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    <title>Recondo e Os Onze</title>
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    <description>O Judiciário brasileiro está no centro do debate público. Hoje mais do que nunca. 

Entre decisões que mudam o país, embates políticos e histórias humanas que revelam os bastidores do poder, este podcast abre o microfone para entender — com calma e profundidade — o que acontece nas cortes e tribunais do Brasil.

A cada episódio, entrevistas e conversas com ministros, advogados, pesquisadores, jornalistas e personagens que ajudam a explicar o papel da Justiça na democracia.

Dos julgamentos do Supremo Tribunal Federal às disputas que definem políticas públicas, aqui se discute como o direito se transforma em decisão — e decisão em impacto.

Porque compreender o Judiciário é também falar de política, sociedade, economia. Decifrar o Judiciário é também entender o Brasil.</description>
    <copyright>© 2026 Felipe Recondo</copyright>
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    <pubDate>Mon, 27 Apr 2026 10:28:07 -0300</pubDate>
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      <title>Recondo e Os Onze</title>
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    <itunes:author>Felipe Recondo</itunes:author>
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Entre decisões que mudam o país, embates políticos e histórias humanas que revelam os bastidores do poder, este podcast abre o microfone para entender — com calma e profundidade — o que acontece nas cortes e tribunais do Brasil.

A cada episódio, entrevistas e conversas com ministros, advogados, pesquisadores, jornalistas e personagens que ajudam a explicar o papel da Justiça na democracia.

Dos julgamentos do Supremo Tribunal Federal às disputas que definem políticas públicas, aqui se discute como o direito se transforma em decisão — e decisão em impacto.

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      <itunes:name>Felipe Recondo Freire</itunes:name>
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      <title>O que esperar da sabatina de Jorge Messias?</title>
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        <![CDATA[<p>A sabatina de <strong>Jorge Messias</strong> na Comissão de Constituição e Justiça do Senado está marcada, e a aprovação do novo ministro do Supremo Tribunal Federal parece certa. Mas o que exatamente acontece numa sabatina? Por que elas frustram tanto? E o que vale a pena observar desta vez?</p><p>Para responder essas perguntas, <strong>Felipe Recondo</strong> recebe o professor <strong>Rogério Arantes</strong>, cientista político da Universidade de São Paulo e estudioso das indicações presidenciais ao STF.</p><p>- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: <a href="https://substack.com/@UC1vPuOmA2uYkbpfURbkpYVA">https://substack.com/@UC1vPuOmA2uYkbpfURbkpYVA </a></p><p>Neste episódio, Arantes apresenta dados das sabatinas anteriores — de Kássio <strong>Nunes Marques </strong>a<strong> André Mendonça</strong> — para mostrar como os votos contrários raramente seguem a lógica governo-oposição e revelam disputas de agenda mais profundas: lavajatismo, costumes, combate à corrupção. E explica por que as maiorias que aprovam os indicados são sempre maiores do que as previstas.</p><p>No caso de <strong>Messias</strong>, o debate passa pela sua trajetória à frente da AGU — incluindo a atuação nas fraudes do INSS e a polêmica Procuradoria de Defesa da Democracia, apelidada de "Ministério da Verdade" —, pelo apoio inusitado de <strong>André Mendonça </strong>e<strong> Nunes Marques</strong>, pelo escândalo do Banco Master, e pelo pano de fundo mais explosivo de todos: o Supremo no centro da crise institucional do país.</p><p>A conversa termina com uma pergunta sem resposta ainda: como a chegada de <strong>Messias</strong> vai reorganizar as forças internas do tribunal?</p><p><br></p><p><strong>Capítulos:</strong><br>00:00 Introdução à Sabatina de Jorge Messias<br>03:07 Expectativas e Desafios da Sabatina<br>06:07 Dinâmica da Sabatina e Comportamento dos Senadores<br>09:05 Análise de Casos Anteriores e Influências no Voto<br>12:11 Aspectos Políticos e Sociais da Indicação<br>14:58 A Influência do Contexto e da Confiança no Supremo<br>17:58 Considerações Finais e Mobilização de Apoios<br>19:37 Expectativas para a Sabatina de Jorge Messias<br>22:21 Desafios da Advocacia Geral da União<br>26:28 Impacto da Crise do Supremo na Aprovação<br>31:19 O Jogo Político da Indicação<br>36:55 Compromissos e Consequências no Tribunal</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A sabatina de <strong>Jorge Messias</strong> na Comissão de Constituição e Justiça do Senado está marcada, e a aprovação do novo ministro do Supremo Tribunal Federal parece certa. Mas o que exatamente acontece numa sabatina? Por que elas frustram tanto? E o que vale a pena observar desta vez?</p><p>Para responder essas perguntas, <strong>Felipe Recondo</strong> recebe o professor <strong>Rogério Arantes</strong>, cientista político da Universidade de São Paulo e estudioso das indicações presidenciais ao STF.</p><p>- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: <a href="https://substack.com/@UC1vPuOmA2uYkbpfURbkpYVA">https://substack.com/@UC1vPuOmA2uYkbpfURbkpYVA </a></p><p>Neste episódio, Arantes apresenta dados das sabatinas anteriores — de Kássio <strong>Nunes Marques </strong>a<strong> André Mendonça</strong> — para mostrar como os votos contrários raramente seguem a lógica governo-oposição e revelam disputas de agenda mais profundas: lavajatismo, costumes, combate à corrupção. E explica por que as maiorias que aprovam os indicados são sempre maiores do que as previstas.</p><p>No caso de <strong>Messias</strong>, o debate passa pela sua trajetória à frente da AGU — incluindo a atuação nas fraudes do INSS e a polêmica Procuradoria de Defesa da Democracia, apelidada de "Ministério da Verdade" —, pelo apoio inusitado de <strong>André Mendonça </strong>e<strong> Nunes Marques</strong>, pelo escândalo do Banco Master, e pelo pano de fundo mais explosivo de todos: o Supremo no centro da crise institucional do país.</p><p>A conversa termina com uma pergunta sem resposta ainda: como a chegada de <strong>Messias</strong> vai reorganizar as forças internas do tribunal?