF pode impor novo limite ao governo Bolsonaro em caso de armas</title>
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      <itunes:title>Sem Precedentes, ep. 51: STF pode impor novo limite ao governo Bolsonaro em caso de armas</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>No episódio desta semana do podcast <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes"><strong>Sem Precedentes</strong></a>, a discussão é sobre o julgamento do Superior Tribunal Federal (STF) que se encaminha para derrubar decisão do governo Jair Bolsonaro (sem partido) de zerar alíquota de importação sobre armas de fogo.</p><p>Em dezembro passado, o Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior, ligada ao Ministério da Economia, zerou a taxa, antes fixada em 20%. Em reação à possibilidade de que a isenção aumentasse o volume de armamentos em circulação, o Partido Social Brasileiro (PSB) acionou o Supremo. Na época, o ministro Edson Fachin suspendeu a redução; em fevereiro, o ministro Luís Roberto Barroso acompanhou o relator.</p><p>O processo, atualmente em vista com Alexandre de Moraes, deve retomar em breve à pauta do STF. A expectativa é que o tribunal confirme a suspensão. Neste episódio, os argumentos dos dois ministros que já votaram para derrubar a política são detalhados e discutidos.</p><p>Também é debatido o julgamento em que o STF deve extinguir limite territorial em ação civil pública, permitindo que decisões tenham eficácia em todo o território nacional. Já há maioria do plenário a favor dessa tese, mas o ministro Gilmar Mendes pediu vista do processo. Além disso, é discutida a virada do Supremo que beneficiou o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), encerrando denúncia da operação Lava Jato.</p><p>O podcast é apresentado por Felipe Recondo, diretor de conteúdo e sócio-fundador do <strong>JOTA</strong>, e tem como time de analistas Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); Diego Werneck, professor do Insper; e Thomaz Pereira, professor da FGV Direito Rio.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No episódio desta semana do podcast <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes"><strong>Sem Precedentes</strong></a>, a discussão é sobre o julgamento do Superior Tribunal Federal (STF) que se encaminha para derrubar decisão do governo Jair Bolsonaro (sem partido) de zerar alíquota de importação sobre armas de fogo.</p><p>Em dezembro passado, o Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior, ligada ao Ministério da Economia, zerou a taxa, antes fixada em 20%. Em reação à possibilidade de que a isenção aumentasse o volume de armamentos em circulação, o Partido Social Brasileiro (PSB) acionou o Supremo. Na época, o ministro Edson Fachin suspendeu a redução; em fevereiro, o ministro Luís Roberto Barroso acompanhou o relator.</p><p>O processo, atualmente em vista com Alexandre de Moraes, deve retomar em breve à pauta do STF. A expectativa é que o tribunal confirme a suspensão. Neste episódio, os argumentos dos dois ministros que já votaram para derrubar a política são detalhados e discutidos.</p><p>Também é debatido o julgamento em que o STF deve extinguir limite territorial em ação civil pública, permitindo que decisões tenham eficácia em todo o território nacional. Já há maioria do plenário a favor dessa tese, mas o ministro Gilmar Mendes pediu vista do processo. Além disso, é discutida a virada do Supremo que beneficiou o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), encerrando denúncia da operação Lava Jato.</p><p>O podcast é apresentado por Felipe Recondo, diretor de conteúdo e sócio-fundador do <strong>JOTA</strong>, e tem como time de analistas Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); Diego Werneck, professor do Insper; e Thomaz Pereira, professor da FGV Direito Rio.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 06 Mar 2021 23:12:23 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 52: Os bastidores e as desconfianças envolvendo o caso Lula no STF</title>
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        <![CDATA[<p>No episódio desta semana do <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, o podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, o assunto é a decisão que anulou as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que impacta a política nacional, as próximas eleições e o futuro da Operação Lava Jato.</p><p>Na segunda-feira (8/3), o <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/fachin-lula-entrevista-10032021">ministro Edson Fachin</a> anulou todas as condenações do ex-presidente Lula impostas pela 13ª Vara Federal de Curitiba, onde Sergio Moro era juiz titular até 2018. Assim, Lula volta a ser ficha limpa e, portanto, elegível nas eleições de 2022.  Em discurso na quarta-feira (10/3), ele criticou o governo de Jair Bolsonaro, dando início a um novo momento no cenário político.</p><p>O resultado que livrou Lula já era esperado, mas as apostas eram de que ele viria a partir do processo em que a<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/2a-turma-julga-hoje-as-14h-hc-em-que-lula-pede-suspeicao-de-moro-09032021"> parcialidade de Moro</a> é contestada. Em 2018, Gilmar Mendes havia pedido vista desse caso e adiantou ao JOTA que seu voto pela suspeição do juiz se restringiria apenas à condenação de Lula no caso do triplex no Guarujá. Depois da decisão de Fachin, Mendes levou o habeas corpus sobre a suspeição de Moro a julgamento. Nunes Marques impediu a conclusão do caso ao pedir vista.</p><p>Nessas circunstâncias, Lula ainda seria ficha suja devido a outras condenações. A decisão individual de Fachin, portanto, implicou em uma vitória mais ampla para Lula. Logo surgiram outros reflexos e desconfianças sobre o movimento do ministro, como as hipóteses sobre por que ele anulou as condenações apenas agora.</p><p>Os questionamentos que rodeiam o caso Lula no STF são discutidos por Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais; Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; e Thomaz Pereira, da Faculdade Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. O programa é apresentado por Felipe Recondo, diretor de conteúdo do JOTA.</p><p>Eles também comentam o julgamento sobre legítima defesa da honra no STF, o debate sobre direito de resposta a matérias publicadas pela imprensa e a confirmação da deputada Bia Kicis (PSL-DF) como presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados.</p><p> </p>]]>
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        <![CDATA[<p>No episódio desta semana do <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, o podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, o assunto é a decisão que anulou as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que impacta a política nacional, as próximas eleições e o futuro da Operação Lava Jato.</p><p>Na segunda-feira (8/3), o <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/fachin-lula-entrevista-10032021">ministro Edson Fachin</a> anulou todas as condenações do ex-presidente Lula impostas pela 13ª Vara Federal de Curitiba, onde Sergio Moro era juiz titular até 2018. Assim, Lula volta a ser ficha limpa e, portanto, elegível nas eleições de 2022.  Em discurso na quarta-feira (10/3), ele criticou o governo de Jair Bolsonaro, dando início a um novo momento no cenário político.</p><p>O resultado que livrou Lula já era esperado, mas as apostas eram de que ele viria a partir do processo em que a<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/2a-turma-julga-hoje-as-14h-hc-em-que-lula-pede-suspeicao-de-moro-09032021"> parcialidade de Moro</a> é contestada. Em 2018, Gilmar Mendes havia pedido vista desse caso e adiantou ao JOTA que seu voto pela suspeição do juiz se restringiria apenas à condenação de Lula no caso do triplex no Guarujá. Depois da decisão de Fachin, Mendes levou o habeas corpus sobre a suspeição de Moro a julgamento. Nunes Marques impediu a conclusão do caso ao pedir vista.</p><p>Nessas circunstâncias, Lula ainda seria ficha suja devido a outras condenações. A decisão individual de Fachin, portanto, implicou em uma vitória mais ampla para Lula. Logo surgiram outros reflexos e desconfianças sobre o movimento do ministro, como as hipóteses sobre por que ele anulou as condenações apenas agora.</p><p>Os questionamentos que rodeiam o caso Lula no STF são discutidos por Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais; Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; e Thomaz Pereira, da Faculdade Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. O programa é apresentado por Felipe Recondo, diretor de conteúdo do JOTA.</p><p>Eles também comentam o julgamento sobre legítima defesa da honra no STF, o debate sobre direito de resposta a matérias publicadas pela imprensa e a confirmação da deputada Bia Kicis (PSL-DF) como presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados.</p><p> </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 12 Mar 2021 20:50:57 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:subtitle>No episódio desta semana do Sem Precedentes, o podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, o assunto é a decisão que anulou as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que impacta a política nacional, as próxim</itunes:subtitle>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 53: Supremo se prepara para derrubar Lei de Segurança Nacional</title>
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        <![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) caminha para derrubar trechos da Lei de Segurança Nacional (LSN) que tem sido usados para perseguir críticos ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e ao seu governo. Neste episódio do podcast Sem Precedentes, transmitido semanalmente pelo JOTA, é discutida a responsabilidade do tribunal no uso que tem sido feito dessa lei.</p><p>Entre as investigações que se apoiam na lei estão inquéritos policiais que investigam professores universitários por desaprovação ao governo, além de jornalistas e formadores de opinião que chamaram Bolsonaro de genocida publicamente, sobretudo nas redes sociais. </p><p>Duas ações, <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/psb-vai-ao-stf-contra-trechos-da-lei-de-seguranca-nacional-04032021">movidas por partidos políticos</a>, foram endereçados ao STF contra a aplicação da LSN para investigar pessoas contrárias à atuação do presidente. Em um dos casos, é pedida a supressão de trechos que ofenderiam preceitos constitucionais, como liberdade de expressão; enquanto no outro, se entende que o texto todo é incompatível com a Constituição. Elas aguardam decisão do relator, ministro Gilmar Mendes, e definição em julgamento em plenário.</p><p>Na análise de quais dispositivos serão derrubados, será preciso que os ministros equilibrem a incidência da Lei de Segurança Nacional em investigações de fake news e inquéritos sobre <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes/caso-daniel-silveira-o-que-o-stf-ainda-precisa-dizer-sobre-prisao-de-deputados-19022021">atos antidemocráticos</a>, mas barre abusos. O time do Sem Precedentes também analisa a nova ação direta de inconstitucionalidade movida pelo Planalto contra decisões dos governadores de estados para impor restrições à circulação de pessoas no auge da pandemia da Covid-19. Se negada, ela pode ser mais uma derrota do presidente no tribunal.</p><p>Esse e outros assuntos na agenda do Supremo são discutidos por Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais; Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; e Thomaz Pereira, da Faculdade Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. O programa é apresentado por Felipe Recondo, diretor de conteúdo do JOTA.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) caminha para derrubar trechos da Lei de Segurança Nacional (LSN) que tem sido usados para perseguir críticos ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e ao seu governo. Neste episódio do podcast Sem Precedentes, transmitido semanalmente pelo JOTA, é discutida a responsabilidade do tribunal no uso que tem sido feito dessa lei.</p><p>Entre as investigações que se apoiam na lei estão inquéritos policiais que investigam professores universitários por desaprovação ao governo, além de jornalistas e formadores de opinião que chamaram Bolsonaro de genocida publicamente, sobretudo nas redes sociais. </p><p>Duas ações, <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/psb-vai-ao-stf-contra-trechos-da-lei-de-seguranca-nacional-04032021">movidas por partidos políticos</a>, foram endereçados ao STF contra a aplicação da LSN para investigar pessoas contrárias à atuação do presidente. Em um dos casos, é pedida a supressão de trechos que ofenderiam preceitos constitucionais, como liberdade de expressão; enquanto no outro, se entende que o texto todo é incompatível com a Constituição. Elas aguardam decisão do relator, ministro Gilmar Mendes, e definição em julgamento em plenário.</p><p>Na análise de quais dispositivos serão derrubados, será preciso que os ministros equilibrem a incidência da Lei de Segurança Nacional em investigações de fake news e inquéritos sobre <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes/caso-daniel-silveira-o-que-o-stf-ainda-precisa-dizer-sobre-prisao-de-deputados-19022021">atos antidemocráticos</a>, mas barre abusos. O time do Sem Precedentes também analisa a nova ação direta de inconstitucionalidade movida pelo Planalto contra decisões dos governadores de estados para impor restrições à circulação de pessoas no auge da pandemia da Covid-19. Se negada, ela pode ser mais uma derrota do presidente no tribunal.</p><p>Esse e outros assuntos na agenda do Supremo são discutidos por Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais; Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; e Thomaz Pereira, da Faculdade Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. O programa é apresentado por Felipe Recondo, diretor de conteúdo do JOTA.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 19 Mar 2021 22:58:20 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:subtitle>O Supremo Tribunal Federal (STF) caminha para derrubar trechos da Lei de Segurança Nacional (LSN) que tem sido usados para perseguir críticos ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e ao seu governo. Neste episódio do podcast Sem Precedentes, transmiti</itunes:subtitle>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 54: As implicações da parcialidade de Moro dentro e fora do STF</title>
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        <![CDATA[<p>Nesta semana, o <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, aborda o julgamento da 2ª Turma do tribunal que, na terça-feira (22/3), que o ex-juiz Sergio Moro foi parcial em suas decisões no caso do tríplex do Guarujá contra o ex-presidente Lula. O time do Sem Precedentes discute como esse julgamento representa uma consumação sobre o caso.</p><p> <br>Para a defesa do ex-presidente, era fundamental que a 2ª Turma julgasse esse caso antes de o plenário analisar a<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/fachin-lula-entrevista-10032021"> decisão liminar do ministro Edson Fachin</a> que anulou todas as condenações de Lula com fundamento na incompetência da Vara Federal de Curitiba para processar os casos. Se a ordem dos julgamentos tivesse sido inversa, a apreciação sobre a parcialidade de Moro talvez não pudesse acontecer. Por esse motivo, o ministro Gilmar Mendes teria insistido para que a <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/parcialidade-de-moro-sedimenta-a-elegibilidade-de-lula-23032021">suspeição de Moro</a> fosse julgada rapidamente.</p><p>É possível que plenário decida que o julgamento sobre a parcialidade de Moro não deveria ter ocorrido, como defendeu o ministro Fachin. Entretanto, com a decisão da Segunda Turma, já há decisão de parcela do Supremo censurando o trabalho de Moro nos processos contra Lula.</p><p>Na terça-feira, quando o ministro Nunes Marques liberou o habeas corpus de Lula para julgamento, a principal incógnita se dava em como se manifestaria a ministra Cármen Lúcia, que em 2018 já havia votado contra a parcialidade de Moro, mas já havia avisado que gostaria de se manifestar novamente. Nenhum dos ministros sabia, definitivamente, qual seria a posição dela. Com <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/suspeicao-de-moro-no-stf-julgamento-de-hc-de-lula-esta-2-a-2-09032021">a mudança no teor de seu voto, coube a ela formar maioria pela parcialidade de Moro</a>. Esse e outros bastidores do julgamento são discutidos neste episódio do Sem Precedentes, bem como as consequências da decisão para daqui em diante.</p><p>O programa é apresentado por Felipe Recondo, diretor de conteúdo do JOTA. Os convidados fixos são Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais; Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p><p>Outros temas destrinchados por eles são as ações que contestam a Lei de Segurança Nacional no STF, além da participação do ministro Luiz Fux, presidente do Supremo, de reunião convocada por Jair Bolsonaro para discutir o enfrentamento à Covid-19.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Nesta semana, o <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, aborda o julgamento da 2ª Turma do tribunal que, na terça-feira (22/3), que o ex-juiz Sergio Moro foi parcial em suas decisões no caso do tríplex do Guarujá contra o ex-presidente Lula. O time do Sem Precedentes discute como esse julgamento representa uma consumação sobre o caso.</p><p> <br>Para a defesa do ex-presidente, era fundamental que a 2ª Turma julgasse esse caso antes de o plenário analisar a<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/fachin-lula-entrevista-10032021"> decisão liminar do ministro Edson Fachin</a> que anulou todas as condenações de Lula com fundamento na incompetência da Vara Federal de Curitiba para processar os casos. Se a ordem dos julgamentos tivesse sido inversa, a apreciação sobre a parcialidade de Moro talvez não pudesse acontecer. Por esse motivo, o ministro Gilmar Mendes teria insistido para que a <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/parcialidade-de-moro-sedimenta-a-elegibilidade-de-lula-23032021">suspeição de Moro</a> fosse julgada rapidamente.</p><p>É possível que plenário decida que o julgamento sobre a parcialidade de Moro não deveria ter ocorrido, como defendeu o ministro Fachin. Entretanto, com a decisão da Segunda Turma, já há decisão de parcela do Supremo censurando o trabalho de Moro nos processos contra Lula.</p><p>Na terça-feira, quando o ministro Nunes Marques liberou o habeas corpus de Lula para julgamento, a principal incógnita se dava em como se manifestaria a ministra Cármen Lúcia, que em 2018 já havia votado contra a parcialidade de Moro, mas já havia avisado que gostaria de se manifestar novamente. Nenhum dos ministros sabia, definitivamente, qual seria a posição dela. Com <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/suspeicao-de-moro-no-stf-julgamento-de-hc-de-lula-esta-2-a-2-09032021">a mudança no teor de seu voto, coube a ela formar maioria pela parcialidade de Moro</a>. Esse e outros bastidores do julgamento são discutidos neste episódio do Sem Precedentes, bem como as consequências da decisão para daqui em diante.</p><p>O programa é apresentado por Felipe Recondo, diretor de conteúdo do JOTA. Os convidados fixos são Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais; Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p><p>Outros temas destrinchados por eles são as ações que contestam a Lei de Segurança Nacional no STF, além da participação do ministro Luiz Fux, presidente do Supremo, de reunião convocada por Jair Bolsonaro para discutir o enfrentamento à Covid-19.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 26 Mar 2021 22:08:42 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:subtitle>Nesta semana, o Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, aborda o julgamento da 2ª Turma do tribunal que, na terça-feira (22/3), que o ex-juiz Sergio Moro foi parcial em suas decisões no caso do tríplex do </itunes:subtitle>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 55: O silêncio do STF diante da crise militar do governo Bolsonaro </title>
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        <![CDATA[<p>Nesta semana, o Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, analisa a crise militar que marcou a semana do governo Bolsonaro e o silêncio do tribunal diante dos fatos. O time do Sem Precedentes também debate os motivos da saída de José Levi da Advocacia Geral da União e o retorno de André Mendonça para a AGU. Como isso interfere na sucessão do Supremo? É um dos pontos em debate.</p><p>Nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro demitiu o ministro da Defesa, Fernando Azevedo, que mantinha com o Supremo uma boa relação institucional. Azevedo integrou a equipe de Dias Toffoli na Presidência do STF e estabeleceu pontes estreitas com os ministros do tribunal. No seu lugar, entra Braga Netto, que deve ir ao STF na próxima semana para visitar integrantes da Corte.</p><p>Outro tema deste episódio é a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental 811, protocolada pelo PSD e que contesta o decreto de São Paulo, limitando o funcionamento de templos religiosos. De volta à AGU, André Mendonça pediu ao Supremo uma decisão que permita o funcionamento das igrejas e impeça outros decretos – de outros estados – de impedirem a realização de cultos.</p><p>O programa é apresentado por Felipe Recondo, diretor de conteúdo do <strong>JOTA</strong>. Os convidados fixos são Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais; Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p><p>Outros temas destrinchados por eles são a decisão da ministra Rosa Weber de suspender o inquérito aberto de ofício pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins, para investigar procuradores da Lava Jato; o arquivamento do pedido de investigação em razão da instalação de um outdoor em que dizia-se que Bolsonaro não valia “um pequi roído”; e a proposta de emenda à constituição para ampliar o número de ministros do Supremo para incluir, na Corte, o procurador-geral da República.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 03 Apr 2021 14:03:52 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 56: Cultos religiosos e CPI da Covid-19. O STF em choque com Bolsonaro</title>
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        <![CDATA[<p>Ao mesmo tempo em que o Brasil ultrapassava a marca de 345 mil mortes pela Covid-19, o Supremo Tribunal Federal (STF) teve de, novamente, sinalizar que a prioridade do país no momento deve ser o combate à pandemia e a preservação à vida. Nesta semana, o <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do JOTA, discute essas movimentações. Uma das principais respostas foi a rejeição do tribunal, na quinta-feira (8/4), da tese de que a proibição de cultos religiosos por conta da pandemia violaria a liberdade religiosa.</p><p>Ao julgar pedido da Associação Nacional dos Juristas Evangélicos (Anajure), no sábado (3/4), o ministro Kassio Nunes Marques havia proibido que celebrações em templos e igrejas fossem vetadas por gestores públicos em razão da pandemia. Entretanto, na segunda-feira (5/4) o ministro Gilmar Mendes tomou decisão divergente, rejeitando provisoriamente ação do Partido Social Democrático (PSD) que solicitava a derrubada de decreto estadual que proibiu cerimônias em São Paulo. Esse caso foi ao Plenário do STF e <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-nao-fere-a-constituicao-a-proibicao-de-cultos-e-missas-em-razao-da-pandemia-08042021">acabou rejeitado por nove votos a dois</a> – além de Nunes Marques, o ministro Dias Toffoli teve o voto vencido. Com isso, o Supremo manteve a validade do decreto.</p><p>O resultado da ação era esperado, mas o time do Sem Precedentes analisa outras interrogações e problemas que foram revelados, como o fato de o ministro Nunes Marques ter decidido, por si próprio e na véspera do domingo de Páscoa, permitir a abertura de igrejas e templos em todo o país já no dia seguinte. A decisão veio meses após ter sido designado relator do processo e logo depois de o ministro <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/cultos-stf-gilmar-mendes-nunes-marques-05042021">Gilmar Mendes ter negado dar liminar nesse sentido em outro processo semelhante</a>.</p><p>Outra atuação do STF nesta semana em relação à crise sanitária foi a decisão,  também na quinta-feira, do ministro <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/defensor-legis/pode-o-stf-determinar-a-criacao-da-cpi-da-pandemia-31032021">Luís Roberto Barroso determinando a instauração de CPI pelo Senado</a> para investigar a atuação do governo Bolsonaro no combate à pandemia. Politicamente sensível, o parecer provocou reações imediatas tanto do chefe do Executivo quanto de Rodrigo Pacheco (DEM-MG), presidente do Senado. Agora, cabe ao plenário virtual do STF confirmar a ordem.</p><p>O programa é apresentado por Felipe Recondo, diretor de conteúdo do JOTA. Os convidados fixos são Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais; Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Ao mesmo tempo em que o Brasil ultrapassava a marca de 345 mil mortes pela Covid-19, o Supremo Tribunal Federal (STF) teve de, novamente, sinalizar que a prioridade do país no momento deve ser o combate à pandemia e a preservação à vida. Nesta semana, o <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do JOTA, discute essas movimentações. Uma das principais respostas foi a rejeição do tribunal, na quinta-feira (8/4), da tese de que a proibição de cultos religiosos por conta da pandemia violaria a liberdade religiosa.</p><p>Ao julgar pedido da Associação Nacional dos Juristas Evangélicos (Anajure), no sábado (3/4), o ministro Kassio Nunes Marques havia proibido que celebrações em templos e igrejas fossem vetadas por gestores públicos em razão da pandemia. Entretanto, na segunda-feira (5/4) o ministro Gilmar Mendes tomou decisão divergente, rejeitando provisoriamente ação do Partido Social Democrático (PSD) que solicitava a derrubada de decreto estadual que proibiu cerimônias em São Paulo. Esse caso foi ao Plenário do STF e <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-nao-fere-a-constituicao-a-proibicao-de-cultos-e-missas-em-razao-da-pandemia-08042021">acabou rejeitado por nove votos a dois</a> – além de Nunes Marques, o ministro Dias Toffoli teve o voto vencido. Com isso, o Supremo manteve a validade do decreto.</p><p>O resultado da ação era esperado, mas o time do Sem Precedentes analisa outras interrogações e problemas que foram revelados, como o fato de o ministro Nunes Marques ter decidido, por si próprio e na véspera do domingo de Páscoa, permitir a abertura de igrejas e templos em todo o país já no dia seguinte. A decisão veio meses após ter sido designado relator do processo e logo depois de o ministro <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/cultos-stf-gilmar-mendes-nunes-marques-05042021">Gilmar Mendes ter negado dar liminar nesse sentido em outro processo semelhante</a>.</p><p>Outra atuação do STF nesta semana em relação à crise sanitária foi a decisão,  também na quinta-feira, do ministro <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/defensor-legis/pode-o-stf-determinar-a-criacao-da-cpi-da-pandemia-31032021">Luís Roberto Barroso determinando a instauração de CPI pelo Senado</a> para investigar a atuação do governo Bolsonaro no combate à pandemia. Politicamente sensível, o parecer provocou reações imediatas tanto do chefe do Executivo quanto de Rodrigo Pacheco (DEM-MG), presidente do Senado. Agora, cabe ao plenário virtual do STF confirmar a ordem.</p><p>O programa é apresentado por Felipe Recondo, diretor de conteúdo do JOTA. Os convidados fixos são Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais; Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 09 Apr 2021 21:53:32 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Sem Precedentes, Ep. Extra: Supremo mantém decisão de Barroso em favor da CPI da Covid-19</title>
      <itunes:title>Sem Precedentes, Ep. Extra: Supremo mantém decisão de Barroso em favor da CPI da Covid-19</itunes:title>
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        <![CDATA[Em episódio extra, o Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, analisa a decisão, referendada hoje pelo plenário, que determinou ao presidente do Senado que abrisse a CPI para investigar a atuação do governo Bolsonaro no combate à pandemia da Covid-19.]]>
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      <pubDate>Wed, 14 Apr 2021 22:48:00 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 57: Como STF deve se dividir nos próximos julgamentos de caso Lula e Moro</title>
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        <![CDATA[Nesta edição do Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo, o assunto é a confirmação, nesta quinta-feira (16/4), da decisão do ministro Edson Fachin anulando todas as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na 13ª Vara Federal de Curitiba. Na próxima quinta-feira (22/4), o tribunal deve decidir se essa decisão impediria o julgamento de habeas corpus pedido por Lula, em que Sergio Moro é acusado de ter atuado com parcialidade. Se a decisão for mantida, Lula terá mais uma vitória importante para narrativa política dele.]]>
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      <pubDate>Fri, 16 Apr 2021 22:10:45 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 58: As manobras no STF que definiram o destino de Lula</title>
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        <![CDATA[No episódio desta semana de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), a discussão é sobre o processo que manteve a decisão de anular as condenações impostas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por Sergio Moro, ex-juiz da 13ª Vara Federal de Curitiba. No julgamento, ministros levantaram suspeitas e acusaram colegas de manobrar o processo em busca de resultados favoráveis ou contrários à anulação.]]>
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      <pubDate>Fri, 23 Apr 2021 21:51:39 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 59: Renda básica, Censo e tributos: STF é ameaça às contas públicas?</title>
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        <![CDATA[No episódio desta semana, o Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), comenta decisões e pauta de processos em que o tribunal atinge diretamente as contas públicas. Integrantes do governo federal e do mercado financeiro questionam se o STF teria se tornado uma ameaça às prioridades deles nesse tema.]]>
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      <pubDate>Fri, 30 Apr 2021 22:30:46 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 60: Bolsonaro e STF - quais as ameaças contra cada lado?</title>
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        <![CDATA[Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), o assunto são os novos ataques que o tribunal vêm sofrendo por suas decisões. O mais grave deles foi barrado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados (CCJ). Trata-se da análise do projeto de lei nº 4754/2016, apresentado pelo deputado Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ) e assinado por outros parlamentares, classificando como crime de responsabilidade decisão de ministros do Supremo que usurpasse as competências do Congresso Nacional. A proposta ampliaria condutas capazes de gerar impeachment de um membro do STF. Além disso, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta semana que poderia lançar decreto contra as restrições impostas por governadores para combater a pandemia da Covid-19. E que o Supremo não o impediria de fazer isso.]]>
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      <pubDate>Fri, 07 May 2021 21:06:31 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 61: Pedido por silêncio de Pazuello e ataque hacker ao STF</title>
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        <![CDATA[Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), a pauta é o possível ataque hacker que fez o site do tribunal, incluindo a área de consulta processual, ficar fora do ar por dias a partir da quinta-feira (6/5). O tribunal agora apura quem seria o responsável pela invasão. Investigação será incluída no inquérito das fake news, que investiga ataques ao tribunal. Também é discutido o habeas corpus impetrado pelo general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, assinado pelo advogado-geral da União, André Mendonça.]]>
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        <![CDATA[Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), a pauta é o possível ataque hacker que fez o site do tribunal, incluindo a área de consulta processual, ficar fora do ar por dias a partir da quinta-feira (6/5). O tribunal agora apura quem seria o responsável pela invasão. Investigação será incluída no inquérito das fake news, que investiga ataques ao tribunal. Também é discutido o habeas corpus impetrado pelo general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, assinado pelo advogado-geral da União, André Mendonça.]]>
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      <pubDate>Fri, 14 May 2021 20:55:41 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 62: Como operação policial contra Salles autorizada pelo Supremo acertou em PGR</title>
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        <![CDATA[Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), a discussão é sobre as aparentes desconfianças do ministro Alexandre de Moraes sobre o procurador-geral da República, Augusto Aras, e a queixa-crime apresentada pelo líder do Ministério Público contra Conrado Hübner Mendes, professor de direito da USP, por tê-lo chamado de "poste geral da República" e "servo do presidente". Além disso, aborda decisão do tribunal, na segunda-feira (17/5) de que se verifique o cabimento de denúncias contra presidente da República antes de encaminhá-las à Câmara dos Deputados.]]>
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        <![CDATA[Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), a discussão é sobre as aparentes desconfianças do ministro Alexandre de Moraes sobre o procurador-geral da República, Augusto Aras, e a queixa-crime apresentada pelo líder do Ministério Público contra Conrado Hübner Mendes, professor de direito da USP, por tê-lo chamado de "poste geral da República" e "servo do presidente". Além disso, aborda decisão do tribunal, na segunda-feira (17/5) de que se verifique o cabimento de denúncias contra presidente da República antes de encaminhá-las à Câmara dos Deputados.]]>
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      <pubDate>Fri, 21 May 2021 20:02:16 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:subtitle>Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), a discussão é sobre as aparentes desconfianças do ministro Alexandre de Moraes sobre o procurador-geral da República, Augusto Aras, e a queixa-crime apresentada pel</itunes:subtitle>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 63: O que Bolsonaro confessa ao STF com nova ação contra lockdown de governadores</title>
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        <![CDATA[Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), a discussão começa com a tentativa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em, pela segunda vez, derrubar medidas adotadas por governadores para reduzir a circulação de pessoas e combater a pandemia da Covid-19.

Na primeira tentativa, em março, o ministro Marco Aurélio Mello arquivou o pedido de Bolsonaro, porque a petição não era assinada pelo advogado-geral da União. Isso acabou custando o cargo do então advogado-geral da União, José Levi, substituído por André Mendonça, que estava à frente do Ministério da Justiça.  Agora, Bolsonaro assina o pedido junto com Mendonça.]]>
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Na primeira tentativa, em março, o ministro Marco Aurélio Mello arquivou o pedido de Bolsonaro, porque a petição não era assinada pelo advogado-geral da União. Isso acabou custando o cargo do então advogado-geral da União, José Levi, substituído por André Mendonça, que estava à frente do Ministério da Justiça.  Agora, Bolsonaro assina o pedido junto com Mendonça.]]>
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      <pubDate>Fri, 28 May 2021 21:37:32 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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Na primeira tentativa, em março, o ministro Marco Aurélio Mello arquivou o pedido de Bolsonaro, porque a petição não era assinada pelo advogado-geral da União. Isso acabou custando o cargo do então advogado-geral da União, José Levi, substituído por André Mendonça, que estava à frente do Ministério da Justiça.  Agora, Bolsonaro assina o pedido junto com Mendonça.</itunes:summary>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 64: Copa América e a nova alternativa às decisões individuais no Supremo</title>
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        <![CDATA[Neste episódio do Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), o assunto é a rejeição do tribunal aos pedidos para barrar a realização da Copa América no Brasil. No fim de maio, o presidente Jair Bolsonaro aceitou sediar o torneio em meio à pandemia de Covid-19. Nesta quinta-feira (10/6), os ministros formaram maioria para não impedir os jogos. A Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM), além do PSB e do PT acionaram o Supremo para barrar a competição. O argumento é que promover os jogos no país, com a mobilização de atletas, comissões técnicas, dirigentes e jornalistas de outros países, iria de encontro aos esforços para combater a pandemia.]]>
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      <pubDate>Thu, 10 Jun 2021 22:24:22 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 65: O que a indicação de Nunes Marques diz sobre o próximo ministro do STF?</title>
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        <![CDATA[Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), se discute o que o processo de escolha do próximo ministro, que substituirá Marco Aurélio Mello em sua aposentadora, revela sobre o governo de Jair Bolsonaro?

Além dos nomes indicados, a forma de escolha revela também o que o presidente espera do candidato ao STF. No caso de Bolsonaro, se tem indicado que ele quer uma figura fiel a ele. Ainda que, ao ser empossado, o ministro tenha garantias de liberdade de atuação, o presidente demonstra almejar alguém que, uma vez no cargo, continue a seguir sua cartilha.]]>
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Além dos nomes indicados, a forma de escolha revela também o que o presidente espera do candidato ao STF. No caso de Bolsonaro, se tem indicado que ele quer uma figura fiel a ele. Ainda que, ao ser empossado, o ministro tenha garantias de liberdade de atuação, o presidente demonstra almejar alguém que, uma vez no cargo, continue a seguir sua cartilha.]]>
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      <pubDate>Fri, 18 Jun 2021 00:24:36 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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Além dos nomes indicados, a forma de escolha revela também o que o presidente espera do candidato ao STF. No caso de Bolsonaro, se tem indicado que ele quer uma figura fiel a ele. Ainda que, ao ser empossado, o ministro tenha garantias de liberdade de atuação, o presidente demonstra almejar alguém que, uma vez no cargo, continue a seguir sua cartilha.</itunes:summary>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 66: CPI da Covid-19 não poder convocar governadores é decisão política ou jurídica?</title>
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        <![CDATA[Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), o principal assunto é o veto do tribunal à convocação de governadores pela CPI da Covid-19 no Senado. Em uma semana politicamente negativa para o governo, essa foi uma das derrotas para Jair Bolsonaro, que vinha defendendo a tese desde a instalação da comissão.

No julgamento, que teve formação de maioria nesta quinta-feira (24/6), os ministros confirmaram a liminar que foi dada pela ministra Rosa Weber a pedido de 17 governadores. Na decisão, ela afirmava que CPI teria poder excessivo se investigasse os governos estaduais.]]>
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No julgamento, que teve formação de maioria nesta quinta-feira (24/6), os ministros confirmaram a liminar que foi dada pela ministra Rosa Weber a pedido de 17 governadores. Na decisão, ela afirmava que CPI teria poder excessivo se investigasse os governos estaduais.]]>
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      <pubDate>Fri, 25 Jun 2021 20:14:14 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:summary>Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), o principal assunto é o veto do tribunal à convocação de governadores pela CPI da Covid-19 no Senado. Em uma semana politicamente negativa para o governo, essa foi uma das derrotas para Jair Bolsonaro, que vinha defendendo a tese desde a instalação da comissão.

No julgamento, que teve formação de maioria nesta quinta-feira (24/6), os ministros confirmaram a liminar que foi dada pela ministra Rosa Weber a pedido de 17 governadores. Na decisão, ela afirmava que CPI teria poder excessivo se investigasse os governos estaduais.</itunes:summary>
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      <title>Série STF de Marco Aurélio - Marco Aurélio e colegialidade</title>
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        <![CDATA[O JOTA e o Insper realizaram desde segunda-feira (21/6), uma série de eventos sobre o decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Marco Aurélio Mello. A apresentação do seminário foi conduzida por Diego Werneck e Felipe Recondo, e contou com os seguintes painéis: 

● Poderes do relator e decisões monocráticas – Miguel Godoy (UFPR)
● Votos vencidos e coalizões – Jeferson Mariano Silva (USP)
● Marco Aurélio e o processo decisório – Damares Medina (Advogada)
● Mediação – Diego Werneck Arguelhes (Insper)]]>
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        <![CDATA[O JOTA e o Insper realizaram desde segunda-feira (21/6), uma série de eventos sobre o decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Marco Aurélio Mello. A apresentação do seminário foi conduzida por Diego Werneck e Felipe Recondo, e contou com os seguintes painéis: 

● Poderes do relator e decisões monocráticas – Miguel Godoy (UFPR)
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● Marco Aurélio e o processo decisório – Damares Medina (Advogada)
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      <pubDate>Thu, 01 Jul 2021 20:39:16 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:summary>O JOTA e o Insper realizaram desde segunda-feira (21/6), uma série de eventos sobre o decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Marco Aurélio Mello. A apresentação do seminário foi conduzida por Diego Werneck e Felipe Recondo, e contou com os seguintes painéis: 

● Poderes do relator e decisões monocráticas – Miguel Godoy (UFPR)
● Votos vencidos e coalizões – Jeferson Mariano Silva (USP)
● Marco Aurélio e o processo decisório – Damares Medina (Advogada)
● Mediação – Diego Werneck Arguelhes (Insper)</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O JOTA e o Insper realizaram desde segunda-feira (21/6), uma série de eventos sobre o decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Marco Aurélio Mello. A apresentação do seminário foi conduzida por Diego Werneck e Felipe Recondo, e contou com os seg</itunes:subtitle>
      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Série STF de Marco Aurélio - Marco Aurélio por seus votos</title>
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        <![CDATA[O JOTA e o Insper realizaram desde segunda-feira (21/6), uma série de eventos sobre o decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Marco Aurélio Mello. A apresentação do seminário foi conduzida por Diego Werneck e Felipe Recondo, e contou com os seguintes painéis: 

Os painéis desta quarta são:

● Os grandes votos vencidos – Flávio Jardim (Sergio Bermudes Advogados)
● Ativismo ou contenção? – Breno Baía Magalhães (UFPA)
● O juiz dos habeas corpus – Carolina Haber (Defensoria Pública do Rio de Janeiro)
● Mediação – Natalia Pires de Vasconcelos (Insper)]]>
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        <![CDATA[O JOTA e o Insper realizaram desde segunda-feira (21/6), uma série de eventos sobre o decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Marco Aurélio Mello. A apresentação do seminário foi conduzida por Diego Werneck e Felipe Recondo, e contou com os seguintes painéis: 

Os painéis desta quarta são:

● Os grandes votos vencidos – Flávio Jardim (Sergio Bermudes Advogados)
● Ativismo ou contenção? – Breno Baía Magalhães (UFPA)
● O juiz dos habeas corpus – Carolina Haber (Defensoria Pública do Rio de Janeiro)
● Mediação – Natalia Pires de Vasconcelos (Insper)]]>
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      <pubDate>Fri, 02 Jul 2021 14:11:19 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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Os painéis desta quarta são:

● Os grandes votos vencidos – Flávio Jardim (Sergio Bermudes Advogados)
● Ativismo ou contenção? – Breno Baía Magalhães (UFPA)
● O juiz dos habeas corpus – Carolina Haber (Defensoria Pública do Rio de Janeiro)
● Mediação – Natalia Pires de Vasconcelos (Insper)</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O JOTA e o Insper realizaram desde segunda-feira (21/6), uma série de eventos sobre o decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Marco Aurélio Mello. A apresentação do seminário foi conduzida por Diego Werneck e Felipe Recondo, e contou com os seg</itunes:subtitle>
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      <title>Sem Precedentes, ep. 67: Marco Aurélio Mello, ministro problema ou contraponto no STF?</title>
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        <![CDATA[Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello é o assunto. Após mais de 31 anos no tribunal e cerca de 268 mil decisões em processos de sua relatoria, algumas delas entre as mais polêmicas da história, o ministro deixa o tribunal ao completar 75 anos. A aposentadoria está marcada para 12 de julho.

Ao mesmo tempo, o que há de positivo em sua atuação e quais crítica merece? Afinal, Marco Aurélio foi um juiz coerente, atuando em colegiado? Ou, na verdade, atuava mais isoladamente e seguindo um "método próprio de raciocínio jurídico", como já disse o ministro Dias Toffoli?]]>
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        <![CDATA[Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello é o assunto. Após mais de 31 anos no tribunal e cerca de 268 mil decisões em processos de sua relatoria, algumas delas entre as mais polêmicas da história, o ministro deixa o tribunal ao completar 75 anos. A aposentadoria está marcada para 12 de julho.

Ao mesmo tempo, o que há de positivo em sua atuação e quais crítica merece? Afinal, Marco Aurélio foi um juiz coerente, atuando em colegiado? Ou, na verdade, atuava mais isoladamente e seguindo um "método próprio de raciocínio jurídico", como já disse o ministro Dias Toffoli?]]>
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      <pubDate>Fri, 02 Jul 2021 18:58:56 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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Ao mesmo tempo, o que há de positivo em sua atuação e quais crítica merece? Afinal, Marco Aurélio foi um juiz coerente, atuando em colegiado? Ou, na verdade, atuava mais isoladamente e seguindo um "método próprio de raciocínio jurídico", como já disse o ministro Dias Toffoli?</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello é o assunto. Após mais de 31 anos no tribunal e cerca de 268 mil decisões em processos de sua relatoria, algumas delas entre as mais polêmicas d</itunes:subtitle>
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      <title>Série STF de Marco Aurélio - Marco Aurélio público</title>
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        <![CDATA[O JOTA e o Insper realizaram, desde segunda-feira (21/6), uma série de eventos sobre o decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Marco Aurélio Mello. Saiba mais em: https://bit.ly/3pYPMkU

Os painéis deste episódio são:

● Os grandes votos vencidos – Flávio Jardim (Sergio Bermudes Advogados)
● Ativismo ou contenção? – Breno Baía Magalhães (UFPA)
● O juiz dos habeas corpus – Carolina Haber (Defensoria Pública do Rio de Janeiro)
● Mediação – Natalia Pires de Vasconcelos (Insper)]]>
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        <![CDATA[O JOTA e o Insper realizaram, desde segunda-feira (21/6), uma série de eventos sobre o decano do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Marco Aurélio Mello. Saiba mais em: https://bit.ly/3pYPMkU

Os painéis deste episódio são:

● Os grandes votos vencidos – Flávio Jardim (Sergio Bermudes Advogados)
● Ativismo ou contenção? – Breno Baía Magalhães (UFPA)
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      <pubDate>Mon, 05 Jul 2021 21:31:46 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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Os painéis deste episódio são:

● Os grandes votos vencidos – Flávio Jardim (Sergio Bermudes Advogados)
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Os painéis deste episódio são:

● Os grandes votos ve</itunes:subtitle>
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      <title>STF de Marco Aurélio - Um balanço de Marco Aurélio no STF</title>
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Na quinta-feira (01/7), a mediação foi da professora Juliana Alvim e contou com os seguintes painéis:

● Francisco Rezek (Advogado; Ministro Aposentado do STF)
● Marilda Silveira (Advogada)
● Oscar Vilhena Vieira (FGV-SP)]]>
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Na quinta-feira (01/7), a mediação foi da professora Juliana Alvim e contou com os seguintes painéis:

● Francisco Rezek (Advogado; Ministro Aposentado do STF)
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      <pubDate>Thu, 08 Jul 2021 00:58:17 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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Na quinta-feira (01/7), a mediação foi da professora Juliana Alvim e contou com os seguintes painéis:

● Francisco Rezek (Advogado; Ministro Aposentado do STF)
● Marilda Silveira (Advogada)
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      <title>Sem Precedentes, ep. 68: As decisões que marcaram o primeiro semestre do STF</title>
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        <![CDATA[O novo episódio do Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, resume as principais decisões do tribunal neste ano. Tribunal lidou com disputas pela liberação de cultos na pandemia, condenações de Lula, abertura da CPI da Covid-19 e a prisão do deputado Daniel Silveira.]]>
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      <pubDate>Thu, 08 Jul 2021 20:54:53 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Supremo desiste de diálogo e prevê mais ataques de Bolsonaro às urnas eletrônicas -  Sem Precedentes #69</title>
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        <![CDATA[O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), retorna com um novo episódio depois de um recesso turbulento na relação entre o tribunal, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Entre os ministros, quem ainda acreditava na possibilidade de diálogo entre Bolsonaro e o Judiciário era Luiz Fux, presidente do Supremo. Na quinta-feira (5/8), o anúncio dele sobre o cancelamento da reunião que haveria entre os chefes de Poderes pode indicar o rompimento de qualquer chance de diálogo com presidente.]]>
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        <![CDATA[O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), retorna com um novo episódio depois de um recesso turbulento na relação entre o tribunal, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Entre os ministros, quem ainda acreditava na possibilidade de diálogo entre Bolsonaro e o Judiciário era Luiz Fux, presidente do Supremo. Na quinta-feira (5/8), o anúncio dele sobre o cancelamento da reunião que haveria entre os chefes de Poderes pode indicar o rompimento de qualquer chance de diálogo com presidente.]]>
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      <pubDate>Fri, 06 Aug 2021 19:26:08 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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Entre os ministros, quem ainda acreditava na possibilidade de diálogo entre Bolsonaro e o Judiciário era Luiz Fux, presidente do Supremo. Na quinta-feira (5/8), o anúncio dele sobre o cancelamento da reunião que haveria entre os chefes de Poderes pode indicar o rompimento de qualquer chance de diálogo com presidente.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), retorna com um novo episódio depois de um recesso turbulento na relação entre o tribunal, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Entre </itunes:subtitle>
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      <title>Alexandre de Moraes investiga Bolsonaro e prende Roberto Jefferson de olho em 2022 - Sem Precedentes #70</title>
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        <![CDATA[Neste episódio do Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), se discute o período de dez dias em que o ministro Alexandre de Moraes incluiu Jair Bolsonaro (sem partido) no inquérito das fake news, determinou que o presidente fosse investigado por vazar dados sigilosos de uma investigação da Polícia Federal, pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que apure suposta campanha eleitoral antecipada em razão de uma live dele e, por fim, determinou a prisão do bolsonarista e ex-deputado Roberto Jefferson.]]>
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        <![CDATA[Neste episódio do Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), se discute o período de dez dias em que o ministro Alexandre de Moraes incluiu Jair Bolsonaro (sem partido) no inquérito das fake news, determinou que o presidente fosse investigado por vazar dados sigilosos de uma investigação da Polícia Federal, pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que apure suposta campanha eleitoral antecipada em razão de uma live dele e, por fim, determinou a prisão do bolsonarista e ex-deputado Roberto Jefferson.]]>
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      <pubDate>Fri, 13 Aug 2021 18:17:26 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:summary>Neste episódio do Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), se discute o período de dez dias em que o ministro Alexandre de Moraes incluiu Jair Bolsonaro (sem partido) no inquérito das fake news, determinou que o presidente fosse investigado por vazar dados sigilosos de uma investigação da Polícia Federal, pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que apure suposta campanha eleitoral antecipada em razão de uma live dele e, por fim, determinou a prisão do bolsonarista e ex-deputado Roberto Jefferson.</itunes:summary>
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      <title>É possível prever como André Mendonça julgará se for ministro do Supremo? - Sem Precedentes #71</title>
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        <![CDATA[Este episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), tenta responder se é possível prever, com base em posicionamentos e decisões passadas, como um candidato ao tribunal vai se comportar depois de assumir o cargo. O perfil atualmente em escrutínio é de André Mendonça, que deve ser o próximo indicado de Jair Bolsonaro (sem partido) a uma cadeira no Supremo. Há dúvidas sobre como Mendonça vai atuar no tribunal caso a indicação seja admitida pelo Senado. E essa é uma das razões para muitos bolsonaristas não estarem trabalhando seriamente pela aprovação do nome dele.]]>
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        <![CDATA[Este episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), tenta responder se é possível prever, com base em posicionamentos e decisões passadas, como um candidato ao tribunal vai se comportar depois de assumir o cargo. O perfil atualmente em escrutínio é de André Mendonça, que deve ser o próximo indicado de Jair Bolsonaro (sem partido) a uma cadeira no Supremo. Há dúvidas sobre como Mendonça vai atuar no tribunal caso a indicação seja admitida pelo Senado. E essa é uma das razões para muitos bolsonaristas não estarem trabalhando seriamente pela aprovação do nome dele.]]>
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      <pubDate>Fri, 20 Aug 2021 17:57:23 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:summary>Este episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), tenta responder se é possível prever, com base em posicionamentos e decisões passadas, como um candidato ao tribunal vai se comportar depois de assumir o cargo. O perfil atualmente em escrutínio é de André Mendonça, que deve ser o próximo indicado de Jair Bolsonaro (sem partido) a uma cadeira no Supremo. Há dúvidas sobre como Mendonça vai atuar no tribunal caso a indicação seja admitida pelo Senado. E essa é uma das razões para muitos bolsonaristas não estarem trabalhando seriamente pela aprovação do nome dele.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Este episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), tenta responder se é possível prever, com base em posicionamentos e decisões passadas, como um candidato ao tribunal vai se comportar depois de assumir o cargo. O pe</itunes:subtitle>
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      <title>Por que a política e o Supremo preferem Augusto Aras na PGR? - Podcast Sem Precedentes #72</title>
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        <![CDATA[Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), o debate é em torno da recondução de Augusto Aras à Procuradoria-Geral da República (PGR) por mais um mandato de dois anos.

Aras foi aprovado com tranquilidade pelo Senado, apesar das críticas e acusações feitas por colegas de Ministério Público, da cobertura negativa da imprensa sobre sua gestão e mesmo com todos os adjetivos negativos que vinha recebendo de acadêmicos.]]>
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        <![CDATA[Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), o debate é em torno da recondução de Augusto Aras à Procuradoria-Geral da República (PGR) por mais um mandato de dois anos.

Aras foi aprovado com tranquilidade pelo Senado, apesar das críticas e acusações feitas por colegas de Ministério Público, da cobertura negativa da imprensa sobre sua gestão e mesmo com todos os adjetivos negativos que vinha recebendo de acadêmicos.]]>
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      <pubDate>Fri, 27 Aug 2021 19:13:59 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:author>Felipe Recondo</itunes:author>
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      <itunes:subtitle>Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), o debate é em torno da recondução de Augusto Aras à Procuradoria-Geral da República (PGR) por mais um mandato de dois anos.

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      <title>Marco temporal e a disputa pelo precedente da Terra Indígena Raposa Serra do Sol - Sem Precedentes #73</title>
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        <![CDATA[Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), o principal tema é uma discussão que o tribunal não consegue pacificar há mais de uma década: a demarcação de terras indígenas.

A questão já desafiou o Supremo em 2009, quando terminou de ser julgado o caso da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. Agora, a questão é sobre a Terra Indígena Ibirama LaKlãnõ, em Santa Catarina. O cenário de conflito entre fazendeiros e indígenas era semelhante ao que se debate hoje. Na ocasião anterior, o tribunal estabeleceu o ano de 1988, quando promulgada a Constituição, como marco temporal para as demarcações.]]>
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A questão já desafiou o Supremo em 2009, quando terminou de ser julgado o caso da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. Agora, a questão é sobre a Terra Indígena Ibirama LaKlãnõ, em Santa Catarina. O cenário de conflito entre fazendeiros e indígenas era semelhante ao que se debate hoje. Na ocasião anterior, o tribunal estabeleceu o ano de 1988, quando promulgada a Constituição, como marco temporal para as demarcações.]]>
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      <pubDate>Fri, 03 Sep 2021 18:42:22 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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A questão já desafiou o Supremo em 2009, quando terminou de ser julgado o caso da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. Agora, a questão é sobre a Terra Indígena Ibirama LaKlãnõ, em Santa Catarina. O cenário de conflito entre fazendeiros e indígenas era semelhante ao que se debate hoje. Na ocasião anterior, o tribunal estabeleceu o ano de 1988, quando promulgada a Constituição, como marco temporal para as demarcações.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF), o principal tema é uma discussão que o tribunal não consegue pacificar há mais de uma década: a demarcação de terras indígenas.

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      <title>O papel do Supremo na crise institucional com Bolsonaro e para sair dela - Sem Precedentes #74</title>
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        <![CDATA[Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, a virada no discurso de Jair Bolsonaro (sem partido) dias após suas falas nas manifestações de 7 de setembro. Depois de ameaçar o Supremo, xingar o ministro Alexandre de Moraes e dizer que não cumpriria mais decisões do tribunal assinadas pelo ministro, o presidente assinou sua rendição em carta divulgada na quinta-feira. O recuo não é visto como definitivo, mas teve significado diante das ameaças e da mobilização de bolsonaristas para o dia da independência.]]>
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      <pubDate>Fri, 10 Sep 2021 20:42:37 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Rosa Weber cria problemas com decisão sobre MP que alteraria Marco Civil da Internet - Sem Precedentes #75</title>
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        <![CDATA[Neste episódio de Sem Precedentes, o podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, o tema é a devolução, pelo presidente do Senado, da medida provisória assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que alterava o Marco Civil da Internet e dificultava a remoção de conteúdo pelas plataformas.

A despeito dessa decisão política – que levou a MP a não existir mais e consequentemente as ações contra ela no STF –, a ministra Rosa Weber quis deixar sua marca e dar o recado para o presidente Bolsonaro. E deu uma liminar para suspender a medida provisória.]]>
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A despeito dessa decisão política – que levou a MP a não existir mais e consequentemente as ações contra ela no STF –, a ministra Rosa Weber quis deixar sua marca e dar o recado para o presidente Bolsonaro. E deu uma liminar para suspender a medida provisória.]]>
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      <pubDate>Fri, 17 Sep 2021 21:54:41 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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A despeito dessa decisão política – que levou a MP a não existir mais e consequentemente as ações contra ela no STF –, a ministra Rosa Weber quis deixar sua marca e dar o recado para o presidente Bolsonaro. E deu uma liminar para suspender a medida provisória.</itunes:summary>
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      <title>Luiz Fux não é governo nem oposição? - Podcast Sem Precedentes #76</title>
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        <![CDATA[Este é o Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição. No episódio de hoje: o que mudou no Supremo com a posse, há um ano, de Luiz Fux como presidente do tribunal? E o que esperar da gestão dele no ano de mandato que resta? Não um ano qualquer, mas decisivo para o futuro do país e que promete ser turbulento com as eleições presidenciais de 2022.]]>
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        <![CDATA[Este é o Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição. No episódio de hoje: o que mudou no Supremo com a posse, há um ano, de Luiz Fux como presidente do tribunal? E o que esperar da gestão dele no ano de mandato que resta? Não um ano qualquer, mas decisivo para o futuro do país e que promete ser turbulento com as eleições presidenciais de 2022.]]>
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      <pubDate>Fri, 24 Sep 2021 19:03:11 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Racha interno reaparece e deve marcar decisões futuras no STF | Podcast Sem Precedentes #77</title>
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        <![CDATA[O novo episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, aborda o retorno das cisões internas do tribunal. Os sinais dessa divisão foram ocultados por um período na pandemia, mas bastou o julgamento de uma ação penal contra um político, o ex-deputado André Moura (PSC-SE), para reaparecerem.]]>
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      <pubDate>Tue, 05 Oct 2021 13:38:54 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Bolsonaro recuou. O STF também I Sem Precedentes #78</title>
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        <![CDATA[Este episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, toca no recuo jurídico de Jair Bolsonaro (sem partido) com a decisão de prestar depoimento presencialmente à Polícia Federal no inquérito que apura suspeitas de interferência política na direção da instituição.]]>
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        <![CDATA[Este episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, toca no recuo jurídico de Jair Bolsonaro (sem partido) com a decisão de prestar depoimento presencialmente à Polícia Federal no inquérito que apura suspeitas de interferência política na direção da instituição.]]>
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      <pubDate>Fri, 08 Oct 2021 18:58:33 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Mudanças no MP: proposta tímida ou a vingança da política? I Sem Precedentes #79</title>
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        <![CDATA[Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, são ouvidos lados opostos sobre a proposta de emenda constitucional que mudaria a composição do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e dos conselhos superiores. Na quinta-feira (21/10), substitutivo foi rejeitado em votação em primeiro turno na Câmara dos Deputados, mas texto original ainda pode ser colocado em votação.]]>
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        <![CDATA[Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, são ouvidos lados opostos sobre a proposta de emenda constitucional que mudaria a composição do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e dos conselhos superiores. Na quinta-feira (21/10), substitutivo foi rejeitado em votação em primeiro turno na Câmara dos Deputados, mas texto original ainda pode ser colocado em votação.]]>
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      <pubDate>Fri, 22 Oct 2021 22:03:40 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>O TSE está preparado para novas eleições com fake news e disparos em massa? I Sem Precedendes #80</title>
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        <![CDATA[O novo episódio de Sem Precedentes, o podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, discute se o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está realmente preparado para as eleições de 2022.

Nesta semana, o TSE julgou que não havia provas suficientes para cassar a chapa de Jair Bolsonaro (sem partido) e Hamilton Mourão (PRTB) pela acusação de que a campanha teria se beneficiado do impulsionamento em massa de mensagens via WhatsApp. O tribunal reconheceu que houve essa prática ilícita nas eleições passadas, mas os ministros julgaram que não era possível conectar essas irregularidades à campanha de Bolsonaro.]]>
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Nesta semana, o TSE julgou que não havia provas suficientes para cassar a chapa de Jair Bolsonaro (sem partido) e Hamilton Mourão (PRTB) pela acusação de que a campanha teria se beneficiado do impulsionamento em massa de mensagens via WhatsApp. O tribunal reconheceu que houve essa prática ilícita nas eleições passadas, mas os ministros julgaram que não era possível conectar essas irregularidades à campanha de Bolsonaro.]]>
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      <pubDate>Fri, 29 Oct 2021 20:37:12 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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Nesta semana, o TSE julgou que não havia provas suficientes para cassar a chapa de Jair Bolsonaro (sem partido) e Hamilton Mourão (PRTB) pela acusação de que a campanha teria se beneficiado do impulsionamento em massa de mensagens via WhatsApp. O tribunal reconheceu que houve essa prática ilícita nas eleições passadas, mas os ministros julgaram que não era possível conectar essas irregularidades à campanha de Bolsonaro.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O novo episódio de Sem Precedentes, o podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, discute se o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está realmente preparado para as eleições de 2022.

Nesta semana, o TSE julgou que não havia pr</itunes:subtitle>
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      <title>As consequências da decisão do STF sobre 'defensorias públicas municipais' I Sem Precedentes #81</title>
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        <![CDATA[O novo episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, discute o julgamento que considerou constitucional uma lei do município de Diadema (SP) que criou uma espécie de defensoria pública municipal. Seria essa uma derrota para a defensoria pública ou uma vitória para a população que não teria acesso à Justiça?]]>
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      <pubDate>Fri, 05 Nov 2021 21:19:33 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Suspensão das emendas parlamentares foi interferência do STF no Congresso? I Sem Precedentes #82</title>
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        <![CDATA[O novo episódio do Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, discute uma derrota do modelo de articulação política do governo Bolsonaro imposta pelo tribunal. O STF suspendeu a execução das emendas orçamentárias que eram pagas – sem muita transparência e com critérios políticos – para manter uma base de sustentação ao governo. A decisão é muito sensível na relação entre os poderes. Políticos acusaram o tribunal de interferir indevidamente em matéria interna do Congresso. Também disseram que, com essa decisão, os ministros se comportariam como oposição ao governo.]]>
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      <pubDate>Fri, 12 Nov 2021 21:46:45 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>O futuro do STF com André Mendonça como 11º primeiro ministro I Sem Precedentes #83</title>
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        <![CDATA[Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, o assunto é a aprovação de André Mendonça para a vaga de ministro. O nome dele foi aprovado pelo plenário do Senado por 47 votos a 32. Antes de Mendonça, o primeiro lugar na lista de mais votos contrários era de Edson Fachin, em 2015, com 27 votos negativos. Porém, o fato de o novo ministro ter tido muitos votos contrários em nada altera a situação dele depois de empossado. O placar fala mais da situação política do governo do que das dúvidas sobre a indicação.]]>
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      <pubDate>Thu, 02 Dec 2021 18:33:17 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:summary>Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, o assunto é a aprovação de André Mendonça para a vaga de ministro. O nome dele foi aprovado pelo plenário do Senado por 47 votos a 32. Antes de Mendonça, o primeiro lugar na lista de mais votos contrários era de Edson Fachin, em 2015, com 27 votos negativos. Porém, o fato de o novo ministro ter tido muitos votos contrários em nada altera a situação dele depois de empossado. O placar fala mais da situação política do governo do que das dúvidas sobre a indicação.</itunes:summary>
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      <title>Derrota ou vitória política? A estratégia bem sucedida de Rosa Weber I Sem Precedentes #84</title>
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        <![CDATA[Este episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, analisa uma série de temas e decisões principais do tribunal na reta final de 2021.
O podcast discute se o Supremo sofreu uma derrota política na disputa frente à Câmara dos Deputados em torno do chamado orçamento secreto. A ministra Rosa Weber liberou a execução das emendas de relator. O uso desses recursos estava congelado, porque o STF julgara que a sistemática de pagamento dessas emendas não era transparente. Com esse passo atrás, houve interpretações de que o STF sofreu uma derrota. Será que essa análise está correta?]]>
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O podcast discute se o Supremo sofreu uma derrota política na disputa frente à Câmara dos Deputados em torno do chamado orçamento secreto. A ministra Rosa Weber liberou a execução das emendas de relator. O uso desses recursos estava congelado, porque o STF julgara que a sistemática de pagamento dessas emendas não era transparente. Com esse passo atrás, houve interpretações de que o STF sofreu uma derrota. Será que essa análise está correta?]]>
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      <pubDate>Fri, 10 Dec 2021 18:08:32 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:summary>Este episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, analisa uma série de temas e decisões principais do tribunal na reta final de 2021.
O podcast discute se o Supremo sofreu uma derrota política na disputa frente à Câmara dos Deputados em torno do chamado orçamento secreto. A ministra Rosa Weber liberou a execução das emendas de relator. O uso desses recursos estava congelado, porque o STF julgara que a sistemática de pagamento dessas emendas não era transparente. Com esse passo atrás, houve interpretações de que o STF sofreu uma derrota. Será que essa análise está correta?</itunes:summary>
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      <title>Decisão sobre o passaporte da vacina resume o 2021 do Supremo I Sem Precedentes #85</title>
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        <![CDATA[Este episódio do Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, aborda a decisão sobre o passaporte da vacina, que poderia resumir o ano de 2021 do tribunal.
Enquanto outros países aumentaram as restrições à entrada de estrangeiros para conter o avanço da Covid-19, especialmente a variante ômicron, o governo Bolsonaro resistiu às medidas adicionais de segurança sugeridas pela Anvisa. Portaria do governo passou a exigir, para o estrangeiro de chegada ao Brasil, o comprovante de vacina ou, como alternativa, cumprimento de quarentena de cinco dias seguida de teste negativo para o vírus.]]>
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        <![CDATA[Este episódio do Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, aborda a decisão sobre o passaporte da vacina, que poderia resumir o ano de 2021 do tribunal.
Enquanto outros países aumentaram as restrições à entrada de estrangeiros para conter o avanço da Covid-19, especialmente a variante ômicron, o governo Bolsonaro resistiu às medidas adicionais de segurança sugeridas pela Anvisa. Portaria do governo passou a exigir, para o estrangeiro de chegada ao Brasil, o comprovante de vacina ou, como alternativa, cumprimento de quarentena de cinco dias seguida de teste negativo para o vírus.]]>
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      <pubDate>Fri, 17 Dec 2021 19:47:55 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:summary>Este episódio do Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, aborda a decisão sobre o passaporte da vacina, que poderia resumir o ano de 2021 do tribunal.
Enquanto outros países aumentaram as restrições à entrada de estrangeiros para conter o avanço da Covid-19, especialmente a variante ômicron, o governo Bolsonaro resistiu às medidas adicionais de segurança sugeridas pela Anvisa. Portaria do governo passou a exigir, para o estrangeiro de chegada ao Brasil, o comprovante de vacina ou, como alternativa, cumprimento de quarentena de cinco dias seguida de teste negativo para o vírus.</itunes:summary>
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      <title>Qual deve ser a marca do STF em 2022? I Sem Precedentes #86</title>
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        <![CDATA[O primeiro episódio de 2022 do Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, recapitula o último ano para a corte e projeta o que esperar neste ano. 

2021 foi um ano de seguidos conflitos entre o governo de Jair Bolsonaro (PL) e o Supremo. Não muito diferente de 2020, e nada indica que 2022 possa ser um ano de harmonia entre os Poderes – pelo contrário.]]>
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2021 foi um ano de seguidos conflitos entre o governo de Jair Bolsonaro (PL) e o Supremo. Não muito diferente de 2020, e nada indica que 2022 possa ser um ano de harmonia entre os Poderes – pelo contrário.]]>
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      <pubDate>Fri, 28 Jan 2022 21:03:34 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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2021 foi um ano de seguidos conflitos entre o governo de Jair Bolsonaro (PL) e o Supremo. Não muito diferente de 2020, e nada indica que 2022 possa ser um ano de harmonia entre os Poderes – pelo contrário.</itunes:summary>
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      <title>As acusações de Barroso e o futuro das investigações contra Bolsonaro I Sem Precedentes #87</title>
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        <![CDATA[Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, os assuntos da semana são a decisões sobre operações policiais em comunidades no Rio de Janeiro e discurso do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso.]]>
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      <pubDate>Fri, 04 Feb 2022 21:41:45 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>O que esperar de Moraes após PGR pedir arquivamento de processo contra Bolsonaro? I Sem Precedentes #88</title>
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      <pubDate>Mon, 21 Feb 2022 14:23:46 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Decisão de Toffoli blinda Aras e protege membros do MP inertes? I Sem Precedentes #89</title>
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        <![CDATA[Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, a discussão gira em torno de uma liminar do ministro Dias Toffoli que provocou críticas entre membros do Ministério Público, mas foi discretamente comemorada no gabinete do procurador-geral da República, Augusto Aras.

Toffoli afastou a possibilidade de um promotor ou um procurador ser acusado da prática do crime de prevaricação quando deixa de oferecer uma denúncia ou de investigar algum caso “com amparo em interpretação da lei e do Direito”.]]>
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      <pubDate>Fri, 25 Feb 2022 19:57:53 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Contra fake news, é suficiente Telegram bloquear perfis como o de Allan dos Santos? | Sem Precedentes #90</title>
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        <![CDATA[O episódio desta semana de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, aborda o que parecia impossível: o Telegram cumpriu decisão judicial que determinou o bloqueio de perfis de Allan dos Santos, apoiador do governo Bolsonaro e suspeito de espalhar fake news contra instituições brasileiras.]]>
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      <pubDate>Fri, 04 Mar 2022 20:33:24 +0000</pubDate>
      <author>JOTA</author>
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      <title>Na 'pauta verde', STF marca oposição a política ambiental de Bolsonaro I Sem Precedentes #91</title>
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      <itunes:title>Na 'pauta verde', STF marca oposição a política ambiental de Bolsonaro I Sem Precedentes #91</itunes:title>
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        <![CDATA[O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, retorna nesta semana com episódio sobre a pauta de proteção ambiental, que coloca o tribunal e o governo Bolsonaro em lados opostos.

O STF programou o julgamento de diversas ações movidas por partidos contra políticas do governo sob acusações de que elas enfraqueceram a proteção ao meio ambiente e provocaram um retrocesso do país neste tema. Esse conjunto de processos passou a ser chamado na corte de "pauta verde"]]>
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        <![CDATA[O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, retorna nesta semana com episódio sobre a pauta de proteção ambiental, que coloca o tribunal e o governo Bolsonaro em lados opostos.

O STF programou o julgamento de diversas ações movidas por partidos contra políticas do governo sob acusações de que elas enfraqueceram a proteção ao meio ambiente e provocaram um retrocesso do país neste tema. Esse conjunto de processos passou a ser chamado na corte de "pauta verde"]]>
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      <pubDate>Fri, 08 Apr 2022 20:03:25 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:summary>O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, retorna nesta semana com episódio sobre a pauta de proteção ambiental, que coloca o tribunal e o governo Bolsonaro em lados opostos.

O STF programou o julgamento de diversas ações movidas por partidos contra políticas do governo sob acusações de que elas enfraqueceram a proteção ao meio ambiente e provocaram um retrocesso do país neste tema. Esse conjunto de processos passou a ser chamado na corte de "pauta verde"</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, retorna nesta semana com episódio sobre a pauta de proteção ambiental, que coloca o tribunal e o governo Bolsonaro em lados opostos.

O STF programou o julgament</itunes:subtitle>
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      <title>Bolsonaro pode perdoar os crimes do deputado Daniel Silveira? | Sem Precedentes #92</title>
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        <![CDATA[O presidente Jair Bolsonaro concedeu indulto ao deputado Daniel Silveira e com isso anula a condenação imposta pelo STF. A oposição contesta o decreto presidencial no Supremo. Mas o tribunal derrubará a decisão de Bolsonaro e agravará a crise entre os poderes? Bolsonaro abusou do seu poder ou jogou com as regras do jogo?]]>
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      <pubDate>Fri, 22 Apr 2022 18:41:57 +0000</pubDate>
      <author>JOTA</author>
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      <title>Bolsonaro aproveita caso Daniel Silveira para atacar o STF | Sem Precedentes #93</title>
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        <![CDATA[O novo episódio do Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, analisa recente ato de Bolsonaro em favor do deputado Daniel Silveira, no qual dezenas de parlamentares foram aplaudir o presidente da República. Mais uma vez, o presidente afirma que o decreto é constitucional. Confira análise dos participantes do podcast sobre o atual cenário das relações entre os Poderes.

O Sem Precedentes é apresentado por Felipe Recondo, diretor de conteúdo e sócio do JOTA. Os participantes fixos são Juliana Cesario Alvim, professora da UFMG; Diego Werneck, professor do Insper; e Thomaz Pereira, da FGV-Rio.]]>
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O Sem Precedentes é apresentado por Felipe Recondo, diretor de conteúdo e sócio do JOTA. Os participantes fixos são Juliana Cesario Alvim, professora da UFMG; Diego Werneck, professor do Insper; e Thomaz Pereira, da FGV-Rio.]]>
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      <pubDate>Fri, 29 Apr 2022 22:10:46 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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O Sem Precedentes é apresentado por Felipe Recondo, diretor de conteúdo e sócio do JOTA. Os participantes fixos são Juliana Cesario Alvim, professora da UFMG; Diego Werneck, professor do Insper; e Thomaz Pereira, da FGV-Rio.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O novo episódio do Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, analisa recente ato de Bolsonaro em favor do deputado Daniel Silveira, no qual dezenas de parlamentares foram aplaudir o presidente da República. </itunes:subtitle>
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      <title>O que o STF decidiu sobre os limites da imunidade parlamentar? I Sem Precedentes #94</title>
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        <![CDATA[O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, aborda nesse episódio a discussão sobre imunidade parlamentar no Supremo. Depois do caso do deputado federal Daniel Silveira, a Corte avança e abre ações contra o senador Jorge Kajuru (Podemos-GO).]]>
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      <pubDate>Fri, 06 May 2022 18:52:57 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>O que esperar do STF depois de autorizar licença de 180 dias para pai solo? I Sem Precedentes #95</title>
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        <![CDATA[O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, aborda no episódio desta semana o julgamento que possibilitou a concessão da licença-maternidade de 180 dias a um pai solo, o caso tirou o STF da agenda de conflitos políticos.]]>
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      <pubDate>Fri, 13 May 2022 19:40:27 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>A estratégia política de Bolsonaro contra Alexandre de Moraes I Sem Precedentes #96</title>
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        <![CDATA[ O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, aborda no episódio dessa semana a estratégia política de Jair Bolsonaro (PL) contra Alexandre de Moraes.

