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    <description>Dor de ouvido, dor de cabeça, dor do parto…sentimos vários tipos de dor ao longo da vida. No entanto, cada dor tem suas próprias particularidades e exige tratamento específico. O podcast Por Que Dói? vem para falar sobre isso.</description>
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    <pubDate>Fri, 11 Oct 2024 17:50:22 -0300</pubDate>
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      <title>Como lidar com a dor de uma queimadura? | Por Que Dói? #44</title>
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        <![CDATA[<p>A queimadura é um dos danos mais graves ao qual nosso corpo pode ser submetido. Todo o ano o Brasil registra, em média, 150 mil internações por queimaduras. Crianças representam 30% desse total.</p><p><br>Neste ‘Por que Dói?’ Juliana Conte, repórter do Portal Drauzio, conversa com Alfredo Gragnani, médico cirurgião plástico, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), e professor responsável pelo departamento de queimaduras agudas da Unifesp.</p><p><strong>Veja também: </strong><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/clinica-geral/como-tratar-queimaduras-de-acordo-com-o-grau/"><strong>Como tratar queimaduras de acordo com o grau</strong></a></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 01 Dec 2023 01:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <title>O que pode provocar a gastrite? | Por Que Dói? #43</title>
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        <![CDATA[<p>A gastrite atinge cerca de 2 milhões de brasileiros, sendo uma das inflamações no estômago mais frequentes. Mas será que a gastrite tem a ver somente com a alimentação, ou também pode estar relacionada a outros fatores como o estresse? Juliana Conte, repórter do Portal Drauzio, e a dra. Patrícia Almeida, gastroenterologista do Hospital Albert Einstein, falam sobre a gastrite, suas causas e formas de tratamento.</p><p><strong>Veja também: </strong><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/infograficos/tres-doencas-comuns-do-sistema-digestivo-infografico/"><strong>Três doenças comuns do sistema digestivo | Infográfico</strong></a></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 06 Oct 2023 15:34:10 -0300</pubDate>
      <author>Juliana Conte</author>
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      <title>O que causa a hérnia umbilical e como tratar? | Por Que Dói? #42</title>
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        <![CDATA[<p>Hérnia umbilical é um dos tipos de hérnias mais comuns. Ela atinge até 20% das crianças, mas também pode acometer adultos. Essa hérnia se origina na região abdominal e se desenvolve quando uma porção do intestino, ou do tecido que reveste a cavidade abdominal atravessam as camadas de tecido que compõem a parede abdominal, gerando uma protuberância. </p><p><br>Juliana Conte entrevista a dra. Vanessa Prado, médica cirurgiã do aparelho digestivo, que fala mais sobre hérnia umbilical, se ela causa dor ou desconforto, quais são os tratamentos e os cuidados recomendados.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 15 Sep 2023 06:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <title>Fibromialgia: como a dor afeta a saúde mental? | Por Que Dói? | Quando tudo dói #3</title>
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        <![CDATA[<p>A depressão está presente em 50% dos pacientes com fibromialgia, segundo Sociedade Brasileira de Reumatologia. E isso não é coincidência. A presença de quadros ansiosos e depressivos é resultado dos inúmeros desafios que os pacientes precisam enfrentar, desde a busca pelo diagnóstico até intensidade da dor que sofrem.</p><p>A apresentação fica por conta da jornalista Juliana Conte.</p><p>Participam deste episódio a psicóloga Daniela Ribeiro Matheus, membro da comissão de educação multiprofissional da SBR, o Dr. Marco Rocha, reumatologista, e a farmacêutica Aline Fleck, que convive com a fibromialgia há 10 anos.</p><p><strong>Veja também: </strong><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/podcasts/por-que-doi/por-que-e-dificil-tratar-a-fibromialgia-quando-tudo-doi-2/"><strong>Por que é difícil tratar a fibromialgia? | Por Que Dói? | Quando tudo dói #2</strong></a></p>]]>
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      <pubDate>Tue, 16 May 2023 11:59:35 -0300</pubDate>
      <author>Juliana Conte</author>
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      <title>Por que é difícil tratar a fibromialgia? | Por Que Dói? | Quando tudo dói #2</title>
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        <![CDATA[<p>Pacientes com fibromialgia estão acostumados a ir de médico em médico em busca de uma resposta para as dores que sentem. Geralmente, eles só saem com um diagnóstico de fibromialgia na quarta visita médica, quando finalmente é encaminhado para um reumatologista.</p><p><br>Assim como o diagnóstico, o tratamento também é bastante complexo, já que não existe um único caminho para conseguir bloquear a dor.</p><p><br>Essa é a segunda parte do novo especial do “Podcast Por Que Dói?”, que, ao longo de 3 episódios, irá abordar tudo o que você precisa saber sobre fibromialgia.</p><p><br>A apresentação fica por conta da jornalista Juliana Conte.</p><p><br>Participa deste episódio, o Dr. Marco Rocha, reumatologista e presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia.</p><p><strong>Veja também: </strong><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/podcasts/por-que-doi/fibromialgia-a-dor-que-se-espalha-pelo-corpo-quando-tudo-doi-1/"><strong>Fibromialgia: a dor que se espalha pelo corpo | Por Que Dói? | Quando tudo dói #1</strong></a></p>]]>
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      <pubDate>Thu, 11 May 2023 01:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Juliana Conte</author>
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      <itunes:author>Juliana Conte</itunes:author>
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      <title>Fibromialgia: a dor que se espalha pelo corpo | Por Que Dói? | Quando tudo dói #1</title>
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        <![CDATA[<p>Há registros de casos de pacientes com fibromialgia desde o final do século 19, mas foi só na década de 1970 que o problema ganhou o nome. Fibromialgia é a dor mais generalizada, difusa e sem caráter inflamatório. Porém, existem pacientes que sentem mais dor na região superior, como ombros, trapézio, cabeça, e outros que sentem mais dor nos membros inferiores, como perna, tornozelo.</p><p><br>Começa hoje o novo especial do “Podcast Por Que Dói?”, que, ao longo de 3 episódios, irá abordar tudo o que você precisa saber sobre fibromialgia.</p><p><br>A apresentação fica por conta da jornalista Juliana Conte.</p><p><br>Participam deste episódio, o especialista Dr. João Alho, médico reumatologista, e a paciente Aline Fleck, que convive com a fibromialgia há 10 anos.</p><p><strong>Veja também: </strong><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/psiquiatria/como-a-fibromialgia-afeta-a-saude-mental-dos-pacientes/"><strong>Como a fibromialgia afeta a saúde mental dos pacientes?</strong></a></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Há registros de casos de pacientes com fibromialgia desde o final do século 19, mas foi só na década de 1970 que o problema ganhou o nome. Fibromialgia é a dor mais generalizada, difusa e sem caráter inflamatório. Porém, existem pacientes que sentem mais dor na região superior, como ombros, trapézio, cabeça, e outros que sentem mais dor nos membros inferiores, como perna, tornozelo.</p><p><br>Começa hoje o novo especial do “Podcast Por Que Dói?”, que, ao longo de 3 episódios, irá abordar tudo o que você precisa saber sobre fibromialgia.</p><p><br>A apresentação fica por conta da jornalista Juliana Conte.</p><p><br>Participam deste episódio, o especialista Dr. João Alho, médico reumatologista, e a paciente Aline Fleck, que convive com a fibromialgia há 10 anos.</p><p><strong>Veja também: </strong><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/psiquiatria/como-a-fibromialgia-afeta-a-saude-mental-dos-pacientes/"><strong>Como a fibromialgia afeta a saúde mental dos pacientes?</strong></a></p>]]>
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      <pubDate>Tue, 09 May 2023 14:38:42 -0300</pubDate>
      <author>Juliana Conte</author>
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        <![CDATA[<p>Há registros de casos de pacientes com fibromialgia desde o final do século 19, mas foi só na década de 1970 que o problema ganhou o nome. Fibromialgia é a dor mais generalizada, difusa e sem caráter inflamatório. Porém, existem pacientes que sentem mais dor na região superior, como ombros, trapézio, cabeça, e outros que sentem mais dor nos membros inferiores, como perna, tornozelo.</p><p><br>Começa hoje o novo especial do “Podcast Por Que Dói?”, que, ao longo de 3 episódios, irá abordar tudo o que você precisa saber sobre fibromialgia.</p><p><br>A apresentação fica por conta da jornalista Juliana Conte.</p><p><br>Participam deste episódio, o especialista Dr. João Alho, médico reumatologista, e a paciente Aline Fleck, que convive com a fibromialgia há 10 anos.</p><p><strong>Veja também: </strong><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/psiquiatria/como-a-fibromialgia-afeta-a-saude-mental-dos-pacientes/"><strong>Como a fibromialgia afeta a saúde mental dos pacientes?</strong></a></p>]]>
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      <itunes:keywords>fibromialgia, dor, dor generalizada, sintomas, por que dói, quando tudo dói, podcast</itunes:keywords>
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      <title>Hemofilia | Por Que Dói? #41</title>
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        <![CDATA[<p>A hemofilia é uma doença hemorrágica. Pacientes com hemofilia não têm fator de coagulação, por isso não conseguem, ou têm muita dificuldade, em estancar sangramentos. O que muita gente não sabe é que esses sangramentos podem ser internos e acometer as articulações e os músculos. E isso causa muita dor, além de inchaço e dificuldade de locomoção se não for tratado.</p><p><br>Juliana Conte conversa com a médica hematologista Dra. Ana Clara Kneese do Comitê de Hemostasia da ABHH (Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular) sobre o assunto.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 27 Apr 2023 15:16:32 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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        <![CDATA[<p>A hemofilia é uma doença hemorrágica. Pacientes com hemofilia não têm fator de coagulação, por isso não conseguem, ou têm muita dificuldade, em estancar sangramentos. O que muita gente não sabe é que esses sangramentos podem ser internos e acometer as articulações e os músculos. E isso causa muita dor, além de inchaço e dificuldade de locomoção se não for tratado.</p><p><br>Juliana Conte conversa com a médica hematologista Dra. Ana Clara Kneese do Comitê de Hemostasia da ABHH (Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular) sobre o assunto.</p>]]>
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      <title>Dor do Crescimento - Por Que Dói? #40</title>
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        <![CDATA[<p>Crescer dói, já dizia Clarice Lispector. </p><p>As dores de crescimento são dores que normalmente se manifestam nas pernas de crianças durante a noite. É uma condição bastante comum, principalmente em crianças na faixa dos 5 a 10 anos, e desaparecem espontaneamente mesmo sem tratamento.</p><p><br>Juliana Conte, jornalista do Portal Drauzio, convida o Dr. Cláudio Len, do Departamento de Reumatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, para conversar sobre o tema e explicar melhor por qual motivo isso ocorre. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 31 Mar 2023 07:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <title>Unha Encravada - Por Que Dói? #39</title>
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        <![CDATA[<p>Ter uma unha encravada pode ser bastante dolorido e desconfortável. Muitas pessoas tendem a resolver o problema em casa, de maneira caseira, o que não é recomendado já que pode causar sangramento, infecção e até deformação na unha. Neste episódio, Juliana Conte convida a podóloga Marta Botelho, para tirar as principais dúvidas sobre o assunto.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Ter uma unha encravada pode ser bastante dolorido e desconfortável. Muitas pessoas tendem a resolver o problema em casa, de maneira caseira, o que não é recomendado já que pode causar sangramento, infecção e até deformação na unha. Neste episódio, Juliana Conte convida a podóloga Marta Botelho, para tirar as principais dúvidas sobre o assunto.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 17 Feb 2023 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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        <![CDATA[<p>Ter uma unha encravada pode ser bastante dolorido e desconfortável. Muitas pessoas tendem a resolver o problema em casa, de maneira caseira, o que não é recomendado já que pode causar sangramento, infecção e até deformação na unha. Neste episódio, Juliana Conte convida a podóloga Marta Botelho, para tirar as principais dúvidas sobre o assunto.</p>]]>
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      <title>Quem tem dores crônicas pode fazer exercício físico? - Por Que Dói? | Especial #03</title>
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        <![CDATA[<p>O hábito de fazer exercícios diários, seja ao ar livre ou em academias, é defendido por cientistas e recomendado por médicos como um dos melhores caminhos para uma vida saudável e uma velhice tranquila.</p><p>Mas e quem tem dor crônica, muitas vezes decorrente de doenças pré-existentes, como artrite reumatoide, fibromilagia, hérnias, enxaqueca, dores musculares, pode fazer atividade física?</p><p>No último episódio da série sobre exercícios físicos, Juliana Conte, repórter do Portal Drauzio, fala sobre a importância de manter-se ativo, mesmo com algumas comorbidades físicas. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 01 Feb 2023 17:27:53 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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        <![CDATA[<p>O hábito de fazer exercícios diários, seja ao ar livre ou em academias, é defendido por cientistas e recomendado por médicos como um dos melhores caminhos para uma vida saudável e uma velhice tranquila.</p><p>Mas e quem tem dor crônica, muitas vezes decorrente de doenças pré-existentes, como artrite reumatoide, fibromilagia, hérnias, enxaqueca, dores musculares, pode fazer atividade física?</p><p>No último episódio da série sobre exercícios físicos, Juliana Conte, repórter do Portal Drauzio, fala sobre a importância de manter-se ativo, mesmo com algumas comorbidades físicas. </p>]]>
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      <title>É normal sentir dor ao fazer exercícios físicos? - Por Que Dói? | Especial #02</title>
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        <![CDATA[<p>Com a moda dos treinos intensos e de curta duração, com as aulas de crossfit e spinning bombando na academia, onde se espera, no mínimo, sair com a camiseta pingando de suor, a questão que fica é: como saber se a intensidade de exercícios não estão passando da conta para o meu tipo e preparo físicos?</p><p>No segundo episódio do especial sobre exercícios físicos, a jornalista Juliana Conte explica tudo o que você precisa saber sobre os impactos dos exercícios físicos neste especial de 3 partes, que vão ao ar nas quartas-feiras, 19h.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Com a moda dos treinos intensos e de curta duração, com as aulas de crossfit e spinning bombando na academia, onde se espera, no mínimo, sair com a camiseta pingando de suor, a questão que fica é: como saber se a intensidade de exercícios não estão passando da conta para o meu tipo e preparo físicos?</p><p>No segundo episódio do especial sobre exercícios físicos, a jornalista Juliana Conte explica tudo o que você precisa saber sobre os impactos dos exercícios físicos neste especial de 3 partes, que vão ao ar nas quartas-feiras, 19h.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 25 Jan 2023 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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        <![CDATA[<p>Com a moda dos treinos intensos e de curta duração, com as aulas de crossfit e spinning bombando na academia, onde se espera, no mínimo, sair com a camiseta pingando de suor, a questão que fica é: como saber se a intensidade de exercícios não estão passando da conta para o meu tipo e preparo físicos?</p><p>No segundo episódio do especial sobre exercícios físicos, a jornalista Juliana Conte explica tudo o que você precisa saber sobre os impactos dos exercícios físicos neste especial de 3 partes, que vão ao ar nas quartas-feiras, 19h.</p>]]>
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      <title>Por que sentimos dor após fazer exercícios físicos? - Por Que Dói? | Especial #01</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Se você decidiu que é hora de começar a fazer mais <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/entrevistas-2/beneficios-dos-exercicios-entrevista/"><strong>exercícios físicos</strong></a>: parabéns. Mas saiba que uma série de mudanças irá ocorrer em seu organismo. Sua pressão vai se estabilizar, seus níveis de insulina vão diminuir e você vai sentir um pouquinho de dor no começo. Mas calma, que é uma dor boa, que simplesmente está "acordando" seus músculos.</p><p>Juliana Conte, repórter do Portal Drauzio, explica tudo o que você precisa saber sobre os impactos dos exercícios físicos neste especial de 3 partes, que vão ao ar nas quartas-feiras, 19h.</p><p> </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Se você decidiu que é hora de começar a fazer mais <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/entrevistas-2/beneficios-dos-exercicios-entrevista/"><strong>exercícios físicos</strong></a>: parabéns. Mas saiba que uma série de mudanças irá ocorrer em seu organismo. Sua pressão vai se estabilizar, seus níveis de insulina vão diminuir e você vai sentir um pouquinho de dor no começo. Mas calma, que é uma dor boa, que simplesmente está "acordando" seus músculos.</p><p>Juliana Conte, repórter do Portal Drauzio, explica tudo o que você precisa saber sobre os impactos dos exercícios físicos neste especial de 3 partes, que vão ao ar nas quartas-feiras, 19h.</p><p> </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 18 Jan 2023 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:summary>Que fazer exercício físico é ótimo para a saúde física e mental, ninguém questiona. Mas quais são os impactos a longo prazo?</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Que fazer exercício físico é ótimo para a saúde física e mental, ninguém questiona. Mas quais são os impactos a longo prazo?</itunes:subtitle>
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      <title>Prisão de ventre - Por Que Dói? #38</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p><em>Entenda o que pode causar a prisão de ventre e o que fazer para combatê-la.</em></p><p><strong>Veja também: </strong><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/proctologia/quantos-dias-posso-ficar-sem-ir-ao-banheiro/"><strong>Quantos dias posso ficar sem ir ao banheiro?</strong></a></p>]]>
      </description>
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      <pubDate>Fri, 06 Jan 2023 14:06:38 -0300</pubDate>
      <author>Juliana Conte</author>
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      <itunes:author>Juliana Conte</itunes:author>
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      <itunes:subtitle>Entenda o que pode causar a prisão de ventre e o que fazer para combatê-la.</itunes:subtitle>
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      <title>Sinusite - Por Que Dói? #37</title>
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      <podcast:episode>37</podcast:episode>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A rinossinusite, popularizada e conhecida como sinusite, pode atingir qualquer pessoa. Ela ocorre quando há inflamação da mucosa do nariz e dos seios paranasais, causando secreção nasal, dor na face, dor de cabeça e até dor na arcada dentária. Agentes infecciosos como fungos, bactérias e vírus, são possíveis causas da sinusite, mas alergias também podem desencadeá-la. Saiba como é possível evitar crises recorrentes. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>A rinossinusite, popularizada e conhecida como sinusite, pode atingir qualquer pessoa. Ela ocorre quando há inflamação da mucosa do nariz e dos seios paranasais, causando secreção nasal, dor na face, dor de cabeça e até dor na arcada dentária. Agentes infecciosos como fungos, bactérias e vírus, são possíveis causas da sinusite, mas alergias também podem desencadeá-la. Saiba como é possível evitar crises recorrentes. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 18 Nov 2022 16:45:02 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:summary>É possível viver sem sinusite?</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>É possível viver sem sinusite?</itunes:subtitle>
      <itunes:keywords>sinusite, dor, otorrino</itunes:keywords>
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      <title>Algologia: a especialidade que lida com a dor - Por Que Dói? #36</title>
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        <![CDATA[<p>Você sabe o que faz um médico algologista? Ele é especialista nos cuidados de dor. Ouça agora a entrevista que a jornalista Juliana Conte fez com dois profissionais da área. <em></em></p><p><strong>Veja também: </strong><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/podcasts/por-que-doi/e-dor-de-cabeca-ou-enxaqueca-especial/"><strong>É dor de cabeça ou enxaqueca? - Por Que Dói? | Especial #01</strong></a></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Você sabe o que faz um médico algologista? Ele é especialista nos cuidados de dor. Ouça agora a entrevista que a jornalista Juliana Conte fez com dois profissionais da área. <em></em></p><p><strong>Veja também: </strong><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/podcasts/por-que-doi/e-dor-de-cabeca-ou-enxaqueca-especial/"><strong>É dor de cabeça ou enxaqueca? - Por Que Dói? | Especial #01</strong></a></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 14 Oct 2022 12:21:30 -0300</pubDate>
      <author>Juliana Conte</author>
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      <itunes:summary>Viver com dor não é normal. Conheça o trabalho dos algologistas, especialistas no tratamento da dor.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Viver com dor não é normal. Conheça o trabalho dos algologistas, especialistas no tratamento da dor.</itunes:subtitle>
      <itunes:keywords>dor, algologista, dor crônica, tratamento da dor, manejo da dor</itunes:keywords>
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      <title>Lesões da monkeypox - Por Que Dói? #35</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p><em>Somente em agosto de 2022, foram registrados quase 3700 casos de monkeypox em todo país, segundo boletim do Ministério da Saúde.</em></p><p><em><br>No início, os sintomas podem ser parecidos com qualquer outra virose, mas depois de alguns dias, as lesões na pele podem começar a surgir. Essas bolhas, muitas vezes, são bastante dolorosas e difíceis de serem tratadas, sendo necessário que o paciente fique internado por alguns dias para controle de dor.</em></p><p><em><br>Neste episódio do Por que Dói?, Juliana Conte convida o dr. Alvaro da Costa, infectologista do Hospital das Clínicas da Usp.</em></p><p><strong>Veja também: </strong><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/infectologia/11-perguntas-e-respostas-sobre-a-variola-dos-macacos/"><strong>11 perguntas e respostas sobre a varíola dos macacos</strong></a></p>]]>
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        <![CDATA[<p><em>Somente em agosto de 2022, foram registrados quase 3700 casos de monkeypox em todo país, segundo boletim do Ministério da Saúde.</em></p><p><em><br>No início, os sintomas podem ser parecidos com qualquer outra virose, mas depois de alguns dias, as lesões na pele podem começar a surgir. Essas bolhas, muitas vezes, são bastante dolorosas e difíceis de serem tratadas, sendo necessário que o paciente fique internado por alguns dias para controle de dor.</em></p><p><em><br>Neste episódio do Por que Dói?, Juliana Conte convida o dr. Alvaro da Costa, infectologista do Hospital das Clínicas da Usp.</em></p><p><strong>Veja também: </strong><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/infectologia/11-perguntas-e-respostas-sobre-a-variola-dos-macacos/"><strong>11 perguntas e respostas sobre a varíola dos macacos</strong></a></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 23 Sep 2022 12:29:16 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:summary>Somente em agosto de 2022, foram registrados quase 3700 casos de monkeypox em todo país, segundo boletim do Ministério da Saúde.