</p><p><br></p><p><strong>Capítulos:</strong><br>00:00 Introdução à Sabatina de Jorge Messias<br>03:07 Expectativas e Desafios da Sabatina<br>06:07 Dinâmica da Sabatina e Comportamento dos Senadores<br>09:05 Análise de Casos Anteriores e Influências no Voto<br>12:11 Aspectos Políticos e Sociais da Indicação<br>14:58 A Influência do Contexto e da Confiança no Supremo<br>17:58 Considerações Finais e Mobilização de Apoios<br>19:37 Expectativas para a Sabatina de Jorge Messias<br>22:21 Desafios da Advocacia Geral da União<br>26:28 Impacto da Crise do Supremo na Aprovação<br>31:19 O Jogo Político da Indicação<br>36:55 Compromissos e Consequências no Tribunal</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 27 Apr 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>A sabatina de <strong>Jorge Messias</strong> na Comissão de Constituição e Justiça do Senado está marcada, e a aprovação do novo ministro do Supremo Tribunal Federal parece certa. Mas o que exatamente acontece numa sabatina? Por que elas frustram tanto? E o que vale a pena observar desta vez?</p><p>Para responder essas perguntas, <strong>Felipe Recondo</strong> recebe o professor <strong>Rogério Arantes</strong>, cientista político da Universidade de São Paulo e estudioso das indicações presidenciais ao STF.</p><p>- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: <a href="https://substack.com/@UC1vPuOmA2uYkbpfURbkpYVA">https://substack.com/@UC1vPuOmA2uYkbpfURbkpYVA </a></p><p>Neste episódio, Arantes apresenta dados das sabatinas anteriores — de Kássio <strong>Nunes Marques </strong>a<strong> André Mendonça</strong> — para mostrar como os votos contrários raramente seguem a lógica governo-oposição e revelam disputas de agenda mais profundas: lavajatismo, costumes, combate à corrupção. E explica por que as maiorias que aprovam os indicados são sempre maiores do que as previstas.</p><p>No caso de <strong>Messias</strong>, o debate passa pela sua trajetória à frente da AGU — incluindo a atuação nas fraudes do INSS e a polêmica Procuradoria de Defesa da Democracia, apelidada de "Ministério da Verdade" —, pelo apoio inusitado de <strong>André Mendonça </strong>e<strong> Nunes Marques</strong>, pelo escândalo do Banco Master, e pelo pano de fundo mais explosivo de todos: o Supremo no centro da crise institucional do país.</p><p>A conversa termina com uma pergunta sem resposta ainda: como a chegada de <strong>Messias</strong> vai reorganizar as forças internas do tribunal?</p><p><br></p><p><strong>Capítulos:</strong><br>00:00 Introdução à Sabatina de Jorge Messias<br>03:07 Expectativas e Desafios da Sabatina<br>06:07 Dinâmica da Sabatina e Comportamento dos Senadores<br>09:05 Análise de Casos Anteriores e Influências no Voto<br>12:11 Aspectos Políticos e Sociais da Indicação<br>14:58 A Influência do Contexto e da Confiança no Supremo<br>17:58 Considerações Finais e Mobilização de Apoios<br>19:37 Expectativas para a Sabatina de Jorge Messias<br>22:21 Desafios da Advocacia Geral da União<br>26:28 Impacto da Crise do Supremo na Aprovação<br>31:19 O Jogo Político da Indicação<br>36:55 Compromissos e Consequências no Tribunal</p>]]>
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      <title>Como se faz um acordo de delação premiada?</title>
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        <![CDATA[<p>🎙️ Neste episódio do podcast Direito do Mundo, Felipe Recondo sabatina Vladimir Aras, professor da Universidade de Brasília e procurador da República, para discutir um dos temas mais sensíveis do momento: a colaboração premiada. Em meio à expectativa em torno de possíveis delações no caso Master, a conversa parte de uma dúvida central — até que ponto é possível antecipar o conteúdo de um acordo que sequer começou a ser formalizado?</p><p>- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@UC1vPuOmA2uYkbpfURbkpYVA </p><p>⚖️ Ao longo do episódio, Vladimir Aras explica, de forma didática, como funciona o mecanismo da delação premiada, desde as primeiras conversas entre defesa e investigadores até a formalização do acordo. Ele destaca que a colaboração não é sinal de fragilidade da investigação, mas, ao contrário, um instrumento utilizado quando já existe um conjunto robusto de provas. Também detalha a lógica estratégica por trás desses acordos, tanto para a acusação quanto para a defesa, e os limites legais que regem esse tipo de negociação. </p><p>🧭 A conversa ainda avança sobre os bastidores desse tipo de processo: como se constrói a confiança entre as partes, qual o papel do juiz - que não pode participar da negociação - e como se garante a boa-fé do colaborador. Em um tom direto e acessível, o episódio oferece ao ouvinte uma visão clara de como funcionam, na prática, os acordos que podem redefinir investigações complexas e alterar o rumo de grandes casos no país.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>🎙️ Neste episódio do podcast Direito do Mundo, Felipe Recondo sabatina Vladimir Aras, professor da Universidade de Brasília e procurador da República, para discutir um dos temas mais sensíveis do momento: a colaboração premiada. Em meio à expectativa em torno de possíveis delações no caso Master, a conversa parte de uma dúvida central — até que ponto é possível antecipar o conteúdo de um acordo que sequer começou a ser formalizado?</p><p>- ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@UC1vPuOmA2uYkbpfURbkpYVA </p><p>⚖️ Ao longo do episódio, Vladimir Aras explica, de forma didática, como funciona o mecanismo da delação premiada, desde as primeiras conversas entre defesa e investigadores até a formalização do acordo. Ele destaca que a colaboração não é sinal de fragilidade da investigação, mas, ao contrário, um instrumento utilizado quando já existe um conjunto robusto de provas. Também detalha a lógica estratégica por trás desses acordos, tanto para a acusação quanto para a defesa, e os limites legais que regem esse tipo de negociação. </p><p>🧭 A conversa ainda avança sobre os bastidores desse tipo de processo: como se constrói a confiança entre as partes, qual o papel do juiz - que não pode participar da negociação - e como se garante a boa-fé do colaborador. Em um tom direto e acessível, o episódio oferece ao ouvinte uma visão clara de como funcionam, na prática, os acordos que podem redefinir investigações complexas e alterar o rumo de grandes casos no país.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 27 Mar 2026 05:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>Usar forças armadas contra organizações criminosas é um bom negócio?</title>