O presidente protocolou no Supremo uma notícia-crime contra Moraes acusando o ministro de um suposto "abuso de autoridade". Bolsonaro afirmou que Moraes promove sucessivos ataques à democracia e desrespeita a Constituição. A notícia-crime foi arquivada horas depois por decisão do ministro Dias Toffoli.]]>
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O presidente protocolou no Supremo uma notícia-crime contra Moraes acusando o ministro de um suposto "abuso de autoridade". Bolsonaro afirmou que Moraes promove sucessivos ataques à democracia e desrespeita a Constituição. A notícia-crime foi arquivada horas depois por decisão do ministro Dias Toffoli.]]>
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      <pubDate>Fri, 20 May 2022 19:23:02 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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O presidente protocolou no Supremo uma notícia-crime contra Moraes acusando o ministro de um suposto "abuso de autoridade". Bolsonaro afirmou que Moraes promove sucessivos ataques à democracia e desrespeita a Constituição. A notícia-crime foi arquivada horas depois por decisão do ministro Dias Toffoli.</itunes:summary>
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      <title>As duas respostas diferentes do STF: acordos prevalecem sobre leis trabalhistas? I Sem Precedentes #97</title>
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        <![CDATA[O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, retorna nesta semana com episódio sobre as duas respostas diferentes que o Supremo pode dar para um mesmo assunto: os acordos entre empresas e trabalhadores.]]>
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      <pubDate>Thu, 02 Jun 2022 20:30:07 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Por que o STF reage a Nunes Marques, mas não reagiu a outros ministros no passado? I Sem Precedentes #98</title>
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        <![CDATA[O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, aborda no episódio desta semana a manobra dos ministros para reverter a polêmica decisão do ministro Nunes Marques.
Em decisão liminar, Marques suspendeu decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que cassou o mandato do deputado estadual Fernando Francischini. O parlamentar foi cassado porque divulgou informações falsas sobre as urnas eletrônicas no dia das eleições de 2018.]]>
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Em decisão liminar, Marques suspendeu decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que cassou o mandato do deputado estadual Fernando Francischini. O parlamentar foi cassado porque divulgou informações falsas sobre as urnas eletrônicas no dia das eleições de 2018.]]>
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      <pubDate>Fri, 10 Jun 2022 20:01:34 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:summary>O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, aborda no episódio desta semana a manobra dos ministros para reverter a polêmica decisão do ministro Nunes Marques.
Em decisão liminar, Marques suspendeu decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que cassou o mandato do deputado estadual Fernando Francischini. O parlamentar foi cassado porque divulgou informações falsas sobre as urnas eletrônicas no dia das eleições de 2018.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, aborda no episódio desta semana a manobra dos ministros para reverter a polêmica decisão do ministro Nunes Marques.
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      <title>Por que o Supremo virou tema da campanha eleitoral? I Sem Precedentes #99</title>
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        <![CDATA[O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, aborda no episódio desta semana os motivos que fizeram com que o Supremo virasse tema da campanha eleitoral de 2022.]]>
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      <pubDate>Fri, 24 Jun 2022 20:13:17 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:summary>O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, aborda no episódio desta semana os motivos que fizeram com que o Supremo virasse tema da campanha eleitoral de 2022.</itunes:summary>
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      <itunes:keywords>Política, Jurídico, STF</itunes:keywords>
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      <title>O que devemos esperar do STF nas eleições? I Sem Precedentes #100</title>
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        <![CDATA[O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, chega ao seu centésimo episódio nesta semana. Neste episódio, são analisadas as decisões do Supremo no semestre e o que esperar do tribunal durante as eleições de 2022. ]]>
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      <pubDate>Wed, 06 Jul 2022 21:10:59 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:subtitle>O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, chega ao seu centésimo episódio nesta semana. Neste episódio, são analisadas as decisões do Supremo no semestre e o que esperar do tribunal durante as eleições de </itunes:subtitle>
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      <title>O que esperar do TSE com Alexandre de Moraes na Presidência? | Sem Precedentes #101</title>
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        <![CDATA[O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o STF e a Constituição, volta do recesso para o seu centésimo primeiro episódio. Nele, são analisados os desafios e as expectativas do ministro Alexandre de Moraes na Presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na semana que vem, o ministro substitui Fachin no comando da Corte eleitoral, pouco antes do 1º turnos das eleições, em outubro.]]>
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      <pubDate>Fri, 12 Aug 2022 18:05:54 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>O primeiro encontro do STF com a nova Lei de Improbidade Administrativa I Sem Precedentes #102</title>
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        <![CDATA[Este episódio de Sem Precedentes, o podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, discute o primeiro contato do tribunal com a nova Lei de Improbidade Administrativa em um julgamento que ficou indefinido até os últimos votos.]]>
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      <pubDate>Fri, 19 Aug 2022 20:10:20 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>O que motivou Moraes a ordenar operação contra empresários bolsonaristas? I Sem Precedentes #103</title>
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        <![CDATA[Neste episódio, o Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, busca entender o que motivou o ministro Alexandre de Moraes ordenar busca e apreensão de celulares de empresários que apoiam Jair Bolsonaro (PL). Ainda, o que o ministro investiga ao determinar a quebra do sigilo bancário deles?]]>
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      <pubDate>Fri, 26 Aug 2022 20:25:58 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Os motivos alegados por Moraes bastam para ordenar operação contra empresários? I Sem Precedentes #104</title>
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        <![CDATA[Este episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, sai do campo da especulação sobre as motivações do ministro Alexandre de Morais a determinar uma operação contra empresários apoiadores de Jair Bolsonaro (PL).
Quando a decisão dele foi divulgada, houve contestações sobre os fundamentos do do ministro. Haveria elementos suficientes para busca e apreensão, quebra de sigilo bancário e bloqueio de contas, tanto bancárias quanto em redes sociais?]]>
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        <![CDATA[Este episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, sai do campo da especulação sobre as motivações do ministro Alexandre de Morais a determinar uma operação contra empresários apoiadores de Jair Bolsonaro (PL).
Quando a decisão dele foi divulgada, houve contestações sobre os fundamentos do do ministro. Haveria elementos suficientes para busca e apreensão, quebra de sigilo bancário e bloqueio de contas, tanto bancárias quanto em redes sociais?]]>
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      <pubDate>Fri, 02 Sep 2022 19:27:11 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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Quando a decisão dele foi divulgada, houve contestações sobre os fundamentos do do ministro. Haveria elementos suficientes para busca e apreensão, quebra de sigilo bancário e bloqueio de contas, tanto bancárias quanto em redes sociais?</itunes:summary>
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      <title>Suspender o piso da enfermagem foi uma decisão paternalista de Barroso? I Podcast Sem Precedentes #105 </title>
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        <![CDATA[Este episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, discute duas decisões liminares: a que suspendeu o piso salarial da enfermagem e a que derrubou decretos que facilitavam o acesso a armas de fogo.]]>
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      <pubDate>Fri, 09 Sep 2022 21:05:45 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Qual poderá ser o legado de Rosa Weber na presidência do STF? I Podcast Sem Precedentes #106</title>
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      <pubDate>Fri, 16 Sep 2022 20:12:45 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:summary>O episódio desta semana de Sem Precedentes, o podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, traça o que se pode esperar da presidência da ministra Rosa Weber. É imprescindível que a presidente deixe um legado? Qual poderá ser o dela?</itunes:summary>
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      <title>Como consequências falaram mais alto em decisões do STF? I Sem precedentes #107</title>
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        <![CDATA[O episódio desta semana do Sem Precedentes, podcast do JOTA em que se discute o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, mostra como as consequências falaram mais alto para os ministros em duas decisões recentes da Corte sobre temas diferentes. Na primeira decisão, o tribunal referendou a liminar que tinha sido dada pelo ministro Edson Fachin para suspender trechos de decretos da Presidência da República que flexibilizam a compra e o porte de armas. A liminar de Fachin já foi tema do Sem Precedentes, mas agora ela foi confirmada pelos demais ministros. Com votos contra de André Mendonça e Nunes Marques – o último. O tema é tratado extensivamente neste episódio. Na segunda decisão, o Supremo firmou que é dever do poder público garantir vaga nas pré-escolas para crianças de 0 a 5 anos. E por que neste caso o tribunal ficou de olho nas consequências?]]>
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      <pubDate>Fri, 23 Sep 2022 20:37:15 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>O que o TSE poderá fazer se Bolsonaro contestar o resultado das eleições? I Sem Precedentes #108</title>
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        <![CDATA[Este episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, discute as expectativas para após as eleições e o que Jair Bolsonaro (PL) poderá fazer para contestar o resultado das urnas. Os aliados dele já avisaram que ele vai contestar o resultado, independentemente de qual for. O que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fará diante de uma investida do candidato contra as urnas eletrônicas?]]>
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      <pubDate>Fri, 30 Sep 2022 18:15:29 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Como o Supremo reagirá ao recado que as urnas mandaram nestas eleições? I Sem Precedentes #109</title>
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        <![CDATA[O novo episódio de Sem Precedentes, o podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, busca entender os recados enviados pelas urnas à corte. Também discute o que a próxima formação do Senado, com um terço de novos integrantes e aumento de bolsonaristas, projeta sobre o equilíbrio entre os poderes a partir de 2023.]]>
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      <pubDate>Thu, 06 Oct 2022 17:22:45 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>A tomada do Supremo: o que Bolsonaro pretende ao aumentar número de ministros? I Sem Precedentes #110</title>
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        <![CDATA[Este episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, discute a proposta sugerida por Jair Bolsonaro (PL) de aumentar o número de ministros do tribunal.

Esse e outros planos, como reduzir a idade da aposentadoria compulsória, que é de 75 anos hoje; e mudanças no modelo de indicação de novos integrantes são sugestões antidemocráticas que, de modo algum, conseguiriam resolver problemas institucionais do STF.]]>
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      <pubDate>Fri, 14 Oct 2022 20:11:56 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>O TSE está abusando do seu poder para combater fake news? I Podcast Sem Precedentes #111</title>
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        <![CDATA[Neste episódio de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, a discussão é sobre como, a poucos dias do segundo turno, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mudou regras do jogo para impor limites controversos à publicação de conteúdo nas redes sociais e em veículos de comunicação.]]>
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      <pubDate>Fri, 21 Oct 2022 18:56:53 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>No próximo episódio: O Supremo depois das eleições</title>
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      <pubDate>Fri, 28 Oct 2022 13:59:23 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>O futuro do Supremo com a eleição de Lula e Bolsonaro fora | Podcast Sem Precedentes #112</title>
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      <pubDate>Tue, 01 Nov 2022 00:18:38 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Uma comparação entre os encontros do Supremo com Bolsonaro e Lula | Podcast Sem Precedentes #113</title>
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      <pubDate>Fri, 11 Nov 2022 20:56:38 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:summary>O episódio desta semana de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, analisa as diferenças e também as semelhanças entre as reuniões dos ministros da corte com o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), e o eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O episódio desta semana de Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, analisa as diferenças e também as semelhanças entre as reuniões dos ministros da corte com o atual presidente, Jair Bolsonaro (PL), e o el</itunes:subtitle>
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      <title>Quando ataques contra o STF como os vistos em Nova York devem cessar? | Podcast Sem Precedentes #114</title>
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        <![CDATA[<p>O episódio desta semana de <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo Tribunal Federal (<a href="http://stf/">STF</a>) e Constituição, aborda a passagem conturbada de cinco ministros por Nova York para atender ao evento Lide Brazil Conference, organizada pelo grupo empresarial da família do ex-governador de São Paulo João Doria.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O episódio desta semana de <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo Tribunal Federal (<a href="http://stf/">STF</a>) e Constituição, aborda a passagem conturbada de cinco ministros por Nova York para atender ao evento Lide Brazil Conference, organizada pelo grupo empresarial da família do ex-governador de São Paulo João Doria.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 18 Nov 2022 18:52:17 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Como Alexandre de Moraes desarmou a manobra jurídica do PL contra as urnas? | Podcast Sem Precedentes #115</title>
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        <![CDATA[<p>Nesta semana, o <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo Tribunal Federal <a href="http://www.jota.info/tudo-sobre/stf">(STF</a>) e a Constituição, trata da conta cara a ser paga pela tentativa do presidente Jair Bolsonaro (PL) de contestar o resultado das eleições.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 25 Nov 2022 20:25:39 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>A Copa do Mundo no STF: Julgamento do orçamento secreto | Podcast Sem Precedentes #116</title>
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        <![CDATA[<p>O novo episódio de <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo Tribunal Federal (<a href="http://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) e a Constituição, aborda as expectativas sobre o julgamento do orçamento secreto, que começou nesta semana e continuará na próxima.<br>Eles julgam ações que questionam a constitucionalidade das emendas do relator-geral do Orçamento, tecnicamente chamadas de RP9.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O novo episódio de <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo Tribunal Federal (<a href="http://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) e a Constituição, aborda as expectativas sobre o julgamento do orçamento secreto, que começou nesta semana e continuará na próxima.<br>Eles julgam ações que questionam a constitucionalidade das emendas do relator-geral do Orçamento, tecnicamente chamadas de RP9.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 09 Dec 2022 20:30:42 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>No próximo episódio: Julgamento sobre Orçamento Secreto</title>
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        <![CDATA[O próximo episódio do Sem Precedentes vai ao ar segunda-feira, dia 16/12 e analisará os desdobramentos do julgamento sobre o Orçamento Secreto no STF.]]>
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        <![CDATA[O próximo episódio do Sem Precedentes vai ao ar segunda-feira, dia 16/12 e analisará os desdobramentos do julgamento sobre o Orçamento Secreto no STF.]]>
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      <pubDate>Fri, 16 Dec 2022 15:07:42 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Os efeitos da decisão do STF sobre o orçamento secreto | Podcast Sem Precedentes #117</title>
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        <![CDATA[O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo Tribunal Federal (STF) e a Constituição, comenta as consequências da decisão da corte que considerou o orçamento secreto inconstitucional.