No início, os sintomas podem ser parecidos com qualquer outra virose, mas depois de alguns dias, as lesões na pele podem começar a surgir. Essas bolhas, muitas vezes, são bastante dolorosas e difíceis de serem tratadas, sendo necessário que o paciente fique internado por alguns dias para controle de dor.

Neste episódio do Por que Dói?, Juliana Conte convida o dr. Alvaro da Costa, infectologista do Hospital das Clínicas da Usp.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Somente em agosto de 2022, foram registrados quase 3700 casos de monkeypox em todo país, segundo boletim do Ministério da Saúde.

No início, os sintomas podem ser parecidos com qualquer outra virose, mas depois de alguns dias, as lesões na pele podem co</itunes:subtitle>
      <itunes:keywords>monkeypox, varíola dos macacos, varíola, lesões de pele, dor, bolhas</itunes:keywords>
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      <title>Perguntas e respostas sobre enxaqueca - Por Que Dói? | Especial #05</title>
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        <![CDATA[<p>Maconha ajuda no tratamento da enxaqueca? O que eu devo tirar da minha alimentação para não ter dores frequentes? O que é botox, quanto custa? No último episódio Por que Dói? especial, a jornalista Juliana Conte tira as principais dúvidas que surgiram e foram enviadas pelos ouvintes. Ouça agora. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Maconha ajuda no tratamento da enxaqueca? O que eu devo tirar da minha alimentação para não ter dores frequentes? O que é botox, quanto custa? No último episódio Por que Dói? especial, a jornalista Juliana Conte tira as principais dúvidas que surgiram e foram enviadas pelos ouvintes. Ouça agora. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 16 Sep 2022 10:02:41 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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        <![CDATA[<p>Maconha ajuda no tratamento da enxaqueca? O que eu devo tirar da minha alimentação para não ter dores frequentes? O que é botox, quanto custa? No último episódio Por que Dói? especial, a jornalista Juliana Conte tira as principais dúvidas que surgiram e foram enviadas pelos ouvintes. Ouça agora. </p>]]>
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      <itunes:keywords>botox, enxaqueca, dor de cabeça, maconha medicinal, cefaleia, neurologia</itunes:keywords>
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      <title>Como é seguir o tratamento para enxaqueca - Por Que Dói? | Especial #04</title>
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        <![CDATA[<p>No quarto episódio do especial do Por Que Dói?, Juliana Conte, repórter do Portal Drauzio, compartilha como está sendo o início do seu tratamento para enxaqueca, quais são as restrições, os métodos utilizados e o custo-benefício.</p><p>Fique ligado que o episódio bônus chega na próxima semana, 16/09. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>No quarto episódio do especial do Por Que Dói?, Juliana Conte, repórter do Portal Drauzio, compartilha como está sendo o início do seu tratamento para enxaqueca, quais são as restrições, os métodos utilizados e o custo-benefício.</p><p>Fique ligado que o episódio bônus chega na próxima semana, 16/09. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 09 Sep 2022 14:52:07 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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        <![CDATA[<p>No quarto episódio do especial do Por Que Dói?, Juliana Conte, repórter do Portal Drauzio, compartilha como está sendo o início do seu tratamento para enxaqueca, quais são as restrições, os métodos utilizados e o custo-benefício.</p><p>Fique ligado que o episódio bônus chega na próxima semana, 16/09. </p>]]>
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      <itunes:keywords>por que dói, enxaqueca, dor, neurologia, dor de cabeça, antidepressivos, </itunes:keywords>
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      <title>Tratar enxaqueca é difícil? - Por Que Dói? | Especial #03</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O paciente com enxaqueca costuma enfrentar uma verdadeira odisséia até conseguir um tratamento adequado para sua condição. Botox, anticonvulsivantes, anticorpo monoclonal.... A lista de opções é extensa, mas nem sempre o benefício é garantido. Ouça agora o novo episódio do especial sobre enxaqueca. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O paciente com enxaqueca costuma enfrentar uma verdadeira odisséia até conseguir um tratamento adequado para sua condição. Botox, anticonvulsivantes, anticorpo monoclonal.... A lista de opções é extensa, mas nem sempre o benefício é garantido. Ouça agora o novo episódio do especial sobre enxaqueca. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 02 Sep 2022 01:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:keywords>enxaqueca, botox, neurologia, anticorpo monoclonal, dor de cabeça</itunes:keywords>
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      <title>Detox de analgésicos - Por Que Dói? | Especial #02</title>
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        <![CDATA[<p>No segundo episódio da série sobre enxaqueca, vamos falar sobre o uso abusivo de analgésicos e porque é necessário fazer uma desintoxicação antes de iniciar qualquer tratamento para a doença. Ouça agora. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>No segundo episódio da série sobre enxaqueca, vamos falar sobre o uso abusivo de analgésicos e porque é necessário fazer uma desintoxicação antes de iniciar qualquer tratamento para a doença. Ouça agora. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 26 Aug 2022 00:16:49 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:keywords>enxaqueca, analgésicos, tratamento para enxaqueca</itunes:keywords>
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      <title>Dor de cabeça ou enxaqueca - Por Que Dói? | Especial #01</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Resolvi gravar esse especial de 4 episódios sobre enxaqueca, para trazer atualizações sobre a doença que afeta mais de 30 milhões de brasileiros e também porque é um dos episódios mais ouvidos do programa. </p><p>Vamos falar sobre o que caracteriza uma crise de enxaqueca, os perigos da automedicação, o processo de desintoxicação de analgésicos e os tratamentos preventivos disponíveis (será que eles realmente funcionam)?. </p><p>Nesse primeiro episódio, vamos explicar o motivo pelo qual nem toda dor de cabeça pode ser chamada de enxaqueca! Ouça agora!</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 19 Aug 2022 03:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <title>Dor miofascial | Por Que Dói? #34</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p><em>Dor miofascial é a dor proveniente de músculos e dos tecidos e um de seus atributos é a existência de pontos gatilho. São pontos irritáveis ​​(nozinhos) dentro de bandas anormais do músculo ou da fáscia que, quando pressionados, causam dor local e irradiam para outras partes do corpo. Saiba mais neste episódio do Por Que Dói?.</em></p><p><strong>Veja também: </strong><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/podcasts/drauziocast-179-nervo-ciatico/"><strong>DrauzioCast #179 | Nervo ciático</strong></a></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 08 Jul 2022 10:23:02 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <title>Hemorroidas | Por Que Dói? #33</title>
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      <itunes:title>Hemorroidas | Por Que Dói? #33</itunes:title>
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      <description>
        <![CDATA[<p><em>Conversamos com o dr. Rodrigo Barbosa, cirurgião do aparelho digestivo, pra tirar algumas dúvidas sobre as hemorroidas, problema que incomoda muita gente, mas tem um tratamento simples.</em></p><p><strong>Veja também: </strong><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/proctologia/prevencao-de-hemorroidas/"><strong>Prevenção de hemorroidas</strong></a></p>]]>
      </description>
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        <![CDATA[<p><em>Conversamos com o dr. Rodrigo Barbosa, cirurgião do aparelho digestivo, pra tirar algumas dúvidas sobre as hemorroidas, problema que incomoda muita gente, mas tem um tratamento simples.</em></p><p><strong>Veja também: </strong><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/proctologia/prevencao-de-hemorroidas/"><strong>Prevenção de hemorroidas</strong></a></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 18 Mar 2022 11:21:28 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:subtitle>Conversamos com o dr. Rodrigo Barbosa, cirurgião do aparelho digestivo, pra tirar algumas dúvidas sobre as hemorroidas, problema que incomoda muita gente, mas tem um tratamento simples.</itunes:subtitle>
      <itunes:keywords>hemorroida, ânus, sangramento, fezes, coceira</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
    </item>
    <item>
      <title>Amamentação | Por Que Dói? #32</title>
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        <![CDATA[<p><em>Especialista dá dicas de como evitar a dor durante a amamentação do recém-nascido.</em></p><p><strong>Veja também: </strong><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/coronavirus/gravidez-e-amamentacao-em-tempos-de-covid-19/"><strong>Gravidez e amamentação em tempos de covid-19</strong></a></p>]]>
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        <![CDATA[<p><em>Especialista dá dicas de como evitar a dor durante a amamentação do recém-nascido.</em></p><p><strong>Veja também: </strong><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/coronavirus/gravidez-e-amamentacao-em-tempos-de-covid-19/"><strong>Gravidez e amamentação em tempos de covid-19</strong></a></p>]]>
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      <pubDate>Tue, 18 Jan 2022 16:54:20 -0300</pubDate>
      <author>Juliana Conte</author>
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      <itunes:author>Juliana Conte</itunes:author>
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      <itunes:summary>Especialista dá dicas de como evitar a dor durante a amamentação do recém-nascido.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Especialista dá dicas de como evitar a dor durante a amamentação do recém-nascido.</itunes:subtitle>
      <itunes:keywords>amamentação, por que dói, pega correta, livre demanda, lactante, leite materno</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
    </item>
    <item>
      <title>Por Que Dói? #31 | Inchaço persistente pode ser angioedema hereditário</title>
      <itunes:episode>31</itunes:episode>
      <podcast:episode>31</podcast:episode>
      <itunes:title>Por Que Dói? #31 | Inchaço persistente pode ser angioedema hereditário</itunes:title>
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        <![CDATA[<p><em>Sintomas persistentes de alergia podem indicar angioedema hereditário e merecem uma avaliação mais aprofundada. Entenda.</em></p><p><strong>Veja também: </strong><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/infograficos/angioedema-hereditario-nao-e-alergia/"><strong>Angioedema hereditário não é alergia | Infográfico</strong></a></p>]]>
      </description>
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        <![CDATA[<p><em>Sintomas persistentes de alergia podem indicar angioedema hereditário e merecem uma avaliação mais aprofundada. Entenda.</em></p><p><strong>Veja também: </strong><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/infograficos/angioedema-hereditario-nao-e-alergia/"><strong>Angioedema hereditário não é alergia | Infográfico</strong></a></p>]]>
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      <pubDate>Mon, 20 Dec 2021 16:20:30 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:summary>Sintomas persistentes de alergia podem indicar angioedema hereditário e merecem uma avaliação mais aprofundada. Entenda.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Sintomas persistentes de alergia podem indicar angioedema hereditário e merecem uma avaliação mais aprofundada. Entenda.</itunes:subtitle>
      <itunes:keywords>angioedema hereditário, inchaço, alergia, por que dói, podcast</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
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      <title>Por Que Dói? #30 | Apendicite</title>
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        <![CDATA[<p>O apêndice é uma bolsinha minúscula localizada no começo do intestino grosso. Quando o órgão inflama, não tem jeito, precisa tirar (e rápido) pelo risco de infecção generalizada. As vítimas dessa inflamação são eleitas aleatoriamente e atinge 7 em cada 100 pessoas. Ouça agora entrevista que fizemos com a dra. Vanessa Prado, especialista em cirurgia do aparelho digestivo do Hospital Nove de Julho de São Paulo.</p>]]>
      </description>
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        <![CDATA[<p>O apêndice é uma bolsinha minúscula localizada no começo do intestino grosso. Quando o órgão inflama, não tem jeito, precisa tirar (e rápido) pelo risco de infecção generalizada. As vítimas dessa inflamação são eleitas aleatoriamente e atinge 7 em cada 100 pessoas. Ouça agora entrevista que fizemos com a dra. Vanessa Prado, especialista em cirurgia do aparelho digestivo do Hospital Nove de Julho de São Paulo.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 26 Nov 2021 03:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:author>Portal Drauzio Varella</itunes:author>
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      <itunes:summary>O apêndice é uma bolsinha minúscula localizada no começo do intestino grosso. Quando o órgão inflama, não tem jeito, precisa tirar (e rápido) pelo risco de infecção generalizada. As vítimas dessa inflamação são eleitas aleatoriamente e atinge 7 em cada 100 pessoas. Ouça agora entrevista que fizemos com a dra. Vanessa Prado, especialista em cirurgia do aparelho digestivo do Hospital Nove de Julho de São Paulo.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O apêndice é uma bolsinha minúscula localizada no começo do intestino grosso. Quando o órgão inflama, não tem jeito, precisa tirar (e rápido) pelo risco de infecção generalizada. As vítimas dessa inflamação são eleitas aleatoriamente e atinge 7 em cada 10</itunes:subtitle>