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        <![CDATA[<p>O debate sobre classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas voltou à pauta — e desta vez com um ingrediente novo: a pressão e a atuação dos Estados Unidos na região.</p><p>Mas o que realmente mudaria se essas organizações passassem a ser tratadas como terroristas? Isso ajudaria no combate ao crime organizado ou seria apenas uma mudança de rótulo?</p><strong> ASSINE A MINHA NEWSLETTER PARA SABER MAIS: https://substack.com/@recondoeosonze</strong><p><br>Neste episódio de DIREITO DO MUNDO, Felipe Recondo conversa com Vladimir Aras, procurador da República e professor da Universidade de Brasília, para discutir os limites e os riscos dessa proposta.</p><p>A militarização do combate ao narcotráfico funciona? O uso de forças armadas — inclusive estrangeiras — é solução ou ilusão? E o que experiências internacionais, como o Plano Colômbia, as Filipinas de Duterte ou a política de segurança de El Salvador, realmente ensinam?</p><p>Ao longo da conversa, também surge uma questão maior:<br>por trás da retórica do combate ao crime organizado, estaria em curso uma nova estratégia geopolítica dos Estados Unidos para a América Latina?</p><p>Uma discussão sobre segurança pública, direito internacional, soberania e geopolítica — e sobre os riscos de soluções fáceis para problemas complexos.</p><p>00:00 Introdução ao tema da classificação de organizações criminosas como terroristas<br>01:09 Utilização de forças armadas no combate ao crime organizado<br>01:35 Eficácia da militarização e exemplos históricos<br>03:32 Implicações da classificação como organização terrorista<br>05:56 Mercado de drogas e o papel do consumo global<br>08:29 Separação de funções do Estado: polícia vs forças armadas<br>11:03 Riscos de ações militares externas e violações de direitos humanos<br>15:36 Exemplos internacionais: Filipinas, El Salvador e suas lições<br>20:19 Motivações geopolíticas dos EUA na região<br>22:30 Disputa de influência entre EUA e China na América Latina</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 12 Mar 2026 17:36:51 -0300</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>A armadilha do Conselho da Paz de Trump</title>
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      <itunes:title>A armadilha do Conselho da Paz de Trump</itunes:title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Neste episódio, Felipe Recondo e Vladimir Aras discutem o convite do Brasil para integrar o Conselho da Paz proposto por Donald Trump, abordando as implicações jurídicas e políticas dessa adesão. Eles também analisam o silêncio do Brasil em relação à repressão no Irã, contrastando com a postura mais vocal em relação à situação em Gaza. A conversa explora temas como multilateralismo, autodeterminação dos povos e a necessidade de uma posição firme do Brasil em questões de direitos humanos.</p><p><br>Ponto a ponto</p><p>O Brasil foi convidado para o Conselho da Paz.<br>O Conselho da Paz funcionaria como uma organização internacional.<br>A participação dos palestinos é crucial nas discussões sobre Gaza.<br>O Brasil deve ter uma posição firme em relação ao Irã.<br>O silêncio do Brasil sobre o Irã é preocupante.<br>O Brasil pode designar entidades como terroristas.<br>O terrorismo de Estado é reconhecido no Direito Internacional.<br>A responsabilidade de proteger é uma teoria importante.<br>O Brasil repudia o terrorismo e as violações de direitos humanos.<br>É necessário levar os crimes no Irã a julgamento.</p><p>Chapters</p><p>00:00 Convite do Brasil para o Conselho da Paz<br>15:04 Silêncio do Brasil sobre a Repressão no Irã<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Neste episódio, Felipe Recondo e Vladimir Aras discutem o convite do Brasil para integrar o Conselho da Paz proposto por Donald Trump, abordando as implicações jurídicas e políticas dessa adesão. Eles também analisam o silêncio do Brasil em relação à repressão no Irã, contrastando com a postura mais vocal em relação à situação em Gaza. A conversa explora temas como multilateralismo, autodeterminação dos povos e a necessidade de uma posição firme do Brasil em questões de direitos humanos.</p><p><br>Ponto a ponto</p><p>O Brasil foi convidado para o Conselho da Paz.<br>O Conselho da Paz funcionaria como uma organização internacional.<br>A participação dos palestinos é crucial nas discussões sobre Gaza.<br>O Brasil deve ter uma posição firme em relação ao Irã.<br>O silêncio do Brasil sobre o Irã é preocupante.<br>O Brasil pode designar entidades como terroristas.<br>O terrorismo de Estado é reconhecido no Direito Internacional.<br>A responsabilidade de proteger é uma teoria importante.<br>O Brasil repudia o terrorismo e as violações de direitos humanos.<br>É necessário levar os crimes no Irã a julgamento.</p><p>Chapters</p><p>00:00 Convite do Brasil para o Conselho da Paz<br>15:04 Silêncio do Brasil sobre a Repressão no Irã<br></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 30 Jan 2026 12:10:40 -0300</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>Neste episódio, Felipe Recondo e Vladimir Aras discutem o convite do Brasil para integrar o Conselho da Paz proposto por Donald Trump, abordando as implicações jurídicas e políticas dessa adesão. Eles também analisam o silêncio do Brasil em relação à repressão no Irã, contrastando com a postura mais vocal em relação à situação em Gaza. A conversa explora temas como multilateralismo, autodeterminação dos povos e a necessidade de uma posição firme do Brasil em questões de direitos humanos.</p><p><br>Ponto a ponto</p><p>O Brasil foi convidado para o Conselho da Paz.<br>O Conselho da Paz funcionaria como uma organização internacional.<br>A participação dos palestinos é crucial nas discussões sobre Gaza.<br>O Brasil deve ter uma posição firme em relação ao Irã.<br>O silêncio do Brasil sobre o Irã é preocupante.<br>O Brasil pode designar entidades como terroristas.<br>O terrorismo de Estado é reconhecido no Direito Internacional.<br>A responsabilidade de proteger é uma teoria importante.<br>O Brasil repudia o terrorismo e as violações de direitos humanos.<br>É necessário levar os crimes no Irã a julgamento.</p><p>Chapters</p><p>00:00 Convite do Brasil para o Conselho da Paz<br>15:04 Silêncio do Brasil sobre a Repressão no Irã<br></p>]]>
