<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet href="/stylesheet.xsl" type="text/xsl"?>
<rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" xmlns:podcast="https://podcastindex.org/namespace/1.0">
  <channel>
    <atom:link rel="self" type="application/rss+xml" href="https://feeds.transistor.fm/o-que-e-ser-homem" title="MP3 Audio"/>
    <atom:link rel="hub" href="https://pubsubhubbub.appspot.com/"/>
    <podcast:podping usesPodping="true"/>
    <title>O que é ser homem?</title>
    <generator>Transistor (https://transistor.fm)</generator>
    <itunes:new-feed-url>https://feeds.transistor.fm/o-que-e-ser-homem</itunes:new-feed-url>
    <description>O que é ser homem?
 
Na rua, em casa, na escola ou no trabalho. Os lugares onde as mulheres se sentem totalmente seguras estão cada vez mais escassos.  Elas têm medo de serem assediadas, estupradas e até mortas.  E qual o motivo desse medo: o homem. Por isso, criamos este podcast para falar deles. Porque, se eles são a causa da violência, do machismo e da misoginia, também podem ser a cura. A intenção aqui não é generalizar. É promover uma reflexão sobre “O que é ser homem?”. 
 
Já parou  para  pensar nisso? Como eles aprendem a ser homem? Por que eles não falam de sentimentos? Como aprendem a ser pais? Quais os estereótipos eles buscam seguir? E em que parte do caminho meninos inocentes se transformam em adultos agressores? Em dez episódios, essa série de podcasts é um convite para refletir como as masculinidades são construídas e  como a educação é fator chave para que essas masculinidades sejam saudáveis e menos violentas.
 
Essa é uma produção da Mais Conteúdo, de O TEMPO.</description>
    <copyright>O TEMPO</copyright>
    <podcast:guid>7c3e1fc1-fdbb-5134-9d8c-cd9ee8a1973a</podcast:guid>
    <podcast:locked>yes</podcast:locked>
    <language>pt-br</language>
    <pubDate>Wed, 01 Apr 2026 08:18:53 -0300</pubDate>
    <lastBuildDate>Wed, 01 Apr 2026 08:19:11 -0300</lastBuildDate>
    <link>https://www.otempo.com.br/</link>
    <image>
      <url>https://img.transistorcdn.com/aXt-ERgXLd-f-0ahnRlFkRksKmi72R4Yq07PrXVL0L0/rs:fill:0:0:1/w:1400/h:1400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS80YjU4/YmIzYmY2MDI1NDdh/YjA2OTc1OTQ4MmI2/YjdmOS5qcGVn.jpg</url>
      <title>O que é ser homem?</title>
      <link>https://www.otempo.com.br/</link>
    </image>
    <itunes:category text="Health &amp; Fitness"/>
    <itunes:type>episodic</itunes:type>
    <itunes:author>O TEMPO</itunes:author>
    <itunes:image href="https://img.transistorcdn.com/aXt-ERgXLd-f-0ahnRlFkRksKmi72R4Yq07PrXVL0L0/rs:fill:0:0:1/w:1400/h:1400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS80YjU4/YmIzYmY2MDI1NDdh/YjA2OTc1OTQ4MmI2/YjdmOS5qcGVn.jpg"/>
    <itunes:summary>O que é ser homem?
 
Na rua, em casa, na escola ou no trabalho. Os lugares onde as mulheres se sentem totalmente seguras estão cada vez mais escassos.  Elas têm medo de serem assediadas, estupradas e até mortas.  E qual o motivo desse medo: o homem. Por isso, criamos este podcast para falar deles. Porque, se eles são a causa da violência, do machismo e da misoginia, também podem ser a cura. A intenção aqui não é generalizar. É promover uma reflexão sobre “O que é ser homem?”. 
 
Já parou  para  pensar nisso? Como eles aprendem a ser homem? Por que eles não falam de sentimentos? Como aprendem a ser pais? Quais os estereótipos eles buscam seguir? E em que parte do caminho meninos inocentes se transformam em adultos agressores? Em dez episódios, essa série de podcasts é um convite para refletir como as masculinidades são construídas e  como a educação é fator chave para que essas masculinidades sejam saudáveis e menos violentas.