A decisão tem efeitos políticos incontroversos. Os ministros votaram de modo que esvazia o poder dos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado tinham para definir os parlamentares que seriam beneficiados pelo orçamento secreto. Além disso, o desfecho representa também uma vitória institucional e da relação entre os Poderes para a ministra Rosa Weber.]]>
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      <pubDate>Mon, 19 Dec 2022 23:59:21 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>As dúvidas jurídicas sobre como atos golpistas serão tratados pelo Supremo | Podcast Sem Precedentes #118</title>
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        <![CDATA[<p>O <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo Tribunal Federal (<a href="http://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) e a Constituição, retorna em meio ao que seriam férias para o Judiciário para comentar sobre os ataques aos prédios dos Três Poderes.</p><p>Além da destruição observada no plenário do STF, os bolsonaristas também invadiram e depredaram o gabinete da presidente do STF, ministra Rosa Weber. Os ministros caracterizaram o que se passou em Brasília no domingo (8/1) como uma tentativa de golpe de Estado e um atentado terrorista.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo Tribunal Federal (<a href="http://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) e a Constituição, retorna em meio ao que seriam férias para o Judiciário para comentar sobre os ataques aos prédios dos Três Poderes.</p><p>Além da destruição observada no plenário do STF, os bolsonaristas também invadiram e depredaram o gabinete da presidente do STF, ministra Rosa Weber. Os ministros caracterizaram o que se passou em Brasília no domingo (8/1) como uma tentativa de golpe de Estado e um atentado terrorista.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 13 Jan 2023 21:08:21 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>2023 será o ano em que o STF julgará a descriminalização do aborto? | Podcast Sem Precedentes #119</title>
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        <![CDATA[<p>Neste episódio de retorno oficial do recesso, o <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo Tribunal Federal (<a href="http://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) e a Constituição, comenta a primeira sessão da corte desde os ataques golpistas de 8 de janeiro. O podcast aborda o que vem pela frente e os julgamentos que podem mobilizar o tribunal. Um deles é a ADPF 442, que pede a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação, de relatoria da ministra Rosa Weber.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Neste episódio de retorno oficial do recesso, o <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo Tribunal Federal (<a href="http://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) e a Constituição, comenta a primeira sessão da corte desde os ataques golpistas de 8 de janeiro. O podcast aborda o que vem pela frente e os julgamentos que podem mobilizar o tribunal. Um deles é a ADPF 442, que pede a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação, de relatoria da ministra Rosa Weber.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 03 Feb 2023 15:15:43 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>STF julga competência da Justiça Militar sem olhar para a realidade | Podcast Sem Precedentes #120</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre Supremo e Constituição, discutirá o alcance da Justiça Militar para apreciar crimes cometidos por militares em operações. O julgamento foi suspenso após um destaque do ministro Ricardo Lewandowski. Mas, até o momento, havia 5 votos para manter a competência e apenas 2 contra. Os votos já proferidos estão com o pé na realidade?</p><p><a href="http://bit.ly/3Jm66rR%20">Clique aqui</a> e leia o artigo "Nem ‘carta branca’, nem ‘ditadura judicial", escrito por Felipe Recondo e Diego Werneck, na editoria de Opinião e Análise do JOTA.</p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre Supremo e Constituição, discutirá o alcance da Justiça Militar para apreciar crimes cometidos por militares em operações. O julgamento foi suspenso após um destaque do ministro Ricardo Lewandowski. Mas, até o momento, havia 5 votos para manter a competência e apenas 2 contra. Os votos já proferidos estão com o pé na realidade?</p><p><a href="http://bit.ly/3Jm66rR%20">Clique aqui</a> e leia o artigo "Nem ‘carta branca’, nem ‘ditadura judicial", escrito por Felipe Recondo e Diego Werneck, na editoria de Opinião e Análise do JOTA.</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 17 Feb 2023 20:25:07 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Os limites do STF no caso sobre abordagem policial com base na cor da pele | Sem Precedentes #121</title>
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        <![CDATA[<p>Esta semana, o Sem Precedentes também discute o julgamento sobre racismo e abordagens policiais. O STF julga um habeas corpus de uma pessoa que foi presa e alega ter sido abordada pela Polícia Militar exclusivamente porque é preta. O argumento é o de que a prova obtida na ação, com base apenas neste motivo para a abordagem policial, seria nula e o homem condenado por tráfico de drogas deveria ter a condenação anulada.</p><p>O relator do processo, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/edson-fachin">Edson Fachin</a>, votou de acordo com essa justificativa. Fachin considerou que a abordagem policial foi direcionada em razão da cor da pele dessa pessoa e, como consequência, anulou a condenação. Há, no entanto, dois votos no sentido contrário, e o julgamento deve prosseguir nos próximos dias.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 03 Mar 2023 21:43:21 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>A escolha de Lula para o STF no lugar de Lewandowski | Podcast Sem Precedentes #122</title>
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        <![CDATA[<p>Neste episódio, a indicação de um novo ministro para o STF. O ministro Ricardo Lewandowski se aposenta em maio ao completar 75 anos e será substituído por alguém indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. E neste processo já há uma lista de auto candidatos para a vaga. São pessoas que procuram a imprensa para plantarem seus nomes como possíveis candidatos à uma vaga no supremo e que visam com isso apenas ganhar notoriedade e dinheiro.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 10 Mar 2023 20:44:16 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>O jogo de erros da decisão de Lewandowski sobre estatais | Sem Precedentes #123</title>
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        <![CDATA[<p>O podcast desta semana também discute a decisão do STF que suspendeu todos julgamentos em curso contra o decreto de Lula que restringiu o acesso a armas.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 17 Mar 2023 17:50:31 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>STF e a responsabilidade das plataformas nas redes | Podcast Sem Precedentes #124</title>
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        <![CDATA[<p>O Supremo vai julgar no início do 2º semestre deste ano que as plataformas podem ser responsabilizadas pelos conteúdos que publicam nas redes sociais. Mas que riscos isso pode nos trazer? </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Supremo vai julgar no início do 2º semestre deste ano que as plataformas podem ser responsabilizadas pelos conteúdos que publicam nas redes sociais. Mas que riscos isso pode nos trazer? </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 24 Mar 2023 21:31:12 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>As perguntas sem respostas sobre as denúncias contra os golpistas de 8 de janeiro | Podcast Sem Precedentes #125</title>
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        <![CDATA[<p>Os <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/atos-antidemocraticos-nunes-marques-e-andre-mendonca-discordam-de-moraes-25042023">votos vencidos dos ministros André Mendonça e Nunes Marques</a> no julgamento contra os envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro são o tema do episódio desta semana do <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do JOTA apresentado pelo jornalista Felipe Recondo.</p><p>Esta edição vai abordar questões relevantes que foram levantadas pelos ministros e ainda estão em aberto -- até porque o julgamento ocorre em plenário virtual.</p><p>Os dois consideram que o foro para julgar essas pessoas não é o <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">Supremo Tribunal Federal (STF)</a>. E ambos rejeitaram as denúncias contra as pessoas presas no acampamento à frente do QG do Exército no dia seguinte aos ataques. Eles argumentam que não haveria indícios de que elas teriam participado dos ataques ou que estivessem associados, de forma organizada e estável, para praticar crimes.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Os <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/atos-antidemocraticos-nunes-marques-e-andre-mendonca-discordam-de-moraes-25042023">votos vencidos dos ministros André Mendonça e Nunes Marques</a> no julgamento contra os envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro são o tema do episódio desta semana do <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do JOTA apresentado pelo jornalista Felipe Recondo.</p><p>Esta edição vai abordar questões relevantes que foram levantadas pelos ministros e ainda estão em aberto -- até porque o julgamento ocorre em plenário virtual.</p><p>Os dois consideram que o foro para julgar essas pessoas não é o <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">Supremo Tribunal Federal (STF)</a>. E ambos rejeitaram as denúncias contra as pessoas presas no acampamento à frente do QG do Exército no dia seguinte aos ataques. Eles argumentam que não haveria indícios de que elas teriam participado dos ataques ou que estivessem associados, de forma organizada e estável, para praticar crimes.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 28 Apr 2023 20:16:45 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Por que Moraes relatará nova investigação contra Bolsonaro? | Podcast Sem Precedentes #126</title>
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        <![CDATA[<p>O episódio desta semana do <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição, aborda a decisão do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a> que permitiu as medidas de <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/a-decisao-de-alexandre-de-moraes-que-autorizou-a-busca-e-apreensao-contra-jair-bolsonaro-03052023">busca e apreensão contra o ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL)</a>.</p><p>A autorização ao pedido da Polícia Federal culminou na apreensão do celular do ex-chefe do Executivo e na prisão do ex-ajudante de ordens Mauro Cid no caso que envolve a possível falsificação dos dados de vacinação do ex-presidente e de sua filha, Laura Bolsonaro.</p><p>O time fixo do podcast -- que conta com o diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, Diego Werneck (Insper), Juliana Cesario Alvim (UFMG) e Thomaz Pereira (FGV Direito Rio) -- aborda se Moraes deveria mesmo ser o relator da nova investigação contra o ex-chefe do Executivo.</p><p>O podcast também discute o julgamento do indulto concedido por Bolsonaro ao ex-deputado federal Daniel Silveira. <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-forma-maioria-para-anular-indulto-de-daniel-silveira-concedido-por-bolsonaro-04052023">Maioria dos ministros votou pela inconstitucionalidade do benefício</a> e entendeu que ele não abrange efeitos secundários da pena, como a inelegibilidade decorrente de condenação penal.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 05 May 2023 20:11:10 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O episódio desta semana do <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição, aborda a decisão do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a> que permitiu as medidas de <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/a-decisao-de-alexandre-de-moraes-que-autorizou-a-busca-e-apreensao-contra-jair-bolsonaro-03052023">busca e apreensão contra o ex-presidente da República Jair Bolsonaro (PL)</a>.</p><p>A autorização ao pedido da Polícia Federal culminou na apreensão do celular do ex-chefe do Executivo e na prisão do ex-ajudante de ordens Mauro Cid no caso que envolve a possível falsificação dos dados de vacinação do ex-presidente e de sua filha, Laura Bolsonaro.</p><p>O time fixo do podcast -- que conta com o diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, Diego Werneck (Insper), Juliana Cesario Alvim (UFMG) e Thomaz Pereira (FGV Direito Rio) -- aborda se Moraes deveria mesmo ser o relator da nova investigação contra o ex-chefe do Executivo.</p><p>O podcast também discute o julgamento do indulto concedido por Bolsonaro ao ex-deputado federal Daniel Silveira. <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-forma-maioria-para-anular-indulto-de-daniel-silveira-concedido-por-bolsonaro-04052023">Maioria dos ministros votou pela inconstitucionalidade do benefício</a> e entendeu que ele não abrange efeitos secundários da pena, como a inelegibilidade decorrente de condenação penal.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
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      <title>PL das fake news já vale para o STF? | Podcast Sem Precedentes #127</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O novo episódio do <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição, traz para o debate a nova fase da disputa política em torno da regulação e responsabilização das plataformas digitais. Na próxima semana, estão na pauta do <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-marca-julgamento-sobre-marco-civil-da-internet-para-17-5-09052023">Supremo as ações que permitem o bloqueio de aplicativos de mensagem</a>, e também as que podem derrubar a imunidade prevista no Marco Civil da Internet para essas plataformas.</p><p>O STF vai se debruçar sobre o tema no momento em que o debate na Câmara dos Deputados emperrou e não há previsão de aprovação do <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/pl-das-fake-news">PL das Fake News</a> em plenário.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O novo episódio do <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição, traz para o debate a nova fase da disputa política em torno da regulação e responsabilização das plataformas digitais. Na próxima semana, estão na pauta do <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-marca-julgamento-sobre-marco-civil-da-internet-para-17-5-09052023">Supremo as ações que permitem o bloqueio de aplicativos de mensagem</a>, e também as que podem derrubar a imunidade prevista no Marco Civil da Internet para essas plataformas.</p><p>O STF vai se debruçar sobre o tema no momento em que o debate na Câmara dos Deputados emperrou e não há previsão de aprovação do <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/pl-das-fake-news">PL das Fake News</a> em plenário.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 12 May 2023 20:16:57 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O novo episódio do <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição, traz para o debate a nova fase da disputa política em torno da regulação e responsabilização das plataformas digitais. Na próxima semana, estão na pauta do <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-marca-julgamento-sobre-marco-civil-da-internet-para-17-5-09052023">Supremo as ações que permitem o bloqueio de aplicativos de mensagem</a>, e também as que podem derrubar a imunidade prevista no Marco Civil da Internet para essas plataformas.</p><p>O STF vai se debruçar sobre o tema no momento em que o debate na Câmara dos Deputados emperrou e não há previsão de aprovação do <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/pl-das-fake-news">PL das Fake News</a> em plenário.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
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      <title>Deltan Dallagnol fraudou a Lei da Ficha Limpa? | Podcast Sem Precedentes #128</title>
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        <![CDATA[<p>Afinal, o Tribunal Superior Eleitoral (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/tse">TSE</a>) inovou ou não no julgamento que resultou na <a href="https://www.jota.info/justica/tse-cassa-mandato-de-deltan-dallagnol-com-base-na-lei-da-ficha-limpa-16052023">cassação do mandato</a> do ex-procurador da República <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/deltan-dallagnol">Deltan Dallagnol</a> (Podemos-PR)? É essa pergunta que permeia o episódio desta semana do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição.</p><p>Ao justificar o voto por indeferir o registro de candidatura do ex-coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, o relator do caso, ministro Benedito Gonçalves, entendeu que houve fraude à <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/lei-da-ficha-limpa">Lei da Ficha Limpa</a>, caracterizada pelo pedido de exoneração do cargo de procurador da República enquanto haviam pendentes de análise no Conselho Nacional do Ministério Público (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/cnmp">CNMP</a>) procedimentos sobre sua atuação no Ministério Público Federal.</p><p>A legislação considera inelegível "os magistrados e os membros do Ministério Público (…) que tenham pedido exoneração ou aposentadoria voluntária na pendência de processo administrativo disciplinar". No caso específico, no entanto, não havia nenhum PAD aberto contra Deltan Dallagnol. Tramitavam contra ele 15 procedimentos de natureza diversa no CNMP, como reclamações e sindicâncias.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Afinal, o Tribunal Superior Eleitoral (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/tse">TSE</a>) inovou ou não no julgamento que resultou na <a href="https://www.jota.info/justica/tse-cassa-mandato-de-deltan-dallagnol-com-base-na-lei-da-ficha-limpa-16052023">cassação do mandato</a> do ex-procurador da República <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/deltan-dallagnol">Deltan Dallagnol</a> (Podemos-PR)? É essa pergunta que permeia o episódio desta semana do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição.</p><p>Ao justificar o voto por indeferir o registro de candidatura do ex-coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, o relator do caso, ministro Benedito Gonçalves, entendeu que houve fraude à <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/lei-da-ficha-limpa">Lei da Ficha Limpa</a>, caracterizada pelo pedido de exoneração do cargo de procurador da República enquanto haviam pendentes de análise no Conselho Nacional do Ministério Público (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/cnmp">CNMP</a>) procedimentos sobre sua atuação no Ministério Público Federal.</p><p>A legislação considera inelegível "os magistrados e os membros do Ministério Público (…) que tenham pedido exoneração ou aposentadoria voluntária na pendência de processo administrativo disciplinar". No caso específico, no entanto, não havia nenhum PAD aberto contra Deltan Dallagnol. Tramitavam contra ele 15 procedimentos de natureza diversa no CNMP, como reclamações e sindicâncias.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 19 May 2023 19:02:14 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>Afinal, o Tribunal Superior Eleitoral (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/tse">TSE</a>) inovou ou não no julgamento que resultou na <a href="https://www.jota.info/justica/tse-cassa-mandato-de-deltan-dallagnol-com-base-na-lei-da-ficha-limpa-16052023">cassação do mandato</a> do ex-procurador da República <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/deltan-dallagnol">Deltan Dallagnol</a> (Podemos-PR)? É essa pergunta que permeia o episódio desta semana do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição.</p><p>Ao justificar o voto por indeferir o registro de candidatura do ex-coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, o relator do caso, ministro Benedito Gonçalves, entendeu que houve fraude à <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/lei-da-ficha-limpa">Lei da Ficha Limpa</a>, caracterizada pelo pedido de exoneração do cargo de procurador da República enquanto haviam pendentes de análise no Conselho Nacional do Ministério Público (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/cnmp">CNMP</a>) procedimentos sobre sua atuação no Ministério Público Federal.</p><p>A legislação considera inelegível "os magistrados e os membros do Ministério Público (…) que tenham pedido exoneração ou aposentadoria voluntária na pendência de processo administrativo disciplinar". No caso específico, no entanto, não havia nenhum PAD aberto contra Deltan Dallagnol. Tramitavam contra ele 15 procedimentos de natureza diversa no CNMP, como reclamações e sindicâncias.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>O pragmatismo do STF nas ações penais, um novo capítulo | Podcast Sem Precedentes #129</title>
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        <![CDATA[<p>O <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-condena-collor-por-crimes-de-corrupcao-passiva-e-lavagem-25052023">julgamento do caso Collor</a> pelo plenário do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) trouxe uma nova abordagem sobre o método de cálculo na <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/dosimetria">dosimetria</a> da pena. E é o pragmatismo em torno deste ponto que o <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição, aborda em seu novo episódio.</p><p>Ficou decidido que ministros que votaram para absolver o condenado, também participam da discussão da dosimetria da pena.</p><p>Na sessão de quinta-feira (25/5), o ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/dias-toffoli">Dias Toffoli</a> admitiu que, no julgamento do <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/mensalao">Mensalão</a>, votou pela condenação do ex-presidente do PT José Genoíno com o objetivo de usar a dosimetria para baixar a pena.</p><p>"Acabei por optar de votar pela condenação, mas a pena que propus foi de dois anos e oito meses de prisão, o que a tornava prescrita", revelou. " Quanto à multa, eu votei pela punição financeira reduzida, porque, evidentemente, jamais José Genuíno teve alguma vantagem com aquele chamado esquema de corrupção da ação penal 470", completou.</p><p>O ministro enfatizou que o voto para condenar foi para poder influenciar o resultado, "já que me retiraram o direito de absolver". Para ele, o Supremo tem a oportunidade de "corrigir uma injustiça, e pessoas sofreram por injustiça que cometemos no passado".</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-condena-collor-por-crimes-de-corrupcao-passiva-e-lavagem-25052023">julgamento do caso Collor</a> pelo plenário do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) trouxe uma nova abordagem sobre o método de cálculo na <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/dosimetria">dosimetria</a> da pena. E é o pragmatismo em torno deste ponto que o <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição, aborda em seu novo episódio.</p><p>Ficou decidido que ministros que votaram para absolver o condenado, também participam da discussão da dosimetria da pena.</p><p>Na sessão de quinta-feira (25/5), o ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/dias-toffoli">Dias Toffoli</a> admitiu que, no julgamento do <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/mensalao">Mensalão</a>, votou pela condenação do ex-presidente do PT José Genoíno com o objetivo de usar a dosimetria para baixar a pena.</p><p>"Acabei por optar de votar pela condenação, mas a pena que propus foi de dois anos e oito meses de prisão, o que a tornava prescrita", revelou. " Quanto à multa, eu votei pela punição financeira reduzida, porque, evidentemente, jamais José Genuíno teve alguma vantagem com aquele chamado esquema de corrupção da ação penal 470", completou.</p><p>O ministro enfatizou que o voto para condenar foi para poder influenciar o resultado, "já que me retiraram o direito de absolver". Para ele, o Supremo tem a oportunidade de "corrigir uma injustiça, e pessoas sofreram por injustiça que cometemos no passado".</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 26 May 2023 19:27:54 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Cristiano Zanin é uma boa indicação ao STF? | Podcast Sem Precedentes #130</title>
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        <![CDATA[<p>Nesta semana, o presidente Luiz Inácio <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/lula">Lula</a> da Silva (PT) confirmou o que já era esperado desde que foi eleito: indicou seu <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/quem-e-cristiano-zanin-o-indicado-de-lula-para-o-stf-01062023">advogado Cristiano Zanin</a> para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) com a aposentadoria de <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/ricardo-lewandowski">Ricardo Lewandowski</a>. Mas afinal, foi uma escolha acertada? O debate em cima dessa pergunta é feito com profundidade no novo episódio do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição.</p><p>O podcast detalha ainda a atuação de Zanin, sua relação com Lula e <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/o-que-levou-lula-a-escolher-cristiano-zanin-para-ser-ministro-do-stf-01062023">os motivos que levaram o presidente a fazer a escolha</a>. Quando estava preso em Curitiba, Lula fez um desabafo a Zanin sobre as decisões dos ministros do Supremo. Disse que os magistrados se deixavam guiar pela pressão da opinião pública ou pela fotografia da política.</p><p>Se eleito, a intenção de Lula era indicar um ministro que, na sua visão, fosse essencialmente legalista, em quem pudesse confiar que, a despeito das pressões, aplicaria a lei.</p><p>O debate sobre a escolha do presidente é conduzido pelo diretor de conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo e conta com participação do time fixo do Sem Precedentes, composto por: Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Nesta semana, o presidente Luiz Inácio <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/lula">Lula</a> da Silva (PT) confirmou o que já era esperado desde que foi eleito: indicou seu <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/quem-e-cristiano-zanin-o-indicado-de-lula-para-o-stf-01062023">advogado Cristiano Zanin</a> para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) com a aposentadoria de <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/ricardo-lewandowski">Ricardo Lewandowski</a>. Mas afinal, foi uma escolha acertada? O debate em cima dessa pergunta é feito com profundidade no novo episódio do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição.</p><p>O podcast detalha ainda a atuação de Zanin, sua relação com Lula e <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/o-que-levou-lula-a-escolher-cristiano-zanin-para-ser-ministro-do-stf-01062023">os motivos que levaram o presidente a fazer a escolha</a>. Quando estava preso em Curitiba, Lula fez um desabafo a Zanin sobre as decisões dos ministros do Supremo. Disse que os magistrados se deixavam guiar pela pressão da opinião pública ou pela fotografia da política.</p><p>Se eleito, a intenção de Lula era indicar um ministro que, na sua visão, fosse essencialmente legalista, em quem pudesse confiar que, a despeito das pressões, aplicaria a lei.</p><p>O debate sobre a escolha do presidente é conduzido pelo diretor de conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo e conta com participação do time fixo do Sem Precedentes, composto por: Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 02 Jun 2023 20:50:22 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>Nesta semana, o presidente Luiz Inácio <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/lula">Lula</a> da Silva (PT) confirmou o que já era esperado desde que foi eleito: indicou seu <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/quem-e-cristiano-zanin-o-indicado-de-lula-para-o-stf-01062023">advogado Cristiano Zanin</a> para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) com a aposentadoria de <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/ricardo-lewandowski">Ricardo Lewandowski</a>. Mas afinal, foi uma escolha acertada? O debate em cima dessa pergunta é feito com profundidade no novo episódio do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição.</p><p>O podcast detalha ainda a atuação de Zanin, sua relação com Lula e <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/o-que-levou-lula-a-escolher-cristiano-zanin-para-ser-ministro-do-stf-01062023">os motivos que levaram o presidente a fazer a escolha</a>. Quando estava preso em Curitiba, Lula fez um desabafo a Zanin sobre as decisões dos ministros do Supremo. Disse que os magistrados se deixavam guiar pela pressão da opinião pública ou pela fotografia da política.</p><p>Se eleito, a intenção de Lula era indicar um ministro que, na sua visão, fosse essencialmente legalista, em quem pudesse confiar que, a despeito das pressões, aplicaria a lei.</p><p>O debate sobre a escolha do presidente é conduzido pelo diretor de conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo e conta com participação do time fixo do Sem Precedentes, composto por: Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>O que esperar da sabatina de Zanin? | Podcast Sem Precedentes #131</title>
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        <![CDATA[<p>Indicado para o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/lstf">STF</a>), o advogado<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/cristiano-zanin"> Cristiano Zanin</a> será sabatinado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado na próxima-quarta-feira (21/6). A expectativa em torno da sabatina é o tema que abordado nesta semana no Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição.</p><p>A ideia é que na sabatina os senadores façam perguntas para conhecer melhor o possível posicionamento de Zanin dentro do Supremo em relação a temas sensíveis aos congressistas. Entre essas questões que o novo episódio do podcast discute estão pautas que já foram julgadas no STF, mas que determinaram a visão da Corte, como<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/quem-e-cristiano-zanin-o-indicado-de-lula-para-o-stf-01062023"> cotas raciais, aborto de fetos anencefálicos e união homoafetiva</a>. No futuro, Zanin pode não estar ao lado daqueles que defenderão a descriminalização do aborto pela via judicial.</p><p>Os senadores também devem questionar o advogado sobre a <a href="https://www.jota.info/executivo/lula-sobre-indicacao-de-zanin-ao-stf-se-transformara-num-grande-ministro-01062023">relação pessoal com o presidente Lula</a> e como ela afetaria o posicionamento dele no Supremo, afinal Zanin foi o advogado que representou o petista nas ações da Operação Lava Jato. Além disso, ao fazer a indicação para o Supremo, Lula ressaltou que são amigos. Há senadores que o acusam de não observar o princípio da impessoalidade.O debate sobre a sabatina é conduzido pelo diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo e conta com participação do time fixo do Sem Precedentes, composto por: Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Indicado para o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/lstf">STF</a>), o advogado<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/cristiano-zanin"> Cristiano Zanin</a> será sabatinado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado na próxima-quarta-feira (21/6). A expectativa em torno da sabatina é o tema que abordado nesta semana no Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição.</p><p>A ideia é que na sabatina os senadores façam perguntas para conhecer melhor o possível posicionamento de Zanin dentro do Supremo em relação a temas sensíveis aos congressistas. Entre essas questões que o novo episódio do podcast discute estão pautas que já foram julgadas no STF, mas que determinaram a visão da Corte, como<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/quem-e-cristiano-zanin-o-indicado-de-lula-para-o-stf-01062023"> cotas raciais, aborto de fetos anencefálicos e união homoafetiva</a>. No futuro, Zanin pode não estar ao lado daqueles que defenderão a descriminalização do aborto pela via judicial.</p><p>Os senadores também devem questionar o advogado sobre a <a href="https://www.jota.info/executivo/lula-sobre-indicacao-de-zanin-ao-stf-se-transformara-num-grande-ministro-01062023">relação pessoal com o presidente Lula</a> e como ela afetaria o posicionamento dele no Supremo, afinal Zanin foi o advogado que representou o petista nas ações da Operação Lava Jato. Além disso, ao fazer a indicação para o Supremo, Lula ressaltou que são amigos. Há senadores que o acusam de não observar o princípio da impessoalidade.O debate sobre a sabatina é conduzido pelo diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo e conta com participação do time fixo do Sem Precedentes, composto por: Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 16 Jun 2023 20:08:44 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Os limites da sabatina para o STF: o exemplo Zanin | Podcast Sem Precedentes #132</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O advogado Cristiano Zanin foi aprovado para Supremo Tribunal Federal (STF) com facilidade pelo Senado Federal. Antes de passar pelo crivo dos senadores em plenário, Zanin foi questionado por cerca de oito horas por senadores na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Casa. Esse processo, que foi rápido, tranquilo e burocrático, é o tema abordado no Sem Precedentes desta semana.</p><p>O novo episódio do podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição destaca que a sabatina de Zanin trouxe uma novidade: a indolência dos senadores. Tal fato mostrou que Zanin havia agradado à classe política e havia demonstrado, em encontros reservados, estar afinado com a mediana da classe política. </p><p>O alinhamento fez com que a sabatina fosse repleta de perguntas pouco consistentes, sem apresentar obstáculos ao indicado do presidente Lula à vaga.</p><p>O debate sobre a sabatina conta ainda com participação do time fixo do Sem Precedentes, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo. Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, não participa deste episódio.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O advogado Cristiano Zanin foi aprovado para Supremo Tribunal Federal (STF) com facilidade pelo Senado Federal. Antes de passar pelo crivo dos senadores em plenário, Zanin foi questionado por cerca de oito horas por senadores na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Casa. Esse processo, que foi rápido, tranquilo e burocrático, é o tema abordado no Sem Precedentes desta semana.</p><p>O novo episódio do podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição destaca que a sabatina de Zanin trouxe uma novidade: a indolência dos senadores. Tal fato mostrou que Zanin havia agradado à classe política e havia demonstrado, em encontros reservados, estar afinado com a mediana da classe política. </p><p>O alinhamento fez com que a sabatina fosse repleta de perguntas pouco consistentes, sem apresentar obstáculos ao indicado do presidente Lula à vaga.</p><p>O debate sobre a sabatina conta ainda com participação do time fixo do Sem Precedentes, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo. Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, não participa deste episódio.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 23 Jun 2023 19:25:05 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>O segundo semestre no STF: pautas que dividem a sociedade | Podcast Sem Precedentes #133</title>
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        <![CDATA[<p>O novo episódio do <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e Constituição, aborda neste retorno do recesso os temas que deverão entrar na pauta da Corte neste segundo semestre. A expectativa é a de que a presidente da Corte, ministra <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/rosa-weber">Rosa Weber</a>, que tem aposentadoria prevista para o fim de setembro, queira deixar sua marca antes de sair e, com isso, leve a julgamento matérias com forte cunho de direitos fundamentais e que também divide a sociedade, em termos ideológicos.</p><p>Exemplo disso é o julgamento da <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/descriminalizacao-das-drogas">descriminalização do porte de drogas</a> para consumo pessoal, que <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-ao-vivo-julgamento-da-descriminalizacao-do-porte-de-drogas-sessao-de-2-8-2023-02082023">retornou à pauta</a> após oito anos por desejo pessoal da magistrada de votar antes de deixar a Corte. Ao pedir um prazo para revisar seu voto, o relator do recurso, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/gilmar-mendes">Gilmar Mendes</a>, ressaltou que devolveria o caso em poucas semanas por saber do interesse da ministra em proferir seu voto.</p><p>O podcast faz ainda uma análise sobre a competência do Supremo em julgar o tema. Entre os que argumentam que a prerrogativa para esse tipo de definição é do Poder Legislativo está o presidente do Senado, Rodrigo Pacho (PSD-MG). Para ele, ao estabelecer critérios, a Corte invade a competência do Congresso Nacional.</p><p>Além do julgamento sobre a descriminalização do porte de drogas para consumo próprio, a ministra Rosa Weber deve também pautar até outubro o processo em que é discutido o fim do crime de aborto.</p><p>O Sem Precedentes é conduzido pelo diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo e conta com participação do time fixo do Sem Precedentes, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, não participa deste episódio.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O novo episódio do <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e Constituição, aborda neste retorno do recesso os temas que deverão entrar na pauta da Corte neste segundo semestre. A expectativa é a de que a presidente da Corte, ministra <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/rosa-weber">Rosa Weber</a>, que tem aposentadoria prevista para o fim de setembro, queira deixar sua marca antes de sair e, com isso, leve a julgamento matérias com forte cunho de direitos fundamentais e que também divide a sociedade, em termos ideológicos.</p><p>Exemplo disso é o julgamento da <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/descriminalizacao-das-drogas">descriminalização do porte de drogas</a> para consumo pessoal, que <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-ao-vivo-julgamento-da-descriminalizacao-do-porte-de-drogas-sessao-de-2-8-2023-02082023">retornou à pauta</a> após oito anos por desejo pessoal da magistrada de votar antes de deixar a Corte. Ao pedir um prazo para revisar seu voto, o relator do recurso, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/gilmar-mendes">Gilmar Mendes</a>, ressaltou que devolveria o caso em poucas semanas por saber do interesse da ministra em proferir seu voto.</p><p>O podcast faz ainda uma análise sobre a competência do Supremo em julgar o tema. Entre os que argumentam que a prerrogativa para esse tipo de definição é do Poder Legislativo está o presidente do Senado, Rodrigo Pacho (PSD-MG). Para ele, ao estabelecer critérios, a Corte invade a competência do Congresso Nacional.</p><p>Além do julgamento sobre a descriminalização do porte de drogas para consumo próprio, a ministra Rosa Weber deve também pautar até outubro o processo em que é discutido o fim do crime de aborto.</p><p>O Sem Precedentes é conduzido pelo diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo e conta com participação do time fixo do Sem Precedentes, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, não participa deste episódio.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 04 Aug 2023 20:57:45 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Juiz de garantias: um falso consenso e a demora do STF | Podcast Sem Precedentes #134</title>
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        <![CDATA[<p>Embora os ministros do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) tentem minimizar, é nítido que há uma divergência em torno do julgamento do <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/juiz-de-garantias">juiz de garantias</a> e é sobre essa questão que o Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA </strong>sobre o STF e a Constituição, se debruça esta semana.<br>O episódio aborda como os ministros, especialmente <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/dias-toffoli">Dias Toffoli</a> e <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luiz-fux">Luiz Fux</a>, tentaram mostrar que estava sendo construindo um consenso em torno do tema. No entanto, o ponto de conflito entre os integrantes da Corte é fundamental para a implantação da figura do juiz de garantias, pois ela passa sobre a ótica de aceitar a sua existência ou não. O podcast, então, traz para o debate a pergunta sobre de quem seria a responsabilidade por redigir o acórdão do julgamento.</p><p>A equipe do Sem Precedentes também trata da demora em torno do caso. A ação que contesta a criação do juiz de garantias está no Supremo há quase quatro anos e, além disso, segundo a proposta de Toffoli, após o julgamento, será concedido o prazo de um ano, prorrogável por mais outro, para ser implementado.</p><p>Para concluir, o episódio fala sobre o favoritismo do atual vice-procurador eleitoral Paulo Gonet para suceder Augusto Aras na Procuradoria-Geral da República, sobre a l<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/gilmar-mendes-suspende-investigacao-contra-arthur-lira-em-alagoas-06072023">iminar concedida por Gilmar Mendes</a> que beneficiou o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), no caso dos kits de robótica, e sobre a eleição de Luís Roberto Barroso <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-formaliza-que-luis-roberto-barroso-sera-o-proximo-presidente-da-corte-09082023">para presidir o STF</a>.</p><p>O Sem Precedentes é conduzido pelo diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta com participação do time fixo composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Embora os ministros do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) tentem minimizar, é nítido que há uma divergência em torno do julgamento do <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/juiz-de-garantias">juiz de garantias</a> e é sobre essa questão que o Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA </strong>sobre o STF e a Constituição, se debruça esta semana.<br>O episódio aborda como os ministros, especialmente <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/dias-toffoli">Dias Toffoli</a> e <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luiz-fux">Luiz Fux</a>, tentaram mostrar que estava sendo construindo um consenso em torno do tema. No entanto, o ponto de conflito entre os integrantes da Corte é fundamental para a implantação da figura do juiz de garantias, pois ela passa sobre a ótica de aceitar a sua existência ou não. O podcast, então, traz para o debate a pergunta sobre de quem seria a responsabilidade por redigir o acórdão do julgamento.</p><p>A equipe do Sem Precedentes também trata da demora em torno do caso. A ação que contesta a criação do juiz de garantias está no Supremo há quase quatro anos e, além disso, segundo a proposta de Toffoli, após o julgamento, será concedido o prazo de um ano, prorrogável por mais outro, para ser implementado.</p><p>Para concluir, o episódio fala sobre o favoritismo do atual vice-procurador eleitoral Paulo Gonet para suceder Augusto Aras na Procuradoria-Geral da República, sobre a l<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/gilmar-mendes-suspende-investigacao-contra-arthur-lira-em-alagoas-06072023">iminar concedida por Gilmar Mendes</a> que beneficiou o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), no caso dos kits de robótica, e sobre a eleição de Luís Roberto Barroso <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-formaliza-que-luis-roberto-barroso-sera-o-proximo-presidente-da-corte-09082023">para presidir o STF</a>.</p><p>O Sem Precedentes é conduzido pelo diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta com participação do time fixo composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 11 Aug 2023 19:08:29 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>Embora os ministros do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) tentem minimizar, é nítido que há uma divergência em torno do julgamento do <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/juiz-de-garantias">juiz de garantias</a> e é sobre essa questão que o Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA </strong>sobre o STF e a Constituição, se debruça esta semana.<br>O episódio aborda como os ministros, especialmente <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/dias-toffoli">Dias Toffoli</a> e <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luiz-fux">Luiz Fux</a>, tentaram mostrar que estava sendo construindo um consenso em torno do tema. No entanto, o ponto de conflito entre os integrantes da Corte é fundamental para a implantação da figura do juiz de garantias, pois ela passa sobre a ótica de aceitar a sua existência ou não. O podcast, então, traz para o debate a pergunta sobre de quem seria a responsabilidade por redigir o acórdão do julgamento.</p><p>A equipe do Sem Precedentes também trata da demora em torno do caso. A ação que contesta a criação do juiz de garantias está no Supremo há quase quatro anos e, além disso, segundo a proposta de Toffoli, após o julgamento, será concedido o prazo de um ano, prorrogável por mais outro, para ser implementado.</p><p>Para concluir, o episódio fala sobre o favoritismo do atual vice-procurador eleitoral Paulo Gonet para suceder Augusto Aras na Procuradoria-Geral da República, sobre a l<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/gilmar-mendes-suspende-investigacao-contra-arthur-lira-em-alagoas-06072023">iminar concedida por Gilmar Mendes</a> que beneficiou o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), no caso dos kits de robótica, e sobre a eleição de Luís Roberto Barroso <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-formaliza-que-luis-roberto-barroso-sera-o-proximo-presidente-da-corte-09082023">para presidir o STF</a>.</p><p>O Sem Precedentes é conduzido pelo diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta com participação do time fixo composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p>]]>
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      <title>Qual é o futuro da investigação contra Bolsonaro no STF? | Podcast Sem Precedentes #135</title>
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        <![CDATA[<p>A situação jurídica do ex-presidente <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/jair-bolsonaro">Jair Bolsonaro</a> se complicou na última semana. Ele pode, de uma só vez, ser responsabilizado pela <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/a-decisao-de-alexandre-de-moraes-que-autorizou-a-busca-e-apreensao-contra-jair-bolsonaro-03052023">falsificação do seu cartão de vacinação</a>, pela <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/alexandre-de-moraes-quebra-de-sigilo-bancario-e-fiscal-de-jair-bolsonaro-e-michelle-18082023">venda de presentes</a> que o Estado brasileiro recebeu de governos estrangeiros e também pelos <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/atos-antidemocraticos">atos golpistas de 8 de janeiro</a> e ataques ao sistema eleitoral brasileiro. Esse cerco ao ex-presidente é o tema de debate do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição.</p><p>O novo episódio aborda ainda o <a href="https://www.jota.info/legislativo/bolsonaro-disse-ter-grampo-contra-moraes-e-queria-que-eu-o-assumisse-diz-hacker-17082023">depoimento do hacker Walter Delgatti Neto</a> à CPMI do 8 de janeiro. Aos parlamentares, na quinta-feira (17/8), Delgatti afirmou que Bolsonaro lhe prometeu um indulto, caso fosse punido pela tentativa de violar as urnas eletrônicas. O hacker também disse que o ex-presidente pediu para que ele assumisse a autoria de "grampos" supostamente realizados contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).</p><p>A quinta-feira foi marcante para Bolsonaro. No mesmo dia, o criminalista Cezar Bittencourt, que defende o tenente-coronel e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro Mauro Cid, afirmou que seu cliente vai confessar e atribuirá a Bolsonaro a responsabilidade pela venda ilegal das joias e de relógios recebidos pelo governo brasileiro como presidente de países estrangeiros. Nesta sexta-feira (18/8), Bittencourt recuou e disse à Globonews não ser verdade que "Mauro Cid vai dedurar Bolsonaro".</p><p>Conduzido pelo diretor de conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, o episódio destaca que Cid é peça-chave na investigação contra o ex-presidente. Ele entrou na mira da Polícia Federal após operação que revelou suspeita de fraude nos cartões de vacina de Bolsonaro e sua filha Laura, de 12 anos. Essa falsificação ocorreu no fim de dezembro, poucos dias antes de o ex-presidente viajar, e teve como objetivo burlar a regra de vacinação para garantir a entrada de Bolsonaro e família nos Estados Unidos.</p><p>O debate conta ainda com participação do time fixo do Sem Precedentes, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo. Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, não participa deste episódio.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A situação jurídica do ex-presidente <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/jair-bolsonaro">Jair Bolsonaro</a> se complicou na última semana. Ele pode, de uma só vez, ser responsabilizado pela <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/a-decisao-de-alexandre-de-moraes-que-autorizou-a-busca-e-apreensao-contra-jair-bolsonaro-03052023">falsificação do seu cartão de vacinação</a>, pela <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/alexandre-de-moraes-quebra-de-sigilo-bancario-e-fiscal-de-jair-bolsonaro-e-michelle-18082023">venda de presentes</a> que o Estado brasileiro recebeu de governos estrangeiros e também pelos <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/atos-antidemocraticos">atos golpistas de 8 de janeiro</a> e ataques ao sistema eleitoral brasileiro. Esse cerco ao ex-presidente é o tema de debate do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição.</p><p>O novo episódio aborda ainda o <a href="https://www.jota.info/legislativo/bolsonaro-disse-ter-grampo-contra-moraes-e-queria-que-eu-o-assumisse-diz-hacker-17082023">depoimento do hacker Walter Delgatti Neto</a> à CPMI do 8 de janeiro. Aos parlamentares, na quinta-feira (17/8), Delgatti afirmou que Bolsonaro lhe prometeu um indulto, caso fosse punido pela tentativa de violar as urnas eletrônicas. O hacker também disse que o ex-presidente pediu para que ele assumisse a autoria de "grampos" supostamente realizados contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).</p><p>A quinta-feira foi marcante para Bolsonaro. No mesmo dia, o criminalista Cezar Bittencourt, que defende o tenente-coronel e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro Mauro Cid, afirmou que seu cliente vai confessar e atribuirá a Bolsonaro a responsabilidade pela venda ilegal das joias e de relógios recebidos pelo governo brasileiro como presidente de países estrangeiros. Nesta sexta-feira (18/8), Bittencourt recuou e disse à Globonews não ser verdade que "Mauro Cid vai dedurar Bolsonaro".</p><p>Conduzido pelo diretor de conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, o episódio destaca que Cid é peça-chave na investigação contra o ex-presidente. Ele entrou na mira da Polícia Federal após operação que revelou suspeita de fraude nos cartões de vacina de Bolsonaro e sua filha Laura, de 12 anos. Essa falsificação ocorreu no fim de dezembro, poucos dias antes de o ex-presidente viajar, e teve como objetivo burlar a regra de vacinação para garantir a entrada de Bolsonaro e família nos Estados Unidos.</p><p>O debate conta ainda com participação do time fixo do Sem Precedentes, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo. Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, não participa deste episódio.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 18 Aug 2023 21:03:09 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Quando o STF erra e quando acerta: um livro traz a resposta | Podcast Sem Precedentes #136</title>
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        <![CDATA[<p>O novo episódio do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">Supremo</a> e a Constituição, traz uma entrevista com o professor de Direito Constitucional do Insper Diego Werneck, que está lançando um novo livro: "O Supremo: Entre o Direito e a Política". A obra detalha o funcionamento do Tribunal, explica sua importância e aponta fragilidades da instituição e de seus ministros.</p><p>Conduzida pelo diretor de conteúdo do <strong>JOTA</strong> e apresentador do podcast, Felipe Recondo, a entrevista aborda temas que cercam o funcionamento do Supremo Tribunal Federal, seu papel na sociedade e os posicionamentos e imagem dos ministros que compõem o pleno da instituição.</p><p>O papel do STF e a atuação de seus ministros têm sido pauta recorrente entre os brasileiros. A Corte esteve no centro das eleições no ano passado, tanto como alvo de ataques, tanto em relação a suas decisões - especialmente as do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a>, que preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</p><p>A maneira como a sociedade constrói a imagem da Corte e a função efetiva dos ministros é um dos destaques da entrevista. Werneck também fala sobre procedimentos e justificativas que acompanham os passos dos ministros do Supremo e analisa as disfunções e futuro da Corte com a nova composição após aposentadoria da ministra Rosa Weber.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 25 Aug 2023 16:30:55 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Já é possível julgar Cristiano Zanin? | Podcast Sem Precedentes #137</title>
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        <![CDATA[<p>O primeiro mês de <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/cristiano-zanin">Cristiano Zanin</a> no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) surpreendeu àqueles que esperavam que, por ser indicação do presidente <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/lula">Lula</a>, o ministro teria posicionamentos mais à esquerda. Até o próprio Partido dos Trabalhadores expressou desconforto com as decisões mais conservadoras de Zanin. Mas será que esse comportamento já não era esperado? Existe surpresa? É justo esperar um posicionamento ideológico dele em favor da esquerda?</p><p>É em torno dessas perguntas o debate do Sem Precedentes desta semana. O novo episódio do podcast do <strong>JOTA </strong>que discute o Supremo e a Constituição relembra as premissas que fizeram o presidente Lula indicar seu ex-advogado para a cadeira no Supremo. Lula buscava uma <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/analise/apos-zanin-favorito-de-lula-para-o-stf-e-o-agu-jorge-messias-29082023">pessoa em quem pudesse confiar</a>, diferentemente do que fez em suas outras indicações nos seus dois primeiros mandatos.</p><p>Antes mesmo de ser sabatinado no Senado, Zanin já era tido como um advogado conservador com <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/quem-e-cristiano-zanin-o-indicado-de-lula-para-o-stf-01062023">pouca aderência às pautas da esquerda</a>. Em junho deste ano, o <strong>JOTA</strong> destacou que Zanin teria votado contra a descriminalização da homofobia, por exemplo, e ressaltou ainda que o alinhamento em relação à agenda da esquerda também não foi determinante em outras ocasiões para o presidente Lula.</p><p>Nesse primeiro mês, Zanin surpreendeu militantes ao votar contra a equiparação de ofensas à população LGBT à injúria racial e<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/zanin-vota-contra-descriminalizacao-do-porte-de-drogas-para-consumo-pessoal-24082023"> contra a descriminalização do porte da maconha</a> para consumo pessoal. Ele também não reconheceu a insignificância em furtos de itens de até R$ 100. O ministro, no entanto, votou contra o marco temporal das terras indígenas.</p><p>Conduzido pelo diretor de conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, o debate conta com participação do time fixo do Sem Precedentes, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O primeiro mês de <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/cristiano-zanin">Cristiano Zanin</a> no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) surpreendeu àqueles que esperavam que, por ser indicação do presidente <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/lula">Lula</a>, o ministro teria posicionamentos mais à esquerda. Até o próprio Partido dos Trabalhadores expressou desconforto com as decisões mais conservadoras de Zanin. Mas será que esse comportamento já não era esperado? Existe surpresa? É justo esperar um posicionamento ideológico dele em favor da esquerda?</p><p>É em torno dessas perguntas o debate do Sem Precedentes desta semana. O novo episódio do podcast do <strong>JOTA </strong>que discute o Supremo e a Constituição relembra as premissas que fizeram o presidente Lula indicar seu ex-advogado para a cadeira no Supremo. Lula buscava uma <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/analise/apos-zanin-favorito-de-lula-para-o-stf-e-o-agu-jorge-messias-29082023">pessoa em quem pudesse confiar</a>, diferentemente do que fez em suas outras indicações nos seus dois primeiros mandatos.</p><p>Antes mesmo de ser sabatinado no Senado, Zanin já era tido como um advogado conservador com <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/quem-e-cristiano-zanin-o-indicado-de-lula-para-o-stf-01062023">pouca aderência às pautas da esquerda</a>. Em junho deste ano, o <strong>JOTA</strong> destacou que Zanin teria votado contra a descriminalização da homofobia, por exemplo, e ressaltou ainda que o alinhamento em relação à agenda da esquerda também não foi determinante em outras ocasiões para o presidente Lula.</p><p>Nesse primeiro mês, Zanin surpreendeu militantes ao votar contra a equiparação de ofensas à população LGBT à injúria racial e<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/zanin-vota-contra-descriminalizacao-do-porte-de-drogas-para-consumo-pessoal-24082023"> contra a descriminalização do porte da maconha</a> para consumo pessoal. Ele também não reconheceu a insignificância em furtos de itens de até R$ 100. O ministro, no entanto, votou contra o marco temporal das terras indígenas.</p><p>Conduzido pelo diretor de conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, o debate conta com participação do time fixo do Sem Precedentes, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 05 Sep 2023 14:57:48 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>8 de janeiro: a história contada pelo STF | Podcast Sem Precedentes #138</title>
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        <![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">STF</a>) iniciou na quarta-feira (13/9) o julgamento dos primeiros réus dos atos golpistas de 8 de janeiro, quando um grupo com mais de mil pessoas<a href="https://www.jota.info/justica/golpistas-invadem-congresso-planalto-e-stf-08012023"> invadiu as sedes dos Três Poderes</a>, em Brasília. O ato buscava a deposição do presidente Luís Inácio Lula da Silva, que havia tomado posse uma semana antes, e pedia intervenção militar. Os danos causado pelo vandalismo no Congresso Nacional, Palácio do Planalto e no STF superam R$ 20 milhões, de acordo com relatório do Iphan.</p><p>O primeiro réu julgado, o ex-funcionário da Sabesp, Aécio Lúcio Costa Pereira foi <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-condena-participante-dos-atos-de-8-1-a-17-anos-de-prisao-14092023">condenado a 17 anos de prisão</a>, com início em regime fechado. A maioria dos ministros seguiu o <a href="https://www.jota.info/stf/moraes-vota-pela-condenacao-de-participante-dos-atos-antidemocraticos-13092023">voto do relator</a>, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a>. As sessões de quarta e quinta-feira que deram abertura ao julgamento do 8 de janeiro revisitam a história do ataque. E essa versão apresentada pela Corte é o tema abordado pelo Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição.</p><p>O episódio desta semana aborda ainda as derrapadas da defesa dos acusados pela invasão aos Três Poderes, os votos dos ministros e as divergências apresentadas entre eles. Uma das cenas que chamaram atenção no julgamento foi o momento em que o advogado Hery Kattwinkel, que atua na defesa de Thiago de Assis Mathar, se enganou e disse: "Diz 'O Pequeno Príncipe', os fins justificam os meios". A citação é de Maquiavel, no livro "O Príncipe".</p><p>Kattwinkel, assim como o advogado Sebastião Coelho da Silva, que defende Aécio Lúcio Costa Pereira, usaram a tribuna para criticar os ministros da Corte. Pereira, por exemplo, disse que os ministros do Supremo são as pessoas mais odiadas do país.</p><p>Além dessas cenas, os momentos de tensão protagonizados pelos ministros também são debatidos no podcast. Os ministros <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a> e <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/andre-mendonca">André Mendonça</a> <a href="https://www.jota.info/stf/e-um-absurdo-querer-falar-que-a-culpa-do-8-1-foi-do-ministro-da-justica-diz-moraes-14092023">divergiram em alguns momentos</a> sobre os atos de vandalismo e sobre a acusação do crime de golpe de Estado.<br>O Sem Precedentes é conduzido pelo diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta com participação de um time fixo, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">STF</a>) iniciou na quarta-feira (13/9) o julgamento dos primeiros réus dos atos golpistas de 8 de janeiro, quando um grupo com mais de mil pessoas<a href="https://www.jota.info/justica/golpistas-invadem-congresso-planalto-e-stf-08012023"> invadiu as sedes dos Três Poderes</a>, em Brasília. O ato buscava a deposição do presidente Luís Inácio Lula da Silva, que havia tomado posse uma semana antes, e pedia intervenção militar. Os danos causado pelo vandalismo no Congresso Nacional, Palácio do Planalto e no STF superam R$ 20 milhões, de acordo com relatório do Iphan.</p><p>O primeiro réu julgado, o ex-funcionário da Sabesp, Aécio Lúcio Costa Pereira foi <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-condena-participante-dos-atos-de-8-1-a-17-anos-de-prisao-14092023">condenado a 17 anos de prisão</a>, com início em regime fechado. A maioria dos ministros seguiu o <a href="https://www.jota.info/stf/moraes-vota-pela-condenacao-de-participante-dos-atos-antidemocraticos-13092023">voto do relator</a>, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a>. As sessões de quarta e quinta-feira que deram abertura ao julgamento do 8 de janeiro revisitam a história do ataque. E essa versão apresentada pela Corte é o tema abordado pelo Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição.</p><p>O episódio desta semana aborda ainda as derrapadas da defesa dos acusados pela invasão aos Três Poderes, os votos dos ministros e as divergências apresentadas entre eles. Uma das cenas que chamaram atenção no julgamento foi o momento em que o advogado Hery Kattwinkel, que atua na defesa de Thiago de Assis Mathar, se enganou e disse: "Diz 'O Pequeno Príncipe', os fins justificam os meios". A citação é de Maquiavel, no livro "O Príncipe".</p><p>Kattwinkel, assim como o advogado Sebastião Coelho da Silva, que defende Aécio Lúcio Costa Pereira, usaram a tribuna para criticar os ministros da Corte. Pereira, por exemplo, disse que os ministros do Supremo são as pessoas mais odiadas do país.</p><p>Além dessas cenas, os momentos de tensão protagonizados pelos ministros também são debatidos no podcast. Os ministros <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a> e <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/andre-mendonca">André Mendonça</a> <a href="https://www.jota.info/stf/e-um-absurdo-querer-falar-que-a-culpa-do-8-1-foi-do-ministro-da-justica-diz-moraes-14092023">divergiram em alguns momentos</a> sobre os atos de vandalismo e sobre a acusação do crime de golpe de Estado.<br>O Sem Precedentes é conduzido pelo diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta com participação de um time fixo, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 15 Sep 2023 20:52:20 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Rosa Weber descriminaliza o aborto | Podcast Sem Precedentes #139</title>
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        <![CDATA[<p>A ministra <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/rosa-weber">Rosa Weber</a>, presidente do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>), iniciou o julgamento que pode descriminalizar o aborto no Brasil com um <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/rosa-weber-vota-para-que-aborto-deixe-de-ser-crime-no-brasil-e-julgamento-e-interrompido-22092023">voto em defesa do direito das mulheres</a>. A ministra pontuou que a fórmula institucional atualmente empregada se mostra excessiva “ao não considerar a igual proteção dos direitos fundamentais das mulheres, dando prevalência absoluta à tutela da vida em potencial (feto)”.<br>Rosa Weber defendeu a não criminalização da interrupção da gestação até a 12ª semana. Em seguida, o julgamento que ocorria em plenário virtual foi interrompido por pedido de destaque do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a>, que sucederá Rosa Weber na presidência da Corte. A ministra se aposenta no próximo dia 2 de outubro, quando completa 75 anos.</p><p>O voto de Rosa Weber, que foi comemorado por movimentos em defesa dos direitos das mulheres, é o tema do Sem Precedentes desta semana. O podcast do JOTA, que discute o Supremo e a Constituição, aborda os caminhos da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) <a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=5144865">442</a> na Corte.</p><p>Conduzido pelo diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o episódio analisa os argumentos apresentados por Rosa Weber e também aponta para o futuro da ação. Com o pedido de destaque, o julgamento deverá continuar no plenário físico, com direito a sustentações orais. O movimento já era esperado, o que indica que o julgamento não irá terminar em breve.</p><p>Também participam do debate o time fixo do Sem Precedente, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A ministra <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/rosa-weber">Rosa Weber</a>, presidente do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>), iniciou o julgamento que pode descriminalizar o aborto no Brasil com um <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/rosa-weber-vota-para-que-aborto-deixe-de-ser-crime-no-brasil-e-julgamento-e-interrompido-22092023">voto em defesa do direito das mulheres</a>. A ministra pontuou que a fórmula institucional atualmente empregada se mostra excessiva “ao não considerar a igual proteção dos direitos fundamentais das mulheres, dando prevalência absoluta à tutela da vida em potencial (feto)”.<br>Rosa Weber defendeu a não criminalização da interrupção da gestação até a 12ª semana. Em seguida, o julgamento que ocorria em plenário virtual foi interrompido por pedido de destaque do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a>, que sucederá Rosa Weber na presidência da Corte. A ministra se aposenta no próximo dia 2 de outubro, quando completa 75 anos.</p><p>O voto de Rosa Weber, que foi comemorado por movimentos em defesa dos direitos das mulheres, é o tema do Sem Precedentes desta semana. O podcast do JOTA, que discute o Supremo e a Constituição, aborda os caminhos da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) <a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=5144865">442</a> na Corte.</p><p>Conduzido pelo diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o episódio analisa os argumentos apresentados por Rosa Weber e também aponta para o futuro da ação. Com o pedido de destaque, o julgamento deverá continuar no plenário físico, com direito a sustentações orais. O movimento já era esperado, o que indica que o julgamento não irá terminar em breve.</p><p>Também participam do debate o time fixo do Sem Precedente, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 22 Sep 2023 20:45:20 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>A ministra <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/rosa-weber">Rosa Weber</a>, presidente do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>), iniciou o julgamento que pode descriminalizar o aborto no Brasil com um <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/rosa-weber-vota-para-que-aborto-deixe-de-ser-crime-no-brasil-e-julgamento-e-interrompido-22092023">voto em defesa do direito das mulheres</a>. A ministra pontuou que a fórmula institucional atualmente empregada se mostra excessiva “ao não considerar a igual proteção dos direitos fundamentais das mulheres, dando prevalência absoluta à tutela da vida em potencial (feto)”.<br>Rosa Weber defendeu a não criminalização da interrupção da gestação até a 12ª semana. Em seguida, o julgamento que ocorria em plenário virtual foi interrompido por pedido de destaque do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a>, que sucederá Rosa Weber na presidência da Corte. A ministra se aposenta no próximo dia 2 de outubro, quando completa 75 anos.</p><p>O voto de Rosa Weber, que foi comemorado por movimentos em defesa dos direitos das mulheres, é o tema do Sem Precedentes desta semana. O podcast do JOTA, que discute o Supremo e a Constituição, aborda os caminhos da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) <a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=5144865">442</a> na Corte.</p><p>Conduzido pelo diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o episódio analisa os argumentos apresentados por Rosa Weber e também aponta para o futuro da ação. Com o pedido de destaque, o julgamento deverá continuar no plenário físico, com direito a sustentações orais. O movimento já era esperado, o que indica que o julgamento não irá terminar em breve.</p><p>Também participam do debate o time fixo do Sem Precedente, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>O que o discurso de Barroso diz sobre sua presidência | Podcast Sem Precedentes #140</title>
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      <itunes:title>O que o discurso de Barroso diz sobre sua presidência | Podcast Sem Precedentes #140</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>A semana se encerrou com uma mudança importante no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>). A ministra <a href="https://jota.info/tudo-sobre/rosa-weber">Rosa Weber</a>, que se aposenta na segunda-feira (2/10) se despediu da presidência e das sessões plenárias, enquanto o ministro Luís Roberto Barroso <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/luis-roberto-barroso-e-o-novo-presidente-do-stf-28092023">assumiu o comando</a> do Tribunal. O que esperar do futuro do Supremo com a saída de Rosa Weber e a presidência de Barroso é o tema debatido no novo episódio do Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição.</p><p>Um ponto de destaque desta edição do podcast é o<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/em-discurso-de-posse-barroso-defende-direito-das-minorias-e-independencia-entre-poderes-28092023"> discurso de posse de Barroso</a>, feito na quinta-feira (28/9). O novo presidente da Corte fez uma sinalização ao Congresso e também às Forças Armadas.</p><p>Barroso afirmou que não há Poderes hegemônicos e foi contra a ideia de ativismo judiciário. Afirmou que "em todo mundo a democracia constitucional viveu momentos de sobressalto", mas que, no Brasil, as instituições venceram, “tendo ao seu lado a presença indispensável da sociedade civil, da Imprensa e do Congresso Nacional”.</p><p>O significado da saída da ministra Rosa Weber e seu legado completam os temas abordados no podcast conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo. Também participam do debate o time fixo do Sem Precedente, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A semana se encerrou com uma mudança importante no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>). A ministra <a href="https://jota.info/tudo-sobre/rosa-weber">Rosa Weber</a>, que se aposenta na segunda-feira (2/10) se despediu da presidência e das sessões plenárias, enquanto o ministro Luís Roberto Barroso <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/luis-roberto-barroso-e-o-novo-presidente-do-stf-28092023">assumiu o comando</a> do Tribunal. O que esperar do futuro do Supremo com a saída de Rosa Weber e a presidência de Barroso é o tema debatido no novo episódio do Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição.</p><p>Um ponto de destaque desta edição do podcast é o<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/em-discurso-de-posse-barroso-defende-direito-das-minorias-e-independencia-entre-poderes-28092023"> discurso de posse de Barroso</a>, feito na quinta-feira (28/9). O novo presidente da Corte fez uma sinalização ao Congresso e também às Forças Armadas.</p><p>Barroso afirmou que não há Poderes hegemônicos e foi contra a ideia de ativismo judiciário. Afirmou que "em todo mundo a democracia constitucional viveu momentos de sobressalto", mas que, no Brasil, as instituições venceram, “tendo ao seu lado a presença indispensável da sociedade civil, da Imprensa e do Congresso Nacional”.</p><p>O significado da saída da ministra Rosa Weber e seu legado completam os temas abordados no podcast conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo. Também participam do debate o time fixo do Sem Precedente, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 29 Sep 2023 21:35:56 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>A semana se encerrou com uma mudança importante no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>). A ministra <a href="https://jota.info/tudo-sobre/rosa-weber">Rosa Weber</a>, que se aposenta na segunda-feira (2/10) se despediu da presidência e das sessões plenárias, enquanto o ministro Luís Roberto Barroso <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/luis-roberto-barroso-e-o-novo-presidente-do-stf-28092023">assumiu o comando</a> do Tribunal. O que esperar do futuro do Supremo com a saída de Rosa Weber e a presidência de Barroso é o tema debatido no novo episódio do Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição.</p><p>Um ponto de destaque desta edição do podcast é o<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/em-discurso-de-posse-barroso-defende-direito-das-minorias-e-independencia-entre-poderes-28092023"> discurso de posse de Barroso</a>, feito na quinta-feira (28/9). O novo presidente da Corte fez uma sinalização ao Congresso e também às Forças Armadas.</p><p>Barroso afirmou que não há Poderes hegemônicos e foi contra a ideia de ativismo judiciário. Afirmou que "em todo mundo a democracia constitucional viveu momentos de sobressalto", mas que, no Brasil, as instituições venceram, “tendo ao seu lado a presença indispensável da sociedade civil, da Imprensa e do Congresso Nacional”.</p><p>O significado da saída da ministra Rosa Weber e seu legado completam os temas abordados no podcast conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo. Também participam do debate o time fixo do Sem Precedente, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Os perigos do estado de coisas inconstitucional no STF | Podcast Sem Precedentes #141</title>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição, promove em seu novo episódio um debate acerca do instituto do<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/estado-de-coisas-inconstitucional"> estado de coisas inconstitucional</a>. Afirmar a existência do estado das coisas inconstitucional significa reconhecer ampla e sistemática violação de direitos humanos fundamentais. Esse instrumento tem sido recorrentemente evocado em ações protocoladas no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/STF">STF</a>), porém implica em consequências.</p><p>Nesta semana, em <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-tem-maioria-para-reconhecer-estado-de-coisas-inconstitucional-nos-presidios-03102023">decisão unânime</a>, o Supremo reconheceu estado de coisas inconstitucional no sistema penitenciário brasileiro. O julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 347 foi o primeiro pautado pelo ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a> em sua presidência, com retomada de seu voto-vista.</p><p>Antes de votar, Barroso ressaltou que o tema era um dos mais "complexos" da Corte e não era juridicamente fácil nem barato, mas que deveria ser enfrentado.</p><p>Em 2021, em meio à pandemia de Covid-19, houve mais uma vez pedidos ao Supremo para <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/marco-aurelio-ve-estado-de-coisas-inconstitucional-na-conducao-da-pandemia-25062021">declarar estado de coisas inconstitucional, desta vez na política pública de saúde brasileira</a>. À época, em um dos casos, o hoje ministro aposentado <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/marco-aurelio-votos-vencidos-30062021">Marco Aurélio</a> chegou a votar por reconhecer o instituto e determinar medidas para combater a questão.</p><p>As implicações do uso desse instrumento são abordadas no episódio conduzido pelo diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, que conta com participação do time fixo composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, não participa deste episódio.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição, promove em seu novo episódio um debate acerca do instituto do<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/estado-de-coisas-inconstitucional"> estado de coisas inconstitucional</a>. Afirmar a existência do estado das coisas inconstitucional significa reconhecer ampla e sistemática violação de direitos humanos fundamentais. Esse instrumento tem sido recorrentemente evocado em ações protocoladas no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/STF">STF</a>), porém implica em consequências.</p><p>Nesta semana, em <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-tem-maioria-para-reconhecer-estado-de-coisas-inconstitucional-nos-presidios-03102023">decisão unânime</a>, o Supremo reconheceu estado de coisas inconstitucional no sistema penitenciário brasileiro. O julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 347 foi o primeiro pautado pelo ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a> em sua presidência, com retomada de seu voto-vista.</p><p>Antes de votar, Barroso ressaltou que o tema era um dos mais "complexos" da Corte e não era juridicamente fácil nem barato, mas que deveria ser enfrentado.</p><p>Em 2021, em meio à pandemia de Covid-19, houve mais uma vez pedidos ao Supremo para <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/marco-aurelio-ve-estado-de-coisas-inconstitucional-na-conducao-da-pandemia-25062021">declarar estado de coisas inconstitucional, desta vez na política pública de saúde brasileira</a>. À época, em um dos casos, o hoje ministro aposentado <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/marco-aurelio-votos-vencidos-30062021">Marco Aurélio</a> chegou a votar por reconhecer o instituto e determinar medidas para combater a questão.</p><p>As implicações do uso desse instrumento são abordadas no episódio conduzido pelo diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, que conta com participação do time fixo composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, não participa deste episódio.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 06 Oct 2023 21:22:14 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição, promove em seu novo episódio um debate acerca do instituto do<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/estado-de-coisas-inconstitucional"> estado de coisas inconstitucional</a>. Afirmar a existência do estado das coisas inconstitucional significa reconhecer ampla e sistemática violação de direitos humanos fundamentais. Esse instrumento tem sido recorrentemente evocado em ações protocoladas no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/STF">STF</a>), porém implica em consequências.</p><p>Nesta semana, em <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-tem-maioria-para-reconhecer-estado-de-coisas-inconstitucional-nos-presidios-03102023">decisão unânime</a>, o Supremo reconheceu estado de coisas inconstitucional no sistema penitenciário brasileiro. O julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 347 foi o primeiro pautado pelo ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a> em sua presidência, com retomada de seu voto-vista.</p><p>Antes de votar, Barroso ressaltou que o tema era um dos mais "complexos" da Corte e não era juridicamente fácil nem barato, mas que deveria ser enfrentado.</p><p>Em 2021, em meio à pandemia de Covid-19, houve mais uma vez pedidos ao Supremo para <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/marco-aurelio-ve-estado-de-coisas-inconstitucional-na-conducao-da-pandemia-25062021">declarar estado de coisas inconstitucional, desta vez na política pública de saúde brasileira</a>. À época, em um dos casos, o hoje ministro aposentado <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/marco-aurelio-votos-vencidos-30062021">Marco Aurélio</a> chegou a votar por reconhecer o instituto e determinar medidas para combater a questão.</p><p>As implicações do uso desse instrumento são abordadas no episódio conduzido pelo diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, que conta com participação do time fixo composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, não participa deste episódio.</p>]]>
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      <title>O que as pesquisas de opinião dizem do STF? | Podcast Sem Precedentes #142</title>
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        <![CDATA[<p>Afinal, importa a opinião da população sobre o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/STF">STF</a>)? Ou deveria importar? São perguntas como essas que o novo episódio do Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição, abordam nesta semana. Idealmente, a Corte deveria ser objetiva, imparcial e se ater ao que diz a Constituição. No entanto, os ministros do STF têm sido criticados por supostamente atender a pressões da sociedade ou invadir as competências do Legislativo, especialmente nos últimos anos.</p><p>Recentemente, no julgamento dos primeiros réus do 8 de janeiro, o advogado Sebastião Coelho, que representava um dos réus, disse, em sustentação oral no plenário do STF, aos 11 ministros que eles são "as pessoas mais odiadas do Brasil". Deveria caber à população brasileira este tipo de sentimento em relação aos ministros? Ou deveriam os ministros serem alvo de "ódio"?</p><p>Essas duas perguntas também são abordadas no Sem Precedentes desta semana. pelo diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, que conta com participação do time fixo composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Afinal, importa a opinião da população sobre o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/STF">STF</a>)? Ou deveria importar? São perguntas como essas que o novo episódio do Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição, abordam nesta semana. Idealmente, a Corte deveria ser objetiva, imparcial e se ater ao que diz a Constituição. No entanto, os ministros do STF têm sido criticados por supostamente atender a pressões da sociedade ou invadir as competências do Legislativo, especialmente nos últimos anos.</p><p>Recentemente, no julgamento dos primeiros réus do 8 de janeiro, o advogado Sebastião Coelho, que representava um dos réus, disse, em sustentação oral no plenário do STF, aos 11 ministros que eles são "as pessoas mais odiadas do Brasil". Deveria caber à população brasileira este tipo de sentimento em relação aos ministros? Ou deveriam os ministros serem alvo de "ódio"?</p><p>Essas duas perguntas também são abordadas no Sem Precedentes desta semana. pelo diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, que conta com participação do time fixo composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 20 Oct 2023 21:11:59 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>Afinal, importa a opinião da população sobre o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/STF">STF</a>)? Ou deveria importar? São perguntas como essas que o novo episódio do Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição, abordam nesta semana. Idealmente, a Corte deveria ser objetiva, imparcial e se ater ao que diz a Constituição. No entanto, os ministros do STF têm sido criticados por supostamente atender a pressões da sociedade ou invadir as competências do Legislativo, especialmente nos últimos anos.</p><p>Recentemente, no julgamento dos primeiros réus do 8 de janeiro, o advogado Sebastião Coelho, que representava um dos réus, disse, em sustentação oral no plenário do STF, aos 11 ministros que eles são "as pessoas mais odiadas do Brasil". Deveria caber à população brasileira este tipo de sentimento em relação aos ministros? Ou deveriam os ministros serem alvo de "ódio"?</p><p>Essas duas perguntas também são abordadas no Sem Precedentes desta semana. pelo diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, que conta com participação do time fixo composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p>]]>
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      <title>O recado para Lula sobre as vagas no STF e na PGR | Podcast Sem Precedentes #143</title>
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      <itunes:title>O recado para Lula sobre as vagas no STF e na PGR | Podcast Sem Precedentes #143</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>O episódio desta semana do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo e a Constituição, debate se a rejeição do nome de Igor Roque para o comando da Defensoria Pública da União (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/dpu">DPU</a>) afeta as próximas indicações do presidente <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/lula">Luiz Inácio Lula da Silva</a>. Logo após a rejeição do nome Roque pelo plenário do Senado Federal, parlamentares mais à direita comemoraram e deixaram claro que as próximas indicações podem ter o mesmo desfecho.</p><p>Líder do PL, o senador Carlos Portinho, por exemplo, foi às redes sociais comemorar. “Derrubamos o indicado do Lula para a DPU. Recado dado. Gesto forte! Tenho dito: se colocar o Dino pro STF vai passar vergonha!”, disse.</p><p>Lula tem duas indicações importantes pela frente: o sucessor para vaga que era ocupada por <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/rosa-weber">Rosa Weber</a> no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) e o próximo procurador-geral da República. A indicação de Roque encontrou nos mais conversadores uma barreira. Isso porque começou a circular em grupos de WhatsApp a informação de que ele teria organizado um seminário sobre aborto na DPU, previsto para acontecer em agosto. O evento não chegou a ser realizado.</p><p>Além dos impactos desse recado do Senado para o governo, o Sem Precedentes desta semana também discute o novo formato de sustentações orais no Supremo. Em alguns casos, a Corte prevê uma distância temporal entre as manifestações das partes e dos amici curae e o julgamento do mérito dos processos, dando mais tempo para os ministros avaliarem os casos.</p><p>O episódio é conduzido pelo diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta com a presença de Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O episódio desta semana do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo e a Constituição, debate se a rejeição do nome de Igor Roque para o comando da Defensoria Pública da União (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/dpu">DPU</a>) afeta as próximas indicações do presidente <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/lula">Luiz Inácio Lula da Silva</a>. Logo após a rejeição do nome Roque pelo plenário do Senado Federal, parlamentares mais à direita comemoraram e deixaram claro que as próximas indicações podem ter o mesmo desfecho.</p><p>Líder do PL, o senador Carlos Portinho, por exemplo, foi às redes sociais comemorar. “Derrubamos o indicado do Lula para a DPU. Recado dado. Gesto forte! Tenho dito: se colocar o Dino pro STF vai passar vergonha!”, disse.</p><p>Lula tem duas indicações importantes pela frente: o sucessor para vaga que era ocupada por <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/rosa-weber">Rosa Weber</a> no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) e o próximo procurador-geral da República. A indicação de Roque encontrou nos mais conversadores uma barreira. Isso porque começou a circular em grupos de WhatsApp a informação de que ele teria organizado um seminário sobre aborto na DPU, previsto para acontecer em agosto. O evento não chegou a ser realizado.</p><p>Além dos impactos desse recado do Senado para o governo, o Sem Precedentes desta semana também discute o novo formato de sustentações orais no Supremo. Em alguns casos, a Corte prevê uma distância temporal entre as manifestações das partes e dos amici curae e o julgamento do mérito dos processos, dando mais tempo para os ministros avaliarem os casos.</p><p>O episódio é conduzido pelo diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta com a presença de Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 27 Oct 2023 19:54:00 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O episódio desta semana do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo e a Constituição, debate se a rejeição do nome de Igor Roque para o comando da Defensoria Pública da União (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/dpu">DPU</a>) afeta as próximas indicações do presidente <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/lula">Luiz Inácio Lula da Silva</a>. Logo após a rejeição do nome Roque pelo plenário do Senado Federal, parlamentares mais à direita comemoraram e deixaram claro que as próximas indicações podem ter o mesmo desfecho.</p><p>Líder do PL, o senador Carlos Portinho, por exemplo, foi às redes sociais comemorar. “Derrubamos o indicado do Lula para a DPU. Recado dado. Gesto forte! Tenho dito: se colocar o Dino pro STF vai passar vergonha!”, disse.</p><p>Lula tem duas indicações importantes pela frente: o sucessor para vaga que era ocupada por <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/rosa-weber">Rosa Weber</a> no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) e o próximo procurador-geral da República. A indicação de Roque encontrou nos mais conversadores uma barreira. Isso porque começou a circular em grupos de WhatsApp a informação de que ele teria organizado um seminário sobre aborto na DPU, previsto para acontecer em agosto. O evento não chegou a ser realizado.</p><p>Além dos impactos desse recado do Senado para o governo, o Sem Precedentes desta semana também discute o novo formato de sustentações orais no Supremo. Em alguns casos, a Corte prevê uma distância temporal entre as manifestações das partes e dos amici curae e o julgamento do mérito dos processos, dando mais tempo para os ministros avaliarem os casos.</p><p>O episódio é conduzido pelo diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta com a presença de Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p>]]>
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      <title>O Tribunal: livro conta história do STF sob Bolsonaro | Podcast Sem Precedentes #144</title>