      <itunes:keywords>saúde, medicina, dores</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
    </item>
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      <title>Tendinite | Por Que Dói? #29</title>
      <itunes:episode>29</itunes:episode>
      <podcast:episode>29</podcast:episode>
      <itunes:title>Tendinite | Por Que Dói? #29</itunes:title>
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      <description>
        <![CDATA[<p><em>Por conta da pandemia, o home office veio para ficar. Adorado por uns, pesadelo de muitos outros, fato é que os consultórios médicos estão lotados de pacientes com tendinite e outros problemas ortopédicos. Saiba quais ações podem ser adotadas para diminuir esse desconforto inflamatório na entrevista que fizemos com o ortopedista Dennis Barbosa.</em></p><p><strong>Veja também: </strong><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/entrevistas-2/dor-no-ombro-entrevista/"><strong>Dor no ombro | Entrevista</strong></a></p>]]>
      </description>
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        <![CDATA[<p><em>Por conta da pandemia, o home office veio para ficar. Adorado por uns, pesadelo de muitos outros, fato é que os consultórios médicos estão lotados de pacientes com tendinite e outros problemas ortopédicos. Saiba quais ações podem ser adotadas para diminuir esse desconforto inflamatório na entrevista que fizemos com o ortopedista Dennis Barbosa.</em></p><p><strong>Veja também: </strong><a href="https://drauziovarella.uol.com.br/entrevistas-2/dor-no-ombro-entrevista/"><strong>Dor no ombro | Entrevista</strong></a></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 15 Oct 2021 01:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:author>Portal Drauzio Varella</itunes:author>
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      <itunes:summary>Por conta da pandemia, o home office veio para ficar. Adorado por uns, pesadelo de muitos outros, fato é que os consultórios médicos estão lotados de pacientes com tendinite e outros problemas ortopédicos. Saiba quais ações podem ser adotadas para diminuir esse desconforto inflamatório na entrevista que fizemos com o ortopedista Dennis Barbosa.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Por conta da pandemia, o home office veio para ficar. Adorado por uns, pesadelo de muitos outros, fato é que os consultórios médicos estão lotados de pacientes com tendinite e outros problemas ortopédicos. Saiba quais ações podem ser adotadas para diminui</itunes:subtitle>
      <itunes:keywords>tendinite, ortopedia, home office, pandemia, inflamação</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
    </item>
    <item>
      <title>Por Que Dói? #28 | Joanete</title>
      <itunes:episode>28</itunes:episode>
      <podcast:episode>28</podcast:episode>
      <itunes:title>Por Que Dói? #28 | Joanete</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>A joanete é, digamos assim, aquele “osso do dedão do pé que fica pra fora". Embora o surgimento dessa deformação esteja associado ao uso de sapatos apertados e de bico fino, o joanete é considerado uma condição com predisposição hereditária. <br>Além disso, pacientes com doenças reumáticas, como lúpus e artrite reumatoide devem ter atenção redobrada, pois o risco de deformidade nos pés aumentam com a idade. Ouça agora a entrevista com o dr. Alexandre Godoy, chefe do grupo de pé e tornozelo do  Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HCFMUSP.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A joanete é, digamos assim, aquele “osso do dedão do pé que fica pra fora". Embora o surgimento dessa deformação esteja associado ao uso de sapatos apertados e de bico fino, o joanete é considerado uma condição com predisposição hereditária. <br>Além disso, pacientes com doenças reumáticas, como lúpus e artrite reumatoide devem ter atenção redobrada, pois o risco de deformidade nos pés aumentam com a idade. Ouça agora a entrevista com o dr. Alexandre Godoy, chefe do grupo de pé e tornozelo do  Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HCFMUSP.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 17 Sep 2021 02:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:author>Portal Drauzio Varella</itunes:author>
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      <itunes:summary>A joanete é, digamos assim, aquele “osso do dedão do pé que fica pra fora". Embora o surgimento dessa deformação esteja associado ao uso de sapatos apertados e de bico fino, o joanete é considerado uma condição com predisposição hereditária. 
Além disso, pacientes com doenças reumáticas, como lúpus e artrite reumatoide devem ter atenção redobrada, pois o risco de deformidade nos pés aumentam com a idade. Ouça agora a entrevista com o dr. Alexandre Godoy, chefe do grupo de pé e tornozelo do  Instituto de Ortopedia e Traumatologia do HCFMUSP.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A joanete é, digamos assim, aquele “osso do dedão do pé que fica pra fora". Embora o surgimento dessa deformação esteja associado ao uso de sapatos apertados e de bico fino, o joanete é considerado uma condição com predisposição hereditária. 
Além disso,</itunes:subtitle>
      <itunes:keywords>saúde, medicina, dores</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
    </item>
    <item>
      <title>Por Que Dói? #27 | Dor no peito</title>
      <itunes:episode>27</itunes:episode>
      <podcast:episode>27</podcast:episode>
      <itunes:title>Por Que Dói? #27 | Dor no peito</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Dor no peito é sinônimo de infarto? Nem sempre. Há outras doenças por trás da famosa do no peito, como refluxo, transtorno de ansiedade e até gases intestinais. Conversamos com o cardiologista Rafael Bispo, que explicou direitinho as diferenças entre uma doença e outra e qual a conduta mais adequada nesses casos. Ouça agora. </p><p><strong>Veja também</strong>: <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/infograficos/dor-do-infarto-pode-se-manifestar-de-formas-muito-diferentes-infografico/">Dor do infarto pode se manifestar de formas diferentes</a></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Dor no peito é sinônimo de infarto? Nem sempre. Há outras doenças por trás da famosa do no peito, como refluxo, transtorno de ansiedade e até gases intestinais. Conversamos com o cardiologista Rafael Bispo, que explicou direitinho as diferenças entre uma doença e outra e qual a conduta mais adequada nesses casos. Ouça agora. </p><p><strong>Veja também</strong>: <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/infograficos/dor-do-infarto-pode-se-manifestar-de-formas-muito-diferentes-infografico/">Dor do infarto pode se manifestar de formas diferentes</a></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 27 Aug 2021 01:03:00 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:author>Portal Drauzio Varella</itunes:author>
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      <itunes:subtitle>Dor no peito é sinônimo de infarto? Nem sempre. Há outras doenças por trás da famosa dor no peito, como refluxo, transtorno de ansiedade e até gases intestinais. Conversamos com o cardiologista Rafael Bispo, que explicou direitinho as diferenças entre uma</itunes:subtitle>
      <itunes:keywords>saúde, medicina, dores</itunes:keywords>
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    </item>
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      <title>Por Que Dói? #26 | Reumatismo</title>
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      <podcast:episode>26</podcast:episode>
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        <![CDATA[<p>Quase todo mundo diz que tem reumatismo quando está com dor nas juntas. Mas você sabia que o reumatismo não é uma doença em si, mas sim um termo utilizado para caracterizar mais de 200 doenças, entre elas artrite reumatoide, espondilite anquilosante, gota, etc. Além disso, é comum associar o reumatismo a doença de gente mais velha, ou que uma vez diagnosticado não vai conseguir mais se locomover. Mas a gente explica que não é bem assim. Ouça agora a entrevista com o dr. Ricardo Xavier, presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia. </p><p><strong>Veja também:</strong> <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/reportagens/criancas-tambem-podem-ter-artrite/">Crianças também podem ter artrite</a></p>]]>
      </description>
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        <![CDATA[<p>Quase todo mundo diz que tem reumatismo quando está com dor nas juntas. Mas você sabia que o reumatismo não é uma doença em si, mas sim um termo utilizado para caracterizar mais de 200 doenças, entre elas artrite reumatoide, espondilite anquilosante, gota, etc. Além disso, é comum associar o reumatismo a doença de gente mais velha, ou que uma vez diagnosticado não vai conseguir mais se locomover. Mas a gente explica que não é bem assim. Ouça agora a entrevista com o dr. Ricardo Xavier, presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia. </p><p><strong>Veja também:</strong> <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/reportagens/criancas-tambem-podem-ter-artrite/">Crianças também podem ter artrite</a></p>]]>
      </content:encoded>
      <pubDate>Fri, 30 Jul 2021 11:01:54 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:author>Portal Drauzio Varella</itunes:author>
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      <itunes:subtitle>Quase todo mundo diz que tem reumatismo quando está com dor nas juntas. Mas você sabia que o reumatismo não é uma doença em si, mas sim um termo utilizado para caracterizar mais de 200 doenças, entre elas artrite reumatoide, espondilite anquilosante, gota</itunes:subtitle>
      <itunes:keywords>saúde, medicina, dores</itunes:keywords>
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    </item>
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      <title>Por Que Dói? #25 | Exercício Físico </title>
      <itunes:episode>25</itunes:episode>
      <podcast:episode>25</podcast:episode>
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        <![CDATA[<p>Imagine que você vai na academia pela primeira vez na vida, ou então, fica um tempo sem fazer atividade física, mas no dia seguinte parece que seu corpo foi atropelado por um trator. Você sabe exatamente por qual motivo isso ocorre? Essa dor pós exercício quer dizer algo? Convidamos Pedro Baches Jorge, médico do esporte e ortopedista da Clínica SO.U, para tirar essas dúvidas. Ouça agora. </p><p><strong>Leia também:</strong> <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/atividade-fisica/alongamento-x-aquecimento-quando-fazer/"><strong>Alongamento X Aquecimento: quando fazer?</strong></a></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Imagine que você vai na academia pela primeira vez na vida, ou então, fica um tempo sem fazer atividade física, mas no dia seguinte parece que seu corpo foi atropelado por um trator. Você sabe exatamente por qual motivo isso ocorre? Essa dor pós exercício quer dizer algo? Convidamos Pedro Baches Jorge, médico do esporte e ortopedista da Clínica SO.U, para tirar essas dúvidas. Ouça agora. </p><p><strong>Leia também:</strong> <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/atividade-fisica/alongamento-x-aquecimento-quando-fazer/"><strong>Alongamento X Aquecimento: quando fazer?</strong></a></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 21 May 2021 10:07:52 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:subtitle>Imagine que você vai na academia pela primeira vez na vida, ou então, fica um tempo sem fazer atividade física, mas no dia seguinte parece que seu corpo foi atropelado por um trator. Você sabe exatamente por qual motivo isso ocorre? Essa dor pós exercício</itunes:subtitle>
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      <title>Por Que Dói? #24 | Tratamento de canal</title>
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        <![CDATA[<p>O tratamento de canal, dentro do imaginário coletivo, é um dos procedimentos mais temidos. A simples menção de "canal" pelos odontologistas fazem os pacientes morrerem de medo. Mas é preciso desfazer alguns mitos, pois o tratamento serve justamente para aliviar a dor do paciente causada por algum tecido infeccionado. Ouça agora a entrevista com o endodontista Miguel Haddad. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O tratamento de canal, dentro do imaginário coletivo, é um dos procedimentos mais temidos. A simples menção de "canal" pelos odontologistas fazem os pacientes morrerem de medo. Mas é preciso desfazer alguns mitos, pois o tratamento serve justamente para aliviar a dor do paciente causada por algum tecido infeccionado. Ouça agora a entrevista com o endodontista Miguel Haddad. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 16 Apr 2021 01:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <title>Por Que Dói? #23 | Endometriose e Vida Sexual</title>
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        <![CDATA[<p>A endometriose é um problema sério que atinge milhares de mulheres. A dor é uma característica marcante da condição que pode afetar a vida sexual do casal. Ouça agora o novo episódio do podcast Por Que Dói? com entrevista do dr. Eduardo Schor,  presidente da Sociedade Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva (SBE).</p><p>Apoio: SBE e Johnson &amp; Johnson Medical Devices.</p><p><strong>Veja também:</strong> <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/mulher-2/ginecologia/6-fatos-sobre-endometriose/">6 fatos sobre endometriose</a></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 12 Mar 2021 01:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:summary>A endometriose é um problema sério que atinge milhares de mulheres. A dor é uma característica marcante da condição que pode afetar a vida sexual do casal.  Ouça agora o novo episódio do podcast Por Que Dói? com entrevista do dr. Eduardo Schor,  presidente da Sociedade Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva (SBE).