 
Essa é uma produção da Mais Conteúdo, de O TEMPO.</itunes:summary>
    <itunes:subtitle>O que é ser homem.</itunes:subtitle>
    <itunes:keywords></itunes:keywords>
    <itunes:owner>
      <itunes:name>Jornal O TEMPO</itunes:name>
    </itunes:owner>
    <itunes:complete>No</itunes:complete>
    <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
    <item>
      <title>Como criar os nossos meninos? | O que é ser homem?</title>
      <itunes:episode>10</itunes:episode>
      <podcast:episode>10</podcast:episode>
      <itunes:title>Como criar os nossos meninos? | O que é ser homem?</itunes:title>
      <itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
      <guid isPermaLink="false">3fa82dad-91c5-4fb7-80a7-de47a1553c10</guid>
      <link>https://share.transistor.fm/s/1f384522</link>
      <description>
        <![CDATA[<p>Como um menino inocente pode crescer e se tornar um agressor? Mas de onde vêm as referências masculinas que ensinam, ou não, esses meninos a crescerem e reproduzirem  comportamentos agressivos? A pesquisa “Meninos - Sonhando os Homens do Futuro” levou esse questionamento para entrevistados de 13 a 17 anos. Segundo o estudo, feito pelo Papo de Homem, seis em cada dez deles dizem ter pouca ou nenhuma referência masculina positiva no dia a dia. Então, como eles poderão aprender a ser bons homens? Como eles vão aprender a não reproduzirem essas violências?</p><p>No décimo e último episódio do podcast “O que é ser homem?”, produzido pela Mais Conteúdo, de O TEMPO, a série  mergulha nesses questionamentos e tenta entender qual o caminho para criar os meninos pensando no futuro. Afinal, a cura do machismo pode estar nas mãos deles.</p><p>E se você quiser se aprofundar mais nesse tema, deixamos aqui a indicação do livro da Nana Queiroz, <a href="https://record.com.br/produto/os-meninos-sao-a-cura-do-machismo/">“Os Meninos São a Cura do Machismo”. <br></a><br></p>]]>
      </description>
      <content:encoded>
        <![CDATA[<p>Como um menino inocente pode crescer e se tornar um agressor? Mas de onde vêm as referências masculinas que ensinam, ou não, esses meninos a crescerem e reproduzirem  comportamentos agressivos? A pesquisa “Meninos - Sonhando os Homens do Futuro” levou esse questionamento para entrevistados de 13 a 17 anos. Segundo o estudo, feito pelo Papo de Homem, seis em cada dez deles dizem ter pouca ou nenhuma referência masculina positiva no dia a dia. Então, como eles poderão aprender a ser bons homens? Como eles vão aprender a não reproduzirem essas violências?</p><p>No décimo e último episódio do podcast “O que é ser homem?”, produzido pela Mais Conteúdo, de O TEMPO, a série  mergulha nesses questionamentos e tenta entender qual o caminho para criar os meninos pensando no futuro. Afinal, a cura do machismo pode estar nas mãos deles.</p><p>E se você quiser se aprofundar mais nesse tema, deixamos aqui a indicação do livro da Nana Queiroz, <a href="https://record.com.br/produto/os-meninos-sao-a-cura-do-machismo/">“Os Meninos São a Cura do Machismo”. <br></a><br></p>]]>
      </content:encoded>
      <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 18:00:24 -0300</pubDate>
      <author>Mais Conteúdo | O TEMPO</author>
      <enclosure url="https://media.transistor.fm/1f384522/e7b43374.mp3" length="19802726" type="audio/mpeg"/>
      <itunes:author>Mais Conteúdo | O TEMPO</itunes:author>
      <itunes:image href="https://img.transistorcdn.com/iITm3kVS79x0kMAAZH8skJjTFTzysRZ7vCAQSaEorcU/rs:fill:0:0:1/w:1400/h:1400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS8zMzQ5/ODQ3NzI3N2I2ZjFj/MGQwZGE1NjQyMmIz/N2UzYy5qcGVn.jpg"/>
      <itunes:duration>1233</itunes:duration>
      <itunes:summary>
        <![CDATA[<p>Como um menino inocente pode crescer e se tornar um agressor? Mas de onde vêm as referências masculinas que ensinam, ou não, esses meninos a crescerem e reproduzirem  comportamentos agressivos? A pesquisa “Meninos - Sonhando os Homens do Futuro” levou esse questionamento para entrevistados de 13 a 17 anos. Segundo o estudo, feito pelo Papo de Homem, seis em cada dez deles dizem ter pouca ou nenhuma referência masculina positiva no dia a dia. Então, como eles poderão aprender a ser bons homens? Como eles vão aprender a não reproduzirem essas violências?</p><p>No décimo e último episódio do podcast “O que é ser homem?”, produzido pela Mais Conteúdo, de O TEMPO, a série  mergulha nesses questionamentos e tenta entender qual o caminho para criar os meninos pensando no futuro. Afinal, a cura do machismo pode estar nas mãos deles.</p><p>E se você quiser se aprofundar mais nesse tema, deixamos aqui a indicação do livro da Nana Queiroz, <a href="https://record.com.br/produto/os-meninos-sao-a-cura-do-machismo/">“Os Meninos São a Cura do Machismo”. <br></a><br></p>]]>
      </itunes:summary>
      <itunes:keywords>masculinidades, machismo, misoginia, educação, conscientização, violência de gênero, meninos, o que é ser homem, mais conteúdo, o tempo</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
