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    <description>Mesa de jornalistas e convidadas dá voz às discussões sobre igualdade de direitos entre homens e mulheres</description>
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    <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 21:19:09 -0300</pubDate>
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      <title>Observatório Feminino debate masculinidade, insegurança feminina e caso envolvendo delegada em MG</title>
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        <![CDATA[<p>O Observatório Feminino deste domingo (26) aborda temas sensíveis e atuais, como o papel masculino na sociedade, a insegurança vivida por mulheres em Minas Gerais e um caso disciplinar envolvendo uma delegada da Polícia Civil.</p><p>Um dos destaques do programa é o curso voltado a “homens enfraquecidos”, oferecido pelo ator Juliano Cazarré, que reacendeu o debate sobre masculinidade e comportamento masculino nos dias de hoje.</p><p>A atração também discute uma pesquisa da Localiza, que aponta que 47,5% das mulheres mineiras já desistiram de sair de casa por medo da violência no trajeto até o destino.</p><p>Outro tema analisado é o caso da delegada Ana Paula Lamego Balbino Nogueira, que está afastada das funções há cerca de 10 meses. Ela é esposa de Renê da Silva Nogueira, réu pela morte do gari Laudemir de Souza Fernandes. A Polícia Civil de Minas Gerais instaurou um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra a delegada, que pode resultar em sua exoneração.</p><p>Participam do debate a promotora de Justiça Ana Tereza Giacomini, coordenadora do Centro Estadual de Apoio às Vítimas do MPMG – Casa Lilian, e a advogada Maria Flávia Cardoso Máximo, professora de Ética Profissional e presidente do Conselho de Ética da OAB-MG, além de cônsul honorária da Eslovênia.</p><p>Sobre o podcast</p><p>O Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Os episódios também estão disponíveis nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 26 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Salários de servidores após afastamento dos cargos são destaques do Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>O Observatório Feminino de hoje fala sobre o desembargador Magid Láuar. Mesmo afastado após a repercussão nacional de uma decisão em que ele absolveu um réu de 35 anos por estupro de vulnerável de uma menina de 12 anos no Triângulo Mineiro, ele recebeu 120 mil 861 reais e 33 centavos do Tribunal de Justiça de Minas Gerais em vencimentos líquidos na folha salarial de março. </p><p>Quem também está recebendo o salário normalmente, é a delegada Ana Paula Balbino, que está afastada das funções desde agosto do ano passado, após o marido dela, Renê Nogueira Júnior, se tornar réu pelo homicídio do gari Laudemir de Souza Fernandes. O setor médico da Polícia Civil de Minas prorrogou por mais 60 dias a licença médica da delegada. Com a nova decisão, ela deve completar cerca de 10 meses fora da instituição policial. Em fevereiro, último dado disponível, ela recebeu mais de 23 mil e 800 reais, sendo cerca de 22 mil e 200 de salário e 1.643 em valores eventuais.</p><p>Falamos também sobre uma pesquisa da Genial/Quaest que aponta que a violência é a maior preocupação dos brasileiros nos dias de hoje. Em segundo lugar aparece a corrupção, em terceiro lugar aparecem os problemas sociais e na sequência vem a saúde. A economia aparece com apenas 9% no ranking de preocupação dos brasileiros e a educação foi citada por 7%. </p><p>Pra gente debater recebemos aqui Flavia Viegas, comunicadora com especialização em comunicação, politica, gestão de negócios e relações governamentais e também a repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil, Edilene Lopes.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Observatório Feminino de hoje fala sobre o desembargador Magid Láuar. Mesmo afastado após a repercussão nacional de uma decisão em que ele absolveu um réu de 35 anos por estupro de vulnerável de uma menina de 12 anos no Triângulo Mineiro, ele recebeu 120 mil 861 reais e 33 centavos do Tribunal de Justiça de Minas Gerais em vencimentos líquidos na folha salarial de março. </p><p>Quem também está recebendo o salário normalmente, é a delegada Ana Paula Balbino, que está afastada das funções desde agosto do ano passado, após o marido dela, Renê Nogueira Júnior, se tornar réu pelo homicídio do gari Laudemir de Souza Fernandes. O setor médico da Polícia Civil de Minas prorrogou por mais 60 dias a licença médica da delegada. Com a nova decisão, ela deve completar cerca de 10 meses fora da instituição policial. Em fevereiro, último dado disponível, ela recebeu mais de 23 mil e 800 reais, sendo cerca de 22 mil e 200 de salário e 1.643 em valores eventuais.</p><p>Falamos também sobre uma pesquisa da Genial/Quaest que aponta que a violência é a maior preocupação dos brasileiros nos dias de hoje. Em segundo lugar aparece a corrupção, em terceiro lugar aparecem os problemas sociais e na sequência vem a saúde. A economia aparece com apenas 9% no ranking de preocupação dos brasileiros e a educação foi citada por 7%. </p><p>Pra gente debater recebemos aqui Flavia Viegas, comunicadora com especialização em comunicação, politica, gestão de negócios e relações governamentais e também a repórter e colunista na Itatiaia e analista de política na CNN Brasil, Edilene Lopes.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 19 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Caso Gael e polêmica das 'novelas de frutas' são destaques do Observatório Feminino</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>No Observatório Feminino deste domingo, nos debatemos o caso do menino Gael, de 1 ano e 8 meses que chegou morto na UPA Oeste. A mãe e o padrasto foram presos. Ela pelo crime de maus tratos e o homem por homicídio qualificado. De acordo com testemunhas que conversaram com a reportagem da Itatiaia, o menino sofria maus-tratos constantes e chegava a ficar desesperado quando via vizinhos com comida. A Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos informou que a família era acompanhada pelo Conselho Tutelar - Regional Oeste, "com medidas de proteção já aplicadas, com encaminhamentos formais às redes de assistência social e de saúde". O órgão afirmou que as intervenções eram de conhecimento do Ministério Público. A Itatiaia entrou em contato com o Ministério Público e aguarda retorno. </p><p><br>Também falamos sobre as polêmicas "novelas de frutas" que circulam pelas redes sociais. Elas são feitas com inteligência artificial. Apesar da aparência infantil, os vídeos trazem cenas de traição, violência e até conteúdo sexual — e estão chegando facilmente ao público jovem. O que comeca com um momento pode contribuir para a hipersexualização precoce.</p><p><br>E discutimos também sobre um conjunto de projetos de lei que ampliam a rede de proteção às mulheres brasileiras, sancionados pelo Presidente Lula. As medidas tratam da monitoração eletrônica de agressores em casos de violência doméstica, da tipificação do crime de violência vicária que é é uma forma de agressão indireta e velada, considerada extremamente cruel, na qual o agressor (geralmente um ex-parceiro) utiliza os filhos ou outras pessoas próximas para ferir, punir ou controlar a mulher. O objetivo central não é agredir a criança em si, mas atingir emocionalmente a mãe e da criação do Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres Indígenas.</p><p><br>Quem participa com a gente é Laura Brito, advogada especialista em Direito de Família e sucessões. Doutora e Mestre em Direito pela USP e também Míria Guedes, pastora, escritora e cantora. E pscicanalista em formação.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No Observatório Feminino deste domingo, nos debatemos o caso do menino Gael, de 1 ano e 8 meses que chegou morto na UPA Oeste. A mãe e o padrasto foram presos. Ela pelo crime de maus tratos e o homem por homicídio qualificado. De acordo com testemunhas que conversaram com a reportagem da Itatiaia, o menino sofria maus-tratos constantes e chegava a ficar desesperado quando via vizinhos com comida. A Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos informou que a família era acompanhada pelo Conselho Tutelar - Regional Oeste, "com medidas de proteção já aplicadas, com encaminhamentos formais às redes de assistência social e de saúde". O órgão afirmou que as intervenções eram de conhecimento do Ministério Público. A Itatiaia entrou em contato com o Ministério Público e aguarda retorno. </p><p><br>Também falamos sobre as polêmicas "novelas de frutas" que circulam pelas redes sociais. Elas são feitas com inteligência artificial. Apesar da aparência infantil, os vídeos trazem cenas de traição, violência e até conteúdo sexual — e estão chegando facilmente ao público jovem. O que comeca com um momento pode contribuir para a hipersexualização precoce.</p><p><br>E discutimos também sobre um conjunto de projetos de lei que ampliam a rede de proteção às mulheres brasileiras, sancionados pelo Presidente Lula. As medidas tratam da monitoração eletrônica de agressores em casos de violência doméstica, da tipificação do crime de violência vicária que é é uma forma de agressão indireta e velada, considerada extremamente cruel, na qual o agressor (geralmente um ex-parceiro) utiliza os filhos ou outras pessoas próximas para ferir, punir ou controlar a mulher. O objetivo central não é agredir a criança em si, mas atingir emocionalmente a mãe e da criação do Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres Indígenas.</p><p><br>Quem participa com a gente é Laura Brito, advogada especialista em Direito de Família e sucessões. Doutora e Mestre em Direito pela USP e também Míria Guedes, pastora, escritora e cantora. E pscicanalista em formação.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 12 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Licença-paternidade ampliada, combate à violência nas escolas e mentiras no currículo são destaques do Observatório Feminino</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino deste domingo (5) debate a ampliação da licença-paternidade no Brasil, que passa a valer de forma escalonada a partir de 1º de janeiro de 2027. A medida prevê aumento gradual do benefício: de 5 para 10 dias em 2027, 15 dias em 2028 e 20 dias a partir de 2029.</p><p>O programa também aborda a nova portaria publicada pelos ministérios da Educação e das Mulheres no Diário Oficial da União, que determina a inclusão de conteúdos voltados ao combate à violência contra meninas e mulheres nos currículos da educação básica. A iniciativa deve alcançar cerca de 46 milhões de estudantes em todo o país.</p><p>Outro tema em destaque é um levantamento da consultoria Robert Half, que revela que 58% dos recrutadores já eliminaram candidatos por inconsistências no currículo ainda nas fases iniciais dos processos seletivos. Entre os principais problemas identificados estão a exageração de habilidades técnicas, nível de idiomas acima do real e justificativas suavizadas para desligamentos anteriores.</p><p>Participam do episódio a cientista social Nathália Farias, formada pela UFMG, e a advogada Marcella Apocalypse, presidente da Comissão de Estudos de Violência Doméstica da ANACRIM-MG.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 05 Apr 2026 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino debate absolvição de mulher em BH e criminalização da misoginia</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O <em>Observatório Feminino</em> deste domingo (29) aborda temas que mobilizam o debate sobre violência de gênero e direitos das mulheres. Entre os destaques está a absolvição de Érica Pereira da Silveira Vicente, de 42 anos, que confessou ter matado o namorado após flagrá-lo abusando sexualmente da filha dela, de 11 anos.</p><p>O julgamento ocorreu nesta semana, no Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, e terminou com a inocência da ré em júri popular. O crime aconteceu em abril de 2025. Durante interrogatório, Érica relatou que acordou com os gritos da filha durante a madrugada e encontrou o homem sobre a criança. Ela afirmou que reagiu com golpes de faca.</p><p>Segundo o depoimento, após o crime, um jovem que ouviu a movimentação entrou na residência e ajudou a retirar o corpo, que foi levado até uma área de mata no bairro Taquaril, na Região Leste da capital, onde foi incendiado. O corpo foi encontrado carbonizado.</p><p>Outro tema em pauta é a aprovação, pelo Senado Federal, de um projeto que criminaliza a misoginia e a equipara ao crime de racismo. A proposta define misoginia como aversão, ódio ou repulsa contra mulheres e prevê pena de um a três anos de reclusão, além de multa. Por ser equiparado ao racismo, o crime passa a ser imprescritível e inafiançável.</p><p>O texto também determina que o Judiciário considere como discriminatórias atitudes que causem constrangimento, humilhação ou exposição indevida às mulheres. O Ministério das Mulheres lista exemplos comuns, como culpabilização da vítima em casos de violência, deslegitimação de ideias e comentários de cunho sexista.</p><p>Para discutir os temas, o episódio recebe a defensora pública Silvana Lobo, especialista em Direito Penal e atuante na defesa dos direitos das mulheres, e a economista Ana Paula Bastos.</p><p>🎧 Ouça o podcast e acompanhe a análise completa!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O <em>Observatório Feminino</em> deste domingo (29) aborda temas que mobilizam o debate sobre violência de gênero e direitos das mulheres. Entre os destaques está a absolvição de Érica Pereira da Silveira Vicente, de 42 anos, que confessou ter matado o namorado após flagrá-lo abusando sexualmente da filha dela, de 11 anos.</p><p>O julgamento ocorreu nesta semana, no Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, e terminou com a inocência da ré em júri popular. O crime aconteceu em abril de 2025. Durante interrogatório, Érica relatou que acordou com os gritos da filha durante a madrugada e encontrou o homem sobre a criança. Ela afirmou que reagiu com golpes de faca.</p><p>Segundo o depoimento, após o crime, um jovem que ouviu a movimentação entrou na residência e ajudou a retirar o corpo, que foi levado até uma área de mata no bairro Taquaril, na Região Leste da capital, onde foi incendiado. O corpo foi encontrado carbonizado.</p><p>Outro tema em pauta é a aprovação, pelo Senado Federal, de um projeto que criminaliza a misoginia e a equipara ao crime de racismo. A proposta define misoginia como aversão, ódio ou repulsa contra mulheres e prevê pena de um a três anos de reclusão, além de multa. Por ser equiparado ao racismo, o crime passa a ser imprescritível e inafiançável.</p><p>O texto também determina que o Judiciário considere como discriminatórias atitudes que causem constrangimento, humilhação ou exposição indevida às mulheres. O Ministério das Mulheres lista exemplos comuns, como culpabilização da vítima em casos de violência, deslegitimação de ideias e comentários de cunho sexista.</p><p>Para discutir os temas, o episódio recebe a defensora pública Silvana Lobo, especialista em Direito Penal e atuante na defesa dos direitos das mulheres, e a economista Ana Paula Bastos.</p><p>🎧 Ouça o podcast e acompanhe a análise completa!</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 29 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O <em>Observatório Feminino</em> deste domingo (29) aborda temas que mobilizam o debate sobre violência de gênero e direitos das mulheres. Entre os destaques está a absolvição de Érica Pereira da Silveira Vicente, de 42 anos, que confessou ter matado o namorado após flagrá-lo abusando sexualmente da filha dela, de 11 anos.</p><p>O julgamento ocorreu nesta semana, no Fórum Lafayette, em Belo Horizonte, e terminou com a inocência da ré em júri popular. O crime aconteceu em abril de 2025. Durante interrogatório, Érica relatou que acordou com os gritos da filha durante a madrugada e encontrou o homem sobre a criança. Ela afirmou que reagiu com golpes de faca.</p><p>Segundo o depoimento, após o crime, um jovem que ouviu a movimentação entrou na residência e ajudou a retirar o corpo, que foi levado até uma área de mata no bairro Taquaril, na Região Leste da capital, onde foi incendiado. O corpo foi encontrado carbonizado.</p><p>Outro tema em pauta é a aprovação, pelo Senado Federal, de um projeto que criminaliza a misoginia e a equipara ao crime de racismo. A proposta define misoginia como aversão, ódio ou repulsa contra mulheres e prevê pena de um a três anos de reclusão, além de multa. Por ser equiparado ao racismo, o crime passa a ser imprescritível e inafiançável.</p><p>O texto também determina que o Judiciário considere como discriminatórias atitudes que causem constrangimento, humilhação ou exposição indevida às mulheres. O Ministério das Mulheres lista exemplos comuns, como culpabilização da vítima em casos de violência, deslegitimação de ideias e comentários de cunho sexista.</p><p>Para discutir os temas, o episódio recebe a defensora pública Silvana Lobo, especialista em Direito Penal e atuante na defesa dos direitos das mulheres, e a economista Ana Paula Bastos.</p><p>🎧 Ouça o podcast e acompanhe a análise completa!</p>]]>
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      <title>Erika Hilton na Comissão da Mulher: avanço na representatividade ou polêmica política?</title>
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        <![CDATA[<p>A deputada federal Erika Hilton (PSOL) assumiu a presidência da Comissão dos Direitos da Mulher na Câmara em meio a comentários potencialmente transfóbicos, como do apresentador de televisão Ratinho.</p><p>Apoiadores defendem que a sua eleição representa inclusão, diversidade e maior representatividade, argumentando que mulheres trans também fazem parte das pautas femininas e devem ter voz nesses espaços, além de destacarem a sua atuação em temas como combate à violência e igualdade de gênero.</p><p>Por outro lado, críticos afirmam que a comissão deveria ser liderada por uma mulher cisgênero, sustentando que há diferenças entre identidade de género e sexo biológico, e que a escolha reflete uma politização ideológica do órgão.</p><p>No geral, o debate evidencia divisões mais amplas na sociedade sobre gênero, identidade e representatividade política e se torna tópico no podcast “Observatório Feminino”, deste domingo (22) nas plataformas digitais da Itatiaia.</p><p>Outro ponto de discussão é o chamado ECA Digital, sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que estabelece novas regras para proteger crianças e adolescentes na internet, proibindo que menores mintam a idade apenas por autodeclaração e exigindo mecanismos mais seguros de verificação pelas plataformas.</p><p>A lei obriga redes sociais e serviços digitais a adotarem medidas para impedir o acesso a conteúdos impróprios, como pornografia, violência e jogos de azar, além de exigir maior controlo parental e vinculação de contas de menores aos responsáveis</p><p>É limitada também a publicidade direcionada e o uso de dados de crianças, responsabilizando as empresas pela segurança digital.</p><p>A proposta surge em resposta ao aumento de casos de exploração e exposição indevida de menores online. Especialistas consideram a lei um avanço na proteção infantil, mas apontam desafios na aplicação prática, especialmente na verificação de idade. No geral, a medida muda a lógica atual ao exigir mais responsabilidade das plataformas e reforçar a segurança no ambiente digital.</p><p>Por fim, o programa trata da morte da soldado Gisele Alves Santana, tratada como caso de feminicídio. O suspeito é o ex-companheiro dela e também policial militar, o tenente-coronel Geraldo Leite.</p><p>O crime aconteceu em São José dos Campos, no interior paulista. Segundo as investigações, o crime ocorreu em contexto de violência doméstica, com indícios de comportamento possessivo e histórico de conflitos. O caso que no início era tido como suicídio, reforçou o debate sobre violência contra a mulher e reacendeu discussões sobre a importância de identificar sinais prévios de abuso para evitar desfechos trágicos.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A deputada federal Erika Hilton (PSOL) assumiu a presidência da Comissão dos Direitos da Mulher na Câmara em meio a comentários potencialmente transfóbicos, como do apresentador de televisão Ratinho.</p><p>Apoiadores defendem que a sua eleição representa inclusão, diversidade e maior representatividade, argumentando que mulheres trans também fazem parte das pautas femininas e devem ter voz nesses espaços, além de destacarem a sua atuação em temas como combate à violência e igualdade de gênero.</p><p>Por outro lado, críticos afirmam que a comissão deveria ser liderada por uma mulher cisgênero, sustentando que há diferenças entre identidade de género e sexo biológico, e que a escolha reflete uma politização ideológica do órgão.</p><p>No geral, o debate evidencia divisões mais amplas na sociedade sobre gênero, identidade e representatividade política e se torna tópico no podcast “Observatório Feminino”, deste domingo (22) nas plataformas digitais da Itatiaia.</p><p>Outro ponto de discussão é o chamado ECA Digital, sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que estabelece novas regras para proteger crianças e adolescentes na internet, proibindo que menores mintam a idade apenas por autodeclaração e exigindo mecanismos mais seguros de verificação pelas plataformas.</p><p>A lei obriga redes sociais e serviços digitais a adotarem medidas para impedir o acesso a conteúdos impróprios, como pornografia, violência e jogos de azar, além de exigir maior controlo parental e vinculação de contas de menores aos responsáveis</p><p>É limitada também a publicidade direcionada e o uso de dados de crianças, responsabilizando as empresas pela segurança digital.</p><p>A proposta surge em resposta ao aumento de casos de exploração e exposição indevida de menores online. Especialistas consideram a lei um avanço na proteção infantil, mas apontam desafios na aplicação prática, especialmente na verificação de idade. No geral, a medida muda a lógica atual ao exigir mais responsabilidade das plataformas e reforçar a segurança no ambiente digital.</p><p>Por fim, o programa trata da morte da soldado Gisele Alves Santana, tratada como caso de feminicídio. O suspeito é o ex-companheiro dela e também policial militar, o tenente-coronel Geraldo Leite.</p><p>O crime aconteceu em São José dos Campos, no interior paulista. Segundo as investigações, o crime ocorreu em contexto de violência doméstica, com indícios de comportamento possessivo e histórico de conflitos. O caso que no início era tido como suicídio, reforçou o debate sobre violência contra a mulher e reacendeu discussões sobre a importância de identificar sinais prévios de abuso para evitar desfechos trágicos.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 22 Mar 2026 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>A deputada federal Erika Hilton (PSOL) assumiu a presidência da Comissão dos Direitos da Mulher na Câmara em meio a comentários potencialmente transfóbicos, como do apresentador de televisão Ratinho.</p><p>Apoiadores defendem que a sua eleição representa inclusão, diversidade e maior representatividade, argumentando que mulheres trans também fazem parte das pautas femininas e devem ter voz nesses espaços, além de destacarem a sua atuação em temas como combate à violência e igualdade de gênero.</p><p>Por outro lado, críticos afirmam que a comissão deveria ser liderada por uma mulher cisgênero, sustentando que há diferenças entre identidade de género e sexo biológico, e que a escolha reflete uma politização ideológica do órgão.</p><p>No geral, o debate evidencia divisões mais amplas na sociedade sobre gênero, identidade e representatividade política e se torna tópico no podcast “Observatório Feminino”, deste domingo (22) nas plataformas digitais da Itatiaia.</p><p>Outro ponto de discussão é o chamado ECA Digital, sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que estabelece novas regras para proteger crianças e adolescentes na internet, proibindo que menores mintam a idade apenas por autodeclaração e exigindo mecanismos mais seguros de verificação pelas plataformas.</p><p>A lei obriga redes sociais e serviços digitais a adotarem medidas para impedir o acesso a conteúdos impróprios, como pornografia, violência e jogos de azar, além de exigir maior controlo parental e vinculação de contas de menores aos responsáveis</p><p>É limitada também a publicidade direcionada e o uso de dados de crianças, responsabilizando as empresas pela segurança digital.</p><p>A proposta surge em resposta ao aumento de casos de exploração e exposição indevida de menores online. Especialistas consideram a lei um avanço na proteção infantil, mas apontam desafios na aplicação prática, especialmente na verificação de idade. No geral, a medida muda a lógica atual ao exigir mais responsabilidade das plataformas e reforçar a segurança no ambiente digital.</p><p>Por fim, o programa trata da morte da soldado Gisele Alves Santana, tratada como caso de feminicídio. O suspeito é o ex-companheiro dela e também policial militar, o tenente-coronel Geraldo Leite.</p><p>O crime aconteceu em São José dos Campos, no interior paulista. Segundo as investigações, o crime ocorreu em contexto de violência doméstica, com indícios de comportamento possessivo e histórico de conflitos. O caso que no início era tido como suicídio, reforçou o debate sobre violência contra a mulher e reacendeu discussões sobre a importância de identificar sinais prévios de abuso para evitar desfechos trágicos.</p>]]>
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      <title>Observatório Feminino debate exposição de mulheres no caso Daniel Vorcaro e trend que incentiva violência nas redes</title>
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        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino deste domingo (15) discute temas que têm mobilizado o debate público nas redes sociais e no meio jurídico: o vazamento de conteúdos do celular do banqueiro Daniel Vorcaro e a investigação sobre a trend “Caso ela diga não”, que viralizou nas plataformas digitais e incentiva a violência contra mulheres.</p><p>O episódio recebe a fundadora do Centro de Prevenção e Proteção à Vida – Instituto Patrícia Magalhães, Patrícia Magalhães, pedagoga e psicanalista, especialista em dependências, compulsões e violência contra a mulher, além da advogada e doutora em Direito Penal Carla Silene, professora do IBMEC/BH e diretora de Prerrogativas e conselheira estadual da OAB/MG.</p><p>Durante o programa, as convidadas analisam as repercussões do vazamento de conversas atribuídas a Vorcaro, que expuseram autoridades em Brasília e também detalhes da vida pessoal do banqueiro. O material rapidamente gerou memes e piadas nas redes sociais, ampliando a exposição pública do empresário, investigado por supostas fraudes bilionárias no banco Master.</p><p>A divulgação, no entanto, também acabou atingindo mulheres que se relacionavam com o banqueiro e que não são alvos das investigações. Parte da repercussão foi impulsionada por conversas atribuídas a Vorcaro e à influenciadora Martha Graeff, que incluem apelidos carinhosos e expressões infantilizadas — linguagem considerada comum em relações íntimas.</p><p>Outro tema debatido no episódio foi a investigação aberta pela Polícia Federal sobre a trend “Caso ela diga não”, que viralizou principalmente no TikTok. Nos vídeos, homens simulam reações violentas após receberem uma negativa em situações românticas, com encenações que incluem socos, facadas ou tiros.</p><p>A apuração foi aberta após denúncias de que o conteúdo incentiva práticas de violência contra a mulher e reforça comportamentos agressivos nas redes sociais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino deste domingo (15) discute temas que têm mobilizado o debate público nas redes sociais e no meio jurídico: o vazamento de conteúdos do celular do banqueiro Daniel Vorcaro e a investigação sobre a trend “Caso ela diga não”, que viralizou nas plataformas digitais e incentiva a violência contra mulheres.</p><p>O episódio recebe a fundadora do Centro de Prevenção e Proteção à Vida – Instituto Patrícia Magalhães, Patrícia Magalhães, pedagoga e psicanalista, especialista em dependências, compulsões e violência contra a mulher, além da advogada e doutora em Direito Penal Carla Silene, professora do IBMEC/BH e diretora de Prerrogativas e conselheira estadual da OAB/MG.</p><p>Durante o programa, as convidadas analisam as repercussões do vazamento de conversas atribuídas a Vorcaro, que expuseram autoridades em Brasília e também detalhes da vida pessoal do banqueiro. O material rapidamente gerou memes e piadas nas redes sociais, ampliando a exposição pública do empresário, investigado por supostas fraudes bilionárias no banco Master.</p><p>A divulgação, no entanto, também acabou atingindo mulheres que se relacionavam com o banqueiro e que não são alvos das investigações. Parte da repercussão foi impulsionada por conversas atribuídas a Vorcaro e à influenciadora Martha Graeff, que incluem apelidos carinhosos e expressões infantilizadas — linguagem considerada comum em relações íntimas.</p><p>Outro tema debatido no episódio foi a investigação aberta pela Polícia Federal sobre a trend “Caso ela diga não”, que viralizou principalmente no TikTok. Nos vídeos, homens simulam reações violentas após receberem uma negativa em situações românticas, com encenações que incluem socos, facadas ou tiros.</p><p>A apuração foi aberta após denúncias de que o conteúdo incentiva práticas de violência contra a mulher e reforça comportamentos agressivos nas redes sociais.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 15 Mar 2026 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino deste domingo (15) discute temas que têm mobilizado o debate público nas redes sociais e no meio jurídico: o vazamento de conteúdos do celular do banqueiro Daniel Vorcaro e a investigação sobre a trend “Caso ela diga não”, que viralizou nas plataformas digitais e incentiva a violência contra mulheres.</p><p>O episódio recebe a fundadora do Centro de Prevenção e Proteção à Vida – Instituto Patrícia Magalhães, Patrícia Magalhães, pedagoga e psicanalista, especialista em dependências, compulsões e violência contra a mulher, além da advogada e doutora em Direito Penal Carla Silene, professora do IBMEC/BH e diretora de Prerrogativas e conselheira estadual da OAB/MG.</p><p>Durante o programa, as convidadas analisam as repercussões do vazamento de conversas atribuídas a Vorcaro, que expuseram autoridades em Brasília e também detalhes da vida pessoal do banqueiro. O material rapidamente gerou memes e piadas nas redes sociais, ampliando a exposição pública do empresário, investigado por supostas fraudes bilionárias no banco Master.</p><p>A divulgação, no entanto, também acabou atingindo mulheres que se relacionavam com o banqueiro e que não são alvos das investigações. Parte da repercussão foi impulsionada por conversas atribuídas a Vorcaro e à influenciadora Martha Graeff, que incluem apelidos carinhosos e expressões infantilizadas — linguagem considerada comum em relações íntimas.</p><p>Outro tema debatido no episódio foi a investigação aberta pela Polícia Federal sobre a trend “Caso ela diga não”, que viralizou principalmente no TikTok. Nos vídeos, homens simulam reações violentas após receberem uma negativa em situações românticas, com encenações que incluem socos, facadas ou tiros.</p><p>A apuração foi aberta após denúncias de que o conteúdo incentiva práticas de violência contra a mulher e reforça comportamentos agressivos nas redes sociais.</p>]]>
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      <title>Dia da Mulher: há o que comemorar? Podcast debate violência e feminicídio</title>
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        <![CDATA[<p> Neste <strong>8 de março, Dia Internacional da Mulher</strong>, a pergunta que abre o debate é direta: <strong>há o que comemorar diante de tantos casos de feminicídio, violência e assédio no país?</strong> Esse é um dos temas do <strong>Observatório Feminino</strong> deste domingo, programa da <strong>Rádio Itatiaia</strong> que discute os desafios enfrentados pelas mulheres no Brasil. </p><p>Um dos assuntos centrais é o <strong>estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos no Rio de Janeiro</strong>, caso que gerou grande repercussão nacional. Em meio às investigações, o <strong>Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro</strong> expediu um mandado de busca e apreensão contra um adolescente apontado pela <strong>Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro</strong> como possível mentor do crime, suspeito de ter atraído a vítima ao apartamento onde ocorreram os abusos. </p><p>Quatro homens presos por participação no crime estão na <strong>Cadeia Pública José Frederico Marques</strong>, em celas separadas dos demais internos. Dois deles, <strong>Mattheus Veríssimo Zoel Martins</strong> e <strong>João Gabriel Xavier Bertho</strong>, ambos de 19 anos, já passaram por audiência de custódia e tiveram a prisão mantida pela Justiça. Outros dois suspeitos, <strong>Vitor Hugo Oliveira Simonin</strong> e <strong>Bruno Felipe dos Santos Allegretti</strong>, ambos de 18 anos, devem passar pelo mesmo procedimento. </p><p>O programa também aborda <strong>medidas anunciadas pelo Ministério da Saúde do Brasil</strong> para ampliar o atendimento e a proteção às mulheres no SUS. As ações incluem <strong>teleatendimento em saúde mental para vítimas de violência</strong>, reconstrução dentária gratuita e um <strong>mutirão nacional de exames e cirurgias</strong>. As iniciativas foram apresentadas pelo ministro <strong>Alexandre Padilha</strong> e fazem parte do <strong>Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio</strong>. </p><p>Outra proposta do ministério é solicitar à <strong>Organização Mundial da Saúde</strong> a inclusão do <strong>feminicídio na Classificação Internacional de Doenças</strong>, o que pode melhorar as estatísticas e fortalecer políticas públicas de prevenção. Atualmente, mortes de mulheres motivadas por desigualdade de gênero costumam ser registradas apenas como agressão. </p><p>O episódio também destaca histórias de resistência feminina, como as retratadas no documentário original <strong>“Mulheres do Vale: Arte que nasce da seca”</strong>, produzido pela equipe da <strong>Rádio Itatiaia</strong>. A produção mostra mulheres da região do <strong>Vale do Jequitinhonha</strong> que transformaram a arte em sustento e superação. </p>]]>
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        <![CDATA[<p> Neste <strong>8 de março, Dia Internacional da Mulher</strong>, a pergunta que abre o debate é direta: <strong>há o que comemorar diante de tantos casos de feminicídio, violência e assédio no país?</strong> Esse é um dos temas do <strong>Observatório Feminino</strong> deste domingo, programa da <strong>Rádio Itatiaia</strong> que discute os desafios enfrentados pelas mulheres no Brasil. </p><p>Um dos assuntos centrais é o <strong>estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos no Rio de Janeiro</strong>, caso que gerou grande repercussão nacional. Em meio às investigações, o <strong>Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro</strong> expediu um mandado de busca e apreensão contra um adolescente apontado pela <strong>Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro</strong> como possível mentor do crime, suspeito de ter atraído a vítima ao apartamento onde ocorreram os abusos. </p><p>Quatro homens presos por participação no crime estão na <strong>Cadeia Pública José Frederico Marques</strong>, em celas separadas dos demais internos. Dois deles, <strong>Mattheus Veríssimo Zoel Martins</strong> e <strong>João Gabriel Xavier Bertho</strong>, ambos de 19 anos, já passaram por audiência de custódia e tiveram a prisão mantida pela Justiça. Outros dois suspeitos, <strong>Vitor Hugo Oliveira Simonin</strong> e <strong>Bruno Felipe dos Santos Allegretti</strong>, ambos de 18 anos, devem passar pelo mesmo procedimento. </p><p>O programa também aborda <strong>medidas anunciadas pelo Ministério da Saúde do Brasil</strong> para ampliar o atendimento e a proteção às mulheres no SUS. As ações incluem <strong>teleatendimento em saúde mental para vítimas de violência</strong>, reconstrução dentária gratuita e um <strong>mutirão nacional de exames e cirurgias</strong>. As iniciativas foram apresentadas pelo ministro <strong>Alexandre Padilha</strong> e fazem parte do <strong>Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio</strong>. </p><p>Outra proposta do ministério é solicitar à <strong>Organização Mundial da Saúde</strong> a inclusão do <strong>feminicídio na Classificação Internacional de Doenças</strong>, o que pode melhorar as estatísticas e fortalecer políticas públicas de prevenção. Atualmente, mortes de mulheres motivadas por desigualdade de gênero costumam ser registradas apenas como agressão. </p><p>O episódio também destaca histórias de resistência feminina, como as retratadas no documentário original <strong>“Mulheres do Vale: Arte que nasce da seca”</strong>, produzido pela equipe da <strong>Rádio Itatiaia</strong>. A produção mostra mulheres da região do <strong>Vale do Jequitinhonha</strong> que transformaram a arte em sustento e superação. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 08 Mar 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p> Neste <strong>8 de março, Dia Internacional da Mulher</strong>, a pergunta que abre o debate é direta: <strong>há o que comemorar diante de tantos casos de feminicídio, violência e assédio no país?</strong> Esse é um dos temas do <strong>Observatório Feminino</strong> deste domingo, programa da <strong>Rádio Itatiaia</strong> que discute os desafios enfrentados pelas mulheres no Brasil. </p><p>Um dos assuntos centrais é o <strong>estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos no Rio de Janeiro</strong>, caso que gerou grande repercussão nacional. Em meio às investigações, o <strong>Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro</strong> expediu um mandado de busca e apreensão contra um adolescente apontado pela <strong>Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro</strong> como possível mentor do crime, suspeito de ter atraído a vítima ao apartamento onde ocorreram os abusos. </p><p>Quatro homens presos por participação no crime estão na <strong>Cadeia Pública José Frederico Marques</strong>, em celas separadas dos demais internos. Dois deles, <strong>Mattheus Veríssimo Zoel Martins</strong> e <strong>João Gabriel Xavier Bertho</strong>, ambos de 19 anos, já passaram por audiência de custódia e tiveram a prisão mantida pela Justiça. Outros dois suspeitos, <strong>Vitor Hugo Oliveira Simonin</strong> e <strong>Bruno Felipe dos Santos Allegretti</strong>, ambos de 18 anos, devem passar pelo mesmo procedimento. </p><p>O programa também aborda <strong>medidas anunciadas pelo Ministério da Saúde do Brasil</strong> para ampliar o atendimento e a proteção às mulheres no SUS. As ações incluem <strong>teleatendimento em saúde mental para vítimas de violência</strong>, reconstrução dentária gratuita e um <strong>mutirão nacional de exames e cirurgias</strong>. As iniciativas foram apresentadas pelo ministro <strong>Alexandre Padilha</strong> e fazem parte do <strong>Pacto Nacional Brasil contra o Feminicídio</strong>. </p><p>Outra proposta do ministério é solicitar à <strong>Organização Mundial da Saúde</strong> a inclusão do <strong>feminicídio na Classificação Internacional de Doenças</strong>, o que pode melhorar as estatísticas e fortalecer políticas públicas de prevenção. Atualmente, mortes de mulheres motivadas por desigualdade de gênero costumam ser registradas apenas como agressão. </p><p>O episódio também destaca histórias de resistência feminina, como as retratadas no documentário original <strong>“Mulheres do Vale: Arte que nasce da seca”</strong>, produzido pela equipe da <strong>Rádio Itatiaia</strong>. A produção mostra mulheres da região do <strong>Vale do Jequitinhonha</strong> que transformaram a arte em sustento e superação. </p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>Observatório Feminino debate decisão judicial, cancelamento no BBB e reconstrução após enchente em Juiz de Fora</title>
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      <itunes:title>Observatório Feminino debate decisão judicial, cancelamento no BBB e reconstrução após enchente em Juiz de Fora</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>O Observatório Feminino deste domingo (1º) começa com um dos casos mais comentados do país nos últimos dias: a decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais que inicialmente absolveu e, posteriormente, restabeleceu a condenação de um homem acusado de estuprar uma menina de 12 anos em Indianópolis, no Triângulo Mineiro.</p><p>O réu, de 35 anos, foi preso após o tribunal acatar recurso do Ministério Público e restaurar a sentença de primeira instância. A decisão também determinou a prisão da mãe da vítima, condenada por omissão. Em novembro de 2025, ambos haviam sido sentenciados pela 1ª Vara Criminal e da Infância e da Juventude da Comarca de Araguari a nove anos e quatro meses de prisão. O homem foi condenado por conjunção carnal e atos libidinosos contra a adolescente; a mãe, por não impedir os abusos.</p><p>O relator do processo, desembargador Magid Nauef Láuar, da 9ª Câmara Criminal, havia votado anteriormente pela absolvição ao considerar a existência de “vínculo afetivo consensual” entre o réu e a vítima. Após a forte repercussão nacional e o recurso apresentado, o magistrado reviu o posicionamento e manteve a condenação, com expedição imediata do mandado de prisão.</p><p>O caso reacende o debate sobre a aplicação da lei. O Código Penal estabelece que qualquer ato sexual com menor de 14 anos configura estupro de vulnerável — entendimento já consolidado pelo Superior Tribunal de Justiça, que afasta a possibilidade de consentimento ou de reconhecimento de “relacionamento” em situações envolvendo crianças e adolescentes nessa faixa etária.</p><p>Com a repercussão da decisão, o relator passou a ser alvo de denúncias no Conselho Nacional de Justiça por suposto abuso sexual. Pelo menos quatro pessoas formalizaram queixas contra o magistrado, entre elas um primo do desembargador.</p><p>Cancelamento e maternidade em debate no BBB 26</p><p>Outro tema em destaque é a polêmica envolvendo a atriz Solange Couto, confinada no Big Brother Brasil 26. A artista foi alvo de críticas nas redes sociais após uma fala considerada por internautas como “a mais pesada” da história do programa.</p><p>Ao comentar sobre outra participante, Solange afirmou que “nasceu do prazer e não de estupro”, fazendo uma associação entre violência sexual e sexo malfeito. Em outro momento, ao analisar o comportamento da rival Ana Paula, declarou: “Quando Deus não deu filhos a ela, é porque sabe que ela não teria capacidade de amar alguém, já que ela não gosta de gente”.</p><p>As declarações reacendem discussões sobre violência sexual, maternidade compulsória e estigmatização de mulheres que optam por não ter filhos. Afinal, a decisão de não ser mãe pode ser associada à incapacidade de amar? Especialistas apontam que a maternidade é uma escolha e que atrelar afeto ou caráter à experiência de ter filhos reforça estereótipos de gênero historicamente impostos às mulheres.</p><p>Enchente em Juiz de Fora: como reconstruir vidas?</p><p>O programa também aborda a enchente que atingiu Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. O episódio evidencia não apenas os impactos das mudanças climáticas e da precariedade da infraestrutura urbana, mas também a vulnerabilidade social de centenas de famílias.</p><p>Quando a água sobe, não leva apenas móveis, roupas e paredes. Arrasta histórias, memórias e, em muitos casos, vidas. A tragédia representa uma ruptura profunda na trajetória de quem perdeu quase tudo. Diante de perdas tão significativas, surge uma pergunta inevitável: como recomeçar quando a correnteza parece ter levado o chão?</p><p>Especialistas destacam que a reconstrução vai além da reposição material. Envolve apoio psicológico, políticas públicas eficazes, acesso à moradia digna e redes de solidariedade capazes de sustentar a retomada da vida cotidiana.</p><p>Participam do debate Isabel Araújo Rodrigues, advogada especialista em direito das mulheres, presidente da Comissão de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres da OAB-MG e coordenadora da Rede de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres de Minas Gerais, e a advogada Lucilene Vasconcelos, diretora de Mulheres na Grande BH na Convenção Batista Nacional.</p><p>Ouça o debate completo abaixo.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Observatório Feminino deste domingo (1º) começa com um dos casos mais comentados do país nos últimos dias: a decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais que inicialmente absolveu e, posteriormente, restabeleceu a condenação de um homem acusado de estuprar uma menina de 12 anos em Indianópolis, no Triângulo Mineiro.</p><p>O réu, de 35 anos, foi preso após o tribunal acatar recurso do Ministério Público e restaurar a sentença de primeira instância. A decisão também determinou a prisão da mãe da vítima, condenada por omissão. Em novembro de 2025, ambos haviam sido sentenciados pela 1ª Vara Criminal e da Infância e da Juventude da Comarca de Araguari a nove anos e quatro meses de prisão. O homem foi condenado por conjunção carnal e atos libidinosos contra a adolescente; a mãe, por não impedir os abusos.</p><p>O relator do processo, desembargador Magid Nauef Láuar, da 9ª Câmara Criminal, havia votado anteriormente pela absolvição ao considerar a existência de “vínculo afetivo consensual” entre o réu e a vítima. Após a forte repercussão nacional e o recurso apresentado, o magistrado reviu o posicionamento e manteve a condenação, com expedição imediata do mandado de prisão.</p><p>O caso reacende o debate sobre a aplicação da lei. O Código Penal estabelece que qualquer ato sexual com menor de 14 anos configura estupro de vulnerável — entendimento já consolidado pelo Superior Tribunal de Justiça, que afasta a possibilidade de consentimento ou de reconhecimento de “relacionamento” em situações envolvendo crianças e adolescentes nessa faixa etária.</p><p>Com a repercussão da decisão, o relator passou a ser alvo de denúncias no Conselho Nacional de Justiça por suposto abuso sexual. Pelo menos quatro pessoas formalizaram queixas contra o magistrado, entre elas um primo do desembargador.</p><p>Cancelamento e maternidade em debate no BBB 26</p><p>Outro tema em destaque é a polêmica envolvendo a atriz Solange Couto, confinada no Big Brother Brasil 26. A artista foi alvo de críticas nas redes sociais após uma fala considerada por internautas como “a mais pesada” da história do programa.</p><p>Ao comentar sobre outra participante, Solange afirmou que “nasceu do prazer e não de estupro”, fazendo uma associação entre violência sexual e sexo malfeito. Em outro momento, ao analisar o comportamento da rival Ana Paula, declarou: “Quando Deus não deu filhos a ela, é porque sabe que ela não teria capacidade de amar alguém, já que ela não gosta de gente”.</p><p>As declarações reacendem discussões sobre violência sexual, maternidade compulsória e estigmatização de mulheres que optam por não ter filhos. Afinal, a decisão de não ser mãe pode ser associada à incapacidade de amar? Especialistas apontam que a maternidade é uma escolha e que atrelar afeto ou caráter à experiência de ter filhos reforça estereótipos de gênero historicamente impostos às mulheres.</p><p>Enchente em Juiz de Fora: como reconstruir vidas?</p><p>O programa também aborda a enchente que atingiu Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. O episódio evidencia não apenas os impactos das mudanças climáticas e da precariedade da infraestrutura urbana, mas também a vulnerabilidade social de centenas de famílias.</p><p>Quando a água sobe, não leva apenas móveis, roupas e paredes. Arrasta histórias, memórias e, em muitos casos, vidas. A tragédia representa uma ruptura profunda na trajetória de quem perdeu quase tudo. Diante de perdas tão significativas, surge uma pergunta inevitável: como recomeçar quando a correnteza parece ter levado o chão?</p><p>Especialistas destacam que a reconstrução vai além da reposição material. Envolve apoio psicológico, políticas públicas eficazes, acesso à moradia digna e redes de solidariedade capazes de sustentar a retomada da vida cotidiana.</p><p>Participam do debate Isabel Araújo Rodrigues, advogada especialista em direito das mulheres, presidente da Comissão de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres da OAB-MG e coordenadora da Rede de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres de Minas Gerais, e a advogada Lucilene Vasconcelos, diretora de Mulheres na Grande BH na Convenção Batista Nacional.</p><p>Ouça o debate completo abaixo.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 01 Mar 2026 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O Observatório Feminino deste domingo (1º) começa com um dos casos mais comentados do país nos últimos dias: a decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais que inicialmente absolveu e, posteriormente, restabeleceu a condenação de um homem acusado de estuprar uma menina de 12 anos em Indianópolis, no Triângulo Mineiro.</p><p>O réu, de 35 anos, foi preso após o tribunal acatar recurso do Ministério Público e restaurar a sentença de primeira instância. A decisão também determinou a prisão da mãe da vítima, condenada por omissão. Em novembro de 2025, ambos haviam sido sentenciados pela 1ª Vara Criminal e da Infância e da Juventude da Comarca de Araguari a nove anos e quatro meses de prisão. O homem foi condenado por conjunção carnal e atos libidinosos contra a adolescente; a mãe, por não impedir os abusos.</p><p>O relator do processo, desembargador Magid Nauef Láuar, da 9ª Câmara Criminal, havia votado anteriormente pela absolvição ao considerar a existência de “vínculo afetivo consensual” entre o réu e a vítima. Após a forte repercussão nacional e o recurso apresentado, o magistrado reviu o posicionamento e manteve a condenação, com expedição imediata do mandado de prisão.</p><p>O caso reacende o debate sobre a aplicação da lei. O Código Penal estabelece que qualquer ato sexual com menor de 14 anos configura estupro de vulnerável — entendimento já consolidado pelo Superior Tribunal de Justiça, que afasta a possibilidade de consentimento ou de reconhecimento de “relacionamento” em situações envolvendo crianças e adolescentes nessa faixa etária.</p><p>Com a repercussão da decisão, o relator passou a ser alvo de denúncias no Conselho Nacional de Justiça por suposto abuso sexual. Pelo menos quatro pessoas formalizaram queixas contra o magistrado, entre elas um primo do desembargador.</p><p>Cancelamento e maternidade em debate no BBB 26</p><p>Outro tema em destaque é a polêmica envolvendo a atriz Solange Couto, confinada no Big Brother Brasil 26. A artista foi alvo de críticas nas redes sociais após uma fala considerada por internautas como “a mais pesada” da história do programa.</p><p>Ao comentar sobre outra participante, Solange afirmou que “nasceu do prazer e não de estupro”, fazendo uma associação entre violência sexual e sexo malfeito. Em outro momento, ao analisar o comportamento da rival Ana Paula, declarou: “Quando Deus não deu filhos a ela, é porque sabe que ela não teria capacidade de amar alguém, já que ela não gosta de gente”.</p><p>As declarações reacendem discussões sobre violência sexual, maternidade compulsória e estigmatização de mulheres que optam por não ter filhos. Afinal, a decisão de não ser mãe pode ser associada à incapacidade de amar? Especialistas apontam que a maternidade é uma escolha e que atrelar afeto ou caráter à experiência de ter filhos reforça estereótipos de gênero historicamente impostos às mulheres.</p><p>Enchente em Juiz de Fora: como reconstruir vidas?</p><p>O programa também aborda a enchente que atingiu Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. O episódio evidencia não apenas os impactos das mudanças climáticas e da precariedade da infraestrutura urbana, mas também a vulnerabilidade social de centenas de famílias.</p><p>Quando a água sobe, não leva apenas móveis, roupas e paredes. Arrasta histórias, memórias e, em muitos casos, vidas. A tragédia representa uma ruptura profunda na trajetória de quem perdeu quase tudo. Diante de perdas tão significativas, surge uma pergunta inevitável: como recomeçar quando a correnteza parece ter levado o chão?</p><p>Especialistas destacam que a reconstrução vai além da reposição material. Envolve apoio psicológico, políticas públicas eficazes, acesso à moradia digna e redes de solidariedade capazes de sustentar a retomada da vida cotidiana.</p><p>Participam do debate Isabel Araújo Rodrigues, advogada especialista em direito das mulheres, presidente da Comissão de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres da OAB-MG e coordenadora da Rede de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres de Minas Gerais, e a advogada Lucilene Vasconcelos, diretora de Mulheres na Grande BH na Convenção Batista Nacional.</p><p>Ouça o debate completo abaixo.</p>]]>
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      <title>Desfile em homenagem a Lula no Carnaval gera polêmica na avenida</title>
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        <![CDATA[<p> A escola de samba Acadêmicos de Niterói, que abriu os desfiles da Sapucaí no Carnaval do Rio de Janeiro do último domingo (15), foi rebaixada após enredo polêmico que teve o presidente Lula como tema e representou a “família tradicional” de forma controversa.</p><p>O assunto é centro do debate desta semana no podcast Observatório Feminino, apresentado pela jornalista Amanda Antunes, que apresenta as perspectivas da “família enlatada” que desfilou na avenida.</p><p>Após a escola cruzar a Sapucaí, políticos da oposição, representantes de direitas e evangélicos, começaram a compartilhar ilustrações com inteligência artificial das suas famílias enlatadas nas redes sociais.</p><p>Outro ponto de discussão foi a demora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em tornar disponível o Cadastro Nacional de Pedófilos e Estupradores. O sistema prevê a divulgação pública do nome completo e dos documentos de pessoas condenadas, em primeira instância, por crimes sexuais.</p><p>Ainda em alta, é tratada a prisão do ex-príncipe britânico Andrew Windsor, irmão mais novo do Rei Charles, preso sob suspeita de má conduta no exercício de cargo público.</p><p>A prisão ocorre após a polícia ter informado que avalia uma denúncia sobre o suposto compartilhamento de material confidencial pelo ex-príncipe com o criminoso sexual Jeffrey Epstein.</p><p>Participam do debate no podcast a Defensora Pública Silvana Lobo e a Empreendedora Social Dai Dias. </p>]]>
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        <![CDATA[<p> A escola de samba Acadêmicos de Niterói, que abriu os desfiles da Sapucaí no Carnaval do Rio de Janeiro do último domingo (15), foi rebaixada após enredo polêmico que teve o presidente Lula como tema e representou a “família tradicional” de forma controversa.</p><p>O assunto é centro do debate desta semana no podcast Observatório Feminino, apresentado pela jornalista Amanda Antunes, que apresenta as perspectivas da “família enlatada” que desfilou na avenida.</p><p>Após a escola cruzar a Sapucaí, políticos da oposição, representantes de direitas e evangélicos, começaram a compartilhar ilustrações com inteligência artificial das suas famílias enlatadas nas redes sociais.</p><p>Outro ponto de discussão foi a demora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em tornar disponível o Cadastro Nacional de Pedófilos e Estupradores. O sistema prevê a divulgação pública do nome completo e dos documentos de pessoas condenadas, em primeira instância, por crimes sexuais.</p><p>Ainda em alta, é tratada a prisão do ex-príncipe britânico Andrew Windsor, irmão mais novo do Rei Charles, preso sob suspeita de má conduta no exercício de cargo público.</p><p>A prisão ocorre após a polícia ter informado que avalia uma denúncia sobre o suposto compartilhamento de material confidencial pelo ex-príncipe com o criminoso sexual Jeffrey Epstein.</p><p>Participam do debate no podcast a Defensora Pública Silvana Lobo e a Empreendedora Social Dai Dias. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 22 Feb 2026 20:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p> A escola de samba Acadêmicos de Niterói, que abriu os desfiles da Sapucaí no Carnaval do Rio de Janeiro do último domingo (15), foi rebaixada após enredo polêmico que teve o presidente Lula como tema e representou a “família tradicional” de forma controversa.</p><p>O assunto é centro do debate desta semana no podcast Observatório Feminino, apresentado pela jornalista Amanda Antunes, que apresenta as perspectivas da “família enlatada” que desfilou na avenida.</p><p>Após a escola cruzar a Sapucaí, políticos da oposição, representantes de direitas e evangélicos, começaram a compartilhar ilustrações com inteligência artificial das suas famílias enlatadas nas redes sociais.</p><p>Outro ponto de discussão foi a demora do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em tornar disponível o Cadastro Nacional de Pedófilos e Estupradores. O sistema prevê a divulgação pública do nome completo e dos documentos de pessoas condenadas, em primeira instância, por crimes sexuais.</p><p>Ainda em alta, é tratada a prisão do ex-príncipe britânico Andrew Windsor, irmão mais novo do Rei Charles, preso sob suspeita de má conduta no exercício de cargo público.</p><p>A prisão ocorre após a polícia ter informado que avalia uma denúncia sobre o suposto compartilhamento de material confidencial pelo ex-príncipe com o criminoso sexual Jeffrey Epstein.</p><p>Participam do debate no podcast a Defensora Pública Silvana Lobo e a Empreendedora Social Dai Dias. </p>]]>
