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    <description>O TEMPO Entrevista. Um espaço para ouvir quem move negócios, ideias e decisões. Todos os sábados, às 14h.

Histórias inspiradoras têm o poder de transformar. Por isso, nasce o O TEMPO Entrevista, novo programa semanal dos canais de YouTube de O TEMPO e O TEMPO LIVRE. Com apresentação do jornalista Léo Mendes, o programa convida grandes nomes do empreendedorismo, da cultura, da ciência, do esporte e do impacto social para conversas profundas e transformadoras.

Todos os sábados, às 14h, abrimos espaço para conhecer os bastidores das trajetórias que fazem a diferença — os desafios, as escolhas, as inovações e as lições que marcaram o caminho de quem constrói, lidera e inspira.</description>
    <copyright>© 2026 O TEMPO</copyright>
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    <pubDate>Sat, 06 Jun 2026 13:43:15 -0300</pubDate>
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Histórias inspiradoras têm o poder de transformar. Por isso, nasce o O TEMPO Entrevista, novo programa semanal dos canais de YouTube de O TEMPO e O TEMPO LIVRE. Com apresentação do jornalista Léo Mendes, o programa convida grandes nomes do empreendedorismo, da cultura, da ciência, do esporte e do impacto social para conversas profundas e transformadoras.

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      <itunes:name>Léo Mendes</itunes:name>
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      <title>“O Brasil ficou refém do calendário eleitoral”, afirma o advogado Marcelo Tostes | O TEMPO Entrevista</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O advogado Marcelo Tostes, conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil por Minas Gerais, afirma que parte significativa da esquerda brasileira atua com foco quase exclusivo na manutenção do poder, deixando em segundo plano questões estruturais do país. Em entrevista a O TEMPO Entrevista, ele sustenta que decisões políticas e econômicas têm sido tomadas mais com base no calendário eleitoral do que em projetos de longo prazo para o Brasil.</p><p>Ao analisar temas como a atuação do STF, o enfrentamento ao crime organizado, a relação com os Estados Unidos e o ambiente de negócios, Tostes avalia que a insegurança jurídica se tornou um dos principais entraves ao crescimento econômico. Segundo ele, a falta de previsibilidade afasta investimentos, fragiliza instituições e amplia a polarização política, num cenário em que direita e esquerda disputam narrativas em vez de soluções.</p><p>Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, o advogado também comenta as candidaturas de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), o papel da OAB no debate institucional e os riscos de um Estado cada vez mais intervencionista. A entrevista completa está disponível no canal de O TEMPO no YouTube e aprofunda uma discussão que deve marcar o cenário político brasileiro nos próximos meses.</p><p>O TEMPO Entrevista com o advogado Marcelo Tostes vai ao ar no sábado, 6 de junho, às 18 horas.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 06 Jun 2026 13:43:11 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <title>ANÁLISE: EUA ampliam poder global ao rotular facções brasileiras PCC e Comando Vermelho | O TEMPO Entrevista</title>
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        <![CDATA[<p>A decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas internacionais levanta uma série de dúvidas sobre os impactos para o Brasil, que vão desde possíveis sanções econômicas até riscos à soberania nacional. O tema foi analisado no O TEMPO Entrevista, que recebeu o advogado criminalista Rogério Leonardo, secretário da Comissão Especial de Direito Penal Econômico da OAB Federal.</p><p>Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, o especialista explica que a classificação anunciada pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, não cria mecanismos inéditos de cooperação internacional, já que o Brasil é signatário de tratados de combate à lavagem de dinheiro e ao crime organizado. O principal efeito prático, na avaliação do advogado, é permitir que os Estados Unidos atuem de forma unilateral, inclusive sem necessidade de diálogo prévio com autoridades brasileiras, o que pode gerar interferências políticas, econômicas e até militares fora dos parâmetros do direito internacional.</p><p>O criminalista destacou ainda que há uma diferença conceitual relevante entre organizações criminosas e organizações terroristas. Para ele, embora PCC e Comando Vermelho sejam grupos violentos e transnacionais, o enquadramento como terrorismo é tecnicamente questionável e amplia de forma excessiva os poderes do governo norte-americano. Rogério Leonardo lembrou exemplos recentes em países como Venezuela e México, onde esse tipo de classificação resultou em sanções financeiras severas e operações sigilosas, com impactos diretos sobre empresas, setores econômicos e populações locais.</p><p>Para Rogério Leonardo, o caminho mais seguro para o enfrentamento do crime organizado passa pelo fortalecimento das polícias, da inteligência financeira e da cooperação internacional multilateral, preservando a soberania nacional e evitando decisões unilaterais que, historicamente, tendem a agravar crises em vez de resolvê-las.</p><p>O TEMPO Entrevista é um podcast do canal de O TEMPO no YouTube. A análise completa vai ao ar no sábado, 30 de maio, às 18 horas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas internacionais levanta uma série de dúvidas sobre os impactos para o Brasil, que vão desde possíveis sanções econômicas até riscos à soberania nacional. O tema foi analisado no O TEMPO Entrevista, que recebeu o advogado criminalista Rogério Leonardo, secretário da Comissão Especial de Direito Penal Econômico da OAB Federal.</p><p>Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, o especialista explica que a classificação anunciada pelo secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, não cria mecanismos inéditos de cooperação internacional, já que o Brasil é signatário de tratados de combate à lavagem de dinheiro e ao crime organizado. O principal efeito prático, na avaliação do advogado, é permitir que os Estados Unidos atuem de forma unilateral, inclusive sem necessidade de diálogo prévio com autoridades brasileiras, o que pode gerar interferências políticas, econômicas e até militares fora dos parâmetros do direito internacional.</p><p>O criminalista destacou ainda que há uma diferença conceitual relevante entre organizações criminosas e organizações terroristas. Para ele, embora PCC e Comando Vermelho sejam grupos violentos e transnacionais, o enquadramento como terrorismo é tecnicamente questionável e amplia de forma excessiva os poderes do governo norte-americano. Rogério Leonardo lembrou exemplos recentes em países como Venezuela e México, onde esse tipo de classificação resultou em sanções financeiras severas e operações sigilosas, com impactos diretos sobre empresas, setores econômicos e populações locais.</p><p>Para Rogério Leonardo, o caminho mais seguro para o enfrentamento do crime organizado passa pelo fortalecimento das polícias, da inteligência financeira e da cooperação internacional multilateral, preservando a soberania nacional e evitando decisões unilaterais que, historicamente, tendem a agravar crises em vez de resolvê-las.</p><p>O TEMPO Entrevista é um podcast do canal de O TEMPO no YouTube. A análise completa vai ao ar no sábado, 30 de maio, às 18 horas.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 30 May 2026 10:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <title>Comércio responde por mais de 70% do PIB de BH e enfrenta desafios, diz presidente da CDL</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL BH), Marcelo Souza e Silva, destacou o papel central do comércio e dos serviços na economia de Belo Horizonte, setor que responde por cerca de 72% do Produto Interno Bruto da capital e por aproximadamente 85% dos empregos. No O TEMPO Entrevista, Marcelo destaca que o fortalecimento desse ambiente passa por ações estruturais que envolvem poder público, empresários e a sociedade.</p><p>Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, Marcelo afirmou que a CDL atua de forma permanente em temas como segurança, acesso ao crédito e capacitação, considerados fundamentais para a sustentabilidade dos negócios. Ele ressaltou que o comércio de bairro e os centros comerciais descentralizados ampliaram oportunidades de emprego e contribuíram para melhorar a qualidade de vida, ao aproximar trabalho e moradia.</p><p>O dirigente também comentou iniciativas de impacto nacional, como o Dia Livre de Impostos, criado pela CDL-BH e hoje replicado em diversas cidades brasileiras. De acordo com ele, a ação cumpre dupla função ao conscientizar a população sobre a carga tributária e movimentar o comércio, tornando-se um dos dias de maior volume de vendas do calendário anual.</p><p>Outro destaque da entrevista foi o Projeto Horizonte, desenvolvido em parceria com o Sebrae Minas, que reúne em um único espaço soluções voltadas a micro e pequenos empreendedores.</p><p>Marcelo defendeu ainda que debates como a proposta de mudança na escala de trabalho 6x1 sejam conduzidos com planejamento e diálogo, considerando a realidade das pequenas empresas.</p><p>O TEMPO Entrevista com Marcelo Souza e Silva vai ao ar no sábado, Às 18 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.<br></p>]]>
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      <pubDate>Sat, 23 May 2026 14:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <title>8 crianças por hora: violência sexual segue como crime silencioso no Brasil | O TEMPO Entrevista</title>
