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    <copyright>© 2026 Jornal O TEMPO</copyright>
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    <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 18:16:21 -0300</pubDate>
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      <title>Café com Política | Pré-candidato a Governador PSB-MG, Jarbas Soares</title>
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        <![CDATA[<p>Recém posicionado no tabuleiro eleitoral de Minas Gerais, o ex-procurador-geral do Ministério Público (MPMG) e pré-candidato ao governo, Jarbas Soares (PSB), criticou o projeto do Rodoanel Metropolitano durante entrevista ao Café com Política. Ele avaliou que houve erros da equipe do ex-governador Romeu Zema (Novo) na construção do traçado, que está pausado na Justiça. Na conversa, Jarbas ainda falou sobre os planos do PSB em Minas Gerais, a formação de palanque do ‘campo democrático’ e traçou prioridades para uma eventual gestão.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Cynthia Castro e Simon Nascimento</author>
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      <itunes:keywords>PSB; Jarbas Soares; Governo de Minas; Eleições 2026</itunes:keywords>
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      <title>AGROTEMPO | Megaleite celebra 30 anos da raça Girolando em BH e destaca força do setor em Minas </title>
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        <![CDATA[<p>A capital mineira se transformou no epicentro da pecuária leiteira da América Latina. O Parque da Gameleira, em Belo Horizonte, sediou a Megaleite, feira que este ano celebrou 30 anos de história da raça Girolando, considerada o grande símbolo da agropecuária tropical e predominante na produção de leite do continente. <br>Minas Gerais reforça o seu protagonismo histórico no setor: o estado é o maior produtor do país, responsável por um terço de todo o leite nacional. São dez bilhões de litros de leite por ano e mais de 220 mil produtores envolvidos na atividade diária. <br>Para apoiar o segmento em um momento de recuperação de preços — com alta recente entre 17% e 18% —, o governo estadual tem apostado em políticas públicas de incentivo, como a redução de crédito para a indústria compor o preço do Conseleite e programas de melhoria genética para pequenos produtores.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A capital mineira se transformou no epicentro da pecuária leiteira da América Latina. O Parque da Gameleira, em Belo Horizonte, sediou a Megaleite, feira que este ano celebrou 30 anos de história da raça Girolando, considerada o grande símbolo da agropecuária tropical e predominante na produção de leite do continente. <br>Minas Gerais reforça o seu protagonismo histórico no setor: o estado é o maior produtor do país, responsável por um terço de todo o leite nacional. São dez bilhões de litros de leite por ano e mais de 220 mil produtores envolvidos na atividade diária. <br>Para apoiar o segmento em um momento de recuperação de preços — com alta recente entre 17% e 18% —, o governo estadual tem apostado em políticas públicas de incentivo, como a redução de crédito para a indústria compor o preço do Conseleite e programas de melhoria genética para pequenos produtores.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 13:31:47 -0300</pubDate>
      <author>Roberto Meokarem</author>
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      <title>Café com Política | Pré-candidato a Governador MDB-MG, Gabriel Azevedo</title>
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      <itunes:title>Café com Política | Pré-candidato a Governador MDB-MG, Gabriel Azevedo</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Com um tabuleiro ainda embaralhado na corrida ao governo de Minas Gerais, o pré-candidato do MDB, Gabriel Azevedo, reforçou o interesse em uma aliança com a ex-prefeita de Contagem e pré-candidata ao Senado, Marília Campos, e com o ex-procurador Geral do Ministério Público (MPMG), Jarbas Soares Júnior. Em entrevista ao Café com Política, o ex-vereador de Belo Horizonte não escondeu a admiração pela dupla, mas, em meio às articulações para uma eventual composição, tratou de frear qualquer alinhamento ideológico à esquerda ou à direita. Na conversa ainda criticou o ex-governador Romeu Zema (Novo) e o governador Mateus Simões. “O legado deste governo na educação é a corrupção”, disse.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>CYNTHIA CASTRO E SIMON NASCIMENTO </author>
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        <![CDATA[<p>Com um tabuleiro ainda embaralhado na corrida ao governo de Minas Gerais, o pré-candidato do MDB, Gabriel Azevedo, reforçou o interesse em uma aliança com a ex-prefeita de Contagem e pré-candidata ao Senado, Marília Campos, e com o ex-procurador Geral do Ministério Público (MPMG), Jarbas Soares Júnior. Em entrevista ao Café com Política, o ex-vereador de Belo Horizonte não escondeu a admiração pela dupla, mas, em meio às articulações para uma eventual composição, tratou de frear qualquer alinhamento ideológico à esquerda ou à direita. Na conversa ainda criticou o ex-governador Romeu Zema (Novo) e o governador Mateus Simões. “O legado deste governo na educação é a corrupção”, disse.</p>]]>
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      <itunes:keywords>GABRIEL AZEVEDO; MDG; ELEIÇÕES 2026; GOVERNO DE MINAS </itunes:keywords>
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      <title>Interessa | Liderança que inspira sem romantizar</title>
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        <![CDATA[<p>nário corporativo cada vez mais pressionado por metas, inovação e velocidade de resposta, liderar vai muito além de motivar equipes.</p><p><br>O episódio “Liderança que inspira sem romantizar”, transmitido ao vivo direto do Leader Shift, evento e movimento focado em liderança, gestão de pessoas e inovação, idealizado pela Sólides, propõe uma reflexão sobre os desafios reais enfrentados pelas lideranças em 2026, desmistificando a figura do líder-herói e trazendo para o centro da conversa temas como transparência, escuta ativa e responsabilidade na gestão de pessoas.  </p><p><br></p><p>A proposta é mostrar que produtividade sustentável e saúde mental não são obstáculos para o crescimento dos negócios. Pelo contrário: empresas que conseguem equilibrar alta performance com cuidado genuíno às pessoas tendem a construir equipes mais engajadas, resilientes e preparadas para enfrentar momentos de pressão. O debate também abordará como identificar os primeiros sinais de esgotamento emocional e burnout antes que eles comprometam os resultados da organização.  </p>]]>
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        <![CDATA[<p>nário corporativo cada vez mais pressionado por metas, inovação e velocidade de resposta, liderar vai muito além de motivar equipes.</p><p><br>O episódio “Liderança que inspira sem romantizar”, transmitido ao vivo direto do Leader Shift, evento e movimento focado em liderança, gestão de pessoas e inovação, idealizado pela Sólides, propõe uma reflexão sobre os desafios reais enfrentados pelas lideranças em 2026, desmistificando a figura do líder-herói e trazendo para o centro da conversa temas como transparência, escuta ativa e responsabilidade na gestão de pessoas.  </p><p><br></p><p>A proposta é mostrar que produtividade sustentável e saúde mental não são obstáculos para o crescimento dos negócios. Pelo contrário: empresas que conseguem equilibrar alta performance com cuidado genuíno às pessoas tendem a construir equipes mais engajadas, resilientes e preparadas para enfrentar momentos de pressão. O debate também abordará como identificar os primeiros sinais de esgotamento emocional e burnout antes que eles comprometam os resultados da organização.  </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 16:15:01 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Café com Política | Pré-candidata à Governadora PSOL-MG, Maria da Consolação</title>
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        <![CDATA[<p>Mesmo em um cenário de incertezas sobre quem serão os candidatos ao governo de Minas e sobre o papel que o PSOL irá exercer na disputa, a professora aposentada da rede municipal de educação de Belo Horizonte Maria da Consolação, de 63 anos, já está com sua pré-candidatura lançada desde janeiro deste ano. Uma das fundadoras do PSOL, militante de movimentos sociais, sindicalista, feminista e ecossocialista, Consolação já tem realizado reuniões e caravanas pelo interior de Minas ainda que aguardando as diretrizes do PSOL para a disputa de 2026. “Nossa pré-candidatura é para fazer esse chamado de construir uma frente Minas Socialista”, disse Consolação, em entrevista exclusiva ao programa Café com Política, exibida no canal de O TEMPO no YouTube.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 10 Jun 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Cynthia Castro e Pedro Grossi</author>
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      <title>Interessa | Reinvenção sem ruptura: como liderar a transformação digital e a inteligência artificial sem perder a essência do negócio</title>
      <itunes:episode>114</itunes:episode>
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        <![CDATA[<p>A transformação digital deixou de ser uma opção para se tornar uma necessidade de sobrevivência no mercado. Mas, diante da velocidade das mudanças tecnológicas, surge um desafio cada vez mais presente nas organizações: como inovar sem abrir mão daquilo que já funciona?</p><p>Com o tema "Reinvenção sem ruptura", o debate desta terça-feira propõe uma reflexão sobre como empresas e lideranças podem evoluir de forma estratégica, incorporando inteligência artificial e novas ferramentas sem perder sua essência.</p><p>Transmitido ao vivo do Minascentro, o Interessa Podcast vai mostrar, diretamente do Leader Shift - um dos principais eventos e cúpulas de liderança, inovação e gestão de pessoas do Brasil, idealizado pela Sólides - que a verdadeira transformação digital não se resume à adoção de tecnologias de ponta, mas passa pela capacidade de adaptar processos, reduzir gargalos e preparar equipes para uma nova realidade.</p><p>A proposta é discutir como a inovação pode fortalecer a cultura organizacional, e não substituí-la, tornando os negócios mais eficientes, competitivos e preparados para o futuro.</p><p>Aproveita e já segue a gente nas redes sociais:<br>nstagram - https://www.instagram.com/programainteressa<br> TikTok - https://www.tiktok.com/@interessa.otempo</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 09 Jun 2026 16:08:56 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A transformação digital deixou de ser uma opção para se tornar uma necessidade de sobrevivência no mercado. Mas, diante da velocidade das mudanças tecnológicas, surge um desafio cada vez mais presente nas organizações: como inovar sem abrir mão daquilo que já funciona?</p><p>Com o tema "Reinvenção sem ruptura", o debate desta terça-feira propõe uma reflexão sobre como empresas e lideranças podem evoluir de forma estratégica, incorporando inteligência artificial e novas ferramentas sem perder sua essência.</p><p>Transmitido ao vivo do Minascentro, o Interessa Podcast vai mostrar, diretamente do Leader Shift - um dos principais eventos e cúpulas de liderança, inovação e gestão de pessoas do Brasil, idealizado pela Sólides - que a verdadeira transformação digital não se resume à adoção de tecnologias de ponta, mas passa pela capacidade de adaptar processos, reduzir gargalos e preparar equipes para uma nova realidade.</p><p>A proposta é discutir como a inovação pode fortalecer a cultura organizacional, e não substituí-la, tornando os negócios mais eficientes, competitivos e preparados para o futuro.</p><p>Aproveita e já segue a gente nas redes sociais:<br>nstagram - https://www.instagram.com/programainteressa<br> TikTok - https://www.tiktok.com/@interessa.otempo</p>]]>
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      <title>AGROTEMPO | Programa Certifica Minas reconhece primeira produtora de piscicultura ornamental do Brasil </title>
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        <![CDATA[<p>A piscicultora Rosângela Aparecida Martins, da cidade de Vieiras, na Zona da Mata mineira, entrou para a história da piscicultura ornamental brasileira. Ela se tornou a primeira produtora do país a receber uma certificação oficial do Governo de Minas para a atividade. O reconhecimento foi emitido pelo Instituto Mineiro de Agropecuária, o IMA, dentro do Programa Certifica Minas, coordenado pela Secretaria de Estado de Agricultura e executado em parceria com a Emater, Epamig e o próprio instituto. <br>A certificação estabelece critérios ligados à rastreabilidade, biosseguridade, sustentabilidade ambiental, bem-estar animal e boas práticas de produção.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 09 Jun 2026 13:25:03 -0300</pubDate>
      <author>Roberto Meokarem</author>
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      <itunes:keywords>Agrotempo, agronegócios</itunes:keywords>
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      <title>Café com Política | Pré-candidato a Governador PDT-MG, Alexandre Kalil </title>
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        <![CDATA[<p>O ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil, pré-candidato do PDT ao governo de Minas Gerais, falou sobre sua prioridade na gestão de Minas Gerais e disse que espera repetir à frente da administração estadual a mesma estratégia adotada enquanto comandava a prefeitura mineira. “Eu acho que nós fizemos alguma coisa, né? Nós abrimos um hospital de verdade para funcionar. Nós fizemos dois postos de saúde a cada dois meses, fizemos asfalto, a cidade estava limpa, fizemos o viaduto leste e muita coisa. Vamos discutir como é que faz. Você sabe fazer, porque é isso, não agredir ninguém. Cada um mostra o que fez”, afirmou.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 09 Jun 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Cynthia Castro e Hermano Chiodi</author>
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      <itunes:keywords>Alexandre Kalil; Eleições 2026; Governo de Minas; PDT</itunes:keywords>
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      <title>Interessa |  Liderança Contemporânea: como a inteligência comportamental e a cultura geram resultados nos negócios</title>
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      <itunes:title>Interessa |  Liderança Contemporânea: como a inteligência comportamental e a cultura geram resultados nos negócios</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico, a liderança contemporânea deixou para trás os modelos baseados apenas em hierarquia e controle.</p><p><br>Hoje, empresas de sucesso investem na gestão do comportamento humano, no fortalecimento da cultura organizacional e no desenvolvimento de equipes engajadas para alcançar melhores resultados. É esse cenário que abre a semana especial de liderança do Interessa Podcast, mostrando como fatores antes considerados intangíveis, como bem-estar, motivação e valores, impactam diretamente a produtividade e a lucratividade das organizações.</p><p><br></p><p>A conversa vai explorar quais são as competências mais valorizadas nos líderes de hoje, como os profissionais mineiros podem utilizar a inteligência comportamental para acelerar suas carreiras e de que forma é possível equilibrar metas, resultados e uma gestão mais humanizada e empática.</p><p>Confira!</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 08 Jun 2026 15:28:45 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Café com Política | Pré-candidato a Governador PSD-MG, Mateus Simões</title>
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        <![CDATA[<p>O governador de Minas Gerais e pré-candidato à reeleição, Mateus Simões (PSD), afirmou que considera consolidada a existência de pelo menos três candidaturas da direita à Presidência da República em 2026: as de Romeu Zema (Novo), Flávio Bolsonaro (PL) e Ronaldo Caiado (PSD). Em entrevista ao Café com Política, que vai ao ar no canal de O TEMPO no YouTube, ele defendeu que a fragmentação no primeiro turno é positiva para ampliar o espaço do campo conservador e avaliou que a união deve ocorrer apenas em uma eventual segunda etapa da disputa pelo Palácio do Planalto. Apesar de manter diálogo com todos os pré-candidatos, Simões reiterou apoio a Zema, afirmando que o ex-governador reúne as condições necessárias para enfrentar os desafios econômicos do país, e descartou a possibilidade de uma candidatura única da direita neste momento.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 08 Jun 2026 09:03:00 -0300</pubDate>
      <author>Cyntia Castro e Leonardo Augusto</author>
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      <itunes:keywords>Mateus Simões; PSD; Governador; Eleições 2026</itunes:keywords>
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      <title>O TEMPO Entrevista | “O Brasil ficou refém do calendário eleitoral”, afirma o advogado Marcelo Tostes</title>
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        <![CDATA[<p>O advogado Marcelo Tostes, conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil por Minas Gerais, afirma que parte significativa da esquerda brasileira atua com foco quase exclusivo na manutenção do poder, deixando em segundo plano questões estruturais do país. Em entrevista a O TEMPO Entrevista, ele sustenta que decisões políticas e econômicas têm sido tomadas mais com base no calendário eleitoral do que em projetos de longo prazo para o Brasil.</p><p>Ao analisar temas como a atuação do STF, o enfrentamento ao crime organizado, a relação com os Estados Unidos e o ambiente de negócios, Tostes avalia que a insegurança jurídica se tornou um dos principais entraves ao crescimento econômico. Segundo ele, a falta de previsibilidade afasta investimentos, fragiliza instituições e amplia a polarização política, num cenário em que direita e esquerda disputam narrativas em vez de soluções.</p><p>Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, o advogado também comenta as candidaturas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), o papel da OAB no debate institucional e os riscos de um Estado cada vez mais intervencionista. A entrevista completa está disponível no canal de O TEMPO no YouTube e aprofunda uma discussão que deve marcar o cenário político brasileiro nos próximos meses.</p><p>O TEMPO Entrevista com o advogado Marcelo Tostes vai ao ar no sábado, 6 de junho, às 18 horas.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 06 Jun 2026 13:40:11 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <itunes:author>Léo Mendes</itunes:author>
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      <title>Educação | Inovação nas instituições de ensino </title>
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        <![CDATA[<p>Mudanças no perfil dos estudantes e nas expectativas do mercado fomentam verdadeira revolução nas instituições de ensino brasileiras.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 05 Jun 2026 17:21:39 -0300</pubDate>
      <author>Tatiana Lagôa</author>
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      <itunes:author>Tatiana Lagôa</itunes:author>
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      <itunes:keywords>Educação; Estudantes; Inovação; Ensino brasileiro </itunes:keywords>
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      <title>Interessa | Quem são os fitsexuais e por que eles estão mudando as regras dos relacionamentos</title>
      <itunes:episode>106</itunes:episode>
      <podcast:episode>106</podcast:episode>
      <itunes:title>Interessa | Quem são os fitsexuais e por que eles estão mudando as regras dos relacionamentos</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Uma nova tendência comportamental está transformando a vida afetiva: o universo dos "fitsexuais". A pauta surge a partir dessa tendência de como a relação entre estética, performance e relacionamentos ganhou novos contornos. </p><p><br></p><p>Com a crescente valorização do corpo nas redes sociais e a exposição constante de treinos e dietas rígidas, a academia virou muito mais que um espaço de saúde. Para os chamados "fitsexuais", o estilo de vida fitness virou o filtro principal para escolher parceiros. Para essas pessoas, a atração e a conexão amorosa dependem diretamente de o outro compartilhar da mesma rotina focada em transformação física, marmitas e disciplina. </p><p><br>Dá para você?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Uma nova tendência comportamental está transformando a vida afetiva: o universo dos "fitsexuais". A pauta surge a partir dessa tendência de como a relação entre estética, performance e relacionamentos ganhou novos contornos. </p><p><br></p><p>Com a crescente valorização do corpo nas redes sociais e a exposição constante de treinos e dietas rígidas, a academia virou muito mais que um espaço de saúde. Para os chamados "fitsexuais", o estilo de vida fitness virou o filtro principal para escolher parceiros. Para essas pessoas, a atração e a conexão amorosa dependem diretamente de o outro compartilhar da mesma rotina focada em transformação física, marmitas e disciplina. </p><p><br>Dá para você?</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 05 Jun 2026 15:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Interessa | Almond Mom</title>
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        <![CDATA[<p>Você já ouviu falar em "Almond Mom"? O termo viralizou nas redes para descrever mães que vivem em função de dietas, calorias e da busca pela magreza e que, muitas vezes sem perceber, acabam transmitindo inseguranças e preocupações com o corpo para os filhos. Mas até que ponto comentários do dia a dia sobre peso, comida e aparência podem impactar a autoestima de uma criança ou adolescente?</p><p>No Interessa, conversamos sobre como esses comportamentos podem perpetuar a gordofobia e até contribuir para o surgimento de transtornos alimentares. Para ajudar a entender os riscos e as consequências dessa dinâmica familiar, recebemos a psicóloga Ana Luísa Bolívar em um debate necessário e cheio de reflexões.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Você já ouviu falar em "Almond Mom"? O termo viralizou nas redes para descrever mães que vivem em função de dietas, calorias e da busca pela magreza e que, muitas vezes sem perceber, acabam transmitindo inseguranças e preocupações com o corpo para os filhos. Mas até que ponto comentários do dia a dia sobre peso, comida e aparência podem impactar a autoestima de uma criança ou adolescente?</p><p>No Interessa, conversamos sobre como esses comportamentos podem perpetuar a gordofobia e até contribuir para o surgimento de transtornos alimentares. Para ajudar a entender os riscos e as consequências dessa dinâmica familiar, recebemos a psicóloga Ana Luísa Bolívar em um debate necessário e cheio de reflexões.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 05 Jun 2026 10:10:15 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Café com Política | Deputado estadual e presidente do PSD Minas, Cássio Soares</title>
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        <![CDATA[<p>O PSD Minas avalia que a posição do governador Mateus Simões, pré-candidato à reeleição, nas pesquisas eleitorais é explicada pelo desconhecimento de parte do eleitorado mineiro. “Ele não é conhecido por praticamente 70% do eleitorado mineiro. Isso vai se dar no processo eleitoral”, afirma Cássio Soares, presidente da sigla e deputado estadual.</p><p>Em entrevista ao Café com Política, que vai ao ar no canal de O TEMPO no Youtube, o parlamentar defende que o resultado de Simões é melhor do que outros nomes que eram desconhecidos antes do período eleitoral e venceram eleições como o ex-prefeito de Belo Horizonte Fuad e o ex-governador do estado Antônio Anastasia.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 04 Jun 2026 09:05:00 -0300</pubDate>
      <author>Pedro Grossi e Érika Giovannini</author>
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      <itunes:keywords>Cássio Soares; PSD; Eleições 2026; Flávio; Lula</itunes:keywords>
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    <item>
      <title>AGROTEMPO | Megaleite 2026 foi “a maior edição da história” e celebra 30 anos da raça Girolando</title>
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        <![CDATA[<p>A capital mineira recebeu na semana passada mais uma edição da Megaleite, considerada a maior exposição da pecuária leiteira da América Latina. Neste ano, o evento chegou à sua vigésima primeira edição com números históricos e uma programação voltada para produtores, técnicos, empresários e também para toda a família. <br>Segundo a Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, o evento superou as expectativas, com recorde no número de animais em exposição, leilões, torneios e atividades voltadas ao desenvolvimento do setor leiteiro.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 03 Jun 2026 17:17:46 -0300</pubDate>
      <author>Roberto Meokarem</author>
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      <itunes:keywords>agrotempo, agronegócios</itunes:keywords>
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      <title>AGROTEMPO | Produtores de leite criticam decisão do governo sobre dumping e cobram proteção ao setor</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A decisão do governo federal de não aplicar medidas antidumping sobre o leite importado continua gerando reações no setor produtivo brasileiro. Representantes da cadeia leiteira afirmam, durante a Megaleite, maior exposição da cadeia do leite na América Latina que, apesar do reconhecimento da existência de práticas comerciais desleais, os produtores seguem expostos à concorrência considerada injusta de produtos vindos do exterior. <br>O tema voltou à pauta após o julgamento do processo que analisava a entrada de leite em pó importado no mercado nacional. Segundo lideranças do setor, ficou comprovada a prática de dumping, que ocorre quando um produto é vendido em outro país por um preço inferior ao praticado em seu mercado de origem ou até mesmo abaixo do custo de produção. Na Megaleite, que acontece até o dia 6 de junho em Belo Horizonte, a reclamação foi unânime. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 03 Jun 2026 17:04:10 -0300</pubDate>
      <author>Roberto Meokarem</author>
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      <title>Café com Política | Ministra das mulheres, Márcia Lopes</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, disse que pretende entregar, até o fim do ano, o novo Plano Nacional de Política para as Mulheres, resultado da 5ª Conferência Nacional de Política para as Mulheres, realizada em outubro do ano passado. “Também vamos apresentar ainda este ano a implantação de um sistema nacional de política para as mulheres, em que pretendemos ampliar e investir na criação das secretarias estaduais de política para as mulheres”. A ministra também lamenta o fato de Minas Gerais não ter uma secretaria dedicada ao tema. “Não tem sentido, esse estado tão importante para a nação, com 853 municípios, não ter uma política para as mulheres”, disse em entrevista ao Café com Política.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, disse que pretende entregar, até o fim do ano, o novo Plano Nacional de Política para as Mulheres, resultado da 5ª Conferência Nacional de Política para as Mulheres, realizada em outubro do ano passado. “Também vamos apresentar ainda este ano a implantação de um sistema nacional de política para as mulheres, em que pretendemos ampliar e investir na criação das secretarias estaduais de política para as mulheres”. A ministra também lamenta o fato de Minas Gerais não ter uma secretaria dedicada ao tema. “Não tem sentido, esse estado tão importante para a nação, com 853 municípios, não ter uma política para as mulheres”, disse em entrevista ao Café com Política.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 03 Jun 2026 09:03:00 -0300</pubDate>
      <author>Pedro Grossi</author>
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      <itunes:keywords>Ministra da mulher; Márcia Lopes; direito da mulher; Eleições 2025</itunes:keywords>
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      <title>Café com Política | Deputado federal Kim Kataguiri (Missão) </title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o deputado federal Kim Kataguiri (Missão) comentou as declarações do presidente do seu partido, e pré-candidato à Presidência, Renan Santos, sobre a classificação, pelos Estados Unidos, de que o PCC e o Comando Vermelho seriam ‘organizações terroristas’. Sobre o episódio, Santos disse “americano nenhum vai matar nossos bandidos”. Ao comentar, Kataguiri acrescentou que “quem tem que exterminar o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital são as polícias brasileiras com o auxílio das Forças Armadas. Inclusive, uma das propostas do Renan (Santos) é a decretação do estado de defesa para que a gente possa proibir reuniões públicas dentro dos territórios dominados pelo crime organizado e possa fazer buscas e apreensões nesses territórios sem mandado judicial. Não existe milagre nem salvador externo”, disse. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 02 Jun 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Janaína Fonseca e Érika Giovannini </author>
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      <itunes:author>Janaína Fonseca e Érika Giovannini </itunes:author>
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      <itunes:keywords>Kim Kataguiri; Missão; Lula; Bolsonaro; Eleições </itunes:keywords>
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    <item>
      <title>AGROTEMPO | Emater-MG inicia reuniões para recuperar propriedades atingidas pelo rompimento da barragem de Fundão</title>
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      <itunes:title>AGROTEMPO | Emater-MG inicia reuniões para recuperar propriedades atingidas pelo rompimento da barragem de Fundão</itunes:title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A Emater-MG deu início a uma série de encontros com produtores rurais atingidos pelo rompimento da barragem de Fundão. A primeira reunião aconteceu em Mariana, o epicentro da tragédia ocorrida em 2015, e reuniu cerca de 70 participantes. </p><p>A iniciativa faz parte do Acordo de Reparação do Rio Doce e tem como objetivo principal planejar a recuperação produtiva e ambiental das terras impactadas. Ao todo, 36 municípios serão visitados.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A Emater-MG deu início a uma série de encontros com produtores rurais atingidos pelo rompimento da barragem de Fundão. A primeira reunião aconteceu em Mariana, o epicentro da tragédia ocorrida em 2015, e reuniu cerca de 70 participantes. </p><p>A iniciativa faz parte do Acordo de Reparação do Rio Doce e tem como objetivo principal planejar a recuperação produtiva e ambiental das terras impactadas. Ao todo, 36 municípios serão visitados.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 02 Jun 2026 07:55:41 -0300</pubDate>
      <author>Roberto Meokarem</author>
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        <![CDATA[<p>A Emater-MG deu início a uma série de encontros com produtores rurais atingidos pelo rompimento da barragem de Fundão. A primeira reunião aconteceu em Mariana, o epicentro da tragédia ocorrida em 2015, e reuniu cerca de 70 participantes. </p><p>A iniciativa faz parte do Acordo de Reparação do Rio Doce e tem como objetivo principal planejar a recuperação produtiva e ambiental das terras impactadas. Ao todo, 36 municípios serão visitados.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Agrotempo, agronegócios</itunes:keywords>
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      <title>Café com Política | Vereadora de Belo Horizonte Marcela Trópia (Novo)</title>
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      <itunes:title>Café com Política | Vereadora de Belo Horizonte Marcela Trópia (Novo)</itunes:title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A vereadora de Belo Horizonte e pré-candidata a deputada estadual Marcela Trópia (Novo) afirmou, em entrevista ao Café com Política, que o Partido Novo não abre mão de indicar o candidato a vice-governador na chapa de Mateus Simões (PSD) nas eleições de 2026 em Minas Gerais.</p><p>Segundo ela, o acordo firmado entre os partidos deve ser mantido. "Não tem o que discutir, a vice será do Novo. Palavra de político tem que valer alguma coisa", declarou.</p><p>Durante a entrevista, Marcela Trópia também comentou os desafios do Partido Novo para superar a cláusula de barreira, o papel do ex-governador Romeu Zema no cenário nacional, a disputa presidencial de 2026, a relação entre Novo e PL, além das articulações para a sucessão do governo de Minas Gerais.</p><p>Assista à entrevista completa e confira os bastidores das eleições de 2026, o futuro do Novo em Minas e as estratégias do partido para ampliar sua representação no Congresso Nacional.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A vereadora de Belo Horizonte e pré-candidata a deputada estadual Marcela Trópia (Novo) afirmou, em entrevista ao Café com Política, que o Partido Novo não abre mão de indicar o candidato a vice-governador na chapa de Mateus Simões (PSD) nas eleições de 2026 em Minas Gerais.</p><p>Segundo ela, o acordo firmado entre os partidos deve ser mantido. "Não tem o que discutir, a vice será do Novo. Palavra de político tem que valer alguma coisa", declarou.</p><p>Durante a entrevista, Marcela Trópia também comentou os desafios do Partido Novo para superar a cláusula de barreira, o papel do ex-governador Romeu Zema no cenário nacional, a disputa presidencial de 2026, a relação entre Novo e PL, além das articulações para a sucessão do governo de Minas Gerais.</p><p>Assista à entrevista completa e confira os bastidores das eleições de 2026, o futuro do Novo em Minas e as estratégias do partido para ampliar sua representação no Congresso Nacional.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 01 Jun 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Érika Giovannini e Janaína Fonseca </author>
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      <itunes:author>Érika Giovannini e Janaína Fonseca </itunes:author>
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        <![CDATA[<p>A vereadora de Belo Horizonte e pré-candidata a deputada estadual Marcela Trópia (Novo) afirmou, em entrevista ao Café com Política, que o Partido Novo não abre mão de indicar o candidato a vice-governador na chapa de Mateus Simões (PSD) nas eleições de 2026 em Minas Gerais.</p><p>Segundo ela, o acordo firmado entre os partidos deve ser mantido. "Não tem o que discutir, a vice será do Novo. Palavra de político tem que valer alguma coisa", declarou.</p><p>Durante a entrevista, Marcela Trópia também comentou os desafios do Partido Novo para superar a cláusula de barreira, o papel do ex-governador Romeu Zema no cenário nacional, a disputa presidencial de 2026, a relação entre Novo e PL, além das articulações para a sucessão do governo de Minas Gerais.</p><p>Assista à entrevista completa e confira os bastidores das eleições de 2026, o futuro do Novo em Minas e as estratégias do partido para ampliar sua representação no Congresso Nacional.</p>]]>
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      <itunes:keywords>NOVO; Marcela Trópio; Eleições 2026; Lula; Zema</itunes:keywords>
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    <item>
      <title>O TEMPO Entrevista |  ANÁLISE: EUA ampliam poder global ao rotular facções brasileiras PCC e Comando Vermelho</title>
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      <podcast:episode>98</podcast:episode>
      <itunes:title>O TEMPO Entrevista |  ANÁLISE: EUA ampliam poder global ao rotular facções brasileiras PCC e Comando Vermelho</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>A decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas internacionais levanta uma série de dúvidas sobre os impactos para o Brasil, que vão desde possíveis sanções econômicas até riscos à soberania nacional. O tema foi analisado no O TEMPO Entrevista, que recebeu o advogado criminalista Rogério Leonardo, secretário da Comissão Especial de Direito Penal Econômico da OAB Federal.</p><p>Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, o especialista explica que a classificação anunciada pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, não cria mecanismos inéditos de cooperação internacional, já que o Brasil é signatário de tratados de combate à lavagem de dinheiro e ao crime organizado. O principal efeito prático, na avaliação do advogado, é permitir que os Estados Unidos atuem de forma unilateral, inclusive sem necessidade de diálogo prévio com autoridades brasileiras, o que pode gerar interferências políticas, econômicas e até militares fora dos parâmetros do direito internacional.</p><p>O criminalista destacou ainda que há uma diferença conceitual relevante entre organizações criminosas e organizações terroristas. Para ele, embora PCC e Comando Vermelho sejam grupos violentos e transnacionais, o enquadramento como terrorismo é tecnicamente questionável e amplia de forma excessiva os poderes do governo norte-americano. Rogério Leonardo lembrou exemplos recentes em países como Venezuela e México, onde esse tipo de classificação resultou em sanções financeiras severas e operações sigilosas, com impactos diretos sobre empresas, setores econômicos e populações locais.</p><p>Para Rogério Leonardo, o caminho mais seguro para o enfrentamento do crime organizado passa pelo fortalecimento das polícias, da inteligência financeira e da cooperação internacional multilateral, preservando a soberania nacional e evitando decisões unilaterais que, historicamente, tendem a agravar crises em vez de resolvê-las.</p><p>O TEMPO Entrevista é um podcast do canal de O TEMPO no YouTube. A análise completa vai ao ar no sábado, 30 de maio, às 18 horas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas internacionais levanta uma série de dúvidas sobre os impactos para o Brasil, que vão desde possíveis sanções econômicas até riscos à soberania nacional. O tema foi analisado no O TEMPO Entrevista, que recebeu o advogado criminalista Rogério Leonardo, secretário da Comissão Especial de Direito Penal Econômico da OAB Federal.</p><p>Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, o especialista explica que a classificação anunciada pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, não cria mecanismos inéditos de cooperação internacional, já que o Brasil é signatário de tratados de combate à lavagem de dinheiro e ao crime organizado. O principal efeito prático, na avaliação do advogado, é permitir que os Estados Unidos atuem de forma unilateral, inclusive sem necessidade de diálogo prévio com autoridades brasileiras, o que pode gerar interferências políticas, econômicas e até militares fora dos parâmetros do direito internacional.</p><p>O criminalista destacou ainda que há uma diferença conceitual relevante entre organizações criminosas e organizações terroristas. Para ele, embora PCC e Comando Vermelho sejam grupos violentos e transnacionais, o enquadramento como terrorismo é tecnicamente questionável e amplia de forma excessiva os poderes do governo norte-americano. Rogério Leonardo lembrou exemplos recentes em países como Venezuela e México, onde esse tipo de classificação resultou em sanções financeiras severas e operações sigilosas, com impactos diretos sobre empresas, setores econômicos e populações locais.</p><p>Para Rogério Leonardo, o caminho mais seguro para o enfrentamento do crime organizado passa pelo fortalecimento das polícias, da inteligência financeira e da cooperação internacional multilateral, preservando a soberania nacional e evitando decisões unilaterais que, historicamente, tendem a agravar crises em vez de resolvê-las.</p><p>O TEMPO Entrevista é um podcast do canal de O TEMPO no YouTube. A análise completa vai ao ar no sábado, 30 de maio, às 18 horas.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 30 May 2026 10:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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        <![CDATA[<p>A decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas internacionais levanta uma série de dúvidas sobre os impactos para o Brasil, que vão desde possíveis sanções econômicas até riscos à soberania nacional. O tema foi analisado no O TEMPO Entrevista, que recebeu o advogado criminalista Rogério Leonardo, secretário da Comissão Especial de Direito Penal Econômico da OAB Federal.</p><p>Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, o especialista explica que a classificação anunciada pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, não cria mecanismos inéditos de cooperação internacional, já que o Brasil é signatário de tratados de combate à lavagem de dinheiro e ao crime organizado. O principal efeito prático, na avaliação do advogado, é permitir que os Estados Unidos atuem de forma unilateral, inclusive sem necessidade de diálogo prévio com autoridades brasileiras, o que pode gerar interferências políticas, econômicas e até militares fora dos parâmetros do direito internacional.</p><p>O criminalista destacou ainda que há uma diferença conceitual relevante entre organizações criminosas e organizações terroristas. Para ele, embora PCC e Comando Vermelho sejam grupos violentos e transnacionais, o enquadramento como terrorismo é tecnicamente questionável e amplia de forma excessiva os poderes do governo norte-americano. Rogério Leonardo lembrou exemplos recentes em países como Venezuela e México, onde esse tipo de classificação resultou em sanções financeiras severas e operações sigilosas, com impactos diretos sobre empresas, setores econômicos e populações locais.</p><p>Para Rogério Leonardo, o caminho mais seguro para o enfrentamento do crime organizado passa pelo fortalecimento das polícias, da inteligência financeira e da cooperação internacional multilateral, preservando a soberania nacional e evitando decisões unilaterais que, historicamente, tendem a agravar crises em vez de resolvê-las.</p><p>O TEMPO Entrevista é um podcast do canal de O TEMPO no YouTube. A análise completa vai ao ar no sábado, 30 de maio, às 18 horas.</p>]]>
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      <itunes:keywords>pcc; comando vermelho; rogério leonardo; o tempo entrevista; trump; bolsonaro; lula; terrorismo;</itunes:keywords>
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      <title>Café com Política | Dirigente estadual do PCdoB-MG, Jô Moraes</title>
      <itunes:episode>96</itunes:episode>
      <podcast:episode>96</podcast:episode>
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        <![CDATA[<p>O PCdoB de Minas Gerais vai priorizar nas eleições de outubro a tentativa de voltar a ocupar uma cadeira na Câmara dos Deputados. A última vez em que isso ocorreu foi na legislatura encerrada em 2018, com Jô Moraes, hoje secretária estadual de Formação e Propaganda do partido. Em entrevista ao Café com Política, que vai ao ar no canal de O TEMPO no Youtube, a ex-deputada disse que a estratégia para alcançar a meta de retorno ao parlamento passa pelo enfrentamento das fake news e diálogo com as redes sociais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O PCdoB de Minas Gerais vai priorizar nas eleições de outubro a tentativa de voltar a ocupar uma cadeira na Câmara dos Deputados. A última vez em que isso ocorreu foi na legislatura encerrada em 2018, com Jô Moraes, hoje secretária estadual de Formação e Propaganda do partido. Em entrevista ao Café com Política, que vai ao ar no canal de O TEMPO no Youtube, a ex-deputada disse que a estratégia para alcançar a meta de retorno ao parlamento passa pelo enfrentamento das fake news e diálogo com as redes sociais.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 29 May 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Cynthia Castro e Leonardo Augusto </author>
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        <![CDATA[<p>O PCdoB de Minas Gerais vai priorizar nas eleições de outubro a tentativa de voltar a ocupar uma cadeira na Câmara dos Deputados. A última vez em que isso ocorreu foi na legislatura encerrada em 2018, com Jô Moraes, hoje secretária estadual de Formação e Propaganda do partido. Em entrevista ao Café com Política, que vai ao ar no canal de O TEMPO no Youtube, a ex-deputada disse que a estratégia para alcançar a meta de retorno ao parlamento passa pelo enfrentamento das fake news e diálogo com as redes sociais.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Jô Moraes; PCdoB; Esquerda; Lula; Bolsonaro </itunes:keywords>
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    </item>
    <item>
      <title>AGROTEMPO | Montes Claros se prepara para uma das maiores feiras agro do interior do Brasil </title>
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      <podcast:episode>93</podcast:episode>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A Expomontes 2026 já movimenta o setor agropecuário e a economia do Norte de Minas. A feira será realizada entre os dias 26 de junho e 5 de julho, em Montes Claros, e chega com expectativa de consolidar ainda mais o evento entre os maiores do agronegócio no interior do país. <br>Reconhecida como uma das principais plataformas multissetoriais de Minas Gerais, a Expomontes deve reunir cerca de 300 mil visitantes ao longo de dez dias. A previsão é de movimentar aproximadamente 400 milhões de reais e gerar cerca de cinco mil empregos diretos e indiretos. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>A Expomontes 2026 já movimenta o setor agropecuário e a economia do Norte de Minas. A feira será realizada entre os dias 26 de junho e 5 de julho, em Montes Claros, e chega com expectativa de consolidar ainda mais o evento entre os maiores do agronegócio no interior do país. <br>Reconhecida como uma das principais plataformas multissetoriais de Minas Gerais, a Expomontes deve reunir cerca de 300 mil visitantes ao longo de dez dias. A previsão é de movimentar aproximadamente 400 milhões de reais e gerar cerca de cinco mil empregos diretos e indiretos. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 29 May 2026 05:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Roberto Meokarem</author>
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      <itunes:author>Roberto Meokarem</itunes:author>
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        <![CDATA[<p>A Expomontes 2026 já movimenta o setor agropecuário e a economia do Norte de Minas. A feira será realizada entre os dias 26 de junho e 5 de julho, em Montes Claros, e chega com expectativa de consolidar ainda mais o evento entre os maiores do agronegócio no interior do país. <br>Reconhecida como uma das principais plataformas multissetoriais de Minas Gerais, a Expomontes deve reunir cerca de 300 mil visitantes ao longo de dez dias. A previsão é de movimentar aproximadamente 400 milhões de reais e gerar cerca de cinco mil empregos diretos e indiretos. </p>]]>
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      <itunes:keywords>Agronegócios, agrotempo</itunes:keywords>
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      <title>Café com Política | Vereadora do PSOL-BH, Iza Lourença</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a vereadora Iza Lourença, umas das principais lideranças do PSOL em Minas, diz que a sigla enxerga uma janela de oportunidade para tentar devolver o governo de Minas ao campo progressista. Segundo ela, a atual gestão do ex-governador Romeu Zema (Novo) e do governador Mateus Simões (PSD) tem alta rejeição do eleitorado. O nome do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil é cogitado para compor a aliança, “desde que ele não se junte às forças conservadoras do estado”. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a vereadora Iza Lourença, umas das principais lideranças do PSOL em Minas, diz que a sigla enxerga uma janela de oportunidade para tentar devolver o governo de Minas ao campo progressista. Segundo ela, a atual gestão do ex-governador Romeu Zema (Novo) e do governador Mateus Simões (PSD) tem alta rejeição do eleitorado. O nome do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil é cogitado para compor a aliança, “desde que ele não se junte às forças conservadoras do estado”. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 28 May 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Pedro Grossi e Leonardo Augusto</author>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a vereadora Iza Lourença, umas das principais lideranças do PSOL em Minas, diz que a sigla enxerga uma janela de oportunidade para tentar devolver o governo de Minas ao campo progressista. Segundo ela, a atual gestão do ex-governador Romeu Zema (Novo) e do governador Mateus Simões (PSD) tem alta rejeição do eleitorado. O nome do ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil é cogitado para compor a aliança, “desde que ele não se junte às forças conservadoras do estado”. </p>]]>
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      <itunes:keywords>Iza Lourença; PSOL; PT; Lula; eleições; Bolsonaro </itunes:keywords>
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    </item>
    <item>
      <title>"Meu Filho Cresceu e Não Precisa Mais de Mim": O Luto do Esquecimento | Interessa Podcast</title>
      <itunes:episode>94</itunes:episode>
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      <itunes:title>"Meu Filho Cresceu e Não Precisa Mais de Mim": O Luto do Esquecimento | Interessa Podcast</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>No Interessa de hoje, a bancada abriu espaço para um debate sensível e deloroso: o “luto do esquecimento” e a crise de identidade que atingem as mães quando os filhos deixam a infância e migram para a pré-adolescência e adolescência. Para nos ajudar a entender essa transição emocional tão complexa, recebemos a psicóloga clínica e perinatal Ana Paula Fernandes.</p><p>A pauta trouxe um choque de realidade sobre o preço altíssimo que a autonomia dos filhos cobra da mulher.</p><p>Ana Paula explicou que esse distanciamento, embora seja saudável e necessário para o desenvolvimento do jovem, exige da mulher um processo real de luto. São dez ou doze anos de cuidados intensivos e dedicação absoluta que mudam drasticamente de formato, deixando a pergunta: como redescobrir quem você é além da maternidade? O episódio foi um verdadeiro abraço e um chamado à reconstrução e à reinvenção pessoal, mostrando que esse momento, apesar de doloroso, é também a oportunidade de a mulher retomar as rédeas da sua própria individualidade, dos seus projetos e dos seus desejos.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No Interessa de hoje, a bancada abriu espaço para um debate sensível e deloroso: o “luto do esquecimento” e a crise de identidade que atingem as mães quando os filhos deixam a infância e migram para a pré-adolescência e adolescência. Para nos ajudar a entender essa transição emocional tão complexa, recebemos a psicóloga clínica e perinatal Ana Paula Fernandes.</p><p>A pauta trouxe um choque de realidade sobre o preço altíssimo que a autonomia dos filhos cobra da mulher.</p><p>Ana Paula explicou que esse distanciamento, embora seja saudável e necessário para o desenvolvimento do jovem, exige da mulher um processo real de luto. São dez ou doze anos de cuidados intensivos e dedicação absoluta que mudam drasticamente de formato, deixando a pergunta: como redescobrir quem você é além da maternidade? O episódio foi um verdadeiro abraço e um chamado à reconstrução e à reinvenção pessoal, mostrando que esse momento, apesar de doloroso, é também a oportunidade de a mulher retomar as rédeas da sua própria individualidade, dos seus projetos e dos seus desejos.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 27 May 2026 16:53:36 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>No Interessa de hoje, a bancada abriu espaço para um debate sensível e deloroso: o “luto do esquecimento” e a crise de identidade que atingem as mães quando os filhos deixam a infância e migram para a pré-adolescência e adolescência. Para nos ajudar a entender essa transição emocional tão complexa, recebemos a psicóloga clínica e perinatal Ana Paula Fernandes.</p><p>A pauta trouxe um choque de realidade sobre o preço altíssimo que a autonomia dos filhos cobra da mulher.</p><p>Ana Paula explicou que esse distanciamento, embora seja saudável e necessário para o desenvolvimento do jovem, exige da mulher um processo real de luto. São dez ou doze anos de cuidados intensivos e dedicação absoluta que mudam drasticamente de formato, deixando a pergunta: como redescobrir quem você é além da maternidade? O episódio foi um verdadeiro abraço e um chamado à reconstrução e à reinvenção pessoal, mostrando que esse momento, apesar de doloroso, é também a oportunidade de a mulher retomar as rédeas da sua própria individualidade, dos seus projetos e dos seus desejos.</p>]]>
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      <title>Café com Política |  Presidente do PSB-MG e prefeito de Conceição do Mato Dentro, Otacílio Costa</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Sem garantias de que o senador Rodrigo Pacheco disputará o Palácio Tiradentes em 2026, o  diretório estadual do PSB, ao qual o parlamentar é filiado,  já levanta nomes de outros membros da agremiação como opções para viabilizar uma candidatura própria da legenda ao governo de Minas Gerais. “O PSB está pronto para lançar outros quadros qualificados”, confirmou o presidente da sigla no estado, Otacílio Costa. Em entrevista ao programa Café com Política, que será exibido nesta quarta-feira (27/5) no canal de O TEMPO, Otacílio não crava que Pacheco está fora da disputa, mas admite que o PSB já estuda, por exemplo, os nomes do ex-procurador-geral de Justiça de Minas Gerais Jarbas Soares Júnior e do empresário Josué Gomes – filho do ex-vice-presidente José Alencar – como opções para a corrida pelo Executivo mineiro. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 27 May 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>JANAÍNA FONSECA E ÉRIKA GIOVANNINI</author>
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        <![CDATA[<p>Sem garantias de que o senador Rodrigo Pacheco disputará o Palácio Tiradentes em 2026, o  diretório estadual do PSB, ao qual o parlamentar é filiado,  já levanta nomes de outros membros da agremiação como opções para viabilizar uma candidatura própria da legenda ao governo de Minas Gerais. “O PSB está pronto para lançar outros quadros qualificados”, confirmou o presidente da sigla no estado, Otacílio Costa. Em entrevista ao programa Café com Política, que será exibido nesta quarta-feira (27/5) no canal de O TEMPO, Otacílio não crava que Pacheco está fora da disputa, mas admite que o PSB já estuda, por exemplo, os nomes do ex-procurador-geral de Justiça de Minas Gerais Jarbas Soares Júnior e do empresário Josué Gomes – filho do ex-vice-presidente José Alencar – como opções para a corrida pelo Executivo mineiro. </p>]]>
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      <itunes:keywords>Otacílio Costa; PSB; ELEIÇÕES; Zema; Lula; Bolsonaro </itunes:keywords>
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    <item>