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      <title>Observatório Feminino debate pacto contra feminicídio e projeto polêmico aprovado na Câmara de BH</title>
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        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino chega com edição especial neste domingo (8), trazendo debates sobre temas atuais que envolvem direitos das mulheres, segurança pública e políticas de enfrentamento à violência.</p><p>Apresentado pela jornalista Fernanda Rodrigues, o programa conta, nesta edição, com a participação da jornalista Amanda Antunes, além de duas convidadas que ampliam a discussão com diferentes visões: Marcella Apocalypse, advogada e presidente da Comissão de Estudos de Violência Doméstica da Anacrim-MG, e a pastora e comunicadora Márcia Resende.</p><p>O episódio marca também uma mudança no formato do podcast, que agora adota um estilo mais dinâmico e direto, inspirado no tradicional “Conversa de Redação”. A proposta é reunir jornalistas e convidadas para comentar os principais assuntos da semana, promovendo um debate plural e com pontos de vista divergentes.</p><p>Entre os temas discutidos estão o Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, assinado pelos Três Poderes no Palácio do Planalto; o projeto aprovado em primeiro turno na Câmara Municipal de Belo Horizonte que restringe a presença de crianças em eventos com nudez ou conteúdos considerados impróprios; e o caso do adolescente de 17 anos apreendido após o ataque a uma padaria em Venda Nova, que terminou com a morte de três mulheres, incluindo duas adolescentes.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino chega com edição especial neste domingo (8), trazendo debates sobre temas atuais que envolvem direitos das mulheres, segurança pública e políticas de enfrentamento à violência.</p><p>Apresentado pela jornalista Fernanda Rodrigues, o programa conta, nesta edição, com a participação da jornalista Amanda Antunes, além de duas convidadas que ampliam a discussão com diferentes visões: Marcella Apocalypse, advogada e presidente da Comissão de Estudos de Violência Doméstica da Anacrim-MG, e a pastora e comunicadora Márcia Resende.</p><p>O episódio marca também uma mudança no formato do podcast, que agora adota um estilo mais dinâmico e direto, inspirado no tradicional “Conversa de Redação”. A proposta é reunir jornalistas e convidadas para comentar os principais assuntos da semana, promovendo um debate plural e com pontos de vista divergentes.</p><p>Entre os temas discutidos estão o Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, assinado pelos Três Poderes no Palácio do Planalto; o projeto aprovado em primeiro turno na Câmara Municipal de Belo Horizonte que restringe a presença de crianças em eventos com nudez ou conteúdos considerados impróprios; e o caso do adolescente de 17 anos apreendido após o ataque a uma padaria em Venda Nova, que terminou com a morte de três mulheres, incluindo duas adolescentes.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 08 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino chega com edição especial neste domingo (8), trazendo debates sobre temas atuais que envolvem direitos das mulheres, segurança pública e políticas de enfrentamento à violência.</p><p>Apresentado pela jornalista Fernanda Rodrigues, o programa conta, nesta edição, com a participação da jornalista Amanda Antunes, além de duas convidadas que ampliam a discussão com diferentes visões: Marcella Apocalypse, advogada e presidente da Comissão de Estudos de Violência Doméstica da Anacrim-MG, e a pastora e comunicadora Márcia Resende.</p><p>O episódio marca também uma mudança no formato do podcast, que agora adota um estilo mais dinâmico e direto, inspirado no tradicional “Conversa de Redação”. A proposta é reunir jornalistas e convidadas para comentar os principais assuntos da semana, promovendo um debate plural e com pontos de vista divergentes.</p><p>Entre os temas discutidos estão o Pacto Nacional Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio, assinado pelos Três Poderes no Palácio do Planalto; o projeto aprovado em primeiro turno na Câmara Municipal de Belo Horizonte que restringe a presença de crianças em eventos com nudez ou conteúdos considerados impróprios; e o caso do adolescente de 17 anos apreendido após o ataque a uma padaria em Venda Nova, que terminou com a morte de três mulheres, incluindo duas adolescentes.</p>]]>
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      <title>Brasileira compra casa na Itália por apenas 1 euro; conheça a história</title>
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        <![CDATA[<p>A brasileira Dinara Jane comprou uma casa na região da Sicília, no sul da Itália, por apenas um euro, cerca de R$6. A história da reforma da casa mostra a transformação de um lugar arruinado em uma moradia de luxo.</p><p>A responsável por este feito é a entrevistada do Podcast Observatório Feminino, que mostra a conquista de mulheres em todos os setores da economia, na força de trabalho, no empreendedorismo e na liderança corporativa, com impacto significativo para o desenvolvimento econômico global.</p><p>Nas redes sociais, a influenciadora apresenta as belezas da Itália e apresenta o processo de aquisição da casa de €1.</p><p>O relato de Dinara fala sobre autonomia, planejamento e formas de ocupar o mundo, inclusive além das fronteiras do Brasil.</p><p>Podcast Observatório Feminino</p><p>O Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas.Artigos Relacionados </p>]]>
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        <![CDATA[<p>A brasileira Dinara Jane comprou uma casa na região da Sicília, no sul da Itália, por apenas um euro, cerca de R$6. A história da reforma da casa mostra a transformação de um lugar arruinado em uma moradia de luxo.</p><p>A responsável por este feito é a entrevistada do Podcast Observatório Feminino, que mostra a conquista de mulheres em todos os setores da economia, na força de trabalho, no empreendedorismo e na liderança corporativa, com impacto significativo para o desenvolvimento econômico global.</p><p>Nas redes sociais, a influenciadora apresenta as belezas da Itália e apresenta o processo de aquisição da casa de €1.</p><p>O relato de Dinara fala sobre autonomia, planejamento e formas de ocupar o mundo, inclusive além das fronteiras do Brasil.</p><p>Podcast Observatório Feminino</p><p>O Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas.Artigos Relacionados </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 01 Feb 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>A brasileira Dinara Jane comprou uma casa na região da Sicília, no sul da Itália, por apenas um euro, cerca de R$6. A história da reforma da casa mostra a transformação de um lugar arruinado em uma moradia de luxo.</p><p>A responsável por este feito é a entrevistada do Podcast Observatório Feminino, que mostra a conquista de mulheres em todos os setores da economia, na força de trabalho, no empreendedorismo e na liderança corporativa, com impacto significativo para o desenvolvimento econômico global.</p><p>Nas redes sociais, a influenciadora apresenta as belezas da Itália e apresenta o processo de aquisição da casa de €1.</p><p>O relato de Dinara fala sobre autonomia, planejamento e formas de ocupar o mundo, inclusive além das fronteiras do Brasil.</p><p>Podcast Observatório Feminino</p><p>O Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas.Artigos Relacionados </p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>Janeiro Verde: BH amplia campanha de vacinação contra o HPV</title>
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        <![CDATA[<p>Estamos no Janeiro Verde, mês de conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer do colo do útero. A Organização Mundial da Saúde estabeleceu o Plano Global para a eliminação do câncer cervical como também é conhecido, com metas a serem alcançadas até 2030: 90% de meninas vacinadas contra o HPV até os 15 anos, 70% das mulheres rastreadas pelo teste de HPV aos 35 e 45 anos e 90% das mulheres com lesões pré-cancerígenas ou câncer tratadas adequadamente. O câncer do colo do útero segue como o quarto tipo mais comum entre mulheres no mundo, com cerca de 660 mil novos casos registrados em 2022, o dado global mais recente consolidado. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 25 Jan 2026 10:40:10 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Estamos no Janeiro Verde, mês de conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer do colo do útero. A Organização Mundial da Saúde estabeleceu o Plano Global para a eliminação do câncer cervical como também é conhecido, com metas a serem alcançadas até 2030: 90% de meninas vacinadas contra o HPV até os 15 anos, 70% das mulheres rastreadas pelo teste de HPV aos 35 e 45 anos e 90% das mulheres com lesões pré-cancerígenas ou câncer tratadas adequadamente. O câncer do colo do útero segue como o quarto tipo mais comum entre mulheres no mundo, com cerca de 660 mil novos casos registrados em 2022, o dado global mais recente consolidado. </p>]]>
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      <itunes:keywords>Observatório Feminino</itunes:keywords>
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      <title>Violência contra a mulher: políticas públicas avançam no enfrentamento aos feminicídios; ouça podcast</title>
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        <![CDATA[<p> Apesar de os dados indicarem um aumento nos casos de feminicídio no Brasil, o poder público tem ampliado a criação de políticas públicas com o objetivo de enfrentar a violência contra as mulheres e tentar mudar essa dura realidade. No início deste ano, foi sancionada uma lei que obriga o poder público a divulgar, a cada dois anos, relatórios com dados sobre a violência contra as mulheres. </p><p>A norma determina a publicação periódica de um relatório com informações do Registro Unificado de Violência Contra as Mulheres, com a finalidade de qualificar a produção de dados e subsidiar a formulação de políticas públicas voltadas à proteção feminina. </p><p>Essas e outras iniciativas são tema do podcast Observatório Feminino, da Itatiaia, deste domingo (18). O programa recebe a jurista Marcella Apocalypse, presidente da Comissão de Estudos de Violência Doméstica da Associação Nacional da Advocacia Criminal, seccional Minas Gerais, para discutir os avanços e os desafios das políticas públicas voltadas às mulheres.</p><p>Entre as propostas em debate está a aprovação, pela Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados, de um projeto que garante atendimento preferencial por profissionais mulheres às vítimas de violência doméstica e familiar. O texto altera a Lei Maria da Penha e a Lei Orgânica da Saúde e tramita em caráter conclusivo, seguindo agora para análise das comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. </p><p>O Observatório Feminino também aborda a aprovação de projeto de lei que prevê punições para crimes patrimoniais cometidos em casos de violência doméstica e familiar contra a mulher.</p><p>Além disso, outra proposta em tramitação trata da possibilidade de demissão por justa causa em casos de violência contra a mulher, medida que ainda depende de aprovação na Câmara dos Deputados e no Senado Federal para se tornar lei. O podcast Observatório Feminino propõe uma reflexão sobre o papel das políticas públicas na proteção das mulheres e no enfrentamento da violência de gênero no país. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 18 Jan 2026 11:28:16 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Podcast: Brasil é um dos países mais ativos sexualmente do mundo, diz pesquisa</title>
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        <![CDATA[<p> O Brasil é o sétimo país mais ativo sexualmente do mundo em um estudo que cruza hábitos de vida, rotina, cultura e comportamento social. O dado foi divulgado pelo site Insider Monkey.</p><p>Quem ocupa o topo do ranking é a Espanha, em que 72% da população afirma ter vida sexual ativa ao menos uma vez por semana. Mas o que estes dados retratam da realidade do povo brasileiro? Como a cultura e a rotina influenciam na forma de viver o prazer, o afeto e as relações? Este é o tópico da conversa com a sexóloga e terapeuta sexual Renata Dietze no Observatório Feminino deste domingo (11).</p><p>A autoestima feminina também será assunto do programa. Em meio ao crescimento das discussões sobre padrões de beleza e aceitação corporal, os homens brasileiros demonstram uma percepção positiva sobre si mesmos. Segundo levantamento recente feito pela GQ Brasil, apenas 3% dos homens no país se consideram feios.</p><p>Os dados indicam que nove em cada dez homens acreditam ter, ao menos, um nível de beleza dentro da média. Para os homens, os pontos negativos em relação a eles são: disfunção erétil e o envelhecimento.</p><p>Por fim, há mais um capítulo da novela entre a apresentadora Cariucha e o médico Danilo Bravo. Após a troca de acusações entre os dois, o profissional de saúde foi submetido a uma perícia médica que confirmou que ele foi alvo de agressões.</p><p>A apresentadora viralizou após afirmar ter sido vítima de agressão e expulsa de um imóvel pelo médico. O profissional da saúde, por sua vez, negou as acusações. Cariucha disse ter sido agredida e vítima de abandono, gerando comoção e reações de seguidores. Em resposta, o médico afirmou que as acusações são infundadas, destacando que ele próprio teria sido agredido após negar um beijo. <br> </p><p>Sobre o podcast</p><p>O Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Os episódios também estão disponíveis nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas. </p>]]>
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        <![CDATA[<p> O Brasil é o sétimo país mais ativo sexualmente do mundo em um estudo que cruza hábitos de vida, rotina, cultura e comportamento social. O dado foi divulgado pelo site Insider Monkey.</p><p>Quem ocupa o topo do ranking é a Espanha, em que 72% da população afirma ter vida sexual ativa ao menos uma vez por semana. Mas o que estes dados retratam da realidade do povo brasileiro? Como a cultura e a rotina influenciam na forma de viver o prazer, o afeto e as relações? Este é o tópico da conversa com a sexóloga e terapeuta sexual Renata Dietze no Observatório Feminino deste domingo (11).</p><p>A autoestima feminina também será assunto do programa. Em meio ao crescimento das discussões sobre padrões de beleza e aceitação corporal, os homens brasileiros demonstram uma percepção positiva sobre si mesmos. Segundo levantamento recente feito pela GQ Brasil, apenas 3% dos homens no país se consideram feios.</p><p>Os dados indicam que nove em cada dez homens acreditam ter, ao menos, um nível de beleza dentro da média. Para os homens, os pontos negativos em relação a eles são: disfunção erétil e o envelhecimento.</p><p>Por fim, há mais um capítulo da novela entre a apresentadora Cariucha e o médico Danilo Bravo. Após a troca de acusações entre os dois, o profissional de saúde foi submetido a uma perícia médica que confirmou que ele foi alvo de agressões.</p><p>A apresentadora viralizou após afirmar ter sido vítima de agressão e expulsa de um imóvel pelo médico. O profissional da saúde, por sua vez, negou as acusações. Cariucha disse ter sido agredida e vítima de abandono, gerando comoção e reações de seguidores. Em resposta, o médico afirmou que as acusações são infundadas, destacando que ele próprio teria sido agredido após negar um beijo. <br> </p><p>Sobre o podcast</p><p>O Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Os episódios também estão disponíveis nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 11 Jan 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p> O Brasil é o sétimo país mais ativo sexualmente do mundo em um estudo que cruza hábitos de vida, rotina, cultura e comportamento social. O dado foi divulgado pelo site Insider Monkey.</p><p>Quem ocupa o topo do ranking é a Espanha, em que 72% da população afirma ter vida sexual ativa ao menos uma vez por semana. Mas o que estes dados retratam da realidade do povo brasileiro? Como a cultura e a rotina influenciam na forma de viver o prazer, o afeto e as relações? Este é o tópico da conversa com a sexóloga e terapeuta sexual Renata Dietze no Observatório Feminino deste domingo (11).</p><p>A autoestima feminina também será assunto do programa. Em meio ao crescimento das discussões sobre padrões de beleza e aceitação corporal, os homens brasileiros demonstram uma percepção positiva sobre si mesmos. Segundo levantamento recente feito pela GQ Brasil, apenas 3% dos homens no país se consideram feios.</p><p>Os dados indicam que nove em cada dez homens acreditam ter, ao menos, um nível de beleza dentro da média. Para os homens, os pontos negativos em relação a eles são: disfunção erétil e o envelhecimento.</p><p>Por fim, há mais um capítulo da novela entre a apresentadora Cariucha e o médico Danilo Bravo. Após a troca de acusações entre os dois, o profissional de saúde foi submetido a uma perícia médica que confirmou que ele foi alvo de agressões.</p><p>A apresentadora viralizou após afirmar ter sido vítima de agressão e expulsa de um imóvel pelo médico. O profissional da saúde, por sua vez, negou as acusações. Cariucha disse ter sido agredida e vítima de abandono, gerando comoção e reações de seguidores. Em resposta, o médico afirmou que as acusações são infundadas, destacando que ele próprio teria sido agredido após negar um beijo. <br> </p><p>Sobre o podcast</p><p>O Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Os episódios também estão disponíveis nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas. </p>]]>
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      <title>Transformações de famosos: procedimentos estéticos, harmonização facial e os impactos das redes sociais</title>
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        <![CDATA[<p> O Observatório Feminino deste domingo (4) discute as transformações de celebridades que ganharam destaque recentemente e movimentaram as redes sociais. Procedimentos estéticos, emagrecimento, harmonizações e até as chamadas “desarmonizações faciais” fazem parte de um fenômeno cada vez mais comum, impulsionado pela exposição digital, pela busca por padrões de beleza e, também, pelo desejo pessoal de mudança. </p><p>Um dos casos mais comentados é o da atriz Samantha Schmütz. Após passar por uma consulta com o dermatologista da família Kardashian, ela viralizou nas redes sociais. O vídeo gravado depois dos procedimentos gerou uma enxurrada de comentários, debates e até questionamentos sobre sua identidade, com internautas duvidando se a pessoa nas imagens era, de fato, a atriz. </p><p>Para aprofundar o tema, o programa recebe a dermatologista Manuela Panteliades, que analisa os impactos desses procedimentos, os limites da estética e a influência das redes sociais na percepção da própria imagem. </p><p><strong>Sobre o podcast<br></strong><br> O Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Os episódios também estão disponíveis nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas. </p>]]>
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        <![CDATA[<p> O Observatório Feminino deste domingo (4) discute as transformações de celebridades que ganharam destaque recentemente e movimentaram as redes sociais. Procedimentos estéticos, emagrecimento, harmonizações e até as chamadas “desarmonizações faciais” fazem parte de um fenômeno cada vez mais comum, impulsionado pela exposição digital, pela busca por padrões de beleza e, também, pelo desejo pessoal de mudança. </p><p>Um dos casos mais comentados é o da atriz Samantha Schmütz. Após passar por uma consulta com o dermatologista da família Kardashian, ela viralizou nas redes sociais. O vídeo gravado depois dos procedimentos gerou uma enxurrada de comentários, debates e até questionamentos sobre sua identidade, com internautas duvidando se a pessoa nas imagens era, de fato, a atriz. </p><p>Para aprofundar o tema, o programa recebe a dermatologista Manuela Panteliades, que analisa os impactos desses procedimentos, os limites da estética e a influência das redes sociais na percepção da própria imagem. </p><p><strong>Sobre o podcast<br></strong><br> O Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Os episódios também estão disponíveis nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 04 Jan 2026 08:48:55 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p> O Observatório Feminino deste domingo (4) discute as transformações de celebridades que ganharam destaque recentemente e movimentaram as redes sociais. Procedimentos estéticos, emagrecimento, harmonizações e até as chamadas “desarmonizações faciais” fazem parte de um fenômeno cada vez mais comum, impulsionado pela exposição digital, pela busca por padrões de beleza e, também, pelo desejo pessoal de mudança. </p><p>Um dos casos mais comentados é o da atriz Samantha Schmütz. Após passar por uma consulta com o dermatologista da família Kardashian, ela viralizou nas redes sociais. O vídeo gravado depois dos procedimentos gerou uma enxurrada de comentários, debates e até questionamentos sobre sua identidade, com internautas duvidando se a pessoa nas imagens era, de fato, a atriz. </p><p>Para aprofundar o tema, o programa recebe a dermatologista Manuela Panteliades, que analisa os impactos desses procedimentos, os limites da estética e a influência das redes sociais na percepção da própria imagem. </p><p><strong>Sobre o podcast<br></strong><br> O Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Os episódios também estão disponíveis nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas. </p>]]>
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      <title>Babi Amaral mostra como rir da vida como ela é | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>O último Observatório Feminino de 2025 apresenta uma proposta simples e que pode ajudar a superar os desafios: rir da vida como ela é.</p><p>Para isso, o programa convidou a atriz, produtora cultural, comunicadora e criadora de conteúdo Babi Amaral, que transforma situações cotidianas em humor nas redes sociais.</p><p>No Instagram, Babi mostra que o caos do dia a dia, quando visto com ironia e afeto, pode virar alívio e identificação. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 28 Dec 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Podcast destaca ação de Natal para população em situação de rua de BH | Observatório Feminino </title>
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        <![CDATA[<p>Natal é tempo de mesa farta, de encontro, de família reunida. Mas nem todo mundo tem mesa. Nem todo mundo tem casa. Pra quem vive nas ruas, a ceia natalina vai muito além da comida. Ela representa cuidado, acolhimento e, principalmente, dignidade.</p><p>Para refletir sobre o assunto, o podcast Observatório Feminino deste domingo (21) recebe <strong>Renata Camargo</strong>, empresária e coordenadora do Projeto Comida Que Abraça, para falar sobre a realização da Ceia de Natal voltada à população em situação de rua e à entrega de kits-ceia em comunidades de Belo Horizonte.</p><p><strong>Sobre o podcast<br></strong><br></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Natal é tempo de mesa farta, de encontro, de família reunida. Mas nem todo mundo tem mesa. Nem todo mundo tem casa. Pra quem vive nas ruas, a ceia natalina vai muito além da comida. Ela representa cuidado, acolhimento e, principalmente, dignidade.</p><p>Para refletir sobre o assunto, o podcast Observatório Feminino deste domingo (21) recebe <strong>Renata Camargo</strong>, empresária e coordenadora do Projeto Comida Que Abraça, para falar sobre a realização da Ceia de Natal voltada à população em situação de rua e à entrega de kits-ceia em comunidades de Belo Horizonte.</p><p><strong>Sobre o podcast<br></strong><br></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 21 Dec 2025 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Natal é tempo de mesa farta, de encontro, de família reunida. Mas nem todo mundo tem mesa. Nem todo mundo tem casa. Pra quem vive nas ruas, a ceia natalina vai muito além da comida. Ela representa cuidado, acolhimento e, principalmente, dignidade.</p><p>Para refletir sobre o assunto, o podcast Observatório Feminino deste domingo (21) recebe <strong>Renata Camargo</strong>, empresária e coordenadora do Projeto Comida Que Abraça, para falar sobre a realização da Ceia de Natal voltada à população em situação de rua e à entrega de kits-ceia em comunidades de Belo Horizonte.</p><p><strong>Sobre o podcast<br></strong><br></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>A presença de mulheres acima dos 50 anos no mercado de trabalho | Observatório Feminino</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O Observatório Feminino discute neste domingo (14) um movimento que está mudando o mercado de trabalho no mundo: a crescente presença das mulheres acima dos 50 anos. Enquanto líderes globais se preocupam com os impactos do envelhecimento da população, os números mostram uma virada importante.</p><p>Um novo relatório da OCDE revela que nunca houve tantas mulheres de 50 a 59 anos ganhando espaço profissional. Elas estão se qualificando mais, assumindo novas responsabilidades e ocupando funções estratégicas. O avanço é expressivo pois, entre 50 e 54 anos, a participação feminina no mercado cresceu mais de 10%. Entre 55 e 59 anos, o aumento passa de 18%.</p><p>A explicação vai além da experiência acumulada. São mulheres que continuam estudando, se adaptam às novas tecnologias e trazem habilidades que nenhuma máquina substitui, como visão ampla, inteligência emocional e maturidade para lidar com crises.</p><p>Para aprofundar essa conversa, o podcast recebe Jacqueline Rezende, coordenadora e professora da Fundação Getulio Vargas, consultora empresarial sênior, mentora de executivos e conselheira de negócios.</p><p><strong>Sobre o podcast<br></strong><br></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Observatório Feminino discute neste domingo (14) um movimento que está mudando o mercado de trabalho no mundo: a crescente presença das mulheres acima dos 50 anos. Enquanto líderes globais se preocupam com os impactos do envelhecimento da população, os números mostram uma virada importante.</p><p>Um novo relatório da OCDE revela que nunca houve tantas mulheres de 50 a 59 anos ganhando espaço profissional. Elas estão se qualificando mais, assumindo novas responsabilidades e ocupando funções estratégicas. O avanço é expressivo pois, entre 50 e 54 anos, a participação feminina no mercado cresceu mais de 10%. Entre 55 e 59 anos, o aumento passa de 18%.</p><p>A explicação vai além da experiência acumulada. São mulheres que continuam estudando, se adaptam às novas tecnologias e trazem habilidades que nenhuma máquina substitui, como visão ampla, inteligência emocional e maturidade para lidar com crises.</p><p>Para aprofundar essa conversa, o podcast recebe Jacqueline Rezende, coordenadora e professora da Fundação Getulio Vargas, consultora empresarial sênior, mentora de executivos e conselheira de negócios.</p><p><strong>Sobre o podcast<br></strong><br></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 14 Dec 2025 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O Observatório Feminino discute neste domingo (14) um movimento que está mudando o mercado de trabalho no mundo: a crescente presença das mulheres acima dos 50 anos. Enquanto líderes globais se preocupam com os impactos do envelhecimento da população, os números mostram uma virada importante.</p><p>Um novo relatório da OCDE revela que nunca houve tantas mulheres de 50 a 59 anos ganhando espaço profissional. Elas estão se qualificando mais, assumindo novas responsabilidades e ocupando funções estratégicas. O avanço é expressivo pois, entre 50 e 54 anos, a participação feminina no mercado cresceu mais de 10%. Entre 55 e 59 anos, o aumento passa de 18%.</p><p>A explicação vai além da experiência acumulada. São mulheres que continuam estudando, se adaptam às novas tecnologias e trazem habilidades que nenhuma máquina substitui, como visão ampla, inteligência emocional e maturidade para lidar com crises.</p><p>Para aprofundar essa conversa, o podcast recebe Jacqueline Rezende, coordenadora e professora da Fundação Getulio Vargas, consultora empresarial sênior, mentora de executivos e conselheira de negócios.</p><p><strong>Sobre o podcast<br></strong><br></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <title>O interesse das mulheres pelas narrativas do True Crime | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>O True Crime - histórias reais de crimes - virou um dos gêneros favoritos do público brasileiro e só cresce, seja na TV, nas plataformas de áudio ou no streaming, como a Netflix. E tem um detalhe importante: são as mulheres que lideram esse movimento. No Spotify, elas produzem a maior parte dos programas e representam 75% da audiência. Nos Estados Unidos, uma pesquisa mostrou que o dobro de mulheres consome True Crime em relação aos homens.</p><p>No YouTube, Jaqueline Guerreiro — dona do maior canal brasileiro sobre o tema — tem 87% do público feminino. E no TikTok, criadoras como Giulia Carvalho somam milhões de seguidores e bilhões de visualizações na hashtag #truecrime.<br> </p><p>Mas por que nós, mulheres, nos interessamos tanto por essas narrativas? Especialistas apontam que existe uma busca por compreensão e proteção. Mulheres são maioria entre as vítimas de violência no mundo — e conhecer essas histórias é uma forma de tentar entender como, por quê e quando a violência acontece.</p><p>Pra gente falar sobre esse assunto quem está conosco no Observatório hoje é a criminóloga e professora de Inteligência Criminal, Cláudia Pádua. </p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O True Crime - histórias reais de crimes - virou um dos gêneros favoritos do público brasileiro e só cresce, seja na TV, nas plataformas de áudio ou no streaming, como a Netflix. E tem um detalhe importante: são as mulheres que lideram esse movimento. No Spotify, elas produzem a maior parte dos programas e representam 75% da audiência. Nos Estados Unidos, uma pesquisa mostrou que o dobro de mulheres consome True Crime em relação aos homens.</p><p>No YouTube, Jaqueline Guerreiro — dona do maior canal brasileiro sobre o tema — tem 87% do público feminino. E no TikTok, criadoras como Giulia Carvalho somam milhões de seguidores e bilhões de visualizações na hashtag #truecrime.<br> </p><p>Mas por que nós, mulheres, nos interessamos tanto por essas narrativas? Especialistas apontam que existe uma busca por compreensão e proteção. Mulheres são maioria entre as vítimas de violência no mundo — e conhecer essas histórias é uma forma de tentar entender como, por quê e quando a violência acontece.</p><p>Pra gente falar sobre esse assunto quem está conosco no Observatório hoje é a criminóloga e professora de Inteligência Criminal, Cláudia Pádua. </p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Sun, 07 Dec 2025 11:06:19 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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    <item>
      <title>Podcast discute pensão para filhos de vítimas de feminicídio | Observatório Feminino</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O Observatório Feminino aborda neste domingo (30) um tema que expõe a violência contra a mulher no Brasil. A partir de dezembro, filhos de vítimas de feminicídio, crianças e adolescentes que tiveram suas vidas marcadas de forma permanente, devem começar a receber a pensão garantida por lei.</p><p>O benefício assegura um salário mínimo mensal, atualmente R$ 1.518. Para ter direito, a renda familiar per capita deve ser igual ou inferior a 25% do salário mínimo. O decreto nº 12.636/2025 também garante o benefício a filhos de mulheres trans vítimas de feminicídio e a dependentes sob tutela do Estado.</p><p>O pedido deve ser feito pelo representante legal da criança ou adolescente, com exceção do autor do crime. A análise e a concessão ficarão sob responsabilidade do INSS.</p><p>O valor representa uma forma mínima de reparação diante de uma perda irreparável. Por trás dos números, estão famílias que buscam reconstruir suas vidas após a violência e o rompimento abrupto de vínculos afetivos.</p><p>Para discutir o tema, o podcast recebe a advogada <strong>Lhigierry Moreira</strong>, presidente da Comissão de Enfrentamento à Violência contra a Mulher do Instituto Brasileiro de Direito das Famílias (IBDFAM) em Minas Gerais e integrante da comissão nacional da entidade.</p><p>O programa também aborda um relatório da ONU que aponta que, em 2024, uma mulher foi assassinada por alguém próximo — companheiros, pais, irmãos ou tios — a cada 10 minutos. Além disso, discute um novo decreto aprovado pelo Papa Leão 14<strong>,</strong> no qual o Vaticano afirma que, para os católicos, um único cônjuge é suficiente para uma vida conjugal plena.</p><p><strong>Sobre o podcast</strong></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Observatório Feminino aborda neste domingo (30) um tema que expõe a violência contra a mulher no Brasil. A partir de dezembro, filhos de vítimas de feminicídio, crianças e adolescentes que tiveram suas vidas marcadas de forma permanente, devem começar a receber a pensão garantida por lei.</p><p>O benefício assegura um salário mínimo mensal, atualmente R$ 1.518. Para ter direito, a renda familiar per capita deve ser igual ou inferior a 25% do salário mínimo. O decreto nº 12.636/2025 também garante o benefício a filhos de mulheres trans vítimas de feminicídio e a dependentes sob tutela do Estado.</p><p>O pedido deve ser feito pelo representante legal da criança ou adolescente, com exceção do autor do crime. A análise e a concessão ficarão sob responsabilidade do INSS.</p><p>O valor representa uma forma mínima de reparação diante de uma perda irreparável. Por trás dos números, estão famílias que buscam reconstruir suas vidas após a violência e o rompimento abrupto de vínculos afetivos.</p><p>Para discutir o tema, o podcast recebe a advogada <strong>Lhigierry Moreira</strong>, presidente da Comissão de Enfrentamento à Violência contra a Mulher do Instituto Brasileiro de Direito das Famílias (IBDFAM) em Minas Gerais e integrante da comissão nacional da entidade.</p><p>O programa também aborda um relatório da ONU que aponta que, em 2024, uma mulher foi assassinada por alguém próximo — companheiros, pais, irmãos ou tios — a cada 10 minutos. Além disso, discute um novo decreto aprovado pelo Papa Leão 14<strong>,</strong> no qual o Vaticano afirma que, para os católicos, um único cônjuge é suficiente para uma vida conjugal plena.</p><p><strong>Sobre o podcast</strong></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Sun, 30 Nov 2025 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O Observatório Feminino aborda neste domingo (30) um tema que expõe a violência contra a mulher no Brasil. A partir de dezembro, filhos de vítimas de feminicídio, crianças e adolescentes que tiveram suas vidas marcadas de forma permanente, devem começar a receber a pensão garantida por lei.</p><p>O benefício assegura um salário mínimo mensal, atualmente R$ 1.518. Para ter direito, a renda familiar per capita deve ser igual ou inferior a 25% do salário mínimo. O decreto nº 12.636/2025 também garante o benefício a filhos de mulheres trans vítimas de feminicídio e a dependentes sob tutela do Estado.</p><p>O pedido deve ser feito pelo representante legal da criança ou adolescente, com exceção do autor do crime. A análise e a concessão ficarão sob responsabilidade do INSS.</p><p>O valor representa uma forma mínima de reparação diante de uma perda irreparável. Por trás dos números, estão famílias que buscam reconstruir suas vidas após a violência e o rompimento abrupto de vínculos afetivos.</p><p>Para discutir o tema, o podcast recebe a advogada <strong>Lhigierry Moreira</strong>, presidente da Comissão de Enfrentamento à Violência contra a Mulher do Instituto Brasileiro de Direito das Famílias (IBDFAM) em Minas Gerais e integrante da comissão nacional da entidade.</p><p>O programa também aborda um relatório da ONU que aponta que, em 2024, uma mulher foi assassinada por alguém próximo — companheiros, pais, irmãos ou tios — a cada 10 minutos. Além disso, discute um novo decreto aprovado pelo Papa Leão 14<strong>,</strong> no qual o Vaticano afirma que, para os católicos, um único cônjuge é suficiente para uma vida conjugal plena.</p><p><strong>Sobre o podcast</strong></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p><p><br></p>]]>
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      <title>Gestão estratégica, reputação e credibilidade nas redes sociais | Observatório Feminino</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O <em>Observatório Feminino</em> dessa semana discute temas que vão da importância da reputação à segurança de mulheres e à saúde masculina. A especialista Ana Luisa Almeida, sócia-fundadora da ALL+ e autora do capítulo de abertura do livro <em>“Mulheres na Gestão da Reputação”</em>, destacou como propósito, ética e coerência se tornaram estratégicos para a construção de confiança pessoal e corporativa.</p><p><br>O programa também apresentou o Plinq, aplicativo criado pela jornalista Sabrine Matos e lançado em Curitiba, que permite consultar antecedentes criminais de potenciais parceiros amorosos. A ferramenta surgiu após o caso de feminicídio da jornalista Vanessa Ricarte e busca aumentar a segurança de mulheres em novos relacionamentos.</p><p>Na área da saúde, o governo de Minas Gerais anunciou um novo protocolo para o diagnóstico precoce do câncer de próstata. Homens com PSA alterado terão acesso garantido à ressonância magnética, exame que deve substituir o toque retal na maioria dos casos. A medida integra as ações do Novembro Azul.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O <em>Observatório Feminino</em> dessa semana discute temas que vão da importância da reputação à segurança de mulheres e à saúde masculina. A especialista Ana Luisa Almeida, sócia-fundadora da ALL+ e autora do capítulo de abertura do livro <em>“Mulheres na Gestão da Reputação”</em>, destacou como propósito, ética e coerência se tornaram estratégicos para a construção de confiança pessoal e corporativa.</p><p><br>O programa também apresentou o Plinq, aplicativo criado pela jornalista Sabrine Matos e lançado em Curitiba, que permite consultar antecedentes criminais de potenciais parceiros amorosos. A ferramenta surgiu após o caso de feminicídio da jornalista Vanessa Ricarte e busca aumentar a segurança de mulheres em novos relacionamentos.</p><p>Na área da saúde, o governo de Minas Gerais anunciou um novo protocolo para o diagnóstico precoce do câncer de próstata. Homens com PSA alterado terão acesso garantido à ressonância magnética, exame que deve substituir o toque retal na maioria dos casos. A medida integra as ações do Novembro Azul.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 23 Nov 2025 07:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Comoção por assassinato de mulher trans, intervenção judicial em Pernambuco e acusações de Narcisa | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>O apelo emocionado de Edson Martins, pai de Alice Martins Alves, 33, tomou conta das redes sociais e se transformou em símbolo da luta por justiça. Alice, uma mulher trans, foi brutalmente agredida em 23 de outubro na Savassi, região Centro-Sul de Belo Horizonte, e morreu dias depois devido às complicações das agressões.</p><p>A fala de Edson ganhou repercussão nacional, ultrapassando um milhão de visualizações e despertando manifestações de solidariedade de artistas, ativistas e da sociedade que pede por Justiça. A comoção nacional reacendeu discussões sobre a violência contra pessoas trans no Brasil — um dos países que mais registra assassinatos dessa população.</p><p>No programa Observatório Feminino deste domingo (14), o debate é coma  modelo e Camila Montovani abordando a urgência de políticas de proteção e do combate à transfobia.</p><p>O programa também aborda outro episódio envolvendo direitos das mulheres chamou atenção em Pernambuco. A Justiça precisou intervir depois que funcionárias de um posto de combustíveis denunciaram que estavam sendo obrigadas a trabalhar usando leggings e tops cropped como uniforme. </p><p>A socialite Narcisa Tamborindeguy também virou assunto após declarações feitas no programa “De Frente com Blogueirinha”. Durante a entrevista, ela afirmou que o ex-marido, o diretor de TV, Boninho, seria ausente na vida da filha do casal, Marianna.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 16 Nov 2025 07:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O apelo emocionado de Edson Martins, pai de Alice Martins Alves, 33, tomou conta das redes sociais e se transformou em símbolo da luta por justiça. Alice, uma mulher trans, foi brutalmente agredida em 23 de outubro na Savassi, região Centro-Sul de Belo Horizonte, e morreu dias depois devido às complicações das agressões.</p><p>A fala de Edson ganhou repercussão nacional, ultrapassando um milhão de visualizações e despertando manifestações de solidariedade de artistas, ativistas e da sociedade que pede por Justiça. A comoção nacional reacendeu discussões sobre a violência contra pessoas trans no Brasil — um dos países que mais registra assassinatos dessa população.</p><p>No programa Observatório Feminino deste domingo (14), o debate é coma  modelo e Camila Montovani abordando a urgência de políticas de proteção e do combate à transfobia.</p><p>O programa também aborda outro episódio envolvendo direitos das mulheres chamou atenção em Pernambuco. A Justiça precisou intervir depois que funcionárias de um posto de combustíveis denunciaram que estavam sendo obrigadas a trabalhar usando leggings e tops cropped como uniforme. </p><p>A socialite Narcisa Tamborindeguy também virou assunto após declarações feitas no programa “De Frente com Blogueirinha”. Durante a entrevista, ela afirmou que o ex-marido, o diretor de TV, Boninho, seria ausente na vida da filha do casal, Marianna.</p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>Podcast discute licença-paternidade, assédio a presidente e redução da pena de Robinho | Observatório Feminino</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou a ampliação gradual da licença-paternidade no Brasil. A proposta aumenta o período atual de cinco para 20 dias.</p><p>O texto ainda precisa ser analisado pelo Senado antes de seguir para sanção presidencial. A nova lei está prevista para entrar em vigor em 1º de janeiro de 2027, de forma progressiva: 10 dias no primeiro ano, 15 no segundo e 20 a partir de 2029.</p><p>Atualmente, apenas empresas que participam do Programa Empresa Cidadã garantem 20 dias de licença aos funcionários homens.</p><p>Para falar sobre o tema, o podcast recebe <strong>Rebeca Charchar</strong>, enfermeira obstétrica e doula.</p><p>Outro assunto em destaque é o assédio sofrido pela presidente do México, Claudia Sheinbaum. Ela cumprimentava apoiadores quando um homem se aproximou, tentou beijá-la e tocá-la.</p><p>O agressor, identificado como Uriel Rivera, foi detido pelas autoridades e levado à disposição da polícia.</p><p>O episódio também comenta a decisão da Justiça de São Paulo que reduziu a pena do ex-jogador Robinho, condenado por estupro coletivo em 2013, na Itália.</p><p>A redução levou em conta cursos e leituras realizadas pelo ex-atleta durante o cumprimento da pena. Segundo o documento, Robinho completou 464 horas de estudo do Ensino Médio e leu cinco livros, sem que os títulos fossem especificados.</p><p>Com isso, a Justiça determinou o abatimento de 69 dias da pena total.</p><p><strong>Sobre o podcast<br></strong><br></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou a ampliação gradual da licença-paternidade no Brasil. A proposta aumenta o período atual de cinco para 20 dias.</p><p>O texto ainda precisa ser analisado pelo Senado antes de seguir para sanção presidencial. A nova lei está prevista para entrar em vigor em 1º de janeiro de 2027, de forma progressiva: 10 dias no primeiro ano, 15 no segundo e 20 a partir de 2029.</p><p>Atualmente, apenas empresas que participam do Programa Empresa Cidadã garantem 20 dias de licença aos funcionários homens.</p><p>Para falar sobre o tema, o podcast recebe <strong>Rebeca Charchar</strong>, enfermeira obstétrica e doula.</p><p>Outro assunto em destaque é o assédio sofrido pela presidente do México, Claudia Sheinbaum. Ela cumprimentava apoiadores quando um homem se aproximou, tentou beijá-la e tocá-la.</p><p>O agressor, identificado como Uriel Rivera, foi detido pelas autoridades e levado à disposição da polícia.</p><p>O episódio também comenta a decisão da Justiça de São Paulo que reduziu a pena do ex-jogador Robinho, condenado por estupro coletivo em 2013, na Itália.</p><p>A redução levou em conta cursos e leituras realizadas pelo ex-atleta durante o cumprimento da pena. Segundo o documento, Robinho completou 464 horas de estudo do Ensino Médio e leu cinco livros, sem que os títulos fossem especificados.</p><p>Com isso, a Justiça determinou o abatimento de 69 dias da pena total.</p><p><strong>Sobre o podcast<br></strong><br></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Sun, 09 Nov 2025 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou a ampliação gradual da licença-paternidade no Brasil. A proposta aumenta o período atual de cinco para 20 dias.</p><p>O texto ainda precisa ser analisado pelo Senado antes de seguir para sanção presidencial. A nova lei está prevista para entrar em vigor em 1º de janeiro de 2027, de forma progressiva: 10 dias no primeiro ano, 15 no segundo e 20 a partir de 2029.</p><p>Atualmente, apenas empresas que participam do Programa Empresa Cidadã garantem 20 dias de licença aos funcionários homens.</p><p>Para falar sobre o tema, o podcast recebe <strong>Rebeca Charchar</strong>, enfermeira obstétrica e doula.</p><p>Outro assunto em destaque é o assédio sofrido pela presidente do México, Claudia Sheinbaum. Ela cumprimentava apoiadores quando um homem se aproximou, tentou beijá-la e tocá-la.</p><p>O agressor, identificado como Uriel Rivera, foi detido pelas autoridades e levado à disposição da polícia.</p><p>O episódio também comenta a decisão da Justiça de São Paulo que reduziu a pena do ex-jogador Robinho, condenado por estupro coletivo em 2013, na Itália.</p><p>A redução levou em conta cursos e leituras realizadas pelo ex-atleta durante o cumprimento da pena. Segundo o documento, Robinho completou 464 horas de estudo do Ensino Médio e leu cinco livros, sem que os títulos fossem especificados.</p><p>Com isso, a Justiça determinou o abatimento de 69 dias da pena total.</p><p><strong>Sobre o podcast<br></strong><br></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p><p><br></p>]]>
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      <title>O papel das mulheres na família e na maternidade ao longo da história | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>Um novo livro lançado em Belo Horizonte propõe uma reflexão profunda sobre o papel das mulheres na família e na maternidade ao longo da história. Em “Família: Mitos Ancestrais e Crise da Maternidade”, a advogada e pesquisadora Fernanda Las Casas, presidente da Comissão Nacional de Pesquisa do Instituto Brasileiro de Direito de Família, analisa como antigas narrativas e mitos ainda influenciam o modo como a sociedade enxerga a mulher dentro do projeto parental.</p><p>A obra, segundo a autora, mostra que muitos dos ideais de maternidade e feminilidade não nasceram de fatos ou dados científicos, mas de construções simbólicas e culturais repetidas por séculos. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Um novo livro lançado em Belo Horizonte propõe uma reflexão profunda sobre o papel das mulheres na família e na maternidade ao longo da história. Em “Família: Mitos Ancestrais e Crise da Maternidade”, a advogada e pesquisadora Fernanda Las Casas, presidente da Comissão Nacional de Pesquisa do Instituto Brasileiro de Direito de Família, analisa como antigas narrativas e mitos ainda influenciam o modo como a sociedade enxerga a mulher dentro do projeto parental.</p><p>A obra, segundo a autora, mostra que muitos dos ideais de maternidade e feminilidade não nasceram de fatos ou dados científicos, mas de construções simbólicas e culturais repetidas por séculos. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 02 Nov 2025 11:13:25 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Um novo livro lançado em Belo Horizonte propõe uma reflexão profunda sobre o papel das mulheres na família e na maternidade ao longo da história. Em “Família: Mitos Ancestrais e Crise da Maternidade”, a advogada e pesquisadora Fernanda Las Casas, presidente da Comissão Nacional de Pesquisa do Instituto Brasileiro de Direito de Família, analisa como antigas narrativas e mitos ainda influenciam o modo como a sociedade enxerga a mulher dentro do projeto parental.</p><p>A obra, segundo a autora, mostra que muitos dos ideais de maternidade e feminilidade não nasceram de fatos ou dados científicos, mas de construções simbólicas e culturais repetidas por séculos. </p>]]>
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      <title>Podcast discute tabus sobre sexualidade, menopausa e violência de gênero | Observatório Feminino </title>
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        <![CDATA[<p>Falar sobre sexo em 2025 ainda é um tabu entre muitos adultos e, quando o assunto envolve crianças, o silêncio costuma ser ainda maior. O tema, que deveria ser tratado com naturalidade, continua despertando constrangimento e medo dentro de casa. No entanto, é justamente na infância que o diálogo sobre o corpo, o respeito e os limites deve começar, de forma leve, amorosa e adequada à idade.</p><p>Pensando nisso, a psicóloga e sexóloga Cida Lopes, junto com a neta Júlia Lopes, lançou o livro Soltando os grilinhos. A obra, voltada a pais e responsáveis por crianças de 3 a 8 anos, traz orientações práticas para responder às primeiras curiosidades sobre sexo e sexualidade.</p><p>O Observatório Feminino também comenta o caso de Christina Maciel Oliveira, mulher trans de 45 anos, assassinada a chutes pelo ex-companheiro, Matheus Henrique Santos Rodrigues, de 36 anos, na Rua Padre Pedro Pinto, em Venda Nova, uma das mais movimentadas de Belo Horizonte. O agressor foi preso em flagrante. As imagens mostram o momento em que ele ataca Christina com socos e chutes, em uma ação que durou apenas 12 segundos.</p><p>Outro tema abordado é o Dia Mundial da Menopausa, celebrado em outubro. A atriz Flávia Alessandra, de 51 anos, compartilhou publicamente as transformações que tem vivido com o início da menopausa — como insônia, dores e ondas de calor — e destacou a importância de falar sobre o tema. “Achamos que menopausa é só ‘calor’, mas o corpo muda de tantas formas. Falar sobre isso é quase um ato político. A gente precisa tirar o peso e o silêncio dessa fase”, afirmou a atriz.</p><p><strong>O podcast<br></strong><br></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Falar sobre sexo em 2025 ainda é um tabu entre muitos adultos e, quando o assunto envolve crianças, o silêncio costuma ser ainda maior. O tema, que deveria ser tratado com naturalidade, continua despertando constrangimento e medo dentro de casa. No entanto, é justamente na infância que o diálogo sobre o corpo, o respeito e os limites deve começar, de forma leve, amorosa e adequada à idade.</p><p>Pensando nisso, a psicóloga e sexóloga Cida Lopes, junto com a neta Júlia Lopes, lançou o livro Soltando os grilinhos. A obra, voltada a pais e responsáveis por crianças de 3 a 8 anos, traz orientações práticas para responder às primeiras curiosidades sobre sexo e sexualidade.</p><p>O Observatório Feminino também comenta o caso de Christina Maciel Oliveira, mulher trans de 45 anos, assassinada a chutes pelo ex-companheiro, Matheus Henrique Santos Rodrigues, de 36 anos, na Rua Padre Pedro Pinto, em Venda Nova, uma das mais movimentadas de Belo Horizonte. O agressor foi preso em flagrante. As imagens mostram o momento em que ele ataca Christina com socos e chutes, em uma ação que durou apenas 12 segundos.</p><p>Outro tema abordado é o Dia Mundial da Menopausa, celebrado em outubro. A atriz Flávia Alessandra, de 51 anos, compartilhou publicamente as transformações que tem vivido com o início da menopausa — como insônia, dores e ondas de calor — e destacou a importância de falar sobre o tema. “Achamos que menopausa é só ‘calor’, mas o corpo muda de tantas formas. Falar sobre isso é quase um ato político. A gente precisa tirar o peso e o silêncio dessa fase”, afirmou a atriz.</p><p><strong>O podcast<br></strong><br></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Sun, 26 Oct 2025 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Falar sobre sexo em 2025 ainda é um tabu entre muitos adultos e, quando o assunto envolve crianças, o silêncio costuma ser ainda maior. O tema, que deveria ser tratado com naturalidade, continua despertando constrangimento e medo dentro de casa. No entanto, é justamente na infância que o diálogo sobre o corpo, o respeito e os limites deve começar, de forma leve, amorosa e adequada à idade.</p><p>Pensando nisso, a psicóloga e sexóloga Cida Lopes, junto com a neta Júlia Lopes, lançou o livro Soltando os grilinhos. A obra, voltada a pais e responsáveis por crianças de 3 a 8 anos, traz orientações práticas para responder às primeiras curiosidades sobre sexo e sexualidade.</p><p>O Observatório Feminino também comenta o caso de Christina Maciel Oliveira, mulher trans de 45 anos, assassinada a chutes pelo ex-companheiro, Matheus Henrique Santos Rodrigues, de 36 anos, na Rua Padre Pedro Pinto, em Venda Nova, uma das mais movimentadas de Belo Horizonte. O agressor foi preso em flagrante. As imagens mostram o momento em que ele ataca Christina com socos e chutes, em uma ação que durou apenas 12 segundos.</p><p>Outro tema abordado é o Dia Mundial da Menopausa, celebrado em outubro. A atriz Flávia Alessandra, de 51 anos, compartilhou publicamente as transformações que tem vivido com o início da menopausa — como insônia, dores e ondas de calor — e destacou a importância de falar sobre o tema. “Achamos que menopausa é só ‘calor’, mas o corpo muda de tantas formas. Falar sobre isso é quase um ato político. A gente precisa tirar o peso e o silêncio dessa fase”, afirmou a atriz.</p><p><strong>O podcast<br></strong><br></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p><p><br></p>]]>
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      <title>Podcast debate dificuldades das mulheres no mercado de trabalho, política e literatura | Observatório Feminino </title>