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        <![CDATA[<p>O Brasil registra oficialmente oito casos de violência sexual contra crianças e adolescentes por hora. Os dados são do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo especialistas, apenas cerca de 8,5% das ocorrências chegam aos sistemas de denúncia, revelando um cenário de subnotificação alarmante. A maioria das vítimas são meninas, e grande parte dos crimes ocorre dentro do círculo de convivência, sem um perfil definido do agressor, dificultando a identificação.</p><p>O tema foi debatido no programa O TEMPO Entrevista, por Warlei Torezani, pedagogo e coordenador do Meninadança Brasil, e por Samuel Duarte, analista sênior de Responsabilidade Social Corporativa do Grupo SADA. Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, os convidados destacaram que a violência sexual infantil é um crime silencioso, sustentado pelo medo, pela culpa imposta às vítimas e pela dificuldade de romper o silêncio, muitas vezes dentro da própria família ou comunidade.</p><p>Warlei destacou que o enfrentamento envolve acolhimento, conscientização, atenção a sinais físicos, emocionais e comportamentais, além de fortalecer canais de denúncia como o Disque 100. Já Samuel explicou o engajamento do Grupo SADA na causa, especialmente no contexto das rodovias, onde a exploração sexual é recorrente, defendendo o papel de empresas e da sociedade como agentes ativos de proteção. Ambos reforçaram que denunciar não exige certeza do crime e que o silêncio, nesses casos, acaba se tornando cúmplice da violência.</p><p>A entrevista completa será exibida no sábado, 16 de maio, às 14 horas, no canal de O TEMPO no Youtube.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Brasil registra oficialmente oito casos de violência sexual contra crianças e adolescentes por hora. Os dados são do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo especialistas, apenas cerca de 8,5% das ocorrências chegam aos sistemas de denúncia, revelando um cenário de subnotificação alarmante. A maioria das vítimas são meninas, e grande parte dos crimes ocorre dentro do círculo de convivência, sem um perfil definido do agressor, dificultando a identificação.</p><p>O tema foi debatido no programa O TEMPO Entrevista, por Warlei Torezani, pedagogo e coordenador do Meninadança Brasil, e por Samuel Duarte, analista sênior de Responsabilidade Social Corporativa do Grupo SADA. Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, os convidados destacaram que a violência sexual infantil é um crime silencioso, sustentado pelo medo, pela culpa imposta às vítimas e pela dificuldade de romper o silêncio, muitas vezes dentro da própria família ou comunidade.</p><p>Warlei destacou que o enfrentamento envolve acolhimento, conscientização, atenção a sinais físicos, emocionais e comportamentais, além de fortalecer canais de denúncia como o Disque 100. Já Samuel explicou o engajamento do Grupo SADA na causa, especialmente no contexto das rodovias, onde a exploração sexual é recorrente, defendendo o papel de empresas e da sociedade como agentes ativos de proteção. Ambos reforçaram que denunciar não exige certeza do crime e que o silêncio, nesses casos, acaba se tornando cúmplice da violência.</p><p>A entrevista completa será exibida no sábado, 16 de maio, às 14 horas, no canal de O TEMPO no Youtube.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 16 May 2026 10:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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        <![CDATA[<p>O Brasil registra oficialmente oito casos de violência sexual contra crianças e adolescentes por hora. Os dados são do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo especialistas, apenas cerca de 8,5% das ocorrências chegam aos sistemas de denúncia, revelando um cenário de subnotificação alarmante. A maioria das vítimas são meninas, e grande parte dos crimes ocorre dentro do círculo de convivência, sem um perfil definido do agressor, dificultando a identificação.</p><p>O tema foi debatido no programa O TEMPO Entrevista, por Warlei Torezani, pedagogo e coordenador do Meninadança Brasil, e por Samuel Duarte, analista sênior de Responsabilidade Social Corporativa do Grupo SADA. Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, os convidados destacaram que a violência sexual infantil é um crime silencioso, sustentado pelo medo, pela culpa imposta às vítimas e pela dificuldade de romper o silêncio, muitas vezes dentro da própria família ou comunidade.</p><p>Warlei destacou que o enfrentamento envolve acolhimento, conscientização, atenção a sinais físicos, emocionais e comportamentais, além de fortalecer canais de denúncia como o Disque 100. Já Samuel explicou o engajamento do Grupo SADA na causa, especialmente no contexto das rodovias, onde a exploração sexual é recorrente, defendendo o papel de empresas e da sociedade como agentes ativos de proteção. Ambos reforçaram que denunciar não exige certeza do crime e que o silêncio, nesses casos, acaba se tornando cúmplice da violência.</p><p>A entrevista completa será exibida no sábado, 16 de maio, às 14 horas, no canal de O TEMPO no Youtube.</p>]]>
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      <title>Como o INHAC transforma vidas pela gastronomia | O TEMPO Entrevista</title>
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      <podcast:episode>25</podcast:episode>
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        <![CDATA[<p>A gastronomia tem mudado trajetórias profissionais e ampliado perspectivas de futuro para centenas de jovens em Belo Horizonte. Esse impacto ganha um novo capítulo no próximo dia 29 de abril, com a formatura de 73 alunos do Curso Técnico em Gastronomia do INHAC - Instituto de Hospitalidade e Artes Culinárias, escola social que aposta na formação técnica gratuita como caminho de inserção produtiva para jovens e adultos em situação de vulnerabilidade.</p><p>Essa transformação concreta promovida pelo INHAC foi o tema do O TEMPO Entrevista, apresentado por Léo Mendes e Lorena Martins, que receberam a diretora executiva da instituição, Sarah Rocha.</p><p>Criado a partir de um sonho antigo da educadora Carmem Rocha, o instituto nasceu com a proposta de oferecer ensino de excelência, com metodologia de acolhimento, disciplina e rigor técnico, sem custo para os alunos. À frente do projeto, Sarah Rocha destaca que o curso vai além da cozinha: são 960 horas de formação que combinam prática intensa, conteúdos teóricos ligados à cultura alimentar, gestão, história e identidade da gastronomia brasileira.</p><p>O perfil dos estudantes revela a dimensão social do projeto. São jovens a partir dos 15 anos, e também adultos, muitos deles marcados por trajetórias de negação de direitos, evasão escolar e dificuldades de acesso ao mercado de trabalho. Ainda assim, o INHAC registra índices de evasão próximos de 5% e uma taxa elevada de empregabilidade, com alunos contratados ainda durante o estágio obrigatório. “A formação técnica ensina a fazer, e isso muda tudo. O aluno sai pronto para entrar na cozinha e seguir seu próprio percurso profissional”, afirma Sarah.</p><p>Assinado pelo chef Leo Paixão, que atua de forma voluntária no desenho pedagógico e técnico do curso, o INHAC acompanha de perto a trajetória dos egressos e já planeja novos passos, como cursos de graduação tecnológica, parcerias internacionais e a criação de um hotel-escola. A aposta é clara: formar bons profissionais, fortalecer a cadeia da gastronomia e mostrar que, quando oportunidade e excelência caminham juntas, a cozinha pode ser também um poderoso instrumento de transformação social.</p><p>O TEMPO Entrevista com a diretora executiva do INHAC, Sarah Rocha, vai ao ar no sábado, 25 de abril, às 14 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>A gastronomia tem mudado trajetórias profissionais e ampliado perspectivas de futuro para centenas de jovens em Belo Horizonte. Esse impacto ganha um novo capítulo no próximo dia 29 de abril, com a formatura de 73 alunos do Curso Técnico em Gastronomia do INHAC - Instituto de Hospitalidade e Artes Culinárias, escola social que aposta na formação técnica gratuita como caminho de inserção produtiva para jovens e adultos em situação de vulnerabilidade.</p><p>Essa transformação concreta promovida pelo INHAC foi o tema do O TEMPO Entrevista, apresentado por Léo Mendes e Lorena Martins, que receberam a diretora executiva da instituição, Sarah Rocha.</p><p>Criado a partir de um sonho antigo da educadora Carmem Rocha, o instituto nasceu com a proposta de oferecer ensino de excelência, com metodologia de acolhimento, disciplina e rigor técnico, sem custo para os alunos. À frente do projeto, Sarah Rocha destaca que o curso vai além da cozinha: são 960 horas de formação que combinam prática intensa, conteúdos teóricos ligados à cultura alimentar, gestão, história e identidade da gastronomia brasileira.</p><p>O perfil dos estudantes revela a dimensão social do projeto. São jovens a partir dos 15 anos, e também adultos, muitos deles marcados por trajetórias de negação de direitos, evasão escolar e dificuldades de acesso ao mercado de trabalho. Ainda assim, o INHAC registra índices de evasão próximos de 5% e uma taxa elevada de empregabilidade, com alunos contratados ainda durante o estágio obrigatório. “A formação técnica ensina a fazer, e isso muda tudo. O aluno sai pronto para entrar na cozinha e seguir seu próprio percurso profissional”, afirma Sarah.</p><p>Assinado pelo chef Leo Paixão, que atua de forma voluntária no desenho pedagógico e técnico do curso, o INHAC acompanha de perto a trajetória dos egressos e já planeja novos passos, como cursos de graduação tecnológica, parcerias internacionais e a criação de um hotel-escola. A aposta é clara: formar bons profissionais, fortalecer a cadeia da gastronomia e mostrar que, quando oportunidade e excelência caminham juntas, a cozinha pode ser também um poderoso instrumento de transformação social.</p><p>O TEMPO Entrevista com a diretora executiva do INHAC, Sarah Rocha, vai ao ar no sábado, 25 de abril, às 14 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.<br></p>]]>
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      <pubDate>Sat, 25 Apr 2026 10:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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        <![CDATA[<p>A gastronomia tem mudado trajetórias profissionais e ampliado perspectivas de futuro para centenas de jovens em Belo Horizonte. Esse impacto ganha um novo capítulo no próximo dia 29 de abril, com a formatura de 73 alunos do Curso Técnico em Gastronomia do INHAC - Instituto de Hospitalidade e Artes Culinárias, escola social que aposta na formação técnica gratuita como caminho de inserção produtiva para jovens e adultos em situação de vulnerabilidade.</p><p>Essa transformação concreta promovida pelo INHAC foi o tema do O TEMPO Entrevista, apresentado por Léo Mendes e Lorena Martins, que receberam a diretora executiva da instituição, Sarah Rocha.</p><p>Criado a partir de um sonho antigo da educadora Carmem Rocha, o instituto nasceu com a proposta de oferecer ensino de excelência, com metodologia de acolhimento, disciplina e rigor técnico, sem custo para os alunos. À frente do projeto, Sarah Rocha destaca que o curso vai além da cozinha: são 960 horas de formação que combinam prática intensa, conteúdos teóricos ligados à cultura alimentar, gestão, história e identidade da gastronomia brasileira.</p><p>O perfil dos estudantes revela a dimensão social do projeto. São jovens a partir dos 15 anos, e também adultos, muitos deles marcados por trajetórias de negação de direitos, evasão escolar e dificuldades de acesso ao mercado de trabalho. Ainda assim, o INHAC registra índices de evasão próximos de 5% e uma taxa elevada de empregabilidade, com alunos contratados ainda durante o estágio obrigatório. “A formação técnica ensina a fazer, e isso muda tudo. O aluno sai pronto para entrar na cozinha e seguir seu próprio percurso profissional”, afirma Sarah.</p><p>Assinado pelo chef Leo Paixão, que atua de forma voluntária no desenho pedagógico e técnico do curso, o INHAC acompanha de perto a trajetória dos egressos e já planeja novos passos, como cursos de graduação tecnológica, parcerias internacionais e a criação de um hotel-escola. A aposta é clara: formar bons profissionais, fortalecer a cadeia da gastronomia e mostrar que, quando oportunidade e excelência caminham juntas, a cozinha pode ser também um poderoso instrumento de transformação social.</p><p>O TEMPO Entrevista com a diretora executiva do INHAC, Sarah Rocha, vai ao ar no sábado, 25 de abril, às 14 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.<br></p>]]>