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        <![CDATA[<p>O episódio desta semana do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo e a Constituição, traz os bastidores da produção do livro 'O Tribunal: Como o Supremo se uniu ante a ameaça autoritária', escrito pelos jornalistas Felipe Recondo, sócio-fundador e diretor de conteúdo do JOTA, e Luiz Weber, que também é advogado e diretor de jornalismo da sucursal do SBT em Brasília.</p><p>No podcast, Recondo explica como foi feita a apuração da obra, que aborda como os ministros do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) se uniram em defesa da instituição durante ataques sofridos no governo do então presidente <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/jair-bolonaro">Jair Bolsonaro</a>.</p><p>A investigação para o livro foi iniciada em 2018, antes mesmo de Bolsonaro ter sido eleito, quando o ministro Dias Toffoli, então presidente do Tribunal, convidou o general Fernando Azevedo e Silva para ser seu assessor. No ano seguinte, o general foi empossado por Bolsonaro como ministro da Defesa.</p><p>O livro passa pela eleição de Bolsonaro, segue pelas ameaças do ex-presidente e do bolsonarismo ao STF e se encerra com o 8 de janeiro, suas consequências e a reação da Corte aos atentados golpistas. Ao longo da obra, os autores detalham os ataques sofridos pelo Tribunal e como, apesar de suas divergências e disputas internas, os ministros se uniram e atuaram com eficiência em defesa da Corte.</p><p>No podcast, o time do Sem Precedentes também faz uma avaliação sobre o que deu certo e o que deu errado nessa estratégia do Supremo na relação com Bolsonaro.</p><p>Além de Felipe Recondo, diretor de conteúdo do JOTA, o time fixo do Sem Precedentes conta com: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p><p>O livro ‘O Tribunal: Como o Supremo se uniu ante a ameaça autoritária’ já se encontra em pré-venda no site da editora <a href="https://www.companhiadasletras.com.br/livro/9788535936025/o-tribunal">Companhia das Letras</a> e na <a href="https://www.amazon.com.br/tribunal-Como-Supremo-amea%C3%A7a-autorit%C3%A1ria/dp/8535936025/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;crid=1GA6PAWLTL62S&amp;keywords=o+tribunal+felipe+recondo&amp;qid=1694629303&amp;sprefix=o+tribunal+felipe+recon%2Cspecialty-aps%2C271&amp;sr=8-1">Amazon</a>. O lançamento será no dia 17 de novembro.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O episódio desta semana do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo e a Constituição, traz os bastidores da produção do livro 'O Tribunal: Como o Supremo se uniu ante a ameaça autoritária', escrito pelos jornalistas Felipe Recondo, sócio-fundador e diretor de conteúdo do JOTA, e Luiz Weber, que também é advogado e diretor de jornalismo da sucursal do SBT em Brasília.</p><p>No podcast, Recondo explica como foi feita a apuração da obra, que aborda como os ministros do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) se uniram em defesa da instituição durante ataques sofridos no governo do então presidente <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/jair-bolonaro">Jair Bolsonaro</a>.</p><p>A investigação para o livro foi iniciada em 2018, antes mesmo de Bolsonaro ter sido eleito, quando o ministro Dias Toffoli, então presidente do Tribunal, convidou o general Fernando Azevedo e Silva para ser seu assessor. No ano seguinte, o general foi empossado por Bolsonaro como ministro da Defesa.</p><p>O livro passa pela eleição de Bolsonaro, segue pelas ameaças do ex-presidente e do bolsonarismo ao STF e se encerra com o 8 de janeiro, suas consequências e a reação da Corte aos atentados golpistas. Ao longo da obra, os autores detalham os ataques sofridos pelo Tribunal e como, apesar de suas divergências e disputas internas, os ministros se uniram e atuaram com eficiência em defesa da Corte.</p><p>No podcast, o time do Sem Precedentes também faz uma avaliação sobre o que deu certo e o que deu errado nessa estratégia do Supremo na relação com Bolsonaro.</p><p>Além de Felipe Recondo, diretor de conteúdo do JOTA, o time fixo do Sem Precedentes conta com: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p><p>O livro ‘O Tribunal: Como o Supremo se uniu ante a ameaça autoritária’ já se encontra em pré-venda no site da editora <a href="https://www.companhiadasletras.com.br/livro/9788535936025/o-tribunal">Companhia das Letras</a> e na <a href="https://www.amazon.com.br/tribunal-Como-Supremo-amea%C3%A7a-autorit%C3%A1ria/dp/8535936025/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;crid=1GA6PAWLTL62S&amp;keywords=o+tribunal+felipe+recondo&amp;qid=1694629303&amp;sprefix=o+tribunal+felipe+recon%2Cspecialty-aps%2C271&amp;sr=8-1">Amazon</a>. O lançamento será no dia 17 de novembro.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 10 Nov 2023 18:54:33 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O episódio desta semana do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo e a Constituição, traz os bastidores da produção do livro 'O Tribunal: Como o Supremo se uniu ante a ameaça autoritária', escrito pelos jornalistas Felipe Recondo, sócio-fundador e diretor de conteúdo do JOTA, e Luiz Weber, que também é advogado e diretor de jornalismo da sucursal do SBT em Brasília.</p><p>No podcast, Recondo explica como foi feita a apuração da obra, que aborda como os ministros do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) se uniram em defesa da instituição durante ataques sofridos no governo do então presidente <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/jair-bolonaro">Jair Bolsonaro</a>.</p><p>A investigação para o livro foi iniciada em 2018, antes mesmo de Bolsonaro ter sido eleito, quando o ministro Dias Toffoli, então presidente do Tribunal, convidou o general Fernando Azevedo e Silva para ser seu assessor. No ano seguinte, o general foi empossado por Bolsonaro como ministro da Defesa.</p><p>O livro passa pela eleição de Bolsonaro, segue pelas ameaças do ex-presidente e do bolsonarismo ao STF e se encerra com o 8 de janeiro, suas consequências e a reação da Corte aos atentados golpistas. Ao longo da obra, os autores detalham os ataques sofridos pelo Tribunal e como, apesar de suas divergências e disputas internas, os ministros se uniram e atuaram com eficiência em defesa da Corte.</p><p>No podcast, o time do Sem Precedentes também faz uma avaliação sobre o que deu certo e o que deu errado nessa estratégia do Supremo na relação com Bolsonaro.</p><p>Além de Felipe Recondo, diretor de conteúdo do JOTA, o time fixo do Sem Precedentes conta com: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p><p>O livro ‘O Tribunal: Como o Supremo se uniu ante a ameaça autoritária’ já se encontra em pré-venda no site da editora <a href="https://www.companhiadasletras.com.br/livro/9788535936025/o-tribunal">Companhia das Letras</a> e na <a href="https://www.amazon.com.br/tribunal-Como-Supremo-amea%C3%A7a-autorit%C3%A1ria/dp/8535936025/ref=sr_1_1?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;crid=1GA6PAWLTL62S&amp;keywords=o+tribunal+felipe+recondo&amp;qid=1694629303&amp;sprefix=o+tribunal+felipe+recon%2Cspecialty-aps%2C271&amp;sr=8-1">Amazon</a>. O lançamento será no dia 17 de novembro.</p>]]>
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      <title>A PEC das monocráticas e a reação do STF | Podcast Sem Precedentes #145</title>
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        <![CDATA[<p>Esta semana, o Senado Federal abriu um novo capítulo na crise com o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>). Com voto do líder do governo petista, a Casa aprovou por 53 votos a 18 uma proposta de emenda à Constituição <a href="https://www.jota.info/legislativo/pec-que-limita-poderes-do-stf-e-aprovada-com-voto-favoravel-do-lider-do-governo-22112023">que limita as decisões monocráticas dos ministros</a> da Corte. A matéria gerou reações no Congresso, no governo e, principalmente, no Supremo. O contexto em que essa proposta foi aprovada e seus efeitos é o tema do episódio do Sem Precedentes desta semana.</p><p>O podcast do <strong>JOTA</strong>, que discute o Supremo e a Constituição, detalha o andamento da PEC no Senado e mostra o momento político em que a decisão foi tomada. O texto foi defendido pelo presidente do Senado, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/rodrigo-pacheco">Rodrigo Pacheco</a> (PSD-MG), que busca dividendos políticos com a medida. Mesmo após a votação, Pacheco negou haver crise com a Corte. Segundo ele, o único propósito é estabelecer equilíbrio entre os Poderes.</p><p>Por outro lado, a primeira sessão no STF após a aprovação da medida foi marcada por discursos dos ministros em reação ao texto. O presidente da Corte, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a> afirmou que “não há institucionalidade que resista se cada setor que se sentir contrariado por decisões do Tribunal quiser mudar a estrutura e funcionamento do Tribunal. <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/presidente-do-stf-rebate-pec-que-limita-decisoes-individuais-de-ministros-23112023">Não se sacrificam instituições no altar das conveniências políticas</a>”.</p><p>Em discurso contundente, o ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/gilmar-mendes">Gilmar Mendes</a> chegou a classificar os senadores como "<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/gilmar-mendes-critica-pec-e-diz-que-o-stf-nao-admite-intimidacoes-23112023">inequívocos pigmeus morais</a>". O decano afirmou que a Corte “não haverá de submeter-se ao tacão autoritário – venha de onde ele vier, ainda que escamoteado pela representação de maiorias eventuais”.</p><p>A aprovação ocorreu na esteira do descontentamento de senadores com movimentos recentes do Supremo, como a <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-tem-maioria-contra-tese-do-marco-temporal-das-terras-indigenas-21092023">derrubada da tese do marco temporal</a> e a liberação para julgamento da ação sobre a <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/rosa-weber-vota-para-que-aborto-deixe-de-ser-crime-no-brasil-e-julgamento-e-interrompido-22092023">descriminalização do aborto</a>.</p><p>Mas afinal, a PEC é boa ou é um perigo? Quais os limites do Senado? E do Supremo? Essas perguntas permeiam o debate conduzido pelo diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo no podcast, que conta com participação do time fixo composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p><p> </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Esta semana, o Senado Federal abriu um novo capítulo na crise com o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>). Com voto do líder do governo petista, a Casa aprovou por 53 votos a 18 uma proposta de emenda à Constituição <a href="https://www.jota.info/legislativo/pec-que-limita-poderes-do-stf-e-aprovada-com-voto-favoravel-do-lider-do-governo-22112023">que limita as decisões monocráticas dos ministros</a> da Corte. A matéria gerou reações no Congresso, no governo e, principalmente, no Supremo. O contexto em que essa proposta foi aprovada e seus efeitos é o tema do episódio do Sem Precedentes desta semana.</p><p>O podcast do <strong>JOTA</strong>, que discute o Supremo e a Constituição, detalha o andamento da PEC no Senado e mostra o momento político em que a decisão foi tomada. O texto foi defendido pelo presidente do Senado, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/rodrigo-pacheco">Rodrigo Pacheco</a> (PSD-MG), que busca dividendos políticos com a medida. Mesmo após a votação, Pacheco negou haver crise com a Corte. Segundo ele, o único propósito é estabelecer equilíbrio entre os Poderes.</p><p>Por outro lado, a primeira sessão no STF após a aprovação da medida foi marcada por discursos dos ministros em reação ao texto. O presidente da Corte, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a> afirmou que “não há institucionalidade que resista se cada setor que se sentir contrariado por decisões do Tribunal quiser mudar a estrutura e funcionamento do Tribunal. <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/presidente-do-stf-rebate-pec-que-limita-decisoes-individuais-de-ministros-23112023">Não se sacrificam instituições no altar das conveniências políticas</a>”.</p><p>Em discurso contundente, o ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/gilmar-mendes">Gilmar Mendes</a> chegou a classificar os senadores como "<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/gilmar-mendes-critica-pec-e-diz-que-o-stf-nao-admite-intimidacoes-23112023">inequívocos pigmeus morais</a>". O decano afirmou que a Corte “não haverá de submeter-se ao tacão autoritário – venha de onde ele vier, ainda que escamoteado pela representação de maiorias eventuais”.</p><p>A aprovação ocorreu na esteira do descontentamento de senadores com movimentos recentes do Supremo, como a <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-tem-maioria-contra-tese-do-marco-temporal-das-terras-indigenas-21092023">derrubada da tese do marco temporal</a> e a liberação para julgamento da ação sobre a <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/rosa-weber-vota-para-que-aborto-deixe-de-ser-crime-no-brasil-e-julgamento-e-interrompido-22092023">descriminalização do aborto</a>.</p><p>Mas afinal, a PEC é boa ou é um perigo? Quais os limites do Senado? E do Supremo? Essas perguntas permeiam o debate conduzido pelo diretor de conteúdo do JOTA, Felipe Recondo no podcast, que conta com participação do time fixo composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p><p> </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 24 Nov 2023 21:18:30 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Notório saber sim, mas e aí? | Podcast Sem Precedentes #146</title>
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        <![CDATA[<p>A <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/lula-indica-flavio-dino-para-ministro-do-stf-e-paulo-gonet-para-a-pgr-27112023">indicação do ministro da Justiça</a>, Flávio Dino, para o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) não surpreendeu. O nome do ex-juiz e ex-governador do Maranhão já era um dos mais cotados para a vaga antes mesmo de o posto ser aberto com a aposentadoria de <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/rosa-weber">Rosa Weber</a>. Isso porque a escolha seguiu a tendência da indicação anterior, na ocasião, <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/o-que-levou-lula-a-escolher-cristiano-zanin-para-ser-ministro-do-stf-01062023">o presidente Lula indicou Cristiano Zanin</a>, advogado que o representou em processos da Lava Jato.</p><p>No entanto, levantou um debate sobre o critério de "notório saber jurídico", exigido para o cargo. Afinal, Flávio Dino tem notório saber jurídico? E isso é importante? Qual a relevância deste requisito no atual contexto das indicações para o STF? São os debates acerca dessas questões que permeiam a nova edição do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição.</p><p>Vale ressaltar que Dino tem carreira na magistratura, que foi exercida no início de sua vida profissional. Entre os cargos que ocupou à época, Dino foi secretário-geral do Conselho Nacional de Justiça (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/cnj">CNJ</a>), quando o ministro do STF, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/gilmar-mendes">Gilmar Mendes</a>, presidiu o órgão. Porém, a principal atuação de Dino foi na política. Ele tem experiência no Executivo estadual, por ter sido governador, e no Legislativo, por ter sido eleito senador e ter iniciado na política como deputado federal.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, o podcast traz ainda uma análise sobre o momento atual do Supremo e a repercussão da indicação de Flávio Dino. Participa do debate Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/lula-indica-flavio-dino-para-ministro-do-stf-e-paulo-gonet-para-a-pgr-27112023">indicação do ministro da Justiça</a>, Flávio Dino, para o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) não surpreendeu. O nome do ex-juiz e ex-governador do Maranhão já era um dos mais cotados para a vaga antes mesmo de o posto ser aberto com a aposentadoria de <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/rosa-weber">Rosa Weber</a>. Isso porque a escolha seguiu a tendência da indicação anterior, na ocasião, <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/o-que-levou-lula-a-escolher-cristiano-zanin-para-ser-ministro-do-stf-01062023">o presidente Lula indicou Cristiano Zanin</a>, advogado que o representou em processos da Lava Jato.</p><p>No entanto, levantou um debate sobre o critério de "notório saber jurídico", exigido para o cargo. Afinal, Flávio Dino tem notório saber jurídico? E isso é importante? Qual a relevância deste requisito no atual contexto das indicações para o STF? São os debates acerca dessas questões que permeiam a nova edição do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição.</p><p>Vale ressaltar que Dino tem carreira na magistratura, que foi exercida no início de sua vida profissional. Entre os cargos que ocupou à época, Dino foi secretário-geral do Conselho Nacional de Justiça (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/cnj">CNJ</a>), quando o ministro do STF, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/gilmar-mendes">Gilmar Mendes</a>, presidiu o órgão. Porém, a principal atuação de Dino foi na política. Ele tem experiência no Executivo estadual, por ter sido governador, e no Legislativo, por ter sido eleito senador e ter iniciado na política como deputado federal.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, o podcast traz ainda uma análise sobre o momento atual do Supremo e a repercussão da indicação de Flávio Dino. Participa do debate Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 01 Dec 2023 20:06:26 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>O que o político Dino diz do juiz Dino | Podcast Sem Precedentes #147</title>
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        <![CDATA[<p>Após <a href="https://www.jota.info/legislativo/ao-vivo-sabatina-do-ministro-flavio-dino-e-do-procurador-paulo-gonet-para-stf-e-pgr-13122023">mais de 10 horas de sabatina na CCJ do Senado</a>, o ministro da Justiça, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/flavio-dino">Flávio Dino</a>, e o subprocurador-geral da República <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/paulo-gonet">Paulo Gonet</a> foram aprovados no colegiado e no plenário da Casa para o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) e para o comando da Procuradoria-Geral da República (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/pgr">PGR</a>), respectivamente. A sabatina, sua repercussão e o que esperar da atuação do novo ministro do STF e do novo PGR são os temas abordados no novo episódio do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo e a Constituição.</p><p>Um dos pontos que marcaram a sabatina foi a "dupla condição" de Flávio Dino, de político e indicado ao STF. Tanto senadores de oposição quanto da base aliada mencionaram esta dualidade. Para o líder do MDB, senador Eduardo Braga (AM), o fato de Dino ter tido passagem pelos Três Poderes deveria ser tratado como um fator positivo, além disso, o senador ressaltou que o ministro entende das demandas políticas que tem foro no STF.</p><p>Já os senadores de oposição questionaram se Dino se declarará impedido de julgar processos que envolvam seus adversários políticos. "Se amanhã qualquer adversário político que eventualmente eu tenha tido, em algum momento, chegar lá, por alguma razão e eu espero que não chegue, evidentemente, terá o tratamento que a lei prevê", respondeu o ministro. Desde sua apresentação, Dino enfatizou que “trocará de roupa” se assumir a cadeira na Corte.</p><p>O <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes/notorio-saber-sim-mas-e-ai-01122023">episódio anterior do podcast</a> explorou o debate gerado com a indicação de Dino sobre notável saber jurídico e o papel político do STF. O Sem Precedentes desta semana discute essa relação entre os Três Poderes e como ela será impactada com as nomeações de Dino e Gonet. Também é abordado o julgamento no STF sobre licença paternidade.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com participação do time fixo do Sem Precedente, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Após <a href="https://www.jota.info/legislativo/ao-vivo-sabatina-do-ministro-flavio-dino-e-do-procurador-paulo-gonet-para-stf-e-pgr-13122023">mais de 10 horas de sabatina na CCJ do Senado</a>, o ministro da Justiça, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/flavio-dino">Flávio Dino</a>, e o subprocurador-geral da República <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/paulo-gonet">Paulo Gonet</a> foram aprovados no colegiado e no plenário da Casa para o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) e para o comando da Procuradoria-Geral da República (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/pgr">PGR</a>), respectivamente. A sabatina, sua repercussão e o que esperar da atuação do novo ministro do STF e do novo PGR são os temas abordados no novo episódio do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo e a Constituição.</p><p>Um dos pontos que marcaram a sabatina foi a "dupla condição" de Flávio Dino, de político e indicado ao STF. Tanto senadores de oposição quanto da base aliada mencionaram esta dualidade. Para o líder do MDB, senador Eduardo Braga (AM), o fato de Dino ter tido passagem pelos Três Poderes deveria ser tratado como um fator positivo, além disso, o senador ressaltou que o ministro entende das demandas políticas que tem foro no STF.</p><p>Já os senadores de oposição questionaram se Dino se declarará impedido de julgar processos que envolvam seus adversários políticos. "Se amanhã qualquer adversário político que eventualmente eu tenha tido, em algum momento, chegar lá, por alguma razão e eu espero que não chegue, evidentemente, terá o tratamento que a lei prevê", respondeu o ministro. Desde sua apresentação, Dino enfatizou que “trocará de roupa” se assumir a cadeira na Corte.</p><p>O <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes/notorio-saber-sim-mas-e-ai-01122023">episódio anterior do podcast</a> explorou o debate gerado com a indicação de Dino sobre notável saber jurídico e o papel político do STF. O Sem Precedentes desta semana discute essa relação entre os Três Poderes e como ela será impactada com as nomeações de Dino e Gonet. Também é abordado o julgamento no STF sobre licença paternidade.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com participação do time fixo do Sem Precedente, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Thu, 14 Dec 2023 19:23:41 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>2023 no STF e as apostas para 2024 | Podcast Sem Precedentes #148</title>
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        <![CDATA[<p>O último episódio do ano do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição, lista três fatos marcantes de 2023 e indica as principais apostas para 2024. Um dos principais temas do ano abordados no episódio é o <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/atos-antidemocraticos">8 de janeiro</a> e suas implicações, como a união entre os ministros após à invasão de golpistas às sedes dos Três Poderes, as prisões e o julgamento dos réus acusados de participar do ato.</p><p>O time do Sem Precedentes também destaca o protagonismo do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a> em relação ao 8 de janeiro e elenca como outro fato marcante do ano a indicação de dois novos ministros para a Corte. Em junho, o presidente <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/lula">Lula</a> indicou seu advogado em ações da Lava Jato, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/cristiano-zanin">Cristiano Zanin</a>, para o STF. E em novembro, foi a vez de escolher o ministro da Justiça, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/flavio-dino">Flávio Dino</a>.</p><p>Eles foram indicados para as vagas abertas com a aposentadoria dos ministros <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/rosa-weber">Rosa Weber</a>, que presidia o Supremo, e <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/ricardo-lewandowski">Ricardo Lewandowski</a>. A presidência de Rosa Weber também teve papel relevante no 8 de janeiro, em mudanças no regimento do Tribunal e no aspecto político da Corte.<br>Esta relação com os demais Poderes é o terceiro ponto citado no podcast. O time do Sem Precedentes considera que 2023 foi um ano em que a politização no STF se acentuou. Houve maior proximidade com o Executivo, com a presença de ministros atuando nos bastidores.</p><p>Os ministros do STF também estreitaram as relações em negociações com o Legislativo. Embora o Senado tenha acelerado a tramitação de projetos que alteram o regimento do Tribunal, ministros do STF se movimentaram para influenciar no resultado das proposições.</p><p>Para finalizar, a equipe do podcast faz suas apostas para 2024. O episódio é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta com participação do time fixo do Sem Precedentes, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O último episódio do ano do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição, lista três fatos marcantes de 2023 e indica as principais apostas para 2024. Um dos principais temas do ano abordados no episódio é o <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/atos-antidemocraticos">8 de janeiro</a> e suas implicações, como a união entre os ministros após à invasão de golpistas às sedes dos Três Poderes, as prisões e o julgamento dos réus acusados de participar do ato.</p><p>O time do Sem Precedentes também destaca o protagonismo do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a> em relação ao 8 de janeiro e elenca como outro fato marcante do ano a indicação de dois novos ministros para a Corte. Em junho, o presidente <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/lula">Lula</a> indicou seu advogado em ações da Lava Jato, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/cristiano-zanin">Cristiano Zanin</a>, para o STF. E em novembro, foi a vez de escolher o ministro da Justiça, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/flavio-dino">Flávio Dino</a>.</p><p>Eles foram indicados para as vagas abertas com a aposentadoria dos ministros <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/rosa-weber">Rosa Weber</a>, que presidia o Supremo, e <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/ricardo-lewandowski">Ricardo Lewandowski</a>. A presidência de Rosa Weber também teve papel relevante no 8 de janeiro, em mudanças no regimento do Tribunal e no aspecto político da Corte.<br>Esta relação com os demais Poderes é o terceiro ponto citado no podcast. O time do Sem Precedentes considera que 2023 foi um ano em que a politização no STF se acentuou. Houve maior proximidade com o Executivo, com a presença de ministros atuando nos bastidores.</p><p>Os ministros do STF também estreitaram as relações em negociações com o Legislativo. Embora o Senado tenha acelerado a tramitação de projetos que alteram o regimento do Tribunal, ministros do STF se movimentaram para influenciar no resultado das proposições.</p><p>Para finalizar, a equipe do podcast faz suas apostas para 2024. O episódio é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta com participação do time fixo do Sem Precedentes, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 22 Dec 2023 19:18:01 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O último episódio do ano do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição, lista três fatos marcantes de 2023 e indica as principais apostas para 2024. Um dos principais temas do ano abordados no episódio é o <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/atos-antidemocraticos">8 de janeiro</a> e suas implicações, como a união entre os ministros após à invasão de golpistas às sedes dos Três Poderes, as prisões e o julgamento dos réus acusados de participar do ato.</p><p>O time do Sem Precedentes também destaca o protagonismo do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a> em relação ao 8 de janeiro e elenca como outro fato marcante do ano a indicação de dois novos ministros para a Corte. Em junho, o presidente <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/lula">Lula</a> indicou seu advogado em ações da Lava Jato, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/cristiano-zanin">Cristiano Zanin</a>, para o STF. E em novembro, foi a vez de escolher o ministro da Justiça, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/flavio-dino">Flávio Dino</a>.</p><p>Eles foram indicados para as vagas abertas com a aposentadoria dos ministros <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/rosa-weber">Rosa Weber</a>, que presidia o Supremo, e <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/ricardo-lewandowski">Ricardo Lewandowski</a>. A presidência de Rosa Weber também teve papel relevante no 8 de janeiro, em mudanças no regimento do Tribunal e no aspecto político da Corte.<br>Esta relação com os demais Poderes é o terceiro ponto citado no podcast. O time do Sem Precedentes considera que 2023 foi um ano em que a politização no STF se acentuou. Houve maior proximidade com o Executivo, com a presença de ministros atuando nos bastidores.</p><p>Os ministros do STF também estreitaram as relações em negociações com o Legislativo. Embora o Senado tenha acelerado a tramitação de projetos que alteram o regimento do Tribunal, ministros do STF se movimentaram para influenciar no resultado das proposições.</p><p>Para finalizar, a equipe do podcast faz suas apostas para 2024. O episódio é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta com participação do time fixo do Sem Precedentes, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>A carta na manga que o STF vai usar em 2024 | Podcast Sem Precedentes #149</title>
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        <![CDATA[<p>O primeiro episódio do Sem Precedentes do ano analisa o discurso de abertura do Ano Judiciário 2024, feito pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/STF">STF</a>), ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a>, em sessão solene, com a presença de autoridade dos Três Poderes, da Ordem dos Advogados do Brasil (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/oab">OAB</a>) e da Procuradoria-Geral da República (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/pgr">PGR</a>).</p><p>O tribunal volta do recesso, com decisões que dão continuidade à agenda do ano passado. As investigações sobre os atos de 8 de janeiro avançam agora mais rapidamente e ampliam as frentes de apuração: os indícios de que uma estrutura paralela de inteligência foi montada no governo Bolsonaro passa a ser alvo do Supremo.</p><p>Uma operação autorizada por Moraes, no início deste ano, atingiu o líder da oposição na Câmara, Carlos Jordy (PL-RJ), e foi criticada por parlamentares, com o argumento de que há falta de equilíbrio entre os Poderes. Os congressistas também questionam o fato de todas as decisões serem de um único ministro.</p><p><a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/os-fundamentos-de-moraes-para-autorizar-investigacao-contra-carlos-bolsonaro-29012024">Já a segunda fase da Operação Vigilância Aproximada</a> atingiu o filho do ex-presidente, vereador <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/carlos-bolsonaro">Carlos Bolsonaro</a> (Republicanos-RJ). A decisão que autorizou a Polícia Federal a realizar os mandados de busca e apreensão, também é do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a>, que antes já havia permitido busca e apreensão contra Alexandre Ramagem (PL-RJ), deputado federal e ex-chefe da Agência Brasileira de Inteligência (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/abin"><strong>Abin</strong></a>).</p><p>Ao dar aval para a PF, Moraes ressaltou a existência de um “núcleo político” por trás do uso da Abin para monitorar “inimigos políticos” e investigações relacionadas aos filhos de <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/jair-bolsonaro"><strong>Jair Bolsonaro</strong></a>. Os fundamentos das decisões, assim como o impacto político e as perspectivas para o ano no Judiciário são analisados no podcast, que é conduzido pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo.</p><p>A discussão no podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição conta com participação de seu time fixo, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O primeiro episódio do Sem Precedentes do ano analisa o discurso de abertura do Ano Judiciário 2024, feito pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/STF">STF</a>), ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a>, em sessão solene, com a presença de autoridade dos Três Poderes, da Ordem dos Advogados do Brasil (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/oab">OAB</a>) e da Procuradoria-Geral da República (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/pgr">PGR</a>).</p><p>O tribunal volta do recesso, com decisões que dão continuidade à agenda do ano passado. As investigações sobre os atos de 8 de janeiro avançam agora mais rapidamente e ampliam as frentes de apuração: os indícios de que uma estrutura paralela de inteligência foi montada no governo Bolsonaro passa a ser alvo do Supremo.</p><p>Uma operação autorizada por Moraes, no início deste ano, atingiu o líder da oposição na Câmara, Carlos Jordy (PL-RJ), e foi criticada por parlamentares, com o argumento de que há falta de equilíbrio entre os Poderes. Os congressistas também questionam o fato de todas as decisões serem de um único ministro.</p><p><a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/os-fundamentos-de-moraes-para-autorizar-investigacao-contra-carlos-bolsonaro-29012024">Já a segunda fase da Operação Vigilância Aproximada</a> atingiu o filho do ex-presidente, vereador <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/carlos-bolsonaro">Carlos Bolsonaro</a> (Republicanos-RJ). A decisão que autorizou a Polícia Federal a realizar os mandados de busca e apreensão, também é do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a>, que antes já havia permitido busca e apreensão contra Alexandre Ramagem (PL-RJ), deputado federal e ex-chefe da Agência Brasileira de Inteligência (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/abin"><strong>Abin</strong></a>).</p><p>Ao dar aval para a PF, Moraes ressaltou a existência de um “núcleo político” por trás do uso da Abin para monitorar “inimigos políticos” e investigações relacionadas aos filhos de <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/jair-bolsonaro"><strong>Jair Bolsonaro</strong></a>. Os fundamentos das decisões, assim como o impacto político e as perspectivas para o ano no Judiciário são analisados no podcast, que é conduzido pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo.</p><p>A discussão no podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição conta com participação de seu time fixo, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 02 Feb 2024 20:12:31 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O primeiro episódio do Sem Precedentes do ano analisa o discurso de abertura do Ano Judiciário 2024, feito pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/STF">STF</a>), ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a>, em sessão solene, com a presença de autoridade dos Três Poderes, da Ordem dos Advogados do Brasil (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/oab">OAB</a>) e da Procuradoria-Geral da República (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/pgr">PGR</a>).</p><p>O tribunal volta do recesso, com decisões que dão continuidade à agenda do ano passado. As investigações sobre os atos de 8 de janeiro avançam agora mais rapidamente e ampliam as frentes de apuração: os indícios de que uma estrutura paralela de inteligência foi montada no governo Bolsonaro passa a ser alvo do Supremo.</p><p>Uma operação autorizada por Moraes, no início deste ano, atingiu o líder da oposição na Câmara, Carlos Jordy (PL-RJ), e foi criticada por parlamentares, com o argumento de que há falta de equilíbrio entre os Poderes. Os congressistas também questionam o fato de todas as decisões serem de um único ministro.</p><p><a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/os-fundamentos-de-moraes-para-autorizar-investigacao-contra-carlos-bolsonaro-29012024">Já a segunda fase da Operação Vigilância Aproximada</a> atingiu o filho do ex-presidente, vereador <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/carlos-bolsonaro">Carlos Bolsonaro</a> (Republicanos-RJ). A decisão que autorizou a Polícia Federal a realizar os mandados de busca e apreensão, também é do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a>, que antes já havia permitido busca e apreensão contra Alexandre Ramagem (PL-RJ), deputado federal e ex-chefe da Agência Brasileira de Inteligência (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/abin"><strong>Abin</strong></a>).</p><p>Ao dar aval para a PF, Moraes ressaltou a existência de um “núcleo político” por trás do uso da Abin para monitorar “inimigos políticos” e investigações relacionadas aos filhos de <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/jair-bolsonaro"><strong>Jair Bolsonaro</strong></a>. Os fundamentos das decisões, assim como o impacto político e as perspectivas para o ano no Judiciário são analisados no podcast, que é conduzido pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo.</p><p>A discussão no podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição conta com participação de seu time fixo, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p>]]>
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      <title>O que há de diferente na nova fase da investigação contra Bolsonaro | Podcast Sem Precedentes #150</title>
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        <![CDATA[<p>Uma cronologia dos fatos bastante detalhada, com troca de mensagens, vídeo de reunião, transcrição de falas e divisão de núcleos de atuação fundamentaram a decisão do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/salexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a> que <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/minuta-inicial-de-golpe-previa-prisao-de-moraes-gilmar-e-pacheco-diz-pf-08022024">autorizou operação</a> na quinta-feira (8/2) para investigar o ex-presidente <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/jair-bolsonaro">Jair Bolsonaro</a> e aliados, incluindo militares. A arquitetura desse procedimento e sua comparação com outras operações relacionadas ao <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/8-de-janeiro">8 de janeiro</a> é o tema do novo episódio do Sem Precedentes.</p><p>O episódio destaca que em outros momentos havia questionamentos sobre a descrição dos fatos que justificavam as medidas adotadas pelo ministro Alexandre de Moraes e pontua que neste caso, ocorre o contrário: há um excesso de fatos. O contexto difere, por exemplo, da operação <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/carlos-bolsonaro-e-alvo-da-pf-em-operacao-sobre-espionagem-ilegal-da-abin-29012024">sobre espionagem ilegal na Agência Brasileira de Inteligência</a> (Abin), na qual foi expedido um mandado de busca e apreensão contra o filho do ex-presidente Carlos Bolsonaro.</p><p>Outro ponto abordado no podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição é a mudança de postura da Procuradoria-Geral da República (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/jair-bolsonaro">PGR</a>) sob o comando de <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/paulo-gonet">Paulo Gonet</a>. Se antes as decisões de Moraes se amparavam apenas em pedidos da Polícia Federal, esta última teve os requerimentos da Polícia Federal referendados pela PGR.</p><p>Para finalizar, o Sem Precedentes traz uma análise sobre as decisões do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/dias-toffoli">Dias Toffoli</a> que <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/pgr-tenta-no-plenario-reverter-decisoes-de-toffoli-que-beneficiam-odebrecht-e-jf-05022024">beneficiaram a Odebrecht e J&amp;F</a>. Para a equipe do podcast, as decisões refletem o problema das monocráticas, que nem a mudança regimental feita na gestão da ministra aposentada Rosa Weber foi capaz de solucionar. A proposta de emenda à Constituição que tramita no Senado para restringir as monocráticas também não seria suficiente para enfrentar a questão e impedir uma decisão como a de Toffoli.</p><p>O Sem Precedentes é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta com participação do time fixo do podcast, composto por: Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo. Excepcionalmente não participa deste episódio a professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University Juliana Cesario Alvim.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Uma cronologia dos fatos bastante detalhada, com troca de mensagens, vídeo de reunião, transcrição de falas e divisão de núcleos de atuação fundamentaram a decisão do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/salexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a> que <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/minuta-inicial-de-golpe-previa-prisao-de-moraes-gilmar-e-pacheco-diz-pf-08022024">autorizou operação</a> na quinta-feira (8/2) para investigar o ex-presidente <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/jair-bolsonaro">Jair Bolsonaro</a> e aliados, incluindo militares. A arquitetura desse procedimento e sua comparação com outras operações relacionadas ao <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/8-de-janeiro">8 de janeiro</a> é o tema do novo episódio do Sem Precedentes.</p><p>O episódio destaca que em outros momentos havia questionamentos sobre a descrição dos fatos que justificavam as medidas adotadas pelo ministro Alexandre de Moraes e pontua que neste caso, ocorre o contrário: há um excesso de fatos. O contexto difere, por exemplo, da operação <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/carlos-bolsonaro-e-alvo-da-pf-em-operacao-sobre-espionagem-ilegal-da-abin-29012024">sobre espionagem ilegal na Agência Brasileira de Inteligência</a> (Abin), na qual foi expedido um mandado de busca e apreensão contra o filho do ex-presidente Carlos Bolsonaro.</p><p>Outro ponto abordado no podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição é a mudança de postura da Procuradoria-Geral da República (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/jair-bolsonaro">PGR</a>) sob o comando de <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/paulo-gonet">Paulo Gonet</a>. Se antes as decisões de Moraes se amparavam apenas em pedidos da Polícia Federal, esta última teve os requerimentos da Polícia Federal referendados pela PGR.</p><p>Para finalizar, o Sem Precedentes traz uma análise sobre as decisões do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/dias-toffoli">Dias Toffoli</a> que <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/pgr-tenta-no-plenario-reverter-decisoes-de-toffoli-que-beneficiam-odebrecht-e-jf-05022024">beneficiaram a Odebrecht e J&amp;F</a>. Para a equipe do podcast, as decisões refletem o problema das monocráticas, que nem a mudança regimental feita na gestão da ministra aposentada Rosa Weber foi capaz de solucionar. A proposta de emenda à Constituição que tramita no Senado para restringir as monocráticas também não seria suficiente para enfrentar a questão e impedir uma decisão como a de Toffoli.</p><p>O Sem Precedentes é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta com participação do time fixo do podcast, composto por: Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo. Excepcionalmente não participa deste episódio a professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University Juliana Cesario Alvim.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 09 Feb 2024 22:11:25 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Com Dino, STF deve ter rara estabilidade na composição | Podcast Sem Precedentes #151</title>
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        <![CDATA[<p>A <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/flavio-dino-toma-posse-como-ministro-do-stf-22022024">posse de Flávio Dino</a> como ministro do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) marca uma nova fase na Corte. Caso nenhuma intercorrência ocorra, os próximos quatro anos serão de estabilidade na composição do pleno do Supremo. Este é um dos temas do novo episódio do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição.</p><p>Levantamento feito pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, indica que uma estabilidade como esta só aconteceu entre 1951 e 1956. Desde então, em nenhum outro momento, a Corte teve a mesma composição por tanto tempo. A expectativa é de que uma nova vaga só seja aberta no Supremo em 2028, com a aposentadoria do ministro Luiz Fux, que completará 75 anos em abril, idade limite para atuar na Corte.<br> Outro fator de estabilidade neste momento é a possibilidade de o recém-empossado procurador-geral da República, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/paulo-gonet">Paulo Gonet</a>, também ficar no cargo por quatro anos. O mandato do PGR é de dois anos, permitida a recondução.</p><p>Apresentado por Recondo, o podcast também chama atenção para outro fator ligado à posse de Dino, que é o tamanho do acervo de processos que ele herdou da ministra aposentada Rosa Weber. Dino assume a cadeira no Supremo com 343 processos, diferentemente de outros momentos em que havia gabinete de ministros com milhares de processos. Quando tomou posse no Supremo, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a>, por exemplo, ele <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/ministro-alexandre-de-moraes-diminui-acervo-para-menos-de-mil-processos-26092019">herdou </a>6.597 processos do ministro Teori Zavascki.</p><p>A discussão no Sem Precedentes conta com participação de seu time fixo, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, excepcionalmente não participa deste episódio.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/flavio-dino-toma-posse-como-ministro-do-stf-22022024">posse de Flávio Dino</a> como ministro do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) marca uma nova fase na Corte. Caso nenhuma intercorrência ocorra, os próximos quatro anos serão de estabilidade na composição do pleno do Supremo. Este é um dos temas do novo episódio do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição.</p><p>Levantamento feito pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, indica que uma estabilidade como esta só aconteceu entre 1951 e 1956. Desde então, em nenhum outro momento, a Corte teve a mesma composição por tanto tempo. A expectativa é de que uma nova vaga só seja aberta no Supremo em 2028, com a aposentadoria do ministro Luiz Fux, que completará 75 anos em abril, idade limite para atuar na Corte.<br> Outro fator de estabilidade neste momento é a possibilidade de o recém-empossado procurador-geral da República, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/paulo-gonet">Paulo Gonet</a>, também ficar no cargo por quatro anos. O mandato do PGR é de dois anos, permitida a recondução.</p><p>Apresentado por Recondo, o podcast também chama atenção para outro fator ligado à posse de Dino, que é o tamanho do acervo de processos que ele herdou da ministra aposentada Rosa Weber. Dino assume a cadeira no Supremo com 343 processos, diferentemente de outros momentos em que havia gabinete de ministros com milhares de processos. Quando tomou posse no Supremo, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a>, por exemplo, ele <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/ministro-alexandre-de-moraes-diminui-acervo-para-menos-de-mil-processos-26092019">herdou </a>6.597 processos do ministro Teori Zavascki.</p><p>A discussão no Sem Precedentes conta com participação de seu time fixo, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, excepcionalmente não participa deste episódio.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 23 Feb 2024 20:45:46 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>TSE regula IA e desinformação. O que falta fazer? | Podcast Sem Precedentes #152</title>
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        <![CDATA[<p>O candidato que usar inteligência artificial para difamar opositores ou o sistema eleitoral poderá ter o registro da candidatura e o mandato cassado. A punição está prevista na recém-aprovada <a href="https://www.jota.info/eleicoes/uso-de-ia-para-difamar-opositores-ou-processo-eleitoral-levara-a-cassacao-decide-tse-27022024">resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre uso de IA nas eleições deste ano</a>. Além disso, o TSE deixou claro que os candidatos podem utilizar a inteligência artificial, desde que informem ao eleitor de maneira clara sobre o uso da tecnologia digital.</p><p>A efetividade dessa decisão é o tema em discussão no episódio desta semana do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição. O debate conta com participação de especial de três especialistas no assunto: a professora de Direito Civil do IDP, Laura Schertel, o diretor Executivo do InternetLab, Francisco Brito Cruz; e a pesquisadora em tecnologia, poder e sociedade no The Alexander von Humboldt Institute de Berlim, Clara Keller. Os três fazem parte do Comitê de Integridade do TSE e participaram das discussões que levaram à resolução aprovada.</p><p>Conduzida pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, com participação da  professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University e integrante do time fixo do Sem Precedentes, Juliana Alvim, a conversa também aborda o que, mesmo com a resolução do TSE, ainda falta para ser feito. Para os entrevistados, é preciso uma resposta do Congresso Nacional, com uma legislação sobre o fluxo de informações, responsabilidades, limites das plataformas.</p><p>Além de detalhar a construção do texto, os convidados fazem uma avaliação sobre as decisões do TSE nas últimas eleições e sobre a pressão das plataformas para evitar o avanço de medidas mais restritivas. E também respondem o que ainda falta ser feito.<br>Até o momento, o Judiciário foi o único Poder que avançou no combate à desinformação e na responsabilização das plataformas. O Congresso Nacional retomou ano passado a discussão sobre uma regulamentação, mas não conseguiu aprovar o PL 2630. O Executivo também não avançou nesta área.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O candidato que usar inteligência artificial para difamar opositores ou o sistema eleitoral poderá ter o registro da candidatura e o mandato cassado. A punição está prevista na recém-aprovada <a href="https://www.jota.info/eleicoes/uso-de-ia-para-difamar-opositores-ou-processo-eleitoral-levara-a-cassacao-decide-tse-27022024">resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre uso de IA nas eleições deste ano</a>. Além disso, o TSE deixou claro que os candidatos podem utilizar a inteligência artificial, desde que informem ao eleitor de maneira clara sobre o uso da tecnologia digital.</p><p>A efetividade dessa decisão é o tema em discussão no episódio desta semana do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição. O debate conta com participação de especial de três especialistas no assunto: a professora de Direito Civil do IDP, Laura Schertel, o diretor Executivo do InternetLab, Francisco Brito Cruz; e a pesquisadora em tecnologia, poder e sociedade no The Alexander von Humboldt Institute de Berlim, Clara Keller. Os três fazem parte do Comitê de Integridade do TSE e participaram das discussões que levaram à resolução aprovada.</p><p>Conduzida pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, com participação da  professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University e integrante do time fixo do Sem Precedentes, Juliana Alvim, a conversa também aborda o que, mesmo com a resolução do TSE, ainda falta para ser feito. Para os entrevistados, é preciso uma resposta do Congresso Nacional, com uma legislação sobre o fluxo de informações, responsabilidades, limites das plataformas.</p><p>Além de detalhar a construção do texto, os convidados fazem uma avaliação sobre as decisões do TSE nas últimas eleições e sobre a pressão das plataformas para evitar o avanço de medidas mais restritivas. E também respondem o que ainda falta ser feito.<br>Até o momento, o Judiciário foi o único Poder que avançou no combate à desinformação e na responsabilização das plataformas. O Congresso Nacional retomou ano passado a discussão sobre uma regulamentação, mas não conseguiu aprovar o PL 2630. O Executivo também não avançou nesta área.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 01 Mar 2024 20:34:39 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O candidato que usar inteligência artificial para difamar opositores ou o sistema eleitoral poderá ter o registro da candidatura e o mandato cassado. A punição está prevista na recém-aprovada <a href="https://www.jota.info/eleicoes/uso-de-ia-para-difamar-opositores-ou-processo-eleitoral-levara-a-cassacao-decide-tse-27022024">resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre uso de IA nas eleições deste ano</a>. Além disso, o TSE deixou claro que os candidatos podem utilizar a inteligência artificial, desde que informem ao eleitor de maneira clara sobre o uso da tecnologia digital.</p><p>A efetividade dessa decisão é o tema em discussão no episódio desta semana do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição. O debate conta com participação de especial de três especialistas no assunto: a professora de Direito Civil do IDP, Laura Schertel, o diretor Executivo do InternetLab, Francisco Brito Cruz; e a pesquisadora em tecnologia, poder e sociedade no The Alexander von Humboldt Institute de Berlim, Clara Keller. Os três fazem parte do Comitê de Integridade do TSE e participaram das discussões que levaram à resolução aprovada.</p><p>Conduzida pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, com participação da  professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University e integrante do time fixo do Sem Precedentes, Juliana Alvim, a conversa também aborda o que, mesmo com a resolução do TSE, ainda falta para ser feito. Para os entrevistados, é preciso uma resposta do Congresso Nacional, com uma legislação sobre o fluxo de informações, responsabilidades, limites das plataformas.</p><p>Além de detalhar a construção do texto, os convidados fazem uma avaliação sobre as decisões do TSE nas últimas eleições e sobre a pressão das plataformas para evitar o avanço de medidas mais restritivas. E também respondem o que ainda falta ser feito.<br>Até o momento, o Judiciário foi o único Poder que avançou no combate à desinformação e na responsabilização das plataformas. O Congresso Nacional retomou ano passado a discussão sobre uma regulamentação, mas não conseguiu aprovar o PL 2630. O Executivo também não avançou nesta área.</p>]]>
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      <title>Drogas: o Brasil mudou e o STF também | Podcast Sem Precedentes #153</title>
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        <![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) iniciou em 2015 o julgamento que pode <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/descriminalizacao-das-drogas">descriminalizar o porte de drogas</a> para uso pessoal. Quase nove anos depois, a Corte foi de um voto inicial que descriminalizava o porte de todo tipo de droga para consumo próprio para uma divergência, em que os ministros não chegam a um consenso sobre o que está em discussão. O país mudou e o reflexo aparece neste momento em que o julgamento foi retomado. O que aconteceu e como esse contexto afeta o voto dos ministros é o tema do Sem Precedentes data semana.<br>No início do julgamento, quando o relator do recurso, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/gilmar-mendes">Gilmar Mendes</a>, fez a leitura de seu voto, ele propôs a descriminalização do porte de qualquer tipo de droga, desde que seja para consumo próprio. Ainda naquela época, os ministros <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/edson-fachin">Edson Fachin</a> e <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a> votaram para restringir a descriminalização à maconha.</p><p>Barroso usou a legislação de Portugal como referência e estabeleceu como parâmetro a posse de 25 gramas da substância. Já Fachin entendeu que o Congresso devia fixar os parâmetros. O julgamento foi interrompido após pedido de vista do ministro Teori Zavascki (falecido).<br><a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/alexandre-de-moraes-vota-para-descriminalizar-porte-de-maconha-para-uso-pessoal-02082023">No ano passado, o recurso voltou à pauta, com o voto do ministro Alexandre de Moraes, que se limitou à maconha e propôs o porte de 60 gramas para diferenciar usuário de traficante</a>. O voto influenciou o ministro Gilmar Mendes a alterar seu entendimento e também se limitar à maconha. <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/ao-vivo-stf-retoma-julgamento-da-descriminalizacao-do-porte-de-drogas-no-brasil-24082023">Antes de se aposentar, a ministra Rosa Weber seguiu o posicionamento pela descriminalização da maconha</a>.</p><p>O ministro Cristiano Zanin abriu divergência, foi contra a descriminalização e<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/depois-de-2-votos-contrarios-a-descriminalizacao-da-maconha-toffoli-pede-vista-06032024"> foi seguido por Nunes Marques e André Mendonça, que apresentou voto vista no último dia 6</a>, após interromper o julgamento ano passado.</p><p>O retorno do tema à pauta neste ano gerou uma série de questionamentos entre os próprios ministros. Ao abrir a sessão, o presidente da Corte, ministro Barroso, afirmou que o STF não discute a legalização das drogas nem a descriminalização, já que a legislação não criminaliza o usuário. Para Mendonça, se a Corte debate a quantidade para diferenciar, está, sim, tratando da descriminalização também. Para ele, cabe ao Congresso fazer essa definição. Ao pedir vista e suspender mais uma vez o julgamento, o ministro Dias Tofolli afirmou que cabe às agências reguladoras estabelecer parâmetros.</p><p>A mudança de rumo no julgamento, a falta de consenso e o que mudou no contexto e no cenário político do país permeiam o Sem Precedentes desta semana. Conduzido pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, o debate conta com participação do time fixo do Sem Precedente, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) iniciou em 2015 o julgamento que pode <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/descriminalizacao-das-drogas">descriminalizar o porte de drogas</a> para uso pessoal. Quase nove anos depois, a Corte foi de um voto inicial que descriminalizava o porte de todo tipo de droga para consumo próprio para uma divergência, em que os ministros não chegam a um consenso sobre o que está em discussão. O país mudou e o reflexo aparece neste momento em que o julgamento foi retomado. O que aconteceu e como esse contexto afeta o voto dos ministros é o tema do Sem Precedentes data semana.<br>No início do julgamento, quando o relator do recurso, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/gilmar-mendes">Gilmar Mendes</a>, fez a leitura de seu voto, ele propôs a descriminalização do porte de qualquer tipo de droga, desde que seja para consumo próprio. Ainda naquela época, os ministros <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/edson-fachin">Edson Fachin</a> e <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a> votaram para restringir a descriminalização à maconha.</p><p>Barroso usou a legislação de Portugal como referência e estabeleceu como parâmetro a posse de 25 gramas da substância. Já Fachin entendeu que o Congresso devia fixar os parâmetros. O julgamento foi interrompido após pedido de vista do ministro Teori Zavascki (falecido).<br><a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/alexandre-de-moraes-vota-para-descriminalizar-porte-de-maconha-para-uso-pessoal-02082023">No ano passado, o recurso voltou à pauta, com o voto do ministro Alexandre de Moraes, que se limitou à maconha e propôs o porte de 60 gramas para diferenciar usuário de traficante</a>. O voto influenciou o ministro Gilmar Mendes a alterar seu entendimento e também se limitar à maconha. <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/ao-vivo-stf-retoma-julgamento-da-descriminalizacao-do-porte-de-drogas-no-brasil-24082023">Antes de se aposentar, a ministra Rosa Weber seguiu o posicionamento pela descriminalização da maconha</a>.</p><p>O ministro Cristiano Zanin abriu divergência, foi contra a descriminalização e<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/depois-de-2-votos-contrarios-a-descriminalizacao-da-maconha-toffoli-pede-vista-06032024"> foi seguido por Nunes Marques e André Mendonça, que apresentou voto vista no último dia 6</a>, após interromper o julgamento ano passado.</p><p>O retorno do tema à pauta neste ano gerou uma série de questionamentos entre os próprios ministros. Ao abrir a sessão, o presidente da Corte, ministro Barroso, afirmou que o STF não discute a legalização das drogas nem a descriminalização, já que a legislação não criminaliza o usuário. Para Mendonça, se a Corte debate a quantidade para diferenciar, está, sim, tratando da descriminalização também. Para ele, cabe ao Congresso fazer essa definição. Ao pedir vista e suspender mais uma vez o julgamento, o ministro Dias Tofolli afirmou que cabe às agências reguladoras estabelecer parâmetros.</p><p>A mudança de rumo no julgamento, a falta de consenso e o que mudou no contexto e no cenário político do país permeiam o Sem Precedentes desta semana. Conduzido pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, o debate conta com participação do time fixo do Sem Precedente, composto por: Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University; Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 08 Mar 2024 20:51:17 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>A timidez do STF no caso de licença-maternidade | Podcast Sem Precedentes #154</title>
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        <![CDATA[<p>O Plenário do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/STF">STF</a>) garantiu nesta semana o direito à <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-garante-licenca-maternidade-para-mae-nao-gestante-em-relacao-homoafetiva-13032024">licença-maternidade para mãe não gestante</a> em união homoafetiva. No entanto, ao definir a regra, os ministros optaram por conceder período equivalente ao da licença-paternidade. Mas, afinal, é preciso citar a paternidade em uma relação com duas mães? Essa é a pergunta que permeia o debate o episódio desta semana do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição. </p><p>Ao apresentar seu voto, o relator do recurso, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luiz-fux">Luiz Fux</a> afirmou que o caso deveria ser visto sob o prisma da igualdade. “A circunstância de ser mãe é, no meu modo de ver, o bastante para se acionar o direito, pouco importando o fato de não ter engravidado”, disse. No entanto, ele considerou que não poderia haver acúmulo. </p><p>“Eu entendo que benefício análogo, licença-maternidade para uma, benefício análogo à licença-paternidade para a outra, é perfeitamente admissível Eu entendo que benefício análogo, licença-maternidade para uma, benefício análogo à licença-paternidade para a outra, é perfeitamente admissível”, disse. </p><p>Foram vencidos os ministros <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a>, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/dias-tofolli">Dias Toffoli</a> e <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/carmen-lucia">Cármen Lúcia</a>. Para eles, ambas as mães devem ter direito a licença-maternidade. “Ao adotar esse posicionamento, nós queremos replicar o modelo tradicional de casamento, homem-mulher, para a união estável homoafetiva, mulher-mulher”, afirmou o ministro Alexandre de Moraes. </p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, o episódio analisa a timidez da Corte ao enfrentar o debate. Participa da conversa a professora de Direito Constitucional da ESPM Ana Laura Barbosa, como convidada especial, além de Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro; do time fixo do Sem Precedentes. Excepcionalmente, esta edição não tem a participação do professor do Insper, em São Paulo, Diego Werneck.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Plenário do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/STF">STF</a>) garantiu nesta semana o direito à <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-garante-licenca-maternidade-para-mae-nao-gestante-em-relacao-homoafetiva-13032024">licença-maternidade para mãe não gestante</a> em união homoafetiva. No entanto, ao definir a regra, os ministros optaram por conceder período equivalente ao da licença-paternidade. Mas, afinal, é preciso citar a paternidade em uma relação com duas mães? Essa é a pergunta que permeia o debate o episódio desta semana do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição. </p><p>Ao apresentar seu voto, o relator do recurso, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luiz-fux">Luiz Fux</a> afirmou que o caso deveria ser visto sob o prisma da igualdade. “A circunstância de ser mãe é, no meu modo de ver, o bastante para se acionar o direito, pouco importando o fato de não ter engravidado”, disse. No entanto, ele considerou que não poderia haver acúmulo. </p><p>“Eu entendo que benefício análogo, licença-maternidade para uma, benefício análogo à licença-paternidade para a outra, é perfeitamente admissível Eu entendo que benefício análogo, licença-maternidade para uma, benefício análogo à licença-paternidade para a outra, é perfeitamente admissível”, disse. </p><p>Foram vencidos os ministros <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a>, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/dias-tofolli">Dias Toffoli</a> e <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/carmen-lucia">Cármen Lúcia</a>. Para eles, ambas as mães devem ter direito a licença-maternidade. “Ao adotar esse posicionamento, nós queremos replicar o modelo tradicional de casamento, homem-mulher, para a união estável homoafetiva, mulher-mulher”, afirmou o ministro Alexandre de Moraes. </p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, o episódio analisa a timidez da Corte ao enfrentar o debate. Participa da conversa a professora de Direito Constitucional da ESPM Ana Laura Barbosa, como convidada especial, além de Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro; do time fixo do Sem Precedentes. Excepcionalmente, esta edição não tem a participação do professor do Insper, em São Paulo, Diego Werneck.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 15 Mar 2024 21:33:46 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O Plenário do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/STF">STF</a>) garantiu nesta semana o direito à <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-garante-licenca-maternidade-para-mae-nao-gestante-em-relacao-homoafetiva-13032024">licença-maternidade para mãe não gestante</a> em união homoafetiva. No entanto, ao definir a regra, os ministros optaram por conceder período equivalente ao da licença-paternidade. Mas, afinal, é preciso citar a paternidade em uma relação com duas mães? Essa é a pergunta que permeia o debate o episódio desta semana do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição. </p><p>Ao apresentar seu voto, o relator do recurso, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luiz-fux">Luiz Fux</a> afirmou que o caso deveria ser visto sob o prisma da igualdade. “A circunstância de ser mãe é, no meu modo de ver, o bastante para se acionar o direito, pouco importando o fato de não ter engravidado”, disse. No entanto, ele considerou que não poderia haver acúmulo. </p><p>“Eu entendo que benefício análogo, licença-maternidade para uma, benefício análogo à licença-paternidade para a outra, é perfeitamente admissível Eu entendo que benefício análogo, licença-maternidade para uma, benefício análogo à licença-paternidade para a outra, é perfeitamente admissível”, disse. </p><p>Foram vencidos os ministros <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a>, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/dias-tofolli">Dias Toffoli</a> e <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/carmen-lucia">Cármen Lúcia</a>. Para eles, ambas as mães devem ter direito a licença-maternidade. “Ao adotar esse posicionamento, nós queremos replicar o modelo tradicional de casamento, homem-mulher, para a união estável homoafetiva, mulher-mulher”, afirmou o ministro Alexandre de Moraes. </p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, o episódio analisa a timidez da Corte ao enfrentar o debate. Participa da conversa a professora de Direito Constitucional da ESPM Ana Laura Barbosa, como convidada especial, além de Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, e Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro; do time fixo do Sem Precedentes. Excepcionalmente, esta edição não tem a participação do professor do Insper, em São Paulo, Diego Werneck.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>O vai e vem do STF sobre foro privilegiado | Podcast Sem Precedentes #155</title>
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        <![CDATA[<p>Em 2018, o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/STF">STF</a>) se debruçou sobre as regras do <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/foro-privilegiado">foro privilegiado</a>. Ao fim do debate, os ministros decidiram restringir os critérios para direto à prerrogativa. Agora, seis anos depois, a Corte volta ao tema e inicia um novo julgamento. Esse vaivém é o centro do debate desta semana do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição. </p><p>Nesta sexta-feira (29/3), abre o prazo para os ministros depositarem seus votos em sessão virtual sobre um recurso enviado pelo ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/gilmar-mendes">Gilmar Mendes</a>, em caso que envolve o senador Zequinha Marinho (Podemos-PA). Para o ministro, o julgamento tem potencial de “recalibrar os contornos do foro por prerrogativa de função”. "No caso dos autos, a tese trazida a debate não apenas é relevante, como também pode reconfigurar o alcance de um instituto que é essencial para assegurar o livre exercício de cargos públicos e mandatos eletivos, garantindo autonomia aos seus titulares", afirmou Mendes.</p><p>A discussão está sendo impulsionada pela investigação que envolve o assassinato da vereadora <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/marielle-franco">Marielle Franco</a>. Isso porque um dos suspeitos de ser o mandante do crime é o deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ). Embora hoje tenha direito ao foro, por ser parlamentar, à época em que o crime ocorreu, Chiquinho Brazão era vereador. Além disso, as investigações apontam que o crime teria relação com disputas fundiárias, ou seja, não tem relação com o atual mandato de Brazão. </p><p>Pelas regras definidas em 2018, tem direito ao foro privilegiado casos que envolvem deputados e senadores acusados de crimes cometidos durante o mandato e relacionado ao exercício do cargo. Um dos argumentos que levaram a essa redefinição do foro em 2018 foi uma sobrecarga no Tribunal.</p><p>Todo esse trâmite e seus possíveis resultados são abordados no episódio do Sem Precedentes desta semana. O debate é conduzido pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, e conta com participação especial de Luiz Fernando Esteves, professor do Insper, além do time fixo do Sem Precedentes, composto por: Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo. Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, não participa deste episódio.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em 2018, o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/STF">STF</a>) se debruçou sobre as regras do <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/foro-privilegiado">foro privilegiado</a>. Ao fim do debate, os ministros decidiram restringir os critérios para direto à prerrogativa. Agora, seis anos depois, a Corte volta ao tema e inicia um novo julgamento. Esse vaivém é o centro do debate desta semana do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição. </p><p>Nesta sexta-feira (29/3), abre o prazo para os ministros depositarem seus votos em sessão virtual sobre um recurso enviado pelo ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/gilmar-mendes">Gilmar Mendes</a>, em caso que envolve o senador Zequinha Marinho (Podemos-PA). Para o ministro, o julgamento tem potencial de “recalibrar os contornos do foro por prerrogativa de função”. "No caso dos autos, a tese trazida a debate não apenas é relevante, como também pode reconfigurar o alcance de um instituto que é essencial para assegurar o livre exercício de cargos públicos e mandatos eletivos, garantindo autonomia aos seus titulares", afirmou Mendes.</p><p>A discussão está sendo impulsionada pela investigação que envolve o assassinato da vereadora <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/marielle-franco">Marielle Franco</a>. Isso porque um dos suspeitos de ser o mandante do crime é o deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido-RJ). Embora hoje tenha direito ao foro, por ser parlamentar, à época em que o crime ocorreu, Chiquinho Brazão era vereador. Além disso, as investigações apontam que o crime teria relação com disputas fundiárias, ou seja, não tem relação com o atual mandato de Brazão. </p><p>Pelas regras definidas em 2018, tem direito ao foro privilegiado casos que envolvem deputados e senadores acusados de crimes cometidos durante o mandato e relacionado ao exercício do cargo. Um dos argumentos que levaram a essa redefinição do foro em 2018 foi uma sobrecarga no Tribunal.</p><p>Todo esse trâmite e seus possíveis resultados são abordados no episódio do Sem Precedentes desta semana. O debate é conduzido pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, e conta com participação especial de Luiz Fernando Esteves, professor do Insper, além do time fixo do Sem Precedentes, composto por: Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo. Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, não participa deste episódio.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 28 Mar 2024 20:19:45 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>O que acontece se o Supremo mudar o foro privilegiado? | Podcast Sem Precedentes #156</title>
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        <![CDATA[<p>O que acontece se o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) mudar as regras do <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/foro-privilegiado">foro privilegiado</a>? Essa é a pergunta que permeia o debate no novo episódio do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição. O tema retornou à pauta do Supremo com o julgamento de duas ações que tratam da matéria, o habeas corpus do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) e o inquérito da ex-senadora Rose de Freitas, ambos de relatoria do ministro Gilmar Mendes.</p><p><br></p><p>O julgamento foi iniciado em plenário virtual, depois interrompido por pedido de vista do ministro Luís Roberto Barroso, que já devolveu as ações e as pautou para o próximo dia 12. Até o momento, <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/julgamento-foro-privilegiado-02042024">cinco ministros já se manifestaram</a>, todos em linha com o voto do relator, apesar de pequenas observações. Falta apenas um voto para que a posição do relator prevaleça.</p><p>O ministro Gilmar Mendes votou para ampliar o alcance do foro por prerrogativa de função. Em seu voto, o principal critério para a definição do foro é a condição de agente político com foro (parlamentar, por exemplo) no momento em que o crime foi cometido. A partir deste ponto, ele defende que a prerrogativa de foro se mantém para o julgamento de crimes praticados no cargo e em razão das funções, e o foro continua mesmo após o afastamento do cargo, ainda que o inquérito ou a ação penal sejam iniciados depois do fim do mandato.</p><p>Eis a tese sugerida: “A prerrogativa de foro para julgamento de crimes praticados no cargo e em razão das funções subsiste mesmo após o afastamento do cargo, ainda que o inquérito ou a ação penal sejam iniciados depois de cessado seu exercício”.</p><p>Argumentos e as consequências dessa possível mudança de entendimento são discutidos no episódio, conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta com a participação do time fixo do podcast, composto por: Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O que acontece se o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) mudar as regras do <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/foro-privilegiado">foro privilegiado</a>? Essa é a pergunta que permeia o debate no novo episódio do Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição. O tema retornou à pauta do Supremo com o julgamento de duas ações que tratam da matéria, o habeas corpus do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) e o inquérito da ex-senadora Rose de Freitas, ambos de relatoria do ministro Gilmar Mendes.</p><p><br></p><p>O julgamento foi iniciado em plenário virtual, depois interrompido por pedido de vista do ministro Luís Roberto Barroso, que já devolveu as ações e as pautou para o próximo dia 12. Até o momento, <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/julgamento-foro-privilegiado-02042024">cinco ministros já se manifestaram</a>, todos em linha com o voto do relator, apesar de pequenas observações. Falta apenas um voto para que a posição do relator prevaleça.</p><p>O ministro Gilmar Mendes votou para ampliar o alcance do foro por prerrogativa de função. Em seu voto, o principal critério para a definição do foro é a condição de agente político com foro (parlamentar, por exemplo) no momento em que o crime foi cometido. A partir deste ponto, ele defende que a prerrogativa de foro se mantém para o julgamento de crimes praticados no cargo e em razão das funções, e o foro continua mesmo após o afastamento do cargo, ainda que o inquérito ou a ação penal sejam iniciados depois do fim do mandato.</p><p>Eis a tese sugerida: “A prerrogativa de foro para julgamento de crimes praticados no cargo e em razão das funções subsiste mesmo após o afastamento do cargo, ainda que o inquérito ou a ação penal sejam iniciados depois de cessado seu exercício”.</p><p>Argumentos e as consequências dessa possível mudança de entendimento são discutidos no episódio, conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta com a participação do time fixo do podcast, composto por: Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 05 Apr 2024 21:09:21 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Por que as críticas a Moraes colam? | Podcast Sem Precedentes #157</title>
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        <![CDATA[<p>No último domingo (7/4), no X, o dono da rede social, Elon Musk, afirmou que iria descumprir as decisões judiciais do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e liberar o conteúdo bloqueado por decisões do STF.</p><p>Ainda no domingo, Moraes determinou a inclusão de Musk entre os investigados no inquérito que apura a atuação das milícias digitais no Brasil (INQ 4.874). No dia seguinte, o ministro Dias Toffoli anunciou que liberará seu voto no caso sobre o Marco Civil da Internet e a expectativa é de que o tema seja levado ao plenário até junho.</p><p>O Sem Precedentes, o podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição, aborda o caso com a seguinte questão: por que as críticas a Moraes colam?</p><p>O episódio trata também da manutenção, pelo Congresso, da prisão do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ). O parlamentar foi preso por determinação de Moraes no inquérito 4.954, que apura quem são os mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes.</p><p>Por fim, o podcast analisa o vai e vem da Corte sobre as regras do foro por prerrogativa de função, mais conhecido como foro privilegiado. Nesta sexta-feira (12/4), a Corte formou maioria para a revisão da regra, no entanto, o julgamento foi suspenso por pedido de vista do ministro André Mendonça.</p><p>O Sem Precedentes é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e neste episódio conta com a participação especial de Luiz Fernando Esteves, professor do Insper, além do time fixo, composto por Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo. Excepcionalmente Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, não participa deste episódio.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No último domingo (7/4), no X, o dono da rede social, Elon Musk, afirmou que iria descumprir as decisões judiciais do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e liberar o conteúdo bloqueado por decisões do STF.</p><p>Ainda no domingo, Moraes determinou a inclusão de Musk entre os investigados no inquérito que apura a atuação das milícias digitais no Brasil (INQ 4.874). No dia seguinte, o ministro Dias Toffoli anunciou que liberará seu voto no caso sobre o Marco Civil da Internet e a expectativa é de que o tema seja levado ao plenário até junho.</p><p>O Sem Precedentes, o podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição, aborda o caso com a seguinte questão: por que as críticas a Moraes colam?</p><p>O episódio trata também da manutenção, pelo Congresso, da prisão do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ). O parlamentar foi preso por determinação de Moraes no inquérito 4.954, que apura quem são os mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes.</p><p>Por fim, o podcast analisa o vai e vem da Corte sobre as regras do foro por prerrogativa de função, mais conhecido como foro privilegiado. Nesta sexta-feira (12/4), a Corte formou maioria para a revisão da regra, no entanto, o julgamento foi suspenso por pedido de vista do ministro André Mendonça.</p><p>O Sem Precedentes é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e neste episódio conta com a participação especial de Luiz Fernando Esteves, professor do Insper, além do time fixo, composto por Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo. Excepcionalmente Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, não participa deste episódio.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 12 Apr 2024 20:10:10 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>No último domingo (7/4), no X, o dono da rede social, Elon Musk, afirmou que iria descumprir as decisões judiciais do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e liberar o conteúdo bloqueado por decisões do STF.</p><p>Ainda no domingo, Moraes determinou a inclusão de Musk entre os investigados no inquérito que apura a atuação das milícias digitais no Brasil (INQ 4.874). No dia seguinte, o ministro Dias Toffoli anunciou que liberará seu voto no caso sobre o Marco Civil da Internet e a expectativa é de que o tema seja levado ao plenário até junho.</p><p>O Sem Precedentes, o podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição, aborda o caso com a seguinte questão: por que as críticas a Moraes colam?</p><p>O episódio trata também da manutenção, pelo Congresso, da prisão do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ). O parlamentar foi preso por determinação de Moraes no inquérito 4.954, que apura quem são os mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista, Anderson Gomes.</p><p>Por fim, o podcast analisa o vai e vem da Corte sobre as regras do foro por prerrogativa de função, mais conhecido como foro privilegiado. Nesta sexta-feira (12/4), a Corte formou maioria para a revisão da regra, no entanto, o julgamento foi suspenso por pedido de vista do ministro André Mendonça.</p><p>O Sem Precedentes é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e neste episódio conta com a participação especial de Luiz Fernando Esteves, professor do Insper, além do time fixo, composto por Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo. Excepcionalmente Thomaz Pereira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro, não participa deste episódio.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>O relatório americano: o que há de crítica e o que há de narrativa | Podcast Sem Precedentes #158</title>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição, analisa em seu novo episódio o impacto do relatório divulgado pelo Comitê de Assuntos Judiciários da Câmara dos Estados Unidos com decisões do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a>, alegando suposto cerceamento da liberdade de expressão no Brasil.</p><p>O documento, intitulado "O ataque contra liberdade de expressão no exterior e o silêncio da administração Biden: o caso do Brasil", traz uma lista com 49 decisões do ministro relacionadas à moderação e remoção de conteúdos publicados no X (antigo Twitter) por pessoas investigadas pelo Tribunal. A maior parte do material tornado público estava em sigilo.</p><p>O relatório, porém, segundo ressalta o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>), não traz as “decisões fundamentadas que determinaram a retirada de conteúdo ou perfis, mas sim dos ofícios enviados às plataformas para cumprimento da decisão”. Ou seja, seriam similares ao mandados -- não se tratando da decisão judicial. "Todas as decisões tomadas pelo STF são fundamentadas, como prevê a Constituição, e as partes, as pessoas afetadas, têm acesso à fundamentação", explica o STF.</p><p>O relatório foi enviado à comissão pelo dono do X (ex-Twitter), <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/elon-musk">Elon Musk</a>, que tem protagonizado embates públicos com o STF e em especial, com Alexandre de Moraes, e internacionaliza o debate sobre cerceamento à liberdade de expressão.</p><p>Mas afinal, o que há de crítica e narrativa nessa movimentação? A resposta para essa pergunta é o centro do debate desse novo episódio do Sem Precedentes. A conversa é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta com participação de Thomaz Pereira, professor de Direito, e Ana Laura Barbosa, professora de Direito Constitucional da ESPM. Excepcionalmente, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, não participam deste episódio.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes, podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição, analisa em seu novo episódio o impacto do relatório divulgado pelo Comitê de Assuntos Judiciários da Câmara dos Estados Unidos com decisões do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a>, alegando suposto cerceamento da liberdade de expressão no Brasil.</p><p>O documento, intitulado "O ataque contra liberdade de expressão no exterior e o silêncio da administração Biden: o caso do Brasil", traz uma lista com 49 decisões do ministro relacionadas à moderação e remoção de conteúdos publicados no X (antigo Twitter) por pessoas investigadas pelo Tribunal. A maior parte do material tornado público estava em sigilo.</p><p>O relatório, porém, segundo ressalta o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>), não traz as “decisões fundamentadas que determinaram a retirada de conteúdo ou perfis, mas sim dos ofícios enviados às plataformas para cumprimento da decisão”. Ou seja, seriam similares ao mandados -- não se tratando da decisão judicial. "Todas as decisões tomadas pelo STF são fundamentadas, como prevê a Constituição, e as partes, as pessoas afetadas, têm acesso à fundamentação", explica o STF.</p><p>O relatório foi enviado à comissão pelo dono do X (ex-Twitter), <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/elon-musk">Elon Musk</a>, que tem protagonizado embates públicos com o STF e em especial, com Alexandre de Moraes, e internacionaliza o debate sobre cerceamento à liberdade de expressão.</p><p>Mas afinal, o que há de crítica e narrativa nessa movimentação? A resposta para essa pergunta é o centro do debate desse novo episódio do Sem Precedentes. A conversa é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta com participação de Thomaz Pereira, professor de Direito, e Ana Laura Barbosa, professora de Direito Constitucional da ESPM. Excepcionalmente, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, e Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, não participam deste episódio.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 19 Apr 2024 21:04:47 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>O que Barroso deixou de dizer? | Podcast Sem Precedentes #159</title>
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        <![CDATA[<p>Qual é o papel do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) na defesa da democracia? Foi com o intuito de responder a essa pergunta que o presidente da Corte, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a>, participou de um debate organizado pela Fundação FHC na última terça-feira (23/4). Por quase duas horas, o ministro falou e esclareceu dúvidas dos participantes. No entanto, algumas respostas ficaram em aberto, e é exatamente sobre o que Barroso não falou que o Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo e a Constituição, aborda neste novo episódio.</p><p>Entre os comentaristas do debate estava o professor Oscar Vilhena, diretor da FGV Direito SP, que questionou Barroso sobre qual seria a agenda do ministro para o Supremo e como o Tribunal pode criar mecanismos para reforçar sua autoridade judiciária sem se envolver na luta política. Barroso, no entanto, respondeu que seus projetos estão mais voltados para o Conselho Nacional de Justiça (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/cnj">CNJ</a>) do que para o Supremo.<br>"No Supremo, [o projeto] é manter um ambiente pacífico e produtivo. Sim, pacífico e produtivo, o que é muito importante e tem sido assim desde a gestão da ministra Rosa, felizmente. A gente tem decidido muitas coisas", respondeu o ministro.</p><p>No entanto, Barroso não se pronunciou sobre a atuação política da Corte. O ministro foi questionado mais de uma vez sobre essa atuação política, e sobre como ela é vista como fonte recursal de "problemas, derrotas e frustrações da sociedade brasileira". Também foi criticado pela falta de um processo de contenção dos excessos do Supremo. Barroso foi lembrado, por exemplo, de que ao considerar inconstitucional o indulto assinado pelo ex-presidente Michel Temer, o <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/barroso-libera-aplicacao-de-parte-do-indulto-de-natal-para-presos-12032018">ministro redigiu um indulto</a> em vez de apenas declarar que o documento não era válido e não estava em conformidade com o texto constitucional.</p><p>Esses são alguns dos pontos sem uma resposta efetiva do presidente da Corte que o podcast analisa. Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com a participação do time fixo do podcast, composto por: Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Qual é o papel do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) na defesa da democracia? Foi com o intuito de responder a essa pergunta que o presidente da Corte, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a>, participou de um debate organizado pela Fundação FHC na última terça-feira (23/4). Por quase duas horas, o ministro falou e esclareceu dúvidas dos participantes. No entanto, algumas respostas ficaram em aberto, e é exatamente sobre o que Barroso não falou que o Sem Precedentes, podcast do JOTA sobre o Supremo e a Constituição, aborda neste novo episódio.</p><p>Entre os comentaristas do debate estava o professor Oscar Vilhena, diretor da FGV Direito SP, que questionou Barroso sobre qual seria a agenda do ministro para o Supremo e como o Tribunal pode criar mecanismos para reforçar sua autoridade judiciária sem se envolver na luta política. Barroso, no entanto, respondeu que seus projetos estão mais voltados para o Conselho Nacional de Justiça (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/cnj">CNJ</a>) do que para o Supremo.<br>"No Supremo, [o projeto] é manter um ambiente pacífico e produtivo. Sim, pacífico e produtivo, o que é muito importante e tem sido assim desde a gestão da ministra Rosa, felizmente. A gente tem decidido muitas coisas", respondeu o ministro.</p><p>No entanto, Barroso não se pronunciou sobre a atuação política da Corte. O ministro foi questionado mais de uma vez sobre essa atuação política, e sobre como ela é vista como fonte recursal de "problemas, derrotas e frustrações da sociedade brasileira". Também foi criticado pela falta de um processo de contenção dos excessos do Supremo. Barroso foi lembrado, por exemplo, de que ao considerar inconstitucional o indulto assinado pelo ex-presidente Michel Temer, o <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/barroso-libera-aplicacao-de-parte-do-indulto-de-natal-para-presos-12032018">ministro redigiu um indulto</a> em vez de apenas declarar que o documento não era válido e não estava em conformidade com o texto constitucional.</p><p>Esses são alguns dos pontos sem uma resposta efetiva do presidente da Corte que o podcast analisa. Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com a participação do time fixo do podcast, composto por: Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 26 Apr 2024 19:38:01 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>O que há de errado na decisão do STF sobre estatais? | Podcast Sem Precedentes #160</title>