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        <![CDATA[<p>Minas Gerais tem mostrado avanços importantes em emprego e na participação feminina como chefe de domicílio, mas ainda existem desigualdades em rendimento, cor, raça e condições de trabalho. Dados da Fundação João Pinheiro apontam que, em 2023, cerca de 3,7 milhões de mulheres eram responsáveis por domicílios no estado.</p><p>A taxa de desemprego em Minas Gerais no primeiro trimestre de 2025 foi de 5,7%, abaixo da média nacional, que era de 7%. Outras formas de trabalho, como trabalhadoras por conta própria e domésticas, têm grande participação entre as mulheres chefes de domicílio, segundo o Governo de Minas.</p><p>Recentemente, foi inaugurado em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de BH, um espaço de apoio para mulheres em situação de vulnerabilidade: a Casa Marina. O local oferece capacitação profissional e acolhimento. Para explicar o funcionamento do espaço, o episódio do podcast recebe <strong>Fernanda Morais</strong>, coordenadora do Instituto Marina, e Flávio Guimarães.</p><p>O episódio também aborda o livro do antropólogo Michel Alcoforado, Coisa de Rico: A vida dos endinheirados brasileiros. A obra investiga o universo das elites no Brasil e destaca que, se antes o luxo se media por objetos, hoje está em bens intangíveis, como tempo, silêncio e paz.</p><p>No campo político, o podcast comenta a portaria assinada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, comandado por Ricardo Lewandowski, que cria uma nova faixa etária indicativa de 6 anos para produtos audiovisuais e aplicativos. Agora, todos os tipos de aplicativos poderão receber classificação indicativa, que vai de “livre” a 18 anos.</p><p><strong>O podcast</strong></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Minas Gerais tem mostrado avanços importantes em emprego e na participação feminina como chefe de domicílio, mas ainda existem desigualdades em rendimento, cor, raça e condições de trabalho. Dados da Fundação João Pinheiro apontam que, em 2023, cerca de 3,7 milhões de mulheres eram responsáveis por domicílios no estado.</p><p>A taxa de desemprego em Minas Gerais no primeiro trimestre de 2025 foi de 5,7%, abaixo da média nacional, que era de 7%. Outras formas de trabalho, como trabalhadoras por conta própria e domésticas, têm grande participação entre as mulheres chefes de domicílio, segundo o Governo de Minas.</p><p>Recentemente, foi inaugurado em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de BH, um espaço de apoio para mulheres em situação de vulnerabilidade: a Casa Marina. O local oferece capacitação profissional e acolhimento. Para explicar o funcionamento do espaço, o episódio do podcast recebe <strong>Fernanda Morais</strong>, coordenadora do Instituto Marina, e Flávio Guimarães.</p><p>O episódio também aborda o livro do antropólogo Michel Alcoforado, Coisa de Rico: A vida dos endinheirados brasileiros. A obra investiga o universo das elites no Brasil e destaca que, se antes o luxo se media por objetos, hoje está em bens intangíveis, como tempo, silêncio e paz.</p><p>No campo político, o podcast comenta a portaria assinada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, comandado por Ricardo Lewandowski, que cria uma nova faixa etária indicativa de 6 anos para produtos audiovisuais e aplicativos. Agora, todos os tipos de aplicativos poderão receber classificação indicativa, que vai de “livre” a 18 anos.</p><p><strong>O podcast</strong></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 19 Oct 2025 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>A paixão pelas novelas e casos que repercutiram nas redes sociais | Observatório Feminino</title>
      <itunes:episode>287</itunes:episode>
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      <description>
        <![CDATA[<p>As novelas são uma das maiores paixões nacionais. Acompanham o Brasil há mais de 70 anos, fazem parte da memória afetiva das pessoas e ajudam a contar a história do país. Quem nunca se encantou por um casal da ficção, como Petruchio e Catarina, de O Cravo e a Rosa? Ou se emocionou com o final de uma trama e até discutiu o destino de um personagem como se fosse alguém da família?</p><p>E quem nunca se perguntou: <strong>“Quem matou Odete Roitman?”<br></strong><br></p><p>Neste domingo (12), o podcast vai discutir não só a paixão pelas novelas, mas também dois casos atuais: a morte de uma adolescente mexicana de 14 anos após uma cirurgia estética e um vídeo que viralizou no TikTok, com mais de 12 milhões de visualizações, em que uma jovem se vinga do ex-namorado espalhando glitter pelo carro e apartamento dele.</p><p>Para falar sobre esses assuntos, o podcast recebe <strong>Joana Oliveira</strong>, diretora de filmes, roteirista e professora.</p><p><strong>O podcast<br></strong><br></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>As novelas são uma das maiores paixões nacionais. Acompanham o Brasil há mais de 70 anos, fazem parte da memória afetiva das pessoas e ajudam a contar a história do país. Quem nunca se encantou por um casal da ficção, como Petruchio e Catarina, de O Cravo e a Rosa? Ou se emocionou com o final de uma trama e até discutiu o destino de um personagem como se fosse alguém da família?</p><p>E quem nunca se perguntou: <strong>“Quem matou Odete Roitman?”<br></strong><br></p><p>Neste domingo (12), o podcast vai discutir não só a paixão pelas novelas, mas também dois casos atuais: a morte de uma adolescente mexicana de 14 anos após uma cirurgia estética e um vídeo que viralizou no TikTok, com mais de 12 milhões de visualizações, em que uma jovem se vinga do ex-namorado espalhando glitter pelo carro e apartamento dele.</p><p>Para falar sobre esses assuntos, o podcast recebe <strong>Joana Oliveira</strong>, diretora de filmes, roteirista e professora.</p><p><strong>O podcast<br></strong><br></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 12 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>As novelas são uma das maiores paixões nacionais. Acompanham o Brasil há mais de 70 anos, fazem parte da memória afetiva das pessoas e ajudam a contar a história do país. Quem nunca se encantou por um casal da ficção, como Petruchio e Catarina, de O Cravo e a Rosa? Ou se emocionou com o final de uma trama e até discutiu o destino de um personagem como se fosse alguém da família?</p><p>E quem nunca se perguntou: <strong>“Quem matou Odete Roitman?”<br></strong><br></p><p>Neste domingo (12), o podcast vai discutir não só a paixão pelas novelas, mas também dois casos atuais: a morte de uma adolescente mexicana de 14 anos após uma cirurgia estética e um vídeo que viralizou no TikTok, com mais de 12 milhões de visualizações, em que uma jovem se vinga do ex-namorado espalhando glitter pelo carro e apartamento dele.</p><p>Para falar sobre esses assuntos, o podcast recebe <strong>Joana Oliveira</strong>, diretora de filmes, roteirista e professora.</p><p><strong>O podcast<br></strong><br></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>Os dados de estupro no Brasil | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>Uma pesquisa feita pelo Instituto Patrícia Galvão em parceria com o Instituto Locomotiva aponta que 15% das brasileiras dizem já terem sido vítimas de estupro.</p><p>A maior parte das que dizem ter sido estupradas afirma que a violência aconteceu quando elas tinham até 13 anos. E dessas, mais da metade diz não ter contado para ninguém.</p><p>8% das que disseram ter sido estupradas afirmaram ter engravidado. O levantamento ouviu 1.200 pessoas, sendo 622 mulheres com 16 anos ou mais em todas as regiões do país.</p><p>O podcast Observatório Feminino recebe a psicóloga clínica, que faz parte do projeto Igreja que protege, Izabella Caroline, para debater o assunto.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Uma pesquisa feita pelo Instituto Patrícia Galvão em parceria com o Instituto Locomotiva aponta que 15% das brasileiras dizem já terem sido vítimas de estupro.</p><p>A maior parte das que dizem ter sido estupradas afirma que a violência aconteceu quando elas tinham até 13 anos. E dessas, mais da metade diz não ter contado para ninguém.</p><p>8% das que disseram ter sido estupradas afirmaram ter engravidado. O levantamento ouviu 1.200 pessoas, sendo 622 mulheres com 16 anos ou mais em todas as regiões do país.</p><p>O podcast Observatório Feminino recebe a psicóloga clínica, que faz parte do projeto Igreja que protege, Izabella Caroline, para debater o assunto.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 05 Oct 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Uma pesquisa feita pelo Instituto Patrícia Galvão em parceria com o Instituto Locomotiva aponta que 15% das brasileiras dizem já terem sido vítimas de estupro.</p><p>A maior parte das que dizem ter sido estupradas afirma que a violência aconteceu quando elas tinham até 13 anos. E dessas, mais da metade diz não ter contado para ninguém.</p><p>8% das que disseram ter sido estupradas afirmaram ter engravidado. O levantamento ouviu 1.200 pessoas, sendo 622 mulheres com 16 anos ou mais em todas as regiões do país.</p><p>O podcast Observatório Feminino recebe a psicóloga clínica, que faz parte do projeto Igreja que protege, Izabella Caroline, para debater o assunto.</p>]]>
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      <title>Podcast debate sono infantil, mamografia e fé no relacionamento | Observatório Feminino </title>
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        <![CDATA[<p>Atendendo ao pedido da audiência, o Observatório Feminino retoma o formato original de mesa de debates, trazendo temas relevantes para o cotidiano das mulheres.</p><p>No Brasil, não há dados oficiais sobre problemas de sono em crianças. A Associação Brasileira do Sono (ABS) trabalha com dados europeus e dos EUA que estimam que a prevalência da insônia pediátrica varia de 15% a 30% em crianças pequenas (3 a 5 anos) e de 11% a 15% na idade escolar (6 a 12 anos). Essas porcentagens são consideradas alarmantes, especialmente levando em conta as consequências do sono insuficiente nessas faixas etárias.</p><p>Tatiana Elias, consultora de amamentação e terapeuta do sono infantil, explica se o problema da insônia infantil é exclusivamente comportamental ou se há outros fatores envolvidos.</p><p>Nos últimos dias, o Ministério da Saúde anunciou que vai garantir o acesso a mamografia no SUS para mulheres de 40 a 49 anos mesmo sem sinais ou sintomas de câncer. Até agora, o protocolo oficial do SUS orientava a mamografia apenas para mulheres de 50 a 69 anos, a cada dois anos. Essa faixa etária concentra 23% dos casos da doença, e a detecção precoce aumenta as chances de cura.</p><p><strong>Fé no relacionamento<br></strong><br></p><p>Foi na academia de Diamantina, Minas Gerais, que Ana Clara Lima de Oliveira, 21 anos, e Douglas Fernandes Baracho, 24, se encontraram pela primeira vez. A conexão entre os dois foi imediata: o namoro começou já no primeiro encontro e, em pouco tempo, decidiram dividir o mesmo lar. A convivência inicial não foi simples, mas a determinação em fortalecer a relação e a busca por apoio na fé deram novo rumo à vida do casal. Após a conversão, ambos se dedicaram ainda mais à religião e, seguindo as orientações da Igreja, tomaram a decisão de interromper a vida sexual.</p><p>Para debater esses assuntos, o Observatório Feminino recebe Tatiana Elias, consultora de amamentação e terapeuta do sono infantil.</p><p><strong>Sobre o podcast</strong></p><p><br>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Atendendo ao pedido da audiência, o Observatório Feminino retoma o formato original de mesa de debates, trazendo temas relevantes para o cotidiano das mulheres.</p><p>No Brasil, não há dados oficiais sobre problemas de sono em crianças. A Associação Brasileira do Sono (ABS) trabalha com dados europeus e dos EUA que estimam que a prevalência da insônia pediátrica varia de 15% a 30% em crianças pequenas (3 a 5 anos) e de 11% a 15% na idade escolar (6 a 12 anos). Essas porcentagens são consideradas alarmantes, especialmente levando em conta as consequências do sono insuficiente nessas faixas etárias.</p><p>Tatiana Elias, consultora de amamentação e terapeuta do sono infantil, explica se o problema da insônia infantil é exclusivamente comportamental ou se há outros fatores envolvidos.</p><p>Nos últimos dias, o Ministério da Saúde anunciou que vai garantir o acesso a mamografia no SUS para mulheres de 40 a 49 anos mesmo sem sinais ou sintomas de câncer. Até agora, o protocolo oficial do SUS orientava a mamografia apenas para mulheres de 50 a 69 anos, a cada dois anos. Essa faixa etária concentra 23% dos casos da doença, e a detecção precoce aumenta as chances de cura.</p><p><strong>Fé no relacionamento<br></strong><br></p><p>Foi na academia de Diamantina, Minas Gerais, que Ana Clara Lima de Oliveira, 21 anos, e Douglas Fernandes Baracho, 24, se encontraram pela primeira vez. A conexão entre os dois foi imediata: o namoro começou já no primeiro encontro e, em pouco tempo, decidiram dividir o mesmo lar. A convivência inicial não foi simples, mas a determinação em fortalecer a relação e a busca por apoio na fé deram novo rumo à vida do casal. Após a conversão, ambos se dedicaram ainda mais à religião e, seguindo as orientações da Igreja, tomaram a decisão de interromper a vida sexual.</p><p>Para debater esses assuntos, o Observatório Feminino recebe Tatiana Elias, consultora de amamentação e terapeuta do sono infantil.</p><p><strong>Sobre o podcast</strong></p><p><br>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 28 Sep 2025 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Atendendo ao pedido da audiência, o Observatório Feminino retoma o formato original de mesa de debates, trazendo temas relevantes para o cotidiano das mulheres.</p><p>No Brasil, não há dados oficiais sobre problemas de sono em crianças. A Associação Brasileira do Sono (ABS) trabalha com dados europeus e dos EUA que estimam que a prevalência da insônia pediátrica varia de 15% a 30% em crianças pequenas (3 a 5 anos) e de 11% a 15% na idade escolar (6 a 12 anos). Essas porcentagens são consideradas alarmantes, especialmente levando em conta as consequências do sono insuficiente nessas faixas etárias.</p><p>Tatiana Elias, consultora de amamentação e terapeuta do sono infantil, explica se o problema da insônia infantil é exclusivamente comportamental ou se há outros fatores envolvidos.</p><p>Nos últimos dias, o Ministério da Saúde anunciou que vai garantir o acesso a mamografia no SUS para mulheres de 40 a 49 anos mesmo sem sinais ou sintomas de câncer. Até agora, o protocolo oficial do SUS orientava a mamografia apenas para mulheres de 50 a 69 anos, a cada dois anos. Essa faixa etária concentra 23% dos casos da doença, e a detecção precoce aumenta as chances de cura.</p><p><strong>Fé no relacionamento<br></strong><br></p><p>Foi na academia de Diamantina, Minas Gerais, que Ana Clara Lima de Oliveira, 21 anos, e Douglas Fernandes Baracho, 24, se encontraram pela primeira vez. A conexão entre os dois foi imediata: o namoro começou já no primeiro encontro e, em pouco tempo, decidiram dividir o mesmo lar. A convivência inicial não foi simples, mas a determinação em fortalecer a relação e a busca por apoio na fé deram novo rumo à vida do casal. Após a conversão, ambos se dedicaram ainda mais à religião e, seguindo as orientações da Igreja, tomaram a decisão de interromper a vida sexual.</p><p>Para debater esses assuntos, o Observatório Feminino recebe Tatiana Elias, consultora de amamentação e terapeuta do sono infantil.</p><p><strong>Sobre o podcast</strong></p><p><br>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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      <title>O livro 'Encruzilhadas: Tecno-oligarquias, democracia e ameaça ambiental' | Observatório Feminino</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>No ano em que o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais celebra nove décadas de história, uma obra singular chega para provocar reflexão e diálogo sobre os dilemas do presente e do futuro.</p><p>Coordenado pela ministra substituta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), jurista, advogada e acadêmica brasileira, Edilene Lôbo, o livro 'Encruzilhadas: Tecno-oligarquias, democracia e ameaça ambiental' reúne contribuições de grandes nomes do Direito e da gestão pública brasileira, lançando luz sobre os impactos da revolução digital, os riscos das concentrações de poder e os desafios de se proteger a democracia e o meio ambiente com a “ultratecnologização da vida”.</p><p>'Encruzilhadas' representa um chamado urgente à reflexão crítica da influência dos algoritmos na política e do papel transformador – e ao mesmo tempo desafiador – da Inteligência Artificial na vida pública.</p><p>Para falar sobre os temas que são discutidos no livro, o Observatório Feminino recebe a primeira ministra negra do TSE, Edilene Lobo. E Bertha Maakaroun jornalista, pesquisadora, doutora em Ciência Política e colunista da rádio Itatiaia.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No ano em que o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais celebra nove décadas de história, uma obra singular chega para provocar reflexão e diálogo sobre os dilemas do presente e do futuro.</p><p>Coordenado pela ministra substituta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), jurista, advogada e acadêmica brasileira, Edilene Lôbo, o livro 'Encruzilhadas: Tecno-oligarquias, democracia e ameaça ambiental' reúne contribuições de grandes nomes do Direito e da gestão pública brasileira, lançando luz sobre os impactos da revolução digital, os riscos das concentrações de poder e os desafios de se proteger a democracia e o meio ambiente com a “ultratecnologização da vida”.</p><p>'Encruzilhadas' representa um chamado urgente à reflexão crítica da influência dos algoritmos na política e do papel transformador – e ao mesmo tempo desafiador – da Inteligência Artificial na vida pública.</p><p>Para falar sobre os temas que são discutidos no livro, o Observatório Feminino recebe a primeira ministra negra do TSE, Edilene Lobo. E Bertha Maakaroun jornalista, pesquisadora, doutora em Ciência Política e colunista da rádio Itatiaia.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 14 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>No ano em que o Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais celebra nove décadas de história, uma obra singular chega para provocar reflexão e diálogo sobre os dilemas do presente e do futuro.</p><p>Coordenado pela ministra substituta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), jurista, advogada e acadêmica brasileira, Edilene Lôbo, o livro 'Encruzilhadas: Tecno-oligarquias, democracia e ameaça ambiental' reúne contribuições de grandes nomes do Direito e da gestão pública brasileira, lançando luz sobre os impactos da revolução digital, os riscos das concentrações de poder e os desafios de se proteger a democracia e o meio ambiente com a “ultratecnologização da vida”.</p><p>'Encruzilhadas' representa um chamado urgente à reflexão crítica da influência dos algoritmos na política e do papel transformador – e ao mesmo tempo desafiador – da Inteligência Artificial na vida pública.</p><p>Para falar sobre os temas que são discutidos no livro, o Observatório Feminino recebe a primeira ministra negra do TSE, Edilene Lobo. E Bertha Maakaroun jornalista, pesquisadora, doutora em Ciência Política e colunista da rádio Itatiaia.</p>]]>
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      <title>Esposa de gari morto e motorista do caminhão falam sobre o crime | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>Há quase um mês o Brasil acompanha um caso que aconteceu em Belo Horizonte. Um gari foi covardemente assassinado por um homem que teria ficado irritado ao se deparar com o caminhão do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) no caminho dele. </p><p>O caminhão da limpeza urbana era dirigido por uma mulher, que teria dado passagem ao motorista do BYD, deixando o espaço livre para ele passar, mas não foi o suficiente.</p><p>Sem qualquer discussão, a motorista foi ameaçada com um uma arma de fogo. O homem, que estaria descontrolado, chega a entrar no carro, mas volta e atira. Renê da Silva Júnior atinge e mata um trabalhador, Laudemir Fernandes, de 44 anos. </p><p>A arma usada no crime, é da companheira do atirador, uma delegada da Polícia Civil, que conforme as investigações, tinha pleno conhecimento que o marido andava com a arma registrada em nome dela. Agora, a delegada é investigada pela Corregedoria da Polícia Civil e pode perder o cargo.</p><p>O podcast Observatório Feminino dessa semana recebe Liliana França, esposa do Laudemir e Eledias, a motorista que estava no caminhão, para falar do trabalho de uma mulher dirigindo um caminhão de limpeza urbana.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Há quase um mês o Brasil acompanha um caso que aconteceu em Belo Horizonte. Um gari foi covardemente assassinado por um homem que teria ficado irritado ao se deparar com o caminhão do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) no caminho dele. </p><p>O caminhão da limpeza urbana era dirigido por uma mulher, que teria dado passagem ao motorista do BYD, deixando o espaço livre para ele passar, mas não foi o suficiente.</p><p>Sem qualquer discussão, a motorista foi ameaçada com um uma arma de fogo. O homem, que estaria descontrolado, chega a entrar no carro, mas volta e atira. Renê da Silva Júnior atinge e mata um trabalhador, Laudemir Fernandes, de 44 anos. </p><p>A arma usada no crime, é da companheira do atirador, uma delegada da Polícia Civil, que conforme as investigações, tinha pleno conhecimento que o marido andava com a arma registrada em nome dela. Agora, a delegada é investigada pela Corregedoria da Polícia Civil e pode perder o cargo.</p><p>O podcast Observatório Feminino dessa semana recebe Liliana França, esposa do Laudemir e Eledias, a motorista que estava no caminhão, para falar do trabalho de uma mulher dirigindo um caminhão de limpeza urbana.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 07 Sep 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Duas décadas de Observatório Feminino 🎂</title>
      <itunes:episode>282</itunes:episode>
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        <![CDATA[<p>Há 20 anos, em 2005, nascia o Observatório Feminino. Um espaço pioneiro no rádio mineiro, criado para ser voz, reflexão e resistência. De lá pra cá, muita coisa mudou na vida das mulheres — e muita coisa ainda precisa mudar. </p><p>Ao longo dessas duas décadas, o podcast recebeu atrizes, políticas, escritoras, policiais, lideranças de todos os cantos e de diferentes realidades, como a Promotora de Justiça da Defesa da Mulher Patrícia Habkouk, que "parabeniza o programa pelo espaço dedicado as causas femininas".</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Há 20 anos, em 2005, nascia o Observatório Feminino. Um espaço pioneiro no rádio mineiro, criado para ser voz, reflexão e resistência. De lá pra cá, muita coisa mudou na vida das mulheres — e muita coisa ainda precisa mudar. </p><p>Ao longo dessas duas décadas, o podcast recebeu atrizes, políticas, escritoras, policiais, lideranças de todos os cantos e de diferentes realidades, como a Promotora de Justiça da Defesa da Mulher Patrícia Habkouk, que "parabeniza o programa pelo espaço dedicado as causas femininas".</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 31 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Há 20 anos, em 2005, nascia o Observatório Feminino. Um espaço pioneiro no rádio mineiro, criado para ser voz, reflexão e resistência. De lá pra cá, muita coisa mudou na vida das mulheres — e muita coisa ainda precisa mudar. </p><p>Ao longo dessas duas décadas, o podcast recebeu atrizes, políticas, escritoras, policiais, lideranças de todos os cantos e de diferentes realidades, como a Promotora de Justiça da Defesa da Mulher Patrícia Habkouk, que "parabeniza o programa pelo espaço dedicado as causas femininas".</p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>Maternidade após 40 anos: quais são os principais desafios e cuidados necessários?</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Ser mãe aos 40 anos já foi considerado uma exceção, mas hoje é uma realidade bastante comum. De acordo com o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), o número de mulheres que optaram pela maternidade após os 40 anos de idade cresceu 65,7% em 12 anos.</p><p>O dado revela muito mais do que uma estatística: mostra uma mudança de mentalidade, de prioridades e de liberdade de escolha das mulheres.</p><p>Toda maternidade vem com inúmeros desafios, e a maternidade após 40 anos também, porém com o “extra” de julgamento da sociedade, e claro, cuidados extra com a saúde.</p><p>Para falar desse assunto, o Observatório Feminino recebe a psicóloga, educadora parental, Fernanda Teles, que também é CEO e sócia do Seminário Internacional de Mães. Ela vai explicar sobre a dinâmica familiar que se forma quando a mulher decide ser mãe depois dos 40 e os desafios.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Ser mãe aos 40 anos já foi considerado uma exceção, mas hoje é uma realidade bastante comum. De acordo com o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), o número de mulheres que optaram pela maternidade após os 40 anos de idade cresceu 65,7% em 12 anos.</p><p>O dado revela muito mais do que uma estatística: mostra uma mudança de mentalidade, de prioridades e de liberdade de escolha das mulheres.</p><p>Toda maternidade vem com inúmeros desafios, e a maternidade após 40 anos também, porém com o “extra” de julgamento da sociedade, e claro, cuidados extra com a saúde.</p><p>Para falar desse assunto, o Observatório Feminino recebe a psicóloga, educadora parental, Fernanda Teles, que também é CEO e sócia do Seminário Internacional de Mães. Ela vai explicar sobre a dinâmica familiar que se forma quando a mulher decide ser mãe depois dos 40 e os desafios.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 24 Aug 2025 08:33:33 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Calvície feminina: quais as possíveis causas, o melhor tratamento e como isso afeta a autoestima da mulher</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O tema da calvície anda bastante recorrente, principalmente nas redes sociais e pelo número de transplantes capilares que vem crescendo constantemente nos últimos tempos. Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada pela <a href="https://www.gminsights.com/industry-analysis/hair-transplant-market">Global Market Insights</a>, divulgou que apenas em 2022, o mercado de transplante capilar atingiu US$5 bilhões.</p><p>Mesmo com tanta repercussão, o tema ainda está muito ligado ao mundo masculino, porém a calvície também afeta muitas mulheres. O motivo pode variar, seja por fatores genéticos, emocionais, hormonais ou até sequelas de doenças como dengue ou Covid-19.</p><p>Para entender mais sobre esse problema, como isso afeta a autoestima da mulher, quais são as melhores formas de tratar a calvície feminina, o Observatório Feminino deste domingo (17) recebe a médica dermatologista Lívia Fraga, que é especialista no assunto.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 17 Aug 2025 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Especial dia dos pais: jornalistas da Itatiaia refletem sobre a paternidade </title>
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        <![CDATA[<p>Ser pai é uma missão muito importante, é ajudar a criar um ser humano para a sociedade, ser suporte e referência para uma criança. Nesta data especial, o Observatório Feminino “quebrou” os protocolos e pela primeira vez, a bancada será composta apenas por homens. Três pais, mas - claro - também são filhos, e por carregarem essa dupla visão sobre a figura de um pai, vão compartilhar histórias, memórias e ensinamentos.</p><p>Comandando o bate-papo, Allãn Passos, apresentador do Jornal da Itatiaia Noite, filho do Ésio e pai do pequeno Leo de 3 anos. Também participa do podcast, Alexandre Simões, que é Coordenador da Itatiaia Esportes, filho do Geraldo e pai do Pedro e do Bernardo de 28 e 24 anos respectivamente. Para fechar o trio, Bruno Favarini jornalista, repórter multimídia da Itatiaia, filho do Adelmo e pai do Francisco, que tem 5 anos.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 10 Aug 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Agosto Lilás: mês de conscientização pelo fim da violência contra a mulher | Observatório Feminino</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A cada ano, milhares de brasileiras enfrentam agressões físicas, psicológicas, patrimoniais, morais e sexuais — formas de violência tipificadas pela Lei nº 11.340/2006, conhecida como Lei Maria da Penha. Essa mesma legislação garante a essas mulheres proteção, acolhimento e justiça.</p><p>O mês de agosto foi escolhido para ser o mês de conscientização pelo fim da violência contra as mulheres. Segundo o Senado Brasileiro, a lei que estabelece a campanha do Agosto Lilás é a Lei 14.448, e foi sancionada em setembro de 2022. A autoria é da deputada Carla Dickson (União-RN).</p><p>O episódio deste domingo (3) do podcast Observatório Feminino recebe a Delegada Ana Paula Balbino, Titular da Casa da Mulher Mineira. Ela explica sobre a campanha, a importância do tema e da denúncia. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 03 Aug 2025 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Especialista discute a importância de terapia para casais em relacionamento | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>As redes sociais, nos últimos dias, foram palcos de exposições para infidelidade dos relacionamentos amorosos. Como, por exemplo, durante um show da banda Coldplay, o CEO da Astronomer, Andy Byron, e a diretora pessoal, Kristin Cabot foram flagrados com suposto caso extra conjugal, e rapidamente identificados.</p><p>Outro caso que também viralizou nas redes sociais foi da brasileira Natália Knak, moradora do Sul do país, que expôs a traição do marido, Rafael Schemmer, com sinceridade — levando provas como prints, fotos, vídeos e até o nome da amante. O que era para ser um “chá revelação”, em vez de revelar uma gravidez, virou um escândalo familiar.</p><p>Essas situações despertam reflexões profundas sobre confiança, lealdade e os limites da tolerância. Mas a pergunta que fica é, o que leva um relacionamento a esse ponto? E será que existe volta após um caso de trair a confiança e “menosprezar” o amor do cônjuge?</p><p>O podcast Observatório Feminino propõe um diálogo sobre a importância de terapia em casal para bons relacionamentos, além dos escândalos, envolvendo a exposição de traições, o que levam os casais a cometerem esse tipo de infidelidade. Para isso, a conversa é com a psicóloga clínica e especialista em psicoterapia individual e em casal, Raquel Reis.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 27 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Síndrome da Mulher Maravilha: o que é e como impacta a vida das mulheres? | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>A Síndrome da Mulher Maravilha é um termo utilizado para descrever a pressão social e cultural sobre as mulheres que desempenham múltiplas tarefas e como consequência se sobrecarga, tanto físico, emocional e mental.</p><p>As obrigações com excelência e sem demonstrar cansaço, desde trabalho, cuidar da casa, filhos, relacionamentos e vida social, mesclado com aparência e autocuidado são sintomas da Síndrome.</p><p>Atualmente, o termo não é uma condição médica oficial, mas sim uma forma simbólica de representar o esgotamento silencioso que atinge as mulheres a serem pressionadas a cumprirem os deveres com excelência, sem mostrar fragilidades, pausas ou falhas.</p><p>No episódio do Observatório Feminino deste domingo (20), o podcast propõe um diálogo sobre a saúde mental da mulher e o termo da Síndrome da Mulher Maravilha. Para isso, a conversa é com a médica especialista em saúde feminina e pós-graduada em psiquiatria, Dra. Jaqueline da Mata.</p><p><strong>O podcast </strong></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no YouTube da Rádio de Minas. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 20 Jul 2025 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>A Síndrome da Mulher Maravilha é um termo utilizado para descrever a pressão social e cultural sobre as mulheres que desempenham múltiplas tarefas e como consequência se sobrecarga, tanto físico, emocional e mental.</p><p>As obrigações com excelência e sem demonstrar cansaço, desde trabalho, cuidar da casa, filhos, relacionamentos e vida social, mesclado com aparência e autocuidado são sintomas da Síndrome.</p><p>Atualmente, o termo não é uma condição médica oficial, mas sim uma forma simbólica de representar o esgotamento silencioso que atinge as mulheres a serem pressionadas a cumprirem os deveres com excelência, sem mostrar fragilidades, pausas ou falhas.</p><p>No episódio do Observatório Feminino deste domingo (20), o podcast propõe um diálogo sobre a saúde mental da mulher e o termo da Síndrome da Mulher Maravilha. Para isso, a conversa é com a médica especialista em saúde feminina e pós-graduada em psiquiatria, Dra. Jaqueline da Mata.</p><p><strong>O podcast </strong></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no YouTube da Rádio de Minas. </p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>O consumo de álcool entre as mulheres e o Alcoólicos Anônimos | Observatório Feminino</title>
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      <itunes:title>O consumo de álcool entre as mulheres e o Alcoólicos Anônimos | Observatório Feminino</itunes:title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A comunidade Alcoólicos Anônimos, criado em 1945 nos Estados Unidos, já existe em 180 países e possui mais de 2 milhões de membros. Após 90 anos, o grupo enfrenta desafios com o excesso de consumo por mulheres.</p><p>Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2023, no Brasil a taxa de consumo excessivo subiu gradualmente, tendo em vista que em 2010 ele atingia 10,5% das mulheres e no ano de 2023, foi para 15,2%. Por outro lado, entre os homens, o índice se manteve o mesmo, de 27% a 27,3%.</p><p>O episódio propõe um diálogo sobre como o consumo de álcool entre mulheres. Para isso, a conversa é com a psicóloga clinica, especialista em dependência química, criminologia, gestão pública em organizações de saúde, mestre em educação, cultura e organizações sociais e “profissionais amigas de alcoólicos anônimos”, Lívia Pires Guimarães.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A comunidade Alcoólicos Anônimos, criado em 1945 nos Estados Unidos, já existe em 180 países e possui mais de 2 milhões de membros. Após 90 anos, o grupo enfrenta desafios com o excesso de consumo por mulheres.</p><p>Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2023, no Brasil a taxa de consumo excessivo subiu gradualmente, tendo em vista que em 2010 ele atingia 10,5% das mulheres e no ano de 2023, foi para 15,2%. Por outro lado, entre os homens, o índice se manteve o mesmo, de 27% a 27,3%.</p><p>O episódio propõe um diálogo sobre como o consumo de álcool entre mulheres. Para isso, a conversa é com a psicóloga clinica, especialista em dependência química, criminologia, gestão pública em organizações de saúde, mestre em educação, cultura e organizações sociais e “profissionais amigas de alcoólicos anônimos”, Lívia Pires Guimarães.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 13 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>A força do empreendedorismo entre jovens mulheres | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>Empreender é um desafio em qualquer fase da vida. Exige criatividade, coragem, planejamento e, acima de tudo, atitude. Agora imagine tudo isso reunido em uma jovem de apenas 17 anos.</p><p>Essa é a história de Mila Gabrielle, estudante da Escola Estadual Professor Helvécio Dahe, que fica em Ribeirão das Neves, e que está se destacando no cenário nacional como um exemplo de empreendedorismo feminino na juventude.</p><p>Mila foi uma das vencedoras do concurso nacional promovido pelo programa Mulheres Empreendedoras, realizado pela Junior Achievement com apoio da Western Union, que busca incentivar meninas e mulheres a colocarem ideias em prática e transformar sonhos em negócios reais.</p><p>Como prêmio, ela conquistou 500 dólares para dar o pontapé inicial na própria empresa. Ao todo, 81 mulheres participaram da edição mineira do projeto.</p><p>Para contar essa história, o podcast conversa com a empreendedora Mila Gabrielle.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 06 Jul 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>O machismo declarado entre os jovens | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>Pela primeira vez na história, o machismo declarado é maior entre os mais jovens do que entre os mais velhos. O dado, que chama atenção pela inversão geracional, foi revelado por uma pesquisa recente da escritora e pesquisadora inglesa Laura Bates.</p><p>A pesquisa inglesa mostra um cenário não muito diferente do Brasil. O machismo em questão não se resume apenas a atitudes; trata‑se de opiniões explícitas que sustentam a superioridade masculina, a justificativa de papéis tradicionais de gênero e a obrigação de mulheres obedecerem a parceiros. </p><p>O maior percentual de respostas afirmativas veio de jovens e adolescentes, um grupo que, até então, parecia estar apto a mudanças culturais e avanço dos direitos das mulheres.</p><p>O Observatório Feminino deste domingo (29) recebe a delegada Juliana Califf, chefe da Divisão Especializada em Atendimento à Mulher, ao Idoso, à Pessoa com Deficiência e Vítimas de Intolerância para falar sobre o tema.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Pela primeira vez na história, o machismo declarado é maior entre os mais jovens do que entre os mais velhos. O dado, que chama atenção pela inversão geracional, foi revelado por uma pesquisa recente da escritora e pesquisadora inglesa Laura Bates.</p><p>A pesquisa inglesa mostra um cenário não muito diferente do Brasil. O machismo em questão não se resume apenas a atitudes; trata‑se de opiniões explícitas que sustentam a superioridade masculina, a justificativa de papéis tradicionais de gênero e a obrigação de mulheres obedecerem a parceiros. </p><p>O maior percentual de respostas afirmativas veio de jovens e adolescentes, um grupo que, até então, parecia estar apto a mudanças culturais e avanço dos direitos das mulheres.</p><p>O Observatório Feminino deste domingo (29) recebe a delegada Juliana Califf, chefe da Divisão Especializada em Atendimento à Mulher, ao Idoso, à Pessoa com Deficiência e Vítimas de Intolerância para falar sobre o tema.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 29 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Pela primeira vez na história, o machismo declarado é maior entre os mais jovens do que entre os mais velhos. O dado, que chama atenção pela inversão geracional, foi revelado por uma pesquisa recente da escritora e pesquisadora inglesa Laura Bates.</p><p>A pesquisa inglesa mostra um cenário não muito diferente do Brasil. O machismo em questão não se resume apenas a atitudes; trata‑se de opiniões explícitas que sustentam a superioridade masculina, a justificativa de papéis tradicionais de gênero e a obrigação de mulheres obedecerem a parceiros. </p><p>O maior percentual de respostas afirmativas veio de jovens e adolescentes, um grupo que, até então, parecia estar apto a mudanças culturais e avanço dos direitos das mulheres.</p><p>O Observatório Feminino deste domingo (29) recebe a delegada Juliana Califf, chefe da Divisão Especializada em Atendimento à Mulher, ao Idoso, à Pessoa com Deficiência e Vítimas de Intolerância para falar sobre o tema.</p>]]>
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      <title>Agressão a criança em festa junina acende alerta sobre limites da violência</title>
      <itunes:episode>272</itunes:episode>
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        <![CDATA[<p>Um recente episódio de agressão contra uma criança de apenas quatro anos durante uma festa junina reacendeu uma discussão urgente e necessária sobre os limites da violência, especialmente quando direcionada aos mais vulneráveis. A violência contra crianças – seja ela física, verbal ou emocional – deixa marcas profundas e pode comprometer o desenvolvimento psicológico e emocional para o resto da vida.</p><p>Em um contexto onde tanto se debate sobre educação emocional e o respeito à infância, situações como a ocorrida obrigam a uma reflexão aprofundada sobre o papel dos adultos, sejam eles pais, cuidadores, professores ou qualquer outra pessoa com a responsabilidade de proteger e educar os pequenos.</p><p>Para aprofundar a conversa sobre este tema sensível, o podcast "Observatório Feminino" deste domingo (22) receberá a psicóloga clínica Daniela Souza Albuquerque Lima. Especialista em orientação parental, Daniela possui uma longa trajetória no enfrentamento de questões ligadas ao bullying, à violência e aos limites na educação infantil. A entrevista buscará trazer luz às complexidades do assunto e oferecer caminhos para a construção de um ambiente mais seguro e respeitoso para as crianças.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Um recente episódio de agressão contra uma criança de apenas quatro anos durante uma festa junina reacendeu uma discussão urgente e necessária sobre os limites da violência, especialmente quando direcionada aos mais vulneráveis. A violência contra crianças – seja ela física, verbal ou emocional – deixa marcas profundas e pode comprometer o desenvolvimento psicológico e emocional para o resto da vida.</p><p>Em um contexto onde tanto se debate sobre educação emocional e o respeito à infância, situações como a ocorrida obrigam a uma reflexão aprofundada sobre o papel dos adultos, sejam eles pais, cuidadores, professores ou qualquer outra pessoa com a responsabilidade de proteger e educar os pequenos.</p><p>Para aprofundar a conversa sobre este tema sensível, o podcast "Observatório Feminino" deste domingo (22) receberá a psicóloga clínica Daniela Souza Albuquerque Lima. Especialista em orientação parental, Daniela possui uma longa trajetória no enfrentamento de questões ligadas ao bullying, à violência e aos limites na educação infantil. A entrevista buscará trazer luz às complexidades do assunto e oferecer caminhos para a construção de um ambiente mais seguro e respeitoso para as crianças.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 22 Jun 2025 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <itunes:author>Itatiaia</itunes:author>
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        <![CDATA[<p>Um recente episódio de agressão contra uma criança de apenas quatro anos durante uma festa junina reacendeu uma discussão urgente e necessária sobre os limites da violência, especialmente quando direcionada aos mais vulneráveis. A violência contra crianças – seja ela física, verbal ou emocional – deixa marcas profundas e pode comprometer o desenvolvimento psicológico e emocional para o resto da vida.</p><p>Em um contexto onde tanto se debate sobre educação emocional e o respeito à infância, situações como a ocorrida obrigam a uma reflexão aprofundada sobre o papel dos adultos, sejam eles pais, cuidadores, professores ou qualquer outra pessoa com a responsabilidade de proteger e educar os pequenos.</p><p>Para aprofundar a conversa sobre este tema sensível, o podcast "Observatório Feminino" deste domingo (22) receberá a psicóloga clínica Daniela Souza Albuquerque Lima. Especialista em orientação parental, Daniela possui uma longa trajetória no enfrentamento de questões ligadas ao bullying, à violência e aos limites na educação infantil. A entrevista buscará trazer luz às complexidades do assunto e oferecer caminhos para a construção de um ambiente mais seguro e respeitoso para as crianças.</p>]]>
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    <item>
      <title>Mãe fala sobre luto após ex-marido matar os dois filhos do casal | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>Como transformar a dor em força? Amanda Souza é delegada de Polícia Civil, e em 2023 - quando vivia com o marido e os dois filos em Belo Horizonte - viveu uma situação que nenhuma mãe no mundo deveria passar: perder os filhos, mortos pelo próprio pai.</p><p>Em seguida, o homem tirou a própria vida. O motivo? Ele não aceitou o fim do casamento e tirou a vida das crianças, que tinham 12 e nove anos, por vingança.</p><p>Para a história de Amanda e o processo intenso de luto, escute o episódio desta semana do Observatório Feminino</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Como transformar a dor em força? Amanda Souza é delegada de Polícia Civil, e em 2023 - quando vivia com o marido e os dois filos em Belo Horizonte - viveu uma situação que nenhuma mãe no mundo deveria passar: perder os filhos, mortos pelo próprio pai.</p><p>Em seguida, o homem tirou a própria vida. O motivo? Ele não aceitou o fim do casamento e tirou a vida das crianças, que tinham 12 e nove anos, por vingança.</p><p>Para a história de Amanda e o processo intenso de luto, escute o episódio desta semana do Observatório Feminino</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 15 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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    <item>
      <title>Conheça Gina Lapertosa, influenciadora de 63 anos que faz sucesso com treinos intensos e estilo de vida saudável</title>
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        <![CDATA[<p>Aos 63 anos, Gina Lapertosa mostra diariamente para mais de 1 milhão de pessoas que a atividade física é para todos, independente da <a href="https://www.itatiaia.com.br/itacast/observatorio-feminino/2025/04/13/podcast-conta-historia-de-estagiaria-que-realiza-sonho-de-ser-jornalista-aos-65-anos">idade</a>. A belo-horizontina é influenciadora digital e compartilha uma rotina de treinos pesados - de crossfit a natação - além de um pouco da dieta e consultas médicas. Gina também mostra sua paixão em cuidar do corpo e da saúde, além de impressionar com o físico e disposição.</p><p><br>Mas antes de se tornar um fenômeno digital no mundo fitness e conquistar o 4º lugar no Crossfit Games 2024 Legend, Gina começou sua trajetória 8 anos atrás. A influenciadora passou por um divórcio aos 40 anos de idade, e foi quando decidiu focar em si mesma e se reencontrou no<a href="https://www.itatiaia.com.br/itacast/observatorio-feminino/2025/03/23/podcast-conta-historia-da-atleta-que-teve-a-vida-transformada-pelo-futebol-veja"> esporte.</a></p><p>Hoje, com 1 milhão de seguidores no<a href="https://www.instagram.com/ginalapertosa/"> Instagram</a>, a mineira segue o lema : “É mais que treinar, é um lifestyle!”, e incentiva as pessoas a cuidarem da saúde e praticarem atividades físicas.</p><p>Para saber mais detalhes sobre a trajetória de Gina, confira o episódio desta semana do <a href="https://www.itatiaia.com.br/itacast/observatorio-feminino"><strong>Observatório Feminino</strong></a></p>]]>
      </description>
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      <pubDate>Sun, 08 Jun 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Aos 63 anos, Gina Lapertosa mostra diariamente para mais de 1 milhão de pessoas que a atividade física é para todos, independente da <a href="https://www.itatiaia.com.br/itacast/observatorio-feminino/2025/04/13/podcast-conta-historia-de-estagiaria-que-realiza-sonho-de-ser-jornalista-aos-65-anos">idade</a>. A belo-horizontina é influenciadora digital e compartilha uma rotina de treinos pesados - de crossfit a natação - além de um pouco da dieta e consultas médicas. Gina também mostra sua paixão em cuidar do corpo e da saúde, além de impressionar com o físico e disposição.</p><p><br>Mas antes de se tornar um fenômeno digital no mundo fitness e conquistar o 4º lugar no Crossfit Games 2024 Legend, Gina começou sua trajetória 8 anos atrás. A influenciadora passou por um divórcio aos 40 anos de idade, e foi quando decidiu focar em si mesma e se reencontrou no<a href="https://www.itatiaia.com.br/itacast/observatorio-feminino/2025/03/23/podcast-conta-historia-da-atleta-que-teve-a-vida-transformada-pelo-futebol-veja"> esporte.</a></p><p>Hoje, com 1 milhão de seguidores no<a href="https://www.instagram.com/ginalapertosa/"> Instagram</a>, a mineira segue o lema : “É mais que treinar, é um lifestyle!”, e incentiva as pessoas a cuidarem da saúde e praticarem atividades físicas.</p><p>Para saber mais detalhes sobre a trajetória de Gina, confira o episódio desta semana do <a href="https://www.itatiaia.com.br/itacast/observatorio-feminino"><strong>Observatório Feminino</strong></a></p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>Podcast recebe autora do livro 'Pais desnecessários, filhos independentes', para debater sobre criação de filhos mais autônomos</title>
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        <![CDATA[<p>É comum ouvir de pais e mães a seguinte frase: "tenho que trabalhar para construir um futuro melhor para meu filho", mas mais importante que isso, é criar os filhos para se tornarem independentes dos próprios pais.</p><p>Escritora e Especialista em Comportamento Empreendedor, Lina Valléria, escreveu o livro "Pais desnecessários, filhos independentes", em que ela discorre sobre o estilo de criação que busca preparar as crianças para a vida adulta, ou seja, incentivar autonomia e independência para os pequenos.</p><p>“Uma conversa super interessante sobre educação, autonomia e os desafios do universo familiar — temas que estão no coração do meu novo livro, lançado nacionalmente pela Editora Gente”, escreveu a autora nas redes sociais.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>É comum ouvir de pais e mães a seguinte frase: "tenho que trabalhar para construir um futuro melhor para meu filho", mas mais importante que isso, é criar os filhos para se tornarem independentes dos próprios pais.</p><p>Escritora e Especialista em Comportamento Empreendedor, Lina Valléria, escreveu o livro "Pais desnecessários, filhos independentes", em que ela discorre sobre o estilo de criação que busca preparar as crianças para a vida adulta, ou seja, incentivar autonomia e independência para os pequenos.</p><p>“Uma conversa super interessante sobre educação, autonomia e os desafios do universo familiar — temas que estão no coração do meu novo livro, lançado nacionalmente pela Editora Gente”, escreveu a autora nas redes sociais.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 01 Jun 2025 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>É comum ouvir de pais e mães a seguinte frase: "tenho que trabalhar para construir um futuro melhor para meu filho", mas mais importante que isso, é criar os filhos para se tornarem independentes dos próprios pais.</p><p>Escritora e Especialista em Comportamento Empreendedor, Lina Valléria, escreveu o livro "Pais desnecessários, filhos independentes", em que ela discorre sobre o estilo de criação que busca preparar as crianças para a vida adulta, ou seja, incentivar autonomia e independência para os pequenos.</p><p>“Uma conversa super interessante sobre educação, autonomia e os desafios do universo familiar — temas que estão no coração do meu novo livro, lançado nacionalmente pela Editora Gente”, escreveu a autora nas redes sociais.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <title>Maio laranja: campanha promove prevenção da exploração sexual de menores de idade</title>
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        <![CDATA[<p>O mês de maio foi escolhido para ser dedicado à prevenção ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. A cor da campanha é o laranja, que representa a luta por uma infância segura e protegida.</p><p>Segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2024, foram registrados no Brasil 1 estupro a cada 6 minutos entre crianças e adolescentes. Um total de 83.988 vítimas de estupro e estupro de vulnerável. Entre 2021 e 2023, os estupros aumentaram em 91,5%.</p><p>Ao longo do mês de maio, é comum que sejam promovidas ações de conscientização em todo o país, incentivando a denúncia e a proteção das vítimas.</p><p>A campanha se faz importante, pois ela é essencial para romper o silêncio, informar a sociedade e garantir os direitos das crianças e adolescentes.</p><p>Para falar sobre o assunto o Observatório Femino recebe a fundadora da Rede Solidária e Criadora do projeto Infância Protegida, Dai Dias. Além dela, a Presidente da Rede Solidária, Rose Aquino, também participa do debate.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O mês de maio foi escolhido para ser dedicado à prevenção ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. A cor da campanha é o laranja, que representa a luta por uma infância segura e protegida.</p><p>Segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2024, foram registrados no Brasil 1 estupro a cada 6 minutos entre crianças e adolescentes. Um total de 83.988 vítimas de estupro e estupro de vulnerável. Entre 2021 e 2023, os estupros aumentaram em 91,5%.</p><p>Ao longo do mês de maio, é comum que sejam promovidas ações de conscientização em todo o país, incentivando a denúncia e a proteção das vítimas.</p><p>A campanha se faz importante, pois ela é essencial para romper o silêncio, informar a sociedade e garantir os direitos das crianças e adolescentes.</p><p>Para falar sobre o assunto o Observatório Femino recebe a fundadora da Rede Solidária e Criadora do projeto Infância Protegida, Dai Dias. Além dela, a Presidente da Rede Solidária, Rose Aquino, também participa do debate.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 25 May 2025 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O mês de maio foi escolhido para ser dedicado à prevenção ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. A cor da campanha é o laranja, que representa a luta por uma infância segura e protegida.</p><p>Segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2024, foram registrados no Brasil 1 estupro a cada 6 minutos entre crianças e adolescentes. Um total de 83.988 vítimas de estupro e estupro de vulnerável. Entre 2021 e 2023, os estupros aumentaram em 91,5%.</p><p>Ao longo do mês de maio, é comum que sejam promovidas ações de conscientização em todo o país, incentivando a denúncia e a proteção das vítimas.</p><p>A campanha se faz importante, pois ela é essencial para romper o silêncio, informar a sociedade e garantir os direitos das crianças e adolescentes.</p><p>Para falar sobre o assunto o Observatório Femino recebe a fundadora da Rede Solidária e Criadora do projeto Infância Protegida, Dai Dias. Além dela, a Presidente da Rede Solidária, Rose Aquino, também participa do debate.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <title>Podcast recebe autora de livro que fala sobre como explicar processo de luto para crianças</title>
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        <![CDATA[<p>Como falar sobre a morte para crianças? A escritora Sophia Nogueira se debruçou sobre essa pergunta e transformou em livro essa experiência de explicar o adeus para um pequeno. “O dia em que eu entendi o Adeus” foi lançado no dia 4 de julho de 2024 e é uma obra sensível, que ajuda adultos e crianças a atravessarem o luto com palavras simples, mas profundas.</p><p>O <a href="https://www.itatiaia.com.br/itacast/observatorio-feminino"><strong>Observatório Feminino</strong></a> desta semana conversou com Sophia, que além de escritora, é estudante de psicologia e vai falar sobre o processo de luto na psicologia e o processo de escrita do livro.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Como falar sobre a morte para crianças? A escritora Sophia Nogueira se debruçou sobre essa pergunta e transformou em livro essa experiência de explicar o adeus para um pequeno. “O dia em que eu entendi o Adeus” foi lançado no dia 4 de julho de 2024 e é uma obra sensível, que ajuda adultos e crianças a atravessarem o luto com palavras simples, mas profundas.</p><p>O <a href="https://www.itatiaia.com.br/itacast/observatorio-feminino"><strong>Observatório Feminino</strong></a> desta semana conversou com Sophia, que além de escritora, é estudante de psicologia e vai falar sobre o processo de luto na psicologia e o processo de escrita do livro.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 18 May 2025 11:00:13 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Como falar sobre a morte para crianças? A escritora Sophia Nogueira se debruçou sobre essa pergunta e transformou em livro essa experiência de explicar o adeus para um pequeno. “O dia em que eu entendi o Adeus” foi lançado no dia 4 de julho de 2024 e é uma obra sensível, que ajuda adultos e crianças a atravessarem o luto com palavras simples, mas profundas.</p><p>O <a href="https://www.itatiaia.com.br/itacast/observatorio-feminino"><strong>Observatório Feminino</strong></a> desta semana conversou com Sophia, que além de escritora, é estudante de psicologia e vai falar sobre o processo de luto na psicologia e o processo de escrita do livro.</p>]]>
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      <title>Podcast homenageia mães da Itatiaia e debate como é ter uma jornada de múltiplas tarefas</title>