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      <title>Comércio pode funcionar em feriados? Fecomércio-MG explica | O TEMPO Entrevista</title>
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        <![CDATA[<p>A Fecomércio-MG defendeu a necessidade de segurança jurídica nas relações de trabalho e reforçou que o funcionamento do comércio em feriados depende de autorização formal por meio de convenção coletiva. O tema foi detalhado pelo gerente jurídico da entidade, Hermes Filho, em entrevista ao podcast O TEMPO Entrevista, apresentado pelo jornalista Léo Mendes.</p><p>Durante a conversa, Hermes explicou que a Fecomércio-MG representa mais de 800 mil empresas em Minas Gerais, por meio de 54 sindicatos ligados aos setores de comércio, bens, serviços e turismo. Segundo ele, apenas sindicatos patronais e laborais têm legitimidade legal para negociar convenções coletivas e autorizar o trabalho em feriados, conforme determina a legislação federal.</p><p>O gerente jurídico alertou que empresas que funcionam em feriados sem respaldo de convenção coletiva ficam sujeitas a autuações, multas e passivos trabalhistas. Ao mesmo tempo, ressaltou que a Fecomércio atua para viabilizar a abertura do comércio sempre que possível, desde que com respaldo legal, negociando diretamente com os sindicatos dos empregados.</p><p>Além do debate trabalhista, Hermes Filho destacou a atuação do Sistema Fecomércio, que reúne Sesc e Senac, com ações nas áreas de qualificação profissional, cultura, lazer e saúde, beneficiando empresários e trabalhadores em todo o estado, especialmente micro e pequenos empreendedores.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A Fecomércio-MG defendeu a necessidade de segurança jurídica nas relações de trabalho e reforçou que o funcionamento do comércio em feriados depende de autorização formal por meio de convenção coletiva. O tema foi detalhado pelo gerente jurídico da entidade, Hermes Filho, em entrevista ao podcast O TEMPO Entrevista, apresentado pelo jornalista Léo Mendes.</p><p>Durante a conversa, Hermes explicou que a Fecomércio-MG representa mais de 800 mil empresas em Minas Gerais, por meio de 54 sindicatos ligados aos setores de comércio, bens, serviços e turismo. Segundo ele, apenas sindicatos patronais e laborais têm legitimidade legal para negociar convenções coletivas e autorizar o trabalho em feriados, conforme determina a legislação federal.</p><p>O gerente jurídico alertou que empresas que funcionam em feriados sem respaldo de convenção coletiva ficam sujeitas a autuações, multas e passivos trabalhistas. Ao mesmo tempo, ressaltou que a Fecomércio atua para viabilizar a abertura do comércio sempre que possível, desde que com respaldo legal, negociando diretamente com os sindicatos dos empregados.</p><p>Além do debate trabalhista, Hermes Filho destacou a atuação do Sistema Fecomércio, que reúne Sesc e Senac, com ações nas áreas de qualificação profissional, cultura, lazer e saúde, beneficiando empresários e trabalhadores em todo o estado, especialmente micro e pequenos empreendedores.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 20 Apr 2026 20:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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        <![CDATA[<p>A Fecomércio-MG defendeu a necessidade de segurança jurídica nas relações de trabalho e reforçou que o funcionamento do comércio em feriados depende de autorização formal por meio de convenção coletiva. O tema foi detalhado pelo gerente jurídico da entidade, Hermes Filho, em entrevista ao podcast O TEMPO Entrevista, apresentado pelo jornalista Léo Mendes.</p><p>Durante a conversa, Hermes explicou que a Fecomércio-MG representa mais de 800 mil empresas em Minas Gerais, por meio de 54 sindicatos ligados aos setores de comércio, bens, serviços e turismo. Segundo ele, apenas sindicatos patronais e laborais têm legitimidade legal para negociar convenções coletivas e autorizar o trabalho em feriados, conforme determina a legislação federal.</p><p>O gerente jurídico alertou que empresas que funcionam em feriados sem respaldo de convenção coletiva ficam sujeitas a autuações, multas e passivos trabalhistas. Ao mesmo tempo, ressaltou que a Fecomércio atua para viabilizar a abertura do comércio sempre que possível, desde que com respaldo legal, negociando diretamente com os sindicatos dos empregados.</p><p>Além do debate trabalhista, Hermes Filho destacou a atuação do Sistema Fecomércio, que reúne Sesc e Senac, com ações nas áreas de qualificação profissional, cultura, lazer e saúde, beneficiando empresários e trabalhadores em todo o estado, especialmente micro e pequenos empreendedores.</p>]]>
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      <title>Intoxicações silenciosas fazem parte da rotina e exigem mais atenção | O TEMPO Entrevista</title>
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      <itunes:title>Intoxicações silenciosas fazem parte da rotina e exigem mais atenção | O TEMPO Entrevista</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Intoxicações não estão restritas a acidentes extremos ou situações criminosas. Elas fazem parte do cotidiano, no uso inadequado de medicamentos, na mistura de produtos de limpeza aparentemente inofensivos e até em hábitos repetidos dentro de casa. O tema foi abordado no O TEMPO Entrevista, em conversa com o médico toxicologista Alvaro Pulchinelli, diretor da Toxicologia Pardini, que explicou como essas exposições afetam o organismo e quais cuidados podem reduzir riscos.</p><p>Segundo o especialista, a toxicologia médica estuda justamente a interação de substâncias químicas com o corpo quando elas causam prejuízos à saúde. Casos recentes de grande repercussão, como intoxicações por metanol, uso incorreto de produtos químicos e acidentes domésticos, não indicam necessariamente um aumento isolado de eventos, mas um problema recorrente associado ao uso fora das recomendações. Produtos seguros, quando utilizados de forma inadequada ou abusiva, podem provocar desde irritações leves até quadros graves e fatais.</p><p>Entre os principais alertas estão os produtos de limpeza e inseticidas de uso doméstico. Apesar de amplamente disponíveis, eles exigem leitura atenta dos rótulos, uso em ambientes ventilados e jamais devem ser misturados. O risco aumenta quando se trata de produtos clandestinos ou receitas caseiras, sem controle de composição, o que dificulta o atendimento médico em situações de emergência. A exposição repetida também preocupa, já que o organismo pode se sensibilizar ao longo do tempo, fazendo com que os sintomas apareçam apenas após vários usos.</p><p>A entrevista conduzida pelo jornalista Léo Mendes também abordou intoxicações por medicamentos, automedicação, uso de remédios vencidos, desafios virais envolvendo aerossóis, impactos da poluição e a importância dos exames toxicológicos exigidos para a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em algumas categorias. De acordo com o médico, a informação de qualidade é uma das principais ferramentas de prevenção, especialmente em um cenário de desinformação e conteúdos perigosos disseminados nas redes sociais. Em casos suspeitos de intoxicação, a orientação é afastar a pessoa da fonte de exposição e procurar atendimento médico imediato, sem tentar soluções caseiras.</p><p>O TEMPO Entrevista vai ao ar no sábado, 18 de abril, às 14 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Intoxicações não estão restritas a acidentes extremos ou situações criminosas. Elas fazem parte do cotidiano, no uso inadequado de medicamentos, na mistura de produtos de limpeza aparentemente inofensivos e até em hábitos repetidos dentro de casa. O tema foi abordado no O TEMPO Entrevista, em conversa com o médico toxicologista Alvaro Pulchinelli, diretor da Toxicologia Pardini, que explicou como essas exposições afetam o organismo e quais cuidados podem reduzir riscos.</p><p>Segundo o especialista, a toxicologia médica estuda justamente a interação de substâncias químicas com o corpo quando elas causam prejuízos à saúde. Casos recentes de grande repercussão, como intoxicações por metanol, uso incorreto de produtos químicos e acidentes domésticos, não indicam necessariamente um aumento isolado de eventos, mas um problema recorrente associado ao uso fora das recomendações. Produtos seguros, quando utilizados de forma inadequada ou abusiva, podem provocar desde irritações leves até quadros graves e fatais.</p><p>Entre os principais alertas estão os produtos de limpeza e inseticidas de uso doméstico. Apesar de amplamente disponíveis, eles exigem leitura atenta dos rótulos, uso em ambientes ventilados e jamais devem ser misturados. O risco aumenta quando se trata de produtos clandestinos ou receitas caseiras, sem controle de composição, o que dificulta o atendimento médico em situações de emergência. A exposição repetida também preocupa, já que o organismo pode se sensibilizar ao longo do tempo, fazendo com que os sintomas apareçam apenas após vários usos.</p><p>A entrevista conduzida pelo jornalista Léo Mendes também abordou intoxicações por medicamentos, automedicação, uso de remédios vencidos, desafios virais envolvendo aerossóis, impactos da poluição e a importância dos exames toxicológicos exigidos para a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em algumas categorias. De acordo com o médico, a informação de qualidade é uma das principais ferramentas de prevenção, especialmente em um cenário de desinformação e conteúdos perigosos disseminados nas redes sociais. Em casos suspeitos de intoxicação, a orientação é afastar a pessoa da fonte de exposição e procurar atendimento médico imediato, sem tentar soluções caseiras.</p><p>O TEMPO Entrevista vai ao ar no sábado, 18 de abril, às 14 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 18 Apr 2026 04:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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        <![CDATA[<p>Intoxicações não estão restritas a acidentes extremos ou situações criminosas. Elas fazem parte do cotidiano, no uso inadequado de medicamentos, na mistura de produtos de limpeza aparentemente inofensivos e até em hábitos repetidos dentro de casa. O tema foi abordado no O TEMPO Entrevista, em conversa com o médico toxicologista Alvaro Pulchinelli, diretor da Toxicologia Pardini, que explicou como essas exposições afetam o organismo e quais cuidados podem reduzir riscos.</p><p>Segundo o especialista, a toxicologia médica estuda justamente a interação de substâncias químicas com o corpo quando elas causam prejuízos à saúde. Casos recentes de grande repercussão, como intoxicações por metanol, uso incorreto de produtos químicos e acidentes domésticos, não indicam necessariamente um aumento isolado de eventos, mas um problema recorrente associado ao uso fora das recomendações. Produtos seguros, quando utilizados de forma inadequada ou abusiva, podem provocar desde irritações leves até quadros graves e fatais.</p><p>Entre os principais alertas estão os produtos de limpeza e inseticidas de uso doméstico. Apesar de amplamente disponíveis, eles exigem leitura atenta dos rótulos, uso em ambientes ventilados e jamais devem ser misturados. O risco aumenta quando se trata de produtos clandestinos ou receitas caseiras, sem controle de composição, o que dificulta o atendimento médico em situações de emergência. A exposição repetida também preocupa, já que o organismo pode se sensibilizar ao longo do tempo, fazendo com que os sintomas apareçam apenas após vários usos.</p><p>A entrevista conduzida pelo jornalista Léo Mendes também abordou intoxicações por medicamentos, automedicação, uso de remédios vencidos, desafios virais envolvendo aerossóis, impactos da poluição e a importância dos exames toxicológicos exigidos para a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em algumas categorias. De acordo com o médico, a informação de qualidade é uma das principais ferramentas de prevenção, especialmente em um cenário de desinformação e conteúdos perigosos disseminados nas redes sociais. Em casos suspeitos de intoxicação, a orientação é afastar a pessoa da fonte de exposição e procurar atendimento médico imediato, sem tentar soluções caseiras.</p><p>O TEMPO Entrevista vai ao ar no sábado, 18 de abril, às 14 horas, no canal de O TEMPO no YouTube.</p>]]>