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        <![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) considerou nesta semana válida a Lei das Estatais, que estabelece quarentena para dirigentes partidários assumirem cargos em estatais, mas manteve válidas as indicações do presidente Lula, mesmo com casos conflitantes com a legislação. O argumento para a manutenção das indicações é o de preservar a segurança jurídica. À época das nomeações, o governo teve respaldo de uma liminar concedida pelo ministro Ricardo Lewandowski, hoje aposentado do Supremo.</p><p>O Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição, analisa todos os meandros do julgamento sobre a Lei das Estatais na Corte.</p><p>Sancionada em 2016 pelo então presidente interino Michel Temer, a Lei das Estatais se propôs a ser um marco de governança para o país. A legislação definiu parâmetros para as nomeações de cargos de alto escalão em estatais, sociedades mistas e subsidiárias. Foi definido, por exemplo, prazo de três anos para que políticos que tenham atuado em estrutura decisória ou em campanha eleitoral possam assumir cargos de direção e em conselhos administrativos. Ficou ainda vedada a participação de ministros, secretários e parlamentares em cargos altos dessas empresas.</p><p>Ao conceder a liminar em março do ano passado, Lewandowski, embora tenha considerado a norma louvável, afirmou que foram criadas discriminações desproporcionais, sem considerar critérios de natureza técnica ou profissional que garantam eficiência na gestão. Uma das principais críticas à legislação é o prazo de três anos, o que, para Lewandowski, não tem fundamentação.</p><p>Os argumentos que embasaram a liminar também são debatidos no podcast. Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com a participação do time fixo do podcast, composto por: Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) considerou nesta semana válida a Lei das Estatais, que estabelece quarentena para dirigentes partidários assumirem cargos em estatais, mas manteve válidas as indicações do presidente Lula, mesmo com casos conflitantes com a legislação. O argumento para a manutenção das indicações é o de preservar a segurança jurídica. À época das nomeações, o governo teve respaldo de uma liminar concedida pelo ministro Ricardo Lewandowski, hoje aposentado do Supremo.</p><p>O Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição, analisa todos os meandros do julgamento sobre a Lei das Estatais na Corte.</p><p>Sancionada em 2016 pelo então presidente interino Michel Temer, a Lei das Estatais se propôs a ser um marco de governança para o país. A legislação definiu parâmetros para as nomeações de cargos de alto escalão em estatais, sociedades mistas e subsidiárias. Foi definido, por exemplo, prazo de três anos para que políticos que tenham atuado em estrutura decisória ou em campanha eleitoral possam assumir cargos de direção e em conselhos administrativos. Ficou ainda vedada a participação de ministros, secretários e parlamentares em cargos altos dessas empresas.</p><p>Ao conceder a liminar em março do ano passado, Lewandowski, embora tenha considerado a norma louvável, afirmou que foram criadas discriminações desproporcionais, sem considerar critérios de natureza técnica ou profissional que garantam eficiência na gestão. Uma das principais críticas à legislação é o prazo de três anos, o que, para Lewandowski, não tem fundamentação.</p><p>Os argumentos que embasaram a liminar também são debatidos no podcast. Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com a participação do time fixo do podcast, composto por: Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 10 May 2024 21:49:20 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) considerou nesta semana válida a Lei das Estatais, que estabelece quarentena para dirigentes partidários assumirem cargos em estatais, mas manteve válidas as indicações do presidente Lula, mesmo com casos conflitantes com a legislação. O argumento para a manutenção das indicações é o de preservar a segurança jurídica. À época das nomeações, o governo teve respaldo de uma liminar concedida pelo ministro Ricardo Lewandowski, hoje aposentado do Supremo.</p><p>O Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição, analisa todos os meandros do julgamento sobre a Lei das Estatais na Corte.</p><p>Sancionada em 2016 pelo então presidente interino Michel Temer, a Lei das Estatais se propôs a ser um marco de governança para o país. A legislação definiu parâmetros para as nomeações de cargos de alto escalão em estatais, sociedades mistas e subsidiárias. Foi definido, por exemplo, prazo de três anos para que políticos que tenham atuado em estrutura decisória ou em campanha eleitoral possam assumir cargos de direção e em conselhos administrativos. Ficou ainda vedada a participação de ministros, secretários e parlamentares em cargos altos dessas empresas.</p><p>Ao conceder a liminar em março do ano passado, Lewandowski, embora tenha considerado a norma louvável, afirmou que foram criadas discriminações desproporcionais, sem considerar critérios de natureza técnica ou profissional que garantam eficiência na gestão. Uma das principais críticas à legislação é o prazo de três anos, o que, para Lewandowski, não tem fundamentação.</p><p>Os argumentos que embasaram a liminar também são debatidos no podcast. Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com a participação do time fixo do podcast, composto por: Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>É tudo política no STF? | Podcast Sem Precedentes #161</title>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes desta semana aborda três dos principais tópicos que marcaram esta semana. O primeiro deles é a negociação que envolveu o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) no <a href="https://www.jota.info/tributos-e-empresas/tributario/pl-que-contempla-acordo-sobre-desoneracao-da-folha-e-protocolado-leia-a-integra-15052024">acordo para postergar a reoneração</a> da folha de pagamento de 17 setores da economia. Na segunda-feira (20/5), o ministro do STF <a href="https://www.jota.info/tributos-e-empresas/tributario/zanin-atende-agu-e-suspende-efeitos-de-liminar-que-reonerou-a-folha-17052024">Cristiano Zanin suspendeu a liminar</a> que havia concedido, o que na prática prorrogou a desoneração por 60 dias. A decisão do ministro sela um acordo feito entre o governo e o Congresso que praticamente coloca fim no impasse entre os Poderes sobre o tema, que vinha desde o ano passado.</p><p>O podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição aborda ainda a decisão do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/dias-toffoli">Dias Toffoli</a> de <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/toffoli-anula-condenacoes-e-todos-os-atos-tomados-contra-marcelo-odebrecht-na-lava-jato-21052024">anular todos os atos da Operação Lava Jato contra o executivo Marcelo Odebrecht</a>. A defesa argumentou ao STF que o caso do executivo era semelhante ao de outros réus que tiveram seus processos anulados por irregularidades na condução das investigações na 13ª Vara Federal de Curitiba. O ministro, porém, manteve o acordo de delação premiada de Marcelo Odebrecht.</p><p>Além disso, o novo episódio do Sem Precedentes discute o julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/tse">TSE</a>) que<a href="https://www.jota.info/justica/tse-mantem-mandato-sergio-moro-21052024"> negou os pedidos para cassar o mandato do senador Sergio Moro</a> (União-PR). As ações acusavam o ex-juiz de abuso de poder econômico na pré-campanha eleitoral de 2022. Os partidos autores da ação, o PL e a Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PcdoB) alegavam gastos excessivos e irregulares, além de abusos dos meios de comunicação, considerando a pré-campanha inicial à Presidência, seguida da decisão de Moro de concorrer ao Senado.<br>Por unanimidade, os ministros do TSE ratificaram <a href="https://www.jota.info/justica/tre-pr-cassacao-de-sergio-moro-09042024">decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná </a>(TRE-PR) e consideraram que não há provas robustas que sustentem a alegação. Prevaleceu o voto do relator, ministro Floriano de Azevedo Marques. Para ele, "não há que se falar em vontade consciente de fraudar as candidaturas anteriores e empregar os recursos dos partidos Podemos e União Brasil para desequilibrar o pleito no Paraná".</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com a participação de: Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, e Ana Laura Barbosa, professora de Direito Constitucional da ESPM. Excepcionalmente, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, não participa deste episódio.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes desta semana aborda três dos principais tópicos que marcaram esta semana. O primeiro deles é a negociação que envolveu o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) no <a href="https://www.jota.info/tributos-e-empresas/tributario/pl-que-contempla-acordo-sobre-desoneracao-da-folha-e-protocolado-leia-a-integra-15052024">acordo para postergar a reoneração</a> da folha de pagamento de 17 setores da economia. Na segunda-feira (20/5), o ministro do STF <a href="https://www.jota.info/tributos-e-empresas/tributario/zanin-atende-agu-e-suspende-efeitos-de-liminar-que-reonerou-a-folha-17052024">Cristiano Zanin suspendeu a liminar</a> que havia concedido, o que na prática prorrogou a desoneração por 60 dias. A decisão do ministro sela um acordo feito entre o governo e o Congresso que praticamente coloca fim no impasse entre os Poderes sobre o tema, que vinha desde o ano passado.</p><p>O podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição aborda ainda a decisão do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/dias-toffoli">Dias Toffoli</a> de <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/toffoli-anula-condenacoes-e-todos-os-atos-tomados-contra-marcelo-odebrecht-na-lava-jato-21052024">anular todos os atos da Operação Lava Jato contra o executivo Marcelo Odebrecht</a>. A defesa argumentou ao STF que o caso do executivo era semelhante ao de outros réus que tiveram seus processos anulados por irregularidades na condução das investigações na 13ª Vara Federal de Curitiba. O ministro, porém, manteve o acordo de delação premiada de Marcelo Odebrecht.</p><p>Além disso, o novo episódio do Sem Precedentes discute o julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/tse">TSE</a>) que<a href="https://www.jota.info/justica/tse-mantem-mandato-sergio-moro-21052024"> negou os pedidos para cassar o mandato do senador Sergio Moro</a> (União-PR). As ações acusavam o ex-juiz de abuso de poder econômico na pré-campanha eleitoral de 2022. Os partidos autores da ação, o PL e a Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PcdoB) alegavam gastos excessivos e irregulares, além de abusos dos meios de comunicação, considerando a pré-campanha inicial à Presidência, seguida da decisão de Moro de concorrer ao Senado.<br>Por unanimidade, os ministros do TSE ratificaram <a href="https://www.jota.info/justica/tre-pr-cassacao-de-sergio-moro-09042024">decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná </a>(TRE-PR) e consideraram que não há provas robustas que sustentem a alegação. Prevaleceu o voto do relator, ministro Floriano de Azevedo Marques. Para ele, "não há que se falar em vontade consciente de fraudar as candidaturas anteriores e empregar os recursos dos partidos Podemos e União Brasil para desequilibrar o pleito no Paraná".</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com a participação de: Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, e Ana Laura Barbosa, professora de Direito Constitucional da ESPM. Excepcionalmente, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, não participa deste episódio.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 24 May 2024 21:21:48 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O Sem Precedentes desta semana aborda três dos principais tópicos que marcaram esta semana. O primeiro deles é a negociação que envolveu o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) no <a href="https://www.jota.info/tributos-e-empresas/tributario/pl-que-contempla-acordo-sobre-desoneracao-da-folha-e-protocolado-leia-a-integra-15052024">acordo para postergar a reoneração</a> da folha de pagamento de 17 setores da economia. Na segunda-feira (20/5), o ministro do STF <a href="https://www.jota.info/tributos-e-empresas/tributario/zanin-atende-agu-e-suspende-efeitos-de-liminar-que-reonerou-a-folha-17052024">Cristiano Zanin suspendeu a liminar</a> que havia concedido, o que na prática prorrogou a desoneração por 60 dias. A decisão do ministro sela um acordo feito entre o governo e o Congresso que praticamente coloca fim no impasse entre os Poderes sobre o tema, que vinha desde o ano passado.</p><p>O podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição aborda ainda a decisão do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/dias-toffoli">Dias Toffoli</a> de <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/toffoli-anula-condenacoes-e-todos-os-atos-tomados-contra-marcelo-odebrecht-na-lava-jato-21052024">anular todos os atos da Operação Lava Jato contra o executivo Marcelo Odebrecht</a>. A defesa argumentou ao STF que o caso do executivo era semelhante ao de outros réus que tiveram seus processos anulados por irregularidades na condução das investigações na 13ª Vara Federal de Curitiba. O ministro, porém, manteve o acordo de delação premiada de Marcelo Odebrecht.</p><p>Além disso, o novo episódio do Sem Precedentes discute o julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/tse">TSE</a>) que<a href="https://www.jota.info/justica/tse-mantem-mandato-sergio-moro-21052024"> negou os pedidos para cassar o mandato do senador Sergio Moro</a> (União-PR). As ações acusavam o ex-juiz de abuso de poder econômico na pré-campanha eleitoral de 2022. Os partidos autores da ação, o PL e a Federação Brasil da Esperança (PT, PV e PcdoB) alegavam gastos excessivos e irregulares, além de abusos dos meios de comunicação, considerando a pré-campanha inicial à Presidência, seguida da decisão de Moro de concorrer ao Senado.<br>Por unanimidade, os ministros do TSE ratificaram <a href="https://www.jota.info/justica/tre-pr-cassacao-de-sergio-moro-09042024">decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná </a>(TRE-PR) e consideraram que não há provas robustas que sustentem a alegação. Prevaleceu o voto do relator, ministro Floriano de Azevedo Marques. Para ele, "não há que se falar em vontade consciente de fraudar as candidaturas anteriores e empregar os recursos dos partidos Podemos e União Brasil para desequilibrar o pleito no Paraná".</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com a participação de: Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, e Ana Laura Barbosa, professora de Direito Constitucional da ESPM. Excepcionalmente, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, não participa deste episódio.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Uma derrota para Barroso | Podcast Sem Precedentes #162</title>
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        <![CDATA[<p>Em 2014, o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) reconheceu maioria na repercussão geral sobre uso de banheiros públicos por <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/pessoas-trans">pessoas trans</a>. No ano seguinte, o ministro<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso"> Luís Roberto Barroso</a>, relator e hoje presidente da Corte, chegou a votar no mérito.</p><p>Barroso, que foi seguido por Edson Fachin, propôs que: “Os transexuais têm direito a serem tratados socialmente de acordo com a sua identidade de gênero, inclusive na utilização de banheiros de acesso público”.</p><p>Nesta semana, no entanto, o entendimento mudou. Com o argumento de questão processual, defendido pelo ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luiz-fux">Luiz Fux</a> e seguido por outros sete ministros,<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/por-questoes-processuais-stf-nega-seguimento-a-recurso-sobre-uso-de-banheiros-por-trans-06062024"> a repercussão geral do caso foi cancelada</a> e o recurso extraordinário teve seu seguimento negado.</p><p>A divergência aberta por Fux e acompanhada pela maioria deixa uma reflexão no ar: nos últimos anos o Brasil mudou, e o Supremo, mudou também? A questão é o tema central do Sem Precedentes desta semana. O podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição analisa as mudanças que ocorreram na Corte ao longo dos últimos anos, em paralelo com as mudanças que o país passou. O episódio tem como ponto central o julgamento do caso de uma mulher trans que foi retirada de dentro do banheiro feminino por seguranças de um shopping de Santa Catarina.</p><p>O Sem Precedentes é conduzido pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, e neste episódio conta com a participação especial de Luiz Fernando Esteves, professor do Insper, além do time fixo, composto por Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, e Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional. Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo excepcionalmente não participa deste episódio.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em 2014, o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) reconheceu maioria na repercussão geral sobre uso de banheiros públicos por <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/pessoas-trans">pessoas trans</a>. No ano seguinte, o ministro<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso"> Luís Roberto Barroso</a>, relator e hoje presidente da Corte, chegou a votar no mérito.</p><p>Barroso, que foi seguido por Edson Fachin, propôs que: “Os transexuais têm direito a serem tratados socialmente de acordo com a sua identidade de gênero, inclusive na utilização de banheiros de acesso público”.</p><p>Nesta semana, no entanto, o entendimento mudou. Com o argumento de questão processual, defendido pelo ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luiz-fux">Luiz Fux</a> e seguido por outros sete ministros,<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/por-questoes-processuais-stf-nega-seguimento-a-recurso-sobre-uso-de-banheiros-por-trans-06062024"> a repercussão geral do caso foi cancelada</a> e o recurso extraordinário teve seu seguimento negado.</p><p>A divergência aberta por Fux e acompanhada pela maioria deixa uma reflexão no ar: nos últimos anos o Brasil mudou, e o Supremo, mudou também? A questão é o tema central do Sem Precedentes desta semana. O podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição analisa as mudanças que ocorreram na Corte ao longo dos últimos anos, em paralelo com as mudanças que o país passou. O episódio tem como ponto central o julgamento do caso de uma mulher trans que foi retirada de dentro do banheiro feminino por seguranças de um shopping de Santa Catarina.</p><p>O Sem Precedentes é conduzido pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, e neste episódio conta com a participação especial de Luiz Fernando Esteves, professor do Insper, além do time fixo, composto por Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, e Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional. Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo excepcionalmente não participa deste episódio.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 07 Jun 2024 21:50:56 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:author>Felipe Recondo</itunes:author>
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        <![CDATA[<p>Em 2014, o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) reconheceu maioria na repercussão geral sobre uso de banheiros públicos por <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/pessoas-trans">pessoas trans</a>. No ano seguinte, o ministro<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso"> Luís Roberto Barroso</a>, relator e hoje presidente da Corte, chegou a votar no mérito.</p><p>Barroso, que foi seguido por Edson Fachin, propôs que: “Os transexuais têm direito a serem tratados socialmente de acordo com a sua identidade de gênero, inclusive na utilização de banheiros de acesso público”.</p><p>Nesta semana, no entanto, o entendimento mudou. Com o argumento de questão processual, defendido pelo ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luiz-fux">Luiz Fux</a> e seguido por outros sete ministros,<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/por-questoes-processuais-stf-nega-seguimento-a-recurso-sobre-uso-de-banheiros-por-trans-06062024"> a repercussão geral do caso foi cancelada</a> e o recurso extraordinário teve seu seguimento negado.</p><p>A divergência aberta por Fux e acompanhada pela maioria deixa uma reflexão no ar: nos últimos anos o Brasil mudou, e o Supremo, mudou também? A questão é o tema central do Sem Precedentes desta semana. O podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição analisa as mudanças que ocorreram na Corte ao longo dos últimos anos, em paralelo com as mudanças que o país passou. O episódio tem como ponto central o julgamento do caso de uma mulher trans que foi retirada de dentro do banheiro feminino por seguranças de um shopping de Santa Catarina.</p><p>O Sem Precedentes é conduzido pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, e neste episódio conta com a participação especial de Luiz Fernando Esteves, professor do Insper, além do time fixo, composto por Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, e Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional. Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo excepcionalmente não participa deste episódio.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>O que o STF tem a ver com PL do aborto? | Podcast Sem Precedentes #163 </title>
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        <![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou, nesta semana, a urgência para o Projeto de Lei 1904/2024, que equipara o <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/aborto?non-beta=1">aborto</a> acima de 22 semanas ao crime de homicídio, com pena de prisão que vai de 6 a 10 anos. Com isso, a discussão sobre a proposta fica suprimida, e o texto pode ser votado diretamente no plenário da Casa. A agilidade dos parlamentares e o teor do PL geraram uma reação em massa de pessoas e entidades contrárias à proposta. O assunto ofuscou a pauta econômica e se tornou o principal tema do Legislativo. </p><p>Mas será que a pauta realmente se restringe apenas ao Legislativo? O Sem Precedentes desta semana, podcast do JOTA sobre o Supremo e a Constituição, faz uma provocação e debate o que o <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a> tem a ver com esse PL. Vale lembrar que, no ano passado, a Corte<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/rosa-weber-vota-para-que-aborto-deixe-de-ser-crime-no-brasil-e-julgamento-e-interrompido-22092023"> retomou o julgamento sobre a descriminalização do aborto</a> até a 12ª semana de gestação.</p><p>Ou seja, a agenda legislativa dialoga diretamente com o que está em andamento na Suprema Corte. Antes de se aposentar, em setembro do ano passado, a relatora da ação, ministra <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/10-fatos-que-marcaram-a-trajetoria-da-ministra-rosa-weber-no-stf-02102023">Rosa Weber</a>, <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/rosa-weber-vota-para-que-aborto-deixe-de-ser-crime-no-brasil-e-julgamento-e-interrompido-22092023">votou para que o aborto deixe de ser crime</a>, com o argumento de que a fórmula institucional atualmente empregada se mostra excessiva, “ao não considerar a igual proteção dos direitos fundamentais das mulheres, dando prevalência absoluta à tutela da vida em potencial (feto)”.</p><p>À época, o tema gerou reações imediatas entre os parlamentares, que já se queixavam da pauta do Supremo. Nos últimos meses, outras ações de direitos fundamentais também geraram reações no Parlamento, como a <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes/de-2015-a-2024-o-que-mudou-no-stf-em-relacao-as-drogas-08032024">descriminalização das drogas para consumo próprio</a>, o <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/por-questoes-processuais-stf-nega-seguimento-a-recurso-sobre-uso-de-banheiros-por-trans-06062024?non-beta=1">uso de banheiro por pessoas trans</a> e a suspensão, por <a href="https://www.jota.info/tributos-e-empresas/saude/moraes-suspende-resolucao-do-cfm-que-restringe-o-aborto-legal-em-casos-de-estupro-17052024?non-beta=1">liminar do ministro Alexandre de Moraes</a>, de resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM)<a href="https://www.jota.info/tributos-e-empresas/saude/nunes-marques-leva-ao-plenario-fisico-debate-sobre-resolucao-do-cfm-sobre-aborto-31052024?non-beta=1"> que proíbe a interrupção de gestações acima de 22 semanas</a> em caso de estupro.</p><p>Qual é o impacto político desse choque de pautas e o custo para o Supremo? O quanto pesa para o STF seguir agindo e gerando reações na sociedade e no Congresso Nacional? Questões como essas permeiam o debate, conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, com a participação do time fixo do podcast, composto por: Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou, nesta semana, a urgência para o Projeto de Lei 1904/2024, que equipara o <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/aborto?non-beta=1">aborto</a> acima de 22 semanas ao crime de homicídio, com pena de prisão que vai de 6 a 10 anos. Com isso, a discussão sobre a proposta fica suprimida, e o texto pode ser votado diretamente no plenário da Casa. A agilidade dos parlamentares e o teor do PL geraram uma reação em massa de pessoas e entidades contrárias à proposta. O assunto ofuscou a pauta econômica e se tornou o principal tema do Legislativo. </p><p>Mas será que a pauta realmente se restringe apenas ao Legislativo? O Sem Precedentes desta semana, podcast do JOTA sobre o Supremo e a Constituição, faz uma provocação e debate o que o <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a> tem a ver com esse PL. Vale lembrar que, no ano passado, a Corte<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/rosa-weber-vota-para-que-aborto-deixe-de-ser-crime-no-brasil-e-julgamento-e-interrompido-22092023"> retomou o julgamento sobre a descriminalização do aborto</a> até a 12ª semana de gestação.</p><p>Ou seja, a agenda legislativa dialoga diretamente com o que está em andamento na Suprema Corte. Antes de se aposentar, em setembro do ano passado, a relatora da ação, ministra <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/10-fatos-que-marcaram-a-trajetoria-da-ministra-rosa-weber-no-stf-02102023">Rosa Weber</a>, <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/rosa-weber-vota-para-que-aborto-deixe-de-ser-crime-no-brasil-e-julgamento-e-interrompido-22092023">votou para que o aborto deixe de ser crime</a>, com o argumento de que a fórmula institucional atualmente empregada se mostra excessiva, “ao não considerar a igual proteção dos direitos fundamentais das mulheres, dando prevalência absoluta à tutela da vida em potencial (feto)”.</p><p>À época, o tema gerou reações imediatas entre os parlamentares, que já se queixavam da pauta do Supremo. Nos últimos meses, outras ações de direitos fundamentais também geraram reações no Parlamento, como a <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes/de-2015-a-2024-o-que-mudou-no-stf-em-relacao-as-drogas-08032024">descriminalização das drogas para consumo próprio</a>, o <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/por-questoes-processuais-stf-nega-seguimento-a-recurso-sobre-uso-de-banheiros-por-trans-06062024?non-beta=1">uso de banheiro por pessoas trans</a> e a suspensão, por <a href="https://www.jota.info/tributos-e-empresas/saude/moraes-suspende-resolucao-do-cfm-que-restringe-o-aborto-legal-em-casos-de-estupro-17052024?non-beta=1">liminar do ministro Alexandre de Moraes</a>, de resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM)<a href="https://www.jota.info/tributos-e-empresas/saude/nunes-marques-leva-ao-plenario-fisico-debate-sobre-resolucao-do-cfm-sobre-aborto-31052024?non-beta=1"> que proíbe a interrupção de gestações acima de 22 semanas</a> em caso de estupro.</p><p>Qual é o impacto político desse choque de pautas e o custo para o Supremo? O quanto pesa para o STF seguir agindo e gerando reações na sociedade e no Congresso Nacional? Questões como essas permeiam o debate, conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, com a participação do time fixo do podcast, composto por: Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 14 Jun 2024 20:26:18 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>A batalha de relações públicas do STF | Podcast Sem Precedentes #164</title>
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        <![CDATA[<p>O episódio do Sem Precedentes desta semana aborda a demonstração do esforço que o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) tem feito para minimizar os impactos de suas decisões. O podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo e a Constituição usa como ponto de partida a discussão em torno do julgamento que pode<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/descriminalizcao-das-drogas"> descriminalizar o porte de maconha</a> para consumo próprio. Já na <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/toffoli-inaugura-terceira-via-no-julgamento-que-pode-descriminalizar-porte-de-maconha-20062024">abertura da sessão</a>, o presidente da Corte, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a>, tentou mostrar que o que está em jogo é menos importante do que tem se alardeado.</p><p>Barroso reiterou que os ministros do Supremo são contra o consumo de drogas e que, independentemente do resultado do julgamento, o uso de maconha continua sendo considerado ato ilícito, respeitando a vontade do legislador.</p><p>Apesar do empenho de Barroso, o ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/andre-mendonca">André Mendonça</a> argumentou, na sequência que, para ele, o tema deveria ser tratado pelo Congresso. “O legislador definiu que portar drogas é crime, transformar isso em ilícito administrativo é ultrapassar a vontade do legislador”, disse.</p><p>Único a votar na sessão, o ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/dias-toffoli">Dias Toffoli</a> também fez uma ressalva. Ele ressaltou que, em nenhuma hipótese, está se discutindo a possibilidade de se autorizar a comercialização ou o fornecimento de drogas. “Não se cogita a permissão ou a estimulação ao uso de <em>cannabis</em> ou outras drogas ilícitas, especialmente em ambientes públicos.”</p><p>Ao votar, Toffoli <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/toffoli-inaugura-terceira-via-no-julgamento-que-pode-descriminalizar-porte-de-maconha-20062024">abriu uma terceira via</a>. Para ele, o artigo 28 da Lei 11.343/2006, a Lei de Drogas, ao nem mesmo estabelecer a prisão simples do usuário de drogas, já descriminalizou o porte de drogas para uso próprio. A partir desse entendimento, para Toffoli, a punição de dois meses de serviços comunitários imposta ao usuário, no caso concreto em análise, está de acordo com o previsto no artigo 28 e que ela não acarreta nenhum efeito penal.</p><p>A posição meio-termo inaugurada por Toffoli, o discurso de Barroso, o posicionamento de Mendonça e os rumos que o julgamento foi tomando desde 2015 são temas centrais do debate conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo. A conversa conta participação do time fixo do podcast, composto por: Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O episódio do Sem Precedentes desta semana aborda a demonstração do esforço que o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) tem feito para minimizar os impactos de suas decisões. O podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo e a Constituição usa como ponto de partida a discussão em torno do julgamento que pode<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/descriminalizcao-das-drogas"> descriminalizar o porte de maconha</a> para consumo próprio. Já na <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/toffoli-inaugura-terceira-via-no-julgamento-que-pode-descriminalizar-porte-de-maconha-20062024">abertura da sessão</a>, o presidente da Corte, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a>, tentou mostrar que o que está em jogo é menos importante do que tem se alardeado.</p><p>Barroso reiterou que os ministros do Supremo são contra o consumo de drogas e que, independentemente do resultado do julgamento, o uso de maconha continua sendo considerado ato ilícito, respeitando a vontade do legislador.</p><p>Apesar do empenho de Barroso, o ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/andre-mendonca">André Mendonça</a> argumentou, na sequência que, para ele, o tema deveria ser tratado pelo Congresso. “O legislador definiu que portar drogas é crime, transformar isso em ilícito administrativo é ultrapassar a vontade do legislador”, disse.</p><p>Único a votar na sessão, o ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/dias-toffoli">Dias Toffoli</a> também fez uma ressalva. Ele ressaltou que, em nenhuma hipótese, está se discutindo a possibilidade de se autorizar a comercialização ou o fornecimento de drogas. “Não se cogita a permissão ou a estimulação ao uso de <em>cannabis</em> ou outras drogas ilícitas, especialmente em ambientes públicos.”</p><p>Ao votar, Toffoli <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/toffoli-inaugura-terceira-via-no-julgamento-que-pode-descriminalizar-porte-de-maconha-20062024">abriu uma terceira via</a>. Para ele, o artigo 28 da Lei 11.343/2006, a Lei de Drogas, ao nem mesmo estabelecer a prisão simples do usuário de drogas, já descriminalizou o porte de drogas para uso próprio. A partir desse entendimento, para Toffoli, a punição de dois meses de serviços comunitários imposta ao usuário, no caso concreto em análise, está de acordo com o previsto no artigo 28 e que ela não acarreta nenhum efeito penal.</p><p>A posição meio-termo inaugurada por Toffoli, o discurso de Barroso, o posicionamento de Mendonça e os rumos que o julgamento foi tomando desde 2015 são temas centrais do debate conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo. A conversa conta participação do time fixo do podcast, composto por: Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 21 Jun 2024 21:03:52 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O episódio do Sem Precedentes desta semana aborda a demonstração do esforço que o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) tem feito para minimizar os impactos de suas decisões. O podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo e a Constituição usa como ponto de partida a discussão em torno do julgamento que pode<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/descriminalizcao-das-drogas"> descriminalizar o porte de maconha</a> para consumo próprio. Já na <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/toffoli-inaugura-terceira-via-no-julgamento-que-pode-descriminalizar-porte-de-maconha-20062024">abertura da sessão</a>, o presidente da Corte, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a>, tentou mostrar que o que está em jogo é menos importante do que tem se alardeado.</p><p>Barroso reiterou que os ministros do Supremo são contra o consumo de drogas e que, independentemente do resultado do julgamento, o uso de maconha continua sendo considerado ato ilícito, respeitando a vontade do legislador.</p><p>Apesar do empenho de Barroso, o ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/andre-mendonca">André Mendonça</a> argumentou, na sequência que, para ele, o tema deveria ser tratado pelo Congresso. “O legislador definiu que portar drogas é crime, transformar isso em ilícito administrativo é ultrapassar a vontade do legislador”, disse.</p><p>Único a votar na sessão, o ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/dias-toffoli">Dias Toffoli</a> também fez uma ressalva. Ele ressaltou que, em nenhuma hipótese, está se discutindo a possibilidade de se autorizar a comercialização ou o fornecimento de drogas. “Não se cogita a permissão ou a estimulação ao uso de <em>cannabis</em> ou outras drogas ilícitas, especialmente em ambientes públicos.”</p><p>Ao votar, Toffoli <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/toffoli-inaugura-terceira-via-no-julgamento-que-pode-descriminalizar-porte-de-maconha-20062024">abriu uma terceira via</a>. Para ele, o artigo 28 da Lei 11.343/2006, a Lei de Drogas, ao nem mesmo estabelecer a prisão simples do usuário de drogas, já descriminalizou o porte de drogas para uso próprio. A partir desse entendimento, para Toffoli, a punição de dois meses de serviços comunitários imposta ao usuário, no caso concreto em análise, está de acordo com o previsto no artigo 28 e que ela não acarreta nenhum efeito penal.</p><p>A posição meio-termo inaugurada por Toffoli, o discurso de Barroso, o posicionamento de Mendonça e os rumos que o julgamento foi tomando desde 2015 são temas centrais do debate conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo. A conversa conta participação do time fixo do podcast, composto por: Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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      <title>Qual a utilidade da decisão do STF sobre a PEC Kamikaze? | Podcast Sem Precedentes #165</title>
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        <![CDATA[<p>No retorno do recesso judiciário, o novo episódio do Sem Precedentes aborda o julgamento finalizado na primeira sessão deste segundo semestre no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) que definiu a inconstitucionalidade da proposta de emenda à Constituição que autorizou criação de benefícios sociais no governo de <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/jair-bolsonaro">Jair Bolsonaro</a> durante período eleitoral. Apelidada de <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/pec-kamikaze">PEC Kamikaze</a>, a proposta foi questionada pelo partido Novo em 2022 e considerada inconstitucional, por 8 votos a 2, na sessão de quinta-feira (1/8).</p><p>A norma havia inserido na Constituição a previsão de estado de emergência para viabilizar gastos de R$ 41,25 bilhões com benefícios sociais como a ampliação do Auxílio Brasil e do vale-gás, além da criação de auxílios a taxistas e caminhoneiros no ano em que o então presidente Jair Bolsonaro buscava a reeleição. Esses foram os trechos considerados inconstitucionais. Parte da medida que tratava sobre questões tributárias foi mantida.</p><p>No julgamento, prevaleceu a divergência aberta pelo ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/gilmar-mendes">Gilmar Mendes</a>. O ministro considerou ser de extrema relevância o posicionamento do STF na matéria e defendeu que seria necessário sinalizar que tal artifício “valeu uma vez — e não mais. Porque senão nós corremos o risco de aprimoramento desse modelo”, a fim de evitar novos dribles nas regras da anterioridade e igualdade eleitorais.</p><p>A decisão, entretanto, não tem efeitos práticos. Quem recebeu os benefícios segue com os benefícios. O objetivo do STF é que o posicionamento a Corte sirva como precedente para evitar que medidas como essas possam influenciar no processo eleitoral.</p><p>O Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição, é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, com a participação do time fixo do podcast, composto por: Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No retorno do recesso judiciário, o novo episódio do Sem Precedentes aborda o julgamento finalizado na primeira sessão deste segundo semestre no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) que definiu a inconstitucionalidade da proposta de emenda à Constituição que autorizou criação de benefícios sociais no governo de <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/jair-bolsonaro">Jair Bolsonaro</a> durante período eleitoral. Apelidada de <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/pec-kamikaze">PEC Kamikaze</a>, a proposta foi questionada pelo partido Novo em 2022 e considerada inconstitucional, por 8 votos a 2, na sessão de quinta-feira (1/8).</p><p>A norma havia inserido na Constituição a previsão de estado de emergência para viabilizar gastos de R$ 41,25 bilhões com benefícios sociais como a ampliação do Auxílio Brasil e do vale-gás, além da criação de auxílios a taxistas e caminhoneiros no ano em que o então presidente Jair Bolsonaro buscava a reeleição. Esses foram os trechos considerados inconstitucionais. Parte da medida que tratava sobre questões tributárias foi mantida.</p><p>No julgamento, prevaleceu a divergência aberta pelo ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/gilmar-mendes">Gilmar Mendes</a>. O ministro considerou ser de extrema relevância o posicionamento do STF na matéria e defendeu que seria necessário sinalizar que tal artifício “valeu uma vez — e não mais. Porque senão nós corremos o risco de aprimoramento desse modelo”, a fim de evitar novos dribles nas regras da anterioridade e igualdade eleitorais.</p><p>A decisão, entretanto, não tem efeitos práticos. Quem recebeu os benefícios segue com os benefícios. O objetivo do STF é que o posicionamento a Corte sirva como precedente para evitar que medidas como essas possam influenciar no processo eleitoral.</p><p>O Sem Precedentes, podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição, é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, com a participação do time fixo do podcast, composto por: Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 02 Aug 2024 20:36:54 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>É possível uma conciliação entre indígenas e ruralistas? | Podcast Sem Precedentes #166</title>
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        <![CDATA[<p>A primeira reunião de conciliação entre indígenas, ruralistas, integrantes do governo e do Legislativo, convocada pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em busca de um consenso em torno do marco temporal ocorreu em clima de tensão e com críticas sobre o formato da comissão. Em meio a um conflito que marca a história do país, a comissão atingirá o objetivo de construir um consenso? É possível uma conciliação entre indígenas e ruralistas? São essas perguntas que permeiam o episódio desta semana do Sem Precedentes.</p><p>O podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição relembra as decisões do Supremo em torno do tema e o contexto no qual surgiu a ideia do ministro Gilmar Mendes de convocar a comissão para negociar um consenso. Ciente do tamanho do impasse, no próprio documento que determina a realização das audiências de conciliação, o ministro Gilmar Mendes pede para que as partes se atenham a propostas objetivas e evitem “exposições alongadas e debates infrutíferos sem que sejam apresentadas soluções factíveis de serem implementadas”.</p><p>Já no início da audiência, o ministro reconheceu que as respostas tradicionais não estão sendo suficientes para resolver os conflitos. “Esta oportunidade aberta aqui é uma janela de pacificação histórica que deve ser aproveitada por todos para que se tente produzir um resultado em cooperação entre todos os participantes”, disse. “É chegada a hora, hoje, de todos sentarem-se à mesa e chegarem a um consenso mínimo", afirmou. "Conciliação, sempre que possível, é melhor do que conflito, porque em conflito sempre há vencedores e há vencidos”, completou.</p><p>Gilmar Mendes é relator de cinco ações que questionam a constitucionalidade da Lei do Marco Temporal (Lei 14.701/2023). Em setembro de 2023, o STF decidiu que a data de promulgação da Constituição de 1988 não pode ser usada como marco para definir a ocupação de terra pelas comunidades indígenas. Três meses depois, antes mesmo de a decisão do STF ser publicada, o Congresso Nacional editou a Lei 14.701/2023 e restabeleceu o marco temporal — o que ensejou o ajuizamento dessas cinco ações. A legislação foi considerada uma resposta à decisão do Supremo.</p><p>O debate neste episódio do Sem Precendentes é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, com a participação de Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Ana Laura Barbosa, professora de Direito Constitucional da Escola Superior de Propaganda e Marketing, e Luiz Fernando Esteves, professor do Insper e doutor em Direito do Estado.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A primeira reunião de conciliação entre indígenas, ruralistas, integrantes do governo e do Legislativo, convocada pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em busca de um consenso em torno do marco temporal ocorreu em clima de tensão e com críticas sobre o formato da comissão. Em meio a um conflito que marca a história do país, a comissão atingirá o objetivo de construir um consenso? É possível uma conciliação entre indígenas e ruralistas? São essas perguntas que permeiam o episódio desta semana do Sem Precedentes.</p><p>O podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição relembra as decisões do Supremo em torno do tema e o contexto no qual surgiu a ideia do ministro Gilmar Mendes de convocar a comissão para negociar um consenso. Ciente do tamanho do impasse, no próprio documento que determina a realização das audiências de conciliação, o ministro Gilmar Mendes pede para que as partes se atenham a propostas objetivas e evitem “exposições alongadas e debates infrutíferos sem que sejam apresentadas soluções factíveis de serem implementadas”.</p><p>Já no início da audiência, o ministro reconheceu que as respostas tradicionais não estão sendo suficientes para resolver os conflitos. “Esta oportunidade aberta aqui é uma janela de pacificação histórica que deve ser aproveitada por todos para que se tente produzir um resultado em cooperação entre todos os participantes”, disse. “É chegada a hora, hoje, de todos sentarem-se à mesa e chegarem a um consenso mínimo", afirmou. "Conciliação, sempre que possível, é melhor do que conflito, porque em conflito sempre há vencedores e há vencidos”, completou.</p><p>Gilmar Mendes é relator de cinco ações que questionam a constitucionalidade da Lei do Marco Temporal (Lei 14.701/2023). Em setembro de 2023, o STF decidiu que a data de promulgação da Constituição de 1988 não pode ser usada como marco para definir a ocupação de terra pelas comunidades indígenas. Três meses depois, antes mesmo de a decisão do STF ser publicada, o Congresso Nacional editou a Lei 14.701/2023 e restabeleceu o marco temporal — o que ensejou o ajuizamento dessas cinco ações. A legislação foi considerada uma resposta à decisão do Supremo.</p><p>O debate neste episódio do Sem Precendentes é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, com a participação de Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Ana Laura Barbosa, professora de Direito Constitucional da Escola Superior de Propaganda e Marketing, e Luiz Fernando Esteves, professor do Insper e doutor em Direito do Estado.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 09 Aug 2024 19:59:06 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>A primeira reunião de conciliação entre indígenas, ruralistas, integrantes do governo e do Legislativo, convocada pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em busca de um consenso em torno do marco temporal ocorreu em clima de tensão e com críticas sobre o formato da comissão. Em meio a um conflito que marca a história do país, a comissão atingirá o objetivo de construir um consenso? É possível uma conciliação entre indígenas e ruralistas? São essas perguntas que permeiam o episódio desta semana do Sem Precedentes.</p><p>O podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição relembra as decisões do Supremo em torno do tema e o contexto no qual surgiu a ideia do ministro Gilmar Mendes de convocar a comissão para negociar um consenso. Ciente do tamanho do impasse, no próprio documento que determina a realização das audiências de conciliação, o ministro Gilmar Mendes pede para que as partes se atenham a propostas objetivas e evitem “exposições alongadas e debates infrutíferos sem que sejam apresentadas soluções factíveis de serem implementadas”.</p><p>Já no início da audiência, o ministro reconheceu que as respostas tradicionais não estão sendo suficientes para resolver os conflitos. “Esta oportunidade aberta aqui é uma janela de pacificação histórica que deve ser aproveitada por todos para que se tente produzir um resultado em cooperação entre todos os participantes”, disse. “É chegada a hora, hoje, de todos sentarem-se à mesa e chegarem a um consenso mínimo", afirmou. "Conciliação, sempre que possível, é melhor do que conflito, porque em conflito sempre há vencedores e há vencidos”, completou.</p><p>Gilmar Mendes é relator de cinco ações que questionam a constitucionalidade da Lei do Marco Temporal (Lei 14.701/2023). Em setembro de 2023, o STF decidiu que a data de promulgação da Constituição de 1988 não pode ser usada como marco para definir a ocupação de terra pelas comunidades indígenas. Três meses depois, antes mesmo de a decisão do STF ser publicada, o Congresso Nacional editou a Lei 14.701/2023 e restabeleceu o marco temporal — o que ensejou o ajuizamento dessas cinco ações. A legislação foi considerada uma resposta à decisão do Supremo.</p><p>O debate neste episódio do Sem Precendentes é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, com a participação de Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Ana Laura Barbosa, professora de Direito Constitucional da Escola Superior de Propaganda e Marketing, e Luiz Fernando Esteves, professor do Insper e doutor em Direito do Estado.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Os problemas reais nas mensagens vazadas do gabinete de Moraes | Podcast Sem Precedentes #167</title>
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        <![CDATA[<p>A atuação do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a>, do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>), ficou sob escrutínio da opinião pública nesta semana após publicação de reportagens pela Folha de S.Paulo com a informação de que ele teria enviado mensagens não oficiais para ordenar que a Justiça Eleitoral produzisse relatórios para embasar suas decisões no <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/inquerito-das-fake-news">inquérito das fake news</a>. Há ou não há algo de errado nas mensagens que foram vazadas? Qual é o verdadeiro problema que elas revelam? Essas e outras questões são discutidas no episódio desta semana do <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>.</p><p>Em uma tentativa de minimizar as críticas, o STF saiu em defesa do ministro. Na sessão da última quarta-feira (14/8), tanto o presidente do tribunal, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a>, quanto o decano, ministro<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/gilmar-mendes"> Gilmar Mendes</a>, defenderam a postura de Moraes e lembraram das ameaças à democracia e ao processo eleitoral que estavam acontecendo quando as investigações começaram. O procurador-geral da República, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/paulo-gonet">Paulo Gonet</a>, também se manifestou a favor do ministro.</p><p> “Todos os atos praticados pelo ministro Alexandre de Moraes se deram no cumprimento do dever e, nós que o acompanhamos de perto, sabemos o custo pessoal e a coragem moral e física que exigiu enfrentar esse tipo de manifestação antidemocrática”, afirmou Barroso.<br>Já Gilmar Mendes lembrou que “a época dos fatos, além de relator do inquérito das fake News e dos atos antidemocráticos, o eminente ministro Alexandre de Moraes também integrava o TSE. Nessa condição, incumbiu a ele o exercício de poder de polícia que é outorgado a todos os órgãos da Justiça Eleitoral”.</p><p>O próprio Alexandre de Moraes, no início da sessão, rebateu as críticas e lamentou que “interpretações falsas, errôneas, de boa ou má-fé” estejam produzindo mais notícias fraudulentas.<br>O ministro afirmou que “seria esquizofrênico” ele, como relator dos inquéritos e também presidente do TSE na época, se auto-oficiar. Ressaltou ainda que todos os documentos foram enviados de maneira oficial ao STF e, depois, compartilhados com a Procuradoria-Geral da República e com a Polícia Federal. Será que esses argumentos serão suficientes para dissipar as críticas que surgiram quanto à condução das investigações e dos processos?</p><p>É isso que está em debate neste episódio do Sem Precedentes, que é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, com a participação de Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional e Luiz Fernando Esteves, professor do Insper e doutor em Direito do Estado.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A atuação do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a>, do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>), ficou sob escrutínio da opinião pública nesta semana após publicação de reportagens pela Folha de S.Paulo com a informação de que ele teria enviado mensagens não oficiais para ordenar que a Justiça Eleitoral produzisse relatórios para embasar suas decisões no <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/inquerito-das-fake-news">inquérito das fake news</a>. Há ou não há algo de errado nas mensagens que foram vazadas? Qual é o verdadeiro problema que elas revelam? Essas e outras questões são discutidas no episódio desta semana do <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/sem-precedentes">Sem Precedentes</a>.</p><p>Em uma tentativa de minimizar as críticas, o STF saiu em defesa do ministro. Na sessão da última quarta-feira (14/8), tanto o presidente do tribunal, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a>, quanto o decano, ministro<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/gilmar-mendes"> Gilmar Mendes</a>, defenderam a postura de Moraes e lembraram das ameaças à democracia e ao processo eleitoral que estavam acontecendo quando as investigações começaram. O procurador-geral da República, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/paulo-gonet">Paulo Gonet</a>, também se manifestou a favor do ministro.</p><p> “Todos os atos praticados pelo ministro Alexandre de Moraes se deram no cumprimento do dever e, nós que o acompanhamos de perto, sabemos o custo pessoal e a coragem moral e física que exigiu enfrentar esse tipo de manifestação antidemocrática”, afirmou Barroso.<br>Já Gilmar Mendes lembrou que “a época dos fatos, além de relator do inquérito das fake News e dos atos antidemocráticos, o eminente ministro Alexandre de Moraes também integrava o TSE. Nessa condição, incumbiu a ele o exercício de poder de polícia que é outorgado a todos os órgãos da Justiça Eleitoral”.</p><p>O próprio Alexandre de Moraes, no início da sessão, rebateu as críticas e lamentou que “interpretações falsas, errôneas, de boa ou má-fé” estejam produzindo mais notícias fraudulentas.<br>O ministro afirmou que “seria esquizofrênico” ele, como relator dos inquéritos e também presidente do TSE na época, se auto-oficiar. Ressaltou ainda que todos os documentos foram enviados de maneira oficial ao STF e, depois, compartilhados com a Procuradoria-Geral da República e com a Polícia Federal. Será que esses argumentos serão suficientes para dissipar as críticas que surgiram quanto à condução das investigações e dos processos?</p><p>É isso que está em debate neste episódio do Sem Precedentes, que é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, com a participação de Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional e Luiz Fernando Esteves, professor do Insper e doutor em Direito do Estado.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 16 Aug 2024 20:00:27 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Orçamento secreto: Cabe ao STF fazer acordo? | Podcast Sem Precedentes #168</title>
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        <![CDATA[<p>O ponto de partida da discussão é a <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-legislativo-e-governo-tem-10-dias-para-tornar-transparentes-as-emendas-parlamentares-20082024">reunião entre os chefes dos três Poderes</a> realizada na última terça-feira (20/8), que manteve as "emendas Pix" — emendas parlamentares de transferência direta — mas estabeleceu a exigência de um cronograma e um plano de trabalho para a liberação dos recursos. Após esse encontro, o presidente do Supremo, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a>, anunciou que a Corte, o Legislativo e o governo federal deverão apresentar, em até 10 dias, uma solução para a falta de transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares, sejam elas individuais, de bancada ou de comissão.</p><p>Em coletiva de imprensa, Barroso classificou as emendas Pix como um "tema problemático" e disse considerar importante o papel do Legislativo na execução do Orçamento. Ele também mencionou que o volume de recursos será discutido entre os representantes dos Poderes.</p><p>O consenso foi fechado após um impasse gerado por decisão do ministro Flávio Dino, ratificada pelo pleno da Corte, de suspender a liberação das emendas até que elas se tornem transparentes e de pedir a divulgação dos recursos liberados desde o governo de Jair Bolsonaro. A medida causou incômodo no Congresso.</p><p>A ADI 7.688, que questiona a constitucionalidade das emendas Pix, foi ajuizada pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). Na ação, a Abraji argumentou que a emenda Pix viola princípios fundamentais, como os da publicidade, da moralidade, da eficiência e da legalidade. Alegou ainda que “torna a execução orçamentária da União desprovida de transparência, muitas vezes favorecendo entes federados ao bel prazer de escolhas parlamentares, sem qualquer justificativa, controle ou responsabilização para tanto”.</p><p>O Sem Precedentes é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta com a participação de Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional e Luiz Fernando Esteves, professor do Insper e doutor em Direito do Estado.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 23 Aug 2024 21:01:48 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Musk, marco temporal e incêndios: o que liga essas decisões? | Podcast Sem Precedentes #169</title>
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        <![CDATA[<p>Nesta semana, o ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a>, do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>), determinou que Elon Musk <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-intima-musk-a-indicar-representante-do-x-no-brasil-sob-pena-de-suspensao-da-rede-28082024">indicasse um representante legal</a> da rede social X (Antigo Twitter) no Brasil, sob pena de suspender o funcionamento da plataforma no país. O <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/lula-diz-que-musk-tem-que-respeitar-a-decisao-da-suprema-corte-brasileira-30082024">empresário dobrou a aposta</a>, não apontou um representante legal e decidiu esperar que o ministro determine a suspensão da rede social. "Ao contrário de outras plataformas de mídia social e tecnologia, não cumpriremos ordens ilegais em segredo", criticou Musk. Moraes, então, determinou o bloqueio da rede social no Brasil.</p><p>O revanchismo de Musk endossa a crise que envolve o Supremo, especialmente o ministro Alexandre de Moraes, e a ala conservadora da política brasileira. Outros temas entram nesse mesmo pacote, como a disputa em torno do <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/apib-deixa-mesa-de-conciliacao-sobre-o-marco-temporal">Marco Temporal</a> para demarcação de terras indígenas, a determinação do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/flavio-dino">Flávio Dino</a>, sem ouvir o Congresso, para que o Executivo adote medidas de combate aos incêndios e a questão da <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes/o-que-o-stf-tem-a-ver-com-pl-do-aborto">descriminalização do aborto</a>.</p><p>A linha que conecta essas questões é o tema do novo episódio do Sem Precedentes. O podcast do <strong>JOTA</strong> sobre a Constituição e o Supremo usa como ponto de partida a decisão desta semana de Alexandre de Moraes contra o X para ampliar o debate em torno dos temas que têm colocado o Congresso, o STF e parte da opinião pública em polos opostos.</p><p>A repercussão, inclusive internacional, da decisão de Alexandre de Moraes mostra que o clima está longe de arrefecer e que a ação da Corte dentro do jogo de pressão institucional vai continuar no longo prazo. Os prognósticos dessa crise e o papel que o STF deve ter nos discursos de bolsonaristas nas próximas eleições também estão na pauta do Sem Precedentes.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com a participação do time fixo do podcast, composto por Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional; Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; e Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Nesta semana, o ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a>, do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>), determinou que Elon Musk <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-intima-musk-a-indicar-representante-do-x-no-brasil-sob-pena-de-suspensao-da-rede-28082024">indicasse um representante legal</a> da rede social X (Antigo Twitter) no Brasil, sob pena de suspender o funcionamento da plataforma no país. O <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/lula-diz-que-musk-tem-que-respeitar-a-decisao-da-suprema-corte-brasileira-30082024">empresário dobrou a aposta</a>, não apontou um representante legal e decidiu esperar que o ministro determine a suspensão da rede social. "Ao contrário de outras plataformas de mídia social e tecnologia, não cumpriremos ordens ilegais em segredo", criticou Musk. Moraes, então, determinou o bloqueio da rede social no Brasil.</p><p>O revanchismo de Musk endossa a crise que envolve o Supremo, especialmente o ministro Alexandre de Moraes, e a ala conservadora da política brasileira. Outros temas entram nesse mesmo pacote, como a disputa em torno do <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/apib-deixa-mesa-de-conciliacao-sobre-o-marco-temporal">Marco Temporal</a> para demarcação de terras indígenas, a determinação do ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/flavio-dino">Flávio Dino</a>, sem ouvir o Congresso, para que o Executivo adote medidas de combate aos incêndios e a questão da <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes/o-que-o-stf-tem-a-ver-com-pl-do-aborto">descriminalização do aborto</a>.</p><p>A linha que conecta essas questões é o tema do novo episódio do Sem Precedentes. O podcast do <strong>JOTA</strong> sobre a Constituição e o Supremo usa como ponto de partida a decisão desta semana de Alexandre de Moraes contra o X para ampliar o debate em torno dos temas que têm colocado o Congresso, o STF e parte da opinião pública em polos opostos.</p><p>A repercussão, inclusive internacional, da decisão de Alexandre de Moraes mostra que o clima está longe de arrefecer e que a ação da Corte dentro do jogo de pressão institucional vai continuar no longo prazo. Os prognósticos dessa crise e o papel que o STF deve ter nos discursos de bolsonaristas nas próximas eleições também estão na pauta do Sem Precedentes.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com a participação do time fixo do podcast, composto por Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional; Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; e Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 30 Aug 2024 22:05:21 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Como recorrer da decisão de Alexandre de Moraes? | Podcast Sem Precedentes #170</title>
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        <![CDATA[<p>Uma semana após o ministro Alexandre de Moraes determinar a suspensão do X (antigo Twitter) no Brasil, ainda há questões em aberto sobre a decisão, mas uma em especial: como recorrer? Essa é a pergunta que permeia o debate do Sem Precedentes desta semana. Também estão na pauta do debate os sinais emitidos no referendo à decisão pela 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) e a estratégia da Starlink ao apresentar um mandado de segurança em vez de agravar a decisão.</p><p>O podcast do JOTA, que discute o Supremo e a Constituição, tem como ponto de partida a decisão de Moraes do último dia 30. Na ocasião, ele determinou a suspensão imediata, completa e integral do funcionamento no Brasil da rede social de Elon Musk até que "todas as ordens judiciais proferidas nos presentes autos sejam cumpridas, as multas devidamente pagas e seja indicada, em juízo, a pessoa física ou jurídica representante em território nacional".</p><p>Estipulou ainda multa diária de até R$ 50 mil para quem usar VPN (virtual private network) para acessar a rede social. A multa imposta pelo ministro foi alvo de questionamentos, inclusive dentro do Supremo. Em seu voto, o ministro Luiz Fux acompanhou Moraes, mas fez a ressalva de que é importante que a decisão "não atinja pessoas naturais e jurídicas indiscriminadamente e que não tenham participado do processo, em obediência aos cânones do devido processo legal e do contraditório”.</p><p>Outro ponto destacado pelo post é a estratégia da Starlink de apresentar um mandado de segurança para contestar a decisão de Moraes em vez de um agravo. Embora pareça estranha, a decisão foi estratégica. Entre outros fatores, o mandado de segurança não seria julgado pelo próprio Alexandre de Moraes, mas distribuído a outro ministro, o que, embora oferecesse chances mínimas de sucesso, representava uma oportunidade de sair da alçada direta de Moraes.</p><p>Por fim, o podcast debate se cabe Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) para contestar a decisão. Nesta semana, o ministro Nunes Marques decidiu ouvir a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Advocacia-Geral da União (AGU) nas ADPFs que contestam a decisão de Moraes, com indicativo de que não estaria disposto a resolver o assunto de forma isolada.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com a participação do time fixo do podcast, composto por Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; Ana Laura Barbosa, professora de Direito da ESPM, e Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Uma semana após o ministro Alexandre de Moraes determinar a suspensão do X (antigo Twitter) no Brasil, ainda há questões em aberto sobre a decisão, mas uma em especial: como recorrer? Essa é a pergunta que permeia o debate do Sem Precedentes desta semana. Também estão na pauta do debate os sinais emitidos no referendo à decisão pela 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) e a estratégia da Starlink ao apresentar um mandado de segurança em vez de agravar a decisão.</p><p>O podcast do JOTA, que discute o Supremo e a Constituição, tem como ponto de partida a decisão de Moraes do último dia 30. Na ocasião, ele determinou a suspensão imediata, completa e integral do funcionamento no Brasil da rede social de Elon Musk até que "todas as ordens judiciais proferidas nos presentes autos sejam cumpridas, as multas devidamente pagas e seja indicada, em juízo, a pessoa física ou jurídica representante em território nacional".</p><p>Estipulou ainda multa diária de até R$ 50 mil para quem usar VPN (virtual private network) para acessar a rede social. A multa imposta pelo ministro foi alvo de questionamentos, inclusive dentro do Supremo. Em seu voto, o ministro Luiz Fux acompanhou Moraes, mas fez a ressalva de que é importante que a decisão "não atinja pessoas naturais e jurídicas indiscriminadamente e que não tenham participado do processo, em obediência aos cânones do devido processo legal e do contraditório”.</p><p>Outro ponto destacado pelo post é a estratégia da Starlink de apresentar um mandado de segurança para contestar a decisão de Moraes em vez de um agravo. Embora pareça estranha, a decisão foi estratégica. Entre outros fatores, o mandado de segurança não seria julgado pelo próprio Alexandre de Moraes, mas distribuído a outro ministro, o que, embora oferecesse chances mínimas de sucesso, representava uma oportunidade de sair da alçada direta de Moraes.</p><p>Por fim, o podcast debate se cabe Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) para contestar a decisão. Nesta semana, o ministro Nunes Marques decidiu ouvir a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Advocacia-Geral da União (AGU) nas ADPFs que contestam a decisão de Moraes, com indicativo de que não estaria disposto a resolver o assunto de forma isolada.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com a participação do time fixo do podcast, composto por Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; Ana Laura Barbosa, professora de Direito da ESPM, e Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 06 Sep 2024 21:39:45 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>Uma semana após o ministro Alexandre de Moraes determinar a suspensão do X (antigo Twitter) no Brasil, ainda há questões em aberto sobre a decisão, mas uma em especial: como recorrer? Essa é a pergunta que permeia o debate do Sem Precedentes desta semana. Também estão na pauta do debate os sinais emitidos no referendo à decisão pela 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) e a estratégia da Starlink ao apresentar um mandado de segurança em vez de agravar a decisão.</p><p>O podcast do JOTA, que discute o Supremo e a Constituição, tem como ponto de partida a decisão de Moraes do último dia 30. Na ocasião, ele determinou a suspensão imediata, completa e integral do funcionamento no Brasil da rede social de Elon Musk até que "todas as ordens judiciais proferidas nos presentes autos sejam cumpridas, as multas devidamente pagas e seja indicada, em juízo, a pessoa física ou jurídica representante em território nacional".</p><p>Estipulou ainda multa diária de até R$ 50 mil para quem usar VPN (virtual private network) para acessar a rede social. A multa imposta pelo ministro foi alvo de questionamentos, inclusive dentro do Supremo. Em seu voto, o ministro Luiz Fux acompanhou Moraes, mas fez a ressalva de que é importante que a decisão "não atinja pessoas naturais e jurídicas indiscriminadamente e que não tenham participado do processo, em obediência aos cânones do devido processo legal e do contraditório”.</p><p>Outro ponto destacado pelo post é a estratégia da Starlink de apresentar um mandado de segurança para contestar a decisão de Moraes em vez de um agravo. Embora pareça estranha, a decisão foi estratégica. Entre outros fatores, o mandado de segurança não seria julgado pelo próprio Alexandre de Moraes, mas distribuído a outro ministro, o que, embora oferecesse chances mínimas de sucesso, representava uma oportunidade de sair da alçada direta de Moraes.</p><p>Por fim, o podcast debate se cabe Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) para contestar a decisão. Nesta semana, o ministro Nunes Marques decidiu ouvir a Procuradoria-Geral da República (PGR) e a Advocacia-Geral da União (AGU) nas ADPFs que contestam a decisão de Moraes, com indicativo de que não estaria disposto a resolver o assunto de forma isolada.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com a participação do time fixo do podcast, composto por Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo; Ana Laura Barbosa, professora de Direito da ESPM, e Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>STF pode dar ordens sobre como o governo deve governar? | Podcast Sem Precedentes #171</title>
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        <![CDATA[<p>No fim de agosto, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino determinou que a União mobilizasse até 15 agentes de segurança federais e de fiscalização ambiental para atuar de forma repressiva e preventiva no combate aos incêndios no Pantanal e na Amazônia. Na decisão, o ministro permitiu ao Executivo a possibilidade de abrir crédito extraordinário e editar medida provisória para custear as ações. Na sequência, Dino convocou audiências de conciliação para acompanhar as determinações e, na última terça-feira (10/9), fez uma nova imposição ao Executivo, estabelecendo a convocação de mais bombeiros.</p><p>Mas, afinal, cabe ao Supremo determinar medidas concretas para que o Executivo combata os incêndios? Essa é a pergunta que norteia o novo episódio do Sem Precedentes. O podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição debate o processo estrutural e as recentes decisões de Flávio Dino sobre as queimadas. Na terça-feira (10/9), Dino afirmou que a situação é muito grave e que o STF foi provocado a se manifestar. Na avaliação do ministro, trata-se de "uma verdadeira pandemia de queimadas que deve ser enfrentada".</p><p>O episódio parte deste caso para discutir o processo estrutural: uma ação judicial que tem por objeto um problema estrutural, e busca reformar as organizações em torno do tema. . Para trabalhar em uma legislação sobre o tema, o Senado formou uma Comissão de Juristas para a elaboração de anteprojeto de Lei do Processo Estrutural no Brasil, presidida por Augusto Aras, que já organizou três audiências públicas.</p><p>O novo episódio do Sem Precedentes aborda ainda a decisão do Supremo em relação à execução provisória da pena nos casos de julgamento pelo Tribunal do Júri, discute as possíveis repercussões dessa decisão para a execução provisória em outros tipos de casos e trata também da retomada do julgamento sobre o foro privilegiado, incluindo a dúvida sobre se o caso do ex-ministro dos Direitos Humanos Silvio Almeida permanecerá no Supremo com base nessa jurisprudência ou não.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com a participação de Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional; Ana Laura Barbosa, professora de Direito Constitucional da Escola Superior de Propaganda e Marketing, e Luiz Fernando Esteves, professor do Insper e doutor em Direito do Estado</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No fim de agosto, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino determinou que a União mobilizasse até 15 agentes de segurança federais e de fiscalização ambiental para atuar de forma repressiva e preventiva no combate aos incêndios no Pantanal e na Amazônia. Na decisão, o ministro permitiu ao Executivo a possibilidade de abrir crédito extraordinário e editar medida provisória para custear as ações. Na sequência, Dino convocou audiências de conciliação para acompanhar as determinações e, na última terça-feira (10/9), fez uma nova imposição ao Executivo, estabelecendo a convocação de mais bombeiros.</p><p>Mas, afinal, cabe ao Supremo determinar medidas concretas para que o Executivo combata os incêndios? Essa é a pergunta que norteia o novo episódio do Sem Precedentes. O podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição debate o processo estrutural e as recentes decisões de Flávio Dino sobre as queimadas. Na terça-feira (10/9), Dino afirmou que a situação é muito grave e que o STF foi provocado a se manifestar. Na avaliação do ministro, trata-se de "uma verdadeira pandemia de queimadas que deve ser enfrentada".</p><p>O episódio parte deste caso para discutir o processo estrutural: uma ação judicial que tem por objeto um problema estrutural, e busca reformar as organizações em torno do tema. . Para trabalhar em uma legislação sobre o tema, o Senado formou uma Comissão de Juristas para a elaboração de anteprojeto de Lei do Processo Estrutural no Brasil, presidida por Augusto Aras, que já organizou três audiências públicas.</p><p>O novo episódio do Sem Precedentes aborda ainda a decisão do Supremo em relação à execução provisória da pena nos casos de julgamento pelo Tribunal do Júri, discute as possíveis repercussões dessa decisão para a execução provisória em outros tipos de casos e trata também da retomada do julgamento sobre o foro privilegiado, incluindo a dúvida sobre se o caso do ex-ministro dos Direitos Humanos Silvio Almeida permanecerá no Supremo com base nessa jurisprudência ou não.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com a participação de Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional; Ana Laura Barbosa, professora de Direito Constitucional da Escola Superior de Propaganda e Marketing, e Luiz Fernando Esteves, professor do Insper e doutor em Direito do Estado</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 13 Sep 2024 21:26:03 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Qual é o futuro dos processos estruturais no Brasil?</title>
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        <![CDATA[<p>O Brasil vive uma realidade em que casos que atingem toda uma população são judicializados, muitas vezes individualmente, e não há uma resposta uniforme. São questões como as vagas em creches, a situação da população carcerária, dos indígenas isolados, dos segurados do INSS, das pessoas que precisam de medicamentos e até mesmo do combate aos incêndios. O que fazer? O texto do Anteprojeto de Lei do Processo Estrutural, em tramitação no Senado Federal, propõe o processo como ferramenta para a mitigação desse conflito.</p><p>Em entrevista ao JOTA, o desembargador do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF6) e relator da comissão de juristas responsável pelo projeto, Edilson Vitorelli, explicou por que considera a proposta a melhor solução e rebateu as principais críticas ao modelo. Vitorelli também esclareceu o entendimento de que as decisões do ministro Flávio Dino no combate aos incêndios, como a liberação de créditos extraordinários, seriam medidas com características de processos estruturais.</p><p>Isso porque, segundo Vitorelli, o que estamos vivendo hoje é uma crise, "uma situação aguda de incêndios como o Brasil nunca viveu". "O ministro Flávio Dino, então, adotou algumas decisões que, tecnicamente, são apenas decisões daquilo que chamamos de tutela provisória. Ou seja, são ordens para debelar um problema pontual, específico, circunstancial. Elas não têm nada a ver com o plano que está sendo discutido."</p><p>O plano de combate aos incêndios, previsto em decisão de março deste ano na ADPF 473, este sim é estrutural, afirma. "A principal característica do processo estrutural é que ele busca se adaptar a essas situações que exigem medidas prospectivas, graduais e duradouras", diz o desembargador. A ideia é "bolar um plano e fazer uma intervenção gradual, futura e progressiva para atender aos direitos. Ou seja, para não deixar esses direitos sem nenhum atendimento, mas também para não cair na banalidade de só conceder ordens individuais a quem ajuizar a ação", pontua.</p><p>Ao diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e ao professor de Direito da Universidade Federal do Paraná, Miguel Godoy, Vitorelli afirma que essas intervenções individuais "prestigiam as pessoas que têm acesso à Justiça, em detrimento de quem está na fila esperando pacientemente".</p><p>Um exemplo citado por ele é o caso dos segurados do INSS que buscam a Justiça. Ao acionar a Justiça, o caso do segurado que exigia análise passa à frente. "Quando fazemos isso uma vez, parece pouco, mas quando fazemos isso milhares de vezes, o que acaba acontecendo é que mudamos a ordem da fila. E a fila começa a andar para trás, porque ou eu ajuízo uma ação, ou as outras pessoas estão o tempo todo passando na minha frente, porque são elas que estão ajuizando ações e, como o gestor não quer descumprir decisão judicial, ele prioriza quem tem a ordem judicial."</p><p>"Quando pautamos o acesso a políticas públicas pelo acesso à Justiça, tendemos a causar um grande mal, porque beneficiamos as pessoas que têm mais dinheiro, mais informação", acrescenta. "O que o processo estrutural quer é dar uma resposta, na minha opinião, mais adequada a essas situações", completa.</p><p>O desembargador reconhece que há críticas e problemas com o processo estrutural. "Estamos tentando contorná-los e estabelecer boas práticas", diz. De acordo com ele, o processo estrutural tenta lidar com esse problema, e não reforçá-lo. "Como? Pensando na ideia de que não podemos pensar em atendimento imediato a todas as pessoas por uma razão simples: não é possível. Não somos capazes, o Brasil é um país grande, com muitas pessoas e pouco dinheiro, e não somos capazes de atender a todas as pessoas ao mesmo tempo."</p><p>Na entrevista, o desembargador detalhou os principais pontos do anteprojeto apresentado pela comissão na última segunda-feira (16/9) e citou outros exemplos de casos tratados como processos estruturais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Brasil vive uma realidade em que casos que atingem toda uma população são judicializados, muitas vezes individualmente, e não há uma resposta uniforme. São questões como as vagas em creches, a situação da população carcerária, dos indígenas isolados, dos segurados do INSS, das pessoas que precisam de medicamentos e até mesmo do combate aos incêndios. O que fazer? O texto do Anteprojeto de Lei do Processo Estrutural, em tramitação no Senado Federal, propõe o processo como ferramenta para a mitigação desse conflito.</p><p>Em entrevista ao JOTA, o desembargador do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF6) e relator da comissão de juristas responsável pelo projeto, Edilson Vitorelli, explicou por que considera a proposta a melhor solução e rebateu as principais críticas ao modelo. Vitorelli também esclareceu o entendimento de que as decisões do ministro Flávio Dino no combate aos incêndios, como a liberação de créditos extraordinários, seriam medidas com características de processos estruturais.</p><p>Isso porque, segundo Vitorelli, o que estamos vivendo hoje é uma crise, "uma situação aguda de incêndios como o Brasil nunca viveu". "O ministro Flávio Dino, então, adotou algumas decisões que, tecnicamente, são apenas decisões daquilo que chamamos de tutela provisória. Ou seja, são ordens para debelar um problema pontual, específico, circunstancial. Elas não têm nada a ver com o plano que está sendo discutido."</p><p>O plano de combate aos incêndios, previsto em decisão de março deste ano na ADPF 473, este sim é estrutural, afirma. "A principal característica do processo estrutural é que ele busca se adaptar a essas situações que exigem medidas prospectivas, graduais e duradouras", diz o desembargador. A ideia é "bolar um plano e fazer uma intervenção gradual, futura e progressiva para atender aos direitos. Ou seja, para não deixar esses direitos sem nenhum atendimento, mas também para não cair na banalidade de só conceder ordens individuais a quem ajuizar a ação", pontua.</p><p>Ao diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e ao professor de Direito da Universidade Federal do Paraná, Miguel Godoy, Vitorelli afirma que essas intervenções individuais "prestigiam as pessoas que têm acesso à Justiça, em detrimento de quem está na fila esperando pacientemente".</p><p>Um exemplo citado por ele é o caso dos segurados do INSS que buscam a Justiça. Ao acionar a Justiça, o caso do segurado que exigia análise passa à frente. "Quando fazemos isso uma vez, parece pouco, mas quando fazemos isso milhares de vezes, o que acaba acontecendo é que mudamos a ordem da fila. E a fila começa a andar para trás, porque ou eu ajuízo uma ação, ou as outras pessoas estão o tempo todo passando na minha frente, porque são elas que estão ajuizando ações e, como o gestor não quer descumprir decisão judicial, ele prioriza quem tem a ordem judicial."</p><p>"Quando pautamos o acesso a políticas públicas pelo acesso à Justiça, tendemos a causar um grande mal, porque beneficiamos as pessoas que têm mais dinheiro, mais informação", acrescenta. "O que o processo estrutural quer é dar uma resposta, na minha opinião, mais adequada a essas situações", completa.</p><p>O desembargador reconhece que há críticas e problemas com o processo estrutural. "Estamos tentando contorná-los e estabelecer boas práticas", diz. De acordo com ele, o processo estrutural tenta lidar com esse problema, e não reforçá-lo. "Como? Pensando na ideia de que não podemos pensar em atendimento imediato a todas as pessoas por uma razão simples: não é possível. Não somos capazes, o Brasil é um país grande, com muitas pessoas e pouco dinheiro, e não somos capazes de atender a todas as pessoas ao mesmo tempo."</p><p>Na entrevista, o desembargador detalhou os principais pontos do anteprojeto apresentado pela comissão na última segunda-feira (16/9) e citou outros exemplos de casos tratados como processos estruturais.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 20 Sep 2024 17:56:18 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O Brasil vive uma realidade em que casos que atingem toda uma população são judicializados, muitas vezes individualmente, e não há uma resposta uniforme. São questões como as vagas em creches, a situação da população carcerária, dos indígenas isolados, dos segurados do INSS, das pessoas que precisam de medicamentos e até mesmo do combate aos incêndios. O que fazer? O texto do Anteprojeto de Lei do Processo Estrutural, em tramitação no Senado Federal, propõe o processo como ferramenta para a mitigação desse conflito.</p><p>Em entrevista ao JOTA, o desembargador do Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF6) e relator da comissão de juristas responsável pelo projeto, Edilson Vitorelli, explicou por que considera a proposta a melhor solução e rebateu as principais críticas ao modelo. Vitorelli também esclareceu o entendimento de que as decisões do ministro Flávio Dino no combate aos incêndios, como a liberação de créditos extraordinários, seriam medidas com características de processos estruturais.</p><p>Isso porque, segundo Vitorelli, o que estamos vivendo hoje é uma crise, "uma situação aguda de incêndios como o Brasil nunca viveu". "O ministro Flávio Dino, então, adotou algumas decisões que, tecnicamente, são apenas decisões daquilo que chamamos de tutela provisória. Ou seja, são ordens para debelar um problema pontual, específico, circunstancial. Elas não têm nada a ver com o plano que está sendo discutido."</p><p>O plano de combate aos incêndios, previsto em decisão de março deste ano na ADPF 473, este sim é estrutural, afirma. "A principal característica do processo estrutural é que ele busca se adaptar a essas situações que exigem medidas prospectivas, graduais e duradouras", diz o desembargador. A ideia é "bolar um plano e fazer uma intervenção gradual, futura e progressiva para atender aos direitos. Ou seja, para não deixar esses direitos sem nenhum atendimento, mas também para não cair na banalidade de só conceder ordens individuais a quem ajuizar a ação", pontua.</p><p>Ao diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e ao professor de Direito da Universidade Federal do Paraná, Miguel Godoy, Vitorelli afirma que essas intervenções individuais "prestigiam as pessoas que têm acesso à Justiça, em detrimento de quem está na fila esperando pacientemente".</p><p>Um exemplo citado por ele é o caso dos segurados do INSS que buscam a Justiça. Ao acionar a Justiça, o caso do segurado que exigia análise passa à frente. "Quando fazemos isso uma vez, parece pouco, mas quando fazemos isso milhares de vezes, o que acaba acontecendo é que mudamos a ordem da fila. E a fila começa a andar para trás, porque ou eu ajuízo uma ação, ou as outras pessoas estão o tempo todo passando na minha frente, porque são elas que estão ajuizando ações e, como o gestor não quer descumprir decisão judicial, ele prioriza quem tem a ordem judicial."</p><p>"Quando pautamos o acesso a políticas públicas pelo acesso à Justiça, tendemos a causar um grande mal, porque beneficiamos as pessoas que têm mais dinheiro, mais informação", acrescenta. "O que o processo estrutural quer é dar uma resposta, na minha opinião, mais adequada a essas situações", completa.</p><p>O desembargador reconhece que há críticas e problemas com o processo estrutural. "Estamos tentando contorná-los e estabelecer boas práticas", diz. De acordo com ele, o processo estrutural tenta lidar com esse problema, e não reforçá-lo. "Como? Pensando na ideia de que não podemos pensar em atendimento imediato a todas as pessoas por uma razão simples: não é possível. Não somos capazes, o Brasil é um país grande, com muitas pessoas e pouco dinheiro, e não somos capazes de atender a todas as pessoas ao mesmo tempo."</p><p>Na entrevista, o desembargador detalhou os principais pontos do anteprojeto apresentado pela comissão na última segunda-feira (16/9) e citou outros exemplos de casos tratados como processos estruturais.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>O que o julgamento sobre testemunhas de Jeová tem a ver com aborto? | Podcast Sem Precedentes #172</title>
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        <![CDATA[<p>Nesta semana, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou, por unanimidade, a recusa à transfusão de sangue em tratamentos médicos por pacientes Testemunhas de Jeová. Os ministros decidiram ainda que esses pacientes podem optar por tratamentos alternativos que estejam disponíveis no SUS, e que o governo deverá custear, mesmo que seja em outra cidade ou Estado de município do paciente. O argumento principal para liberar a medida envolveu direito à liberdade religiosa e a autonomia pessoal.</p><p>Esses argumentos soam semelhantes aos adotados em um caso repleto de controvérsias, o do aborto. E é sobre o que este julgamento tem a ver a com o outro que o Sem Precedentes desta semana se debruça. O podcast do JOTA sobre o Supremo e a Constituição aborda a interseção entre os dois processos. Os RE 979.742 (Tema 952) e RE 1.212.272 (Tema 1069), que envolvem as Testemunhas de Jeová, tiveram um desfecho relativamente rápido e unânime, no qual os ministros se uniram em torno da mesma tese.</p><p>Na sessão, o ministro Alexandre de Moraes chegou a afirmar que a obrigatoriedade pela transfusão de sangue seria uma imposição do Estado. Já a ministra Cármen Lúcia disse estar "de acordo com a objeção de consciência, sem que haja qualquer ônus, nem para médico, nem para paciente, quanto às escolhas feitas".</p><p>Já a ADPF 442, na qual se discute a descriminalização do aborto, está parada no Supremo e longe de um consenso. O mérito da ação começou a ser julgado em plenário virtual em setembro no ano passado. Após o voto solitário da ministra aposentada Rosa Weber favorável à interrupção até a 12 semana de gestão, o ministro Luís Roberto Barroso pediu destaque, para que o julgamento fosse interrompido e levado a plenário físico. Não há previsão de quando esse caso possa ser retomado.</p><p>Em seu voto, Weber usa argumentos que flertam com os adotados para o caso das Testemunhas de Jeová. Entre outros, destaca que "a liberdade constitucional de escolha corresponde à igual dignidade que é atribuída a cada um". Para Weber, a “tutela da vida humana intrauterina é construída, do ponto de vista normativo, com a participação da mulher (...). Se é assim, a intervenção estatal sancionatória, radicada na punição criminal da decisão da mulher, deve demonstrar compatibilidade com os postulados da proporcionalidade e da razoabilidade na proteção dos interesses constitucionais em conflito, o que não se verifica”.</p><p>Mas afinal, por que os dois casos tiveram trajetórias conflitantes e o que eles mostram sobre a Corte? Perguntas como essas são o norte do episódio conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, com participação do time fixo do podcast, composto por: Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Nesta semana, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou, por unanimidade, a recusa à transfusão de sangue em tratamentos médicos por pacientes Testemunhas de Jeová. Os ministros decidiram ainda que esses pacientes podem optar por tratamentos alternativos que estejam disponíveis no SUS, e que o governo deverá custear, mesmo que seja em outra cidade ou Estado de município do paciente. O argumento principal para liberar a medida envolveu direito à liberdade religiosa e a autonomia pessoal.</p><p>Esses argumentos soam semelhantes aos adotados em um caso repleto de controvérsias, o do aborto. E é sobre o que este julgamento tem a ver a com o outro que o Sem Precedentes desta semana se debruça. O podcast do JOTA sobre o Supremo e a Constituição aborda a interseção entre os dois processos. Os RE 979.742 (Tema 952) e RE 1.212.272 (Tema 1069), que envolvem as Testemunhas de Jeová, tiveram um desfecho relativamente rápido e unânime, no qual os ministros se uniram em torno da mesma tese.</p><p>Na sessão, o ministro Alexandre de Moraes chegou a afirmar que a obrigatoriedade pela transfusão de sangue seria uma imposição do Estado. Já a ministra Cármen Lúcia disse estar "de acordo com a objeção de consciência, sem que haja qualquer ônus, nem para médico, nem para paciente, quanto às escolhas feitas".</p><p>Já a ADPF 442, na qual se discute a descriminalização do aborto, está parada no Supremo e longe de um consenso. O mérito da ação começou a ser julgado em plenário virtual em setembro no ano passado. Após o voto solitário da ministra aposentada Rosa Weber favorável à interrupção até a 12 semana de gestão, o ministro Luís Roberto Barroso pediu destaque, para que o julgamento fosse interrompido e levado a plenário físico. Não há previsão de quando esse caso possa ser retomado.</p><p>Em seu voto, Weber usa argumentos que flertam com os adotados para o caso das Testemunhas de Jeová. Entre outros, destaca que "a liberdade constitucional de escolha corresponde à igual dignidade que é atribuída a cada um". Para Weber, a “tutela da vida humana intrauterina é construída, do ponto de vista normativo, com a participação da mulher (...). Se é assim, a intervenção estatal sancionatória, radicada na punição criminal da decisão da mulher, deve demonstrar compatibilidade com os postulados da proporcionalidade e da razoabilidade na proteção dos interesses constitucionais em conflito, o que não se verifica”.</p><p>Mas afinal, por que os dois casos tiveram trajetórias conflitantes e o que eles mostram sobre a Corte? Perguntas como essas são o norte do episódio conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, com participação do time fixo do podcast, composto por: Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 27 Sep 2024 20:26:13 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>É totalmente inconstitucional o pacote anti-STF? | Podcast Sem Precedentes #173</title>