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        <![CDATA[<p>Ser mãe é enfrentar diariamente uma jornada de múltiplas tarefas, afetos intensos e descobertas constantes. Neste domingo (11), o Observatório Feminino presta uma homenagem às mulheres que vivem a maternidade em meio aos microfones, redações e estúdios da Rádio Itatiaia.</p><p>Nesta edição, quatro mães que fazem parte do time da rádio compartilham suas histórias, desafios e transformações após a chegada dos filhos. Entre pautas, plantões e fraldas, elas mostram que o amor materno também se comunica com força, coragem e muita sensibilidade.</p><p>Para celebrar essa data com a delicadeza que ela merece, relembramos os versos de Mário Quintana que traduzem a grandiosidade contida nessa palavra tão pequena: mãe.</p><p>"Mãe! São três letras apenas<br>As desse nome bendito:<br>Três letrinhas, nada mais...<br>E nelas cabe o Infinito<br>E palavra tão pequena<br>– confessam mesmo os ateus –<br>É do tamanho do Céu!<br>E apenas menor que Deus."</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 11 May 2025 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <itunes:author>Itatiaia</itunes:author>
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      <title>Presidente do Instituto MRV fala sobre importância de empresas no desenvolvimento social no Brasil</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O trabalho filantrópico é um dos objetivos da construtora MRV, que criou, em 2014, um instituto com objetivo de promover transformações sociais por meio de programas educacionais para crianças, jovens e até os educadores.</p><p>Há mais de 10 anos o Instituto MRV já beneficiou mais de 2,8 milhões de pessoas, considerando o impacto direto e indireto das ações. Os investimentos acumulados da instituição ultrapassam R$48 milhões.</p><p>As ações do Instituto estão organizadas em quatro pilares:</p><ul><li>MRV Voluntários: ação que envolve colaboradores da empresa em atividades sociais.</li><li>Educar para Transformar: que fortalece organizações da sociedade civil por meio do apoio a projetos educacionais. Somente no ano de 2024, dez projetos foram contemplados pela ação.</li><li>Seu Filho, Nosso Futuro: busca apoiar a educação dos filhos de funcionários da MRV. A ação já beneficiou mais de 40 mil crianças desde 2017 e conta com investimento de R$ 4,4 milhões.</li><li>Instituto Iungo: é uma ação voltada para educadores, promove a formação continuada dos beneficiados a partir do desenvolvimento de materiais pedagógicos e parcerias com redes públicas de ensino.</li></ul><p>Para falar mais sobre as ações do Instituto MRV e a importância de grandes empresas, como a construtora, na promoção de trabalhos filantrópicos e sociais, o Observatório Feminino deste domingo (4), recebe Maria Fernanda Menin, presidente do Instituto MRV. Além de presidente, Maria Fernanda é membro do Conselho de Administração da Inter&amp;Co e do Banco Inter.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 04 May 2025 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino discute a jornada do empreendedorismo feminino</title>
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        <![CDATA[<p> A jornada do empreendedorismo feminino tem apresentado um crescimento notável e consistente nos últimos anos. Cada vez mais mulheres estão à frente dos próprios negócios — muitas vezes sem estrutura, equipe ou maquinário, mas com um propósito: crescer e fazer acontecer. </p><p>Nesta edição do <em>Observatório</em>, o podcast propõe um diálogo sobre como o empreendedorismo segue abrindo caminhos, mesmo quando os recursos são escassos e os desafios, grandes. Para isso, a conversa é com Sarah Rodrigues, criadora da Chiva Fit. </p><p>O início foi com a preparação de granolas, usando os ingredientes que conseguia encontrar. Sarah embalava tudo à mão e vendia pelo Instagram. Hoje, a Chiva Fit está nas prateleiras das grandes redes de supermercado de Belo Horizonte e do interior. </p><p><strong>O podcast</strong> </p><p>O <em>Observatório Feminino</em> vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 27 Apr 2025 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p> A jornada do empreendedorismo feminino tem apresentado um crescimento notável e consistente nos últimos anos. Cada vez mais mulheres estão à frente dos próprios negócios — muitas vezes sem estrutura, equipe ou maquinário, mas com um propósito: crescer e fazer acontecer. </p><p>Nesta edição do <em>Observatório</em>, o podcast propõe um diálogo sobre como o empreendedorismo segue abrindo caminhos, mesmo quando os recursos são escassos e os desafios, grandes. Para isso, a conversa é com Sarah Rodrigues, criadora da Chiva Fit. </p><p>O início foi com a preparação de granolas, usando os ingredientes que conseguia encontrar. Sarah embalava tudo à mão e vendia pelo Instagram. Hoje, a Chiva Fit está nas prateleiras das grandes redes de supermercado de Belo Horizonte e do interior. </p><p><strong>O podcast</strong> </p><p>O <em>Observatório Feminino</em> vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas. </p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>A educação financeira como ferramenta de liberdade para mulheres | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>Falar sobre dinheiro ainda é um tabu em muitas famílias, especialmente quando o assunto envolve a independência financeira das mulheres. Muito além de números e planilhas, a educação financeira é uma poderosa ferramenta de autonomia, proteção e, principalmente, liberdade de escolha.</p><p>A dependência econômica pode ser um fator determinante para a permanência em relações abusivas, como alerta a atriz Mônica Martelli ao dizer: “A mulher que depende financeiramente do homem pode ficar presa a ele”. Nesse contexto, compreender e assumir o controle das próprias finanças é um passo essencial para romper ciclos de violência patrimonial e psicológica.</p><p>O podcast Observatório Feminino dessa semana propõe uma reflexão sobre como o dinheiro pode ser um aliado na realização de sonhos e na construção de uma vida mais segura. Para isso, a conversa é com Graciele Paula da Silva, educadora financeira e consultora, que tem ajudado mulheres a transformarem a escassez em sobra e o medo em ação.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Falar sobre dinheiro ainda é um tabu em muitas famílias, especialmente quando o assunto envolve a independência financeira das mulheres. Muito além de números e planilhas, a educação financeira é uma poderosa ferramenta de autonomia, proteção e, principalmente, liberdade de escolha.</p><p>A dependência econômica pode ser um fator determinante para a permanência em relações abusivas, como alerta a atriz Mônica Martelli ao dizer: “A mulher que depende financeiramente do homem pode ficar presa a ele”. Nesse contexto, compreender e assumir o controle das próprias finanças é um passo essencial para romper ciclos de violência patrimonial e psicológica.</p><p>O podcast Observatório Feminino dessa semana propõe uma reflexão sobre como o dinheiro pode ser um aliado na realização de sonhos e na construção de uma vida mais segura. Para isso, a conversa é com Graciele Paula da Silva, educadora financeira e consultora, que tem ajudado mulheres a transformarem a escassez em sobra e o medo em ação.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 20 Apr 2025 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Podcast conta história de estagiária que realiza sonho de ser jornalista aos 65 anos</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Por mais clichê que pareça, o ensinamento que cada um tem a própria trajetória é muito verdadeiro, não existe regra para o jogo da vida e a estudante Darc Andréa de Souza Silva é exemplo disso. Aos 61 anos de idade ela começou a estudar Jornalismo na faculdade Estácio, em Belo Horizonte, e hoje aos 65, no oitavo período, faz estágio na Rádio Itatiaia.</p><p>Mas para conseguir realizar esse sonho, ela precisou guardá-lo por um tempo. Quando tinha apenas 14 anos, Darc perdeu a mãe e teve que assumir a enorme responsabilidade de cuidar dos irmãos mais novos. Além disso, depois de mais velhos, Darc também cuidou do pai e do avô.</p><p><br>Atualmente, ela trabalha como taxista, profissão que exerce há 45 anos e entre passageiros e quilômetros rodados, ela construiu não só um caminho profissional, mas uma história de força, superação e amor pela comunicação.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 13 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Por mais clichê que pareça, o ensinamento que cada um tem a própria trajetória é muito verdadeiro, não existe regra para o jogo da vida e a estudante Darc Andréa de Souza Silva é exemplo disso. Aos 61 anos de idade ela começou a estudar Jornalismo na faculdade Estácio, em Belo Horizonte, e hoje aos 65, no oitavo período, faz estágio na Rádio Itatiaia.</p><p>Mas para conseguir realizar esse sonho, ela precisou guardá-lo por um tempo. Quando tinha apenas 14 anos, Darc perdeu a mãe e teve que assumir a enorme responsabilidade de cuidar dos irmãos mais novos. Além disso, depois de mais velhos, Darc também cuidou do pai e do avô.</p><p><br>Atualmente, ela trabalha como taxista, profissão que exerce há 45 anos e entre passageiros e quilômetros rodados, ela construiu não só um caminho profissional, mas uma história de força, superação e amor pela comunicação.</p>]]>
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      <title>Adolescência e comunicação: Podcast debate como fortalecer o diálogo entre pais e filhos</title>
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        <![CDATA[<p>A adolescência é uma fase de mudanças intensas, tanto para os jovens quanto para os pais. A busca por independência, os desafios emocionais e as novas formas de socialização podem tornar a comunicação dentro da família um desafio. Muitos pais relatam dificuldades em se conectar com os filhos, e os próprios adolescentes também enfrentam barreiras para se expressar. </p><p>Pensando nisso, o Observatório dessa semana, traz uma reflexão sobre o impacto da falta de diálogo no ambiente familiar, especialmente diante de produções como a série Adolescência, da Netflix, que acendeu um alerta para muitas famílias. A obra tem levado pais a perceberem que, mesmo quando os filhos estão em casa, no quarto, mexendo no celular, isso não significa que estão seguros emocionalmente. </p><p>Para debater e aprofundar a conversa, o podcast recebe a professora, palestrante, especialista em Comunicação Não Violenta e escritora Ingrid Haas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 06 Apr 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Podcast discute ações para combater violência doméstica em Minas Gerais</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p> A pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública “Visível e invisível: a vitimização de mulheres no Brasil” apontou que mais de 20 milhões de brasileiras com 16 anos ou mais relataram ter sofrido algum tipo de violência nos últimos 12 meses.</p><p>Além disso, uma em cada dez mulheres relatou ter sofrido abuso ou ter sido forçada a manter relação sexual. A maioria delas eram negras e tinham entre 25 e 44 anos.</p><p>Em Minas, a Polícia Militar criou a Primeira Companhia de Prevenção a Violência Doméstica (PVD) para dar apoio a vítimas de violência.</p><p>O Observatório Feminino deste domingo (28) recebe a comandante da 1ª companhia PVD, Major Aline Germânio de Souza, e a cabo Bruna Hudson para falar das ações do estado para prevenção do crime. </p><p><strong><br>O podcast<br></strong><br></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p> A pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública “Visível e invisível: a vitimização de mulheres no Brasil” apontou que mais de 20 milhões de brasileiras com 16 anos ou mais relataram ter sofrido algum tipo de violência nos últimos 12 meses.</p><p>Além disso, uma em cada dez mulheres relatou ter sofrido abuso ou ter sido forçada a manter relação sexual. A maioria delas eram negras e tinham entre 25 e 44 anos.</p><p>Em Minas, a Polícia Militar criou a Primeira Companhia de Prevenção a Violência Doméstica (PVD) para dar apoio a vítimas de violência.</p><p>O Observatório Feminino deste domingo (28) recebe a comandante da 1ª companhia PVD, Major Aline Germânio de Souza, e a cabo Bruna Hudson para falar das ações do estado para prevenção do crime. </p><p><strong><br>O podcast<br></strong><br></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 30 Mar 2025 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Podcast conta história da atleta que teve a vida transformada pelo futebol</title>
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        <![CDATA[<p>Débora Vieira Costa, conhecida no mundo do futebol como Debinha, tem 22 anos e é uma das jogadoras de destaque do Atlético Mineiro. Porém, a trajetória até chegar ao sucesso não foi fácil. Ela enfrentou desafios que a maioria das pessoas não pode imaginar, mas o esporte foi sua salvação.</p><p>Nascida em um contexto de dor e abandono, Débora foi deixada pelo pai biológico ainda no primeiro ano de vida e, desde então, encontrou acolhimento na mesma família que havia adotado a mãe. Contudo, o que deveria ser um refúgio seguro tornou-se um pesadelo. Aos 8 anos, Debinha foi abusada sexualmente pelo pai adotivo. Trauma que se repetiu até ela completar 12 anos. Mas foi o futebol que lhe deu forças para seguir em frente. Foi nos campos que a jogadora encontrou não apenas uma válvula de escape, mas também a motivação para transformar a dor em superação.</p><p>O Observatório Feminino conversa com Débora Vieira Costa, jogadora em destaque no Atlético Mineiro, que conta sobre a trajetória.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Débora Vieira Costa, conhecida no mundo do futebol como Debinha, tem 22 anos e é uma das jogadoras de destaque do Atlético Mineiro. Porém, a trajetória até chegar ao sucesso não foi fácil. Ela enfrentou desafios que a maioria das pessoas não pode imaginar, mas o esporte foi sua salvação.</p><p>Nascida em um contexto de dor e abandono, Débora foi deixada pelo pai biológico ainda no primeiro ano de vida e, desde então, encontrou acolhimento na mesma família que havia adotado a mãe. Contudo, o que deveria ser um refúgio seguro tornou-se um pesadelo. Aos 8 anos, Debinha foi abusada sexualmente pelo pai adotivo. Trauma que se repetiu até ela completar 12 anos. Mas foi o futebol que lhe deu forças para seguir em frente. Foi nos campos que a jogadora encontrou não apenas uma válvula de escape, mas também a motivação para transformar a dor em superação.</p><p>O Observatório Feminino conversa com Débora Vieira Costa, jogadora em destaque no Atlético Mineiro, que conta sobre a trajetória.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 23 Mar 2025 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Débora Vieira Costa, conhecida no mundo do futebol como Debinha, tem 22 anos e é uma das jogadoras de destaque do Atlético Mineiro. Porém, a trajetória até chegar ao sucesso não foi fácil. Ela enfrentou desafios que a maioria das pessoas não pode imaginar, mas o esporte foi sua salvação.</p><p>Nascida em um contexto de dor e abandono, Débora foi deixada pelo pai biológico ainda no primeiro ano de vida e, desde então, encontrou acolhimento na mesma família que havia adotado a mãe. Contudo, o que deveria ser um refúgio seguro tornou-se um pesadelo. Aos 8 anos, Debinha foi abusada sexualmente pelo pai adotivo. Trauma que se repetiu até ela completar 12 anos. Mas foi o futebol que lhe deu forças para seguir em frente. Foi nos campos que a jogadora encontrou não apenas uma válvula de escape, mas também a motivação para transformar a dor em superação.</p><p>O Observatório Feminino conversa com Débora Vieira Costa, jogadora em destaque no Atlético Mineiro, que conta sobre a trajetória.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <title>Autora do livro 'A calha' conta trajetória na polícia e prisão de homem que a abusou</title>
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        <![CDATA[<p> Jessica Lais Martinelli é policial, escritora e palestrante e no livro “A calha” ela conta a história de quando foi abusada sexualmente na infância, quando tinha apenas 9 anos de idade, mas mais do que contar sobre o episódio traumático, conta sobre a superação e a vontade por justiça a fez ser tornar policial e conseguiu prender o próprio agressor.</p><p>Martinelli é policial em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, e conseguiu prender o agressor 14 anos após o ocorrido. Hoje, com várias cópias vendidas, a autora trabalha dando palestras encorajando outras mulheres, vítimas de violência. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 16 Mar 2025 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Qual a importância da imagem na vida particular e profissional? Ouça podcast</title>
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        <![CDATA[<p> Já dizia o ditado popular que “a primeira impressão é a que fica”, e por mais que a princípio essa ideia pareça um pouco exagerada, estar confortável com si é essencial para transparecer confiança, autenticidade e claro, estilo.</p><p>E se engana quem acha que é preciso usar roupas caras e de marca para estar bem-vestido, mais importante que a qualidade das vestimentas, é a cor! Em uma consultoria de imagem é analisado o tom da pele do cliente para encontrar a paleta de cores ideal que vai valorizar os traços e as principais características do rosto da pessoa.</p><p>Outro “mito” sobre a consultoria de imagem, é que é algo exclusivo para as mulheres, mas não, homens também podem e devem fazer a consultoria para se vestirem melhor e se sentirem mais confiantes e encontrar a melhor versão usando as cores apropriadas.</p><p>Pensando nisso, o Observatório Feminino recebe a consultora de imagem e estilo, Flávia Sana, que também é produtora de moda, jornalista e empresária, para falar sobre a importância da imagem pessoal. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 09 Mar 2025 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p> Já dizia o ditado popular que “a primeira impressão é a que fica”, e por mais que a princípio essa ideia pareça um pouco exagerada, estar confortável com si é essencial para transparecer confiança, autenticidade e claro, estilo.</p><p>E se engana quem acha que é preciso usar roupas caras e de marca para estar bem-vestido, mais importante que a qualidade das vestimentas, é a cor! Em uma consultoria de imagem é analisado o tom da pele do cliente para encontrar a paleta de cores ideal que vai valorizar os traços e as principais características do rosto da pessoa.</p><p>Outro “mito” sobre a consultoria de imagem, é que é algo exclusivo para as mulheres, mas não, homens também podem e devem fazer a consultoria para se vestirem melhor e se sentirem mais confiantes e encontrar a melhor versão usando as cores apropriadas.</p><p>Pensando nisso, o Observatório Feminino recebe a consultora de imagem e estilo, Flávia Sana, que também é produtora de moda, jornalista e empresária, para falar sobre a importância da imagem pessoal. </p>]]>
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      <title>Podcast debate ações da PBH contra importunação sexual no Carnaval</title>
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        <![CDATA[<p>O Carnaval já começou! Mais importante que o brilho, o confete e a música é ter certeza que o bloco será seguro.</p><p>Já que em 2025 a capital mineira deve receber aproximadamente 6 milhões de foliões, a Prefeitura de Belo Horizonte promove o “Carnaval da Proteção”. No programa estão blitze com distribuição de adesivos com mensagens de proteção voltadas para o enfrentamento do trabalho infantil, do abuso e exploração sexual e da venda e consumo de bebidas alcoólicas por crianças e adolescentes.</p><p>Para reforçar a proteção de mulheres durante a folia, a PBH ativou o “Protocolo Quebre o Silêncio”, com ações de prevenção à violência sexual.</p><p>E como o Carnaval de BH é de todos, durante os blocos infantis serão distribuídas pulseiras de identificação para garantir que crianças e adolescentes não se percam dos pais ou responsáveis.</p><p>Para falar mais sobre essas medidas, o Observatório Feminino recebe Luana Magalhães, subsecretária de Direitos Humanos da Prefeitura de Belo Horizonte.</p><p><strong><br>O podcast</strong></p><p><br>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Carnaval já começou! Mais importante que o brilho, o confete e a música é ter certeza que o bloco será seguro.</p><p>Já que em 2025 a capital mineira deve receber aproximadamente 6 milhões de foliões, a Prefeitura de Belo Horizonte promove o “Carnaval da Proteção”. No programa estão blitze com distribuição de adesivos com mensagens de proteção voltadas para o enfrentamento do trabalho infantil, do abuso e exploração sexual e da venda e consumo de bebidas alcoólicas por crianças e adolescentes.</p><p>Para reforçar a proteção de mulheres durante a folia, a PBH ativou o “Protocolo Quebre o Silêncio”, com ações de prevenção à violência sexual.</p><p>E como o Carnaval de BH é de todos, durante os blocos infantis serão distribuídas pulseiras de identificação para garantir que crianças e adolescentes não se percam dos pais ou responsáveis.</p><p>Para falar mais sobre essas medidas, o Observatório Feminino recebe Luana Magalhães, subsecretária de Direitos Humanos da Prefeitura de Belo Horizonte.</p><p><strong><br>O podcast</strong></p><p><br>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 02 Mar 2025 18:09:33 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Podcast debate o comércio de acessórios feitos por mulheres para o carnaval</title>
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        <![CDATA[<p>Belo Horizonte se prepara para mais um Carnaval e, junto com a festa, vem o aquecimento da economia local impulsionado pelo trabalho de muitas mulheres. Entre ambulantes, lojistas e empreendedoras, elas desempenham um papel fundamental na movimentação do comércio durante esse período festivo.</p><p>O uso de acessórios tem ganhado cada vez mais espaço entre os foliões, que buscam incrementar seus looks com brincos, colares, glitter, adornos de cabelo e roupas personalizadas. Um estudo da Fecomércio MG aponta que apenas 16,7% dos entrevistados pretendem comprar fantasias novas, enquanto 36,1% preferem customizar suas próprias peças, o que aquece o setor de acessórios e materiais de personalização.</p><p>O Observatório Feminino conversa com Daniela Lima, empresária e criadora da marca mineira de acessórios Negalora, que se destaca pela oferta de peças cheias de estilo para os foliões.</p><p><strong>O podcast</strong></p><p><br>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 23 Feb 2025 20:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>O comércio de fantasias de Carnaval em BH | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>O Carnaval é, sem dúvida, uma das festas mais aguardadas do ano, não apenas pela diversão e pela energia que traz, mas também pela enorme importância econômica para várias cidades, e Belo Horizonte não é exceção.</p><p>De acordo com dados de uma pesquisa realizada pela Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), a cada dez empresários da capital, seis (59,2%) acreditam que o Carnaval terá reflexo positivo nas vendas. A estimativa é que cada folião gaste, em média, R$ 180 por dia na folia, valor 42% maior do que em 2024.</p><p>A secretária-adjunta de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Josiane de Souza, afirmou que a pasta espera 12 milhões de foliões em todo o Estado, sendo 6 milhões só na capital, um aumento de 10% com relação ao ano passado.</p><p>A festa movimenta o comércio de forma significativa, especialmente as lojas de fantasias, que veem nessa época um verdadeiro pico de vendas e também de alugueis. O podcast Observatório Feminino conversa com Gerusa de Fátima Barroso Lobato de Souza, dona da loja Folia e Fantasia, uma das principais referências da cidade quando o assunto é fantasia de Carnaval.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 16 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O Carnaval é, sem dúvida, uma das festas mais aguardadas do ano, não apenas pela diversão e pela energia que traz, mas também pela enorme importância econômica para várias cidades, e Belo Horizonte não é exceção.</p><p>De acordo com dados de uma pesquisa realizada pela Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), a cada dez empresários da capital, seis (59,2%) acreditam que o Carnaval terá reflexo positivo nas vendas. A estimativa é que cada folião gaste, em média, R$ 180 por dia na folia, valor 42% maior do que em 2024.</p><p>A secretária-adjunta de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Josiane de Souza, afirmou que a pasta espera 12 milhões de foliões em todo o Estado, sendo 6 milhões só na capital, um aumento de 10% com relação ao ano passado.</p><p>A festa movimenta o comércio de forma significativa, especialmente as lojas de fantasias, que veem nessa época um verdadeiro pico de vendas e também de alugueis. O podcast Observatório Feminino conversa com Gerusa de Fátima Barroso Lobato de Souza, dona da loja Folia e Fantasia, uma das principais referências da cidade quando o assunto é fantasia de Carnaval.</p>]]>
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      <title>O trabalho das mulheres que movimentam a economia no Carnaval de BH | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>No coração do Carnaval de Belo Horizonte, onde a música dos blocos ecoa pelas ruas e a alegria pulsa a cada esquina, existem mulheres que são o alicerce dessa festa popular.</p><p>Neste ano, a expectativa é receber cerca de 6 milhões de foliões, com uma movimentação financeira estimada em 1 bilhão de reais na economia local. </p><p>A programação vai contar com mais de 560 blocos de rua, incluindo 176 que vão desfilar pela primeira vez, totalizando aproximadamente 624 cortejos nas nove regionais da capital, de acordo com a Prefeitura.</p><p>E para saber mais sobre a experiência dessas mulheres que estão em vários segmentos do comércio, movimentando a economia, o Observatório Feminino conversa com a Alexandra Fonseca Ventura, que trabalha como ambulante há 20 anos.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 09 Feb 2025 20:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title> Qual o limite da exposição da vida pessoal na internet? | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>Compartilhar a própria vida através da tela de um celular tornou-se tão comum atualmente que também é a profissão de muitas pessoas, conhecidas como “digitais influencers” ou criadoras de conteúdo.</p><p>Com a facilidade de mostrar tudo na internet, fica o questionamento: qual será o limite? Será que realmente é normal assistir pessoas brigando em aviões e saber, pela internet, de assuntos tão pessoais como traições e brigas familiares?</p><p>Esse questionamento recai não apenas sobre os profissionais influenciadores, como também sobre os anônimos que viralizam com vídeos e relatos específicos.</p><p>Para discutir sobre o tema, o podcast Observatório Feminino recebe a terapeuta familiar sistêmica, especialista em Psicogenealogia, Fernanda Seabra.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 02 Feb 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Autora do livro ‘Hormônios, me ouçam!’ fala sobre menopausa e o pouco debate sobre o tema</title>
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        <![CDATA[<p>Desde o início da vida de uma menina falar sobre menstruação é um assunto que costuma ser delicado e considerado um “tabu”. Assim como a menarca - nome designado à primeira menstruação de uma mulher - , a menopausa - fim da menstruação e da fase reprodutiva - é um tema que não é tratado abertamente, o que é um problema visto que a menopausa é um período delicado que afeta não só a mulher como também as pessoas próximas à ela, já que o psicológico é bastante afetado também.</p><p>Os hormônios provocam muitas alterações na saúde da mulher e alguns sintomas são: fortes “ondas de calor”, diminuição da libído, sintomas depressivos, insônia e secura vaginal. Mesmo com todo esse impacto na vida das mulheres, o assunto da menopausa é pouco difundido e consequentemente gera dúvidas e desinformação.</p><p>O <a href="https://www.itatiaia.com.br/itacast/observatorio-feminino">Observatório Feminino</a> conversa com a escritora e empresária, Leila Rodrigues, que escreveu o livro <a href="https://loja.literarebooks.com.br/hormonios-me-oucam-relatos-bem-humorados-e-sem-tabus-de-como-a-escritora-sobreviveu-a-menopausa?srsltid=AfmBOorOdTt-nJPMSCc-Rh0yy9eKqtfhETe5nuwXi2oLisfJhgFZUbqJ"><strong>"Hormônios, me ouçam!"</strong></a>, um compilado de crônicas do período em que passou pela menopausa.</p><p>No livro ela busca tratar do assunto de maneira leve e divertida para “quebrar o tabu” já que, segundo a própria obra- 35% das mulheres têm vergonha de falar que estão passando pela menopausa.</p><p>Leila fala do caso de “amor e ódio” que viveu durante oito anos com sintomas de enxaqueca, insônia, ganho de peso, calorão, “chororô”, mau-humor e observa como “ninguém prepara as mulheres para essa surpresa da vida". </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Desde o início da vida de uma menina falar sobre menstruação é um assunto que costuma ser delicado e considerado um “tabu”. Assim como a menarca - nome designado à primeira menstruação de uma mulher - , a menopausa - fim da menstruação e da fase reprodutiva - é um tema que não é tratado abertamente, o que é um problema visto que a menopausa é um período delicado que afeta não só a mulher como também as pessoas próximas à ela, já que o psicológico é bastante afetado também.</p><p>Os hormônios provocam muitas alterações na saúde da mulher e alguns sintomas são: fortes “ondas de calor”, diminuição da libído, sintomas depressivos, insônia e secura vaginal. Mesmo com todo esse impacto na vida das mulheres, o assunto da menopausa é pouco difundido e consequentemente gera dúvidas e desinformação.</p><p>O <a href="https://www.itatiaia.com.br/itacast/observatorio-feminino">Observatório Feminino</a> conversa com a escritora e empresária, Leila Rodrigues, que escreveu o livro <a href="https://loja.literarebooks.com.br/hormonios-me-oucam-relatos-bem-humorados-e-sem-tabus-de-como-a-escritora-sobreviveu-a-menopausa?srsltid=AfmBOorOdTt-nJPMSCc-Rh0yy9eKqtfhETe5nuwXi2oLisfJhgFZUbqJ"><strong>"Hormônios, me ouçam!"</strong></a>, um compilado de crônicas do período em que passou pela menopausa.</p><p>No livro ela busca tratar do assunto de maneira leve e divertida para “quebrar o tabu” já que, segundo a própria obra- 35% das mulheres têm vergonha de falar que estão passando pela menopausa.</p><p>Leila fala do caso de “amor e ódio” que viveu durante oito anos com sintomas de enxaqueca, insônia, ganho de peso, calorão, “chororô”, mau-humor e observa como “ninguém prepara as mulheres para essa surpresa da vida". </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 26 Jan 2025 15:25:31 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Desde o início da vida de uma menina falar sobre menstruação é um assunto que costuma ser delicado e considerado um “tabu”. Assim como a menarca - nome designado à primeira menstruação de uma mulher - , a menopausa - fim da menstruação e da fase reprodutiva - é um tema que não é tratado abertamente, o que é um problema visto que a menopausa é um período delicado que afeta não só a mulher como também as pessoas próximas à ela, já que o psicológico é bastante afetado também.</p><p>Os hormônios provocam muitas alterações na saúde da mulher e alguns sintomas são: fortes “ondas de calor”, diminuição da libído, sintomas depressivos, insônia e secura vaginal. Mesmo com todo esse impacto na vida das mulheres, o assunto da menopausa é pouco difundido e consequentemente gera dúvidas e desinformação.</p><p>O <a href="https://www.itatiaia.com.br/itacast/observatorio-feminino">Observatório Feminino</a> conversa com a escritora e empresária, Leila Rodrigues, que escreveu o livro <a href="https://loja.literarebooks.com.br/hormonios-me-oucam-relatos-bem-humorados-e-sem-tabus-de-como-a-escritora-sobreviveu-a-menopausa?srsltid=AfmBOorOdTt-nJPMSCc-Rh0yy9eKqtfhETe5nuwXi2oLisfJhgFZUbqJ"><strong>"Hormônios, me ouçam!"</strong></a>, um compilado de crônicas do período em que passou pela menopausa.</p><p>No livro ela busca tratar do assunto de maneira leve e divertida para “quebrar o tabu” já que, segundo a própria obra- 35% das mulheres têm vergonha de falar que estão passando pela menopausa.</p><p>Leila fala do caso de “amor e ódio” que viveu durante oito anos com sintomas de enxaqueca, insônia, ganho de peso, calorão, “chororô”, mau-humor e observa como “ninguém prepara as mulheres para essa surpresa da vida". </p>]]>
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      <title>O combate ao assédio moral e sexual no ambiente das instituições públicas | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>O combate ao assédio moral e sexual no ambiente das instituições públicas constitui uma ação fundamental para o sucesso dessa política.</p><p>Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, a integridade é uma pedra fundamental da boa governança, uma condição para que todas as outras atividades do governo não só tenham confiança e legitimidade, mas também que sejam efetivas.</p><p>Em Minas Gerais, o assunto passou a ser tema de audiências publica, na Assembleia Legislativa, após a morte da escrivã Rafaela Drumond, de 32 anos, que tirou a própria vida no dia 9 de junho de 2023, dentro de casa, no Município de Antônio Carlos (Região Central). Conforme relatos de amigas, áudios que Rafaela teria enviado, ela estaria sofrendo assédio moral e sexual dos colegas na Delegacia de Carandaí.</p><p>Em 2019, a Corregedoria-Geral de Polícia Civil recebeu três denuncias de assedio moral ou sexual. Em 2020, as denuncias registradas subiram para 12. Em 2021 foram 11 denuncias. Em 2022 foram 18 e em 2023, foram 35 denuncias.</p><p>Para falar sobre o assedio moral e sexual nas instituições de Minas, o podcast Observatório Feminino convida a presidente da Associação dos Escrivães da Polícia Civil, Aline Risi dos Santos.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 20 Jan 2025 11:49:12 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O combate ao assédio moral e sexual no ambiente das instituições públicas constitui uma ação fundamental para o sucesso dessa política.</p><p>Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, a integridade é uma pedra fundamental da boa governança, uma condição para que todas as outras atividades do governo não só tenham confiança e legitimidade, mas também que sejam efetivas.</p><p>Em Minas Gerais, o assunto passou a ser tema de audiências publica, na Assembleia Legislativa, após a morte da escrivã Rafaela Drumond, de 32 anos, que tirou a própria vida no dia 9 de junho de 2023, dentro de casa, no Município de Antônio Carlos (Região Central). Conforme relatos de amigas, áudios que Rafaela teria enviado, ela estaria sofrendo assédio moral e sexual dos colegas na Delegacia de Carandaí.</p><p>Em 2019, a Corregedoria-Geral de Polícia Civil recebeu três denuncias de assedio moral ou sexual. Em 2020, as denuncias registradas subiram para 12. Em 2021 foram 11 denuncias. Em 2022 foram 18 e em 2023, foram 35 denuncias.</p><p>Para falar sobre o assedio moral e sexual nas instituições de Minas, o podcast Observatório Feminino convida a presidente da Associação dos Escrivães da Polícia Civil, Aline Risi dos Santos.</p>]]>
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      <title>A liderança das mulheres nas empresas | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>A liderança feminina nas empresas, instituições e organizações é uma realidade que vem se consolidando, mesmo com todos os obstáculos e desafios para que as mulheres sejam reconhecidas por todo o empenho e dedicação no trabalho.</p><p>O Observatório Feminino desta semana traz uma líder de sucesso que trabalha destacando a importância do diálogo na promoção de debates importantes para definir nosso presente e futuro.</p><p>Camila Camargo, é CEO da Esfera Brasil, uma instituição que é um espaço onde ideias são cultivadas, analisadas e transformadas em conhecimento aplicável. A Esfera tem contribuído ativamente para decisões mais informadas tanto no setor público quanto no privado.</p><p>Sob a liderança de Camila, a organização se tornou um ponto de convergência entre política, economia e ciência, ampliando horizontes e construindo pontes para o desenvolvimento sustentável e inclusivo.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 12 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>A violência patrimonial contra mulheres | Observatório Feminino</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p> A Organização das Nações Unidas (ONU) considera a violência de gênero uma pandemia devido aos números alarmantes. Para se ter uma ideia, segundo o relatório do órgão, apenas em 2021 mais de 81 mil mulheres foram assassinadas no mundo. Esse número equivale a 5 mortes por hora e de todas essas mortes, 56% delas os autores dos crimes foi algum parceiro.</p><p>Além da violência física ou psicológica, as mulheres também são vítimas da chamada violência patrimonial, que conforme a Lei Maria da Penha, esse tipo de crime é definido como “qualquer conduta que subtraia ou destrua bens, instrumentos de trabalho, documentos pessoais ou recursos econômicos da vítima”.</p><p>Apesar de também ser um crime, a violência patrimonial não é debatida na sociedade como as outras violências, por isso, o Observatório Feminino conversou com a advogada Laura Brito, da área do Direito da Família e Sucessões. </p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas </p>]]>
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        <![CDATA[<p> A Organização das Nações Unidas (ONU) considera a violência de gênero uma pandemia devido aos números alarmantes. Para se ter uma ideia, segundo o relatório do órgão, apenas em 2021 mais de 81 mil mulheres foram assassinadas no mundo. Esse número equivale a 5 mortes por hora e de todas essas mortes, 56% delas os autores dos crimes foi algum parceiro.</p><p>Além da violência física ou psicológica, as mulheres também são vítimas da chamada violência patrimonial, que conforme a Lei Maria da Penha, esse tipo de crime é definido como “qualquer conduta que subtraia ou destrua bens, instrumentos de trabalho, documentos pessoais ou recursos econômicos da vítima”.</p><p>Apesar de também ser um crime, a violência patrimonial não é debatida na sociedade como as outras violências, por isso, o Observatório Feminino conversou com a advogada Laura Brito, da área do Direito da Família e Sucessões. </p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 05 Jan 2025 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>A importância do ato de perdoar e os seus desafios | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>A possibilidade de perdoar se apresenta diariamente para cada pessoa. Você pode perdoar ou não quando leva uma fechada no trânsito, pode perdoar ou não uma traição, pode perdoar ou não um familiar depois de uma briga. O perdão demanda tempo e esforço.</p><p>Para discutir o assunto, o podcast Observatório Feminino recebe a empresária e a ex-deputada federal de São Paulo, Keiko Ota. Ela é mãe de Ives Ota, um menino que foi assassinado na década de 1990, aos 8 anos, depois de ser sequestrado. Keiko perdoou os assassinos do filho e pra ela: “Não existe paz sem perdão”.</p><p>Segundo ela, esse ato não foi visto como um gesto banal, mas como algo extraordinário, que exigiu maturidade psicológica, espiritual e até existencial.</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 29 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Mãe solo faz faxina voluntárias na casa de pessoas que não podem pagar | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p> Se colocar no lugar do outro. O nome disso é empatia. Quantas vezes você fez isso em 2024?</p><p>Durante as festas de final de ano, é costume da maioria das pessoas avaliar o que foi feito, erros, acertos, como foram as reações a determinadas situações, se algo poderia ter sido diferente.</p><p>O Observatório Feminino especial de Natal traz uma das pessoas que teve esse sentimento de empatia durante o ano. <br> </p><p>Ana Kelly Souza mora numa cidade bem pequena no interior de Minas Gerais chamada Uruana de Minas. Mãe solo, após perder a avó que era o alicerce da família, ela viu um caminho na faxina para recomeçar e criar o seu filho de 12 anos.</p><p>Hoje, ela faz vídeos mostrando a rotina das faxinas voluntárias das famílias que atende. Ela pega no pesado na casa de pessoas que não tem condições de pagar pela limpeza. <br> </p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas </p>]]>
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        <![CDATA[<p> Se colocar no lugar do outro. O nome disso é empatia. Quantas vezes você fez isso em 2024?</p><p>Durante as festas de final de ano, é costume da maioria das pessoas avaliar o que foi feito, erros, acertos, como foram as reações a determinadas situações, se algo poderia ter sido diferente.</p><p>O Observatório Feminino especial de Natal traz uma das pessoas que teve esse sentimento de empatia durante o ano. <br> </p><p>Ana Kelly Souza mora numa cidade bem pequena no interior de Minas Gerais chamada Uruana de Minas. Mãe solo, após perder a avó que era o alicerce da família, ela viu um caminho na faxina para recomeçar e criar o seu filho de 12 anos.</p><p>Hoje, ela faz vídeos mostrando a rotina das faxinas voluntárias das famílias que atende. Ela pega no pesado na casa de pessoas que não tem condições de pagar pela limpeza. <br> </p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 25 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p> Se colocar no lugar do outro. O nome disso é empatia. Quantas vezes você fez isso em 2024?</p><p>Durante as festas de final de ano, é costume da maioria das pessoas avaliar o que foi feito, erros, acertos, como foram as reações a determinadas situações, se algo poderia ter sido diferente.</p><p>O Observatório Feminino especial de Natal traz uma das pessoas que teve esse sentimento de empatia durante o ano. <br> </p><p>Ana Kelly Souza mora numa cidade bem pequena no interior de Minas Gerais chamada Uruana de Minas. Mãe solo, após perder a avó que era o alicerce da família, ela viu um caminho na faxina para recomeçar e criar o seu filho de 12 anos.</p><p>Hoje, ela faz vídeos mostrando a rotina das faxinas voluntárias das famílias que atende. Ela pega no pesado na casa de pessoas que não tem condições de pagar pela limpeza. <br> </p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas </p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>Como sair de situações infelizes nos relacionamentos e na vida? | Observatório Feminino</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Estar infeliz em alguma situação da vida, infeliz e insatisfeita no trabalho, no relacionamento. Muitas mulheres passam por isso e a grande maioria delas se mantém na rotina por algum motivo.</p><p>Medo do novo, medo de ficar desempregada, medo de dívidas, medo de experimentar. Cada mulher vive uma realidade, mas existe uma forma de não deixar que a tristeza tome conta, fazendo com que muitas vezes até prejudique a saúde mental.</p><p>O podcast Observatório Feminino conversa com Maria Resende, escritora, mentora e palestrante que já passou por essa situação e vai contar como ela conseguiu virar essa chave.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 22 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Os desafios da velhice para as mulheres | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>Cada rosto traz consigo uma marca do tempo. Cada coração traz uma história. Uns chamam de melhor idade, outros de velhice, outros apenas de idosas.</p><p>Em Belo Horizonte, o Lar Santa Gema Galgani acolhe mulheres de 60, 70, 80+, que enfrentam um duplo desafio: a vulnerabilidade natural que o envelhecimento traz e as dificuldades sociais que afetam especialmente as mulheres, como a solidão e a falta de suporte familiar.</p><p>Com a aproximação das festividades natalinas, essas histórias ganham um novo significado. A data, marcada pela solidariedade e pelo amor ao próximo, é um convite para enxergar nessas idosas não apenas a fragilidade, mas também a força e a sabedoria acumuladas ao longo da vida.</p><p>O podcast Observatório Feminino recebe Maura Santos Carvalho, coordenadora do Lar Santa Gema Galgani e que convive diariamente com essas mulheres.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 15 Dec 2024 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>A implementação de orçamentos sensíveis a gênero na administração pública | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>Um seminário realizado em Belo Horizonte, no dia 04 de dezembro, se dedicou ao debate de aspectos e experiências mais recentes sobre a implementação de orçamentos sensíveis a gênero na administração pública.</p><p>Durante o evento, foi lançado o Orçamento Temático da Mulher de Belo Horizonte, uma iniciativa para garantir maior sensibilidade de gênero nos orçamentos, assegurando mais recursos para as ações que busquem eliminar desigualdades entre homens e mulheres.</p><p>Para discutir o assunto, o podcast Observatório Feminino recebe Luana Magalhães, Subsecretária de Direitos de Cidadania da Prefeitura de BH e Camila Coutinho, representante da Secretaria de Planejamento no Comitê de Equidade da Prefeitura de Belo Horizonte. <br> </p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 08 Dec 2024 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>A prevenção e combate à violência de gênero | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>O Brasil registrou 1.463 casos de mulheres que foram vítimas de feminicídio em 2023 - 1 caso a cada 6 horas. Para relembrar a luta de várias mulheres foi criado o Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra a Mulher, lembrado em 25 de novembro. No entanto, como os dados mostram, ainda há pouco a se comemorar.</p><p>A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2019, do IBGE, mostrou que a proporção de mulheres de 18 anos ou mais de idade que sofreram violência psicológica, física ou sexual e cuja forma mais grave de violência foi praticada por um parceiro íntimo atual ou anterior foi de 6,0% em 2019, sendo maior na população preta ou parda: 6,3%.</p><p>Neste domingo (01), várias cidades do Brasil realizam a "Caminhada Pelo Fim da Violência Contra Mulheres e Meninas" encabeçada pelo grupo 'Mulheres do Brasil'. O grupo' é uma organização que busca estimular a participação feminina na construção de um Brasil melhor para todos os cidadãos</p><p>Para tratar da prevenção e combate à violência de gênero, o podcast Observatório Feminino desde domingo recebe uma das líderes do Mulheres do Brasil em Minas Gerais, Dalva Domingos.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 01 Dec 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>O aumento de consumo na Black Friday e os riscos de endividamento | Observatório Feminino</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Novembro é marcado pela Black Friday, um período de promoções e compras que pode levar ao endividamento. Em Belo Horizonte, as mulheres representam 47,9% dos inadimplentes, segundo dados da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH). </p><p>Apesar disso, elas também lideram na quitação de débitos, somando 48,89% dos pagamentos realizados, enquanto os homens representam 42,92%. Um dado importante do último Censo, realizado em 2022, aponta que 34,1% das mulheres são chefes de família, o que reflete o crescimento no número de lares liderados por elas e sua responsabilidade financeira. Pela primeira vez, as mulheres ocupam majoritariamente o papel de gestoras das finanças domésticas.</p><p>Para aprofundar a discussão sobre consumo, finanças e o impacto da Black Friday, o podcast Observatório Feminino deste domingo (24) conta com a participação da economista da CDL/BH, Ana Paula Bastos. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 24 Nov 2024 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Caso Robinho e a responsabilização das mulheres vítimas de estupro | Observatório Feminino</title>
      <itunes:episode>240</itunes:episode>
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      <itunes:title>Caso Robinho e a responsabilização das mulheres vítimas de estupro | Observatório Feminino</itunes:title>
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        <![CDATA[<p> Após mais de uma década em silêncio, a vítima do caso de estupro coletivo que levou à condenação do ex-jogador Robinho decidiu falar com a imprensa sobre o ocorrido em 2013.</p><p>Identificada apenas como Mercedes, a mulher de origem albanesa fez seu pronunciamento no documentário O Caso Robinho, produzido pela Globoplay que estreou na plataforma no último dia 30. Protegida por uma iluminação que preserva seu anonimato, Mercedes revelou que “apagou” após o crime, ocorrido numa discoteca em Milão, Itália.</p><p>O documentário mostra nas gravações com as falas dos agressores como a cultura do estupro faz vítimas em todo o mundo. O Brasil, por exemplo, registrou um crime de estupro a cada seis minutos em 2023.</p><p>Com um total de quase 84 mil casos, um aumento de 6,5% em relação a 2022. As mulheres são a maioria das vítimas. Os dados são do 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública.</p><p>A expressão “cultura do estupro” não é muito utilizada no campo do Direito, mas ficou conhecida após o caso de estupro coletivo de uma adolescente de 16 anos, ocorrido no Rio de Janeiro em 20 de maio de 2016.</p><p>A cultura do estupro descreve um contexto em que a violência sexual é tratada como algo normal ou insignificante, frequentemente sustentada por atitudes que culpabilizam as vítimas e protegem os agressores. Nessa cultura existe um conjunto de comportamentos e atitudes que permitem a tolerância ao estupro.</p><p>Robinho tentou minimizar o ato e desqualificar o testemunho da vítima. Esse tipo de atitude reflete uma sociedade onde o respeito à palavra da vítima é frequentemente posto em dúvida, e onde, principalmente, celebridades e figuras públicas tentam escapar das consequências de seus atos, usando sua posição de poder.</p><p>Para falar sobre a responsabilização das mulheres pelo estupro, o podcast Observatório Feminino deste domingo (17) recebe a especialista em Segurança Pública e Justiça Criminal pela Fundação João Pinheiro e mestre em Psicologia Social pela UFMG, Daniela Tiffany. </p>]]>
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        <![CDATA[<p> Após mais de uma década em silêncio, a vítima do caso de estupro coletivo que levou à condenação do ex-jogador Robinho decidiu falar com a imprensa sobre o ocorrido em 2013.</p><p>Identificada apenas como Mercedes, a mulher de origem albanesa fez seu pronunciamento no documentário O Caso Robinho, produzido pela Globoplay que estreou na plataforma no último dia 30. Protegida por uma iluminação que preserva seu anonimato, Mercedes revelou que “apagou” após o crime, ocorrido numa discoteca em Milão, Itália.</p><p>O documentário mostra nas gravações com as falas dos agressores como a cultura do estupro faz vítimas em todo o mundo. O Brasil, por exemplo, registrou um crime de estupro a cada seis minutos em 2023.</p><p>Com um total de quase 84 mil casos, um aumento de 6,5% em relação a 2022. As mulheres são a maioria das vítimas. Os dados são do 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública.</p><p>A expressão “cultura do estupro” não é muito utilizada no campo do Direito, mas ficou conhecida após o caso de estupro coletivo de uma adolescente de 16 anos, ocorrido no Rio de Janeiro em 20 de maio de 2016.</p><p>A cultura do estupro descreve um contexto em que a violência sexual é tratada como algo normal ou insignificante, frequentemente sustentada por atitudes que culpabilizam as vítimas e protegem os agressores. Nessa cultura existe um conjunto de comportamentos e atitudes que permitem a tolerância ao estupro.</p><p>Robinho tentou minimizar o ato e desqualificar o testemunho da vítima. Esse tipo de atitude reflete uma sociedade onde o respeito à palavra da vítima é frequentemente posto em dúvida, e onde, principalmente, celebridades e figuras públicas tentam escapar das consequências de seus atos, usando sua posição de poder.</p><p>Para falar sobre a responsabilização das mulheres pelo estupro, o podcast Observatório Feminino deste domingo (17) recebe a especialista em Segurança Pública e Justiça Criminal pela Fundação João Pinheiro e mestre em Psicologia Social pela UFMG, Daniela Tiffany. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 17 Nov 2024 13:06:48 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p> Após mais de uma década em silêncio, a vítima do caso de estupro coletivo que levou à condenação do ex-jogador Robinho decidiu falar com a imprensa sobre o ocorrido em 2013.</p><p>Identificada apenas como Mercedes, a mulher de origem albanesa fez seu pronunciamento no documentário O Caso Robinho, produzido pela Globoplay que estreou na plataforma no último dia 30. Protegida por uma iluminação que preserva seu anonimato, Mercedes revelou que “apagou” após o crime, ocorrido numa discoteca em Milão, Itália.</p><p>O documentário mostra nas gravações com as falas dos agressores como a cultura do estupro faz vítimas em todo o mundo. O Brasil, por exemplo, registrou um crime de estupro a cada seis minutos em 2023.</p><p>Com um total de quase 84 mil casos, um aumento de 6,5% em relação a 2022. As mulheres são a maioria das vítimas. Os dados são do 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública.</p><p>A expressão “cultura do estupro” não é muito utilizada no campo do Direito, mas ficou conhecida após o caso de estupro coletivo de uma adolescente de 16 anos, ocorrido no Rio de Janeiro em 20 de maio de 2016.</p><p>A cultura do estupro descreve um contexto em que a violência sexual é tratada como algo normal ou insignificante, frequentemente sustentada por atitudes que culpabilizam as vítimas e protegem os agressores. Nessa cultura existe um conjunto de comportamentos e atitudes que permitem a tolerância ao estupro.</p><p>Robinho tentou minimizar o ato e desqualificar o testemunho da vítima. Esse tipo de atitude reflete uma sociedade onde o respeito à palavra da vítima é frequentemente posto em dúvida, e onde, principalmente, celebridades e figuras públicas tentam escapar das consequências de seus atos, usando sua posição de poder.</p><p>Para falar sobre a responsabilização das mulheres pelo estupro, o podcast Observatório Feminino deste domingo (17) recebe a especialista em Segurança Pública e Justiça Criminal pela Fundação João Pinheiro e mestre em Psicologia Social pela UFMG, Daniela Tiffany. </p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>Descomplicando a economia, com Mara Bianchetti | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>Discutir economia pode ser um desafio para muita gente. O tema, embora presente no cotidiano, traz conceitos complexos e uma abrangência global que, muitas vezes, afastam as pessoas da discussão.</p><p>Mas entender a economia é essencial, pois ela impacta desde os preços no supermercado até as oportunidades de emprego e crescimento econômico.</p><p>É justamente para desmistificar e esclarecer essas questões que o podcast "Observatório Feminino" deste domingo (10) recebe a jornalista Mara Bianchetti, do Diário do Comércio. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Discutir economia pode ser um desafio para muita gente. O tema, embora presente no cotidiano, traz conceitos complexos e uma abrangência global que, muitas vezes, afastam as pessoas da discussão.</p><p>Mas entender a economia é essencial, pois ela impacta desde os preços no supermercado até as oportunidades de emprego e crescimento econômico.</p><p>É justamente para desmistificar e esclarecer essas questões que o podcast "Observatório Feminino" deste domingo (10) recebe a jornalista Mara Bianchetti, do Diário do Comércio. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 10 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Discutir economia pode ser um desafio para muita gente. O tema, embora presente no cotidiano, traz conceitos complexos e uma abrangência global que, muitas vezes, afastam as pessoas da discussão.</p><p>Mas entender a economia é essencial, pois ela impacta desde os preços no supermercado até as oportunidades de emprego e crescimento econômico.</p><p>É justamente para desmistificar e esclarecer essas questões que o podcast "Observatório Feminino" deste domingo (10) recebe a jornalista Mara Bianchetti, do Diário do Comércio. </p>]]>