Apoio: SBE e Johnson &amp;amp; Johnson Medical Devices.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A endometriose é um problema sério que atinge milhares de mulheres. A dor é uma característica marcante da condição que pode afetar a vida sexual do casal.  Ouça agora o novo episódio do podcast Por Que Dói? com entrevista do dr. Eduardo Schor,  president</itunes:subtitle>
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      <title>Síndrome pós-covid | Por Que Dói? #22</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Dando início à segunda temporada do programa Por que Dói? vamos falar sobre a chamada síndrome pós-Covid que reúne uma série de sintomas como: cansaço, falta de ar, dor muscular e nas articulações, que podem persistir por vários meses após a infecção. Mas por que isso ocorre? Conversamos com a dra. Denize Ornelas, Médica de Família e Comunidade, para entender melhor sobre essa síndrome que vem atingindo milhares de pessoas. </p><p><strong>Veja também:</strong> <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/videos/comentando-comentarios/duvidas-sobre-tratamento-da-covid-19-comentando-comentarios/">Dúvidas sobre o tratamento da covid-19. </a></p><p>.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Dando início à segunda temporada do programa Por que Dói? vamos falar sobre a chamada síndrome pós-Covid que reúne uma série de sintomas como: cansaço, falta de ar, dor muscular e nas articulações, que podem persistir por vários meses após a infecção. Mas por que isso ocorre? Conversamos com a dra. Denize Ornelas, Médica de Família e Comunidade, para entender melhor sobre essa síndrome que vem atingindo milhares de pessoas. </p><p><strong>Veja também:</strong> <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/videos/comentando-comentarios/duvidas-sobre-tratamento-da-covid-19-comentando-comentarios/">Dúvidas sobre o tratamento da covid-19. </a></p><p>.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 19 Feb 2021 05:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:subtitle>Dando início à segunda temporada do programa Por que Dói? vamos falar sobre a chamada síndrome pós-Covid que reúne uma série de sintomas como: cansaço, falta de ar, dor muscular e nas articulações, que podem persistir por vários meses após a infecção. Mas</itunes:subtitle>
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      <title>Por Que Dói? #20 | Cólica Renal </title>
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        <![CDATA[<p>A dor causada por <strong>pedra nos rins</strong> (cálculo renal) é inesquecível. A formação de cálculos no interior dos <strong>rins</strong> pode bloquear parte da via urinária, como o ureter. A dor em geral surge quando um cálculo, por mais minúsculo que seja, começa a se movimentar rumo à bexiga. Para algumas pessoas, ela pode ser mais discreta, mas dificilmente vai passar despercebida. Ouça agora a entrevista que a jornalista Juliana Conte realizou com nefrologista Andrea Pio de Abreu, diretora da Sociedade Brasileira de Nefrologia, e saiba como agir em casos como esse.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A dor causada por <strong>pedra nos rins</strong> (cálculo renal) é inesquecível. A formação de cálculos no interior dos <strong>rins</strong> pode bloquear parte da via urinária, como o ureter. A dor em geral surge quando um cálculo, por mais minúsculo que seja, começa a se movimentar rumo à bexiga. Para algumas pessoas, ela pode ser mais discreta, mas dificilmente vai passar despercebida. Ouça agora a entrevista que a jornalista Juliana Conte realizou com nefrologista Andrea Pio de Abreu, diretora da Sociedade Brasileira de Nefrologia, e saiba como agir em casos como esse.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 30 Jun 2020 17:43:34 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:subtitle>A dor causada por pedra nos rins (cálculo renal) é inesquecível. A formação de cálculos no interior dos rins pode bloquear parte da via urinária, como o ureter. A dor em geral surge quando um cálculo, por mais minúsculo que seja, começa a se movimentar ru</itunes:subtitle>
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      <title>Por Que Dói? #21 | Enxaqueca Crônica</title>
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      <itunes:title>Por Que Dói? #21 | Enxaqueca Crônica</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>A enxaqueca crônica é um problema que acomete milhões de brasileiros e se caracteriza por episódios constantes de dor,  mas nem sempre incapacitantes.<br>  <br> A <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/enxaqueca/">enxaqueca</a> é um distúrbio neuroquímico vascular de origem genética. Normalmente, as mulheres são as mais atingidas pelo problema, mas os homens não estão imunes. As crises de enxaqueca tendem a se tornar crônica, isto é, ocorrerem mais de 15 vezes num único mês por conta de dois fatores: uso abusivo de analgésicos e <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/neurologia/como-funciona-o-tratamento-preventivo-da-enxaqueca/">ausência de tratamento preventivo</a>. No Por Que Dói? deste mês, conversamos com a dra. Thaís Villa, chefe do setor de cefaleia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e também com a fisioterapeuta Michelle Santiago (Unifesp), que deram um panorama geral do problema e como é possível viver sem dor. Ouça agora.<br> Veja também: <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/neurologia/cirurgia-de-enxaqueca-nao-e-recomendada-por-neurologistas/">Cirurgia para enxaqueca não é recomendada por neurologistas</a></p>]]>
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        <![CDATA[<p>A enxaqueca crônica é um problema que acomete milhões de brasileiros e se caracteriza por episódios constantes de dor,  mas nem sempre incapacitantes.<br>  <br> A <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/enxaqueca/">enxaqueca</a> é um distúrbio neuroquímico vascular de origem genética. Normalmente, as mulheres são as mais atingidas pelo problema, mas os homens não estão imunes. As crises de enxaqueca tendem a se tornar crônica, isto é, ocorrerem mais de 15 vezes num único mês por conta de dois fatores: uso abusivo de analgésicos e <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/neurologia/como-funciona-o-tratamento-preventivo-da-enxaqueca/">ausência de tratamento preventivo</a>. No Por Que Dói? deste mês, conversamos com a dra. Thaís Villa, chefe do setor de cefaleia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e também com a fisioterapeuta Michelle Santiago (Unifesp), que deram um panorama geral do problema e como é possível viver sem dor. Ouça agora.<br> Veja também: <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/neurologia/cirurgia-de-enxaqueca-nao-e-recomendada-por-neurologistas/">Cirurgia para enxaqueca não é recomendada por neurologistas</a></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 27 Mar 2020 21:19:06 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:summary>A enxaqueca crônica é um problema que acomete milhões de brasileiros e se caracteriza por episódios constantes de dor,  mas nem sempre incapacitantes.
 
A enxaqueca é um distúrbio neuroquímico vascular de origem genética. Normalmente, as mulheres são as mais atingidas pelo problema, mas os homens não estão imunes. As crises de enxaqueca tendem a se tornar crônica, isto é, ocorrerem mais de 15 vezes num único mês por conta de dois fatores: uso abusivo de analgésicos e ausência de tratamento preventivo. No Por Que Dói? deste mês, conversamos com a dra. Thaís Villa, chefe do setor de cefaleia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e também com a fisioterapeuta Michelle Santiago (Unifesp), que deram um panorama geral do problema e como é possível viver sem dor. Ouça agora.
Veja também: Cirurgia para enxaqueca não é recomendada por neurologistas</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A enxaqueca crônica é um problema que acomete milhões de brasileiros e se caracteriza por episódios constantes de dor,  mas nem sempre incapacitantes.
 
A enxaqueca é um distúrbio neuroquímico vascular de origem genética. Normalmente, as mulheres são as</itunes:subtitle>
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      <title>Por Que Dói? #19 | Fratura Óssea</title>
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        <![CDATA[Será que um osso quebrado se regenera? Posso ter quebrado algum osso do meu corpo e não ter sentido dor? Saiba mais no podcast a seguir.<br>
 <br>
Quem alguma vez já quebrou algum osso do corpo sabe que esse tipo de dor é marcante. Os sintomas costumam ser identificados por inchaços e edemas (roxidão), mas nem sempre são tão óbvios assim (tem gente que quebra e só vai descobrir semanas depois numa radiografia). Neste primeiro programa de 2020, conversamos com o ortopedista Mauricio Uyeda, da Unifesp, que explicou a razão desse tipo de dor ser tão incômoda.<br>]]>
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        <![CDATA[Será que um osso quebrado se regenera? Posso ter quebrado algum osso do meu corpo e não ter sentido dor? Saiba mais no podcast a seguir.<br>
 <br>
Quem alguma vez já quebrou algum osso do corpo sabe que esse tipo de dor é marcante. Os sintomas costumam ser identificados por inchaços e edemas (roxidão), mas nem sempre são tão óbvios assim (tem gente que quebra e só vai descobrir semanas depois numa radiografia). Neste primeiro programa de 2020, conversamos com o ortopedista Mauricio Uyeda, da Unifesp, que explicou a razão desse tipo de dor ser tão incômoda.<br>]]>
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      <pubDate>Wed, 29 Jan 2020 17:10:43 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:author>Portal Drauzio Varella</itunes:author>
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      <itunes:summary>Será que um osso quebrado se regenera? Posso ter quebrado algum osso do meu corpo e não ter sentido dor? Saiba mais no podcast a seguir.
 
Quem alguma vez já quebrou algum osso do corpo sabe que esse tipo de dor é marcante. Os sintomas costumam ser identificados por inchaços e edemas (roxidão), mas nem sempre são tão óbvios assim (tem gente que quebra e só vai descobrir semanas depois numa radiografia). Neste primeiro programa de 2020, conversamos com o ortopedista Mauricio Uyeda, da Unifesp, que explicou a razão desse tipo de dor ser tão incômoda.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Será que um osso quebrado se regenera? Posso ter quebrado algum osso do meu corpo e não ter sentido dor? Saiba mais no podcast a seguir.
 
Quem alguma vez já quebrou algum osso do corpo sabe que esse tipo de dor é marcante. Os sintomas costumam ser identi</itunes:subtitle>
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      <title>Por Que Dói? #18 | Dor de Ouvido</title>
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        <![CDATA[A dor de ouvido é muito comum na infância por conta da anatomia do ouvido da criança. Ouça o podcast a seguir. <br>
 <br>
Segundo os médicos de plantão, a <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/dor-de-ouvido/">dor de ouvido</a> é um tipo de dor que incomoda tanta gente que está em segundo lugar no ranking de situações que mais levam pessoas ao pronto-socorro, perdendo apenas para <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/febre/">febre</a>. Convidamos a dra. Maura Neves, otorrino do Hospital Universitário da USP, para falar sobre esse problema tão comum. <br>]]>
      </description>
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        <![CDATA[A dor de ouvido é muito comum na infância por conta da anatomia do ouvido da criança. Ouça o podcast a seguir. <br>
 <br>
Segundo os médicos de plantão, a <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/dor-de-ouvido/">dor de ouvido</a> é um tipo de dor que incomoda tanta gente que está em segundo lugar no ranking de situações que mais levam pessoas ao pronto-socorro, perdendo apenas para <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/febre/">febre</a>. Convidamos a dra. Maura Neves, otorrino do Hospital Universitário da USP, para falar sobre esse problema tão comum. <br>]]>
      </content:encoded>
      <pubDate>Wed, 27 Nov 2019 15:09:06 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:summary>A dor de ouvido é muito comum na infância por conta da anatomia do ouvido da criança. Ouça o podcast a seguir. 
 
Segundo os médicos de plantão, a dor de ouvido é um tipo de dor que incomoda tanta gente que está em segundo lugar no ranking de situações que mais levam pessoas ao pronto-socorro, perdendo apenas para febre. Convidamos a dra. Maura Neves, otorrino do Hospital Universitário da USP, para falar sobre esse problema tão comum. </itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A dor de ouvido é muito comum na infância por conta da anatomia do ouvido da criança. Ouça o podcast a seguir. 
 
Segundo os médicos de plantão, a dor de ouvido é um tipo de dor que incomoda tanta gente que está em segundo lugar no ranking de situações qu</itunes:subtitle>
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      <title>Por Que Dói? #17 | Dor no Joelho</title>
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      <description>
        <![CDATA[O joelho é a maior articulação do corpo humano e uma das mais sensíveis por conta da sua anatomia. Fortalecimento muscular, como o feito em academias, ajuda na prevenção.<br>
 <br>
Dor no joelho costuma ser uma queixa bastante comum nos consultórios médicos. <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/entrevistas-2/artrite-e-artrose-entrevista/">Artrite</a>, <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/condromalacia-patelar/">condromalácia </a>e <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/lesao-por-esforco-repetitivo-ler-dort/">tendinite</a> são os principais problemas relacionados à dor. É importante lembrar que sobrepeso e falta de atividade física são fatores de risco para o problema, que pode ocorrer em qualquer idade. Ouça agora a entrevista com o ortopedista Márcio de Castro Ferreira, do HCor, sobre o tema.<br>
Veja também:<a href="https://drauziovarella.uol.com.br/ortopedia/joelhos-precisam-estar-alinhados-durante-exercicios-para-evitar-a-condromalacia/"> Joelhos precisam estar alinhados durante exercícios para evitar condromalácia</a><br>]]>
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        <![CDATA[O joelho é a maior articulação do corpo humano e uma das mais sensíveis por conta da sua anatomia. Fortalecimento muscular, como o feito em academias, ajuda na prevenção.<br>
 <br>
Dor no joelho costuma ser uma queixa bastante comum nos consultórios médicos. <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/entrevistas-2/artrite-e-artrose-entrevista/">Artrite</a>, <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/condromalacia-patelar/">condromalácia </a>e <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/lesao-por-esforco-repetitivo-ler-dort/">tendinite</a> são os principais problemas relacionados à dor. É importante lembrar que sobrepeso e falta de atividade física são fatores de risco para o problema, que pode ocorrer em qualquer idade. Ouça agora a entrevista com o ortopedista Márcio de Castro Ferreira, do HCor, sobre o tema.<br>
Veja também:<a href="https://drauziovarella.uol.com.br/ortopedia/joelhos-precisam-estar-alinhados-durante-exercicios-para-evitar-a-condromalacia/"> Joelhos precisam estar alinhados durante exercícios para evitar condromalácia</a><br>]]>
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      <pubDate>Wed, 23 Oct 2019 17:24:47 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:summary>O joelho é a maior articulação do corpo humano e uma das mais sensíveis por conta da sua anatomia. Fortalecimento muscular, como o feito em academias, ajuda na prevenção.
 
Dor no joelho costuma ser uma queixa bastante comum nos consultórios médicos. Artrite, condromalácia e tendinite são os principais problemas relacionados à dor. É importante lembrar que sobrepeso e falta de atividade física são fatores de risco para o problema, que pode ocorrer em qualquer idade. Ouça agora a entrevista com o ortopedista Márcio de Castro Ferreira, do HCor, sobre o tema.
Veja também: Joelhos precisam estar alinhados durante exercícios para evitar condromalácia</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O joelho é a maior articulação do corpo humano e uma das mais sensíveis por conta da sua anatomia. Fortalecimento muscular, como o feito em academias, ajuda na prevenção.
 
Dor no joelho costuma ser uma queixa bastante comum nos consultórios médicos. Artr</itunes:subtitle>
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      <title>Dor de Garganta | Por Que Dói? #16 </title>
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        <![CDATA[<p>A dor de garganta é mais comum na infância e o principal agente causador é a bactéria Estreptococo do grupo A.<br>  <br> Quem nunca sofreu com um episódio de <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Fe311zsnWYU">dor de garganta</a> pelo menos uma vez na vida? As famosas <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/drauzio/artigos/faringite-por-estreptococo-artigo/">faringites</a> e <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/amidalite/">amidalites</a> podem ser causadas por vírus (mais frequente), bactérias e muitas vezes precisam de tratamento intenso, com uso de antibióticos. Ouça a seguir a entrevista com o otorrino Danilo Real.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 25 Sep 2019 15:15:23 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:summary>A dor de garganta é mais comum na infância e o principal agente causador é a bactéria Estreptococo do grupo A.
 
Quem nunca sofreu com um episódio de dor de garganta pelo menos uma vez na vida? As famosas faringites e amidalites podem ser causadas por vírus (mais frequente), bactérias e muitas vezes precisam de tratamento intenso, com uso de antibióticos. Ouça a seguir a entrevista com o otorrino Danilo Real.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A dor de garganta é mais comum na infância e o principal agente causador é a bactéria Estreptococo do grupo A.
 
Quem nunca sofreu com um episódio de dor de garganta pelo menos uma vez na vida? As famosas faringites e amidalites podem ser causadas por v</itunes:subtitle>
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      <title>Neuropatia Diabética | Por Que Dói? #15</title>
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        <![CDATA[<p>Danos nos nervos são a complicação mais frequente do diabetes, mas ainda é pouco diagnosticado. Saiba mais neste podcast sobre neuropatia diabética.<br>  <br> O excesso de açúcar no sangue característico da glicemia descontrolada em casos de <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/diabetes/">diabetes</a> acaba afetando os nervos, principalmente os periféricos, como os de mãos e pés. A partir daí, surgem sintomas como formigamento, queimação e falta de sensibilidade. Conversamos com o dr. Luiz Clemente Rolim, membro do Departamento de Neuropatias e Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) sobre o tema.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Danos nos nervos são a complicação mais frequente do diabetes, mas ainda é pouco diagnosticado. Saiba mais neste podcast sobre neuropatia diabética.<br>  <br> O excesso de açúcar no sangue característico da glicemia descontrolada em casos de <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/diabetes/">diabetes</a> acaba afetando os nervos, principalmente os periféricos, como os de mãos e pés. A partir daí, surgem sintomas como formigamento, queimação e falta de sensibilidade. Conversamos com o dr. Luiz Clemente Rolim, membro do Departamento de Neuropatias e Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) sobre o tema.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 28 Aug 2019 11:00:49 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:summary>Danos nos nervos são a complicação mais frequente do diabetes, mas ainda é pouco diagnosticado. Saiba mais neste podcast sobre neuropatia diabética.
 
O excesso de açúcar no sangue característico da glicemia descontrolada em casos de diabetes acaba afetando os nervos, principalmente os periféricos, como os de mãos e pés. A partir daí, surgem sintomas como formigamento, queimação e falta de sensibilidade. Conversamos com o dr. Luiz Clemente Rolim, membro do Departamento de Neuropatias e Pé Diabético da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) sobre o tema.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Danos nos nervos são a complicação mais frequente do diabetes, mas ainda é pouco diagnosticado. Saiba mais neste podcast sobre neuropatia diabética.
 