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        <![CDATA[<p>Animada com o resultado das eleições municipais, a ala mais à direita e próxima do ex-presidente <a href="https://www.jota.info/eleicoes/jair-bolsonaro-a-trajetoria-militar-e-politica-do-presidente-que-busca-a-reeleicao">Jair Bolsonaro</a> (PL) aprovou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados <a href="https://www.jota.info/legislativo/ccj-da-camara-aprova-medidas-que-limitam-atuacao-do-stf">um pacote de propostas que restringe os poderes</a> dos ministros do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>). À imprensa, o ex-ministro do Supremo Carlos Velloso considerou as medidas inconstitucionais. Por atingir questões internas do Judiciário, deveriam ter sido propostas pelo próprio Supremo.</p><p>Mas afinal, o que há de constitucional ou não nessas propostas? É a busca por uma resposta para essa pergunta que se baseia o Sem Precedentes desta semana. O podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição vai a fundo no que diz cada um dos textos.</p><p>Uma das propostas aprovadas na CCJ é a<a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes/afinal-a-pec-que-limita-as-decisoes-monocraticas-no-stf-e-boa-ou-um-perigo"> PEC que limita as decisões monocráticas</a> dos ministros do STF que suspendam a validade dos atos do presidente da República, do Senado ou da Câmara. Outra medida é o projeto de lei que permite que o plenário do Senado decida sobre abertura do processo de impeachment contra ministro do Supremo. Atualmente, quem tem a prerrogativa desta decisão é o presidente da Casa.</p><p>Foi aprovado ainda o PL que cria cinco crimes de responsabilidades para os ministros do STF. Entre outros, o projeto tipifica como crime de responsabilidade a usurpação da competência do Congresso por parte de ministros do Supremo. Se aprovados, esses novos crimes podem resultar em processos de impeachment.</p><p>Também passou pelo aval dos deputados a PEC que permite ao Congresso Nacional sustar decisões monocráticas de ministros que avancem nas competências do STF ou que tragam inovações no ordenamento jurídico.<br>No dia seguinte, após a aprovação do pacote, o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/um-dia-apos-avanco-de-pautas-anti-stf-barroso-diz-que-nao-se-mexe-em-instituicoes-que-estao-funcionando">fez uma defesa da Corte e disse que não se mexe em instituições que estão funcionando bem</a>. "Não existem unanimidades. Porém, não se mexe em instituições que estão funcionando e cumprindo bem a sua missão por injunções dos interesses políticos, circunstanciais e dos ciclos eleitorais", disse Barroso.</p><p>A aprovação das propostas e a fala de Barroso também têm como plano de fundo a crise gerada pela decisão do ministro<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/flavio-dino"> Flávio Dino</a> de<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/dino-decide-manter-suspensao-da-execucao-de-emendas-parlamentares"> exigir transparência no orçamento secreto</a> e restringir a execução das emendas. Além da discussão sobre a constitucionalidade das propostas, esse contexto também é abordado no Sem Precedentes desta semana.</p><p>O podcast do JOTA é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta com participação do time fixo do podcast, composto por: Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Animada com o resultado das eleições municipais, a ala mais à direita e próxima do ex-presidente <a href="https://www.jota.info/eleicoes/jair-bolsonaro-a-trajetoria-militar-e-politica-do-presidente-que-busca-a-reeleicao">Jair Bolsonaro</a> (PL) aprovou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados <a href="https://www.jota.info/legislativo/ccj-da-camara-aprova-medidas-que-limitam-atuacao-do-stf">um pacote de propostas que restringe os poderes</a> dos ministros do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>). À imprensa, o ex-ministro do Supremo Carlos Velloso considerou as medidas inconstitucionais. Por atingir questões internas do Judiciário, deveriam ter sido propostas pelo próprio Supremo.</p><p>Mas afinal, o que há de constitucional ou não nessas propostas? É a busca por uma resposta para essa pergunta que se baseia o Sem Precedentes desta semana. O podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição vai a fundo no que diz cada um dos textos.</p><p>Uma das propostas aprovadas na CCJ é a<a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes/afinal-a-pec-que-limita-as-decisoes-monocraticas-no-stf-e-boa-ou-um-perigo"> PEC que limita as decisões monocráticas</a> dos ministros do STF que suspendam a validade dos atos do presidente da República, do Senado ou da Câmara. Outra medida é o projeto de lei que permite que o plenário do Senado decida sobre abertura do processo de impeachment contra ministro do Supremo. Atualmente, quem tem a prerrogativa desta decisão é o presidente da Casa.</p><p>Foi aprovado ainda o PL que cria cinco crimes de responsabilidades para os ministros do STF. Entre outros, o projeto tipifica como crime de responsabilidade a usurpação da competência do Congresso por parte de ministros do Supremo. Se aprovados, esses novos crimes podem resultar em processos de impeachment.</p><p>Também passou pelo aval dos deputados a PEC que permite ao Congresso Nacional sustar decisões monocráticas de ministros que avancem nas competências do STF ou que tragam inovações no ordenamento jurídico.<br>No dia seguinte, após a aprovação do pacote, o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/um-dia-apos-avanco-de-pautas-anti-stf-barroso-diz-que-nao-se-mexe-em-instituicoes-que-estao-funcionando">fez uma defesa da Corte e disse que não se mexe em instituições que estão funcionando bem</a>. "Não existem unanimidades. Porém, não se mexe em instituições que estão funcionando e cumprindo bem a sua missão por injunções dos interesses políticos, circunstanciais e dos ciclos eleitorais", disse Barroso.</p><p>A aprovação das propostas e a fala de Barroso também têm como plano de fundo a crise gerada pela decisão do ministro<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/flavio-dino"> Flávio Dino</a> de<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/dino-decide-manter-suspensao-da-execucao-de-emendas-parlamentares"> exigir transparência no orçamento secreto</a> e restringir a execução das emendas. Além da discussão sobre a constitucionalidade das propostas, esse contexto também é abordado no Sem Precedentes desta semana.</p><p>O podcast do JOTA é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta com participação do time fixo do podcast, composto por: Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 11 Oct 2024 21:33:28 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>Animada com o resultado das eleições municipais, a ala mais à direita e próxima do ex-presidente <a href="https://www.jota.info/eleicoes/jair-bolsonaro-a-trajetoria-militar-e-politica-do-presidente-que-busca-a-reeleicao">Jair Bolsonaro</a> (PL) aprovou na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados <a href="https://www.jota.info/legislativo/ccj-da-camara-aprova-medidas-que-limitam-atuacao-do-stf">um pacote de propostas que restringe os poderes</a> dos ministros do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>). À imprensa, o ex-ministro do Supremo Carlos Velloso considerou as medidas inconstitucionais. Por atingir questões internas do Judiciário, deveriam ter sido propostas pelo próprio Supremo.</p><p>Mas afinal, o que há de constitucional ou não nessas propostas? É a busca por uma resposta para essa pergunta que se baseia o Sem Precedentes desta semana. O podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição vai a fundo no que diz cada um dos textos.</p><p>Uma das propostas aprovadas na CCJ é a<a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes/afinal-a-pec-que-limita-as-decisoes-monocraticas-no-stf-e-boa-ou-um-perigo"> PEC que limita as decisões monocráticas</a> dos ministros do STF que suspendam a validade dos atos do presidente da República, do Senado ou da Câmara. Outra medida é o projeto de lei que permite que o plenário do Senado decida sobre abertura do processo de impeachment contra ministro do Supremo. Atualmente, quem tem a prerrogativa desta decisão é o presidente da Casa.</p><p>Foi aprovado ainda o PL que cria cinco crimes de responsabilidades para os ministros do STF. Entre outros, o projeto tipifica como crime de responsabilidade a usurpação da competência do Congresso por parte de ministros do Supremo. Se aprovados, esses novos crimes podem resultar em processos de impeachment.</p><p>Também passou pelo aval dos deputados a PEC que permite ao Congresso Nacional sustar decisões monocráticas de ministros que avancem nas competências do STF ou que tragam inovações no ordenamento jurídico.<br>No dia seguinte, após a aprovação do pacote, o presidente do STF, ministro Luís Roberto Barroso, <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/um-dia-apos-avanco-de-pautas-anti-stf-barroso-diz-que-nao-se-mexe-em-instituicoes-que-estao-funcionando">fez uma defesa da Corte e disse que não se mexe em instituições que estão funcionando bem</a>. "Não existem unanimidades. Porém, não se mexe em instituições que estão funcionando e cumprindo bem a sua missão por injunções dos interesses políticos, circunstanciais e dos ciclos eleitorais", disse Barroso.</p><p>A aprovação das propostas e a fala de Barroso também têm como plano de fundo a crise gerada pela decisão do ministro<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/flavio-dino"> Flávio Dino</a> de<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/dino-decide-manter-suspensao-da-execucao-de-emendas-parlamentares"> exigir transparência no orçamento secreto</a> e restringir a execução das emendas. Além da discussão sobre a constitucionalidade das propostas, esse contexto também é abordado no Sem Precedentes desta semana.</p><p>O podcast do JOTA é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta com participação do time fixo do podcast, composto por: Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, Diego Werneck, professor do Insper, em São Paulo, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Os poderes monocráticos do STF que o Congresso não atacou | Podcast Sem Precedentes #174 </title>
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        <![CDATA[<p>A aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados foi um passo importante na tramitação da proposta de emenda à Constituição que restringe as decisões monocráticas dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Mas afinal, qual efeito prático terá a emenda se ela for promulgada pelo Congresso? E o que ficou de fora? São essas as perguntas que permeiam o debate do Sem Precedentes desta semana.</p><p>O podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição detalha o alcance da proposta. A PEC propõe que o Tribunal se limite a conceder liminares, decisões monocráticas e medidas cautelares apenas em ações penais, inquéritos criminais e habeas corpus individuais. O restante seria impactado por essa emenda.</p><p>Um exemplo apontado no podcast são as reclamações constitucionais trabalhistas, que poderiam ser afetadas, a depender da interpretação do que se entende por políticas públicas — já que o texto da PEC menciona decisões que afetem essas políticas. Se a interpretação de política pública for ampla, o Supremo pode acabar limitado também nesse sentido.</p><p>A mudança impacta também nas consequências para a fila de processos tanto no plenário físico quanto no virtual. De acordo com a PEC, o Tribunal teria de levar praticamente tudo para o plenário, seja o físico ou o virtual, sem a possibilidade de resolução em turma.</p><p>O Sem Precedentes também destaca o que ficou de fora da PEC. Existem outros poderes individuais, como o andamento dos processos, que não são abordados pela emenda. O relator continua sendo responsável por decidir quando um processo será liberado para a pauta, e isso pode levar anos. Também não há nada sobre o comportamento individual dos ministros, como participação em eventos, nem sobre a obrigatoriedade de audiências públicas, que seguem sendo prerrogativa do relator.</p><p>Por fim, decisões recentes do Supremo que são alvo de críticas também não estão incluídas na PEC. A decisão do ministro Dias Toffoli, que anulou provas e condenações da Lava Jato, ou as ações do ministro Alexandre de Moraes nas investigações criminais — amplamente criticadas pela oposição — não seriam atingidas por essa proposta de emenda constitucional.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com a participação de Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional; Ana Laura Barbosa, professora de Direito Constitucional da Escola Superior de Propaganda e Marketing, e Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados foi um passo importante na tramitação da proposta de emenda à Constituição que restringe as decisões monocráticas dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Mas afinal, qual efeito prático terá a emenda se ela for promulgada pelo Congresso? E o que ficou de fora? São essas as perguntas que permeiam o debate do Sem Precedentes desta semana.</p><p>O podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição detalha o alcance da proposta. A PEC propõe que o Tribunal se limite a conceder liminares, decisões monocráticas e medidas cautelares apenas em ações penais, inquéritos criminais e habeas corpus individuais. O restante seria impactado por essa emenda.</p><p>Um exemplo apontado no podcast são as reclamações constitucionais trabalhistas, que poderiam ser afetadas, a depender da interpretação do que se entende por políticas públicas — já que o texto da PEC menciona decisões que afetem essas políticas. Se a interpretação de política pública for ampla, o Supremo pode acabar limitado também nesse sentido.</p><p>A mudança impacta também nas consequências para a fila de processos tanto no plenário físico quanto no virtual. De acordo com a PEC, o Tribunal teria de levar praticamente tudo para o plenário, seja o físico ou o virtual, sem a possibilidade de resolução em turma.</p><p>O Sem Precedentes também destaca o que ficou de fora da PEC. Existem outros poderes individuais, como o andamento dos processos, que não são abordados pela emenda. O relator continua sendo responsável por decidir quando um processo será liberado para a pauta, e isso pode levar anos. Também não há nada sobre o comportamento individual dos ministros, como participação em eventos, nem sobre a obrigatoriedade de audiências públicas, que seguem sendo prerrogativa do relator.</p><p>Por fim, decisões recentes do Supremo que são alvo de críticas também não estão incluídas na PEC. A decisão do ministro Dias Toffoli, que anulou provas e condenações da Lava Jato, ou as ações do ministro Alexandre de Moraes nas investigações criminais — amplamente criticadas pela oposição — não seriam atingidas por essa proposta de emenda constitucional.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com a participação de Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional; Ana Laura Barbosa, professora de Direito Constitucional da Escola Superior de Propaganda e Marketing, e Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 18 Oct 2024 20:53:43 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>A aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados foi um passo importante na tramitação da proposta de emenda à Constituição que restringe as decisões monocráticas dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Mas afinal, qual efeito prático terá a emenda se ela for promulgada pelo Congresso? E o que ficou de fora? São essas as perguntas que permeiam o debate do Sem Precedentes desta semana.</p><p>O podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição detalha o alcance da proposta. A PEC propõe que o Tribunal se limite a conceder liminares, decisões monocráticas e medidas cautelares apenas em ações penais, inquéritos criminais e habeas corpus individuais. O restante seria impactado por essa emenda.</p><p>Um exemplo apontado no podcast são as reclamações constitucionais trabalhistas, que poderiam ser afetadas, a depender da interpretação do que se entende por políticas públicas — já que o texto da PEC menciona decisões que afetem essas políticas. Se a interpretação de política pública for ampla, o Supremo pode acabar limitado também nesse sentido.</p><p>A mudança impacta também nas consequências para a fila de processos tanto no plenário físico quanto no virtual. De acordo com a PEC, o Tribunal teria de levar praticamente tudo para o plenário, seja o físico ou o virtual, sem a possibilidade de resolução em turma.</p><p>O Sem Precedentes também destaca o que ficou de fora da PEC. Existem outros poderes individuais, como o andamento dos processos, que não são abordados pela emenda. O relator continua sendo responsável por decidir quando um processo será liberado para a pauta, e isso pode levar anos. Também não há nada sobre o comportamento individual dos ministros, como participação em eventos, nem sobre a obrigatoriedade de audiências públicas, que seguem sendo prerrogativa do relator.</p><p>Por fim, decisões recentes do Supremo que são alvo de críticas também não estão incluídas na PEC. A decisão do ministro Dias Toffoli, que anulou provas e condenações da Lava Jato, ou as ações do ministro Alexandre de Moraes nas investigações criminais — amplamente criticadas pela oposição — não seriam atingidas por essa proposta de emenda constitucional.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com a participação de Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional; Ana Laura Barbosa, professora de Direito Constitucional da Escola Superior de Propaganda e Marketing, e Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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      <title>Os perigos da mudança no regimento que o STF pretende fazer | Podcast Sem Precedentes #175 </title>
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        <![CDATA[<p>Em 2022, uma questão de ordem proposta pelo ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre Moraes</a> foi aprovada pela maioria dos ministros e, além dos efeitos futuros, à época impactou mais de 20 julgamentos que haviam sido interrompidos em plenário virtual. A partir daquele momento, os votos de ministros aposentados proferidos em julgamento em plenário virtual e que haviam sido destacados para plenário físico <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/revisao-da-vida-toda-voto-de-ministro-aposentado-passa-a-valer-em-casos-destacados">continuariam válidos</a>. Agora, dois anos após a medida, o tema voltou à discussão no <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">Supremo</a> e entrou na pauta do Sem Precedentes desta semana.</p><p>O podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição aborda o contexto em que a questão de ordem foi aprovada, o que faz com que a Corte repense a medida e suas consequências em termos de segurança jurídica. A mudança regimental influenciou e influencia julgamentos como o da <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/zanin-vota-por-anular-acordao-que-julgou-valida-a-revisao-da-vida-toda-do-inss">revisão da vida toda</a> e o da <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/rosa-weber-vota-para-que-aborto-deixe-de-ser-crime-no-brasil-e-julgamento-e-interrompido">descriminalização do aborto</a>, por exemplo.</p><p>Presidente do Supremo, o ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a> ponderou as implicações das idas e vindas regimentais, mas afirmou achar válida a rediscussão do tema. Para ele, acaba sendo um “contrassenso e um desperdício de tempo” sobretudo "nas hipóteses em que irreversivelmente se sabe que vai haver modificação em embargos de declaração". A discussão ressurgiu justamente por causa de alterações que tem acontecido nos julgamentos de embargos.</p><p>Responsável por retornar à questão, o ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luiz-fux">Luiz Fux</a> afirmou na sessão de quinta-feira (24/10) que conversou com o ministro Alexandre de Moraes, autor da questão de ordem de 2022, e disse que, para ele, a regra "perdeu um pouco o sentido". "Entendo que nós deveríamos repensar o Regimento no sentido de permitir aos novos também que votem em questões que ainda não acabaram. Por que o que diz o Código? Até a proclamação do resultado, pode haver a modificação do voto", disse.</p><p>“O mérito está terminando, os novos ministros não podem participar. A hora que vêm os embargos eles podem. E os embargos acabam tendo efeitos infringentes [modificam a decisão inicial]”, ressaltou o ministro Alexandre de Moraes.</p><p>A alteração no regimento feita em 2022 ocorreu no curso do <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-derruba-revisao-da-vida-toda-por-adi-que-trata-da-mesma-lei">julgamento sobre a revisão da vida toda</a>, que é um exemplo no qual os ministros novatos não puderam votar no mérito, mas que tomou um rumo diferente do julgamento inicial na ocasião da apreciação dos embargos. Casos como esse e outras repercussões da regra e de sua possível alteração também são abordadas no episódio desta semana.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com a participação de Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, e Luiz Fernando Esteves, professor do Insper e doutor em Direito do Estado.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em 2022, uma questão de ordem proposta pelo ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre Moraes</a> foi aprovada pela maioria dos ministros e, além dos efeitos futuros, à época impactou mais de 20 julgamentos que haviam sido interrompidos em plenário virtual. A partir daquele momento, os votos de ministros aposentados proferidos em julgamento em plenário virtual e que haviam sido destacados para plenário físico <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/revisao-da-vida-toda-voto-de-ministro-aposentado-passa-a-valer-em-casos-destacados">continuariam válidos</a>. Agora, dois anos após a medida, o tema voltou à discussão no <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">Supremo</a> e entrou na pauta do Sem Precedentes desta semana.</p><p>O podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição aborda o contexto em que a questão de ordem foi aprovada, o que faz com que a Corte repense a medida e suas consequências em termos de segurança jurídica. A mudança regimental influenciou e influencia julgamentos como o da <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/zanin-vota-por-anular-acordao-que-julgou-valida-a-revisao-da-vida-toda-do-inss">revisão da vida toda</a> e o da <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/rosa-weber-vota-para-que-aborto-deixe-de-ser-crime-no-brasil-e-julgamento-e-interrompido">descriminalização do aborto</a>, por exemplo.</p><p>Presidente do Supremo, o ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a> ponderou as implicações das idas e vindas regimentais, mas afirmou achar válida a rediscussão do tema. Para ele, acaba sendo um “contrassenso e um desperdício de tempo” sobretudo "nas hipóteses em que irreversivelmente se sabe que vai haver modificação em embargos de declaração". A discussão ressurgiu justamente por causa de alterações que tem acontecido nos julgamentos de embargos.</p><p>Responsável por retornar à questão, o ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luiz-fux">Luiz Fux</a> afirmou na sessão de quinta-feira (24/10) que conversou com o ministro Alexandre de Moraes, autor da questão de ordem de 2022, e disse que, para ele, a regra "perdeu um pouco o sentido". "Entendo que nós deveríamos repensar o Regimento no sentido de permitir aos novos também que votem em questões que ainda não acabaram. Por que o que diz o Código? Até a proclamação do resultado, pode haver a modificação do voto", disse.</p><p>“O mérito está terminando, os novos ministros não podem participar. A hora que vêm os embargos eles podem. E os embargos acabam tendo efeitos infringentes [modificam a decisão inicial]”, ressaltou o ministro Alexandre de Moraes.</p><p>A alteração no regimento feita em 2022 ocorreu no curso do <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-derruba-revisao-da-vida-toda-por-adi-que-trata-da-mesma-lei">julgamento sobre a revisão da vida toda</a>, que é um exemplo no qual os ministros novatos não puderam votar no mérito, mas que tomou um rumo diferente do julgamento inicial na ocasião da apreciação dos embargos. Casos como esse e outras repercussões da regra e de sua possível alteração também são abordadas no episódio desta semana.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com a participação de Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, e Luiz Fernando Esteves, professor do Insper e doutor em Direito do Estado.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 25 Oct 2024 20:30:14 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>Em 2022, uma questão de ordem proposta pelo ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre Moraes</a> foi aprovada pela maioria dos ministros e, além dos efeitos futuros, à época impactou mais de 20 julgamentos que haviam sido interrompidos em plenário virtual. A partir daquele momento, os votos de ministros aposentados proferidos em julgamento em plenário virtual e que haviam sido destacados para plenário físico <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/revisao-da-vida-toda-voto-de-ministro-aposentado-passa-a-valer-em-casos-destacados">continuariam válidos</a>. Agora, dois anos após a medida, o tema voltou à discussão no <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">Supremo</a> e entrou na pauta do Sem Precedentes desta semana.</p><p>O podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição aborda o contexto em que a questão de ordem foi aprovada, o que faz com que a Corte repense a medida e suas consequências em termos de segurança jurídica. A mudança regimental influenciou e influencia julgamentos como o da <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/zanin-vota-por-anular-acordao-que-julgou-valida-a-revisao-da-vida-toda-do-inss">revisão da vida toda</a> e o da <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/rosa-weber-vota-para-que-aborto-deixe-de-ser-crime-no-brasil-e-julgamento-e-interrompido">descriminalização do aborto</a>, por exemplo.</p><p>Presidente do Supremo, o ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a> ponderou as implicações das idas e vindas regimentais, mas afirmou achar válida a rediscussão do tema. Para ele, acaba sendo um “contrassenso e um desperdício de tempo” sobretudo "nas hipóteses em que irreversivelmente se sabe que vai haver modificação em embargos de declaração". A discussão ressurgiu justamente por causa de alterações que tem acontecido nos julgamentos de embargos.</p><p>Responsável por retornar à questão, o ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luiz-fux">Luiz Fux</a> afirmou na sessão de quinta-feira (24/10) que conversou com o ministro Alexandre de Moraes, autor da questão de ordem de 2022, e disse que, para ele, a regra "perdeu um pouco o sentido". "Entendo que nós deveríamos repensar o Regimento no sentido de permitir aos novos também que votem em questões que ainda não acabaram. Por que o que diz o Código? Até a proclamação do resultado, pode haver a modificação do voto", disse.</p><p>“O mérito está terminando, os novos ministros não podem participar. A hora que vêm os embargos eles podem. E os embargos acabam tendo efeitos infringentes [modificam a decisão inicial]”, ressaltou o ministro Alexandre de Moraes.</p><p>A alteração no regimento feita em 2022 ocorreu no curso do <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-derruba-revisao-da-vida-toda-por-adi-que-trata-da-mesma-lei">julgamento sobre a revisão da vida toda</a>, que é um exemplo no qual os ministros novatos não puderam votar no mérito, mas que tomou um rumo diferente do julgamento inicial na ocasião da apreciação dos embargos. Casos como esse e outras repercussões da regra e de sua possível alteração também são abordadas no episódio desta semana.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com a participação de Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, e Luiz Fernando Esteves, professor do Insper e doutor em Direito do Estado.</p>]]>
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    <item>
      <title>O que a demarcação da Terra Nhanderu Marangatu aponta para o futuro das conciliações</title>
      <itunes:title>O que a demarcação da Terra Nhanderu Marangatu aponta para o futuro das conciliações</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Em 25 de setembro, o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) colocou um ponto final em um conflito que já se estendia por quatro décadas. Em audiência de conciliação, fechou acordo sobre a <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/demarcacao-de-terra-indigenas">demarcação de Terra Indígena</a> (TI) Nhanderu Marangatu e determinou o pagamento de R$ 146 milhões em indenizações. O texto, embora seja um marco, é controverso, na avaliação da advogada indigenista Carolina Santana. Em entrevista a Felipe Recondo, diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, a advogada, doutora em Democracia e Constituição pela UnB, explicou quais pontos considera como positivos, negativos e suas implicações.</p><p>“É um acordo tão histórico quanto polêmico, ele traz opiniões de diversas naturezas, eu acho que entre os meus pares, os meus parceiros socioambientais, indigenistas, há uma crítica grande por conta da não observância, obviamente, um acordo só é possível se você não observar o texto constitucional”, disse na entrevista.</p><p>O ponto que Carolina levanta é a determinação de pagamento de indenização pelo valor da terra nua e benfeitoria das aréas, o que, ao ver dos movimentos indigenistas, desafia o § 6º do artigo 231 da Constituição.</p><p>“Há uma crítica imensa dos indigenistas porque você viola diretamente o direito originário, que está na Constituição. Essas terras são originalmente dos indígenas, você estaria pagando a terra para quem ocupou", afirma. "Então, esse acordo traz a novidade no sentido de dar um passo a mais, que a gente ainda vai observar se ele vai funcionar ou não”, afirma.</p><p>Além das preocupações dos indigenistas, a entrevista detalha o contexto que tornou a conciliação possível e o que a torna histórica. A área, localizada no município de Antônio João, em Mato Grosso do Sul, foi palco de conflitos prolongados e recentes entre policiais, indígenas e fazendeiros. Desde 2005, era aguardado um desfecho do caso no STF.</p><p>Ao <strong>JOTA</strong>, a advogada também fala sobre a relação do caso com o marco temporal, os impactos do acordo e o que ele aponta para o futuro. Vale lembrar que quem conduziu a conclusão do caso foi o ministro Gilmar Mendes, relator do MS 25.463 sobre a questão e que também é relator das cinco ações que a Lei do Marco Temporal.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em 25 de setembro, o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) colocou um ponto final em um conflito que já se estendia por quatro décadas. Em audiência de conciliação, fechou acordo sobre a <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/demarcacao-de-terra-indigenas">demarcação de Terra Indígena</a> (TI) Nhanderu Marangatu e determinou o pagamento de R$ 146 milhões em indenizações. O texto, embora seja um marco, é controverso, na avaliação da advogada indigenista Carolina Santana. Em entrevista a Felipe Recondo, diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, a advogada, doutora em Democracia e Constituição pela UnB, explicou quais pontos considera como positivos, negativos e suas implicações.</p><p>“É um acordo tão histórico quanto polêmico, ele traz opiniões de diversas naturezas, eu acho que entre os meus pares, os meus parceiros socioambientais, indigenistas, há uma crítica grande por conta da não observância, obviamente, um acordo só é possível se você não observar o texto constitucional”, disse na entrevista.</p><p>O ponto que Carolina levanta é a determinação de pagamento de indenização pelo valor da terra nua e benfeitoria das aréas, o que, ao ver dos movimentos indigenistas, desafia o § 6º do artigo 231 da Constituição.</p><p>“Há uma crítica imensa dos indigenistas porque você viola diretamente o direito originário, que está na Constituição. Essas terras são originalmente dos indígenas, você estaria pagando a terra para quem ocupou", afirma. "Então, esse acordo traz a novidade no sentido de dar um passo a mais, que a gente ainda vai observar se ele vai funcionar ou não”, afirma.</p><p>Além das preocupações dos indigenistas, a entrevista detalha o contexto que tornou a conciliação possível e o que a torna histórica. A área, localizada no município de Antônio João, em Mato Grosso do Sul, foi palco de conflitos prolongados e recentes entre policiais, indígenas e fazendeiros. Desde 2005, era aguardado um desfecho do caso no STF.</p><p>Ao <strong>JOTA</strong>, a advogada também fala sobre a relação do caso com o marco temporal, os impactos do acordo e o que ele aponta para o futuro. Vale lembrar que quem conduziu a conclusão do caso foi o ministro Gilmar Mendes, relator do MS 25.463 sobre a questão e que também é relator das cinco ações que a Lei do Marco Temporal.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 01 Nov 2024 17:21:02 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>Em 25 de setembro, o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) colocou um ponto final em um conflito que já se estendia por quatro décadas. Em audiência de conciliação, fechou acordo sobre a <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/demarcacao-de-terra-indigenas">demarcação de Terra Indígena</a> (TI) Nhanderu Marangatu e determinou o pagamento de R$ 146 milhões em indenizações. O texto, embora seja um marco, é controverso, na avaliação da advogada indigenista Carolina Santana. Em entrevista a Felipe Recondo, diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, a advogada, doutora em Democracia e Constituição pela UnB, explicou quais pontos considera como positivos, negativos e suas implicações.</p><p>“É um acordo tão histórico quanto polêmico, ele traz opiniões de diversas naturezas, eu acho que entre os meus pares, os meus parceiros socioambientais, indigenistas, há uma crítica grande por conta da não observância, obviamente, um acordo só é possível se você não observar o texto constitucional”, disse na entrevista.</p><p>O ponto que Carolina levanta é a determinação de pagamento de indenização pelo valor da terra nua e benfeitoria das aréas, o que, ao ver dos movimentos indigenistas, desafia o § 6º do artigo 231 da Constituição.</p><p>“Há uma crítica imensa dos indigenistas porque você viola diretamente o direito originário, que está na Constituição. Essas terras são originalmente dos indígenas, você estaria pagando a terra para quem ocupou", afirma. "Então, esse acordo traz a novidade no sentido de dar um passo a mais, que a gente ainda vai observar se ele vai funcionar ou não”, afirma.</p><p>Além das preocupações dos indigenistas, a entrevista detalha o contexto que tornou a conciliação possível e o que a torna histórica. A área, localizada no município de Antônio João, em Mato Grosso do Sul, foi palco de conflitos prolongados e recentes entre policiais, indígenas e fazendeiros. Desde 2005, era aguardado um desfecho do caso no STF.</p><p>Ao <strong>JOTA</strong>, a advogada também fala sobre a relação do caso com o marco temporal, os impactos do acordo e o que ele aponta para o futuro. Vale lembrar que quem conduziu a conclusão do caso foi o ministro Gilmar Mendes, relator do MS 25.463 sobre a questão e que também é relator das cinco ações que a Lei do Marco Temporal.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Livros, misoginia, homofobia e liberdade de expressão: a visão de Dino</title>
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        <![CDATA[<p>O ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/flavio-dino">Flávio Dino</a>, do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>), proibiu quatro obras jurídicas que continham trechos discriminatórios contra mulheres e a pessoas LGBTQIA+ em decisão monocrática. A retirada de circulação das obras gerou críticas ao ministro, que, na defesa de seu ato, disse que ““a liberdade não é indene ao conceito de abuso”. Dino afirmou ter se baseado em jurisprudência do tribunal que já foi utilizada contra livros antissemitas.</p><p>O podcast Sem Precedentes, do <strong>JOTA</strong>, que trata do Supremo e da Constituição, repercute a decisão de Dino e como ela se associa ao Caso Ellwanger, precedente usado pelo ministro e <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/podcast-paredes-sao-de-vidro-conta-historia-stf-330190">narrado no primeiro episódio da primeira temporada do Podcast do <strong>JOTA</strong> Paredes São de Vidro</a>. Também discute os riscos do limite excessivo à liberdade expressão e os possíveis reflexos em outras instâncias da Justiça, que podem resvalar em restrições a conteúdos de temas LGBTQIA+ e de gênero</p><p>A decisão de Dino atendeu a um recurso do Ministério Público Federal (MPF) após o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negar a retirada das obras de circulação. O ministro argumenta que os livros “desbordam do exercício legítimo dos direitos à liberdade de expressão e de livre manifestação do pensamento, configurando tratamento degradante, capaz de abalar a honra e a imagem de grupos minoritários e de mulheres na sociedade brasileira, de modo a impor a necessária responsabilização dos recorridos”. Ele ordenou que todas as obras fossem destruídas e uma indenização a ser paga pelos autores.</p><p>Nos livros barrados, há textos que apontam homossexualidade como “anomalia sexual” e “prática doentia”. As obras barradas são: Curso Avançado de Biodireito; Teoria e Prática do Direito Penal; Curso Avançado de Direito do Consumidor e; Manual de Prática Trabalhista.</p><p>Dino reagiu às críticas à sua decisão dizendo que “a liberdade não é indene ao conceito de abuso”. Dino também citou uma frase bíblica atribuída ao apóstolo Pedro: “vivam como pessoas livres, mas não usem a liberdade como desculpa para fazer o mal”.</p><p><a href="https://whatsapp.com/channel/0029VaFvFd73rZZflK7yGD0I"><strong>Inscreva-se no canal de notícias do JOTA no WhatsApp e fique por dentro das principais discussões do país!</strong></a><br>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate tem a participação de Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, Diego Werneck Arguelhes, professor associado do Insper e Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/flavio-dino">Flávio Dino</a>, do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>), proibiu quatro obras jurídicas que continham trechos discriminatórios contra mulheres e a pessoas LGBTQIA+ em decisão monocrática. A retirada de circulação das obras gerou críticas ao ministro, que, na defesa de seu ato, disse que ““a liberdade não é indene ao conceito de abuso”. Dino afirmou ter se baseado em jurisprudência do tribunal que já foi utilizada contra livros antissemitas.</p><p>O podcast Sem Precedentes, do <strong>JOTA</strong>, que trata do Supremo e da Constituição, repercute a decisão de Dino e como ela se associa ao Caso Ellwanger, precedente usado pelo ministro e <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/podcast-paredes-sao-de-vidro-conta-historia-stf-330190">narrado no primeiro episódio da primeira temporada do Podcast do <strong>JOTA</strong> Paredes São de Vidro</a>. Também discute os riscos do limite excessivo à liberdade expressão e os possíveis reflexos em outras instâncias da Justiça, que podem resvalar em restrições a conteúdos de temas LGBTQIA+ e de gênero</p><p>A decisão de Dino atendeu a um recurso do Ministério Público Federal (MPF) após o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) negar a retirada das obras de circulação. O ministro argumenta que os livros “desbordam do exercício legítimo dos direitos à liberdade de expressão e de livre manifestação do pensamento, configurando tratamento degradante, capaz de abalar a honra e a imagem de grupos minoritários e de mulheres na sociedade brasileira, de modo a impor a necessária responsabilização dos recorridos”. Ele ordenou que todas as obras fossem destruídas e uma indenização a ser paga pelos autores.</p><p>Nos livros barrados, há textos que apontam homossexualidade como “anomalia sexual” e “prática doentia”. As obras barradas são: Curso Avançado de Biodireito; Teoria e Prática do Direito Penal; Curso Avançado de Direito do Consumidor e; Manual de Prática Trabalhista.</p><p>Dino reagiu às críticas à sua decisão dizendo que “a liberdade não é indene ao conceito de abuso”. Dino também citou uma frase bíblica atribuída ao apóstolo Pedro: “vivam como pessoas livres, mas não usem a liberdade como desculpa para fazer o mal”.</p><p><a href="https://whatsapp.com/channel/0029VaFvFd73rZZflK7yGD0I"><strong>Inscreva-se no canal de notícias do JOTA no WhatsApp e fique por dentro das principais discussões do país!</strong></a><br>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate tem a participação de Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional, Diego Werneck Arguelhes, professor associado do Insper e Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 08 Nov 2024 19:40:25 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Escolher juízes por voto popular é armadilha, diz pesquisador mexicano</title>
      <itunes:title>Escolher juízes por voto popular é armadilha, diz pesquisador mexicano</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>A aprovação de uma reforma judicial que institui o voto popular para cargos do Judiciário no México acelera um processo de erosão democrática no país e pode ser “armadilha” na qual o Brasil e outros países não deveriam cair, diz o pesquisador Julio Ríos-Figueroa, professor associado da Faculdade de Direito do Instituto Tecnológico Autônomo do México.</p><p>“O perigo para outros países é que a reforma judicial está vestida com roupas democráticas. Essa ideia de “vamos escolher os juízes” não parece ruim para muita gente. Parece bom, por que não? Vamos aprofundar a democracia elegendo juízes. (Mas) essa é uma armadilha na qual não se deve cair”, conta Figueroa em entrevista concedida ao JOTA dois dias após o julgamento da Suprema Corte do México que liberou a reforma judicial.</p><p>Para o pesquisador, é crucial defender que o Judiciário cumpra uma função diferente da dos poderes eleitos diretamente. “É preciso profissionalização, conhecimento específico das leis, maior duração em seus cargos, ter um horizonte de tempo maior do que os políticos eleitos”, afirma. “É necessário ter cuidado com as origens distintas dos Três poderes do Estado para que cada uma possa cumprir seus diferentes papéis”.</p><p>Ao mesmo tempo, diz Figueroa, o Judiciário também deve se aproximar ao máximo da sociedade. “Essa é outra lição do caso do México. Deve comunicar melhor suas sentenças, atender direitos, que é uma das coisas que mais importam aos cidadãos. Deve melhorar o acesso à Justiça e a eficácia na distribuição de justiça”, acrescenta. Caso contrário, diz, o cenário é de risco.</p><p><strong>Casos distintos</strong><br>A situação no México abre uma comparação inevitável com a situação do Brasil e o histórico de embates travados entre o governo de Jair Bolsonaro e o Supremo Tribunal Federal.</p><p>No caso mexicano, diz Figueroa, houve um ponto de inflexão, que foi a mudança na presidência da Suprema Corte e um ministro presidente, Arturo Zaldívar, claramente favorável a Obrador ao ponto que, diz o pesquisador, “a deferência se tornou subordinação”. Zaldívar chegou a renunciar à Suprema Corte para entrar na campanha da atual presidente mexicana, Claudia Sheinbaum.</p><p>“No caso do Brasil, é muito interessante ver o papel que o Supremo Tribunal Federal teve em estabelecer certos limites, principalmente no governo Bolsonaro”, afirma. “Mas é preciso jogar bem as cartas da prudência, como fizeram com suas cartas de intervenção quando necessário, ou pode acontecer o mesmo que aconteceu no México, com uma resposta agressiva e violenta dos poderes eleitos, dirigida inclusive a eliminar a independência judicial”, diz o pesquisador.</p><p>O Brasil não chegou ao mesmo desfecho mexicano, afirma, porque no México se combinaram duas circunstâncias não vistas no caso brasileiro. Uma delas, a existência de um contexto no qual havia incentivos para que o Poder Legislativo apoiasse algumas decisões do Poder Judiciário.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A aprovação de uma reforma judicial que institui o voto popular para cargos do Judiciário no México acelera um processo de erosão democrática no país e pode ser “armadilha” na qual o Brasil e outros países não deveriam cair, diz o pesquisador Julio Ríos-Figueroa, professor associado da Faculdade de Direito do Instituto Tecnológico Autônomo do México.</p><p>“O perigo para outros países é que a reforma judicial está vestida com roupas democráticas. Essa ideia de “vamos escolher os juízes” não parece ruim para muita gente. Parece bom, por que não? Vamos aprofundar a democracia elegendo juízes. (Mas) essa é uma armadilha na qual não se deve cair”, conta Figueroa em entrevista concedida ao JOTA dois dias após o julgamento da Suprema Corte do México que liberou a reforma judicial.</p><p>Para o pesquisador, é crucial defender que o Judiciário cumpra uma função diferente da dos poderes eleitos diretamente. “É preciso profissionalização, conhecimento específico das leis, maior duração em seus cargos, ter um horizonte de tempo maior do que os políticos eleitos”, afirma. “É necessário ter cuidado com as origens distintas dos Três poderes do Estado para que cada uma possa cumprir seus diferentes papéis”.</p><p>Ao mesmo tempo, diz Figueroa, o Judiciário também deve se aproximar ao máximo da sociedade. “Essa é outra lição do caso do México. Deve comunicar melhor suas sentenças, atender direitos, que é uma das coisas que mais importam aos cidadãos. Deve melhorar o acesso à Justiça e a eficácia na distribuição de justiça”, acrescenta. Caso contrário, diz, o cenário é de risco.</p><p><strong>Casos distintos</strong><br>A situação no México abre uma comparação inevitável com a situação do Brasil e o histórico de embates travados entre o governo de Jair Bolsonaro e o Supremo Tribunal Federal.</p><p>No caso mexicano, diz Figueroa, houve um ponto de inflexão, que foi a mudança na presidência da Suprema Corte e um ministro presidente, Arturo Zaldívar, claramente favorável a Obrador ao ponto que, diz o pesquisador, “a deferência se tornou subordinação”. Zaldívar chegou a renunciar à Suprema Corte para entrar na campanha da atual presidente mexicana, Claudia Sheinbaum.</p><p>“No caso do Brasil, é muito interessante ver o papel que o Supremo Tribunal Federal teve em estabelecer certos limites, principalmente no governo Bolsonaro”, afirma. “Mas é preciso jogar bem as cartas da prudência, como fizeram com suas cartas de intervenção quando necessário, ou pode acontecer o mesmo que aconteceu no México, com uma resposta agressiva e violenta dos poderes eleitos, dirigida inclusive a eliminar a independência judicial”, diz o pesquisador.</p><p>O Brasil não chegou ao mesmo desfecho mexicano, afirma, porque no México se combinaram duas circunstâncias não vistas no caso brasileiro. Uma delas, a existência de um contexto no qual havia incentivos para que o Poder Legislativo apoiasse algumas decisões do Poder Judiciário.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 13 Nov 2024 15:35:25 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Lista de bets autorizadas a atuar deve ser divulgada no fim de dezembro, diz secretário | Entrevista exclusiva</title>
      <itunes:title>Lista de bets autorizadas a atuar deve ser divulgada no fim de dezembro, diz secretário | Entrevista exclusiva</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>A partir da próxima semana, o <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/ministerio-da-fazenda">Ministério da Fazenda</a> iniciará a fase de exigências finais do processo de certificação das<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/mercado-de-apostas"> empresas de apostas</a> que se cadastraram até 20 de agosto para atuar legalmente no país. A informação é do secretário de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, Régis Dudena, em entrevista exclusiva ao <strong>JOTA</strong>. Dudena acrescentou ainda que a lista com essa primeira leva de empresas autorizadas a funcionar no país está prevista para ser divulgada na segunda quinzena de dezembro. Após 20 de agosto, uma nova leva de empresas pediu ao governo para se cadastrar. O processo dessas empresas também está em andamento.</p><p>Na entrevista, Dudena afirmou ainda que a eventual proibição do uso de Pix parcelado para o pagamento de apostas será avaliado após o início do mercado regulado, com os dados que a pasta terá em mãos. De acordo com as regras divulgadas em abril, o pagamento poderá ser feito apenas por Pix, transferência e débito.</p><p>Outro ponto importante, avalia Dudena, é a decisão do ministro<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luiz-fux"> Luiz Fux</a>, do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) de ter <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/fux-veda-aposta-em-bets-com-bolsa-familia-e-antecipa-regras-sobre-publicidade-infantil">preservado a legislação atual</a> e mantido a segurança jurídica às empresas. Ao julgar monocraticamente a cautelar na ação ajuizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o ministro determinou a adoção de medidas imediatas que proíbem apostas com recursos do Bolsa Família, mas não suspendeu a norma. A decisão foi referendada pelo STF.</p><p>Por fim, o secretário ressaltou que o mercado regulado de apostas exigirá responsabilidade do Banco Central e de setores da saúde, em relação à <a href="https://www.jota.info/tributos-e-empresas/saude/vicio-em-bets-ministerio-da-saude-espera-criacao-de-gti-para-comecar-a-agir">dependência em bets</a>, e afirmou que é bem-vinda a minuta da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que busca <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/anatel-apresenta-minuta-de-pl-para-expandir-poder-regulador-ao-ecossistema-digital">expandir seu poder de regulação</a> para incluir empresas que oferecem serviços de infraestrutura digital.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A partir da próxima semana, o <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/ministerio-da-fazenda">Ministério da Fazenda</a> iniciará a fase de exigências finais do processo de certificação das<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/mercado-de-apostas"> empresas de apostas</a> que se cadastraram até 20 de agosto para atuar legalmente no país. A informação é do secretário de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, Régis Dudena, em entrevista exclusiva ao <strong>JOTA</strong>. Dudena acrescentou ainda que a lista com essa primeira leva de empresas autorizadas a funcionar no país está prevista para ser divulgada na segunda quinzena de dezembro. Após 20 de agosto, uma nova leva de empresas pediu ao governo para se cadastrar. O processo dessas empresas também está em andamento.</p><p>Na entrevista, Dudena afirmou ainda que a eventual proibição do uso de Pix parcelado para o pagamento de apostas será avaliado após o início do mercado regulado, com os dados que a pasta terá em mãos. De acordo com as regras divulgadas em abril, o pagamento poderá ser feito apenas por Pix, transferência e débito.</p><p>Outro ponto importante, avalia Dudena, é a decisão do ministro<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luiz-fux"> Luiz Fux</a>, do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) de ter <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/fux-veda-aposta-em-bets-com-bolsa-familia-e-antecipa-regras-sobre-publicidade-infantil">preservado a legislação atual</a> e mantido a segurança jurídica às empresas. Ao julgar monocraticamente a cautelar na ação ajuizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o ministro determinou a adoção de medidas imediatas que proíbem apostas com recursos do Bolsa Família, mas não suspendeu a norma. A decisão foi referendada pelo STF.</p><p>Por fim, o secretário ressaltou que o mercado regulado de apostas exigirá responsabilidade do Banco Central e de setores da saúde, em relação à <a href="https://www.jota.info/tributos-e-empresas/saude/vicio-em-bets-ministerio-da-saude-espera-criacao-de-gti-para-comecar-a-agir">dependência em bets</a>, e afirmou que é bem-vinda a minuta da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que busca <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/anatel-apresenta-minuta-de-pl-para-expandir-poder-regulador-ao-ecossistema-digital">expandir seu poder de regulação</a> para incluir empresas que oferecem serviços de infraestrutura digital.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 18 Nov 2024 13:38:36 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>A partir da próxima semana, o <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/ministerio-da-fazenda">Ministério da Fazenda</a> iniciará a fase de exigências finais do processo de certificação das<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/mercado-de-apostas"> empresas de apostas</a> que se cadastraram até 20 de agosto para atuar legalmente no país. A informação é do secretário de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, Régis Dudena, em entrevista exclusiva ao <strong>JOTA</strong>. Dudena acrescentou ainda que a lista com essa primeira leva de empresas autorizadas a funcionar no país está prevista para ser divulgada na segunda quinzena de dezembro. Após 20 de agosto, uma nova leva de empresas pediu ao governo para se cadastrar. O processo dessas empresas também está em andamento.</p><p>Na entrevista, Dudena afirmou ainda que a eventual proibição do uso de Pix parcelado para o pagamento de apostas será avaliado após o início do mercado regulado, com os dados que a pasta terá em mãos. De acordo com as regras divulgadas em abril, o pagamento poderá ser feito apenas por Pix, transferência e débito.</p><p>Outro ponto importante, avalia Dudena, é a decisão do ministro<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luiz-fux"> Luiz Fux</a>, do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) de ter <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/fux-veda-aposta-em-bets-com-bolsa-familia-e-antecipa-regras-sobre-publicidade-infantil">preservado a legislação atual</a> e mantido a segurança jurídica às empresas. Ao julgar monocraticamente a cautelar na ação ajuizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o ministro determinou a adoção de medidas imediatas que proíbem apostas com recursos do Bolsa Família, mas não suspendeu a norma. A decisão foi referendada pelo STF.</p><p>Por fim, o secretário ressaltou que o mercado regulado de apostas exigirá responsabilidade do Banco Central e de setores da saúde, em relação à <a href="https://www.jota.info/tributos-e-empresas/saude/vicio-em-bets-ministerio-da-saude-espera-criacao-de-gti-para-comecar-a-agir">dependência em bets</a>, e afirmou que é bem-vinda a minuta da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que busca <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/anatel-apresenta-minuta-de-pl-para-expandir-poder-regulador-ao-ecossistema-digital">expandir seu poder de regulação</a> para incluir empresas que oferecem serviços de infraestrutura digital.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Artigo 19 do Marco Civil é inconstitucional. E aí? | Podcast Sem Precedentes #177</title>
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        <![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) inicia na próxima quarta-feira (27/11) o <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-tera-sessao-extraordinaria-em-27-de-novembro-para-discutir-marco-civil-da-internet">julgamento de três ações</a> sobre o <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/marco-civil-internet">Marco Civil da Internet</a>, com intuito principal de decidir se o<a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/coluna-do-anderson-schreiber/de-volta-para-o-futuro-quatro-diretrizes-para-o-artigo-19-do-marco-civil-da-internet"> artigo 19 é constitucional</a> ou não. O dispositivo em xeque versa sobre as circunstâncias em que um provedor de aplicações de internet (como as plataformas de redes sociais) pode ser responsabilizado civilmente por danos causados por conteúdo publicado por terceiros. Tido como o julgamento da década por alguns ministros, o tema é a pauta do<a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes"> Sem Precedentes</a> desta semana.</p><p>O podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição apresenta neste episódio uma entrevista com Francisco Brito Cruz, diretor executivo e co-fundador do InternetLab, e com Clara Iglesias Keller advogada especializada em regulação da mídia e de tecnologias da informação. Os dois conversam com o diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, sobre o que mudou desde que o Marco Civil da Internet entrou em vigor, quais as lacunas presentes e quais as possibilidades para suprir o espaço em aberto e equilibrar a responsabilização das plataformas.</p><p>Neste debate, há algo de certo, segundo Recondo afirma no episódio: o Supremo não vai deixar o Marco Civil da Internet como está. Será preciso esperar o julgamento e as sessões, que certamente serão mais do que as duas previstas, para que se defina os rumos da regulação do setor. O que se sabe é que a realidade mudou e é preciso um novo marco para a governança de conteúdo online.</p><p>De acordo com o texto atual, os provedores só poderão ser responsabilizados nos casos em que, após ordem judicial específica, não removerem em tempo hábil conteúdo apontado como ilícito – o modelo chamado “<em>judicial notice and takedown</em>”. Dessa forma, o artigo 19 determinou que a palavra final sobre o que é ou não lícito nas plataformas é sempre do Judiciário e as empresas não podem ser responsabilizadas por conteúdo de terceiros se não descumprirem decisão judicial de remoção.</p><p>Por esse raciocínio, hoje, as empresas são livres para adotarem suas regras e suas operações de moderação de conteúdo, mas não serão obrigadas a indenizar por não atenderem a demanda extrajudicial de um usuário. No entanto, o tema ganhou uma dimensão maior nos últimos anos, após as redes sociais se tornaram protagonistas na disseminação de desinformação, os ataques golpistas e o florescimento do modelo de negócios baseado na geração de conteúdo por usuário.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) inicia na próxima quarta-feira (27/11) o <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-tera-sessao-extraordinaria-em-27-de-novembro-para-discutir-marco-civil-da-internet">julgamento de três ações</a> sobre o <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/marco-civil-internet">Marco Civil da Internet</a>, com intuito principal de decidir se o<a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/coluna-do-anderson-schreiber/de-volta-para-o-futuro-quatro-diretrizes-para-o-artigo-19-do-marco-civil-da-internet"> artigo 19 é constitucional</a> ou não. O dispositivo em xeque versa sobre as circunstâncias em que um provedor de aplicações de internet (como as plataformas de redes sociais) pode ser responsabilizado civilmente por danos causados por conteúdo publicado por terceiros. Tido como o julgamento da década por alguns ministros, o tema é a pauta do<a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes"> Sem Precedentes</a> desta semana.</p><p>O podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição apresenta neste episódio uma entrevista com Francisco Brito Cruz, diretor executivo e co-fundador do InternetLab, e com Clara Iglesias Keller advogada especializada em regulação da mídia e de tecnologias da informação. Os dois conversam com o diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, sobre o que mudou desde que o Marco Civil da Internet entrou em vigor, quais as lacunas presentes e quais as possibilidades para suprir o espaço em aberto e equilibrar a responsabilização das plataformas.</p><p>Neste debate, há algo de certo, segundo Recondo afirma no episódio: o Supremo não vai deixar o Marco Civil da Internet como está. Será preciso esperar o julgamento e as sessões, que certamente serão mais do que as duas previstas, para que se defina os rumos da regulação do setor. O que se sabe é que a realidade mudou e é preciso um novo marco para a governança de conteúdo online.</p><p>De acordo com o texto atual, os provedores só poderão ser responsabilizados nos casos em que, após ordem judicial específica, não removerem em tempo hábil conteúdo apontado como ilícito – o modelo chamado “<em>judicial notice and takedown</em>”. Dessa forma, o artigo 19 determinou que a palavra final sobre o que é ou não lícito nas plataformas é sempre do Judiciário e as empresas não podem ser responsabilizadas por conteúdo de terceiros se não descumprirem decisão judicial de remoção.</p><p>Por esse raciocínio, hoje, as empresas são livres para adotarem suas regras e suas operações de moderação de conteúdo, mas não serão obrigadas a indenizar por não atenderem a demanda extrajudicial de um usuário. No entanto, o tema ganhou uma dimensão maior nos últimos anos, após as redes sociais se tornaram protagonistas na disseminação de desinformação, os ataques golpistas e o florescimento do modelo de negócios baseado na geração de conteúdo por usuário.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 22 Nov 2024 19:48:36 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) inicia na próxima quarta-feira (27/11) o <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-tera-sessao-extraordinaria-em-27-de-novembro-para-discutir-marco-civil-da-internet">julgamento de três ações</a> sobre o <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/marco-civil-internet">Marco Civil da Internet</a>, com intuito principal de decidir se o<a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/coluna-do-anderson-schreiber/de-volta-para-o-futuro-quatro-diretrizes-para-o-artigo-19-do-marco-civil-da-internet"> artigo 19 é constitucional</a> ou não. O dispositivo em xeque versa sobre as circunstâncias em que um provedor de aplicações de internet (como as plataformas de redes sociais) pode ser responsabilizado civilmente por danos causados por conteúdo publicado por terceiros. Tido como o julgamento da década por alguns ministros, o tema é a pauta do<a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes"> Sem Precedentes</a> desta semana.</p><p>O podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição apresenta neste episódio uma entrevista com Francisco Brito Cruz, diretor executivo e co-fundador do InternetLab, e com Clara Iglesias Keller advogada especializada em regulação da mídia e de tecnologias da informação. Os dois conversam com o diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, sobre o que mudou desde que o Marco Civil da Internet entrou em vigor, quais as lacunas presentes e quais as possibilidades para suprir o espaço em aberto e equilibrar a responsabilização das plataformas.</p><p>Neste debate, há algo de certo, segundo Recondo afirma no episódio: o Supremo não vai deixar o Marco Civil da Internet como está. Será preciso esperar o julgamento e as sessões, que certamente serão mais do que as duas previstas, para que se defina os rumos da regulação do setor. O que se sabe é que a realidade mudou e é preciso um novo marco para a governança de conteúdo online.</p><p>De acordo com o texto atual, os provedores só poderão ser responsabilizados nos casos em que, após ordem judicial específica, não removerem em tempo hábil conteúdo apontado como ilícito – o modelo chamado “<em>judicial notice and takedown</em>”. Dessa forma, o artigo 19 determinou que a palavra final sobre o que é ou não lícito nas plataformas é sempre do Judiciário e as empresas não podem ser responsabilizadas por conteúdo de terceiros se não descumprirem decisão judicial de remoção.</p><p>Por esse raciocínio, hoje, as empresas são livres para adotarem suas regras e suas operações de moderação de conteúdo, mas não serão obrigadas a indenizar por não atenderem a demanda extrajudicial de um usuário. No entanto, o tema ganhou uma dimensão maior nos últimos anos, após as redes sociais se tornaram protagonistas na disseminação de desinformação, os ataques golpistas e o florescimento do modelo de negócios baseado na geração de conteúdo por usuário.</p>]]>
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      <title>Crucifixo em prédios públicos: o que o STF não respondeu? | Sem Precedentes #178</title>
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        <![CDATA[<p>Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) decidiu que o uso de símbolos religiosos em órgãos públicos <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-forma-maioria-para-permitir-simbolos-religiosos-em-orgaos-publicos">não fere o princípio do Estado laico</a> nem a liberdade de crença. Prevaleceu o voto do relator, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/cristiano-zanin">Cristiano Zanin</a>, que considerou que a presença dos símbolos não viola a esses princípios, desde que o objetivo seja manifestar tradição cultural. Mas, embora tenha sido julgado como um caso simples, muitas questões ficaram em aberto. Essa complexidade do caso é o tema do Sem Precedentes desta semana.</p><p>O podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição aborda as dúvidas que o STF não respondeu, como quais símbolos podem e se podem em prédios novos. Pode em universidades? E em escolas públicas? O episódio destaca que não há legislação específica sobre o tema. É correto, então, que a decisão fique a cargo do presidente do Tribunal ou do responsável pela administração?</p><p>O caso concreto, julgado no<a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=5827249"> ARE 1.249.095</a> com repercussão geral (Tema 1.086), envolve uma representação contra a existência de um crucifixo no plenário do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/trf3">TRF3</a>). O tribunal negou provimento ao pedido, sob o argumento de que a presença dos símbolos "não colide com a laicidade do Estado brasileiro” e representa a “reafirmação da liberdade religiosa e do respeito a aspectos culturais da sociedade brasileira”. O MPF recorreu no STF em 2019, com o argumento de que o Brasil é um país laico e o poder público não deveria estar vinculado a igreja ou religião.</p><p>Ao votar pela permissão do uso de símbolos religiosos, Zanin destacou a forte presença de elementos religiosos na formação da sociedade e da cultura brasileira. "Não fossem apenas os crucifixos, não há como desconsiderar as dezenas de dias consagrados [...], a nomenclatura de ruas, praças, avenidas e outros logradouros públicos, escolas públicas, estados brasileiros, que revelam a força de uma tradição que, antes de segregar, compõe a rica história brasileira", afirmou o ministro no voto.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, o debate conta com a participação de Diego Werneck Arguelhes, professor associado do Insper e Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p><p>Ouça o novo episódio do Sem Precedentes</p><p> </p>]]>
      </description>
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        <![CDATA[<p>Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) decidiu que o uso de símbolos religiosos em órgãos públicos <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-forma-maioria-para-permitir-simbolos-religiosos-em-orgaos-publicos">não fere o princípio do Estado laico</a> nem a liberdade de crença. Prevaleceu o voto do relator, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/cristiano-zanin">Cristiano Zanin</a>, que considerou que a presença dos símbolos não viola a esses princípios, desde que o objetivo seja manifestar tradição cultural. Mas, embora tenha sido julgado como um caso simples, muitas questões ficaram em aberto. Essa complexidade do caso é o tema do Sem Precedentes desta semana.</p><p>O podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e a Constituição aborda as dúvidas que o STF não respondeu, como quais símbolos podem e se podem em prédios novos. Pode em universidades? E em escolas públicas? O episódio destaca que não há legislação específica sobre o tema. É correto, então, que a decisão fique a cargo do presidente do Tribunal ou do responsável pela administração?</p><p>O caso concreto, julgado no<a href="https://portal.stf.jus.br/processos/detalhe.asp?incidente=5827249"> ARE 1.249.095</a> com repercussão geral (Tema 1.086), envolve uma representação contra a existência de um crucifixo no plenário do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/trf3">TRF3</a>). O tribunal negou provimento ao pedido, sob o argumento de que a presença dos símbolos "não colide com a laicidade do Estado brasileiro” e representa a “reafirmação da liberdade religiosa e do respeito a aspectos culturais da sociedade brasileira”. O MPF recorreu no STF em 2019, com o argumento de que o Brasil é um país laico e o poder público não deveria estar vinculado a igreja ou religião.</p><p>Ao votar pela permissão do uso de símbolos religiosos, Zanin destacou a forte presença de elementos religiosos na formação da sociedade e da cultura brasileira. "Não fossem apenas os crucifixos, não há como desconsiderar as dezenas de dias consagrados [...], a nomenclatura de ruas, praças, avenidas e outros logradouros públicos, escolas públicas, estados brasileiros, que revelam a força de uma tradição que, antes de segregar, compõe a rica história brasileira", afirmou o ministro no voto.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, o debate conta com a participação de Diego Werneck Arguelhes, professor associado do Insper e Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p><p>Ouça o novo episódio do Sem Precedentes</p><p> </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 29 Nov 2024 16:22:34 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>STF como conciliador ou parte do problema? | Podcast Sem Precedentes #179</title>
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        <![CDATA[<p>A semana começou com uma<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/flavio-dino-libera-com-restricoes-pagamento-de-emendas-de-relator-e-de-comissao"> decisão do ministro Flávio Dino</a>, do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>), que causou surpresa e irritação entre os parlamentares. Na segunda-feira (2/12), Dino liberou o pagamento das emendas parlamentares que estavam suspensos desde agosto, porém estabeleceu uma série de restrições. Em pouco mais de 24 horas, a <a href="https://www.jota.info/casa-jota/tem-que-ter-rastreabilidade-ter-controlabilidade-ter-projeto-diz-barroso-sobre-emendas">decisão foi chancelada</a> por unanimidade na Corte. O Supremo, que havia se posicionado como conciliador, entretanto, passou a se tornar alvo de críticas duras. Conciliador ou parte do problema? Esta é a pergunta que permeia o episódio Sem Precedentes desta semana.</p><p>O podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e Constituição traz uma avaliação da diretora institucional e analista política do <strong>JOTA</strong>, Bárbara Baião, do contexto em que a decisão de Dino foi tomada e da reação que causou no Congresso. “É importante situarmos que lá em meados de agosto, a visão do Congresso era de que a própria Suprema Corte havia se colocado em um papel de mediação de um acordo que precisaria ser feito entre os parlamentares com o Palácio do Planalto”, relembra.</p><p>De lá para cá, o acordo se <a href="https://www.jota.info/legislativo/camara-aprova-plp-das-emendas-bloqueio-deve-ter-limite-de-15-e-vira-em-novo-texto">materializou em um projeto de lei complementar</a>, com piso, teto de crescimento e algumas regras, que foi sancionado sem veto pelo presidente da República. Para o Congresso, com o acordo entre as partes, o papel do Supremo havia chegado ao fim. “Ia ter uma decisão do ministro Flávio Dino liberando essas emendas, mas o que não estava nos planos e é o que irritou os parlamentares de uma maneira geral é a visão de que o ministro Flávio Dino foi além do acordo costurado entre os poderes”, explica a analista.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, o episódio detalha o peso dessa decisão dentro do Congresso e como ela afeta a governabilidade. Na quarta-feira (4/12), em <a href="https://www.jota.info/casa-jota/jota-celebra-10-anos-em-debate-sobre-o-futuro-do-brasil-com-autoridades-dos-tres-poderes">evento de celebração aos 10 anos do JOTA</a>, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) reclamou da<a href="https://www.jota.info/casa-jota/hoje-o-governo-nao-tem-votos-sequer-para-aprovar-as-urgencias-dos-pl-diz-lira"> instabilidade política</a> que esse tipo de decisão gera. Há, entre os parlamentares, uma incompreensão em relação ao papel do Supremo nessa discussão.</p><p>Debatem o tema no podcast Thomaz Pereira, professor e especialista em Direito Constitucional, e Ana Laura Barbosa, professora de Direito da ESPM. O episódio também conta com a participação especial de Bárbara Baião, diretora institucional e analista política.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A semana começou com uma<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/flavio-dino-libera-com-restricoes-pagamento-de-emendas-de-relator-e-de-comissao"> decisão do ministro Flávio Dino</a>, do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>), que causou surpresa e irritação entre os parlamentares. Na segunda-feira (2/12), Dino liberou o pagamento das emendas parlamentares que estavam suspensos desde agosto, porém estabeleceu uma série de restrições. Em pouco mais de 24 horas, a <a href="https://www.jota.info/casa-jota/tem-que-ter-rastreabilidade-ter-controlabilidade-ter-projeto-diz-barroso-sobre-emendas">decisão foi chancelada</a> por unanimidade na Corte. O Supremo, que havia se posicionado como conciliador, entretanto, passou a se tornar alvo de críticas duras. Conciliador ou parte do problema? Esta é a pergunta que permeia o episódio Sem Precedentes desta semana.</p><p>O podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e Constituição traz uma avaliação da diretora institucional e analista política do <strong>JOTA</strong>, Bárbara Baião, do contexto em que a decisão de Dino foi tomada e da reação que causou no Congresso. “É importante situarmos que lá em meados de agosto, a visão do Congresso era de que a própria Suprema Corte havia se colocado em um papel de mediação de um acordo que precisaria ser feito entre os parlamentares com o Palácio do Planalto”, relembra.</p><p>De lá para cá, o acordo se <a href="https://www.jota.info/legislativo/camara-aprova-plp-das-emendas-bloqueio-deve-ter-limite-de-15-e-vira-em-novo-texto">materializou em um projeto de lei complementar</a>, com piso, teto de crescimento e algumas regras, que foi sancionado sem veto pelo presidente da República. Para o Congresso, com o acordo entre as partes, o papel do Supremo havia chegado ao fim. “Ia ter uma decisão do ministro Flávio Dino liberando essas emendas, mas o que não estava nos planos e é o que irritou os parlamentares de uma maneira geral é a visão de que o ministro Flávio Dino foi além do acordo costurado entre os poderes”, explica a analista.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, o episódio detalha o peso dessa decisão dentro do Congresso e como ela afeta a governabilidade. Na quarta-feira (4/12), em <a href="https://www.jota.info/casa-jota/jota-celebra-10-anos-em-debate-sobre-o-futuro-do-brasil-com-autoridades-dos-tres-poderes">evento de celebração aos 10 anos do JOTA</a>, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) reclamou da<a href="https://www.jota.info/casa-jota/hoje-o-governo-nao-tem-votos-sequer-para-aprovar-as-urgencias-dos-pl-diz-lira"> instabilidade política</a> que esse tipo de decisão gera. Há, entre os parlamentares, uma incompreensão em relação ao papel do Supremo nessa discussão.</p><p>Debatem o tema no podcast Thomaz Pereira, professor e especialista em Direito Constitucional, e Ana Laura Barbosa, professora de Direito da ESPM. O episódio também conta com a participação especial de Bárbara Baião, diretora institucional e analista política.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 06 Dec 2024 20:26:11 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>A semana começou com uma<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/flavio-dino-libera-com-restricoes-pagamento-de-emendas-de-relator-e-de-comissao"> decisão do ministro Flávio Dino</a>, do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>), que causou surpresa e irritação entre os parlamentares. Na segunda-feira (2/12), Dino liberou o pagamento das emendas parlamentares que estavam suspensos desde agosto, porém estabeleceu uma série de restrições. Em pouco mais de 24 horas, a <a href="https://www.jota.info/casa-jota/tem-que-ter-rastreabilidade-ter-controlabilidade-ter-projeto-diz-barroso-sobre-emendas">decisão foi chancelada</a> por unanimidade na Corte. O Supremo, que havia se posicionado como conciliador, entretanto, passou a se tornar alvo de críticas duras. Conciliador ou parte do problema? Esta é a pergunta que permeia o episódio Sem Precedentes desta semana.</p><p>O podcast do <strong>JOTA</strong> que discute o Supremo e Constituição traz uma avaliação da diretora institucional e analista política do <strong>JOTA</strong>, Bárbara Baião, do contexto em que a decisão de Dino foi tomada e da reação que causou no Congresso. “É importante situarmos que lá em meados de agosto, a visão do Congresso era de que a própria Suprema Corte havia se colocado em um papel de mediação de um acordo que precisaria ser feito entre os parlamentares com o Palácio do Planalto”, relembra.</p><p>De lá para cá, o acordo se <a href="https://www.jota.info/legislativo/camara-aprova-plp-das-emendas-bloqueio-deve-ter-limite-de-15-e-vira-em-novo-texto">materializou em um projeto de lei complementar</a>, com piso, teto de crescimento e algumas regras, que foi sancionado sem veto pelo presidente da República. Para o Congresso, com o acordo entre as partes, o papel do Supremo havia chegado ao fim. “Ia ter uma decisão do ministro Flávio Dino liberando essas emendas, mas o que não estava nos planos e é o que irritou os parlamentares de uma maneira geral é a visão de que o ministro Flávio Dino foi além do acordo costurado entre os poderes”, explica a analista.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, o episódio detalha o peso dessa decisão dentro do Congresso e como ela afeta a governabilidade. Na quarta-feira (4/12), em <a href="https://www.jota.info/casa-jota/jota-celebra-10-anos-em-debate-sobre-o-futuro-do-brasil-com-autoridades-dos-tres-poderes">evento de celebração aos 10 anos do JOTA</a>, o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) reclamou da<a href="https://www.jota.info/casa-jota/hoje-o-governo-nao-tem-votos-sequer-para-aprovar-as-urgencias-dos-pl-diz-lira"> instabilidade política</a> que esse tipo de decisão gera. Há, entre os parlamentares, uma incompreensão em relação ao papel do Supremo nessa discussão.</p><p>Debatem o tema no podcast Thomaz Pereira, professor e especialista em Direito Constitucional, e Ana Laura Barbosa, professora de Direito da ESPM. O episódio também conta com a participação especial de Bárbara Baião, diretora institucional e analista política.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Os (des)caminhos do julgamento sobre Marco Civil da Internet | Podcast Sem Precedentes #180</title>
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        <![CDATA[<p>Após três semanas com sessões de julgamento no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) sobre a <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/fux-acompanha-toffoli-na-inconstitucionalidade-do-artigo-19-e-barroso-pede-vista">constitucionalidade do artigo 19, do Marco Civil da Internet</a>, o cenário ainda é incerto, mas já é possível fazer análises sobre as sinalizações e os méritos dos votos dos ministros <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luiz-fux">Dias Toffoli</a> e <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/toffoli-vota-pela-inconstitucionalidade-do-artigo-19-do-marco-civil-da-internet">Luiz Fux</a>, relatores das ações em análise pelo plenário. E é justamente sobre os rumos do julgamento o episódio do Sem Precedentes desta semana.</p><p>Para participar do debate, o podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo e a Constituição ouve os especialistas no tema: Francisco Brito Cruz, diretor executivo e co-fundador do InternetLab, e com Clara Iglesias Keller, líder de pesquisa em Tecnologia, Poder e Dominação no Instituto Weizenbaum pelo Centro de Ciências Sociais de Berlim e professora do IDP.</p><p>Ambos foram entrevistados no <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes/artigo-19-do-marco-civil-da-internet-e-inconstitucional-e-ai">Sem Precedentes do dia 22 de novembro</a>, que antecedeu o início do julgamento, e já neste episódio, eles afirmaram não ver solução satisfatória para este caso. Avaliação que se mantém após a leitura dos votos, a manifestação dos amici curiae e o pedido de vista do presidente da Corte, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a>.</p><p>Um dos impasses deste caso, de acordo com Clara Keller, é sua complexidade. Ela ressalta que há pelo menos três dimensões diferentes em questão: liberdade de expressão, governança de conteúdo online e limites da competência do Supremo — até onde a Corte deve interferir, especialmente quando o tema está sendo discutido pelo Legislativo.</p><p>Além disso, Francisco Brito Cruz acrescenta o desafio técnico-acadêmico como outro ponto de complexidade. Para ele, há imprecisões nas falas dos ministros e falta de alinhamento com o cenário internacional. “É chocante a naturalidade com que falam de tornar bem-vindo ao ordenamento jurídico brasileiro a responsabilidade civil objetiva por conteúdo de terceiro”, diz. “Uma coisa é responsabilidade administrativa, dever de cuidado é uma coisa, e isso não se confunde com responsabilidade civil objetiva por conteúdo de terceiro”, completa.</p><p>Ele pontua também que não é verdade que a lei europeia estabeleça o monitoramento ativo. “A lei de serviços digitais na Europa, inclusive, veda o monitoramento ativo”, diz. Além disso, o novo episódio do Sem Precedentes traz uma análise sobre o que esperar do voto de Barroso e sobre os limites de atuação da Corte. O voto deve ser proferido na próxima quarta-feira (18/12).</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, o Sem Precedentes também conta com participação de Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, e de Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Após três semanas com sessões de julgamento no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) sobre a <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/fux-acompanha-toffoli-na-inconstitucionalidade-do-artigo-19-e-barroso-pede-vista">constitucionalidade do artigo 19, do Marco Civil da Internet</a>, o cenário ainda é incerto, mas já é possível fazer análises sobre as sinalizações e os méritos dos votos dos ministros <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luiz-fux">Dias Toffoli</a> e <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/toffoli-vota-pela-inconstitucionalidade-do-artigo-19-do-marco-civil-da-internet">Luiz Fux</a>, relatores das ações em análise pelo plenário. E é justamente sobre os rumos do julgamento o episódio do Sem Precedentes desta semana.</p><p>Para participar do debate, o podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo e a Constituição ouve os especialistas no tema: Francisco Brito Cruz, diretor executivo e co-fundador do InternetLab, e com Clara Iglesias Keller, líder de pesquisa em Tecnologia, Poder e Dominação no Instituto Weizenbaum pelo Centro de Ciências Sociais de Berlim e professora do IDP.</p><p>Ambos foram entrevistados no <a href="https://www.jota.info/opiniao-e-analise/colunas/sem-precedentes/artigo-19-do-marco-civil-da-internet-e-inconstitucional-e-ai">Sem Precedentes do dia 22 de novembro</a>, que antecedeu o início do julgamento, e já neste episódio, eles afirmaram não ver solução satisfatória para este caso. Avaliação que se mantém após a leitura dos votos, a manifestação dos amici curiae e o pedido de vista do presidente da Corte, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/luis-roberto-barroso">Luís Roberto Barroso</a>.</p><p>Um dos impasses deste caso, de acordo com Clara Keller, é sua complexidade. Ela ressalta que há pelo menos três dimensões diferentes em questão: liberdade de expressão, governança de conteúdo online e limites da competência do Supremo — até onde a Corte deve interferir, especialmente quando o tema está sendo discutido pelo Legislativo.</p><p>Além disso, Francisco Brito Cruz acrescenta o desafio técnico-acadêmico como outro ponto de complexidade. Para ele, há imprecisões nas falas dos ministros e falta de alinhamento com o cenário internacional. “É chocante a naturalidade com que falam de tornar bem-vindo ao ordenamento jurídico brasileiro a responsabilidade civil objetiva por conteúdo de terceiro”, diz. “Uma coisa é responsabilidade administrativa, dever de cuidado é uma coisa, e isso não se confunde com responsabilidade civil objetiva por conteúdo de terceiro”, completa.</p><p>Ele pontua também que não é verdade que a lei europeia estabeleça o monitoramento ativo. “A lei de serviços digitais na Europa, inclusive, veda o monitoramento ativo”, diz. Além disso, o novo episódio do Sem Precedentes traz uma análise sobre o que esperar do voto de Barroso e sobre os limites de atuação da Corte. O voto deve ser proferido na próxima quarta-feira (18/12).</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, o Sem Precedentes também conta com participação de Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, e de Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 13 Dec 2024 20:50:44 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>O que caracteriza o STF de 2024? | Podcast Sem Precedentes #181</title>
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        <![CDATA[<p>O ano de 2024 no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) iniciou com a expectativa de uma pauta sem polêmicas. Com o passar dos meses, o cenário foi tomando novos contornos, temas como a<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-estabelece-40-gramas-de-maconha-como-criterio-para-separar-usuario-de-traficante"> descriminalização do porte de maconha para consumo próprio</a> e <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-proibe-abordagem-policial-apenas-por-perfil-racial">abordagem policial</a> foram levados ao plenário, mas é possível dizer que eles foram a marca da Corte neste ano? É com o foco em elaborar o que caracteriza o STF de 2024 que o time do Sem Precedentes conduz o debate neste último episódio do ano.</p><p>Além de temas que marcaram 2024, o podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo e a Constituição traz para a conversa uma visão mais geral sobre a conduta da Corte, com um aceno ao conservadorismo, a uma conversa mais clara com a sociedade e a uma postura mais conciliadora.</p><p><a href="https://conteudo.jota.info/marketing-lp-newsletter-ultimas-noticias"><strong>Assine gratuitamente a newsletter Últimas Notícias do JOTA e receba as principais notícias jurídicas e políticas diariamente no seu email</strong></a><br>Integrante do time fixo do Sem Precedentes, Luiz Fernando Esteves, professor do Insper e doutor em Direito do Estado, avalia que o Supremo tenha sido mais conciliador e “menos decisor talvez”. Entre os exemplos de conciliação estão ações sobre <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/o-que-a-demarcacao-da-terra-nhanderu-marangatu-aponta-para-o-futuro-das-conciliacoes">direitos indígenas</a>, <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/apesar-de-acordo-entre-poderes-ultima-palavra-sobre-orcamento-secreto-e-do-stf">orçamento secreto</a>, <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/os-fundamentos-de-dino-para-liberar-creditos-extraordinarios-para-incendios-fora-do-teto">queimadas</a> e <a href="https://www.jota.info/tributos-e-empresas/saude/stf-publica-sumula-que-fixa-criterios-para-concessao-judicial-de-medicamentos">medicamentos</a>. Também é possível incluir nesta lista o caso da <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/desoneracao-da-folha">desoneração da folha de pagamentos</a>, que embora não tenha sido uma conciliação nos moldes do Supremo, levou a um alinhamento entre os Poderes.</p><p>Em relação aos direitos fundamentais, o time do Sem Precedentes avalia que a Corte fez afirmações fortes, mas evitou usar da mesma assertividade na hora de decidir. Um exemplo é o <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-forma-maioria-para-descriminalizar-o-porte-de-maconha">julgamento da descriminalização do porte de drogas</a>, em que o STF definiu quantidades, mas na hora de decidir se restringiu à maconha.</p><p>Este julgamento também é citado como exemplo de como o Supremo passou a perceber o contexto em que ele está e como isso afeta o alcance de suas decisões. Enquanto em 2015, havia o debate em torno da legalização de todas as drogas, em 2024, o presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, pedia a palavra para explicar para a sociedade exatamente o que estava sendo julgado.</p><p>O diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, que apresenta o Sem Precedentes, acrescenta como uma marca do ano o “monocratismo”, que continua a ser uma questão, apesar de a Corte ter dito que já o enfrentou. Além de Recondo e de Luiz Fernando Esteves, participam do debate Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional; Ana Laura Barbosa, professora de Direito Constitucional da Escola Superior de Propaganda e Marketing, e Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O ano de 2024 no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) iniciou com a expectativa de uma pauta sem polêmicas. Com o passar dos meses, o cenário foi tomando novos contornos, temas como a<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-estabelece-40-gramas-de-maconha-como-criterio-para-separar-usuario-de-traficante"> descriminalização do porte de maconha para consumo próprio</a> e <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-proibe-abordagem-policial-apenas-por-perfil-racial">abordagem policial</a> foram levados ao plenário, mas é possível dizer que eles foram a marca da Corte neste ano? É com o foco em elaborar o que caracteriza o STF de 2024 que o time do Sem Precedentes conduz o debate neste último episódio do ano.</p><p>Além de temas que marcaram 2024, o podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo e a Constituição traz para a conversa uma visão mais geral sobre a conduta da Corte, com um aceno ao conservadorismo, a uma conversa mais clara com a sociedade e a uma postura mais conciliadora.</p><p><a href="https://conteudo.jota.info/marketing-lp-newsletter-ultimas-noticias"><strong>Assine gratuitamente a newsletter Últimas Notícias do JOTA e receba as principais notícias jurídicas e políticas diariamente no seu email</strong></a><br>Integrante do time fixo do Sem Precedentes, Luiz Fernando Esteves, professor do Insper e doutor em Direito do Estado, avalia que o Supremo tenha sido mais conciliador e “menos decisor talvez”. Entre os exemplos de conciliação estão ações sobre <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/o-que-a-demarcacao-da-terra-nhanderu-marangatu-aponta-para-o-futuro-das-conciliacoes">direitos indígenas</a>, <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/apesar-de-acordo-entre-poderes-ultima-palavra-sobre-orcamento-secreto-e-do-stf">orçamento secreto</a>, <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/os-fundamentos-de-dino-para-liberar-creditos-extraordinarios-para-incendios-fora-do-teto">queimadas</a> e <a href="https://www.jota.info/tributos-e-empresas/saude/stf-publica-sumula-que-fixa-criterios-para-concessao-judicial-de-medicamentos">medicamentos</a>. Também é possível incluir nesta lista o caso da <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/desoneracao-da-folha">desoneração da folha de pagamentos</a>, que embora não tenha sido uma conciliação nos moldes do Supremo, levou a um alinhamento entre os Poderes.</p><p>Em relação aos direitos fundamentais, o time do Sem Precedentes avalia que a Corte fez afirmações fortes, mas evitou usar da mesma assertividade na hora de decidir. Um exemplo é o <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-forma-maioria-para-descriminalizar-o-porte-de-maconha">julgamento da descriminalização do porte de drogas</a>, em que o STF definiu quantidades, mas na hora de decidir se restringiu à maconha.</p><p>Este julgamento também é citado como exemplo de como o Supremo passou a perceber o contexto em que ele está e como isso afeta o alcance de suas decisões. Enquanto em 2015, havia o debate em torno da legalização de todas as drogas, em 2024, o presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, pedia a palavra para explicar para a sociedade exatamente o que estava sendo julgado.</p><p>O diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, que apresenta o Sem Precedentes, acrescenta como uma marca do ano o “monocratismo”, que continua a ser uma questão, apesar de a Corte ter dito que já o enfrentou. Além de Recondo e de Luiz Fernando Esteves, participam do debate Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional; Ana Laura Barbosa, professora de Direito Constitucional da Escola Superior de Propaganda e Marketing, e Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 20 Dec 2024 19:06:12 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O ano de 2024 no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) iniciou com a expectativa de uma pauta sem polêmicas. Com o passar dos meses, o cenário foi tomando novos contornos, temas como a<a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-estabelece-40-gramas-de-maconha-como-criterio-para-separar-usuario-de-traficante"> descriminalização do porte de maconha para consumo próprio</a> e <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-proibe-abordagem-policial-apenas-por-perfil-racial">abordagem policial</a> foram levados ao plenário, mas é possível dizer que eles foram a marca da Corte neste ano? É com o foco em elaborar o que caracteriza o STF de 2024 que o time do Sem Precedentes conduz o debate neste último episódio do ano.</p><p>Além de temas que marcaram 2024, o podcast do <strong>JOTA</strong> sobre o Supremo e a Constituição traz para a conversa uma visão mais geral sobre a conduta da Corte, com um aceno ao conservadorismo, a uma conversa mais clara com a sociedade e a uma postura mais conciliadora.</p><p><a href="https://conteudo.jota.info/marketing-lp-newsletter-ultimas-noticias"><strong>Assine gratuitamente a newsletter Últimas Notícias do JOTA e receba as principais notícias jurídicas e políticas diariamente no seu email</strong></a><br>Integrante do time fixo do Sem Precedentes, Luiz Fernando Esteves, professor do Insper e doutor em Direito do Estado, avalia que o Supremo tenha sido mais conciliador e “menos decisor talvez”. Entre os exemplos de conciliação estão ações sobre <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/o-que-a-demarcacao-da-terra-nhanderu-marangatu-aponta-para-o-futuro-das-conciliacoes">direitos indígenas</a>, <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/apesar-de-acordo-entre-poderes-ultima-palavra-sobre-orcamento-secreto-e-do-stf">orçamento secreto</a>, <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/os-fundamentos-de-dino-para-liberar-creditos-extraordinarios-para-incendios-fora-do-teto">queimadas</a> e <a href="https://www.jota.info/tributos-e-empresas/saude/stf-publica-sumula-que-fixa-criterios-para-concessao-judicial-de-medicamentos">medicamentos</a>. Também é possível incluir nesta lista o caso da <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/desoneracao-da-folha">desoneração da folha de pagamentos</a>, que embora não tenha sido uma conciliação nos moldes do Supremo, levou a um alinhamento entre os Poderes.</p><p>Em relação aos direitos fundamentais, o time do Sem Precedentes avalia que a Corte fez afirmações fortes, mas evitou usar da mesma assertividade na hora de decidir. Um exemplo é o <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-forma-maioria-para-descriminalizar-o-porte-de-maconha">julgamento da descriminalização do porte de drogas</a>, em que o STF definiu quantidades, mas na hora de decidir se restringiu à maconha.</p><p>Este julgamento também é citado como exemplo de como o Supremo passou a perceber o contexto em que ele está e como isso afeta o alcance de suas decisões. Enquanto em 2015, havia o debate em torno da legalização de todas as drogas, em 2024, o presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, pedia a palavra para explicar para a sociedade exatamente o que estava sendo julgado.</p><p>O diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, Felipe Recondo, que apresenta o Sem Precedentes, acrescenta como uma marca do ano o “monocratismo”, que continua a ser uma questão, apesar de a Corte ter dito que já o enfrentou. Além de Recondo e de Luiz Fernando Esteves, participam do debate Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional; Ana Laura Barbosa, professora de Direito Constitucional da Escola Superior de Propaganda e Marketing, e Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Litigância predatória coloca advocacia em risco, afirma Fredie Didier Jr. | Entrevista exclusiva</title>