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      <title>O que é coragem? Escritora reflete sobre o tema no livro 'Para todas as mulheres que não têm coragem' | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>Coragem, segundo o dicionário, significa “moral forte perante o perigo, os riscos; bravura, intrepidez”. No entanto, para muitas mulheres, essa palavra assume um significado profundo e pessoal. Com o objetivo de explorar esse conceito, o Observatório Feminino convida a jornalista e cofundadora da @contente.vc, Daniela Arrais, autora do livro Para todas as mulheres que não têm coragem.</p><p><br>Na obra, Daniela usa uma linguagem acessível e comovente, inspirada em suas próprias experiências e nas histórias de outras mulheres, para tratar de temas como autoaceitação, pressões sociais e o processo de ganhar autoconfiança. Ela aborda o que significa ser mulher na sociedade contemporânea, refletindo sobre os papéis tradicionais que podem restringir a autenticidade feminina.</p><p><br>Ao longo do livro, a jornalista demonstra uma sensibilidade que acolhe e encoraja as leitoras a enfrentarem suas inseguranças e a viverem de maneira mais verdadeira e plena. Ela é a convidada do podcast Observatório Feminino deste domingo (3). </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Coragem, segundo o dicionário, significa “moral forte perante o perigo, os riscos; bravura, intrepidez”. No entanto, para muitas mulheres, essa palavra assume um significado profundo e pessoal. Com o objetivo de explorar esse conceito, o Observatório Feminino convida a jornalista e cofundadora da @contente.vc, Daniela Arrais, autora do livro Para todas as mulheres que não têm coragem.</p><p><br>Na obra, Daniela usa uma linguagem acessível e comovente, inspirada em suas próprias experiências e nas histórias de outras mulheres, para tratar de temas como autoaceitação, pressões sociais e o processo de ganhar autoconfiança. Ela aborda o que significa ser mulher na sociedade contemporânea, refletindo sobre os papéis tradicionais que podem restringir a autenticidade feminina.</p><p><br>Ao longo do livro, a jornalista demonstra uma sensibilidade que acolhe e encoraja as leitoras a enfrentarem suas inseguranças e a viverem de maneira mais verdadeira e plena. Ela é a convidada do podcast Observatório Feminino deste domingo (3). </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 03 Nov 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Coragem, segundo o dicionário, significa “moral forte perante o perigo, os riscos; bravura, intrepidez”. No entanto, para muitas mulheres, essa palavra assume um significado profundo e pessoal. Com o objetivo de explorar esse conceito, o Observatório Feminino convida a jornalista e cofundadora da @contente.vc, Daniela Arrais, autora do livro Para todas as mulheres que não têm coragem.</p><p><br>Na obra, Daniela usa uma linguagem acessível e comovente, inspirada em suas próprias experiências e nas histórias de outras mulheres, para tratar de temas como autoaceitação, pressões sociais e o processo de ganhar autoconfiança. Ela aborda o que significa ser mulher na sociedade contemporânea, refletindo sobre os papéis tradicionais que podem restringir a autenticidade feminina.</p><p><br>Ao longo do livro, a jornalista demonstra uma sensibilidade que acolhe e encoraja as leitoras a enfrentarem suas inseguranças e a viverem de maneira mais verdadeira e plena. Ela é a convidada do podcast Observatório Feminino deste domingo (3). </p>]]>
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      <title>'Mama Nostra': livro reúne crônicas sobre os sentimentos, dores e apreensões do diagnóstico do câncer de mama</title>
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        <![CDATA[<p>O Outubro Rosa é um movimento internacional que ocorre durante todo o mês de outubro para promover a conscientização da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.</p><p>Além de chamar a atenção das mulheres para a necessidade de frequentar o médico e de fazer a mamografia, essa campanha também estimula que a mulherada se toque e sempre faça o autoexame das mamas. E os dados alertam; de acordo com o Ministério da Saúde, mais de 234 mil novos casos são previstos, até 2025, aqui em Minas Gerais. </p><p>Neste episódio do Observatório Feminino, o podcast recebe a professora e escritora Sílvia Contaldo, que no dia 26 lança o livro "Mama Nostra", que reúne 14 crônicas que tratam das percepções, sentimentos, dores e apreensões provocadas pelo adoecimento por câncer de mama. </p><p><strong>Serviço</strong><br>Lançamento do livro “Mama Nostra”<br>Data: dia 26 de outubro, sábado, às 11h<br>Local: Livraria Quixote, Rua Fernandes Tourinho, 274 - Savassi</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Outubro Rosa é um movimento internacional que ocorre durante todo o mês de outubro para promover a conscientização da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.</p><p>Além de chamar a atenção das mulheres para a necessidade de frequentar o médico e de fazer a mamografia, essa campanha também estimula que a mulherada se toque e sempre faça o autoexame das mamas. E os dados alertam; de acordo com o Ministério da Saúde, mais de 234 mil novos casos são previstos, até 2025, aqui em Minas Gerais. </p><p>Neste episódio do Observatório Feminino, o podcast recebe a professora e escritora Sílvia Contaldo, que no dia 26 lança o livro "Mama Nostra", que reúne 14 crônicas que tratam das percepções, sentimentos, dores e apreensões provocadas pelo adoecimento por câncer de mama. </p><p><strong>Serviço</strong><br>Lançamento do livro “Mama Nostra”<br>Data: dia 26 de outubro, sábado, às 11h<br>Local: Livraria Quixote, Rua Fernandes Tourinho, 274 - Savassi</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 27 Oct 2024 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O Outubro Rosa é um movimento internacional que ocorre durante todo o mês de outubro para promover a conscientização da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.</p><p>Além de chamar a atenção das mulheres para a necessidade de frequentar o médico e de fazer a mamografia, essa campanha também estimula que a mulherada se toque e sempre faça o autoexame das mamas. E os dados alertam; de acordo com o Ministério da Saúde, mais de 234 mil novos casos são previstos, até 2025, aqui em Minas Gerais. </p><p>Neste episódio do Observatório Feminino, o podcast recebe a professora e escritora Sílvia Contaldo, que no dia 26 lança o livro "Mama Nostra", que reúne 14 crônicas que tratam das percepções, sentimentos, dores e apreensões provocadas pelo adoecimento por câncer de mama. </p><p><strong>Serviço</strong><br>Lançamento do livro “Mama Nostra”<br>Data: dia 26 de outubro, sábado, às 11h<br>Local: Livraria Quixote, Rua Fernandes Tourinho, 274 - Savassi</p>]]>
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      <title>Como controlar o consumismo em crianças? | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>Ninguém nasce consumista. Esse tipo de comportamento, no entanto, atinge crianças e adultos e não começou agora. Antes, as propagandas estavam muito atreladas à televisão, seja em intervalos comerciais ou com personagens de novelas fazendo menções a um determinado produto. Atualmente, as empresas já conseguem, através de algoritmos muito sensíveis, oferecer a um consumidor exatamente aquele produto desejado e com anúncios em toda parte. </p><p>Quem nunca comentou com um amigo que desejava comprar alguma coisa e a partir desse momento só aparece aquele produto pra você? Ou seja, apesar das propagandas terem mudado um pouco o meio e o formato de comunicar com o público alvo, a mensagem para o consumo ainda está lá - e ainda mais eficaz.</p><p>Pensando nisso, o podcast observatório Feminino deste domingo (20) debate como controlar o consumismo, principalmente em crianças que são influenciadas pela publicidade, pela comparação com o que o outro colega tem, já que vivemos em uma sociedade que valoriza muito a posse de bens materiais. </p><p>Para debater o assunto, o podcast recebe a psicóloga Clínica Infantojuvenil, Ana Luísa Bolívar.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Ninguém nasce consumista. Esse tipo de comportamento, no entanto, atinge crianças e adultos e não começou agora. Antes, as propagandas estavam muito atreladas à televisão, seja em intervalos comerciais ou com personagens de novelas fazendo menções a um determinado produto. Atualmente, as empresas já conseguem, através de algoritmos muito sensíveis, oferecer a um consumidor exatamente aquele produto desejado e com anúncios em toda parte. </p><p>Quem nunca comentou com um amigo que desejava comprar alguma coisa e a partir desse momento só aparece aquele produto pra você? Ou seja, apesar das propagandas terem mudado um pouco o meio e o formato de comunicar com o público alvo, a mensagem para o consumo ainda está lá - e ainda mais eficaz.</p><p>Pensando nisso, o podcast observatório Feminino deste domingo (20) debate como controlar o consumismo, principalmente em crianças que são influenciadas pela publicidade, pela comparação com o que o outro colega tem, já que vivemos em uma sociedade que valoriza muito a posse de bens materiais. </p><p>Para debater o assunto, o podcast recebe a psicóloga Clínica Infantojuvenil, Ana Luísa Bolívar.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 20 Oct 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>A presença feminina na Câmara Municipal de BH após resultados das eleições de 2024 | Observatório Feminino</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>No último domingo (6) os eleitores de Belo Horizonte foram às urnas e, dos 41 vereadores escolhidos para ocupar a Câmara Municipal, 12 são mulheres, ou seja, 29%.</p><p>Esse resultado na totalidade já é o melhor para a bancada feminina da história da capital mineira, mas ainda melhora: dos cinco vereadores mais votados de BH, quatro são mulheres. Confira:</p><p>1° Pablo Almeida (PL) - 39.960 votos<br>2° Professora Marli (PP) - 23.773 votos<br>3°Iza Lourença (Psol) - 21.485 votos<br>4°Fernanda Pereira Altoé (Novo) - 18.682 votos<br>5°Marcela Trópia (Novo) - 17.878 votos</p><p>Episódio da semana </p><p>Para fazer uma análise deste cenário, o Observatório recebe a advogada e especialista em Direito Eleitoral e integrante da Associação Visibilidade Feminina, Dra. Carolina Lobo.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 13 Oct 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>A menopausa chegou, e agora? | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>A menopausa é uma fase natural na vida de toda mulher, marcando o fim da capacidade reprodutiva e trazendo uma série de mudanças hormonais. Embora seja um processo natural, essa fase pode impactar a qualidade de vida, por isso, entender e lidar com os eventos do período é essencial para uma transição mais tranquila.</p><p>A Organização Mundial de Saúde criou o Dia Mundial da Menopausa, 18 de outubro, celebrado então mês que vem. A atriz Ingrid Guimarães, em entrevista disse: "se todos os homens entrassem na menopausa, estava tudo resolvido há muito tempo", isso porque ainda encontramos tabu para falar sobre o assunto.</p><p>Para tratar dos tabus e mitos que envolvem a menopausa, a geriatra Bárbara Correia é a convidada do Observatório Feminino de domingo (29). </p>]]>
      </description>
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      <pubDate>Sun, 29 Sep 2024 07:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <itunes:author>Itatiaia</itunes:author>
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        <![CDATA[<p>A menopausa é uma fase natural na vida de toda mulher, marcando o fim da capacidade reprodutiva e trazendo uma série de mudanças hormonais. Embora seja um processo natural, essa fase pode impactar a qualidade de vida, por isso, entender e lidar com os eventos do período é essencial para uma transição mais tranquila.</p><p>A Organização Mundial de Saúde criou o Dia Mundial da Menopausa, 18 de outubro, celebrado então mês que vem. A atriz Ingrid Guimarães, em entrevista disse: "se todos os homens entrassem na menopausa, estava tudo resolvido há muito tempo", isso porque ainda encontramos tabu para falar sobre o assunto.</p><p>Para tratar dos tabus e mitos que envolvem a menopausa, a geriatra Bárbara Correia é a convidada do Observatório Feminino de domingo (29). </p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>Após 70 anos uma mulher assume a diretoria-geral da Faculdade Ciências Médicas de MG | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>A representatividade feminina em cargos de liderança tem evoluído lentamente no Brasil. Embora as mulheres constituam mais da metade da população e possuam, em média, um nível de educação superior ao dos homens, elas ocupam apenas 39,1% das posições de comando, de acordo com um levantamento recente da CNI (Confederação Nacional da Indústria).</p><p>Um marco histórico na Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais reflete uma importante mudança nesse cenário. Pela primeira vez em 70 anos, uma mulher assumiu a diretoria-geral da instituição. A médica ginecologista e professora Cláudia Laranjeira, que anteriormente atuava como Diretora de Graduação e 1ª Vice-diretora, foi nomeada para o cargo mais alto da prestigiada faculdade de medicina.</p><p>O destaque de sua nomeação não se limita apenas à conquista pessoal, mas também simboliza a crescente ocupação de cargos de liderança por mulheres no setor da educação e na área médica, tradicionalmente dominada por homens. Sua trajetória inspira o debate sobre a presença feminina em posições de destaque e a necessidade de ampliar esses espaços para mulheres no mercado de trabalho.</p><p>A doutora Cláudia é a convidada especial do programa Observatório Feminino desta semana, onde discute a importância de garantir mais espaço para mulheres em altos cargos e como o cenário vem mudando nos últimos anos.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A representatividade feminina em cargos de liderança tem evoluído lentamente no Brasil. Embora as mulheres constituam mais da metade da população e possuam, em média, um nível de educação superior ao dos homens, elas ocupam apenas 39,1% das posições de comando, de acordo com um levantamento recente da CNI (Confederação Nacional da Indústria).</p><p>Um marco histórico na Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais reflete uma importante mudança nesse cenário. Pela primeira vez em 70 anos, uma mulher assumiu a diretoria-geral da instituição. A médica ginecologista e professora Cláudia Laranjeira, que anteriormente atuava como Diretora de Graduação e 1ª Vice-diretora, foi nomeada para o cargo mais alto da prestigiada faculdade de medicina.</p><p>O destaque de sua nomeação não se limita apenas à conquista pessoal, mas também simboliza a crescente ocupação de cargos de liderança por mulheres no setor da educação e na área médica, tradicionalmente dominada por homens. Sua trajetória inspira o debate sobre a presença feminina em posições de destaque e a necessidade de ampliar esses espaços para mulheres no mercado de trabalho.</p><p>A doutora Cláudia é a convidada especial do programa Observatório Feminino desta semana, onde discute a importância de garantir mais espaço para mulheres em altos cargos e como o cenário vem mudando nos últimos anos.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 22 Sep 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>A representatividade feminina em cargos de liderança tem evoluído lentamente no Brasil. Embora as mulheres constituam mais da metade da população e possuam, em média, um nível de educação superior ao dos homens, elas ocupam apenas 39,1% das posições de comando, de acordo com um levantamento recente da CNI (Confederação Nacional da Indústria).</p><p>Um marco histórico na Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais reflete uma importante mudança nesse cenário. Pela primeira vez em 70 anos, uma mulher assumiu a diretoria-geral da instituição. A médica ginecologista e professora Cláudia Laranjeira, que anteriormente atuava como Diretora de Graduação e 1ª Vice-diretora, foi nomeada para o cargo mais alto da prestigiada faculdade de medicina.</p><p>O destaque de sua nomeação não se limita apenas à conquista pessoal, mas também simboliza a crescente ocupação de cargos de liderança por mulheres no setor da educação e na área médica, tradicionalmente dominada por homens. Sua trajetória inspira o debate sobre a presença feminina em posições de destaque e a necessidade de ampliar esses espaços para mulheres no mercado de trabalho.</p><p>A doutora Cláudia é a convidada especial do programa Observatório Feminino desta semana, onde discute a importância de garantir mais espaço para mulheres em altos cargos e como o cenário vem mudando nos últimos anos.</p>]]>
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      <title>Podcast debate maternidade e baixa em número de nascimentos no Brasil </title>
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        <![CDATA[<p> Quando se fala em maternidade, dados chamam atenção: de acordo com os dados do censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), as mulheres têm esperado chegar aos 40 anos, ou mais, para ter filhos, isso muito devido ao trabalho, pois querem se dedicar à carreira, buscar uma estabilidade financeira e profissional e depois construir uma família.</p><p>Apesar de não haver padrão de quantidade de filhos, ainda segundo o <a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/39560-em-2022-numero-de-nascimentos-cai-pelo-quarto-ano-e-chega-ao-menor-patamar-desde-1977%20">IBGE</a>, nota-se uma tendência ao filho único crescente no Brasil.Nesse contexto, o Observatório Feminino deste domingo (15) conversa com a psicóloga Infantojuvenil e Psicopedagoga Sandy Alves, para falar sobre a maternidade tardia, os impactos dela no psicológico das mulheres e a pressão para ter filhos imposta pela sociedade. </p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p> Quando se fala em maternidade, dados chamam atenção: de acordo com os dados do censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), as mulheres têm esperado chegar aos 40 anos, ou mais, para ter filhos, isso muito devido ao trabalho, pois querem se dedicar à carreira, buscar uma estabilidade financeira e profissional e depois construir uma família.</p><p>Apesar de não haver padrão de quantidade de filhos, ainda segundo o <a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/39560-em-2022-numero-de-nascimentos-cai-pelo-quarto-ano-e-chega-ao-menor-patamar-desde-1977%20">IBGE</a>, nota-se uma tendência ao filho único crescente no Brasil.Nesse contexto, o Observatório Feminino deste domingo (15) conversa com a psicóloga Infantojuvenil e Psicopedagoga Sandy Alves, para falar sobre a maternidade tardia, os impactos dela no psicológico das mulheres e a pressão para ter filhos imposta pela sociedade. </p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 15 Sep 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p> Quando se fala em maternidade, dados chamam atenção: de acordo com os dados do censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), as mulheres têm esperado chegar aos 40 anos, ou mais, para ter filhos, isso muito devido ao trabalho, pois querem se dedicar à carreira, buscar uma estabilidade financeira e profissional e depois construir uma família.</p><p>Apesar de não haver padrão de quantidade de filhos, ainda segundo o <a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/39560-em-2022-numero-de-nascimentos-cai-pelo-quarto-ano-e-chega-ao-menor-patamar-desde-1977%20">IBGE</a>, nota-se uma tendência ao filho único crescente no Brasil.Nesse contexto, o Observatório Feminino deste domingo (15) conversa com a psicóloga Infantojuvenil e Psicopedagoga Sandy Alves, para falar sobre a maternidade tardia, os impactos dela no psicológico das mulheres e a pressão para ter filhos imposta pela sociedade. </p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <title>Podcast Observatório Feminino: Setembro Amarelo, mês de reflexão e ação na prevenção ao suicídio</title>
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        <![CDATA[<p>O mês de setembro é marcado pelo Setembro Amarelo, uma campanha dedicada à conscientização e prevenção ao suicídio. O movimento busca promover debates sobre saúde mental, incentivando as pessoas a falarem sobre seus sentimentos e a procurarem ajuda em momentos de crise. A abordagem responsável sobre o tema é fundamental para quebrar tabus e criar ambientes de apoio e acolhimento.</p><p>Neste contexto, o Observatório Feminino deste domingo (8) recebe Norma Moreira de Oliveira, porta-voz e voluntária do Centro de Valorização da Vida (CVV) em Belo Horizonte. Norma atua diretamente com pessoas que acreditam que o suicídio pode ser uma solução para seus problemas, oferecendo escuta, apoio emocional e, muitas vezes, sendo uma linha de esperança em momentos de desespero.</p><p>O CVV é uma organização que presta apoio emocional e prevenção ao suicídio, realizando atendimento gratuito e voluntário 24 horas por dia, via telefone, chat e e-mail. O trabalho da Norma e de outros voluntários é crucial para auxiliar aqueles que enfrentam momentos de profunda angústia, reforçando a importância de se falar sobre o sofrimento e buscar ajuda.</p><p>Durante o mês de setembro, a campanha do Setembro Amarelo intensifica seus esforços para sensibilizar a sociedade sobre a importância da saúde mental. O objetivo é diminuir os índices de suicídio no país, promovendo o diálogo, a empatia e a compreensão sobre a complexidade dos fatores que levam uma pessoa a pensar em tirar a própria vida.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas. </p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O mês de setembro é marcado pelo Setembro Amarelo, uma campanha dedicada à conscientização e prevenção ao suicídio. O movimento busca promover debates sobre saúde mental, incentivando as pessoas a falarem sobre seus sentimentos e a procurarem ajuda em momentos de crise. A abordagem responsável sobre o tema é fundamental para quebrar tabus e criar ambientes de apoio e acolhimento.</p><p>Neste contexto, o Observatório Feminino deste domingo (8) recebe Norma Moreira de Oliveira, porta-voz e voluntária do Centro de Valorização da Vida (CVV) em Belo Horizonte. Norma atua diretamente com pessoas que acreditam que o suicídio pode ser uma solução para seus problemas, oferecendo escuta, apoio emocional e, muitas vezes, sendo uma linha de esperança em momentos de desespero.</p><p>O CVV é uma organização que presta apoio emocional e prevenção ao suicídio, realizando atendimento gratuito e voluntário 24 horas por dia, via telefone, chat e e-mail. O trabalho da Norma e de outros voluntários é crucial para auxiliar aqueles que enfrentam momentos de profunda angústia, reforçando a importância de se falar sobre o sofrimento e buscar ajuda.</p><p>Durante o mês de setembro, a campanha do Setembro Amarelo intensifica seus esforços para sensibilizar a sociedade sobre a importância da saúde mental. O objetivo é diminuir os índices de suicídio no país, promovendo o diálogo, a empatia e a compreensão sobre a complexidade dos fatores que levam uma pessoa a pensar em tirar a própria vida.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas. </p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Sun, 08 Sep 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O mês de setembro é marcado pelo Setembro Amarelo, uma campanha dedicada à conscientização e prevenção ao suicídio. O movimento busca promover debates sobre saúde mental, incentivando as pessoas a falarem sobre seus sentimentos e a procurarem ajuda em momentos de crise. A abordagem responsável sobre o tema é fundamental para quebrar tabus e criar ambientes de apoio e acolhimento.</p><p>Neste contexto, o Observatório Feminino deste domingo (8) recebe Norma Moreira de Oliveira, porta-voz e voluntária do Centro de Valorização da Vida (CVV) em Belo Horizonte. Norma atua diretamente com pessoas que acreditam que o suicídio pode ser uma solução para seus problemas, oferecendo escuta, apoio emocional e, muitas vezes, sendo uma linha de esperança em momentos de desespero.</p><p>O CVV é uma organização que presta apoio emocional e prevenção ao suicídio, realizando atendimento gratuito e voluntário 24 horas por dia, via telefone, chat e e-mail. O trabalho da Norma e de outros voluntários é crucial para auxiliar aqueles que enfrentam momentos de profunda angústia, reforçando a importância de se falar sobre o sofrimento e buscar ajuda.</p><p>Durante o mês de setembro, a campanha do Setembro Amarelo intensifica seus esforços para sensibilizar a sociedade sobre a importância da saúde mental. O objetivo é diminuir os índices de suicídio no país, promovendo o diálogo, a empatia e a compreensão sobre a complexidade dos fatores que levam uma pessoa a pensar em tirar a própria vida.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas. </p><p><br></p>]]>
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      <title>Observatório Feminino debate dados de violência doméstica e familiar em Minas Gerais</title>
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        <![CDATA[<p>O Ministério Público de Minas Gerais por meio do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher divulgou a pesquisa intitulada "Cenário de Feminicídios em MG: um estudo sobre as mortes violentas de mulheres entre os anos de 2021 e 2023". O levantamento revela que 94% dos casos de assassinato de mulheres, que foram a júri, resultaram na condenação dos acusados.</p><p><br></p><p>Sobre os agressores, foi constatado que 82% eram cônjuges, companheiros, namorados ou ex-namorados das vítimas. Além disso, 15% dos feminicídios consumados foram seguidos pelo suicídio do autor. O estudo também destaca que apenas 12% das mulheres vítimas de feminicídio tinham uma medida protetiva de urgência.</p><p><br></p><p>Para comentar esses dados, o Observatório Feminino recebe a promotora Patrícia Habkouk, que também é coordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Ministério Público de Minas Gerais por meio do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher divulgou a pesquisa intitulada "Cenário de Feminicídios em MG: um estudo sobre as mortes violentas de mulheres entre os anos de 2021 e 2023". O levantamento revela que 94% dos casos de assassinato de mulheres, que foram a júri, resultaram na condenação dos acusados.</p><p><br></p><p>Sobre os agressores, foi constatado que 82% eram cônjuges, companheiros, namorados ou ex-namorados das vítimas. Além disso, 15% dos feminicídios consumados foram seguidos pelo suicídio do autor. O estudo também destaca que apenas 12% das mulheres vítimas de feminicídio tinham uma medida protetiva de urgência.</p><p><br></p><p>Para comentar esses dados, o Observatório Feminino recebe a promotora Patrícia Habkouk, que também é coordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 01 Sep 2024 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino debate a experiência de planejar encontros</title>
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        <![CDATA[<p>O programa "Namoro na TV", apresentado por Silvio Santos, ajudava a formar casais que se conheciam no palco, eventualmente esses encontros resultavam até mesmo em casamento.</p><p>Com o passar dos anos, os flertes mediados pela televisão se adaptaram à tecnologia. Logo surgiu o bate-papo da uol que em seguida deu lugar aos aplicativos, que oferecem várias formas de as pessoas se conhecerem.</p><p>Existem ainda aplicativos segmentados pelo perfil das pessoas, caso das plataformas exclusivas para advogados ou servidores públicos, por exemplo.</p><p>A convidada do Observatório Feminino é a gestora de carreiras, Bruna Lacerda, que ficou conhecida como 'Ministra do amor' por planejar encontros às cegas através do Instagram.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 25 Aug 2024 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino debate o mundo corporativo e transição de carreira</title>
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      <itunes:title>Observatório Feminino debate o mundo corporativo e transição de carreira</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Quando se fala sobre mundo corporativo, especialmente quando o assunto é transição de carreira, muitas coisas vêm à mente: tecnologia, inteligência artificial, cursos, atualizações… mas será que há um caminho certo?</p><p>Uma pesquisa realizada pela Sólides, empresa que atua na área de tecnologia para Gestão de Pessoas, mostra que 73% dos profissionais acreditam que a capacitação contínua é fundamental para se manter no emprego.</p><p>Para falar deste assunto, o Observatório Feminino recebe Távira Magalhães, diretora de Recursos Humanos da Sólides.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Quando se fala sobre mundo corporativo, especialmente quando o assunto é transição de carreira, muitas coisas vêm à mente: tecnologia, inteligência artificial, cursos, atualizações… mas será que há um caminho certo?</p><p>Uma pesquisa realizada pela Sólides, empresa que atua na área de tecnologia para Gestão de Pessoas, mostra que 73% dos profissionais acreditam que a capacitação contínua é fundamental para se manter no emprego.</p><p>Para falar deste assunto, o Observatório Feminino recebe Távira Magalhães, diretora de Recursos Humanos da Sólides.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 18 Aug 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Quando se fala sobre mundo corporativo, especialmente quando o assunto é transição de carreira, muitas coisas vêm à mente: tecnologia, inteligência artificial, cursos, atualizações… mas será que há um caminho certo?</p><p>Uma pesquisa realizada pela Sólides, empresa que atua na área de tecnologia para Gestão de Pessoas, mostra que 73% dos profissionais acreditam que a capacitação contínua é fundamental para se manter no emprego.</p><p>Para falar deste assunto, o Observatório Feminino recebe Távira Magalhães, diretora de Recursos Humanos da Sólides.</p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>Dia dos pais: a influência familiar nas escolhas profissionais dos filhos</title>
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        <![CDATA[<p> É comum que os filhos se inspirem nos pais, seja na escolha do time de futebol, gosto musical e até profissão. Esse é o caso da família Drummond, a única a ter cinco gerações de jornalistas.</p><p>Neste domingo de Dia dos Pais (11), o Observatório Feminino conversa com parte de uma das cinco gerações de jornalistas da família Drummond, o premiadíssimo jornalistas mineiros, Ivan Drummond e o filho, um dos editores da Itatiaia, Felippe Drummond Neto.</p><p>Neste episódio a dupla conta histórias da trajetória no jornalismo, sobre a importância da profissão e claro, muitos causos de quem já está há anos em redações.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 11 Aug 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>ESPECIAL: Minha história, minha vida | Episódio 3</title>
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        <![CDATA[<p>Existe felicidade sem qualidade de vida? A resposta é não. Para quem tem 60+, ter qualidade de vida é essencial e principalmente depois de ter vivido por esse tempo, o que se quer é ser feliz e aproveitar a vida. No terceiro episódio do PodCast Especial do Observatório Feminino, a Jornalista Aline Neves, conversa com Nívio Bueno Amorim, que conta sua linda história de amor com a esposa e fala da alegria de viver. E também participam a Juliana Duarte Magalhães, Cofundadora e Gestora de execução artística do Instituto HaHaHa e com Juliene Lélis, atriz, palhaça e artista formadora também do Instituto.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 06 Aug 2024 12:51:49 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Podcast debate o impacto da busca pelo padrão de beleza na saúde das mulheres</title>
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        <![CDATA[<p>O padrão de beleza magro, jovem e branco sempre foi perseguido por mulheres de diversas gerações. Mas será que a saúde física e emocional são consideradas quando o assunto é beleza feminina? O padrão ideal de estética feminina cobrado pela sociedade é saudável? Algumas pesquisas apontam que não.</p><p>Um estudo feito na Austrália apontou, de maneira surpreendente, que o índice de massa corporal considerado mais atraente no caso das mulheres está abaixo do nível necessário para a saúde.</p><p>Para conversar sobre este assunto complexo a doutora Bárbara Arruda, médica integralista e pós-graduanda em nutrologia é a convidada do podcast Observatório Feminino que vai ao ar neste Domingo (04).</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 04 Aug 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>ESPECIAL: Minha história, minha vida | Episódio 2</title>
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        <![CDATA[<p>Criar uma cultura de diversidade geracional é um dos grandes desafios do mundo atual. O Censo do IBGE, divulgado em outubro do ano passado, mostra que a proporção de pessoas com 65 anos ou mais passou de 4% em 1980 para quase 11% da população brasileira em 2022, a maior proporção para essa faixa etária desde que o censo é realizado no país. O envelhecimento, contudo, pode virar um empecilho na hora de conseguir emprego e vem, muitas vezes, carregado de preconceito. </p><p>O termo "etarismo" é definido pela Organizações das Nações Unidas como: estereótipos (como pensamos), preconceitos (como nos sentimos) e discriminação (como agimos) em relação às pessoas com base na idade que têm. No segundo episódio do PodCast Especial do Observatório Feminino, "Minhas História, Minha Vida", a Jornalista Aline Neves, conversa hoje com a Doutora Bárbara Corrêa de Oliveira, Geriatra, sobre "Etarismo".</p><p>O "Minha história, minha vida" é um especial da equipe do Observatório Feminino dividido em três partes que reflete a melhor idade e os ensinamentos que os mais idosos querem deixar para as gerações mais jovens. Disponibilizado sempre às terças-feiras às 8h. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 30 Jul 2024 10:12:49 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Conheça o hospital que desenvolve projeto de Unidade de atendimento à mulher na Grande BH </title>
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        <![CDATA[<p>Cuidar é uma palavra bastante relacionada à mulher já que ela é a figura que cuida da casa, dos filhos, do marido, das pessoas mais velhas da família, mas afinal, quem cuida da mulher? Pensando nisso, o Hospital Mater Dei desenvolveu um projeto - com previsão de ser inaugurado em 2025; a Unidade da Mulher Mater Dei que vai atender as cidades de Betim e Contagem.</p><p>Inicialmente o projeto reúne as especialidades de Mastologia, Ginecologia e Obstetrícia, mas futuramente o objetivo é que outras especialidades para diagnóstico e promoção da saúde de mulheres de todas as idades, sejam realizadas. </p><p>Para falar sobre o assunto, a convidada do episódio deste domingo (28) do podcast Observatório Feminino é a médica mastologista e mamografista, Gabriela Ramos Alves, que atua no Serviço de Atendimento de Rede Mater Dei de Saúde.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 28 Jul 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>ESPECIAL: Minha história, minha vida | Episódio 1</title>
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        <![CDATA[<p>Mais de 15 mil casos de violência contra idosos foram registrados neste ano em Minas Gerais. Dados da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública levam em conta o período entre janeiro e maio deste ano. O valor é 2,32% maior que o mesmo período de 2023. Nesse PodCast especial de hoje, a Jornalista Fernanda Rodrigues, conversa com Renata Martins Costa de Moura, Diretora de Políticas para Pessoa Idosa de Belo Horizonte e também com a delegada Danúbia Quadros, chefe da Divisão Especializada em Atendimento à mulher, ao idoso, pessoas com deficiência e a vítimas de intolerância.</p><p>O "Minha história, minha vida" é um especial da equipe do Observatório Feminino dividido em três partes que reflete a melhor idade e os ensinamentos que os mais idosos querem deixar para as gerações mais jovens. Disponibilizado sempre às terças-feiras às 8h. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 24 Jul 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Mais de 15 mil casos de violência contra idosos foram registrados neste ano em Minas Gerais. Dados da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública levam em conta o período entre janeiro e maio deste ano. O valor é 2,32% maior que o mesmo período de 2023. Nesse PodCast especial de hoje, a Jornalista Fernanda Rodrigues, conversa com Renata Martins Costa de Moura, Diretora de Políticas para Pessoa Idosa de Belo Horizonte e também com a delegada Danúbia Quadros, chefe da Divisão Especializada em Atendimento à mulher, ao idoso, pessoas com deficiência e a vítimas de intolerância.</p><p>O "Minha história, minha vida" é um especial da equipe do Observatório Feminino dividido em três partes que reflete a melhor idade e os ensinamentos que os mais idosos querem deixar para as gerações mais jovens. Disponibilizado sempre às terças-feiras às 8h. </p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>Observatório Feminino debate a violência em namoros e relações casuais</title>
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        <![CDATA[<p>Apesar de toda divulgação envolvendo o combate à violência doméstica e a importância da denúncia, os dados não são positivos. De acordo com a Rede de Observatório da Segurança, em 2023, a violência contra mulheres cresceu 22% no Brasil. A cada 24 horas, 8 mulheres sofrem com agressões, torturas, ameaças e ofensas, assédio ou feminicídio.</p><p>Na maioria dos casos, as vítimas sofrem agressões dentro de suas próprias casas porque os agressores são seus maridos, mas a violência está presente em outros relacionamentos como um simples namoro adolescente, um relacionamento casual.</p><p>Para debater o assunto o podcast recebe a titular da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente em Belo Horizonte, a delegada Thalita Caldeira.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Apesar de toda divulgação envolvendo o combate à violência doméstica e a importância da denúncia, os dados não são positivos. De acordo com a Rede de Observatório da Segurança, em 2023, a violência contra mulheres cresceu 22% no Brasil. A cada 24 horas, 8 mulheres sofrem com agressões, torturas, ameaças e ofensas, assédio ou feminicídio.</p><p>Na maioria dos casos, as vítimas sofrem agressões dentro de suas próprias casas porque os agressores são seus maridos, mas a violência está presente em outros relacionamentos como um simples namoro adolescente, um relacionamento casual.</p><p>Para debater o assunto o podcast recebe a titular da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente em Belo Horizonte, a delegada Thalita Caldeira.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 21 Jul 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino recebe a autora Rafaela Vieira para falar sobre o livro 'Com Amor, Rafa'</title>
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        <![CDATA[<p>Rafaela Vieira, esposa do goleiro Everson do Atlético Mineiro, lançou em 2021, o livro de crônicas "Com Amor, Rafa". A obra reúne textos baseados em momentos, situações e sentimentos vivenciados por ela como mulher e esposa de um jogador de futebol.</p><p>No livro, Rafaela aborda temas como maternidade, relacionamentos e faz uma profunda reflexão sobre sua experiência pessoal. Escrever o livro foi um alívio, de acordo com a autora, que deseja compartilhar suas vivências com mulheres de outras gerações.</p><p>Rafaela Vieira, é a convidada de hoje do Observatório Feminino e falará sobre sua experiência na escrita do livro, direcionado ao público em geral, mas que busca servir de alento para quem se sente só ou perdida no complexo e visado mundo do futebol brasileiro atual.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 14 Jul 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Rafaela Vieira, esposa do goleiro Everson do Atlético Mineiro, lançou em 2021, o livro de crônicas "Com Amor, Rafa". A obra reúne textos baseados em momentos, situações e sentimentos vivenciados por ela como mulher e esposa de um jogador de futebol.</p><p>No livro, Rafaela aborda temas como maternidade, relacionamentos e faz uma profunda reflexão sobre sua experiência pessoal. Escrever o livro foi um alívio, de acordo com a autora, que deseja compartilhar suas vivências com mulheres de outras gerações.</p><p>Rafaela Vieira, é a convidada de hoje do Observatório Feminino e falará sobre sua experiência na escrita do livro, direcionado ao público em geral, mas que busca servir de alento para quem se sente só ou perdida no complexo e visado mundo do futebol brasileiro atual.</p>]]>
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      <title>Caso Beatriz: podcast conta a história da mãe que solucionou o assassinato da filha</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Beatriz Angélica Mota Ferreira da Silva tinha apenas sete anos quando foi encontrada morta na escola onde estudava, em 2015, em Petrolina (PE). Durante um evento, a criança se afastou da família para beber água e demorou para retornar. Os pais foram atrás da menina e, após 40 minutos, encontraram o corpo. Ela foi morta com mais de 40 facadas.</p><p>O assassinato chocou a todos na cidade, mas, passada a comoção, a família e a mãe de Beatriz, Lucinha Mota, foram em busca de justiça.</p><p>O Observatório Feminino deste domingo (7) traz a história que mostra a saga de uma mãe que fez o que parecia impossível e conseguiu solucionar a morte cruel da filha.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 07 Jul 2024 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Beatriz Angélica Mota Ferreira da Silva tinha apenas sete anos quando foi encontrada morta na escola onde estudava, em 2015, em Petrolina (PE). Durante um evento, a criança se afastou da família para beber água e demorou para retornar. Os pais foram atrás da menina e, após 40 minutos, encontraram o corpo. Ela foi morta com mais de 40 facadas.</p><p>O assassinato chocou a todos na cidade, mas, passada a comoção, a família e a mãe de Beatriz, Lucinha Mota, foram em busca de justiça.</p><p>O Observatório Feminino deste domingo (7) traz a história que mostra a saga de uma mãe que fez o que parecia impossível e conseguiu solucionar a morte cruel da filha.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <title>Divertida Mente 2: qual a importância das emoções? </title>
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        <![CDATA[<p>Falar sobre nossas emoções é um tema que, embora recente, ainda é desafiador. No entanto, essa conversa ganhou novo fôlego nas últimas semanas com a chegada do filme "Divertidamente 2" aos cinemas. O primeiro filme introduziu emoções primárias ou universais como raiva, alegria, medo, tristeza e nojo, e foi um grande sucesso. Agora, "Divertidamente 2" amplia esse espectro emocional ao incluir emoções secundárias como ansiedade, vergonha, tédio e inveja.</p><p>Apesar de ser classificado como um filme infantil ou infantojuvenil, o reconhecimento e o manejo das emoções são habilidades essenciais para todas as idades. O filme oferece uma oportunidade para pais e filhos discutirem abertamente sobre sentimentos e como lidar com eles de maneira saudável.</p><p>Para aprofundar essa discussão, o podcast "Observatório Feminino" deste domingo (30) contará com a presença da psicóloga especialista em terapia familiar, Tatiane Zan Atf. Ela irá abordar a importância de reconhecer e gerenciar nossas emoções no dia a dia, destacando como esses novos personagens do filme podem servir como ferramentas valiosas para iniciar conversas sobre saúde emocional em casa.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Falar sobre nossas emoções é um tema que, embora recente, ainda é desafiador. No entanto, essa conversa ganhou novo fôlego nas últimas semanas com a chegada do filme "Divertidamente 2" aos cinemas. O primeiro filme introduziu emoções primárias ou universais como raiva, alegria, medo, tristeza e nojo, e foi um grande sucesso. Agora, "Divertidamente 2" amplia esse espectro emocional ao incluir emoções secundárias como ansiedade, vergonha, tédio e inveja.</p><p>Apesar de ser classificado como um filme infantil ou infantojuvenil, o reconhecimento e o manejo das emoções são habilidades essenciais para todas as idades. O filme oferece uma oportunidade para pais e filhos discutirem abertamente sobre sentimentos e como lidar com eles de maneira saudável.</p><p>Para aprofundar essa discussão, o podcast "Observatório Feminino" deste domingo (30) contará com a presença da psicóloga especialista em terapia familiar, Tatiane Zan Atf. Ela irá abordar a importância de reconhecer e gerenciar nossas emoções no dia a dia, destacando como esses novos personagens do filme podem servir como ferramentas valiosas para iniciar conversas sobre saúde emocional em casa.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 30 Jun 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Falar sobre nossas emoções é um tema que, embora recente, ainda é desafiador. No entanto, essa conversa ganhou novo fôlego nas últimas semanas com a chegada do filme "Divertidamente 2" aos cinemas. O primeiro filme introduziu emoções primárias ou universais como raiva, alegria, medo, tristeza e nojo, e foi um grande sucesso. Agora, "Divertidamente 2" amplia esse espectro emocional ao incluir emoções secundárias como ansiedade, vergonha, tédio e inveja.</p><p>Apesar de ser classificado como um filme infantil ou infantojuvenil, o reconhecimento e o manejo das emoções são habilidades essenciais para todas as idades. O filme oferece uma oportunidade para pais e filhos discutirem abertamente sobre sentimentos e como lidar com eles de maneira saudável.</p><p>Para aprofundar essa discussão, o podcast "Observatório Feminino" deste domingo (30) contará com a presença da psicóloga especialista em terapia familiar, Tatiane Zan Atf. Ela irá abordar a importância de reconhecer e gerenciar nossas emoções no dia a dia, destacando como esses novos personagens do filme podem servir como ferramentas valiosas para iniciar conversas sobre saúde emocional em casa.</p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>Doenças cardiovasculares são a maior causa de morte em mulheres no Brasil; diz pesquisa</title>
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        <![CDATA[<p>Dados do Instituto Nacional de Cardiologia, ligado ao Ministério da Saúde, divulgados neste ano, indicam que doenças do coração e dos vasos sanguíneos, são as que mais matam mulheres no Brasil e no mundo. As doenças cardiovasculares superaram o câncer de mama e de colo de útero.</p><p>Para debater o assunto, o podcast Observatório Feminino recebe a médica cardiologista e Diretora do Departamento da Cardiologia da Mulher da Sociedade Mineira de Cardiologia, Maribene Bahia. Além disso, o episódio reflete se as mulheres estão deixando de cuidar de si mesmas para cumprir com uma responsabilidade demandada a elas de se preocuparem com a saúde de filhos, companheiros e pais.</p><p>Causas e sintomas</p><p>As principais causas das doenças cardiovasculares são o tabagismo, sedentarismo e maus hábitos alimentares. E os sintomas podem incluir dor ou desconforto no centro do peito, nos braços, ombros, cotovelos, mandíbulas ou costas.</p><p>Tratamento no SUS</p><p>O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece atendimento integral e gratuito para a prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças cardiovasculares. No primeiro atendimento, nas Unidades Básicas de Saúde, estão disponíveis ações de prevenção, como acompanhamento e monitoramento de fatores de risco como hipertensão e diabetes. Se houver necessidade, como diagnóstico de doença cardiovascular, o paciente é encaminhado para a Atenção Especializada, onde terá toda assistência para o acompanhamento com especialista, exames, tratamento e os procedimentos necessários, ambulatoriais ou cirúrgicos. O Brasil tem mais de 300 centros especializados de alta complexidade cardiovascular.</p><p>Outras informações podem ser acessadas no site da Sociedade Mineira de Cardiologia.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Dados do Instituto Nacional de Cardiologia, ligado ao Ministério da Saúde, divulgados neste ano, indicam que doenças do coração e dos vasos sanguíneos, são as que mais matam mulheres no Brasil e no mundo. As doenças cardiovasculares superaram o câncer de mama e de colo de útero.</p><p>Para debater o assunto, o podcast Observatório Feminino recebe a médica cardiologista e Diretora do Departamento da Cardiologia da Mulher da Sociedade Mineira de Cardiologia, Maribene Bahia. Além disso, o episódio reflete se as mulheres estão deixando de cuidar de si mesmas para cumprir com uma responsabilidade demandada a elas de se preocuparem com a saúde de filhos, companheiros e pais.</p><p>Causas e sintomas</p><p>As principais causas das doenças cardiovasculares são o tabagismo, sedentarismo e maus hábitos alimentares. E os sintomas podem incluir dor ou desconforto no centro do peito, nos braços, ombros, cotovelos, mandíbulas ou costas.</p><p>Tratamento no SUS</p><p>O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece atendimento integral e gratuito para a prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças cardiovasculares. No primeiro atendimento, nas Unidades Básicas de Saúde, estão disponíveis ações de prevenção, como acompanhamento e monitoramento de fatores de risco como hipertensão e diabetes. Se houver necessidade, como diagnóstico de doença cardiovascular, o paciente é encaminhado para a Atenção Especializada, onde terá toda assistência para o acompanhamento com especialista, exames, tratamento e os procedimentos necessários, ambulatoriais ou cirúrgicos. O Brasil tem mais de 300 centros especializados de alta complexidade cardiovascular.</p><p>Outras informações podem ser acessadas no site da Sociedade Mineira de Cardiologia.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 23 Jun 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Dados do Instituto Nacional de Cardiologia, ligado ao Ministério da Saúde, divulgados neste ano, indicam que doenças do coração e dos vasos sanguíneos, são as que mais matam mulheres no Brasil e no mundo. As doenças cardiovasculares superaram o câncer de mama e de colo de útero.</p><p>Para debater o assunto, o podcast Observatório Feminino recebe a médica cardiologista e Diretora do Departamento da Cardiologia da Mulher da Sociedade Mineira de Cardiologia, Maribene Bahia. Além disso, o episódio reflete se as mulheres estão deixando de cuidar de si mesmas para cumprir com uma responsabilidade demandada a elas de se preocuparem com a saúde de filhos, companheiros e pais.</p><p>Causas e sintomas</p><p>As principais causas das doenças cardiovasculares são o tabagismo, sedentarismo e maus hábitos alimentares. E os sintomas podem incluir dor ou desconforto no centro do peito, nos braços, ombros, cotovelos, mandíbulas ou costas.</p><p>Tratamento no SUS</p><p>O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece atendimento integral e gratuito para a prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças cardiovasculares. No primeiro atendimento, nas Unidades Básicas de Saúde, estão disponíveis ações de prevenção, como acompanhamento e monitoramento de fatores de risco como hipertensão e diabetes. Se houver necessidade, como diagnóstico de doença cardiovascular, o paciente é encaminhado para a Atenção Especializada, onde terá toda assistência para o acompanhamento com especialista, exames, tratamento e os procedimentos necessários, ambulatoriais ou cirúrgicos. O Brasil tem mais de 300 centros especializados de alta complexidade cardiovascular.</p><p>Outras informações podem ser acessadas no site da Sociedade Mineira de Cardiologia.</p>]]>
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      <title>Observatório Feminino recebe Nelma Kodama, primeira mulher presa na Lava-Jato</title>
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        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino conversou com Nelma Kodama, ex-doleira milionária que se tornou a primeira mulher a ser presa pela Operação Lava-Jato em março de 2014, quando foi detida no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.</p><p>Condenada a 18 anos de prisão pelo então juiz Sérgio Moro, por operar câmbio ilegalmente com dinheiro de corrupção, Kodama fez um acordo de delação premiada em 2016 e passou à prisão domiciliar.</p><p>Figura marcante na mídia, foi pega com 200 mil euros escondidos em roupas íntimas quando tentava fugir após descobrir que estava sendo investigada, Nelma também virou notícia em diversos veículos após cantar durante a CPI da Petrobrás e por 'combinar' a tornozeleira eletrônica com sapatos de luxo.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino conversou com Nelma Kodama, ex-doleira milionária que se tornou a primeira mulher a ser presa pela Operação Lava-Jato em março de 2014, quando foi detida no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.</p><p>Condenada a 18 anos de prisão pelo então juiz Sérgio Moro, por operar câmbio ilegalmente com dinheiro de corrupção, Kodama fez um acordo de delação premiada em 2016 e passou à prisão domiciliar.</p><p>Figura marcante na mídia, foi pega com 200 mil euros escondidos em roupas íntimas quando tentava fugir após descobrir que estava sendo investigada, Nelma também virou notícia em diversos veículos após cantar durante a CPI da Petrobrás e por 'combinar' a tornozeleira eletrônica com sapatos de luxo.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 16 Jun 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino conversou com Nelma Kodama, ex-doleira milionária que se tornou a primeira mulher a ser presa pela Operação Lava-Jato em março de 2014, quando foi detida no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.</p><p>Condenada a 18 anos de prisão pelo então juiz Sérgio Moro, por operar câmbio ilegalmente com dinheiro de corrupção, Kodama fez um acordo de delação premiada em 2016 e passou à prisão domiciliar.</p><p>Figura marcante na mídia, foi pega com 200 mil euros escondidos em roupas íntimas quando tentava fugir após descobrir que estava sendo investigada, Nelma também virou notícia em diversos veículos após cantar durante a CPI da Petrobrás e por 'combinar' a tornozeleira eletrônica com sapatos de luxo.</p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>Observatório Feminino debate transtornos alimentares, como bulimia, anorexia e compulsão alimentar</title>
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      <itunes:title>Observatório Feminino debate transtornos alimentares, como bulimia, anorexia e compulsão alimentar</itunes:title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Neste mês de junho é celebrado o Dia Mundial da Conscientização aos Transtornos Alimentares. O Observatório Feminino faz uma pergunta: quantas vezes você já ouviu falar sobre eles?</p><p>Apesar de ainda serem assuntos pouco discutidos, esses transtornos são comuns. Além do estigma, a subnotificação dos casos de bulimia, anorexia e compulsão alimentar, pode contribuir para que o assunto seja deixado de lado.</p><p>O Transtorno Alimentar atinge milhares de pessoas no mundo e é o tema do Observatório Feminino deste domingo (9). O podcast recebe uma pessoa que faz parte de um grupo de ajuda a quem tem esses transtornos, chamado Comedores Compulsivos Anônimos do Brasil. Por ser anônimo, a convidada não aparecerá e será chamada de Laura*, um nome fictício.</p><p>Comedores Compulsivos Anônimos do Brasil</p><p>Para mais informações sobre o grupo, acesse o perfil do Instagram neste link, ou o site neste link. Para contato mais direto, procure no WhatsApp por (31) 98111-4886.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Neste mês de junho é celebrado o Dia Mundial da Conscientização aos Transtornos Alimentares. O Observatório Feminino faz uma pergunta: quantas vezes você já ouviu falar sobre eles?</p><p>Apesar de ainda serem assuntos pouco discutidos, esses transtornos são comuns. Além do estigma, a subnotificação dos casos de bulimia, anorexia e compulsão alimentar, pode contribuir para que o assunto seja deixado de lado.</p><p>O Transtorno Alimentar atinge milhares de pessoas no mundo e é o tema do Observatório Feminino deste domingo (9). O podcast recebe uma pessoa que faz parte de um grupo de ajuda a quem tem esses transtornos, chamado Comedores Compulsivos Anônimos do Brasil. Por ser anônimo, a convidada não aparecerá e será chamada de Laura*, um nome fictício.</p><p>Comedores Compulsivos Anônimos do Brasil</p><p>Para mais informações sobre o grupo, acesse o perfil do Instagram neste link, ou o site neste link. Para contato mais direto, procure no WhatsApp por (31) 98111-4886.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 09 Jun 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Neste mês de junho é celebrado o Dia Mundial da Conscientização aos Transtornos Alimentares. O Observatório Feminino faz uma pergunta: quantas vezes você já ouviu falar sobre eles?</p><p>Apesar de ainda serem assuntos pouco discutidos, esses transtornos são comuns. Além do estigma, a subnotificação dos casos de bulimia, anorexia e compulsão alimentar, pode contribuir para que o assunto seja deixado de lado.</p><p>O Transtorno Alimentar atinge milhares de pessoas no mundo e é o tema do Observatório Feminino deste domingo (9). O podcast recebe uma pessoa que faz parte de um grupo de ajuda a quem tem esses transtornos, chamado Comedores Compulsivos Anônimos do Brasil. Por ser anônimo, a convidada não aparecerá e será chamada de Laura*, um nome fictício.</p><p>Comedores Compulsivos Anônimos do Brasil</p><p>Para mais informações sobre o grupo, acesse o perfil do Instagram neste link, ou o site neste link. Para contato mais direto, procure no WhatsApp por (31) 98111-4886.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <title>Moradora de BH detalha desafios de construir casa com as próprias mãos; ouça</title>