      <title>AGROTEMPO | Risco de prejuízo milionário: Votação pode derrubar produção de tilápia do Brasil</title>
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      <podcast:episode>91</podcast:episode>
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        <![CDATA[<p>Uma votação marcada neste dia 27 de maio pode mudar os rumores da piscicultura no Brasil. A Comissão Nacional de Biodiversidade - CONABIO vai avaliar a inclusão da tilápia na lista de espécies exóticas invasoras. A associação PEIXE BR alerta que a medida pode ser vista lá fora como um risco ambiental pelo próprio governo brasileiro, destruindo o mercado de exportações. A tilápia é o peixe mais cultivado e exportado pelo Brasil, mas o futuro desse mercado promissor está sob ameaça. Se a proposta passar, o impacto será imediato no bolso dos produtores. Uma análise técnica projeta uma queda drástica de até 90% nas exportações de peixe em apenas seis meses. O prejuízo direto passa dos 38 milhões de dólares. O principal motivo é o medo de que mercados estratégicos, como o norte-americano, fechem as portas. Os Estados Unidos compram, sozinhos, 85% da tilápia brasileira.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Uma votação marcada neste dia 27 de maio pode mudar os rumores da piscicultura no Brasil. A Comissão Nacional de Biodiversidade - CONABIO vai avaliar a inclusão da tilápia na lista de espécies exóticas invasoras. A associação PEIXE BR alerta que a medida pode ser vista lá fora como um risco ambiental pelo próprio governo brasileiro, destruindo o mercado de exportações. A tilápia é o peixe mais cultivado e exportado pelo Brasil, mas o futuro desse mercado promissor está sob ameaça. Se a proposta passar, o impacto será imediato no bolso dos produtores. Uma análise técnica projeta uma queda drástica de até 90% nas exportações de peixe em apenas seis meses. O prejuízo direto passa dos 38 milhões de dólares. O principal motivo é o medo de que mercados estratégicos, como o norte-americano, fechem as portas. Os Estados Unidos compram, sozinhos, 85% da tilápia brasileira.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 26 May 2026 13:17:31 -0300</pubDate>
      <author>Roberto Meokarem</author>
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        <![CDATA[<p>Uma votação marcada neste dia 27 de maio pode mudar os rumores da piscicultura no Brasil. A Comissão Nacional de Biodiversidade - CONABIO vai avaliar a inclusão da tilápia na lista de espécies exóticas invasoras. A associação PEIXE BR alerta que a medida pode ser vista lá fora como um risco ambiental pelo próprio governo brasileiro, destruindo o mercado de exportações. A tilápia é o peixe mais cultivado e exportado pelo Brasil, mas o futuro desse mercado promissor está sob ameaça. Se a proposta passar, o impacto será imediato no bolso dos produtores. Uma análise técnica projeta uma queda drástica de até 90% nas exportações de peixe em apenas seis meses. O prejuízo direto passa dos 38 milhões de dólares. O principal motivo é o medo de que mercados estratégicos, como o norte-americano, fechem as portas. Os Estados Unidos compram, sozinhos, 85% da tilápia brasileira.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Agrotempo, agronegócios</itunes:keywords>
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      <title>Café com Política | Presidente do partido Novo-MG, Christopher Laguna </title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o presidente do Partido Novo em Minas, Christopher Laguna, minimizou a troca de partido do governador Mateus Simões, que saiu do partido Novo, em outubro do ano passado, para se filiar ao PSD, e reafirmou que não abre mão do acordo firmado para que a sigla indicasse o nome do vice na chapa de Simões, que busca a reeleição ao governo de Minas. A íntegra da entrevista está disponível no canal de O TEMPO no Youtube.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o presidente do Partido Novo em Minas, Christopher Laguna, minimizou a troca de partido do governador Mateus Simões, que saiu do partido Novo, em outubro do ano passado, para se filiar ao PSD, e reafirmou que não abre mão do acordo firmado para que a sigla indicasse o nome do vice na chapa de Simões, que busca a reeleição ao governo de Minas. A íntegra da entrevista está disponível no canal de O TEMPO no Youtube.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 26 May 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Cynthia Castro e Pedro Grossi</author>
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      <itunes:keywords>Christopher Laguna; NOVO; Zema; Eleições 2026; Lula; Bolsonaro </itunes:keywords>
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      <title> Mães coruja: a realidade de quem não dorme à noite | Interessa Podcast </title>
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        <![CDATA[<p>O Interessa desta segunda-feira abre a última semana do mês dedicado às mães mergulhando em um dos desafios mais viscerais, dolorosos e silenciados da maternidade: a privação crônica de sono. Inspirado na reportagem da jornalista Iêva Tatiana, de O TEMPO Betim, o programa jogou luz sobre a rotina exaustiva das mães que, por meses ou até anos, passam as noites em claro.</p><p>Recebemos a própria Iêva Tatiana na nossa bancada para compartilhar os bastidores e os relatos dessa matéria tão necessária. Para aprofundar o debate sob o ponto de vista da saúde mental e do acolhimento, a mesa contou também com a presença de Jéssica Neves, psicóloga especialista em gestantes e puérperas. O episódio discutiu como a falta de descanso destrói a saúde emocional da mulher, a armadilha da culpa materna e a urgência de uma rede de apoio real, que não apenas segure o bebê, mas que permita que essa mãe finalmente durma.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Interessa desta segunda-feira abre a última semana do mês dedicado às mães mergulhando em um dos desafios mais viscerais, dolorosos e silenciados da maternidade: a privação crônica de sono. Inspirado na reportagem da jornalista Iêva Tatiana, de O TEMPO Betim, o programa jogou luz sobre a rotina exaustiva das mães que, por meses ou até anos, passam as noites em claro.</p><p>Recebemos a própria Iêva Tatiana na nossa bancada para compartilhar os bastidores e os relatos dessa matéria tão necessária. Para aprofundar o debate sob o ponto de vista da saúde mental e do acolhimento, a mesa contou também com a presença de Jéssica Neves, psicóloga especialista em gestantes e puérperas. O episódio discutiu como a falta de descanso destrói a saúde emocional da mulher, a armadilha da culpa materna e a urgência de uma rede de apoio real, que não apenas segure o bebê, mas que permita que essa mãe finalmente durma.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 25 May 2026 16:16:09 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O Interessa desta segunda-feira abre a última semana do mês dedicado às mães mergulhando em um dos desafios mais viscerais, dolorosos e silenciados da maternidade: a privação crônica de sono. Inspirado na reportagem da jornalista Iêva Tatiana, de O TEMPO Betim, o programa jogou luz sobre a rotina exaustiva das mães que, por meses ou até anos, passam as noites em claro.</p><p>Recebemos a própria Iêva Tatiana na nossa bancada para compartilhar os bastidores e os relatos dessa matéria tão necessária. Para aprofundar o debate sob o ponto de vista da saúde mental e do acolhimento, a mesa contou também com a presença de Jéssica Neves, psicóloga especialista em gestantes e puérperas. O episódio discutiu como a falta de descanso destrói a saúde emocional da mulher, a armadilha da culpa materna e a urgência de uma rede de apoio real, que não apenas segure o bebê, mas que permita que essa mãe finalmente durma.</p>]]>
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      <title>Café com Política | Deputado federal e presidente do PSDB-MG, Paulo Abi-Ackel </title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o deputado federal Paulo Abi-Ackel, presidente do PSDB-MG, diz que a sigla está aberta para uma aliança com o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), que é pré-candidato ao governo de Minas. "Aliança com Kalil dependerá se ele realmente quiser ser um candidato de centro", diz Abi-Ackel. Kalil, que está bem colocado nas pesquisas de intenção de voto para governador, também está no horizonte do PT, que busca uma alternativa para construir um palanque para o presidente Lula em Minas.  Abi-Ackel também defendeu o legado de Aécio Neves, que governou o estado entre por dois mandatos entre 2002 e 2010: “se dependesse da minha vontade, Aécio seria meu candidato ao governo de Minas”, disse. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 25 May 2026 09:05:00 -0300</pubDate>
      <author>Cynthia Castro e Leonardo Augusto</author>
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      <title>O TEMPO Entrevista | Marcelo Souza e Silva</title>
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      <podcast:episode>86</podcast:episode>
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        <![CDATA[<p>O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL BH), Marcelo Souza e Silva, destacou o papel central do comércio e dos serviços na economia de Belo Horizonte, setor que responde por cerca de 72% do Produto Interno Bruto da capital e por aproximadamente 85% dos empregos. No O TEMPO Entrevista, Marcelo destaca que o fortalecimento desse ambiente passa por ações estruturais que envolvem poder público, empresários e a sociedade.</p><p>Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, Marcelo afirmou que a CDL atua de forma permanente em temas como segurança, acesso ao crédito e capacitação, considerados fundamentais para a sustentabilidade dos negócios. Ele ressaltou que o comércio de bairro e os centros comerciais descentralizados ampliaram oportunidades de emprego e contribuíram para melhorar a qualidade de vida, ao aproximar trabalho e moradia.</p><p>O dirigente também comentou iniciativas de impacto nacional, como o Dia Livre de Impostos, criado pela CDL-BH e hoje replicado em diversas cidades brasileiras. De acordo com ele, a ação cumpre dupla função ao conscientizar a população sobre a carga tributária e movimentar o comércio, tornando-se um dos dias de maior volume de vendas do calendário anual.</p><p>Outro destaque da entrevista foi o Projeto Horizonte, desenvolvido em parceria com o Sebrae Minas, que reúne em um único espaço soluções voltadas a micro e pequenos empreendedores.</p><p>Marcelo defendeu ainda que debates como a proposta de mudança na escala de trabalho 6x1 sejam conduzidos com planejamento e diálogo, considerando a realidade das pequenas empresas.</p><p>O TEMPO Entrevista com Marcelo Souza e Silva vai ao ar no sábado, Às 18 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL BH), Marcelo Souza e Silva, destacou o papel central do comércio e dos serviços na economia de Belo Horizonte, setor que responde por cerca de 72% do Produto Interno Bruto da capital e por aproximadamente 85% dos empregos. No O TEMPO Entrevista, Marcelo destaca que o fortalecimento desse ambiente passa por ações estruturais que envolvem poder público, empresários e a sociedade.</p><p>Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, Marcelo afirmou que a CDL atua de forma permanente em temas como segurança, acesso ao crédito e capacitação, considerados fundamentais para a sustentabilidade dos negócios. Ele ressaltou que o comércio de bairro e os centros comerciais descentralizados ampliaram oportunidades de emprego e contribuíram para melhorar a qualidade de vida, ao aproximar trabalho e moradia.</p><p>O dirigente também comentou iniciativas de impacto nacional, como o Dia Livre de Impostos, criado pela CDL-BH e hoje replicado em diversas cidades brasileiras. De acordo com ele, a ação cumpre dupla função ao conscientizar a população sobre a carga tributária e movimentar o comércio, tornando-se um dos dias de maior volume de vendas do calendário anual.</p><p>Outro destaque da entrevista foi o Projeto Horizonte, desenvolvido em parceria com o Sebrae Minas, que reúne em um único espaço soluções voltadas a micro e pequenos empreendedores.</p><p>Marcelo defendeu ainda que debates como a proposta de mudança na escala de trabalho 6x1 sejam conduzidos com planejamento e diálogo, considerando a realidade das pequenas empresas.</p><p>O TEMPO Entrevista com Marcelo Souza e Silva vai ao ar no sábado, Às 18 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.<br></p>]]>
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      <pubDate>Sat, 23 May 2026 14:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <itunes:author>Léo Mendes</itunes:author>
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        <![CDATA[<p>O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL BH), Marcelo Souza e Silva, destacou o papel central do comércio e dos serviços na economia de Belo Horizonte, setor que responde por cerca de 72% do Produto Interno Bruto da capital e por aproximadamente 85% dos empregos. No O TEMPO Entrevista, Marcelo destaca que o fortalecimento desse ambiente passa por ações estruturais que envolvem poder público, empresários e a sociedade.</p><p>Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, Marcelo afirmou que a CDL atua de forma permanente em temas como segurança, acesso ao crédito e capacitação, considerados fundamentais para a sustentabilidade dos negócios. Ele ressaltou que o comércio de bairro e os centros comerciais descentralizados ampliaram oportunidades de emprego e contribuíram para melhorar a qualidade de vida, ao aproximar trabalho e moradia.</p><p>O dirigente também comentou iniciativas de impacto nacional, como o Dia Livre de Impostos, criado pela CDL-BH e hoje replicado em diversas cidades brasileiras. De acordo com ele, a ação cumpre dupla função ao conscientizar a população sobre a carga tributária e movimentar o comércio, tornando-se um dos dias de maior volume de vendas do calendário anual.</p><p>Outro destaque da entrevista foi o Projeto Horizonte, desenvolvido em parceria com o Sebrae Minas, que reúne em um único espaço soluções voltadas a micro e pequenos empreendedores.</p><p>Marcelo defendeu ainda que debates como a proposta de mudança na escala de trabalho 6x1 sejam conduzidos com planejamento e diálogo, considerando a realidade das pequenas empresas.</p><p>O TEMPO Entrevista com Marcelo Souza e Silva vai ao ar no sábado, Às 18 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.<br></p>]]>
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      <itunes:keywords>escala 6x1; marcelo souza e silva; cdl-bh; o tempo entrevista; léo mendes</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
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    <item>
      <title>AGROTEMPO | Sabor de Minas: Poema Café celebra o Dia Nacional do Café com expansão de mercado e novos produtos  </title>
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      <podcast:episode>88</podcast:episode>
      <itunes:title>AGROTEMPO | Sabor de Minas: Poema Café celebra o Dia Nacional do Café com expansão de mercado e novos produtos  </itunes:title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Mais do que uma bebida, o café é sinônimo de história, memória afetiva e tradição que atravessa gerações. E em Minas Gerais, onde o aroma do grão faz parte da identidade cultural, o Dia Nacional do Café, comemorado no dia 24 de maio, ganha um sabor ainda mais especial. Uma marca que vem se destacando nesse cenário é a Poema Café, que integra o grupo Jequitinhonha Alimentos — uma empresa com 28 anos de história e consolidada no setor. Para celebrar a data, a Poema Café está ampliando o seu portfólio e levando a autenticidade da Chapada de Minas para novos mercados no Brasil e no mundo. <br>A expansão da marca traz novas linhas de cafés gourmet e especiais, desenvolvidas para valorizar importantes <em>terroirs</em> brasileiros, como a Chapada de Minas, Cerrado, Matas de Minas e Caparaó. Os produtos chegam em embalagens de 250 e 500 gramas, nas versões em grãos torrados ou moídos. Os cafés especiais da marca trazem notas sensoriais complexas e pontuação superior a 85 pontos, enquanto a linha gourmet oferece equilíbrio e alta qualidade. Cada lote passa por um perfil de torra exclusivo para garantir a excelência na xícara.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Mais do que uma bebida, o café é sinônimo de história, memória afetiva e tradição que atravessa gerações. E em Minas Gerais, onde o aroma do grão faz parte da identidade cultural, o Dia Nacional do Café, comemorado no dia 24 de maio, ganha um sabor ainda mais especial. Uma marca que vem se destacando nesse cenário é a Poema Café, que integra o grupo Jequitinhonha Alimentos — uma empresa com 28 anos de história e consolidada no setor. Para celebrar a data, a Poema Café está ampliando o seu portfólio e levando a autenticidade da Chapada de Minas para novos mercados no Brasil e no mundo. <br>A expansão da marca traz novas linhas de cafés gourmet e especiais, desenvolvidas para valorizar importantes <em>terroirs</em> brasileiros, como a Chapada de Minas, Cerrado, Matas de Minas e Caparaó. Os produtos chegam em embalagens de 250 e 500 gramas, nas versões em grãos torrados ou moídos. Os cafés especiais da marca trazem notas sensoriais complexas e pontuação superior a 85 pontos, enquanto a linha gourmet oferece equilíbrio e alta qualidade. Cada lote passa por um perfil de torra exclusivo para garantir a excelência na xícara.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 22 May 2026 19:13:30 -0300</pubDate>
      <author>Roberto Meokarem</author>
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      <itunes:author>Roberto Meokarem</itunes:author>
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        <![CDATA[<p>Mais do que uma bebida, o café é sinônimo de história, memória afetiva e tradição que atravessa gerações. E em Minas Gerais, onde o aroma do grão faz parte da identidade cultural, o Dia Nacional do Café, comemorado no dia 24 de maio, ganha um sabor ainda mais especial. Uma marca que vem se destacando nesse cenário é a Poema Café, que integra o grupo Jequitinhonha Alimentos — uma empresa com 28 anos de história e consolidada no setor. Para celebrar a data, a Poema Café está ampliando o seu portfólio e levando a autenticidade da Chapada de Minas para novos mercados no Brasil e no mundo. <br>A expansão da marca traz novas linhas de cafés gourmet e especiais, desenvolvidas para valorizar importantes <em>terroirs</em> brasileiros, como a Chapada de Minas, Cerrado, Matas de Minas e Caparaó. Os produtos chegam em embalagens de 250 e 500 gramas, nas versões em grãos torrados ou moídos. Os cafés especiais da marca trazem notas sensoriais complexas e pontuação superior a 85 pontos, enquanto a linha gourmet oferece equilíbrio e alta qualidade. Cada lote passa por um perfil de torra exclusivo para garantir a excelência na xícara.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Agronegócios, agrotempo</itunes:keywords>
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      <title>AGROTEMPO | Conilon ganha força em Minas impulsionado pelo café solúvel</title>
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      <itunes:title>AGROTEMPO | Conilon ganha força em Minas impulsionado pelo café solúvel</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>A demanda global por café solúvel está mudando o mapa da cafeicultura em Minas Gerais. O principal reflexo desse movimento é o avanço do café conilon, uma variedade mais resistente ao calor e à seca, que vem ganhando espaço em diferentes regiões do estado. Em 2025, Minas produziu cerca de 584 mil sacas de conilon, um crescimento expressivo de 50% em relação ao ano anterior. No Brasil, a produção também bateu recorde histórico, chegando a 20 milhões e 800 mil sacas. Mesmo representando apenas cerca de 2% da produção cafeeira mineira, o conilon é hoje a espécie que mais cresce proporcionalmente. O avanço é puxado principalmente por regiões que, até pouco tempo, não eram consideradas tradicionais no cultivo de café.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A demanda global por café solúvel está mudando o mapa da cafeicultura em Minas Gerais. O principal reflexo desse movimento é o avanço do café conilon, uma variedade mais resistente ao calor e à seca, que vem ganhando espaço em diferentes regiões do estado. Em 2025, Minas produziu cerca de 584 mil sacas de conilon, um crescimento expressivo de 50% em relação ao ano anterior. No Brasil, a produção também bateu recorde histórico, chegando a 20 milhões e 800 mil sacas. Mesmo representando apenas cerca de 2% da produção cafeeira mineira, o conilon é hoje a espécie que mais cresce proporcionalmente. O avanço é puxado principalmente por regiões que, até pouco tempo, não eram consideradas tradicionais no cultivo de café.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 22 May 2026 13:20:58 -0300</pubDate>
      <author>Roberto Meokarem</author>
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      <itunes:author>Roberto Meokarem</itunes:author>
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        <![CDATA[<p>A demanda global por café solúvel está mudando o mapa da cafeicultura em Minas Gerais. O principal reflexo desse movimento é o avanço do café conilon, uma variedade mais resistente ao calor e à seca, que vem ganhando espaço em diferentes regiões do estado. Em 2025, Minas produziu cerca de 584 mil sacas de conilon, um crescimento expressivo de 50% em relação ao ano anterior. No Brasil, a produção também bateu recorde histórico, chegando a 20 milhões e 800 mil sacas. Mesmo representando apenas cerca de 2% da produção cafeeira mineira, o conilon é hoje a espécie que mais cresce proporcionalmente. O avanço é puxado principalmente por regiões que, até pouco tempo, não eram consideradas tradicionais no cultivo de café.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Agrotempo, agronegócios</itunes:keywords>
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      <title>Café com Política | Presidente do PDT-MG e deputado federal Mário Heringer</title>
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      <itunes:title>Café com Política | Presidente do PDT-MG e deputado federal Mário Heringer</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o deputado federal Mário Heringer, que é presidente do PDT em Minas Gerais, diz que o PT está demorando a definir estratégia eleitoral em Minas e que seu partido, ao contrário, já conversou com siglas de vários espectros políticos. “Conversamos com PSOL e Rede, com o PSDB e com o União Brasil”, disse, “e estaremos com o que for mais conveniente eleitoralmente”</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o deputado federal Mário Heringer, que é presidente do PDT em Minas Gerais, diz que o PT está demorando a definir estratégia eleitoral em Minas e que seu partido, ao contrário, já conversou com siglas de vários espectros políticos. “Conversamos com PSOL e Rede, com o PSDB e com o União Brasil”, disse, “e estaremos com o que for mais conveniente eleitoralmente”</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 22 May 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>CYNTHIA CASTRO E SIMON NASCIMENTO</author>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o deputado federal Mário Heringer, que é presidente do PDT em Minas Gerais, diz que o PT está demorando a definir estratégia eleitoral em Minas e que seu partido, ao contrário, já conversou com siglas de vários espectros políticos. “Conversamos com PSOL e Rede, com o PSDB e com o União Brasil”, disse, “e estaremos com o que for mais conveniente eleitoralmente”</p>]]>
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      <itunes:keywords>Mário Heringer; Deputado federal; PDT-MG; eleições; Lula; Bolsonaro </itunes:keywords>
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    </item>
    <item>
      <title> Investindo na poupança: bumbum na nuca é mais importante do que você imagina | Interessa Podcast </title>
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      <podcast:episode>84</podcast:episode>
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      <description>
        <![CDATA[<p>No Interessa desta quinta-feira, tiramos o glúteo do lugar de “músculo da estética” para colocá-lo onde ele realmente pertence: no centro da nossa autonomia física. Discutimos como essa musculatura é a nossa verdadeira poupança para o futuro. Afinal, conseguir subir escadas sem sofrimento, levantar da cadeira sem impulso, manter o equilíbrio e proteger a lombar ao longo dos anos depende diretamente da força que construímos no bumbum hoje. Quanto mais forte a região, mais independência garantimos na velhice.</p><p>Quando os glúteos enfraquecem, o corpo inteiro paga a conta tentando compensar: a lombar e os joelhos se sobrecarregam, a postura desaba e o equilíbrio piora. E o alerta vale para todas as idades, viu? Muitas dores crônicas em pessoas jovens já são reflexo direto da fraqueza no quadril e na região glútea. Para entender essa engenharia do corpo, recebemos o personal trainer Matheus Bomfim, especialista em treinamento feminino. Ele explicou por que os glúteos funcionam como o grande centro de sustentação do corpo, quais os sinais de enfraquecimento e deu a dica de ouro: precisa de academia ou dá para começar a fortalecer em casa? Quanto tempo de treino já faz diferença?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No Interessa desta quinta-feira, tiramos o glúteo do lugar de “músculo da estética” para colocá-lo onde ele realmente pertence: no centro da nossa autonomia física. Discutimos como essa musculatura é a nossa verdadeira poupança para o futuro. Afinal, conseguir subir escadas sem sofrimento, levantar da cadeira sem impulso, manter o equilíbrio e proteger a lombar ao longo dos anos depende diretamente da força que construímos no bumbum hoje. Quanto mais forte a região, mais independência garantimos na velhice.</p><p>Quando os glúteos enfraquecem, o corpo inteiro paga a conta tentando compensar: a lombar e os joelhos se sobrecarregam, a postura desaba e o equilíbrio piora. E o alerta vale para todas as idades, viu? Muitas dores crônicas em pessoas jovens já são reflexo direto da fraqueza no quadril e na região glútea. Para entender essa engenharia do corpo, recebemos o personal trainer Matheus Bomfim, especialista em treinamento feminino. Ele explicou por que os glúteos funcionam como o grande centro de sustentação do corpo, quais os sinais de enfraquecimento e deu a dica de ouro: precisa de academia ou dá para começar a fortalecer em casa? Quanto tempo de treino já faz diferença?</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 21 May 2026 17:33:08 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:author>Jornal O TEMPO</itunes:author>
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        <![CDATA[<p>No Interessa desta quinta-feira, tiramos o glúteo do lugar de “músculo da estética” para colocá-lo onde ele realmente pertence: no centro da nossa autonomia física. Discutimos como essa musculatura é a nossa verdadeira poupança para o futuro. Afinal, conseguir subir escadas sem sofrimento, levantar da cadeira sem impulso, manter o equilíbrio e proteger a lombar ao longo dos anos depende diretamente da força que construímos no bumbum hoje. Quanto mais forte a região, mais independência garantimos na velhice.</p><p>Quando os glúteos enfraquecem, o corpo inteiro paga a conta tentando compensar: a lombar e os joelhos se sobrecarregam, a postura desaba e o equilíbrio piora. E o alerta vale para todas as idades, viu? Muitas dores crônicas em pessoas jovens já são reflexo direto da fraqueza no quadril e na região glútea. Para entender essa engenharia do corpo, recebemos o personal trainer Matheus Bomfim, especialista em treinamento feminino. Ele explicou por que os glúteos funcionam como o grande centro de sustentação do corpo, quais os sinais de enfraquecimento e deu a dica de ouro: precisa de academia ou dá para começar a fortalecer em casa? Quanto tempo de treino já faz diferença?</p>]]>
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      <title>Café com Política | Deputado estadual Eduardo Azevedo (PL-MG) </title>
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        <![CDATA[<p>Integrante de uma família de políticos de direita, o deputado estadual Eduardo Azevedo (PL) se considera o ‘mais ideológico’ dos três irmãos que atuam na vida pública. Além dele, dois irmãos também são políticos: o senador Cleitinho (Republicanos) e o ex-prefeito Gleidson Azevedo (Republicanos). Em entrevista ao programa Café com Política, disponível no canal de O TEMPO no Youtube, Azevedo, que vai tentar se reeleger no cargo de deputado estadual, diz que sempre “entrou mais nas pautas ideológicas dos que os irmãos”.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Integrante de uma família de políticos de direita, o deputado estadual Eduardo Azevedo (PL) se considera o ‘mais ideológico’ dos três irmãos que atuam na vida pública. Além dele, dois irmãos também são políticos: o senador Cleitinho (Republicanos) e o ex-prefeito Gleidson Azevedo (Republicanos). Em entrevista ao programa Café com Política, disponível no canal de O TEMPO no Youtube, Azevedo, que vai tentar se reeleger no cargo de deputado estadual, diz que sempre “entrou mais nas pautas ideológicas dos que os irmãos”.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 21 May 2026 09:05:00 -0300</pubDate>
      <author>Cynthia Castro e Hermano Chiodi</author>
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      <itunes:keywords>Café com Política; Eduardo Azevedo; PL; Eleições 2026; Cleitinho; Bolsonaro; Lula; Zema</itunes:keywords>
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    <item>
      <title> A infância é um terreno que pisamos a vida toda: de Michael Jackson à nós | Interessa Podcast</title>
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      <podcast:episode>82</podcast:episode>
      <itunes:title> A infância é um terreno que pisamos a vida toda: de Michael Jackson à nós | Interessa Podcast</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>No Interessa desta quarta-feira, abrimos o debate para um assunto espinhoso, mas profundamente necessário, que parte da história do maior artista do mundo para discutir a nossa própria realidade: o impacto que uma infância vivida à base de medo, pressão e ausência de afeto deixa na vida adulta. Usamos a trajetória de Michael Jackson como ponto de partida. O Rei do Pop acumulou fama, dinheiro e reconhecimento global, mas passou a vida inteira tentando recuperar o que nunca viveu de forma plena.</p><p>O debate traz esse cenário para os dias atuais e questiona: será que isso continua acontecendo em outros formatos? Hoje, vemos crianças crescendo sob uma pressão de performance brutal e precoce. A exposição constante nas redes sociais e a transformação de filhos em influenciadores antes mesmo de entenderem o que é privacidade acendem o alerta. Afinal, mesmo que exista amor e “boa intenção”, será que muitos pais não acabam reproduzindo a mesma lógica de cobrança, exploração e adultização que marcou o astro do pop?</p><p>Para entender como essas experiências da infância reverberam na nossa estrutura emocional, recebemos a psicóloga Ana Luísa Bolívar. Com ela, analisamos quais marcas psicológicas costumam aparecer em adultos que “não puderam ser crianças”, como identificar os limites entre o incentivo e o excesso de cobrança, e quais os impactos reais da exposição precoce na mente dos pequenos.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No Interessa desta quarta-feira, abrimos o debate para um assunto espinhoso, mas profundamente necessário, que parte da história do maior artista do mundo para discutir a nossa própria realidade: o impacto que uma infância vivida à base de medo, pressão e ausência de afeto deixa na vida adulta. Usamos a trajetória de Michael Jackson como ponto de partida. O Rei do Pop acumulou fama, dinheiro e reconhecimento global, mas passou a vida inteira tentando recuperar o que nunca viveu de forma plena.</p><p>O debate traz esse cenário para os dias atuais e questiona: será que isso continua acontecendo em outros formatos? Hoje, vemos crianças crescendo sob uma pressão de performance brutal e precoce. A exposição constante nas redes sociais e a transformação de filhos em influenciadores antes mesmo de entenderem o que é privacidade acendem o alerta. Afinal, mesmo que exista amor e “boa intenção”, será que muitos pais não acabam reproduzindo a mesma lógica de cobrança, exploração e adultização que marcou o astro do pop?</p><p>Para entender como essas experiências da infância reverberam na nossa estrutura emocional, recebemos a psicóloga Ana Luísa Bolívar. Com ela, analisamos quais marcas psicológicas costumam aparecer em adultos que “não puderam ser crianças”, como identificar os limites entre o incentivo e o excesso de cobrança, e quais os impactos reais da exposição precoce na mente dos pequenos.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 20 May 2026 18:33:05 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>No Interessa desta quarta-feira, abrimos o debate para um assunto espinhoso, mas profundamente necessário, que parte da história do maior artista do mundo para discutir a nossa própria realidade: o impacto que uma infância vivida à base de medo, pressão e ausência de afeto deixa na vida adulta. Usamos a trajetória de Michael Jackson como ponto de partida. O Rei do Pop acumulou fama, dinheiro e reconhecimento global, mas passou a vida inteira tentando recuperar o que nunca viveu de forma plena.</p><p>O debate traz esse cenário para os dias atuais e questiona: será que isso continua acontecendo em outros formatos? Hoje, vemos crianças crescendo sob uma pressão de performance brutal e precoce. A exposição constante nas redes sociais e a transformação de filhos em influenciadores antes mesmo de entenderem o que é privacidade acendem o alerta. Afinal, mesmo que exista amor e “boa intenção”, será que muitos pais não acabam reproduzindo a mesma lógica de cobrança, exploração e adultização que marcou o astro do pop?</p><p>Para entender como essas experiências da infância reverberam na nossa estrutura emocional, recebemos a psicóloga Ana Luísa Bolívar. Com ela, analisamos quais marcas psicológicas costumam aparecer em adultos que “não puderam ser crianças”, como identificar os limites entre o incentivo e o excesso de cobrança, e quais os impactos reais da exposição precoce na mente dos pequenos.</p>]]>
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      <title>Café com Política | Deputada Estadual Leninha (PT-MG)</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A deputada estadual Leninha (PT), que preside o Partido dos Trabalhadores em Minas Gerais, afirmou que a legenda aguarda um anúncio oficial do senador Rodrigo Pacheco (PSB) sobre a entrada ou não na disputa ao governo do estado até o dia 30 de maio. O prazo, inclusive, coincide com a previsão dada pelo próprio parlamentar para definir sobre a participação nas eleições de outubro. Em meio ao compasso de espera, o PT mineiro já tem uma lista com outros nomes que o partido cogita composições para as eleições. Além de quadros do próprio PT, as opções incluem figuras de outros partidos. Leninha também disse que os petistas trabalham a pré-candidatura de Marília Campos ao Senado como prioridade para o pleito de outubro.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A deputada estadual Leninha (PT), que preside o Partido dos Trabalhadores em Minas Gerais, afirmou que a legenda aguarda um anúncio oficial do senador Rodrigo Pacheco (PSB) sobre a entrada ou não na disputa ao governo do estado até o dia 30 de maio. O prazo, inclusive, coincide com a previsão dada pelo próprio parlamentar para definir sobre a participação nas eleições de outubro. Em meio ao compasso de espera, o PT mineiro já tem uma lista com outros nomes que o partido cogita composições para as eleições. Além de quadros do próprio PT, as opções incluem figuras de outros partidos. Leninha também disse que os petistas trabalham a pré-candidatura de Marília Campos ao Senado como prioridade para o pleito de outubro.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 20 May 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Cynthia Castro e Simon Nascimento</author>
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      <itunes:keywords>leninha do pt; café com política; banco master; zema; lula; bolsonaro; simões</itunes:keywords>
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      <title>AGROTEMPO | Da colheita manual aos prêmios nacionais: A virada de chave do Café da Neide nas Matas de Minas</title>
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        <![CDATA[<p><br>Podcast AGROTEMPO viaja até a região das Matas de Minas para contar uma história de superação que vem do Sítio Manhuaçuzinho. De trabalhadores safristas a produtores premiados, a família de Reinildes Raposo de Barros transformou o destino através da qualidade. <br>A caminhada começou em 1999, mas foi em 2013 que a semente do café especial foi plantada — literalmente. O que era apenas o sustento da agricultura familiar ganhou um novo rumo quando o filho de Reinildes, Mateus, formou-se em degustação. Em 2020, o veredito técnico: o café da família alcançou 83,5 pontos, entrando oficialmente no seleto grupo dos cafés especiais. Mas, no início, abrir as portas do mercado não foi fácil.</p>]]>
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        <![CDATA[<p><br>Podcast AGROTEMPO viaja até a região das Matas de Minas para contar uma história de superação que vem do Sítio Manhuaçuzinho. De trabalhadores safristas a produtores premiados, a família de Reinildes Raposo de Barros transformou o destino através da qualidade. <br>A caminhada começou em 1999, mas foi em 2013 que a semente do café especial foi plantada — literalmente. O que era apenas o sustento da agricultura familiar ganhou um novo rumo quando o filho de Reinildes, Mateus, formou-se em degustação. Em 2020, o veredito técnico: o café da família alcançou 83,5 pontos, entrando oficialmente no seleto grupo dos cafés especiais. Mas, no início, abrir as portas do mercado não foi fácil.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 19 May 2026 19:05:08 -0300</pubDate>
      <author>Roberto Meokarem</author>
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      <itunes:keywords>Agronegócios, agrotempo</itunes:keywords>
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      <title>Noivas de maio: mulheres ainda querem se casar?</title>
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      <podcast:episode>78</podcast:episode>
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        <![CDATA[<p>O Interessa abriu debate sobre um tema clássico, mas que ganha novos contornos a cada ano: neste tradicional "mês das noivas", afinal, as mulheres ainda querem se casar? </p><p>Recebemos a psicóloga Leni Oliveira Brumano para discutir como o casamento deixou de ser um destino óbvio ou uma etapa obrigatória da vida adulta para ocupar o lugar da escolha consciente. Fatores como a independência financeira, o foco na carreira, o desejo de preservar a individualidade e a recusa à sobrecarga historicamente associada às mulheres no lar aparecem como motivos centrais para adiar ou descartar o matrimônio tradicional. O cenário ganha ainda mais relevância diante de dados de pesquisas recentes que apontam um comportamento curioso: hoje, são os homens que têm demonstrado mais desejo formal de casar do que as mulheres.</p><p>O significado desse "sim" mudou, mas o mercado de casamentos mostra que o desejo de parceria e afeto duradouro não desapareceu. O formato apenas se transformou, trocando os megaeventos por celebrações mais intimistas e personalizadas, livres da antiga lógica de obrigação social. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Interessa abriu debate sobre um tema clássico, mas que ganha novos contornos a cada ano: neste tradicional "mês das noivas", afinal, as mulheres ainda querem se casar? </p><p>Recebemos a psicóloga Leni Oliveira Brumano para discutir como o casamento deixou de ser um destino óbvio ou uma etapa obrigatória da vida adulta para ocupar o lugar da escolha consciente. Fatores como a independência financeira, o foco na carreira, o desejo de preservar a individualidade e a recusa à sobrecarga historicamente associada às mulheres no lar aparecem como motivos centrais para adiar ou descartar o matrimônio tradicional. O cenário ganha ainda mais relevância diante de dados de pesquisas recentes que apontam um comportamento curioso: hoje, são os homens que têm demonstrado mais desejo formal de casar do que as mulheres.</p><p>O significado desse "sim" mudou, mas o mercado de casamentos mostra que o desejo de parceria e afeto duradouro não desapareceu. O formato apenas se transformou, trocando os megaeventos por celebrações mais intimistas e personalizadas, livres da antiga lógica de obrigação social. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 19 May 2026 16:30:36 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Café com Política | Bárbara Botega</title>
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        <![CDATA[<p>Pré-candidata do Novo a uma vaga na Câmara, Bárbara Botega celebra saída de irmão de Cleitinho da sigla: 'Graças a Deus foi embora'</p><p>Em entrevista ao Café com Política, ex-secretária de Cultura também defendeu estratégia do ex-governador Romeu Zema de manter candidatura à Presidência</p><p>A ex-secretária de Cultura de Minas Gerais e pré-candidata ao cargo de deputada federal, Bárbara Botega, defendeu a estratégia do partido Novo, do qual é filiada desde 2015, de resistir às investidas de outros partidos de direita para manter a candidatura solo na disputa pela Presidência da República. Para ela, a estratégia de colocar 'todos os ovos da direita na mesma cesta' é "um risco muito grande". "O STF, com uma canetada, pode tornar a chapa inelegível. Então, a questão é estratégica, da gente ter mais nomes nesse campo, independente de qualquer situação". disse. Questionada sobre a troca de partido do governador de Minas, Mateus Simões, que saiu do Novo e foi para o PSD, Botega disse que entendeu o movimento do ex-colega de partido. "De uma maneira pragmática para a campanha, para a continuidade dele enquanto governador, seria importante que ele fizesse essa migração para o PSD". Já sobre o ex-prefeito de Divinópolis, Gleidson Azevedo, irmão do senador Cleitinho (Republicanos), que trocou o Novo pelo Republicanos, Botega foi mais direta: "Dei graças a Deus que foi embora", disse. "Nunca enxerguei no Gleidson uma pessoa que representasse de fato tudo o que foi o projeto do Novo", disparou.  </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Pré-candidata do Novo a uma vaga na Câmara, Bárbara Botega celebra saída de irmão de Cleitinho da sigla: 'Graças a Deus foi embora'</p><p>Em entrevista ao Café com Política, ex-secretária de Cultura também defendeu estratégia do ex-governador Romeu Zema de manter candidatura à Presidência</p><p>A ex-secretária de Cultura de Minas Gerais e pré-candidata ao cargo de deputada federal, Bárbara Botega, defendeu a estratégia do partido Novo, do qual é filiada desde 2015, de resistir às investidas de outros partidos de direita para manter a candidatura solo na disputa pela Presidência da República. Para ela, a estratégia de colocar 'todos os ovos da direita na mesma cesta' é "um risco muito grande". "O STF, com uma canetada, pode tornar a chapa inelegível. Então, a questão é estratégica, da gente ter mais nomes nesse campo, independente de qualquer situação". disse. Questionada sobre a troca de partido do governador de Minas, Mateus Simões, que saiu do Novo e foi para o PSD, Botega disse que entendeu o movimento do ex-colega de partido. "De uma maneira pragmática para a campanha, para a continuidade dele enquanto governador, seria importante que ele fizesse essa migração para o PSD". Já sobre o ex-prefeito de Divinópolis, Gleidson Azevedo, irmão do senador Cleitinho (Republicanos), que trocou o Novo pelo Republicanos, Botega foi mais direta: "Dei graças a Deus que foi embora", disse. "Nunca enxerguei no Gleidson uma pessoa que representasse de fato tudo o que foi o projeto do Novo", disparou.  </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 19 May 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Hermano Chiodi</author>
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      <title>Café com Política | Procurador regional eleitoral do MPF-MG, Tarcísio Henriques</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O procurador regional eleitoral do Ministério Público Federal em Minas Gerais (MPF-MG), Tarcísio Henriques, afirmou que os infiltrados do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho no pleito passado não foram eleitos. Mas, a chegada do crime organizado às eleições municipais, estaduais e federais tem crescido a cada ano e preocupa as instituições do Judiciário. </p><p>A tentativa de barrar a entrada dos criminosos na estrutura de poder público exige a criação de uma rede de atuação de vários órgãos, que possam identificá-los antes que sejam eleitos. Para o procurador, a participação da população é essencial para que os nomes ligados às facções sejam denunciados.</p><p>As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos Correios, com correspondência a ser enviada para a Avenida Brasil, 1.877, bairro Funcionários, Belo Horizonte, com o CEP: 30.140-007. Existe ainda a possibilidade de contato pelo site do MPF, no endereço www.mpf.mp.br, clicando no canal "denúncia e pedido de informação". Neste caso é necessário se identificar. É possível, porém, solicitar na correspondência o sigilo dos dados de quem está repassando as informações.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 18 May 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Janaína Fonseca e Leonardo Augusto</author>
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        <![CDATA[<p>O procurador regional eleitoral do Ministério Público Federal em Minas Gerais (MPF-MG), Tarcísio Henriques, afirmou que os infiltrados do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho no pleito passado não foram eleitos. Mas, a chegada do crime organizado às eleições municipais, estaduais e federais tem crescido a cada ano e preocupa as instituições do Judiciário. </p><p>A tentativa de barrar a entrada dos criminosos na estrutura de poder público exige a criação de uma rede de atuação de vários órgãos, que possam identificá-los antes que sejam eleitos. Para o procurador, a participação da população é essencial para que os nomes ligados às facções sejam denunciados.</p><p>As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos Correios, com correspondência a ser enviada para a Avenida Brasil, 1.877, bairro Funcionários, Belo Horizonte, com o CEP: 30.140-007. Existe ainda a possibilidade de contato pelo site do MPF, no endereço www.mpf.mp.br, clicando no canal "denúncia e pedido de informação". Neste caso é necessário se identificar. É possível, porém, solicitar na correspondência o sigilo dos dados de quem está repassando as informações.</p>]]>
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      <itunes:keywords>café com política; pcc; comando vermelho; eleições 2024; eleições 2026</itunes:keywords>
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      <title>O TEMPO Entrevista | 8 crianças por hora: violência sexual segue como crime silencioso no Brasil</title>
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      <itunes:title>O TEMPO Entrevista | 8 crianças por hora: violência sexual segue como crime silencioso no Brasil</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>O Brasil registra oficialmente oito casos de violência sexual contra crianças e adolescentes por hora. Os dados são do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo especialistas, apenas cerca de 8,5% das ocorrências chegam aos sistemas de denúncia, revelando um cenário de subnotificação alarmante. A maioria das vítimas são meninas, e grande parte dos crimes ocorre dentro do círculo de convivência, sem um perfil definido do agressor, dificultando a identificação.</p><p>O tema foi debatido no programa O TEMPO Entrevista, por Warlei Torezani, pedagogo e coordenador do Meninadança Brasil, e por Samuel Duarte, analista sênior de Responsabilidade Social Corporativa do Grupo SADA. Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, os convidados destacaram que a violência sexual infantil é um crime silencioso, sustentado pelo medo, pela culpa imposta às vítimas e pela dificuldade de romper o silêncio, muitas vezes dentro da própria família ou comunidade.</p><p>Warlei destacou que o enfrentamento envolve acolhimento, conscientização, atenção a sinais físicos, emocionais e comportamentais, além de fortalecer canais de denúncia como o Disque 100. Já Samuel explicou o engajamento do Grupo SADA na causa, especialmente no contexto das rodovias, onde a exploração sexual é recorrente, defendendo o papel de empresas e da sociedade como agentes ativos de proteção. Ambos reforçaram que denunciar não exige certeza do crime e que o silêncio, nesses casos, acaba se tornando cúmplice da violência.</p><p>A entrevista completa será exibida no sábado, 16 de maio, às 14 horas, no canal de O TEMPO no Youtube.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Brasil registra oficialmente oito casos de violência sexual contra crianças e adolescentes por hora. Os dados são do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo especialistas, apenas cerca de 8,5% das ocorrências chegam aos sistemas de denúncia, revelando um cenário de subnotificação alarmante. A maioria das vítimas são meninas, e grande parte dos crimes ocorre dentro do círculo de convivência, sem um perfil definido do agressor, dificultando a identificação.</p><p>O tema foi debatido no programa O TEMPO Entrevista, por Warlei Torezani, pedagogo e coordenador do Meninadança Brasil, e por Samuel Duarte, analista sênior de Responsabilidade Social Corporativa do Grupo SADA. Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, os convidados destacaram que a violência sexual infantil é um crime silencioso, sustentado pelo medo, pela culpa imposta às vítimas e pela dificuldade de romper o silêncio, muitas vezes dentro da própria família ou comunidade.</p><p>Warlei destacou que o enfrentamento envolve acolhimento, conscientização, atenção a sinais físicos, emocionais e comportamentais, além de fortalecer canais de denúncia como o Disque 100. Já Samuel explicou o engajamento do Grupo SADA na causa, especialmente no contexto das rodovias, onde a exploração sexual é recorrente, defendendo o papel de empresas e da sociedade como agentes ativos de proteção. Ambos reforçaram que denunciar não exige certeza do crime e que o silêncio, nesses casos, acaba se tornando cúmplice da violência.</p><p>A entrevista completa será exibida no sábado, 16 de maio, às 14 horas, no canal de O TEMPO no Youtube.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 16 May 2026 10:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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        <![CDATA[<p>O Brasil registra oficialmente oito casos de violência sexual contra crianças e adolescentes por hora. Os dados são do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo especialistas, apenas cerca de 8,5% das ocorrências chegam aos sistemas de denúncia, revelando um cenário de subnotificação alarmante. A maioria das vítimas são meninas, e grande parte dos crimes ocorre dentro do círculo de convivência, sem um perfil definido do agressor, dificultando a identificação.</p><p>O tema foi debatido no programa O TEMPO Entrevista, por Warlei Torezani, pedagogo e coordenador do Meninadança Brasil, e por Samuel Duarte, analista sênior de Responsabilidade Social Corporativa do Grupo SADA. Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, os convidados destacaram que a violência sexual infantil é um crime silencioso, sustentado pelo medo, pela culpa imposta às vítimas e pela dificuldade de romper o silêncio, muitas vezes dentro da própria família ou comunidade.</p><p>Warlei destacou que o enfrentamento envolve acolhimento, conscientização, atenção a sinais físicos, emocionais e comportamentais, além de fortalecer canais de denúncia como o Disque 100. Já Samuel explicou o engajamento do Grupo SADA na causa, especialmente no contexto das rodovias, onde a exploração sexual é recorrente, defendendo o papel de empresas e da sociedade como agentes ativos de proteção. Ambos reforçaram que denunciar não exige certeza do crime e que o silêncio, nesses casos, acaba se tornando cúmplice da violência.</p><p>A entrevista completa será exibida no sábado, 16 de maio, às 14 horas, no canal de O TEMPO no Youtube.</p>]]>
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      <title>AGROTEMPO | Projeto Nutrir Juntos une educação e combate à fome em Uberaba</title>
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        <![CDATA[<p>Mais do que produzir grãos e fibras, o agronegócio brasileiro reafirma sua força no campo social. Em Uberaba, Minas Gerais, o projeto "NutriJuntos" acaba de realizar a primeira colheita da nova safra, consolidando um modelo que une educação e segurança alimentar. <br>Fruto de uma parceria estratégica entre o Instituto UbyAgro e a Fazu, Faculdades Associadas de Uberaba, a iniciativa utiliza uma área de dois mil metros quadrados dentro da fazenda da faculdade para o cultivo de hortaliças. O diferencial é a participação ativa de alunos e professores, que transformam o aprendizado teórico em impacto real na mesa de quem precisa. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Mais do que produzir grãos e fibras, o agronegócio brasileiro reafirma sua força no campo social. Em Uberaba, Minas Gerais, o projeto "NutriJuntos" acaba de realizar a primeira colheita da nova safra, consolidando um modelo que une educação e segurança alimentar. <br>Fruto de uma parceria estratégica entre o Instituto UbyAgro e a Fazu, Faculdades Associadas de Uberaba, a iniciativa utiliza uma área de dois mil metros quadrados dentro da fazenda da faculdade para o cultivo de hortaliças. O diferencial é a participação ativa de alunos e professores, que transformam o aprendizado teórico em impacto real na mesa de quem precisa. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 15 May 2026 14:18:32 -0300</pubDate>
      <author>Roberto Meokarem</author>
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      <itunes:keywords>Agrotempo, agronegócios</itunes:keywords>
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      <title>Café com Política | Newton Cardoso Jr</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Newton Cardoso Júnior, presidente do MDB em Minas Gerais, afirmou que o PT tentou articular uma movimentação para assumir o controle do partido no estado.</p><p>Segundo ele, uma autoridade petista chegou a procurar a legenda para discutir condições de filiação do senador Rodrigo Pacheco, hoje no PSB. Apesar disso, Newton garante que a unidade interna do MDB impediu a manobra e assegurou a manutenção de uma candidatura própria ao governo de Minas.</p><p>Na entrevista, o dirigente também explica a escolha de Gabriel Azevedo como nome da legenda, analisa o cenário eleitoral e comenta a força de Cleitinho, além das dificuldades que Alexandre Kalil pode enfrentar na disputa.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 15 May 2026 13:56:21 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:author>Jornal O TEMPO</itunes:author>