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      <itunes:keywords>pardini; hermes pardini; toxocologia pardini; alvaro; léo mendes; o tempo entrevista; intoxicação; cnh; produtos de limpeza</itunes:keywords>
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      <title>A inteligência artificial pode destruir a verdade? | O TEMPO Entrevista</title>
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        <![CDATA[<p>Em O TEMPO Entrevista, o advogado Everson Soto Silva Brugnara, coordenador do curso de Direito do Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), explica que a desinformação não é um fenômeno novo, mas ganhou velocidade, escala e sofisticação com o uso da IA. “Hoje, o problema não é apenas a mentira, mas a aparência de verdade. A tecnologia cria conteúdos muito convincentes, que circulam em ambientes de confiança, como grupos de família ou amigos”, afirma.</p><p>Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, Everson Brugnara disse que esse contexto reduz o senso crítico e facilita a propagação de informações falsas, muitas vezes sem intenção deliberada de causar dano. “As pessoas compartilham porque confiam na fonte, não porque checaram o conteúdo. Isso torna o combate à desinformação ainda mais complexo”, observa.</p><p>O advogado também destaca os impactos desse cenário no processo democrático, especialmente em períodos eleitorais. Conteúdos falsos produzidos com inteligência artificial podem influenciar opiniões, manipular narrativas e afetar decisões coletivas, antes que qualquer checagem consiga frear sua disseminação.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em O TEMPO Entrevista, o advogado Everson Soto Silva Brugnara, coordenador do curso de Direito do Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), explica que a desinformação não é um fenômeno novo, mas ganhou velocidade, escala e sofisticação com o uso da IA. “Hoje, o problema não é apenas a mentira, mas a aparência de verdade. A tecnologia cria conteúdos muito convincentes, que circulam em ambientes de confiança, como grupos de família ou amigos”, afirma.</p><p>Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, Everson Brugnara disse que esse contexto reduz o senso crítico e facilita a propagação de informações falsas, muitas vezes sem intenção deliberada de causar dano. “As pessoas compartilham porque confiam na fonte, não porque checaram o conteúdo. Isso torna o combate à desinformação ainda mais complexo”, observa.</p><p>O advogado também destaca os impactos desse cenário no processo democrático, especialmente em períodos eleitorais. Conteúdos falsos produzidos com inteligência artificial podem influenciar opiniões, manipular narrativas e afetar decisões coletivas, antes que qualquer checagem consiga frear sua disseminação.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 11 Apr 2026 14:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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        <![CDATA[<p>Em O TEMPO Entrevista, o advogado Everson Soto Silva Brugnara, coordenador do curso de Direito do Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), explica que a desinformação não é um fenômeno novo, mas ganhou velocidade, escala e sofisticação com o uso da IA. “Hoje, o problema não é apenas a mentira, mas a aparência de verdade. A tecnologia cria conteúdos muito convincentes, que circulam em ambientes de confiança, como grupos de família ou amigos”, afirma.</p><p>Durante a conversa com o jornalista Léo Mendes, Everson Brugnara disse que esse contexto reduz o senso crítico e facilita a propagação de informações falsas, muitas vezes sem intenção deliberada de causar dano. “As pessoas compartilham porque confiam na fonte, não porque checaram o conteúdo. Isso torna o combate à desinformação ainda mais complexo”, observa.</p><p>O advogado também destaca os impactos desse cenário no processo democrático, especialmente em períodos eleitorais. Conteúdos falsos produzidos com inteligência artificial podem influenciar opiniões, manipular narrativas e afetar decisões coletivas, antes que qualquer checagem consiga frear sua disseminação.</p>]]>
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      <title>ECA Digital amplia responsabilização de plataformas | O TEMPO Entrevista</title>
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        <![CDATA[<p>Crianças e adolescentes estão cada vez mais expostos a conteúdos inadequados no ambiente digital, impulsionados por algoritmos, rolagem infinita e mecanismos que estimulam o consumo prolongado de telas.</p><p>A partir de março, o Brasil passou a contar com o chamado <strong>ECA Digital</strong>, uma atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente voltada à proteção no ambiente online. O tema foi debatido em <strong>O TEMPO Entrevista</strong>, que recebeu a advogada <strong>Núbia de Paula</strong>, doutora em Direito e vice-presidente da OAB-MG. O podcast do canal <strong>O TEMPO</strong> tem a apresentação do jornalista <strong>Léo Mendes</strong>.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Crianças e adolescentes estão cada vez mais expostos a conteúdos inadequados no ambiente digital, impulsionados por algoritmos, rolagem infinita e mecanismos que estimulam o consumo prolongado de telas.</p><p>A partir de março, o Brasil passou a contar com o chamado <strong>ECA Digital</strong>, uma atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente voltada à proteção no ambiente online. O tema foi debatido em <strong>O TEMPO Entrevista</strong>, que recebeu a advogada <strong>Núbia de Paula</strong>, doutora em Direito e vice-presidente da OAB-MG. O podcast do canal <strong>O TEMPO</strong> tem a apresentação do jornalista <strong>Léo Mendes</strong>.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 04 Apr 2026 14:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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        <![CDATA[<p>Crianças e adolescentes estão cada vez mais expostos a conteúdos inadequados no ambiente digital, impulsionados por algoritmos, rolagem infinita e mecanismos que estimulam o consumo prolongado de telas.</p><p>A partir de março, o Brasil passou a contar com o chamado <strong>ECA Digital</strong>, uma atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente voltada à proteção no ambiente online. O tema foi debatido em <strong>O TEMPO Entrevista</strong>, que recebeu a advogada <strong>Núbia de Paula</strong>, doutora em Direito e vice-presidente da OAB-MG. O podcast do canal <strong>O TEMPO</strong> tem a apresentação do jornalista <strong>Léo Mendes</strong>.</p>]]>
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      <title>CDB, CDI, Tesouro Direto, Master</title>
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        <![CDATA[<p>A liquidação do Banco Master, decretada pelo Banco Central em novembro de 2025, revelou um desequilíbrio grave entre caixa e compromissos financeiros e reacendeu um debate essencial: como investimentos de alto risco, muitas vezes travestidos de oportunidades seguras, chegam a milhares de carteiras pelo país. O caso virou exemplo de um problema estrutural do mercado financeiro: a dificuldade de o investidor comum identificar riscos ocultos.</p><p>Em O TEMPO Entrevista, o CEO e diretor de Consultoria da Stokos Wealth Management, Henrique Stuart, explicou que o modelo de captação do banco já indicava fragilidades muito antes da liquidação. “Quando uma instituição precisa pagar 120% ou 130% do CDI para captar recursos, isso significa que ela já não consegue financiamento em condições normais. Esse custo elevado precisa ser compensado com ativos ainda mais arriscados, o que cria um ciclo insustentável”, afirmou.</p><p>Para Banker da Stokos, Leon David, outro fator decisivo é a forma como esses produtos são distribuídos ao público. “Muitos investimentos problemáticos se espalham porque pagam comissões mais altas a quem os vende. O investidor acredita que está sendo orientado, mas muitas vezes não sabe que o incentivo está no produto, não na proteção do patrimônio”, disse. Segundo ele, a promessa de retorno elevado costuma ser o primeiro alerta de que há risco adicional envolvido.</p><p>O jornalista e apresentador Léo Mendes também abordou o papel do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e a falsa sensação de segurança criada por essa proteção. Os especialistas reforçaram que o fundo não cobre todos os cenários e que confiar apenas nele pode ser um erro. “Não existe retorno extra sem risco extra. Se algo parece bom demais pra ser verdade, provavelmente é”, resumiu Stuart. O alerta final é direto: mais do que buscar rendimento, o investidor precisa entender quem está sendo remunerado e por quê.</p><p>Entenda mais sobre como identificar investimentos seguros e sobre o papel dos especialistas nesse processo. O TEMPO Entrevista, com os convidados Henrique Stuart e Leon David, vai ao ar no sábado, 28 de março, às 14h, no canal de O TEMPO no YouTube.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A liquidação do Banco Master, decretada pelo Banco Central em novembro de 2025, revelou um desequilíbrio grave entre caixa e compromissos financeiros e reacendeu um debate essencial: como investimentos de alto risco, muitas vezes travestidos de oportunidades seguras, chegam a milhares de carteiras pelo país. O caso virou exemplo de um problema estrutural do mercado financeiro: a dificuldade de o investidor comum identificar riscos ocultos.</p><p>Em O TEMPO Entrevista, o CEO e diretor de Consultoria da Stokos Wealth Management, Henrique Stuart, explicou que o modelo de captação do banco já indicava fragilidades muito antes da liquidação. “Quando uma instituição precisa pagar 120% ou 130% do CDI para captar recursos, isso significa que ela já não consegue financiamento em condições normais. Esse custo elevado precisa ser compensado com ativos ainda mais arriscados, o que cria um ciclo insustentável”, afirmou.