O excesso de açúcar no sangue característico da glicemia descontrolada em casos de diabetes acaba afet</itunes:subtitle>
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      <title>Dor de dente | Por Que Dói? #14</title>
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        <![CDATA[<p>Como uma estrutura tão pequena pode doer tanto? Saiba mais sobre esse problema neste podcast sobre dor de dente.<br>  <br> Dor de dente… Se você já passou por isso alguma vez na vida, sabe do que estamos falando. As causas desse problemas podem ser muitas, vão desde cáries e hipersensibilidade a problemas externos ao dente, como disfunção na <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/bruxismo/">ATM</a> ou <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/bruxismo/">bruxismo</a>. O assunto tem ainda uma face que muitos desconhecem: a desigualdade social. <br> Neste episódio, conversamos com o dentista Marco Antonio Manfredini, especialista em Saúde Pública pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Ouça agora:</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Como uma estrutura tão pequena pode doer tanto? Saiba mais sobre esse problema neste podcast sobre dor de dente.<br>  <br> Dor de dente… Se você já passou por isso alguma vez na vida, sabe do que estamos falando. As causas desse problemas podem ser muitas, vão desde cáries e hipersensibilidade a problemas externos ao dente, como disfunção na <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/bruxismo/">ATM</a> ou <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/bruxismo/">bruxismo</a>. O assunto tem ainda uma face que muitos desconhecem: a desigualdade social. <br> Neste episódio, conversamos com o dentista Marco Antonio Manfredini, especialista em Saúde Pública pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Ouça agora:</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 24 Jul 2019 10:00:34 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:summary>Como uma estrutura tão pequena pode doer tanto? Saiba mais sobre esse problema neste podcast sobre dor de dente.
 
Dor de dente… Se você já passou por isso alguma vez na vida, sabe do que estamos falando. As causas desse problemas podem ser muitas, vão desde cáries e hipersensibilidade a problemas externos ao dente, como disfunção na ATM ou bruxismo. O assunto tem ainda uma face que muitos desconhecem: a desigualdade social. 
Neste episódio, conversamos com o dentista Marco Antonio Manfredini, especialista em Saúde Pública pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Ouça agora:</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Como uma estrutura tão pequena pode doer tanto? Saiba mais sobre esse problema neste podcast sobre dor de dente.
 
Dor de dente… Se você já passou por isso alguma vez na vida, sabe do que estamos falando. As causas desse problemas podem ser muitas, vão </itunes:subtitle>
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      <title>Por Que Dói? #13 | Dor fantasma</title>
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        <![CDATA[Após a perda de um membro, como um braço ou perna, o cérebro pode continuar “sentindo” aquela região como se ela ainda estivesse lá. Entenda o quadro neste podcast.<br>
 <br>
A dor fantasma é uma dor muito real (não tem nada de psicológica) que acomete cerca de 90% dos indivíduos que têm alguma parte do corpo amputada. Queimação, formigamento, pontadas e até cócegas são alguns dos desconfortos que os pacientes relatam sentir. Ela costuma ser mais intensa logo após a amputação e então diminui com o tempo, mas há pessoas que passam anos sentindo. Ouça a entrevista com o Dr. André Sugawara, médico fisiatra da Rede Lucy Montoro, considerado um dos maiores especialistas do assunto no Brasil.<br>
 <br>
<a href="https://drauziovarella.uol.com.br/entrevistas-2/amputacoes-entrevista/">Leia também a entrevista sobre amputação e reabilitação</a><br>]]>
      </description>
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        <![CDATA[Após a perda de um membro, como um braço ou perna, o cérebro pode continuar “sentindo” aquela região como se ela ainda estivesse lá. Entenda o quadro neste podcast.<br>
 <br>
A dor fantasma é uma dor muito real (não tem nada de psicológica) que acomete cerca de 90% dos indivíduos que têm alguma parte do corpo amputada. Queimação, formigamento, pontadas e até cócegas são alguns dos desconfortos que os pacientes relatam sentir. Ela costuma ser mais intensa logo após a amputação e então diminui com o tempo, mas há pessoas que passam anos sentindo. Ouça a entrevista com o Dr. André Sugawara, médico fisiatra da Rede Lucy Montoro, considerado um dos maiores especialistas do assunto no Brasil.<br>
 <br>
<a href="https://drauziovarella.uol.com.br/entrevistas-2/amputacoes-entrevista/">Leia também a entrevista sobre amputação e reabilitação</a><br>]]>
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      <pubDate>Tue, 18 Jun 2019 19:30:48 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:summary>Após a perda de um membro, como um braço ou perna, o cérebro pode continuar “sentindo” aquela região como se ela ainda estivesse lá. Entenda o quadro neste podcast.
 
A dor fantasma é uma dor muito real (não tem nada de psicológica) que acomete cerca de 90% dos indivíduos que têm alguma parte do corpo amputada. Queimação, formigamento, pontadas e até cócegas são alguns dos desconfortos que os pacientes relatam sentir. Ela costuma ser mais intensa logo após a amputação e então diminui com o tempo, mas há pessoas que passam anos sentindo. Ouça a entrevista com o Dr. André Sugawara, médico fisiatra da Rede Lucy Montoro, considerado um dos maiores especialistas do assunto no Brasil.
 
Leia também a entrevista sobre amputação e reabilitação</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Após a perda de um membro, como um braço ou perna, o cérebro pode continuar “sentindo” aquela região como se ela ainda estivesse lá. Entenda o quadro neste podcast.
 
A dor fantasma é uma dor muito real (não tem nada de psicológica) que acomete cerca de 9</itunes:subtitle>
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      <title>Cólica menstrual | Por Que Dói? #12</title>
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        <![CDATA[<p>A cólica é encarada como “normal” para grande parte das mulheres, mas ela pode indicar uma doença séria. Ouça neste podcast sobre cólica menstrual.<br>  <br> Pode perguntar para qualquer mulher. Não há sintoma menstrual mais desagradável do que <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/colica-menstrual-dismenorreia/">cólica</a>. Há mulheres que sentem só um pequeno desconforto no primeiro dia, mas há outras que ficam totalmente incapacitadas de executar qualquer função. Ouça agora a entrevista com a ginecologista e obstetra Débora Tonetti, que explica quando a cólica deixa de ser algo “normal” e indica um problema mais sério.<br>  <br> Veja também: <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/entrevistas-2/colicas-menstruais-entrevista/">Leia entrevista com especialista sobre cólicas menstruais</a></p>]]>
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      <pubDate>Tue, 21 May 2019 19:13:08 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:summary>A cólica é encarada como “normal” para grande parte das mulheres, mas ela pode indicar uma doença séria. Ouça neste podcast sobre cólica menstrual.
 
Pode perguntar para qualquer mulher. Não há sintoma menstrual mais desagradável do que cólica. Há mulheres que sentem só um pequeno desconforto no primeiro dia, mas há outras que ficam totalmente incapacitadas de executar qualquer função. Ouça agora a entrevista com a ginecologista e obstetra Débora Tonetti, que explica quando a cólica deixa de ser algo “normal” e indica um problema mais sério.
 
Veja também: Leia entrevista com especialista sobre cólicas menstruais</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A cólica é encarada como “normal” para grande parte das mulheres, mas ela pode indicar uma doença séria. Ouça neste podcast sobre cólica menstrual.
 
Pode perguntar para qualquer mulher. Não há sintoma menstrual mais desagradável do que cólica. Há mulhe</itunes:subtitle>
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      <title>Fibromialgia | Por Que Dói? #11</title>
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        <![CDATA[<p>Doença é crônica e atinge principalmente as mulheres, provocando dores constantes por todo o corpo. Ouça nosso podcast sobre fibromialgia.<br>  <br> A <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/fibromialgia/">fibromialgia</a> é uma síndrome marcada por dores generalizadas e crônicas. Um simples abraço pode ser motivo de desconforto para o paciente fibromiálgico, que chega a demorar sete anos para conseguir um diagnóstico por conta da falta de exames que apontem o problema de forma certeira. Ouça a seguir a entrevista com o médico reumatologista José Eduardo Martinez professor titular da Faculdade de Medicina da PUC-SP e Diretor da Sociedade Brasileira de Reumatologia.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Doença é crônica e atinge principalmente as mulheres, provocando dores constantes por todo o corpo. Ouça nosso podcast sobre fibromialgia.<br>  <br> A <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/fibromialgia/">fibromialgia</a> é uma síndrome marcada por dores generalizadas e crônicas. Um simples abraço pode ser motivo de desconforto para o paciente fibromiálgico, que chega a demorar sete anos para conseguir um diagnóstico por conta da falta de exames que apontem o problema de forma certeira. Ouça a seguir a entrevista com o médico reumatologista José Eduardo Martinez professor titular da Faculdade de Medicina da PUC-SP e Diretor da Sociedade Brasileira de Reumatologia.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 17 Apr 2019 18:38:27 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:summary>Doença é crônica e atinge principalmente as mulheres, provocando dores constantes por todo o corpo. Ouça nosso podcast sobre fibromialgia.
 
A fibromialgia é uma síndrome marcada por dores generalizadas e crônicas. Um simples abraço pode ser motivo de desconforto para o paciente fibromiálgico, que chega a demorar sete anos para conseguir um diagnóstico por conta da falta de exames que apontem o problema de forma certeira. Ouça a seguir a entrevista com o médico reumatologista José Eduardo Martinez professor titular da Faculdade de Medicina da PUC-SP e Diretor da Sociedade Brasileira de Reumatologia.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Doença é crônica e atinge principalmente as mulheres, provocando dores constantes por todo o corpo. Ouça nosso podcast sobre fibromialgia.
 
A fibromialgia é uma síndrome marcada por dores generalizadas e crônicas. Um simples abraço pode ser motivo de d</itunes:subtitle>
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      <title>Por Que Dói? #10 | Dor nas costas</title>
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      <description>
        <![CDATA[De cada dez pessoas, oito terão dor na coluna ao longo da vida. Ouça nosso podcast sobre dor nas costas.<br>
 <br>
A <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/dor-ciatica-ciatalgia/" rel="noopener noreferrer">dor nas costas</a> é um problema tão comum na vida dos brasileiros que para muitas pessoas se tornou parte da rotina. Na maioria das vezes é resultado de maus hábitos posturais, passar muito tempo de pé ou sentado, sedentarismo e praticar atividade física sem orientação. Conversamos com o neurocirurgião especialista em coluna dr. Marcelo Perocco, que explicou como algumas medidas são capazes de amenizar o problema.<br>]]>
      </description>
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        <![CDATA[De cada dez pessoas, oito terão dor na coluna ao longo da vida. Ouça nosso podcast sobre dor nas costas.<br>
 <br>
A <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/dor-ciatica-ciatalgia/" rel="noopener noreferrer">dor nas costas</a> é um problema tão comum na vida dos brasileiros que para muitas pessoas se tornou parte da rotina. Na maioria das vezes é resultado de maus hábitos posturais, passar muito tempo de pé ou sentado, sedentarismo e praticar atividade física sem orientação. Conversamos com o neurocirurgião especialista em coluna dr. Marcelo Perocco, que explicou como algumas medidas são capazes de amenizar o problema.<br>]]>
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      <pubDate>Tue, 19 Mar 2019 12:55:22 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:summary>De cada dez pessoas, oito terão dor na coluna ao longo da vida. Ouça nosso podcast sobre dor nas costas.
 
A dor nas costas é um problema tão comum na vida dos brasileiros que para muitas pessoas se tornou parte da rotina. Na maioria das vezes é resultado de maus hábitos posturais, passar muito tempo de pé ou sentado, sedentarismo e praticar atividade física sem orientação. Conversamos com o neurocirurgião especialista em coluna dr. Marcelo Perocco, que explicou como algumas medidas são capazes de amenizar o problema.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>De cada dez pessoas, oito terão dor na coluna ao longo da vida. Ouça nosso podcast sobre dor nas costas.
 
A dor nas costas é um problema tão comum na vida dos brasileiros que para muitas pessoas se tornou parte da rotina. Na maioria das vezes é resultado</itunes:subtitle>
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      <title>Sexo | Por Que Dói? #09</title>
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        <![CDATA[<p>Atenção: dor durante a relação sexual não deve ser encarada como algo normal.<br>  <br> O sexo pode ser um momento doloroso para muitas mulheres. <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/sexualidade/voce-sabe-o-que-e-vaginismo/">Vaginismo</a>, vulvodínia, falta de lubrificação por conta da <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/menopausa-e-climaterio/">menopausa</a> e até infecções como a <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/candidiase/">candidíase</a> podem ser causa do problema. Ouça a entrevista com a fisioterapeuta pélvica Débora Pádua.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Atenção: dor durante a relação sexual não deve ser encarada como algo normal.<br>  <br> O sexo pode ser um momento doloroso para muitas mulheres. <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/sexualidade/voce-sabe-o-que-e-vaginismo/">Vaginismo</a>, vulvodínia, falta de lubrificação por conta da <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/menopausa-e-climaterio/">menopausa</a> e até infecções como a <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/candidiase/">candidíase</a> podem ser causa do problema. Ouça a entrevista com a fisioterapeuta pélvica Débora Pádua.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 20 Feb 2019 10:30:27 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:summary>Atenção: dor durante a relação sexual não deve ser encarada como algo normal.
 
O sexo pode ser um momento doloroso para muitas mulheres. Vaginismo, vulvodínia, falta de lubrificação por conta da menopausa e até infecções como a candidíase podem ser causa do problema. Ouça a entrevista com a fisioterapeuta pélvica Débora Pádua.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Atenção: dor durante a relação sexual não deve ser encarada como algo normal.
 
O sexo pode ser um momento doloroso para muitas mulheres. Vaginismo, vulvodínia, falta de lubrificação por conta da menopausa e até infecções como a candidíase podem ser cau</itunes:subtitle>
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      <title>Por Que Dói? #08 | Dor crônica</title>
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        <![CDATA[Sentir dor faz parte da vida. Mas por que algumas delas persistem e fazem com que algumas pessoas tenham que conviver com uma dor crônica, às vezes por toda a vida?<br>
 <br>
A dor está presente em nossa vida desde o nascimento até a morte. Mas, afinal, por que algumas dores, como <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/enxaqueca-3/" rel="noopener noreferrer">enxaqueca</a>, <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/dor-ciatica-ciatalgia/" rel="noopener noreferrer">dor nas costas</a>, <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/fibromialgia/" rel="noopener noreferrer">fibromialgia</a>, são tão difíceis de tratar a ponto de se tornarem crônicas? Ouça agora o oitavo episódio do Por Que Dói? com o neurocirurgião Claudio Fernandes Corrêa.<br>]]>
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        <![CDATA[Sentir dor faz parte da vida. Mas por que algumas delas persistem e fazem com que algumas pessoas tenham que conviver com uma dor crônica, às vezes por toda a vida?<br>
 <br>
A dor está presente em nossa vida desde o nascimento até a morte. Mas, afinal, por que algumas dores, como <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/enxaqueca-3/" rel="noopener noreferrer">enxaqueca</a>, <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/dor-ciatica-ciatalgia/" rel="noopener noreferrer">dor nas costas</a>, <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/fibromialgia/" rel="noopener noreferrer">fibromialgia</a>, são tão difíceis de tratar a ponto de se tornarem crônicas? Ouça agora o oitavo episódio do Por Que Dói? com o neurocirurgião Claudio Fernandes Corrêa.<br>]]>
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      <pubDate>Wed, 23 Jan 2019 11:30:53 -0200</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:summary>Sentir dor faz parte da vida. Mas por que algumas delas persistem e fazem com que algumas pessoas tenham que conviver com uma dor crônica, às vezes por toda a vida?
 
A dor está presente em nossa vida desde o nascimento até a morte. Mas, afinal, por que algumas dores, como enxaqueca, dor nas costas, fibromialgia, são tão difíceis de tratar a ponto de se tornarem crônicas? Ouça agora o oitavo episódio do Por Que Dói? com o neurocirurgião Claudio Fernandes Corrêa.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Sentir dor faz parte da vida. Mas por que algumas delas persistem e fazem com que algumas pessoas tenham que conviver com uma dor crônica, às vezes por toda a vida?
 