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      <itunes:keywords>Lula, Política, Donald Trump</itunes:keywords>
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      <title>Trumpe entre a Groenlândia e o Irã: ameaças, repressão e o risco de ruptura global</title>
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      <itunes:title>Trumpe entre a Groenlândia e o Irã: ameaças, repressão e o risco de ruptura global</itunes:title>
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        <![CDATA[<p><br></p><p>Donald Trump volta a tensionar o tabuleiro internacional — agora com ameaças explícitas à Groenlândia, território do Reino da Dinamarca, e com sinais de escalada contra o Irã em meio a protestos e repressão. Neste episódio, Felipe Recondo conversa com Vladimir Aras (UnB e Ministério Público Federal) para destrinchar, com o rigor do Direito Internacional e o realismo da política externa, o que existe de bravata, o que pode virar fato consumado e quais seriam as consequências para a ordem global.</p><p>A conversa passa pela história e pelo status jurídico da Groenlândia, pelo papel da OTAN e pela hipótese-limite de um conflito entre membros da própria aliança. Aras explica quais formas de aquisição territorial são legítimas, por que invasões configuram crime de agressão e como isso se relaciona com precedentes recentes — da Crimeia à guerra na Ucrânia.</p><p>Na segunda parte, o foco é o Irã: as causas econômicas e políticas dos protestos, o quadro de violações de direitos humanos, o debate sobre respostas multilaterais e a doutrina da “Responsabilidade de Proteger” (R2P). O episódio também revisita episódios sul-americanos ligados ao tema — do atentado à AMIA às suspeitas sobre redes como o Hezbollah — e discute por que, com o enfraquecimento de mecanismos internacionais, soluções unilaterais voltam a ganhar força.</p><p>📌 <strong>Tópicos do episódio</strong></p><ul><li>Groenlândia: contexto histórico, interesse estratégico e disputa de soberania</li><li>OTAN e integridade territorial: o que acontece se um membro ameaça outro</li><li>Direito Internacional: compra, anexação, invasão e crime de agressão</li><li>Autodeterminação e direitos dos povos indígenas (Inuit)</li><li>Irã: protestos, repressão e riscos de escalada militar</li><li>Violações de direitos humanos e o impasse da resposta internacional</li><li>R2P (Responsabilidade de Proteger) e os limites do multilateralismo hoje</li></ul><p>Se você curte análises que conectam <strong>geopolítica, STF, instituições e Direito</strong>, inscreva-se no canal e deixe seu like.</p>]]>
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        <![CDATA[<p><br></p><p>Donald Trump volta a tensionar o tabuleiro internacional — agora com ameaças explícitas à Groenlândia, território do Reino da Dinamarca, e com sinais de escalada contra o Irã em meio a protestos e repressão. Neste episódio, Felipe Recondo conversa com Vladimir Aras (UnB e Ministério Público Federal) para destrinchar, com o rigor do Direito Internacional e o realismo da política externa, o que existe de bravata, o que pode virar fato consumado e quais seriam as consequências para a ordem global.</p><p>A conversa passa pela história e pelo status jurídico da Groenlândia, pelo papel da OTAN e pela hipótese-limite de um conflito entre membros da própria aliança. Aras explica quais formas de aquisição territorial são legítimas, por que invasões configuram crime de agressão e como isso se relaciona com precedentes recentes — da Crimeia à guerra na Ucrânia.</p><p>Na segunda parte, o foco é o Irã: as causas econômicas e políticas dos protestos, o quadro de violações de direitos humanos, o debate sobre respostas multilaterais e a doutrina da “Responsabilidade de Proteger” (R2P). O episódio também revisita episódios sul-americanos ligados ao tema — do atentado à AMIA às suspeitas sobre redes como o Hezbollah — e discute por que, com o enfraquecimento de mecanismos internacionais, soluções unilaterais voltam a ganhar força.</p><p>📌 <strong>Tópicos do episódio</strong></p><ul><li>Groenlândia: contexto histórico, interesse estratégico e disputa de soberania</li><li>OTAN e integridade territorial: o que acontece se um membro ameaça outro</li><li>Direito Internacional: compra, anexação, invasão e crime de agressão</li><li>Autodeterminação e direitos dos povos indígenas (Inuit)</li><li>Irã: protestos, repressão e riscos de escalada militar</li><li>Violações de direitos humanos e o impasse da resposta internacional</li><li>R2P (Responsabilidade de Proteger) e os limites do multilateralismo hoje</li></ul><p>Se você curte análises que conectam <strong>geopolítica, STF, instituições e Direito</strong>, inscreva-se no canal e deixe seu like.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 15 Jan 2026 14:41:59 -0300</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p><br></p><p>Donald Trump volta a tensionar o tabuleiro internacional — agora com ameaças explícitas à Groenlândia, território do Reino da Dinamarca, e com sinais de escalada contra o Irã em meio a protestos e repressão. Neste episódio, Felipe Recondo conversa com Vladimir Aras (UnB e Ministério Público Federal) para destrinchar, com o rigor do Direito Internacional e o realismo da política externa, o que existe de bravata, o que pode virar fato consumado e quais seriam as consequências para a ordem global.</p><p>A conversa passa pela história e pelo status jurídico da Groenlândia, pelo papel da OTAN e pela hipótese-limite de um conflito entre membros da própria aliança. Aras explica quais formas de aquisição territorial são legítimas, por que invasões configuram crime de agressão e como isso se relaciona com precedentes recentes — da Crimeia à guerra na Ucrânia.</p><p>Na segunda parte, o foco é o Irã: as causas econômicas e políticas dos protestos, o quadro de violações de direitos humanos, o debate sobre respostas multilaterais e a doutrina da “Responsabilidade de Proteger” (R2P). O episódio também revisita episódios sul-americanos ligados ao tema — do atentado à AMIA às suspeitas sobre redes como o Hezbollah — e discute por que, com o enfraquecimento de mecanismos internacionais, soluções unilaterais voltam a ganhar força.</p><p>📌 <strong>Tópicos do episódio</strong></p><ul><li>Groenlândia: contexto histórico, interesse estratégico e disputa de soberania</li><li>OTAN e integridade territorial: o que acontece se um membro ameaça outro</li><li>Direito Internacional: compra, anexação, invasão e crime de agressão</li><li>Autodeterminação e direitos dos povos indígenas (Inuit)</li><li>Irã: protestos, repressão e riscos de escalada militar</li><li>Violações de direitos humanos e o impasse da resposta internacional</li><li>R2P (Responsabilidade de Proteger) e os limites do multilateralismo hoje</li></ul><p>Se você curte análises que conectam <strong>geopolítica, STF, instituições e Direito</strong>, inscreva-se no canal e deixe seu like.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Direito Internacional, ONU, Otan</itunes:keywords>