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      <title>AGROTEMPO | Mel do norte de Minas conquista o mundo: 350 toneladas exportadas em cinco anos </title>
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        <![CDATA[<p><br>O mel produzido no semiárido mineiro está adoçando o paladar de consumidores em países como Suíça, Bélgica e Kuwait. Unindo o sabor único das floradas de aroeira e café com um rigoroso padrão de certificação internacional, os pequenos produtores do Norte de Minas já somam 350 toneladas exportadas desde 2022. O destaque vai para a agricultura familiar, que encontrou no mercado externo uma oportunidade de valorização e crescimento. </p><p><br> O segredo vem da transição entre o Cerrado e a Caatinga. É dessa mistura de biomas que nasce um mel com perfil sensorial diferenciado, extraído de flores nativas como a aroeira. O resultado? Um produto que caiu no gosto de mercados exigentes na Europa e no Oriente Médio. Somente nos primeiros meses de 2026, a Cooperativa dos Apicultores e Agricultores Familiares do Norte de Minas, a Coopemapi, já embarcou 42 toneladas para o exterior.</p>]]>
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        <![CDATA[<p><br>O mel produzido no semiárido mineiro está adoçando o paladar de consumidores em países como Suíça, Bélgica e Kuwait. Unindo o sabor único das floradas de aroeira e café com um rigoroso padrão de certificação internacional, os pequenos produtores do Norte de Minas já somam 350 toneladas exportadas desde 2022. O destaque vai para a agricultura familiar, que encontrou no mercado externo uma oportunidade de valorização e crescimento. </p><p><br> O segredo vem da transição entre o Cerrado e a Caatinga. É dessa mistura de biomas que nasce um mel com perfil sensorial diferenciado, extraído de flores nativas como a aroeira. O resultado? Um produto que caiu no gosto de mercados exigentes na Europa e no Oriente Médio. Somente nos primeiros meses de 2026, a Cooperativa dos Apicultores e Agricultores Familiares do Norte de Minas, a Coopemapi, já embarcou 42 toneladas para o exterior.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 14 May 2026 21:01:31 -0300</pubDate>
      <author>Roberto Meokarem</author>
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      <itunes:keywords>Agrotempo, agronegócios</itunes:keywords>
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      <title>Café com Política | Ben Mendes</title>
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        <![CDATA[<p>O pré-candidato ao governo de Minas Gerais Ben Mendes (Missão) defendeu uma política de “alta eficácia na letalidade” no combate às facções criminosas no Estado. Em entrevista ao Café com Política, exibida nesta quinta-feira (14/5), ele afirmou que policiais terão respaldo para agir em confrontos e criticou adversários da disputa ao Palácio Tiradentes.</p><p>“Minas Gerais virou um ambiente no qual as facções criminosas estão já achando que vão se criar em Minas e já estão dominando territórios em Minas. Isso é um poder paralelo”, afirmou.</p><p>Segundo Ben Mendes, o enfrentamento ao crime organizado deve ocorrer “com letalidade eficaz”. “O próximo governador do Estado, que serei eu, se assim Deus permitir, nós vamos combater veementemente o crime organizado, as facções criminosas, com uma política de alta eficácia na letalidade”. </p><p>O pré-candidato afirmou ainda que “a tropa está autorizada a prender ou matar”. “Se não oferecer resistência, vai prender. Se oferecer resistência ostensiva ou resistência tácita, o policial do Estado de Minas Gerais estará autorizado a neutralizar esse sujeito”. </p><p>Na entrevista, Ben Mendes também fez críticas ao vice-governador Mateus Simões (PSD), ao ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) e ao senador Cleitinho (Republicanos)</p><p>Sobre Mateus Simões, o pré-candidato do Missão afirmou que ele “representa o Centrão”. “O Mateus é do PSD. O PSD é o partido do Kassab. O Kassab é o típico Centrão”, avaliou. Ao analisar Alexandre Kalil, Ben Mendes citou a condenação por improbidade administrativa. “O Kalil foi condenado por desonestidade administrativa. Como uma pessoa que é reconhecida formalmente como desonesto como administrador se coloca como pré-candidato ao governo do Estado?”, questionou.</p><p>Já sobre Cleitinho, Ben Mendes afirmou que o senador “é de esquerda”. “O Cleitinho é de esquerda. Todas as vezes que o Cleitinho tem para votar com a esquerda, ele vota com a esquerda”, argumentou. </p><p>Questionado sobre a pré-candidatura, Ben Mendes justificou a entrada na política afirmando que o cenário nacional motivou a decisão de aceitar o convite do Partido Missão. “O Brasil está vivenciando um tempo muito complicado. Nós estamos em um país quebrado, um país rumo ao colapso”. </p><p>O pré-candidato afirmou ainda que recusou convites de outras legendas antes de se filiar ao partido.“Os outros partidos têm sido quase que balcão de negócios”, criticou.</p><p>Durante a entrevista, Ben Mendes também descartou a possibilidade de usar a pré-candidatura ao governo para negociar outro cargo nas eleições de 2026. “Eu sustentarei essa pré-candidatura até se tornar candidatura. O eleitor não merece ser enganado”, afirmou.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O pré-candidato ao governo de Minas Gerais Ben Mendes (Missão) defendeu uma política de “alta eficácia na letalidade” no combate às facções criminosas no Estado. Em entrevista ao Café com Política, exibida nesta quinta-feira (14/5), ele afirmou que policiais terão respaldo para agir em confrontos e criticou adversários da disputa ao Palácio Tiradentes.</p><p>“Minas Gerais virou um ambiente no qual as facções criminosas estão já achando que vão se criar em Minas e já estão dominando territórios em Minas. Isso é um poder paralelo”, afirmou.</p><p>Segundo Ben Mendes, o enfrentamento ao crime organizado deve ocorrer “com letalidade eficaz”. “O próximo governador do Estado, que serei eu, se assim Deus permitir, nós vamos combater veementemente o crime organizado, as facções criminosas, com uma política de alta eficácia na letalidade”. </p><p>O pré-candidato afirmou ainda que “a tropa está autorizada a prender ou matar”. “Se não oferecer resistência, vai prender. Se oferecer resistência ostensiva ou resistência tácita, o policial do Estado de Minas Gerais estará autorizado a neutralizar esse sujeito”. </p><p>Na entrevista, Ben Mendes também fez críticas ao vice-governador Mateus Simões (PSD), ao ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) e ao senador Cleitinho (Republicanos)</p><p>Sobre Mateus Simões, o pré-candidato do Missão afirmou que ele “representa o Centrão”. “O Mateus é do PSD. O PSD é o partido do Kassab. O Kassab é o típico Centrão”, avaliou. Ao analisar Alexandre Kalil, Ben Mendes citou a condenação por improbidade administrativa. “O Kalil foi condenado por desonestidade administrativa. Como uma pessoa que é reconhecida formalmente como desonesto como administrador se coloca como pré-candidato ao governo do Estado?”, questionou.</p><p>Já sobre Cleitinho, Ben Mendes afirmou que o senador “é de esquerda”. “O Cleitinho é de esquerda. Todas as vezes que o Cleitinho tem para votar com a esquerda, ele vota com a esquerda”, argumentou. </p><p>Questionado sobre a pré-candidatura, Ben Mendes justificou a entrada na política afirmando que o cenário nacional motivou a decisão de aceitar o convite do Partido Missão. “O Brasil está vivenciando um tempo muito complicado. Nós estamos em um país quebrado, um país rumo ao colapso”. </p><p>O pré-candidato afirmou ainda que recusou convites de outras legendas antes de se filiar ao partido.“Os outros partidos têm sido quase que balcão de negócios”, criticou.</p><p>Durante a entrevista, Ben Mendes também descartou a possibilidade de usar a pré-candidatura ao governo para negociar outro cargo nas eleições de 2026. “Eu sustentarei essa pré-candidatura até se tornar candidatura. O eleitor não merece ser enganado”, afirmou.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 14 May 2026 12:13:46 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:author>Jornal O TEMPO</itunes:author>
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        <![CDATA[<p>O pré-candidato ao governo de Minas Gerais Ben Mendes (Missão) defendeu uma política de “alta eficácia na letalidade” no combate às facções criminosas no Estado. Em entrevista ao Café com Política, exibida nesta quinta-feira (14/5), ele afirmou que policiais terão respaldo para agir em confrontos e criticou adversários da disputa ao Palácio Tiradentes.</p><p>“Minas Gerais virou um ambiente no qual as facções criminosas estão já achando que vão se criar em Minas e já estão dominando territórios em Minas. Isso é um poder paralelo”, afirmou.</p><p>Segundo Ben Mendes, o enfrentamento ao crime organizado deve ocorrer “com letalidade eficaz”. “O próximo governador do Estado, que serei eu, se assim Deus permitir, nós vamos combater veementemente o crime organizado, as facções criminosas, com uma política de alta eficácia na letalidade”. </p><p>O pré-candidato afirmou ainda que “a tropa está autorizada a prender ou matar”. “Se não oferecer resistência, vai prender. Se oferecer resistência ostensiva ou resistência tácita, o policial do Estado de Minas Gerais estará autorizado a neutralizar esse sujeito”. </p><p>Na entrevista, Ben Mendes também fez críticas ao vice-governador Mateus Simões (PSD), ao ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) e ao senador Cleitinho (Republicanos)</p><p>Sobre Mateus Simões, o pré-candidato do Missão afirmou que ele “representa o Centrão”. “O Mateus é do PSD. O PSD é o partido do Kassab. O Kassab é o típico Centrão”, avaliou. Ao analisar Alexandre Kalil, Ben Mendes citou a condenação por improbidade administrativa. “O Kalil foi condenado por desonestidade administrativa. Como uma pessoa que é reconhecida formalmente como desonesto como administrador se coloca como pré-candidato ao governo do Estado?”, questionou.</p><p>Já sobre Cleitinho, Ben Mendes afirmou que o senador “é de esquerda”. “O Cleitinho é de esquerda. Todas as vezes que o Cleitinho tem para votar com a esquerda, ele vota com a esquerda”, argumentou. </p><p>Questionado sobre a pré-candidatura, Ben Mendes justificou a entrada na política afirmando que o cenário nacional motivou a decisão de aceitar o convite do Partido Missão. “O Brasil está vivenciando um tempo muito complicado. Nós estamos em um país quebrado, um país rumo ao colapso”. </p><p>O pré-candidato afirmou ainda que recusou convites de outras legendas antes de se filiar ao partido.“Os outros partidos têm sido quase que balcão de negócios”, criticou.</p><p>Durante a entrevista, Ben Mendes também descartou a possibilidade de usar a pré-candidatura ao governo para negociar outro cargo nas eleições de 2026. “Eu sustentarei essa pré-candidatura até se tornar candidatura. O eleitor não merece ser enganado”, afirmou.</p>]]>
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      <title>Interessa | Comer junto: prioridade ou luxo?</title>
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        <![CDATA[<p>O ritual do churrasco em família fez Gisele Bündchen rever até a dieta. Mas por que sentar à mesa virou um hábito tão raro? Entre horários fragmentados e a companhia fixa das telas, o ato de comer virou "função" e deixou de ser encontro. O que a gente perde emocionalmente quando troca a troca de olhares pelo scroll do celular na hora da refeição?</p><p>Comer junto interfere na saciedade, na digestão e, principalmente, na construção de vínculos. Existe um caminho de volta para o ritual da mesa dentro da rotina acelerada de 2026?</p><p>O Interessa discute o tema com a psicóloga Thamires Barcellos e a nutri Silvia Hespanha.</p><p>Ao vivo, às 14h, nos canais O TEMPO e O TEMPO Livre no YouTube e nos principais tocadores de podcast.</p><p>Se faz parte da sua vida… INTERESS@! </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O ritual do churrasco em família fez Gisele Bündchen rever até a dieta. Mas por que sentar à mesa virou um hábito tão raro? Entre horários fragmentados e a companhia fixa das telas, o ato de comer virou "função" e deixou de ser encontro. O que a gente perde emocionalmente quando troca a troca de olhares pelo scroll do celular na hora da refeição?</p><p>Comer junto interfere na saciedade, na digestão e, principalmente, na construção de vínculos. Existe um caminho de volta para o ritual da mesa dentro da rotina acelerada de 2026?</p><p>O Interessa discute o tema com a psicóloga Thamires Barcellos e a nutri Silvia Hespanha.</p><p>Ao vivo, às 14h, nos canais O TEMPO e O TEMPO Livre no YouTube e nos principais tocadores de podcast.</p><p>Se faz parte da sua vida… INTERESS@! </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 13 May 2026 15:49:41 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O ritual do churrasco em família fez Gisele Bündchen rever até a dieta. Mas por que sentar à mesa virou um hábito tão raro? Entre horários fragmentados e a companhia fixa das telas, o ato de comer virou "função" e deixou de ser encontro. O que a gente perde emocionalmente quando troca a troca de olhares pelo scroll do celular na hora da refeição?</p><p>Comer junto interfere na saciedade, na digestão e, principalmente, na construção de vínculos. Existe um caminho de volta para o ritual da mesa dentro da rotina acelerada de 2026?</p><p>O Interessa discute o tema com a psicóloga Thamires Barcellos e a nutri Silvia Hespanha.</p><p>Ao vivo, às 14h, nos canais O TEMPO e O TEMPO Livre no YouTube e nos principais tocadores de podcast.</p><p>Se faz parte da sua vida… INTERESS@! </p>]]>
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      <title>Café com Política | Paulo Brant</title>
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        <![CDATA[<p>Vice-governador durante o primeiro mandato de Romeu Zema (Novo) no Executivo de Minas, Paulo Brant diz que não se “encanta” com a pré-candidatura do ex-correligionário à Presidência da República por considerar a visão política dele “pobre” para os tempos atuais. Além disso, apesar de considerar que o ex-governador teve “boas intenções” à frente da administração estadual, Brant acredita que a gestão não teve capacidade política de viabilizar os projetos que tinha em mente. A avaliação foi feita durante o programa Café com Política, exibido nesta quarta-feira (13/5) no canal no YouTube de O TEMPO.</p><p>Para Brant, a postura de Zema ocupa um lugar “sincero” de indignação. Na pré-campanha, o ex-governador tem adotado uma postura crítica e de embate com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).</p><p>Brant afirma que não teve desavenças pessoais com Zema quando participou do primeiro mandato dele, entre 2019 e 2022. Entretanto, no momento, tem uma visão política diferente da do presidenciável.</p><p>“Não é uma candidatura que me encanta pela visão de mundo que ele tem. Mas respeito. Eu entendo que a visão de mundo dele é um pouco pobre do ponto de vista dos tempos de hoje, do respeito à política, à participação do Estado. Eu acho que a visão do Partido Novo é ultraliberal, liberal demais no sentido de dar um peso muito pequeno à importância do papel do governo, do bom governo.”</p><p>Para o ex-vice-governador, a preocupação, atualmente, deveria ser tornar o governo mais eficaz e com melhor atendimento para a população. Ele cita, como exemplo, as pautas de privatização.</p><p>“É impensável no século XXI uma sociedade sem governo. Então, essas propostas muito radicais de ‘vamos privatizar a Petrobras’, isso não é o relevante, o relevante são outras coisas.”</p><p>Ao ser questionado sobre uma avaliação dos dois mandatos de Zema, Brant considerou a tarefa difícil. Ele também foi filiado ao Partido Novo e adotou uma postura de ‘mea culpa’ sobre os problemas de articulação política da legenda.</p><p>“Quando eu entrei no Partido Novo, eu tinha muita expectativa em relação ao nosso governo. Aquela época era meu governo também. Por quê? Porque a gente entrou completamente livre para fazer o que a gente entendia que era melhor, porque a nossa eleição não teve apoio de deputado nenhum, de prefeito nenhum”, explica. “Mas o partido, e aí eu me incluo, porque eu estava ali dentro, nós não tivemos capacidade de construir apoios políticos.”</p><p>Por conta disso, Brant acredita que a gestão de Zema não conseguiu tirar alguns projetos do papel. “Acho que o governo ficou devendo, ficou devendo porque ele não teve capacidade política. Havia até boas intenções, mas não teve capacidade política de viabilizar os projetos que ele tinha em mente.”</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Vice-governador durante o primeiro mandato de Romeu Zema (Novo) no Executivo de Minas, Paulo Brant diz que não se “encanta” com a pré-candidatura do ex-correligionário à Presidência da República por considerar a visão política dele “pobre” para os tempos atuais. Além disso, apesar de considerar que o ex-governador teve “boas intenções” à frente da administração estadual, Brant acredita que a gestão não teve capacidade política de viabilizar os projetos que tinha em mente. A avaliação foi feita durante o programa Café com Política, exibido nesta quarta-feira (13/5) no canal no YouTube de O TEMPO.</p><p>Para Brant, a postura de Zema ocupa um lugar “sincero” de indignação. Na pré-campanha, o ex-governador tem adotado uma postura crítica e de embate com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).</p><p>Brant afirma que não teve desavenças pessoais com Zema quando participou do primeiro mandato dele, entre 2019 e 2022. Entretanto, no momento, tem uma visão política diferente da do presidenciável.</p><p>“Não é uma candidatura que me encanta pela visão de mundo que ele tem. Mas respeito. Eu entendo que a visão de mundo dele é um pouco pobre do ponto de vista dos tempos de hoje, do respeito à política, à participação do Estado. Eu acho que a visão do Partido Novo é ultraliberal, liberal demais no sentido de dar um peso muito pequeno à importância do papel do governo, do bom governo.”</p><p>Para o ex-vice-governador, a preocupação, atualmente, deveria ser tornar o governo mais eficaz e com melhor atendimento para a população. Ele cita, como exemplo, as pautas de privatização.</p><p>“É impensável no século XXI uma sociedade sem governo. Então, essas propostas muito radicais de ‘vamos privatizar a Petrobras’, isso não é o relevante, o relevante são outras coisas.”</p><p>Ao ser questionado sobre uma avaliação dos dois mandatos de Zema, Brant considerou a tarefa difícil. Ele também foi filiado ao Partido Novo e adotou uma postura de ‘mea culpa’ sobre os problemas de articulação política da legenda.</p><p>“Quando eu entrei no Partido Novo, eu tinha muita expectativa em relação ao nosso governo. Aquela época era meu governo também. Por quê? Porque a gente entrou completamente livre para fazer o que a gente entendia que era melhor, porque a nossa eleição não teve apoio de deputado nenhum, de prefeito nenhum”, explica. “Mas o partido, e aí eu me incluo, porque eu estava ali dentro, nós não tivemos capacidade de construir apoios políticos.”</p><p>Por conta disso, Brant acredita que a gestão de Zema não conseguiu tirar alguns projetos do papel. “Acho que o governo ficou devendo, ficou devendo porque ele não teve capacidade política. Havia até boas intenções, mas não teve capacidade política de viabilizar os projetos que ele tinha em mente.”</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 13 May 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Vice-governador durante o primeiro mandato de Romeu Zema (Novo) no Executivo de Minas, Paulo Brant diz que não se “encanta” com a pré-candidatura do ex-correligionário à Presidência da República por considerar a visão política dele “pobre” para os tempos atuais. Além disso, apesar de considerar que o ex-governador teve “boas intenções” à frente da administração estadual, Brant acredita que a gestão não teve capacidade política de viabilizar os projetos que tinha em mente. A avaliação foi feita durante o programa Café com Política, exibido nesta quarta-feira (13/5) no canal no YouTube de O TEMPO.</p><p>Para Brant, a postura de Zema ocupa um lugar “sincero” de indignação. Na pré-campanha, o ex-governador tem adotado uma postura crítica e de embate com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).</p><p>Brant afirma que não teve desavenças pessoais com Zema quando participou do primeiro mandato dele, entre 2019 e 2022. Entretanto, no momento, tem uma visão política diferente da do presidenciável.</p><p>“Não é uma candidatura que me encanta pela visão de mundo que ele tem. Mas respeito. Eu entendo que a visão de mundo dele é um pouco pobre do ponto de vista dos tempos de hoje, do respeito à política, à participação do Estado. Eu acho que a visão do Partido Novo é ultraliberal, liberal demais no sentido de dar um peso muito pequeno à importância do papel do governo, do bom governo.”</p><p>Para o ex-vice-governador, a preocupação, atualmente, deveria ser tornar o governo mais eficaz e com melhor atendimento para a população. Ele cita, como exemplo, as pautas de privatização.</p><p>“É impensável no século XXI uma sociedade sem governo. Então, essas propostas muito radicais de ‘vamos privatizar a Petrobras’, isso não é o relevante, o relevante são outras coisas.”</p><p>Ao ser questionado sobre uma avaliação dos dois mandatos de Zema, Brant considerou a tarefa difícil. Ele também foi filiado ao Partido Novo e adotou uma postura de ‘mea culpa’ sobre os problemas de articulação política da legenda.</p><p>“Quando eu entrei no Partido Novo, eu tinha muita expectativa em relação ao nosso governo. Aquela época era meu governo também. Por quê? Porque a gente entrou completamente livre para fazer o que a gente entendia que era melhor, porque a nossa eleição não teve apoio de deputado nenhum, de prefeito nenhum”, explica. “Mas o partido, e aí eu me incluo, porque eu estava ali dentro, nós não tivemos capacidade de construir apoios políticos.”</p><p>Por conta disso, Brant acredita que a gestão de Zema não conseguiu tirar alguns projetos do papel. “Acho que o governo ficou devendo, ficou devendo porque ele não teve capacidade política. Havia até boas intenções, mas não teve capacidade política de viabilizar os projetos que ele tinha em mente.”</p>]]>
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      <title>Interessa | Estamos assistindo à morte do constrangimento social?</title>
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        <![CDATA[<p>O Interessa desta terça-feira recebeu a psicóloga clínica Marina Nicolau para um debate necessário sobre um comportamento cada vez mais comum: a “morte” do constrangimento social em espaços públicos. </p><p>Discutimos como o uso do celular no volume máximo — com áudios, vídeos e ligações no viva-voz — tomou conta de ônibus, consultórios e padarias, transformando o espaço coletivo em uma extensão da vida privada. Marina explicou o que está por trás dessa perda de filtro: seria excesso de individualismo, busca por validação ou um afrouxamento real das regras de convivência?</p><p>Um papo essencial para entender por que o incômodo do outro parece importar cada vez menos e como isso afeta nossa saúde mental e a harmonia na rotina.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 12 May 2026 16:20:05 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Café com Política | Domingos Sávio </title>
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        <![CDATA[<p>A cúpula do PL vai se reunir nesta terça-feira (12/5) em Brasília e deve decidir sobre o rumo das eleições em Minas Gerais. Ao Café com Política, o deputado federal Domingos Sávio (PL) reforçou que há, no momento, três caminhos. Os mais prováveis são o lançamento de uma candidatura própria ou uma possível aliança com o senador Cleitinho (Republicanos), para unir a direita em torno das eleições para o governo estadual. O deputado reforçou que a terceira hipótese, de o partido estar junto de Mateus Simões (PSD), só poderá ser viabilizada se Romeu Zema (Novo) não estiver como cabeça de chapa, pois Simões precisaria estar na campanha junto do senador Flávio Bolsonaro (PL).</p><p>Nesta semana, Domingos Sávio está deixando a presidência estadual do PL para se dedicar à pré-campanha para o Senado Federal. Ao Café com Política, ele também falou dos planos de expansão do partido, que pretende aumentar a bancada mineira no Congresso Nacional e também o número de deputados estaduais em Minas. Criticou ainda a decisão do ministro Alexandre de Moraes, de suspender a aplicabilidade da Lei da Dosimetria.<br></p>]]>
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      <pubDate>Tue, 12 May 2026 12:51:12 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Interessa | Escapes de urina: comum, mas não normal</title>
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        <![CDATA[<p>Rir, tossir, espirrar, treinar… e perder urina. Embora muita gente trate a situação como algo “normal”, os escapes urinários não devem ser encarados dessa forma e, cada vez mais mulheres têm falado sobre isso.</p><p><br>Recentemente, a atriz Paolla Oliveira revelou conviver com essa realidade aos 44 anos e ajudou a ampliar um debate que ainda costuma ser cercado de vergonha. Segundo dados de uma pesquisa encomendada pela Kimberly-Clark e realizada pela Qualibest, uma em cada quatro mulheres enfrenta episódios de perda urinária. Ainda assim, cerca de 80% delas não comentam o assunto nem mesmo com médicos.</p><p><br>No lugar do tratamento, muitas acabam adaptando a própria rotina: evitam exercícios físicos, deixam de fazer esforço, sentem medo de tossir em público e recorrem ao uso frequente de protetores diários. Na maioria dos casos, os escapes estão ligados ao enfraquecimento do assoalho pélvico - musculatura responsável por sustentar órgãos como bexiga, útero, intestino e reto. O problema pode surgir em diferentes fases da vida e sofrer influência de fatores como gestação, parto, menopausa, envelhecimento, sedentarismo e até atividades de impacto.</p><p>No programa Interessa desta segundona (11), a bancada feminina recebe a fisioterapeuta pélvica Flaviana Teixeira para esclarecer o que é considerado comum, quando os escapes exigem atenção e quais tratamentos existem atualmente. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 11 May 2026 15:39:46 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Café com Política | Bruno Pedralva </title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o vereador Dr. Bruno Pedralva (PT) fez duras críticas à decisão da Prefeitura de Belo Horizonte de promover cortes e demissões no Sistema Único de Saúde (SUS), com impacto direto sobre o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Médico e em seu segundo mandato na Câmara Municipal, Pedralva afirmou que a medida compromete o atendimento à população, especialmente em um momento de alta demanda provocada por doenças respiratórias. “A saúde já opera no limite. Reduzir equipes significa aumentar o tempo de espera e, no caso do SAMU, isso pode custar vidas”, declarou.</p><p>Segundo o parlamentar, a opção do Executivo por cortar gastos na saúde é politicamente equivocada e socialmente injusta. Ele citou pesquisas eleitorais recentes que apontam a saúde como o principal problema da capital e questionou a priorização orçamentária da Prefeitura. Pedralva comparou as demissões no SAMU com despesas em outras áreas, como subsídios ao transporte público e cargos comissionados, e afirmou que não há “gordura” a ser cortada no SUS. Para ele, atribuir à saúde a responsabilidade pelo déficit municipal ignora o crescimento dos repasses federais e o papel de Belo Horizonte como polo regional de atendimento.</p><p>Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, o vereador também destacou que o tema provocou uma mobilização incomum na Câmara, reunindo parlamentares de diferentes campos políticos, como PT e PL, contra as demissões. De acordo com Pedralva, ao menos 16 vereadores já se posicionaram publicamente pela suspensão dos cortes, e o Ministério Público foi acionado para avaliar a legalidade das medidas. Ele alertou para os riscos operacionais de reduzir equipes do SAMU, especialmente em atendimentos de alta complexidade, como casos de parada cardiorrespiratória, e disse esperar uma decisão judicial que garanta o direito fundamental à saúde.</p><p>Além da saúde, Pedralva criticou a atuação da gestão do prefeito Álvaro Damião (UNIÃO) em áreas como infraestrutura, educação e políticas para a população em situação de rua. Na avaliação do vereador, falta capacidade de gestão e diálogo com servidores e movimentos sociais. Ele defendeu a negociação com professores em greve, o fortalecimento de políticas públicas baseadas em evidências científicas e se posicionou contra propostas de internação compulsória como regra para dependência química, classificando-as como ineficazes.</p><p>Ao final da entrevista, Pedralva confirmou que é pré-candidato a deputado estadual em 2026, afirmando que pretende levar para a Assembleia Legislativa a defesa do SUS, dos direitos sociais e das pautas que, segundo ele, têm sido negligenciadas pelo Executivo municipal. Mesmo com a pré-candidatura, garantiu que seguirá atuando na Câmara de Belo Horizonte e liderando a oposição aos cortes na saúde.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o vereador Dr. Bruno Pedralva (PT) fez duras críticas à decisão da Prefeitura de Belo Horizonte de promover cortes e demissões no Sistema Único de Saúde (SUS), com impacto direto sobre o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Médico e em seu segundo mandato na Câmara Municipal, Pedralva afirmou que a medida compromete o atendimento à população, especialmente em um momento de alta demanda provocada por doenças respiratórias. “A saúde já opera no limite. Reduzir equipes significa aumentar o tempo de espera e, no caso do SAMU, isso pode custar vidas”, declarou.</p><p>Segundo o parlamentar, a opção do Executivo por cortar gastos na saúde é politicamente equivocada e socialmente injusta. Ele citou pesquisas eleitorais recentes que apontam a saúde como o principal problema da capital e questionou a priorização orçamentária da Prefeitura. Pedralva comparou as demissões no SAMU com despesas em outras áreas, como subsídios ao transporte público e cargos comissionados, e afirmou que não há “gordura” a ser cortada no SUS. Para ele, atribuir à saúde a responsabilidade pelo déficit municipal ignora o crescimento dos repasses federais e o papel de Belo Horizonte como polo regional de atendimento.</p><p>Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, o vereador também destacou que o tema provocou uma mobilização incomum na Câmara, reunindo parlamentares de diferentes campos políticos, como PT e PL, contra as demissões. De acordo com Pedralva, ao menos 16 vereadores já se posicionaram publicamente pela suspensão dos cortes, e o Ministério Público foi acionado para avaliar a legalidade das medidas. Ele alertou para os riscos operacionais de reduzir equipes do SAMU, especialmente em atendimentos de alta complexidade, como casos de parada cardiorrespiratória, e disse esperar uma decisão judicial que garanta o direito fundamental à saúde.</p><p>Além da saúde, Pedralva criticou a atuação da gestão do prefeito Álvaro Damião (UNIÃO) em áreas como infraestrutura, educação e políticas para a população em situação de rua. Na avaliação do vereador, falta capacidade de gestão e diálogo com servidores e movimentos sociais. Ele defendeu a negociação com professores em greve, o fortalecimento de políticas públicas baseadas em evidências científicas e se posicionou contra propostas de internação compulsória como regra para dependência química, classificando-as como ineficazes.</p><p>Ao final da entrevista, Pedralva confirmou que é pré-candidato a deputado estadual em 2026, afirmando que pretende levar para a Assembleia Legislativa a defesa do SUS, dos direitos sociais e das pautas que, segundo ele, têm sido negligenciadas pelo Executivo municipal. Mesmo com a pré-candidatura, garantiu que seguirá atuando na Câmara de Belo Horizonte e liderando a oposição aos cortes na saúde.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 11 May 2026 07:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o vereador Dr. Bruno Pedralva (PT) fez duras críticas à decisão da Prefeitura de Belo Horizonte de promover cortes e demissões no Sistema Único de Saúde (SUS), com impacto direto sobre o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Médico e em seu segundo mandato na Câmara Municipal, Pedralva afirmou que a medida compromete o atendimento à população, especialmente em um momento de alta demanda provocada por doenças respiratórias. “A saúde já opera no limite. Reduzir equipes significa aumentar o tempo de espera e, no caso do SAMU, isso pode custar vidas”, declarou.</p><p>Segundo o parlamentar, a opção do Executivo por cortar gastos na saúde é politicamente equivocada e socialmente injusta. Ele citou pesquisas eleitorais recentes que apontam a saúde como o principal problema da capital e questionou a priorização orçamentária da Prefeitura. Pedralva comparou as demissões no SAMU com despesas em outras áreas, como subsídios ao transporte público e cargos comissionados, e afirmou que não há “gordura” a ser cortada no SUS. Para ele, atribuir à saúde a responsabilidade pelo déficit municipal ignora o crescimento dos repasses federais e o papel de Belo Horizonte como polo regional de atendimento.</p><p>Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, o vereador também destacou que o tema provocou uma mobilização incomum na Câmara, reunindo parlamentares de diferentes campos políticos, como PT e PL, contra as demissões. De acordo com Pedralva, ao menos 16 vereadores já se posicionaram publicamente pela suspensão dos cortes, e o Ministério Público foi acionado para avaliar a legalidade das medidas. Ele alertou para os riscos operacionais de reduzir equipes do SAMU, especialmente em atendimentos de alta complexidade, como casos de parada cardiorrespiratória, e disse esperar uma decisão judicial que garanta o direito fundamental à saúde.</p><p>Além da saúde, Pedralva criticou a atuação da gestão do prefeito Álvaro Damião (UNIÃO) em áreas como infraestrutura, educação e políticas para a população em situação de rua. Na avaliação do vereador, falta capacidade de gestão e diálogo com servidores e movimentos sociais. Ele defendeu a negociação com professores em greve, o fortalecimento de políticas públicas baseadas em evidências científicas e se posicionou contra propostas de internação compulsória como regra para dependência química, classificando-as como ineficazes.</p><p>Ao final da entrevista, Pedralva confirmou que é pré-candidato a deputado estadual em 2026, afirmando que pretende levar para a Assembleia Legislativa a defesa do SUS, dos direitos sociais e das pautas que, segundo ele, têm sido negligenciadas pelo Executivo municipal. Mesmo com a pré-candidatura, garantiu que seguirá atuando na Câmara de Belo Horizonte e liderando a oposição aos cortes na saúde.</p>]]>
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      <title>AGROTEMPO | Produção de cogumelos ainda não supre a demanda </title>
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        <![CDATA[<p>Com clima favorável e regiões com umidade propícia, Minas Gerais está se destacando na produção de cogumelos.  </p><p> A maior concentração de produtores está na região Sul, no entanto, alguns municípios da região metropolitana de Belo Horizonte, como Nova Lima e Rio Acima, também se destacam.  </p><p>As espécies mais cultivadas e comercializadas como  Shiitake, Shimeji, com variações como o branco, o preto, e o salmão e o Portobello, também conhecido como Paris. A atividade é impulsionada pela agricultura familiar, com cultivo orgânico e uso de tecnologia de climatização, destacando-se o agroturismo e a venda direta ao consumidor.  </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 08 May 2026 13:43:38 -0300</pubDate>
      <author>Roberto Meokarem</author>
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      <title>Café com Política | Larissa Dias</title>
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        <![CDATA[<p>No Café com Política de hoje, recebemos Larissa Dias, assessora especial do governador de Minas Gerais, Matheus Simões, em um momento decisivo de transição no comando do estado.</p><p>Durante a entrevista, Larissa fala sobre os primeiros dias da nova gestão, as prioridades do governo e o desafio de dar continuidade ao trabalho iniciado por Romeu Zema, ao mesmo tempo em que imprime um estilo próprio à administração estadual.</p><p>Entre os principais temas abordados estão o projeto de “governo presente”, que leva o Executivo para o interior de Minas, os investimentos em saúde — incluindo hospitais regionais e expansão de serviços como hemodiálise —, além das políticas para educação, como a ampliação das escolas cívico-militares.</p><p>A entrevista também trata da situação fiscal do estado, da dívida com a União, dos reajustes para servidores públicos e dos avanços em infraestrutura, como a modernização do metrô de Belo Horizonte.</p><p>Outro ponto importante da conversa é o cenário político, com análises sobre a pré-candidatura de Romeu Zema à Presidência da República, o desempenho de Matheus Simões nas pesquisas e os desafios eleitorais para os próximos meses.</p><p>Larissa também comenta temas sensíveis como segurança pública, violência contra a mulher e o papel do Estado no enfrentamento desses problemas, além de destacar a importância da participação dos jovens na política.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 07 May 2026 18:02:33 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:keywords>Café com Política</itunes:keywords>
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      <title>Interessa | Maternidade Tardia</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Histórias de mulheres que engravidam depois dos 40, como a da atriz Natalie Portman, ajudam a ampliar o imaginário sobre a maternidade tardia. O que antes era exceção, hoje aparece com mais frequência e por diferentes razões: carreira, estabilidade financeira, saúde, ausência de parceria ou simplesmente porque o desejo de ser mãe não surgiu no “tempo esperado”.</p><p><br>Mas, junto com as possibilidades, existem limites. A fertilidade feminina diminui com a idade e, após os 35, esse processo se acelera, exigindo mais planejamento, acompanhamento médico e, muitas vezes, intervenções. Por outro lado, a espera também pode trazer ganhos importantes: mais maturidade, decisões conscientes e um olhar mais preparado para a maternidade.</p><p><br></p><p>No Interessa de hoje, o tema é tratado sob diferentes perspectivas - médica, emocional e vivencial. Com a psicóloga Laura Lanna, a conversa também passa por uma pergunta essencial: esse desejo é genuíno ou atravessado por pressão social? Entre o relógio biológico e o tempo de cada mulher, o desafio é encontrar equilíbrio entre informação, autonomia e realidade.  Participação extra: Dra. Rayana Campos, médica ginecologista e obstetra. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Histórias de mulheres que engravidam depois dos 40, como a da atriz Natalie Portman, ajudam a ampliar o imaginário sobre a maternidade tardia. O que antes era exceção, hoje aparece com mais frequência e por diferentes razões: carreira, estabilidade financeira, saúde, ausência de parceria ou simplesmente porque o desejo de ser mãe não surgiu no “tempo esperado”.</p><p><br>Mas, junto com as possibilidades, existem limites. A fertilidade feminina diminui com a idade e, após os 35, esse processo se acelera, exigindo mais planejamento, acompanhamento médico e, muitas vezes, intervenções. Por outro lado, a espera também pode trazer ganhos importantes: mais maturidade, decisões conscientes e um olhar mais preparado para a maternidade.</p><p><br></p><p>No Interessa de hoje, o tema é tratado sob diferentes perspectivas - médica, emocional e vivencial. Com a psicóloga Laura Lanna, a conversa também passa por uma pergunta essencial: esse desejo é genuíno ou atravessado por pressão social? Entre o relógio biológico e o tempo de cada mulher, o desafio é encontrar equilíbrio entre informação, autonomia e realidade.  Participação extra: Dra. Rayana Campos, médica ginecologista e obstetra. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 07 May 2026 16:07:04 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>AGROTEMPO | Codevasf realiza consulta pública sobre a concessão das etapas III e IV do Projeto de Irrigação Jaíba  </title>
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        <![CDATA[<p>Começou no dia 22 de abril e vai até 22 de maio de 2026 a consulta pública sobre a Concessão de Direito Real de Uso (CDRU) das Etapas III e IV do Projeto Público de Irrigação Jaíba, localizado no norte do estado de Minas Gerais. A ação é organizada pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). A concessão visa à implantação da infraestrutura de irrigação, à ocupação de áreas para produção agrícola e à execução de atividades de manutenção e operação do sistema. <br>Além da Codevasf, a iniciativa tem a participação do  Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos da Casa Civil da Presidência da República (SEPPI/CC/PR). <br>Os documentos, estudos de viabilidade e o formulário de contribuição estarão disponíveis aos interessados no site da Codevasf: <br>https://www.codevasf.gov.br/ </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 07 May 2026 13:24:50 -0300</pubDate>
      <author>Roberto Meokarem</author>
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      <title>Café com Política | Pedro Roussef</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Belo Horizonte e sobrinho-neto de Dilma Rousseff, Pedro Rousseff (PT), acredita que a ex-presidente não deve retomar tão cedo à política. Atualmente, Dilma lidera o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como Banco dos BRICS, e, conforme Pedro, tem ainda mais três anos de mandato à frente da instituição. Em entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta quinta-feira (7/5) no canal no YouTube de O TEMPO, o parlamentar ainda teceu críticas ao ex-deputado federal e articulador do impeachment de Dilma, Eduardo Cunha (Republicanos), que pretende retornar ao Congresso Nacional por Minas Gerais.</p><p>“O presidente Lula faz um trabalho excepcional na defesa do Brasil. Agora, a Dilma faz um trabalho hoje para além de defender o nosso país - ela defende as economias emergentes. Nós temos que ter alguém com a competência técnica, com a garra, com a honestidade de Dilma Rousseff para poder ficar à frente do maior banco do mundo, para poder fazer debates que são muito importantes”, diz o vereador.</p><p>Uma dessas pautas é o que Pedro chama de “desdolarização” da economia global. No caso, o trabalho de Dilma na presidência do Banco do Brics prevê uma valorização dos países emergentes em detrimento dos Estados Unidos.</p><p>“Hoje nós somos basicamente escravos dos Estados Unidos porque toda transação comercial que nós temos hoje entre países é feita em dólar. Ao mesmo tempo, uma das grandes tarefas dela no banco é democratizar as transações internacionais, para que, quando a gente venda a nossa carne para a China, seja paga essa transação em real ou em moeda chinesa”, explica.</p><p>Dilma foi eleita presidente do Brasil em 2010 e reeleita em 2014, entretanto, um processo de impeachment articulado por Eduardo Cunha a tirou do cargo em 2016. Ao Café com Política, Pedro Rousseff diz não haver arrependimentos por parte da ex-presidente, e tece críticas aos que votaram a favor da derrubada do mandato dela.</p><p>“É justamente por isso que ela caiu, porque foi uma presidenta honesta, que camaradas como esses, como Eduardo Cunha, que até recentemente estava preso, tiraram ela”, diz. “Eu quero saber onde está minha tia hoje em dia e onde está Eduardo Cunha? Onde está Aécio Neves hoje? Esquecidos na política. E Dilma não, ela está na presidência do maior banco do mundo, representando o nosso país nos interesses globais, fazendo um trabalho de quase como vários presidentes juntos. Enquanto a Dilma é o nosso orgulho, todos aqueles que, de fato, tiraram o cargo dela, como Cunha, Aécio, entre tantos outros, estão aí esquecidos na política.”</p><p>Atualmente, Eduardo Cunha está construindo uma base eleitoral em Minas Gerais, para viabilizar o nome do estado para o pleito de 2026, ponto também abordado por Pedro Rousseff.</p><p>“Será que ele vê a gente como um curral eleitoral que ele pode simplesmente chegar aqui comprando o povo para ser eleito deputado federal, para poder voltar para o Congresso Nacional?”, questiona o vereador.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Belo Horizonte e sobrinho-neto de Dilma Rousseff, Pedro Rousseff (PT), acredita que a ex-presidente não deve retomar tão cedo à política. Atualmente, Dilma lidera o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como Banco dos BRICS, e, conforme Pedro, tem ainda mais três anos de mandato à frente da instituição. Em entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta quinta-feira (7/5) no canal no YouTube de O TEMPO, o parlamentar ainda teceu críticas ao ex-deputado federal e articulador do impeachment de Dilma, Eduardo Cunha (Republicanos), que pretende retornar ao Congresso Nacional por Minas Gerais.</p><p>“O presidente Lula faz um trabalho excepcional na defesa do Brasil. Agora, a Dilma faz um trabalho hoje para além de defender o nosso país - ela defende as economias emergentes. Nós temos que ter alguém com a competência técnica, com a garra, com a honestidade de Dilma Rousseff para poder ficar à frente do maior banco do mundo, para poder fazer debates que são muito importantes”, diz o vereador.</p><p>Uma dessas pautas é o que Pedro chama de “desdolarização” da economia global. No caso, o trabalho de Dilma na presidência do Banco do Brics prevê uma valorização dos países emergentes em detrimento dos Estados Unidos.</p><p>“Hoje nós somos basicamente escravos dos Estados Unidos porque toda transação comercial que nós temos hoje entre países é feita em dólar. Ao mesmo tempo, uma das grandes tarefas dela no banco é democratizar as transações internacionais, para que, quando a gente venda a nossa carne para a China, seja paga essa transação em real ou em moeda chinesa”, explica.</p><p>Dilma foi eleita presidente do Brasil em 2010 e reeleita em 2014, entretanto, um processo de impeachment articulado por Eduardo Cunha a tirou do cargo em 2016. Ao Café com Política, Pedro Rousseff diz não haver arrependimentos por parte da ex-presidente, e tece críticas aos que votaram a favor da derrubada do mandato dela.</p><p>“É justamente por isso que ela caiu, porque foi uma presidenta honesta, que camaradas como esses, como Eduardo Cunha, que até recentemente estava preso, tiraram ela”, diz. “Eu quero saber onde está minha tia hoje em dia e onde está Eduardo Cunha? Onde está Aécio Neves hoje? Esquecidos na política. E Dilma não, ela está na presidência do maior banco do mundo, representando o nosso país nos interesses globais, fazendo um trabalho de quase como vários presidentes juntos. Enquanto a Dilma é o nosso orgulho, todos aqueles que, de fato, tiraram o cargo dela, como Cunha, Aécio, entre tantos outros, estão aí esquecidos na política.”</p><p>Atualmente, Eduardo Cunha está construindo uma base eleitoral em Minas Gerais, para viabilizar o nome do estado para o pleito de 2026, ponto também abordado por Pedro Rousseff.</p><p>“Será que ele vê a gente como um curral eleitoral que ele pode simplesmente chegar aqui comprando o povo para ser eleito deputado federal, para poder voltar para o Congresso Nacional?”, questiona o vereador.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 07 May 2026 12:07:30 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Belo Horizonte e sobrinho-neto de Dilma Rousseff, Pedro Rousseff (PT), acredita que a ex-presidente não deve retomar tão cedo à política. Atualmente, Dilma lidera o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como Banco dos BRICS, e, conforme Pedro, tem ainda mais três anos de mandato à frente da instituição. Em entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta quinta-feira (7/5) no canal no YouTube de O TEMPO, o parlamentar ainda teceu críticas ao ex-deputado federal e articulador do impeachment de Dilma, Eduardo Cunha (Republicanos), que pretende retornar ao Congresso Nacional por Minas Gerais.</p><p>“O presidente Lula faz um trabalho excepcional na defesa do Brasil. Agora, a Dilma faz um trabalho hoje para além de defender o nosso país - ela defende as economias emergentes. Nós temos que ter alguém com a competência técnica, com a garra, com a honestidade de Dilma Rousseff para poder ficar à frente do maior banco do mundo, para poder fazer debates que são muito importantes”, diz o vereador.</p><p>Uma dessas pautas é o que Pedro chama de “desdolarização” da economia global. No caso, o trabalho de Dilma na presidência do Banco do Brics prevê uma valorização dos países emergentes em detrimento dos Estados Unidos.</p><p>“Hoje nós somos basicamente escravos dos Estados Unidos porque toda transação comercial que nós temos hoje entre países é feita em dólar. Ao mesmo tempo, uma das grandes tarefas dela no banco é democratizar as transações internacionais, para que, quando a gente venda a nossa carne para a China, seja paga essa transação em real ou em moeda chinesa”, explica.</p><p>Dilma foi eleita presidente do Brasil em 2010 e reeleita em 2014, entretanto, um processo de impeachment articulado por Eduardo Cunha a tirou do cargo em 2016. Ao Café com Política, Pedro Rousseff diz não haver arrependimentos por parte da ex-presidente, e tece críticas aos que votaram a favor da derrubada do mandato dela.</p><p>“É justamente por isso que ela caiu, porque foi uma presidenta honesta, que camaradas como esses, como Eduardo Cunha, que até recentemente estava preso, tiraram ela”, diz. “Eu quero saber onde está minha tia hoje em dia e onde está Eduardo Cunha? Onde está Aécio Neves hoje? Esquecidos na política. E Dilma não, ela está na presidência do maior banco do mundo, representando o nosso país nos interesses globais, fazendo um trabalho de quase como vários presidentes juntos. Enquanto a Dilma é o nosso orgulho, todos aqueles que, de fato, tiraram o cargo dela, como Cunha, Aécio, entre tantos outros, estão aí esquecidos na política.”</p><p>Atualmente, Eduardo Cunha está construindo uma base eleitoral em Minas Gerais, para viabilizar o nome do estado para o pleito de 2026, ponto também abordado por Pedro Rousseff.</p><p>“Será que ele vê a gente como um curral eleitoral que ele pode simplesmente chegar aqui comprando o povo para ser eleito deputado federal, para poder voltar para o Congresso Nacional?”, questiona o vereador.</p>]]>
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      <title>Interessa | Maternidade Atípica </title>
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        <![CDATA[<p>Nenhuma mãe é igual - assim como nenhum filho e nenhum maternar. A maternidade atípica rompe com a imagem idealizada de ser mãe. Mulheres que cuidam de filhos com condições como o Transtorno do Espectro Autista e a Síndrome de Down enfrentam, muitas vezes, o chamado “luto do filho imaginado” ao mesmo tempo em que mergulham em uma rotina intensa de cuidados, terapias e adaptações. É uma jornada marcada por amor, mas também por sobrecarga, custos elevados e enfrentamento diário ao capacitismo.</p><p><br>No Brasil, onde milhões de pessoas vivem com deficiência, essa maternidade ainda é, em grande parte, solitária. A falta de suporte adequado na saúde e na educação, como diagnósticos tardios e ausência de mediadores escolares, agrava o cenário. Para muitas mães, conciliar trabalho e cuidado se torna um desafio constante, ampliando desigualdades que atravessam também questões de raça e classe social.</p><p><br></p><p>No Interessa, a psicóloga e neuropsicóloga Alessandra Drumond Valle conduz a discussão sobre acolhimento, rede de apoio e políticas públicas. O programa propõe diferenciar maternidade de “maternagem”, o exercício real do cuidado, e reforça a importância de olhar também para quem cuida.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Nenhuma mãe é igual - assim como nenhum filho e nenhum maternar. A maternidade atípica rompe com a imagem idealizada de ser mãe. Mulheres que cuidam de filhos com condições como o Transtorno do Espectro Autista e a Síndrome de Down enfrentam, muitas vezes, o chamado “luto do filho imaginado” ao mesmo tempo em que mergulham em uma rotina intensa de cuidados, terapias e adaptações. É uma jornada marcada por amor, mas também por sobrecarga, custos elevados e enfrentamento diário ao capacitismo.</p><p><br>No Brasil, onde milhões de pessoas vivem com deficiência, essa maternidade ainda é, em grande parte, solitária. A falta de suporte adequado na saúde e na educação, como diagnósticos tardios e ausência de mediadores escolares, agrava o cenário. Para muitas mães, conciliar trabalho e cuidado se torna um desafio constante, ampliando desigualdades que atravessam também questões de raça e classe social.</p><p><br></p><p>No Interessa, a psicóloga e neuropsicóloga Alessandra Drumond Valle conduz a discussão sobre acolhimento, rede de apoio e políticas públicas. O programa propõe diferenciar maternidade de “maternagem”, o exercício real do cuidado, e reforça a importância de olhar também para quem cuida.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 07 May 2026 09:49:16 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Nenhuma mãe é igual - assim como nenhum filho e nenhum maternar. A maternidade atípica rompe com a imagem idealizada de ser mãe. Mulheres que cuidam de filhos com condições como o Transtorno do Espectro Autista e a Síndrome de Down enfrentam, muitas vezes, o chamado “luto do filho imaginado” ao mesmo tempo em que mergulham em uma rotina intensa de cuidados, terapias e adaptações. É uma jornada marcada por amor, mas também por sobrecarga, custos elevados e enfrentamento diário ao capacitismo.</p><p><br>No Brasil, onde milhões de pessoas vivem com deficiência, essa maternidade ainda é, em grande parte, solitária. A falta de suporte adequado na saúde e na educação, como diagnósticos tardios e ausência de mediadores escolares, agrava o cenário. Para muitas mães, conciliar trabalho e cuidado se torna um desafio constante, ampliando desigualdades que atravessam também questões de raça e classe social.</p><p><br></p><p>No Interessa, a psicóloga e neuropsicóloga Alessandra Drumond Valle conduz a discussão sobre acolhimento, rede de apoio e políticas públicas. O programa propõe diferenciar maternidade de “maternagem”, o exercício real do cuidado, e reforça a importância de olhar também para quem cuida.</p>]]>
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      <title>Café com Política | Cristiano Caporezzo </title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Cristiano Caporezzo (PL) acredita que seu partido tem todas as condições de lançar um candidatura própria ao governo de Minas neste ano, mas também não descarta uma aliança com o senador Cleitinho (Republicanos). A avaliação foi feita em entrevista ao programa Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no Youtube, em que o parlamentar, que é pré-candidato a deputado federal, falou dos planos do PL e criticou o atual governo do estado. Confira os principais trechos da entrevista<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Cristiano Caporezzo (PL) acredita que seu partido tem todas as condições de lançar um candidatura própria ao governo de Minas neste ano, mas também não descarta uma aliança com o senador Cleitinho (Republicanos). A avaliação foi feita em entrevista ao programa Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no Youtube, em que o parlamentar, que é pré-candidato a deputado federal, falou dos planos do PL e criticou o atual governo do estado. Confira os principais trechos da entrevista<br></p>]]>