</p><p>Para Banker da Stokos, Leon David, outro fator decisivo é a forma como esses produtos são distribuídos ao público. “Muitos investimentos problemáticos se espalham porque pagam comissões mais altas a quem os vende. O investidor acredita que está sendo orientado, mas muitas vezes não sabe que o incentivo está no produto, não na proteção do patrimônio”, disse. Segundo ele, a promessa de retorno elevado costuma ser o primeiro alerta de que há risco adicional envolvido.</p><p>O jornalista e apresentador Léo Mendes também abordou o papel do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e a falsa sensação de segurança criada por essa proteção. Os especialistas reforçaram que o fundo não cobre todos os cenários e que confiar apenas nele pode ser um erro. “Não existe retorno extra sem risco extra. Se algo parece bom demais pra ser verdade, provavelmente é”, resumiu Stuart. O alerta final é direto: mais do que buscar rendimento, o investidor precisa entender quem está sendo remunerado e por quê.</p><p>Entenda mais sobre como identificar investimentos seguros e sobre o papel dos especialistas nesse processo. O TEMPO Entrevista, com os convidados Henrique Stuart e Leon David, vai ao ar no sábado, 28 de março, às 14h, no canal de O TEMPO no YouTube.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 28 Mar 2026 11:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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        <![CDATA[<p>A liquidação do Banco Master, decretada pelo Banco Central em novembro de 2025, revelou um desequilíbrio grave entre caixa e compromissos financeiros e reacendeu um debate essencial: como investimentos de alto risco, muitas vezes travestidos de oportunidades seguras, chegam a milhares de carteiras pelo país. O caso virou exemplo de um problema estrutural do mercado financeiro: a dificuldade de o investidor comum identificar riscos ocultos.</p><p>Em O TEMPO Entrevista, o CEO e diretor de Consultoria da Stokos Wealth Management, Henrique Stuart, explicou que o modelo de captação do banco já indicava fragilidades muito antes da liquidação. “Quando uma instituição precisa pagar 120% ou 130% do CDI para captar recursos, isso significa que ela já não consegue financiamento em condições normais. Esse custo elevado precisa ser compensado com ativos ainda mais arriscados, o que cria um ciclo insustentável”, afirmou.</p><p>Para Banker da Stokos, Leon David, outro fator decisivo é a forma como esses produtos são distribuídos ao público. “Muitos investimentos problemáticos se espalham porque pagam comissões mais altas a quem os vende. O investidor acredita que está sendo orientado, mas muitas vezes não sabe que o incentivo está no produto, não na proteção do patrimônio”, disse. Segundo ele, a promessa de retorno elevado costuma ser o primeiro alerta de que há risco adicional envolvido.</p><p>O jornalista e apresentador Léo Mendes também abordou o papel do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e a falsa sensação de segurança criada por essa proteção. Os especialistas reforçaram que o fundo não cobre todos os cenários e que confiar apenas nele pode ser um erro. “Não existe retorno extra sem risco extra. Se algo parece bom demais pra ser verdade, provavelmente é”, resumiu Stuart. O alerta final é direto: mais do que buscar rendimento, o investidor precisa entender quem está sendo remunerado e por quê.</p><p>Entenda mais sobre como identificar investimentos seguros e sobre o papel dos especialistas nesse processo. O TEMPO Entrevista, com os convidados Henrique Stuart e Leon David, vai ao ar no sábado, 28 de março, às 14h, no canal de O TEMPO no YouTube.</p>]]>
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      <title>Professor Adriano Gianturco desmonta mitos sobre o Brasil em novo livro</title>
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        <![CDATA[<p>Em O TEMPO Entrevista, o PhD em Ciência Política e coordenador do curso de Relações Internacionais do IBMEC-BH, Adriano Gianturco mostra como discursos populares sobre corrupção, riqueza, violência, protecionismo e comportamento brasileiro não resistem à comparação global.</p><p>Adriano Gianturco esteve nos estúdios de O TEMPO para apresentar seu novo livro: "Mentiram para Nós sobre o Brasil", obra que reúne dezenas de dados e rankings internacionais para desmontar ideias amplamente repetidas no debate público. “Muitas narrativas que circulam por aqui simplesmente não batem com os dados”, afirma o autor. Pensado para o grande público, o livro tem capítulos curtos e independentes, que podem ser lidos em qualquer ordem.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 06 Dec 2025 07:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <title>Habeas corpus humanitário é para todo mundo — assim como quer Jair Bolsonaro?</title>
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        <![CDATA[<p>O advogado criminalista Rafael Pereira, especialista em Ciências Penais e conselheiro do Conselho de Criminologia e Política Criminal da Sejusp-MG, afirmou que o sistema carcerário brasileiro está longe de oferecer condições adequadas para qualquer pessoa presa. Em O TEMPO Entrevista, ele explicou que discussões recentes sobre habeas corpus humanitário e prisão domiciliar — impulsionadas pelo caso do ex-presidente Jair Bolsonaro — expõem desigualdades históricas entre presos com grande visibilidade e a população carcerária comum.</p><p>Segundo o advogado, o habeas corpus humanitário não é um privilégio nem um mecanismo exclusivo para figuras políticas, mas deveria ser utilizado sempre que o Estado se mostra incapaz de garantir cuidados básicos ao preso, como medicamentos, assistência médica e condições mínimas de higiene. Na prática, porém, ele afirma que apenas casos de grande repercussão recebem inspeções detalhadas do Judiciário para verificar se o preso está sendo atendido adequadamente. “O preso comum não tem essa atenção”, observa.</p><p>Rafael destaca ainda a superlotação como o maior obstáculo para qualquer política de ressocialização. Dados recentes da Secretaria Nacional de Políticas Penais mostram que o Brasil tem mais de 702 mil presos para apenas 500 mil vagas, cenário que impede triagem adequada, compromete a saúde e limita qualquer atuação eficaz das polícias penais. Em condições precárias, afirma ele, o sistema não cumpre sua função de reinserir o indivíduo na sociedade e, muitas vezes, funciona como “escola do crime”.</p><p>Um dos trechos mais contundentes da entrevista ao jornalista Léo Mendes aborda o ciclo de reincidência. Para o criminalista, a sociedade fecha portas para quem deixa a prisão, enquanto as organizações criminosas oferecem exatamente o contrário: emprego, renda e proteção. “Onde o Estado não chega, o tráfico chega”, disse, citando ainda que facções dominam setores econômicos, financiam infraestrutura em comunidades e ocupam justamente o espaço que deveria ser preenchido por políticas públicas.</p><p>Questionado sobre possíveis soluções, Rafael Pereira não demonstra otimismo. Ele lembra que presos “não dão voto”, razão pela qual poucos governos assumem o custo político de investir em melhorias no sistema prisional. Mesmo assim, defende a ampliação de modelos que funcionam, como as Apacs, e ações permanentes de urbanização, prevenção e políticas criminais integradas. Para ele, sem uma transformação estrutural, o Brasil continuará repetindo os mesmos erros.</p><p>A entrevista completa vai ao ar nesta quinta-feira, 27 de novembro, às 15h30. E também estará disponível nos principais tocadores de podcast.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O advogado criminalista Rafael Pereira, especialista em Ciências Penais e conselheiro do Conselho de Criminologia e Política Criminal da Sejusp-MG, afirmou que o sistema carcerário brasileiro está longe de oferecer condições adequadas para qualquer pessoa presa. Em O TEMPO Entrevista, ele explicou que discussões recentes sobre habeas corpus humanitário e prisão domiciliar — impulsionadas pelo caso do ex-presidente Jair Bolsonaro — expõem desigualdades históricas entre presos com grande visibilidade e a população carcerária comum.</p><p>Segundo o advogado, o habeas corpus humanitário não é um privilégio nem um mecanismo exclusivo para figuras políticas, mas deveria ser utilizado sempre que o Estado se mostra incapaz de garantir cuidados básicos ao preso, como medicamentos, assistência médica e condições mínimas de higiene. Na prática, porém, ele afirma que apenas casos de grande repercussão recebem inspeções detalhadas do Judiciário para verificar se o preso está sendo atendido adequadamente. “O preso comum não tem essa atenção”, observa.</p><p>Rafael destaca ainda a superlotação como o maior obstáculo para qualquer política de ressocialização. Dados recentes da Secretaria Nacional de Políticas Penais mostram que o Brasil tem mais de 702 mil presos para apenas 500 mil vagas, cenário que impede triagem adequada, compromete a saúde e limita qualquer atuação eficaz das polícias penais. Em condições precárias, afirma ele, o sistema não cumpre sua função de reinserir o indivíduo na sociedade e, muitas vezes, funciona como “escola do crime”.</p><p>Um dos trechos mais contundentes da entrevista ao jornalista Léo Mendes aborda o ciclo de reincidência. Para o criminalista, a sociedade fecha portas para quem deixa a prisão, enquanto as organizações criminosas oferecem exatamente o contrário: emprego, renda e proteção. “Onde o Estado não chega, o tráfico chega”, disse, citando ainda que facções dominam setores econômicos, financiam infraestrutura em comunidades e ocupam justamente o espaço que deveria ser preenchido por políticas públicas.</p><p>Questionado sobre possíveis soluções, Rafael Pereira não demonstra otimismo. Ele lembra que presos “não dão voto”, razão pela qual poucos governos assumem o custo político de investir em melhorias no sistema prisional. Mesmo assim, defende a ampliação de modelos que funcionam, como as Apacs, e ações permanentes de urbanização, prevenção e políticas criminais integradas. Para ele, sem uma transformação estrutural, o Brasil continuará repetindo os mesmos erros.</p><p>A entrevista completa vai ao ar nesta quinta-feira, 27 de novembro, às 15h30. E também estará disponível nos principais tocadores de podcast.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 27 Nov 2025 19:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <title>Nova presidente do CRF-MG promete gestão mais humanizada e próxima dos farmacêuticos</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A farmacêutica Fabiana Silveira, líder da Associação dos Farmacêuticos de Betim, foi eleita presidente do Conselho Regional de Farmácia de Minas Gerais (CRF-MG) e assume o cargo em janeiro de 2026 para um mandato de dois anos. Representante da chapa Somos a Mudança, ela recebeu mais de 10 mil votos em uma das eleições mais disputadas do conselho, que reúne em torno de 32 mil profissionais no estado. Em O TEMPO Entrevista, apresentado pelo jornalista Léo Mendes, Fabiana destaca que seu principal compromisso é reconstruir a relação de confiança entre o CRF e a categoria.