      <podcast:chapters url="https://share.transistor.fm/s/1f384522/chapters.json" type="application/json+chapters"/>
    </item>
    <item>
      <title>Masculinidade também se aprende na escola | O que é ser homem?</title>
      <itunes:episode>9</itunes:episode>
      <podcast:episode>9</podcast:episode>
      <itunes:title>Masculinidade também se aprende na escola | O que é ser homem?</itunes:title>
      <itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
      <guid isPermaLink="false">7c17a507-1d52-42b5-8486-5ddfab245495</guid>
      <link>https://share.transistor.fm/s/6900277b</link>
      <description>
        <![CDATA[<p>Qual é o papel da educação para mudar a onda de feminicídio e ódio contra as mulheres? Essa pergunta ganhou força quando uma das escolas mais tradicionais e caras do país tomou conhecimento de um grupo de WhatsApp de estudantes, no qual as mensagens traziam conteúdos alarmantes. Misoginia, machismo, homofobia e outros preconceitos, que são a base da violência contra tantas pessoas, estavam sendo tratados como piadas e brincadeiras. Foi então que a escola decidiu agir. Era hora de trazer esse assunto para dentro do ambiente escolar, mas não apenas em sala de aula: também convocar os meninos envolvidos para uma série de conversas sobre masculinidade.</p><p>A escola é um dos espaços mais importantes na formação social de uma criança. Então, como esse movimento de discutir masculinidades, questionar o machismo, abordar a violência contra mulheres e outras formas de opressão pode ajudar a formar homens melhores para a sociedade e para eles mesmos?</p><p>Este é o tema do nono episódio do podcast “O que é ser homem?”produzido pela Mais Conteúdo, de O TEMPO. A série debate como as masculinidades são construídas e como a educação é fator chave para que sejam mais saudáveis e menos violentas  Afinal, a cura do machismo pode estar nas mãos deles.</p>]]>
      </description>
      <content:encoded>
        <![CDATA[<p>Qual é o papel da educação para mudar a onda de feminicídio e ódio contra as mulheres? Essa pergunta ganhou força quando uma das escolas mais tradicionais e caras do país tomou conhecimento de um grupo de WhatsApp de estudantes, no qual as mensagens traziam conteúdos alarmantes. Misoginia, machismo, homofobia e outros preconceitos, que são a base da violência contra tantas pessoas, estavam sendo tratados como piadas e brincadeiras. Foi então que a escola decidiu agir. Era hora de trazer esse assunto para dentro do ambiente escolar, mas não apenas em sala de aula: também convocar os meninos envolvidos para uma série de conversas sobre masculinidade.</p><p>A escola é um dos espaços mais importantes na formação social de uma criança. Então, como esse movimento de discutir masculinidades, questionar o machismo, abordar a violência contra mulheres e outras formas de opressão pode ajudar a formar homens melhores para a sociedade e para eles mesmos?</p><p>Este é o tema do nono episódio do podcast “O que é ser homem?”produzido pela Mais Conteúdo, de O TEMPO. A série debate como as masculinidades são construídas e como a educação é fator chave para que sejam mais saudáveis e menos violentas  Afinal, a cura do machismo pode estar nas mãos deles.</p>]]>
      </content:encoded>
      <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 17:58:25 -0300</pubDate>
      <author>Mais Conteúdo | O TEMPO</author>
      <enclosure url="https://media.transistor.fm/6900277b/16bc6894.mp3" length="21215129" type="audio/mpeg"/>
      <itunes:author>Mais Conteúdo | O TEMPO</itunes:author>
      <itunes:image href="https://img.transistorcdn.com/FMGegOIR0r4A16wuzOhi5M1zseleHKR8bakMWCJii1k/rs:fill:0:0:1/w:1400/h:1400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS8yYWE0/YzI3MTY3ZTIyNjYy/MmY4MTc5YjE3MzE1/NDg4Zi5qcGVn.jpg"/>
      <itunes:duration>1321</itunes:duration>
      <itunes:summary>
        <![CDATA[<p>Qual é o papel da educação para mudar a onda de feminicídio e ódio contra as mulheres? Essa pergunta ganhou força quando uma das escolas mais tradicionais e caras do país tomou conhecimento de um grupo de WhatsApp de estudantes, no qual as mensagens traziam conteúdos alarmantes. Misoginia, machismo, homofobia e outros preconceitos, que são a base da violência contra tantas pessoas, estavam sendo tratados como piadas e brincadeiras. Foi então que a escola decidiu agir. Era hora de trazer esse assunto para dentro do ambiente escolar, mas não apenas em sala de aula: também convocar os meninos envolvidos para uma série de conversas sobre masculinidade.</p><p>A escola é um dos espaços mais importantes na formação social de uma criança. Então, como esse movimento de discutir masculinidades, questionar o machismo, abordar a violência contra mulheres e outras formas de opressão pode ajudar a formar homens melhores para a sociedade e para eles mesmos?</p><p>Este é o tema do nono episódio do podcast “O que é ser homem?”produzido pela Mais Conteúdo, de O TEMPO. A série debate como as masculinidades são construídas e como a educação é fator chave para que sejam mais saudáveis e menos violentas  Afinal, a cura do machismo pode estar nas mãos deles.</p>]]>