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        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino deste domingo (2) traz uma história inspiradora sobre sonhos e determinação. O episódio aborda o desejo comum de ter a casa própria e sair do aluguel, exemplificado pela trajetória de Gleice Oliveira, uma secretária de 34 anos.</p><p>Há quatro anos, Gleice tinha apenas R$ 160 na conta e o sonho de sair do aluguel. Com recursos limitados e sem dinheiro suficiente para pagar mão de obra, ela decidiu aprender tudo sobre construção civil por conta própria.</p><p>Gleice não apenas sonhou; ela agiu. Com muita determinação, ela se dedicou a aprender sobre construção civil e contou com a ajuda de amigos e anjos ao longo do caminho. A história de Gleice exemplifica a famosa frase: "Sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só. Mas sonho que se sonha junto é realidade". </p><p>O episódio deste domingo compartilha como Gleice está transformando seu sonho em realidade e oferece uma visão inspiradora para aqueles que desejam fazer o mesmo.</p><p>Para saber mais sobre a história de Gleice e como você pode ajudá-la a realizar seu sonho, clique aqui e entre em contato com ela.</p><p><strong>O podcast </strong></p><p>O Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino deste domingo (2) traz uma história inspiradora sobre sonhos e determinação. O episódio aborda o desejo comum de ter a casa própria e sair do aluguel, exemplificado pela trajetória de Gleice Oliveira, uma secretária de 34 anos.</p><p>Há quatro anos, Gleice tinha apenas R$ 160 na conta e o sonho de sair do aluguel. Com recursos limitados e sem dinheiro suficiente para pagar mão de obra, ela decidiu aprender tudo sobre construção civil por conta própria.</p><p>Gleice não apenas sonhou; ela agiu. Com muita determinação, ela se dedicou a aprender sobre construção civil e contou com a ajuda de amigos e anjos ao longo do caminho. A história de Gleice exemplifica a famosa frase: "Sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só. Mas sonho que se sonha junto é realidade". </p><p>O episódio deste domingo compartilha como Gleice está transformando seu sonho em realidade e oferece uma visão inspiradora para aqueles que desejam fazer o mesmo.</p><p>Para saber mais sobre a história de Gleice e como você pode ajudá-la a realizar seu sonho, clique aqui e entre em contato com ela.</p><p><strong>O podcast </strong></p><p>O Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 02 Jun 2024 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino deste domingo (2) traz uma história inspiradora sobre sonhos e determinação. O episódio aborda o desejo comum de ter a casa própria e sair do aluguel, exemplificado pela trajetória de Gleice Oliveira, uma secretária de 34 anos.</p><p>Há quatro anos, Gleice tinha apenas R$ 160 na conta e o sonho de sair do aluguel. Com recursos limitados e sem dinheiro suficiente para pagar mão de obra, ela decidiu aprender tudo sobre construção civil por conta própria.</p><p>Gleice não apenas sonhou; ela agiu. Com muita determinação, ela se dedicou a aprender sobre construção civil e contou com a ajuda de amigos e anjos ao longo do caminho. A história de Gleice exemplifica a famosa frase: "Sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só. Mas sonho que se sonha junto é realidade". </p><p>O episódio deste domingo compartilha como Gleice está transformando seu sonho em realidade e oferece uma visão inspiradora para aqueles que desejam fazer o mesmo.</p><p>Para saber mais sobre a história de Gleice e como você pode ajudá-la a realizar seu sonho, clique aqui e entre em contato com ela.</p><p><strong>O podcast </strong></p><p>O Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <title>Observatório Feminino debate o trabalho de mulheres na produção de queijos artesanais em Minas</title>
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        <![CDATA[<p>As mulheres têm papel primordial na produção dos queijos artesanais mineiros, que tem importância econômica fundamental para diversas regiões de Minas Gerais. Apesar do protagonismo, as mulheres foram apagadas dessa vitrine, que tem reconhecimento mundial.</p><p>Entre os dias 13 e 15 de junho, o Expominas, em Belo Horizonte, recebe o Festival do Queijo Artesanal de Minas, que chega à sua sexta edição. O Festival é realizado pelo Sistema Faemg Senar e Sebrae Minas e um dos destaques da programação é o "Encontro das Mulheres do Queijo Artesanal".</p><p>Para falar desse assunto, o Observatório Feminino deste domingo (26) recebe Silvana Novais, gerente da Mulher, do Jovem e de Inovação do Sistema Faemg Senar e Cida Machado, produtora de queijo na Queijaria Santa Clara Dourados, na cidade de Abadia dos Dourados, no Cerrado Mineiro.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>As mulheres têm papel primordial na produção dos queijos artesanais mineiros, que tem importância econômica fundamental para diversas regiões de Minas Gerais. Apesar do protagonismo, as mulheres foram apagadas dessa vitrine, que tem reconhecimento mundial.</p><p>Entre os dias 13 e 15 de junho, o Expominas, em Belo Horizonte, recebe o Festival do Queijo Artesanal de Minas, que chega à sua sexta edição. O Festival é realizado pelo Sistema Faemg Senar e Sebrae Minas e um dos destaques da programação é o "Encontro das Mulheres do Queijo Artesanal".</p><p>Para falar desse assunto, o Observatório Feminino deste domingo (26) recebe Silvana Novais, gerente da Mulher, do Jovem e de Inovação do Sistema Faemg Senar e Cida Machado, produtora de queijo na Queijaria Santa Clara Dourados, na cidade de Abadia dos Dourados, no Cerrado Mineiro.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 26 May 2024 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>As mulheres têm papel primordial na produção dos queijos artesanais mineiros, que tem importância econômica fundamental para diversas regiões de Minas Gerais. Apesar do protagonismo, as mulheres foram apagadas dessa vitrine, que tem reconhecimento mundial.</p><p>Entre os dias 13 e 15 de junho, o Expominas, em Belo Horizonte, recebe o Festival do Queijo Artesanal de Minas, que chega à sua sexta edição. O Festival é realizado pelo Sistema Faemg Senar e Sebrae Minas e um dos destaques da programação é o "Encontro das Mulheres do Queijo Artesanal".</p><p>Para falar desse assunto, o Observatório Feminino deste domingo (26) recebe Silvana Novais, gerente da Mulher, do Jovem e de Inovação do Sistema Faemg Senar e Cida Machado, produtora de queijo na Queijaria Santa Clara Dourados, na cidade de Abadia dos Dourados, no Cerrado Mineiro.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <title>Observatório Feminino debate o papel das doulas da gravidez ao pós-parto</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O momento do parto é único e reúne vários sentimentos, como alegria, medo, felicidade e apreensão. São emoções tanto da mãe, quanto do pai e também das pessoas que estão ali para receber o recém-nascido.</p><p>Na hora do parto, a futura mãe precisa ser acolhida e entendida. Precisa de apoio. É aí que muitas delas não recorrem a ninguém da família, e sim, às doulas.</p><p>As doulas desempenham um papel significativo no apoio físico, emocional e informativo a mulheres grávidas, casais e famílias durante a gravidez, parto e pós-parto. A doula não é, necessariamente, parteira nem enfermeira obstetra, ela atua como uma assistente de parto.</p><p>O Observatório Feminino deste domingo (19) discute o papel dessa figura cada vez mais importante nas famílias e recebe Poliana Holanda, que é doula, enfermeira e educadora perinatal.</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O momento do parto é único e reúne vários sentimentos, como alegria, medo, felicidade e apreensão. São emoções tanto da mãe, quanto do pai e também das pessoas que estão ali para receber o recém-nascido.</p><p>Na hora do parto, a futura mãe precisa ser acolhida e entendida. Precisa de apoio. É aí que muitas delas não recorrem a ninguém da família, e sim, às doulas.</p><p>As doulas desempenham um papel significativo no apoio físico, emocional e informativo a mulheres grávidas, casais e famílias durante a gravidez, parto e pós-parto. A doula não é, necessariamente, parteira nem enfermeira obstetra, ela atua como uma assistente de parto.</p><p>O Observatório Feminino deste domingo (19) discute o papel dessa figura cada vez mais importante nas famílias e recebe Poliana Holanda, que é doula, enfermeira e educadora perinatal.</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 19 May 2024 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O momento do parto é único e reúne vários sentimentos, como alegria, medo, felicidade e apreensão. São emoções tanto da mãe, quanto do pai e também das pessoas que estão ali para receber o recém-nascido.</p><p>Na hora do parto, a futura mãe precisa ser acolhida e entendida. Precisa de apoio. É aí que muitas delas não recorrem a ninguém da família, e sim, às doulas.</p><p>As doulas desempenham um papel significativo no apoio físico, emocional e informativo a mulheres grávidas, casais e famílias durante a gravidez, parto e pós-parto. A doula não é, necessariamente, parteira nem enfermeira obstetra, ela atua como uma assistente de parto.</p><p>O Observatório Feminino deste domingo (19) discute o papel dessa figura cada vez mais importante nas famílias e recebe Poliana Holanda, que é doula, enfermeira e educadora perinatal.</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <title>Observatório Feminino: especial de Dia das Mães debate relação entre mães e filhas</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>🎧 OBSERVATÓRIO FEMININO | Neste domingo (12) é celebrado o Dia das Mães. Uma palavra que ainda é muito idealizada e que pode vir cercada de incertezas e culpas. Mas não é dessa maternidade que o Observatório Feminino vai falar hoje. Vamos falar como cada mãe é única na relação com os filhos. Para cada filho, uma mãe.</p><p>O tema do programa especial de Dia das Mães é a relação entre mães e filhas. A história da nossa convidada de hoje, Júlia Campos, é uma história de amor, parceria e vínculo, onde uma se reconhece na outra e o amor é sem fim, mesmo com a mãe dela não estando mais aqui.</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio e no YouTube da Rádio de Minas.</p><p>🎧 Disponível em todos os tocadores de podcast e no Youtube da Itatiaia</p><p>#DiaDasMães #Maternidade #Podcast #ObservatórioFeminino</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 12 May 2024 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Companhia de teatro de mulheres de BH completa 13 anos de trajetória</title>
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        <![CDATA[<p>A Zula Cia de Teatro é uma companhia com peças com temáticas femininas, que contam a história de mulheres reais e que são voltadas para as mulheres. Criada em 2011, em Belo Horizonte, a Zula completa 13 anos de trajetória. </p><p>Neste domingo (5), a companhia apresenta um espetáculo que fala de Rosânela, mãe de umas atrizes do grupo, que viveu em sitaçaõ de rua e enfrentou o univero das drogas, da prostituição e da violência. </p><p>Além dessa peça, outras três marcam o aniversário do grupo: “Mamá”, que reúne depoimentos de mães que abordam as variadas formas de se relacionar com o universo materno, “Banho de Sol”, que fala do encontro com a realidade das mulheres na penitenciária e “CASA”,  que parte de relatos autobiográficos.</p><p>Para falar sobre os 13 anos da Zula Cia de Teatro, o Observatório Feminino deste domingo (05) recebe Talita Braga, atriz, dramaturga, professora de teatro, gestora cultural e fundadora da companhia. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>A Zula Cia de Teatro é uma companhia com peças com temáticas femininas, que contam a história de mulheres reais e que são voltadas para as mulheres. Criada em 2011, em Belo Horizonte, a Zula completa 13 anos de trajetória. </p><p>Neste domingo (5), a companhia apresenta um espetáculo que fala de Rosânela, mãe de umas atrizes do grupo, que viveu em sitaçaõ de rua e enfrentou o univero das drogas, da prostituição e da violência. </p><p>Além dessa peça, outras três marcam o aniversário do grupo: “Mamá”, que reúne depoimentos de mães que abordam as variadas formas de se relacionar com o universo materno, “Banho de Sol”, que fala do encontro com a realidade das mulheres na penitenciária e “CASA”,  que parte de relatos autobiográficos.</p><p>Para falar sobre os 13 anos da Zula Cia de Teatro, o Observatório Feminino deste domingo (05) recebe Talita Braga, atriz, dramaturga, professora de teatro, gestora cultural e fundadora da companhia. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 05 May 2024 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>A Zula Cia de Teatro é uma companhia com peças com temáticas femininas, que contam a história de mulheres reais e que são voltadas para as mulheres. Criada em 2011, em Belo Horizonte, a Zula completa 13 anos de trajetória. </p><p>Neste domingo (5), a companhia apresenta um espetáculo que fala de Rosânela, mãe de umas atrizes do grupo, que viveu em sitaçaõ de rua e enfrentou o univero das drogas, da prostituição e da violência. </p><p>Além dessa peça, outras três marcam o aniversário do grupo: “Mamá”, que reúne depoimentos de mães que abordam as variadas formas de se relacionar com o universo materno, “Banho de Sol”, que fala do encontro com a realidade das mulheres na penitenciária e “CASA”,  que parte de relatos autobiográficos.</p><p>Para falar sobre os 13 anos da Zula Cia de Teatro, o Observatório Feminino deste domingo (05) recebe Talita Braga, atriz, dramaturga, professora de teatro, gestora cultural e fundadora da companhia. </p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>Curso promovido pela Defensoria Pública ensina mulheres sobre direitos delas | Observatório Feminino</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O podcast 'Observatório Feminino' dessa semana recebe a defensora oública Samantha Vilarinho Mello Alves, coordenadora Estadual de Promoção e Defesa dos Direitos das Mulheres e coordenadora do projeto, para falar sobre um curso promovido pela Defensoria Pública de Minas.</p><p>O “Defensoras Populares” tem como objetivo ajudar mulheres a ampliar e a multiplicar a consciência sobre os direitos delas nos diversos ambientes que ocupam. Além disso, o curso possibilita as alunas a contribuírem com mudanças sociais a partir do ambiente que vivem e as transformando em verdadeiras multiplicadoras do conhecimento adquirido.  </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O podcast 'Observatório Feminino' dessa semana recebe a defensora oública Samantha Vilarinho Mello Alves, coordenadora Estadual de Promoção e Defesa dos Direitos das Mulheres e coordenadora do projeto, para falar sobre um curso promovido pela Defensoria Pública de Minas.</p><p>O “Defensoras Populares” tem como objetivo ajudar mulheres a ampliar e a multiplicar a consciência sobre os direitos delas nos diversos ambientes que ocupam. Além disso, o curso possibilita as alunas a contribuírem com mudanças sociais a partir do ambiente que vivem e as transformando em verdadeiras multiplicadoras do conhecimento adquirido.  </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 28 Apr 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O podcast 'Observatório Feminino' dessa semana recebe a defensora oública Samantha Vilarinho Mello Alves, coordenadora Estadual de Promoção e Defesa dos Direitos das Mulheres e coordenadora do projeto, para falar sobre um curso promovido pela Defensoria Pública de Minas.</p><p>O “Defensoras Populares” tem como objetivo ajudar mulheres a ampliar e a multiplicar a consciência sobre os direitos delas nos diversos ambientes que ocupam. Além disso, o curso possibilita as alunas a contribuírem com mudanças sociais a partir do ambiente que vivem e as transformando em verdadeiras multiplicadoras do conhecimento adquirido.  </p>]]>
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      <title>Observatório Feminino: Minas é um dos estados que mais registram casos de violência doméstica</title>
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        <![CDATA[<p>Só este ano, quase 45 mil mulheres foram vítimas de violência doméstica. Em média 418 mulheres são agredidas por dia no estado.</p><p>Minas Gerais está entre os estados que mais registram crimes contra a mulher no Brasil. Conforme dados divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, no ano passado, foram contabilizados 183 feminicídios em território mineiro. Os números colocam o estado na segunda posição da lista de ocorrências do tipo.</p><p>E claro que o Observatório Feminino não pode ficar calado. O podcast traz a voz dessas mulheres que já não estão mais aqui por lutar por justiça.</p><p>Para discutir esse assunto, o Observatório Feminino deste domingo (21) traz a Delegada Danubia Quadros, chefe da Divisão Especializada em Atendimento à Mulher, ao Idoso, à Pessoa com Deficiência e Vítimas de Intolerância (Demid).</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Só este ano, quase 45 mil mulheres foram vítimas de violência doméstica. Em média 418 mulheres são agredidas por dia no estado.</p><p>Minas Gerais está entre os estados que mais registram crimes contra a mulher no Brasil. Conforme dados divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, no ano passado, foram contabilizados 183 feminicídios em território mineiro. Os números colocam o estado na segunda posição da lista de ocorrências do tipo.</p><p>E claro que o Observatório Feminino não pode ficar calado. O podcast traz a voz dessas mulheres que já não estão mais aqui por lutar por justiça.</p><p>Para discutir esse assunto, o Observatório Feminino deste domingo (21) traz a Delegada Danubia Quadros, chefe da Divisão Especializada em Atendimento à Mulher, ao Idoso, à Pessoa com Deficiência e Vítimas de Intolerância (Demid).</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 22 Apr 2024 09:07:03 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Só este ano, quase 45 mil mulheres foram vítimas de violência doméstica. Em média 418 mulheres são agredidas por dia no estado.</p><p>Minas Gerais está entre os estados que mais registram crimes contra a mulher no Brasil. Conforme dados divulgados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, no ano passado, foram contabilizados 183 feminicídios em território mineiro. Os números colocam o estado na segunda posição da lista de ocorrências do tipo.</p><p>E claro que o Observatório Feminino não pode ficar calado. O podcast traz a voz dessas mulheres que já não estão mais aqui por lutar por justiça.</p><p>Para discutir esse assunto, o Observatório Feminino deste domingo (21) traz a Delegada Danubia Quadros, chefe da Divisão Especializada em Atendimento à Mulher, ao Idoso, à Pessoa com Deficiência e Vítimas de Intolerância (Demid).</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <title>‘Nonas’: Conheça projeto que homenageia mulheres nonagenárias</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Existe um ditado popular que diz que avó é mãe com açúcar. Lembrar dos nossos avós, é lembrar de um passado gostoso, cheio de memórias afetivas, é lembrar dos domingos na casa deles, daquela comida que só nossa avó sabia fazer, dos segredos compartilhados. E claro, do carinho.</p><p>O projeto ‘Nonagenárias’, ou como foi carinhosamente conhecido de “Nonas”, foi criado em 2021 para compartilhar na internet o exemplo e a lida de inúmeras mulheres de 90 anos que seguem ativas.</p><p>Apesar do preconceito da sociedade - que acredita que idosos ficam somente em camas, sempre em repouso - as estrelas do projeto mostram que vivem a vida plenamente, cuidam das casas, cozinham, exercitam o corpo, fazem palavras cruzadas, costuram, bordam e rezam.</p><p>Presença virtual: </p><p>Com mais de 80 vídeos publicados, as redes sociais do Projeto Nonagenárias reúne uma valiosa bagagem de memórias e experiências proporcionadas por ‘Nonas’ que ensinam mais sobre amor, compaixão e esperança em um mundo melhor.</p><p>Próximos passos: </p><p>De acordo com as redes do próprio projeto, o objetivo estará centrado no lançamento de livros e e-books, relatando com mais detalhes as histórias reais e as inúmeras vivências de suas mais de 80 participantes.</p><p>Para acompanhar os conteúdos do projeto, acesse o canal do YouTube https://www.youtube.com/@ProjetoNonagenarias</p><p>Nonagenárias no Observatório:</p><p>O Observatório Feminino recebe a diretora do Nonas, a jornalista mineira Luciana Morais.</p><p>O podcast vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Existe um ditado popular que diz que avó é mãe com açúcar. Lembrar dos nossos avós, é lembrar de um passado gostoso, cheio de memórias afetivas, é lembrar dos domingos na casa deles, daquela comida que só nossa avó sabia fazer, dos segredos compartilhados. E claro, do carinho.</p><p>O projeto ‘Nonagenárias’, ou como foi carinhosamente conhecido de “Nonas”, foi criado em 2021 para compartilhar na internet o exemplo e a lida de inúmeras mulheres de 90 anos que seguem ativas.</p><p>Apesar do preconceito da sociedade - que acredita que idosos ficam somente em camas, sempre em repouso - as estrelas do projeto mostram que vivem a vida plenamente, cuidam das casas, cozinham, exercitam o corpo, fazem palavras cruzadas, costuram, bordam e rezam.</p><p>Presença virtual: </p><p>Com mais de 80 vídeos publicados, as redes sociais do Projeto Nonagenárias reúne uma valiosa bagagem de memórias e experiências proporcionadas por ‘Nonas’ que ensinam mais sobre amor, compaixão e esperança em um mundo melhor.</p><p>Próximos passos: </p><p>De acordo com as redes do próprio projeto, o objetivo estará centrado no lançamento de livros e e-books, relatando com mais detalhes as histórias reais e as inúmeras vivências de suas mais de 80 participantes.</p><p>Para acompanhar os conteúdos do projeto, acesse o canal do YouTube https://www.youtube.com/@ProjetoNonagenarias</p><p>Nonagenárias no Observatório:</p><p>O Observatório Feminino recebe a diretora do Nonas, a jornalista mineira Luciana Morais.</p><p>O podcast vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 14 Apr 2024 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <itunes:author>Itatiaia</itunes:author>
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      <title>‘Observatório Feminino’ debate a importância da liberdade financeira feminina</title>
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        <![CDATA[<p>O podcast ‘Observatório Feminino’ tem por hábito debater e reforçar a importância da liberdade financeira que permite que mulheres saiam de situações de dependência e adquiram autoconfiança.</p><p>Em BH, o programa “Estamos Juntos” busca fomentar a autonomia econômica, garantindo a qualificação sócio-profissional e a inserção no mercado de trabalho, além do incentivo do empreendedorismo e a economia popular solidária.</p><p>O público alvo do projeto é a população em situação de rua ou pessoas com trajetória de vida nas ruas.</p><p>Para falar sobre o assunto o podcast recebe Giane Alves, gestora do Programa na Subsecretaria de Trabalho e Emprego da PBH e Kátia Regina uma das beneficiárias do Programa.</p><p>O Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 07 Apr 2024 13:22:34 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Conheça protocolo que visa coibir o assédio em bares e restaurantes de BH</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Uma pesquisa chamada "Bares Sem Assédio", feita com mulheres na cidade de São Paulo, reforça o que já é sabido sobre a situação em outras capitais, como em Belo Horizonte - que é considerada a capital dos botecos. 66% das mulheres já foram assediadas em bares ou restaurantes da cidade.</p><p><br></p><p>Para tentar amenizar a situação de assédios na cidade de Belo Horizonte, a Prefeitura (PBH) criou o "Protocolo Quebre o Silêncio". O documento traz uma série de medidas e orientações a bares, restaurantes e casas noturnas para o enfrentamento da violência sexual contra as frequentadoras.</p><p><br></p><p>Para explicar como funciona o Protocolo, o podcast "Observatório Feminino" deste domingo recebe Daniella Coelho, diretora de Políticas para as Mulheres de Belo Horizonte.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 31 Mar 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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    <item>
      <title>Incêndio no Ninho do Urubu: podcast relembra a tragédia que culminou na morte de 10 jovens atletas</title>
      <itunes:episode>204</itunes:episode>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Ser um jogador de futebol é o sonho de muitos jovens. E é um sonho que envolve toda a família, uma vez os testes começam cedo, fazendo com que pais, mães e avós abram mão de muitas coisas para levar os filhos para o campo e peneiras.</p><p>No dia 8 de fevereiro de 2019, 10 jovens atletas, com idades entre 14 e 16 anos, morreram num incêndio no Ninho do Urubu, o centro de treinamento do Flamengo, no Rio de Janeiro. E o sonho que tinham de serem jogadores de futebol foi enterrado com eles.</p><p>Para debater esse assunto, refletir sobre esse caso e não deixar que ele caia no esquecimento, assim como outras tragédias ocorridas aqui no Brasil, o Observatório Feminino deste domingo (24) recebe a jornalista investigativa, Daniela Arbex. Autora do livro "Longe do Ninho", ela conta a história desses meninos e os erros das autoridades que acabaram gerando toda essa triste história.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 24 Mar 2024 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Ser um jogador de futebol é o sonho de muitos jovens. E é um sonho que envolve toda a família, uma vez os testes começam cedo, fazendo com que pais, mães e avós abram mão de muitas coisas para levar os filhos para o campo e peneiras.</p><p>No dia 8 de fevereiro de 2019, 10 jovens atletas, com idades entre 14 e 16 anos, morreram num incêndio no Ninho do Urubu, o centro de treinamento do Flamengo, no Rio de Janeiro. E o sonho que tinham de serem jogadores de futebol foi enterrado com eles.</p><p>Para debater esse assunto, refletir sobre esse caso e não deixar que ele caia no esquecimento, assim como outras tragédias ocorridas aqui no Brasil, o Observatório Feminino deste domingo (24) recebe a jornalista investigativa, Daniela Arbex. Autora do livro "Longe do Ninho", ela conta a história desses meninos e os erros das autoridades que acabaram gerando toda essa triste história.</p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>Cultura de diversidade geracional é tema de debate do Observatório Feminino</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Criar uma cultura de diversidade geracional é um dos grandes desafios do mundo atual. O Censo do IBGE, divulgado em outubro do ano passado, mostra que a proporção de pessoas com 65 anos ou mais passou de 4% em 1980 para quase 11% da população brasileira em 2022, a maior proporção para essa faixa etária desde que o censo é realizado no país.</p><p>Em 1950 a expectativa de vida era de 48 anos. Agora, a expectativa é de 75 anos e meio. E o cálculo revela uma informação importante: as mulheres vivem em média 7 anos e meio a mais do que os homens.</p><p>Contudo, o envelhecimento pode virar um empecilho na hora de conseguir emprego e vem, muitas vezes, carregado de preconceito. O termo "etarismo" é definido pela Organizações das Nações Unidas (ONU) como estereótipos (como pensamos), preconceitos (como nos sentimos) e discriminação (como agimos) em relação às pessoas com base na idade que têm.</p><p>Para debater esse assunto, o Observatório Feminino deste domingo (17) recebe a doutora Maria Garcia, de 91 anos, referência em Direito Constitucional, da PUC de São Paulo, e a médica e geriatra Bárbara Corrêa.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Criar uma cultura de diversidade geracional é um dos grandes desafios do mundo atual. O Censo do IBGE, divulgado em outubro do ano passado, mostra que a proporção de pessoas com 65 anos ou mais passou de 4% em 1980 para quase 11% da população brasileira em 2022, a maior proporção para essa faixa etária desde que o censo é realizado no país.</p><p>Em 1950 a expectativa de vida era de 48 anos. Agora, a expectativa é de 75 anos e meio. E o cálculo revela uma informação importante: as mulheres vivem em média 7 anos e meio a mais do que os homens.</p><p>Contudo, o envelhecimento pode virar um empecilho na hora de conseguir emprego e vem, muitas vezes, carregado de preconceito. O termo "etarismo" é definido pela Organizações das Nações Unidas (ONU) como estereótipos (como pensamos), preconceitos (como nos sentimos) e discriminação (como agimos) em relação às pessoas com base na idade que têm.</p><p>Para debater esse assunto, o Observatório Feminino deste domingo (17) recebe a doutora Maria Garcia, de 91 anos, referência em Direito Constitucional, da PUC de São Paulo, e a médica e geriatra Bárbara Corrêa.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 17 Mar 2024 09:21:21 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Criar uma cultura de diversidade geracional é um dos grandes desafios do mundo atual. O Censo do IBGE, divulgado em outubro do ano passado, mostra que a proporção de pessoas com 65 anos ou mais passou de 4% em 1980 para quase 11% da população brasileira em 2022, a maior proporção para essa faixa etária desde que o censo é realizado no país.</p><p>Em 1950 a expectativa de vida era de 48 anos. Agora, a expectativa é de 75 anos e meio. E o cálculo revela uma informação importante: as mulheres vivem em média 7 anos e meio a mais do que os homens.</p><p>Contudo, o envelhecimento pode virar um empecilho na hora de conseguir emprego e vem, muitas vezes, carregado de preconceito. O termo "etarismo" é definido pela Organizações das Nações Unidas (ONU) como estereótipos (como pensamos), preconceitos (como nos sentimos) e discriminação (como agimos) em relação às pessoas com base na idade que têm.</p><p>Para debater esse assunto, o Observatório Feminino deste domingo (17) recebe a doutora Maria Garcia, de 91 anos, referência em Direito Constitucional, da PUC de São Paulo, e a médica e geriatra Bárbara Corrêa.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <title>Dia internacional da mulher: podcast debate o protagonismo feminino </title>
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        <![CDATA[<p>O dia internacional da mulher, celebrado na última sexta feira (8), não é uma ocasião de festa, mas de reflexão. Apesar dos progressos alcançados nas últimas décadas, ainda há muito a ser feito para garantir a igualdade e o respeito às mulheres.</p><p>No Observatório Feminino deste domingo (8), o tema é o Protagonismo Feminino.</p><p>É importante que as mulheres expressem seus sentimentos e pensamentos. Para discutir esse assunto, o programa conta com a participação da psicóloga e professora em saúde mental, Flávia Cristina Soares.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 10 Mar 2024 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Caso Daniel Alves: podcast debate como as mulheres podem denunciar crimes de agressão sexual</title>
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        <![CDATA[<p>O jogador Daniel Alves foi condenado a quatro anos e meio de prisão pela justiça espanhola por crime de agressão sexual, que engloba todos os delitos de conteúdo sexual na Espanha. Daniel Alves está preso desde o dia 20 de janeiro de 2023, há 13 meses, e pode recorrer da sentença.</p><p>Esse fato causa espanto para nós brasileiros. E causa espanto entre nós cidadãos comuns, porque entre os colegas ou “parças” do jogador, não se ouve nenhuma manifestação. Além da prisão, Daniel Alves terá que cumprir cinco anos em liberdade vigiada, após sair da cadeia. O jogador também foi condenado a pagar uma indenização de 150 mil euros (R$ 805 mil) por danos morais e físicos e a cobrir as despesas do processo.</p><p>É importante lembrar que, no Brasil, uma menina ou mulher foi estuprada a cada 8 minutos no primeiro semestre de 2023, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Foram registrados 34 mil estupros e estupros de vulneráveis de meninas e mulheres, o que representa aumento de 14,9% em relação ao mesmo período do ano de 2022 .</p><p>Os dados do Fórum também mostram que os feminicídios e homicídios femininos cresceram 2,6% no período, em comparação ao mesmo período de 2022. Foram 722 mulheres vítimas de feminicídio – quando o crime ocorre por razões de gênero.</p><p>Como o tema é violência contra mulher e leis, convidamos mais uma vez para o Observatório Feminino a Presidente da Comissão de Enfrentamento à Violência contra a Mulher da OAB Minas, Isabella Pedersoli.</p><p><strong>O podcast<br></strong><br></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O jogador Daniel Alves foi condenado a quatro anos e meio de prisão pela justiça espanhola por crime de agressão sexual, que engloba todos os delitos de conteúdo sexual na Espanha. Daniel Alves está preso desde o dia 20 de janeiro de 2023, há 13 meses, e pode recorrer da sentença.</p><p>Esse fato causa espanto para nós brasileiros. E causa espanto entre nós cidadãos comuns, porque entre os colegas ou “parças” do jogador, não se ouve nenhuma manifestação. Além da prisão, Daniel Alves terá que cumprir cinco anos em liberdade vigiada, após sair da cadeia. O jogador também foi condenado a pagar uma indenização de 150 mil euros (R$ 805 mil) por danos morais e físicos e a cobrir as despesas do processo.</p><p>É importante lembrar que, no Brasil, uma menina ou mulher foi estuprada a cada 8 minutos no primeiro semestre de 2023, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Foram registrados 34 mil estupros e estupros de vulneráveis de meninas e mulheres, o que representa aumento de 14,9% em relação ao mesmo período do ano de 2022 .</p><p>Os dados do Fórum também mostram que os feminicídios e homicídios femininos cresceram 2,6% no período, em comparação ao mesmo período de 2022. Foram 722 mulheres vítimas de feminicídio – quando o crime ocorre por razões de gênero.</p><p>Como o tema é violência contra mulher e leis, convidamos mais uma vez para o Observatório Feminino a Presidente da Comissão de Enfrentamento à Violência contra a Mulher da OAB Minas, Isabella Pedersoli.</p><p><strong>O podcast<br></strong><br></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 07 Mar 2024 14:40:35 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O jogador Daniel Alves foi condenado a quatro anos e meio de prisão pela justiça espanhola por crime de agressão sexual, que engloba todos os delitos de conteúdo sexual na Espanha. Daniel Alves está preso desde o dia 20 de janeiro de 2023, há 13 meses, e pode recorrer da sentença.</p><p>Esse fato causa espanto para nós brasileiros. E causa espanto entre nós cidadãos comuns, porque entre os colegas ou “parças” do jogador, não se ouve nenhuma manifestação. Além da prisão, Daniel Alves terá que cumprir cinco anos em liberdade vigiada, após sair da cadeia. O jogador também foi condenado a pagar uma indenização de 150 mil euros (R$ 805 mil) por danos morais e físicos e a cobrir as despesas do processo.</p><p>É importante lembrar que, no Brasil, uma menina ou mulher foi estuprada a cada 8 minutos no primeiro semestre de 2023, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Foram registrados 34 mil estupros e estupros de vulneráveis de meninas e mulheres, o que representa aumento de 14,9% em relação ao mesmo período do ano de 2022 .</p><p>Os dados do Fórum também mostram que os feminicídios e homicídios femininos cresceram 2,6% no período, em comparação ao mesmo período de 2022. Foram 722 mulheres vítimas de feminicídio – quando o crime ocorre por razões de gênero.</p><p>Como o tema é violência contra mulher e leis, convidamos mais uma vez para o Observatório Feminino a Presidente da Comissão de Enfrentamento à Violência contra a Mulher da OAB Minas, Isabella Pedersoli.</p><p><strong>O podcast<br></strong><br></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <title>Observatório Feminino: saiba como denunciar um relacionamento abusivo</title>
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        <![CDATA[<p>Em novembro de 2023, Ana Hickmann, de 42 anos, denunciou o ex-marido, Alexandre Correa, por agressão. A opinião pública elogiou a apresentadora pela coragem e de expor a violência sofrida e o caso se tornou referência ao se discutir relacionamentos abusivos.</p><p>Um relacionamento pode ser considerado abusivo quando apresenta qualquer tipo de comportamento que cause dano físico, psicológico, emocional, sexual ou financeiro a um dos parceiros. Cada vez mais comum, é importante que as vítimas desse tipo de violência saibam os caminhos para denunciar e tomar as medidas legais.</p><p>Para debater esse assunto, o Observatório Feminino (25) deste domingo recebe a advogada Maria Flávia Cardoso Máximo. Em conversa voltada para mulheres vítimas de relacionamentos abusivos, saiba como identificar esse tipo de violência e conheça os órgãos competentes para receberem as denúncias.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 25 Feb 2024 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino debate políticas públicas sobre o 'trabalho de cuidado'; entenda</title>
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        <![CDATA[<p>O trabalho de cuidado, entendido como atividades realizadas para o bem-estar das pessoas, está cada vez mais no centro dos debate. Foi assunto na redação do Enem 2023, que teve como tema "desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil, discutindo a ligação da temática com questões de gênero.</p><p>Com o objetivo de pautar o assunto nas políticas públicas de Belo Horizonte, a prefeitura da capital constrói uma Política Municipal de Cuidados. Uma das ações é a promoção de um evento para discutir o tema, o Seminário sobre Políticas do Cuidado.</p><p>O Observatório Feminino deste domingo (18) debate a importância dessa pauta. O programa recebe Laís Abramo, Secretária Nacional de Cuidados e Família, do Ministério do Desenvolvimento Social, e Rosilene Rocha, secretária Municipal de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania.</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 18 Feb 2024 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>PBH coloca Guardas Municipais na rua para combater a violência e a importunação sexual no carnaval</title>
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        <![CDATA[<p>Milhares de foliões curtem o Carnaval de Belo Horizonte, que não vai terminar na quarta-feira de cinzas. A festa continua, oficialmente, até domingo, 18 de fevereiro. Em 2023, a festa de BH foi a maior já registrada na capital, contando com 5,25 milhões de foliões. A expectativa da prefeitura é que em 2024, 5,5 milhões de pessoas encham as ruas da capital mineira. São 536 blocos cadastrados na Prefeitura para desfilar nas nove regionais da cidade.</p><p>Além de muita alegria, cores, animação, música boa e felicidade, é importante combater a violência e a importunação sexual. Pensando nisso, o Grupamento de Proteção à Mulher Guardiã Maria da Penha, da Guarda Civil Municipal de Belo Horizonte, estará nas ruas. O podcast recebe a guarda municipal Nery Pós para conversar sobre a iniciativa.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Milhares de foliões curtem o Carnaval de Belo Horizonte, que não vai terminar na quarta-feira de cinzas. A festa continua, oficialmente, até domingo, 18 de fevereiro. Em 2023, a festa de BH foi a maior já registrada na capital, contando com 5,25 milhões de foliões. A expectativa da prefeitura é que em 2024, 5,5 milhões de pessoas encham as ruas da capital mineira. São 536 blocos cadastrados na Prefeitura para desfilar nas nove regionais da cidade.</p><p>Além de muita alegria, cores, animação, música boa e felicidade, é importante combater a violência e a importunação sexual. Pensando nisso, o Grupamento de Proteção à Mulher Guardiã Maria da Penha, da Guarda Civil Municipal de Belo Horizonte, estará nas ruas. O podcast recebe a guarda municipal Nery Pós para conversar sobre a iniciativa.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 12 Feb 2024 12:51:08 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Milhares de foliões curtem o Carnaval de Belo Horizonte, que não vai terminar na quarta-feira de cinzas. A festa continua, oficialmente, até domingo, 18 de fevereiro. Em 2023, a festa de BH foi a maior já registrada na capital, contando com 5,25 milhões de foliões. A expectativa da prefeitura é que em 2024, 5,5 milhões de pessoas encham as ruas da capital mineira. São 536 blocos cadastrados na Prefeitura para desfilar nas nove regionais da cidade.</p><p>Além de muita alegria, cores, animação, música boa e felicidade, é importante combater a violência e a importunação sexual. Pensando nisso, o Grupamento de Proteção à Mulher Guardiã Maria da Penha, da Guarda Civil Municipal de Belo Horizonte, estará nas ruas. O podcast recebe a guarda municipal Nery Pós para conversar sobre a iniciativa.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>Do 'alisado' ao cacheado: como é o processo de transição capilar?</title>
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        <![CDATA[<p>O tema do podcast Observatório Feminino deste domingo (4) é a valorização do cabelo natural. Durante muito tempo, garotas, mulheres e até crianças sofreram com processos químicos, físicos e emocionais para alisar o cabelo. O cabelo crespo era visto como algo negativo e motivo de discriminação. Quem nunca escutou ou disse coisas como: "Nossa, que cabelo ruim", "arruma esse cabelo". E só quem vive ou viveu essa situação sabe o quanto é difícil se adequar a um padrão que não representa a sua identidade.</p><p>Para conversar sobre esse assunto, o programa convida a farmacêutica tricologista e terapeuta capilar, empresária, sócia fundadora do Fusilli - Espaço dedicado à saúde, transição capilar e corte, especializado em cabelos com curvatura, Marina Ulhoa. A empresária é vencedora do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios.</p><p><br></p><p><strong>O podcast</strong></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O tema do podcast Observatório Feminino deste domingo (4) é a valorização do cabelo natural. Durante muito tempo, garotas, mulheres e até crianças sofreram com processos químicos, físicos e emocionais para alisar o cabelo. O cabelo crespo era visto como algo negativo e motivo de discriminação. Quem nunca escutou ou disse coisas como: "Nossa, que cabelo ruim", "arruma esse cabelo". E só quem vive ou viveu essa situação sabe o quanto é difícil se adequar a um padrão que não representa a sua identidade.</p><p>Para conversar sobre esse assunto, o programa convida a farmacêutica tricologista e terapeuta capilar, empresária, sócia fundadora do Fusilli - Espaço dedicado à saúde, transição capilar e corte, especializado em cabelos com curvatura, Marina Ulhoa. A empresária é vencedora do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios.</p><p><br></p><p><strong>O podcast</strong></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Sun, 04 Feb 2024 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O tema do podcast Observatório Feminino deste domingo (4) é a valorização do cabelo natural. Durante muito tempo, garotas, mulheres e até crianças sofreram com processos químicos, físicos e emocionais para alisar o cabelo. O cabelo crespo era visto como algo negativo e motivo de discriminação. Quem nunca escutou ou disse coisas como: "Nossa, que cabelo ruim", "arruma esse cabelo". E só quem vive ou viveu essa situação sabe o quanto é difícil se adequar a um padrão que não representa a sua identidade.</p><p>Para conversar sobre esse assunto, o programa convida a farmacêutica tricologista e terapeuta capilar, empresária, sócia fundadora do Fusilli - Espaço dedicado à saúde, transição capilar e corte, especializado em cabelos com curvatura, Marina Ulhoa. A empresária é vencedora do Prêmio Sebrae Mulher de Negócios.</p><p><br></p><p><strong>O podcast</strong></p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p><p><br></p>]]>
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      <title>Observatório Feminino debate a presença feminina nos blocos de Carnaval de BH</title>
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        <![CDATA[<p>O carnaval é uma festa popular que atrai milhões de pessoas para as ruas de Belo Horizonte. Quem gosta de música, dança e diversão está no lugar certo, pois a folia já começou! Você consegue imaginar 5 milhões de pessoas se divertindo juntas na capital mineira? É muita animação, é muita felicidade.</p><p>No episódio anterior, o Observatório Feminino conversou com representantes do Governo de Minas para saber como será a segurança dos foliões, das mulheres, das crianças e de todos que vão aproveitar. E é claro que não podia faltar, os protagonistas dessa festa: representantes de blocos que vão animar a cidade.</p><p>Hoje recebemos integrantes do bloco O Clandestinas, que além de tocar muito e fazer a galera dançar, surgiu dentro de movimentos sociais e é formado por apoiadoras da Casa Tina Martins, a primeira ocupação feminista da América Latina.</p><p>O bloco foi criado em 2017 e desfila no sábado, 3 de fevereiro, com o objetivo de reforçar a presença das mulheres nos espaços públicos e a participação essencial na construção de uma sociedade mais justa. O grupo é formado por mulheres e pessoas e representa uma causa muito importante: a luta contra a violência de gênero.</p><p>Para participar dessa conversa sobre essa festa maravilhosa, o Observatório Feminino deste domingo (28) recebe as duas coordenadoras de produção do Bloco Clandestinas, a Bárbara Letícia Rodrigues e Pedrina Gomes. Confira:</p><p>O Bloco ClandesTinas não conta com nenhum apoio oficial para cobrir as despesas do carnaval. Você pode contribuir por meio deste link.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O carnaval é uma festa popular que atrai milhões de pessoas para as ruas de Belo Horizonte. Quem gosta de música, dança e diversão está no lugar certo, pois a folia já começou! Você consegue imaginar 5 milhões de pessoas se divertindo juntas na capital mineira? É muita animação, é muita felicidade.</p><p>No episódio anterior, o Observatório Feminino conversou com representantes do Governo de Minas para saber como será a segurança dos foliões, das mulheres, das crianças e de todos que vão aproveitar. E é claro que não podia faltar, os protagonistas dessa festa: representantes de blocos que vão animar a cidade.</p><p>Hoje recebemos integrantes do bloco O Clandestinas, que além de tocar muito e fazer a galera dançar, surgiu dentro de movimentos sociais e é formado por apoiadoras da Casa Tina Martins, a primeira ocupação feminista da América Latina.</p><p>O bloco foi criado em 2017 e desfila no sábado, 3 de fevereiro, com o objetivo de reforçar a presença das mulheres nos espaços públicos e a participação essencial na construção de uma sociedade mais justa. O grupo é formado por mulheres e pessoas e representa uma causa muito importante: a luta contra a violência de gênero.</p><p>Para participar dessa conversa sobre essa festa maravilhosa, o Observatório Feminino deste domingo (28) recebe as duas coordenadoras de produção do Bloco Clandestinas, a Bárbara Letícia Rodrigues e Pedrina Gomes. Confira:</p><p>O Bloco ClandesTinas não conta com nenhum apoio oficial para cobrir as despesas do carnaval. Você pode contribuir por meio deste link.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 28 Jan 2024 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>MG terá operação para atender mulheres vítimas de assédio no Carnaval de 2024 em BH; entenda </title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O estado de Minas Gerais espera receber cerca de 12,1 milhões de foliões durante o Carnaval de 2024, sendo 6,6 milhões no interior e 5,5 milhões em Belo Horizonte. Segundo a Secretaria de Cultura e Turismo (Secult), a expectativa é que a festividade movimente R$1,8 bilhão no total.</p><p>Em 2024, uma das novidades para o Carnaval mineiro é a atuação constante da Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de Minas durante toda a folia, que fará plantão Integrado para atender mulheres vítimas de importunação e ou violência sexual nas ruas de Belo Horizonte.</p><p>Para conversar sobre essa mobilização especial, o Observatório Feminino deste domingo (21) recebe a Secretária de Estado de Desenvolvimento Social de Minas Gerais, Elizabeth Jucá.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O estado de Minas Gerais espera receber cerca de 12,1 milhões de foliões durante o Carnaval de 2024, sendo 6,6 milhões no interior e 5,5 milhões em Belo Horizonte. Segundo a Secretaria de Cultura e Turismo (Secult), a expectativa é que a festividade movimente R$1,8 bilhão no total.</p><p>Em 2024, uma das novidades para o Carnaval mineiro é a atuação constante da Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado de Minas durante toda a folia, que fará plantão Integrado para atender mulheres vítimas de importunação e ou violência sexual nas ruas de Belo Horizonte.</p><p>Para conversar sobre essa mobilização especial, o Observatório Feminino deste domingo (21) recebe a Secretária de Estado de Desenvolvimento Social de Minas Gerais, Elizabeth Jucá.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas<br></p>]]>
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      <pubDate>Sun, 21 Jan 2024 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Podcast debate: qual a importância do cinema nacional?</title>
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        <![CDATA[<p>A partir de sexta-feira (12), começa a 27ª edição da Mostra de Tiradentes, que já se consolidou como uma plataforma de lançamento do cinema brasileiro contemporâneo apresentando ao público a diversidade da produção brasileira, com novas representatividades e novas abordagens, personagens e estéticas.</p><p>Para os amantes de cinema, a Mostra tem mais de 100 filmes, além dos debates, encontros e diálogos audiovisuais, rodas de conversa, oficinas, laboratório, lançamento de livros, performances, exposições e atrações artísticas. Nesta edição, o tema é “As Formas do Tempo”, que nos convida a fazer uma reflexão sobre o presente, o passado e o futuro.</p><p>Para debater a importância do festival, o podcast Observatório Feminino deste domingo (14) recebe a coordenadora geral da 27ª Mostra Tiradentes e diretora da Universo Produção, Raquel Halak. </p><p><strong>SERVIÇO:</strong><br> <br>27ª Mostra de Tiradentes </p><p>Quando: De 19 a 27 de janeiro <br>Quanto: Programação gratuita</p><p>Saiba mais em: https://mostratiradentes.com.br/</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 14 Jan 2024 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>A profissionalização de mulheres para a construção civil | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>As mulheres estão cada vez mais ocupando espaços onde até então, não apareciam. Elas estão mais presentes nas delegacias, nas oficinas mecânicas, nos consultórios médicos, nos cargos de chefia e na construção civil. Nessa área, especificamente, a presença feminina ainda é pequena, mas está em crescimento. </p><p>Belo Horizonte criou o programa Mulheres na Obra, o objetivo é capacitar mulheres para atuar na área de construção civil, além de garantir pelo menos 10% das vagas nos canteiros das obras contratadas pelo município sejam ocupadas por mulheres. Primeiro, elas participam de um curso e depois estarão capacitadas para trabalhar como pintoras, eletricistas, pedreiras e outras funções da obra. </p><p>O podcast recebe Ana Flávia Martins, diretora de Trabalho Social da Urbel, a Companhia Urbanizadora e de Habitação de Belo Horizonte</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 07 Jan 2024 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>As mulheres estão cada vez mais ocupando espaços onde até então, não apareciam. Elas estão mais presentes nas delegacias, nas oficinas mecânicas, nos consultórios médicos, nos cargos de chefia e na construção civil. Nessa área, especificamente, a presença feminina ainda é pequena, mas está em crescimento. </p><p>Belo Horizonte criou o programa Mulheres na Obra, o objetivo é capacitar mulheres para atuar na área de construção civil, além de garantir pelo menos 10% das vagas nos canteiros das obras contratadas pelo município sejam ocupadas por mulheres. Primeiro, elas participam de um curso e depois estarão capacitadas para trabalhar como pintoras, eletricistas, pedreiras e outras funções da obra. </p><p>O podcast recebe Ana Flávia Martins, diretora de Trabalho Social da Urbel, a Companhia Urbanizadora e de Habitação de Belo Horizonte</p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>Observatório Feminino: confira as principais previsões da astrologia para 2024</title>
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        <![CDATA[<p>A astrologia é uma prática milenar que acredita que as posições dos planetas, do sol, da lua e das constelações no momento do nascimento de uma pessoa influenciam sua personalidade, sua vida e seu futuro.</p><p>Desde jogar cartas no tarot até acompanhar diariamente o horóscopo, muitas pessoas acreditam que a numerologia e que as posições dos astros têm grande poder sobre suas vidas.</p><p>O Observatório Feminino deste domingo (31), no último dia do ano, recebe Adriane Calixtto, Astróloga, Taróloga e Numeróloga, para conversar sobre as previsões da astrologia para 2024.</p><p>O podcast<br>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 31 Dec 2023 15:21:15 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino debate iniciativa de apadrinhamento afetivo de Natal</title>
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        <![CDATA[<p>O Natal é a época do ano conhecida pela reunião das famílias, dos amigos e das pessoas que se amam em torno de um propósito de união. É a hora dos abraços apertados, das declarações de amor e dos planos para o ano novo que está para chegar. Mas como é o Natal de pessoas que não têm família?</p><p>O Observatório Feminino deste domingo (24) fala sobre iniciativas de apadrinhamento de crianças e adolescentes no Natal de 2023. O podcast recebe Ananias Neves, presidente do Centro de Voluntariado de Apoio ao Menor (Cevam) e a advogada Paloma Souto para conversar sobre o programa de apadrinhamento afetivo de Natal promovido pela organização.</p><p>O Cevam criou a iniciativa em 1999 e o objetivo é dar a centenas de crianças e adolescentes, que vivem em abrigos da capital e de cidades da região Metropolitana, a chance de celebrar a data ao lado de uma família por meio do apadrinhamento afetivo.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 24 Dec 2023 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O Natal é a época do ano conhecida pela reunião das famílias, dos amigos e das pessoas que se amam em torno de um propósito de união. É a hora dos abraços apertados, das declarações de amor e dos planos para o ano novo que está para chegar. Mas como é o Natal de pessoas que não têm família?</p><p>O Observatório Feminino deste domingo (24) fala sobre iniciativas de apadrinhamento de crianças e adolescentes no Natal de 2023. O podcast recebe Ananias Neves, presidente do Centro de Voluntariado de Apoio ao Menor (Cevam) e a advogada Paloma Souto para conversar sobre o programa de apadrinhamento afetivo de Natal promovido pela organização.</p><p>O Cevam criou a iniciativa em 1999 e o objetivo é dar a centenas de crianças e adolescentes, que vivem em abrigos da capital e de cidades da região Metropolitana, a chance de celebrar a data ao lado de uma família por meio do apadrinhamento afetivo.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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      <title>O empreendedorismo feito por mulheres | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>Em decorrência da instabilidade econômica enfrentada na última década, muitos brasileiros precisaram inovar para garantir o pão de cada dia. Grande parte dessas pessoas recorreram ao empreendedorismo.</p><p><br>Mais do que o ato de abrir uma empresa, o empreendedorismo pode ser entendido como o processo de identificar oportunidades de negócio, desenvolver ideias inovadoras e criar um novo empreendimento.</p><p>O Observatório Feminino deste domingo (17) debate a realidade de mulheres empreendedoras no Brasil. Para conversar sobre esse assunto, o programa recebe Juliana Heredes, especialista em empreendimentos e autora do livro “O Poder do Empreendimento”.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 17 Dec 2023 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino recebe a Miss GMais Fernanda Castelo Branco</title>