A dor está presente em nossa vida desde o nascimento até a morte. Mas, afinal, por que a</itunes:subtitle>
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      <title>Por Que Dói? #07 | Cannabis medicinal</title>
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        <![CDATA[O uso da cannabis medicinal já é uma realidade no país desde 2015. O acesso não é tão simples, assim como o preço. Entretanto, vem sendo uma alternativa muito útil para pacientes portadores de dor crônica e epilepsia refratária.<br>
No Por Que Dói? deste mês, conversamos com a Dra. Carolina Nocetti, que explica melhor como funciona essa terapia que tem ajudado cinco mil brasileiros.<br>]]>
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        <![CDATA[O uso da cannabis medicinal já é uma realidade no país desde 2015. O acesso não é tão simples, assim como o preço. Entretanto, vem sendo uma alternativa muito útil para pacientes portadores de dor crônica e epilepsia refratária.<br>
No Por Que Dói? deste mês, conversamos com a Dra. Carolina Nocetti, que explica melhor como funciona essa terapia que tem ajudado cinco mil brasileiros.<br>]]>
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      <pubDate>Wed, 12 Dec 2018 15:39:55 -0200</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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No Por Que Dói? deste mês, conversamos com a Dra. Carolina Nocetti, que explica melhor como funciona essa terapia que tem ajudado cinco mil brasileiros.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O uso da cannabis medicinal já é uma realidade no país desde 2015. O acesso não é tão simples, assim como o preço. Entretanto, vem sendo uma alternativa muito útil para pacientes portadores de dor crônica e epilepsia refratária.
No Por Que Dói? deste mês,</itunes:subtitle>
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      <title>ATM | Por Que Dói? #06</title>
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        <![CDATA[<p>A disfunção da ATM é uma dor orofacial muito frequente. É um distúrbio que pode ficar anos sem tratamento por ser confundido com <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/enxaqueca/">enxaqueca</a> ou <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/dor-de-cabeca-cefaleia/">cefaleia</a>.<br>  <br> A disfunção da articulação temporomandibular (ATM) é uma dor orofacial muito comum que atinge cerca de 10 milhões de brasileiros. É através dessa articulação que conseguimos executar ações básicas como falar e mastigar.<br> Estresse, mordida errada (encaixe dos dentes superiores e inferiores), apertamento dental e <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/bruxismo/">bruxismo</a> são algumas das causas do problema. Ouça a seguir a entrevista que fizemos com o cirurgião bucomaxilar  Giuliano Cossolin.<br>  <br> Ouça também pelo YouTube:<br> <br>  </p>]]>
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        <![CDATA[<p>A disfunção da ATM é uma dor orofacial muito frequente. É um distúrbio que pode ficar anos sem tratamento por ser confundido com <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/enxaqueca/">enxaqueca</a> ou <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/dor-de-cabeca-cefaleia/">cefaleia</a>.<br>  <br> A disfunção da articulação temporomandibular (ATM) é uma dor orofacial muito comum que atinge cerca de 10 milhões de brasileiros. É através dessa articulação que conseguimos executar ações básicas como falar e mastigar.<br> Estresse, mordida errada (encaixe dos dentes superiores e inferiores), apertamento dental e <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/bruxismo/">bruxismo</a> são algumas das causas do problema. Ouça a seguir a entrevista que fizemos com o cirurgião bucomaxilar  Giuliano Cossolin.<br>  <br> Ouça também pelo YouTube:<br> <br>  </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 21 Nov 2018 15:39:49 -0200</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:summary>A disfunção da ATM é uma dor orofacial muito frequente. É um distúrbio que pode ficar anos sem tratamento por ser confundido com enxaqueca ou cefaleia.
 
A disfunção da articulação temporomandibular (ATM) é uma dor orofacial muito comum que atinge cerca de 10 milhões de brasileiros. É através dessa articulação que conseguimos executar ações básicas como falar e mastigar.
Estresse, mordida errada (encaixe dos dentes superiores e inferiores), apertamento dental e bruxismo são algumas das causas do problema. Ouça a seguir a entrevista que fizemos com o cirurgião bucomaxilar  Giuliano Cossolin.
 
Ouça também pelo YouTube:

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      <itunes:subtitle>A disfunção da ATM é uma dor orofacial muito frequente. É um distúrbio que pode ficar anos sem tratamento por ser confundido com enxaqueca ou cefaleia.
 
A disfunção da articulação temporomandibular (ATM) é uma dor orofacial muito comum que atinge cerca</itunes:subtitle>
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      <title>Câncer | Por Que Dói? #05</title>
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        <![CDATA[<p>Quem tem câncer sente dor?<br> Tudo vai depender do estágio da doença, do tipo de tumor, do tratamento, se há outras doenças envolvidas, etc. Mas a boa notícia é que a dor pode (e deve) ser amenizada e nunca encarada como algo normal.<br> No quinto episódio do podcast “Por Que Dói?”, conversamos com o médico intervencionista André Mansano, que explica sobre o tema.<br>  <br> Ouça também pelo YouTube:<br> </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Quem tem câncer sente dor?<br> Tudo vai depender do estágio da doença, do tipo de tumor, do tratamento, se há outras doenças envolvidas, etc. Mas a boa notícia é que a dor pode (e deve) ser amenizada e nunca encarada como algo normal.<br> No quinto episódio do podcast “Por Que Dói?”, conversamos com o médico intervencionista André Mansano, que explica sobre o tema.<br>  <br> Ouça também pelo YouTube:<br> </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 24 Oct 2018 15:02:56 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:summary>Quem tem câncer sente dor?
Tudo vai depender do estágio da doença, do tipo de tumor, do tratamento, se há outras doenças envolvidas, etc. Mas a boa notícia é que a dor pode (e deve) ser amenizada e nunca encarada como algo normal.
No quinto episódio do podcast “Por Que Dói?”, conversamos com o médico intervencionista André Mansano, que explica sobre o tema.
 
Ouça também pelo YouTube:</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Quem tem câncer sente dor?
Tudo vai depender do estágio da doença, do tipo de tumor, do tratamento, se há outras doenças envolvidas, etc. Mas a boa notícia é que a dor pode (e deve) ser amenizada e nunca encarada como algo normal.
No quinto episódio do </itunes:subtitle>
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      <title>Espondilite anquilosante | Por Que Dói? #04</title>
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      <itunes:title>Espondilite anquilosante | Por Que Dói? #04</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Doença articular tem como principal característica a dor nas costas. Saiba mais neste podcast sobre espondilite anquilosante.<br>  <br> A <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/espondilite-anquilosante/">espondilite anquilosante</a> é uma doença que, talvez, você nunca tenha ouvido falar. Ela atinge mais o público masculino, principalmente os mais jovens, na faixa dos 20 ou 30 anos, e causa uma dor muito forte na região lombar. De origem reumática, ela pode evoluir para outras articulações, como tornozelos, quadril e joelhos.<br> No quarto episódio de “Por Que Dói?”, temos a presença do Dr. Eduardo Meirelles, que esclarece as principais dúvidas sobre a doença.<br>  <br> Ouça também pelo YouTube:<br> <br>  <br> Leia a seguir a entrevista na íntegra:<br> Olá, meu nome é Juliana Conte, sou repórter do Portal Drauzio Varella e está no ar mais um episódio do Podcast Por que Dói?. Hoje nós vamos falar de uma doença que tem um nome um pouco difícil [de pronunciar], que é a espondilite anquilosante. É uma doença reumática e que acomete principalmente as articulações, como joelhos, quadris [e] tornozelo. E os principais acometidos por ela são os homens, principalmente os mais jovens, na faixa dos 20, 30 anos.<br> A principal característica da espondilite é a dor nas costas, principalmente no período da manhã. [A sensação] é diferente de quando você tem algum mau jeito, porque nesse caso o repouso ajuda a aliviar a dor. Mas, na situação da espondilite, a dor só diminui quando a pessoa está em movimento. Por exemplo, quando faz uma atividade física, ela não sente dor.<br> O diagnóstico precoce, como a gente sabe, é fundamental, mas na prática não é o que acontece, porque como a dor da espondilite parece [ser] de causa ortopédica é bastante comum o paciente ficar perambulando de médico em médico, se enchendo de anti-inflamatório e demorar até ter um diagnóstico correto. Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), o paciente pode demorar até cinco anos para conseguir chegar a um reumatologista, devido a essa confusão de sintomas.<br> Para explicar melhor sobre esta doença, a gente convidou o Doutor Eduardo Meirelles, que é médico reumatologista e chefe do Grupo de Reumato do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP).<br> Juliana Conte – Boa tarde, doutor Eduardo, obrigado pela presença.<br> Dr. Eduardo Meirelles – Eu que agradeço, Juliana.<br>  <br> Doutor, bom, hoje a gente está falando sobre espondilite anquilosante. Eu queria primeiramente que o senhor explicasse o que é que significa essa palavra e essa doença, porque com certeza muitas pessoas nunca ouviram falar sobre esse assunto.<br> É, parece um palavrão, não é? Espondilite anquilosante nada mais é que um processo inflamatório, uma doença inflamatória do esqueleto central axial, ou seja, da coluna e da bacia, das articulações sacroilíacas da bacia em um caráter crônico, inflamatório e que pode — eventualmente — acometer articulações periféricas também; mais frequente (bem mais frequente) nos homens, do que nas mulheres; e que tem uma característica de autoimunidade de anticorpos contra alguns tecidos do próprio corpo.<br>  <br> Explica um pouco, doutor Eduardo, sobre essa dor nas costas, que é o principal sintoma da doença. Não é?<br> Sim, na verdade essa lombalgia é diferente da lombalgia mecânica — que é bem mais frequente. Só 5% das lombalgias têm como causa a espondilite, que é uma lombalgia inflamatória, um pouco diferente da mecânica, porque ela melhora com o movimento e piora com o repouso — ao contrário da lombalgia mecânica. <br> Na verdade, ela é acompanhada também de rigidez matinal, de um certo travamento pela manhã, [e] às vezes também de dor intensa noturna; às vezes, a pessoa acorda no meio da noite com dor nas costas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Doença articular tem como principal característica a dor nas costas. Saiba mais neste podcast sobre espondilite anquilosante.<br>  <br> A <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/espondilite-anquilosante/">espondilite anquilosante</a> é uma doença que, talvez, você nunca tenha ouvido falar. Ela atinge mais o público masculino, principalmente os mais jovens, na faixa dos 20 ou 30 anos, e causa uma dor muito forte na região lombar. De origem reumática, ela pode evoluir para outras articulações, como tornozelos, quadril e joelhos.<br> No quarto episódio de “Por Que Dói?”, temos a presença do Dr. Eduardo Meirelles, que esclarece as principais dúvidas sobre a doença.<br>  <br> Ouça também pelo YouTube:<br> <br>  <br> Leia a seguir a entrevista na íntegra:<br> Olá, meu nome é Juliana Conte, sou repórter do Portal Drauzio Varella e está no ar mais um episódio do Podcast Por que Dói?. Hoje nós vamos falar de uma doença que tem um nome um pouco difícil [de pronunciar], que é a espondilite anquilosante. É uma doença reumática e que acomete principalmente as articulações, como joelhos, quadris [e] tornozelo. E os principais acometidos por ela são os homens, principalmente os mais jovens, na faixa dos 20, 30 anos.<br> A principal característica da espondilite é a dor nas costas, principalmente no período da manhã. [A sensação] é diferente de quando você tem algum mau jeito, porque nesse caso o repouso ajuda a aliviar a dor. Mas, na situação da espondilite, a dor só diminui quando a pessoa está em movimento. Por exemplo, quando faz uma atividade física, ela não sente dor.<br> O diagnóstico precoce, como a gente sabe, é fundamental, mas na prática não é o que acontece, porque como a dor da espondilite parece [ser] de causa ortopédica é bastante comum o paciente ficar perambulando de médico em médico, se enchendo de anti-inflamatório e demorar até ter um diagnóstico correto. Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), o paciente pode demorar até cinco anos para conseguir chegar a um reumatologista, devido a essa confusão de sintomas.<br> Para explicar melhor sobre esta doença, a gente convidou o Doutor Eduardo Meirelles, que é médico reumatologista e chefe do Grupo de Reumato do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP).<br> Juliana Conte – Boa tarde, doutor Eduardo, obrigado pela presença.<br> Dr. Eduardo Meirelles – Eu que agradeço, Juliana.<br>  <br> Doutor, bom, hoje a gente está falando sobre espondilite anquilosante. Eu queria primeiramente que o senhor explicasse o que é que significa essa palavra e essa doença, porque com certeza muitas pessoas nunca ouviram falar sobre esse assunto.<br> É, parece um palavrão, não é? Espondilite anquilosante nada mais é que um processo inflamatório, uma doença inflamatória do esqueleto central axial, ou seja, da coluna e da bacia, das articulações sacroilíacas da bacia em um caráter crônico, inflamatório e que pode — eventualmente — acometer articulações periféricas também; mais frequente (bem mais frequente) nos homens, do que nas mulheres; e que tem uma característica de autoimunidade de anticorpos contra alguns tecidos do próprio corpo.<br>  <br> Explica um pouco, doutor Eduardo, sobre essa dor nas costas, que é o principal sintoma da doença. Não é?<br> Sim, na verdade essa lombalgia é diferente da lombalgia mecânica — que é bem mais frequente. Só 5% das lombalgias têm como causa a espondilite, que é uma lombalgia inflamatória, um pouco diferente da mecânica, porque ela melhora com o movimento e piora com o repouso — ao contrário da lombalgia mecânica. <br> Na verdade, ela é acompanhada também de rigidez matinal, de um certo travamento pela manhã, [e] às vezes também de dor intensa noturna; às vezes, a pessoa acorda no meio da noite com dor nas costas.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 26 Sep 2018 18:12:21 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:summary>Doença articular tem como principal característica a dor nas costas. Saiba mais neste podcast sobre espondilite anquilosante.
 
A espondilite anquilosante é uma doença que, talvez, você nunca tenha ouvido falar. Ela atinge mais o público masculino, principalmente os mais jovens, na faixa dos 20 ou 30 anos, e causa uma dor muito forte na região lombar. De origem reumática, ela pode evoluir para outras articulações, como tornozelos, quadril e joelhos.
No quarto episódio de “Por Que Dói?”, temos a presença do Dr. Eduardo Meirelles, que esclarece as principais dúvidas sobre a doença.
 
Ouça também pelo YouTube:

 
Leia a seguir a entrevista na íntegra:
Olá, meu nome é Juliana Conte, sou repórter do Portal Drauzio Varella e está no ar mais um episódio do Podcast Por que Dói?. Hoje nós vamos falar de uma doença que tem um nome um pouco difícil [de pronunciar], que é a espondilite anquilosante. É uma doença reumática e que acomete principalmente as articulações, como joelhos, quadris [e] tornozelo. E os principais acometidos por ela são os homens, principalmente os mais jovens, na faixa dos 20, 30 anos.
A principal característica da espondilite é a dor nas costas, principalmente no período da manhã. [A sensação] é diferente de quando você tem algum mau jeito, porque nesse caso o repouso ajuda a aliviar a dor. Mas, na situação da espondilite, a dor só diminui quando a pessoa está em movimento. Por exemplo, quando faz uma atividade física, ela não sente dor.
O diagnóstico precoce, como a gente sabe, é fundamental, mas na prática não é o que acontece, porque como a dor da espondilite parece [ser] de causa ortopédica é bastante comum o paciente ficar perambulando de médico em médico, se enchendo de anti-inflamatório e demorar até ter um diagnóstico correto. Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), o paciente pode demorar até cinco anos para conseguir chegar a um reumatologista, devido a essa confusão de sintomas.
Para explicar melhor sobre esta doença, a gente convidou o Doutor Eduardo Meirelles, que é médico reumatologista e chefe do Grupo de Reumato do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP).
Juliana Conte – Boa tarde, doutor Eduardo, obrigado pela presença.
Dr. Eduardo Meirelles – Eu que agradeço, Juliana.
 
Doutor, bom, hoje a gente está falando sobre espondilite anquilosante. Eu queria primeiramente que o senhor explicasse o que é que significa essa palavra e essa doença, porque com certeza muitas pessoas nunca ouviram falar sobre esse assunto.
É, parece um palavrão, não é? Espondilite anquilosante nada mais é que um processo inflamatório, uma doença inflamatória do esqueleto central axial, ou seja, da coluna e da bacia, das articulações sacroilíacas da bacia em um caráter crônico, inflamatório e que pode — eventualmente — acometer articulações periféricas também; mais frequente (bem mais frequente) nos homens, do que nas mulheres; e que tem uma característica de autoimunidade de anticorpos contra alguns tecidos do próprio corpo.
 