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      <title>Direito do Mundo: Quais as consequências para os EUA pela captura de Maduro?</title>
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        <![CDATA[<p>Ação do governo Donald Trump viola o Direito Internacional? Sim, nenhuma dúvida. Mas que consequências poderia haver para os Estados Unidos?<br>No Direito do Mundo, os precedentes deste caso, o que outros casos internacionais semelhantes geraram de consequências e o que dizer sobre o Direito Internacional em tempos de violações claras como esta. <br>Com <strong>Vladimir Aras</strong>, professor de Direito Internacional e procurador da República. Apresentação de <strong>Felipe Recondo</strong>. </p><p>#venezuela #trump #lula </p><p>No episódio:<br>00:00 A Invasão dos EUA na Venezuela e o Direito Internacional<br>06:10 Consequências da Violação do Direito Internacional<br>12:33 Análise da Captura de Nicolás Maduro<br>19:16 Implicações Legais e Futuro de Maduro<br>26:33 O Futuro da Venezuela e a Nova Institucionalidade<br>32:02 Perspectivas Geopolíticas e Conflitos Futuros</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 05 Jan 2026 10:34:36 -0300</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:author>Felipe Recondo</itunes:author>
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      <itunes:keywords>Direito Internacional, Política, Narcotráfico</itunes:keywords>
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      <title>Quais os cinco fatos que resumem o STF neste ano?</title>
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      <podcast:episode>16</podcast:episode>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Como entender o Supremo de 2025 e o que projetar para o tribunal em 2026.<br>A relação do STF com o Congresso, as críticas aos ministros, o debate sobre o código de conduta. <br>Neste episódio de final de ano. </p><p>00:00 Julgamentos Importantes do Supremo em 2025<br>03:08 Aposentadoria de Luís Roberto Barroso e Sucessão no STF<br>05:55 Mudanças no Marco Civil da Internet<br>08:42 Julgamento da ADPF das Favelas e suas Implicações<br>11:17 Orçamento Secreto e a Relação com o Congresso</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 24 Dec 2025 07:57:00 -0300</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:author>Felipe Recondo</itunes:author>
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      <itunes:keywords>STF, Política</itunes:keywords>
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      <title>É possível trazer de volta os foragidos do 8 de Janeiro?</title>
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        <![CDATA[<p>Em Direito pelo Mundo: <br>envolvidos na tentativa de golpe que culminou no 8 de janeiro de 2023 fugiram do Brasil para evitar suas prisões. Os casos da deputada <strong>Carla Zambelli</strong> e do deputado <strong>Alexandre Ramagem</strong> são os mais notórios. <br>Agora trava-se uma batalha jurídica: como trazê-los de volta para cumprirem suas penas? <br>Neste episódio, analisamos caso a caso e pensamos quais devem ser extraditados e quais talvez nunca mais voltem para o Brasil.</p><p>00:00 O Impacto do 8 de Janeiro nos Tribunais<br>02:57 A Evolução da Extradição no Brasil<br>06:01 Facilidade de Fuga e Controle Fronteiriço<br>08:54 Casos de Extradição e Refúgio<br>12:09 Desafios nas Relações de Extradição com os EUA<br>18:24 Diferenças entre Extradição e Deportação<br>18:58 Casos Notáveis de Extradição<br>20:59 O Destino de Carla Zambelli<br>21:49 Aspectos Político-Administrativos da Extradição<br>24:03 Casos de Tentativa de Golpe e Extradição<br>26:10 Proteção a Whistleblowers e Implicações Legais<br>27:58 Liberdade de Expressão e Extradição<br>30:05 Desafios nas Relações de Extradição Brasil-Argentina</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 19 Dec 2025 08:48:52 -0300</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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    <item>
      <title>Quem mais se beneficia do PL da Dosimetria aprovado para beneficiar Bolsonaro?</title>
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        <![CDATA[<p>Projeto aprovado pela Câmara beneficia outros tantos crimes além dos cometidos no 8 de janeiro. <br>PL da Dosimetria pode conturbar a política criminal. <br>Vladimir Aras, professor da UNB e procurador da República, explica por que a opção do Congresso não foi a melhor. <br>E argumenta que reduzir as penas dos envolvidos no 8 de janeiro poderia ter sido de outra forma, sem com isso beneficiar tantos outros criminosos. </p><p>00:00 Aprovação do Projeto de Lei e suas Implicações<br>03:02 Anistia vs. Projeto de Lei: Uma Análise Crítica<br>05:57 Impactos no Sistema Penal e na Execução Penal<br>08:54 Princípios de Isonomia e suas Consequências<br>12:13 Alternativas ao Projeto de Lei e suas Efeitos<br>15:03 Progressão de Regime e suas Implicações<br>17:57 Método e Aplicação da Nova Lei</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 10 Dec 2025 18:20:55 -0300</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:keywords>Política, Direito Penal, STF</itunes:keywords>
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      <title>Cigarro já é mais lucrativo que a cocaína para o crime organizado?</title>