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      <pubDate>Wed, 06 May 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Interessa | Maternidade cansada</title>
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        <![CDATA[<p>A ideia de que mãe dá conta de tudo e ainda sorrindo começa a ruir diante de uma realidade cada vez mais compartilhada: a exaustão. Conciliar filhos, trabalho, casa e demandas invisíveis tem levado muitas mulheres ao limite. E, no meio disso, ainda aparece a culpa por não conseguir fazer tudo como “deveria”. O resultado é uma maternidade sobrecarregada, onde o cansaço extremo vira rotina.</p><p><br>Casos de esquecimentos, erros e falhas têm ganhado espaço nas conversas - e precisam ser olhados com cuidado. Existe uma diferença importante entre negligência e exaustão. Muitas dessas situações não nascem da falta de cuidado, mas do excesso: privação de sono, solidão, pressão social e acúmulo de funções. A psicologia já nomeia esse estado como burnout materno ou parental.</p><p><br></p><p>No Interessa, a psiquiatra Dra. Adriana Gatti conduz a discussão sobre saúde mental materna e reforça um ponto essencial: mães não são super-heroínas. Falar sobre limites, rede de apoio e divisão real de responsabilidades é fundamental para tornar a maternidade mais possível e menos solitária.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A ideia de que mãe dá conta de tudo e ainda sorrindo começa a ruir diante de uma realidade cada vez mais compartilhada: a exaustão. Conciliar filhos, trabalho, casa e demandas invisíveis tem levado muitas mulheres ao limite. E, no meio disso, ainda aparece a culpa por não conseguir fazer tudo como “deveria”. O resultado é uma maternidade sobrecarregada, onde o cansaço extremo vira rotina.</p><p><br>Casos de esquecimentos, erros e falhas têm ganhado espaço nas conversas - e precisam ser olhados com cuidado. Existe uma diferença importante entre negligência e exaustão. Muitas dessas situações não nascem da falta de cuidado, mas do excesso: privação de sono, solidão, pressão social e acúmulo de funções. A psicologia já nomeia esse estado como burnout materno ou parental.</p><p><br></p><p>No Interessa, a psiquiatra Dra. Adriana Gatti conduz a discussão sobre saúde mental materna e reforça um ponto essencial: mães não são super-heroínas. Falar sobre limites, rede de apoio e divisão real de responsabilidades é fundamental para tornar a maternidade mais possível e menos solitária.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 05 May 2026 16:58:18 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>AGROTEMPO | CNseg e Governo Federal articulam medidas para expandir seguro no agro  </title>
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        <![CDATA[<p><br>O fortalecimento da economia brasileira passa, estrategicamente, pela segurança do setor produtivo e pelo planejamento financeiro das famílias. Na semana passada, Brasília foi palco de importantes articulações entre o mercado segurador e o Governo Federal. O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, recebeu a diretoria da CNseg, Confederação Nacional das Seguradoras para discutir pautas que podem mudar o cenário do seguro rural.  <br>O encontro focou em projetos de lei que visam modernizar o setor. Atualmente, o setor de seguros já representa mais de 6% do PIB brasileiro, mas o potencial de crescimento é ainda maior. Um dos pontos centrais da reunião foi o apoio de Alckmin ao projeto de lei que amplia os recursos para o seguro rural. Atualmente  apenas 5% da área produtiva do Brasil conta com algum tipo de seguro.</p>]]>
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        <![CDATA[<p><br>O fortalecimento da economia brasileira passa, estrategicamente, pela segurança do setor produtivo e pelo planejamento financeiro das famílias. Na semana passada, Brasília foi palco de importantes articulações entre o mercado segurador e o Governo Federal. O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, recebeu a diretoria da CNseg, Confederação Nacional das Seguradoras para discutir pautas que podem mudar o cenário do seguro rural.  <br>O encontro focou em projetos de lei que visam modernizar o setor. Atualmente, o setor de seguros já representa mais de 6% do PIB brasileiro, mas o potencial de crescimento é ainda maior. Um dos pontos centrais da reunião foi o apoio de Alckmin ao projeto de lei que amplia os recursos para o seguro rural. Atualmente  apenas 5% da área produtiva do Brasil conta com algum tipo de seguro.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 05 May 2026 13:40:14 -0300</pubDate>
      <author>Roberto Meokarem</author>
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      <itunes:keywords>Agrotempo, agronegócios</itunes:keywords>
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      <title>Café com Política | Cristiano Silveira</title>
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        <![CDATA[<p>No Café com Política, a jornalista Letícia Fontes entrevista o deputado estadual Cristiano Silveira (PT), que analisa o cenário eleitoral em Minas Gerais para 2026.</p><p>O parlamentar comenta a possível candidatura de Rodrigo Pacheco ao governo do estado, os planos do PT caso o senador não entre na disputa e o fortalecimento do partido em Minas. Silveira também fala sobre alianças políticas, o papel de Marília Campos na corrida ao Senado e possíveis composições com outros nomes, como Alexandre Kalil.</p><p>Durante a entrevista, o deputado faz duras críticas ao governo Romeu Zema e à gestão de Matheus Simões, abordando temas como segurança pública, educação, uso da máquina pública e denúncias recentes envolvendo secretarias do estado.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 05 May 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>No Café com Política, a jornalista Letícia Fontes entrevista o deputado estadual Cristiano Silveira (PT), que analisa o cenário eleitoral em Minas Gerais para 2026.</p><p>O parlamentar comenta a possível candidatura de Rodrigo Pacheco ao governo do estado, os planos do PT caso o senador não entre na disputa e o fortalecimento do partido em Minas. Silveira também fala sobre alianças políticas, o papel de Marília Campos na corrida ao Senado e possíveis composições com outros nomes, como Alexandre Kalil.</p><p>Durante a entrevista, o deputado faz duras críticas ao governo Romeu Zema e à gestão de Matheus Simões, abordando temas como segurança pública, educação, uso da máquina pública e denúncias recentes envolvendo secretarias do estado.</p>]]>
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      <title>Café com Política | Braulio Lara defende mudanças na mobilidade urbana de BH</title>
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      <itunes:title>Café com Política | Braulio Lara defende mudanças na mobilidade urbana de BH</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o vereador de Belo Horizonte Braulio Lara (Novo) destacou o seu trabalho de fiscalização e à atuação em temas considerados sensíveis na cidade. Sobre a população em situação de rua, o parlamentar defendeu que o tema seja tratado como questão de saúde pública, assistência social e segurança.</p><p>Ele voltou a defender a internação involuntária em casos graves de dependência química e afirmou que a ocupação irregular de vias e calçadas não pode ser naturalizada. “Direitos precisam valer para todos”, disse.</p><p>Na área de mobilidade urbana, Braulio Lara destacou a implantação da motofaixa em Belo Horizonte e criticou a dependência excessiva do sistema de ônibus. Como presidente da Comissão de Mobilidade Urbana da Câmara Municipal, o vereador cobrou mais transparência nos subsídios ao transporte coletivo e defendeu maior concorrência no setor com a aproximação da nova concessão, prevista para 2028.</p><p>Durante a entrevista aos jornalistas Janaína Fonseca e Léo Mendes, Braulio Lara também falou sobre a Lagoa da Pampulha. Ele disse que a CPI sobre o tema revelou indícios de corrupção e mau uso de recursos públicos, mesmo após investimentos bilionários sem resultado na despoluição. Para o vereador, cabe ao Legislativo fiscalizar e encaminhar as irregularidades aos órgãos competentes. “A CPI é o início do processo. Sem fiscalização, o dinheiro do contribuinte é desperdiçado”, declarou.</p><p>Para as Eleições 2026, o parlamentar confirmou que é pré-candidato a deputado federal pelo Partido Novo. Segundo ele, a intenção é levar ao Congresso pautas ligadas à fiscalização do gasto público, mobilidade, segurança e políticas sociais com foco em resultados.</p><p>A entrevista na íntegra com Braulio Lara vai ao ar na segunda-feira, 4 de maio, às 9 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o vereador de Belo Horizonte Braulio Lara (Novo) destacou o seu trabalho de fiscalização e à atuação em temas considerados sensíveis na cidade. Sobre a população em situação de rua, o parlamentar defendeu que o tema seja tratado como questão de saúde pública, assistência social e segurança.</p><p>Ele voltou a defender a internação involuntária em casos graves de dependência química e afirmou que a ocupação irregular de vias e calçadas não pode ser naturalizada. “Direitos precisam valer para todos”, disse.</p><p>Na área de mobilidade urbana, Braulio Lara destacou a implantação da motofaixa em Belo Horizonte e criticou a dependência excessiva do sistema de ônibus. Como presidente da Comissão de Mobilidade Urbana da Câmara Municipal, o vereador cobrou mais transparência nos subsídios ao transporte coletivo e defendeu maior concorrência no setor com a aproximação da nova concessão, prevista para 2028.</p><p>Durante a entrevista aos jornalistas Janaína Fonseca e Léo Mendes, Braulio Lara também falou sobre a Lagoa da Pampulha. Ele disse que a CPI sobre o tema revelou indícios de corrupção e mau uso de recursos públicos, mesmo após investimentos bilionários sem resultado na despoluição. Para o vereador, cabe ao Legislativo fiscalizar e encaminhar as irregularidades aos órgãos competentes. “A CPI é o início do processo. Sem fiscalização, o dinheiro do contribuinte é desperdiçado”, declarou.</p><p>Para as Eleições 2026, o parlamentar confirmou que é pré-candidato a deputado federal pelo Partido Novo. Segundo ele, a intenção é levar ao Congresso pautas ligadas à fiscalização do gasto público, mobilidade, segurança e políticas sociais com foco em resultados.</p><p>A entrevista na íntegra com Braulio Lara vai ao ar na segunda-feira, 4 de maio, às 9 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 04 May 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes e Janaína Fonseca</author>
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      <itunes:keywords>braulio lara; café com política; deputado federal; vereador de bh; partido novo;</itunes:keywords>
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      <title> Minas S/A | Lucas Vieira, presidente da AMM, chama para o debate no Congresso Mineiro dos Municípios</title>
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      <itunes:title> Minas S/A | Lucas Vieira, presidente da AMM, chama para o debate no Congresso Mineiro dos Municípios</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>O episódio especial de hoje Municípios Unidos no Minas S/A, disponível em todas as plataformas de O TEMPO, traz uma entrevista com Lucas Vieira Lopes, presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), a maior entidade de prefeitos da América Latina. Lucas é prefeito de Iguatama, cidade no centro-oeste mineiro a aproximadamente 258 km da capital mineira. No comando da AMM, o gestor detalha à jornalista Helenice Laguardia os desafios das pequenas cidades frente à queda de repasses e à nova realidade da inteligência artificial e da privatização do saneamento. O presidente da AMM também convida para o 41º Congresso Mineiro de Municípios que este ano tem o tema "Minas Gerais no Centro das Decisões: Municípios Unidos por um Brasil Forte" e que acontece nos dias 5 e 6 de maio no Expominas, em Belo Horizonte.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O episódio especial de hoje Municípios Unidos no Minas S/A, disponível em todas as plataformas de O TEMPO, traz uma entrevista com Lucas Vieira Lopes, presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), a maior entidade de prefeitos da América Latina. Lucas é prefeito de Iguatama, cidade no centro-oeste mineiro a aproximadamente 258 km da capital mineira. No comando da AMM, o gestor detalha à jornalista Helenice Laguardia os desafios das pequenas cidades frente à queda de repasses e à nova realidade da inteligência artificial e da privatização do saneamento. O presidente da AMM também convida para o 41º Congresso Mineiro de Municípios que este ano tem o tema "Minas Gerais no Centro das Decisões: Municípios Unidos por um Brasil Forte" e que acontece nos dias 5 e 6 de maio no Expominas, em Belo Horizonte.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 04 May 2026 05:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Helenice Laguardia</author>
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      <title>Minas S/A | Gerdau lança a linha NewEco, uma solução de aço com baixa emissão de carbono</title>
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      <itunes:title>Minas S/A | Gerdau lança a linha NewEco, uma solução de aço com baixa emissão de carbono</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Gustavo Werneck, CEO da Gerdau, é o convidado de hoje da temporada Minas S/A Legados, em todas as plataformas de O TEMPO. Com 125 anos de história e quase R$ 70 bilhões de receita líquida em 2025, a maior empresa brasileira produtora de aço moderniza suas operações em Minas Gerais — com investimentos bilionários em uma plataforma de mineração sustentável e o lançamento da linha New Eco, uma solução de aço com baixa emissão de carbono desenvolvida para apoiar clientes que buscam avançar em suas jornadas de descarbonização e fortalecer sua competitividade em um cenário de transição para uma economia de baixo carbono. O executivo analisa o avanço da Inteligência Artificial no setor e a relevância crescente da operação norte-americana nos resultados da companhia. O CEO da Gerdau também aborda a importância de uma gestão humanizada como a “última fronteira” da eficiência empresarial.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Gustavo Werneck, CEO da Gerdau, é o convidado de hoje da temporada Minas S/A Legados, em todas as plataformas de O TEMPO. Com 125 anos de história e quase R$ 70 bilhões de receita líquida em 2025, a maior empresa brasileira produtora de aço moderniza suas operações em Minas Gerais — com investimentos bilionários em uma plataforma de mineração sustentável e o lançamento da linha New Eco, uma solução de aço com baixa emissão de carbono desenvolvida para apoiar clientes que buscam avançar em suas jornadas de descarbonização e fortalecer sua competitividade em um cenário de transição para uma economia de baixo carbono. O executivo analisa o avanço da Inteligência Artificial no setor e a relevância crescente da operação norte-americana nos resultados da companhia. O CEO da Gerdau também aborda a importância de uma gestão humanizada como a “última fronteira” da eficiência empresarial.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 02 May 2026 13:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Helenice Laguardia</author>
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      <itunes:author>Helenice Laguardia</itunes:author>
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      <itunes:keywords>minas s/a; gustavo werneck; gerdau; otempo; helenice laguardia</itunes:keywords>
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      <title>Interessa | Sexo e menopausa: nem tudo está perdido - e ainda existe (e como!) libido nessa fase</title>
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        <![CDATA[<p>Durante muito tempo, a menopausa foi tratada quase como um encerramento, especialmente, quando o assunto é sexo. Como se o desejo simplesmente desaparecesse e a vida sexual virasse página virada. Mas será que é assim mesmo?</p><p>O corpo muda, sim. Oscilações hormonais, novas respostas aos estímulos e até desconfortos podem surgir. Mas transformar isso em sentença definitiva é reduzir demais uma experiência que é muito mais complexa e cheia de possibilidades. A própria Fernanda Lima falou abertamente sobre o período em que perdeu a libido no início da menopausa. O que pouca gente considerou é que, depois, ela também contou sobre a retomada do desejo, os ajustes na rotina e a redescoberta do prazer. E quantas mulheres vivem isso em silêncio? Quantas acham que o desconforto é “normal” e que não há o que fazer? Informação faz toda a diferença. Entender o corpo, adaptar o ritmo, incluir novos estímulos, mais diálogo, tudo isso pode transformar a experiência. </p><p>Para falar sobre esse tema sem tabu e com profundidade, o Interessa recebe a Andréa Rufino, ginecologista e sexóloga. Na apresentação, Renata Zacaroni, ao lado das jornalistas Flaviane Paixão e Jana Fonseca compondo a bancada.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Durante muito tempo, a menopausa foi tratada quase como um encerramento, especialmente, quando o assunto é sexo. Como se o desejo simplesmente desaparecesse e a vida sexual virasse página virada. Mas será que é assim mesmo?</p><p>O corpo muda, sim. Oscilações hormonais, novas respostas aos estímulos e até desconfortos podem surgir. Mas transformar isso em sentença definitiva é reduzir demais uma experiência que é muito mais complexa e cheia de possibilidades. A própria Fernanda Lima falou abertamente sobre o período em que perdeu a libido no início da menopausa. O que pouca gente considerou é que, depois, ela também contou sobre a retomada do desejo, os ajustes na rotina e a redescoberta do prazer. E quantas mulheres vivem isso em silêncio? Quantas acham que o desconforto é “normal” e que não há o que fazer? Informação faz toda a diferença. Entender o corpo, adaptar o ritmo, incluir novos estímulos, mais diálogo, tudo isso pode transformar a experiência. </p><p>Para falar sobre esse tema sem tabu e com profundidade, o Interessa recebe a Andréa Rufino, ginecologista e sexóloga. Na apresentação, Renata Zacaroni, ao lado das jornalistas Flaviane Paixão e Jana Fonseca compondo a bancada.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 01 May 2026 15:28:09 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Interessa | ‘Péssimo marido, ótimo pai’ - e tem jeito?</title>
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        <![CDATA[<p>“Como marido, um desastre… mas como pai, maravilhoso.” A frase é repetida com uma naturalidade que chega a enganar. Parece inofensiva, quase um elogio possível dentro de um cenário imperfeito. Mas, quando a gente olha mais de perto, essa divisão começa a perder o sentido. Dá mesmo pra separar essas duas versões de um homem dentro da mesma casa?  </p><p><br>O ambiente é um só. E, principalmente, há crianças ali observando tudo. Em um espaço onde existe desrespeito constante, silenciamento, controle ou humilhação, não dá pra acreditar que isso não transborde. A forma como um homem trata a mãe dos seus filhos também educa. Pensa bem: esse mesmo homem pode, sim, ser carinhoso com os filhos, brincar, perguntar da escola, estar presente. Mas o que sustenta esse “bom pai”? Porque a criança não aprende só com o afeto direto que recebe; ela aprende, sobretudo, com o que presencia. E quando ninguém nomeia o desrespeito, quando ninguém chama de violência aquilo que ela vê e que é, o que se constrói é uma referência distorcida do que é amor, cuidado e relação.  </p><p><br>Talvez essa ideia de “pai bom” e “marido ruim” funcione mais como um alívio do que como uma verdade. Uma forma de suavizar uma realidade desconfortável.</p><p>Por isso o Interessa desta quinta (21), provoca! É possível ser um bom pai enquanto se desrespeita a mãe dos filhos? Demonstrações pontuais de carinho compensam um cenário de tensão?  </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 15:40:31 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:author>Jornal O TEMPO</itunes:author>
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        <![CDATA[<p>“Como marido, um desastre… mas como pai, maravilhoso.” A frase é repetida com uma naturalidade que chega a enganar. Parece inofensiva, quase um elogio possível dentro de um cenário imperfeito. Mas, quando a gente olha mais de perto, essa divisão começa a perder o sentido. Dá mesmo pra separar essas duas versões de um homem dentro da mesma casa?  </p><p><br>O ambiente é um só. E, principalmente, há crianças ali observando tudo. Em um espaço onde existe desrespeito constante, silenciamento, controle ou humilhação, não dá pra acreditar que isso não transborde. A forma como um homem trata a mãe dos seus filhos também educa. Pensa bem: esse mesmo homem pode, sim, ser carinhoso com os filhos, brincar, perguntar da escola, estar presente. Mas o que sustenta esse “bom pai”? Porque a criança não aprende só com o afeto direto que recebe; ela aprende, sobretudo, com o que presencia. E quando ninguém nomeia o desrespeito, quando ninguém chama de violência aquilo que ela vê e que é, o que se constrói é uma referência distorcida do que é amor, cuidado e relação.  </p><p><br>Talvez essa ideia de “pai bom” e “marido ruim” funcione mais como um alívio do que como uma verdade. Uma forma de suavizar uma realidade desconfortável.</p><p>Por isso o Interessa desta quinta (21), provoca! É possível ser um bom pai enquanto se desrespeita a mãe dos filhos? Demonstrações pontuais de carinho compensam um cenário de tensão?  </p>]]>
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      <title>Café com Política | Gabriel Parreiras, prefeito de Brumadinho </title>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Brumadinho, Gabriel Parreiras (PRD), fez duras críticas ao acordo de reparação firmado após o rompimento da barragem da Vale no municiípio e à atuação do governo de Minas Gerais no processo. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube nesta quinta-feira (30/4), o chefe do executivo municipal afirmou que a cidade foi deixada de lado nas decisões e que os recursos destinados ao município não foram suficientes.  </p><p>"Brumadinho não foi reparada. O acordo que existe entre o Estado de Minas Gerais e a Vale sequer sentou Brumadinho à mesa. Como é que a gente faz um acordo de R$ 37 bilhões em um crime que aconteceu em Brumadinho e Brumadinho sequer é ouvida? Não faz sentido nenhum”, afirmou Parreiras, que pontuou que o município busca, na Justiça, uma reparação mais adequada. “Existe hoje um processo de Brumadinho contra a Vale, contra tudo isso que foi feito, e a gente espera que, através disso, consiga fazer um acordo para o futuro da cidade.”</p><p>Durante a entrevista, o prefeito também criticou a condução política do governo estadual no caso e disse que faltou articulação com o município ao longo do processo. “Eu acho que a parte política do governo ficou muito a desejar com Brumadinho. Precisava ter um olhar maior. A gente tentou, por exemplo, a municipalização de uma estrada para acelerar uma obra importante e não conseguimos. Isso foi uma perda política”, avaliou. </p><p>O prefeito também questionou a divisão dos recursos do acordo, considerada por ele insuficiente diante dos impactos da tragédia. “A gente pode olhar de duas maneiras: foram R$ 1,5 bilhão para Brumadinho. Parece muito. Mas, de R$ 37 bilhões, isso representa 4%. Eu não considero minimamente justo. Talvez, se fosse 10%, ainda seria pouco. A gente tem que partir de um valor de R$ 6 bilhões, R$ 7 bilhões, que poderia garantir um fundo para o futuro da cidade”, argumentou o prefeito, que reforçou que os danos não são comparáveis com o restante do Estado. “Os danos e o fato de o crime ter sido em Brumadinho não são comparáveis com o resto de Minas.”</p><p>Na avaliação de Parreiras, o acordo também falhou ao não considerar a realidade local e os efeitos posteriores à tragédia. “Brumadinho precisa ter segurança de futuro. O que assusta hoje é o que vai acontecer quando a reparação acabar. Como vai ser a renda da cidade? A gente precisa trazer essa tranquilidade para quem vive aqui e para quem quer investir”.</p><p>O prefeito também criticou a falta de protagonismo do município nas decisões. “Brumadinho não escolheu o que aconteceu. Foi um crime. E a cidade não pode ser lembrada só por isso, mas também não pode ser ignorada no processo de reparação.”</p><p>Prefeito de Brumadinho cobra mais apoio do PRD e não descarta mudança de partido</p><p>Filiado ao PRD, o prefeito de Brumadinho cobrou mais atenção do partido às demandas do município e admitiu a possibilidade de mudança no futuro. “Tenho um alinhamento muito bom no PRD, mas a gente precisa que o partido enxergue Brumadinho com esses olhos. Hoje enxerga, mas podia enxergar mais. A gente pode ter essa conversa de forma muito tranquila”, afirmou Parreira. “Tenho um acesso muito bom ao Fred Costa, somos amigos, mas a gente precisa cada vez mais convencê-lo”. </p><p>O prefeito ponderou que, neste momento, a troca de partido não está em discussão imediata, mas pode ocorrer no futuro. “Hoje não é algo pensado. Estou no meu mandato, sou do PRD, honro minhas bandeiras partidárias. Mas não é descartado. Não é uma decisão tomada agora”, analisou. </p><p>Parreiras também comentou o cenário eleitoral em Minas Gerais e declarou apoio ao ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Gabriel Azevedo (MDB), como possível candidato ao governo do Estado. “Eu sonho muito com a eleição do Gabriel Azevedo. É um cara que compartilha dos mesmos sonhos, de uma política diferente, e entende os problemas de Brumadinho. A gente precisa de um governador que entenda que Brumadinho não pode ser só mais uma cidade”, afirmou.</p><p>Ele defendeu que o município tenha prioridade nas políticas públicas estaduais. “Nós estamos falando da cidade que sofreu o maior crime ambiental da história. Ela precisa ter um olhar diferente. O compromisso que o Gabriel tem com a gente é colocar Brumadinho como prioridade e ajudar nessa ressignificação da cidade”, disse.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Brumadinho, Gabriel Parreiras (PRD), fez duras críticas ao acordo de reparação firmado após o rompimento da barragem da Vale no municiípio e à atuação do governo de Minas Gerais no processo. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube nesta quinta-feira (30/4), o chefe do executivo municipal afirmou que a cidade foi deixada de lado nas decisões e que os recursos destinados ao município não foram suficientes.  </p><p>"Brumadinho não foi reparada. O acordo que existe entre o Estado de Minas Gerais e a Vale sequer sentou Brumadinho à mesa. Como é que a gente faz um acordo de R$ 37 bilhões em um crime que aconteceu em Brumadinho e Brumadinho sequer é ouvida? Não faz sentido nenhum”, afirmou Parreiras, que pontuou que o município busca, na Justiça, uma reparação mais adequada. “Existe hoje um processo de Brumadinho contra a Vale, contra tudo isso que foi feito, e a gente espera que, através disso, consiga fazer um acordo para o futuro da cidade.”</p><p>Durante a entrevista, o prefeito também criticou a condução política do governo estadual no caso e disse que faltou articulação com o município ao longo do processo. “Eu acho que a parte política do governo ficou muito a desejar com Brumadinho. Precisava ter um olhar maior. A gente tentou, por exemplo, a municipalização de uma estrada para acelerar uma obra importante e não conseguimos. Isso foi uma perda política”, avaliou. </p><p>O prefeito também questionou a divisão dos recursos do acordo, considerada por ele insuficiente diante dos impactos da tragédia. “A gente pode olhar de duas maneiras: foram R$ 1,5 bilhão para Brumadinho. Parece muito. Mas, de R$ 37 bilhões, isso representa 4%. Eu não considero minimamente justo. Talvez, se fosse 10%, ainda seria pouco. A gente tem que partir de um valor de R$ 6 bilhões, R$ 7 bilhões, que poderia garantir um fundo para o futuro da cidade”, argumentou o prefeito, que reforçou que os danos não são comparáveis com o restante do Estado. “Os danos e o fato de o crime ter sido em Brumadinho não são comparáveis com o resto de Minas.”</p><p>Na avaliação de Parreiras, o acordo também falhou ao não considerar a realidade local e os efeitos posteriores à tragédia. “Brumadinho precisa ter segurança de futuro. O que assusta hoje é o que vai acontecer quando a reparação acabar. Como vai ser a renda da cidade? A gente precisa trazer essa tranquilidade para quem vive aqui e para quem quer investir”.</p><p>O prefeito também criticou a falta de protagonismo do município nas decisões. “Brumadinho não escolheu o que aconteceu. Foi um crime. E a cidade não pode ser lembrada só por isso, mas também não pode ser ignorada no processo de reparação.”</p><p>Prefeito de Brumadinho cobra mais apoio do PRD e não descarta mudança de partido</p><p>Filiado ao PRD, o prefeito de Brumadinho cobrou mais atenção do partido às demandas do município e admitiu a possibilidade de mudança no futuro. “Tenho um alinhamento muito bom no PRD, mas a gente precisa que o partido enxergue Brumadinho com esses olhos. Hoje enxerga, mas podia enxergar mais. A gente pode ter essa conversa de forma muito tranquila”, afirmou Parreira. “Tenho um acesso muito bom ao Fred Costa, somos amigos, mas a gente precisa cada vez mais convencê-lo”. </p><p>O prefeito ponderou que, neste momento, a troca de partido não está em discussão imediata, mas pode ocorrer no futuro. “Hoje não é algo pensado. Estou no meu mandato, sou do PRD, honro minhas bandeiras partidárias. Mas não é descartado. Não é uma decisão tomada agora”, analisou. </p><p>Parreiras também comentou o cenário eleitoral em Minas Gerais e declarou apoio ao ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Gabriel Azevedo (MDB), como possível candidato ao governo do Estado. “Eu sonho muito com a eleição do Gabriel Azevedo. É um cara que compartilha dos mesmos sonhos, de uma política diferente, e entende os problemas de Brumadinho. A gente precisa de um governador que entenda que Brumadinho não pode ser só mais uma cidade”, afirmou.</p><p>Ele defendeu que o município tenha prioridade nas políticas públicas estaduais. “Nós estamos falando da cidade que sofreu o maior crime ambiental da história. Ela precisa ter um olhar diferente. O compromisso que o Gabriel tem com a gente é colocar Brumadinho como prioridade e ajudar nessa ressignificação da cidade”, disse.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Brumadinho, Gabriel Parreiras (PRD), fez duras críticas ao acordo de reparação firmado após o rompimento da barragem da Vale no municiípio e à atuação do governo de Minas Gerais no processo. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube nesta quinta-feira (30/4), o chefe do executivo municipal afirmou que a cidade foi deixada de lado nas decisões e que os recursos destinados ao município não foram suficientes.  </p><p>"Brumadinho não foi reparada. O acordo que existe entre o Estado de Minas Gerais e a Vale sequer sentou Brumadinho à mesa. Como é que a gente faz um acordo de R$ 37 bilhões em um crime que aconteceu em Brumadinho e Brumadinho sequer é ouvida? Não faz sentido nenhum”, afirmou Parreiras, que pontuou que o município busca, na Justiça, uma reparação mais adequada. “Existe hoje um processo de Brumadinho contra a Vale, contra tudo isso que foi feito, e a gente espera que, através disso, consiga fazer um acordo para o futuro da cidade.”</p><p>Durante a entrevista, o prefeito também criticou a condução política do governo estadual no caso e disse que faltou articulação com o município ao longo do processo. “Eu acho que a parte política do governo ficou muito a desejar com Brumadinho. Precisava ter um olhar maior. A gente tentou, por exemplo, a municipalização de uma estrada para acelerar uma obra importante e não conseguimos. Isso foi uma perda política”, avaliou. </p><p>O prefeito também questionou a divisão dos recursos do acordo, considerada por ele insuficiente diante dos impactos da tragédia. “A gente pode olhar de duas maneiras: foram R$ 1,5 bilhão para Brumadinho. Parece muito. Mas, de R$ 37 bilhões, isso representa 4%. Eu não considero minimamente justo. Talvez, se fosse 10%, ainda seria pouco. A gente tem que partir de um valor de R$ 6 bilhões, R$ 7 bilhões, que poderia garantir um fundo para o futuro da cidade”, argumentou o prefeito, que reforçou que os danos não são comparáveis com o restante do Estado. “Os danos e o fato de o crime ter sido em Brumadinho não são comparáveis com o resto de Minas.”</p><p>Na avaliação de Parreiras, o acordo também falhou ao não considerar a realidade local e os efeitos posteriores à tragédia. “Brumadinho precisa ter segurança de futuro. O que assusta hoje é o que vai acontecer quando a reparação acabar. Como vai ser a renda da cidade? A gente precisa trazer essa tranquilidade para quem vive aqui e para quem quer investir”.</p><p>O prefeito também criticou a falta de protagonismo do município nas decisões. “Brumadinho não escolheu o que aconteceu. Foi um crime. E a cidade não pode ser lembrada só por isso, mas também não pode ser ignorada no processo de reparação.”</p><p>Prefeito de Brumadinho cobra mais apoio do PRD e não descarta mudança de partido</p><p>Filiado ao PRD, o prefeito de Brumadinho cobrou mais atenção do partido às demandas do município e admitiu a possibilidade de mudança no futuro. “Tenho um alinhamento muito bom no PRD, mas a gente precisa que o partido enxergue Brumadinho com esses olhos. Hoje enxerga, mas podia enxergar mais. A gente pode ter essa conversa de forma muito tranquila”, afirmou Parreira. “Tenho um acesso muito bom ao Fred Costa, somos amigos, mas a gente precisa cada vez mais convencê-lo”. </p><p>O prefeito ponderou que, neste momento, a troca de partido não está em discussão imediata, mas pode ocorrer no futuro. “Hoje não é algo pensado. Estou no meu mandato, sou do PRD, honro minhas bandeiras partidárias. Mas não é descartado. Não é uma decisão tomada agora”, analisou. </p><p>Parreiras também comentou o cenário eleitoral em Minas Gerais e declarou apoio ao ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Gabriel Azevedo (MDB), como possível candidato ao governo do Estado. “Eu sonho muito com a eleição do Gabriel Azevedo. É um cara que compartilha dos mesmos sonhos, de uma política diferente, e entende os problemas de Brumadinho. A gente precisa de um governador que entenda que Brumadinho não pode ser só mais uma cidade”, afirmou.</p><p>Ele defendeu que o município tenha prioridade nas políticas públicas estaduais. “Nós estamos falando da cidade que sofreu o maior crime ambiental da história. Ela precisa ter um olhar diferente. O compromisso que o Gabriel tem com a gente é colocar Brumadinho como prioridade e ajudar nessa ressignificação da cidade”, disse.</p>]]>
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      <title>Interessa | “No Brasil não há homem para mim” - está faltando homem? </title>
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        <![CDATA[<p>Lá nos anos 90, Xuxa Meneghel soltou uma frase que atravessou gerações: “no Brasil não tem homem pra mim”. Décadas depois, o tema continua atual, mas será que essa sensação faz sentido? Dados da PNAD Contínua do IBGE mostram que, no Brasil, existem cerca de 95 homens para cada 100 mulheres. Em Minas Gerais, o cenário muda conforme a idade: há mais homens entre os jovens, equilíbrio na faixa dos 30 e, a partir dos 40, as mulheres passam a ser maioria.</p><p>A explicação passa, em parte, pela expectativa de vida - homens vivem menos, e isso impacta o recorte ao longo dos anos. Mas o ponto mais interessante não está só nos números, e sim na narrativa que se construiu a partir deles. A ideia de que “falta homem” ganhou força, alimentando frases como “o mercado tá salgado” ou “quem casou, casou”. E, sem perceber, muita gente começa a ajustar expectativas, aceitar menos e valorizar o mínimo.</p><p>O resultado? Homens comuns sendo colocados em um lugar de escassez e mulheres incríveis questionando se estão exigindo demais. No Interessa de hoje, a psicóloga e sexóloga Andréa Aguiar propõe um olhar mais crítico: será que essa falta </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Lá nos anos 90, Xuxa Meneghel soltou uma frase que atravessou gerações: “no Brasil não tem homem pra mim”. Décadas depois, o tema continua atual, mas será que essa sensação faz sentido? Dados da PNAD Contínua do IBGE mostram que, no Brasil, existem cerca de 95 homens para cada 100 mulheres. Em Minas Gerais, o cenário muda conforme a idade: há mais homens entre os jovens, equilíbrio na faixa dos 30 e, a partir dos 40, as mulheres passam a ser maioria.</p><p>A explicação passa, em parte, pela expectativa de vida - homens vivem menos, e isso impacta o recorte ao longo dos anos. Mas o ponto mais interessante não está só nos números, e sim na narrativa que se construiu a partir deles. A ideia de que “falta homem” ganhou força, alimentando frases como “o mercado tá salgado” ou “quem casou, casou”. E, sem perceber, muita gente começa a ajustar expectativas, aceitar menos e valorizar o mínimo.</p><p>O resultado? Homens comuns sendo colocados em um lugar de escassez e mulheres incríveis questionando se estão exigindo demais. No Interessa de hoje, a psicóloga e sexóloga Andréa Aguiar propõe um olhar mais crítico: será que essa falta </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 15:38:05 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Café com Política | Presidente AMM, Lucas Vieira </title>
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        <![CDATA[<p>O novo presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e prefeito de Iguatama, Lucas Vieira (PSB), afirmou que pretende adotar uma postura de diálogo e “maturidade” na relação com o governo de Minas Gerais, após os atritos entre o ex-presidente da entidade, Luís Eduardo Falcão (Republicanos), e o governador Mateus Simões (PSD). Em entrevista ao Café com Política, exibida na quarta-feira (29/4) no canal de O TEMPO no Youtube, Vieira reforçou o caráter apartidário da associação, criticou a condução da privatização da Copasa e prometeu dar continuidade ao modelo de gestão de Falcão. </p><p>Questionado sobre o histórico recente de tensão entre a AMM e o governo estadual, o novo presidente da AMM minimizou possíveis impactos e disse apostar na construção institucional. “Acredito que ambos, tanto o governador e a gente tem que ter maturidade suficiente para saber separar as coisas. O objetivo da AMM, o objetivo de qualquer gestor público de Minas Gerais é fazer políticas públicas de qualidade. A gente tem que ter maturidade suficiente para deixar de lado nossas diferenças e trabalhar para o povo”, afirmou.</p><p>O presidente também garantiu que a entidade não irá se envolver no processo eleitoral, mantendo neutralidade diante das disputas. “AMM já teve experiência em gestões anteriores, onde o presidente tomou partido para certa ideologia. Isso não acabou bem. Os próprios apoiadores daquela ideologia que o presidente tinha apoiado reclamaram. Isso não é o papel da AMM. Tem prefeito de direita, de esquerda, tem prefeito do PL, do PT, do centro, enfim. A AMM é apartidária. Eu falo que a ideologia da AMM é o municipalismo. A gente vai brigar para que os municípios estejam dentro do plano de governo de cada candidato”.</p><p>O prefeito de Iguatama reforçou ainda que, à frente da entidade, não pretende participar diretamente das campanhas. “A partir do momento que eu assumo a presidência da AMM, que é uma instituição apartidária e que engloba vários municípios, de vários partidos, eu tenho que ter a responsabilidade de não entrar nessa campanha política, porque eu acho que isso pode afetar todo o respeito, todo o mérito que conseguiu até hoje”, completou. </p><p>Copasa: críticas, pressão e negociação</p><p>Durante a entrevista, o novo presidente da AMM falou sobre pressão do governo de Minas Gerais e da Copasa sobre prefeitos para a renovação dos contratos de saneamento. Vieira criticou a condução do processo e defendeu maior apoio técnico às prefeituras. Segundo o prefeito de Iguatama,  os municípios precisam de parceria, e não de pressão, para tomar decisões sobre o tema. “Ao invés de fazer pressão, a gente tem que buscar construir, buscar ajudar os municípios, sobretudo os municípios pequenos. É no município que a vida acontece. Então, ao invés de pressionar, a gente tem que andar junto com os prefeitos”, disse.</p><p>Para Vieira, o problema começa na origem da discussão sobre a privatização da Copasa, que, segundo ele, não contou com a participação dos municípios. “Eu falo que esse processo de privatização é um processo que começou errado. Ninguém ouviu os prefeitos, ninguém chamou os prefeitos, nem a associação que representa os municípios mineiros. Não fomos ouvidos para saber se valia a pena privatizar, sendo que isso vai afetar diretamente os municípios e os cidadãos”, afirmou.</p><p>Vieira reforçou ainda que a entidade não orienta uma decisão única e que cabe a cada prefeito avaliar sua realidade. “Não cabe a mim tomar essa decisão se o prefeito assina ou não o contrato. O que cabe a gente é levar informação, porque são 853 municípios, cada um com uma realidade diferente. A privatização pode ser positiva para um e negativa para outro”.</p><p>Apesar das críticas, segundo Vieira, a AMM passou a atuar como mediadora nas negociações com a companhia. “Conseguimos construir um acordo com a Copasa para que os municípios que aderirem ao contrato possam ter a antecipação do pagamento do Fundo de Saneamento e também a prorrogação do prazo para o início da cobrança da tarifa de esgoto”, explicou o presidente, que destacou que as medidas buscam evitar impactos diretos à população e dar mais tempo para adaptação. “Imagina você chegar na sua cidade e falar: ‘agora tem mais uma tarifa para pagar’. Então nós ganhamos esse tempo de preparo, de informar melhor a população, para que a decisão seja mais sólida e não prejudique os municípios”, explicou.</p><p>Continuidade na gestão</p><p>O novo presidente da AMM garantiu que sua gestão à frente da entidade será de continuidade em relação ao trabalho desenvolvido por Falcão, com manutenção do modelo de decisões coletivas. “O ex-presidente Falcão sempre fez questão de fazer uma gestão compartilhada, de ouvir toda a diretoria, de ouvir as nossas opiniões, de tomar decisão em conjunto. Então, a gente vai imprimir sim o meu ritmo de gestão, mas vai ser uma gestão de continuidade, daquilo que a gente já vinha fazendo”, afirmou.</p><p>Apesar da continuidade, ele destacou que pretende ter uma atuação mais próxima do dia a dia da entidade. “Eu gosto de ficar mais perto da AMM. Já estou dividindo os dias, gosto de acompanhar mais de perto, estar junto com a equipe, porque acho que a gente pode construir mais coisas juntos”, disse.</p><p>O novo presidente reforçou também que a prioridade da sua gestão será fortalecer o municipalismo e garantir melhores condições para os municípios mineiros, tanto no debate com o governo estadual quanto nas discussões nacionais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O novo presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e prefeito de Iguatama, Lucas Vieira (PSB), afirmou que pretende adotar uma postura de diálogo e “maturidade” na relação com o governo de Minas Gerais, após os atritos entre o ex-presidente da entidade, Luís Eduardo Falcão (Republicanos), e o governador Mateus Simões (PSD). Em entrevista ao Café com Política, exibida na quarta-feira (29/4) no canal de O TEMPO no Youtube, Vieira reforçou o caráter apartidário da associação, criticou a condução da privatização da Copasa e prometeu dar continuidade ao modelo de gestão de Falcão. </p><p>Questionado sobre o histórico recente de tensão entre a AMM e o governo estadual, o novo presidente da AMM minimizou possíveis impactos e disse apostar na construção institucional. “Acredito que ambos, tanto o governador e a gente tem que ter maturidade suficiente para saber separar as coisas. O objetivo da AMM, o objetivo de qualquer gestor público de Minas Gerais é fazer políticas públicas de qualidade. A gente tem que ter maturidade suficiente para deixar de lado nossas diferenças e trabalhar para o povo”, afirmou.</p><p>O presidente também garantiu que a entidade não irá se envolver no processo eleitoral, mantendo neutralidade diante das disputas. “AMM já teve experiência em gestões anteriores, onde o presidente tomou partido para certa ideologia. Isso não acabou bem. Os próprios apoiadores daquela ideologia que o presidente tinha apoiado reclamaram. Isso não é o papel da AMM. Tem prefeito de direita, de esquerda, tem prefeito do PL, do PT, do centro, enfim. A AMM é apartidária. Eu falo que a ideologia da AMM é o municipalismo. A gente vai brigar para que os municípios estejam dentro do plano de governo de cada candidato”.</p><p>O prefeito de Iguatama reforçou ainda que, à frente da entidade, não pretende participar diretamente das campanhas. “A partir do momento que eu assumo a presidência da AMM, que é uma instituição apartidária e que engloba vários municípios, de vários partidos, eu tenho que ter a responsabilidade de não entrar nessa campanha política, porque eu acho que isso pode afetar todo o respeito, todo o mérito que conseguiu até hoje”, completou. </p><p>Copasa: críticas, pressão e negociação</p><p>Durante a entrevista, o novo presidente da AMM falou sobre pressão do governo de Minas Gerais e da Copasa sobre prefeitos para a renovação dos contratos de saneamento. Vieira criticou a condução do processo e defendeu maior apoio técnico às prefeituras. Segundo o prefeito de Iguatama,  os municípios precisam de parceria, e não de pressão, para tomar decisões sobre o tema. “Ao invés de fazer pressão, a gente tem que buscar construir, buscar ajudar os municípios, sobretudo os municípios pequenos. É no município que a vida acontece. Então, ao invés de pressionar, a gente tem que andar junto com os prefeitos”, disse.</p><p>Para Vieira, o problema começa na origem da discussão sobre a privatização da Copasa, que, segundo ele, não contou com a participação dos municípios. “Eu falo que esse processo de privatização é um processo que começou errado. Ninguém ouviu os prefeitos, ninguém chamou os prefeitos, nem a associação que representa os municípios mineiros. Não fomos ouvidos para saber se valia a pena privatizar, sendo que isso vai afetar diretamente os municípios e os cidadãos”, afirmou.</p><p>Vieira reforçou ainda que a entidade não orienta uma decisão única e que cabe a cada prefeito avaliar sua realidade. “Não cabe a mim tomar essa decisão se o prefeito assina ou não o contrato. O que cabe a gente é levar informação, porque são 853 municípios, cada um com uma realidade diferente. A privatização pode ser positiva para um e negativa para outro”.</p><p>Apesar das críticas, segundo Vieira, a AMM passou a atuar como mediadora nas negociações com a companhia. “Conseguimos construir um acordo com a Copasa para que os municípios que aderirem ao contrato possam ter a antecipação do pagamento do Fundo de Saneamento e também a prorrogação do prazo para o início da cobrança da tarifa de esgoto”, explicou o presidente, que destacou que as medidas buscam evitar impactos diretos à população e dar mais tempo para adaptação. “Imagina você chegar na sua cidade e falar: ‘agora tem mais uma tarifa para pagar’. Então nós ganhamos esse tempo de preparo, de informar melhor a população, para que a decisão seja mais sólida e não prejudique os municípios”, explicou.</p><p>Continuidade na gestão</p><p>O novo presidente da AMM garantiu que sua gestão à frente da entidade será de continuidade em relação ao trabalho desenvolvido por Falcão, com manutenção do modelo de decisões coletivas. “O ex-presidente Falcão sempre fez questão de fazer uma gestão compartilhada, de ouvir toda a diretoria, de ouvir as nossas opiniões, de tomar decisão em conjunto. Então, a gente vai imprimir sim o meu ritmo de gestão, mas vai ser uma gestão de continuidade, daquilo que a gente já vinha fazendo”, afirmou.</p><p>Apesar da continuidade, ele destacou que pretende ter uma atuação mais próxima do dia a dia da entidade. “Eu gosto de ficar mais perto da AMM. Já estou dividindo os dias, gosto de acompanhar mais de perto, estar junto com a equipe, porque acho que a gente pode construir mais coisas juntos”, disse.</p><p>O novo presidente reforçou também que a prioridade da sua gestão será fortalecer o municipalismo e garantir melhores condições para os municípios mineiros, tanto no debate com o governo estadual quanto nas discussões nacionais.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O novo presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e prefeito de Iguatama, Lucas Vieira (PSB), afirmou que pretende adotar uma postura de diálogo e “maturidade” na relação com o governo de Minas Gerais, após os atritos entre o ex-presidente da entidade, Luís Eduardo Falcão (Republicanos), e o governador Mateus Simões (PSD). Em entrevista ao Café com Política, exibida na quarta-feira (29/4) no canal de O TEMPO no Youtube, Vieira reforçou o caráter apartidário da associação, criticou a condução da privatização da Copasa e prometeu dar continuidade ao modelo de gestão de Falcão. </p><p>Questionado sobre o histórico recente de tensão entre a AMM e o governo estadual, o novo presidente da AMM minimizou possíveis impactos e disse apostar na construção institucional. “Acredito que ambos, tanto o governador e a gente tem que ter maturidade suficiente para saber separar as coisas. O objetivo da AMM, o objetivo de qualquer gestor público de Minas Gerais é fazer políticas públicas de qualidade. A gente tem que ter maturidade suficiente para deixar de lado nossas diferenças e trabalhar para o povo”, afirmou.</p><p>O presidente também garantiu que a entidade não irá se envolver no processo eleitoral, mantendo neutralidade diante das disputas. “AMM já teve experiência em gestões anteriores, onde o presidente tomou partido para certa ideologia. Isso não acabou bem. Os próprios apoiadores daquela ideologia que o presidente tinha apoiado reclamaram. Isso não é o papel da AMM. Tem prefeito de direita, de esquerda, tem prefeito do PL, do PT, do centro, enfim. A AMM é apartidária. Eu falo que a ideologia da AMM é o municipalismo. A gente vai brigar para que os municípios estejam dentro do plano de governo de cada candidato”.</p><p>O prefeito de Iguatama reforçou ainda que, à frente da entidade, não pretende participar diretamente das campanhas. “A partir do momento que eu assumo a presidência da AMM, que é uma instituição apartidária e que engloba vários municípios, de vários partidos, eu tenho que ter a responsabilidade de não entrar nessa campanha política, porque eu acho que isso pode afetar todo o respeito, todo o mérito que conseguiu até hoje”, completou. </p><p>Copasa: críticas, pressão e negociação</p><p>Durante a entrevista, o novo presidente da AMM falou sobre pressão do governo de Minas Gerais e da Copasa sobre prefeitos para a renovação dos contratos de saneamento. Vieira criticou a condução do processo e defendeu maior apoio técnico às prefeituras. Segundo o prefeito de Iguatama,  os municípios precisam de parceria, e não de pressão, para tomar decisões sobre o tema. “Ao invés de fazer pressão, a gente tem que buscar construir, buscar ajudar os municípios, sobretudo os municípios pequenos. É no município que a vida acontece. Então, ao invés de pressionar, a gente tem que andar junto com os prefeitos”, disse.</p><p>Para Vieira, o problema começa na origem da discussão sobre a privatização da Copasa, que, segundo ele, não contou com a participação dos municípios. “Eu falo que esse processo de privatização é um processo que começou errado. Ninguém ouviu os prefeitos, ninguém chamou os prefeitos, nem a associação que representa os municípios mineiros. Não fomos ouvidos para saber se valia a pena privatizar, sendo que isso vai afetar diretamente os municípios e os cidadãos”, afirmou.</p><p>Vieira reforçou ainda que a entidade não orienta uma decisão única e que cabe a cada prefeito avaliar sua realidade. “Não cabe a mim tomar essa decisão se o prefeito assina ou não o contrato. O que cabe a gente é levar informação, porque são 853 municípios, cada um com uma realidade diferente. A privatização pode ser positiva para um e negativa para outro”.</p><p>Apesar das críticas, segundo Vieira, a AMM passou a atuar como mediadora nas negociações com a companhia. “Conseguimos construir um acordo com a Copasa para que os municípios que aderirem ao contrato possam ter a antecipação do pagamento do Fundo de Saneamento e também a prorrogação do prazo para o início da cobrança da tarifa de esgoto”, explicou o presidente, que destacou que as medidas buscam evitar impactos diretos à população e dar mais tempo para adaptação. “Imagina você chegar na sua cidade e falar: ‘agora tem mais uma tarifa para pagar’. Então nós ganhamos esse tempo de preparo, de informar melhor a população, para que a decisão seja mais sólida e não prejudique os municípios”, explicou.</p><p>Continuidade na gestão</p><p>O novo presidente da AMM garantiu que sua gestão à frente da entidade será de continuidade em relação ao trabalho desenvolvido por Falcão, com manutenção do modelo de decisões coletivas. “O ex-presidente Falcão sempre fez questão de fazer uma gestão compartilhada, de ouvir toda a diretoria, de ouvir as nossas opiniões, de tomar decisão em conjunto. Então, a gente vai imprimir sim o meu ritmo de gestão, mas vai ser uma gestão de continuidade, daquilo que a gente já vinha fazendo”, afirmou.</p><p>Apesar da continuidade, ele destacou que pretende ter uma atuação mais próxima do dia a dia da entidade. “Eu gosto de ficar mais perto da AMM. Já estou dividindo os dias, gosto de acompanhar mais de perto, estar junto com a equipe, porque acho que a gente pode construir mais coisas juntos”, disse.</p><p>O novo presidente reforçou também que a prioridade da sua gestão será fortalecer o municipalismo e garantir melhores condições para os municípios mineiros, tanto no debate com o governo estadual quanto nas discussões nacionais.</p>]]>
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      <title>Interessa | Dia da Educação: como os jovens de hoje estão (estão?) aprendendo</title>