</p><p>A nova presidente defende que o Conselho volte a ser uma instituição de referência para o farmacêutico, oferecendo formação continuada, presença ativa nas regiões e apoio efetivo no dia a dia da profissão. Uma pauta central será a saúde mental dos profissionais, tema recorrente em suas falas: “Temos uma categoria cansada, adoecida e desmotivada. Precisamos cuidar de quem cuida”, afirmou.</p><p>Outro ponto considerado estratégico pela nova gestão é o fortalecimento das relações institucionais. Fabiana pretende reaproximar o CRF do Conselho Federal de Farmácia, dos sindicatos e de parlamentares que defendem a pauta do piso salarial, uma reivindicação histórica da categoria. Ela reforçou que políticas de valorização profissional só avançam com articulação política e união de todas as entidades.</p><p>A transparência financeira também será prioridade. Fabiana anunciou que o conselho vai adotar planilhas mensais abertas à categoria, auditorias internas e novos canais diretos de comunicação. A proposta inclui ainda a descentralização das ações do CRF-MG, com delegados regionais e incentivo à criação de associações locais, ampliando a presença do conselho nos 853 municípios mineiros.</p><p>A entrevista vai ao ar no sábado, 22 de novembro, às 14 horas no canal de O TEMPO no YouTube e também nos principais tocadores de podcast.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A farmacêutica Fabiana Silveira, líder da Associação dos Farmacêuticos de Betim, foi eleita presidente do Conselho Regional de Farmácia de Minas Gerais (CRF-MG) e assume o cargo em janeiro de 2026 para um mandato de dois anos. Representante da chapa Somos a Mudança, ela recebeu mais de 10 mil votos em uma das eleições mais disputadas do conselho, que reúne em torno de 32 mil profissionais no estado. Em O TEMPO Entrevista, apresentado pelo jornalista Léo Mendes, Fabiana destaca que seu principal compromisso é reconstruir a relação de confiança entre o CRF e a categoria.</p><p>A nova presidente defende que o Conselho volte a ser uma instituição de referência para o farmacêutico, oferecendo formação continuada, presença ativa nas regiões e apoio efetivo no dia a dia da profissão. Uma pauta central será a saúde mental dos profissionais, tema recorrente em suas falas: “Temos uma categoria cansada, adoecida e desmotivada. Precisamos cuidar de quem cuida”, afirmou.</p><p>Outro ponto considerado estratégico pela nova gestão é o fortalecimento das relações institucionais. Fabiana pretende reaproximar o CRF do Conselho Federal de Farmácia, dos sindicatos e de parlamentares que defendem a pauta do piso salarial, uma reivindicação histórica da categoria. Ela reforçou que políticas de valorização profissional só avançam com articulação política e união de todas as entidades.</p><p>A transparência financeira também será prioridade. Fabiana anunciou que o conselho vai adotar planilhas mensais abertas à categoria, auditorias internas e novos canais diretos de comunicação. A proposta inclui ainda a descentralização das ações do CRF-MG, com delegados regionais e incentivo à criação de associações locais, ampliando a presença do conselho nos 853 municípios mineiros.</p><p>A entrevista vai ao ar no sábado, 22 de novembro, às 14 horas no canal de O TEMPO no YouTube e também nos principais tocadores de podcast.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 22 Nov 2025 19:21:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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        <![CDATA[<p>A farmacêutica Fabiana Silveira, líder da Associação dos Farmacêuticos de Betim, foi eleita presidente do Conselho Regional de Farmácia de Minas Gerais (CRF-MG) e assume o cargo em janeiro de 2026 para um mandato de dois anos. Representante da chapa Somos a Mudança, ela recebeu mais de 10 mil votos em uma das eleições mais disputadas do conselho, que reúne em torno de 32 mil profissionais no estado. Em O TEMPO Entrevista, apresentado pelo jornalista Léo Mendes, Fabiana destaca que seu principal compromisso é reconstruir a relação de confiança entre o CRF e a categoria.</p><p>A nova presidente defende que o Conselho volte a ser uma instituição de referência para o farmacêutico, oferecendo formação continuada, presença ativa nas regiões e apoio efetivo no dia a dia da profissão. Uma pauta central será a saúde mental dos profissionais, tema recorrente em suas falas: “Temos uma categoria cansada, adoecida e desmotivada. Precisamos cuidar de quem cuida”, afirmou.</p><p>Outro ponto considerado estratégico pela nova gestão é o fortalecimento das relações institucionais. Fabiana pretende reaproximar o CRF do Conselho Federal de Farmácia, dos sindicatos e de parlamentares que defendem a pauta do piso salarial, uma reivindicação histórica da categoria. Ela reforçou que políticas de valorização profissional só avançam com articulação política e união de todas as entidades.</p><p>A transparência financeira também será prioridade. Fabiana anunciou que o conselho vai adotar planilhas mensais abertas à categoria, auditorias internas e novos canais diretos de comunicação. A proposta inclui ainda a descentralização das ações do CRF-MG, com delegados regionais e incentivo à criação de associações locais, ampliando a presença do conselho nos 853 municípios mineiros.</p><p>A entrevista vai ao ar no sábado, 22 de novembro, às 14 horas no canal de O TEMPO no YouTube e também nos principais tocadores de podcast.</p>]]>
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      <title>Mounjaro e Ozempic: remédio ou modismo?</title>
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        <![CDATA[<p>A médica endocrinologista Ana Paula Oliveira e a farmacêutica Mônica Lenzi analisam o impacto clínico, social e ético por trás desse fenômeno global</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A médica endocrinologista Ana Paula Oliveira e a farmacêutica Mônica Lenzi analisam o impacto clínico, social e ético por trás desse fenômeno global</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 07 Nov 2025 20:41:39 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <title>Debate: o Brasil perdeu o controle sobre a criminalidade</title>
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        <![CDATA[<p>Especialistas em Segurança Pública ouvidos por O TEMPO Entrevista dão suas visões sobre a megaoperação realizada no Rio de Janeiro</p><p>A megaoperação das forças de segurança do Rio de Janeiro contra a facção criminosa Comando Vermelho escancarou as diversas dificuldades do poder público em fazer um combate efetivo contra o crime organizado.</p><p>A incursão policial realizada na terça-feira (28), resultou em 121 mortes, a mais letal da história do estado fluminense.</p><p>Em O TEMPO Entrevista, dois especialistas participam de um debate e apresentam as suas visões sobre a operação planejada e executada pelo governo do Rio. Para o coronel Ailton Cirilo, presidente da Comissão de Segurança Pública da OAB-MG, a ação foi um sucesso.</p><p>"O que tem acontecido no Rio de Janeiro é algo gravíssimo. Ato de guerra. Quando você utiliza drone para lançar granada contra agentes policiais, não está só matando o agente do Estado, está matando o próprio Estado. Entendo que há uma preocupação em averiguar as mortes que ocorreram, mas eu não tenho dúvida que a operação foi assertiva, ela foi ajustada e teve sucesso, porque houve planejamento", pontua o coronel, que também é presidente da Associação dos Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.</p><p>Já o professor Henrique Noya, doutor e mestre em Filosofia e Teoria Geral do Direito, o governo do Rio de Janeiro errou diante do resultado da megaoperação. "Dada essa alta letalidade, eu acho que foi uma operação, no saldo geral, desastrosa. Aquela imagem de uma violência plástica que correu o mundo, uma violência gráfica muito impactante, chocou todo mundo", destaca o professor.</p><p>A entrevista completa, conduzida pelo jornalista Léo Mendes, você assiste no canal de O TEMPO no YouTube e também pode ouvir pelos principais tocadores de podcast.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Especialistas em Segurança Pública ouvidos por O TEMPO Entrevista dão suas visões sobre a megaoperação realizada no Rio de Janeiro</p><p>A megaoperação das forças de segurança do Rio de Janeiro contra a facção criminosa Comando Vermelho escancarou as diversas dificuldades do poder público em fazer um combate efetivo contra o crime organizado.</p><p>A incursão policial realizada na terça-feira (28), resultou em 121 mortes, a mais letal da história do estado fluminense.</p><p>Em O TEMPO Entrevista, dois especialistas participam de um debate e apresentam as suas visões sobre a operação planejada e executada pelo governo do Rio. Para o coronel Ailton Cirilo, presidente da Comissão de Segurança Pública da OAB-MG, a ação foi um sucesso.</p><p>"O que tem acontecido no Rio de Janeiro é algo gravíssimo. Ato de guerra. Quando você utiliza drone para lançar granada contra agentes policiais, não está só matando o agente do Estado, está matando o próprio Estado. Entendo que há uma preocupação em averiguar as mortes que ocorreram, mas eu não tenho dúvida que a operação foi assertiva, ela foi ajustada e teve sucesso, porque houve planejamento", pontua o coronel, que também é presidente da Associação dos Oficiais da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.</p><p>Já o professor Henrique Noya, doutor e mestre em Filosofia e Teoria Geral do Direito, o governo do Rio de Janeiro errou diante do resultado da megaoperação. "Dada essa alta letalidade, eu acho que foi uma operação, no saldo geral, desastrosa. Aquela imagem de uma violência plástica que correu o mundo, uma violência gráfica muito impactante, chocou todo mundo", destaca o professor.</p><p>A entrevista completa, conduzida pelo jornalista Léo Mendes, você assiste no canal de O TEMPO no YouTube e também pode ouvir pelos principais tocadores de podcast.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 30 Oct 2025 21:31:47 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <itunes:keywords>megaoperação; comando vermelho; rio de janeiro; o tempo entrevista; segurança pública;</itunes:keywords>
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      <title>O Brasil ainda é vulnerável no mundo digital</title>
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        <![CDATA[<p>O avanço da tecnologia e a popularização da inteligência artificial transformaram o mundo digital em um terreno fértil para o crime cibernético. O alerta é do professor Marcos Flávio Araújo Assunção, especialista em segurança da informação e professor do IBMEC.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 25 Oct 2025 21:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <itunes:keywords>golpes virtuais;  mundo digital; vazamento de senhas</itunes:keywords>