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        <![CDATA[<p>O cigarro ilegal parecia um problema que afetava apenas a arrecadação de tributos. Até que você descobre que um terço dos cigarros vendidos no Brasil vem da ilegalidade e, pior, que esse mercado alimenta diretamente facções como PCC e Comando Vermelho, movimentando bilhões e impulsionando crimes como roubo de carga, tráfico e homicídios.</p><p>Neste episódio, uma entrevista com o professor de Economia da FGV,  Renan Pieri (FGV), um dos autores do estudo sobre a relação entre o contrabando de cigarro e o crime organizado.</p><p>Por que o cigarro virou um negócio tão lucrativo para facções? Como a tributação cria brechas exploradas pelo crime? O mesmo caminhão que transporta cocaína também traz cigarro? E o que esse mercado de R$ 9 bilhões por ano diz sobre políticas públicas, segurança e economia?</p><p>A pesquisa da FGV foi feita a pedido da Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo). </p><p><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CWZoEDBhwp8">00:00</a> O Impacto do Contrabando de Cigarros no Brasil<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CWZoEDBhwp8&amp;t=166s">02:46</a> A Relação entre Crime Organizado e Mercado Ilegal<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CWZoEDBhwp8&amp;t=345s">05:45</a> Metodologia do Estudo e suas Descobertas<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CWZoEDBhwp8&amp;t=529s">08:49</a> A Logística do Mercado Ilegal de Cigarros<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CWZoEDBhwp8&amp;t=732s">12:12</a> Consequências da Tributação e Políticas Públicas<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CWZoEDBhwp8&amp;t=899s">14:59</a> Reflexões sobre Outros Mercados e a Tributação</p><p>INFORMAÇÕES RELEVANTES </p><p>+1 pp de cigarro ilegal está associado a:</p><p>+239 homicídios/ano</p><p>+9 roubos a banco/ano</p><p>+892 ocorrências de tráfico/ano</p><p>+339 roubos de carga/ano</p><p>+2.868 roubos de veículos/ano</p><p>+629 apreensões de armas/ano</p><p>+30 latrocínios/ano</p><p>+2 mortes de agentes do Estado/ano</p><p>Ilegalidade é 32% do mercado:<br>33,7 bilhões de unidades e cerca de R$ 8,8 bilhões/ano.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O cigarro ilegal parecia um problema que afetava apenas a arrecadação de tributos. Até que você descobre que um terço dos cigarros vendidos no Brasil vem da ilegalidade e, pior, que esse mercado alimenta diretamente facções como PCC e Comando Vermelho, movimentando bilhões e impulsionando crimes como roubo de carga, tráfico e homicídios.</p><p>Neste episódio, uma entrevista com o professor de Economia da FGV,  Renan Pieri (FGV), um dos autores do estudo sobre a relação entre o contrabando de cigarro e o crime organizado.</p><p>Por que o cigarro virou um negócio tão lucrativo para facções? Como a tributação cria brechas exploradas pelo crime? O mesmo caminhão que transporta cocaína também traz cigarro? E o que esse mercado de R$ 9 bilhões por ano diz sobre políticas públicas, segurança e economia?</p><p>A pesquisa da FGV foi feita a pedido da Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo). </p><p><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CWZoEDBhwp8">00:00</a> O Impacto do Contrabando de Cigarros no Brasil<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CWZoEDBhwp8&amp;t=166s">02:46</a> A Relação entre Crime Organizado e Mercado Ilegal<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CWZoEDBhwp8&amp;t=345s">05:45</a> Metodologia do Estudo e suas Descobertas<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CWZoEDBhwp8&amp;t=529s">08:49</a> A Logística do Mercado Ilegal de Cigarros<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CWZoEDBhwp8&amp;t=732s">12:12</a> Consequências da Tributação e Políticas Públicas<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CWZoEDBhwp8&amp;t=899s">14:59</a> Reflexões sobre Outros Mercados e a Tributação</p><p>INFORMAÇÕES RELEVANTES </p><p>+1 pp de cigarro ilegal está associado a:</p><p>+239 homicídios/ano</p><p>+9 roubos a banco/ano</p><p>+892 ocorrências de tráfico/ano</p><p>+339 roubos de carga/ano</p><p>+2.868 roubos de veículos/ano</p><p>+629 apreensões de armas/ano</p><p>+30 latrocínios/ano</p><p>+2 mortes de agentes do Estado/ano</p><p>Ilegalidade é 32% do mercado:<br>33,7 bilhões de unidades e cerca de R$ 8,8 bilhões/ano.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 03 Dec 2025 09:17:33 -0300</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O cigarro ilegal parecia um problema que afetava apenas a arrecadação de tributos. Até que você descobre que um terço dos cigarros vendidos no Brasil vem da ilegalidade e, pior, que esse mercado alimenta diretamente facções como PCC e Comando Vermelho, movimentando bilhões e impulsionando crimes como roubo de carga, tráfico e homicídios.</p><p>Neste episódio, uma entrevista com o professor de Economia da FGV,  Renan Pieri (FGV), um dos autores do estudo sobre a relação entre o contrabando de cigarro e o crime organizado.</p><p>Por que o cigarro virou um negócio tão lucrativo para facções? Como a tributação cria brechas exploradas pelo crime? O mesmo caminhão que transporta cocaína também traz cigarro? E o que esse mercado de R$ 9 bilhões por ano diz sobre políticas públicas, segurança e economia?</p><p>A pesquisa da FGV foi feita a pedido da Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo). </p><p><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CWZoEDBhwp8">00:00</a> O Impacto do Contrabando de Cigarros no Brasil<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CWZoEDBhwp8&amp;t=166s">02:46</a> A Relação entre Crime Organizado e Mercado Ilegal<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CWZoEDBhwp8&amp;t=345s">05:45</a> Metodologia do Estudo e suas Descobertas<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CWZoEDBhwp8&amp;t=529s">08:49</a> A Logística do Mercado Ilegal de Cigarros<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CWZoEDBhwp8&amp;t=732s">12:12</a> Consequências da Tributação e Políticas Públicas<br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=CWZoEDBhwp8&amp;t=899s">14:59</a> Reflexões sobre Outros Mercados e a Tributação</p><p>INFORMAÇÕES RELEVANTES </p><p>+1 pp de cigarro ilegal está associado a:</p><p>+239 homicídios/ano</p><p>+9 roubos a banco/ano</p><p>+892 ocorrências de tráfico/ano</p><p>+339 roubos de carga/ano</p><p>+2.868 roubos de veículos/ano</p><p>+629 apreensões de armas/ano</p><p>+30 latrocínios/ano</p><p>+2 mortes de agentes do Estado/ano</p><p>Ilegalidade é 32% do mercado:<br>33,7 bilhões de unidades e cerca de R$ 8,8 bilhões/ano.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Segurança Pública</itunes:keywords>