      </itunes:summary>
      <itunes:keywords>educação, escola, masculinidades, gênero, machismo, misoginia, masculinidades, mais conteúdo, o tempo, o que é ser homem</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
      <podcast:chapters url="https://share.transistor.fm/s/6900277b/chapters.json" type="application/json+chapters"/>
    </item>
    <item>
      <title>Desconstruindo o machismo | O que é ser homem? </title>
      <itunes:episode>8</itunes:episode>
      <podcast:episode>8</podcast:episode>
      <itunes:title>Desconstruindo o machismo | O que é ser homem? </itunes:title>
      <itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
      <guid isPermaLink="false">22ad9512-4fbd-4f94-83ba-3ceee121c5e0</guid>
      <link>https://share.transistor.fm/s/edd85cf9</link>
      <description>
        <![CDATA[<p>Passar em frente a um canteiro de obras, para algumas mulheres, pode ser uma experiência bem desconfortável. Isso porque são ambientes majoritariamente masculinos e, nesses espaços, alguns comportamentos como mexer com as mulheres que passam na rua são aceitos e até esperados. De acordo com a pesquisa “O silêncio dos homens”, 48% dos homens afirmaram que, quando meninos aprenderam a dar em cima de uma mulher sempre que possível. </p><p>Mas a chegada de mulheres aos canteiros de obras para cargos técnicos, como servente, auxiliar, eletricista, tem estimulado uma mudança de comportamento através da conversa.  Uma mudança que reflete dentro do ambiente de trabalho mas também na sociedade. </p><p>Neste oitavo episódio do podcast<strong> “O que é ser homem?",</strong> vamos conhecer duas histórias em que, a necessidade de contratar profissionais mulheres desencadeou uma série de conversas sobre a masculinidade, contribuindo para uma mudança de comportamento dos profissionais. Ao todo, esse especial tem dez episódios que discutem a construção de uma masculinidade mais saudável e menos violenta. Confira.</p>]]>
      </description>
      <content:encoded>
        <![CDATA[<p>Passar em frente a um canteiro de obras, para algumas mulheres, pode ser uma experiência bem desconfortável. Isso porque são ambientes majoritariamente masculinos e, nesses espaços, alguns comportamentos como mexer com as mulheres que passam na rua são aceitos e até esperados. De acordo com a pesquisa “O silêncio dos homens”, 48% dos homens afirmaram que, quando meninos aprenderam a dar em cima de uma mulher sempre que possível. </p><p>Mas a chegada de mulheres aos canteiros de obras para cargos técnicos, como servente, auxiliar, eletricista, tem estimulado uma mudança de comportamento através da conversa.  Uma mudança que reflete dentro do ambiente de trabalho mas também na sociedade. </p><p>Neste oitavo episódio do podcast<strong> “O que é ser homem?",</strong> vamos conhecer duas histórias em que, a necessidade de contratar profissionais mulheres desencadeou uma série de conversas sobre a masculinidade, contribuindo para uma mudança de comportamento dos profissionais. Ao todo, esse especial tem dez episódios que discutem a construção de uma masculinidade mais saudável e menos violenta. Confira.</p>]]>
      </content:encoded>
      <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 17:56:54 -0300</pubDate>
      <author>O TEMPO</author>
      <enclosure url="https://media.transistor.fm/edd85cf9/93129efe.mp3" length="18325684" type="audio/mpeg"/>
      <itunes:author>O TEMPO</itunes:author>
      <itunes:image href="https://img.transistorcdn.com/gKgPIAqYdnXTIbeeUkwnC5muzWYlNvc0b-JW3hd98vk/rs:fill:0:0:1/w:1400/h:1400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9iZWIy/YTVjZDc1YjQwMGM0/YjBmODVkNjgwNDE1/MzYwZi5qcGVn.jpg"/>
      <itunes:duration>1140</itunes:duration>
      <itunes:summary>
        <![CDATA[<p>Passar em frente a um canteiro de obras, para algumas mulheres, pode ser uma experiência bem desconfortável. Isso porque são ambientes majoritariamente masculinos e, nesses espaços, alguns comportamentos como mexer com as mulheres que passam na rua são aceitos e até esperados. De acordo com a pesquisa “O silêncio dos homens”, 48% dos homens afirmaram que, quando meninos aprenderam a dar em cima de uma mulher sempre que possível. </p><p>Mas a chegada de mulheres aos canteiros de obras para cargos técnicos, como servente, auxiliar, eletricista, tem estimulado uma mudança de comportamento através da conversa.  Uma mudança que reflete dentro do ambiente de trabalho mas também na sociedade. </p><p>Neste oitavo episódio do podcast<strong> “O que é ser homem?",</strong> vamos conhecer duas histórias em que, a necessidade de contratar profissionais mulheres desencadeou uma série de conversas sobre a masculinidade, contribuindo para uma mudança de comportamento dos profissionais. Ao todo, esse especial tem dez episódios que discutem a construção de uma masculinidade mais saudável e menos violenta. Confira.</p>]]>