      <itunes:title>Litigância predatória coloca advocacia em risco, afirma Fredie Didier Jr. | Entrevista exclusiva</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Em 22 de outubro, o Conselho Nacional de Justiça (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/cnj">CNJ</a>) editou uma recomendação dando instrumentos para a magistratura fazer frente ao que chamou de 'litigância abusiva', mais conhecida como litigância predatória. Nela, o órgão estabelece medidas para identificar, tratar e prevenir o fenômeno no Poder Judiciário brasileiro. O documento, apesar de ter causado insatisfação em parte da advocacia, é visto como uma evolução por Fredie Didier Jr., advogado e professor de Direito Processual Civil na Universidade Federal da Bahia (UFBA), por, segundo ele, partir de pressupostos teóricos e dogmáticos que parecem corretos.</p><p>"O primeiro é de que a litigância predatória, opressiva, abusiva, esse fenômeno é uma espécie de ilícito atípico. Ou seja, ele pode se configurar a partir de uma série de condutas que podem ser reunidas num abuso do direito. Você pode reuni-los num abuso do direito, mas é um conjunto de condutas indeterminado, portanto, é uma ilicitude atípica", afirmou.</p><p>Para Didier, a litigância predatória se caracteriza por um conjunto de demandas propostas com objetivo ilícito -- ou seja, contém o elemento da massificação e o elemento da ilicitude da litigância de má-fé. Por isso, em seu ponto de vista, o CNJ agiu bem ao editar a recomendação, visto que ela é um instrumento que não tem força coercitiva, mas sim apresenta aquilo que o órgão entende como bom e recomendável.</p><p>"Esse fenômeno vem sendo percebido já há alguns anos, mas ainda sem uma sistematização. A recomendação teve o cuidado de dizer que a litigância opressiva, abusiva, como ela chamou de abusiva, também pode estar no polo passivo", afirma o processualista.</p><p>A respeito da insatisfação de advogados e da própria Ordem dos Advogados do Brasil (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/OAB">OAB</a>) quanto à recomendação do CNJ, Didier afirma que o tema não pode ser um tabu e que a Ordem precisa "sentar para discutir o assunto" sem negar que o problema da litigância predatória existe.</p><p>O ponto levantado por Didier refere-se à nota em que a OAB publicou em tom de crítica à aprovação de dois atos normativos aprovados pelo CNJ, sob o argumento de que eles "impactam diretamente o exercício profissional dos advogados" e o "comprometimento do direito constitucional de acesso à Justiça".</p><p>"Se a OAB nega que o problema existe, ela não está ajudando. Porque se a atuação é fraudulenta, é a nossa profissão que está sendo colocada em risco. É a minha profissão que está sendo colocada em risco. E é a profissão daqueles que estão sem fraudar, que estão agindo corretamente no polo ativo, em litigância de massa, que pode ser atingido", declarou Didier Jr.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em 22 de outubro, o Conselho Nacional de Justiça (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/cnj">CNJ</a>) editou uma recomendação dando instrumentos para a magistratura fazer frente ao que chamou de 'litigância abusiva', mais conhecida como litigância predatória. Nela, o órgão estabelece medidas para identificar, tratar e prevenir o fenômeno no Poder Judiciário brasileiro. O documento, apesar de ter causado insatisfação em parte da advocacia, é visto como uma evolução por Fredie Didier Jr., advogado e professor de Direito Processual Civil na Universidade Federal da Bahia (UFBA), por, segundo ele, partir de pressupostos teóricos e dogmáticos que parecem corretos.</p><p>"O primeiro é de que a litigância predatória, opressiva, abusiva, esse fenômeno é uma espécie de ilícito atípico. Ou seja, ele pode se configurar a partir de uma série de condutas que podem ser reunidas num abuso do direito. Você pode reuni-los num abuso do direito, mas é um conjunto de condutas indeterminado, portanto, é uma ilicitude atípica", afirmou.</p><p>Para Didier, a litigância predatória se caracteriza por um conjunto de demandas propostas com objetivo ilícito -- ou seja, contém o elemento da massificação e o elemento da ilicitude da litigância de má-fé. Por isso, em seu ponto de vista, o CNJ agiu bem ao editar a recomendação, visto que ela é um instrumento que não tem força coercitiva, mas sim apresenta aquilo que o órgão entende como bom e recomendável.</p><p>"Esse fenômeno vem sendo percebido já há alguns anos, mas ainda sem uma sistematização. A recomendação teve o cuidado de dizer que a litigância opressiva, abusiva, como ela chamou de abusiva, também pode estar no polo passivo", afirma o processualista.</p><p>A respeito da insatisfação de advogados e da própria Ordem dos Advogados do Brasil (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/OAB">OAB</a>) quanto à recomendação do CNJ, Didier afirma que o tema não pode ser um tabu e que a Ordem precisa "sentar para discutir o assunto" sem negar que o problema da litigância predatória existe.</p><p>O ponto levantado por Didier refere-se à nota em que a OAB publicou em tom de crítica à aprovação de dois atos normativos aprovados pelo CNJ, sob o argumento de que eles "impactam diretamente o exercício profissional dos advogados" e o "comprometimento do direito constitucional de acesso à Justiça".</p><p>"Se a OAB nega que o problema existe, ela não está ajudando. Porque se a atuação é fraudulenta, é a nossa profissão que está sendo colocada em risco. É a minha profissão que está sendo colocada em risco. E é a profissão daqueles que estão sem fraudar, que estão agindo corretamente no polo ativo, em litigância de massa, que pode ser atingido", declarou Didier Jr.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 23 Dec 2024 07:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Direito Constitucional | Alunos estão mais apáticos em relação às discussões constitucionais, diz Vera Karam</title>
      <itunes:title>Direito Constitucional | Alunos estão mais apáticos em relação às discussões constitucionais, diz Vera Karam</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>O ambiente é de conflito, o Supremo Tribunal Federal sob crítica, ideais da Constituição também em debate. Um momento, portanto, de turbulência e enormes desafios e controvérsias. Apesar disso, dentro da sua sala de aula, toda essa efervescência ganha ares de enfado. Vera Karan Chueiri, professora de Direito Constitucional na Universidade Federal do Paraná, com mais de 30 anos de sala de aula, vê alunos apáticos diante de temas constitucionais, talvez por certo "desencantamento" da maioria deles ou, noutra hipótese, porque muitos estão mirando apenas a descrição daquilo que o Supremo decide e o que o texto da Constituição diz.</p><p>"Os alunos e as alunas, o que eu acho, estão muito mais preocupados no concurso que vai estar aberto quando eles se formarem, nos três anos que eles vão ter que pagar de pedágio até que possam fazer inscrição na Ordem, nas possibilidades de estágio, eventualmente entrar no pós-graduação", afirma a professora.</p><p>A professora Vera Karam é a primeira entrevistada da série do JOTA sobre os desafios de ensinar o Direito Constitucional.</p><p>A série explora com professores renomados de diferentes universidades e perfis como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário em que a Constituição para além de um texto jurídico é hoje um campo de inúmeras disputas sociais e econômicas.<br>Na entrevista em que fala da sua experiência numa universidade pública no Paraná, Karam aponta como momento mais difícil para ensinar Direito Constitucional o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, quando o próprio presidente assumia posturas de confronto e ameaçava descumprir o que previsto na Constituição ou nas decisões judiciais.</p><p>"Naquele momento estava muito difícil, porque havia uma lacuna muito grande entre essa forma de ensinar Direito Constitucional e o que se via e o que se lia, e a prática das posições do Supremo Tribunal Federal também, que a despeito de terem sido importantes no enfrentamento daquele momento de desrespeito cotidiano da Constituição, mas também elas foram bastante heterodoxas."</p><p>Para provocar alguma movimentação de suas turmas, Karam busca levar às suas aulas assuntos que tenham mais apelo social, como a descriminalização do aborto e a união homoafetiva. Ainda assim, diz que não consegue perceber tanta vibração de seus alunos.</p><p>"Às vezes eu movimento, eu levo casos, falo muito do Supremo Tribunal Federal, que hoje está no nosso cotidiano, ou assim eu provoco, dizendo: "Puxa, vocês acordaram e se deslocaram para a faculdade, porque vocês têm o direito de ir e vir, isso nem sempre foi assim, mas não adianta, eu sinto uma passividade", afirma Karam.</p><p>Um cenário que - percebe-se ao longo da série - é bastante diferente da realidade de outros professores de outras universidades e de outros estados.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O ambiente é de conflito, o Supremo Tribunal Federal sob crítica, ideais da Constituição também em debate. Um momento, portanto, de turbulência e enormes desafios e controvérsias. Apesar disso, dentro da sua sala de aula, toda essa efervescência ganha ares de enfado. Vera Karan Chueiri, professora de Direito Constitucional na Universidade Federal do Paraná, com mais de 30 anos de sala de aula, vê alunos apáticos diante de temas constitucionais, talvez por certo "desencantamento" da maioria deles ou, noutra hipótese, porque muitos estão mirando apenas a descrição daquilo que o Supremo decide e o que o texto da Constituição diz.</p><p>"Os alunos e as alunas, o que eu acho, estão muito mais preocupados no concurso que vai estar aberto quando eles se formarem, nos três anos que eles vão ter que pagar de pedágio até que possam fazer inscrição na Ordem, nas possibilidades de estágio, eventualmente entrar no pós-graduação", afirma a professora.</p><p>A professora Vera Karam é a primeira entrevistada da série do JOTA sobre os desafios de ensinar o Direito Constitucional.</p><p>A série explora com professores renomados de diferentes universidades e perfis como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário em que a Constituição para além de um texto jurídico é hoje um campo de inúmeras disputas sociais e econômicas.<br>Na entrevista em que fala da sua experiência numa universidade pública no Paraná, Karam aponta como momento mais difícil para ensinar Direito Constitucional o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, quando o próprio presidente assumia posturas de confronto e ameaçava descumprir o que previsto na Constituição ou nas decisões judiciais.</p><p>"Naquele momento estava muito difícil, porque havia uma lacuna muito grande entre essa forma de ensinar Direito Constitucional e o que se via e o que se lia, e a prática das posições do Supremo Tribunal Federal também, que a despeito de terem sido importantes no enfrentamento daquele momento de desrespeito cotidiano da Constituição, mas também elas foram bastante heterodoxas."</p><p>Para provocar alguma movimentação de suas turmas, Karam busca levar às suas aulas assuntos que tenham mais apelo social, como a descriminalização do aborto e a união homoafetiva. Ainda assim, diz que não consegue perceber tanta vibração de seus alunos.</p><p>"Às vezes eu movimento, eu levo casos, falo muito do Supremo Tribunal Federal, que hoje está no nosso cotidiano, ou assim eu provoco, dizendo: "Puxa, vocês acordaram e se deslocaram para a faculdade, porque vocês têm o direito de ir e vir, isso nem sempre foi assim, mas não adianta, eu sinto uma passividade", afirma Karam.</p><p>Um cenário que - percebe-se ao longo da série - é bastante diferente da realidade de outros professores de outras universidades e de outros estados.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 20 Jan 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Direito Constitucional | A crise de legitimidade do STF foi bater dentro da sala de aula</title>
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        <![CDATA[<p>André Rufino sentiu que a crise de legitimidade que atinge hoje o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/STF">STF</a>) foi parar dentro da sala nas aulas que ministra como professor de Direito Constitucional do IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Direito e Pesquisa), em Brasília.</p><p>"Hoje em dia, quando se fala que há uma decisão de uma Corte Constitucional ou do Supremo Tribunal Federal em especial, parece até que você está colocando mais lenha na fogueira, porque pelo menos 30% da sala de aula vai dizer: 'Ah, não, mas aí é a decisão que aquele relator específico era o ministro'. E sempre tem uma predisposição, um preconceito", diz Rufino.</p><p>Mas há um lado positivo neste cenário: o interesse pelo Direito Constitucional e o engajamento dos alunos em torno dos debates sobre a Constituição têm aumentado. "E isso é bom. Isso é bom, inclusive para o futuro da disciplina, para o futuro do ensino acadêmico do Direito Constitucional. Aquela velha história, em momentos de crise é que a gente vê novos desafios, novas portas se abrindo e novas oportunidades", afirma.</p><p>Rufino descreve que seus os alunos - nos primeiros anos da faculdade - vêm carregados de preconceitos e de pré-concepções sobre os ministros do Supremo. "E aí fica realmente complicado para o professor às vezes dizer, não, mas esqueçamos o quem, vamos focar no argumento, a decisão do ponto de vista argumentativo, ela é correta por causa disso, disso e daquilo. Isso acaba demandando um esforço muito maior do professor no sentido de convencimento", afirma.</p><p>"Com essa polarização toda em torno desses temas mais polêmicos, isso acaba tornando difícil o trabalho do professor, de impor certos consensos, ou pelo menos, na verdade, não de impor, de construir certos consensos mínimos em torno de determinados entendimentos que já são consagrados pela jurisprudência ou pela doutrina", avalia Rufino.</p><p>Como lidar com essas dificuldades e esses novos desafios? Em parte, recorrendo a outros campos de conhecimento: "Nos últimos anos eu tenho trazido cada vez mais a história e a ciência política para o ensino de direito constitucional. Especialmente a história, ela acaba demonstrando o equívoco de certos argumentos de forma muito mais clara do que do ponto de vista jurídico."</p><p>O professor André Rufino é o segundo entrevistado da série do JOTA sobre os desafios de ensinar o Direito Constitucional no Brasil hoje.<br>A série explora com professores renomados como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário onde a Constituição é não apenas um texto jurídico, mas também um campo de inúmeras disputas sociais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>André Rufino sentiu que a crise de legitimidade que atinge hoje o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/STF">STF</a>) foi parar dentro da sala nas aulas que ministra como professor de Direito Constitucional do IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Direito e Pesquisa), em Brasília.</p><p>"Hoje em dia, quando se fala que há uma decisão de uma Corte Constitucional ou do Supremo Tribunal Federal em especial, parece até que você está colocando mais lenha na fogueira, porque pelo menos 30% da sala de aula vai dizer: 'Ah, não, mas aí é a decisão que aquele relator específico era o ministro'. E sempre tem uma predisposição, um preconceito", diz Rufino.</p><p>Mas há um lado positivo neste cenário: o interesse pelo Direito Constitucional e o engajamento dos alunos em torno dos debates sobre a Constituição têm aumentado. "E isso é bom. Isso é bom, inclusive para o futuro da disciplina, para o futuro do ensino acadêmico do Direito Constitucional. Aquela velha história, em momentos de crise é que a gente vê novos desafios, novas portas se abrindo e novas oportunidades", afirma.</p><p>Rufino descreve que seus os alunos - nos primeiros anos da faculdade - vêm carregados de preconceitos e de pré-concepções sobre os ministros do Supremo. "E aí fica realmente complicado para o professor às vezes dizer, não, mas esqueçamos o quem, vamos focar no argumento, a decisão do ponto de vista argumentativo, ela é correta por causa disso, disso e daquilo. Isso acaba demandando um esforço muito maior do professor no sentido de convencimento", afirma.</p><p>"Com essa polarização toda em torno desses temas mais polêmicos, isso acaba tornando difícil o trabalho do professor, de impor certos consensos, ou pelo menos, na verdade, não de impor, de construir certos consensos mínimos em torno de determinados entendimentos que já são consagrados pela jurisprudência ou pela doutrina", avalia Rufino.</p><p>Como lidar com essas dificuldades e esses novos desafios? Em parte, recorrendo a outros campos de conhecimento: "Nos últimos anos eu tenho trazido cada vez mais a história e a ciência política para o ensino de direito constitucional. Especialmente a história, ela acaba demonstrando o equívoco de certos argumentos de forma muito mais clara do que do ponto de vista jurídico."</p><p>O professor André Rufino é o segundo entrevistado da série do JOTA sobre os desafios de ensinar o Direito Constitucional no Brasil hoje.<br>A série explora com professores renomados como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário onde a Constituição é não apenas um texto jurídico, mas também um campo de inúmeras disputas sociais.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 27 Jan 2025 14:09:50 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>André Rufino sentiu que a crise de legitimidade que atinge hoje o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/STF">STF</a>) foi parar dentro da sala nas aulas que ministra como professor de Direito Constitucional do IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Direito e Pesquisa), em Brasília.</p><p>"Hoje em dia, quando se fala que há uma decisão de uma Corte Constitucional ou do Supremo Tribunal Federal em especial, parece até que você está colocando mais lenha na fogueira, porque pelo menos 30% da sala de aula vai dizer: 'Ah, não, mas aí é a decisão que aquele relator específico era o ministro'. E sempre tem uma predisposição, um preconceito", diz Rufino.</p><p>Mas há um lado positivo neste cenário: o interesse pelo Direito Constitucional e o engajamento dos alunos em torno dos debates sobre a Constituição têm aumentado. "E isso é bom. Isso é bom, inclusive para o futuro da disciplina, para o futuro do ensino acadêmico do Direito Constitucional. Aquela velha história, em momentos de crise é que a gente vê novos desafios, novas portas se abrindo e novas oportunidades", afirma.</p><p>Rufino descreve que seus os alunos - nos primeiros anos da faculdade - vêm carregados de preconceitos e de pré-concepções sobre os ministros do Supremo. "E aí fica realmente complicado para o professor às vezes dizer, não, mas esqueçamos o quem, vamos focar no argumento, a decisão do ponto de vista argumentativo, ela é correta por causa disso, disso e daquilo. Isso acaba demandando um esforço muito maior do professor no sentido de convencimento", afirma.</p><p>"Com essa polarização toda em torno desses temas mais polêmicos, isso acaba tornando difícil o trabalho do professor, de impor certos consensos, ou pelo menos, na verdade, não de impor, de construir certos consensos mínimos em torno de determinados entendimentos que já são consagrados pela jurisprudência ou pela doutrina", avalia Rufino.</p><p>Como lidar com essas dificuldades e esses novos desafios? Em parte, recorrendo a outros campos de conhecimento: "Nos últimos anos eu tenho trazido cada vez mais a história e a ciência política para o ensino de direito constitucional. Especialmente a história, ela acaba demonstrando o equívoco de certos argumentos de forma muito mais clara do que do ponto de vista jurídico."</p><p>O professor André Rufino é o segundo entrevistado da série do JOTA sobre os desafios de ensinar o Direito Constitucional no Brasil hoje.<br>A série explora com professores renomados como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário onde a Constituição é não apenas um texto jurídico, mas também um campo de inúmeras disputas sociais.</p>]]>
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      <title>Direito Constitucional | Como explicar para os alunos que o STF não pode tudo?</title>
      <itunes:title>Direito Constitucional | Como explicar para os alunos que o STF não pode tudo?</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Os alunos de Direito Constitucional hoje em dia acompanham muito mais as movimentações do Supremo Tribunal Federal (STF) do que os estudantes do passado faziam. E a leitura dos jornais e das decisões dos ministros trazem um desafio para o professor Diego Werneck na sua sala de aula no Insper. Como explicar que há limites para o STF? Como convencer os alunos de que no Supremo nem tudo é política?</p><p>"Hoje os alunos partem do princípio de que o Supremo pode tudo. E eles partem desse princípio, você pode alegar, porque tem ideias erradas, mas acho que é porque também eles acompanham as notícias e a impressão que fica é de que não tem, de fato, limites jurídicos", diz Werneck.</p><p>Para tentar superar essa questão, Werneck diz levar casos para discussão que tenham argumentos bons para os dois lados do debate e que não mapeiem perfeitamente as posições políticas, como por exemplo o da vaquejada, em que os ministros estão tentando definir o que é crueldade contra animais.</p><p>"O desafio é esse, é dizer para eles que, primeiro, o Direito deve importar, dizer que tem limites, não é simplesmente você ter a ideia do que você acha que deveria ser o melhor resultado e escrever umas coisas bonitas lá na decisão", afirma Werneck.</p><p>O professor Diego Werneck é o terceiro entrevistado da série do JOTA sobre os desafios de ensinar Direito Constitucional no Brasil polarizado.<br>A série explora com professores renomados como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário onde a Constituição é não apenas um texto jurídico, mas também o campo de inúmeras disputas sociais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Os alunos de Direito Constitucional hoje em dia acompanham muito mais as movimentações do Supremo Tribunal Federal (STF) do que os estudantes do passado faziam. E a leitura dos jornais e das decisões dos ministros trazem um desafio para o professor Diego Werneck na sua sala de aula no Insper. Como explicar que há limites para o STF? Como convencer os alunos de que no Supremo nem tudo é política?</p><p>"Hoje os alunos partem do princípio de que o Supremo pode tudo. E eles partem desse princípio, você pode alegar, porque tem ideias erradas, mas acho que é porque também eles acompanham as notícias e a impressão que fica é de que não tem, de fato, limites jurídicos", diz Werneck.</p><p>Para tentar superar essa questão, Werneck diz levar casos para discussão que tenham argumentos bons para os dois lados do debate e que não mapeiem perfeitamente as posições políticas, como por exemplo o da vaquejada, em que os ministros estão tentando definir o que é crueldade contra animais.</p><p>"O desafio é esse, é dizer para eles que, primeiro, o Direito deve importar, dizer que tem limites, não é simplesmente você ter a ideia do que você acha que deveria ser o melhor resultado e escrever umas coisas bonitas lá na decisão", afirma Werneck.</p><p>O professor Diego Werneck é o terceiro entrevistado da série do JOTA sobre os desafios de ensinar Direito Constitucional no Brasil polarizado.<br>A série explora com professores renomados como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário onde a Constituição é não apenas um texto jurídico, mas também o campo de inúmeras disputas sociais.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 03 Feb 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>Os alunos de Direito Constitucional hoje em dia acompanham muito mais as movimentações do Supremo Tribunal Federal (STF) do que os estudantes do passado faziam. E a leitura dos jornais e das decisões dos ministros trazem um desafio para o professor Diego Werneck na sua sala de aula no Insper. Como explicar que há limites para o STF? Como convencer os alunos de que no Supremo nem tudo é política?</p><p>"Hoje os alunos partem do princípio de que o Supremo pode tudo. E eles partem desse princípio, você pode alegar, porque tem ideias erradas, mas acho que é porque também eles acompanham as notícias e a impressão que fica é de que não tem, de fato, limites jurídicos", diz Werneck.</p><p>Para tentar superar essa questão, Werneck diz levar casos para discussão que tenham argumentos bons para os dois lados do debate e que não mapeiem perfeitamente as posições políticas, como por exemplo o da vaquejada, em que os ministros estão tentando definir o que é crueldade contra animais.</p><p>"O desafio é esse, é dizer para eles que, primeiro, o Direito deve importar, dizer que tem limites, não é simplesmente você ter a ideia do que você acha que deveria ser o melhor resultado e escrever umas coisas bonitas lá na decisão", afirma Werneck.</p><p>O professor Diego Werneck é o terceiro entrevistado da série do JOTA sobre os desafios de ensinar Direito Constitucional no Brasil polarizado.<br>A série explora com professores renomados como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário onde a Constituição é não apenas um texto jurídico, mas também o campo de inúmeras disputas sociais.</p>]]>
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      <title>O discurso simplificador de Barroso sobre as críticas ao STF | Sem Precedentes #182</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, ao abrir o Ano Judiciário nesta semana afirmou que há uma “obsessão negativa por parte alguns” em relação à Corte e disse que “é possível não gostar da Constituição e do papel que ela reservou para o Supremo Tribunal Federal, mas criticar o Supremo por aplicar a Constituição simplesmente não é justo”. A fala deixou em aberto uma questão: é possível gostar da Constituição e criticar o Supremo? O debate em torno desta pergunta é o tema que abre o primeiro episódio do Sem Precedentes de 2025.</p><p>O podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição desdobra o discurso simplificador do presidente do Supremo sobre queixas em relação ao Tribunal. Neste primeiro episódio do ano, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University e integrante do time do Sem Precedentes, considera que o discurso simplista de Barroso “não se mostra suficiente para um certo nível que críticas que quer respostas com mais nuances”.</p><p>“Dizer estamos cumprindo a Constituição e por isso não há nada errado com a nossa atuação é muito simplório para quem está criticando, olhando para o Supremo no detalhe e, de alguma maneira, até para quem está criticando o supremo pelas razões erradas. Isso pode dar até uma munição”, avalia a professora.</p><p>“Por um lado, entendo que seja papel da presidência do Supremo defendê-lo de suas críticas, por outro, eu não sei quem é convencido com uma defesa feita nesse tom, por isso e eu acho que, inclusive, às vezes afasta até aliados que estão de fato de boa-fé, tentando falar sobre problemas do Supremo, de suas decisões, problemas no seu funcionamento institucional e uma resposta talvez fosse tentar ouvir”, acrescenta o especialista em Direito Constitucional e também integrante do time do podcast, Thomaz Pereira.</p><p>Além do discurso de Barroso, o Sem Precedentes desta semana também aborda o que esperar da presidência do ministro Edson Fachin, que assume o comando da Corte em setembro deste ano. Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o episódio conta ainda com a participação de Diego Werneck, professor de Direito Constitucional do Insper.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, ao abrir o Ano Judiciário nesta semana afirmou que há uma “obsessão negativa por parte alguns” em relação à Corte e disse que “é possível não gostar da Constituição e do papel que ela reservou para o Supremo Tribunal Federal, mas criticar o Supremo por aplicar a Constituição simplesmente não é justo”. A fala deixou em aberto uma questão: é possível gostar da Constituição e criticar o Supremo? O debate em torno desta pergunta é o tema que abre o primeiro episódio do Sem Precedentes de 2025.</p><p>O podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição desdobra o discurso simplificador do presidente do Supremo sobre queixas em relação ao Tribunal. Neste primeiro episódio do ano, Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University e integrante do time do Sem Precedentes, considera que o discurso simplista de Barroso “não se mostra suficiente para um certo nível que críticas que quer respostas com mais nuances”.</p><p>“Dizer estamos cumprindo a Constituição e por isso não há nada errado com a nossa atuação é muito simplório para quem está criticando, olhando para o Supremo no detalhe e, de alguma maneira, até para quem está criticando o supremo pelas razões erradas. Isso pode dar até uma munição”, avalia a professora.</p><p>“Por um lado, entendo que seja papel da presidência do Supremo defendê-lo de suas críticas, por outro, eu não sei quem é convencido com uma defesa feita nesse tom, por isso e eu acho que, inclusive, às vezes afasta até aliados que estão de fato de boa-fé, tentando falar sobre problemas do Supremo, de suas decisões, problemas no seu funcionamento institucional e uma resposta talvez fosse tentar ouvir”, acrescenta o especialista em Direito Constitucional e também integrante do time do podcast, Thomaz Pereira.</p><p>Além do discurso de Barroso, o Sem Precedentes desta semana também aborda o que esperar da presidência do ministro Edson Fachin, que assume o comando da Corte em setembro deste ano. Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o episódio conta ainda com a participação de Diego Werneck, professor de Direito Constitucional do Insper.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 07 Feb 2025 20:08:57 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Direito Constitucional | STF mais político pode levar o debate para a ciência política </title>
      <itunes:title>Direito Constitucional | STF mais político pode levar o debate para a ciência política </itunes:title>
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        <![CDATA[<p>A Ciência Política está tirando do Direito parte do campo do seu campo de trabalho e de análise. E o que sobra para o professor de Direito Constitucional hoje? Num cenário em que a Corte (o STF) está "umbilicalmente ligada à conjuntura política do país”, os caminhos em entre as duas ciências se cruzam criando dificuldades para o professor de Direito Constitucional dentro da sala de aula.</p><p>Apesar de identificar esse caminho que se cruza com a ciência política, o professor diz que ainda “há um espaço para nós juristas para desenvolver argumentos normativos sobre a Constituição”. “Meu receio é que esse espaço tenha diminuído. E eu acho que esse contexto político que nós estamos conversando tem acentuado esse distanciamento das discussões mais normativas”, afirma.</p><p>Nas aulas, diante dos alunos na Federal do Pará, Baía diz que hoje um dos seus principais desafios é encontrar formas que permitam construir uma interpretação coerente do sistema constitucional e de seus princípios diante da grande quantidade de decisões do STF.</p><p>"Eu penso que atualmente uma das nossas principais dificuldades (...) vai mais no sentido de pensar sobre qual é o local e a posição de um professor de Direito Constitucional em razão de uma profusão de decisões do Supremo Tribunal Federal e de uma dogmática Constitucional que tem desenvolvido trabalhos mais no sentido de descrever essas decisões, em razão, talvez, do tempo, em razão das preocupações dessa dogmática com a venda de materiais para concursos públicos", argumenta.</p><p>Em entrevista ao <strong>JOTA</strong>, ele ressaltou dois pontos que podem ser encarados como obstáculos adicionais: o material didático voltado para concursos públicos, que não estimula um pensamento original, e o contexto político, que fomenta o questionamento sobre os limites do Judiciário e esvazia as discussões normativas.</p><p>“Minha preocupação sempre é muito mais em tentar buscar questionar a coerência, a robustez ou não de um determinado argumento da Corte, do que questionar de forma a priori se o Supremo poderia ou não fazer ou tomar certa atitude”, diz.</p><p>Breno Baía, professor de Direito Constitucional da UFPA, é o quarto entrevistado da série do <strong>JOTA</strong> sobre os desafios de ensinar o Direito Constitucional no Brasil polarizado. A série explora com professores renomados como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário onde a Constituição é não apenas um texto jurídico, mas também um campo de inúmeras disputas sociais.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 10 Feb 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>A Ciência Política está tirando do Direito parte do campo do seu campo de trabalho e de análise. E o que sobra para o professor de Direito Constitucional hoje? Num cenário em que a Corte (o STF) está "umbilicalmente ligada à conjuntura política do país”, os caminhos em entre as duas ciências se cruzam criando dificuldades para o professor de Direito Constitucional dentro da sala de aula.</p><p>Apesar de identificar esse caminho que se cruza com a ciência política, o professor diz que ainda “há um espaço para nós juristas para desenvolver argumentos normativos sobre a Constituição”. “Meu receio é que esse espaço tenha diminuído. E eu acho que esse contexto político que nós estamos conversando tem acentuado esse distanciamento das discussões mais normativas”, afirma.</p><p>Nas aulas, diante dos alunos na Federal do Pará, Baía diz que hoje um dos seus principais desafios é encontrar formas que permitam construir uma interpretação coerente do sistema constitucional e de seus princípios diante da grande quantidade de decisões do STF.</p><p>"Eu penso que atualmente uma das nossas principais dificuldades (...) vai mais no sentido de pensar sobre qual é o local e a posição de um professor de Direito Constitucional em razão de uma profusão de decisões do Supremo Tribunal Federal e de uma dogmática Constitucional que tem desenvolvido trabalhos mais no sentido de descrever essas decisões, em razão, talvez, do tempo, em razão das preocupações dessa dogmática com a venda de materiais para concursos públicos", argumenta.</p><p>Em entrevista ao <strong>JOTA</strong>, ele ressaltou dois pontos que podem ser encarados como obstáculos adicionais: o material didático voltado para concursos públicos, que não estimula um pensamento original, e o contexto político, que fomenta o questionamento sobre os limites do Judiciário e esvazia as discussões normativas.</p><p>“Minha preocupação sempre é muito mais em tentar buscar questionar a coerência, a robustez ou não de um determinado argumento da Corte, do que questionar de forma a priori se o Supremo poderia ou não fazer ou tomar certa atitude”, diz.</p><p>Breno Baía, professor de Direito Constitucional da UFPA, é o quarto entrevistado da série do <strong>JOTA</strong> sobre os desafios de ensinar o Direito Constitucional no Brasil polarizado. A série explora com professores renomados como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário onde a Constituição é não apenas um texto jurídico, mas também um campo de inúmeras disputas sociais.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Direito Constitucional | Mudanças no ensino refletem a transformação na sociedade</title>
      <itunes:title>Direito Constitucional | Mudanças no ensino refletem a transformação na sociedade</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>É possível separar a mudança no ensino do Direito Constitucional nos últimos anos das alterações por que passou o Brasil e a sociedade? E até que ponto o ensino do Direito Constitucional nas décadas passadas não estava baseada numa ideia quase romântica da Constituição? Perguntas que a própria professora de Direito Constitucional da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Jane Reis, suscita quando pensa no que mudou nas suas aulas de 2000 para cá. Em entrevista ao <strong>JOTA</strong>, ela ressalta que “o que mudou dentro da sala de aula, de certa maneira, é um pouco também o que mudou fora".</p><p>“A sala de aula de Direito Constitucional tem suas particularidades, mas ela não é tão diferente do nosso entorno de um modo geral. Hoje em dia, até quando você eventualmente vai numa consulta médica, o médico vai trocar ideia com você, quer saber o que você acha do que está acontecendo no Supremo, se determinada conduta do Supremo foi acertada ou errada. A sala de aula acaba refletindo isso", diz. E, consequentemente, também gera questionamentos nos alunos.</p><p>Ela conta que quando começou a lecionar a principal discussão era em torno da efetivação dos direitos humanos. "Eu acho que o ensino do Direito Constitucional, no final dos anos 1990 e no início dos anos 2000, era permeado por um otimismo, por um certo entusiasmo, uma narrativa heroica do Direito Constitucional e da Constituição, e que eu acho que hoje, olhando pelo retrovisor, a gente pode ver que era até uma narrativa romantizada, idealizada", afirma.</p><p>Ao mesmo tempo, houve uma expansão dos temas julgados pelo Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>), aliado aos conflitos recentes, o que fez com que o tempo que ela reservava nas aulas para discutir a história constitucional fosse se estreitando. “Uma coisa que eu tento, por exemplo, mostrar para eles quando eu leciono o controle de constitucionalidade é que não era assim. Já era um tribunal muito poderoso [anteriormente], com muitas ações, mas não era como é hoje. Isso aqui é produto não só da vontade dos ministros. Isso é produto de emendas constitucionais, de leis infraconstitucionais e de interpretações dadas por eles, mas de uma série de mudanças, de reformas que foram legais e que deram essa possibilidade que abriram esses canais."</p><p>E, de acordo com a professora, além de ensinar aos alunos os conteúdos para o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e para concursos, “que são importantes e que os alunos não têm como abrir mão disso", há o desafio de dar o componente crítico. “Mas sem a pessoa perder. Até porque para ela ser crítica, ela precisa saber. Ela precisa conhecer o que veio antes, o que está acontecendo agora, para poder formular a crítica e construir o que vem depois.”</p><p>A professora Jane Reis é a quinta entrevistada da série do <strong>JOTA</strong> sobre os desafios de ensinar o Direito Constitucional.<br>A série explora com professores renomados de diferentes universidades e perfis como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário em que a Constituição para além de um texto jurídico é hoje um campo de inúmeras disputas</p>]]>
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        <![CDATA[<p>É possível separar a mudança no ensino do Direito Constitucional nos últimos anos das alterações por que passou o Brasil e a sociedade? E até que ponto o ensino do Direito Constitucional nas décadas passadas não estava baseada numa ideia quase romântica da Constituição? Perguntas que a própria professora de Direito Constitucional da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Jane Reis, suscita quando pensa no que mudou nas suas aulas de 2000 para cá. Em entrevista ao <strong>JOTA</strong>, ela ressalta que “o que mudou dentro da sala de aula, de certa maneira, é um pouco também o que mudou fora".</p><p>“A sala de aula de Direito Constitucional tem suas particularidades, mas ela não é tão diferente do nosso entorno de um modo geral. Hoje em dia, até quando você eventualmente vai numa consulta médica, o médico vai trocar ideia com você, quer saber o que você acha do que está acontecendo no Supremo, se determinada conduta do Supremo foi acertada ou errada. A sala de aula acaba refletindo isso", diz. E, consequentemente, também gera questionamentos nos alunos.</p><p>Ela conta que quando começou a lecionar a principal discussão era em torno da efetivação dos direitos humanos. "Eu acho que o ensino do Direito Constitucional, no final dos anos 1990 e no início dos anos 2000, era permeado por um otimismo, por um certo entusiasmo, uma narrativa heroica do Direito Constitucional e da Constituição, e que eu acho que hoje, olhando pelo retrovisor, a gente pode ver que era até uma narrativa romantizada, idealizada", afirma.</p><p>Ao mesmo tempo, houve uma expansão dos temas julgados pelo Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>), aliado aos conflitos recentes, o que fez com que o tempo que ela reservava nas aulas para discutir a história constitucional fosse se estreitando. “Uma coisa que eu tento, por exemplo, mostrar para eles quando eu leciono o controle de constitucionalidade é que não era assim. Já era um tribunal muito poderoso [anteriormente], com muitas ações, mas não era como é hoje. Isso aqui é produto não só da vontade dos ministros. Isso é produto de emendas constitucionais, de leis infraconstitucionais e de interpretações dadas por eles, mas de uma série de mudanças, de reformas que foram legais e que deram essa possibilidade que abriram esses canais."</p><p>E, de acordo com a professora, além de ensinar aos alunos os conteúdos para o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e para concursos, “que são importantes e que os alunos não têm como abrir mão disso", há o desafio de dar o componente crítico. “Mas sem a pessoa perder. Até porque para ela ser crítica, ela precisa saber. Ela precisa conhecer o que veio antes, o que está acontecendo agora, para poder formular a crítica e construir o que vem depois.”</p><p>A professora Jane Reis é a quinta entrevistada da série do <strong>JOTA</strong> sobre os desafios de ensinar o Direito Constitucional.<br>A série explora com professores renomados de diferentes universidades e perfis como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário em que a Constituição para além de um texto jurídico é hoje um campo de inúmeras disputas</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 17 Feb 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>É possível separar a mudança no ensino do Direito Constitucional nos últimos anos das alterações por que passou o Brasil e a sociedade? E até que ponto o ensino do Direito Constitucional nas décadas passadas não estava baseada numa ideia quase romântica da Constituição? Perguntas que a própria professora de Direito Constitucional da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Jane Reis, suscita quando pensa no que mudou nas suas aulas de 2000 para cá. Em entrevista ao <strong>JOTA</strong>, ela ressalta que “o que mudou dentro da sala de aula, de certa maneira, é um pouco também o que mudou fora".</p><p>“A sala de aula de Direito Constitucional tem suas particularidades, mas ela não é tão diferente do nosso entorno de um modo geral. Hoje em dia, até quando você eventualmente vai numa consulta médica, o médico vai trocar ideia com você, quer saber o que você acha do que está acontecendo no Supremo, se determinada conduta do Supremo foi acertada ou errada. A sala de aula acaba refletindo isso", diz. E, consequentemente, também gera questionamentos nos alunos.</p><p>Ela conta que quando começou a lecionar a principal discussão era em torno da efetivação dos direitos humanos. "Eu acho que o ensino do Direito Constitucional, no final dos anos 1990 e no início dos anos 2000, era permeado por um otimismo, por um certo entusiasmo, uma narrativa heroica do Direito Constitucional e da Constituição, e que eu acho que hoje, olhando pelo retrovisor, a gente pode ver que era até uma narrativa romantizada, idealizada", afirma.</p><p>Ao mesmo tempo, houve uma expansão dos temas julgados pelo Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>), aliado aos conflitos recentes, o que fez com que o tempo que ela reservava nas aulas para discutir a história constitucional fosse se estreitando. “Uma coisa que eu tento, por exemplo, mostrar para eles quando eu leciono o controle de constitucionalidade é que não era assim. Já era um tribunal muito poderoso [anteriormente], com muitas ações, mas não era como é hoje. Isso aqui é produto não só da vontade dos ministros. Isso é produto de emendas constitucionais, de leis infraconstitucionais e de interpretações dadas por eles, mas de uma série de mudanças, de reformas que foram legais e que deram essa possibilidade que abriram esses canais."</p><p>E, de acordo com a professora, além de ensinar aos alunos os conteúdos para o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e para concursos, “que são importantes e que os alunos não têm como abrir mão disso", há o desafio de dar o componente crítico. “Mas sem a pessoa perder. Até porque para ela ser crítica, ela precisa saber. Ela precisa conhecer o que veio antes, o que está acontecendo agora, para poder formular a crítica e construir o que vem depois.”</p><p>A professora Jane Reis é a quinta entrevistada da série do <strong>JOTA</strong> sobre os desafios de ensinar o Direito Constitucional.<br>A série explora com professores renomados de diferentes universidades e perfis como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário em que a Constituição para além de um texto jurídico é hoje um campo de inúmeras disputas</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>As certezas e as dúvidas sobre o julgamento de Bolsonaro no STF | Sem Precedentes #183</title>
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        <![CDATA[<p>Apresentada nesta semana pelo Procurador-Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF), a denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e 33 aliados tem caminho certo: tramitará na 1ª Turma. Mas esta é apenas uma das certezas sobre o julgamento do caso. As demais certezas e o que há de dúvidas sobre o futuro do ex-presidente na Corte são o tema do Sem Precedentes desta semana.</p><p>O podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição aborda ainda a composição da peça assinada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet. "Chama a atenção o esforço do PGR de mostrar que nada era à toa. As falas de Bolsonaro, as lives, esses movimentos, o que só reforça a situação peculiar que a gente estava, que era uma tentativa de golpe em câmera lenta feita à luz do dia", afirma no episódio o professor de Direito Constitucional do Insper Diego Werneck.</p><p>No documento, Gonet concluiu que Bolsonaro planejou e atuou de forma direta e efetiva para impedir que o presidente Lula e o vice Geraldo Alckmin assumissem o poder em 2023 e buscou apoio das Forças Armadas para isso.</p><p>Para Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, a denúncia contra o ex-presidente se distancia, por exemplo, das críticas ao Mensalão pela ausência do debate sobre a teoria do domínio de fato. "Nesse caso, existem provas suficientes que tornam desnecessárias uma afirmação desse tipo, que tem que fazer uma construção muito indireta da relação entre as lideranças e os fatos que ocorreram", ressalta.</p><p>"A gente tem não só as delações, mas também os testemunhos de chefes das Forças Armadas, no sentido de que houve, sim, um envolvimento direto do ex-presidente Bolsonaro", completa.</p><p>O debate no Sem Precedentes é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta também com a participação de Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Apresentada nesta semana pelo Procurador-Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF), a denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e 33 aliados tem caminho certo: tramitará na 1ª Turma. Mas esta é apenas uma das certezas sobre o julgamento do caso. As demais certezas e o que há de dúvidas sobre o futuro do ex-presidente na Corte são o tema do Sem Precedentes desta semana.</p><p>O podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição aborda ainda a composição da peça assinada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet. "Chama a atenção o esforço do PGR de mostrar que nada era à toa. As falas de Bolsonaro, as lives, esses movimentos, o que só reforça a situação peculiar que a gente estava, que era uma tentativa de golpe em câmera lenta feita à luz do dia", afirma no episódio o professor de Direito Constitucional do Insper Diego Werneck.</p><p>No documento, Gonet concluiu que Bolsonaro planejou e atuou de forma direta e efetiva para impedir que o presidente Lula e o vice Geraldo Alckmin assumissem o poder em 2023 e buscou apoio das Forças Armadas para isso.</p><p>Para Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, a denúncia contra o ex-presidente se distancia, por exemplo, das críticas ao Mensalão pela ausência do debate sobre a teoria do domínio de fato. "Nesse caso, existem provas suficientes que tornam desnecessárias uma afirmação desse tipo, que tem que fazer uma construção muito indireta da relação entre as lideranças e os fatos que ocorreram", ressalta.</p><p>"A gente tem não só as delações, mas também os testemunhos de chefes das Forças Armadas, no sentido de que houve, sim, um envolvimento direto do ex-presidente Bolsonaro", completa.</p><p>O debate no Sem Precedentes é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta também com a participação de Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 21 Feb 2025 19:59:46 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>Apresentada nesta semana pelo Procurador-Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF), a denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e 33 aliados tem caminho certo: tramitará na 1ª Turma. Mas esta é apenas uma das certezas sobre o julgamento do caso. As demais certezas e o que há de dúvidas sobre o futuro do ex-presidente na Corte são o tema do Sem Precedentes desta semana.</p><p>O podcast do JOTA que discute o Supremo e a Constituição aborda ainda a composição da peça assinada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet. "Chama a atenção o esforço do PGR de mostrar que nada era à toa. As falas de Bolsonaro, as lives, esses movimentos, o que só reforça a situação peculiar que a gente estava, que era uma tentativa de golpe em câmera lenta feita à luz do dia", afirma no episódio o professor de Direito Constitucional do Insper Diego Werneck.</p><p>No documento, Gonet concluiu que Bolsonaro planejou e atuou de forma direta e efetiva para impedir que o presidente Lula e o vice Geraldo Alckmin assumissem o poder em 2023 e buscou apoio das Forças Armadas para isso.</p><p>Para Juliana Cesario Alvim, professora da Universidade Federal de Minas Gerais e da Central European University, a denúncia contra o ex-presidente se distancia, por exemplo, das críticas ao Mensalão pela ausência do debate sobre a teoria do domínio de fato. "Nesse caso, existem provas suficientes que tornam desnecessárias uma afirmação desse tipo, que tem que fazer uma construção muito indireta da relação entre as lideranças e os fatos que ocorreram", ressalta.</p><p>"A gente tem não só as delações, mas também os testemunhos de chefes das Forças Armadas, no sentido de que houve, sim, um envolvimento direto do ex-presidente Bolsonaro", completa.</p><p>O debate no Sem Precedentes é conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, e conta também com a participação de Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional.</p>]]>
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      <title>Direito Constitucional | Como separar Supremo e Direito Constitucional em sala de aula?</title>
      <itunes:title>Direito Constitucional | Como separar Supremo e Direito Constitucional em sala de aula?</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Dentro da sala de aula, na disciplina de Direito Constitucional, é preciso separar duas coisas que muitas vezes se misturam: o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) e a Constituição. Ana Laura Barbosa, professora da ESPM, busca esse esforço de investigação junto aos seus alunos. Porque uma coisa é o texto, outra é a interpretação que o tribunal faz do texto.</p><p>Separá-los permite aos alunos perceberem que existe uma diferença entre texto e interpretação que estimula nos estudantes o senso crítico necessário para avaliar se a justificativa apresentada pelos ministros faz sentido ou não.</p><p>Uma estratégia usada pela professora para tornar mais participativa as aulas e despertar o senso crítico dos alunos foi começar a abordar nas aulas mais decisões deliberadas pela Corte. "Eu cheguei à conclusão que dar mais decisões como leitura para aula faz sentido justamente por isso. Eles vão ter as decisões e vão poder avaliar por si mesmos qual é o fundamento, e isso vai ser objeto de discussão na sala de aula. E, na minha visão, isso contribui para não ter só esse ceticismo de que agora mudou porque eles quiseram mudar", ilustra Barbosa.</p><p>Ao longo de sua jornada lecionando aulas de Direito Constitucional, a professora percebe que os alunos já chegam com uma visão a respeito do que é o Supremo, assim como sobre os ministros. Por outro lado, constata que conforme as discussões acerca da Corte são travadas, os estudantes evoluem na percepção do STF e de seu papel.</p><p>"Dá para perceber essa evolução, por mais que seja um aspecto diferente, mas essa evolução na percepção de o que faz o Supremo, qual é a relação do Supremo com os demais órgãos. Então, de fato, acho que contribui para um senso crítico, mas acho que é uma crítica diferente, é uma crítica técnica", afirma.</p><p>Ana Laura Barbosa considera que o Direito é relevante e que "segue sendo mais importante do que o Supremo diz que é o Direito".<br>A professora Ana Laura Barbosa é mais uma entrevistada da série do <strong>JOTA</strong> sobre os desafios de ensinar Direito Constitucional no Brasil atual.<br>A série explora com professores renomados como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário onde a Constituição é não apenas um texto jurídico, mas também o campo de inúmeras disputas sociais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Dentro da sala de aula, na disciplina de Direito Constitucional, é preciso separar duas coisas que muitas vezes se misturam: o Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) e a Constituição. Ana Laura Barbosa, professora da ESPM, busca esse esforço de investigação junto aos seus alunos. Porque uma coisa é o texto, outra é a interpretação que o tribunal faz do texto.</p><p>Separá-los permite aos alunos perceberem que existe uma diferença entre texto e interpretação que estimula nos estudantes o senso crítico necessário para avaliar se a justificativa apresentada pelos ministros faz sentido ou não.</p><p>Uma estratégia usada pela professora para tornar mais participativa as aulas e despertar o senso crítico dos alunos foi começar a abordar nas aulas mais decisões deliberadas pela Corte. "Eu cheguei à conclusão que dar mais decisões como leitura para aula faz sentido justamente por isso. Eles vão ter as decisões e vão poder avaliar por si mesmos qual é o fundamento, e isso vai ser objeto de discussão na sala de aula. E, na minha visão, isso contribui para não ter só esse ceticismo de que agora mudou porque eles quiseram mudar", ilustra Barbosa.</p><p>Ao longo de sua jornada lecionando aulas de Direito Constitucional, a professora percebe que os alunos já chegam com uma visão a respeito do que é o Supremo, assim como sobre os ministros. Por outro lado, constata que conforme as discussões acerca da Corte são travadas, os estudantes evoluem na percepção do STF e de seu papel.</p><p>"Dá para perceber essa evolução, por mais que seja um aspecto diferente, mas essa evolução na percepção de o que faz o Supremo, qual é a relação do Supremo com os demais órgãos. Então, de fato, acho que contribui para um senso crítico, mas acho que é uma crítica diferente, é uma crítica técnica", afirma.</p><p>Ana Laura Barbosa considera que o Direito é relevante e que "segue sendo mais importante do que o Supremo diz que é o Direito".<br>A professora Ana Laura Barbosa é mais uma entrevistada da série do <strong>JOTA</strong> sobre os desafios de ensinar Direito Constitucional no Brasil atual.<br>A série explora com professores renomados como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário onde a Constituição é não apenas um texto jurídico, mas também o campo de inúmeras disputas sociais.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 24 Feb 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Direito Constitucional | Polarização chegou ao ensino e colocou professores na mira de crivo crítico, diz Ingo Sarlet</title>
      <itunes:title>Direito Constitucional | Polarização chegou ao ensino e colocou professores na mira de crivo crítico, diz Ingo Sarlet</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>A transição de um mundo analógico para a era digital, acompanhada por um contexto político marcado por tensionamentos, afetou a atividade do magistério e teve impacto não só no Direito Constitucional -- mas principalmente nele. Essa é a avaliação do professor titular da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Ingo Sarlet. Em entrevista ao <strong>JOTA</strong>, ele afirmou que esse efeito abrange também o plano da gestão acadêmica. “Sinto que os colegas que estão na graduação também estão muito mais submetidos a um crivo crítico, e, às vezes, até uma espécie de monitoramento de que posicionamento vão adotar”, afirma.</p><p>Um exemplo clássico, afirma, é "se o professor defende uma postura amistosa à proteção do ambiente, sempre vai ter alguém que vai dizer, olha, ele é comunista como se uma coisa tivesse relação com a outra."</p><p>Sarlet pondera que com o passar dos anos o contexto foi mudando. Para ele, há dois marcos: o acesso online à jurisprudência e a hiperexposição do Supremo. “Imagina que cada vez mais temas polêmicos, politicamente sensíveis começaram a ser julgados e, ao mesmo tempo, também o ambiente se tornou mais intolerante e mais polarizado.”</p><p>Para o futuro, Sarlet aponta o uso da inteligência artificial em pesquisas acadêmicas como um ponto de atenção. "Tem desafios novos e importantes, inclusive muito sérios para professores, obviamente, para os professores que ainda foram forjados num mundo mais analógico. Eu diria, assim, o uso da inteligência artificial generativa em trabalhos acadêmicos, em pesquisa, e mesmo, nós sabemos, no Judiciário, na advocacia e assim por diante. Mas, especialmente, trabalhos acadêmicos, isso, de fato, é um desafio. Nós ainda não sabemos bem como lidar com isso, como regular isso", avalia.</p><p>O professor Ingo Sarlet é o sétimo entrevistado da série do <strong>JOTA</strong> sobre os desafios de ensinar o Direito Constitucional.</p><p>A série explora com professores renomados como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário onde a Constituição é não apenas um texto jurídico, mas também um campo de inúmeras disputas sociais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A transição de um mundo analógico para a era digital, acompanhada por um contexto político marcado por tensionamentos, afetou a atividade do magistério e teve impacto não só no Direito Constitucional -- mas principalmente nele. Essa é a avaliação do professor titular da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Ingo Sarlet. Em entrevista ao <strong>JOTA</strong>, ele afirmou que esse efeito abrange também o plano da gestão acadêmica. “Sinto que os colegas que estão na graduação também estão muito mais submetidos a um crivo crítico, e, às vezes, até uma espécie de monitoramento de que posicionamento vão adotar”, afirma.</p><p>Um exemplo clássico, afirma, é "se o professor defende uma postura amistosa à proteção do ambiente, sempre vai ter alguém que vai dizer, olha, ele é comunista como se uma coisa tivesse relação com a outra."</p><p>Sarlet pondera que com o passar dos anos o contexto foi mudando. Para ele, há dois marcos: o acesso online à jurisprudência e a hiperexposição do Supremo. “Imagina que cada vez mais temas polêmicos, politicamente sensíveis começaram a ser julgados e, ao mesmo tempo, também o ambiente se tornou mais intolerante e mais polarizado.”</p><p>Para o futuro, Sarlet aponta o uso da inteligência artificial em pesquisas acadêmicas como um ponto de atenção. "Tem desafios novos e importantes, inclusive muito sérios para professores, obviamente, para os professores que ainda foram forjados num mundo mais analógico. Eu diria, assim, o uso da inteligência artificial generativa em trabalhos acadêmicos, em pesquisa, e mesmo, nós sabemos, no Judiciário, na advocacia e assim por diante. Mas, especialmente, trabalhos acadêmicos, isso, de fato, é um desafio. Nós ainda não sabemos bem como lidar com isso, como regular isso", avalia.</p><p>O professor Ingo Sarlet é o sétimo entrevistado da série do <strong>JOTA</strong> sobre os desafios de ensinar o Direito Constitucional.</p><p>A série explora com professores renomados como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário onde a Constituição é não apenas um texto jurídico, mas também um campo de inúmeras disputas sociais.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 03 Mar 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>A transição de um mundo analógico para a era digital, acompanhada por um contexto político marcado por tensionamentos, afetou a atividade do magistério e teve impacto não só no Direito Constitucional -- mas principalmente nele. Essa é a avaliação do professor titular da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Ingo Sarlet. Em entrevista ao <strong>JOTA</strong>, ele afirmou que esse efeito abrange também o plano da gestão acadêmica. “Sinto que os colegas que estão na graduação também estão muito mais submetidos a um crivo crítico, e, às vezes, até uma espécie de monitoramento de que posicionamento vão adotar”, afirma.</p><p>Um exemplo clássico, afirma, é "se o professor defende uma postura amistosa à proteção do ambiente, sempre vai ter alguém que vai dizer, olha, ele é comunista como se uma coisa tivesse relação com a outra."</p><p>Sarlet pondera que com o passar dos anos o contexto foi mudando. Para ele, há dois marcos: o acesso online à jurisprudência e a hiperexposição do Supremo. “Imagina que cada vez mais temas polêmicos, politicamente sensíveis começaram a ser julgados e, ao mesmo tempo, também o ambiente se tornou mais intolerante e mais polarizado.”</p><p>Para o futuro, Sarlet aponta o uso da inteligência artificial em pesquisas acadêmicas como um ponto de atenção. "Tem desafios novos e importantes, inclusive muito sérios para professores, obviamente, para os professores que ainda foram forjados num mundo mais analógico. Eu diria, assim, o uso da inteligência artificial generativa em trabalhos acadêmicos, em pesquisa, e mesmo, nós sabemos, no Judiciário, na advocacia e assim por diante. Mas, especialmente, trabalhos acadêmicos, isso, de fato, é um desafio. Nós ainda não sabemos bem como lidar com isso, como regular isso", avalia.</p><p>O professor Ingo Sarlet é o sétimo entrevistado da série do <strong>JOTA</strong> sobre os desafios de ensinar o Direito Constitucional.</p><p>A série explora com professores renomados como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário onde a Constituição é não apenas um texto jurídico, mas também um campo de inúmeras disputas sociais.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Direito Constitucional | Como mostrar o erro das decisões do STF em sala, sem deslegitimar o Supremo</title>
      <itunes:title>Direito Constitucional | Como mostrar o erro das decisões do STF em sala, sem deslegitimar o Supremo</itunes:title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Em 2004 e 2005, quando o professor de Direito Constitucional da Universidade Federal do Paraná (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/ufpr">UFPR</a>) e da Universidade de Brasília (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/UnB">UnB</a>), Miguel Godoy, era estudante o ensino da disciplina que hoje ele ministra se limitava à leitura dos artigos da Constituição. O Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) era citado nas aulas apenas em momentos muito pontuais, como quando havia mudança de composição. Era o primeiro mandato do presidente Lula.</p><p>"Hoje isso mudou, mudou porque o Supremo mudou, e a interpretação e aplicação da Constituição também é outra", conta em entrevista ao <strong>JOTA</strong>. "Quem define, sobretudo, a interpretação e aplicação da Constituição é o Poder Judiciário, em especial o Supremo Tribunal Federal. E aí ele ganha protagonismo, não só como intérprete-guardião da Constituição. Como ele gosta de dizer, é aquele que detém a última palavra", completa. Uma última palavra bastante relativa, na visão de Godoy.</p><p>Como o Supremo assumiu uma centralidade jurídica e política, com ministros se manifestando na televisão, nas rádios, e nas redes sociais, a Corte passou a ser muito mais presente nas aulas de Direito Constitucional. "Os alunos sempre perguntam muito sobre o Supremo. 'Poxa, professor, mas é possível fazer isso?'", diz. Neste contexto, o desafio, segundo Godoy, é "mostrar o erro das decisões no mérito, o equívoco na condução do processo, sem deslegitimar a instituição e sem retirar a autoridade dos ministros".</p><p>O professor Miguel Godoy é mais um entrevistado da série do <strong>JOTA</strong> sobre os desafios de ensinar o Direito Constitucional no Brasil polarizado.<br>A série explora com professores renomados como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário em que a Constituição é não apenas um texto jurídico, mas também um campo de inúmeras disputas sociais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em 2004 e 2005, quando o professor de Direito Constitucional da Universidade Federal do Paraná (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/ufpr">UFPR</a>) e da Universidade de Brasília (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/UnB">UnB</a>), Miguel Godoy, era estudante o ensino da disciplina que hoje ele ministra se limitava à leitura dos artigos da Constituição. O Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) era citado nas aulas apenas em momentos muito pontuais, como quando havia mudança de composição. Era o primeiro mandato do presidente Lula.</p><p>"Hoje isso mudou, mudou porque o Supremo mudou, e a interpretação e aplicação da Constituição também é outra", conta em entrevista ao <strong>JOTA</strong>. "Quem define, sobretudo, a interpretação e aplicação da Constituição é o Poder Judiciário, em especial o Supremo Tribunal Federal. E aí ele ganha protagonismo, não só como intérprete-guardião da Constituição. Como ele gosta de dizer, é aquele que detém a última palavra", completa. Uma última palavra bastante relativa, na visão de Godoy.</p><p>Como o Supremo assumiu uma centralidade jurídica e política, com ministros se manifestando na televisão, nas rádios, e nas redes sociais, a Corte passou a ser muito mais presente nas aulas de Direito Constitucional. "Os alunos sempre perguntam muito sobre o Supremo. 'Poxa, professor, mas é possível fazer isso?'", diz. Neste contexto, o desafio, segundo Godoy, é "mostrar o erro das decisões no mérito, o equívoco na condução do processo, sem deslegitimar a instituição e sem retirar a autoridade dos ministros".</p><p>O professor Miguel Godoy é mais um entrevistado da série do <strong>JOTA</strong> sobre os desafios de ensinar o Direito Constitucional no Brasil polarizado.<br>A série explora com professores renomados como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário em que a Constituição é não apenas um texto jurídico, mas também um campo de inúmeras disputas sociais.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 10 Mar 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>Em 2004 e 2005, quando o professor de Direito Constitucional da Universidade Federal do Paraná (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/ufpr">UFPR</a>) e da Universidade de Brasília (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/UnB">UnB</a>), Miguel Godoy, era estudante o ensino da disciplina que hoje ele ministra se limitava à leitura dos artigos da Constituição. O Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) era citado nas aulas apenas em momentos muito pontuais, como quando havia mudança de composição. Era o primeiro mandato do presidente Lula.</p><p>"Hoje isso mudou, mudou porque o Supremo mudou, e a interpretação e aplicação da Constituição também é outra", conta em entrevista ao <strong>JOTA</strong>. "Quem define, sobretudo, a interpretação e aplicação da Constituição é o Poder Judiciário, em especial o Supremo Tribunal Federal. E aí ele ganha protagonismo, não só como intérprete-guardião da Constituição. Como ele gosta de dizer, é aquele que detém a última palavra", completa. Uma última palavra bastante relativa, na visão de Godoy.</p><p>Como o Supremo assumiu uma centralidade jurídica e política, com ministros se manifestando na televisão, nas rádios, e nas redes sociais, a Corte passou a ser muito mais presente nas aulas de Direito Constitucional. "Os alunos sempre perguntam muito sobre o Supremo. 'Poxa, professor, mas é possível fazer isso?'", diz. Neste contexto, o desafio, segundo Godoy, é "mostrar o erro das decisões no mérito, o equívoco na condução do processo, sem deslegitimar a instituição e sem retirar a autoridade dos ministros".</p><p>O professor Miguel Godoy é mais um entrevistado da série do <strong>JOTA</strong> sobre os desafios de ensinar o Direito Constitucional no Brasil polarizado.<br>A série explora com professores renomados como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário em que a Constituição é não apenas um texto jurídico, mas também um campo de inúmeras disputas sociais.</p>]]>
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      <title>Por que Bolsonaro será julgado pela 1ª Turma do STF? | Podcast Sem Precedentes #184</title>
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        <![CDATA[<p>O <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/sem-precedentes">Sem Precedentes</a> desta semana discute o julgamento do ex-presidente <a href="https://www.jota.info/eleicoes/jair-bolsonaro-a-trajetoria-militar-e-politica-do-presidente-que-busca-a-reeleicao">Jair Bolsonaro</a> (PL) e de seus ex-assessores por tentativa de golpe de Estado. O episódio examina por que o ex-presidente será julgado no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) e, especificamente, na 1ª Turma. Além disso, o podcast analisou a decisão do <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a> de rever <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-tem-maioria-para-manter-acoes-penais-de-autoridades-que-ja-deixaram-mandato">o entendimento sobre o foro por prerrogativa de função,</a> uma mudança que impacta diretamente o caso de Bolsonaro.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com a participação de Luiz Fernando Esteves, professor do Insper e doutor em Direito do Estado; e Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional.</p><p>O presidente da 1ª Turma, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/cristiano-zanin">Cristiano Zanin</a>, <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/julgamento-do-oferecimento-de-denuncia-contra-bolsonaro-sera-em-25-de-marco">marcou para o dia 25 de março</a> o julgamento que vai decidir se o ex-presidente e mais sete aliados se tornam réus em ação penal sobre a tentativa de golpe nas eleições de 2022. O relator da ação, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a>, liberou os autos para julgamento logo após a manifestação do procurador-geral da República, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/paulo-gonet">Paulo Gonet</a>, pelo recebimento da denúncia.</p><p>Antes disso, na sessão virtual do Plenário finalizada na última terça-feira (11/3), os ministros decidiram que investigações de autoridades – como parlamentares, ex-presidentes e ministros de Estado – devem permanecer no STF mesmo após o fim do mandato caso o crime tenha sido cometido durante o período em que ocupava o cargo. O entendimento de até então era que no fim do exercício da função pública, o foro privilegiado acabava.</p><p>De acordo com Esteves, esse julgamento coloca fim à dúvida que existia sobre a competência do STF julgar Bolsonaro.<br>"A denúncia relata diversos episódios em que os encontros aconteceram no Palácio do Planalto, em que o presidente teria movimentado a máquina pública [...]. De acordo com a denúncia, não existem dúvidas que os crimes foram praticados no mandato e relacionados com o mandato. Então, quanto a isso, a nova regra do foro prorrogativo de função do STF dá conta de explicar por que Jair Bolsonaro é processado no STF", diz o professor do Insper.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/sem-precedentes">Sem Precedentes</a> desta semana discute o julgamento do ex-presidente <a href="https://www.jota.info/eleicoes/jair-bolsonaro-a-trajetoria-militar-e-politica-do-presidente-que-busca-a-reeleicao">Jair Bolsonaro</a> (PL) e de seus ex-assessores por tentativa de golpe de Estado. O episódio examina por que o ex-presidente será julgado no Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>) e, especificamente, na 1ª Turma. Além disso, o podcast analisou a decisão do <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a> de rever <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/stf-tem-maioria-para-manter-acoes-penais-de-autoridades-que-ja-deixaram-mandato">o entendimento sobre o foro por prerrogativa de função,</a> uma mudança que impacta diretamente o caso de Bolsonaro.</p><p>Conduzido pelo diretor de Conteúdo do JOTA, Felipe Recondo, o debate conta com a participação de Luiz Fernando Esteves, professor do Insper e doutor em Direito do Estado; e Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional.</p><p>O presidente da 1ª Turma, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/cristiano-zanin">Cristiano Zanin</a>, <a href="https://www.jota.info/stf/do-supremo/julgamento-do-oferecimento-de-denuncia-contra-bolsonaro-sera-em-25-de-marco">marcou para o dia 25 de março</a> o julgamento que vai decidir se o ex-presidente e mais sete aliados se tornam réus em ação penal sobre a tentativa de golpe nas eleições de 2022. O relator da ação, ministro <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/alexandre-de-moraes">Alexandre de Moraes</a>, liberou os autos para julgamento logo após a manifestação do procurador-geral da República, <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/paulo-gonet">Paulo Gonet</a>, pelo recebimento da denúncia.</p><p>Antes disso, na sessão virtual do Plenário finalizada na última terça-feira (11/3), os ministros decidiram que investigações de autoridades – como parlamentares, ex-presidentes e ministros de Estado – devem permanecer no STF mesmo após o fim do mandato caso o crime tenha sido cometido durante o período em que ocupava o cargo. O entendimento de até então era que no fim do exercício da função pública, o foro privilegiado acabava.</p><p>De acordo com Esteves, esse julgamento coloca fim à dúvida que existia sobre a competência do STF julgar Bolsonaro.<br>"A denúncia relata diversos episódios em que os encontros aconteceram no Palácio do Planalto, em que o presidente teria movimentado a máquina pública [...]. De acordo com a denúncia, não existem dúvidas que os crimes foram praticados no mandato e relacionados com o mandato. Então, quanto a isso, a nova regra do foro prorrogativo de função do STF dá conta de explicar por que Jair Bolsonaro é processado no STF", diz o professor do Insper.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 14 Mar 2025 21:05:39 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Direito Constitucional | Alunos veem Direito Constitucional como instrumento de poder, diz Horbach</title>
      <itunes:title>Direito Constitucional | Alunos veem Direito Constitucional como instrumento de poder, diz Horbach</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>O ensino do Direito Constitucional hoje guarda uma diferença já visível na comparação com o passado. E uma das primeiras diferenças é que os alunos sabem que estão diante de uma ferramenta política. “Hoje, os alunos já chegam no Direito Constitucional tendo a consciência de que vão lidar com um instrumento de influência política, um instrumento de poder”, avalia Carlos Bastide Horbach, professor-doutor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).</p><p>Em entrevista ao JOTA, ele explica que parte dessa mudança se deve à maneira como os estudantes enxergam o Supremo Tribunal Federal (STF) e como a Corte foi conquistando protagonismo após a promulgação da Constituição em 1988. Horbach também compara ponto a ponto como era o ensino do Direito Constitucional na época em que foi estudante, no início da década de 1990, e como é hoje.</p><p>Ele recorda que “ninguém dava muita ênfase ao Direito Constitucional” e que discutir uma ação direta de inconstitucionalidade era algo quase que alheio à realidade. “Os exemplos se tornam muito mais presentes no cotidiano dos alunos, e isso faz com que eles se sintam até mais interessados em relação aos temas. Os temas não são coisas distantes ou abstratas, como eram na minha época.”</p><p>“Hoje em dia o Direito Constitucional é percebido pelo aluno como algo que impacta em N questões jurídicas para muito além daquilo que na minha graduação se entendia como Direito Constitucional. Tanto que não é só no Constitucional que a jurisprudência do Supremo virou um referencial primordial”, acrescenta.</p><p>Em meio a essa amplitude e influência do Direito Constitucional, Horbach considera um desafio "demonstrar para o aluno que existem várias possibilidades de interpretação dentro dos limites fixados pela norma e que são intransponíveis.”</p><p>O professor Carlos Bastide Horbach é mais um entrevistado da série do JOTA sobre os desafios de ensinar Direito Constitucional no Brasil atual. (editado) </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O ensino do Direito Constitucional hoje guarda uma diferença já visível na comparação com o passado. E uma das primeiras diferenças é que os alunos sabem que estão diante de uma ferramenta política. “Hoje, os alunos já chegam no Direito Constitucional tendo a consciência de que vão lidar com um instrumento de influência política, um instrumento de poder”, avalia Carlos Bastide Horbach, professor-doutor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).</p><p>Em entrevista ao JOTA, ele explica que parte dessa mudança se deve à maneira como os estudantes enxergam o Supremo Tribunal Federal (STF) e como a Corte foi conquistando protagonismo após a promulgação da Constituição em 1988. Horbach também compara ponto a ponto como era o ensino do Direito Constitucional na época em que foi estudante, no início da década de 1990, e como é hoje.</p><p>Ele recorda que “ninguém dava muita ênfase ao Direito Constitucional” e que discutir uma ação direta de inconstitucionalidade era algo quase que alheio à realidade. “Os exemplos se tornam muito mais presentes no cotidiano dos alunos, e isso faz com que eles se sintam até mais interessados em relação aos temas. Os temas não são coisas distantes ou abstratas, como eram na minha época.”</p><p>“Hoje em dia o Direito Constitucional é percebido pelo aluno como algo que impacta em N questões jurídicas para muito além daquilo que na minha graduação se entendia como Direito Constitucional. Tanto que não é só no Constitucional que a jurisprudência do Supremo virou um referencial primordial”, acrescenta.</p><p>Em meio a essa amplitude e influência do Direito Constitucional, Horbach considera um desafio "demonstrar para o aluno que existem várias possibilidades de interpretação dentro dos limites fixados pela norma e que são intransponíveis.”</p><p>O professor Carlos Bastide Horbach é mais um entrevistado da série do JOTA sobre os desafios de ensinar Direito Constitucional no Brasil atual. (editado) </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 17 Mar 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O ensino do Direito Constitucional hoje guarda uma diferença já visível na comparação com o passado. E uma das primeiras diferenças é que os alunos sabem que estão diante de uma ferramenta política. “Hoje, os alunos já chegam no Direito Constitucional tendo a consciência de que vão lidar com um instrumento de influência política, um instrumento de poder”, avalia Carlos Bastide Horbach, professor-doutor da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).</p><p>Em entrevista ao JOTA, ele explica que parte dessa mudança se deve à maneira como os estudantes enxergam o Supremo Tribunal Federal (STF) e como a Corte foi conquistando protagonismo após a promulgação da Constituição em 1988. Horbach também compara ponto a ponto como era o ensino do Direito Constitucional na época em que foi estudante, no início da década de 1990, e como é hoje.</p><p>Ele recorda que “ninguém dava muita ênfase ao Direito Constitucional” e que discutir uma ação direta de inconstitucionalidade era algo quase que alheio à realidade. “Os exemplos se tornam muito mais presentes no cotidiano dos alunos, e isso faz com que eles se sintam até mais interessados em relação aos temas. Os temas não são coisas distantes ou abstratas, como eram na minha época.”</p><p>“Hoje em dia o Direito Constitucional é percebido pelo aluno como algo que impacta em N questões jurídicas para muito além daquilo que na minha graduação se entendia como Direito Constitucional. Tanto que não é só no Constitucional que a jurisprudência do Supremo virou um referencial primordial”, acrescenta.</p><p>Em meio a essa amplitude e influência do Direito Constitucional, Horbach considera um desafio "demonstrar para o aluno que existem várias possibilidades de interpretação dentro dos limites fixados pela norma e que são intransponíveis.”</p><p>O professor Carlos Bastide Horbach é mais um entrevistado da série do JOTA sobre os desafios de ensinar Direito Constitucional no Brasil atual. (editado) </p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Perguntas e respostas sobre o julgamento de Bolsonaro | Podcast Sem Precedentes #185</title>
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        <![CDATA[<p>Tem dúvidas sobre o julgamento da denúncia contra o ex-presidente <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/sem-precedentes">Jair Bolsonaro</a>? Os participantes do <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/sem-precedentes">Sem Precedentes</a> também. No episódio desta semana, o podcast discute o que está por trás do processo que será analisado a partir de terça-feira (26/3) pela <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/1a-turma-do-stf">1ª Turma</a> do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>).</p><p>Os participantes do podcast estão convencidos de que a denúncia apresentada pelo <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/pgr">procurador-geral da República</a>, Paulo Gonet, será recebida – e por ampla maioria. Mas o que exatamente está sendo julgado? E até onde esse processo pode ir?</p><p>Conduzido por Felipe Recondo, diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, o debate reúne Davi Tangerino, advogado e professor de Direito Penal; Juliana Cesario Alvim, professora adjunta da Faculdade de Direito e Ciências do Estado da UFMG; Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional; e Ana Laura Barbosa, professora de Direito Constitucional na ESPM.</p><p><strong>A amplitude do julgamento</strong><br>Um dos questionamentos que surgiu durante o episódio é se Bolsonaro teria feito apenas uma tentativa de golpe, ou se promoveu uma série de investidas ao longo do mandato. “Não é uma pergunta retórica”, afirma Recondo. A resposta tem consequências jurídicas severas.<br>O professor Davi Tangerino chamou atenção para os desafios jurídicos na formulação da denúncia contra o ex-presidente. Segundo ele, o ponto central é compreender que a denúncia é, antes de tudo, um projeto de acusação, baseado em uma interpretação jurídica de fatos colhidos durante a investigação.</p><p>Tangerino destacou ainda a dificuldade de aplicar tipos penais inéditos no país, como os crimes contra o Estado Democrático de Direito. “Nós temos uma longa e consolidada tradição de <em>standard</em> mínimo para começar o julgamento de roubo, estupro, corrupção. E estamos levando a julgamento, pela primeira vez, esses tipos penais”, disse.</p><p>Para ele, a denúncia mistura elementos centrais e acessórios, e será preciso “afunilar o que é tentativa de golpe, o que é antecedente e o que é consequente”.</p><p>Outro ponto levantado ao longo do podcast diz respeito à existência de provas concretas que vinculem Bolsonaro diretamente aos atos golpistas de 8 de janeiro. O episódio debate até que ponto os indícios apresentados pela PGR são suficientes para sustentar uma acusação por tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito — crime previsto no artigo 359-L do Código Penal.</p><p>A expectativa é que o julgamento seja concluído até quarta-feira (27/3). Se a denúncia for recebida, Bolsonaro e seus aliados passam à condição de réus. Tanto no Supremo quanto na Procuradoria, a previsão é de que a ação penal seja julgada ainda em 2025.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Tem dúvidas sobre o julgamento da denúncia contra o ex-presidente <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/sem-precedentes">Jair Bolsonaro</a>? Os participantes do <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/sem-precedentes">Sem Precedentes</a> também. No episódio desta semana, o podcast discute o que está por trás do processo que será analisado a partir de terça-feira (26/3) pela <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/1a-turma-do-stf">1ª Turma</a> do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/stf">STF</a>).</p><p>Os participantes do podcast estão convencidos de que a denúncia apresentada pelo <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/pgr">procurador-geral da República</a>, Paulo Gonet, será recebida – e por ampla maioria. Mas o que exatamente está sendo julgado? E até onde esse processo pode ir?</p><p>Conduzido por Felipe Recondo, diretor de Conteúdo do <strong>JOTA</strong>, o debate reúne Davi Tangerino, advogado e professor de Direito Penal; Juliana Cesario Alvim, professora adjunta da Faculdade de Direito e Ciências do Estado da UFMG; Thomaz Pereira, especialista em Direito Constitucional; e Ana Laura Barbosa, professora de Direito Constitucional na ESPM.</p><p><strong>A amplitude do julgamento</strong><br>Um dos questionamentos que surgiu durante o episódio é se Bolsonaro teria feito apenas uma tentativa de golpe, ou se promoveu uma série de investidas ao longo do mandato. “Não é uma pergunta retórica”, afirma Recondo. A resposta tem consequências jurídicas severas.<br>O professor Davi Tangerino chamou atenção para os desafios jurídicos na formulação da denúncia contra o ex-presidente. Segundo ele, o ponto central é compreender que a denúncia é, antes de tudo, um projeto de acusação, baseado em uma interpretação jurídica de fatos colhidos durante a investigação.</p><p>Tangerino destacou ainda a dificuldade de aplicar tipos penais inéditos no país, como os crimes contra o Estado Democrático de Direito. “Nós temos uma longa e consolidada tradição de <em>standard</em> mínimo para começar o julgamento de roubo, estupro, corrupção. E estamos levando a julgamento, pela primeira vez, esses tipos penais”, disse.</p><p>Para ele, a denúncia mistura elementos centrais e acessórios, e será preciso “afunilar o que é tentativa de golpe, o que é antecedente e o que é consequente”.</p><p>Outro ponto levantado ao longo do podcast diz respeito à existência de provas concretas que vinculem Bolsonaro diretamente aos atos golpistas de 8 de janeiro. O episódio debate até que ponto os indícios apresentados pela PGR são suficientes para sustentar uma acusação por tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito — crime previsto no artigo 359-L do Código Penal.</p><p>A expectativa é que o julgamento seja concluído até quarta-feira (27/3). Se a denúncia for recebida, Bolsonaro e seus aliados passam à condição de réus. Tanto no Supremo quanto na Procuradoria, a previsão é de que a ação penal seja julgada ainda em 2025.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 21 Mar 2025 20:08:03 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Direito Constitucional | Debate sobre Constituição passou de promover direitos a como impedir golpe</title>
      <itunes:title>Direito Constitucional | Debate sobre Constituição passou de promover direitos a como impedir golpe</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Professor há mais de 20 anos, Marcelo Labanca, que dá aulas de <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/direito-constitucional">Direito Constitucional</a> na Universidade Católica de Pernambuco, afirma que viu uma transformação no debate sobre Direito Constitucional neste período, que foi do campo dos direitos fundamentais para a arena política. “E eu confesso que nos últimos tempos [dar aula de Direito Constitucional] tem sido um grande desafio”, diz.</p><p>Ele diz que quando começou a dar aula a discussão era sobre a Constituição como limite ao poder do Estado e, ao mesmo tempo, de defesa de direitos, sobre como promover mais direitos sociais. “Então a discussão era outra, a discussão era sobre a efetividade de direitos sociais, a discussão não era sobre utilizar a Constituição para poder impedir golpe de Estado, utilizar a Constituição para poder impedir autoritarismo, isso estava no passado. Porque você não imaginava pensar em um novo golpe de Estado depois da experiência brasileira em 1964.”</p><p>Para Labanca, esse debate tem se intensificado nas salas de aula, principalmente na pós-graduação. “Infelizmente, há casos em que você não tem no aluno de pós-graduação uma visão crítica para perceber as falácias do uso de argumentos constitucionais”, diz. Ele cita como exemplo a interpretação sobre o uso da expressão “dentro das quatro linhas da Constituição”, que era muito utilizada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, denunciado por tentativa de golpe de Estado pela Procuradoria-Geral da República (PGR). “Mas ele está dentro da Constituição por quê?”</p><p>A Constituição Federal, afirma Labanca, passou a ser usada para sustentar questões que estão mais inseridas na política, e essa mudança não ocorre somente no Brasil, mas mundialmente. “A gente está preso em um tipo de discussão que a gente não deveria estar mais”, considera.</p><p>O professor Marcelo Labanca é mais um entrevistado da série do <strong>JOTA</strong> sobre os desafios de ensinar Direito Constitucional no Brasil atual.</p><p>A série explora com professores renomados como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário onde a Constituição é não apenas um texto jurídico, mas também um campo de inúmeras disputas sociais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Professor há mais de 20 anos, Marcelo Labanca, que dá aulas de <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/direito-constitucional">Direito Constitucional</a> na Universidade Católica de Pernambuco, afirma que viu uma transformação no debate sobre Direito Constitucional neste período, que foi do campo dos direitos fundamentais para a arena política. “E eu confesso que nos últimos tempos [dar aula de Direito Constitucional] tem sido um grande desafio”, diz.</p><p>Ele diz que quando começou a dar aula a discussão era sobre a Constituição como limite ao poder do Estado e, ao mesmo tempo, de defesa de direitos, sobre como promover mais direitos sociais. “Então a discussão era outra, a discussão era sobre a efetividade de direitos sociais, a discussão não era sobre utilizar a Constituição para poder impedir golpe de Estado, utilizar a Constituição para poder impedir autoritarismo, isso estava no passado. Porque você não imaginava pensar em um novo golpe de Estado depois da experiência brasileira em 1964.”</p><p>Para Labanca, esse debate tem se intensificado nas salas de aula, principalmente na pós-graduação. “Infelizmente, há casos em que você não tem no aluno de pós-graduação uma visão crítica para perceber as falácias do uso de argumentos constitucionais”, diz. Ele cita como exemplo a interpretação sobre o uso da expressão “dentro das quatro linhas da Constituição”, que era muito utilizada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, denunciado por tentativa de golpe de Estado pela Procuradoria-Geral da República (PGR). “Mas ele está dentro da Constituição por quê?”</p><p>A Constituição Federal, afirma Labanca, passou a ser usada para sustentar questões que estão mais inseridas na política, e essa mudança não ocorre somente no Brasil, mas mundialmente. “A gente está preso em um tipo de discussão que a gente não deveria estar mais”, considera.</p><p>O professor Marcelo Labanca é mais um entrevistado da série do <strong>JOTA</strong> sobre os desafios de ensinar Direito Constitucional no Brasil atual.</p><p>A série explora com professores renomados como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário onde a Constituição é não apenas um texto jurídico, mas também um campo de inúmeras disputas sociais.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 24 Mar 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Bolsonaro tem alguma chance no STF? | Podcast Sem Precedentes #186</title>