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      <title>Novelas e influenciadores revelam o poder do entretenimento sobre o comportamento</title>
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        <![CDATA[<p>Em O TEMPO Entrevista, a psicóloga e psicanalista Camila Grasseli analisa o fascínio do brasileiro pelas novelas, o fenômeno dos influenciadores digitais e os riscos do consumo excessivo de telas.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 17 Oct 2025 23:00:34 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <title>Verdura é o tema do Comida di Buteco 2026</title>
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        <![CDATA[<p>O Comida di Buteco revelou o tema criativo da edição 2026: VERDURA. O concurso, que nasceu em Belo Horizonte e hoje é realizado em 40 cidades de todas as regiões do país, contará com a participação de mais de 1.200 bares. Mais do que um festival gastronômico, o evento se firmou como um movimento de valorização da cozinha de raiz e de fortalecimento da economia local, gerando empregos, capacitando empreendedores e movimentando a vida cultural das cidades.</p><p>Para a diretora de operações e co-fundadora do concurso, Maria Eulália Araújo, a escolha do tema reforça o compromisso de provocar a criatividade nos bares participantes. “Muita gente confunde inovação com tecnologia. Inovar, às vezes, é exatamente isso: fazer quem está acostumado a fritar torresmo ter que colocar verdura no meio do caminho e dar protagonismo a ela. Isso é inovação. Você pode ter certeza que nós vamos ter um 2026 com receitas incríveis”, destaca.</p><p>Em O TEMPO Entrevista, a diretora do concurso fala também sobre todas as novidades da próxima edição, prevista para o mês de abril, e conta as histórias mais surpreendentes dos participantes nesses 25 anos do Comida di Buteco.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 04 Oct 2025 07:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <itunes:author>Léo Mendes</itunes:author>
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      <itunes:keywords>Comida di Buteco; o tempo entrevista; léo mendes; bares; restaurantes; gastronomia;</itunes:keywords>
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      <title>Minas Tênis: Tradição, conquistas e os novos desafios de um dos maiores clubes do Brasil</title>
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      <itunes:title>Minas Tênis: Tradição, conquistas e os novos desafios de um dos maiores clubes do Brasil</itunes:title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Às vésperas de completar nove décadas de história, em 15 de novembro, o Minas Tênis Clube reafirma seu protagonismo como uma das maiores instituições sociodesportivas do país. Com mais de 82 mil associados e cerca de 1.300 funcionários, o Clube amplia sua atuação em esporte, cultura, educação e lazer sem abrir mão da tradição que o consagrou nacionalmente. Entre os marcos das comemorações está o lançamento do Instituto Minas Tênis Solidário, que inaugura uma nova fase de responsabilidade social.</p><p>Em O TEMPO Entrevista, o presidente Carlos Henrique Martins Teixeira destacou que as comemorações dos 90 anos vão além da memória e da celebração. A programação inclui eventos culturais, esportivos e sociais que refletem o papel do Minas como celeiro de atletas, polo cultural e espaço de formação cidadã. “Nossa história é marcada por conquistas, mas também pelo compromisso com a comunidade. Os 90 anos serão celebrados olhando para o futuro”, afirmou.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 27 Sep 2025 14:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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        <![CDATA[<p>Às vésperas de completar nove décadas de história, em 15 de novembro, o Minas Tênis Clube reafirma seu protagonismo como uma das maiores instituições sociodesportivas do país. Com mais de 82 mil associados e cerca de 1.300 funcionários, o Clube amplia sua atuação em esporte, cultura, educação e lazer sem abrir mão da tradição que o consagrou nacionalmente. Entre os marcos das comemorações está o lançamento do Instituto Minas Tênis Solidário, que inaugura uma nova fase de responsabilidade social.</p><p>Em O TEMPO Entrevista, o presidente Carlos Henrique Martins Teixeira destacou que as comemorações dos 90 anos vão além da memória e da celebração. A programação inclui eventos culturais, esportivos e sociais que refletem o papel do Minas como celeiro de atletas, polo cultural e espaço de formação cidadã. “Nossa história é marcada por conquistas, mas também pelo compromisso com a comunidade. Os 90 anos serão celebrados olhando para o futuro”, afirmou.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Minas Tênis Clube; O TEMPO Entrevista; Léo Mendes; 90 anos do Minas; Instituto Minas Tênis;</itunes:keywords>
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      <title>Temos mais terremotos hoje do que no passado? O que a ciência explica</title>
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        <![CDATA[<p>Na última terça-feira, 16 de setembro, moradores da Região Metropolitana de Belo Horizonte sentiram um novo tremor de terra. O fenômeno, que chamou a atenção e gerou comentários nas redes sociais, não é isolado: Minas Gerais lidera o ranking de estados com mais registros sísmicos no Brasil com 18 casos apenas em 2025. Apesar disso, a maioria desses abalos passa despercebida pela população, já que costumam ser de baixa intensidade.</p><p>Afinal, estamos vivendo uma época com mais terremotos do que no passado?</p><p>Para responder a essa e outras perguntas, O TEMPO Entrevista conversa com Felipe de Jesus, geólogo, geofísico e professor do curso de Engenharia de Minas do UniBH, analisa o episódio recente em Contagem, explica como se formam os tremores e coloca em perspectiva o que acontece no Brasil em relação a outros países do mundo, onde os abalos sísmicos são mais frequentes e devastadores.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 20 Sep 2025 14:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <itunes:keywords>terremotos; terremotos no Brasil; tremor de terra; terremoto em Contagem; o tempo entrevista; léo mendes</itunes:keywords>
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      <title>Dom José Otacio: Igreja está se transformando e conectada à atualidade</title>
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        <![CDATA[<p>O bispo auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte, Dom José Otacio Oliveira Guedes, destaca as ações da Igreja Católica na região metropolitana e conta as novidades na comunicação, ação pastoral e sua nova função como o único brasileiro a integrar o Dicastério para o Clero do Vaticano. Nomeação feita pelo Papa Leão XIV no dia 28 de agosto.</p><p>Em O TEMPO Entrevista, Dom José Otacio fala ao jornalista Léo Mendes sobre o papel das mulheres na Igreja. A questão mais complexa, se a ordenação de mulheres irá acontecer ou não, também é respondida pelo bispo de maneira clara e sem rodeios.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 13 Sep 2025 13:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <itunes:keywords>dom josé otacio; o tempo entrevista; léo mendes; igreja católica;</itunes:keywords>
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      <title>Educação básica bem estruturada é capaz de transformar comunidades inteiras</title>
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        <![CDATA[<p>Rodrigo Godoy, CEO da Fundação da Gide, defende que o correto desenvolvimento educacional de crianças e jovens passa por projetos que envolvam escolas, famílias e agentes políticos em um único propósito</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 23 Aug 2025 14:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <itunes:keywords>educação; fundação da gide; rodrigo godoy</itunes:keywords>
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      <title>Comida acessível com ingredientes sofisticados: a história que a chef Simone Caldas quer contar</title>
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        <![CDATA[<p>Convidada de O TEMPO Entrevista, a chef e empresária está à frente do restaurante Mandacaru e conta como as panelas a salvaram da depressão.</p><p>Formada em Cinema e trabalhando com comunicação, a virada na vida de Simone Caldas aconteceu em 2011, quando um amigo a inscreveu em um concurso de culinária do SENAC. Ela venceu e ganhou uma bolsa. Isso a levou a mergulhar de vez na gastronomia, com passagens pelo Le Cordon Bleu, uma das escolas mais renomadas do mundo.</p><p>Para a chef Simone Caldas, a comida é mais que sustento; é afeto e história. Sua culinária no Mandacaru, seu restaurante em BH, une as cozinhas nordestina e mineira, com um toque francês. Essa fusão é justificada por sua origem familiar: pai nordestino e mãe mineira.</p><p>Com a pandemia, a partir de 2020, o mundo se fechou, e as coisas para a chef também. Ela passou por momentos de dificuldade, até se reinventar pessoal e profissionalmente, encontrando nas panelas a força para superar a depressão.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 16 Aug 2025 14:00:00 -0300</pubDate>
      <author>O TEMPO</author>
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      <itunes:keywords>tecnologia; ciência; pessoas inspiradoras; histórias inspiradoras; o tempo entrevista; o tempo; pessoas que inspiram</itunes:keywords>
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      <title>InfraBusiness Expo traz mais de 100 expositores a BH e pode gerar R$ 1 bilhão em negócios</title>
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        <![CDATA[<p>A primeira edição da InfraBusiness Expo será realizada no Expominas, em Belo Horizonte, nos dias 12, 13 e 14 de agosto. O evento ocupará 30 mil metros quadrados do pavilhão com cerca de 100 expositores, representantes de toda a cadeia produtiva da infraestrutura.</p><p>Ao menos 130 máquinas estarão em exposição, somando mais de R$ 300 milhões em equipamentos. Com números tão expressivos, a feira tem potencial para se tornar a maior do setor na América Latina já nesta primeira edição. A previsão é que o evento passe a ser realizado a cada dois anos.</p><p>A expectativa é que 30 mil pessoas circulem pelo Expominas durante os três dias, movimentando cerca de R$ 1 bilhão em negócios.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 11 Aug 2025 17:05:06 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <itunes:author>Léo Mendes</itunes:author>
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      <itunes:keywords>Emir cadar filho; expominas; infrabusiness expo</itunes:keywords>
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      <title>Contagem anuncia mais uma etapa das obras do Sistema Integrado de Mobilidade</title>
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      <itunes:title>Contagem anuncia mais uma etapa das obras do Sistema Integrado de Mobilidade</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>A partir deste domingo (10/8),<a href="https://www.otempo.com.br/cidades/2025/8/8/obras-na-joao-cesar-de-oliveira-moradores-avaliam-que-intervencoes-sao-necessarias"><strong> a avenida João César de Oliveira</strong></a>, localizada no bairro Eldorado, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, passará por obras que devem alterar o trajeto de cerca de 59 mil veículos que circulam diariamente pela via.</p>]]>