Explica um pouco, doutor Eduardo, sobre essa dor nas costas, que é o principal sintoma da doença. Não é?
Sim, na verdade essa lombalgia é diferente da lombalgia mecânica — que é bem mais frequente. Só 5% das lombalgias têm como causa a espondilite, que é uma lombalgia inflamatória, um pouco diferente da mecânica, porque ela melhora com o movimento e piora com o repouso — ao contrário da lombalgia mecânica. 
Na verdade, ela é acompanhada também de rigidez matinal, de um certo travamento pela manhã, [e] às vezes também de dor intensa noturna; às vezes, a pessoa acorda no meio da noite com dor nas costas.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Doença articular tem como principal característica a dor nas costas. Saiba mais neste podcast sobre espondilite anquilosante.
 
A espondilite anquilosante é uma doença que, talvez, você nunca tenha ouvido falar. Ela atinge mais o público masculino, prin</itunes:subtitle>
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      <title>Endometriose | Por Que Dói? #03</title>
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        <![CDATA[<p>Neste podcast sobre endometriose, tiramos algumas das principais dúvidas sobre a doença, que provoca cólicas muito fortes e precisa de tratamento.<br>  <br> <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/endometriose/">Endometriose</a> é sinônimo de dor para muitas mulheres. Doença de diagnóstico demorado, ela tem como principal característica cólicas fortíssimas, fluxo menstrual intenso e dor durante a relação sexual.<br> No terceiro episódio do podcast “Por Que Dói?”, conversamos com a ginecologista Kelly Cristina Tavares, que explicou as principais formas de tratamento da doença.<br>  <br> <br> Ouça também pelo YouTube:<br>  <br> <br>  <br> Leia a seguir a entrevista na íntegra:<br> Juliana Conte – Olá, meu nome é Juliana Conte, sou repórter do Portal Drauzio Varella, e está no ar mais um episódio do Podcast Por que Dói. O tema de hoje é endometriose, uma doença de diagnóstico demorado e que atinge cerca de sete milhões de brasileiras.<br> Só para explicar bem rapidamente — porque quem vai fazer isso hoje é a nossa entrevistada —, a endometriose ocorre quando as células do endométrio (que é a camada que reveste a parte interna do útero) não são expelidas durante a menstruação e vão parar em outras regiões do corpo, como ovário, intestino, ânus… E esse crescimento fora do útero causa muitos problemas — o principal deles é a dor. O primeiro sinal de alerta da doença são as cólicas muito fortes, e que vão ficando piores a cada ciclo. O sangramento excessivo também é um sinal de alerta; dor para fazer xixi [e] para evacuar também não são comuns [para uma pessoa saudável/sem endometriose, no caso]; e a dor durante o sexo.<br> Para falar mais sobre essa questão que aparece muito nas redes sociais do doutor Drauzio, a gente convidou hoje a Doutora Kelly Alessandra da Silva Tavares, que é ginecologista, obstetra, especialista em endoscopia e cirurgia ginecológica. Boa tarde, doutora Kelly. Obrigada pela presença.<br>  <br> Dra. Kelly – Boa tarde. Muito prazer em estar aqui. <br>  <br> Apenas uma explicação rápida: a endometriose ocorre quando a célula do endométrio — que é aquela camada que reveste o útero — vai para outro lugar e não é expelida durante a menstruação. A primeira pergunta em que fiquei pensando é por que é que o endométrio vai parar em outras cavidades do corpo? Por que é que acontece isso?<br> Na verdade, o endométrio é a camada que reveste o útero por dentro, e é o que a gente elimina na menstruação. A mulher com endometriose vai eliminar este sangue, então esse endométrio vai ser eliminado, [sim], mas há várias teorias sobre isso, [como por exemplo, a] do endométrio fora da cavidade uterina. A mais aceita é a da menstruação retrógrada, ou seja, este sangue [eliminado] reflui através das trompas e cai na cavidade abdominal, e a partir dela ele [o sangue] vai implantar-se no intestino, na bexiga, no peritônio — que é uma membrana que recobre os órgãos pélvicos e também a parede abdominal —, atrás do colo do útero, na vagina… Várias localizações para esses implantes — as quais gente chama de implantes endometrióticos.<br> Existem outras [teorias também]: [tal como] a teoria da inflamação, da metaplasia celômica, imunológica. Porque na verdade, a maioria de nós, mulheres, tem a menstruação que vai refluir, porém nem todo mundo vai ter endometriose. <br> <br> Ah, entendi… E no caso, quando essas células do endométrio vão parar em outro lugar isso acaba gerando dor em muitas pacientes…<br> É, a gente começa a desconfiar que uma mulher tem endometriose quando ela tem uma cólica muito dolorosa. Então, não é uma simples cólica menstrual. Ela [a paciente com endometriose] tem uma cólica muito intensa, que vai piorando com o passar dos anos, é uma mulher que também tem dor durante o ato sexual, principalmente quando, na penetração do pênis,</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Neste podcast sobre endometriose, tiramos algumas das principais dúvidas sobre a doença, que provoca cólicas muito fortes e precisa de tratamento.<br>  <br> <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/endometriose/">Endometriose</a> é sinônimo de dor para muitas mulheres. Doença de diagnóstico demorado, ela tem como principal característica cólicas fortíssimas, fluxo menstrual intenso e dor durante a relação sexual.<br> No terceiro episódio do podcast “Por Que Dói?”, conversamos com a ginecologista Kelly Cristina Tavares, que explicou as principais formas de tratamento da doença.<br>  <br> <br> Ouça também pelo YouTube:<br>  <br> <br>  <br> Leia a seguir a entrevista na íntegra:<br> Juliana Conte – Olá, meu nome é Juliana Conte, sou repórter do Portal Drauzio Varella, e está no ar mais um episódio do Podcast Por que Dói. O tema de hoje é endometriose, uma doença de diagnóstico demorado e que atinge cerca de sete milhões de brasileiras.<br> Só para explicar bem rapidamente — porque quem vai fazer isso hoje é a nossa entrevistada —, a endometriose ocorre quando as células do endométrio (que é a camada que reveste a parte interna do útero) não são expelidas durante a menstruação e vão parar em outras regiões do corpo, como ovário, intestino, ânus… E esse crescimento fora do útero causa muitos problemas — o principal deles é a dor. O primeiro sinal de alerta da doença são as cólicas muito fortes, e que vão ficando piores a cada ciclo. O sangramento excessivo também é um sinal de alerta; dor para fazer xixi [e] para evacuar também não são comuns [para uma pessoa saudável/sem endometriose, no caso]; e a dor durante o sexo.<br> Para falar mais sobre essa questão que aparece muito nas redes sociais do doutor Drauzio, a gente convidou hoje a Doutora Kelly Alessandra da Silva Tavares, que é ginecologista, obstetra, especialista em endoscopia e cirurgia ginecológica. Boa tarde, doutora Kelly. Obrigada pela presença.<br>  <br> Dra. Kelly – Boa tarde. Muito prazer em estar aqui. <br>  <br> Apenas uma explicação rápida: a endometriose ocorre quando a célula do endométrio — que é aquela camada que reveste o útero — vai para outro lugar e não é expelida durante a menstruação. A primeira pergunta em que fiquei pensando é por que é que o endométrio vai parar em outras cavidades do corpo? Por que é que acontece isso?<br> Na verdade, o endométrio é a camada que reveste o útero por dentro, e é o que a gente elimina na menstruação. A mulher com endometriose vai eliminar este sangue, então esse endométrio vai ser eliminado, [sim], mas há várias teorias sobre isso, [como por exemplo, a] do endométrio fora da cavidade uterina. A mais aceita é a da menstruação retrógrada, ou seja, este sangue [eliminado] reflui através das trompas e cai na cavidade abdominal, e a partir dela ele [o sangue] vai implantar-se no intestino, na bexiga, no peritônio — que é uma membrana que recobre os órgãos pélvicos e também a parede abdominal —, atrás do colo do útero, na vagina… Várias localizações para esses implantes — as quais gente chama de implantes endometrióticos.<br> Existem outras [teorias também]: [tal como] a teoria da inflamação, da metaplasia celômica, imunológica. Porque na verdade, a maioria de nós, mulheres, tem a menstruação que vai refluir, porém nem todo mundo vai ter endometriose. <br> <br> Ah, entendi… E no caso, quando essas células do endométrio vão parar em outro lugar isso acaba gerando dor em muitas pacientes…<br> É, a gente começa a desconfiar que uma mulher tem endometriose quando ela tem uma cólica muito dolorosa. Então, não é uma simples cólica menstrual. Ela [a paciente com endometriose] tem uma cólica muito intensa, que vai piorando com o passar dos anos, é uma mulher que também tem dor durante o ato sexual, principalmente quando, na penetração do pênis,</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 22 Aug 2018 15:10:49 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:summary>Neste podcast sobre endometriose, tiramos algumas das principais dúvidas sobre a doença, que provoca cólicas muito fortes e precisa de tratamento.
 
Endometriose é sinônimo de dor para muitas mulheres. Doença de diagnóstico demorado, ela tem como principal característica cólicas fortíssimas, fluxo menstrual intenso e dor durante a relação sexual.
No terceiro episódio do podcast “Por Que Dói?”, conversamos com a ginecologista Kelly Cristina Tavares, que explicou as principais formas de tratamento da doença.
 

Ouça também pelo YouTube:
 

 
Leia a seguir a entrevista na íntegra:
Juliana Conte – Olá, meu nome é Juliana Conte, sou repórter do Portal Drauzio Varella, e está no ar mais um episódio do Podcast Por que Dói. O tema de hoje é endometriose, uma doença de diagnóstico demorado e que atinge cerca de sete milhões de brasileiras.
Só para explicar bem rapidamente — porque quem vai fazer isso hoje é a nossa entrevistada —, a endometriose ocorre quando as células do endométrio (que é a camada que reveste a parte interna do útero) não são expelidas durante a menstruação e vão parar em outras regiões do corpo, como ovário, intestino, ânus… E esse crescimento fora do útero causa muitos problemas — o principal deles é a dor. O primeiro sinal de alerta da doença são as cólicas muito fortes, e que vão ficando piores a cada ciclo. O sangramento excessivo também é um sinal de alerta; dor para fazer xixi [e] para evacuar também não são comuns [para uma pessoa saudável/sem endometriose, no caso]; e a dor durante o sexo.
Para falar mais sobre essa questão que aparece muito nas redes sociais do doutor Drauzio, a gente convidou hoje a Doutora Kelly Alessandra da Silva Tavares, que é ginecologista, obstetra, especialista em endoscopia e cirurgia ginecológica. Boa tarde, doutora Kelly. Obrigada pela presença.
 
Dra. Kelly – Boa tarde. Muito prazer em estar aqui. 
 
Apenas uma explicação rápida: a endometriose ocorre quando a célula do endométrio — que é aquela camada que reveste o útero — vai para outro lugar e não é expelida durante a menstruação. A primeira pergunta em que fiquei pensando é por que é que o endométrio vai parar em outras cavidades do corpo? Por que é que acontece isso?
Na verdade, o endométrio é a camada que reveste o útero por dentro, e é o que a gente elimina na menstruação. A mulher com endometriose vai eliminar este sangue, então esse endométrio vai ser eliminado, [sim], mas há várias teorias sobre isso, [como por exemplo, a] do endométrio fora da cavidade uterina. A mais aceita é a da menstruação retrógrada, ou seja, este sangue [eliminado] reflui através das trompas e cai na cavidade abdominal, e a partir dela ele [o sangue] vai implantar-se no intestino, na bexiga, no peritônio — que é uma membrana que recobre os órgãos pélvicos e também a parede abdominal —, atrás do colo do útero, na vagina… Várias localizações para esses implantes — as quais gente chama de implantes endometrióticos.
Existem outras [teorias também]: [tal como] a teoria da inflamação, da metaplasia celômica, imunológica. Porque na verdade, a maioria de nós, mulheres, tem a menstruação que vai refluir, porém nem todo mundo vai ter endometriose. 

Ah, entendi… E no caso, quando essas células do endométrio vão parar em outro lugar isso acaba gerando dor em muitas pacientes…
É, a gente começa a desconfiar que uma mulher tem endometriose quando ela tem uma cólica muito dolorosa. Então, não é uma simples cólica menstrual. Ela [a paciente com endometriose] tem uma cólica muito intensa, que vai piorando com o passar dos anos, é uma mulher que também tem dor durante o ato sexual, principalmente quando, na penetração do pênis,</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Neste podcast sobre endometriose, tiramos algumas das principais dúvidas sobre a doença, que provoca cólicas muito fortes e precisa de tratamento.
 