      </itunes:summary>
      <itunes:keywords></itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
      <podcast:chapters url="https://share.transistor.fm/s/edd85cf9/chapters.json" type="application/json+chapters"/>
    </item>
    <item>
      <title>Como a pornografia afeta a vida sexual? | O que é ser homem?</title>
      <itunes:episode>7</itunes:episode>
      <podcast:episode>7</podcast:episode>
      <itunes:title>Como a pornografia afeta a vida sexual? | O que é ser homem?</itunes:title>
      <itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
      <guid isPermaLink="false">0307ee1d-26b6-48da-b9b5-1c9464dbbf34</guid>
      <link>https://share.transistor.fm/s/81183658</link>
      <description>
        <![CDATA[<p>Falar de sexo costuma ser um assunto constrangedor, embora não precisasse ser assim. A verdade é que a maioria dos homens cresceu sem que ninguém se sentasse com eles para conversar e explicar sobre desejo, limite, consentimento e afeto. E nesse silêncio, sabe quem acaba ocupando o lugar de professor? A pornografia. Em grande parte dos casos, ela é a primeira referência, uma espécie de manual não oficial da sexualidade masculina. </p><p><br>Neste sétimo episódio da série “O que é ser homem?”, produzida pela Mais Conteúdo, de O TEMPO,  a gente vai falar sobre o que acontece quando o sexo é aprendido sem conversa, sem escuta, sem cuidado e sem intimidade. Ao todo, esse especial tem dez episódios que discutem a construção de uma masculinidade mais saudável e menos violenta. Confira. </p><p><br>E para você se aprofundar mais sobre este tema, vamos deixar duas dicas de fontes educativas e confiáveis:</p><ul><li>Cartilha Ministério da Saúde: “Caminhos para a construção de uma educação sexual transformadora". <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/caminhos_construcao_educacao_sexual_transformadora.pdf">Pode baixar aqui. </a></li><li>Acompanhe o site (<a href="https://institutopdh.com.br/"> https://institutopdh.com.br</a>) e os canais do Instituto Papo de Homem (Instagram: <a href="https://www.instagram.com/papodehomem/">@papodehomem</a>, que abordam os mais diversos temas sobre masculinidades, inclusive sexo. </li></ul>]]>
      </description>
      <content:encoded>
        <![CDATA[<p>Falar de sexo costuma ser um assunto constrangedor, embora não precisasse ser assim. A verdade é que a maioria dos homens cresceu sem que ninguém se sentasse com eles para conversar e explicar sobre desejo, limite, consentimento e afeto. E nesse silêncio, sabe quem acaba ocupando o lugar de professor? A pornografia. Em grande parte dos casos, ela é a primeira referência, uma espécie de manual não oficial da sexualidade masculina. </p><p><br>Neste sétimo episódio da série “O que é ser homem?”, produzida pela Mais Conteúdo, de O TEMPO,  a gente vai falar sobre o que acontece quando o sexo é aprendido sem conversa, sem escuta, sem cuidado e sem intimidade. Ao todo, esse especial tem dez episódios que discutem a construção de uma masculinidade mais saudável e menos violenta. Confira. </p><p><br>E para você se aprofundar mais sobre este tema, vamos deixar duas dicas de fontes educativas e confiáveis:</p><ul><li>Cartilha Ministério da Saúde: “Caminhos para a construção de uma educação sexual transformadora". <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/caminhos_construcao_educacao_sexual_transformadora.pdf">Pode baixar aqui. </a></li><li>Acompanhe o site (<a href="https://institutopdh.com.br/"> https://institutopdh.com.br</a>) e os canais do Instituto Papo de Homem (Instagram: <a href="https://www.instagram.com/papodehomem/">@papodehomem</a>, que abordam os mais diversos temas sobre masculinidades, inclusive sexo. </li></ul>]]>
      </content:encoded>
      <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 17:53:51 -0300</pubDate>
      <author>Mais Conteúdo | O TEMPO</author>
      <enclosure url="https://media.transistor.fm/81183658/e229198b.mp3" length="22993016" type="audio/mpeg"/>
      <itunes:author>Mais Conteúdo | O TEMPO</itunes:author>
      <itunes:image href="https://img.transistorcdn.com/h2tTRoIBJ-nCj-F_6L8oEG_SV8b1A5C3bFb5bfk7vG8/rs:fill:0:0:1/w:1400/h:1400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS81MDMz/YTI2ZmFiNWQ1MTc3/NWExOTcyZDFmMjVm/NzI1Yi5qcGVn.jpg"/>
      <itunes:duration>1432</itunes:duration>
      <itunes:summary>