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        <![CDATA[<p>Teve uma época em que aprender dava trabalho e isso não é saudosismo gratuito. Era tabuada de presente, dicionário novo no início do ano, pesquisa na Barsa, tarefa anotada na agenda e corrida contra o apagador do professor. Tudo exigia leitura, escrita, interpretação e, principalmente, esforço. Não tinha foto do quadro, nem resposta pronta. Tinha processo.</p><p><br>Agora, em 2026, o cenário mudou completamente. A informação cabe na palma da mão e muitas vezes já chega resumida, explicada e até “pensada”. A inteligência artificial entrou de vez na rotina de estudos e, sim, facilita (e muito). Mas junto com essa praticidade, surge uma questão incômoda: quando a resposta vem pronta, o que acontece com o caminho até ela? Porque aprender nunca foi só acertar, sempre foi sobre tentar, errar, insistir e, só depois, entender.</p><p><br></p><p>A tecnologia é uma aliada poderosa e sem volta. Pode, inclusive, ajudar quem aprende de formas diferentes, adaptando linguagem e ritmo. Mas sem critério, vira atalho e atalho demais compromete autonomia, pensamento crítico e repertório. Hoje, a IA já aparece como “copiloto” em sala de aula, apoiando professores e personalizando o ensino. A questão não é usar ou não usar, é como usar sem abrir mão do essencial: formar pessoas que saibam pensar por conta própria.</p><p>O que você pensa desse assunto? Nossas meninas receberam Daniel Machado, empreendedor e ativista com mais de 20 anos de experiência, que já esteve à frente da rede Coleguium (1º lugar no ENEM), fundou a Imaginie, que já impactou milhões de alunos, e hoje lidera o grupo Rebels, focado em tecnologia educacional.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Teve uma época em que aprender dava trabalho e isso não é saudosismo gratuito. Era tabuada de presente, dicionário novo no início do ano, pesquisa na Barsa, tarefa anotada na agenda e corrida contra o apagador do professor. Tudo exigia leitura, escrita, interpretação e, principalmente, esforço. Não tinha foto do quadro, nem resposta pronta. Tinha processo.</p><p><br>Agora, em 2026, o cenário mudou completamente. A informação cabe na palma da mão e muitas vezes já chega resumida, explicada e até “pensada”. A inteligência artificial entrou de vez na rotina de estudos e, sim, facilita (e muito). Mas junto com essa praticidade, surge uma questão incômoda: quando a resposta vem pronta, o que acontece com o caminho até ela? Porque aprender nunca foi só acertar, sempre foi sobre tentar, errar, insistir e, só depois, entender.</p><p><br></p><p>A tecnologia é uma aliada poderosa e sem volta. Pode, inclusive, ajudar quem aprende de formas diferentes, adaptando linguagem e ritmo. Mas sem critério, vira atalho e atalho demais compromete autonomia, pensamento crítico e repertório. Hoje, a IA já aparece como “copiloto” em sala de aula, apoiando professores e personalizando o ensino. A questão não é usar ou não usar, é como usar sem abrir mão do essencial: formar pessoas que saibam pensar por conta própria.</p><p>O que você pensa desse assunto? Nossas meninas receberam Daniel Machado, empreendedor e ativista com mais de 20 anos de experiência, que já esteve à frente da rede Coleguium (1º lugar no ENEM), fundou a Imaginie, que já impactou milhões de alunos, e hoje lidera o grupo Rebels, focado em tecnologia educacional.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 28 Apr 2026 15:40:19 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Teve uma época em que aprender dava trabalho e isso não é saudosismo gratuito. Era tabuada de presente, dicionário novo no início do ano, pesquisa na Barsa, tarefa anotada na agenda e corrida contra o apagador do professor. Tudo exigia leitura, escrita, interpretação e, principalmente, esforço. Não tinha foto do quadro, nem resposta pronta. Tinha processo.</p><p><br>Agora, em 2026, o cenário mudou completamente. A informação cabe na palma da mão e muitas vezes já chega resumida, explicada e até “pensada”. A inteligência artificial entrou de vez na rotina de estudos e, sim, facilita (e muito). Mas junto com essa praticidade, surge uma questão incômoda: quando a resposta vem pronta, o que acontece com o caminho até ela? Porque aprender nunca foi só acertar, sempre foi sobre tentar, errar, insistir e, só depois, entender.</p><p><br></p><p>A tecnologia é uma aliada poderosa e sem volta. Pode, inclusive, ajudar quem aprende de formas diferentes, adaptando linguagem e ritmo. Mas sem critério, vira atalho e atalho demais compromete autonomia, pensamento crítico e repertório. Hoje, a IA já aparece como “copiloto” em sala de aula, apoiando professores e personalizando o ensino. A questão não é usar ou não usar, é como usar sem abrir mão do essencial: formar pessoas que saibam pensar por conta própria.</p><p>O que você pensa desse assunto? Nossas meninas receberam Daniel Machado, empreendedor e ativista com mais de 20 anos de experiência, que já esteve à frente da rede Coleguium (1º lugar no ENEM), fundou a Imaginie, que já impactou milhões de alunos, e hoje lidera o grupo Rebels, focado em tecnologia educacional.</p>]]>
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      <title>Café com Política | Áurea Carolina </title>
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        <![CDATA[<p>A pré-candidata ao Senado por Minas Gerais, Áurea Carolina (PSOL), afirmou, em entrevista ao Café com Política, exibida nesta terça-feira (28/4) no canal de O TEMPO no YouTube, que o senador Rodrigo Pacheco (PSB) é uma liderança de direita e criticou a possibilidade de apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao parlamentar na disputa ao governo do Estado.</p><p>“Sem dúvida, o Rodrigo Pacheco é uma liderança de direita. Essa é a trajetória dele. A gente pode acompanhar o histórico de votações, de posicionamentos”, pontuou a ex-deputada, que, apesar das críticas, reconheceu a atuação institucional do senador em momentos recentes. “Acho que o Rodrigo Pacheco, sendo presidente do Senado, do Congresso, ele teve um papel durante o governo Bolsonaro, de segurar minimamente algumas agendas democráticas. Mas isso é o mínimo que se espera de uma liderança democrática”, afirmou a ex-deputada, que criticou ainda a atuação dos senadores mineiros no Congresso Nacional. “São representantes de um campo à direita e que não me representam, não correspondem às agendas que eu priorizo, que têm a ver com as lutas que eu construo”, disse, ao se referir a Pacheco e Carlos Viana (Podemos).</p><p>Questionada sobre a disputa ao Palácio Tiradentes, Áurea apontou o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil como um nome competitivo para enfrentar o grupo do governador Romeu Zema (Novo). “Eu tenho uma alegria de ver a pré-candidatura do ex-prefeito Alexandre Kalil ao governo de Minas. Acho que o Kalil é um perfil de centro, que consegue também dialogar de forma mais próxima”, analisou. </p><p>Durante a entrevista, Áurea ponderou, no entanto, que há diferenças políticas com o ex-prefeito da capital. “É claro que temos diferenças, podemos ter eventualmente divergências políticas”. Segundo a ex-deputada, já houve conversas do PSOL com o ex-prefeito. “Nós tivemos já algumas conversas e aproximações”, afirmou, ao destacar que vê potencial de diálogo no campo progressista.</p><p>Na disputa ao Senado, a ex-deputada defendeu uma estratégia conjunta entre candidaturas progressistas e citou a possibilidade de composição com a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos (PT). “Eu acredito demais nessa dobradinha. É possível votar em mim e votar na Marília Campos. Isso não gera nenhum prejuízo para nenhuma das candidaturas. Pelo contrário, é um reforço mútuo”, afirmou. Apesar disso, reconheceu que ainda não há definição. “Não tem uma sinalização. Acho que o partido, o PT, tem outras prioridades de composição”, disse, ao comentar a ausência de apoio público à proposta de dobradinha.</p><p>Ao relembrar a eleição de 2018, Áurea avaliou que faltou articulação estratégica à esquerda, o que, segundo ela, teria contribuído para a derrota da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) na disputa pelo Senado em Minas. “Faltou essa estratégia em 2018 para a presidenta Dilma, na época que concorreu ao Senado por Minas Gerais e acabou sendo derrotada. O segundo voto faz muita diferença”, analisou.</p><p>Ao justificar sua volta à disputa eleitoral, Áurea avaliou estar mais forte diante dos desafios da política. “Eu acho um desaforo que essa violência nos retire da política, porque é para isso que serve: para a gente sofrer tanto a ponto de não suportar e acabar sendo expulsa desses espaços”, afirmou. “Eu quero voltar para ser uma pedra no sapato desse sistema. Eu quero estar lá para dizer que mais de nós vamos entrar, para entrar e segurar a porta aberta”, completou.</p><p>Questionada sobre os planos futuros, a pré-candidata ao Senado não descartou disputar novamente a Prefeitura de Belo Horizonte. “Sim, eu considero que outros caminhos são possíveis nesse retorno para uma presença ativa no cenário político de Belo Horizonte”, disse. A ex-deputada aproveitou também para criticar a gestão do prefeito Álvaro Damião (União Brasil). “Não me representa. Mas é uma gestão que não tem abertura para o diálogo, para participação popular”, afirmou. Apesar disso, destacou positivamente a atuação da secretária municipal de Cultura, Cida Falabella (PSOL). “Eu fico aliviada de ter a Cida lá, apesar desse governo que é tão ruim, que tem tantos problemas de gestão, problemas de concepção da política em Belo Horizonte. É uma pessoa na qual eu confio muito e que eu sei que faz um trabalho de excelência”, declarou.</p><p>Na última semana, a deputada federal por Minas Gerais Duda Salabert (PSOL) questionou a permanência de Cida Falabella no partido e falou em “infidelidade partidária”. “Na minha opinião, se configura como infidelidade partidária. E sou favorável que o partido tenha um debate mais profundo ou para retirá-la do partido ou para ela sair da Secretaria de Cultura. É um erro gravíssimo”, afirmou Duda, também em entrevista ao Café com Política.</p><p>Pré-candidata do PSOL ao Senado defende rigor e não descarta impeachment de ministros do STF</p><p>Durante a entrevista, Áurea Carolina também comentou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) e defendeu maior rigor na conduta dos ministros. “Sem dúvida, eu defendo que exista mais rigor para conduta de ministros do STF”, afirmou. Ela não descartou apoiar pedidos de impeachment em caso de irregularidades. “Eu, sem dúvida nenhuma, estarei no Senado me posicionando criticamente, se for preciso, aderindo a pedidos de impeachment de ministros do STF, caso haja qualquer suspeita de irregularidade ou de não condizente com o trabalho no Judiciário”, disse. A pré-candidata também apontou excessos na atuação da Corte. “Não é de hoje que existe um excesso na atuação de ministros do STF. [...] A gente não pode defender condutas que não são adequadas”, concluiu.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A pré-candidata ao Senado por Minas Gerais, Áurea Carolina (PSOL), afirmou, em entrevista ao Café com Política, exibida nesta terça-feira (28/4) no canal de O TEMPO no YouTube, que o senador Rodrigo Pacheco (PSB) é uma liderança de direita e criticou a possibilidade de apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao parlamentar na disputa ao governo do Estado.</p><p>“Sem dúvida, o Rodrigo Pacheco é uma liderança de direita. Essa é a trajetória dele. A gente pode acompanhar o histórico de votações, de posicionamentos”, pontuou a ex-deputada, que, apesar das críticas, reconheceu a atuação institucional do senador em momentos recentes. “Acho que o Rodrigo Pacheco, sendo presidente do Senado, do Congresso, ele teve um papel durante o governo Bolsonaro, de segurar minimamente algumas agendas democráticas. Mas isso é o mínimo que se espera de uma liderança democrática”, afirmou a ex-deputada, que criticou ainda a atuação dos senadores mineiros no Congresso Nacional. “São representantes de um campo à direita e que não me representam, não correspondem às agendas que eu priorizo, que têm a ver com as lutas que eu construo”, disse, ao se referir a Pacheco e Carlos Viana (Podemos).</p><p>Questionada sobre a disputa ao Palácio Tiradentes, Áurea apontou o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil como um nome competitivo para enfrentar o grupo do governador Romeu Zema (Novo). “Eu tenho uma alegria de ver a pré-candidatura do ex-prefeito Alexandre Kalil ao governo de Minas. Acho que o Kalil é um perfil de centro, que consegue também dialogar de forma mais próxima”, analisou. </p><p>Durante a entrevista, Áurea ponderou, no entanto, que há diferenças políticas com o ex-prefeito da capital. “É claro que temos diferenças, podemos ter eventualmente divergências políticas”. Segundo a ex-deputada, já houve conversas do PSOL com o ex-prefeito. “Nós tivemos já algumas conversas e aproximações”, afirmou, ao destacar que vê potencial de diálogo no campo progressista.</p><p>Na disputa ao Senado, a ex-deputada defendeu uma estratégia conjunta entre candidaturas progressistas e citou a possibilidade de composição com a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos (PT). “Eu acredito demais nessa dobradinha. É possível votar em mim e votar na Marília Campos. Isso não gera nenhum prejuízo para nenhuma das candidaturas. Pelo contrário, é um reforço mútuo”, afirmou. Apesar disso, reconheceu que ainda não há definição. “Não tem uma sinalização. Acho que o partido, o PT, tem outras prioridades de composição”, disse, ao comentar a ausência de apoio público à proposta de dobradinha.</p><p>Ao relembrar a eleição de 2018, Áurea avaliou que faltou articulação estratégica à esquerda, o que, segundo ela, teria contribuído para a derrota da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) na disputa pelo Senado em Minas. “Faltou essa estratégia em 2018 para a presidenta Dilma, na época que concorreu ao Senado por Minas Gerais e acabou sendo derrotada. O segundo voto faz muita diferença”, analisou.</p><p>Ao justificar sua volta à disputa eleitoral, Áurea avaliou estar mais forte diante dos desafios da política. “Eu acho um desaforo que essa violência nos retire da política, porque é para isso que serve: para a gente sofrer tanto a ponto de não suportar e acabar sendo expulsa desses espaços”, afirmou. “Eu quero voltar para ser uma pedra no sapato desse sistema. Eu quero estar lá para dizer que mais de nós vamos entrar, para entrar e segurar a porta aberta”, completou.</p><p>Questionada sobre os planos futuros, a pré-candidata ao Senado não descartou disputar novamente a Prefeitura de Belo Horizonte. “Sim, eu considero que outros caminhos são possíveis nesse retorno para uma presença ativa no cenário político de Belo Horizonte”, disse. A ex-deputada aproveitou também para criticar a gestão do prefeito Álvaro Damião (União Brasil). “Não me representa. Mas é uma gestão que não tem abertura para o diálogo, para participação popular”, afirmou. Apesar disso, destacou positivamente a atuação da secretária municipal de Cultura, Cida Falabella (PSOL). “Eu fico aliviada de ter a Cida lá, apesar desse governo que é tão ruim, que tem tantos problemas de gestão, problemas de concepção da política em Belo Horizonte. É uma pessoa na qual eu confio muito e que eu sei que faz um trabalho de excelência”, declarou.</p><p>Na última semana, a deputada federal por Minas Gerais Duda Salabert (PSOL) questionou a permanência de Cida Falabella no partido e falou em “infidelidade partidária”. “Na minha opinião, se configura como infidelidade partidária. E sou favorável que o partido tenha um debate mais profundo ou para retirá-la do partido ou para ela sair da Secretaria de Cultura. É um erro gravíssimo”, afirmou Duda, também em entrevista ao Café com Política.</p><p>Pré-candidata do PSOL ao Senado defende rigor e não descarta impeachment de ministros do STF</p><p>Durante a entrevista, Áurea Carolina também comentou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) e defendeu maior rigor na conduta dos ministros. “Sem dúvida, eu defendo que exista mais rigor para conduta de ministros do STF”, afirmou. Ela não descartou apoiar pedidos de impeachment em caso de irregularidades. “Eu, sem dúvida nenhuma, estarei no Senado me posicionando criticamente, se for preciso, aderindo a pedidos de impeachment de ministros do STF, caso haja qualquer suspeita de irregularidade ou de não condizente com o trabalho no Judiciário”, disse. A pré-candidata também apontou excessos na atuação da Corte. “Não é de hoje que existe um excesso na atuação de ministros do STF. [...] A gente não pode defender condutas que não são adequadas”, concluiu.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 28 Apr 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Mas isso é o mínimo que se espera de uma liderança democrática”, afirmou a ex-deputada, que criticou ainda a atuação dos senadores mineiros no Congresso Nacional. “São representantes de um campo à direita e que não me representam, não correspondem às agendas que eu priorizo, que têm a ver com as lutas que eu construo”, disse, ao se referir a Pacheco e Carlos Viana (Podemos).</p><p>Questionada sobre a disputa ao Palácio Tiradentes, Áurea apontou o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil como um nome competitivo para enfrentar o grupo do governador Romeu Zema (Novo). “Eu tenho uma alegria de ver a pré-candidatura do ex-prefeito Alexandre Kalil ao governo de Minas. Acho que o Kalil é um perfil de centro, que consegue também dialogar de forma mais próxima”, analisou. </p><p>Durante a entrevista, Áurea ponderou, no entanto, que há diferenças políticas com o ex-prefeito da capital. “É claro que temos diferenças, podemos ter eventualmente divergências políticas”. Segundo a ex-deputada, já houve conversas do PSOL com o ex-prefeito. “Nós tivemos já algumas conversas e aproximações”, afirmou, ao destacar que vê potencial de diálogo no campo progressista.</p><p>Na disputa ao Senado, a ex-deputada defendeu uma estratégia conjunta entre candidaturas progressistas e citou a possibilidade de composição com a ex-prefeita de Contagem, Marília Campos (PT). “Eu acredito demais nessa dobradinha. É possível votar em mim e votar na Marília Campos. Isso não gera nenhum prejuízo para nenhuma das candidaturas. Pelo contrário, é um reforço mútuo”, afirmou. Apesar disso, reconheceu que ainda não há definição. “Não tem uma sinalização. Acho que o partido, o PT, tem outras prioridades de composição”, disse, ao comentar a ausência de apoio público à proposta de dobradinha.</p><p>Ao relembrar a eleição de 2018, Áurea avaliou que faltou articulação estratégica à esquerda, o que, segundo ela, teria contribuído para a derrota da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) na disputa pelo Senado em Minas. “Faltou essa estratégia em 2018 para a presidenta Dilma, na época que concorreu ao Senado por Minas Gerais e acabou sendo derrotada. O segundo voto faz muita diferença”, analisou.</p><p>Ao justificar sua volta à disputa eleitoral, Áurea avaliou estar mais forte diante dos desafios da política. “Eu acho um desaforo que essa violência nos retire da política, porque é para isso que serve: para a gente sofrer tanto a ponto de não suportar e acabar sendo expulsa desses espaços”, afirmou. “Eu quero voltar para ser uma pedra no sapato desse sistema. Eu quero estar lá para dizer que mais de nós vamos entrar, para entrar e segurar a porta aberta”, completou.</p><p>Questionada sobre os planos futuros, a pré-candidata ao Senado não descartou disputar novamente a Prefeitura de Belo Horizonte. “Sim, eu considero que outros caminhos são possíveis nesse retorno para uma presença ativa no cenário político de Belo Horizonte”, disse. A ex-deputada aproveitou também para criticar a gestão do prefeito Álvaro Damião (União Brasil). “Não me representa. Mas é uma gestão que não tem abertura para o diálogo, para participação popular”, afirmou. Apesar disso, destacou positivamente a atuação da secretária municipal de Cultura, Cida Falabella (PSOL). “Eu fico aliviada de ter a Cida lá, apesar desse governo que é tão ruim, que tem tantos problemas de gestão, problemas de concepção da política em Belo Horizonte. É uma pessoa na qual eu confio muito e que eu sei que faz um trabalho de excelência”, declarou.</p><p>Na última semana, a deputada federal por Minas Gerais Duda Salabert (PSOL) questionou a permanência de Cida Falabella no partido e falou em “infidelidade partidária”. “Na minha opinião, se configura como infidelidade partidária. E sou favorável que o partido tenha um debate mais profundo ou para retirá-la do partido ou para ela sair da Secretaria de Cultura. É um erro gravíssimo”, afirmou Duda, também em entrevista ao Café com Política.</p><p>Pré-candidata do PSOL ao Senado defende rigor e não descarta impeachment de ministros do STF</p><p>Durante a entrevista, Áurea Carolina também comentou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) e defendeu maior rigor na conduta dos ministros. “Sem dúvida, eu defendo que exista mais rigor para conduta de ministros do STF”, afirmou. Ela não descartou apoiar pedidos de impeachment em caso de irregularidades. “Eu, sem dúvida nenhuma, estarei no Senado me posicionando criticamente, se for preciso, aderindo a pedidos de impeachment de ministros do STF, caso haja qualquer suspeita de irregularidade ou de não condizente com o trabalho no Judiciário”, disse. A pré-candidata também apontou excessos na atuação da Corte. “Não é de hoje que existe um excesso na atuação de ministros do STF. [...] A gente não pode defender condutas que não são adequadas”, concluiu.</p>]]>
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      <title>Interessa | Últimas palavras: por acaso o homem sofre mais com uma gripe do que uma mulher?</title>
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        <![CDATA[<p>“Reúna a família, pois vou pronunciar minhas últimas palavras.” A cena é conhecida e, vamos combinar, rende risadas. Enquanto muitas mulheres seguem a rotina mesmo doentes, existe a ideia de que homens “sentem mais” quando ficam gripados. Mas será que isso é verdade?</p><p>A chamada “gripe masculina” é real? Ou é uma construção cultural?</p><p>Em um momento em que casos de doenças respiratórias aumentam no país, inclusive com decreto de situação de emergência em Belo Horizonte, nossa bancada feminina fala sobre a gripe 'sem gênero', sobretudo, sobre prevenção. Vacinação em dia, atenção aos sintomas e cuidado coletivo fazem toda a diferença. E aí vale a pergunta que sempre rende na bancada: na sua casa, quem vira “paciente terminal” com um espirro?</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 27 Apr 2026 15:37:48 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>AGROTEMPO | Governo anuncia R$ 10 bi para modernização e renegociação de dívidas no agro </title>
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        <![CDATA[<p>Durante a abertura da Agrishow 2026, em Ribeirão Preto, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, oficializou um pacote de medidas estratégicas para o fortalecimento do agronegócio brasileiro. O destaque central foi o anúncio de uma nova linha de crédito de R$ 10 bilhões, vinculada ao programa MOVE Brasil, especificamente destinada à modernização de máquinas e implementos agrícolas, como tratores e colheitadeiras.</p><p>Os recursos, oriundos do superávit do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico sob gestão da Finep, têm como foco o fomento à indústria nacional e à inovação tecnológica. Segundo Alckmin, o financiamento deve chegar à ponta final em um prazo de 20 a 30 dias, com a promessa de juros reduzidos para estimular a troca de frotas e a tecnificação do campo. Uma inovação importante desta modalidade é a permissão para que cooperativas agrícolas acessem o crédito diretamente para investir em agricultura digital.</p><p>Além do aporte para equipamentos, o governo federal sinalizou um empenho direto na renegociação de dívidas rurais. O plano em elaboração pretende contemplar tanto produtores em situação de inadimplência quanto aqueles que seguem adimplentes, visando destravar a capacidade de investimento e elevar a competitividade do setor.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Durante a abertura da Agrishow 2026, em Ribeirão Preto, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, oficializou um pacote de medidas estratégicas para o fortalecimento do agronegócio brasileiro. O destaque central foi o anúncio de uma nova linha de crédito de R$ 10 bilhões, vinculada ao programa MOVE Brasil, especificamente destinada à modernização de máquinas e implementos agrícolas, como tratores e colheitadeiras.</p><p>Os recursos, oriundos do superávit do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico sob gestão da Finep, têm como foco o fomento à indústria nacional e à inovação tecnológica. Segundo Alckmin, o financiamento deve chegar à ponta final em um prazo de 20 a 30 dias, com a promessa de juros reduzidos para estimular a troca de frotas e a tecnificação do campo. Uma inovação importante desta modalidade é a permissão para que cooperativas agrícolas acessem o crédito diretamente para investir em agricultura digital.</p><p>Além do aporte para equipamentos, o governo federal sinalizou um empenho direto na renegociação de dívidas rurais. O plano em elaboração pretende contemplar tanto produtores em situação de inadimplência quanto aqueles que seguem adimplentes, visando destravar a capacidade de investimento e elevar a competitividade do setor.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 27 Apr 2026 14:45:34 -0300</pubDate>
      <author>Roberto Meokarem</author>
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      <itunes:keywords>Agrotempo, agronegócios</itunes:keywords>
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      <title>Café com Política | Cledorvino Belini</title>
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        <![CDATA[<p>Um novo Estado brasileiro. A Associação Comercial e Empresarial de Minas (ACMinas) realiza nesta segunda-feira (27) um evento de encerramento do projeto “Reforma do Estado Brasileiro”. A iniciativa mobilizou especialistas, lideranças empresariais e representantes da sociedade civil. </p><p>O presidente da ACMinas, Cledorvino Belini, explica o que, segundo ele, precisa ser revisto no Brasil. Ele cita temas como educação, segurança pública e as reformas econômica e administrativa. Belini defende que a reforma do Estado brasileiro seja prioridade e afirma que é necessário reduzir a burocracia para facilitar a vida de empresários e cidadãos.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 27 Apr 2026 10:48:59 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>O TEMPO Entrevista | Como o INHAC transforma vidas pela gastronomia</title>
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        <![CDATA[<p>A gastronomia tem mudado trajetórias profissionais e ampliado perspectivas de futuro para centenas de jovens em Belo Horizonte. Esse impacto ganha um novo capítulo no próximo dia 29 de abril, com a formatura de 73 alunos do Curso Técnico em Gastronomia do INHAC - Instituto de Hospitalidade e Artes Culinárias, escola social que aposta na formação técnica gratuita como caminho de inserção produtiva para jovens e adultos em situação de vulnerabilidade.</p><p>Essa transformação concreta promovida pelo INHAC foi o tema do O TEMPO Entrevista, apresentado por Léo Mendes e Lorena Martins, que receberam a diretora executiva da instituição, Sarah Rocha.</p><p>Criado a partir de um sonho antigo da educadora Carmem Rocha, o instituto nasceu com a proposta de oferecer ensino de excelência, com metodologia de acolhimento, disciplina e rigor técnico, sem custo para os alunos. À frente do projeto, Sarah Rocha destaca que o curso vai além da cozinha: são 960 horas de formação que combinam prática intensa, conteúdos teóricos ligados à cultura alimentar, gestão, história e identidade da gastronomia brasileira.</p><p>O perfil dos estudantes revela a dimensão social do projeto. São jovens a partir dos 15 anos, e também adultos, muitos deles marcados por trajetórias de negação de direitos, evasão escolar e dificuldades de acesso ao mercado de trabalho. Ainda assim, o INHAC registra índices de evasão próximos de 5% e uma taxa elevada de empregabilidade, com alunos contratados ainda durante o estágio obrigatório. “A formação técnica ensina a fazer, e isso muda tudo. O aluno sai pronto para entrar na cozinha e seguir seu próprio percurso profissional”, afirma Sarah.</p><p>Assinado pelo chef Leo Paixão, que atua de forma voluntária no desenho pedagógico e técnico do curso, o INHAC acompanha de perto a trajetória dos egressos e já planeja novos passos, como cursos de graduação tecnológica, parcerias internacionais e a criação de um hotel-escola. A aposta é clara: formar bons profissionais, fortalecer a cadeia da gastronomia e mostrar que, quando oportunidade e excelência caminham juntas, a cozinha pode ser também um poderoso instrumento de transformação social.</p><p>O TEMPO Entrevista com a diretora executiva do INHAC, Sarah Rocha, vai ao ar no sábado, 25 de abril, às 14 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A gastronomia tem mudado trajetórias profissionais e ampliado perspectivas de futuro para centenas de jovens em Belo Horizonte. Esse impacto ganha um novo capítulo no próximo dia 29 de abril, com a formatura de 73 alunos do Curso Técnico em Gastronomia do INHAC - Instituto de Hospitalidade e Artes Culinárias, escola social que aposta na formação técnica gratuita como caminho de inserção produtiva para jovens e adultos em situação de vulnerabilidade.</p><p>Essa transformação concreta promovida pelo INHAC foi o tema do O TEMPO Entrevista, apresentado por Léo Mendes e Lorena Martins, que receberam a diretora executiva da instituição, Sarah Rocha.</p><p>Criado a partir de um sonho antigo da educadora Carmem Rocha, o instituto nasceu com a proposta de oferecer ensino de excelência, com metodologia de acolhimento, disciplina e rigor técnico, sem custo para os alunos. À frente do projeto, Sarah Rocha destaca que o curso vai além da cozinha: são 960 horas de formação que combinam prática intensa, conteúdos teóricos ligados à cultura alimentar, gestão, história e identidade da gastronomia brasileira.</p><p>O perfil dos estudantes revela a dimensão social do projeto. São jovens a partir dos 15 anos, e também adultos, muitos deles marcados por trajetórias de negação de direitos, evasão escolar e dificuldades de acesso ao mercado de trabalho. Ainda assim, o INHAC registra índices de evasão próximos de 5% e uma taxa elevada de empregabilidade, com alunos contratados ainda durante o estágio obrigatório. “A formação técnica ensina a fazer, e isso muda tudo. O aluno sai pronto para entrar na cozinha e seguir seu próprio percurso profissional”, afirma Sarah.</p><p>Assinado pelo chef Leo Paixão, que atua de forma voluntária no desenho pedagógico e técnico do curso, o INHAC acompanha de perto a trajetória dos egressos e já planeja novos passos, como cursos de graduação tecnológica, parcerias internacionais e a criação de um hotel-escola. A aposta é clara: formar bons profissionais, fortalecer a cadeia da gastronomia e mostrar que, quando oportunidade e excelência caminham juntas, a cozinha pode ser também um poderoso instrumento de transformação social.</p><p>O TEMPO Entrevista com a diretora executiva do INHAC, Sarah Rocha, vai ao ar no sábado, 25 de abril, às 14 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 25 Apr 2026 10:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <itunes:keywords>lorena martins; léo mendes; inhac; leo paixão; sarah rocha; gastronomia; gastrô</itunes:keywords>
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      <title>Café com Política | Ronaldo Caiado</title>
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        <![CDATA[<p><br>O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) classificou como “deplorável” o atual nível de embate entre a classe política e o Supremo Tribunal Federal (STF). O goiano defendeu o resgate da “liturgia” dos cargos, evitando "picuinhas" e polarizações que, de acordo com ele, impedem o desenvolvimento do país. A avaliação do cenário foi feita em entrevista exclusiva ao programa Café com Política, exibido nesta sexta-feira (24/4) no canal no YouTube de O TEMPO.</p><p>Ao ser questionado sobre os recentes embates envolvendo figuras políticas, como o ex-governador Romeu Zema (Novo), com os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Caiado citou sua experiência como médico para exemplificar que muitas pessoas rejeitam o “bate-boca” em favor de resultados práticos.</p><p>“Na vida não dá para você ficar brigando se você não constrói. A polarização tomou conta e o Brasil só está perdendo tempo diante dos outros países do mundo”, afirma. “Ao governar, você não pode perder tempo com picuinhas. Esse tititi não chega na vida do cidadão.”</p><p>Caiado nega que a crítica se volta especificamente ao ex-governador Romeu Zema. O mineiro tem trocado farpas com o ministro do STF Gilmar Mendes, em um embate que começou com Zema tratando os magistrados como “intocáveis” e escalou para reclamações sobre o sotaque e comparações a um boneco do ex-governador como homossexual.</p><p>Na avaliação do ex-chefe do Executivo de Goiás, cargos como ministro do STF e presidente da República exigem uma “liturgia própria”, voltada para guardar a Constituição e o Estado Democrático de Direito. </p><p>“Isso não é compatível com a Corte, nem do Supremo e nem da figura amanhã de um presidente da República”, argumenta. “Eu realmente fiquei triste ao ver esse nível com que o debate está caminhando por aí. Isso é deplorável na vida política de um país. E essas coisas precisam ter limites. Elas não podem extrapolar a ponto de amanhã comentar sobre o seu sotaque”, diz.</p><p>Caiado propõe lista tríplice para ministros do STF</p><p>Durante a entrevista, Caiado afirmou que, se eleito, uma das propostas que pretende apresentar ao Congresso Nacional envolve mudanças no processo de escolha de ministros para o STF. Para o ex-governador, o cargo não deve partir apenas de indicação do presidente da República. Desta forma, assim como acontece para outras funções, Caiado defende que haja uma lista tríplice apresentada por órgãos do Judiciário.</p><p>Além disso, ele aponta a necessidade de ingresso na Corte com uma idade avançada, como aos 60 anos.</p><p>“Você tem uma idade em que o status da condição de membro do Supremo de Tribunal Federal não seja por ser o seu amigo ou meu amigo, mas sim alguém que tem todo aquele conhecimento jurídico e um reconhecimento já na época bem avançada de sua vida, aos seus 60 anos de idade. Essa é uma tese que hoje ela é muito forte no Senado Federal. Que essas pessoas também possam ser não apenas a indicação única do presidente”, diz.</p><p>Caso Master: Caiado vê conivência do governo Lula em escândalo</p><p>Durante a entrevista ao Café com Política, o ex-governador de Goiás também foi questionado sobre o escândalo envolvendo o Banco Master. Para Caiado, a situação da instituição financeira não teria atingido tal proporção “se não tivesse a conivência do governo federal”, em acusação direta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).</p><p>“Muitas dessas coisas não acontecem por acaso. Essa situação do Master envolve situações deploráveis, como aconteceu. Também ali você estende para o Congresso Nacional. E você chega também no Executivo. Isso é uma realidade. Ou seja, esse homem deu conta de contaminar todos os poderes”, diz, referenciando o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. “Aqueles que deveriam ter o poder no Brasil, se venderam pra ele.”</p>]]>
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        <![CDATA[<p><br>O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) classificou como “deplorável” o atual nível de embate entre a classe política e o Supremo Tribunal Federal (STF). O goiano defendeu o resgate da “liturgia” dos cargos, evitando "picuinhas" e polarizações que, de acordo com ele, impedem o desenvolvimento do país. A avaliação do cenário foi feita em entrevista exclusiva ao programa Café com Política, exibido nesta sexta-feira (24/4) no canal no YouTube de O TEMPO.</p><p>Ao ser questionado sobre os recentes embates envolvendo figuras políticas, como o ex-governador Romeu Zema (Novo), com os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Caiado citou sua experiência como médico para exemplificar que muitas pessoas rejeitam o “bate-boca” em favor de resultados práticos.</p><p>“Na vida não dá para você ficar brigando se você não constrói. A polarização tomou conta e o Brasil só está perdendo tempo diante dos outros países do mundo”, afirma. “Ao governar, você não pode perder tempo com picuinhas. Esse tititi não chega na vida do cidadão.”</p><p>Caiado nega que a crítica se volta especificamente ao ex-governador Romeu Zema. O mineiro tem trocado farpas com o ministro do STF Gilmar Mendes, em um embate que começou com Zema tratando os magistrados como “intocáveis” e escalou para reclamações sobre o sotaque e comparações a um boneco do ex-governador como homossexual.</p><p>Na avaliação do ex-chefe do Executivo de Goiás, cargos como ministro do STF e presidente da República exigem uma “liturgia própria”, voltada para guardar a Constituição e o Estado Democrático de Direito. </p><p>“Isso não é compatível com a Corte, nem do Supremo e nem da figura amanhã de um presidente da República”, argumenta. “Eu realmente fiquei triste ao ver esse nível com que o debate está caminhando por aí. Isso é deplorável na vida política de um país. E essas coisas precisam ter limites. Elas não podem extrapolar a ponto de amanhã comentar sobre o seu sotaque”, diz.</p><p>Caiado propõe lista tríplice para ministros do STF</p><p>Durante a entrevista, Caiado afirmou que, se eleito, uma das propostas que pretende apresentar ao Congresso Nacional envolve mudanças no processo de escolha de ministros para o STF. Para o ex-governador, o cargo não deve partir apenas de indicação do presidente da República. Desta forma, assim como acontece para outras funções, Caiado defende que haja uma lista tríplice apresentada por órgãos do Judiciário.</p><p>Além disso, ele aponta a necessidade de ingresso na Corte com uma idade avançada, como aos 60 anos.</p><p>“Você tem uma idade em que o status da condição de membro do Supremo de Tribunal Federal não seja por ser o seu amigo ou meu amigo, mas sim alguém que tem todo aquele conhecimento jurídico e um reconhecimento já na época bem avançada de sua vida, aos seus 60 anos de idade. Essa é uma tese que hoje ela é muito forte no Senado Federal. Que essas pessoas também possam ser não apenas a indicação única do presidente”, diz.</p><p>Caso Master: Caiado vê conivência do governo Lula em escândalo</p><p>Durante a entrevista ao Café com Política, o ex-governador de Goiás também foi questionado sobre o escândalo envolvendo o Banco Master. Para Caiado, a situação da instituição financeira não teria atingido tal proporção “se não tivesse a conivência do governo federal”, em acusação direta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).</p><p>“Muitas dessas coisas não acontecem por acaso. Essa situação do Master envolve situações deploráveis, como aconteceu. Também ali você estende para o Congresso Nacional. E você chega também no Executivo. Isso é uma realidade. Ou seja, esse homem deu conta de contaminar todos os poderes”, diz, referenciando o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. “Aqueles que deveriam ter o poder no Brasil, se venderam pra ele.”</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 24 Apr 2026 12:26:55 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p><br>O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) classificou como “deplorável” o atual nível de embate entre a classe política e o Supremo Tribunal Federal (STF). O goiano defendeu o resgate da “liturgia” dos cargos, evitando "picuinhas" e polarizações que, de acordo com ele, impedem o desenvolvimento do país. A avaliação do cenário foi feita em entrevista exclusiva ao programa Café com Política, exibido nesta sexta-feira (24/4) no canal no YouTube de O TEMPO.</p><p>Ao ser questionado sobre os recentes embates envolvendo figuras políticas, como o ex-governador Romeu Zema (Novo), com os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Caiado citou sua experiência como médico para exemplificar que muitas pessoas rejeitam o “bate-boca” em favor de resultados práticos.</p><p>“Na vida não dá para você ficar brigando se você não constrói. A polarização tomou conta e o Brasil só está perdendo tempo diante dos outros países do mundo”, afirma. “Ao governar, você não pode perder tempo com picuinhas. Esse tititi não chega na vida do cidadão.”</p><p>Caiado nega que a crítica se volta especificamente ao ex-governador Romeu Zema. O mineiro tem trocado farpas com o ministro do STF Gilmar Mendes, em um embate que começou com Zema tratando os magistrados como “intocáveis” e escalou para reclamações sobre o sotaque e comparações a um boneco do ex-governador como homossexual.</p><p>Na avaliação do ex-chefe do Executivo de Goiás, cargos como ministro do STF e presidente da República exigem uma “liturgia própria”, voltada para guardar a Constituição e o Estado Democrático de Direito. </p><p>“Isso não é compatível com a Corte, nem do Supremo e nem da figura amanhã de um presidente da República”, argumenta. “Eu realmente fiquei triste ao ver esse nível com que o debate está caminhando por aí. Isso é deplorável na vida política de um país. E essas coisas precisam ter limites. Elas não podem extrapolar a ponto de amanhã comentar sobre o seu sotaque”, diz.</p><p>Caiado propõe lista tríplice para ministros do STF</p><p>Durante a entrevista, Caiado afirmou que, se eleito, uma das propostas que pretende apresentar ao Congresso Nacional envolve mudanças no processo de escolha de ministros para o STF. Para o ex-governador, o cargo não deve partir apenas de indicação do presidente da República. Desta forma, assim como acontece para outras funções, Caiado defende que haja uma lista tríplice apresentada por órgãos do Judiciário.</p><p>Além disso, ele aponta a necessidade de ingresso na Corte com uma idade avançada, como aos 60 anos.</p><p>“Você tem uma idade em que o status da condição de membro do Supremo de Tribunal Federal não seja por ser o seu amigo ou meu amigo, mas sim alguém que tem todo aquele conhecimento jurídico e um reconhecimento já na época bem avançada de sua vida, aos seus 60 anos de idade. Essa é uma tese que hoje ela é muito forte no Senado Federal. Que essas pessoas também possam ser não apenas a indicação única do presidente”, diz.</p><p>Caso Master: Caiado vê conivência do governo Lula em escândalo</p><p>Durante a entrevista ao Café com Política, o ex-governador de Goiás também foi questionado sobre o escândalo envolvendo o Banco Master. Para Caiado, a situação da instituição financeira não teria atingido tal proporção “se não tivesse a conivência do governo federal”, em acusação direta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).</p><p>“Muitas dessas coisas não acontecem por acaso. Essa situação do Master envolve situações deploráveis, como aconteceu. Também ali você estende para o Congresso Nacional. E você chega também no Executivo. Isso é uma realidade. Ou seja, esse homem deu conta de contaminar todos os poderes”, diz, referenciando o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. “Aqueles que deveriam ter o poder no Brasil, se venderam pra ele.”</p>]]>
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      <title>AGROTEMPO | Jequitinhonha Alimentos cria COCABRAS e amplia atuação no mercado cafeeiro </title>
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        <![CDATA[<p><br>O mês de abril, marcado pelo Dia Mundial do Café, realizado no dia 14, traz uma novidade importante para o agronegócio brasileiro. O grupo Jequitinhonha Alimentos anunciou a criação de um novo braço estratégico: o Comércio de Cafés Brasil, a COCABRAS.  <br>A iniciativa amplia a atuação da empresa no setor cafeeiro e reforça a presença do grupo em diferentes etapas da cadeia produtiva, desde a origem até a comercialização.  <br>A ganha ainda mais relevância por estar ligada ao crescimento da Chapada de Minas, região do Vale do Jequitinhonha que vem se consolidando como uma nova fronteira do café em Minas Gerais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p><br>O mês de abril, marcado pelo Dia Mundial do Café, realizado no dia 14, traz uma novidade importante para o agronegócio brasileiro. O grupo Jequitinhonha Alimentos anunciou a criação de um novo braço estratégico: o Comércio de Cafés Brasil, a COCABRAS.  <br>A iniciativa amplia a atuação da empresa no setor cafeeiro e reforça a presença do grupo em diferentes etapas da cadeia produtiva, desde a origem até a comercialização.  <br>A ganha ainda mais relevância por estar ligada ao crescimento da Chapada de Minas, região do Vale do Jequitinhonha que vem se consolidando como uma nova fronteira do café em Minas Gerais.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 23 Apr 2026 13:42:58 -0300</pubDate>
      <author>Roberto Meokarem</author>
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        <![CDATA[<p><br>O mês de abril, marcado pelo Dia Mundial do Café, realizado no dia 14, traz uma novidade importante para o agronegócio brasileiro. O grupo Jequitinhonha Alimentos anunciou a criação de um novo braço estratégico: o Comércio de Cafés Brasil, a COCABRAS.  <br>A iniciativa amplia a atuação da empresa no setor cafeeiro e reforça a presença do grupo em diferentes etapas da cadeia produtiva, desde a origem até a comercialização.  <br>A ganha ainda mais relevância por estar ligada ao crescimento da Chapada de Minas, região do Vale do Jequitinhonha que vem se consolidando como uma nova fronteira do café em Minas Gerais.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Agrotempo, agronegócios</itunes:keywords>
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      <title>AGROTEMPO | Boas práticas e tecnologia ajudam cafeicultor a produzir mais com menos risco </title>
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        <![CDATA[<p><br>Em um cenário de clima cada vez mais instável e custos elevados no campo, o produtor de café tem buscado alternativas para aumentar a produtividade sem comprometer a rentabilidade — e, principalmente, reduzindo os riscos na lavoura. <br>Especialistas apontam que o caminho passa por uma combinação de boas práticas, planejamento e uso estratégico de tecnologia.</p>]]>
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        <![CDATA[<p><br>Em um cenário de clima cada vez mais instável e custos elevados no campo, o produtor de café tem buscado alternativas para aumentar a produtividade sem comprometer a rentabilidade — e, principalmente, reduzindo os riscos na lavoura. <br>Especialistas apontam que o caminho passa por uma combinação de boas práticas, planejamento e uso estratégico de tecnologia.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 23 Apr 2026 13:41:55 -0300</pubDate>
      <author>Roberto Meokarem</author>
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      <title>Café com Política | Leleco Pimentel - Deputado Estadual</title>
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        <![CDATA[<p>No "Café com Política" de hoje, recebemos o deputado estadual <strong>Leleco Pimentel (PT)</strong> para uma análise profunda e sem filtros sobre os bastidores do poder. Em um ano eleitoral que promete ser um dos mais acirrados da história, o deputado detalha a montagem dos palanques em Minas e as graves denúncias que cercam a oposição.</p><p><strong>Nesta entrevista, você vai conferir:</strong></p><ul><li><strong>O fator Rodrigo Pacheco:</strong> A mudança para o PSB, a "traição" sofrida no PSD e como ele se torna o principal palanque de Lula em Minas.</li><li><strong>Marília Campos e o Senado:</strong> Por que a prefeita de Contagem lidera as pesquisas e o que representa sua candidatura majoritária.</li><li><strong>Críticas pesadas ao Governo Zema/Simões:</strong> Leleco aponta o aumento da dívida mineira, o sucateamento das estradas e o leilão de escolas públicas.</li><li><strong>A Bomba "Vocaro":</strong> O esquema de corrupção que envolve o clã Bolsonaro, delações premiadas e o temor da direita com o avanço das investigações.</li><li><strong>Geopolítica e Soberania:</strong> A influência de Donald Trump, a exploração de terras raras em Minas e a resistência da esquerda.</li></ul>]]>
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        <![CDATA[<p>No "Café com Política" de hoje, recebemos o deputado estadual <strong>Leleco Pimentel (PT)</strong> para uma análise profunda e sem filtros sobre os bastidores do poder. Em um ano eleitoral que promete ser um dos mais acirrados da história, o deputado detalha a montagem dos palanques em Minas e as graves denúncias que cercam a oposição.</p><p><strong>Nesta entrevista, você vai conferir:</strong></p><ul><li><strong>O fator Rodrigo Pacheco:</strong> A mudança para o PSB, a "traição" sofrida no PSD e como ele se torna o principal palanque de Lula em Minas.</li><li><strong>Marília Campos e o Senado:</strong> Por que a prefeita de Contagem lidera as pesquisas e o que representa sua candidatura majoritária.</li><li><strong>Críticas pesadas ao Governo Zema/Simões:</strong> Leleco aponta o aumento da dívida mineira, o sucateamento das estradas e o leilão de escolas públicas.</li><li><strong>A Bomba "Vocaro":</strong> O esquema de corrupção que envolve o clã Bolsonaro, delações premiadas e o temor da direita com o avanço das investigações.</li><li><strong>Geopolítica e Soberania:</strong> A influência de Donald Trump, a exploração de terras raras em Minas e a resistência da esquerda.</li></ul>]]>
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      <pubDate>Thu, 23 Apr 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:author>Jornal O TEMPO</itunes:author>
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      <title>Interessa | Caso Maria Alice e Maria Flor: o que, de fato, uma criança precisa aprender na primeira infância? </title>
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        <![CDATA[<p>A rotina escolar das filhas de Virgínia Fonseca e Zé Felipe trouxe à tona uma discussão importante... Pais de três crianças, Maria Alice, prestes a completar 5 anos, Maria Flor, de 3, e o pequeno José Leonardo, de um ano e meio, o casal virou assunto após a escola das meninas ser notificada pelo Conselho Tutelar por faltas consideradas excessivas. E aí surge a pergunta: o que, de fato, está em jogo quando falamos de escola na primeira infância?  </p><p><br>Pela legislação brasileira, a partir dos 4 anos, a matrícula na pré-escola deixa de ser opcional e passa a ser obrigatória. Mas, mais do que cumprir uma regra, é preciso entender o porquê dessa exigência. Na primeira infância, a escola não é sobre conteúdo, prova ou desempenho. É sobre brincar, conviver, experimentar o mundo.  </p><p><br>Quando uma criança falta, ela não “perde matéria” como acontece mais tarde. Nem o ano. Mas perde vivência. O dia a dia com outras crianças, as trocas, os conflitos, as descobertas. Tudo isso faz parte de um tipo de aprendizado que não cabe no caderno. E aí surge um ponto importante: será que experiências fora da escola conseguem substituir isso ou apenas complementar?  </p><p>A partir de que momento a escola deixa de ser escolha e passa a ser essencial? O que uma criança realmente precisa aprender nos primeiros anos de vida? E qual é o papel dos adultos dentro e fora da sala de aula nesse processo?  Para aprofundar esse debate, o Interessa recebe nesta quarta (22) a psicóloga clínica Ana Luísa Bolívar, que vai ajudar a entender os limites entre autonomia familiar, obrigação legal e, principalm</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A rotina escolar das filhas de Virgínia Fonseca e Zé Felipe trouxe à tona uma discussão importante... Pais de três crianças, Maria Alice, prestes a completar 5 anos, Maria Flor, de 3, e o pequeno José Leonardo, de um ano e meio, o casal virou assunto após a escola das meninas ser notificada pelo Conselho Tutelar por faltas consideradas excessivas. E aí surge a pergunta: o que, de fato, está em jogo quando falamos de escola na primeira infância?  </p><p><br>Pela legislação brasileira, a partir dos 4 anos, a matrícula na pré-escola deixa de ser opcional e passa a ser obrigatória. Mas, mais do que cumprir uma regra, é preciso entender o porquê dessa exigência. Na primeira infância, a escola não é sobre conteúdo, prova ou desempenho. É sobre brincar, conviver, experimentar o mundo.  </p><p><br>Quando uma criança falta, ela não “perde matéria” como acontece mais tarde. Nem o ano. Mas perde vivência. O dia a dia com outras crianças, as trocas, os conflitos, as descobertas. Tudo isso faz parte de um tipo de aprendizado que não cabe no caderno. E aí surge um ponto importante: será que experiências fora da escola conseguem substituir isso ou apenas complementar?  </p><p>A partir de que momento a escola deixa de ser escolha e passa a ser essencial? O que uma criança realmente precisa aprender nos primeiros anos de vida? E qual é o papel dos adultos dentro e fora da sala de aula nesse processo?  Para aprofundar esse debate, o Interessa recebe nesta quarta (22) a psicóloga clínica Ana Luísa Bolívar, que vai ajudar a entender os limites entre autonomia familiar, obrigação legal e, principalm</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 22 Apr 2026 16:36:37 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Café com Política | Duda Salabert</title>