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      <title>Desastre de Mariana: sentença inglesa viola a soberania do Brasil?</title>
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        <![CDATA[<p>Em Direito pelo Mundo:</p><p>Empresas mundo afora poderão ser punidas por tribunais de outros países. Especialmente quando o tema é violação aos direitos humanos ou meio ambiente. <br>Há exemplos de decisões semelhantes em outros países. E isso não viola a soberania dos países. </p><p>Com Vladimir Aras. </p><p>00:00 Aprovação do Projeto de Lei Antifacção<br>02:31 Críticas e Implicações para a Polícia Federal<br>07:06 Partilha de Bens e Incentivos às Polícias<br>10:37 Sugestões para o Senado e Alterações Necessárias<br>16:33 Meios Especiais de Obtenção de Prova</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 01 Dec 2025 19:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Felipe Recondo e Vladimir Aras</author>
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      <itunes:keywords>Meio Ambiente</itunes:keywords>
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      <title>É preciso criar novos instrumentos de investigação para combater organizações criminosas</title>
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        <![CDATA[<p>No Direito Pelo Mundo:<br>O que Senado ainda precisa mexer no projeto antifacções para realmente combater organizações criminosas?<br>Projeto aprovado na Câmara é um avanço. Governo Lula fez discurso nem sempre verdadeiro sobre o tema. E agora tema está com o senador Alessandro Vieira (MDB-SE). </p><p>00:00 Aprovação do Projeto de Lei Antifacção<br>02:31 Críticas e Implicações para a Polícia Federal<br>07:06 Partilha de Bens e Incentivos às Polícias<br>10:37 Sugestões para o Senado e Alterações Necessárias<br>16:33 Meios Especiais de Obtenção de Prova</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 24 Nov 2025 19:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Felipe Recondo e Vladimir Aras</author>
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      <title>O que esperar de Jorge Messias no STF?</title>
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        <![CDATA[<p>Lula indicou seu terceiro nome para o STF neste terceiro mandato como presidente da República. <br>De quem Messias deve se aproximar? E ao lado de quem estará quando em jogo questões importantes para o governo?<br>Messias ainda precisa ser aprovado pelo Senado. Se tiver a maioria dos votos, será o quinto ministro desta composição que foi indicado por Lula.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 20 Nov 2025 16:27:42 -0300</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <title>O que significa a recondução de Paulo Gonet?</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O Senado aprovou a indicação de Paulo Gonet para um novo mandato. <br>Uma vitória e uma validação das ações promovidas nos últimos dois anos, inclusive contra Bolsonaro e aliados. <br>Mas o que vem pela frente?<br>Quais os novos desafios?</p><p>00:00 Desafios de Paulo Gonet como Procurador-Geral<br>02:42 Investigação das Fake News e suas Implicações<br>05:03 O Papel da PGR nas Eleições e Relação com o Governo</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 13 Nov 2025 09:12:39 -0300</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>O Senado aprovou a indicação de Paulo Gonet para um novo mandato. <br>Uma vitória e uma validação das ações promovidas nos últimos dois anos, inclusive contra Bolsonaro e aliados. <br>Mas o que vem pela frente?<br>Quais os novos desafios?</p><p>00:00 Desafios de Paulo Gonet como Procurador-Geral<br>02:42 Investigação das Fake News e suas Implicações<br>05:03 O Papel da PGR nas Eleições e Relação com o Governo</p>]]>
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      <itunes:keywords>STF, Judiciário, Saúde, Política</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
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    <item>
      <title>O jeitinho brasileiro de tratar o terrorismo</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O jeitinho brasileiro de tratar o terrorismo. <br>Faz sentido classificar organizações criminosas como terroristas?<br>A possibilidade de intervenção dos Estados Unidos no Brasil se isso ocorresse nem é o melhor dos argumentos contra essa proposta. <br>Saiba por que essa não é a saída para combater o crime organizado. <br>Com Vladimir Aras, procurador da República e professor da Universidade de Brasília. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O jeitinho brasileiro de tratar o terrorismo. <br>Faz sentido classificar organizações criminosas como terroristas?<br>A possibilidade de intervenção dos Estados Unidos no Brasil se isso ocorresse nem é o melhor dos argumentos contra essa proposta. <br>Saiba por que essa não é a saída para combater o crime organizado. <br>Com Vladimir Aras, procurador da República e professor da Universidade de Brasília. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 07 Nov 2025 12:29:06 -0300</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:keywords>Segurança Pública</itunes:keywords>
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    </item>
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      <title>Facções brasileiras poderiam ser atacadas por Donald Trump?</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Por que as organizações criminosas no Brasil não são classificadas como narcoterroristas?<br>E qual seria a consequência se fossem tratadas como grupos terroristas, como defendem integrantes da direita no Brasil?<br>Os ataques dos Estados Unidos a embarcações na Venezuela podem estar desafiando a jurisprudência internacional. Mas Trump ignora as críticas e mantém a política de ataques. <br>Quem explica todo este quadro é Vladimir Aras, procurador da República e professor de Direito Internacional. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 02 Nov 2025 12:55:08 -0300</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:keywords>STF, Judiciário, Saúde, Política</itunes:keywords>
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      <title>Planos para um novo Supremo: diagnóstico e propostas</title>