      </description>
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      <pubDate>Sat, 09 Aug 2025 14:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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        <![CDATA[<p>A partir deste domingo (10/8),<a href="https://www.otempo.com.br/cidades/2025/8/8/obras-na-joao-cesar-de-oliveira-moradores-avaliam-que-intervencoes-sao-necessarias"><strong> a avenida João César de Oliveira</strong></a>, localizada no bairro Eldorado, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, passará por obras que devem alterar o trajeto de cerca de 59 mil veículos que circulam diariamente pela via.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Contagem; sistema de mobilidade; ônibus; marília campos</itunes:keywords>
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      <title>O que muda no mundo com os recursos da Inteligência Artificial</title>
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        <![CDATA[<p>Victor Salles, especialista em IA destaca que a tecnologia está revolucionando o mercado de big techs e defende que esse recurso também precisa ser utilizado como ajuda humanitária</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Victor Salles, especialista em IA destaca que a tecnologia está revolucionando o mercado de big techs e defende que esse recurso também precisa ser utilizado como ajuda humanitária</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 02 Aug 2025 14:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <itunes:keywords>o tempo entrevista; victor salles; inteligência artificial</itunes:keywords>
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      <title>Renegado: falar que a "favela venceu" é hipocrisia</title>
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        <![CDATA[<p>O rapper mineiro Renegado, filho da dona Regina, nascido e criado na favela do bairro Alto Vera Cruz, comunidade da zona Leste de Belo Horizonte, é o convidado de O TEMPO Entrevista deste sábado, 26 de julho.</p><p>Em um papo franco com o jornalista Léo Mendes, o músico apresenta as mensagens diretas que estão presentes nas 11 músicas que compõem o álbum MargeNow, seu mais recente trabalho lançado neste mês, com turnê programada para ser iniciada em agosto.</p><p>Renegado reforça com notoriedade a sua defesa à reparação a negros e povos originários, combate à violência policial e cobra política públicas eficazes em comunidades. "O playboy ainda está discutindo: por que o preto tirou a minha vaga na universidade? Irmão, você tem tudo o tempo inteiro. Aprende a dividir com o coleguinha. A gente está falando sobre isso", exemplifica o rapper.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O rapper mineiro Renegado, filho da dona Regina, nascido e criado na favela do bairro Alto Vera Cruz, comunidade da zona Leste de Belo Horizonte, é o convidado de O TEMPO Entrevista deste sábado, 26 de julho.</p><p>Em um papo franco com o jornalista Léo Mendes, o músico apresenta as mensagens diretas que estão presentes nas 11 músicas que compõem o álbum MargeNow, seu mais recente trabalho lançado neste mês, com turnê programada para ser iniciada em agosto.</p><p>Renegado reforça com notoriedade a sua defesa à reparação a negros e povos originários, combate à violência policial e cobra política públicas eficazes em comunidades. "O playboy ainda está discutindo: por que o preto tirou a minha vaga na universidade? Irmão, você tem tudo o tempo inteiro. Aprende a dividir com o coleguinha. A gente está falando sobre isso", exemplifica o rapper.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 26 Jul 2025 14:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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        <![CDATA[<p>O rapper mineiro Renegado, filho da dona Regina, nascido e criado na favela do bairro Alto Vera Cruz, comunidade da zona Leste de Belo Horizonte, é o convidado de O TEMPO Entrevista deste sábado, 26 de julho.</p><p>Em um papo franco com o jornalista Léo Mendes, o músico apresenta as mensagens diretas que estão presentes nas 11 músicas que compõem o álbum MargeNow, seu mais recente trabalho lançado neste mês, com turnê programada para ser iniciada em agosto.</p><p>Renegado reforça com notoriedade a sua defesa à reparação a negros e povos originários, combate à violência policial e cobra política públicas eficazes em comunidades. "O playboy ainda está discutindo: por que o preto tirou a minha vaga na universidade? Irmão, você tem tudo o tempo inteiro. Aprende a dividir com o coleguinha. A gente está falando sobre isso", exemplifica o rapper.</p>]]>
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      <itunes:keywords>rapper; Renegado; o tempo entrevista; a favela não venceu; favela; margenow</itunes:keywords>
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      <title>Tony Valadares: sucesso profissional exige planejamento e pessoas certas ao seu lado</title>
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      <itunes:title>Tony Valadares: sucesso profissional exige planejamento e pessoas certas ao seu lado</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>O empresário e produtor gastronômico Tony Valadares apresenta os "segredos" para a construção de uma empresa de sucesso: planejamento, foco e a compreensão que as pessoas em sua trajetória são fundamentais para a consolidação de qualquer negócio. Essa é a visão que o empreendedor apresentou ao jornalista Léo Mendes, em <strong>O TEMPO Entrevista</strong>, programa dos canais de <strong>O TEMPO</strong> no YouTube, que também está disponível no Spotify.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O empresário e produtor gastronômico Tony Valadares apresenta os "segredos" para a construção de uma empresa de sucesso: planejamento, foco e a compreensão que as pessoas em sua trajetória são fundamentais para a consolidação de qualquer negócio. Essa é a visão que o empreendedor apresentou ao jornalista Léo Mendes, em <strong>O TEMPO Entrevista</strong>, programa dos canais de <strong>O TEMPO</strong> no YouTube, que também está disponível no Spotify.<br></p>]]>
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      <pubDate>Sat, 19 Jul 2025 14:00:00 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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        <![CDATA[<p>O empresário e produtor gastronômico Tony Valadares apresenta os "segredos" para a construção de uma empresa de sucesso: planejamento, foco e a compreensão que as pessoas em sua trajetória são fundamentais para a consolidação de qualquer negócio. Essa é a visão que o empreendedor apresentou ao jornalista Léo Mendes, em <strong>O TEMPO Entrevista</strong>, programa dos canais de <strong>O TEMPO</strong> no YouTube, que também está disponível no Spotify.<br></p>]]>
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      <itunes:keywords>Tony Valadares; O TEMPO Entrevista; Negócios; segredo do sucesso; economia</itunes:keywords>
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      <title>Daniele Hypolito fala sobre futebol, novos talentos na ginástica e BBB</title>
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        <![CDATA[<p>A primeira convidada de O TEMPO Entrevista é a ginasta olímpica brasileira Daniele Hypolito. Inspirando crianças e adolescentes pelo Brasil, a atleta leva os marcos da sua carreira (5 olimpíadas, mais de 70 medalhas e a primeira ginasta brasileira a ganhar um mundial, em 2001) para escolas, universidades e centros de treinamentos. As palestras mantêm o foco no esporte e na “importância de valorizar melhor os atletas de base”. </p><p><br>Em <a href="https://www.youtube.com/watch?v=TcxRoGafHaQ"><strong>O TEMPO Entrevista</strong></a>, Daniele Hypolito relembra a infância ao lado dos irmãos Diego e Edson, filhos de um motorista de ônibus e uma costureira. Atualmente, os três irmãos são idealizadores e responsáveis por um centro de treinamento, o Instituto Hypolito, que recebe centenas de crianças diariamente. </p><p>Daniele Hypolito fala também das dificuldades nos primeiros anos na ginástica, além do apoio recebido de grandes parceiros, como Ronaldo Fenômeno, que contribuiu para a sua viagem à Bélgica, que a ginasta foi responsável pela primeira medalha individual de uma ginasta brasileira em um Campeonato Mundial, na edição de 2001, em Gante.<br> </p><p>A ginasta não fugiu de polêmicas durante a conversa com Léo Mendes. Ela afirma que o esporte especializado precisa de mais apoio financeiro, seja por meio das leis de incentivo ou de empresas privadas. Para ela, o futebol virou um comércio de sucesso, um grande negócio que remunera muito bem clubes e jogadores, mas que isso não se repete em outras modalidades. </p><p>Sobre a sua participação no BBB 25, da TV Globo, Daniele revela que entrou para o programa pensando no cachê oferecido pela emissora.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A primeira convidada de O TEMPO Entrevista é a ginasta olímpica brasileira Daniele Hypolito. Inspirando crianças e adolescentes pelo Brasil, a atleta leva os marcos da sua carreira (5 olimpíadas, mais de 70 medalhas e a primeira ginasta brasileira a ganhar um mundial, em 2001) para escolas, universidades e centros de treinamentos. As palestras mantêm o foco no esporte e na “importância de valorizar melhor os atletas de base”. </p><p><br>Em <a href="https://www.youtube.com/watch?v=TcxRoGafHaQ"><strong>O TEMPO Entrevista</strong></a>, Daniele Hypolito relembra a infância ao lado dos irmãos Diego e Edson, filhos de um motorista de ônibus e uma costureira. Atualmente, os três irmãos são idealizadores e responsáveis por um centro de treinamento, o Instituto Hypolito, que recebe centenas de crianças diariamente. </p><p>Daniele Hypolito fala também das dificuldades nos primeiros anos na ginástica, além do apoio recebido de grandes parceiros, como Ronaldo Fenômeno, que contribuiu para a sua viagem à Bélgica, que a ginasta foi responsável pela primeira medalha individual de uma ginasta brasileira em um Campeonato Mundial, na edição de 2001, em Gante.<br> </p><p>A ginasta não fugiu de polêmicas durante a conversa com Léo Mendes. Ela afirma que o esporte especializado precisa de mais apoio financeiro, seja por meio das leis de incentivo ou de empresas privadas. Para ela, o futebol virou um comércio de sucesso, um grande negócio que remunera muito bem clubes e jogadores, mas que isso não se repete em outras modalidades. </p><p>Sobre a sua participação no BBB 25, da TV Globo, Daniele revela que entrou para o programa pensando no cachê oferecido pela emissora.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 14 Jul 2025 18:52:41 -0300</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <itunes:keywords>daniele hypolito; o tempo entrevista; ginástica olímpica; bbb 25</itunes:keywords>
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