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        <![CDATA[<p>A deputada federal Duda Salabert (PSOL-MG) rejeitou apoio ao senador Rodrigo Pacheco (PSB) ao governo de Minas e defendeu o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) como principal nome da esquerda em Minas Gerais. Segundo ela, Kalil tem “uma relação muito maior com os movimentos populares” e “mais conexão popular” do que o senador.</p><p>Questionada sobre a gestão e a candidatura do governador Mateus Simões (PSD) ao Palácio Tiradentes, a parlamentar ironizou: “Eu defendo unidade em torno do Mateus Simões para nossa alegria, para ele terminar as eleições com 4% ou 5% dos votos. Ele tem o carisma de uma pedra”, afirmou. Duda também criticou o senador Cleitinho (Republicanos), classificando sua atuação como “populista” e ironizou o plano de governo de Romeu Zema à presidência. “Eu não sei se foi o Romeu Zema que escreveu o plano de governo ou inteligência artificial”, pontuou.</p><p>No cenário nacional, a deputada também criticou uma eventual candidatura presidenciail de Ciro Gomes (PSDB).  “Eu acho que o Ciro é um ótimo candidato para perder as eleições”. Questionada sobre o convite do deputado Aécio Neves (PSDB) a candidatura de Ciro, Duda classificou a movimentações como “balela”. “Toda eleição é a mesma coisa”, afirmou.</p><p> 'PDT se perdeu ideologicamente'</p><p>Ao justificar sua saída do PDT e filiação ao PSOL, Duda disse que houve um distanciamento ideológico do antigo partido. Segundo ela, a legenda “se afastou do legado de Brizola”. "O PDT se perdeu ideologicamente. Aqui em Minas Gerais, o partido é base do Romeu Zema”, argumentou. A parlamentar também relembrou críticas feitas ao PSOL no passado, quando apontou “transfobia estrutural”, mas afirmou que o partido corrigiu falhas. “Hoje, o PSOL dá muito mais apoio para mulheres, pessoas negras, indígenas e pessoas trans”, justificou.</p><p>Duda critica gestão de Damião e diz que governo de BH é 'de verniz' -</p><p>Durante a entrevista, a deputada também criticou a gestão do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União), classificando o governo como superficial. “É um governo muito mais de verniz do que de questões profundas; Qual são os três maiores problemas de Belo Horizonte? Aumento da população em situação de rua, trânsito e a Lagoa da Pampulha. O Álvaro Damião não fez nada para combater isso”, afirmou.</p><p>A deputada também questionou a permanência da vereadora licenciada Cida Falabella no PSOL após assumir a Secretaria de Cultura da capital. Para a deputada, há conflito político na decisão. “O PSOL não pode compor o governo do Álvaro Damião”. Segundo Duda, a situação pode configurar “infidelidade partidária” e deve ser debatida internamente pelo partido.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A deputada federal Duda Salabert (PSOL-MG) rejeitou apoio ao senador Rodrigo Pacheco (PSB) ao governo de Minas e defendeu o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) como principal nome da esquerda em Minas Gerais. Segundo ela, Kalil tem “uma relação muito maior com os movimentos populares” e “mais conexão popular” do que o senador.</p><p>Questionada sobre a gestão e a candidatura do governador Mateus Simões (PSD) ao Palácio Tiradentes, a parlamentar ironizou: “Eu defendo unidade em torno do Mateus Simões para nossa alegria, para ele terminar as eleições com 4% ou 5% dos votos. Ele tem o carisma de uma pedra”, afirmou. Duda também criticou o senador Cleitinho (Republicanos), classificando sua atuação como “populista” e ironizou o plano de governo de Romeu Zema à presidência. “Eu não sei se foi o Romeu Zema que escreveu o plano de governo ou inteligência artificial”, pontuou.</p><p>No cenário nacional, a deputada também criticou uma eventual candidatura presidenciail de Ciro Gomes (PSDB).  “Eu acho que o Ciro é um ótimo candidato para perder as eleições”. Questionada sobre o convite do deputado Aécio Neves (PSDB) a candidatura de Ciro, Duda classificou a movimentações como “balela”. “Toda eleição é a mesma coisa”, afirmou.</p><p> 'PDT se perdeu ideologicamente'</p><p>Ao justificar sua saída do PDT e filiação ao PSOL, Duda disse que houve um distanciamento ideológico do antigo partido. Segundo ela, a legenda “se afastou do legado de Brizola”. "O PDT se perdeu ideologicamente. Aqui em Minas Gerais, o partido é base do Romeu Zema”, argumentou. A parlamentar também relembrou críticas feitas ao PSOL no passado, quando apontou “transfobia estrutural”, mas afirmou que o partido corrigiu falhas. “Hoje, o PSOL dá muito mais apoio para mulheres, pessoas negras, indígenas e pessoas trans”, justificou.</p><p>Duda critica gestão de Damião e diz que governo de BH é 'de verniz' -</p><p>Durante a entrevista, a deputada também criticou a gestão do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União), classificando o governo como superficial. “É um governo muito mais de verniz do que de questões profundas; Qual são os três maiores problemas de Belo Horizonte? Aumento da população em situação de rua, trânsito e a Lagoa da Pampulha. O Álvaro Damião não fez nada para combater isso”, afirmou.</p><p>A deputada também questionou a permanência da vereadora licenciada Cida Falabella no PSOL após assumir a Secretaria de Cultura da capital. Para a deputada, há conflito político na decisão. “O PSOL não pode compor o governo do Álvaro Damião”. Segundo Duda, a situação pode configurar “infidelidade partidária” e deve ser debatida internamente pelo partido.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 22 Apr 2026 10:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>AGROTEMPO | Trabalho desenvolvido pela EMATER-MG é aprovado por 94% dos produtores  </title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Que o agro é orgulho do mineiro, todo mundo já sabe. Mas a empresa que dá assistência ao produtor também é motivo de orgulho. Uma pesquisa de satisfação encomendada pela Emater –MG revelou alto índice de aprovação do trabalho da empresa entre produtores rurais do estado. De acordo com o levantamento, 94,4% dos entrevistados classificaram como ótima ou boa a experiência com a instituição. <br> A pesquisa foi feita pelo Instituto Leal-M, que atua há mais de 30 anos na área de pesquisa de opinião e mercado. Foram entrevistados, presencialmente, dois mil produtores rurais, em 180 municípios de todas as regiões do estado. <br> De acordo com o levantamento, 92% dos clientes da Emater-MG disseram que o atendimento da empresa contribuiu para a melhoria de vida da família. Além disso, 88% disseram que recomendariam, com certeza, os serviços prestados pela Emater-MG. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 21 Apr 2026 13:21:36 -0300</pubDate>
      <author>Roberto Meokarem</author>
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      <itunes:keywords>Agrotempo, agronegócios</itunes:keywords>
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      <title>O TEMPO Entrevista | Comércio pode funcionar em feriados? Fecomércio-MG explica</title>
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        <![CDATA[<p>A Fecomércio-MG defendeu a necessidade de segurança jurídica nas relações de trabalho e reforçou que o funcionamento do comércio em feriados depende de autorização formal por meio de convenção coletiva. O tema foi detalhado pelo gerente jurídico da entidade, Hermes Filho, em entrevista ao podcast O TEMPO Entrevista, apresentado pelo jornalista Léo Mendes.</p><p>Durante a conversa, Hermes explicou que a Fecomércio-MG representa mais de 800 mil empresas em Minas Gerais, por meio de 54 sindicatos ligados aos setores de comércio, bens, serviços e turismo. Segundo ele, apenas sindicatos patronais e laborais têm legitimidade legal para negociar convenções coletivas e autorizar o trabalho em feriados, conforme determina a legislação federal.</p><p>O gerente jurídico alertou que empresas que funcionam em feriados sem respaldo de convenção coletiva ficam sujeitas a autuações, multas e passivos trabalhistas. Ao mesmo tempo, ressaltou que a Fecomércio atua para viabilizar a abertura do comércio sempre que possível, desde que com respaldo legal, negociando diretamente com os sindicatos dos empregados.</p><p>Além do debate trabalhista, Hermes Filho destacou a atuação do Sistema Fecomércio, que reúne Sesc e Senac, com ações nas áreas de qualificação profissional, cultura, lazer e saúde, beneficiando empresários e trabalhadores em todo o estado, especialmente micro e pequenos empreendedores.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 20 Apr 2026 20:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <title>Interessa | Cuidados com os cabelos: o que a beleza dos fios conta sobre a gente</title>
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        <![CDATA[<p>Acredite. Entre os temas de saúde mais buscados recentemente, um assunto aparentemente simples ganhou destaque: cabelo. Afinal, quem nunca se pegou procurando dicas milagrosas para deixar os fios mais bonitos, fortes ou menos quebradiços? Mas o que começa como uma busca estética pode revelar algo bem mais profundo.</p><p>Brilho, queda, ressecamento… por trás desses sinais, existe um recado. O cabelo não é só moldura do rosto, ele pode funcionar como um verdadeiro termômetro da nossa rotina e do nosso estado emocional. Estresse, alimentação desregulada, noites mal dormidas e até questões hormonais aparecem ali, silenciosamente, fio a fio. Como muita gente costuma dizer: o cabelo entrega.</p><p>No meio disso tudo, a gente também se perde em uma avalanche de “verdades absolutas”. Lavar todo dia faz mal? Cortar acelera o crescimento? Produto caro resolve tudo? A queda, especialmente, é um capítulo à parte. Assusta, mexe com a autoestima e, em muitos casos, vira um ciclo de ansiedade. Quanto mais a gente se desespera, mais parece que o problema aumenta. </p><p>Por isso, no Interessa desta segunda (20), nossas meninas falam de cuidados com os fios que vão muito além de shampoo e condicionador. Envolve alimentação, hábitos, saúde emocional e até a forma como lidamos com a nossa própria imagem. Para entender melhor tudo isso, a bancada recebe o médico especialista em transplante capilar, Dr. Raphael Garcia, que vai ajudar a separar mitos de verdades e orientar sobre como cuidar do cabelo de forma mais consciente e individualizada.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Acredite. Entre os temas de saúde mais buscados recentemente, um assunto aparentemente simples ganhou destaque: cabelo. Afinal, quem nunca se pegou procurando dicas milagrosas para deixar os fios mais bonitos, fortes ou menos quebradiços? Mas o que começa como uma busca estética pode revelar algo bem mais profundo.</p><p>Brilho, queda, ressecamento… por trás desses sinais, existe um recado. O cabelo não é só moldura do rosto, ele pode funcionar como um verdadeiro termômetro da nossa rotina e do nosso estado emocional. Estresse, alimentação desregulada, noites mal dormidas e até questões hormonais aparecem ali, silenciosamente, fio a fio. Como muita gente costuma dizer: o cabelo entrega.</p><p>No meio disso tudo, a gente também se perde em uma avalanche de “verdades absolutas”. Lavar todo dia faz mal? Cortar acelera o crescimento? Produto caro resolve tudo? A queda, especialmente, é um capítulo à parte. Assusta, mexe com a autoestima e, em muitos casos, vira um ciclo de ansiedade. Quanto mais a gente se desespera, mais parece que o problema aumenta. </p><p>Por isso, no Interessa desta segunda (20), nossas meninas falam de cuidados com os fios que vão muito além de shampoo e condicionador. Envolve alimentação, hábitos, saúde emocional e até a forma como lidamos com a nossa própria imagem. Para entender melhor tudo isso, a bancada recebe o médico especialista em transplante capilar, Dr. Raphael Garcia, que vai ajudar a separar mitos de verdades e orientar sobre como cuidar do cabelo de forma mais consciente e individualizada.<br></p>]]>
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      <pubDate>Mon, 20 Apr 2026 15:51:49 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Café com Política | Fernando Breno - prefeito de Coromandel</title>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Coromandel, Fernando Breno Valadares Vieira, faz uma análise direta sobre a distribuição de recursos no Brasil e levanta um debate importante sobre o pacto federativo. Durante a entrevista ao Café com Política, ele afirma que os municípios estão sobrecarregados, recebendo menos recursos enquanto acumulam mais responsabilidades.<br>Segundo ele, de cada 10 reais pagos em impostos, apenas 2 ficam nas cidades, o que compromete a capacidade de investimento e atendimento à população. O prefeito também critica os possíveis impactos da reforma tributária e defende uma revisão mais ampla da Constituição, adaptada à realidade atual do país.<br>A entrevista traz reflexões sobre governança, eficiência da gestão pública e a necessidade de mudanças estruturais para melhorar a vida da população.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 20 Apr 2026 14:02:53 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>AGROTEMPO | Senar Minas comemora 33 anos com mais de 4 milhões de pessoas atendidas </title>
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        <![CDATA[<p><br>O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Minas Gerais, o Senar Minas, completou 33 anos de atuação no dia 7 de abril, com números que refletem a força do trabalho no campo e o investimento em qualificação profissional. Desde a criação, em 1993, mais de quatro milhões de pessoas já foram atendidas em todo o estado. Só por ano, cerca de duzentas mil participam de cursos e capacitações em diversas áreas do agronegócio. <br>Além da formação profissional, o Senar Minas também oferece assistência técnica e gerencial gratuita, atendendo atualmente 11 cadeias produtivas e contribuindo diretamente para o aumento da produtividade no campo.Ao longo dessas mais de três décadas, o trabalho tem impactado desde pequenos produtores até grandes propriedades, sempre com foco na aplicação prática do conhecimento e na melhoria dos resultados.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 19 Apr 2026 13:40:57 -0300</pubDate>
      <author>Roberto Meokarem</author>
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        <![CDATA[<p><br>O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Minas Gerais, o Senar Minas, completou 33 anos de atuação no dia 7 de abril, com números que refletem a força do trabalho no campo e o investimento em qualificação profissional. Desde a criação, em 1993, mais de quatro milhões de pessoas já foram atendidas em todo o estado. Só por ano, cerca de duzentas mil participam de cursos e capacitações em diversas áreas do agronegócio. <br>Além da formação profissional, o Senar Minas também oferece assistência técnica e gerencial gratuita, atendendo atualmente 11 cadeias produtivas e contribuindo diretamente para o aumento da produtividade no campo.Ao longo dessas mais de três décadas, o trabalho tem impactado desde pequenos produtores até grandes propriedades, sempre com foco na aplicação prática do conhecimento e na melhoria dos resultados.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Agrotempo, agronegócios</itunes:keywords>
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      <title>Minas S/A | MIP Engenharia comemora 65 anos com muita inovação</title>
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        <![CDATA[<p>Iomar Tavares, presidente da MIP Engenharia, é o convidado de hoje da temporada Minas S/A Legados em todas as plataformas de O TEMPO.</p><p>À frente de uma das organizações mais longevas e resilientes do setor de montagem eletromecânica no Brasil, que preserva o mesmo CNPJ há 65 anos, o executivo detalha como a solidez técnica e a preservação do "núcleo duro" de talentos converteram a companhia em parceira estratégica de gigantes da mineração, siderurgia e energia.</p><p>Nesta conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Iomar, que iniciou sua trajetória na empresa como auxiliar e ascendeu ao topo da gestão, compartilha sua experiência de superação em crises e discute o novo horizonte tecnológico do grupo: a implementação de inteligência artificial nos canteiros, a expansão para o setor de transição energética através do cobre e o compromisso inegociável com a segurança do trabalho e a ética corporativa, chancelada pelo Prêmio Empresa Pró-Ética, iniciativa da CGU (Controladoria-Geral da União).</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Iomar Tavares, presidente da MIP Engenharia, é o convidado de hoje da temporada Minas S/A Legados em todas as plataformas de O TEMPO.</p><p>À frente de uma das organizações mais longevas e resilientes do setor de montagem eletromecânica no Brasil, que preserva o mesmo CNPJ há 65 anos, o executivo detalha como a solidez técnica e a preservação do "núcleo duro" de talentos converteram a companhia em parceira estratégica de gigantes da mineração, siderurgia e energia.</p><p>Nesta conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Iomar, que iniciou sua trajetória na empresa como auxiliar e ascendeu ao topo da gestão, compartilha sua experiência de superação em crises e discute o novo horizonte tecnológico do grupo: a implementação de inteligência artificial nos canteiros, a expansão para o setor de transição energética através do cobre e o compromisso inegociável com a segurança do trabalho e a ética corporativa, chancelada pelo Prêmio Empresa Pró-Ética, iniciativa da CGU (Controladoria-Geral da União).</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 18 Apr 2026 08:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Helenice Laguardia</author>
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        <![CDATA[<p>Iomar Tavares, presidente da MIP Engenharia, é o convidado de hoje da temporada Minas S/A Legados em todas as plataformas de O TEMPO.</p><p>À frente de uma das organizações mais longevas e resilientes do setor de montagem eletromecânica no Brasil, que preserva o mesmo CNPJ há 65 anos, o executivo detalha como a solidez técnica e a preservação do "núcleo duro" de talentos converteram a companhia em parceira estratégica de gigantes da mineração, siderurgia e energia.</p><p>Nesta conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Iomar, que iniciou sua trajetória na empresa como auxiliar e ascendeu ao topo da gestão, compartilha sua experiência de superação em crises e discute o novo horizonte tecnológico do grupo: a implementação de inteligência artificial nos canteiros, a expansão para o setor de transição energética através do cobre e o compromisso inegociável com a segurança do trabalho e a ética corporativa, chancelada pelo Prêmio Empresa Pró-Ética, iniciativa da CGU (Controladoria-Geral da União).</p>]]>
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      <title>O TEMPO Entrevista | Intoxicações silenciosas fazem parte da rotina e exigem mais atenção</title>
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      <itunes:title>O TEMPO Entrevista | Intoxicações silenciosas fazem parte da rotina e exigem mais atenção</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Intoxicações não estão restritas a acidentes extremos ou situações criminosas. Elas fazem parte do cotidiano, no uso inadequado de medicamentos, na mistura de produtos de limpeza aparentemente inofensivos e até em hábitos repetidos dentro de casa. O tema foi abordado no O TEMPO Entrevista, em conversa com o médico toxicologista Alvaro Pulchinelli, diretor da Toxicologia Pardini, que explicou como essas exposições afetam o organismo e quais cuidados podem reduzir riscos.</p><p>Segundo o especialista, a toxicologia médica estuda justamente a interação de substâncias químicas com o corpo quando elas causam prejuízos à saúde. Casos recentes de grande repercussão, como intoxicações por metanol, uso incorreto de produtos químicos e acidentes domésticos, não indicam necessariamente um aumento isolado de eventos, mas um problema recorrente associado ao uso fora das recomendações. Produtos seguros, quando utilizados de forma inadequada ou abusiva, podem provocar desde irritações leves até quadros graves e fatais.</p><p>Entre os principais alertas estão os produtos de limpeza e inseticidas de uso doméstico. Apesar de amplamente disponíveis, eles exigem leitura atenta dos rótulos, uso em ambientes ventilados e jamais devem ser misturados. O risco aumenta quando se trata de produtos clandestinos ou receitas caseiras, sem controle de composição, o que dificulta o atendimento médico em situações de emergência. A exposição repetida também preocupa, já que o organismo pode se sensibilizar ao longo do tempo, fazendo com que os sintomas apareçam apenas após vários usos.</p><p>A entrevista conduzida pelo jornalista Léo Mendes também abordou intoxicações por medicamentos, automedicação, uso de remédios vencidos, desafios virais envolvendo aerossóis, impactos da poluição e a importância dos exames toxicológicos exigidos para a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em algumas categorias. De acordo com o médico, a informação de qualidade é uma das principais ferramentas de prevenção, especialmente em um cenário de desinformação e conteúdos perigosos disseminados nas redes sociais. Em casos suspeitos de intoxicação, a orientação é afastar a pessoa da fonte de exposição e procurar atendimento médico imediato, sem tentar soluções caseiras.</p><p>O TEMPO Entrevista vai ao ar no sábado, 18 de abril, às 14 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Intoxicações não estão restritas a acidentes extremos ou situações criminosas. Elas fazem parte do cotidiano, no uso inadequado de medicamentos, na mistura de produtos de limpeza aparentemente inofensivos e até em hábitos repetidos dentro de casa. O tema foi abordado no O TEMPO Entrevista, em conversa com o médico toxicologista Alvaro Pulchinelli, diretor da Toxicologia Pardini, que explicou como essas exposições afetam o organismo e quais cuidados podem reduzir riscos.</p><p>Segundo o especialista, a toxicologia médica estuda justamente a interação de substâncias químicas com o corpo quando elas causam prejuízos à saúde. Casos recentes de grande repercussão, como intoxicações por metanol, uso incorreto de produtos químicos e acidentes domésticos, não indicam necessariamente um aumento isolado de eventos, mas um problema recorrente associado ao uso fora das recomendações. Produtos seguros, quando utilizados de forma inadequada ou abusiva, podem provocar desde irritações leves até quadros graves e fatais.</p><p>Entre os principais alertas estão os produtos de limpeza e inseticidas de uso doméstico. Apesar de amplamente disponíveis, eles exigem leitura atenta dos rótulos, uso em ambientes ventilados e jamais devem ser misturados. O risco aumenta quando se trata de produtos clandestinos ou receitas caseiras, sem controle de composição, o que dificulta o atendimento médico em situações de emergência. A exposição repetida também preocupa, já que o organismo pode se sensibilizar ao longo do tempo, fazendo com que os sintomas apareçam apenas após vários usos.</p><p>A entrevista conduzida pelo jornalista Léo Mendes também abordou intoxicações por medicamentos, automedicação, uso de remédios vencidos, desafios virais envolvendo aerossóis, impactos da poluição e a importância dos exames toxicológicos exigidos para a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em algumas categorias. De acordo com o médico, a informação de qualidade é uma das principais ferramentas de prevenção, especialmente em um cenário de desinformação e conteúdos perigosos disseminados nas redes sociais. Em casos suspeitos de intoxicação, a orientação é afastar a pessoa da fonte de exposição e procurar atendimento médico imediato, sem tentar soluções caseiras.</p><p>O TEMPO Entrevista vai ao ar no sábado, 18 de abril, às 14 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 18 Apr 2026 06:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <title>Café com Política | Vereador Wagner Ferreira</title>
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        <![CDATA[<p>Neste episódio do "Café com Política", recebemos o vereador Wagner Ferreira (Rede Sustentabilidade) para um bate-papo franco sobre os principais desafios de Belo Horizonte e seus novos planos para o Estado de Minas Gerais.</p><p>Wagner detalha seu projeto de lei que restringe a publicidade de casas de apostas (bets) na capital e alerta para os graves impactos na saúde mental e financeira das famílias. O vereador também explica os bastidores de sua saída amigável do Partido Verde, sua filiação à Rede e a pré-candidatura a Deputado Estadual em 2026.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Neste episódio do "Café com Política", recebemos o vereador Wagner Ferreira (Rede Sustentabilidade) para um bate-papo franco sobre os principais desafios de Belo Horizonte e seus novos planos para o Estado de Minas Gerais.</p><p>Wagner detalha seu projeto de lei que restringe a publicidade de casas de apostas (bets) na capital e alerta para os graves impactos na saúde mental e financeira das famílias. O vereador também explica os bastidores de sua saída amigável do Partido Verde, sua filiação à Rede e a pré-candidatura a Deputado Estadual em 2026.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 15:06:05 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:author>Jornal O TEMPO</itunes:author>
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        <![CDATA[<p>Neste episódio do "Café com Política", recebemos o vereador Wagner Ferreira (Rede Sustentabilidade) para um bate-papo franco sobre os principais desafios de Belo Horizonte e seus novos planos para o Estado de Minas Gerais.</p><p>Wagner detalha seu projeto de lei que restringe a publicidade de casas de apostas (bets) na capital e alerta para os graves impactos na saúde mental e financeira das famílias. O vereador também explica os bastidores de sua saída amigável do Partido Verde, sua filiação à Rede e a pré-candidatura a Deputado Estadual em 2026.</p>]]>
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      <title>Café com Política | Leninha, presidente do PT em MG</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A presidente do PT em Minas Gerais e deputada estadual Leninha afirmou, em entrevista ao Café com Política, que o partido lamenta o possível afastamento de PSOL e Rede na disputa pelo governo de Minas, diante da aproximação das siglas com o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), mas respeita a movimentação política do grupo. Segundo ela, embora o PT desejasse uma aliança mais ampla no campo da esquerda, a decisão é legítima.</p><p>“Claro que pode acontecer. A gente lamenta esses desarranjos da esquerda, porque gostaria de ter esse palanque mais forte, mas respeita essa movimentação, que é legítima”, afirmou.</p><p>Leninha também reconheceu que o partido já discute cenários alternativos caso o senador Rodrigo Pacheco (PSD) recue da disputa pelo governo de Minas. Segundo a dirigente, o PT não descarta lançar candidatura própria ao Palácio Tiradentes. “O nosso tema é avançar agora na proposta com o Pacheco, nosso governador. Mas, se ele não vier, a gente tem que recuar para fazer uma reanálise do contexto”, disse. “A gente vai discutir a estratégia para termos o nome para o governo de Minas Gerais, que também pode vir do PT.”</p><p>Sobre a composição da chapa majoritária, a presidente do PT mineiro afirmou que o partido não condiciona alianças à indicação do vice-governador e que a prioridade está concentrada na candidatura de Marília Campos (PT) ao Senado. “Nós não vamos fazer nenhum tipo de imposição. A gente não carrega a vaidade de que o PT tem que estar na chapa de governador. Já temos uma conquista importante, que é a nossa pré-candidata ao Senado”, declarou.</p><p>Segundo Leninha, o foco da legenda está integralmente voltado para a candidatura de Marília, sem discussão, neste momento, sobre um segundo nome petista para a disputa ao Senado. “Nosso foco é a pré-candidatura da Marília. A campanha dela é muito importante para nós. Hoje é isso”, disse.</p><p>Apesar das indefinições, Leninha reiterou que o PT mantém a expectativa de que Pacheco confirme candidatura ao governo de Minas em 2026. De acordo com ela, a direção petista segue apostando no nome do senador, apontado desde o início pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como prioridade para encabeçar o palanque no Estado. “A nossa conversa com ele (Lula) é que, de fato, Pacheco será candidato. Publicamente não teve nada, mas, conosco, do PT, ele sempre tem uma relação muito respeitosa e educada, dizendo que as coisas vão se resolver. Eu espero que se resolva ele sendo o nosso candidato”, afirmou.</p><p>No plano interno, Leninha destacou que os novos quadros recém-incorporados ao partido, como as deputadas estaduais Bella Gonçalves e Ana Paula Siqueira, fazem parte de uma estratégia voltada também para as eleições municipais. Segundo ela, o fortalecimento atual mira diretamente 2028. “Essa busca ativa foi no sentido de pensar pré-candidaturas que possam nos ajudar agora, mas já com o olho nas eleições para as cidades”, explicou.</p><p>Sobre a unidade interna da legenda, após a disputa no comando estadual, Leninha afirmou que o período de tensões ficou para trás e garantiu coesão no partido em Minas. “Essa unidade já aconteceu pós-eleições. O PT tem isso: às vezes se divide para a disputa interna, mas depois unifica, porque a nossa luta é maior”, analisou.</p><p>Ao avaliar os primeiros movimentos do governador Mateus Simões (PSD) no comando do Executivo mineiro, Leninha criticou a gestão e afirmou que não houve entregas concretas até agora. “É o lero-lero de sempre. Não tem entrega nenhuma. A pauta principal é falar do PT e do presidente Lula. Não tem pauta para anunciar para a sociedade”, criticou.</p><p>A deputada também minimizou a pré-candidatura presidencial de Romeu Zema (Novo), avaliando que sua projeção nacional é limitada. “Para fora de Minas Gerais não ecoa nada do Zema. Para mim, ele só é conhecido pelas coisas que fez, como comer banana com casca, fazer atividade física e lavar prato”, ironizou.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A presidente do PT em Minas Gerais e deputada estadual Leninha afirmou, em entrevista ao Café com Política, que o partido lamenta o possível afastamento de PSOL e Rede na disputa pelo governo de Minas, diante da aproximação das siglas com o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), mas respeita a movimentação política do grupo. Segundo ela, embora o PT desejasse uma aliança mais ampla no campo da esquerda, a decisão é legítima.</p><p>“Claro que pode acontecer. A gente lamenta esses desarranjos da esquerda, porque gostaria de ter esse palanque mais forte, mas respeita essa movimentação, que é legítima”, afirmou.</p><p>Leninha também reconheceu que o partido já discute cenários alternativos caso o senador Rodrigo Pacheco (PSD) recue da disputa pelo governo de Minas. Segundo a dirigente, o PT não descarta lançar candidatura própria ao Palácio Tiradentes. “O nosso tema é avançar agora na proposta com o Pacheco, nosso governador. Mas, se ele não vier, a gente tem que recuar para fazer uma reanálise do contexto”, disse. “A gente vai discutir a estratégia para termos o nome para o governo de Minas Gerais, que também pode vir do PT.”</p><p>Sobre a composição da chapa majoritária, a presidente do PT mineiro afirmou que o partido não condiciona alianças à indicação do vice-governador e que a prioridade está concentrada na candidatura de Marília Campos (PT) ao Senado. “Nós não vamos fazer nenhum tipo de imposição. A gente não carrega a vaidade de que o PT tem que estar na chapa de governador. Já temos uma conquista importante, que é a nossa pré-candidata ao Senado”, declarou.</p><p>Segundo Leninha, o foco da legenda está integralmente voltado para a candidatura de Marília, sem discussão, neste momento, sobre um segundo nome petista para a disputa ao Senado. “Nosso foco é a pré-candidatura da Marília. A campanha dela é muito importante para nós. Hoje é isso”, disse.</p><p>Apesar das indefinições, Leninha reiterou que o PT mantém a expectativa de que Pacheco confirme candidatura ao governo de Minas em 2026. De acordo com ela, a direção petista segue apostando no nome do senador, apontado desde o início pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como prioridade para encabeçar o palanque no Estado. “A nossa conversa com ele (Lula) é que, de fato, Pacheco será candidato. Publicamente não teve nada, mas, conosco, do PT, ele sempre tem uma relação muito respeitosa e educada, dizendo que as coisas vão se resolver. Eu espero que se resolva ele sendo o nosso candidato”, afirmou.</p><p>No plano interno, Leninha destacou que os novos quadros recém-incorporados ao partido, como as deputadas estaduais Bella Gonçalves e Ana Paula Siqueira, fazem parte de uma estratégia voltada também para as eleições municipais. Segundo ela, o fortalecimento atual mira diretamente 2028. “Essa busca ativa foi no sentido de pensar pré-candidaturas que possam nos ajudar agora, mas já com o olho nas eleições para as cidades”, explicou.</p><p>Sobre a unidade interna da legenda, após a disputa no comando estadual, Leninha afirmou que o período de tensões ficou para trás e garantiu coesão no partido em Minas. “Essa unidade já aconteceu pós-eleições. O PT tem isso: às vezes se divide para a disputa interna, mas depois unifica, porque a nossa luta é maior”, analisou.</p><p>Ao avaliar os primeiros movimentos do governador Mateus Simões (PSD) no comando do Executivo mineiro, Leninha criticou a gestão e afirmou que não houve entregas concretas até agora. “É o lero-lero de sempre. Não tem entrega nenhuma. A pauta principal é falar do PT e do presidente Lula. Não tem pauta para anunciar para a sociedade”, criticou.</p><p>A deputada também minimizou a pré-candidatura presidencial de Romeu Zema (Novo), avaliando que sua projeção nacional é limitada. “Para fora de Minas Gerais não ecoa nada do Zema. Para mim, ele só é conhecido pelas coisas que fez, como comer banana com casca, fazer atividade física e lavar prato”, ironizou.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A presidente do PT em Minas Gerais e deputada estadual Leninha afirmou, em entrevista ao Café com Política, que o partido lamenta o possível afastamento de PSOL e Rede na disputa pelo governo de Minas, diante da aproximação das siglas com o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), mas respeita a movimentação política do grupo. Segundo ela, embora o PT desejasse uma aliança mais ampla no campo da esquerda, a decisão é legítima.</p><p>“Claro que pode acontecer. A gente lamenta esses desarranjos da esquerda, porque gostaria de ter esse palanque mais forte, mas respeita essa movimentação, que é legítima”, afirmou.</p><p>Leninha também reconheceu que o partido já discute cenários alternativos caso o senador Rodrigo Pacheco (PSD) recue da disputa pelo governo de Minas. Segundo a dirigente, o PT não descarta lançar candidatura própria ao Palácio Tiradentes. “O nosso tema é avançar agora na proposta com o Pacheco, nosso governador. Mas, se ele não vier, a gente tem que recuar para fazer uma reanálise do contexto”, disse. “A gente vai discutir a estratégia para termos o nome para o governo de Minas Gerais, que também pode vir do PT.”</p><p>Sobre a composição da chapa majoritária, a presidente do PT mineiro afirmou que o partido não condiciona alianças à indicação do vice-governador e que a prioridade está concentrada na candidatura de Marília Campos (PT) ao Senado. “Nós não vamos fazer nenhum tipo de imposição. A gente não carrega a vaidade de que o PT tem que estar na chapa de governador. Já temos uma conquista importante, que é a nossa pré-candidata ao Senado”, declarou.</p><p>Segundo Leninha, o foco da legenda está integralmente voltado para a candidatura de Marília, sem discussão, neste momento, sobre um segundo nome petista para a disputa ao Senado. “Nosso foco é a pré-candidatura da Marília. A campanha dela é muito importante para nós. Hoje é isso”, disse.</p><p>Apesar das indefinições, Leninha reiterou que o PT mantém a expectativa de que Pacheco confirme candidatura ao governo de Minas em 2026. De acordo com ela, a direção petista segue apostando no nome do senador, apontado desde o início pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como prioridade para encabeçar o palanque no Estado. “A nossa conversa com ele (Lula) é que, de fato, Pacheco será candidato. Publicamente não teve nada, mas, conosco, do PT, ele sempre tem uma relação muito respeitosa e educada, dizendo que as coisas vão se resolver. Eu espero que se resolva ele sendo o nosso candidato”, afirmou.</p><p>No plano interno, Leninha destacou que os novos quadros recém-incorporados ao partido, como as deputadas estaduais Bella Gonçalves e Ana Paula Siqueira, fazem parte de uma estratégia voltada também para as eleições municipais. Segundo ela, o fortalecimento atual mira diretamente 2028. “Essa busca ativa foi no sentido de pensar pré-candidaturas que possam nos ajudar agora, mas já com o olho nas eleições para as cidades”, explicou.</p><p>Sobre a unidade interna da legenda, após a disputa no comando estadual, Leninha afirmou que o período de tensões ficou para trás e garantiu coesão no partido em Minas. “Essa unidade já aconteceu pós-eleições. O PT tem isso: às vezes se divide para a disputa interna, mas depois unifica, porque a nossa luta é maior”, analisou.</p><p>Ao avaliar os primeiros movimentos do governador Mateus Simões (PSD) no comando do Executivo mineiro, Leninha criticou a gestão e afirmou que não houve entregas concretas até agora. “É o lero-lero de sempre. Não tem entrega nenhuma. A pauta principal é falar do PT e do presidente Lula. Não tem pauta para anunciar para a sociedade”, criticou.</p><p>A deputada também minimizou a pré-candidatura presidencial de Romeu Zema (Novo), avaliando que sua projeção nacional é limitada. “Para fora de Minas Gerais não ecoa nada do Zema. Para mim, ele só é conhecido pelas coisas que fez, como comer banana com casca, fazer atividade física e lavar prato”, ironizou.</p>]]>
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      <title>Topstreaming | Vale a pena ver "Ronaldinho Gaúcho", documentário na Netflix</title>
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      <itunes:title>Topstreaming | Vale a pena ver "Ronaldinho Gaúcho", documentário na Netflix</itunes:title>
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      <pubDate>Thu, 16 Apr 2026 21:57:27 -0300</pubDate>
      <author>Isis Mota</author>
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      <itunes:keywords>Ronaldinho Gaúcho; Netflix; futebol; dicas de séries</itunes:keywords>
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      <title>AGROTEMPO | Crise no seguro rural expõe fragilidade do modelo e pressiona por reforma </title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista, a senadora Tereza Cristina alerta para o momento crítico do seguro rural no Brasil, marcado pela redução da área segurada e pela limitação de recursos — cerca de R$ 500 milhões, abaixo do mínimo esperado. Para reverter o cenário, ela defende a aprovação de um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados, sob relatoria de Pedro Lupion, além de maior participação do governo e novas fontes de financiamento, como o BNDES. A proposta busca modernizar o modelo diante do aumento dos riscos climáticos e ampliar a proteção ao produtor rural. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista, a senadora Tereza Cristina alerta para o momento crítico do seguro rural no Brasil, marcado pela redução da área segurada e pela limitação de recursos — cerca de R$ 500 milhões, abaixo do mínimo esperado. Para reverter o cenário, ela defende a aprovação de um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados, sob relatoria de Pedro Lupion, além de maior participação do governo e novas fontes de financiamento, como o BNDES. A proposta busca modernizar o modelo diante do aumento dos riscos climáticos e ampliar a proteção ao produtor rural. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 16 Apr 2026 21:00:32 -0300</pubDate>
      <author>Roberto Meokarem</author>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista, a senadora Tereza Cristina alerta para o momento crítico do seguro rural no Brasil, marcado pela redução da área segurada e pela limitação de recursos — cerca de R$ 500 milhões, abaixo do mínimo esperado. Para reverter o cenário, ela defende a aprovação de um projeto de lei em tramitação na Câmara dos Deputados, sob relatoria de Pedro Lupion, além de maior participação do governo e novas fontes de financiamento, como o BNDES. A proposta busca modernizar o modelo diante do aumento dos riscos climáticos e ampliar a proteção ao produtor rural. </p>]]>
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      <itunes:keywords>Agrotempo, agronegócios, economia</itunes:keywords>
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      <title>Interessa | Filhos adultos e dependência financeira: quando o apoio vira ‘obrigação’</title>
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        <![CDATA[<p>Amar também é permitir que o filho adulto construa o próprio caminho, inclusive, no campo financeiro. Essa é a premissa central deste programa, que trata de um fenômeno cada vez mais discutido: a dependência financeira prolongada de filhos adultos em relação aos pais.  </p><p>O recorte considera especificamente filhos que já atingiram a maioridade e, em tese, teriam condições de se sustentar, mas seguem recorrendo ao apoio financeiro familiar. É importante diferenciar situações pontuais, em que a ajuda é natural e até necessária, de casos em que esse suporte se torna contínuo e acaba comprometendo o desenvolvimento da autonomia. Nesses contextos, a dependência pode ser resultado tanto de dificuldades reais quanto de comodismo.  </p><p>Os brasileiros estão ficando mais tempo na casa dos pais. O número de pessoas entre 25 e 34 anos que não saiu de casa – a chamada geração canguru - aumentou 137% entre 2012 e 2022. Isso é o que aponta uma pesquisa da Kantar IBOPE Media. Ao contrário do que se pode imaginar, esse tipo de exploração raramente ocorre de forma explícita ou agressiva. Em muitos casos, ela se manifesta de maneira sutil, por meio de vínculos afetivos e pedidos recorrentes que apelam ao emocional dos pais, criando uma dinâmica difícil de romper.  <br>Casos conhecidos ajudam a ilustrar diferentes facetas dessa questão. O cantor Fiuk, de 35 anos, filho do cantor Fábio Júnior, de 72, lançou neste mês a canção "Meu pai e minha mãe" - e em trechos da letra aborda a dependência financeira , mesmo já sendo um adulto com carreira consolidada. "Mãe, eu quero voltar a ser menino. Meu pai e minha mãe, tô precisando de dinheiro. Meu pai e minha mãe, eu já vendi meu corpo inteiro", "Pai eu quero ir lá fora brincar" - mas o Fiuk completou 35 anos e é cantor, ator, compositor e piloto de drift...  Já o ator Stênio Garcia, de 94 anos também vive algo analogicamente parecido com relação às filhas Cássia e Gaya Piovesan. Ele move uma ação judicial (iniciada em outubro de 2025) contra ambas alegando abandono material e apropriação indevida de um apartamento em Ipanema, Rio de Janeiro. O artista busca reaver o imóvel de usufruto vitalício, relatando vulnerabilidade financeira, enquanto o caso tramita sob segredo de justiça.  </p><p>Ajudar é sempre amor?  <br>Vamos refletir?  </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Amar também é permitir que o filho adulto construa o próprio caminho, inclusive, no campo financeiro. Essa é a premissa central deste programa, que trata de um fenômeno cada vez mais discutido: a dependência financeira prolongada de filhos adultos em relação aos pais.  </p><p>O recorte considera especificamente filhos que já atingiram a maioridade e, em tese, teriam condições de se sustentar, mas seguem recorrendo ao apoio financeiro familiar. É importante diferenciar situações pontuais, em que a ajuda é natural e até necessária, de casos em que esse suporte se torna contínuo e acaba comprometendo o desenvolvimento da autonomia. Nesses contextos, a dependência pode ser resultado tanto de dificuldades reais quanto de comodismo.  </p><p>Os brasileiros estão ficando mais tempo na casa dos pais. O número de pessoas entre 25 e 34 anos que não saiu de casa – a chamada geração canguru - aumentou 137% entre 2012 e 2022. Isso é o que aponta uma pesquisa da Kantar IBOPE Media. Ao contrário do que se pode imaginar, esse tipo de exploração raramente ocorre de forma explícita ou agressiva. Em muitos casos, ela se manifesta de maneira sutil, por meio de vínculos afetivos e pedidos recorrentes que apelam ao emocional dos pais, criando uma dinâmica difícil de romper.  <br>Casos conhecidos ajudam a ilustrar diferentes facetas dessa questão. O cantor Fiuk, de 35 anos, filho do cantor Fábio Júnior, de 72, lançou neste mês a canção "Meu pai e minha mãe" - e em trechos da letra aborda a dependência financeira , mesmo já sendo um adulto com carreira consolidada. "Mãe, eu quero voltar a ser menino. Meu pai e minha mãe, tô precisando de dinheiro. Meu pai e minha mãe, eu já vendi meu corpo inteiro", "Pai eu quero ir lá fora brincar" - mas o Fiuk completou 35 anos e é cantor, ator, compositor e piloto de drift...  Já o ator Stênio Garcia, de 94 anos também vive algo analogicamente parecido com relação às filhas Cássia e Gaya Piovesan. Ele move uma ação judicial (iniciada em outubro de 2025) contra ambas alegando abandono material e apropriação indevida de um apartamento em Ipanema, Rio de Janeiro. O artista busca reaver o imóvel de usufruto vitalício, relatando vulnerabilidade financeira, enquanto o caso tramita sob segredo de justiça.  </p><p>Ajudar é sempre amor?  <br>Vamos refletir?  </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 16 Apr 2026 15:59:35 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Amar também é permitir que o filho adulto construa o próprio caminho, inclusive, no campo financeiro. Essa é a premissa central deste programa, que trata de um fenômeno cada vez mais discutido: a dependência financeira prolongada de filhos adultos em relação aos pais.  </p><p>O recorte considera especificamente filhos que já atingiram a maioridade e, em tese, teriam condições de se sustentar, mas seguem recorrendo ao apoio financeiro familiar. É importante diferenciar situações pontuais, em que a ajuda é natural e até necessária, de casos em que esse suporte se torna contínuo e acaba comprometendo o desenvolvimento da autonomia. Nesses contextos, a dependência pode ser resultado tanto de dificuldades reais quanto de comodismo.  </p><p>Os brasileiros estão ficando mais tempo na casa dos pais. O número de pessoas entre 25 e 34 anos que não saiu de casa – a chamada geração canguru - aumentou 137% entre 2012 e 2022. Isso é o que aponta uma pesquisa da Kantar IBOPE Media. Ao contrário do que se pode imaginar, esse tipo de exploração raramente ocorre de forma explícita ou agressiva. Em muitos casos, ela se manifesta de maneira sutil, por meio de vínculos afetivos e pedidos recorrentes que apelam ao emocional dos pais, criando uma dinâmica difícil de romper.  <br>Casos conhecidos ajudam a ilustrar diferentes facetas dessa questão. O cantor Fiuk, de 35 anos, filho do cantor Fábio Júnior, de 72, lançou neste mês a canção "Meu pai e minha mãe" - e em trechos da letra aborda a dependência financeira , mesmo já sendo um adulto com carreira consolidada. "Mãe, eu quero voltar a ser menino. Meu pai e minha mãe, tô precisando de dinheiro. Meu pai e minha mãe, eu já vendi meu corpo inteiro", "Pai eu quero ir lá fora brincar" - mas o Fiuk completou 35 anos e é cantor, ator, compositor e piloto de drift...  Já o ator Stênio Garcia, de 94 anos também vive algo analogicamente parecido com relação às filhas Cássia e Gaya Piovesan. Ele move uma ação judicial (iniciada em outubro de 2025) contra ambas alegando abandono material e apropriação indevida de um apartamento em Ipanema, Rio de Janeiro. O artista busca reaver o imóvel de usufruto vitalício, relatando vulnerabilidade financeira, enquanto o caso tramita sob segredo de justiça.  </p><p>Ajudar é sempre amor?  <br>Vamos refletir?  </p>]]>
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      <title>Café com Política | Jarbas Soares</title>
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        <![CDATA[<p>O ex-procurador-geral de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Jarbas Soares (PSB), defendeu a candidatura do senador Rodrigo Pacheco (PSB) ao governo de Minas e indicou que o parlamentar deve ampliar sua presença no estado nos próximos meses. Em entrevista ao Café com Política, no canal de O TEMPO no YouTube, Jarbas disse que a filiação de Pacheco ao PSB é um sinal claro de que ele entrará na disputa pelo Palácio Tiradentes. “Eu acho que o senador, se não fosse candidato, ele não teria se filiado", pontuou</p><p>Recém-filiado ao PSB, Jarbas também confirmou que não pretende disputar vaga para deputado federal ou estadual e deixou claro que seu horizonte político está voltado para cargos majoritários. Segundo ele, uma composição como vice em eventual chapa encabeçada por Pacheco está no radar. “Eu não vou disputar eleição para deputado federal e deputado estadual.  Pode ser que, dentro dessa composição, eu possa estar ao lado dele como vice”, declarou. Sobre uma eventual candidatura ao Senado, o ex-procurador ponderou que a disputa tende a ser contaminada por um debate que considera menor: “Eu vejo que a disputa no Senado vai estar um pouco contaminada de pessoas que são a favor e contra impeachment de ministro do Supremo. Eu acho essa discussão muito pequena”, avaliou. </p><p>Questionado sobre cenário estadual, Jarbas descartou qualquer alinhamento com o governador em exercício Mateus Simões (PSD), a quem elogiou pessoalmente, mas de quem se distanciou politicamente. “Eu gosto muito do professor Matheus, acho ele uma pessoa formidável, de inteligência muito grande. Mas, sinceramente falando, eu não me vejo no campo político que ele busca. Essa chamada direita extremada também, a forma de ser, eu não me sinto à vontade no campo político que ele milita”, afirmou.</p><p>Durante a entrevista, Jarbas também fez críticas à gestão de Romeu Zema (Novo). Para ele, Minas perdeu protagonismo nacional e carece de uma administração mais ousada. “Minas Gerais está nesse marasmo, vamos falar a verdade, está parada no tempo. Minas hoje é um estado atrasado”, pontuou. Na avaliação do ex-procurador, faltou ao atual governo capacidade de articulação institucional com Brasília. Segundo ele, os embates políticos de Zema com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comprometeram interesses do estado: “Ele foi muito provocativo em relação ao presidente Lula e isso acabou prejudicando Minas”.</p><p>Jarbas criticou ainda a escolha feita por Zema para o comando do Ministério Público de Minas Gerais, afirmando que a decisão interferiu negativamente em um processo interno de transição. “Na forma que foi, ele deu prejuízo muito grande para o Ministério Público. Ele (Zema) bagunçou o Ministério Público”, declarou, referindo-se à nomeação do procurador-geral Paulo de Tarso. </p><p>Penduricalhos e STF <br>Sobre o debate em torno dos chamados penduricalhos no Judiciário, Jarbas atribuiu o problema à defasagem acumulada nos subsídios das carreiras jurídicas. Segundo ele, a perda inflacionária desde 2004 chega a cerca de 50%, o que teria levado tribunais e órgãos a criarem mecanismos compensatórios. “O ideal é que o Congresso regulamente isto, defina o que pode e o que não pode”, afirmou, defendendo uma solução legislativa transparente para o tema.</p><p>Ao analisar o caso envolvendo o Banco Master e a relação de ministros do Supremo Tribunal Federal com o empresário Daniel Vorcaro, Jarbas pregou cautela e disse que qualquer conclusão deve depender da apuração formal. “É preciso verificar realmente se tem esse envolvimento dos ministros com alguma coisa ilícita. As informações que nós temos são de imprensa, e eu, como promotor de Justiça, sempre faço avaliação com os autos na mão”, avaliou.</p><p>O ex-procurador defendeu ainda padrões rigorosos de conduta para integrantes da Suprema Corte. “O ministro do Supremo, até porque chama Supremo, tem que ter muitas restrições, tem que ter uma vida quase franciscana”, afirmou, ressaltando que, embora magistrados devam manter contato com a comunidade jurídica, precisam observar limites éticos compatíveis com a função.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O ex-procurador-geral de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Jarbas Soares (PSB), defendeu a candidatura do senador Rodrigo Pacheco (PSB) ao governo de Minas e indicou que o parlamentar deve ampliar sua presença no estado nos próximos meses. Em entrevista ao Café com Política, no canal de O TEMPO no YouTube, Jarbas disse que a filiação de Pacheco ao PSB é um sinal claro de que ele entrará na disputa pelo Palácio Tiradentes. “Eu acho que o senador, se não fosse candidato, ele não teria se filiado", pontuou</p><p>Recém-filiado ao PSB, Jarbas também confirmou que não pretende disputar vaga para deputado federal ou estadual e deixou claro que seu horizonte político está voltado para cargos majoritários. Segundo ele, uma composição como vice em eventual chapa encabeçada por Pacheco está no radar. “Eu não vou disputar eleição para deputado federal e deputado estadual.  Pode ser que, dentro dessa composição, eu possa estar ao lado dele como vice”, declarou. Sobre uma eventual candidatura ao Senado, o ex-procurador ponderou que a disputa tende a ser contaminada por um debate que considera menor: “Eu vejo que a disputa no Senado vai estar um pouco contaminada de pessoas que são a favor e contra impeachment de ministro do Supremo. Eu acho essa discussão muito pequena”, avaliou. </p><p>Questionado sobre cenário estadual, Jarbas descartou qualquer alinhamento com o governador em exercício Mateus Simões (PSD), a quem elogiou pessoalmente, mas de quem se distanciou politicamente. “Eu gosto muito do professor Matheus, acho ele uma pessoa formidável, de inteligência muito grande. Mas, sinceramente falando, eu não me vejo no campo político que ele busca. Essa chamada direita extremada também, a forma de ser, eu não me sinto à vontade no campo político que ele milita”, afirmou.</p><p>Durante a entrevista, Jarbas também fez críticas à gestão de Romeu Zema (Novo). Para ele, Minas perdeu protagonismo nacional e carece de uma administração mais ousada. “Minas Gerais está nesse marasmo, vamos falar a verdade, está parada no tempo. Minas hoje é um estado atrasado”, pontuou. Na avaliação do ex-procurador, faltou ao atual governo capacidade de articulação institucional com Brasília. Segundo ele, os embates políticos de Zema com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comprometeram interesses do estado: “Ele foi muito provocativo em relação ao presidente Lula e isso acabou prejudicando Minas”.</p><p>Jarbas criticou ainda a escolha feita por Zema para o comando do Ministério Público de Minas Gerais, afirmando que a decisão interferiu negativamente em um processo interno de transição. “Na forma que foi, ele deu prejuízo muito grande para o Ministério Público. Ele (Zema) bagunçou o Ministério Público”, declarou, referindo-se à nomeação do procurador-geral Paulo de Tarso. </p><p>Penduricalhos e STF <br>Sobre o debate em torno dos chamados penduricalhos no Judiciário, Jarbas atribuiu o problema à defasagem acumulada nos subsídios das carreiras jurídicas. Segundo ele, a perda inflacionária desde 2004 chega a cerca de 50%, o que teria levado tribunais e órgãos a criarem mecanismos compensatórios. “O ideal é que o Congresso regulamente isto, defina o que pode e o que não pode”, afirmou, defendendo uma solução legislativa transparente para o tema.</p><p>Ao analisar o caso envolvendo o Banco Master e a relação de ministros do Supremo Tribunal Federal com o empresário Daniel Vorcaro, Jarbas pregou cautela e disse que qualquer conclusão deve depender da apuração formal. “É preciso verificar realmente se tem esse envolvimento dos ministros com alguma coisa ilícita. As informações que nós temos são de imprensa, e eu, como promotor de Justiça, sempre faço avaliação com os autos na mão”, avaliou.</p><p>O ex-procurador defendeu ainda padrões rigorosos de conduta para integrantes da Suprema Corte. “O ministro do Supremo, até porque chama Supremo, tem que ter muitas restrições, tem que ter uma vida quase franciscana”, afirmou, ressaltando que, embora magistrados devam manter contato com a comunidade jurídica, precisam observar limites éticos compatíveis com a função.</p>]]>