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        <![CDATA[<p>O Supremo precisa de reformas?<br>Os ministros deveriam assinar um código de conduta?<br>Como proteger a legitimidade do Supremo diante de tantas críticas e ataques?<br>O Instituto Fernando Henrique Cardoso fez um estudo - um diagnóstico e uma lista de propostas - na tentativa de melhorar o STF. <br>O coordenador deste estudo foi Oscar Vilhena, que explica nesta entrevista cada uma das ideias. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 02 Nov 2025 12:38:03 -0300</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:keywords>STF</itunes:keywords>
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      <title>Sem Precedentes: O que o STF vai fazer diante da ação policial que deixou 121 mortos?</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A decisão do STF sobre operação em comunidades do Rio de Janeiro deixou parâmetros abertos, o que torna essa pergunta mais difícil de ser respondida. <br>Mas o que dá para esperar com Alexandre de Moraes relator deste processo?<br>Se Jorge Messias for indicado para o Supremo pelo presidente Lula, ele se tornará relator deste processo. O que esperar da ação do STF neste tema que já transformou o tribunal em alvo de disputa de narrativas. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 31 Oct 2025 15:43:40 -0300</pubDate>
      <author>Felipe Recondo, Juliana Cesario Alvim, Luiz Esteves, Thomaz Pereira</author>
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      <itunes:keywords>Política, Segurança Pública, STF</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
    </item>
    <item>
      <title>A lei antifacção e a operação no RJ contra o Comando Vermelho</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A operação policial no Rio de Janeiro, com dezenas de mortes e prisões, é combustível para o governo federal trabalhar o seu projeto de Lei Antifacção. A proposta tem pontos positivos, mas não é solução. <br>Neste episódio:<br>- Os pontos mais importantes da lei. <br>- Os problemas que ela de fato enfrenta. <br>- As lacunas deixadas ainda pelo projeto. <br>- A possibilidade de intervenção em empresas privadas<br>- As necessidades sociais que devem ser atendidas numa estratégia mais ampla de combate às organizações. <br>#segurançapública</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 29 Oct 2025 11:09:18 -0300</pubDate>
      <author>Felipe Recondo e Vladimir Aras</author>
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      <itunes:author>Felipe Recondo e Vladimir Aras</itunes:author>
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      <itunes:keywords>Segurança Pública</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
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      <title>Diminuir imposto sobre agrotóxico é bom ou ruim?</title>
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        <![CDATA[<p>O Supremo julga ações que podem derrubar a redução de tributos para defensivos agrícolas. <br>Quem contesta o benefício alega que os agrotóxicos fazem mal ao meio ambiente e à saúde e que, por isso, não deveriam ser objeto de incentivo. <br>Por outro lado, quem é do setor argumenta que acabar com o benefício - duas décadas depois - terá impacto no preço dos alimentos, inclusive da carne. <br>Felipe Albuquerque Camargo, advogado e que defende os produtores de soja neste julgamento, explica por que o setor teme pela queda do benefício. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 29 Oct 2025 00:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:author>Felipe Recondo</itunes:author>
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      <itunes:keywords>STF, Agricultura, Inflação</itunes:keywords>
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    </item>
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      <title>Qual o real poder do presidente do STF?</title>
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        <![CDATA[<p>Presidentes do STF têm poderes muito limitados. Apesar de toda a mística em torno do cargo. <br>Ao longo da história, este poder foi aumentando, mas sofrendo também mudanças e desidratações. <br>A professora Marjorie Marona e eu discutimos como este poder evoluiu ao longo das décadas e o que há hoje de diferente no mandato de Edson Fachin. <br>Também falamos da saída de Barroso do tribunal e da escolha do seu substituto. </p>]]>
      </description>
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      </content:encoded>
      <pubDate>Tue, 28 Oct 2025 12:13:55 -0300</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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      <itunes:author>Felipe Recondo</itunes:author>
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      <itunes:keywords>STF, Judiciário, Saúde, Política</itunes:keywords>
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    <item>
      <title>Mais um poder para o STF: o poder de não decidir. </title>
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        <![CDATA[<p>Você acha que o Supremo já tem poderes demais? Pois há quem queira dar mais um poder para o tribunal. Mas este é um poder que pode aumentar a legitimidade do STF: o poder de deixar de decidir.<br>Rodrigo Kaufmann foi assessor no Supremo e chefe de gabinete do ministro Moreira Alves, dos mais importantes juízes da história do STF. <br>Com base nessa experiência de autocontenção, Kaufmann levanta esta ideia para o tribunal: para manter sua legitimidade, o melhor é dar ao Supremo essa alternativa de devolver o processo ou simplesmente arquivá-lo. </p>]]>
      </description>
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      <pubDate>Tue, 28 Oct 2025 00:01:00 -0300</pubDate>
      <author>Felipe Recondo</author>
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        <![CDATA[<p>Você acha que o Supremo já tem poderes demais? Pois há quem queira dar mais um poder para o tribunal. Mas este é um poder que pode aumentar a legitimidade do STF: o poder de deixar de decidir.<br>Rodrigo Kaufmann foi assessor no Supremo e chefe de gabinete do ministro Moreira Alves, dos mais importantes juízes da história do STF. <br>Com base nessa experiência de autocontenção, Kaufmann levanta esta ideia para o tribunal: para manter sua legitimidade, o melhor é dar ao Supremo essa alternativa de devolver o processo ou simplesmente arquivá-lo. </p>]]>
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      <itunes:keywords>STF, Política, </itunes:keywords>
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