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        <![CDATA[<p>No episódio desta semana, o podcast Sem Precedentes analisa o julgamento da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que, por unanimidade, recebeu a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e sete aliados, no caso que apura a tentativa de golpe de Estado em 8 de janeiro de 2023.</p><p>Logo no início do episódio, o time de analistas discute os fundamentos da decisão e o impacto da rejeição de todas as objeções processuais apresentadas pelas defesas. Para Felipe Recondo, apresentador do programa e diretor de conteúdo do JOTA, isso dá mais força institucional ao relator, ministro Alexandre de Moraes.</p><p>"Muitas objeções continuarão sendo feitas tanto por nós aqui, quanto por advogados, pela academia, por quem observa o Tribunal, mas institucionalmente é importante ressaltar que os ministros rejeitaram todas as preliminares que foram levantadas pela defesa, de cerceamento do direito de defesa, falta de acesso às provas, mesmo a de pressão sobre Mauro Cid para manter sua delação premiada", afirma o Recondo.</p><p>O episódio conta também com a participação de Juliana Cesario Alvim, professora da Faculdade de Direito e Ciências do Estado da UFMG, e Diego Werneck Arguelhes, professor de Direito Constitucional do Insper.</p><p>Cesario Alvim observa que a 1ª Turma acabou se debruçando sobre aspectos que tangenciam o mérito da acusação. Segundo ela, a exibição de vídeos dos ataques do 8 de janeiro indica uma estratégia de comunicação com a sociedade e de reação às teses da defesa. “O Tribunal não deixou a fervura baixar, manteve a temperatura lá no alto”, afirma a professora.</p><p>Já Werneck ressalta que o Supremo, ao longo da sessão, demonstrou ser uma "câmara de eco dos debates que estão acontecendo" na sociedade atualmente.</p><p>Para o professor, as menções a documentos do governo dos Estados Unidos e a até a filmes do Oscar reforçam essa percepção. “Isso não deixa de passar um certo recibo. Você está dizendo: ‘estou acompanhando o que está acontecendo, isso me afeta e vou responder’”, avalia o professor.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No episódio desta semana, o podcast Sem Precedentes analisa o julgamento da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que, por unanimidade, recebeu a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e sete aliados, no caso que apura a tentativa de golpe de Estado em 8 de janeiro de 2023.</p><p>Logo no início do episódio, o time de analistas discute os fundamentos da decisão e o impacto da rejeição de todas as objeções processuais apresentadas pelas defesas. Para Felipe Recondo, apresentador do programa e diretor de conteúdo do JOTA, isso dá mais força institucional ao relator, ministro Alexandre de Moraes.</p><p>"Muitas objeções continuarão sendo feitas tanto por nós aqui, quanto por advogados, pela academia, por quem observa o Tribunal, mas institucionalmente é importante ressaltar que os ministros rejeitaram todas as preliminares que foram levantadas pela defesa, de cerceamento do direito de defesa, falta de acesso às provas, mesmo a de pressão sobre Mauro Cid para manter sua delação premiada", afirma o Recondo.</p><p>O episódio conta também com a participação de Juliana Cesario Alvim, professora da Faculdade de Direito e Ciências do Estado da UFMG, e Diego Werneck Arguelhes, professor de Direito Constitucional do Insper.</p><p>Cesario Alvim observa que a 1ª Turma acabou se debruçando sobre aspectos que tangenciam o mérito da acusação. Segundo ela, a exibição de vídeos dos ataques do 8 de janeiro indica uma estratégia de comunicação com a sociedade e de reação às teses da defesa. “O Tribunal não deixou a fervura baixar, manteve a temperatura lá no alto”, afirma a professora.</p><p>Já Werneck ressalta que o Supremo, ao longo da sessão, demonstrou ser uma "câmara de eco dos debates que estão acontecendo" na sociedade atualmente.</p><p>Para o professor, as menções a documentos do governo dos Estados Unidos e a até a filmes do Oscar reforçam essa percepção. “Isso não deixa de passar um certo recibo. Você está dizendo: ‘estou acompanhando o que está acontecendo, isso me afeta e vou responder’”, avalia o professor.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 28 Mar 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>No episódio desta semana, o podcast Sem Precedentes analisa o julgamento da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que, por unanimidade, recebeu a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e sete aliados, no caso que apura a tentativa de golpe de Estado em 8 de janeiro de 2023.</p><p>Logo no início do episódio, o time de analistas discute os fundamentos da decisão e o impacto da rejeição de todas as objeções processuais apresentadas pelas defesas. Para Felipe Recondo, apresentador do programa e diretor de conteúdo do JOTA, isso dá mais força institucional ao relator, ministro Alexandre de Moraes.</p><p>"Muitas objeções continuarão sendo feitas tanto por nós aqui, quanto por advogados, pela academia, por quem observa o Tribunal, mas institucionalmente é importante ressaltar que os ministros rejeitaram todas as preliminares que foram levantadas pela defesa, de cerceamento do direito de defesa, falta de acesso às provas, mesmo a de pressão sobre Mauro Cid para manter sua delação premiada", afirma o Recondo.</p><p>O episódio conta também com a participação de Juliana Cesario Alvim, professora da Faculdade de Direito e Ciências do Estado da UFMG, e Diego Werneck Arguelhes, professor de Direito Constitucional do Insper.</p><p>Cesario Alvim observa que a 1ª Turma acabou se debruçando sobre aspectos que tangenciam o mérito da acusação. Segundo ela, a exibição de vídeos dos ataques do 8 de janeiro indica uma estratégia de comunicação com a sociedade e de reação às teses da defesa. “O Tribunal não deixou a fervura baixar, manteve a temperatura lá no alto”, afirma a professora.</p><p>Já Werneck ressalta que o Supremo, ao longo da sessão, demonstrou ser uma "câmara de eco dos debates que estão acontecendo" na sociedade atualmente.</p><p>Para o professor, as menções a documentos do governo dos Estados Unidos e a até a filmes do Oscar reforçam essa percepção. “Isso não deixa de passar um certo recibo. Você está dizendo: ‘estou acompanhando o que está acontecendo, isso me afeta e vou responder’”, avalia o professor.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Direito Constitucional | O efeito STF na sala de aula: 'É menos passividade e mais engajamento'</title>
      <itunes:title>Direito Constitucional | O efeito STF na sala de aula: 'É menos passividade e mais engajamento'</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Nos últimos anos, as instituições ganharam espaço e se tornaram protagonistas no ensino do Direito Constitucional. Ao JOTA, o professor Virgílio Afonso da Silva, da Universidade de São Paulo (USP), contou que quando era estudante, o Supremo Tribunal Federal (STF) praticamente não aparecia nas aulas de Direito Constitucional. Os alunos estudavam controle de constitucionalidade, claro, mas não passava disso.</p><p>“O STF tinha um papel marginal nas aulas de Direito Constitucional. Na verdade, em geral, discussão sobre instituições tinha um papel marginal", avalia. "Hoje, o interesse é mais forte, isso faz com que, em alguns momentos, eu tenha que lidar com debates que talvez eu lidasse menos há 20 anos, há 15 anos, porque tinha um interesse menor na instituição”, diz.</p><p>Virgílio Afonso da Silva conta que um pouco depois de quando começou a dar aula, as decisões do STF sobre aborto de feto anencéfalo e sobre ações afirmativas em universidades já geravam debates acalorados. Mas algo mudou. "Eventualmente, hoje, depende de onde você está e com quem você conversa, o debate pode ser mais do que acalorado, ele pode ser agressivo. E acho que isso existia menos no passado", avalia.</p><p>Com alguma frequência, o professor afirma que precisa descer em algumas minúcias para explicar o funcionamento do STF, explicar como determinadas coisas funcionam, se elas deveriam funcionar dessa forma, ou se, eventualmente, deveriam funcionar de outra forma. Um exemplo que ele cita é a indicação de ministro para a Corte. “Isso está no debate do dia a dia das pessoas, e há vinte anos não estava.”</p><p>Essa mudança, diz ele, fez com que as aulas também fossem pautadas em desmistificar preconceitos, discutir quais são as alternativas, como poderia ser diferente. “Isso para as pessoas perceberem que as coisas são muito mais complexas do que às vezes elas imaginam", conta o professor, que aponta haver menos passividade e mais engajamento, mais interesse por parte dos alunos nestas questões.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Nos últimos anos, as instituições ganharam espaço e se tornaram protagonistas no ensino do Direito Constitucional. Ao JOTA, o professor Virgílio Afonso da Silva, da Universidade de São Paulo (USP), contou que quando era estudante, o Supremo Tribunal Federal (STF) praticamente não aparecia nas aulas de Direito Constitucional. Os alunos estudavam controle de constitucionalidade, claro, mas não passava disso.</p><p>“O STF tinha um papel marginal nas aulas de Direito Constitucional. Na verdade, em geral, discussão sobre instituições tinha um papel marginal", avalia. "Hoje, o interesse é mais forte, isso faz com que, em alguns momentos, eu tenha que lidar com debates que talvez eu lidasse menos há 20 anos, há 15 anos, porque tinha um interesse menor na instituição”, diz.</p><p>Virgílio Afonso da Silva conta que um pouco depois de quando começou a dar aula, as decisões do STF sobre aborto de feto anencéfalo e sobre ações afirmativas em universidades já geravam debates acalorados. Mas algo mudou. "Eventualmente, hoje, depende de onde você está e com quem você conversa, o debate pode ser mais do que acalorado, ele pode ser agressivo. E acho que isso existia menos no passado", avalia.</p><p>Com alguma frequência, o professor afirma que precisa descer em algumas minúcias para explicar o funcionamento do STF, explicar como determinadas coisas funcionam, se elas deveriam funcionar dessa forma, ou se, eventualmente, deveriam funcionar de outra forma. Um exemplo que ele cita é a indicação de ministro para a Corte. “Isso está no debate do dia a dia das pessoas, e há vinte anos não estava.”</p><p>Essa mudança, diz ele, fez com que as aulas também fossem pautadas em desmistificar preconceitos, discutir quais são as alternativas, como poderia ser diferente. “Isso para as pessoas perceberem que as coisas são muito mais complexas do que às vezes elas imaginam", conta o professor, que aponta haver menos passividade e mais engajamento, mais interesse por parte dos alunos nestas questões.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 31 Mar 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>Nos últimos anos, as instituições ganharam espaço e se tornaram protagonistas no ensino do Direito Constitucional. Ao JOTA, o professor Virgílio Afonso da Silva, da Universidade de São Paulo (USP), contou que quando era estudante, o Supremo Tribunal Federal (STF) praticamente não aparecia nas aulas de Direito Constitucional. Os alunos estudavam controle de constitucionalidade, claro, mas não passava disso.</p><p>“O STF tinha um papel marginal nas aulas de Direito Constitucional. Na verdade, em geral, discussão sobre instituições tinha um papel marginal", avalia. "Hoje, o interesse é mais forte, isso faz com que, em alguns momentos, eu tenha que lidar com debates que talvez eu lidasse menos há 20 anos, há 15 anos, porque tinha um interesse menor na instituição”, diz.</p><p>Virgílio Afonso da Silva conta que um pouco depois de quando começou a dar aula, as decisões do STF sobre aborto de feto anencéfalo e sobre ações afirmativas em universidades já geravam debates acalorados. Mas algo mudou. "Eventualmente, hoje, depende de onde você está e com quem você conversa, o debate pode ser mais do que acalorado, ele pode ser agressivo. E acho que isso existia menos no passado", avalia.</p><p>Com alguma frequência, o professor afirma que precisa descer em algumas minúcias para explicar o funcionamento do STF, explicar como determinadas coisas funcionam, se elas deveriam funcionar dessa forma, ou se, eventualmente, deveriam funcionar de outra forma. Um exemplo que ele cita é a indicação de ministro para a Corte. “Isso está no debate do dia a dia das pessoas, e há vinte anos não estava.”</p><p>Essa mudança, diz ele, fez com que as aulas também fossem pautadas em desmistificar preconceitos, discutir quais são as alternativas, como poderia ser diferente. “Isso para as pessoas perceberem que as coisas são muito mais complexas do que às vezes elas imaginam", conta o professor, que aponta haver menos passividade e mais engajamento, mais interesse por parte dos alunos nestas questões.</p>]]>
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      <title>Direito Constitucional | Gilmar Mendes: professores e alunos discutem um Brasil em construção</title>
      <itunes:title>Direito Constitucional | Gilmar Mendes: professores e alunos discutem um Brasil em construção</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Após 36 anos da promulgação da Constituição, os professores e alunos de Direitos Constitucional parecem ter se libertado de uma interpretação ideológica que circundava a Constituição. "Não há tanta ilusão em relação às utopias como nós tínhamos no passado", avalia <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/gilmar-mendes">Gilmar Mendes</a>, professor da disciplina no Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) e ministro do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/STF">STF</a>), em entrevista exclusiva ao <strong>JOTA</strong>.</p><p>"Talvez na Justiça do Trabalho tenha um pouco desses personagens que ainda acreditam que ele pode transformar o Uber em celetista e que a CLT é o melhor diploma do mundo. Mas, fora daí, eu tenho a impressão que professores e alunos se libertaram de um viés muito ideologizante", acrescenta.</p><p>Mendes também considera que, hoje em dia, os alunos estão mais atentos aos debates que ocorrem na sociedade e que há uma maior discussão centralizada no papel do STF. Isso se difere, por exemplo, ao que acontecia no passado, em que a cobrança que havia sobre o Tribunal era de sua "excessiva inércia". Agora, em sua avaliação, se cobra da Corte o seu excesso de "participação".</p><p>Diante da importância que o Supremo tem ganhado nos últimos anos, o ministro pondera que os alunos de Direito Constitucional também têm prestado mais atenção nas indicações dos presidentes da República às vagas de ministros do STF — o que, em sua perspectiva, não acontecia no passado. "A gente vê que os alunos perguntam sobre isso, sobre o ativismo, sobre o que se deve fazer, por que o tribunal tem este, aquele papel e aí, obviamente, listam decisões que foram erradas ou que poderiam ter sido diferentes", analisa.</p><p>Além disso, na visão do ministro, há também uma discussão efervescente sobre o papel do STF na separação dos Poderes. Em geral, a avaliação entre os alunos sobre o tribunal não é necessariamente negativa, pois eles percebem que, se há disfuncionalidades, talvez o tribunal ajude a reduzi-las ou minimizá-las. Para Mendes, é muito interessante que exista esse debate e que os alunos façam parte, visto que a sala de aula hoje em dia discute um Brasil que ainda está sendo feito.</p><p>"E isso é perguntado pelos alunos. A questão do aborto não é do Legislativo? Não deveria ser o Legislativo a decidir sobre este ou aquele tema? E as opiniões são divididas, a propósito, até porque, em muitos casos, o tribunal só atuou na omissão a partir de um lapso de tempo razoável de não disciplina ou de não regulação", destacou Mendes.</p><p>O ministro e professor Gilmar Mendes é o último entrevistado da série do <strong>JOTA</strong> sobre os desafios de ensinar Direito Constitucional no Brasil atual.</p><p>A série explorou com professores renomados como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário onde a Constituição é não apenas um texto jurídico, mas também um campo de inúmeras disputas sociais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Após 36 anos da promulgação da Constituição, os professores e alunos de Direitos Constitucional parecem ter se libertado de uma interpretação ideológica que circundava a Constituição. "Não há tanta ilusão em relação às utopias como nós tínhamos no passado", avalia <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/gilmar-mendes">Gilmar Mendes</a>, professor da disciplina no Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) e ministro do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/STF">STF</a>), em entrevista exclusiva ao <strong>JOTA</strong>.</p><p>"Talvez na Justiça do Trabalho tenha um pouco desses personagens que ainda acreditam que ele pode transformar o Uber em celetista e que a CLT é o melhor diploma do mundo. Mas, fora daí, eu tenho a impressão que professores e alunos se libertaram de um viés muito ideologizante", acrescenta.</p><p>Mendes também considera que, hoje em dia, os alunos estão mais atentos aos debates que ocorrem na sociedade e que há uma maior discussão centralizada no papel do STF. Isso se difere, por exemplo, ao que acontecia no passado, em que a cobrança que havia sobre o Tribunal era de sua "excessiva inércia". Agora, em sua avaliação, se cobra da Corte o seu excesso de "participação".</p><p>Diante da importância que o Supremo tem ganhado nos últimos anos, o ministro pondera que os alunos de Direito Constitucional também têm prestado mais atenção nas indicações dos presidentes da República às vagas de ministros do STF — o que, em sua perspectiva, não acontecia no passado. "A gente vê que os alunos perguntam sobre isso, sobre o ativismo, sobre o que se deve fazer, por que o tribunal tem este, aquele papel e aí, obviamente, listam decisões que foram erradas ou que poderiam ter sido diferentes", analisa.</p><p>Além disso, na visão do ministro, há também uma discussão efervescente sobre o papel do STF na separação dos Poderes. Em geral, a avaliação entre os alunos sobre o tribunal não é necessariamente negativa, pois eles percebem que, se há disfuncionalidades, talvez o tribunal ajude a reduzi-las ou minimizá-las. Para Mendes, é muito interessante que exista esse debate e que os alunos façam parte, visto que a sala de aula hoje em dia discute um Brasil que ainda está sendo feito.</p><p>"E isso é perguntado pelos alunos. A questão do aborto não é do Legislativo? Não deveria ser o Legislativo a decidir sobre este ou aquele tema? E as opiniões são divididas, a propósito, até porque, em muitos casos, o tribunal só atuou na omissão a partir de um lapso de tempo razoável de não disciplina ou de não regulação", destacou Mendes.</p><p>O ministro e professor Gilmar Mendes é o último entrevistado da série do <strong>JOTA</strong> sobre os desafios de ensinar Direito Constitucional no Brasil atual.</p><p>A série explorou com professores renomados como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário onde a Constituição é não apenas um texto jurídico, mas também um campo de inúmeras disputas sociais.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 07 Apr 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>Após 36 anos da promulgação da Constituição, os professores e alunos de Direitos Constitucional parecem ter se libertado de uma interpretação ideológica que circundava a Constituição. "Não há tanta ilusão em relação às utopias como nós tínhamos no passado", avalia <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/gilmar-mendes">Gilmar Mendes</a>, professor da disciplina no Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) e ministro do Supremo Tribunal Federal (<a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/STF">STF</a>), em entrevista exclusiva ao <strong>JOTA</strong>.</p><p>"Talvez na Justiça do Trabalho tenha um pouco desses personagens que ainda acreditam que ele pode transformar o Uber em celetista e que a CLT é o melhor diploma do mundo. Mas, fora daí, eu tenho a impressão que professores e alunos se libertaram de um viés muito ideologizante", acrescenta.</p><p>Mendes também considera que, hoje em dia, os alunos estão mais atentos aos debates que ocorrem na sociedade e que há uma maior discussão centralizada no papel do STF. Isso se difere, por exemplo, ao que acontecia no passado, em que a cobrança que havia sobre o Tribunal era de sua "excessiva inércia". Agora, em sua avaliação, se cobra da Corte o seu excesso de "participação".</p><p>Diante da importância que o Supremo tem ganhado nos últimos anos, o ministro pondera que os alunos de Direito Constitucional também têm prestado mais atenção nas indicações dos presidentes da República às vagas de ministros do STF — o que, em sua perspectiva, não acontecia no passado. "A gente vê que os alunos perguntam sobre isso, sobre o ativismo, sobre o que se deve fazer, por que o tribunal tem este, aquele papel e aí, obviamente, listam decisões que foram erradas ou que poderiam ter sido diferentes", analisa.</p><p>Além disso, na visão do ministro, há também uma discussão efervescente sobre o papel do STF na separação dos Poderes. Em geral, a avaliação entre os alunos sobre o tribunal não é necessariamente negativa, pois eles percebem que, se há disfuncionalidades, talvez o tribunal ajude a reduzi-las ou minimizá-las. Para Mendes, é muito interessante que exista esse debate e que os alunos façam parte, visto que a sala de aula hoje em dia discute um Brasil que ainda está sendo feito.</p><p>"E isso é perguntado pelos alunos. A questão do aborto não é do Legislativo? Não deveria ser o Legislativo a decidir sobre este ou aquele tema? E as opiniões são divididas, a propósito, até porque, em muitos casos, o tribunal só atuou na omissão a partir de um lapso de tempo razoável de não disciplina ou de não regulação", destacou Mendes.</p><p>O ministro e professor Gilmar Mendes é o último entrevistado da série do <strong>JOTA</strong> sobre os desafios de ensinar Direito Constitucional no Brasil atual.</p><p>A série explorou com professores renomados como é o ensino e a formação dos futuros operadores do Direito, em um cenário onde a Constituição é não apenas um texto jurídico, mas também um campo de inúmeras disputas sociais.</p>]]>
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      <title>A volta do STF</title>
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        <![CDATA[<p>Uma combinação de eventos e as ameaças políticas - internas e externas - desafiam o Supremo Tribunal Federal. O tribunal tem alguma responsabilidade por este cenário? Depois de 4 meses fora do ar, o Sem Precedentes retorna com seu time completo e em casa nova. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Uma combinação de eventos e as ameaças políticas - internas e externas - desafiam o Supremo Tribunal Federal. O tribunal tem alguma responsabilidade por este cenário? Depois de 4 meses fora do ar, o Sem Precedentes retorna com seu time completo e em casa nova. </p>]]>
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      <pubDate>Sat, 23 Aug 2025 15:36:01 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Os efeitos do julgamento de Bolsonaro para o STF</title>
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      <pubDate>Fri, 29 Aug 2025 18:37:16 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>E agora, Alexandre?</title>
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        <![CDATA[<p>Como Alexandre de Moraes responderá às alegações dos advogados de defesa de Bolsonaro e dos demais investigados por tentativa de golpe de Estado? E mais: será que é tão óbvio assim que uma proposta de anistia seria inconstitucional?</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 06 Sep 2025 21:37:17 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo, Juliana Cesario Alvim, Diego Werneck e Thomaz Pereira</author>
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      <title>Quantos Supremos cabem no STF?</title>
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        <![CDATA[<p>O tribunal progrssivamente se fragmenta. E essa divisão amplia os poderes individuais e expõe o STF a agendas particulares. Nesta entrevista, Miguel Godoy, professor da UNB e UFPR, faz as contas de quantos espaços individuais há hoje no STF.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 07 Sep 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O tribunal progrssivamente se fragmenta. E essa divisão amplia os poderes individuais e expõe o STF a agendas particulares. Nesta entrevista, Miguel Godoy, professor da UNB e UFPR, faz as contas de quantos espaços individuais há hoje no STF.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Supremo Tribunal Federal</itunes:keywords>
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      <title>Bolsonaro condenado: A história do julgamento</title>
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        <![CDATA[<p>Depois da condenação do ex-presidente pelo STF, alguns debates políticos e também jurídicos vão surgir. Haverá anistia? O STF derrubaria o perdão ao presidente? A pena será imposta em regime fechado? E o mandato do deputado Ramagem, será automaticamente cassado? E ainda vem pela frente a denúncia contra Eduardo Bolsonaro para agravar a situação da família Bolsonaro. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Depois da condenação do ex-presidente pelo STF, alguns debates políticos e também jurídicos vão surgir. Haverá anistia? O STF derrubaria o perdão ao presidente? A pena será imposta em regime fechado? E o mandato do deputado Ramagem, será automaticamente cassado? E ainda vem pela frente a denúncia contra Eduardo Bolsonaro para agravar a situação da família Bolsonaro. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 12 Sep 2025 20:53:14 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo, Thomaz Pereira e Ana Laura Barbosa</author>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>A PEC da Blindagem é mesmo inconstitucional?</title>
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        <![CDATA[<p>Há bons argumentos para criticar a proposta aprovada pela Câmara, como o desequilíbrio que a proposta vai gerar na relação entre os poderes e na excessiva proteção a deputados, senadores e presidentes de partidos. Mas há também argumentos defensáveis em favor da proposta. No Sem Precedentes nós fazemos esta conta e chegamos a um resultado final. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 19 Sep 2025 13:20:34 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo, Juliana Cesario Alvim, Diego Werneck e Luiz Esteves</author>
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      <itunes:keywords>Política</itunes:keywords>
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      <title>Qual será a cara do STF com Fachin presidente?</title>
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        <![CDATA[<p>Edson Fachin será o novo presidente do STF. Luís Roberto Barroso deixa a Presidência depois de dois anos. O que muda na relação com a política? O que muda internamente? E podemos ter um ciclo de reformas internas? E mais: as críticas do novo presidente do TST, Vieira de Mello Filho, ao salário e benefícios extra dos juízes brasileiros. Como Fachin, como presidente do Conselho Nacional de Justiça, vai lidar com este problema? </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 26 Sep 2025 16:41:42 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo, Juliana Cesario Alvim e Diego Werneck</author>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Um plano de reforma para o STF</title>
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        <![CDATA[<p>O Supremo resistiu às investidas de Bolsonaro e de seus apoiadores. A democracia se menteve, apesar das ameaças. Mas o Supremo Tribunal Federal paga um preço pelas batalhas que travou nos últimos anos. <br>O STF tornou-se alvo e tem hoje sua legitimidade contestada. Como preservar a autoridade do Supremo? Como melhorar o seu funcionamento? Como definir melhor os espaços do legislativo e do tribunal? <br>O Instituto Fernando Henrique Cardoso fez um plano e entregou uma lista de propostas e diagnósticos ao novo presidente do STF, Edson Fachin. <br>Nesta entrevista com o coordenador deste trabalho, o professor Oscar Vilhena (FGV-SP), um detalhamento dessas propostas e os limites de uma reforma em favor do tribunal.  </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 02 Oct 2025 11:19:10 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Como proteger o Brasil de Trump e da Magnitsky?</title>
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        <![CDATA[<p>O Brasil deveria aprovar uma lei para proteger as empresas e as instituições públicas contra sanções unilaterais como as impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a partir da Lei Magnitsky. O ministro Alexandre de Moraes e sua mulher Viviane Barci sofrem as sanções por aqui, mas nem governo, nem Congresso, nem empresas se mexeram para lidar com o problema. Vladimir Aras, professor da Universidade de Brasília de Direito Internacional, lembra que há leis em outros países já em vigor para fazer frente a sanções como esta. O mesmo poderia ser feito aqui. Como seria essa lei e quais seriam os seus limites?</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 09 Oct 2025 13:12:55 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:keywords>Política notícias, Internacional</itunes:keywords>
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      <title>Por que Barroso saiu do Supremo?</title>
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        <![CDATA[<p>O que explica a saída precoce de um ministro do Supremo? E o que esperar do STF com um ministro novo? O legado de Barroso, seus principais votos e as mudanças de comportamento que também explicam a mudança do tribunal em razão da conjuntura. Tudo no episódio desta semana. #barroso #stf #política</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 10 Oct 2025 16:16:15 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Jorge Messias no Supremo. O que podemos esperar?</title>
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        <![CDATA[<p>Lula deve nomear Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal. A chegada do atual advogado-geral da União reforça o perfil técnico e institucional do governo no Tribunal — e marca a presença de cinco ministros indicados por Lula na composição.</p><p>Messias é visto como um jurista de perfil humanista, sensível às desigualdades e mais atento ao impacto social das decisões do que aos cálculos fiscais e sistêmicos. Sua trajetória na AGU, de defesa da Constituição e da mediação institucional, sugere que pode atuar como ponte entre alas opostas da Corte.</p><p>A escolha também reacende o debate sobre a presença de advogados da União no STF — sinal de valorização da carreira pública, mas também de uma aproximação maior entre o Palácio do Planalto e o Tribunal.</p><p>Com raízes políticas no PT e laços de confiança com o presidente, Messias chega ao Supremo com a missão de traduzir o olhar social do governo em decisões jurídicas — sem romper com a imagem de equilíbrio e técnica que construiu na AGU.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 17 Oct 2025 15:06:48 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo, Ana Laura Barbosa, Thomaz Pereira e Juliana Cesario Alvim</author>
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      <itunes:keywords>Política, STF</itunes:keywords>
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      <title>Aborto: um voto favorável que pode atrapalhar a causa</title>
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      <itunes:title>Aborto: um voto favorável que pode atrapalhar a causa</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Às vésperas de deixar o Supremo, Luís Roberto Barroso faz um movimento calculado.<br>Depois de dois anos com o processo parado, o ministro libera para julgamento a ação que descriminaliza o aborto até a 12ª semana. <br>O voto, publicado horas antes de sua aposentadoria, é também um exemplo de como os ritos e prazos do STF podem ser moldados pela vontade dos ministros. <br>E deixa uma questão para o futuro: o julgamento deve continuar ou começar do zero, desconsiderando os votos de Barroso e Rosa Weber, ambos favoráveis à descriminalização?<br>O novo episódio do Sem Precedentes já está no ar.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 24 Oct 2025 15:54:07 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo, Thomaz Pereira, Ana Laura Barbosa, Diego Werneck</author>
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      <itunes:keywords>STF, Aborto, Política</itunes:keywords>
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      <title>O que o STF vai fazer diante da ação policial que deixou 121 mortos?</title>
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        <![CDATA[<p><strong>O Supremo e as operações policiais no Rio: o que restou da decisão que limitava operações policiais?</strong></p><p>Depois da operação que deixou 121 mortos no Rio de Janeiro, o Supremo Tribunal Federal volta ao centro do debate sobre segurança pública e direitos humanos. O tribunal havia imposto restrições às incursões policiais nas favelas, mas a decisão unânime e <em>per curiam</em> de 2025 esvaziou parte dessas limitações e levantou dúvidas sobre a efetividade das decisões estruturais do STF.</p><p>Felipe Recondo conversa com <strong>Thomaz Pereira</strong>, <strong>Juliana Cesário Alvim</strong> e <strong>Luiz Fernando Esteves</strong> sobre o alcance e as consequências dessa virada. O episódio discute se o Supremo ainda exerce controle sobre a política de segurança do Rio, o papel do ministro Edson Fachin na origem do caso, a importância das audiências públicas, a tensão entre direitos humanos e política criminal, e as críticas à falta de acompanhamento das medidas determinadas pelo tribunal.</p><p>Um debate sobre a força e os limites das decisões estruturais, a responsabilidade do STF diante da violência de Estado e o risco de o tribunal produzir decisões simbólicas sem capacidade real de transformação.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 01 Nov 2025 13:51:29 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo, Luiz Fernando Gomes Esteves, Thomaz Pereira e Juliana Cesario Alvim</author>
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        <![CDATA[<p><strong>O Supremo e as operações policiais no Rio: o que restou da decisão que limitava operações policiais?</strong></p><p>Depois da operação que deixou 121 mortos no Rio de Janeiro, o Supremo Tribunal Federal volta ao centro do debate sobre segurança pública e direitos humanos. O tribunal havia imposto restrições às incursões policiais nas favelas, mas a decisão unânime e <em>per curiam</em> de 2025 esvaziou parte dessas limitações e levantou dúvidas sobre a efetividade das decisões estruturais do STF.</p><p>Felipe Recondo conversa com <strong>Thomaz Pereira</strong>, <strong>Juliana Cesário Alvim</strong> e <strong>Luiz Fernando Esteves</strong> sobre o alcance e as consequências dessa virada. O episódio discute se o Supremo ainda exerce controle sobre a política de segurança do Rio, o papel do ministro Edson Fachin na origem do caso, a importância das audiências públicas, a tensão entre direitos humanos e política criminal, e as críticas à falta de acompanhamento das medidas determinadas pelo tribunal.</p><p>Um debate sobre a força e os limites das decisões estruturais, a responsabilidade do STF diante da violência de Estado e o risco de o tribunal produzir decisões simbólicas sem capacidade real de transformação.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Segurança Pública, STF, Política</itunes:keywords>
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      <title>STF vai acelerar a prisão de Bolsonaro?</title>
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        <![CDATA[<p>Supremo julga os recursos contra a condenação de Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado. <br>Recursos serão rejeitados, mas resta a pergunta: quando a pena começará a ser executada? <br>Fux participará do julgamento? E o que significa a sua saída da Turma que julga o caso. <br>Com Diego Werneck e Thomaz Pereira, o Sem Precedentes está no ar. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 07 Nov 2025 19:11:54 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo, Diego Werneck, Thomaz Pereira</author>
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      <itunes:keywords>STF, Bolsonaro</itunes:keywords>
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      <title>Novo mandato para Gonet é um referendo às decisões do STF?</title>
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        <![CDATA[<p>Senado aprovou a recondução de Gonet para um segundo mandato na PGR. <br>O que isso significa para os processos contra Bolsonaro?<br>Será que a PGR vem perdendo importância nos últimos anos?<br>No Sem Precedentes desta semana, como avaliar o placar da aprovação de Gonet. os desafios daqui para frente e o que o governo pode projetar sobre as próximas indicações para o STF. <br>Com Thomaz Pereira, Juliana Cesario Alvim, Luiz Fernando Gomes Esteves e Felipe Recondo.</p><p>00:00 Recondução de Paulo Gonet e o Contexto Político<br>02:28 Implicações da Votação e Limites do Bolsonarismo<br>07:05 Relevância do PGR e o Papel do STF<br>12:23 O Papel do Ministério Público e Demandas Sociais<br>19:37 Reconduções e Contexto Político<br>23:11 A Indicação do Ministro do Supremo<br>30:20 Proximidade e Critérios de Nomeação<br></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 14 Nov 2025 15:18:03 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Que Supremo é este que agora se forma com a indicação de Messias?</title>
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        <![CDATA[<p>A indicação de Jorge Messias pelo presidente Lula consolida o processo de transformação do STF. Uma mudança comparável à registrada em 2003 com a saída de ministros da velha guarda para a chegada de novos nomes escolhidos por Lula. <br>O que isso significa? E quais as características deste novo Supremo?<br>Com Diego Werneck.</p><p>00:00 Mudanças no Supremo Tribunal Federal<br>02:20 Expectativas sobre Jorge Messias<br>06:53 Um Supremo mais Político<br>12:07 A Relação do STF com o Congresso<br>18:16 Desafios e Responsabilidades do STF<br>22:31 Transformações no Supremo Tribunal<br>25:01 Mudanças nas Convicções do Tribunal<br>28:07 O Novo Perfil dos Ministros<br>31:40 O Processo de Indicação e Poder Político</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 21 Nov 2025 15:18:10 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo e Diego Werneck</author>
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      <title>A estratégia de Alexandre de Moraes na prisão de Bolsonaro</title>
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        <![CDATA[<p>No episódio desta semana: Bolsonaro é preso e começa a cumprir a pena por tentativa de golpe de Estado. <br>O ministro Alexandre de Moraes antecipou a prisão do ex-presidente numa decisão surpreendente. <br>E qual a relação entre a prisão antecipada de Bolsonaro e o presidente Lula? <br>Também neste episódio: a expectativa sobre a aprovação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, marcou a sabatina de Messias. Quais as chances de rejeição?</p><p>Com Juliana Cesario Alvim e Thomaz Pereira. </p><p>00:00 Prisão de Bolsonaro e Contexto Judicial<br>06:08 Implicações da Prisão e Comparações com Lula<br>11:28 Repercussões e Expectativas Futuras<br>15:09 Caminhos e Desdobramentos do Caso Bolsonaro<br>18:08 A Prisão de Bolsonaro e suas Implicações<br>19:02 Indicação de Messias e o Cenário Político<br>22:50 A Relevância das Nomeações no Supremo<br>25:52 Desafios e Expectativas para a Sabatina de Messias<br>30:12 A Influência dos Evangélicos na Indicação<br>33:37 Homenagem a José Afonso da Silva</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 28 Nov 2025 07:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo, Juliana Cesario Alvim, Thomaz Pereira</author>
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      <title>Quem redefine o processo de impeachment de ministros do STF?</title>
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        <![CDATA[<p>Duas decisões monocráticas. Duas controvérsias políticas. Uma mais evidente. A outra exige uma arqueologia jurídica, mas nem tão complicada. <br>O Supremo dá demonstrações de avanço na agenda política e gera reações da política. <br>A decisão de Gilmar Mendes sobre a Lei do Impeachment busca blindar o STF contra processos que devem vir pela frente. <br>Mas a decisão de Alexandre de Moraes não é menos polêmica em termos jurídicos. <br>São os dois temas do Sem Precedentes desta semana. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 04 Dec 2025 19:51:43 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Como explicar a decisão de Gilmar Mendes sobre impeachment de ministros do STF?</title>
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        <![CDATA[<p>Numa das decisões mais polêmicas do ano, o ministro Gilmar Mendes suspendeu trecho da lei de impeachment e criou uma proteção a juízes do STF. O Senado reagiu. E a decisão sera mantida? <br>Ainda no Sem Precedentes:<br>A decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou a prisão do presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Estamos diante de um novo superpoder de Alexandre de Moraes?</p><p>00:00 Decisão Controversa do Ministro Gilmar Mendes<br>05:06 Mudanças no Processo de Impeachment<br>10:00 Equilíbrio entre Responsabilização e Abuso de Poder<br>14:58 Implicações da Decisão Monocrática<br>20:03 Temores e Consequências no STF<br>28:59 DPF das Favelas e Investigação no Rio de Janeiro</p><p>#stf <br>#senado <br>#gilmarmendes <br>#impeachment</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 05 Dec 2025 17:30:00 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo, Juliana Cesario Alvim, Luiz Fernando Gomes Esteves</author>
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      <title>Alexandre de Moraes poderia ter cassado Carla Zambelli?</title>
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        <![CDATA[<p>No episódio desta semana: a decisão do ministro Alexandre de Moraes sobre a cassação do mandato de Carla Zambelli. Moraes poderia ter anulado decisão da Câmara? Havia realmente precedentes que justificavam a decisão de Moraes? O que há de político e o que há de jurídico no novo embate entre os poderes?<br>Com Ana Laura Barbosa, Luiz Fernando Gomes Esteves e Thomaz Pereira. </p><p>#stf #política #alexandredemoraes </p><p>00:00 A Decisão de Alexandre de Moraes<br>09:30 Precedentes e Interpretações da Constituição<br>15:37 O Papel do Legislativo e do Judiciário<br>24:00 Conflito Político e Judicial<br>36:28 Contexto Político Atual e Implicações</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 12 Dec 2025 16:37:46 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>O que foi a marca do Supremo em 2025?</title>
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        <![CDATA[<p>Se 2025 fosse um retrato do STF, ele não caberia numa única moldura — e foi justamente essa a nossa tentativa neste episódio: <strong>descrever e sintetizar o Supremo de 2025</strong>, com suas decisões mais barulhentas, seus recuos silenciosos e a política atravessando cada corredor do tribunal.</p><p>Ao longo do ano, o STF jogou “Copa do Mundo” toda semana: <strong>a condenação de Jair Bolsonaro por tentativa de golpe</strong>, a troca na presidência, julgamentos tributários e de direitos fundamentais, a <strong>ADPF das Favelas</strong>, o debate sobre <strong>marco temporal</strong>, disputas envolvendo <strong>parlamentares e mandatos</strong>, a reconfiguração do <strong>foro por prerrogativa de função</strong>, inquéritos e operações que colocaram o Congresso novamente sob pressão.</p><p>Com Felipe Recondo, Diego Werneck, Juliana Cesário Alvim e Thomaz Pereira, a conversa percorre o que talvez seja o traço mais forte do ano: <strong>o Supremo assumido como “player” político</strong> — e, ao mesmo tempo, um tribunal que alterna força e acomodação. De um lado, o STF cumpriu a promessa de concluir o julgamento do golpe, com impacto histórico. De outro, a discussão expõe um dilema incômodo: <strong>onde o tribunal cede, por que cede e quem paga o preço dessas concessões</strong>, especialmente quando direitos fundamentais entram na conta.</p><p>No fim, 2025 aparece como um ano em que o Supremo manteve — e exibiu — poder. Mas também como um ano em que ficou mais difícil sustentar a fantasia de um tribunal “apenas técnico”. A pergunta que sobra, e que atravessa o episódio, é direta: <strong>que STF está se consolidando — e que STF está sendo nomeado para o futuro?</strong></p><p>▶️ <strong>Dá o play, se inscreva no canal, ative o sininho e avalie o episódio na sua plataforma.</strong> Isso ajuda o conteúdo a chegar a mais gente.</p><p><br>00:00 Análise do Supremo Tribunal Federal em 2025<br>05:57 Interação entre Supremo e Legislativo<br>11:03 Conflitos e Concessões no Cenário Político<br>13:43 O Papel do Supremo na Responsabilização Política<br>19:32 Mudanças no Perfil dos Ministros do Supremo<br>23:44 Mudanças no Supremo: O Futuro da Presidência<br>24:58 Concessões e Captulações: O Jogo do Supremo<br>27:21 Direitos Fundamentais: Vigilância e Concessões<br>29:22 O Papel do Supremo na Democracia Brasileira<br>31:17 Crises e Desafios: O Contexto Atual do Supremo<br>36:31 Foro por Prerrogativa de Função: Poder e Política<br>41:38 Ética e Poder: O Código de Conduta do Supremo<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Se 2025 fosse um retrato do STF, ele não caberia numa única moldura — e foi justamente essa a nossa tentativa neste episódio: <strong>descrever e sintetizar o Supremo de 2025</strong>, com suas decisões mais barulhentas, seus recuos silenciosos e a política atravessando cada corredor do tribunal.</p><p>Ao longo do ano, o STF jogou “Copa do Mundo” toda semana: <strong>a condenação de Jair Bolsonaro por tentativa de golpe</strong>, a troca na presidência, julgamentos tributários e de direitos fundamentais, a <strong>ADPF das Favelas</strong>, o debate sobre <strong>marco temporal</strong>, disputas envolvendo <strong>parlamentares e mandatos</strong>, a reconfiguração do <strong>foro por prerrogativa de função</strong>, inquéritos e operações que colocaram o Congresso novamente sob pressão.</p><p>Com Felipe Recondo, Diego Werneck, Juliana Cesário Alvim e Thomaz Pereira, a conversa percorre o que talvez seja o traço mais forte do ano: <strong>o Supremo assumido como “player” político</strong> — e, ao mesmo tempo, um tribunal que alterna força e acomodação. De um lado, o STF cumpriu a promessa de concluir o julgamento do golpe, com impacto histórico. De outro, a discussão expõe um dilema incômodo: <strong>onde o tribunal cede, por que cede e quem paga o preço dessas concessões</strong>, especialmente quando direitos fundamentais entram na conta.</p><p>No fim, 2025 aparece como um ano em que o Supremo manteve — e exibiu — poder. Mas também como um ano em que ficou mais difícil sustentar a fantasia de um tribunal “apenas técnico”. A pergunta que sobra, e que atravessa o episódio, é direta: <strong>que STF está se consolidando — e que STF está sendo nomeado para o futuro?</strong></p><p>▶️ <strong>Dá o play, se inscreva no canal, ative o sininho e avalie o episódio na sua plataforma.</strong> Isso ajuda o conteúdo a chegar a mais gente.</p><p><br>00:00 Análise do Supremo Tribunal Federal em 2025<br>05:57 Interação entre Supremo e Legislativo<br>11:03 Conflitos e Concessões no Cenário Político<br>13:43 O Papel do Supremo na Responsabilização Política<br>19:32 Mudanças no Perfil dos Ministros do Supremo<br>23:44 Mudanças no Supremo: O Futuro da Presidência<br>24:58 Concessões e Captulações: O Jogo do Supremo<br>27:21 Direitos Fundamentais: Vigilância e Concessões<br>29:22 O Papel do Supremo na Democracia Brasileira<br>31:17 Crises e Desafios: O Contexto Atual do Supremo<br>36:31 Foro por Prerrogativa de Função: Poder e Política<br>41:38 Ética e Poder: O Código de Conduta do Supremo<br></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 19 Dec 2025 15:13:43 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Quais os limites éticos deste STF?</title>
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        <![CDATA[<p>Neste último episódio do <strong>Sem Precedentes </strong>em 2025, o debate se volta para um tema sensível e incontornável: a ética no Supremo Tribunal Federal. <br>Em meio a críticas sobre imparcialidade, influência política e falta de transparência, cresce a percepção de que a relação entre a Corte e a sociedade atravessa um momento de desgaste. <br>Os alvos da vez são Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Mas no passado houve outros tantos exemplos. </p><p>Felipe Recondo e Diego Werneck discutem se o Supremo precisa de regras mais claras de conduta, até que ponto a resistência interna dificulta mudanças e por que a cobrança pública por responsabilidade e transparência se tornou central. <br>O episódio parte de uma pergunta simples — mas incômoda: quais limites éticos devem orientar a atuação dos ministros — e examina por que essa resposta é decisiva para a confiança no tribunal e para a própria democracia.</p><p>00:00 O Ano de 2025 e o Supremo</p><p>02:51 Código de Conduta e Expectativas para 2026</p><p>06:07 Imparcialidade e Ética no Supremo</p><p>08:53 Transparência e Relações com a Sociedade</p><p>12:09 Desafios e Críticas ao Supremo</p><p>15:04 A Influência da Política no Supremo</p><p>18:01 A Necessidade de Regras e Limites</p><p>20:57 A Resistência Silenciosa e a Percepção Pública</p><p>23:58 O Papel da Sociedade na Supervisão do Supremo</p><p>27:04 Expectativas Futuras e Conclusões</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 30 Dec 2025 16:58:52 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>Neste último episódio do <strong>Sem Precedentes </strong>em 2025, o debate se volta para um tema sensível e incontornável: a ética no Supremo Tribunal Federal. <br>Em meio a críticas sobre imparcialidade, influência política e falta de transparência, cresce a percepção de que a relação entre a Corte e a sociedade atravessa um momento de desgaste. <br>Os alvos da vez são Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Mas no passado houve outros tantos exemplos. </p><p>Felipe Recondo e Diego Werneck discutem se o Supremo precisa de regras mais claras de conduta, até que ponto a resistência interna dificulta mudanças e por que a cobrança pública por responsabilidade e transparência se tornou central. <br>O episódio parte de uma pergunta simples — mas incômoda: quais limites éticos devem orientar a atuação dos ministros — e examina por que essa resposta é decisiva para a confiança no tribunal e para a própria democracia.</p><p>00:00 O Ano de 2025 e o Supremo</p><p>02:51 Código de Conduta e Expectativas para 2026</p><p>06:07 Imparcialidade e Ética no Supremo</p><p>08:53 Transparência e Relações com a Sociedade</p><p>12:09 Desafios e Críticas ao Supremo</p><p>15:04 A Influência da Política no Supremo</p><p>18:01 A Necessidade de Regras e Limites</p><p>20:57 A Resistência Silenciosa e a Percepção Pública</p><p>23:58 O Papel da Sociedade na Supervisão do Supremo</p><p>27:04 Expectativas Futuras e Conclusões</p>]]>
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      <itunes:keywords>STF, Código de Conduta</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
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    <item>
      <title>De quem é a culpa pela crise do STF no caso Master?</title>
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      <podcast:episode>210</podcast:episode>
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        <![CDATA[<p>No primeiro episódio do ano do Sem Precedentes, abrimos a temporada discutindo quem deve assumir a responsabilidade pela crise de reputação que hoje envolve o Supremo Tribunal Federal, a partir do chamado caso Banco Master. A nota divulgada pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin, reacendeu o debate sobre críticas legítimas, ataques institucionais e os limites da reação do tribunal diante de um desgaste que não surgiu agora, mas vem se acumulando ao longo de anos.</p><p>Ao longo da conversa, analisamos por que o caso Banco Master se tornou um símbolo dessa crise mais ampla: a dificuldade do Supremo em lidar com episódios que expõem relações, comportamentos e práticas que afetam a percepção pública de imparcialidade. Discutimos também a possibilidade de o caso descer para a primeira instância, os riscos desse movimento e o impacto que vazamentos e novas revelações podem ter sobre a imagem da Corte.</p><p>Outro eixo central do episódio foi o debate sobre regras de conduta, impedimento e suspeição. A partir de propostas recentes — como a discussão sobre um código de ética próprio — refletimos sobre a importância de parâmetros claros para orientar o comportamento dos ministros, fortalecer a transparência e permitir que imprensa e sociedade façam críticas mais objetivas. A ideia central é simples: tribunais que prestam contas sobre sua imparcialidade tendem a ser instituições mais fortes, não mais fracas.</p><p>Por fim, tratamos do contexto político e institucional em que essa crise se desenvolve: o Supremo perdeu o “benefício da dúvida” que teve no passado, e hoje qualquer nova controvérsia ganha dimensão imediata. Com participação de Ana Laura Barbosa, Juliana Cesario Alvim e Thomaz Pereira, o episódio discute por que reconhecer problemas internos, separar ataques de críticas legítimas e enfrentar o debate sobre reformas pode ser decisivo para que o tribunal recupere legitimidade num ano que promete ser especialmente tenso.<br>#stf <br>#bancomaster <br>#supremotribunalfederal </p><p>Blocos<br>00:00 Responsabilidade pela Crise do Supremo<br>06:36 Código de Conduta e Imparcialidade<br>12:35 A Perda do Benefício da Dúvida<br>19:49 Limpeza da Casa e Legitimidade<br>25:08 Desafios da Presidência do Supremo<br>30:02 Regras de Impedimento e Suspeição</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No primeiro episódio do ano do Sem Precedentes, abrimos a temporada discutindo quem deve assumir a responsabilidade pela crise de reputação que hoje envolve o Supremo Tribunal Federal, a partir do chamado caso Banco Master. A nota divulgada pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin, reacendeu o debate sobre críticas legítimas, ataques institucionais e os limites da reação do tribunal diante de um desgaste que não surgiu agora, mas vem se acumulando ao longo de anos.</p><p>Ao longo da conversa, analisamos por que o caso Banco Master se tornou um símbolo dessa crise mais ampla: a dificuldade do Supremo em lidar com episódios que expõem relações, comportamentos e práticas que afetam a percepção pública de imparcialidade. Discutimos também a possibilidade de o caso descer para a primeira instância, os riscos desse movimento e o impacto que vazamentos e novas revelações podem ter sobre a imagem da Corte.</p><p>Outro eixo central do episódio foi o debate sobre regras de conduta, impedimento e suspeição. A partir de propostas recentes — como a discussão sobre um código de ética próprio — refletimos sobre a importância de parâmetros claros para orientar o comportamento dos ministros, fortalecer a transparência e permitir que imprensa e sociedade façam críticas mais objetivas. A ideia central é simples: tribunais que prestam contas sobre sua imparcialidade tendem a ser instituições mais fortes, não mais fracas.</p><p>Por fim, tratamos do contexto político e institucional em que essa crise se desenvolve: o Supremo perdeu o “benefício da dúvida” que teve no passado, e hoje qualquer nova controvérsia ganha dimensão imediata. Com participação de Ana Laura Barbosa, Juliana Cesario Alvim e Thomaz Pereira, o episódio discute por que reconhecer problemas internos, separar ataques de críticas legítimas e enfrentar o debate sobre reformas pode ser decisivo para que o tribunal recupere legitimidade num ano que promete ser especialmente tenso.<br>#stf <br>#bancomaster <br>#supremotribunalfederal </p><p>Blocos<br>00:00 Responsabilidade pela Crise do Supremo<br>06:36 Código de Conduta e Imparcialidade<br>12:35 A Perda do Benefício da Dúvida<br>19:49 Limpeza da Casa e Legitimidade<br>25:08 Desafios da Presidência do Supremo<br>30:02 Regras de Impedimento e Suspeição</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 28 Jan 2026 14:10:27 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>No primeiro episódio do ano do Sem Precedentes, abrimos a temporada discutindo quem deve assumir a responsabilidade pela crise de reputação que hoje envolve o Supremo Tribunal Federal, a partir do chamado caso Banco Master. A nota divulgada pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin, reacendeu o debate sobre críticas legítimas, ataques institucionais e os limites da reação do tribunal diante de um desgaste que não surgiu agora, mas vem se acumulando ao longo de anos.</p><p>Ao longo da conversa, analisamos por que o caso Banco Master se tornou um símbolo dessa crise mais ampla: a dificuldade do Supremo em lidar com episódios que expõem relações, comportamentos e práticas que afetam a percepção pública de imparcialidade. Discutimos também a possibilidade de o caso descer para a primeira instância, os riscos desse movimento e o impacto que vazamentos e novas revelações podem ter sobre a imagem da Corte.</p><p>Outro eixo central do episódio foi o debate sobre regras de conduta, impedimento e suspeição. A partir de propostas recentes — como a discussão sobre um código de ética próprio — refletimos sobre a importância de parâmetros claros para orientar o comportamento dos ministros, fortalecer a transparência e permitir que imprensa e sociedade façam críticas mais objetivas. A ideia central é simples: tribunais que prestam contas sobre sua imparcialidade tendem a ser instituições mais fortes, não mais fracas.</p><p>Por fim, tratamos do contexto político e institucional em que essa crise se desenvolve: o Supremo perdeu o “benefício da dúvida” que teve no passado, e hoje qualquer nova controvérsia ganha dimensão imediata. Com participação de Ana Laura Barbosa, Juliana Cesario Alvim e Thomaz Pereira, o episódio discute por que reconhecer problemas internos, separar ataques de críticas legítimas e enfrentar o debate sobre reformas pode ser decisivo para que o tribunal recupere legitimidade num ano que promete ser especialmente tenso.<br>#stf <br>#bancomaster <br>#supremotribunalfederal </p><p>Blocos<br>00:00 Responsabilidade pela Crise do Supremo<br>06:36 Código de Conduta e Imparcialidade<br>12:35 A Perda do Benefício da Dúvida<br>19:49 Limpeza da Casa e Legitimidade<br>25:08 Desafios da Presidência do Supremo<br>30:02 Regras de Impedimento e Suspeição</p>]]>
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      <itunes:keywords>STF, Banco Master</itunes:keywords>
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      <title>É possível defender tecnicamente a decisão de Dino sobre penduricalhos?</title>
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        <![CDATA[<p>No episódio de hoje do Sem Precedentes, a conversa parte de uma decisão que caiu como uma bomba no mundo jurídico — e que ainda está longe de produzir efeitos claros.</p><p>- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@recondoeosonze</p><p>O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, determinou a suspensão do pagamento de adicionais, indenizações e vantagens a juízes, membros do Ministério Público e outros agentes públicos sempre que esses valores não tiverem respaldo legal claro. Na prática, a decisão impõe uma revisão geral das chamadas verbas indenizatórias, muitas vezes usadas para contornar o teto constitucional de remuneração no serviço público.</p><p>Para entender o alcance — e os limites — dessa ordem, Felipe Recondo ouve Juliana Cesario Alvim, Thomaz Pereira e Diego Werneck.</p><p>A discussão passa pelo contexto da decisão, que nasceu de um caso pontual envolvendo procuradores municipais, mas acabou se expandindo para toda a administração pública, nos três níveis da Federação. Os convidados analisam como, ao longo dos anos, tribunais e órgãos públicos criaram uma verdadeira engenharia remuneratória baseada em adicionais classificados como indenizações — muitas vezes sem previsão legal específica.</p><p>O episódio também debate os paradoxos da medida: ao mesmo tempo em que o Supremo tenta impor limites e reforçar padrões éticos no serviço público, amplia significativamente o seu próprio raio de atuação, ao exigir que órgãos revisem pagamentos no prazo de 60 dias, sob pena de suspensão.</p><p>Até que ponto essa decisão fortalece a responsabilidade fiscal? Onde estão os riscos de insegurança jurídica? E o Supremo pode — ou deve — avançar dessa forma a partir de um caso concreto?</p><p>Essas são algumas das perguntas que orientam a conversa de hoje no Sem Precedentes.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No episódio de hoje do Sem Precedentes, a conversa parte de uma decisão que caiu como uma bomba no mundo jurídico — e que ainda está longe de produzir efeitos claros.</p><p>- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@recondoeosonze</p><p>O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, determinou a suspensão do pagamento de adicionais, indenizações e vantagens a juízes, membros do Ministério Público e outros agentes públicos sempre que esses valores não tiverem respaldo legal claro. Na prática, a decisão impõe uma revisão geral das chamadas verbas indenizatórias, muitas vezes usadas para contornar o teto constitucional de remuneração no serviço público.</p><p>Para entender o alcance — e os limites — dessa ordem, Felipe Recondo ouve Juliana Cesario Alvim, Thomaz Pereira e Diego Werneck.</p><p>A discussão passa pelo contexto da decisão, que nasceu de um caso pontual envolvendo procuradores municipais, mas acabou se expandindo para toda a administração pública, nos três níveis da Federação. Os convidados analisam como, ao longo dos anos, tribunais e órgãos públicos criaram uma verdadeira engenharia remuneratória baseada em adicionais classificados como indenizações — muitas vezes sem previsão legal específica.</p><p>O episódio também debate os paradoxos da medida: ao mesmo tempo em que o Supremo tenta impor limites e reforçar padrões éticos no serviço público, amplia significativamente o seu próprio raio de atuação, ao exigir que órgãos revisem pagamentos no prazo de 60 dias, sob pena de suspensão.</p><p>Até que ponto essa decisão fortalece a responsabilidade fiscal? Onde estão os riscos de insegurança jurídica? E o Supremo pode — ou deve — avançar dessa forma a partir de um caso concreto?</p><p>Essas são algumas das perguntas que orientam a conversa de hoje no Sem Precedentes.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 06 Feb 2026 17:43:35 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>No episódio de hoje do Sem Precedentes, a conversa parte de uma decisão que caiu como uma bomba no mundo jurídico — e que ainda está longe de produzir efeitos claros.</p><p>- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@recondoeosonze</p><p>O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, determinou a suspensão do pagamento de adicionais, indenizações e vantagens a juízes, membros do Ministério Público e outros agentes públicos sempre que esses valores não tiverem respaldo legal claro. Na prática, a decisão impõe uma revisão geral das chamadas verbas indenizatórias, muitas vezes usadas para contornar o teto constitucional de remuneração no serviço público.</p><p>Para entender o alcance — e os limites — dessa ordem, Felipe Recondo ouve Juliana Cesario Alvim, Thomaz Pereira e Diego Werneck.</p><p>A discussão passa pelo contexto da decisão, que nasceu de um caso pontual envolvendo procuradores municipais, mas acabou se expandindo para toda a administração pública, nos três níveis da Federação. Os convidados analisam como, ao longo dos anos, tribunais e órgãos públicos criaram uma verdadeira engenharia remuneratória baseada em adicionais classificados como indenizações — muitas vezes sem previsão legal específica.</p><p>O episódio também debate os paradoxos da medida: ao mesmo tempo em que o Supremo tenta impor limites e reforçar padrões éticos no serviço público, amplia significativamente o seu próprio raio de atuação, ao exigir que órgãos revisem pagamentos no prazo de 60 dias, sob pena de suspensão.</p><p>Até que ponto essa decisão fortalece a responsabilidade fiscal? Onde estão os riscos de insegurança jurídica? E o Supremo pode — ou deve — avançar dessa forma a partir de um caso concreto?</p><p>Essas são algumas das perguntas que orientam a conversa de hoje no Sem Precedentes.</p>]]>
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      <itunes:keywords>STF, Política</itunes:keywords>
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      <title>O jeitinho do STF para resolver a crise Toffoli-Master</title>
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      <itunes:title>O jeitinho do STF para resolver a crise Toffoli-Master</itunes:title>
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        <![CDATA[<p><strong>Caso Master: uma “nota sem precedentes”, uma reunião secreta e a suspeição que o Supremo não enfrentou<br></strong><br></p><p>O <em>Sem Precedentes</em> desta semana tenta organizar o que, por definição, parece inorganizável: a sucessão de decisões, atalhos e ruídos institucionais em torno da investigação do “caso Master” — um processo tão heterodoxo que, como se diz no episódio, é impossível esgotá-lo em uma única conversa.</p><p>✅ Inscreva-se no canal, ative o sininho e avalie o <em>Sem Precedentes</em> na sua plataforma de podcast — isso ajuda o conteúdo a chegar a mais gente.</p><p>Gravado numa sexta-feira à tarde, em meio a vazamentos de trechos de uma reunião reservada convocada pelo presidente do STF, Edson Fachin, o episódio discute o caminho improvável percorrido por um relatório da Polícia Federal: entregue diretamente à Presidência do Supremo, autuado como arguição de suspeição e levado a uma sessão fechada — para, ao final, resultar numa solução difícil de classificar. O Supremo divulgou uma <strong>nota assinada por dez ministros</strong>, afirmando apoio a Dias Toffoli, sinalizando o arquivamento do incidente e determinando a redistribuição do caso.</p><p>A questão é que a nota não responde ao essencial: <strong>ela é uma decisão? Um acordo político-institucional? Um gesto para “normalizar” o andamento do processo?</strong> E, mais grave, deixa no ar aquilo que deveria ter sido enfrentado com transparência: <strong>por que Toffoli não é considerado suspeito — e, se não é, por que deixa a relatoria?<br></strong><br></p><p>Com Felipe Recondo, Luiz Fernando Esteves e Ana Laura Barbosa</p><p><strong>Capítulos</strong><br>00:00 Introdução ao Caso Master-Toffoli<br>03:04 Análise da Nota do STF<br>05:51 Implicações da Participação de Toffoli<br>08:50 A Questão da Suspeição e Relatoria<br>12:03 Erros e Heterodoxias no Processo<br>14:53 Preservação de Provas e Futuras Decisões<br>18:32 Impeachment e Crimes de Responsabilidade<br>20:48 Suspeição de Ministros do STF<br>23:39 Movimento do Ministro Fachin<br>30:30 Legitimidade do Tribunal e Decisões Secretas<br>33:41 Análise do Papel do Ministro Fachin</p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p><strong>Caso Master: uma “nota sem precedentes”, uma reunião secreta e a suspeição que o Supremo não enfrentou<br></strong><br></p><p>O <em>Sem Precedentes</em> desta semana tenta organizar o que, por definição, parece inorganizável: a sucessão de decisões, atalhos e ruídos institucionais em torno da investigação do “caso Master” — um processo tão heterodoxo que, como se diz no episódio, é impossível esgotá-lo em uma única conversa.</p><p>✅ Inscreva-se no canal, ative o sininho e avalie o <em>Sem Precedentes</em> na sua plataforma de podcast — isso ajuda o conteúdo a chegar a mais gente.</p><p>Gravado numa sexta-feira à tarde, em meio a vazamentos de trechos de uma reunião reservada convocada pelo presidente do STF, Edson Fachin, o episódio discute o caminho improvável percorrido por um relatório da Polícia Federal: entregue diretamente à Presidência do Supremo, autuado como arguição de suspeição e levado a uma sessão fechada — para, ao final, resultar numa solução difícil de classificar. O Supremo divulgou uma <strong>nota assinada por dez ministros</strong>, afirmando apoio a Dias Toffoli, sinalizando o arquivamento do incidente e determinando a redistribuição do caso.</p><p>A questão é que a nota não responde ao essencial: <strong>ela é uma decisão? Um acordo político-institucional? Um gesto para “normalizar” o andamento do processo?</strong> E, mais grave, deixa no ar aquilo que deveria ter sido enfrentado com transparência: <strong>por que Toffoli não é considerado suspeito — e, se não é, por que deixa a relatoria?<br></strong><br></p><p>Com Felipe Recondo, Luiz Fernando Esteves e Ana Laura Barbosa</p><p><strong>Capítulos</strong><br>00:00 Introdução ao Caso Master-Toffoli<br>03:04 Análise da Nota do STF<br>05:51 Implicações da Participação de Toffoli<br>08:50 A Questão da Suspeição e Relatoria<br>12:03 Erros e Heterodoxias no Processo<br>14:53 Preservação de Provas e Futuras Decisões<br>18:32 Impeachment e Crimes de Responsabilidade<br>20:48 Suspeição de Ministros do STF<br>23:39 Movimento do Ministro Fachin<br>30:30 Legitimidade do Tribunal e Decisões Secretas<br>33:41 Análise do Papel do Ministro Fachin</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 13 Feb 2026 21:04:45 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p><strong>Caso Master: uma “nota sem precedentes”, uma reunião secreta e a suspeição que o Supremo não enfrentou<br></strong><br></p><p>O <em>Sem Precedentes</em> desta semana tenta organizar o que, por definição, parece inorganizável: a sucessão de decisões, atalhos e ruídos institucionais em torno da investigação do “caso Master” — um processo tão heterodoxo que, como se diz no episódio, é impossível esgotá-lo em uma única conversa.</p><p>✅ Inscreva-se no canal, ative o sininho e avalie o <em>Sem Precedentes</em> na sua plataforma de podcast — isso ajuda o conteúdo a chegar a mais gente.</p><p>Gravado numa sexta-feira à tarde, em meio a vazamentos de trechos de uma reunião reservada convocada pelo presidente do STF, Edson Fachin, o episódio discute o caminho improvável percorrido por um relatório da Polícia Federal: entregue diretamente à Presidência do Supremo, autuado como arguição de suspeição e levado a uma sessão fechada — para, ao final, resultar numa solução difícil de classificar. O Supremo divulgou uma <strong>nota assinada por dez ministros</strong>, afirmando apoio a Dias Toffoli, sinalizando o arquivamento do incidente e determinando a redistribuição do caso.</p><p>A questão é que a nota não responde ao essencial: <strong>ela é uma decisão? Um acordo político-institucional? Um gesto para “normalizar” o andamento do processo?</strong> E, mais grave, deixa no ar aquilo que deveria ter sido enfrentado com transparência: <strong>por que Toffoli não é considerado suspeito — e, se não é, por que deixa a relatoria?<br></strong><br></p><p>Com Felipe Recondo, Luiz Fernando Esteves e Ana Laura Barbosa</p><p><strong>Capítulos</strong><br>00:00 Introdução ao Caso Master-Toffoli<br>03:04 Análise da Nota do STF<br>05:51 Implicações da Participação de Toffoli<br>08:50 A Questão da Suspeição e Relatoria<br>12:03 Erros e Heterodoxias no Processo<br>14:53 Preservação de Provas e Futuras Decisões<br>18:32 Impeachment e Crimes de Responsabilidade<br>20:48 Suspeição de Ministros do STF<br>23:39 Movimento do Ministro Fachin<br>30:30 Legitimidade do Tribunal e Decisões Secretas<br>33:41 Análise do Papel do Ministro Fachin</p><p><br></p>]]>
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      <title>Por que a crise atual do STF é sem precedentes?</title>
      <itunes:episode>213</itunes:episode>
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        <![CDATA[<p>O Supremo atravessa uma crise que não encontra paralelo recente na sua história. Entre o caso Banco Master, os desdobramentos no INSS, o inquérito das fake news e decisões individuais que acumulam controvérsias — de Alexandre de Moraes a Flávio Dino — o que se vê não é apenas um embate externo com outros Poderes, mas uma tensão que nasce dentro do próprio Tribunal. A comparação mais próxima talvez remeta à gestão de Gilmar Mendes na época da Operação Satyagraha. Ainda assim, a escala e a natureza do momento atual parecem distintas: hoje, a desconfiança se espalha em múltiplas frentes e atinge o coração da legitimidade da Corte.</p><p>- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@recondoeosonze</p><p>No episódio desta semana do *Sem Precedentes*, Felipe Recondo e Thomaz Pereira analisam como decisões monocráticas, mudanças de relatoria, discussões sobre sigilo e suspeitas que tangenciam ministros produzem um ambiente de incerteza institucional. A pergunta que ecoa fora do Tribunal é simples e inquietante: “O que está acontecendo?”. Quando a sociedade deixa de compreender os limites jurídicos que orientam a atuação da Corte, abre-se espaço para leituras políticas, estratégicas ou pessoais das decisões. E, nesse terreno, cada novo capítulo alimenta a percepção de que o Supremo ora age sem freios claros, ora escolhe quando pode ou não pode agir — um ciclo que corrói previsibilidade e confiança.</p><p>Há saídas? O debate passa pela necessidade de maior colegialidade, respeito rigoroso aos limites processuais e coordenação institucional capaz de reconstruir a autoridade da Constituição como parâmetro comum. O Supremo já demonstrou, em momentos críticos da história recente, que pode agir de forma coesa e decisiva. Mas legitimidade não se sustenta apenas em crises extraordinárias; ela se constrói no cotidiano, na coerência dos precedentes e na capacidade de convencer a sociedade de que o direito — e não a conveniência — delimita suas escolhas. É sobre essa encruzilhada que conversamos. Porque a crise é real. E, ao menos até aqui, é sem precedentes.</p><p>00:00 Crise Sem Precedentes no Supremo<br>02:39 Desconfiança e Legitimidade do Supremo<br>07:20 Decisões Controversas e Percepção Pública<br>11:37 O Supremo como Ator Político<br>15:42 Impacto das Decisões no Cenário Político<br>17:43 Desconfiança e o Papel do Supremo<br>21:07 Crise Interna no Supremo<br>24:50 Desafios e Possíveis Soluções para o Supremo<br>29:08 Construindo Legitimidade no Dia a Dia do Tribuna</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Supremo atravessa uma crise que não encontra paralelo recente na sua história. Entre o caso Banco Master, os desdobramentos no INSS, o inquérito das fake news e decisões individuais que acumulam controvérsias — de Alexandre de Moraes a Flávio Dino — o que se vê não é apenas um embate externo com outros Poderes, mas uma tensão que nasce dentro do próprio Tribunal. A comparação mais próxima talvez remeta à gestão de Gilmar Mendes na época da Operação Satyagraha. Ainda assim, a escala e a natureza do momento atual parecem distintas: hoje, a desconfiança se espalha em múltiplas frentes e atinge o coração da legitimidade da Corte.</p><p>- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@recondoeosonze</p><p>No episódio desta semana do *Sem Precedentes*, Felipe Recondo e Thomaz Pereira analisam como decisões monocráticas, mudanças de relatoria, discussões sobre sigilo e suspeitas que tangenciam ministros produzem um ambiente de incerteza institucional. A pergunta que ecoa fora do Tribunal é simples e inquietante: “O que está acontecendo?”. Quando a sociedade deixa de compreender os limites jurídicos que orientam a atuação da Corte, abre-se espaço para leituras políticas, estratégicas ou pessoais das decisões. E, nesse terreno, cada novo capítulo alimenta a percepção de que o Supremo ora age sem freios claros, ora escolhe quando pode ou não pode agir — um ciclo que corrói previsibilidade e confiança.</p><p>Há saídas? O debate passa pela necessidade de maior colegialidade, respeito rigoroso aos limites processuais e coordenação institucional capaz de reconstruir a autoridade da Constituição como parâmetro comum. O Supremo já demonstrou, em momentos críticos da história recente, que pode agir de forma coesa e decisiva. Mas legitimidade não se sustenta apenas em crises extraordinárias; ela se constrói no cotidiano, na coerência dos precedentes e na capacidade de convencer a sociedade de que o direito — e não a conveniência — delimita suas escolhas. É sobre essa encruzilhada que conversamos. Porque a crise é real. E, ao menos até aqui, é sem precedentes.</p><p>00:00 Crise Sem Precedentes no Supremo<br>02:39 Desconfiança e Legitimidade do Supremo<br>07:20 Decisões Controversas e Percepção Pública<br>11:37 O Supremo como Ator Político<br>15:42 Impacto das Decisões no Cenário Político<br>17:43 Desconfiança e o Papel do Supremo<br>21:07 Crise Interna no Supremo<br>24:50 Desafios e Possíveis Soluções para o Supremo<br>29:08 Construindo Legitimidade no Dia a Dia do Tribuna</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 20 Feb 2026 18:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O Supremo atravessa uma crise que não encontra paralelo recente na sua história. Entre o caso Banco Master, os desdobramentos no INSS, o inquérito das fake news e decisões individuais que acumulam controvérsias — de Alexandre de Moraes a Flávio Dino — o que se vê não é apenas um embate externo com outros Poderes, mas uma tensão que nasce dentro do próprio Tribunal. A comparação mais próxima talvez remeta à gestão de Gilmar Mendes na época da Operação Satyagraha. Ainda assim, a escala e a natureza do momento atual parecem distintas: hoje, a desconfiança se espalha em múltiplas frentes e atinge o coração da legitimidade da Corte.</p><p>- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@recondoeosonze</p><p>No episódio desta semana do *Sem Precedentes*, Felipe Recondo e Thomaz Pereira analisam como decisões monocráticas, mudanças de relatoria, discussões sobre sigilo e suspeitas que tangenciam ministros produzem um ambiente de incerteza institucional. A pergunta que ecoa fora do Tribunal é simples e inquietante: “O que está acontecendo?”. Quando a sociedade deixa de compreender os limites jurídicos que orientam a atuação da Corte, abre-se espaço para leituras políticas, estratégicas ou pessoais das decisões. E, nesse terreno, cada novo capítulo alimenta a percepção de que o Supremo ora age sem freios claros, ora escolhe quando pode ou não pode agir — um ciclo que corrói previsibilidade e confiança.</p><p>Há saídas? O debate passa pela necessidade de maior colegialidade, respeito rigoroso aos limites processuais e coordenação institucional capaz de reconstruir a autoridade da Constituição como parâmetro comum. O Supremo já demonstrou, em momentos críticos da história recente, que pode agir de forma coesa e decisiva. Mas legitimidade não se sustenta apenas em crises extraordinárias; ela se constrói no cotidiano, na coerência dos precedentes e na capacidade de convencer a sociedade de que o direito — e não a conveniência — delimita suas escolhas. É sobre essa encruzilhada que conversamos. Porque a crise é real. E, ao menos até aqui, é sem precedentes.</p><p>00:00 Crise Sem Precedentes no Supremo<br>02:39 Desconfiança e Legitimidade do Supremo<br>07:20 Decisões Controversas e Percepção Pública<br>11:37 O Supremo como Ator Político<br>15:42 Impacto das Decisões no Cenário Político<br>17:43 Desconfiança e o Papel do Supremo<br>21:07 Crise Interna no Supremo<br>24:50 Desafios e Possíveis Soluções para o Supremo<br>29:08 Construindo Legitimidade no Dia a Dia do Tribuna</p>]]>
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      <itunes:keywords>STF, Banco Master</itunes:keywords>
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      <title>Moraes será investigado pelo STF no caso Master?</title>
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        <![CDATA[<p>A crise no Supremo se agrava. As investigações sobre Daniel Vorcaro, os vazamentos de mensagens e as suspeitas sobre a relação de ministros com o banqueiro levantam uma pergunta incômoda: até onde esse desgaste pode chegar?</p><p>No novo episódio do <strong>Sem Precedentes</strong>, Felipe Recondo, Juliana Cesario Alvim, Thomaz Pereira e Diego Werneck discutem o que esse caso revela sobre os vícios antigos do STF, a dificuldade de impor limites claros e a incapacidade recorrente de reconhecer o problema antes que ele exploda.</p><p>Mais do que comentar o noticiário, o episódio tenta responder ao que realmente importa: o Supremo conseguirá reagir a tempo ou esta é apenas a primeira camada de uma crise ainda mais profunda? E Moraes, será ou não investigado?</p><strong>- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@recondoeosonze</strong><p><br>Capítulos<br>00:00 Crise no Supremo: Contexto e Implicações<br>03:05 Aprofundamento da Crise e Respostas do STF<br>06:00 Transparência e Relações com o Setor Privado<br>08:59 Expectativas de Mudança e Futuro do STF<br>12:14 Reações e Comportamentos dos Ministros<br>13:57 Otimismo e Possíveis Caminhos para o STF<br>24:10 Cuidado nas Relações Políticas<br>25:36 A Percepção de Relações Tóxicas<br>27:03 A Importância do Cuidado Reputacional<br>27:49 Intimidade e Comunicação no Contexto Político<br>29:09 O Papel do Supremo e as Acusações<br>30:39 Otimismo e Fragmentação do Discurso<br>32:48 Desafios para um Código de Conduta<br>34:55 Possibilidade de Investigação de Ministros<br>38:06 Expectativas sobre Investigações Futuras</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A crise no Supremo se agrava. As investigações sobre Daniel Vorcaro, os vazamentos de mensagens e as suspeitas sobre a relação de ministros com o banqueiro levantam uma pergunta incômoda: até onde esse desgaste pode chegar?</p><p>No novo episódio do <strong>Sem Precedentes</strong>, Felipe Recondo, Juliana Cesario Alvim, Thomaz Pereira e Diego Werneck discutem o que esse caso revela sobre os vícios antigos do STF, a dificuldade de impor limites claros e a incapacidade recorrente de reconhecer o problema antes que ele exploda.</p><p>Mais do que comentar o noticiário, o episódio tenta responder ao que realmente importa: o Supremo conseguirá reagir a tempo ou esta é apenas a primeira camada de uma crise ainda mais profunda? E Moraes, será ou não investigado?</p><strong>- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@recondoeosonze</strong><p><br>Capítulos<br>00:00 Crise no Supremo: Contexto e Implicações<br>03:05 Aprofundamento da Crise e Respostas do STF<br>06:00 Transparência e Relações com o Setor Privado<br>08:59 Expectativas de Mudança e Futuro do STF<br>12:14 Reações e Comportamentos dos Ministros<br>13:57 Otimismo e Possíveis Caminhos para o STF<br>24:10 Cuidado nas Relações Políticas<br>25:36 A Percepção de Relações Tóxicas<br>27:03 A Importância do Cuidado Reputacional<br>27:49 Intimidade e Comunicação no Contexto Político<br>29:09 O Papel do Supremo e as Acusações<br>30:39 Otimismo e Fragmentação do Discurso<br>32:48 Desafios para um Código de Conduta<br>34:55 Possibilidade de Investigação de Ministros<br>38:06 Expectativas sobre Investigações Futuras</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 06 Mar 2026 17:25:22 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>A crise no Supremo se agrava. As investigações sobre Daniel Vorcaro, os vazamentos de mensagens e as suspeitas sobre a relação de ministros com o banqueiro levantam uma pergunta incômoda: até onde esse desgaste pode chegar?</p><p>No novo episódio do <strong>Sem Precedentes</strong>, Felipe Recondo, Juliana Cesario Alvim, Thomaz Pereira e Diego Werneck discutem o que esse caso revela sobre os vícios antigos do STF, a dificuldade de impor limites claros e a incapacidade recorrente de reconhecer o problema antes que ele exploda.</p><p>Mais do que comentar o noticiário, o episódio tenta responder ao que realmente importa: o Supremo conseguirá reagir a tempo ou esta é apenas a primeira camada de uma crise ainda mais profunda? E Moraes, será ou não investigado?</p><strong>- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@recondoeosonze</strong><p><br>Capítulos<br>00:00 Crise no Supremo: Contexto e Implicações<br>03:05 Aprofundamento da Crise e Respostas do STF<br>06:00 Transparência e Relações com o Setor Privado<br>08:59 Expectativas de Mudança e Futuro do STF<br>12:14 Reações e Comportamentos dos Ministros<br>13:57 Otimismo e Possíveis Caminhos para o STF<br>24:10 Cuidado nas Relações Políticas<br>25:36 A Percepção de Relações Tóxicas<br>27:03 A Importância do Cuidado Reputacional<br>27:49 Intimidade e Comunicação no Contexto Político<br>29:09 O Papel do Supremo e as Acusações<br>30:39 Otimismo e Fragmentação do Discurso<br>32:48 Desafios para um Código de Conduta<br>34:55 Possibilidade de Investigação de Ministros<br>38:06 Expectativas sobre Investigações Futuras</p>]]>
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      <itunes:keywords>Política notícias</itunes:keywords>
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      <title>Impeachment é a solução para a crise do STF?</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Neste episódio do <strong>Sem Precedentes</strong>, discutimos um tema que voltou ao centro do debate institucional em Brasília: <strong>a possibilidade de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal</strong>.<br> <br>O assunto volta à pauta em meio a investigações, suspeitas envolvendo integrantes da Corte e pressões políticas que reacendem uma pergunta incômoda: <strong>afastar um ministro fortalece ou enfraquece o Supremo?<br></strong><br></p><p>Diego Werneck, Thomaz Pereira e Felipe Recondo partem desta pergunta para analisar os próximos passos dessa crise. Um processo de impeachment pode <strong>abrir uma porta perigosa</strong>: a de que o Senado passe a usar esse instrumento como forma de pressão política sobre a Corte.</p><p>Ao mesmo tempo, ignorar completamente denúncias ou suspeitas também tem custo institucional. Se nada acontece, o tribunal pode parecer incapaz de <strong>impor limites a si próprio</strong>, o que alimenta a percepção de que ministros não têm freios claros para sua atuação.</p><p>Neste episódio, discutimos:</p><ul><li>Se o impeachment de ministros do STF resolveria algum problema institucional ou apenas agravaria a crise;</li><li>O risco de o Senado ganhar poder excessivo sobre o tribunal ao abrir esse precedente;</li><li>A possibilidade de <strong>renúncias, acordos políticos ou saídas negociadas</strong> para evitar um confronto direto entre os poderes;</li><li>O papel do <strong>código de ética proposto para o Supremo</strong> e se ele poderia ajudar a estabelecer limites claros de conduta;</li><li>E uma pergunta decisiva: <strong>quem ocuparia as vagas abertas no tribunal?</strong></li></ul><p>Também analisamos outro ponto central do debate público: <strong>decisões individuais de ministros</strong>, especialmente em inquéritos sensíveis, e se elas podem ou não justificar pedidos de impeachment — ou se o problema está mais na estrutura de funcionamento do próprio Supremo.</p><p><br>No fim das contas, o episódio explora um dilema institucional:<br><strong>punir pode enfraquecer o tribunal — mas não punir também pode.</strong></p><p><br>🎧 Dê o play e acompanhe a discussão.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Neste episódio do <strong>Sem Precedentes</strong>, discutimos um tema que voltou ao centro do debate institucional em Brasília: <strong>a possibilidade de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal</strong>.<br> <br>O assunto volta à pauta em meio a investigações, suspeitas envolvendo integrantes da Corte e pressões políticas que reacendem uma pergunta incômoda: <strong>afastar um ministro fortalece ou enfraquece o Supremo?<br></strong><br></p><p>Diego Werneck, Thomaz Pereira e Felipe Recondo partem desta pergunta para analisar os próximos passos dessa crise. Um processo de impeachment pode <strong>abrir uma porta perigosa</strong>: a de que o Senado passe a usar esse instrumento como forma de pressão política sobre a Corte.</p><p>Ao mesmo tempo, ignorar completamente denúncias ou suspeitas também tem custo institucional. Se nada acontece, o tribunal pode parecer incapaz de <strong>impor limites a si próprio</strong>, o que alimenta a percepção de que ministros não têm freios claros para sua atuação.</p><p>Neste episódio, discutimos:</p><ul><li>Se o impeachment de ministros do STF resolveria algum problema institucional ou apenas agravaria a crise;</li><li>O risco de o Senado ganhar poder excessivo sobre o tribunal ao abrir esse precedente;</li><li>A possibilidade de <strong>renúncias, acordos políticos ou saídas negociadas</strong> para evitar um confronto direto entre os poderes;</li><li>O papel do <strong>código de ética proposto para o Supremo</strong> e se ele poderia ajudar a estabelecer limites claros de conduta;</li><li>E uma pergunta decisiva: <strong>quem ocuparia as vagas abertas no tribunal?</strong></li></ul><p>Também analisamos outro ponto central do debate público: <strong>decisões individuais de ministros</strong>, especialmente em inquéritos sensíveis, e se elas podem ou não justificar pedidos de impeachment — ou se o problema está mais na estrutura de funcionamento do próprio Supremo.</p><p><br>No fim das contas, o episódio explora um dilema institucional:<br><strong>punir pode enfraquecer o tribunal — mas não punir também pode.</strong></p><p><br>🎧 Dê o play e acompanhe a discussão.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 13 Mar 2026 23:43:24 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
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      <title>Por que decisões do STF, mesmo que positivas, aumentam a desconfiança sobre o tribunal?</title>
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      <podcast:episode>216</podcast:episode>
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        <![CDATA[<p>Neste episódio do Sem Precedentes: </p><p>Felipe Recondo, Juliana Cesario Alvim e Thomaz Pereira analisam duas decisões recentes do Supremo Tribunal Federal que ajudam a iluminar um problema maior: a crescente desconfiança em relação à forma como a Corte decide. </p><p>De um lado, o trio discute a decisão do ministro Gilmar Mendes que, mais uma vez, impediu a quebra de sigilo da empresa da qual o ministro Dias Toffoli é sócio, em meio às apurações sobre o caso Banco Master. De outro, examina a decisão do ministro Flávio Dino sobre a aposentadoria compulsória de magistrados, saudada por muitos como avanço, mas que também levanta dúvidas sobre seus fundamentos, seu procedimento e seus efeitos reais.</p><p>- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@recondoeosonze</p><p>Ao longo da conversa, os três discutem os limites de atuação das CPIs quando os fatos alcançam ministros do STF, o problema do uso de atalhos processuais para produzir resultados politicamente palatáveis e o custo institucional de decisões que, ainda que defensáveis no mérito, aumentam a percepção de blindagem, casuísmo e falta de transparência. </p><p>No centro do debate está uma questão que atravessa os dois temas: quando o Supremo tenta apagar incêndios com soluções de ocasião, ele resolve o problema — ou compra mais desconfiança para si?</p><p>#stf #política #lula #bancomaster #gilmarmendes #flaviodino </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 20 Mar 2026 17:31:35 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Quais os recados dados pelos ministros do STF nesta semana?</title>
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        <![CDATA[<p>🎙️ Sem Precedentes | O Supremo em dois dias decisivos</p><p>- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@recondoeosonze</p><p>Dois julgamentos em sequência no plenário físico do STF - e dois recados que vão muito além da técnica jurídica. O Supremo está apenas decidindo casos… ou também sinalizando limites para investigações e para outros Poderes? E, mais importante: o que essas decisões dizem sobre o próprio equilíbrio interno do tribunal?</p><p>Neste episódio, Felipe Recondo recebe Juliana Cesario Alvim, Diego Werneck e Thomaz Pereira para analisar dois temas centrais da semana: a derrota de André Mendonça no caso da prorrogação da CPMI do INSS e a decisão sobre os chamados “penduricalhos” pagos a juízes e membros do Ministério Público. O STF estava apenas aplicando o direito - ou também reagindo ao contexto político? Há coerência entre o discurso dos ministros e suas próprias práticas institucionais?</p><p>Entre divergências técnicas e críticas afiadas, o episódio expõe as tensões que atravessam o STF hoje: o papel do tribunal frente ao Congresso, os limites do controle judicial e a formação de maiorias dentro da Corte. No fim, ficam perguntas que não saem do radar: o Supremo está construindo precedentes… ou apenas resolvendo o presente? E quem, de fato, está conduzindo o jogo dentro do plenário?</p><p>00:00 Decisões Importantes do Supremo<br>09:56 Interferência Política nas Decisões Judiciais<br>16:21 Análise da Decisão do Ministro André Mendonça<br>25:03 Direito de Oposição e Interpretação Constitucional<br>29:28 Debate sobre a Decisão do Supremo<br>35:31 Pendências e Penduricalhos da Magistratura<br>50:31 Reflexões sobre a Função Judicial</p>]]>
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        <![CDATA[<p>🎙️ Sem Precedentes | O Supremo em dois dias decisivos</p><p>- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@recondoeosonze</p><p>Dois julgamentos em sequência no plenário físico do STF - e dois recados que vão muito além da técnica jurídica. O Supremo está apenas decidindo casos… ou também sinalizando limites para investigações e para outros Poderes? E, mais importante: o que essas decisões dizem sobre o próprio equilíbrio interno do tribunal?</p><p>Neste episódio, Felipe Recondo recebe Juliana Cesario Alvim, Diego Werneck e Thomaz Pereira para analisar dois temas centrais da semana: a derrota de André Mendonça no caso da prorrogação da CPMI do INSS e a decisão sobre os chamados “penduricalhos” pagos a juízes e membros do Ministério Público. O STF estava apenas aplicando o direito - ou também reagindo ao contexto político? Há coerência entre o discurso dos ministros e suas próprias práticas institucionais?</p><p>Entre divergências técnicas e críticas afiadas, o episódio expõe as tensões que atravessam o STF hoje: o papel do tribunal frente ao Congresso, os limites do controle judicial e a formação de maiorias dentro da Corte. No fim, ficam perguntas que não saem do radar: o Supremo está construindo precedentes… ou apenas resolvendo o presente? E quem, de fato, está conduzindo o jogo dentro do plenário?</p><p>00:00 Decisões Importantes do Supremo<br>09:56 Interferência Política nas Decisões Judiciais<br>16:21 Análise da Decisão do Ministro André Mendonça<br>25:03 Direito de Oposição e Interpretação Constitucional<br>29:28 Debate sobre a Decisão do Supremo<br>35:31 Pendências e Penduricalhos da Magistratura<br>50:31 Reflexões sobre a Função Judicial</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 27 Mar 2026 18:00:13 +0000</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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