Endometriose é sinônimo de dor para muitas mulheres. Doença de diagnóstico demorado, ela tem como princi</itunes:subtitle>
      <itunes:keywords>saúde, medicina, dores</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
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      <title>Dor do parto | Por Que Dói? #02</title>
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        <![CDATA[<p>A dor do parto é uma das mais temidas pelas mulheres. Ela tem vários estágios e atinge seu ápice na fase expulsiva, quando o bebê está pronto para nascer. <br>  <br> No segundo episódio do podcast “Por Que Dói?”, conversamos com a ginecologista e obstetra Telma Mariotto Zakka, que explica sobre o que podemos esperar do parto, esse momento tão importante na vida de tantas mulheres e o que ajuda no controle das dores.<br>  <br> Veja também: <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/mulher-2/tipos-de-parto-qual-o-mais-adequado-para-voce-e-seu-bebe/">Qual o tipo de parto mais adequado para você e seu bebê</a><br>  <br> Abaixo transcrição da entrevista completa:<br>  <br> Olá. Meu nome é Juliana Conte, sou repórter do Portal Drauzio Varella, e está no ar mais um episódio do Podcast Por Que Dói.<br> Hoje a gente vai falar de um assunto que só de pensar já me dá um pouco de aflição: a dor do parto. Eu encontrei um estudo recente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), feito com mais de 25 mil mulheres, que mostra uma coisa muito interessante: a grande maioria [das mulheres] acaba optando pela cesárea pelo medo de sentir dor.<br> Para se ter uma ideia, a taxa de cesárea na rede particular [de saúde] chega a 80% — um índice muito alto. No SUS, é um pouco menor — ainda que elevado —, ficando à margem dos 42% do total de partos. A coordenadora do estudo, Doutora Maria do Carmo Leal, deu uma entrevista, na qual disse o seguinte: “O índice elevado de cesarianas se deve a uma cultura arraigada de que o procedimento é a melhor maneira de se ter um filho, em parte porque no Brasil o parto normal é realizado com muitas intervenções e dor”. Mas, afinal, o que seria essa dor? Por que ainda é tão temida e tão presente no imaginário feminino? E será que nos âmbitos emocional e físico o parto normal sempre terá um significado de experiência traumática? O que isso significa?…<br> Para falar mais sobre este tema, a gente convidou a Doutora Telma Mariotto Zakka, que é responsável pelo Ambulatório de Dor Pélvica do Hospital das Clínicas daqui de São Paulo, e também membra da Sociedade Brasileira do Estudo da Dor (SBED). Boa tarde, Dra. Telma. Obrigado pela presença.<br>  <br> Juliana Conte — Gostaria de começar perguntando, doutora, o quanto essa porcentagem alta do número de cesáreas no Brasil tem a ver com esse medo da mulher de sentir dor durante o parto?<br>  <br> Telma Mariotto Zakka — Boa tarde, Juliana. Obrigada pelo convite.<br> Na verdade, acho que a porcentagem do medo é muito grande, mas existem várias coisas que nós precisamos analisar em relação à essa porcentagem alta de cesáreas. Então, nós temos que pensar na questão cultural… Nós fomos criados, pelo menos no cristianismo, com “parirás com dor”. Esta frase — que está na Bíblia —, se de um lado, durante muitos anos, levou uma desconsideração do processo doloroso no trabalho de parto — porque era natural, era esperado que a mulher tivesse dor durante o trabalho de parto —, por outro, leva as mulheres a temerem — pois se eu tiver um parto normal eu vou ter dor; está escrito na Bíblia.<br> No entanto, existem vários outros aspectos. Por exemplo, a conveniência… na fase que estamos hoje, nesta geração que chamo de Crtl+C/Crtl+V, em que as pessoas querem que as coisas aconteçam naquela hora, naquele momento [específico]; elas têm todo um preparo, tudo programado… É conveniente que nasça naquela data, porque de alguma maneira vai prestigiar a família… Enfim, todas essas questões devem ser avaliadas, e não só o medo da dor [em si, de maneira isolada].<br> Então, [temos que considerar] o medo da dor; a conveniência; a questão da própria etnia — mulheres ocidentais parecem ter um limiar de dor e uma tolerabilidade dolorosa menor que as mulheres orientais, que têm os partos mais rapidamente e, aparentemente, entre aspas,</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A dor do parto é uma das mais temidas pelas mulheres. Ela tem vários estágios e atinge seu ápice na fase expulsiva, quando o bebê está pronto para nascer. <br>  <br> No segundo episódio do podcast “Por Que Dói?”, conversamos com a ginecologista e obstetra Telma Mariotto Zakka, que explica sobre o que podemos esperar do parto, esse momento tão importante na vida de tantas mulheres e o que ajuda no controle das dores.<br>  <br> Veja também: <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/mulher-2/tipos-de-parto-qual-o-mais-adequado-para-voce-e-seu-bebe/">Qual o tipo de parto mais adequado para você e seu bebê</a><br>  <br> Abaixo transcrição da entrevista completa:<br>  <br> Olá. Meu nome é Juliana Conte, sou repórter do Portal Drauzio Varella, e está no ar mais um episódio do Podcast Por Que Dói.<br> Hoje a gente vai falar de um assunto que só de pensar já me dá um pouco de aflição: a dor do parto. Eu encontrei um estudo recente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), feito com mais de 25 mil mulheres, que mostra uma coisa muito interessante: a grande maioria [das mulheres] acaba optando pela cesárea pelo medo de sentir dor.<br> Para se ter uma ideia, a taxa de cesárea na rede particular [de saúde] chega a 80% — um índice muito alto. No SUS, é um pouco menor — ainda que elevado —, ficando à margem dos 42% do total de partos. A coordenadora do estudo, Doutora Maria do Carmo Leal, deu uma entrevista, na qual disse o seguinte: “O índice elevado de cesarianas se deve a uma cultura arraigada de que o procedimento é a melhor maneira de se ter um filho, em parte porque no Brasil o parto normal é realizado com muitas intervenções e dor”. Mas, afinal, o que seria essa dor? Por que ainda é tão temida e tão presente no imaginário feminino? E será que nos âmbitos emocional e físico o parto normal sempre terá um significado de experiência traumática? O que isso significa?…<br> Para falar mais sobre este tema, a gente convidou a Doutora Telma Mariotto Zakka, que é responsável pelo Ambulatório de Dor Pélvica do Hospital das Clínicas daqui de São Paulo, e também membra da Sociedade Brasileira do Estudo da Dor (SBED). Boa tarde, Dra. Telma. Obrigado pela presença.<br>  <br> Juliana Conte — Gostaria de começar perguntando, doutora, o quanto essa porcentagem alta do número de cesáreas no Brasil tem a ver com esse medo da mulher de sentir dor durante o parto?<br>  <br> Telma Mariotto Zakka — Boa tarde, Juliana. Obrigada pelo convite.<br> Na verdade, acho que a porcentagem do medo é muito grande, mas existem várias coisas que nós precisamos analisar em relação à essa porcentagem alta de cesáreas. Então, nós temos que pensar na questão cultural… Nós fomos criados, pelo menos no cristianismo, com “parirás com dor”. Esta frase — que está na Bíblia —, se de um lado, durante muitos anos, levou uma desconsideração do processo doloroso no trabalho de parto — porque era natural, era esperado que a mulher tivesse dor durante o trabalho de parto —, por outro, leva as mulheres a temerem — pois se eu tiver um parto normal eu vou ter dor; está escrito na Bíblia.<br> No entanto, existem vários outros aspectos. Por exemplo, a conveniência… na fase que estamos hoje, nesta geração que chamo de Crtl+C/Crtl+V, em que as pessoas querem que as coisas aconteçam naquela hora, naquele momento [específico]; elas têm todo um preparo, tudo programado… É conveniente que nasça naquela data, porque de alguma maneira vai prestigiar a família… Enfim, todas essas questões devem ser avaliadas, e não só o medo da dor [em si, de maneira isolada].<br> Então, [temos que considerar] o medo da dor; a conveniência; a questão da própria etnia — mulheres ocidentais parecem ter um limiar de dor e uma tolerabilidade dolorosa menor que as mulheres orientais, que têm os partos mais rapidamente e, aparentemente, entre aspas,</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 25 Jul 2018 16:16:09 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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      <itunes:summary>A dor do parto é uma das mais temidas pelas mulheres. Ela tem vários estágios e atinge seu ápice na fase expulsiva, quando o bebê está pronto para nascer. 
 
No segundo episódio do podcast “Por Que Dói?”, conversamos com a ginecologista e obstetra Telma Mariotto Zakka, que explica sobre o que podemos esperar do parto, esse momento tão importante na vida de tantas mulheres e o que ajuda no controle das dores.
 
Veja também: Qual o tipo de parto mais adequado para você e seu bebê
 
Abaixo transcrição da entrevista completa:
 
Olá. Meu nome é Juliana Conte, sou repórter do Portal Drauzio Varella, e está no ar mais um episódio do Podcast Por Que Dói.
Hoje a gente vai falar de um assunto que só de pensar já me dá um pouco de aflição: a dor do parto. Eu encontrei um estudo recente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), feito com mais de 25 mil mulheres, que mostra uma coisa muito interessante: a grande maioria [das mulheres] acaba optando pela cesárea pelo medo de sentir dor.
Para se ter uma ideia, a taxa de cesárea na rede particular [de saúde] chega a 80% — um índice muito alto. No SUS, é um pouco menor — ainda que elevado —, ficando à margem dos 42% do total de partos. A coordenadora do estudo, Doutora Maria do Carmo Leal, deu uma entrevista, na qual disse o seguinte: “O índice elevado de cesarianas se deve a uma cultura arraigada de que o procedimento é a melhor maneira de se ter um filho, em parte porque no Brasil o parto normal é realizado com muitas intervenções e dor”. Mas, afinal, o que seria essa dor? Por que ainda é tão temida e tão presente no imaginário feminino? E será que nos âmbitos emocional e físico o parto normal sempre terá um significado de experiência traumática? O que isso significa?…
Para falar mais sobre este tema, a gente convidou a Doutora Telma Mariotto Zakka, que é responsável pelo Ambulatório de Dor Pélvica do Hospital das Clínicas daqui de São Paulo, e também membra da Sociedade Brasileira do Estudo da Dor (SBED). Boa tarde, Dra. Telma. Obrigado pela presença.
 
Juliana Conte — Gostaria de começar perguntando, doutora, o quanto essa porcentagem alta do número de cesáreas no Brasil tem a ver com esse medo da mulher de sentir dor durante o parto?
 
Telma Mariotto Zakka — Boa tarde, Juliana. Obrigada pelo convite.
Na verdade, acho que a porcentagem do medo é muito grande, mas existem várias coisas que nós precisamos analisar em relação à essa porcentagem alta de cesáreas. Então, nós temos que pensar na questão cultural… Nós fomos criados, pelo menos no cristianismo, com “parirás com dor”. Esta frase — que está na Bíblia —, se de um lado, durante muitos anos, levou uma desconsideração do processo doloroso no trabalho de parto — porque era natural, era esperado que a mulher tivesse dor durante o trabalho de parto —, por outro, leva as mulheres a temerem — pois se eu tiver um parto normal eu vou ter dor; está escrito na Bíblia.
No entanto, existem vários outros aspectos. Por exemplo, a conveniência… na fase que estamos hoje, nesta geração que chamo de Crtl+C/Crtl+V, em que as pessoas querem que as coisas aconteçam naquela hora, naquele momento [específico]; elas têm todo um preparo, tudo programado… É conveniente que nasça naquela data, porque de alguma maneira vai prestigiar a família… Enfim, todas essas questões devem ser avaliadas, e não só o medo da dor [em si, de maneira isolada].
Então, [temos que considerar] o medo da dor; a conveniência; a questão da própria etnia — mulheres ocidentais parecem ter um limiar de dor e uma tolerabilidade dolorosa menor que as mulheres orientais, que têm os partos mais rapidamente e, aparentemente, entre aspas,</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A dor do parto é uma das mais temidas pelas mulheres. Ela tem vários estágios e atinge seu ápice na fase expulsiva, quando o bebê está pronto para nascer. 
 
No segundo episódio do podcast “Por Que Dói?”, conversamos com a ginecologista e obstetra Telma</itunes:subtitle>
      <itunes:keywords>saúde, medicina, dores</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
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      <title>Enxaqueca | Por Que Dói? #01</title>
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        <![CDATA[<p>Doença é um dos tipos mais frequentes de dor de cabeça, e pode se tornar um problema incapacitante. Saiba mais neste podcast sobre enxaqueca.<br>  <br> A <a href="https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/enxaqueca/">enxaqueca</a> é uma doença neurológica que atinge milhares de brasileiros. O problema é que a grande maioria dificilmente consegue um tratamento adequado e acaba aprendendo a conviver com a dor.<br> Neste primeiro episódio do podcast Por Que Dói? conversamos com a neurologista Célia Roesler que explica como é possível prevenir as crises da doença.<br>  <br> Ouça também pelo YouTube:<br> <br>  <br> Leia a seguir a entrevista na íntegra<br> Olá. Meu nome é Juliana Conte, sou repórter do Portal Drauzio Varella e está no ar o primeiro episódio do podcast Por Que Dói?. E para começar, vamos falar um pouco sobre enxaqueca, um assunto pelo qual tenho muito interesse, porque convivo com o problema desde os meus 12 anos de idade e sei que isso está longe de ser só uma dorzinha de cabeça qualquer.<br> Ela [a enxaqueca] é uma doença que atinge mais de 30 milhões de brasileiros, sendo três mulheres para cada homem, mas o grande o problema é que a maioria dessas pessoas não vão conseguir um tratamento adequado.<br> Estresse, ansiedade, fome, sono, além da menstruação, são verdadeiros gatilhos para a dor. Gatilho, no caso, é algo que vai desencadear o aparecimento daquela dor. E a dor da enxaqueca é uma dor forte, pulsante, e atinge normalmente um lado da cabeça. Essa dor é tão forte que às vezes impede que o paciente consiga ir para o trabalho, para a faculdade, etc.<br> E para falar um pouco mais sobre esse assunto, nós convidamos a doutora Célia Roesler, que é vice—coordenadora do Departamento Científico de Cefaleia da Academia Brasileira de Neurologia.<br>  <br> Juliana Conte – Bom dia, doutora.<br> Dra. Célia – Obrigada, bom dia. É um prazer estar aqui. Espero estar contribuindo para melhorar as dores de cabeça das pessoas que estão nos ouvindo.<br>  <br> Doutora, acho que senhora já está cansada de ouvir esta pergunta, mas ela é fundamental: qual é a diferença entre dor de cabeça e enxaqueca? O que é que diferencia uma da outra?<br> Acho que sempre é importante esclarecer isso. Existe mais de 200 tipos de dores de cabeça e a enxaqueca é um desses tipos. Ela é uma dor de cabeça primária, ou seja, a própria dor de cabeça é a doença.<br> E ela é, dentre as dores de cabeça primária, a mais rica de sintomas, porque não é só a dor de cabeça [em si], mas todos os sintomas que ocorrem com essa dor: que é intolerância à luz, a cheiro, ao barulho, a movimentos; vem acompanhada de náuseas, muitas vezes o paciente tem tonturas, alteração de humor, irritabilidade… E ela tem uma duração, que é de quatro a 72 horas. Começa fraca e vai ficando forte, até muito forte; e é considerada uma das doenças mais incapacitantes, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).<br>  <br> E ela normalmente surge em que período da vida? Na infância? Na adolescência?<br> O mais comum é aparecer na idade em que a pessoa é mais produtiva, entre 30~40 anos, mas ela já pode ocorrer na infância, pode começar na menarca — que é a primeira menstruação, no caso das mulheres —, pode melhorar na gravidez e até sarar na menopausa.<br>  <br> Teria uma causa específica? Vocês já sabem qual seria o gatilho para a pessoa ter isso?<br> Há muitos gatilhos… O gatilho ocorre para aqueles pacientes que já têm enxaqueca, mas é uma doença neurológica, ocorre por uma disfunção química cerebral, geralmente hereditária. Quando você faz uma história de um paciente com enxaqueca, você sempre vai encontrar alguém responsável — na maioria das vezes é a mãe, a avó ou a tia —, alguém da família tem enxaqueca.<br>  <br> Uma dúvida muito comum: ela chega a ser considerada uma doença? Qual seria o termo correto?</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 27 Jun 2018 18:24:58 -0300</pubDate>
      <author>Portal Drauzio Varella</author>
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A enxaqueca é uma doença neurológica que atinge milhares de brasileiros. O problema é que a grande maioria dificilmente consegue um tratamento adequado e acaba aprendendo a conviver com a dor.
Neste primeiro episódio do podcast Por Que Dói? conversamos com a neurologista Célia Roesler que explica como é possível prevenir as crises da doença.
 
Ouça também pelo YouTube:

 
Leia a seguir a entrevista na íntegra
Olá. Meu nome é Juliana Conte, sou repórter do Portal Drauzio Varella e está no ar o primeiro episódio do podcast Por Que Dói?. E para começar, vamos falar um pouco sobre enxaqueca, um assunto pelo qual tenho muito interesse, porque convivo com o problema desde os meus 12 anos de idade e sei que isso está longe de ser só uma dorzinha de cabeça qualquer.
Ela [a enxaqueca] é uma doença que atinge mais de 30 milhões de brasileiros, sendo três mulheres para cada homem, mas o grande o problema é que a maioria dessas pessoas não vão conseguir um tratamento adequado.
Estresse, ansiedade, fome, sono, além da menstruação, são verdadeiros gatilhos para a dor. Gatilho, no caso, é algo que vai desencadear o aparecimento daquela dor. E a dor da enxaqueca é uma dor forte, pulsante, e atinge normalmente um lado da cabeça. Essa dor é tão forte que às vezes impede que o paciente consiga ir para o trabalho, para a faculdade, etc.
E para falar um pouco mais sobre esse assunto, nós convidamos a doutora Célia Roesler, que é vice—coordenadora do Departamento Científico de Cefaleia da Academia Brasileira de Neurologia.
 
Juliana Conte – Bom dia, doutora.
Dra. Célia – Obrigada, bom dia. É um prazer estar aqui. Espero estar contribuindo para melhorar as dores de cabeça das pessoas que estão nos ouvindo.
 
Doutora, acho que senhora já está cansada de ouvir esta pergunta, mas ela é fundamental: qual é a diferença entre dor de cabeça e enxaqueca? O que é que diferencia uma da outra?
Acho que sempre é importante esclarecer isso. Existe mais de 200 tipos de dores de cabeça e a enxaqueca é um desses tipos. Ela é uma dor de cabeça primária, ou seja, a própria dor de cabeça é a doença.
E ela é, dentre as dores de cabeça primária, a mais rica de sintomas, porque não é só a dor de cabeça [em si], mas todos os sintomas que ocorrem com essa dor: que é intolerância à luz, a cheiro, ao barulho, a movimentos; vem acompanhada de náuseas, muitas vezes o paciente tem tonturas, alteração de humor, irritabilidade… E ela tem uma duração, que é de quatro a 72 horas. Começa fraca e vai ficando forte, até muito forte; e é considerada uma das doenças mais incapacitantes, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
 
E ela normalmente surge em que período da vida? Na infância? Na adolescência?
O mais comum é aparecer na idade em que a pessoa é mais produtiva, entre 30~40 anos, mas ela já pode ocorrer na infância, pode começar na menarca — que é a primeira menstruação, no caso das mulheres —, pode melhorar na gravidez e até sarar na menopausa.
 
Teria uma causa específica? Vocês já sabem qual seria o gatilho para a pessoa ter isso?
Há muitos gatilhos… O gatilho ocorre para aqueles pacientes que já têm enxaqueca, mas é uma doença neurológica, ocorre por uma disfunção química cerebral, geralmente hereditária. Quando você faz uma história de um paciente com enxaqueca, você sempre vai encontrar alguém responsável — na maioria das vezes é a mãe, a avó ou a tia —, alguém da família tem enxaqueca.
 
Uma dúvida muito comum: ela chega a ser considerada uma doença? Qual seria o termo correto?</itunes:summary>
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A enxaqueca é uma doença neurológica que atinge milhares de brasileiros. O problema é que a grande maioria di</itunes:subtitle>
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