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      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O ex-procurador-geral de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Jarbas Soares (PSB), defendeu a candidatura do senador Rodrigo Pacheco (PSB) ao governo de Minas e indicou que o parlamentar deve ampliar sua presença no estado nos próximos meses. Em entrevista ao Café com Política, no canal de O TEMPO no YouTube, Jarbas disse que a filiação de Pacheco ao PSB é um sinal claro de que ele entrará na disputa pelo Palácio Tiradentes. “Eu acho que o senador, se não fosse candidato, ele não teria se filiado", pontuou</p><p>Recém-filiado ao PSB, Jarbas também confirmou que não pretende disputar vaga para deputado federal ou estadual e deixou claro que seu horizonte político está voltado para cargos majoritários. Segundo ele, uma composição como vice em eventual chapa encabeçada por Pacheco está no radar. “Eu não vou disputar eleição para deputado federal e deputado estadual.  Pode ser que, dentro dessa composição, eu possa estar ao lado dele como vice”, declarou. Sobre uma eventual candidatura ao Senado, o ex-procurador ponderou que a disputa tende a ser contaminada por um debate que considera menor: “Eu vejo que a disputa no Senado vai estar um pouco contaminada de pessoas que são a favor e contra impeachment de ministro do Supremo. Eu acho essa discussão muito pequena”, avaliou. </p><p>Questionado sobre cenário estadual, Jarbas descartou qualquer alinhamento com o governador em exercício Mateus Simões (PSD), a quem elogiou pessoalmente, mas de quem se distanciou politicamente. “Eu gosto muito do professor Matheus, acho ele uma pessoa formidável, de inteligência muito grande. Mas, sinceramente falando, eu não me vejo no campo político que ele busca. Essa chamada direita extremada também, a forma de ser, eu não me sinto à vontade no campo político que ele milita”, afirmou.</p><p>Durante a entrevista, Jarbas também fez críticas à gestão de Romeu Zema (Novo). Para ele, Minas perdeu protagonismo nacional e carece de uma administração mais ousada. “Minas Gerais está nesse marasmo, vamos falar a verdade, está parada no tempo. Minas hoje é um estado atrasado”, pontuou. Na avaliação do ex-procurador, faltou ao atual governo capacidade de articulação institucional com Brasília. Segundo ele, os embates políticos de Zema com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comprometeram interesses do estado: “Ele foi muito provocativo em relação ao presidente Lula e isso acabou prejudicando Minas”.</p><p>Jarbas criticou ainda a escolha feita por Zema para o comando do Ministério Público de Minas Gerais, afirmando que a decisão interferiu negativamente em um processo interno de transição. “Na forma que foi, ele deu prejuízo muito grande para o Ministério Público. Ele (Zema) bagunçou o Ministério Público”, declarou, referindo-se à nomeação do procurador-geral Paulo de Tarso. </p><p>Penduricalhos e STF <br>Sobre o debate em torno dos chamados penduricalhos no Judiciário, Jarbas atribuiu o problema à defasagem acumulada nos subsídios das carreiras jurídicas. Segundo ele, a perda inflacionária desde 2004 chega a cerca de 50%, o que teria levado tribunais e órgãos a criarem mecanismos compensatórios. “O ideal é que o Congresso regulamente isto, defina o que pode e o que não pode”, afirmou, defendendo uma solução legislativa transparente para o tema.</p><p>Ao analisar o caso envolvendo o Banco Master e a relação de ministros do Supremo Tribunal Federal com o empresário Daniel Vorcaro, Jarbas pregou cautela e disse que qualquer conclusão deve depender da apuração formal. “É preciso verificar realmente se tem esse envolvimento dos ministros com alguma coisa ilícita. As informações que nós temos são de imprensa, e eu, como promotor de Justiça, sempre faço avaliação com os autos na mão”, avaliou.</p><p>O ex-procurador defendeu ainda padrões rigorosos de conduta para integrantes da Suprema Corte. “O ministro do Supremo, até porque chama Supremo, tem que ter muitas restrições, tem que ter uma vida quase franciscana”, afirmou, ressaltando que, embora magistrados devam manter contato com a comunidade jurídica, precisam observar limites éticos compatíveis com a função.</p>]]>
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      <title>Café com Política | Flávio Roscoe</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente licenciado da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe (PL), acredita que os liberais caminham para ter uma chapa própria na disputa ao governo de Minas. As indefinições em torno das alianças nessa movimentação pré-eleitoral estariam contribuindo para o cenário, na avaliação dele. Roscoe comentou sobre as possibilidades para 2026 durante entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta quarta-feira (15/4) no canal no YouTube de O TEMPO.</p><p>Roscoe se licenciou da presidência da Fiemg no início do mês, após se filiar ao PL. A O TEMPO, ele afirma que tomou a medida para colocar o nome à disposição para o processo eleitoral. Pela experiência no setor privado, Roscoe afirma estar “mais preparado” para disputar cargo para o Poder Executivo.</p><p>Entretanto, o cenário ainda está aberto, conforme o presidente licenciado da Fiemg. Outros pré-candidatos ao governo de Minas, como o atual chefe do Executivo, Mateus Simões (PSD), e o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), estariam em conversas com o PL em busca de uma aliança. </p><p>Conforme Roscoe, grande parte dessas discussões passam pelas lideranças nacionais, e, em sua avaliação, o cenário tem caminhado para uma candidatura própria do PL em Minas.</p><p>“Eu coloco meu nome a disposição, mas de mim não depende. Eu quero contribuir com o processo. Se for possível, irei dar minha contribuição para o debate com o processo democrático”, afirma. “Depende dessa conjuntura nacional e eu acredito que o cenário ainda está em aberto, mas tende, nesse momento, para uma candidatura própria do PL.”</p><p>Em um cenário de candidatura própria, o presidente da Fiemg também acredita que uma “chapa pura” de nomes do PL poderia ganhar força, caso não ocorra uma convergência com outros partidos.</p><p>“Hoje, como as tratativas não avançaram e tem alguns obstáculos que precisam ser transpostos, eu diria que o cenário no momento mais provável é esse, mas ele não é certo. Ele é mais provável agora. Qualquer mudança pode tornar o mais provável em menos provável”, diz. “Mas acredito que o PL, optando por uma candidatura própria, efetivamente, todas as forças ali ligadas ao PL vão dar suporte a essa candidatura.”</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O presidente licenciado da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe (PL), acredita que os liberais caminham para ter uma chapa própria na disputa ao governo de Minas. As indefinições em torno das alianças nessa movimentação pré-eleitoral estariam contribuindo para o cenário, na avaliação dele. Roscoe comentou sobre as possibilidades para 2026 durante entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta quarta-feira (15/4) no canal no YouTube de O TEMPO.</p><p>Roscoe se licenciou da presidência da Fiemg no início do mês, após se filiar ao PL. A O TEMPO, ele afirma que tomou a medida para colocar o nome à disposição para o processo eleitoral. Pela experiência no setor privado, Roscoe afirma estar “mais preparado” para disputar cargo para o Poder Executivo.</p><p>Entretanto, o cenário ainda está aberto, conforme o presidente licenciado da Fiemg. Outros pré-candidatos ao governo de Minas, como o atual chefe do Executivo, Mateus Simões (PSD), e o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), estariam em conversas com o PL em busca de uma aliança. </p><p>Conforme Roscoe, grande parte dessas discussões passam pelas lideranças nacionais, e, em sua avaliação, o cenário tem caminhado para uma candidatura própria do PL em Minas.</p><p>“Eu coloco meu nome a disposição, mas de mim não depende. Eu quero contribuir com o processo. Se for possível, irei dar minha contribuição para o debate com o processo democrático”, afirma. “Depende dessa conjuntura nacional e eu acredito que o cenário ainda está em aberto, mas tende, nesse momento, para uma candidatura própria do PL.”</p><p>Em um cenário de candidatura própria, o presidente da Fiemg também acredita que uma “chapa pura” de nomes do PL poderia ganhar força, caso não ocorra uma convergência com outros partidos.</p><p>“Hoje, como as tratativas não avançaram e tem alguns obstáculos que precisam ser transpostos, eu diria que o cenário no momento mais provável é esse, mas ele não é certo. Ele é mais provável agora. Qualquer mudança pode tornar o mais provável em menos provável”, diz. “Mas acredito que o PL, optando por uma candidatura própria, efetivamente, todas as forças ali ligadas ao PL vão dar suporte a essa candidatura.”</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 15 Apr 2026 16:01:48 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O presidente licenciado da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe (PL), acredita que os liberais caminham para ter uma chapa própria na disputa ao governo de Minas. As indefinições em torno das alianças nessa movimentação pré-eleitoral estariam contribuindo para o cenário, na avaliação dele. Roscoe comentou sobre as possibilidades para 2026 durante entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta quarta-feira (15/4) no canal no YouTube de O TEMPO.</p><p>Roscoe se licenciou da presidência da Fiemg no início do mês, após se filiar ao PL. A O TEMPO, ele afirma que tomou a medida para colocar o nome à disposição para o processo eleitoral. Pela experiência no setor privado, Roscoe afirma estar “mais preparado” para disputar cargo para o Poder Executivo.</p><p>Entretanto, o cenário ainda está aberto, conforme o presidente licenciado da Fiemg. Outros pré-candidatos ao governo de Minas, como o atual chefe do Executivo, Mateus Simões (PSD), e o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), estariam em conversas com o PL em busca de uma aliança. </p><p>Conforme Roscoe, grande parte dessas discussões passam pelas lideranças nacionais, e, em sua avaliação, o cenário tem caminhado para uma candidatura própria do PL em Minas.</p><p>“Eu coloco meu nome a disposição, mas de mim não depende. Eu quero contribuir com o processo. Se for possível, irei dar minha contribuição para o debate com o processo democrático”, afirma. “Depende dessa conjuntura nacional e eu acredito que o cenário ainda está em aberto, mas tende, nesse momento, para uma candidatura própria do PL.”</p><p>Em um cenário de candidatura própria, o presidente da Fiemg também acredita que uma “chapa pura” de nomes do PL poderia ganhar força, caso não ocorra uma convergência com outros partidos.</p><p>“Hoje, como as tratativas não avançaram e tem alguns obstáculos que precisam ser transpostos, eu diria que o cenário no momento mais provável é esse, mas ele não é certo. Ele é mais provável agora. Qualquer mudança pode tornar o mais provável em menos provável”, diz. “Mas acredito que o PL, optando por uma candidatura própria, efetivamente, todas as forças ali ligadas ao PL vão dar suporte a essa candidatura.”</p>]]>
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      <title>Interessa | Anitta X Álvaro: quem você vira perto do seu amigo?</title>
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        <![CDATA[<p>Em alguns grupos, tem aquela pessoa que é a energia que organiza tudo, né? Aquela que chega e naturalmente puxa assunto, conduz o clima, ocupa espaço. E, quase sempre, existe o outro lado: alguém que se cala mais, mede cada palavra, se ajusta. A própria Anitta já expôs uma dinâmica assim ao falar do amigo Alvaro - que, perto dela, disse que fala menos… por medo. E aí a gente precisa parar um segundo: isso é admiração ou tem algo mais aí?  </p><p>Porque uma coisa é respeitar, admirar, até se inspirar. Outra, bem diferente, é quando a presença do outro vira um filtro constante. Quando você não relaxa, não se solta, não se reconhece.</p><p>Dá pra chamar de amizade um lugar onde você precisa se podar o tempo todo? Onde existe receio de desagradar, de não ser suficiente, de não corresponder?  </p><p>Em quais ambientes você é mais você? E em quais você se limita - além do necessário? Isso diz mais sobre o outro… ou sobre como você se enxerga ali? E mais - será que, sem perceber, você também ocupa o lugar de quem intimida, mesmo sem intenção?  </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em alguns grupos, tem aquela pessoa que é a energia que organiza tudo, né? Aquela que chega e naturalmente puxa assunto, conduz o clima, ocupa espaço. E, quase sempre, existe o outro lado: alguém que se cala mais, mede cada palavra, se ajusta. A própria Anitta já expôs uma dinâmica assim ao falar do amigo Alvaro - que, perto dela, disse que fala menos… por medo. E aí a gente precisa parar um segundo: isso é admiração ou tem algo mais aí?  </p><p>Porque uma coisa é respeitar, admirar, até se inspirar. Outra, bem diferente, é quando a presença do outro vira um filtro constante. Quando você não relaxa, não se solta, não se reconhece.</p><p>Dá pra chamar de amizade um lugar onde você precisa se podar o tempo todo? Onde existe receio de desagradar, de não ser suficiente, de não corresponder?  </p><p>Em quais ambientes você é mais você? E em quais você se limita - além do necessário? Isso diz mais sobre o outro… ou sobre como você se enxerga ali? E mais - será que, sem perceber, você também ocupa o lugar de quem intimida, mesmo sem intenção?  </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 15 Apr 2026 15:40:51 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>AGROTEMPO | Crédito travado e custos em alta agravam crise no campo </title>
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        <![CDATA[<p>O agronegócio brasileiro enfrenta um cenário cada vez mais desafiador. Mesmo com uma leve recuperação nos preços de alguns produtos, como o leite, o produtor rural ainda lida com endividamento elevado, aumento de custos e dificuldade de acesso ao crédito. <br>Além disso, problemas estruturais e a falta de apoio mais efetivo do Estado seguem pressionando a atividade no campo. O deputado federal pelo Paraná, Pedro Lupion, do Republicanos, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária disse que o estado falha na assistência ao produtor. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 14 Apr 2026 20:53:18 -0300</pubDate>
      <author>Roberto Meokarem</author>
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      <itunes:keywords>Agrotempo, agronegócios</itunes:keywords>
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      <title>Café com Política | Eduardo Cunha</title>
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        <![CDATA[<p>O ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (Republicanos) minimizou as resistências enfrentadas nas articulações partidárias em Minas Gerais e afirmou que a rejeição acontece porque parlamentares temem perder espaço nas chapas proporcionais para nomes com potencial eleitoral elevado. Em entrevista ao Café com Política, exibida nesta terça-feira (14/4) no canal de O TEMPO no YouTube, Cunha, que pretende disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados, evitou antecipar ainda apoio a qualquer nome na corrida pelo governo mineiro, sinalizou, no entanto, simpatia pela candidatura de Marcelo Aro ao Senado, mas defendeu que seguirá a orientação do Republicanos nas eleições estaduais.</p><p>“Eu estando no partido, eu vou ser obrigado a seguir o que o partido definir, mesmo que eu não goste. Então eu não vou ser indisciplinado partidariamente. Não dá para a gente ficar no partido e querer contra o partido”, afirmou o ex-deputado ao comentar uma possivel candidatura de Cleitinho (Republicanos) ao governo do Estado. </p><p>Sobre a disputa ao Senado, no entanto, Cunha indicou preferência por Marcelo Aro (PP). “Aqui em Minas Gerais eu tenho, todo mundo sabe, uma relação com o Marcelo Aro, enfim, antiga. E eu pretendo, se possível, vou apoiá-lo ao Senado”.</p><p>Eduardo Cunha minimiza resistências de partidos e diz que legendas rejeitam a nomes fortes por medo de perder cadeiras</p><p>Questionado sobre as dificuldades para encontrar espaço partidário em Minas, Eduardo Cunha minimizou resistências e atribuiu a rejeição ao sistema proporcional, no qual candidatos mais votados podem ameaçar a reeleição de parlamentares já mandatários. “Os partidos hoje e os deputados que estão nos partidos não querem outro deputado na legenda, senão ele corre o risco de perder o mandato”, pontuou.</p><p>Sobre incômodos internos no Republicanos com sua filiação e desconfortos com Cleitinho, Cunha relativizou: “Vai ter sempre gente satisfeita com a presença, vai ter gente insatisfeita, isso sempre aconteceu em todos os lugares que eu tive e não vai ser diferente agora”, avaliou.</p><p>“Minas reflete o Brasil”</p><p>Cunha também rebateu críticas sobre sua candidatura em Minas Gerais e justificou a escolha do Estado como base eleitoral. Segundo ele, sua ligação com Minas se consolidou após mudança para Belo Horizonte e investimentos familiares no Estado. “ “Eu resolvi mudar minha vida política para Minas Gerais, por ser um Estado grande, um Estado que reflete a posição do país. Minas Gerais reflete o resultado do Brasil”.</p><p>*“Zema fez bom trabalho, mas teve condições favoráveis”, afirma Eduardo Cunha</p><p>Ao analisar a gestão do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Cunha avaliou positivamente o desempenho do mineiro, mas ponderou que houve fatores externos favoráveis. “Eu acho que o Romeu Zema fez um bom trabalho, embora ele teve condições favoráveis a ele para isso. O acidente de Brumadinho permitiu o ingresso de indenização no caixa do Estado, e ele teve também adiamento do pagamento da dívida com a União”, analisou.</p><p>“Não há espaço para terceira via no país”, afirma Eduardo Cunha</p><p>Sobre a disputa presidencial de 2026, Cunha descartou espaço para candidaturas alternativas fora da polarização. “A eleição já está polarizada de uma tal maneira que, até por ser uma eleição de rejeição, ela já está definida”, afirmou o ex-deputado, que declarou apoio ao senador Flávio Bolsonaro à presidência. </p><p>Eduardo Cunha diz não se arrepender de impeachment de Dilma: “Se pudesse, teria feito mais rápido”</p><p>Figura central no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), Cunha afirmou que não se arrepende da condução do processo. “Eu teria feito talvez mais rápido o impeachment. Eu não me arrependo de nada”, afirmou o ex-presidente da Câmara, que ainda sustentou que o afastamento de Dilma abriu caminho para o avanço da direita no país: “Se eu não tivesse feito o impeachment, não teria existido Bolsonaro presidente da República”.</p><p>Ao comentar o programa Pé-de-Meia, Cunha comparou a iniciativa às pedaladas fiscais atribuídas a Dilma. “O Lula, com o programa Pé-de-Meia, se ele não tivesse tido uma decisão do Tribunal de Contas legitimando o que ele fez, ele poderia sofrer impeachment. Ele fez exatamente a mesma coisa que a Dilma fez”, afirmou.</p><p>Eduardo Cunha sai em defesa de Hugo Motta: “Ele está preso ao consenso”</p><p>Durante a entrevista, Cunha também saiu em defesa do atual presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), após as críticas sobre falta de firmeza no comando da Casa. “Ele está cumprindo os compromissos dele. Ele pode passar às vezes a sensação de indecisão, mas não é isso. É a tentativa de conciliação”, avaliou.</p><p>Ao analisar o protagonismo do Congresso no Orçamento, Cunha disse que fortalecimento do parlamento se deve a ele.  “Isso foi graças a mim, porque eu aprovei a emenda impositiva. (...) Eu fui o precursor da introdução do fortalecimento do Poder Legislativo”, disse.</p><p>Caso Master</p><p>Sobre o escândalo envolvendo o Banco Master, Cunha criticou a atuação do Banco Central. “A maior falha foi de fiscalização, porque jamais um Banco Central poderia deixar chegar no estágio que chegou. É impossível não ter detectado sinais”, comentou.</p><p>Crise no Rio de Janeiro</p><p>Ao comentar a crise institucional no Rio, Cunha defendeu que a sucessão no governo estadual siga o rito constitucional. “Tem que ter uma eleição indireta pela Assembleia Legislativa para cumprir o resto do mandato. Isso é o que manda a Constituição”, afirmou.“O Rio está hoje na mão do crime fisicamente. Se não recuperar o controle físico, você não vai poder recuperar o controle político”.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (Republicanos) minimizou as resistências enfrentadas nas articulações partidárias em Minas Gerais e afirmou que a rejeição acontece porque parlamentares temem perder espaço nas chapas proporcionais para nomes com potencial eleitoral elevado. Em entrevista ao Café com Política, exibida nesta terça-feira (14/4) no canal de O TEMPO no YouTube, Cunha, que pretende disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados, evitou antecipar ainda apoio a qualquer nome na corrida pelo governo mineiro, sinalizou, no entanto, simpatia pela candidatura de Marcelo Aro ao Senado, mas defendeu que seguirá a orientação do Republicanos nas eleições estaduais.</p><p>“Eu estando no partido, eu vou ser obrigado a seguir o que o partido definir, mesmo que eu não goste. Então eu não vou ser indisciplinado partidariamente. Não dá para a gente ficar no partido e querer contra o partido”, afirmou o ex-deputado ao comentar uma possivel candidatura de Cleitinho (Republicanos) ao governo do Estado. </p><p>Sobre a disputa ao Senado, no entanto, Cunha indicou preferência por Marcelo Aro (PP). “Aqui em Minas Gerais eu tenho, todo mundo sabe, uma relação com o Marcelo Aro, enfim, antiga. E eu pretendo, se possível, vou apoiá-lo ao Senado”.</p><p>Eduardo Cunha minimiza resistências de partidos e diz que legendas rejeitam a nomes fortes por medo de perder cadeiras</p><p>Questionado sobre as dificuldades para encontrar espaço partidário em Minas, Eduardo Cunha minimizou resistências e atribuiu a rejeição ao sistema proporcional, no qual candidatos mais votados podem ameaçar a reeleição de parlamentares já mandatários. “Os partidos hoje e os deputados que estão nos partidos não querem outro deputado na legenda, senão ele corre o risco de perder o mandato”, pontuou.</p><p>Sobre incômodos internos no Republicanos com sua filiação e desconfortos com Cleitinho, Cunha relativizou: “Vai ter sempre gente satisfeita com a presença, vai ter gente insatisfeita, isso sempre aconteceu em todos os lugares que eu tive e não vai ser diferente agora”, avaliou.</p><p>“Minas reflete o Brasil”</p><p>Cunha também rebateu críticas sobre sua candidatura em Minas Gerais e justificou a escolha do Estado como base eleitoral. Segundo ele, sua ligação com Minas se consolidou após mudança para Belo Horizonte e investimentos familiares no Estado. “ “Eu resolvi mudar minha vida política para Minas Gerais, por ser um Estado grande, um Estado que reflete a posição do país. Minas Gerais reflete o resultado do Brasil”.</p><p>*“Zema fez bom trabalho, mas teve condições favoráveis”, afirma Eduardo Cunha</p><p>Ao analisar a gestão do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Cunha avaliou positivamente o desempenho do mineiro, mas ponderou que houve fatores externos favoráveis. “Eu acho que o Romeu Zema fez um bom trabalho, embora ele teve condições favoráveis a ele para isso. O acidente de Brumadinho permitiu o ingresso de indenização no caixa do Estado, e ele teve também adiamento do pagamento da dívida com a União”, analisou.</p><p>“Não há espaço para terceira via no país”, afirma Eduardo Cunha</p><p>Sobre a disputa presidencial de 2026, Cunha descartou espaço para candidaturas alternativas fora da polarização. “A eleição já está polarizada de uma tal maneira que, até por ser uma eleição de rejeição, ela já está definida”, afirmou o ex-deputado, que declarou apoio ao senador Flávio Bolsonaro à presidência. </p><p>Eduardo Cunha diz não se arrepender de impeachment de Dilma: “Se pudesse, teria feito mais rápido”</p><p>Figura central no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), Cunha afirmou que não se arrepende da condução do processo. “Eu teria feito talvez mais rápido o impeachment. Eu não me arrependo de nada”, afirmou o ex-presidente da Câmara, que ainda sustentou que o afastamento de Dilma abriu caminho para o avanço da direita no país: “Se eu não tivesse feito o impeachment, não teria existido Bolsonaro presidente da República”.</p><p>Ao comentar o programa Pé-de-Meia, Cunha comparou a iniciativa às pedaladas fiscais atribuídas a Dilma. “O Lula, com o programa Pé-de-Meia, se ele não tivesse tido uma decisão do Tribunal de Contas legitimando o que ele fez, ele poderia sofrer impeachment. Ele fez exatamente a mesma coisa que a Dilma fez”, afirmou.</p><p>Eduardo Cunha sai em defesa de Hugo Motta: “Ele está preso ao consenso”</p><p>Durante a entrevista, Cunha também saiu em defesa do atual presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), após as críticas sobre falta de firmeza no comando da Casa. “Ele está cumprindo os compromissos dele. Ele pode passar às vezes a sensação de indecisão, mas não é isso. É a tentativa de conciliação”, avaliou.</p><p>Ao analisar o protagonismo do Congresso no Orçamento, Cunha disse que fortalecimento do parlamento se deve a ele.  “Isso foi graças a mim, porque eu aprovei a emenda impositiva. (...) Eu fui o precursor da introdução do fortalecimento do Poder Legislativo”, disse.</p><p>Caso Master</p><p>Sobre o escândalo envolvendo o Banco Master, Cunha criticou a atuação do Banco Central. “A maior falha foi de fiscalização, porque jamais um Banco Central poderia deixar chegar no estágio que chegou. É impossível não ter detectado sinais”, comentou.</p><p>Crise no Rio de Janeiro</p><p>Ao comentar a crise institucional no Rio, Cunha defendeu que a sucessão no governo estadual siga o rito constitucional. “Tem que ter uma eleição indireta pela Assembleia Legislativa para cumprir o resto do mandato. Isso é o que manda a Constituição”, afirmou.“O Rio está hoje na mão do crime fisicamente. Se não recuperar o controle físico, você não vai poder recuperar o controle político”.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 14 Apr 2026 09:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (Republicanos) minimizou as resistências enfrentadas nas articulações partidárias em Minas Gerais e afirmou que a rejeição acontece porque parlamentares temem perder espaço nas chapas proporcionais para nomes com potencial eleitoral elevado. Em entrevista ao Café com Política, exibida nesta terça-feira (14/4) no canal de O TEMPO no YouTube, Cunha, que pretende disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados, evitou antecipar ainda apoio a qualquer nome na corrida pelo governo mineiro, sinalizou, no entanto, simpatia pela candidatura de Marcelo Aro ao Senado, mas defendeu que seguirá a orientação do Republicanos nas eleições estaduais.</p><p>“Eu estando no partido, eu vou ser obrigado a seguir o que o partido definir, mesmo que eu não goste. Então eu não vou ser indisciplinado partidariamente. Não dá para a gente ficar no partido e querer contra o partido”, afirmou o ex-deputado ao comentar uma possivel candidatura de Cleitinho (Republicanos) ao governo do Estado. </p><p>Sobre a disputa ao Senado, no entanto, Cunha indicou preferência por Marcelo Aro (PP). “Aqui em Minas Gerais eu tenho, todo mundo sabe, uma relação com o Marcelo Aro, enfim, antiga. E eu pretendo, se possível, vou apoiá-lo ao Senado”.</p><p>Eduardo Cunha minimiza resistências de partidos e diz que legendas rejeitam a nomes fortes por medo de perder cadeiras</p><p>Questionado sobre as dificuldades para encontrar espaço partidário em Minas, Eduardo Cunha minimizou resistências e atribuiu a rejeição ao sistema proporcional, no qual candidatos mais votados podem ameaçar a reeleição de parlamentares já mandatários. “Os partidos hoje e os deputados que estão nos partidos não querem outro deputado na legenda, senão ele corre o risco de perder o mandato”, pontuou.</p><p>Sobre incômodos internos no Republicanos com sua filiação e desconfortos com Cleitinho, Cunha relativizou: “Vai ter sempre gente satisfeita com a presença, vai ter gente insatisfeita, isso sempre aconteceu em todos os lugares que eu tive e não vai ser diferente agora”, avaliou.</p><p>“Minas reflete o Brasil”</p><p>Cunha também rebateu críticas sobre sua candidatura em Minas Gerais e justificou a escolha do Estado como base eleitoral. Segundo ele, sua ligação com Minas se consolidou após mudança para Belo Horizonte e investimentos familiares no Estado. “ “Eu resolvi mudar minha vida política para Minas Gerais, por ser um Estado grande, um Estado que reflete a posição do país. Minas Gerais reflete o resultado do Brasil”.</p><p>*“Zema fez bom trabalho, mas teve condições favoráveis”, afirma Eduardo Cunha</p><p>Ao analisar a gestão do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Cunha avaliou positivamente o desempenho do mineiro, mas ponderou que houve fatores externos favoráveis. “Eu acho que o Romeu Zema fez um bom trabalho, embora ele teve condições favoráveis a ele para isso. O acidente de Brumadinho permitiu o ingresso de indenização no caixa do Estado, e ele teve também adiamento do pagamento da dívida com a União”, analisou.</p><p>“Não há espaço para terceira via no país”, afirma Eduardo Cunha</p><p>Sobre a disputa presidencial de 2026, Cunha descartou espaço para candidaturas alternativas fora da polarização. “A eleição já está polarizada de uma tal maneira que, até por ser uma eleição de rejeição, ela já está definida”, afirmou o ex-deputado, que declarou apoio ao senador Flávio Bolsonaro à presidência. </p><p>Eduardo Cunha diz não se arrepender de impeachment de Dilma: “Se pudesse, teria feito mais rápido”</p><p>Figura central no impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), Cunha afirmou que não se arrepende da condução do processo. “Eu teria feito talvez mais rápido o impeachment. Eu não me arrependo de nada”, afirmou o ex-presidente da Câmara, que ainda sustentou que o afastamento de Dilma abriu caminho para o avanço da direita no país: “Se eu não tivesse feito o impeachment, não teria existido Bolsonaro presidente da República”.</p><p>Ao comentar o programa Pé-de-Meia, Cunha comparou a iniciativa às pedaladas fiscais atribuídas a Dilma. “O Lula, com o programa Pé-de-Meia, se ele não tivesse tido uma decisão do Tribunal de Contas legitimando o que ele fez, ele poderia sofrer impeachment. Ele fez exatamente a mesma coisa que a Dilma fez”, afirmou.</p><p>Eduardo Cunha sai em defesa de Hugo Motta: “Ele está preso ao consenso”</p><p>Durante a entrevista, Cunha também saiu em defesa do atual presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), após as críticas sobre falta de firmeza no comando da Casa. “Ele está cumprindo os compromissos dele. Ele pode passar às vezes a sensação de indecisão, mas não é isso. É a tentativa de conciliação”, avaliou.</p><p>Ao analisar o protagonismo do Congresso no Orçamento, Cunha disse que fortalecimento do parlamento se deve a ele.  “Isso foi graças a mim, porque eu aprovei a emenda impositiva. (...) Eu fui o precursor da introdução do fortalecimento do Poder Legislativo”, disse.</p><p>Caso Master</p><p>Sobre o escândalo envolvendo o Banco Master, Cunha criticou a atuação do Banco Central. “A maior falha foi de fiscalização, porque jamais um Banco Central poderia deixar chegar no estágio que chegou. É impossível não ter detectado sinais”, comentou.</p><p>Crise no Rio de Janeiro</p><p>Ao comentar a crise institucional no Rio, Cunha defendeu que a sucessão no governo estadual siga o rito constitucional. “Tem que ter uma eleição indireta pela Assembleia Legislativa para cumprir o resto do mandato. Isso é o que manda a Constituição”, afirmou.“O Rio está hoje na mão do crime fisicamente. Se não recuperar o controle físico, você não vai poder recuperar o controle político”.</p>]]>
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      <title>Café com Política  | Otacilinho, prefeito de Conceição do Mato Dentro e presidente do PSB em MG</title>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Conceição do Mato Dentro e presidente estadual do PSB em Minas Gerais, Otacílio Neto Costa Mattos (Otacilinho), fala sobre a situação da cidade, as prioridades administrativas e os trabalhos da atual gestão. Ele também comenta as conversas e parcerias para as eleições de 2026. Segundo o prefeito, o partido busca ampliar o diálogo e construir alianças, com expectativa em torno de uma possível candidatura do senador Rodrigo Pacheco, recém-filiado à legenda, ao governo do Estado.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Conceição do Mato Dentro e presidente estadual do PSB em Minas Gerais, Otacílio Neto Costa Mattos (Otacilinho), fala sobre a situação da cidade, as prioridades administrativas e os trabalhos da atual gestão. Ele também comenta as conversas e parcerias para as eleições de 2026. Segundo o prefeito, o partido busca ampliar o diálogo e construir alianças, com expectativa em torno de uma possível candidatura do senador Rodrigo Pacheco, recém-filiado à legenda, ao governo do Estado.<br></p>]]>
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      <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 15:59:09 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Conceição do Mato Dentro e presidente estadual do PSB em Minas Gerais, Otacílio Neto Costa Mattos (Otacilinho), fala sobre a situação da cidade, as prioridades administrativas e os trabalhos da atual gestão. Ele também comenta as conversas e parcerias para as eleições de 2026. Segundo o prefeito, o partido busca ampliar o diálogo e construir alianças, com expectativa em torno de uma possível candidatura do senador Rodrigo Pacheco, recém-filiado à legenda, ao governo do Estado.<br></p>]]>
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      <title>Interessa | A importância do cuidado com a saúde dos meninos</title>
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        <![CDATA[<p>A frase é conhecida e repetida quase como verdade absoluta. Mas será que “homem não gosta de ir ao médico” ou será que, em algum momento da vida, ele acabou não entendendo tão bem a importância desse cuidado? Antes de qualquer generalização, um adendo: muitos meninos crescem, sim, com acompanhamento médico regular, levados pelos pais, com tudo certinho. O ponto é outro: é entender por que, ao longo da vida, parte deles se afasta desse zelo e passa a negligenciar a própria saúde.</p><p>Quando a gente olha com mais atenção, percebe que existe uma construção cultural silenciosa. Desde cedo, muitos meninos aprendem que sentir dor é fraqueza, que falar do corpo é constrangedor, que pedir ajuda não combina com a ideia de “ser homem”. Enquanto isso, meninas costumam ser mais incentivadas ao autocuidado e ao acompanhamento médico. O resultado: adultos que, muitas vezes, só procuram ajuda quando o problema já está avançado, como se ignorar sinais fosse uma prova de resistência.</p><p>No Interessa desta segunda-feira (13) o papo é justamente ampliar esse olhar. Porque saúde masculina não começa só lá na frente, com exames específicos, ela começa na infância, na forma como esse cuidado é construído dentro de casa, na escola, nas conversas (ou na falta delas). Criar um ambiente onde o menino possa falar sobre o próprio corpo sem vergonha pode mudar completamente essa relação no futuro. E isso passa, inclusive, por informação básica: observar o desenvolvimento, entender sinais do corpo, cuidar da higiene, acompanhar o crescimento.<br>Siga O TEMPO no Google e receba as principais notícias</p><p>Pra aprofundar essa conversa, a bancada feminina recebe Luís Fernando Andrade de Carvalho, que traz orientações importantes e levanta questões que todo mundo deveria se fazer: o que, de fato, precisa ser observado na saúde dos meninos? A partir de quando o acompanhamento deve ser regular e com qual especialista? Até que ponto inseguranças com o corpo têm relação com a falta de diálogo na infância? E como equilibr</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A frase é conhecida e repetida quase como verdade absoluta. Mas será que “homem não gosta de ir ao médico” ou será que, em algum momento da vida, ele acabou não entendendo tão bem a importância desse cuidado? Antes de qualquer generalização, um adendo: muitos meninos crescem, sim, com acompanhamento médico regular, levados pelos pais, com tudo certinho. O ponto é outro: é entender por que, ao longo da vida, parte deles se afasta desse zelo e passa a negligenciar a própria saúde.</p><p>Quando a gente olha com mais atenção, percebe que existe uma construção cultural silenciosa. Desde cedo, muitos meninos aprendem que sentir dor é fraqueza, que falar do corpo é constrangedor, que pedir ajuda não combina com a ideia de “ser homem”. Enquanto isso, meninas costumam ser mais incentivadas ao autocuidado e ao acompanhamento médico. O resultado: adultos que, muitas vezes, só procuram ajuda quando o problema já está avançado, como se ignorar sinais fosse uma prova de resistência.</p><p>No Interessa desta segunda-feira (13) o papo é justamente ampliar esse olhar. Porque saúde masculina não começa só lá na frente, com exames específicos, ela começa na infância, na forma como esse cuidado é construído dentro de casa, na escola, nas conversas (ou na falta delas). Criar um ambiente onde o menino possa falar sobre o próprio corpo sem vergonha pode mudar completamente essa relação no futuro. E isso passa, inclusive, por informação básica: observar o desenvolvimento, entender sinais do corpo, cuidar da higiene, acompanhar o crescimento.<br>Siga O TEMPO no Google e receba as principais notícias</p><p>Pra aprofundar essa conversa, a bancada feminina recebe Luís Fernando Andrade de Carvalho, que traz orientações importantes e levanta questões que todo mundo deveria se fazer: o que, de fato, precisa ser observado na saúde dos meninos? A partir de quando o acompanhamento deve ser regular e com qual especialista? Até que ponto inseguranças com o corpo têm relação com a falta de diálogo na infância? E como equilibr</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 15:45:00 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A frase é conhecida e repetida quase como verdade absoluta. Mas será que “homem não gosta de ir ao médico” ou será que, em algum momento da vida, ele acabou não entendendo tão bem a importância desse cuidado? Antes de qualquer generalização, um adendo: muitos meninos crescem, sim, com acompanhamento médico regular, levados pelos pais, com tudo certinho. O ponto é outro: é entender por que, ao longo da vida, parte deles se afasta desse zelo e passa a negligenciar a própria saúde.</p><p>Quando a gente olha com mais atenção, percebe que existe uma construção cultural silenciosa. Desde cedo, muitos meninos aprendem que sentir dor é fraqueza, que falar do corpo é constrangedor, que pedir ajuda não combina com a ideia de “ser homem”. Enquanto isso, meninas costumam ser mais incentivadas ao autocuidado e ao acompanhamento médico. O resultado: adultos que, muitas vezes, só procuram ajuda quando o problema já está avançado, como se ignorar sinais fosse uma prova de resistência.</p><p>No Interessa desta segunda-feira (13) o papo é justamente ampliar esse olhar. Porque saúde masculina não começa só lá na frente, com exames específicos, ela começa na infância, na forma como esse cuidado é construído dentro de casa, na escola, nas conversas (ou na falta delas). Criar um ambiente onde o menino possa falar sobre o próprio corpo sem vergonha pode mudar completamente essa relação no futuro. E isso passa, inclusive, por informação básica: observar o desenvolvimento, entender sinais do corpo, cuidar da higiene, acompanhar o crescimento.<br>Siga O TEMPO no Google e receba as principais notícias</p><p>Pra aprofundar essa conversa, a bancada feminina recebe Luís Fernando Andrade de Carvalho, que traz orientações importantes e levanta questões que todo mundo deveria se fazer: o que, de fato, precisa ser observado na saúde dos meninos? A partir de quando o acompanhamento deve ser regular e com qual especialista? Até que ponto inseguranças com o corpo têm relação com a falta de diálogo na infância? E como equilibr</p>]]>
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      <title>AGROTEMPO | Seguro rural encolhe e expõe agronegócio a risco bilionário </title>
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        <![CDATA[<p>O seguro rural no Brasil enfrenta um momento de forte retração, justamente quando os riscos climáticos aumentam e o agronegócio passa por mudanças estruturais no financiamento.  <br>Segundo o presidente da Confederação Nacional das Seguradoras, Dyogo Oliveira, o setor deixou de depender majoritariamente de crédito público e passou a operar com maior participação de recursos privados — o que aumenta a necessidade de proteção contra perdas. </p>]]>
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      <pubDate>Sat, 11 Apr 2026 17:20:15 -0300</pubDate>
      <author>Roberto Meokarem</author>
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      <itunes:keywords>Agrotempo, agronegócios</itunes:keywords>
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      <title>O TEMPO Entrevista | A inteligência artificial pode destruir a verdade? </title>
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        <![CDATA[<p>Em O TEMPO Entrevista, o advogado Everson Soto Silva Brugnara, coordenador do curso de Direito do Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), explica que a desinformação não é um fenômeno novo, mas ganhou velocidade, escala e sofisticação com o uso da IA. “Hoje, o problema não é apenas a mentira, mas a aparência de verdade. A tecnologia cria conteúdos muito convincentes, que circulam em ambientes de confiança, como grupos de família ou amigos”, afirma.</p><p>Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, Everson Brugnara disse que esse contexto reduz o senso crítico e facilita a propagação de informações falsas, muitas vezes sem intenção deliberada de causar dano. “As pessoas compartilham porque confiam na fonte, não porque checaram o conteúdo. Isso torna o combate à desinformação ainda mais complexo”, observa.</p><p>O advogado também destaca os impactos desse cenário no processo democrático, especialmente em períodos eleitorais. Conteúdos falsos produzidos com inteligência artificial podem influenciar opiniões, manipular narrativas e afetar decisões coletivas, antes que qualquer checagem consiga frear sua disseminação.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 11 Apr 2026 14:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <title>Minas S/A | Sicoob é um dos principais agentes do sistema cooperativo no Brasil</title>
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        <![CDATA[<p>O sétimo episódio da temporada Minas S/A Legados, que vai ao ar neste sábado (11/04) nas plataformas de O TEMPO, traz Elson Justino, diretor executivo do Sicoob Central Crediminas, e Valéria Matos, diretora executiva do Sicoob Central Cecremge. Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, os executivos analisam o panorama do cooperativismo de crédito a trajetória e o impacto do Sicoob como um dos principais agentes do sistema financeiro cooperativo no Brasil.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O sétimo episódio da temporada Minas S/A Legados, que vai ao ar neste sábado (11/04) nas plataformas de O TEMPO, traz Elson Justino, diretor executivo do Sicoob Central Crediminas, e Valéria Matos, diretora executiva do Sicoob Central Cecremge. Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, os executivos analisam o panorama do cooperativismo de crédito a trajetória e o impacto do Sicoob como um dos principais agentes do sistema financeiro cooperativo no Brasil.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 17:14:39 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Interessa | Sexo entre amigos: é possível ‘aliviar as tensões’ sem prejuízo à amizade ou é tragédia anunciada?</title>
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        <![CDATA[<p>A ideia parece perfeita: amizade, intimidade, zero cobrança e ainda aquele “plus” que muita gente finge que não quer, mas quer. Quem nunca pensou que viver algo como no filme Amizade Colorida, com química, leveza e sem complicação, seria a solução ideal? Na teoria, é moderno, prático e emocionalmente resolvido. Na prática… nem sempre.</p><p><br>Quando a gente tira isso da tela e leva pra vida real, as coisas costumam ganhar outras camadas. Porque onde já existe conexão, confiança e convivência, o envolvimento pode ir além do combinado. Expectativas silenciosas, ciúmes inesperados, frustrações… e, muitas vezes, o que era leve começa a pesar. A pergunta deixa de ser “vale a pena?” e vira “dá pra sair disso sem perder a amizade?” Existe maturidade emocional suficiente pra lidar com os desdobramentos? Ou, no fundo, a gente entra achando que está tudo sob controle… até não estar mais?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A ideia parece perfeita: amizade, intimidade, zero cobrança e ainda aquele “plus” que muita gente finge que não quer, mas quer. Quem nunca pensou que viver algo como no filme Amizade Colorida, com química, leveza e sem complicação, seria a solução ideal? Na teoria, é moderno, prático e emocionalmente resolvido. Na prática… nem sempre.</p><p><br>Quando a gente tira isso da tela e leva pra vida real, as coisas costumam ganhar outras camadas. Porque onde já existe conexão, confiança e convivência, o envolvimento pode ir além do combinado. Expectativas silenciosas, ciúmes inesperados, frustrações… e, muitas vezes, o que era leve começa a pesar. A pergunta deixa de ser “vale a pena?” e vira “dá pra sair disso sem perder a amizade?” Existe maturidade emocional suficiente pra lidar com os desdobramentos? Ou, no fundo, a gente entra achando que está tudo sob controle… até não estar mais?</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 15:45:15 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Café com Política | Ricardo Faria, prefeito de Contagem</title>
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        <![CDATA[<p> O prefeito de Contagem, Ricardo Faria (PSD), vem tentando evitar antecipar o debate eleitoral. Em entrevista ao <strong>Café com Política</strong>, exibido no canal de <strong>O TEMPO </strong>no YouTube na sexta-feira (10/4), o chefe do Executivo afirmou que não há como declarar apoio neste momento, mesmo sendo do mesmo partido do vice-governador Mateus Simões. </p><p> Segundo Faria, a definição só deve ocorrer após as convenções partidárias.“Eu nem sei quem vai ser candidato; A gente vai definir para quem que a gente vai e vai ter apoio, mas certamente o que eu posso te garantir é que eu estarei no palanque da senadora Marília Campos”, pontuu. </p><p>Questionado sobre o governador Mateus Simões, o prefeito adotou um tom cauteloso e avaliou que Simões ainda está em processo de consolidação política. “Ele está se construindo. Ele foi um vice governador também atuante, muito próximo da gestão e está agora nesse desafio também de percorrer o Estado”, avaliou.</p><p>Apesar de filiado ao PSD, o prefeito reforçou alinhamento com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e minimizou possíveis impactos da pré-candidatura do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), ao Planalto. “ Eu acho que eles (PSD) sabem da minha orientação política. Sabem da forma com que eu conduzo”, analisou o prefeito, que frisou ainda que a política partidária é dinâmica: “A política é muito dinâmica, sobretudo a política partidária”.</p><p>Durante a entrevista, Faria descartou deixar o PSD e elogiou a condução do partido em Minas. “Total afinidade. É um partido que tem um potencial de crescimento enorme". </p><p>Apoio político e relação institucional</p><p>Questionado sobre apoio a parlamentares nas eleições deste ano, o prefeito afirmou que adotará um critério pragmático. “Nós vamos apoiar os candidatos que estão sempre ajudando a cidade, que estão colocando emendas na cidade”, afirmou.</p><p>Durante a entrevista, Faria também prometeu manter uma relação estável com a Câmara Municipal. “A gente tem uma relação muito estreita com a Câmara, uma relação harmoniosa de que a base permaneça”. Segundo Faria, não há, neste momento, uma pauta prioritária de projetos a ser enviada ao Legislativo, embora aponte a necessidade de modernização administrativa. “A gente tem desafios, que a gente precisa de construir algumas legislações para poder modernizar a máquina pública.”</p><p>Sobre a base política, o prefeito classificou o PT como aliado importante, mas evitou falar em cenários futuros. </p><p>Transporte e obras estruturantes</p><p>Na área de mobilidade, Faria afirmou que o sistema integrado de transporte de Contagem deve começar a operar em 2027, com testes previstos para o início do ano. “Até o final desse ano e início do próximo ano, a gente inicia os testes para que ele possa estar funcionando”, explicou o prefeito, destacando que o início deve ocorrer em janeiro, período de menor fluxo na cidade.</p><p>Já sobre as obras na BR-381, na Fernão Dias, o prefeito cobrou agilidade da concessionária e destacou os impactos na mobilidade urbana. “A gente está aguardando isso, porque a gente fica ilhado ali. E as pessoas? Elas não conseguem passar a integrar a cidade de um lado para o outro”, afirmou.</p><p>Continuidade, gestão e prioridades</p><p>Ao assumir o comando da prefeitura após a saída de Marília Campos (PT), Faria prometeu dar continuidade à gestão, mas com marca própria. “É um governo de continuidade”, afirmou, destacando que pretende manter o diálogo com a população e fortalecer mecanismos de participação.</p><p>Ele também indicou foco na modernização da administração e na atração de investimentos. “A gente precisa de avançar cada vez mais para a gente possa criar um ambiente que traga mais celeridade no que diz respeito aos investimentos”.</p><p>Sobre a equipe, o prefeito sinalizou manutenção do secretariado. “Time que está ganhando não se mexe”, afirmou, citando o alto índice de aprovação da gestão anterior.</p><p>Faria descartou ainda discutir reeleição neste momento. “Está muito prematuro ainda, não estamos pensando nisso. O nosso trabalho está focado e dedicado em cumprir esse mandato”, disse.</p><p>Na área fiscal, ele defendeu a manutenção de um IPTU equilibrado. “A gente vai trabalhar nessa perspectiva de justiça social, uma cidade que cobre um IPTU justo”, afirmou, acrescentando que o tema já foi superado no município.</p>]]>
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        <![CDATA[<p> O prefeito de Contagem, Ricardo Faria (PSD), vem tentando evitar antecipar o debate eleitoral. Em entrevista ao <strong>Café com Política</strong>, exibido no canal de <strong>O TEMPO </strong>no YouTube na sexta-feira (10/4), o chefe do Executivo afirmou que não há como declarar apoio neste momento, mesmo sendo do mesmo partido do vice-governador Mateus Simões. </p><p> Segundo Faria, a definição só deve ocorrer após as convenções partidárias.“Eu nem sei quem vai ser candidato; A gente vai definir para quem que a gente vai e vai ter apoio, mas certamente o que eu posso te garantir é que eu estarei no palanque da senadora Marília Campos”, pontuu. </p><p>Questionado sobre o governador Mateus Simões, o prefeito adotou um tom cauteloso e avaliou que Simões ainda está em processo de consolidação política. “Ele está se construindo. Ele foi um vice governador também atuante, muito próximo da gestão e está agora nesse desafio também de percorrer o Estado”, avaliou.</p><p>Apesar de filiado ao PSD, o prefeito reforçou alinhamento com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e minimizou possíveis impactos da pré-candidatura do ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), ao Planalto. “ Eu acho que eles (PSD) sabem da minha orientação política. Sabem da forma com que eu conduzo”, analisou o prefeito, que frisou ainda que a política partidária é dinâmica: “A política é muito dinâmica, sobretudo a política partidária”.</p><p>Durante a entrevista, Faria descartou deixar o PSD e elogiou a condução do partido em Minas. “Total afinidade. É um partido que tem um potencial de crescimento enorme". </p><p>Apoio político e relação institucional</p><p>Questionado sobre apoio a parlamentares nas eleições deste ano, o prefeito afirmou que adotará um critério pragmático. “Nós vamos apoiar os candidatos que estão sempre ajudando a cidade, que estão colocando emendas na cidade”, afirmou.</p><p>Durante a entrevista, Faria também prometeu manter uma relação estável com a Câmara Municipal. “A gente tem uma relação muito estreita com a Câmara, uma relação harmoniosa de que a base permaneça”. Segundo Faria, não há, neste momento, uma pauta prioritária de projetos a ser enviada ao Legislativo, embora aponte a necessidade de modernização administrativa. “A gente tem desafios, que a gente precisa de construir algumas legislações para poder modernizar a máquina pública.”</p><p>Sobre a base política, o prefeito classificou o PT como aliado importante, mas evitou falar em cenários futuros. </p><p>Transporte e obras estruturantes</p><p>Na área de mobilidade, Faria afirmou que o sistema integrado de transporte de Contagem deve começar a operar em 2027, com testes previstos para o início do ano. “Até o final desse ano e início do próximo ano, a gente inicia os testes para que ele possa estar funcionando”, explicou o prefeito, destacando que o início deve ocorrer em janeiro, período de menor fluxo na cidade.</p><p>Já sobre as obras na BR-381, na Fernão Dias, o prefeito cobrou agilidade da concessionária e destacou os impactos na mobilidade urbana. “A gente está aguardando isso, porque a gente fica ilhado ali. E as pessoas? Elas não conseguem passar a integrar a cidade de um lado para o outro”, afirmou.</p><p>Continuidade, gestão e prioridades</p><p>Ao assumir o comando da prefeitura após a saída de Marília Campos (PT), Faria prometeu dar continuidade à gestão, mas com marca própria. “É um governo de continuidade”, afirmou, destacando que pretende manter o diálogo com a população e fortalecer mecanismos de participação.</p><p>Ele também indicou foco na modernização da administração e na atração de investimentos. “A gente precisa de avançar cada vez mais para a gente possa criar um ambiente que traga mais celeridade no que diz respeito aos investimentos”.</p><p>Sobre a equipe, o prefeito sinalizou manutenção do secretariado. “Time que está ganhando não se mexe”, afirmou, citando o alto índice de aprovação da gestão anterior.</p><p>Faria descartou ainda discutir reeleição neste momento. “Está muito prematuro ainda, não estamos pensando nisso. O nosso trabalho está focado e dedicado em cumprir esse mandato”, disse.</p><p>Na área fiscal, ele defendeu a manutenção de um IPTU equilibrado. “A gente vai trabalhar nessa perspectiva de justiça social, uma cidade que cobre um IPTU justo”, afirmou, acrescentando que o tema já foi superado no município.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 14:25:12 -0300</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>O TEMPO Entrevista  | ECA Digital amplia responsabilização de plataformas</title>
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        <![CDATA[<p>Crianças e adolescentes estão cada vez mais expostos a conteúdos inadequados no ambiente digital, impulsionados por algoritmos, rolagem infinita e mecanismos que estimulam o consumo prolongado de telas.</p><p>A partir de março, o Brasil passou a contar com o chamado <strong>ECA Digital</strong>, uma atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente voltada à proteção no ambiente online. O tema foi debatido em <strong>O TEMPO Entrevista</strong>, que recebeu a advogada <strong>Núbia de Paula</strong>, doutora em Direito e vice-presidente da OAB-MG. O podcast do canal <strong>O TEMPO</strong> tem a apresentação do jornalista <strong>Léo Mendes</strong>.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Crianças e adolescentes estão cada vez mais expostos a conteúdos inadequados no ambiente digital, impulsionados por algoritmos, rolagem infinita e mecanismos que estimulam o consumo prolongado de telas.</p><p>A partir de março, o Brasil passou a contar com o chamado <strong>ECA Digital</strong>, uma atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente voltada à proteção no ambiente online. O tema foi debatido em <strong>O TEMPO Entrevista</strong>, que recebeu a advogada <strong>Núbia de Paula</strong>, doutora em Direito e vice-presidente da OAB-MG. O podcast do canal <strong>O TEMPO</strong> tem a apresentação do jornalista <strong>Léo Mendes</strong>.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 04 Apr 2026 14:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <title>Berço da desigualdade</title>
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        <![CDATA[<p>Falta de acesso às políticas públicas integradas compromete o desenvolvimento das crianças desde os primeiros meses de vida</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 12:41:55 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <title>Travessia para o futuro - EP 3</title>
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        <![CDATA[<p>Quase três em cada quatro estudantes iniciam a graduação em instituições particulares</p>]]>
      </description>
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        <![CDATA[<p>Quase três em cada quatro estudantes iniciam a graduação em instituições particulares</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 23 Mar 2026 12:33:23 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <title>Travessia para o futuro - EP 2</title>