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        <![CDATA[<p>Quem já assistiu um concurso de Miss Brasil? O habitual são mulheres altas, magras, o corpo considerado “padrão”. No entanto, mulheres de todo o mundo tem tentado quebrar essa imagem do que é uma miss. Neste domingo (10), o podcast Observatório Feminino recebe uma modelo que não faz parte desse “padrão” que a população está acostumada.</p><p>Fernanda Castelo Branco foi eleita em setembro Miss GMais Minas Gerais e, em novembro, participou do concurso Miss Plus Size Nacional, no Rio de Janeiro, levando o primeiro lugar na categoria: Miss GMais Nacional. Agora, ela representa todo o país como Miss Plus Size.</p><p>O evento tem participação de mulheres de vários estados e chama atenção também por que todas as 4 candidatas que representaram Minas Gerais foram eleitas misses nacionais, sendo que duas delas receberam o maior prêmio em suas categorias: “Miss GMais Nacional” e “Miss Curvy Nacional”. As outras mineiras levaram pra casa, ainda, as faixas de “Miss Turismo Nacional” e “Segunda Princesa Plus Size Nacional”</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Quem já assistiu um concurso de Miss Brasil? O habitual são mulheres altas, magras, o corpo considerado “padrão”. No entanto, mulheres de todo o mundo tem tentado quebrar essa imagem do que é uma miss. Neste domingo (10), o podcast Observatório Feminino recebe uma modelo que não faz parte desse “padrão” que a população está acostumada.</p><p>Fernanda Castelo Branco foi eleita em setembro Miss GMais Minas Gerais e, em novembro, participou do concurso Miss Plus Size Nacional, no Rio de Janeiro, levando o primeiro lugar na categoria: Miss GMais Nacional. Agora, ela representa todo o país como Miss Plus Size.</p><p>O evento tem participação de mulheres de vários estados e chama atenção também por que todas as 4 candidatas que representaram Minas Gerais foram eleitas misses nacionais, sendo que duas delas receberam o maior prêmio em suas categorias: “Miss GMais Nacional” e “Miss Curvy Nacional”. As outras mineiras levaram pra casa, ainda, as faixas de “Miss Turismo Nacional” e “Segunda Princesa Plus Size Nacional”</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 11 Dec 2023 09:05:38 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino debate a violência doméstica e a vergonha da vítima </title>
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        <![CDATA[<p>Em 11 de novembro, a modelo e apresentadora Ana Hickmann registrou um boletim de ocorrência contra o marido, Alexandre Correa. <a href="https://www.itatiaia.com.br/editorias/entretenimento/2023/11/27/ana-hickmann-detalha-agressoes-de-alexandre-correa-dentro-de-casa-veja">Ela acusa o marido de violência doméstica, os dois estavam em casa quando discutiram e Correa partiu para a agressão.</a> A apresentadora relatou também que ele tentou evitar que ela ligasse para a polícia.</p><p>Neste domingo (3), o podcast Observatório Feminino trata a violência doméstica e a vergonha sentida pela vítima. O podcast recebe a psicóloga Erika Machado.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 03 Dec 2023 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Podcast debate: como é ser uma mulher preta em uma sociedade machista?</title>
      <itunes:episode>187</itunes:episode>
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        <![CDATA[<p>Neste domingo (26) o podcast Observatório Feminino conversa com a escritora Olívia Pilar, que acaba de lançar o romance "Um traço até você". O livro conta a história de uma mulher negra que busca se encontrar no amor e na vida, enfrentando os desafios de uma sociedade racista e machista.</p><p>Olívia conta como ela criou a personagem principal, quais foram as suas inspirações e referências, e como ela abordou temas como gênero, raça e identidade em sua obra.</p><p>Também vamos discutir um conceito que muitas vezes é ignorado ou desconhecido: a solidão da mulher negra. O que significa ser uma mulher negra em um mundo que valoriza padrões eurocêntricos de beleza, afeto e sucesso? Como o racismo se manifesta desde a infância até a vida adulta, afetando as relações amorosas, sociais e profissionais das mulheres negras?</p><p>E o que podemos fazer para combater esse racismo e promover a autoestima, a sororidade e a representatividade das mulheres negras em todos os espaços?</p><p>Essas são algumas das questões que vamos explorar neste podcast, com a participação especial da Olívia Pilar, uma voz potente e necessária da literatura brasileira contemporânea.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 26 Nov 2023 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Neste domingo (26) o podcast Observatório Feminino conversa com a escritora Olívia Pilar, que acaba de lançar o romance "Um traço até você". O livro conta a história de uma mulher negra que busca se encontrar no amor e na vida, enfrentando os desafios de uma sociedade racista e machista.</p><p>Olívia conta como ela criou a personagem principal, quais foram as suas inspirações e referências, e como ela abordou temas como gênero, raça e identidade em sua obra.</p><p>Também vamos discutir um conceito que muitas vezes é ignorado ou desconhecido: a solidão da mulher negra. O que significa ser uma mulher negra em um mundo que valoriza padrões eurocêntricos de beleza, afeto e sucesso? Como o racismo se manifesta desde a infância até a vida adulta, afetando as relações amorosas, sociais e profissionais das mulheres negras?</p><p>E o que podemos fazer para combater esse racismo e promover a autoestima, a sororidade e a representatividade das mulheres negras em todos os espaços?</p><p>Essas são algumas das questões que vamos explorar neste podcast, com a participação especial da Olívia Pilar, uma voz potente e necessária da literatura brasileira contemporânea.</p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>Podcast debate: o que sente uma mãe de um prematuro quando chega a hora do parto? </title>
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        <![CDATA[<p>Novembro é penúltimo mês do ano e é dedicado à causa da prematuridade. É considerado um bebê prematuro, a criança que nasce antes de completar 37 semanas de gestação. Neste ano, a campanha chamada Novembro Roxo tem o seguinte tema: “Pequenas ações, grande impacto: contato pele a pele imediato para todos os bebês, em todos os lugares”.</p><p>O Brasil é o 10º país no ranking mundial de nascimentos prematuros. Cerca de 340 mil bebês nascem antes de completar 37 semanas, todos os anos. E mesmo com todo acompanhamento, o bebê pode nascer antes da hora. O Novembro Roxo visa conscientizar e orientar sobre a importância da estimulação precoce e do acompanhamento do bebê ao longo vida.</p><p>O que será que a mãe de prematuro sente quando chega a hora do parto? O Observatório Feminino deste domingo (19), recebe a servidora pública e também influenciadora digital no @bhcomidaria, Larissa Couri Soares de Moura Mota. Ela tem 3 filhos: Sophia, que nasceu com 36 semanas e 5 dias e hoje tem 4 anos e meio, Luísa de 2 anos e meio e o Theo que nasceu com 35 semanas e 4 dias.</p><p>Também participa do debate a ginecologista e Obstetra, Membro da atual diretoria da Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas, Larissa Volpini, Ela é membro da equipe de Alto risco Obstétrico do Hospital MaterDei, Coordenadora da Maternidade do Hospital Risoleta Neves e professora da Faculdade Ciências Médicas de Minas.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Novembro é penúltimo mês do ano e é dedicado à causa da prematuridade. É considerado um bebê prematuro, a criança que nasce antes de completar 37 semanas de gestação. Neste ano, a campanha chamada Novembro Roxo tem o seguinte tema: “Pequenas ações, grande impacto: contato pele a pele imediato para todos os bebês, em todos os lugares”.</p><p>O Brasil é o 10º país no ranking mundial de nascimentos prematuros. Cerca de 340 mil bebês nascem antes de completar 37 semanas, todos os anos. E mesmo com todo acompanhamento, o bebê pode nascer antes da hora. O Novembro Roxo visa conscientizar e orientar sobre a importância da estimulação precoce e do acompanhamento do bebê ao longo vida.</p><p>O que será que a mãe de prematuro sente quando chega a hora do parto? O Observatório Feminino deste domingo (19), recebe a servidora pública e também influenciadora digital no @bhcomidaria, Larissa Couri Soares de Moura Mota. Ela tem 3 filhos: Sophia, que nasceu com 36 semanas e 5 dias e hoje tem 4 anos e meio, Luísa de 2 anos e meio e o Theo que nasceu com 35 semanas e 4 dias.</p><p>Também participa do debate a ginecologista e Obstetra, Membro da atual diretoria da Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas, Larissa Volpini, Ela é membro da equipe de Alto risco Obstétrico do Hospital MaterDei, Coordenadora da Maternidade do Hospital Risoleta Neves e professora da Faculdade Ciências Médicas de Minas.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 19 Nov 2023 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Novembro é penúltimo mês do ano e é dedicado à causa da prematuridade. É considerado um bebê prematuro, a criança que nasce antes de completar 37 semanas de gestação. Neste ano, a campanha chamada Novembro Roxo tem o seguinte tema: “Pequenas ações, grande impacto: contato pele a pele imediato para todos os bebês, em todos os lugares”.</p><p>O Brasil é o 10º país no ranking mundial de nascimentos prematuros. Cerca de 340 mil bebês nascem antes de completar 37 semanas, todos os anos. E mesmo com todo acompanhamento, o bebê pode nascer antes da hora. O Novembro Roxo visa conscientizar e orientar sobre a importância da estimulação precoce e do acompanhamento do bebê ao longo vida.</p><p>O que será que a mãe de prematuro sente quando chega a hora do parto? O Observatório Feminino deste domingo (19), recebe a servidora pública e também influenciadora digital no @bhcomidaria, Larissa Couri Soares de Moura Mota. Ela tem 3 filhos: Sophia, que nasceu com 36 semanas e 5 dias e hoje tem 4 anos e meio, Luísa de 2 anos e meio e o Theo que nasceu com 35 semanas e 4 dias.</p><p>Também participa do debate a ginecologista e Obstetra, Membro da atual diretoria da Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas, Larissa Volpini, Ela é membro da equipe de Alto risco Obstétrico do Hospital MaterDei, Coordenadora da Maternidade do Hospital Risoleta Neves e professora da Faculdade Ciências Médicas de Minas.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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      <title>Recorrer às cirurgias estéticas é sonho ou imposição de um padrão estético? | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino deste domingo (12) debate a morte de mulheres durante procedimentos estéticos. Nesta semana, repercutiu nacionalmente a morte da influenciadora <a href="https://www.itatiaia.com.br/editorias/entretenimento/2023/11/07/luana-andrade-sofreu-quatro-paradas-cardiacas-apos-lipoaspiracao">Luana Andrade, de 29 anos; ela teve quatro paradas cardiorrespiratórias enquanto fazia uma lipoaspiração no joelho.</a></p><p>O podcast recebe Patrícia Carneiro, mãe de Júlia Moraes, que também tinha 29 anos, quando morreu em decorrência de uma cirurgia. Julia morreu no dia 10 de abril de 2022, dois dias após colocar próteses de silicone nos seios e fazer uma lipoaspiração no abdômen em clínica do bairro Serra, região nobre de Belo Horizonte.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino deste domingo (12) debate a morte de mulheres durante procedimentos estéticos. Nesta semana, repercutiu nacionalmente a morte da influenciadora <a href="https://www.itatiaia.com.br/editorias/entretenimento/2023/11/07/luana-andrade-sofreu-quatro-paradas-cardiacas-apos-lipoaspiracao">Luana Andrade, de 29 anos; ela teve quatro paradas cardiorrespiratórias enquanto fazia uma lipoaspiração no joelho.</a></p><p>O podcast recebe Patrícia Carneiro, mãe de Júlia Moraes, que também tinha 29 anos, quando morreu em decorrência de uma cirurgia. Julia morreu no dia 10 de abril de 2022, dois dias após colocar próteses de silicone nos seios e fazer uma lipoaspiração no abdômen em clínica do bairro Serra, região nobre de Belo Horizonte.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 12 Nov 2023 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino deste domingo (12) debate a morte de mulheres durante procedimentos estéticos. Nesta semana, repercutiu nacionalmente a morte da influenciadora <a href="https://www.itatiaia.com.br/editorias/entretenimento/2023/11/07/luana-andrade-sofreu-quatro-paradas-cardiacas-apos-lipoaspiracao">Luana Andrade, de 29 anos; ela teve quatro paradas cardiorrespiratórias enquanto fazia uma lipoaspiração no joelho.</a></p><p>O podcast recebe Patrícia Carneiro, mãe de Júlia Moraes, que também tinha 29 anos, quando morreu em decorrência de uma cirurgia. Julia morreu no dia 10 de abril de 2022, dois dias após colocar próteses de silicone nos seios e fazer uma lipoaspiração no abdômen em clínica do bairro Serra, região nobre de Belo Horizonte.</p>]]>
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      <title>Observatório feminino: descobrindo o mundo da dança depois dos 30 anos</title>
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        <![CDATA[<p>Quem aqui gosta de dançar? O nosso corpo pode contar histórias quando está dançando. Um projeto super legal, que mostra que qualquer pessoa, qualquer mulher pode dançar foi apresentado aqui em BH e agora vai virar documentário, porque nele 180 mulheres de todas as idades, com corpos diversos, dançam suas vivências, refletindo sobre a existência e também sobre a finitude.</p><p>Essas mulheres não são artistas, não dançam profissionalmente, com idades que vão dos 30 aos 85 anos! Elas dançam cerca de 20 músicas que vão desde Oração ao Tempo, de Caetano Veloso, Graças a La Vida, interpretada por Elis Regina, Emoções de Roberto Carlos, O Meu Sangue Ferve Por Você, de Sidney Magal... entre outras. A morte faz parte da vida, então pq é tão difícil falar dela? Pq mesmo sabendo que vamos morrer um dia, não falamos sobre ela como falamos sobre o nascimento?</p><p><br>Hoje, o Observatório recebe a Carol Saletti, Psicóloga, Especialista em Psicomotricidade e Mestre em Psicologia da Saúde e do Desenvolvimento. Há 26 anos, ela utiliza a dança como instrumento para estimular o desenvolvimento psicomotor, cognitivo, socioafetivo e criativo de seus alunos. Ela também dirige e ministra aulas para Mulheres Maduras no "Casulo", Studio de dança.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Quem aqui gosta de dançar? O nosso corpo pode contar histórias quando está dançando. Um projeto super legal, que mostra que qualquer pessoa, qualquer mulher pode dançar foi apresentado aqui em BH e agora vai virar documentário, porque nele 180 mulheres de todas as idades, com corpos diversos, dançam suas vivências, refletindo sobre a existência e também sobre a finitude.</p><p>Essas mulheres não são artistas, não dançam profissionalmente, com idades que vão dos 30 aos 85 anos! Elas dançam cerca de 20 músicas que vão desde Oração ao Tempo, de Caetano Veloso, Graças a La Vida, interpretada por Elis Regina, Emoções de Roberto Carlos, O Meu Sangue Ferve Por Você, de Sidney Magal... entre outras. A morte faz parte da vida, então pq é tão difícil falar dela? Pq mesmo sabendo que vamos morrer um dia, não falamos sobre ela como falamos sobre o nascimento?</p><p><br>Hoje, o Observatório recebe a Carol Saletti, Psicóloga, Especialista em Psicomotricidade e Mestre em Psicologia da Saúde e do Desenvolvimento. Há 26 anos, ela utiliza a dança como instrumento para estimular o desenvolvimento psicomotor, cognitivo, socioafetivo e criativo de seus alunos. Ela também dirige e ministra aulas para Mulheres Maduras no "Casulo", Studio de dança.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 05 Nov 2023 11:23:47 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Cantora que levou garrafada na cabeça em BH desabafa: 'tentativa de homicídio'</title>
      <itunes:episode>183</itunes:episode>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A violência contra a mulher voltou a ganhar destaque neste mês, com o caso da cantora Laura Ferrer, de 25 anos, que sofreu uma agressão em uma casa de shows. Ela estava no Central Pub, na avenida Portugal, na Pampulha, em Belo Horizonte, para participar de um show, quando um homem tentou arrancar a roupa de uma amiga dela por duas vezes.</p><p>Laura interveio para defender a amiga e recebeu uma garrafada na cabeça. Ela precisou de 11 pontos para fechar o ferimento e foi socorrida por amigos. O Central Pub BH divulgou uma nota nas redes sociais dizendo que "tomou todas as providências necessárias" durante o evento.</p><p>Para debater o assunto, o Observatório Feminino deste domingo (29) recebe a cantora Laura Ferrer; confira.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A violência contra a mulher voltou a ganhar destaque neste mês, com o caso da cantora Laura Ferrer, de 25 anos, que sofreu uma agressão em uma casa de shows. Ela estava no Central Pub, na avenida Portugal, na Pampulha, em Belo Horizonte, para participar de um show, quando um homem tentou arrancar a roupa de uma amiga dela por duas vezes.</p><p>Laura interveio para defender a amiga e recebeu uma garrafada na cabeça. Ela precisou de 11 pontos para fechar o ferimento e foi socorrida por amigos. O Central Pub BH divulgou uma nota nas redes sociais dizendo que "tomou todas as providências necessárias" durante o evento.</p><p>Para debater o assunto, o Observatório Feminino deste domingo (29) recebe a cantora Laura Ferrer; confira.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 29 Oct 2023 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Como a desigualdade de gênero no mercado de trabalho pode ser resolvida? | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>A desigualdade de gênero no mercado de trabalho é um problema que afeta milhões de mulheres no Brasil. Apesar de terem maior escolaridade, elas enfrentam dificuldades para ingressar e se manter nas profissões, além de receberem salários menores do que os homens. Essa situação prejudica não só as mulheres, mas também a economia e o desenvolvimento do país.</p><p>Para discutir esse tema e apresentar soluções, o evento Conexão Ilimitada reúne mulheres de diferentes áreas e trajetórias que vão compartilhar suas experiências, desafios e conquistas. O objetivo é criar uma rede de apoio, inspiração e oportunidades para as mulheres que buscam se qualificar, empreender ou se recolocar no mercado de trabalho.</p><p>O evento conta com a participação da consultora de carreira Jacqueline Rezende, convidada do podcast Observatório Feminino deste domingo (22). Ela fala sobre como as mulheres podem planejar e gerenciar suas carreiras, além de dar dicas para enfrentar as barreiras impostas pelo machismo e pela discriminação.</p><p><br></p><p>Não perca essa chance de se conectar com outras mulheres e ampliar seus horizontes profissionais. O evento Conexão Ilimitada acontece no dia 26/10, às 18h30, no auditório da Fundação Getúlio Vargas, na Avenida Olegário Maciel, 1808. As inscrições são gratuitas. Clique e saiba mais.</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 23 Oct 2023 08:09:10 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>A desigualdade de gênero no mercado de trabalho é um problema que afeta milhões de mulheres no Brasil. Apesar de terem maior escolaridade, elas enfrentam dificuldades para ingressar e se manter nas profissões, além de receberem salários menores do que os homens. Essa situação prejudica não só as mulheres, mas também a economia e o desenvolvimento do país.</p><p>Para discutir esse tema e apresentar soluções, o evento Conexão Ilimitada reúne mulheres de diferentes áreas e trajetórias que vão compartilhar suas experiências, desafios e conquistas. O objetivo é criar uma rede de apoio, inspiração e oportunidades para as mulheres que buscam se qualificar, empreender ou se recolocar no mercado de trabalho.</p><p>O evento conta com a participação da consultora de carreira Jacqueline Rezende, convidada do podcast Observatório Feminino deste domingo (22). Ela fala sobre como as mulheres podem planejar e gerenciar suas carreiras, além de dar dicas para enfrentar as barreiras impostas pelo machismo e pela discriminação.</p><p><br></p><p>Não perca essa chance de se conectar com outras mulheres e ampliar seus horizontes profissionais. O evento Conexão Ilimitada acontece no dia 26/10, às 18h30, no auditório da Fundação Getúlio Vargas, na Avenida Olegário Maciel, 1808. As inscrições são gratuitas. Clique e saiba mais.</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>A invisibilidade social de profissões | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>Imagine, por um momento, o caos que ficaria a cidade sem os serviços prestados por garis? Já pensou? E você já reparou como esses profissionais têm energia e trabalham sem tempo ruim?</p><p>O Observatório Feminino desta semana (15) recebe duas mulheres para representar essa profissão. Raquel Cristina gari há dez anos e faz sucesso nas redes sociais, com mais de 150 mil seguidores no TikTok e Helem Rodrigues, que há cinco anos dirige um caminhão de lixo que presta serviço a SLU (Serviço de Limpeza Urbana de Belo Horizonte).</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 15 Oct 2023 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>A importância da rede de apoio no combate ao câncer de Mama</title>
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        <![CDATA[<p>O Outubro Rosa - Mês de conscientização sobre o câncer de mama - é uma das campanhas mais conhecidas do mundo. Quando uma mulher recebe o diagnóstico do câncer de mama, o apoio da família é fundamental; não só da família, mas dos amigos e os colegas de trabalho. É necessário formar uma rede de apoio, porque ninguém é forte o tempo todo. </p><p>Para falar da importância do apoio para mulheres em tratamento contra o câncer de mama, o podcast Observatório Feminino deste domingo (08) recebe Maria Luiza de Oliveira, a Malu, que é Presidente Voluntária da Associação Pérolas de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 08 Oct 2023 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Como é o dia a dia das mulheres em cozinhas de restaurantes? | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>Os programas sobre culinária ganham cada vez mais espaço tanto na televisão fechada quanto na aberta. Os tradicionais programas de receitas simples, ganharam moldes mais modernos e viraram competições entre amadores e profissionais.</p><p>Mas ser cozinheiro é mesmo da forma como os programas mostram? Como é o dia a dia na cozinha de um restaurante? As conquistas e desafios, especialmente, para as mulheres?</p><p>O Observatório Feminino deste domingo recebe a chef Isabela Rocha, de 30 anos. Rochinha, como é conhecida na área, começou como estagiária no Alma Chef e, em um mês, foi contratada como auxiliar de cozinha. Hoje, ela comanda o Bar Pirex.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 02 Oct 2023 12:05:59 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino debate o 'Guardiã Maria da Penha', grupo de Proteção à Mulher da GCMBH</title>
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        <![CDATA[<p>Você sabia que a Guarda Municipal de Belo Horizonte tem um grupo especial de Proteção à Mulher e conta com viatura específica? Para quem ainda não sabe como funciona o programa, o Observatório Feminino deste domingo (24) recebe Nery Pós, integrante do grupo de Proteção à Mulher "Guardiã Maria da Penha".</p><p>O podcast repercute o caso da "masturbação coletiva" de estudantes do curso de medicina da Faculdade Unisa, de São Paulo, que instaurou um debate para gente entender se o caso pode ser enquadrado em crime de importunação sexual, que pode dar até 5 anos de prisão.</p><p><br>Os estudantes em questão são do time de futebol de salão e praticaram o ato em uma das partidas de vôlei feminino do torneio para “provocar” o time adversário. O episódio ocorreu em abril, na cidade de São Carlos, interior de São Paulo, durante o Copamed.</p><p>Vários órgãos se manifestaram sobre o fato, repudiando a atitude dos estudantes e pedindo uma investigação. A Unisa disse que já identificou e expulsou 6 alunos do curso que foram gravados seminus.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 26 Sep 2023 10:56:34 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Setembro Amarelo: a importância de debater a saúde mental | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>"Se precisar, peça ajuda!". Esse é o lema da nona edição da campanha do <strong>Setembro Amarelo</strong>, que promove a conscientização sobre a prevenção do suicídio.</p><p>Com apresentação de Amanda Antunes e de Fernanda Rodrigues, o Observatório Feminino debate neste domingo (17) a proposta de 2023 da campanha. O videocast conversa com a psicóloga Maíra Barroso para falar sobre os impactos na sociedade do preconceito em cima do <strong>suicídio</strong>.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 17 Sep 2023 07:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia</author>
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      <title>Podcast debate o aumento dos golpes online; internet é 'terra de ninguém'?</title>
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        <![CDATA[<p>Algumas pessoas dizem que internet é terra de ninguém. Será verdade? Quem já ouviu falar de golpes usando as redes sociais? Ou pessoas que se valem do anonimato, entre aspas, que a internet proporciona para cometer crimes.</p><p>Minas Gerais registrou um aumento de quase 40% nos crimes de estelionato virtual entre 2021 e 2022. Os dados divulgados pelo Fórum Nacional de Segurança Pública no último mês, mostram que mais de 35 mil pessoas foram vítimas de golpes na internet ou via Whatsapp no último ano.</p><p>O levantamento coloca o estado mineiro em segundo lugar no ranking, perdendo apenas para Santa Catarina. Na última semana, um casal foi preso, em Janaúba, na região Norte de Minas Gerais, suspeito de criar um perfil nas redes sociais caluniando as pessoas anonimamente. Os suspeitos respondem por calúnia, injúria e difamação.</p><p>As jornalistas Fernanda Rodrigues e Talyssa lima recebem, no podcast Observatório Feminino deste domingo (10), a delegada titular da Delegacia de Crimes Cibernéticos, Marcelle Bacellar, para debater o assunto.<br> </p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 10 Sep 2023 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Algumas pessoas dizem que internet é terra de ninguém. Será verdade? Quem já ouviu falar de golpes usando as redes sociais? Ou pessoas que se valem do anonimato, entre aspas, que a internet proporciona para cometer crimes.</p><p>Minas Gerais registrou um aumento de quase 40% nos crimes de estelionato virtual entre 2021 e 2022. Os dados divulgados pelo Fórum Nacional de Segurança Pública no último mês, mostram que mais de 35 mil pessoas foram vítimas de golpes na internet ou via Whatsapp no último ano.</p><p>O levantamento coloca o estado mineiro em segundo lugar no ranking, perdendo apenas para Santa Catarina. Na última semana, um casal foi preso, em Janaúba, na região Norte de Minas Gerais, suspeito de criar um perfil nas redes sociais caluniando as pessoas anonimamente. Os suspeitos respondem por calúnia, injúria e difamação.</p><p>As jornalistas Fernanda Rodrigues e Talyssa lima recebem, no podcast Observatório Feminino deste domingo (10), a delegada titular da Delegacia de Crimes Cibernéticos, Marcelle Bacellar, para debater o assunto.<br> </p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas </p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>A participação feminina na magistratura | Observatório Feminino</title>
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      <itunes:title>A participação feminina na magistratura | Observatório Feminino</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino desta sexta-feira (18) debate a participação feminina na magistratura, ou seja, mulheres juízas e desembargadoras. Uma pesquisa feita com cerca de 1500 magistradas mostra que os desafios ainda são grandes.</p><p>O levantamento mostra que o auge da entrada de mulheres na magistratura foi entre 2000 e 2009 e que, na década seguinte, de 2010 a 2019 o número cai. Cerca de 30% das magistradas já sofreram assédio moral no trabalho e cerca de 10% disseram já ter sido vítimas de assédio sexual no trabalho. Quase metade dos casos de assédio sexual foram cometidos por desembargadores. Quase 85% das vítimas preferiram se silenciar sobre o crime para não se expor.</p><p>O documento aponta, ainda, que 57% das magistradas já sofreram algum tipo de constrangimento ou discriminação no trabalho pelo fato de ser mulher.</p><p>Para refletir e debater o tema, as jornalistas Alessandra Mendes, Fernanda Rodrigues e Amanda Antunes recebem a juíza Lívia Borba, que contribuiu na elaboração dessa pesquisa, além da juíza e coordenadoria Amagis Mulheres e do Instituto Viva, Daniela Cunha Pereira.</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino desta sexta-feira (18) debate a participação feminina na magistratura, ou seja, mulheres juízas e desembargadoras. Uma pesquisa feita com cerca de 1500 magistradas mostra que os desafios ainda são grandes.</p><p>O levantamento mostra que o auge da entrada de mulheres na magistratura foi entre 2000 e 2009 e que, na década seguinte, de 2010 a 2019 o número cai. Cerca de 30% das magistradas já sofreram assédio moral no trabalho e cerca de 10% disseram já ter sido vítimas de assédio sexual no trabalho. Quase metade dos casos de assédio sexual foram cometidos por desembargadores. Quase 85% das vítimas preferiram se silenciar sobre o crime para não se expor.</p><p>O documento aponta, ainda, que 57% das magistradas já sofreram algum tipo de constrangimento ou discriminação no trabalho pelo fato de ser mulher.</p><p>Para refletir e debater o tema, as jornalistas Alessandra Mendes, Fernanda Rodrigues e Amanda Antunes recebem a juíza Lívia Borba, que contribuiu na elaboração dessa pesquisa, além da juíza e coordenadoria Amagis Mulheres e do Instituto Viva, Daniela Cunha Pereira.</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 20 Aug 2023 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino desta sexta-feira (18) debate a participação feminina na magistratura, ou seja, mulheres juízas e desembargadoras. Uma pesquisa feita com cerca de 1500 magistradas mostra que os desafios ainda são grandes.</p><p>O levantamento mostra que o auge da entrada de mulheres na magistratura foi entre 2000 e 2009 e que, na década seguinte, de 2010 a 2019 o número cai. Cerca de 30% das magistradas já sofreram assédio moral no trabalho e cerca de 10% disseram já ter sido vítimas de assédio sexual no trabalho. Quase metade dos casos de assédio sexual foram cometidos por desembargadores. Quase 85% das vítimas preferiram se silenciar sobre o crime para não se expor.</p><p>O documento aponta, ainda, que 57% das magistradas já sofreram algum tipo de constrangimento ou discriminação no trabalho pelo fato de ser mulher.</p><p>Para refletir e debater o tema, as jornalistas Alessandra Mendes, Fernanda Rodrigues e Amanda Antunes recebem a juíza Lívia Borba, que contribuiu na elaboração dessa pesquisa, além da juíza e coordenadoria Amagis Mulheres e do Instituto Viva, Daniela Cunha Pereira.</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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      <title>Dia dos Pais: podcast debate os desafios da paternidade na atualidade</title>
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        <![CDATA[<p>Neste domingo, 13 de agosto, o podcast Observatório Feminino homenageia os pais que fazem a diferença na vida dos filhos. Sabemos que o papel do pai mudou muito ao longo da história e que hoje ele enfrenta novos desafios e oportunidades. Como são esses pais modernos? O que os filhos esperam deles? Como eles se adaptam às novas realidades?</p><p>Para conversar sobre esse tema, as jornalistas Aline Neves, Amanda Antunes e Fernanda Rodrigues convidam o colega da Itatiaia, Júnior Moreira, que se tornou pai há pouco tempo, e o palestrante e escritor Fernando Dias, autor do livro “Vou ser pai, e agora?”.</p><p>Fernando oferece um curso para pais que desejam, entre outras coisas: participar da educação e da formação do caráter do seu filho; criar vínculos e memórias afetivas que irão durar para sempre; ser um pai que não é só ajudante de mãe e pagador de contas; dedicar tempo de qualidade à relação com o seu filho;</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Neste domingo, 13 de agosto, o podcast Observatório Feminino homenageia os pais que fazem a diferença na vida dos filhos. Sabemos que o papel do pai mudou muito ao longo da história e que hoje ele enfrenta novos desafios e oportunidades. Como são esses pais modernos? O que os filhos esperam deles? Como eles se adaptam às novas realidades?</p><p>Para conversar sobre esse tema, as jornalistas Aline Neves, Amanda Antunes e Fernanda Rodrigues convidam o colega da Itatiaia, Júnior Moreira, que se tornou pai há pouco tempo, e o palestrante e escritor Fernando Dias, autor do livro “Vou ser pai, e agora?”.</p><p>Fernando oferece um curso para pais que desejam, entre outras coisas: participar da educação e da formação do caráter do seu filho; criar vínculos e memórias afetivas que irão durar para sempre; ser um pai que não é só ajudante de mãe e pagador de contas; dedicar tempo de qualidade à relação com o seu filho;</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 13 Aug 2023 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Neste domingo, 13 de agosto, o podcast Observatório Feminino homenageia os pais que fazem a diferença na vida dos filhos. Sabemos que o papel do pai mudou muito ao longo da história e que hoje ele enfrenta novos desafios e oportunidades. Como são esses pais modernos? O que os filhos esperam deles? Como eles se adaptam às novas realidades?</p><p>Para conversar sobre esse tema, as jornalistas Aline Neves, Amanda Antunes e Fernanda Rodrigues convidam o colega da Itatiaia, Júnior Moreira, que se tornou pai há pouco tempo, e o palestrante e escritor Fernando Dias, autor do livro “Vou ser pai, e agora?”.</p><p>Fernando oferece um curso para pais que desejam, entre outras coisas: participar da educação e da formação do caráter do seu filho; criar vínculos e memórias afetivas que irão durar para sempre; ser um pai que não é só ajudante de mãe e pagador de contas; dedicar tempo de qualidade à relação com o seu filho;</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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      <title>Jovem estuprada em BH: Observatório Feminino discute a negligência da sociedade em relação às mulheres</title>
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        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino deste domingo (6) debate o caso da jovem de 22 anos foi abandonada na rua e estuprada após um evento de pagode em Belo Horizonte.</p><p>Segundo os familiares, a jovem estava no evento de pagode com uma amiga de trabalho e outros conhecidos. A família diz que a jovem não tem costume de ingerir bebida alcoólica, mas acabou bebendo em excesso durante o show. Após sair do evento no estádio, na região da Pampulha, a amiga solicitou um motorista por aplicativo para a vítima e compartilhou a corrida com o irmão dela. No entanto, o irmão disse para PM que estava dormindo e não acompanhou a viagem. A jovem embarcou sozinha no carro.</p><p>O podcast debate também a decisão histórica do Supremo Tribunal Federal que invalidou o uso da tese da "legítima defesa da honra" em julgamentos de feminicídios no tribunal do júri. Segundo a tese, a morte serviria para "lavar" uma suposta honra masculina ferida, por exemplo, em uma traição da mulher. Com a decisão do STF, acusados não poderão ser absolvidos usando o argumento, que não tem respaldo em leis, como base. Se autoridades ou réus insistirem em usar a tese, terão o ato ou o julgamento anulados.</p><p>Esse fato abriu caminho para uma série de debates, com o foco principal na forma como a mulher ainda é tratada na sociedade. Para analisar esse caso, as jornalistas Alessandra Mendes, Amanda Antunes e Fernanda Rodrigues recebem a Presidente da Comissão de Enfrentamento à Violência contra a Mulher da OAB Minas, Isabella Pedersoli.</p><p>O podcast <strong>Observatório Feminino</strong> vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no <a href="https://www.youtube.com/channel/UC9T0ZAarQHL4cJGFzORVsFg"><strong>Youtube da Rádio de Minas</strong></a>.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino deste domingo (6) debate o caso da jovem de 22 anos foi abandonada na rua e estuprada após um evento de pagode em Belo Horizonte.</p><p>Segundo os familiares, a jovem estava no evento de pagode com uma amiga de trabalho e outros conhecidos. A família diz que a jovem não tem costume de ingerir bebida alcoólica, mas acabou bebendo em excesso durante o show. Após sair do evento no estádio, na região da Pampulha, a amiga solicitou um motorista por aplicativo para a vítima e compartilhou a corrida com o irmão dela. No entanto, o irmão disse para PM que estava dormindo e não acompanhou a viagem. A jovem embarcou sozinha no carro.</p><p>O podcast debate também a decisão histórica do Supremo Tribunal Federal que invalidou o uso da tese da "legítima defesa da honra" em julgamentos de feminicídios no tribunal do júri. Segundo a tese, a morte serviria para "lavar" uma suposta honra masculina ferida, por exemplo, em uma traição da mulher. Com a decisão do STF, acusados não poderão ser absolvidos usando o argumento, que não tem respaldo em leis, como base. Se autoridades ou réus insistirem em usar a tese, terão o ato ou o julgamento anulados.</p><p>Esse fato abriu caminho para uma série de debates, com o foco principal na forma como a mulher ainda é tratada na sociedade. Para analisar esse caso, as jornalistas Alessandra Mendes, Amanda Antunes e Fernanda Rodrigues recebem a Presidente da Comissão de Enfrentamento à Violência contra a Mulher da OAB Minas, Isabella Pedersoli.</p><p>O podcast <strong>Observatório Feminino</strong> vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no <a href="https://www.youtube.com/channel/UC9T0ZAarQHL4cJGFzORVsFg"><strong>Youtube da Rádio de Minas</strong></a>.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 07 Aug 2023 15:40:47 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino deste domingo (6) debate o caso da jovem de 22 anos foi abandonada na rua e estuprada após um evento de pagode em Belo Horizonte.</p><p>Segundo os familiares, a jovem estava no evento de pagode com uma amiga de trabalho e outros conhecidos. A família diz que a jovem não tem costume de ingerir bebida alcoólica, mas acabou bebendo em excesso durante o show. Após sair do evento no estádio, na região da Pampulha, a amiga solicitou um motorista por aplicativo para a vítima e compartilhou a corrida com o irmão dela. No entanto, o irmão disse para PM que estava dormindo e não acompanhou a viagem. A jovem embarcou sozinha no carro.</p><p>O podcast debate também a decisão histórica do Supremo Tribunal Federal que invalidou o uso da tese da "legítima defesa da honra" em julgamentos de feminicídios no tribunal do júri. Segundo a tese, a morte serviria para "lavar" uma suposta honra masculina ferida, por exemplo, em uma traição da mulher. Com a decisão do STF, acusados não poderão ser absolvidos usando o argumento, que não tem respaldo em leis, como base. Se autoridades ou réus insistirem em usar a tese, terão o ato ou o julgamento anulados.</p><p>Esse fato abriu caminho para uma série de debates, com o foco principal na forma como a mulher ainda é tratada na sociedade. Para analisar esse caso, as jornalistas Alessandra Mendes, Amanda Antunes e Fernanda Rodrigues recebem a Presidente da Comissão de Enfrentamento à Violência contra a Mulher da OAB Minas, Isabella Pedersoli.</p><p>O podcast <strong>Observatório Feminino</strong> vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no <a href="https://www.youtube.com/channel/UC9T0ZAarQHL4cJGFzORVsFg"><strong>Youtube da Rádio de Minas</strong></a>.</p>]]>
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      <title>O empreendedorismo feminino | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>Em Minas Gerais, 63% das mulheres querem ser donas do próprio negócio para ter mais flexibilidade e autonomia, segundo dados do Sebrae MG, referentes ao ano passado. A pesquisa revela ainda o poder da rede de apoio e influência entre as mulheres. Mais da metade tiveram contato com uma dona de negócio que serviu de inspiração. Além disso, 84% afirmaram que dariam preferência a contratar mulheres para a sua empresa. </p><p>Analisando esse contexto e com o desejo de ajudar outras mulheres, a produtora cultural Ana Linares e a gestora Luiza Firmato, decidiram criar em 2019, o ELAS FESTIVAL, pra incentivar o empreendedorismo feminino ligado à cultura. </p><p><strong>O podcast<br></strong><br>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em Minas Gerais, 63% das mulheres querem ser donas do próprio negócio para ter mais flexibilidade e autonomia, segundo dados do Sebrae MG, referentes ao ano passado. A pesquisa revela ainda o poder da rede de apoio e influência entre as mulheres. Mais da metade tiveram contato com uma dona de negócio que serviu de inspiração. Além disso, 84% afirmaram que dariam preferência a contratar mulheres para a sua empresa. </p><p>Analisando esse contexto e com o desejo de ajudar outras mulheres, a produtora cultural Ana Linares e a gestora Luiza Firmato, decidiram criar em 2019, o ELAS FESTIVAL, pra incentivar o empreendedorismo feminino ligado à cultura. </p><p><strong>O podcast<br></strong><br>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 30 Jul 2023 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia</author>
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      <itunes:keywords>empreendedorismo feminino emprego </itunes:keywords>
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      <title>Observatório feminino debate a investigação de crimes cometidos pelo Discord</title>
      <itunes:episode>171</itunes:episode>
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        <![CDATA[<p>O Observatório Feminino deste domingo (23) debate o desenrolar da operação Dark Room, contra crimes praticados através da plataforma de jogos Discord. As investigações começaram em março deste ano, com o compartilhamento de informações entre a Polícia Federal e policiais civis de vários estados do país.</p><p>Conforme as investigações, três servidores da plataforma eram utilizados por um grupo de jovens e adolescentes de várias regiões do país para cometerem atos de extrema violência contra animais e adolescentes, além de divulgarem pedofilia, zoofilia e fazerem apologia aberta de racismo, nazismo e misoginia.</p><p>Vídeos publicados na plataforma mostravam mutilações e sacrifícios de animais como parte de desafios impostos pelos criadores e administradores dos servidores como condição para membros ganharem cargos na comunidade, o que se traduzia principalmente em permissões e acesso às funções dentro do grupo. A maioria dessas ações era transmitida ao vivo em chamadas de vídeo para os integrantes dos servidores.</p><p>Ainda segundo a apuração, adolescentes também eram chantageadas e constrangidas a se tronarem escravas sexuais dos líderes e eram vítimas dos "estupros virtuais" que eram transmitidos ao vivo por meio de chamadas de vídeo para os integrantes do servidor. Até o momento, dois adolescentes de 14 e 17 anos foram apreendidos e um jovem de 19 anos foi preso.</p><p>Em nota, o Discord afirmou que não comenta casos específicos. A empresa também afirmou que tem uma "política de zero tolerância para atividades que sejam potencialmente prejudiciais à sociedade". "Com nossos esforços para combater ameaças à segurança infantil, nós proativamente removemos cerca de 98% das comunidades que encontramos com materiais de abuso infantil no Brasil ao longo dos últimos seis meses", diz a nota.</p><p>Supostos agiotas estão agindo abertamente no Instagram, se identificando como tal. Mas, na verdade, é mais um golpe. Os alvos são os mesmos: pessoas que precisam de crédito e não têm acesso aos meios legais, como bancos.</p><p>Na verdade, os perfis não são de agiotas, mas de golpistas. Não há empréstimo e a pessoa acaba perdendo dinheiro. O golpista questiona sobre o valor desejado e apresenta uma tabela de valores. Em seguida, informa que há um “seguro” a ser pago antes de o negócio ser fechado. Os valores variam entre R$ 50 e R$ 400, depende do valor solicitado pela vítima. O estelionatário condiciona o depósito do valor pretendido ao pagamento da taxa.</p><p>Para falar sobre esse assunto, e sobre segurança digital, as jornalistas Alessandra Mendes, Aline Neves e Wanda Sampaio recebem a presidente da Comissão Estadual de Educação Digital da OAB Minas, Daniella Avelar.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Observatório Feminino deste domingo (23) debate o desenrolar da operação Dark Room, contra crimes praticados através da plataforma de jogos Discord. As investigações começaram em março deste ano, com o compartilhamento de informações entre a Polícia Federal e policiais civis de vários estados do país.</p><p>Conforme as investigações, três servidores da plataforma eram utilizados por um grupo de jovens e adolescentes de várias regiões do país para cometerem atos de extrema violência contra animais e adolescentes, além de divulgarem pedofilia, zoofilia e fazerem apologia aberta de racismo, nazismo e misoginia.</p><p>Vídeos publicados na plataforma mostravam mutilações e sacrifícios de animais como parte de desafios impostos pelos criadores e administradores dos servidores como condição para membros ganharem cargos na comunidade, o que se traduzia principalmente em permissões e acesso às funções dentro do grupo. A maioria dessas ações era transmitida ao vivo em chamadas de vídeo para os integrantes dos servidores.</p><p>Ainda segundo a apuração, adolescentes também eram chantageadas e constrangidas a se tronarem escravas sexuais dos líderes e eram vítimas dos "estupros virtuais" que eram transmitidos ao vivo por meio de chamadas de vídeo para os integrantes do servidor. Até o momento, dois adolescentes de 14 e 17 anos foram apreendidos e um jovem de 19 anos foi preso.</p><p>Em nota, o Discord afirmou que não comenta casos específicos. A empresa também afirmou que tem uma "política de zero tolerância para atividades que sejam potencialmente prejudiciais à sociedade". "Com nossos esforços para combater ameaças à segurança infantil, nós proativamente removemos cerca de 98% das comunidades que encontramos com materiais de abuso infantil no Brasil ao longo dos últimos seis meses", diz a nota.</p><p>Supostos agiotas estão agindo abertamente no Instagram, se identificando como tal. Mas, na verdade, é mais um golpe. Os alvos são os mesmos: pessoas que precisam de crédito e não têm acesso aos meios legais, como bancos.</p><p>Na verdade, os perfis não são de agiotas, mas de golpistas. Não há empréstimo e a pessoa acaba perdendo dinheiro. O golpista questiona sobre o valor desejado e apresenta uma tabela de valores. Em seguida, informa que há um “seguro” a ser pago antes de o negócio ser fechado. Os valores variam entre R$ 50 e R$ 400, depende do valor solicitado pela vítima. O estelionatário condiciona o depósito do valor pretendido ao pagamento da taxa.</p><p>Para falar sobre esse assunto, e sobre segurança digital, as jornalistas Alessandra Mendes, Aline Neves e Wanda Sampaio recebem a presidente da Comissão Estadual de Educação Digital da OAB Minas, Daniella Avelar.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 23 Jul 2023 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O Observatório Feminino deste domingo (23) debate o desenrolar da operação Dark Room, contra crimes praticados através da plataforma de jogos Discord. As investigações começaram em março deste ano, com o compartilhamento de informações entre a Polícia Federal e policiais civis de vários estados do país.</p><p>Conforme as investigações, três servidores da plataforma eram utilizados por um grupo de jovens e adolescentes de várias regiões do país para cometerem atos de extrema violência contra animais e adolescentes, além de divulgarem pedofilia, zoofilia e fazerem apologia aberta de racismo, nazismo e misoginia.</p><p>Vídeos publicados na plataforma mostravam mutilações e sacrifícios de animais como parte de desafios impostos pelos criadores e administradores dos servidores como condição para membros ganharem cargos na comunidade, o que se traduzia principalmente em permissões e acesso às funções dentro do grupo. A maioria dessas ações era transmitida ao vivo em chamadas de vídeo para os integrantes dos servidores.</p><p>Ainda segundo a apuração, adolescentes também eram chantageadas e constrangidas a se tronarem escravas sexuais dos líderes e eram vítimas dos "estupros virtuais" que eram transmitidos ao vivo por meio de chamadas de vídeo para os integrantes do servidor. Até o momento, dois adolescentes de 14 e 17 anos foram apreendidos e um jovem de 19 anos foi preso.</p><p>Em nota, o Discord afirmou que não comenta casos específicos. A empresa também afirmou que tem uma "política de zero tolerância para atividades que sejam potencialmente prejudiciais à sociedade". "Com nossos esforços para combater ameaças à segurança infantil, nós proativamente removemos cerca de 98% das comunidades que encontramos com materiais de abuso infantil no Brasil ao longo dos últimos seis meses", diz a nota.</p><p>Supostos agiotas estão agindo abertamente no Instagram, se identificando como tal. Mas, na verdade, é mais um golpe. Os alvos são os mesmos: pessoas que precisam de crédito e não têm acesso aos meios legais, como bancos.</p><p>Na verdade, os perfis não são de agiotas, mas de golpistas. Não há empréstimo e a pessoa acaba perdendo dinheiro. O golpista questiona sobre o valor desejado e apresenta uma tabela de valores. Em seguida, informa que há um “seguro” a ser pago antes de o negócio ser fechado. Os valores variam entre R$ 50 e R$ 400, depende do valor solicitado pela vítima. O estelionatário condiciona o depósito do valor pretendido ao pagamento da taxa.</p><p>Para falar sobre esse assunto, e sobre segurança digital, as jornalistas Alessandra Mendes, Aline Neves e Wanda Sampaio recebem a presidente da Comissão Estadual de Educação Digital da OAB Minas, Daniella Avelar.</p><p>O podcast</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas</p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>Os desafios da mulher na segurança pública | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>Uma das questões mais urgentes para as mulheres é a segurança. Como enfrentar uma sociedade que naturaliza e legitima a violência? Como denunciar e se proteger de situações de abuso que ocorrem em diversos espaços, inclusive no ambiente de trabalho? Essas são algumas das perguntas que o podcast Observatório Feminino traz neste domingo (16), com a participação da diretora de Assuntos da Mulher Policial da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis e presidente da Associação dos Escrivães da Polícia Civil de Minas Gerais, Aline Risi.</p><p><a href="https://www.itatiaia.com.br/editorias/cidades/2023/06/15/policia-investiga-se-escriva-foi-induzida-ao-suicidio-e-apura-assedio-moral-e-sexual">O programa aborda o caso da escrivã Rafaela Drumond, que foi encontrada morta em sua casa, no Campo das Vertentes, em junho. </a>A polícia registrou o caso como suicídio, mas Rafaela deixou áudios em que relatava ser vítima de assédio moral e sexual na delegacia onde trabalhava. As investigações ainda estão em andamento, mas os familiares acreditam que os abusos que ela sofria foram determinantes para que ela tirasse a própria vida.</p><p>As jornalistas Amanda Antunes, Aline Neves e Fernanda Rodrigues conversam com Aline Risi sobre os desafios e as dificuldades das mulheres policiais, que atuam em uma profissão predominantemente masculina e hierárquica. Elas também discutem sobre as formas de prevenção e combate ao assédio no trabalho e os direitos das mulheres que sofrem esse tipo de violência. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Uma das questões mais urgentes para as mulheres é a segurança. Como enfrentar uma sociedade que naturaliza e legitima a violência? Como denunciar e se proteger de situações de abuso que ocorrem em diversos espaços, inclusive no ambiente de trabalho? Essas são algumas das perguntas que o podcast Observatório Feminino traz neste domingo (16), com a participação da diretora de Assuntos da Mulher Policial da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis e presidente da Associação dos Escrivães da Polícia Civil de Minas Gerais, Aline Risi.</p><p><a href="https://www.itatiaia.com.br/editorias/cidades/2023/06/15/policia-investiga-se-escriva-foi-induzida-ao-suicidio-e-apura-assedio-moral-e-sexual">O programa aborda o caso da escrivã Rafaela Drumond, que foi encontrada morta em sua casa, no Campo das Vertentes, em junho. </a>A polícia registrou o caso como suicídio, mas Rafaela deixou áudios em que relatava ser vítima de assédio moral e sexual na delegacia onde trabalhava. As investigações ainda estão em andamento, mas os familiares acreditam que os abusos que ela sofria foram determinantes para que ela tirasse a própria vida.</p><p>As jornalistas Amanda Antunes, Aline Neves e Fernanda Rodrigues conversam com Aline Risi sobre os desafios e as dificuldades das mulheres policiais, que atuam em uma profissão predominantemente masculina e hierárquica. Elas também discutem sobre as formas de prevenção e combate ao assédio no trabalho e os direitos das mulheres que sofrem esse tipo de violência. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 16 Jul 2023 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Uma das questões mais urgentes para as mulheres é a segurança. Como enfrentar uma sociedade que naturaliza e legitima a violência? Como denunciar e se proteger de situações de abuso que ocorrem em diversos espaços, inclusive no ambiente de trabalho? Essas são algumas das perguntas que o podcast Observatório Feminino traz neste domingo (16), com a participação da diretora de Assuntos da Mulher Policial da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis e presidente da Associação dos Escrivães da Polícia Civil de Minas Gerais, Aline Risi.</p><p><a href="https://www.itatiaia.com.br/editorias/cidades/2023/06/15/policia-investiga-se-escriva-foi-induzida-ao-suicidio-e-apura-assedio-moral-e-sexual">O programa aborda o caso da escrivã Rafaela Drumond, que foi encontrada morta em sua casa, no Campo das Vertentes, em junho. </a>A polícia registrou o caso como suicídio, mas Rafaela deixou áudios em que relatava ser vítima de assédio moral e sexual na delegacia onde trabalhava. As investigações ainda estão em andamento, mas os familiares acreditam que os abusos que ela sofria foram determinantes para que ela tirasse a própria vida.</p><p>As jornalistas Amanda Antunes, Aline Neves e Fernanda Rodrigues conversam com Aline Risi sobre os desafios e as dificuldades das mulheres policiais, que atuam em uma profissão predominantemente masculina e hierárquica. Elas também discutem sobre as formas de prevenção e combate ao assédio no trabalho e os direitos das mulheres que sofrem esse tipo de violência. </p>]]>
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      <title>Observatório Feminino debate a igualdade salarial entre homens e mulheres</title>