        <![CDATA[<p>Falar de sexo costuma ser um assunto constrangedor, embora não precisasse ser assim. A verdade é que a maioria dos homens cresceu sem que ninguém se sentasse com eles para conversar e explicar sobre desejo, limite, consentimento e afeto. E nesse silêncio, sabe quem acaba ocupando o lugar de professor? A pornografia. Em grande parte dos casos, ela é a primeira referência, uma espécie de manual não oficial da sexualidade masculina. </p><p><br>Neste sétimo episódio da série “O que é ser homem?”, produzida pela Mais Conteúdo, de O TEMPO,  a gente vai falar sobre o que acontece quando o sexo é aprendido sem conversa, sem escuta, sem cuidado e sem intimidade. Ao todo, esse especial tem dez episódios que discutem a construção de uma masculinidade mais saudável e menos violenta. Confira. </p><p><br>E para você se aprofundar mais sobre este tema, vamos deixar duas dicas de fontes educativas e confiáveis:</p><ul><li>Cartilha Ministério da Saúde: “Caminhos para a construção de uma educação sexual transformadora". <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/caminhos_construcao_educacao_sexual_transformadora.pdf">Pode baixar aqui. </a></li><li>Acompanhe o site (<a href="https://institutopdh.com.br/"> https://institutopdh.com.br</a>) e os canais do Instituto Papo de Homem (Instagram: <a href="https://www.instagram.com/papodehomem/">@papodehomem</a>, que abordam os mais diversos temas sobre masculinidades, inclusive sexo. </li></ul>]]>
      </itunes:summary>
      <itunes:keywords>pornografia, sexo, vida sexual do homem, vício em pornografia, masculinidade, o que é ser homem, mais conteúdo, o tempo</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
      <podcast:chapters url="https://share.transistor.fm/s/81183658/chapters.json" type="application/json+chapters"/>
    </item>
    <item>
      <title>O que os homens silenciam? | O que é ser homem?</title>
      <itunes:episode>6</itunes:episode>
      <podcast:episode>6</podcast:episode>
      <itunes:title>O que os homens silenciam? | O que é ser homem?</itunes:title>
      <itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
      <guid isPermaLink="false">8fa94515-ba55-45e8-897a-a926d615a037</guid>
      <link>https://share.transistor.fm/s/4990b518</link>
      <description>
        <![CDATA[<p>“Homem não chora!”. Uma frase tão comum aos ouvidos de muitas pessoas, mas que esconde uma realidade dura: a não permissão da vulnerabilidade masculina. É quase um recado de que eles não podem sentir, não podem falar sobre sentimentos, não podem demonstrar suas dores. Desde a infância, o aprendizado emocional dos meninos é comprometido e, em muitos casos, a única emoção socialmente aceita é a raiva. Se está triste, reage com raiva. Está frustrado? Raiva. Está nervoso? Raiva.</p><p>Quando alguém aprende a manifestar o que sente apenas por meio da raiva, a consequência pode ser a violência. Em grupos reflexivos com autores de agressão, por exemplo, é comum o uso de livros infantis como estratégia didática para ajudar os participantes a identificar e nomear sentimentos. No fim, toda a sociedade é impactada. Ismael dos Anjos, jornalista e coordenador do documentário “O Silêncio dos Homens”, do Instituto PDH, avalia que quem não fala sobre o que sente acaba se tornando como um material tóxico que, ao se romper, atinge todos ao redor.</p><p>Neste sexto episódio do podcast “O que é ser homem”, produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, vamos compreender o que é silenciado e como isso reverbera socialmente. Ao todo, a série tem 10 episódios e discute a construção da masculinidade e suas consequências.</p><p>E se você quiser se aprofundar mais nesse tema, separamos duas dicas para este episódio: </p><p><a href="https://editoraelefante.com.br/produto/a-gente-e-da-hora/?srsltid=AfmBOoqKxpkXppd1ynbk4qHof-eMAqOnEsSP033_pth0BOitJs895nTp"><strong>Livro “A vontade de mudar", Bell Hooks:</strong></a><strong> </strong>Nesta obra, a autora norte-americana faz uma declaração de amor aos homens, ao mesmo tempo que tece duras críticas à construção da masculinidade e seus efeitos como a dominação, o abuso e a violência exercida por eles. A autora busca, através da obra, entender os caminhos de libertação para este ciclo.</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=JujEjJRlbpE"><strong>Documentário "Motriz - Roda de Afeto", Youtube:</strong></a><strong>  </strong>a obra reúne oito homens negros para conversarem, em roda, sobre suas dores, alegrias e sentimentos. O doc conta com a participação do psicólogo Everton Mendes, um dos especialistas entrevistados neste episódio. </p>]]>
      </description>
      <content:encoded>