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      <pubDate>Mon, 23 Mar 2026 12:18:10 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <title>Travessia para o futuro - EP 1</title>
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      <pubDate>Mon, 23 Mar 2026 12:07:04 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <title>Quando o afeto vira negócio - EP 3</title>
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      <pubDate>Mon, 16 Feb 2026 11:46:44 -0300</pubDate>
      <author>Núbya Oliveira</author>
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      <title>Quando o afeto vira negócio - EP 2</title>
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      <pubDate>Mon, 16 Feb 2026 10:19:17 -0300</pubDate>
      <author>Núbya Oliveira</author>
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      <title>Quando o afeto vira negócio - EP 1</title>
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      <pubDate>Mon, 16 Feb 2026 09:34:28 -0300</pubDate>
      <author>Núbya Oliveira</author>
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      <title>Quando o silêncio grita - EP 4</title>
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      <pubDate>Tue, 20 Jan 2026 10:45:18 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <title>Quando o silêncio grita - EP 3</title>
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      <pubDate>Tue, 20 Jan 2026 10:07:49 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <title>Quando o silêncio grita - EP 2</title>
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      <pubDate>Tue, 20 Jan 2026 09:47:26 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <title>Quando o silêncio grita - EP 1</title>
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      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <title>Do campo à mesa</title>
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      <pubDate>Fri, 14 Nov 2025 14:19:22 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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        <![CDATA[<p>Como o médico-veterinário conecta o agro ao bem-estar animal, humano e ambiental</p>]]>
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      <title>Todo veterinário é um pouco psicólogo</title>
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        <![CDATA[<p>Você já percebeu que um bom veterinário não é somente aquele que sabe diagnosticar as doenças dos animais, como também quem sabe conversar bem com os tutores? Cada vez mais o trabalho exige que esses profissionais da saúde tenham uma comunicação assertiva e empática. E é preciso estar com a saúde mental em dia para lidar com todos esses desafios.</p><p>Neste podcast, a jornalista Cinthya Oliveira conta como o controle das emoções passou a ser fundamental para a carreira dos médicos veterinários. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Você já percebeu que um bom veterinário não é somente aquele que sabe diagnosticar as doenças dos animais, como também quem sabe conversar bem com os tutores? Cada vez mais o trabalho exige que esses profissionais da saúde tenham uma comunicação assertiva e empática. E é preciso estar com a saúde mental em dia para lidar com todos esses desafios.</p><p>Neste podcast, a jornalista Cinthya Oliveira conta como o controle das emoções passou a ser fundamental para a carreira dos médicos veterinários. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 12 Nov 2025 16:16:47 -0300</pubDate>
      <author>Cinthya Oliveira</author>
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        <![CDATA[<p>Você já percebeu que um bom veterinário não é somente aquele que sabe diagnosticar as doenças dos animais, como também quem sabe conversar bem com os tutores? Cada vez mais o trabalho exige que esses profissionais da saúde tenham uma comunicação assertiva e empática. E é preciso estar com a saúde mental em dia para lidar com todos esses desafios.</p><p>Neste podcast, a jornalista Cinthya Oliveira conta como o controle das emoções passou a ser fundamental para a carreira dos médicos veterinários. </p>]]>
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      <title>O pesadelo consignado </title>
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        <![CDATA[<p>Golpes financeiros e patrimoniais contra idosos comprometem renda, saúde física e mental, em muitos casos, a sobrevivência digna de quem dedicou anos ao trabalho</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 22 Oct 2025 09:10:03 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <title>Além da nota: a lupa da cidadania fiscal</title>
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        <![CDATA[<p>Programa Nota Fiscal Mineira incentiva os cidadãos a solicitarem a nota eletrônica e incluírem o CPF em todas as compras, promovendo o exercício da cidadania fiscal</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Programa Nota Fiscal Mineira incentiva os cidadãos a solicitarem a nota eletrônica e incluírem o CPF em todas as compras, promovendo o exercício da cidadania fiscal</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 15 Oct 2025 10:45:34 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <title>A subvenção em xeque</title>
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        <![CDATA[<p>Como a diminuição do seguro rural pode comprometer a proteção e aumentar os riscos para o produtor rural</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Como a diminuição do seguro rural pode comprometer a proteção e aumentar os riscos para o produtor rural</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 07 Oct 2025 11:42:15 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <title>Supervivência - Episódio 10</title>
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        <![CDATA[<p>No décimo e último episódio da série “Supervivência”, as jornalistas Tatiana Lagôa e Cinthya Oliveira falam sobre a importância de se cuidar da saúde para pensar em qualquer tipo de transição de vida, assim como a de carreira. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 30 Sep 2025 18:22:20 -0300</pubDate>
      <author>Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa</author>
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      <title> Supervivência - Episódio 9</title>
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        <![CDATA[<p>Neste nono episódio de “Supervivência”, as repórteres Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa mostram caminhos possíveis para quem não quer passar apuros financeiros em qualquer momento da vida - especialmente na fase mais madura. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 30 Sep 2025 13:40:15 -0300</pubDate>
      <author>Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa </author>
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      <title>Supervivência - Episódio 8</title>
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        <![CDATA[<p>No oitavo episódio da série Supervivência, Tatiana Lagôa e Cinthya Oliveira falam sobre propósito e vocação como motivadores para transição de carreira após os 50 anos.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 29 Sep 2025 21:01:42 -0300</pubDate>
      <author>Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa</author>
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      <title>Supervivência - Episódio 7</title>
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        <![CDATA[<p>Neste sétimo episódio, as jornalistas Tatiana Lagôa e Cinthya Oliveira voltam ao tema do empreendedorismo, tão importante para a geração de renda e exploração da criatividade para quem esbanja experiência. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 29 Sep 2025 20:34:08 -0300</pubDate>
      <author>Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa </author>
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      <title>Supervivência - Episódio 6</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Quando o mercado de trabalho fecha as portas para os profissionais experientes, muitas vezes o empreendedorismo é o melhor caminho para quem precisa vivenciar a transição de carreira. Neste episódio, Tatiana Lagôa e Cinthya Oliveira conversam com especialistas e contam a história de quem teve a vida transformada ao empreender na maturidade.  </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Quando o mercado de trabalho fecha as portas para os profissionais experientes, muitas vezes o empreendedorismo é o melhor caminho para quem precisa vivenciar a transição de carreira. Neste episódio, Tatiana Lagôa e Cinthya Oliveira conversam com especialistas e contam a história de quem teve a vida transformada ao empreender na maturidade.  </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 26 Sep 2025 20:32:02 -0300</pubDate>
      <author>Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa</author>
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        <![CDATA[<p>Quando o mercado de trabalho fecha as portas para os profissionais experientes, muitas vezes o empreendedorismo é o melhor caminho para quem precisa vivenciar a transição de carreira. Neste episódio, Tatiana Lagôa e Cinthya Oliveira conversam com especialistas e contam a história de quem teve a vida transformada ao empreender na maturidade.  </p>]]>
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      <itunes:keywords>maturidade, empreendedorismo, transição de carreira, 50+</itunes:keywords>
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      <title>Supervivência - Episódio 5</title>
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        <![CDATA[<p>Neste quinto episódio da série "Supervivência", as jornalistas Tatiana Lagôa e Cinthya Oliveira mostram que existe um setor que descobriu todos os benefícios de se investir na contratação de profissionais com mais de 50 anos. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Neste quinto episódio da série "Supervivência", as jornalistas Tatiana Lagôa e Cinthya Oliveira mostram que existe um setor que descobriu todos os benefícios de se investir na contratação de profissionais com mais de 50 anos. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 26 Sep 2025 10:54:24 -0300</pubDate>
      <author>Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa</author>
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      <itunes:keywords>maturidade, mercado de trabalho, supermercados, varejo, 50+</itunes:keywords>
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      <title>Supervivência - Episódio 4</title>
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        <![CDATA[<p>Neste quarto episódio da série “Supervivência”, as jornalistas Tatiana Lagôa e Cinthya Oliveira conversam com pessoas que conhecem bem esse universo corporativo para saber se as empresas estão realmente buscando uma diversidade geracional - tal qual a cartilha do ESG. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Neste quarto episódio da série “Supervivência”, as jornalistas Tatiana Lagôa e Cinthya Oliveira conversam com pessoas que conhecem bem esse universo corporativo para saber se as empresas estão realmente buscando uma diversidade geracional - tal qual a cartilha do ESG. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 25 Sep 2025 21:39:57 -0300</pubDate>
      <author>Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa</author>
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        <![CDATA[<p>Neste quarto episódio da série “Supervivência”, as jornalistas Tatiana Lagôa e Cinthya Oliveira conversam com pessoas que conhecem bem esse universo corporativo para saber se as empresas estão realmente buscando uma diversidade geracional - tal qual a cartilha do ESG. </p>]]>
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      <itunes:keywords>maturidade, mercado de trabalho, diversidade geracional</itunes:keywords>
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      <title>O papel do crédito na agricultura regenerativa</title>
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        <![CDATA[<p>O financiamento como parte estratégica para o avanço de práticas mais sustentáveis no campo</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O financiamento como parte estratégica para o avanço de práticas mais sustentáveis no campo</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 25 Sep 2025 12:57:12 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <itunes:keywords>agricultura regenerativa, crédito, produtor rural</itunes:keywords>
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      <title>Supervivência - Episódio 3</title>
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      <itunes:title>Supervivência - Episódio 3</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Neste terceiro episódio da série “Supervivência”, que aborda a transição de carreira para profissionais 50+, as jornalistas Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa conversam com mulheres maduras e uma especialista do Dieese para mostrar como recorte de gênero é fundamental para entender a dinâmica dos profissionais experientes no mercado de trabalho.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Neste terceiro episódio da série “Supervivência”, que aborda a transição de carreira para profissionais 50+, as jornalistas Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa conversam com mulheres maduras e uma especialista do Dieese para mostrar como recorte de gênero é fundamental para entender a dinâmica dos profissionais experientes no mercado de trabalho.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 25 Sep 2025 11:44:13 -0300</pubDate>
      <author>Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa</author>
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        <![CDATA[<p>Neste terceiro episódio da série “Supervivência”, que aborda a transição de carreira para profissionais 50+, as jornalistas Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa conversam com mulheres maduras e uma especialista do Dieese para mostrar como recorte de gênero é fundamental para entender a dinâmica dos profissionais experientes no mercado de trabalho.</p>]]>
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      <itunes:keywords>maturidade, questão de gênero, mulheres, 50+, profissionais 50+</itunes:keywords>
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      <title>Supervivência - Episódio 2</title>
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        <![CDATA[<p>As jornalistas Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa apresentam dados e contam histórias reveladoras do etarismo ainda tão presente no mercado de trabalho. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 23 Sep 2025 15:47:53 -0300</pubDate>
      <author>Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa</author>
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      <itunes:keywords>maturidade, 50+, transição de carreira</itunes:keywords>
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      <title>Supervivência - Episódio 1</title>
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      <itunes:title>Supervivência - Episódio 1</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>No podcast Supervivência, as jornalistas de O TEMPO Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa mergulham sobre a transição de carreira muitas vezes vivenciada por profissionais com mais de 50 anos - seja por escolha ou por necessidade. </p><p>Neste primeiro episódio, as jornalistas contam histórias de quem precisou mudar de vida profissional durante a maturidade e conversam com especialistas.</p>]]>
      </description>
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        <![CDATA[<p>No podcast Supervivência, as jornalistas de O TEMPO Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa mergulham sobre a transição de carreira muitas vezes vivenciada por profissionais com mais de 50 anos - seja por escolha ou por necessidade. </p><p>Neste primeiro episódio, as jornalistas contam histórias de quem precisou mudar de vida profissional durante a maturidade e conversam com especialistas.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 22 Sep 2025 19:46:33 -0300</pubDate>
      <author>Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa</author>
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        <![CDATA[<p>No podcast Supervivência, as jornalistas de O TEMPO Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa mergulham sobre a transição de carreira muitas vezes vivenciada por profissionais com mais de 50 anos - seja por escolha ou por necessidade. </p><p>Neste primeiro episódio, as jornalistas contam histórias de quem precisou mudar de vida profissional durante a maturidade e conversam com especialistas.</p>]]>
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      <itunes:keywords>50+, maturidade, transição de carreira, etarismo, envelhecimento</itunes:keywords>
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      <title>O ciclo de valor do saneamento - EP 03 </title>
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        <![CDATA[<p>Ampliação da infraestrutura traz impactos diretos ao solo urbano, valoriza construções e fortalece o setor imobiliário</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Ampliação da infraestrutura traz impactos diretos ao solo urbano, valoriza construções e fortalece o setor imobiliário</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 22 Sep 2025 12:33:57 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <itunes:keywords>saneamento básico, mercado imobiliário, valorização</itunes:keywords>
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      <title>O ciclo de valor do saneamento - EP 02 </title>
      <itunes:episode>2</itunes:episode>
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      <itunes:title>O ciclo de valor do saneamento - EP 02 </itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Por que o potencial turístico de uma região está diretamente ligado ao pleno acesso à água e ao esgotamento sanitário</p>]]>
      </description>
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        <![CDATA[<p>Por que o potencial turístico de uma região está diretamente ligado ao pleno acesso à água e ao esgotamento sanitário</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 22 Sep 2025 12:13:59 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <itunes:author>Nubya Oliveira</itunes:author>
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      <itunes:keywords>turismo, saneamento básico, água</itunes:keywords>
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      <title>O ciclo de valor do saneamento - EP 01 </title>
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        <![CDATA[<p>Setor é considerado peça-chave para o desenvolvimento urbano sustentável e para a redução das desigualdades sociais no país</p>]]>
      </description>
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        <![CDATA[<p>Setor é considerado peça-chave para o desenvolvimento urbano sustentável e para a redução das desigualdades sociais no país</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 22 Sep 2025 11:52:38 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <title>A nova era do campo: como a automação impulsiona a agricultura regenerativa</title>
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        <![CDATA[<p>Tecnologia pode ser aliada para que a produtividade agrícola aumente, sem esgotar os recursos naturais </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 08 Aug 2025 12:19:32 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <title>Uma dose de Minas </title>
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        <![CDATA[<p>Além de ser parte importante da história do estado, cachaça ainda contribui para o desenvolvimento econômico mineiro </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 31 Jul 2025 12:17:39 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <itunes:keywords>cachaça, economia, Minas Gerais </itunes:keywords>
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      <title>Malte, Mercado &amp; Tradição</title>
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        <![CDATA[<p>Reconhecido como tradicional polo cervejeiro, Santa Catarina se destaca na produção e no consumo da bebida no Brasil. A indústria cervejeira contribui para o desenvolvimento econômico do estado. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 29 Jul 2025 12:42:54 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <itunes:keywords>indústria da cerveja, Santa Catarina, produção</itunes:keywords>
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      <title>Centro em Movimento</title>
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        <![CDATA[<p>Atrair o público para o hipercentro de BH é estratégia para fortalecimento do comércio; ações de requalificação urbana podem tornar região mais convidativa</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 11 Jul 2025 12:50:40 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <itunes:keywords>hipercentro, BH, comércio</itunes:keywords>
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      <title>Alerta silencioso de tempestade </title>
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        <![CDATA[<p>Os reflexos das mudanças climáticas na saúde de crianças e adolescentes vão para além dos físicos. As alterações da temperatura e do clima do planeta também afetam a saúde mental do público infanto-juvenil. No entanto, esses efeitos podem passar despercebidos, uma vez que os sinais podem ser silenciosos. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 02 Jul 2025 11:39:08 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <itunes:keywords>mudanças climáticas, saúde mental, crianças e adolescentes</itunes:keywords>
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      <title>Saber sem fronteiras</title>
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        <![CDATA[<p>Podcast retrata o ingresso de refugiados na educação superior no Brasil </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 12 Jun 2025 10:05:58 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <title>Clima de inovação: startups ambientais crescem quase 60% em Minas</title>
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        <![CDATA[<p>Com a alta demanda por soluções para os impactos socioambientais das maiores indústrias do Estado - o agro e a mineração -, as chamadas “green techs” passaram de 14, em 2023, para 22 no ano passado. Ouça o podcast e conheça algumas startups verdes que já se estabeleceram e ajudam a reduzir os danos socioambientais em Minas Gerais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Com a alta demanda por soluções para os impactos socioambientais das maiores indústrias do Estado - o agro e a mineração -, as chamadas “green techs” passaram de 14, em 2023, para 22 no ano passado. Ouça o podcast e conheça algumas startups verdes que já se estabeleceram e ajudam a reduzir os danos socioambientais em Minas Gerais.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 07 Jun 2025 12:32:42 -0300</pubDate>
      <author>José Vitor Megalço e Raíssa Oliveira</author>
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      <title>A Carga Invisível do Empreendedorismo</title>
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        <![CDATA[<p>O podcast “A Carga Invisível do Empreendedorismo” dá voz às mulheres que adoeceram na jornada dos negócios e busca mostrar estratégias para quem empreende conseguir cuidar da saúde mental.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O podcast “A Carga Invisível do Empreendedorismo” dá voz às mulheres que adoeceram na jornada dos negócios e busca mostrar estratégias para quem empreende conseguir cuidar da saúde mental.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 06 Jun 2025 18:19:37 -0300</pubDate>
      <author>Aline Diniz e Tatiana Lâgoa</author>
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      <title>Negócios Itinerantes</title>
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        <![CDATA[<p>Você consegue imaginar o que o trabalho de uma esteticista, um palhaço e um dançarino tem em comum? Neste podcast, nós vamos te contar a história dos negócios itinerantes, que surgem no final do século XIX, com os mascates, e ainda fazem parte da vida de empreendedores nos dias atuais. Com a evolução da tecnologia e a chegada da pandemia, esses modelos ganharam ainda mais potência em todo o Brasil. Quer saber como esses profissionais têm reinventado suas rotinas e conquistado novos caminhos? Ouça aqui!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Você consegue imaginar o que o trabalho de uma esteticista, um palhaço e um dançarino tem em comum? Neste podcast, nós vamos te contar a história dos negócios itinerantes, que surgem no final do século XIX, com os mascates, e ainda fazem parte da vida de empreendedores nos dias atuais. Com a evolução da tecnologia e a chegada da pandemia, esses modelos ganharam ainda mais potência em todo o Brasil. Quer saber como esses profissionais têm reinventado suas rotinas e conquistado novos caminhos? Ouça aqui!</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 04 Jun 2025 16:50:34 -0300</pubDate>
      <author>Pollyana Sales</author>
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        <![CDATA[<p>Você consegue imaginar o que o trabalho de uma esteticista, um palhaço e um dançarino tem em comum? Neste podcast, nós vamos te contar a história dos negócios itinerantes, que surgem no final do século XIX, com os mascates, e ainda fazem parte da vida de empreendedores nos dias atuais. Com a evolução da tecnologia e a chegada da pandemia, esses modelos ganharam ainda mais potência em todo o Brasil. Quer saber como esses profissionais têm reinventado suas rotinas e conquistado novos caminhos? Ouça aqui!</p>]]>
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      <itunes:keywords>negócios</itunes:keywords>
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      <title>Raio X: EP 2: O mercado odontológico no Brasil</title>
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        <![CDATA[<p>Estima-se um crescimento mundial do setor de 13% ao ano até 2030</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Estima-se um crescimento mundial do setor de 13% ao ano até 2030</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 19 Feb 2025 10:18:37 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <title>Raio X: EP 1: O retrato da saúde bucal dos brasileiros</title>
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        <![CDATA[<p>Estudo da Abimo mostrou que 32% da população brasileira não foi ao dentista no último ano</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Estudo da Abimo mostrou que 32% da população brasileira não foi ao dentista no último ano</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 19 Feb 2025 10:16:48 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <title>Abrigos de Recomeços - EP 3: Vivência Estrangeira </title>
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        <![CDATA[<p>O senso comum brasileiro diz que o país acolhe bem pessoas de outros lugares do mundo. Mas será que essa fama de população receptiva e hospitaleira é confirmada pelos migrantes, refugiados e apátridas? Esse acolhimento seria algo generalizado ou seletivo?</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 21 Jan 2025 12:46:10 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <title>Abrigos de Recomeços - EP 2: Pontes e Portas </title>
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        <![CDATA[<p>Os relatos de quem vem de fora mostram que eles precisam se esforçar ao máximo para ter acesso mínimo às condições de sobrevivência. Em muitos dos casos, o poder público não consegue fazer a integração social desses indivíduos, que acabam tendo que recorrer a organizações que lutam para fazer valer os direitos dos migrantes e refugiados.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 21 Jan 2025 12:44:51 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <itunes:keywords>empregos, mercado de trabalho, refugiados, migrantes</itunes:keywords>
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      <title>Abrigos de Recomeços - EP 1: Doações que abraçam </title>
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        <![CDATA[<p>A maioria dos migrantes e refugiados chega ao Brasil buscando segurança e uma vida melhor. Mas, para isso enfrentam condições adversas como a falta de recursos, barreiras linguísticas, discriminação e dificuldades para se integrar à nova sociedade. Neste sentido, as instituições sem fins lucrativos acabam sendo redes de apoio para esse povo. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 21 Jan 2025 12:43:06 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <itunes:keywords>doações, instituições, voluntariado</itunes:keywords>
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      <title>A nova safra do agro</title>
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        <![CDATA[<p>A presença de jovens no agronegócio brasileiro tem aumentado em diversas áreas, impulsionada pelo uso crescente de tecnologia na agricultura e pecuária. As redes sociais também desempenham um papel importante nesse processo, com muitos influenciadores mostrando o dia a dia do setor e atraindo o interesse para o campo.  </p><p>Segundo a 8ª Pesquisa de Perfil do Produtor Rural, realizada pela Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA), a média de idade dos produtores caiu de 48 anos em 2013 para 46,4 anos em 2021, garantindo que os jovens não estão apenas voltando, mas permanecendo no campo. </p><p>Diante disso, o podcast “A NOVA SAFRA DO AGRO” conta histórias de jovens mineiros que migraram da cidade para o campo, de outros que vieram e retornaram e também daqueles que nunca “arredaram” o pé da terra onde nasceram.  </p><p>O podcast tem produção e apresentação de Nubya Oliveira e sonorização de Rodrigo Faria.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 01 Nov 2024 18:13:20 -0300</pubDate>
      <author>Nubya Oliveira</author>
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      <itunes:keywords>agricultura, agronegócio, influencers, jovens no campo</itunes:keywords>
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      <title>Agrofloresta: Bom negócio para produtor e natureza</title>
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        <![CDATA[<p>Sim, é possível conciliar a produção agrícola de alto rendimento com soluções ecológicas! Trata-se da agrofloresta, um sistema que une diferentes cultivos de maneira sustentável. </p><p>Para que todos os produtores possam contar com sistemas agroflorestais lucrativos e sustentáveis, é preciso investir bastante em ciência. Neste podcast, a jornalista Cinthya Oliveira conversa com pesquisadores e especialistas da Epamig, UFVJM e Faemg/Senar para descobrir algumas soluções que a ciência tem revelado para o desenvolvimento de um agronegócio mais sustentável. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 21:39:22 -0300</pubDate>
      <author>Cinthya Oliveira</author>
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      <itunes:keywords>agrofloresta, sistema agroflorestal, meio ambiente, agroecologia, mudanças climáticas</itunes:keywords>
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      <title>Trabalho infantil: Minas Gerais é o 2º Estado com maior número de flagrantes</title>
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      <pubDate>Tue, 27 Aug 2024 20:47:17 -0300</pubDate>
      <author>Vitor Forneas</author>
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      <title>Empreendedorismo: Realidade</title>
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        <![CDATA[<p>Empreender é um sonho para a maioria dos brasileiros e, por outro lado, pode se tornar um pesadelo. Mas, entre sucesso e falência, qual é a realidade do dia a dia dos milhões de empreendedores brasileiros? É a pergunta que este terceiro episódio da série “Empreendedorismo: Sonho, Pesadelo ou Realidade?” tenta responder.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Empreender é um sonho para a maioria dos brasileiros e, por outro lado, pode se tornar um pesadelo. Mas, entre sucesso e falência, qual é a realidade do dia a dia dos milhões de empreendedores brasileiros? É a pergunta que este terceiro episódio da série “Empreendedorismo: Sonho, Pesadelo ou Realidade?” tenta responder.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 21 Aug 2024 19:49:48 -0300</pubDate>
      <author>Gabriel Rodrigues e Tatiana Lagôa</author>
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        <![CDATA[<p>Empreender é um sonho para a maioria dos brasileiros e, por outro lado, pode se tornar um pesadelo. Mas, entre sucesso e falência, qual é a realidade do dia a dia dos milhões de empreendedores brasileiros? É a pergunta que este terceiro episódio da série “Empreendedorismo: Sonho, Pesadelo ou Realidade?” tenta responder.</p>]]>
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      <itunes:keywords>empreendedorismo, sonho, pesadelo, realidade</itunes:keywords>
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      <title>Empreendedorismo: Pesadelo</title>
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        <![CDATA[<p>Trinta por cento das pessoas que abrem uma empresa em Minas fecham o negócio após cinco anos de atividade. Somente em 2022, 187 mil micro e pequenas empresas encerraram as atividades. Esse segundo episódio da série “Empreendedorismo: Sonho, Pesadelo ou Realidade?” fala sobre como o sonho de empreender pode se tornar um verdadeiro pesadelo, especialmente quando as pessoas veem as dívidas e o empresário é obrigado a encerrar as atividades.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Trinta por cento das pessoas que abrem uma empresa em Minas fecham o negócio após cinco anos de atividade. Somente em 2022, 187 mil micro e pequenas empresas encerraram as atividades. Esse segundo episódio da série “Empreendedorismo: Sonho, Pesadelo ou Realidade?” fala sobre como o sonho de empreender pode se tornar um verdadeiro pesadelo, especialmente quando as pessoas veem as dívidas e o empresário é obrigado a encerrar as atividades.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 21 Aug 2024 19:46:28 -0300</pubDate>
      <author>Cinthya Oliveira e Gabriel Rodrigues</author>
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        <![CDATA[<p>Trinta por cento das pessoas que abrem uma empresa em Minas fecham o negócio após cinco anos de atividade. Somente em 2022, 187 mil micro e pequenas empresas encerraram as atividades. Esse segundo episódio da série “Empreendedorismo: Sonho, Pesadelo ou Realidade?” fala sobre como o sonho de empreender pode se tornar um verdadeiro pesadelo, especialmente quando as pessoas veem as dívidas e o empresário é obrigado a encerrar as atividades.</p>]]>
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      <itunes:keywords>empreendedorismo, pesadelo, problemas</itunes:keywords>
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      <title>Empreendedorismo: Sonho </title>
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        <![CDATA[<p>Seis a cada dez brasileiros sonho em empreender no Brasil. Mas, em um país onde 52% das pessoas admitem não possuir ou não saber montar um planejamento financeiro, o que justifica a abertura de negócios estar no topo das preferências? Esse primeiro episódio da série “Empreendedorismo: Sonho, Pesadelo ou Realidade?” vai mapear algumas justificativas e contar histórias inspiradoras.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Seis a cada dez brasileiros sonho em empreender no Brasil. Mas, em um país onde 52% das pessoas admitem não possuir ou não saber montar um planejamento financeiro, o que justifica a abertura de negócios estar no topo das preferências? Esse primeiro episódio da série “Empreendedorismo: Sonho, Pesadelo ou Realidade?” vai mapear algumas justificativas e contar histórias inspiradoras.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 21 Aug 2024 19:43:38 -0300</pubDate>
      <author>Tatiana Lagôa e Vitor Forneas</author>
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        <![CDATA[<p>Seis a cada dez brasileiros sonho em empreender no Brasil. Mas, em um país onde 52% das pessoas admitem não possuir ou não saber montar um planejamento financeiro, o que justifica a abertura de negócios estar no topo das preferências? Esse primeiro episódio da série “Empreendedorismo: Sonho, Pesadelo ou Realidade?” vai mapear algumas justificativas e contar histórias inspiradoras.</p>]]>
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      <itunes:keywords>empreendedorismo, sonho</itunes:keywords>
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      <title>O Poder do Mercado Nerd - Episódio 4: Lojas e Bancas</title>
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      <itunes:title>O Poder do Mercado Nerd - Episódio 4: Lojas e Bancas</itunes:title>
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      <pubDate>Mon, 19 Aug 2024 10:03:33 -0300</pubDate>
      <author>Cinthya Oliveira e Vinícius Lacerda</author>
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      <title>O Poder do Mercado Nerd - Episódio 3: Cosplay</title>
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      <pubDate>Mon, 19 Aug 2024 09:59:06 -0300</pubDate>
      <author>Cinthya Oliveira e Vinícius Lacerda</author>
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      <title>O Poder do Mercado Nerd - Episódio 2: Casas de Jogos</title>
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      <pubDate>Mon, 19 Aug 2024 09:57:55 -0300</pubDate>
      <author>Vinícius Lacerda e Cinthya Oliveira</author>
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      <title>O Poder do Mercado Nerd - Episódio 1: Feiras</title>
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      <pubDate>Mon, 19 Aug 2024 09:55:42 -0300</pubDate>
      <author>Cinthya Oliveira e Vinícius Lacerda</author>
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      <itunes:author>Cinthya Oliveira e Vinícius Lacerda</itunes:author>
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    <item>
      <title>60+: Caminhos rumo à 4ª idade - Terceiro episódio</title>
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        <![CDATA[<p>Todo mundo sabe que envelhecer com saúde demanda fazer exercícios físicos e ter uma alimentação equilibrada. Mas será que só isso basta para a longevidade? Este é um dos pontos abordados no terceiro e último episódio da série “60+: Caminhos rumo à 4ª Idade”, assinada pelas jornalistas Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa.</p><p><br>Dessa vez, elas abordam com entrevistados e especialistas sobre algumas ações que podem ser fundamentais na busca por uma longevidade saudável, especialmente em relação à saúde mental - extremamente afetada entre idosos durante a pandemia.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Todo mundo sabe que envelhecer com saúde demanda fazer exercícios físicos e ter uma alimentação equilibrada. Mas será que só isso basta para a longevidade? Este é um dos pontos abordados no terceiro e último episódio da série “60+: Caminhos rumo à 4ª Idade”, assinada pelas jornalistas Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa.</p><p><br>Dessa vez, elas abordam com entrevistados e especialistas sobre algumas ações que podem ser fundamentais na busca por uma longevidade saudável, especialmente em relação à saúde mental - extremamente afetada entre idosos durante a pandemia.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 02 Aug 2024 17:46:22 -0300</pubDate>
      <author>Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa</author>
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      <itunes:author>Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa</itunes:author>
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        <![CDATA[<p>Todo mundo sabe que envelhecer com saúde demanda fazer exercícios físicos e ter uma alimentação equilibrada. Mas será que só isso basta para a longevidade? Este é um dos pontos abordados no terceiro e último episódio da série “60+: Caminhos rumo à 4ª Idade”, assinada pelas jornalistas Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa.</p><p><br>Dessa vez, elas abordam com entrevistados e especialistas sobre algumas ações que podem ser fundamentais na busca por uma longevidade saudável, especialmente em relação à saúde mental - extremamente afetada entre idosos durante a pandemia.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Terceira idade, saúde, envelhecer, idosos, quarta idade</itunes:keywords>
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    <item>
      <title>60+: Caminhos rumo à 4ª idade - Segundo episódio</title>
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      <itunes:title>60+: Caminhos rumo à 4ª idade - Segundo episódio</itunes:title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Quando o filme “Um Senhor Estagiário” foi lançado, em 2015, pareceu surpreendente para muitas pessoas um homem de 70 anos se candidatar a uma vaga de estágio em uma empresa de moda após a aposentadoria. Mas nem se passou uma década e não é mais tão raro encontrar profissionais que desejam mudar de carreira na terceira idade. É justamente este grande grupo de idosos que está disposto a se reinventar no mercado de trabalho o foco do segundo episódio deste podcast “60+: Caminhos rumo à 4ª Idade”. </p><p>Na reportagem audiência por Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa, o ouvinte vai encontrar histórias fascinantes, como do Roberto Sales, que aos 68 anos estuda Direito e atua como estagiário no fórum de Caeté, e do Marcelo Antônio souza, que aos 62 anos trocou o trabalho com tecnologia pela gastronomia - esperando abrir um bistrô em casa.</p><p><br>O podcast mostra ainda que, mesmo ainda permeado pelo etarismo, o mercado de trabalho está cada vez mais aberto à contratação de profissionais com mais de 60 anos, especialmente no varejo, que não tem conseguido mais atrair a mão de obra jovem. Mesmo ainda sem benefícios fiscais, grandes empresas já estão realizando processos seletivos específicos para profissionais com mais de 50 anos.</p><p><strong>Quer saber mais? Clique no ícone logo acima para ouvir o segundo episódio. </strong></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Quando o filme “Um Senhor Estagiário” foi lançado, em 2015, pareceu surpreendente para muitas pessoas um homem de 70 anos se candidatar a uma vaga de estágio em uma empresa de moda após a aposentadoria. Mas nem se passou uma década e não é mais tão raro encontrar profissionais que desejam mudar de carreira na terceira idade. É justamente este grande grupo de idosos que está disposto a se reinventar no mercado de trabalho o foco do segundo episódio deste podcast “60+: Caminhos rumo à 4ª Idade”. </p><p>Na reportagem audiência por Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa, o ouvinte vai encontrar histórias fascinantes, como do Roberto Sales, que aos 68 anos estuda Direito e atua como estagiário no fórum de Caeté, e do Marcelo Antônio souza, que aos 62 anos trocou o trabalho com tecnologia pela gastronomia - esperando abrir um bistrô em casa.</p><p><br>O podcast mostra ainda que, mesmo ainda permeado pelo etarismo, o mercado de trabalho está cada vez mais aberto à contratação de profissionais com mais de 60 anos, especialmente no varejo, que não tem conseguido mais atrair a mão de obra jovem. Mesmo ainda sem benefícios fiscais, grandes empresas já estão realizando processos seletivos específicos para profissionais com mais de 50 anos.</p><p><strong>Quer saber mais? Clique no ícone logo acima para ouvir o segundo episódio. </strong></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 12 Jul 2024 18:07:13 -0300</pubDate>
      <author>Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa</author>
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      <itunes:author>Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa</itunes:author>
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        <![CDATA[<p>Quando o filme “Um Senhor Estagiário” foi lançado, em 2015, pareceu surpreendente para muitas pessoas um homem de 70 anos se candidatar a uma vaga de estágio em uma empresa de moda após a aposentadoria. Mas nem se passou uma década e não é mais tão raro encontrar profissionais que desejam mudar de carreira na terceira idade. É justamente este grande grupo de idosos que está disposto a se reinventar no mercado de trabalho o foco do segundo episódio deste podcast “60+: Caminhos rumo à 4ª Idade”. </p><p>Na reportagem audiência por Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa, o ouvinte vai encontrar histórias fascinantes, como do Roberto Sales, que aos 68 anos estuda Direito e atua como estagiário no fórum de Caeté, e do Marcelo Antônio souza, que aos 62 anos trocou o trabalho com tecnologia pela gastronomia - esperando abrir um bistrô em casa.</p><p><br>O podcast mostra ainda que, mesmo ainda permeado pelo etarismo, o mercado de trabalho está cada vez mais aberto à contratação de profissionais com mais de 60 anos, especialmente no varejo, que não tem conseguido mais atrair a mão de obra jovem. Mesmo ainda sem benefícios fiscais, grandes empresas já estão realizando processos seletivos específicos para profissionais com mais de 50 anos.</p><p><strong>Quer saber mais? Clique no ícone logo acima para ouvir o segundo episódio. </strong></p>]]>
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      <itunes:keywords>mercado de trabalho, 60+, idosos, terceira idade</itunes:keywords>
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      <title>60+: Caminhos rumo à 4ª idade - Primeiro episódio</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Quando Raul Seixas lançou “Ouro de tolo”, em 1973, a sociedade brasileira enxergava como auge pessoal e profissional ganhar 4 mil cruzeiros por mês ou ter um Corcel zero quilômetro na garagem. Mas o músico fazia questão de se mostrar inquieto e deixar claro que desejava muito mais da vida. “Eu tenho uma porção de coisas grandes para conquistar, eu não posso ficar aí parado”.</p><p>Quatro décadas depois, entre aqueles que ouviram “Ouro de Tolo” na juventude, é fácil encontrar quem quem não se senta “no trono de um um apartamento, com a boca escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar”. O mundo mudou e muitos brasileiros com mais de 60 anos estão cheios de planos - seja para a aposentadoria, para a continuidade no mercado de trabalho ou para a mudança completa de rumo profissional.</p><p>São histórias de pessoas cheias de coisas grandes para conquistar que ilustram o podcast “60+: Caminhos rumo à 4ª idade”. Trata-se de uma série de três reportagens que mostram as mudanças de comportamento entre os idosos brasileiros. </p><p>No primeiro episódio, Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa abordam o tema “60+: Educação” e mostram como muita gente da terceira idade está hoje nos bancos das universidades. Segundo dados do Inep, o número de estudantes com mais de 60 anos dobrou em apenas cinco anos no Brasil. </p><p>Quer saber mais? É só dar um play. </p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Quando Raul Seixas lançou “Ouro de tolo”, em 1973, a sociedade brasileira enxergava como auge pessoal e profissional ganhar 4 mil cruzeiros por mês ou ter um Corcel zero quilômetro na garagem. Mas o músico fazia questão de se mostrar inquieto e deixar claro que desejava muito mais da vida. “Eu tenho uma porção de coisas grandes para conquistar, eu não posso ficar aí parado”.</p><p>Quatro décadas depois, entre aqueles que ouviram “Ouro de Tolo” na juventude, é fácil encontrar quem quem não se senta “no trono de um um apartamento, com a boca escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar”. O mundo mudou e muitos brasileiros com mais de 60 anos estão cheios de planos - seja para a aposentadoria, para a continuidade no mercado de trabalho ou para a mudança completa de rumo profissional.</p><p>São histórias de pessoas cheias de coisas grandes para conquistar que ilustram o podcast “60+: Caminhos rumo à 4ª idade”. Trata-se de uma série de três reportagens que mostram as mudanças de comportamento entre os idosos brasileiros. </p><p>No primeiro episódio, Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa abordam o tema “60+: Educação” e mostram como muita gente da terceira idade está hoje nos bancos das universidades. Segundo dados do Inep, o número de estudantes com mais de 60 anos dobrou em apenas cinco anos no Brasil. </p><p>Quer saber mais? É só dar um play. </p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 28 Jun 2024 17:40:43 -0300</pubDate>
      <author>Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa</author>
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        <![CDATA[<p>Quando Raul Seixas lançou “Ouro de tolo”, em 1973, a sociedade brasileira enxergava como auge pessoal e profissional ganhar 4 mil cruzeiros por mês ou ter um Corcel zero quilômetro na garagem. Mas o músico fazia questão de se mostrar inquieto e deixar claro que desejava muito mais da vida. “Eu tenho uma porção de coisas grandes para conquistar, eu não posso ficar aí parado”.</p><p>Quatro décadas depois, entre aqueles que ouviram “Ouro de Tolo” na juventude, é fácil encontrar quem quem não se senta “no trono de um um apartamento, com a boca escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar”. O mundo mudou e muitos brasileiros com mais de 60 anos estão cheios de planos - seja para a aposentadoria, para a continuidade no mercado de trabalho ou para a mudança completa de rumo profissional.</p><p>São histórias de pessoas cheias de coisas grandes para conquistar que ilustram o podcast “60+: Caminhos rumo à 4ª idade”. Trata-se de uma série de três reportagens que mostram as mudanças de comportamento entre os idosos brasileiros. </p><p>No primeiro episódio, Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa abordam o tema “60+: Educação” e mostram como muita gente da terceira idade está hoje nos bancos das universidades. Segundo dados do Inep, o número de estudantes com mais de 60 anos dobrou em apenas cinco anos no Brasil. </p><p>Quer saber mais? É só dar um play. </p><p><br></p>]]>
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      <itunes:keywords>terceira idade, educação, ensino superior, envelhecimento saudável</itunes:keywords>
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      <title>Capacitação como luta pela reinserção</title>
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        <![CDATA[<p>O segundo episódio do podcast “Vencendo as Notas” mostra que, além do empreendedorismo, a capacitação é esperança para mulheres que oferecem transporte as notas do sistema prisional. Dentro dos presídios ou das Associações de Proteção e Assistência aos Condenados (Apacs), as internas que têm a chance de se capacitar têm uma reinserção no mercado de trabalho facilitada. Se, durante o cumprimento da sentença, essas oportunidades não apareceram, ainda há iniciativas para que elas se ergam do lado de fora. </p><p>Conheça as histórias de Kely e Adriana, que fizeram cursos enquanto cumpriam suas penas e hoje são beneficiadas pelo conhecimento adquirido. Recalcular a rota, ainda que difícil, é possível. </p><p><em>Este podcast foi produzido e gravado por Aline Diniz e Tatiana Lagôa, editado e trilhado por Rodrigo Faria, o Beleza. </em></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O segundo episódio do podcast “Vencendo as Notas” mostra que, além do empreendedorismo, a capacitação é esperança para mulheres que oferecem transporte as notas do sistema prisional. Dentro dos presídios ou das Associações de Proteção e Assistência aos Condenados (Apacs), as internas que têm a chance de se capacitar têm uma reinserção no mercado de trabalho facilitada. Se, durante o cumprimento da sentença, essas oportunidades não apareceram, ainda há iniciativas para que elas se ergam do lado de fora. </p><p>Conheça as histórias de Kely e Adriana, que fizeram cursos enquanto cumpriam suas penas e hoje são beneficiadas pelo conhecimento adquirido. Recalcular a rota, ainda que difícil, é possível. </p><p><em>Este podcast foi produzido e gravado por Aline Diniz e Tatiana Lagôa, editado e trilhado por Rodrigo Faria, o Beleza. </em></p>]]>
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      <pubDate>Sun, 02 Jun 2024 17:25:53 -0300</pubDate>
      <author>Aline Diniz e Tatiana Lagôa</author>
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      <itunes:keywords>empreendedorismo, superação, negócios, cárcere, prisão</itunes:keywords>
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      <title>Empreendedorismo como janela de oportunidades </title>
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        <![CDATA[<p>O primeiro episódio do podcast “Vencendo as Grades” narra histórias de como mulheres que viveram no cárcere se apoiam no empreendedorismo para mudar os rumores de suas vidas. Após superarem a solidão da cadeia e, em muitos casos, a falta de oportunidades que a política carcerária brasileira impõe a elas, essas mulheres precisam gerar renda e sustentar os filhos. </p><p>Para alguns, abrir o próprio negócio pode ser o único caminho, já que o preconceito dificulta a entrada no mercado formal. Pesquisas mostram que o abandono da criminalidade precisa estar relacionado a uma chance de sobreviver. Confira histórias de mulheres que viram suas vidas transformadas pelo empreendedorismo e ouça especialistas, como o médico Drauzio Varella. </p><p><em>Este podcast foi produzido e gravado por Aline Diniz e Tatiana Lagôa, editado e trilhado por Rodrigo Faria, o Beleza. </em></p>]]>
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      <pubDate>Sun, 02 Jun 2024 17:25:19 -0300</pubDate>
      <author>Aline Diniz e Tatiana Lagôa</author>
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      <title>Exportar, why?</title>
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        <![CDATA[<p>Por que uma micro ou pequena empresa investe na exportação de seus produtos, quando há um mercado gigante consumidor no próprio Brasil? A partir desta pergunta, surgiu a reportagem Exportar, por quê?, que busca encontrar respostas a partir de entrevistas com donos de pequenos negócios em Minas que buscam a internacionalização de suas marcas e com especialistas do Sebrae Minas, Fundação Dom Cabral e Apex Brasil. </p><p>Conheça as histórias de Claudia, Norberto, Simone e Bruno e descubra quais são as vantagens de se buscar os caminhos para levar os amados produtos mineiros para diferentes partes do mundo. </p><p><em>Este podcast é produzido e narrado por Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa. A edição é de Rodrigo Faria, o Beleza. </em></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 31 May 2024 19:24:27 -0300</pubDate>
      <author>Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa</author>
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      <itunes:author>Cinthya Oliveira e Tatiana Lagôa</itunes:author>
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      <itunes:keywords>pequenas empresas, empreendedorismo, exportação, internacionalização, negócios</itunes:keywords>
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