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      <itunes:title>Observatório Feminino debate a igualdade salarial entre homens e mulheres</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Uma nova lei que garante a igualdade salarial entre homens e mulheres no Brasil é o tema do podcast Observatório Feminino deste domingo (9). A lei, que já está em vigor, estabelece novas bases legais para que trabalhadoras e trabalhadores tenham garantido seu direito à igualdade de salário e de remuneração.</p><p><strong>Entre os principais pontos da nova legislação, estão:</strong></p><ul><li>A obrigação de que as empresas sejam mais transparentes sobre o quanto pagam a seus funcionários;</li><li>A aplicação de multa para aquelas que descumprirem as regras.</li></ul><p>As jornalistas Alessandra Mendes, Fernanda Rodrigues e Ana Bongiovanni analisam as falas da ministra do Orçamento e Planejamento, Simone Tebet que, nesta semana, falou sobre a nova lei e os avanços a partir da nova regra. Tebet também falou sobre um disque denúncia, onde os casos de discriminação salarial serão denunciados e fiscalizados pelo governo.</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Uma nova lei que garante a igualdade salarial entre homens e mulheres no Brasil é o tema do podcast Observatório Feminino deste domingo (9). A lei, que já está em vigor, estabelece novas bases legais para que trabalhadoras e trabalhadores tenham garantido seu direito à igualdade de salário e de remuneração.</p><p><strong>Entre os principais pontos da nova legislação, estão:</strong></p><ul><li>A obrigação de que as empresas sejam mais transparentes sobre o quanto pagam a seus funcionários;</li><li>A aplicação de multa para aquelas que descumprirem as regras.</li></ul><p>As jornalistas Alessandra Mendes, Fernanda Rodrigues e Ana Bongiovanni analisam as falas da ministra do Orçamento e Planejamento, Simone Tebet que, nesta semana, falou sobre a nova lei e os avanços a partir da nova regra. Tebet também falou sobre um disque denúncia, onde os casos de discriminação salarial serão denunciados e fiscalizados pelo governo.</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Sun, 09 Jul 2023 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>A luta da comunidade LGBTQIA+ por direitos | Observatório Feminino </title>
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        <![CDATA[<p>Junho é o mês de celebrar a diversidade e a luta da comunidade LGBTQIA+. Neste domingo (2), o podcast Observatório Feminino traz um debate sobre a história e os desafios desse movimento, que teve início em 1969, com a Rebelião de Stonewall, em Nova York. Na ocasião, um grupo de pessoas que frequentava o bar Stonewall Inn reagiu à violência policial e iniciou uma série de protestos que marcaram a resistência e a visibilidade LGBTQIA+. Um ano depois, acontecia a primeira marcha de Orgulho Gay, que se tornou um símbolo mundial da causa.</p><p><br>Para conversar sobre as conquistas e as demandas da comunidade LGBTQIA+, o Observatório Feminino recebe a drag queen e transformista Nayla Brizard, personagem do ator Nilo Faustino. Nayla fala sobre sua trajetória artística, sua relação com a identidade de gênero e sua participação na Parada do Orgulho LGBT+ de Belo Horizonte, que acontece no dia 9 de julho. A Parada é um evento de afirmação, inclusão e respeito, que convida todos a se juntarem à luta pelos direitos e pela dignidade LGBTQIA+. </p><p><br>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Junho é o mês de celebrar a diversidade e a luta da comunidade LGBTQIA+. Neste domingo (2), o podcast Observatório Feminino traz um debate sobre a história e os desafios desse movimento, que teve início em 1969, com a Rebelião de Stonewall, em Nova York. Na ocasião, um grupo de pessoas que frequentava o bar Stonewall Inn reagiu à violência policial e iniciou uma série de protestos que marcaram a resistência e a visibilidade LGBTQIA+. Um ano depois, acontecia a primeira marcha de Orgulho Gay, que se tornou um símbolo mundial da causa.</p><p><br>Para conversar sobre as conquistas e as demandas da comunidade LGBTQIA+, o Observatório Feminino recebe a drag queen e transformista Nayla Brizard, personagem do ator Nilo Faustino. Nayla fala sobre sua trajetória artística, sua relação com a identidade de gênero e sua participação na Parada do Orgulho LGBT+ de Belo Horizonte, que acontece no dia 9 de julho. A Parada é um evento de afirmação, inclusão e respeito, que convida todos a se juntarem à luta pelos direitos e pela dignidade LGBTQIA+. </p><p><br>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 03 Jul 2023 10:07:31 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino debate a desigualdade de gênero no mercado de trabalho</title>
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        <![CDATA[<p>Neste domingo (25), o podcast Observatório Feminino aborda um tema importante: a desigualdade de gênero no mercado de trabalho. Segundo a Fundação Getúlio Vargas, as mulheres enfrentam uma taxa de desemprego maior do que os homens desde 2012, mesmo tendo mais qualificação e experiência.</p><p>Para discutir esse assunto, as apresentadoras Amanda Antunes, Aline Neves e Alessandra Mendes conversam com Elizângela Maria Coelho do Nascimento, uma mulher que exerce várias atividades profissionais e que não se deixa intimidar pelos obstáculos. Ela é motorista de aplicativos, entregadora, formada em redes de computador, cantora, integrante da rede Guerreiras do Asfalto e criadora do canal Na Pista com Lili, que ajuda outras mulheres que querem ingressar nesse ramo. Ela conta como é ser uma mulher multitarefas e como enfrenta os desafios e preconceitos no dia a dia. Não perca esse bate-papo inspirador no Observatório Feminino, o podcast que fala sobre tudo o que interessa às mulheres.</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Neste domingo (25), o podcast Observatório Feminino aborda um tema importante: a desigualdade de gênero no mercado de trabalho. Segundo a Fundação Getúlio Vargas, as mulheres enfrentam uma taxa de desemprego maior do que os homens desde 2012, mesmo tendo mais qualificação e experiência.</p><p>Para discutir esse assunto, as apresentadoras Amanda Antunes, Aline Neves e Alessandra Mendes conversam com Elizângela Maria Coelho do Nascimento, uma mulher que exerce várias atividades profissionais e que não se deixa intimidar pelos obstáculos. Ela é motorista de aplicativos, entregadora, formada em redes de computador, cantora, integrante da rede Guerreiras do Asfalto e criadora do canal Na Pista com Lili, que ajuda outras mulheres que querem ingressar nesse ramo. Ela conta como é ser uma mulher multitarefas e como enfrenta os desafios e preconceitos no dia a dia. Não perca esse bate-papo inspirador no Observatório Feminino, o podcast que fala sobre tudo o que interessa às mulheres.</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 25 Jun 2023 13:59:30 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Neste domingo (25), o podcast Observatório Feminino aborda um tema importante: a desigualdade de gênero no mercado de trabalho. Segundo a Fundação Getúlio Vargas, as mulheres enfrentam uma taxa de desemprego maior do que os homens desde 2012, mesmo tendo mais qualificação e experiência.</p><p>Para discutir esse assunto, as apresentadoras Amanda Antunes, Aline Neves e Alessandra Mendes conversam com Elizângela Maria Coelho do Nascimento, uma mulher que exerce várias atividades profissionais e que não se deixa intimidar pelos obstáculos. Ela é motorista de aplicativos, entregadora, formada em redes de computador, cantora, integrante da rede Guerreiras do Asfalto e criadora do canal Na Pista com Lili, que ajuda outras mulheres que querem ingressar nesse ramo. Ela conta como é ser uma mulher multitarefas e como enfrenta os desafios e preconceitos no dia a dia. Não perca esse bate-papo inspirador no Observatório Feminino, o podcast que fala sobre tudo o que interessa às mulheres.</p><p>O podcast Observatório Feminino vai ao ar todos os domingos, às 8h30, na Rádio Itatiaia. Você também pode ouvir os episódios nas plataformas de áudio, e no Youtube da Rádio de Minas.</p>]]>
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      <itunes:keywords>observatório feminino, Itacast, rádio itatiaia,sociedade, cultura, comportamento, </itunes:keywords>
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      <title>A importância da liberdade feminina | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>"Eu não sou livre enquanto alguma mulher não o for, mesmo quando as correntes delas forem muito diferentes das minhas", esta frase é da escritora norte-americana, feminista, ativista dos direitos civis e homossexuais, Audre Lorde.</p><p>O Observatório Feminino deste domingo (18) recebe Anamaria Fernandes, diretora e idealizadora do espetáculo de dança, que está em cartaz em Belo Horizonte, chamado "Outras de Nós", da Ananda Cia de Dança Contemporânea. A apresentação incorporou correntes citadas por Audre Lorde.</p><p>Anamaria fala sobre as inspirações para trabalhar na apresentação e a importância da mulher ser livre e estar onde quiser. A diretora se inspirou no trabalho de pesquisa desenvolvido por ela na França, em uma penitenciária com mulheres em situação de cárcere. O espetáculo também aborda o cárcere construído socialmente e vivido no universo feminino.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 18 Jun 2023 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino debate empreendedorismo de mulheres negras</title>
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        <![CDATA[<p>Nesse final de semana, o grupo Digitais Pretas está chegando em Belo Horizonte com um evento que foca no empoderamento, empreendedorismo e impulsionamento de negócios para mulheres pretas. Esse evento vai reunir mulheres pretas de todo o país para o quarto encontro nacional, sendo este o primeiro na capital mineira.</p><p>Ana Paula Ferreira, é a convidada do Observatório Feminino para falar sobre o evento e sua importância para mulheres que querem se tornar empreendedoras e que já estão no mercado. Ana Paula é psicóloga e vai participar do workshop “Mulheres Pretas no mundo dos negócios. Construindo laços e redes para o sucesso".</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 11 Jun 2023 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Os desafios da mulher PCD no mercado de trabalho | Observatório Feminino </title>
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        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino deste domingo (4) debate as dificuldades para conseguir uma vaga no mercado de trabalho. Seja devido à falta de qualificação, pela idade, ou até pelo sexo e raça. Quando se trata de mercado de trabalho: as pessoas com deficiência.</p><p>Um levantamento feito pelo IBGE mostra que 7 em cada 10 pessoas com deficiência estão fora do mercado de trabalho. A taxa de participação dessa população no mercado em 2019 era de 28%, menor do que a de pessoas sem deficiências, de 66%. A diferença também é percebida na questão salarial. Enquanto as pessoas com deficiência recebiam o salário médio de R$ 1.639 mensais, o rendimento médio das pessoas sem deficiência era de R$ 2.619 – ou seja, cerca de mil reais a mais.</p><p>Para falar um pouco sobre esses desafios, o programa deste domingo recebe a jornalista Bruna Buzette, que é cadeirante, tem um portal de notícias e é militante na causa de pessoas com deficiência. Confira! </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 04 Jun 2023 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino apresenta casamento em cemitério e discute ressignificação do rito</title>
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        <![CDATA[<p>O Observatório Feminino deste domingo (28) apresenta um casamento comunitário inusitado: a cerimônia ecumênica será realizada no Cemitério Parque Terra Santa, em Sabará.</p><p>Maio é conhecido como o mês das noivas. Não é de hoje que os casamentos inovam nas festas, nas vestimentas e em várias coisas do rito. Seis casais vão se unir às 16 horas, no Cemitério Parque Terra Santa, em Sabará.</p><p>O responsável por esse evento é a Metropax Planos de Assistência Familiar. Para falar sobre essa iniciativa, o podcast Observatório Feminino recebe a CEO e presidente da empresa, Vivianne Brasil. Aline Neves recebe as jornalistas Alessandra Mendes, Amanda Antunes e Fernanda Rodrigues para o papo.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 28 May 2023 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino debate sintomas da menopausa, período que chega para todas as mulheres</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O Observatório Feminino deste domingo (21) aborda um tema muito conhecido entre as mulheres, a menopausa. Calorão, mudança de humor, cansaço, dificuldade para dormir. Esses são apenas alguns dos sintomas da menopausa, o período que vai chegar para todas as mulheres. Apesar disso, ainda é um tema cercado de muito tabu.</p><p>A falta de conhecimento e de busca por ajuda tem levado milhares de mulheres a uma situação ainda mais complicada: sofrem sozinhas sem buscar ajuda. A menopausa é sim um período que necessita de cuidados, mas não pode ser visto como um calvário.</p><p>Para apontar alguns dos caminhos no sentido de um processo mais tranquilo, o </p><p>Observatório Feminino conversa com a médica ginecologista e obstetra Liv Braga, que integra a Sogimig Associação de Ginecologistas e Obstetras de Minas Gerais). </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 21 May 2023 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Dia das Mães! Observatório Feminino debate a influência das avós na maternidade</title>
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        <![CDATA[<p>O Observatório Feminino deste domingo (14) homenageia as mamães: as mais velhas, as mais novas, as que trabalham fora de casa, as que estudam, as que tem um filho ou mais de um, as que planejaram a gravidez, as que não planejaram, as que levantam a bandeira da maternidade, as que não militam, as que são mães solo e, em especial, as avós.  </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 14 May 2023 08:30:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Quem são os influenciadores digitais? Observatório Feminino debate a presença feminina no ambiente digital </title>
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        <![CDATA[<p>Não é de hoje que os digitais influencers vem tomando conta das redes sociais com milhares de seguidores. Mas quem são esses digitais influencers? Se você procurar no Instagram por exemplo, vai ver que pra ser um digital influencer não tem idade: nas redes a gente vê desde crianças até pessoas 60+. O conteúdo também varia muito: tem influenciador que fala de moda, receitas, maquiagem... tem assunto pra todos os gostos.<br>E como será a vida de um digital influencer? O Observatório recebe a apresentadora Érica Araújo para falar sobre a presença feminina no ambiente digital e contar a experiência dela no mundo dos influenciadores digitais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Não é de hoje que os digitais influencers vem tomando conta das redes sociais com milhares de seguidores. Mas quem são esses digitais influencers? Se você procurar no Instagram por exemplo, vai ver que pra ser um digital influencer não tem idade: nas redes a gente vê desde crianças até pessoas 60+. O conteúdo também varia muito: tem influenciador que fala de moda, receitas, maquiagem... tem assunto pra todos os gostos.<br>E como será a vida de um digital influencer? O Observatório recebe a apresentadora Érica Araújo para falar sobre a presença feminina no ambiente digital e contar a experiência dela no mundo dos influenciadores digitais.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 07 May 2023 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>Não é de hoje que os digitais influencers vem tomando conta das redes sociais com milhares de seguidores. Mas quem são esses digitais influencers? Se você procurar no Instagram por exemplo, vai ver que pra ser um digital influencer não tem idade: nas redes a gente vê desde crianças até pessoas 60+. O conteúdo também varia muito: tem influenciador que fala de moda, receitas, maquiagem... tem assunto pra todos os gostos.<br>E como será a vida de um digital influencer? O Observatório recebe a apresentadora Érica Araújo para falar sobre a presença feminina no ambiente digital e contar a experiência dela no mundo dos influenciadores digitais.</p>]]>
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      <title>A presença das mulheres nos reinados e congados em MG | Observatório Feminino</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O Observatório Feminino deste domingo (30) fala sobre uma parte importante da nossa cultura popular. Todas as comunidades possuem ritos, costumes, passados de geração em geração e marcam a vida das pessoas. Podem ser ritos relacionados a alguma questão familiar ou também à religião.</p><p>Se você pensar, por exemplo, em algumas comunidades do interior de Minas e nas festas religiosas, vai lembrar das festas de reinado e congado. Mas elas ocorrem não apenas no interior, pelo contrário, aqui na capital a gente tem diversas comunidades envolvidas com esses ritos.</p><p>E a presença feminina nos reinados e congados vem crescendo nas últimas décadas, com as mulheres ocupando cargos na hierarquia religiosa administrativa, espaço que era destinado apenas a homens. É a tradição se transformando para seguir as mudanças da sociedade.</p><p>Para registrar essa tradição, e o papel das mulheres nesse cenário, o livro "Mulheres Reinadeiras: rainhas, capitãs e cozinheiras de Irmandades do Rosário de Belo Horizonte", lançado neste mês de abril, traz o perfil de 13 mestras dos reinados e congados da capital.</p><p>O Observatório Feminino recebe uma dessas mulheres retratadas no livro, a rainha conga Kelly Simone da Cruz Conceição Santos, e a jornalista e escritora Júlia Moysés. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Observatório Feminino deste domingo (30) fala sobre uma parte importante da nossa cultura popular. Todas as comunidades possuem ritos, costumes, passados de geração em geração e marcam a vida das pessoas. Podem ser ritos relacionados a alguma questão familiar ou também à religião.</p><p>Se você pensar, por exemplo, em algumas comunidades do interior de Minas e nas festas religiosas, vai lembrar das festas de reinado e congado. Mas elas ocorrem não apenas no interior, pelo contrário, aqui na capital a gente tem diversas comunidades envolvidas com esses ritos.</p><p>E a presença feminina nos reinados e congados vem crescendo nas últimas décadas, com as mulheres ocupando cargos na hierarquia religiosa administrativa, espaço que era destinado apenas a homens. É a tradição se transformando para seguir as mudanças da sociedade.</p><p>Para registrar essa tradição, e o papel das mulheres nesse cenário, o livro "Mulheres Reinadeiras: rainhas, capitãs e cozinheiras de Irmandades do Rosário de Belo Horizonte", lançado neste mês de abril, traz o perfil de 13 mestras dos reinados e congados da capital.</p><p>O Observatório Feminino recebe uma dessas mulheres retratadas no livro, a rainha conga Kelly Simone da Cruz Conceição Santos, e a jornalista e escritora Júlia Moysés. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 30 Apr 2023 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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        <![CDATA[<p>O Observatório Feminino deste domingo (30) fala sobre uma parte importante da nossa cultura popular. Todas as comunidades possuem ritos, costumes, passados de geração em geração e marcam a vida das pessoas. Podem ser ritos relacionados a alguma questão familiar ou também à religião.</p><p>Se você pensar, por exemplo, em algumas comunidades do interior de Minas e nas festas religiosas, vai lembrar das festas de reinado e congado. Mas elas ocorrem não apenas no interior, pelo contrário, aqui na capital a gente tem diversas comunidades envolvidas com esses ritos.</p><p>E a presença feminina nos reinados e congados vem crescendo nas últimas décadas, com as mulheres ocupando cargos na hierarquia religiosa administrativa, espaço que era destinado apenas a homens. É a tradição se transformando para seguir as mudanças da sociedade.</p><p>Para registrar essa tradição, e o papel das mulheres nesse cenário, o livro "Mulheres Reinadeiras: rainhas, capitãs e cozinheiras de Irmandades do Rosário de Belo Horizonte", lançado neste mês de abril, traz o perfil de 13 mestras dos reinados e congados da capital.</p><p>O Observatório Feminino recebe uma dessas mulheres retratadas no livro, a rainha conga Kelly Simone da Cruz Conceição Santos, e a jornalista e escritora Júlia Moysés. </p>]]>
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      <title>Polícia Civil de Minas Gerais conta com ‘robô’ para detectar DNA e identificar suspeitos de cometer crime sexuais | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>O podcast Observatório Feminino deste domingo (23) debate  a violência contra a mulher. Um levantamento da Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) mostra que os crimes sexuais aumentaram mais de 20% no primeiro mês deste ano, em relação ao mesmo período de 2022.</p><p><br></p><p>Para poder identificar um maior número de crimes sexuais, o Instituto de Criminalística da Polícia Civil de Minas Gerais tem agora um equipamento capaz de processar 84 amostras de DNA de uma única vez. A expectativa é a de que sejam processadas três mil amostras de crimes sexuais por ano.</p><p><br></p><p>Para esclarecer dúvidas sobre essa tecnologia que pode facilitar as investigações em caso de crimes sexuais contra mulheres, o Observatório Femino recebe a perita criminal Valéria Rosalina, lotada no laboratório de DNA Forense da PCMG e coordenadora da comissão de qualidade do comitê gestor da Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 23 Apr 2023 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>É possível evitar a morte de mulheres grávidas em situação de vulnerabilidade? Especialista comenta </title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Mellyssa é o nome de uma criança que morreu logo após o nascimento, em decorrência de uma infecção congênita cujo exame de detecção deve fazer parte do pré-natal. Mesmo tendo sua mãe passado por várias consultas médicas durante a gestação, a doença só foi diagnosticada no final da gravidez, quando o quadro já era irreversível para a bebê.</p><p>O Prêmio Mellyssa de boas práticas promovido pelo MPMG em parceria com Secretaria de Estado da Saúde e outras instituições tem uma missão de promover uma atenção maior à saúde materna e infantil.</p><p>Para falar sobre esse tema e o prêmio Mellyssa, o Observatório Feminino recebe nesse domingo (16), a dra. Marcela Damásio, pediatra e assessora do Centro de Apoio Operacional da Saúde (CaoSaúde). Confira! </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 16 Apr 2023 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Empoderamento: Cresce a representatividade feminina no mercado de cervejas </title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O mercado cervejeiro, antes dominado por homens, vem tomando outros rumos e muitas mulheres atuam como produtoras, Sommelier e organizadoras de Confrarias. Eram as mulheres quem faziam as primeiras receitas e graças a isso a bebida alcóolica mais consumida do mundo tem sua Deusa: Ninkasi, de 1800 a.C. </p><p>Para falar da cerveja, da história da bebida, dos eventos, o Observatório Feminino recebe a integrante da Confece – a Confraria Feminina de Cerveja, Viviane Bastos. Confira!</p><p>Observatório Feminino - 09/04/2023</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 09 Apr 2023 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Magreza volta à moda: por que essa tendência retornou? Quais os riscos? | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>Quem viveu na década de 1990 sabe que quando se falava em moda, o que víamos nas passarelas eram desfiles com modelos extremamente magras. E não é que em pleno 2023 essa tendência voltou?</p><p>A magreza extrema está aí e em tempos de redes sociais, influenciadores digitais, quem segue o estilo acaba tendo que se adequar sem saber dos riscos. Manter o corpo tão magro pode vir acompanhado de dietas rígidas e medicamentos.</p><p>Para falar sobre esse assunto, o Observatório Feminino deste domingo (2), conversa com a Doutora Bárbara Arruda, que atua na área de Medicina Integrativa, longevidade, obesidade e emagrecimento. Confira!</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 02 Apr 2023 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia</author>
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    <item>
      <title>Observatório Feminino recebe advogada Maíra Neiva Gomes - 26/03/2023</title>
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      <pubDate>Mon, 27 Mar 2023 10:42:11 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>19/03/2023: Observatório Feminino recebe delegada Amanda Pires</title>
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      <pubDate>Sun, 19 Mar 2023 07:18:39 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino discute sobre misoginia e o movimento 'Red Pills'</title>
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        <![CDATA[<p>O termo “redpill” surgiu no filme Matrix, mas seu conceito foi reapropriado na cultura misógina. Hoje, o “redpill” tem sido utilizado nas redes sociais para se referir ao movimento que defende que homens não devem se relacionar afetivamente com mulheres, pois todas seriam manipuladoras e interesseiras Sobre este assunto, o Observatório Feminino deste domingo (12) conversa com Bruna Camilo, Cientista Política</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 12 Mar 2023 09:21:53 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia </author>
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      <title>	Observatório Feminino discute assédio no Carnaval </title>
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        <![CDATA[<p>O Carnaval já foi oficialmente aberto aqui em BH. Vários blocos, ensaios e cortejos já estão acontecendo na cidade. Mas infelizmente, como a gente sabe, nem tudo é festa. As mulheres continuam sendo assediadas. Por isso, o Grupo de Combate à Importunação Sexual de Mulheres no Transporte Público, da Prefeitura de Belo Horizonte, vai atuar agora também no Carnaval.  </p><p>Esse grupo é formado por agentes femininas da Guarda Civil Municipal de Belo Horizonte. Ele foi criado em 2018, pra incentivar as vítimas de casos ocorridos dentro dos ônibus a denunciarem os abusadores, já que a subnotificação era muito alta.</p><p> Este ano, pro Carnaval, o lema é: Nosso bloco é de respeito. Importunação aqui não!</p><p>E pra gente conversar sobre esse assunto quem tá aqui no Observatório Feminino de hoje é a Guarda Municipal, Aline Oliveira.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 12 Feb 2023 08:08:54 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia </author>
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      <title>Observatório Feminino discute a realidade das mulheres indígenas no Brasil | Com Avelin Kambiwá, socióloga e especialista em gênero e raça</title>
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        <![CDATA[<p>De acordo com o último Censo, realizado pelo IBGE em 2010, o Brasil é habitado por cerca de 818 mil indígenas, distribuídos por 827 municípios. Um número que se assemelha à população de grandes capitais ao redor do mundo. E, ainda assim, representando boa parcela dos cidadãos brasileiros, os povos indígenas enfrentam lutas antigas. Para além dos desafios territoriais, os povos indígenas enfrentam, ainda nos dias de hoje, problemas com racismo, preconceito, violação aos direitos das mulheres indígenas, falta de acesso à saúde e serviços públicos, além da alimentação escassa e pobre em nutrientes.</p><p>Impossível não mencionar aqui a crise humanitária envolvendo os yanomamis que veio à tona no dia 20 de Janeiro, quando a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, fez posts sobre a grave situação em Roraima.</p><p>Desde então já foram confirmadas a morte de centenas de indígenas na região. Pra falar um pouco sobre como a realidade da população indígena, principalmente as mulheres indígenas, o Observatório recebe hoje a Dra. Avelin Kambiwá, socióloga e especialista em gênero e raça.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 08 Feb 2023 17:39:31 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia</author>
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      <itunes:keywords>Observatório Feminino, Feminismo, Indígenas, Direitos Indígenas, Sociologia, Brasil</itunes:keywords>
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      <title>Observatório Feminino discute o afroempreendedorismo</title>
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        <![CDATA[<p>O episódio deste de domingo (22) vai falar sobre o afroempreendedorismo. Na próxima quinta-feira (26), um evento vai reunir mulheres negras e empreendedoras de todo o Brasil</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 22 Jan 2023 09:32:26 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia </author>
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      <title>Observatório Feminino | Astróloga e taróloga tece previsões para 2023</title>
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        <![CDATA[<p>As jornalistas Alessandra Mendes, Aline Neves e Fernanda Rodrigues recebem no Observatório Feminino deste domingo (1º), que marca o início de 2023, a astróloga, numeróloga e taróloga Adriane Calixtto para falar sobre a previsão dos astros para o ano.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 01 Jan 2023 08:55:18 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino especial de Natal aborda a amizade</title>
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      <pubDate>Sun, 25 Dec 2022 10:54:02 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino entrevista a Subsecretaria de Turismo de MG, Milena Pedrosa</title>
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      <pubDate>Sun, 18 Dec 2022 08:38:34 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia </author>
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      <title>Observatório Feminino 11/12/2022: Eduardo Costa fala o que viu no Catar</title>
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      <pubDate>Sun, 11 Dec 2022 12:25:27 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino discute direitos da população carcerária no Brasil</title>
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        <![CDATA[<p>O Observatório Feminino deste domingo (4) mergulha na discussão sobre os direitos da população carcerária no Brasil a partir do lançamento do curso “Cadê meus direitos?”. Participa do episódio Ludmila Ribeiro, professora associada no Departamento de Sociologia e pesquisadora no Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública da UFMG.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 05 Dec 2022 00:06:23 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino debate problemas e impactos que unem crianças e sexo</title>
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        <![CDATA[Chamou a atenção nos últimos dias uma campanha da marca de luxo, Balenciaga, que resolveu associar crianças a fetiches sexuais. Na campanha, crianças seguravam bolsas em formato de ursinhos de pelúcia "sadomasoquistas". Além disso, no cenário, estavam brinquedos sexuais, como algemas e coleiras.   

Para falar sobre os graves problemas e impactos que unem crianças e sexo, o Observatório Feminino recebe hoje Vanessa do Mila, Fundadora do Instituto MILA - Movimento Infância Livre de Abusos e Rose Aquino, da Rede Solidária BH.]]>
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Para falar sobre os graves problemas e impactos que unem crianças e sexo, o Observatório Feminino recebe hoje Vanessa do Mila, Fundadora do Instituto MILA - Movimento Infância Livre de Abusos e Rose Aquino, da Rede Solidária BH.]]>
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      <pubDate>Sun, 27 Nov 2022 09:03:47 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia </author>
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Para falar sobre os graves problemas e impactos que unem crianças e sexo, o Observatório Feminino recebe hoje Vanessa do Mila, Fundadora do Instituto MILA - Movimento Infância Livre de Abusos e Rose Aquino, da Rede Solidária BH.</itunes:summary>
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      <title>Observatório Feminino debate 'síndrome da impostora' com a psicóloga Érica Machado</title>
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      <pubDate>Sun, 20 Nov 2022 09:21:52 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino recebe deputadas eleitas Lohanna França (PV) e Nayara Rocha (PP)</title>
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        <![CDATA[<p>À frente do episódio do Observatório Feminino deste domingo (13), as jornalistas Alessandra Mendes e Fernanda Rodrigues recebem as deputadas eleitas Lohanna França (PV) e Nayara Rocha (PP) para discussão sobre representatividade feminina na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e o impacto das mulheres na política brasileira.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 13 Nov 2022 17:57:00 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino recebe Ana Cláudia Nascimento Gomes, procuradora do MPT </title>
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      <pubDate>Sun, 06 Nov 2022 09:19:50 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino debate polarização política com neuropsicóloga</title>
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      <pubDate>Sun, 30 Oct 2022 09:10:41 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino - 23/10/2022 - Como a pandemia mudou a vida das pessoas </title>
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      <pubDate>Sun, 23 Oct 2022 08:53:17 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Laura Conrado | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>Observatório Feminino deste domingo (16) recebe a escritora mineira Laura Conrado, que apresenta o romance “Freud, me tira dessa!”. Confira!</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 16 Oct 2022 11:33:57 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia</author>
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Observatório Feminino deste domingo (16) recebe a escritora mineira Laura Conrado, que apresenta o romance “Freud, me tira dessa!”. Confira!</itunes:summary>
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Observatório Feminino deste domingo (16) recebe a escritora mineira Laura Conrado, que apresenta o romance “Freud, me tira dessa!”. Confira!</itunes:subtitle>
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      <title>Observatório Feminino - 09/10/2022</title>
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        <![CDATA[Belo Horizonte instalou a primeira casa para abrigar grávidas que vivem nas ruas. Quem participa hoje do Observatório Feminino é Maira Colares, Secretária Municipal de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania.]]>
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      <pubDate>Sun, 09 Oct 2022 09:02:10 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <itunes:summary>Belo Horizonte instalou a primeira casa para abrigar grávidas que vivem nas ruas. Quem participa hoje do Observatório Feminino é Maira Colares, Secretária Municipal de Assistência Social, Segurança Alimentar e Cidadania.</itunes:summary>
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      <title>Observatório Feminino - 02/10/2022</title>
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      <pubDate>Sun, 02 Oct 2022 10:16:48 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino - 25/09/2022</title>
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      <pubDate>Sun, 25 Sep 2022 13:05:42 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Malu Albuquerque e o consumidor do futuro | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>O Observatório Feminino deste domingo (18) recebe a Maria Albuquerque, coach especialista em comportamento humano, para discutir sobre as mudanças nas tendências de consumo. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 18 Sep 2022 16:48:44 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino debate caso de jornalista assediada por torcedor</title>
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      <pubDate>Mon, 12 Sep 2022 09:58:21 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Carol Lobo e Sabrina Braga - Observatório Feminino - 4 de setembro de 2022</title>
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      <pubDate>Sun, 04 Sep 2022 13:32:20 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Letícia Carneiro | Observatório Feminino </title>
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        <![CDATA[<p>A bailarina e diretora artística Letícia Carneiro é a convidada deste domingo (28) do Observatório Feminino. Em cartaz com o espetáculo Primaveras, a artista evoca as estações para relacioná-las aos ciclos da vida e propõe uma reflexão sobre o envelhecimento. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>A bailarina e diretora artística Letícia Carneiro é a convidada deste domingo (28) do Observatório Feminino. Em cartaz com o espetáculo Primaveras, a artista evoca as estações para relacioná-las aos ciclos da vida e propõe uma reflexão sobre o envelhecimento. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 29 Aug 2022 18:03:48 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Mon, 29 Aug 2022 09:10:10 -0300</pubDate>
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      <title>Danielle Rodrigues e Nathália Fiuza | Observatório Feminino</title>
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        <![CDATA[<p>À frente do primeiro programa esportivo apresentado por duas mulheres na Itatiaia, Nathália Fiuza e Danielle Rodrigues são as convidadas do Observatório Feminino deste domingo (21). Conosco, elas discutem as revoluções no jornalismo esportivo. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>À frente do primeiro programa esportivo apresentado por duas mulheres na Itatiaia, Nathália Fiuza e Danielle Rodrigues são as convidadas do Observatório Feminino deste domingo (21). Conosco, elas discutem as revoluções no jornalismo esportivo. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 21 Aug 2022 10:06:16 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia</author>
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      <title>Ramina El Shadai | Observatório Feminino </title>
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        <![CDATA[<p>Observatório Feminino de domingo (14) recebe a escritora Ramina El Shadai. Especialista em percepções multidimensionais, ela é autora do livro Novos Sentidos e partilha as experiências vividas após ter sofrido um AVC aos 29 anos que a deixou cega por dois anos. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Observatório Feminino de domingo (14) recebe a escritora Ramina El Shadai. Especialista em percepções multidimensionais, ela é autora do livro Novos Sentidos e partilha as experiências vividas após ter sofrido um AVC aos 29 anos que a deixou cega por dois anos. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 14 Aug 2022 08:48:31 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <itunes:subtitle>Observatório Feminino de domingo (14) recebe a escritora Ramina El Shadai. Especialista em percepções multidimensionais, ela é autora do livro Novos Sentidos e partilha as experiências vividas após ter sofrido um AVC aos 29 anos que a deixou cega por dois</itunes:subtitle>
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      <title>Observatório Feminino - 07/08/2022</title>
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      <pubDate>Sun, 31 Jul 2022 09:50:04 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <pubDate>Mon, 25 Jul 2022 13:48:35 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino recebe Anette Trompeter, do ChildFund Brasil</title>
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      <pubDate>Sun, 24 Jul 2022 15:01:59 -0300</pubDate>
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      <title>Observatório Feminino - 17 de julho de 2022</title>
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      <pubDate>Mon, 18 Jul 2022 13:48:49 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino: 17 de julho - atrizes Janaína Morse e Maria Tereza Costa</title>
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        <![CDATA[<p>O coletivo artístico formado pelas palhaças Janaína Morse e Maria Tereza Costa comemoram 15 anos de carreira. As atrizes serão as participantes mineiras do encontro virtual de palhaças, que reúne artistas de diversos Estados para investigar e fomentar a linguagem da Palhaçaria Feminina</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 17 Jul 2022 08:31:26 -0300</pubDate>
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      <title>Observatório Feminino: 10 de julho - atriz Renata Duarte Dutra</title>
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      <pubDate>Mon, 11 Jul 2022 12:01:17 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino recebe a atriz Renata Duarte Dutra</title>
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      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino: especialista discute violência sexual contra mulher </title>
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      <pubDate>Mon, 04 Jul 2022 10:45:47 -0300</pubDate>
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      <title>Estupro | Observatório Feminino recebe Luciana Temer</title>
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        <![CDATA[<p>Observatório Feminino recebe a professora Luciana Temer, da PUC São Paulo, para discutir o estupro e as violências sexuais contra mulheres e crianças de até 14 anos. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 03 Jul 2022 13:12:12 -0300</pubDate>
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      <title>Observatório Feminino recebe Janini Sanches, especialista em oratória</title>
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      <pubDate>Sun, 26 Jun 2022 09:08:10 -0300</pubDate>
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      <title>Misoginia no julgamento do caso Jairinho, com Diana Rogers</title>
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      <pubDate>Sun, 19 Jun 2022 10:24:28 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Mon, 13 Jun 2022 13:51:52 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Sun, 12 Jun 2022 10:25:47 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Mon, 23 May 2022 10:23:35 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Mon, 02 May 2022 13:56:27 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Mon, 25 Apr 2022 10:12:17 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Mon, 18 Apr 2022 11:30:59 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <pubDate>Mon, 11 Apr 2022 14:02:30 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <pubDate>Mon, 04 Apr 2022 11:02:59 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino entrevista Clara Magalhães sobre a frente BrazUcra</title>
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      <pubDate>Mon, 28 Mar 2022 10:12:04 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino entrevista Gabi Furst sobre identidade de gênero</title>
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      <pubDate>Mon, 21 Mar 2022 13:19:11 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino aborda Transtorno Dismórfico Corporal</title>
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      <pubDate>Sun, 13 Mar 2022 14:04:11 -0300</pubDate>
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      <title>Observatório Feminino fala sobre violência contra a mulher</title>
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      <pubDate>Fri, 11 Mar 2022 10:10:04 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino recebe ex-atleta recordista mineira	</title>
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      <pubDate>Sun, 30 Jan 2022 10:04:30 -0300</pubDate>
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      <title>Observatório Feminino traz dicas para alavancar sua carreira profissional</title>
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      <title>Dicas para melhorar a vida financeira em 2022</title>
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      <pubDate>Sun, 02 Jan 2022 09:46:19 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Sun, 26 Dec 2021 13:48:36 -0300</pubDate>
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      <title>Observatório Feminino conta história de jornalistas da Itatiaia	</title>
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      <pubDate>Mon, 20 Dec 2021 10:21:01 -0300</pubDate>
      <author>Radio Itatiaia </author>
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      <pubDate>Sun, 12 Dec 2021 13:31:07 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia</author>
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      <pubDate>Sun, 05 Dec 2021 10:17:40 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia </author>
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      <pubDate>Mon, 29 Nov 2021 13:44:43 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia </author>
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      <pubDate>Sun, 21 Nov 2021 17:42:56 -0300</pubDate>
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      <title>Deputada Estadual Ana Paula Siqueira</title>
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      <pubDate>Thu, 04 Nov 2021 00:40:57 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia</author>
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      <pubDate>Sun, 24 Oct 2021 16:27:47 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia </author>
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      <title>Observatório Feminino recebe Simone Oliveira, do Coletivo Flores da Resistência</title>
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      <pubDate>Sun, 17 Oct 2021 15:51:59 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia</author>
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      <title>Jane Idrésia dos Santos</title>
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      <pubDate>Mon, 11 Oct 2021 19:55:07 -0300</pubDate>
      <author>Rádio Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino recebe Everton Pereira, marido da mulher que, durante a gravidez, contraiu doença inflamatória rara que afeta o sistema nervoso central</title>
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      <title>Observatório Feminino recebe Luiza Camargos, a primeira relações públicas com síndrome de down do Brasil</title>
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      <pubDate>Sun, 26 Sep 2021 17:19:40 -0300</pubDate>
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      <title>Observatório Feminino discute suicídio com a psicóloga Sabrina Kelly</title>
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      <pubDate>Sun, 12 Sep 2021 12:03:08 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Tue, 10 Aug 2021 19:11:12 -0300</pubDate>
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      <title>Observatório Feminino recebe o historiador Leandro Karnal</title>
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      <pubDate>Mon, 02 Aug 2021 17:05:44 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Mon, 26 Jul 2021 09:48:50 -0300</pubDate>
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      <title>Observatório Feminino debate sobre a violência contra a mulher</title>
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      <title>Observatório Feminino fala sobre equilíbrio emocional</title>
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      <title>Observatório feminino fala sobre gratidão e recebe o filósofo Marcelo Galuppo</title>
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      <title>Observatório feminino recebe Ângela Paulo,  da Associação de Mulheres Empreendedoras do Vetor Norte</title>
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      <pubDate>Mon, 28 Jun 2021 17:30:01 -0300</pubDate>
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      <title>A velhice é uma doença ou uma fase da vida?</title>
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      <title>Campanha do Drive-thru Solidário do Cobertor e Acolhimento da Mulher</title>
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      <pubDate>Sun, 23 May 2021 06:00:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Sun, 02 May 2021 06:00:00 -0300</pubDate>
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      <title>Observatório Feminino discute a volta das aulas presenciais em Belo Horizonte</title>
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      <pubDate>Sun, 25 Apr 2021 06:00:00 -0300</pubDate>
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      <title>Karol Conká vai ter o perdão do público com o documentário ‘A Vida Depois do Tombo’?</title>
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      <pubDate>Sun, 11 Apr 2021 06:00:00 -0300</pubDate>
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      <title>A fome em tempos de pandemia e os impactos da covid-19 nas favelas</title>
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      <pubDate>Sun, 04 Apr 2021 06:00:00 -0300</pubDate>
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      <title>Dia da Mentira: uma análise psicocomportamental da linguagem silenciosa</title>
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      <pubDate>Sun, 28 Mar 2021 06:00:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Sun, 21 Mar 2021 06:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino conta a história emocionante de Eliane Lúcio de Brito, que troca faxinas por livros didáticos</title>
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      <pubDate>Sun, 14 Mar 2021 06:00:00 -0300</pubDate>
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      <title>Observatório Feminino fala sobre a violência doméstica contra a mulher</title>
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      <pubDate>Sun, 07 Mar 2021 06:00:00 -0300</pubDate>
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      <title>Observatório feminino fala sobre o sono com a psiquiatra Marília Brandão</title>
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      <title>Observatório feminino recebe a psiquiatra Ana Luíza</title>
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      <title>Observatório Feminino fala sobre aumento no percentual de mulheres empreendedoras</title>
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      <title>Observatório feminino recebe a astróloga Paula Puxipitá</title>
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      <title>Observatório feminino recebe a jornalista Adriana Araujo</title>
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      <pubDate>Mon, 27 Jul 2020 12:15:52 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Mon, 20 Jul 2020 16:08:12 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Mon, 29 Jun 2020 05:00:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Mon, 22 Jun 2020 05:00:00 -0300</pubDate>
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      <title>Observatório Feminino recebeu as jornalistas Joana Suarez e Raquel Baster, idealizadoras do Cirandeiras</title>
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      <pubDate>Sun, 07 Jun 2020 05:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <pubDate>Tue, 02 Jun 2020 05:00:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Mon, 25 May 2020 05:00:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Mon, 18 May 2020 05:00:00 -0300</pubDate>
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      <title>Depoimentos de gestantes sobre o dia das mães em meio à pandemia</title>
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      <title>Diretora da Itatiaia fala como está vivendo a pandemia no Esporte</title>
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      <pubDate>Mon, 04 May 2020 06:00:00 -0300</pubDate>
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      <title>Observatório Feminino recebe o jornalista mineiro Vinícius Medeiros</title>
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      <pubDate>Mon, 20 Apr 2020 10:00:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Mon, 13 Apr 2020 11:00:00 -0300</pubDate>
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      <title>Observatório feminino revela mudança na rotina com pandemia do coronavírus</title>
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      <pubDate>Mon, 30 Mar 2020 06:00:00 -0300</pubDate>
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      <title>Observatório Feminino recebe especialista em harmonização facial</title>
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      <pubDate>Mon, 16 Mar 2020 06:00:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Mon, 09 Mar 2020 06:00:00 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Mon, 02 Mar 2020 06:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório Feminino recebe Laila Heringer, produtora do Tchanzinho	</title>
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      <pubDate>Mon, 17 Feb 2020 10:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Colmeia - Centro de Educação e Profissão</title>
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      <pubDate>Mon, 03 Feb 2020 13:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <author>Itatiaia</author>
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      <pubDate>Mon, 20 Jan 2020 07:00:00 -0300</pubDate>
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      <author>Itatiaia</author>
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      <pubDate>Thu, 26 Dec 2019 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>A entrevistada é a cantora Adriana</title>
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      <pubDate>Mon, 09 Dec 2019 17:34:03 -0300</pubDate>
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      <title>Observatório Feminino recebe as escritoras Nanda Sette e Flávia Gama</title>
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      <pubDate>Mon, 02 Dec 2019 14:05:00 -0300</pubDate>
      <author>Itatiaia</author>
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      <title>Observatório recebe Tatiana Silva, da ONG Fa.Vela</title>
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      <pubDate>Mon, 25 Nov 2019 17:05:36 -0300</pubDate>
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      <title>Observatório Feminino recebe a fundadora da Yeva Cosmétiques, Carina soares</title>
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      <pubDate>Mon, 18 Nov 2019 11:38:13 -0300</pubDate>
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      <title>As idealizadoras do projeto Cria para o Mundo</title>
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      <pubDate>Mon, 11 Nov 2019 15:55:14 -0300</pubDate>
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      <title>Observatório Feminino recebe as mulheres do Fenda, grupo de hip hop mineiro</title>
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      <pubDate>Mon, 04 Nov 2019 15:23:58 -0300</pubDate>
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      <title>Observatório feminino recebe a nutricionista Ázula Narayama</title>
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      <pubDate>Mon, 28 Oct 2019 15:29:34 -0300</pubDate>
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      <pubDate>Mon, 21 Oct 2019 16:44:21 -0300</pubDate>
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      <title>Observatório Feminino recebe a deputada estadual Ana Paula Siqueira</title>
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      <pubDate>Mon, 14 Oct 2019 16:53:38 -0300</pubDate>
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      <title>Observatório Feminino recebe a atriz Mariana Arruda</title>
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      <pubDate>Mon, 07 Oct 2019 18:14:21 -0300</pubDate>
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      <title>O Observatório Feminino recebe a escritora Soraia Evangelista</title>
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      <pubDate>Sun, 29 Sep 2019 09:13:49 -0300</pubDate>
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      <title>O Observatório Feminino recebe Catarina Maruaia</title>
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      <pubDate>Tue, 24 Sep 2019 16:59:15 -0300</pubDate>
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