        <![CDATA[<p>“Homem não chora!”. Uma frase tão comum aos ouvidos de muitas pessoas, mas que esconde uma realidade dura: a não permissão da vulnerabilidade masculina. É quase um recado de que eles não podem sentir, não podem falar sobre sentimentos, não podem demonstrar suas dores. Desde a infância, o aprendizado emocional dos meninos é comprometido e, em muitos casos, a única emoção socialmente aceita é a raiva. Se está triste, reage com raiva. Está frustrado? Raiva. Está nervoso? Raiva.</p><p>Quando alguém aprende a manifestar o que sente apenas por meio da raiva, a consequência pode ser a violência. Em grupos reflexivos com autores de agressão, por exemplo, é comum o uso de livros infantis como estratégia didática para ajudar os participantes a identificar e nomear sentimentos. No fim, toda a sociedade é impactada. Ismael dos Anjos, jornalista e coordenador do documentário “O Silêncio dos Homens”, do Instituto PDH, avalia que quem não fala sobre o que sente acaba se tornando como um material tóxico que, ao se romper, atinge todos ao redor.</p><p>Neste sexto episódio do podcast “O que é ser homem”, produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, vamos compreender o que é silenciado e como isso reverbera socialmente. Ao todo, a série tem 10 episódios e discute a construção da masculinidade e suas consequências.</p><p>E se você quiser se aprofundar mais nesse tema, separamos duas dicas para este episódio: </p><p><a href="https://editoraelefante.com.br/produto/a-gente-e-da-hora/?srsltid=AfmBOoqKxpkXppd1ynbk4qHof-eMAqOnEsSP033_pth0BOitJs895nTp"><strong>Livro “A vontade de mudar", Bell Hooks:</strong></a><strong> </strong>Nesta obra, a autora norte-americana faz uma declaração de amor aos homens, ao mesmo tempo que tece duras críticas à construção da masculinidade e seus efeitos como a dominação, o abuso e a violência exercida por eles. A autora busca, através da obra, entender os caminhos de libertação para este ciclo.</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=JujEjJRlbpE"><strong>Documentário "Motriz - Roda de Afeto", Youtube:</strong></a><strong>  </strong>a obra reúne oito homens negros para conversarem, em roda, sobre suas dores, alegrias e sentimentos. O doc conta com a participação do psicólogo Everton Mendes, um dos especialistas entrevistados neste episódio. </p>]]>
      </content:encoded>
      <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 17:52:08 -0300</pubDate>
      <author>Mais Conteúdo | O TEMPO</author>
      <enclosure url="https://media.transistor.fm/4990b518/0df05e9a.mp3" length="22837733" type="audio/mpeg"/>
      <itunes:author>Mais Conteúdo | O TEMPO</itunes:author>
      <itunes:image href="https://img.transistorcdn.com/WX-yBshhTzKH6JXdwcoh5ef-ytk3tTb880fk8-58ndc/rs:fill:0:0:1/w:1400/h:1400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS80NDQ5/YzM0ODYwN2FlM2U2/ZGRiOTQ4MTdiZGM5/ZThhYi5qcGc.jpg"/>
      <itunes:duration>1422</itunes:duration>
      <itunes:summary>
        <![CDATA[<p>“Homem não chora!”. Uma frase tão comum aos ouvidos de muitas pessoas, mas que esconde uma realidade dura: a não permissão da vulnerabilidade masculina. É quase um recado de que eles não podem sentir, não podem falar sobre sentimentos, não podem demonstrar suas dores. Desde a infância, o aprendizado emocional dos meninos é comprometido e, em muitos casos, a única emoção socialmente aceita é a raiva. Se está triste, reage com raiva. Está frustrado? Raiva. Está nervoso? Raiva.</p><p>Quando alguém aprende a manifestar o que sente apenas por meio da raiva, a consequência pode ser a violência. Em grupos reflexivos com autores de agressão, por exemplo, é comum o uso de livros infantis como estratégia didática para ajudar os participantes a identificar e nomear sentimentos. No fim, toda a sociedade é impactada. Ismael dos Anjos, jornalista e coordenador do documentário “O Silêncio dos Homens”, do Instituto PDH, avalia que quem não fala sobre o que sente acaba se tornando como um material tóxico que, ao se romper, atinge todos ao redor.</p><p>Neste sexto episódio do podcast “O que é ser homem”, produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, vamos compreender o que é silenciado e como isso reverbera socialmente. Ao todo, a série tem 10 episódios e discute a construção da masculinidade e suas consequências.</p><p>E se você quiser se aprofundar mais nesse tema, separamos duas dicas para este episódio: </p><p><a href="https://editoraelefante.com.br/produto/a-gente-e-da-hora/?srsltid=AfmBOoqKxpkXppd1ynbk4qHof-eMAqOnEsSP033_pth0BOitJs895nTp"><strong>Livro “A vontade de mudar", Bell Hooks:</strong></a><strong> </strong>Nesta obra, a autora norte-americana faz uma declaração de amor aos homens, ao mesmo tempo que tece duras críticas à construção da masculinidade e seus efeitos como a dominação, o abuso e a violência exercida por eles. A autora busca, através da obra, entender os caminhos de libertação para este ciclo.</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=JujEjJRlbpE"><strong>Documentário "Motriz - Roda de Afeto", Youtube:</strong></a><strong>  </strong>a obra reúne oito homens negros para conversarem, em roda, sobre suas dores, alegrias e sentimentos. O doc conta com a participação do psicólogo Everton Mendes, um dos especialistas entrevistados neste episódio. </p>]]>
      </itunes:summary>
      <itunes:keywords>o silêncio dos homens, homens não falam, o que é ser homem?, machismo, mais conteúdo, misoginia, o tempo</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
      <podcast:chapters url="https://share.transistor.fm/s/4990b518/chapters.json" type="application/json+chapters"/>
    </item>
    <item>
      <title>Pai Ausente | O que é ser homem?</title>
      <itunes:episode>5</itunes:episode>
      <podcast:episode>5</podcast:episode>
      <itunes:title>Pai Ausente | O que é ser homem?</itunes:title>
      <itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
      <guid isPermaLink="false">2738db8f-7349-4905-8962-7f18c4b96d62</guid>
      <link>https://share.transistor.fm/s/54f02b3b</link>
      <description>
        <![CDATA[<p>Cinco em cada dez meninos não têm certeza se são amados pelo pai.  Essa certeza está diretamente ligada à presença, mas não necessariamente à física. Estamos falando do compromisso de assumir o cuidado que, muitas vezes, mas muitas vezes mesmo, é tratado como uma escolha pelos homens. Só que, para as mães, não existe escolha. No Brasil, segundo dados da Fundação Getúlio Vargas,  11 milhões de mulheres criam seus filhos sozinhas.</p><p><br>Por trás de tanta mãe solo, tem muito pai ausente e tem muito filho crescendo à sombra da rejeição.  E o que é que esse abandono vai custar, lá na frente?  No quinto episódio da série de podcast “O que é ser homem”, produzida pela Mais Conteúdo, de O TEMPO,  vamos abordar os impactos da rejeição e discutir por que a ausência da figura paterna é tão recorrente na sociedade. Ao todo, a série tem dez episódios. Confira.</p><p><br></p><p>E se você quiser se aprofundar neste tema, separamos uma dica que mostra o outro lado: o dos pais que escolhem ser presentes. </p><p><br></p><ul><li>Livro: ““Pai tem que fazer de tudo”, do Bruno Santiago</li></ul>]]>
      </description>
      <content:encoded>
        <![CDATA[<p>Cinco em cada dez meninos não têm certeza se são amados pelo pai.  Essa certeza está diretamente ligada à presença, mas não necessariamente à física. Estamos falando do compromisso de assumir o cuidado que, muitas vezes, mas muitas vezes mesmo, é tratado como uma escolha pelos homens. Só que, para as mães, não existe escolha. No Brasil, segundo dados da Fundação Getúlio Vargas,  11 milhões de mulheres criam seus filhos sozinhas.</p><p><br>Por trás de tanta mãe solo, tem muito pai ausente e tem muito filho crescendo à sombra da rejeição.  E o que é que esse abandono vai custar, lá na frente?  No quinto episódio da série de podcast “O que é ser homem”, produzida pela Mais Conteúdo, de O TEMPO,  vamos abordar os impactos da rejeição e discutir por que a ausência da figura paterna é tão recorrente na sociedade. Ao todo, a série tem dez episódios. Confira.</p><p><br></p><p>E se você quiser se aprofundar neste tema, separamos uma dica que mostra o outro lado: o dos pais que escolhem ser presentes. </p><p><br></p><ul><li>Livro: ““Pai tem que fazer de tudo”, do Bruno Santiago</li></ul>]]>
      </content:encoded>
      <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 17:45:13 -0300</pubDate>
      <author>Mais Conteúdo | O TEMPO</author>
      <enclosure url="https://media.transistor.fm/54f02b3b/132ca89c.mp3" length="20658921" type="audio/mpeg"/>
      <itunes:author>Mais Conteúdo | O TEMPO</itunes:author>
      <itunes:image href="https://img.transistorcdn.com/1luDNLcI0xGy6I97z8PoJ4--bUFMtFXTBJTnMhGC_QE/rs:fill:0:0:1/w:1400/h:1400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9kNzkw/MDU4ZjY0M2Q2OTU2/NGQyNmI3NmVlOGZh/MmMzOC5qcGVn.jpg"/>
      <itunes:duration>1286</itunes:duration>
      <itunes:summary>
        <![CDATA[<p>Cinco em cada dez meninos não têm certeza se são amados pelo pai.  Essa certeza está diretamente ligada à presença, mas não necessariamente à física. Estamos falando do compromisso de assumir o cuidado que, muitas vezes, mas muitas vezes mesmo, é tratado como uma escolha pelos homens. Só que, para as mães, não existe escolha. No Brasil, segundo dados da Fundação Getúlio Vargas,  11 milhões de mulheres criam seus filhos sozinhas.</p><p><br>Por trás de tanta mãe solo, tem muito pai ausente e tem muito filho crescendo à sombra da rejeição.  E o que é que esse abandono vai custar, lá na frente?  No quinto episódio da série de podcast “O que é ser homem”, produzida pela Mais Conteúdo, de O TEMPO,  vamos abordar os impactos da rejeição e discutir por que a ausência da figura paterna é tão recorrente na sociedade. Ao todo, a série tem dez episódios. Confira.</p><p><br></p><p>E se você quiser se aprofundar neste tema, separamos uma dica que mostra o outro lado: o dos pais que escolhem ser presentes. </p><p><br></p><ul><li>Livro: ““Pai tem que fazer de tudo”, do Bruno Santiago</li></ul>]]>
      </itunes:summary>
      <itunes:keywords>pai ausente, paternidade, cuidado, abandono paterno, mãe solo, rejeição, o que é ser homem, mais conteúdo, o tempo</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
      <podcast:chapters url="https://share.transistor.fm/s/54f02b3b/chapters.json" type="application/json+chapters"/>
    </item>
    <item>
      <title>Masculinidades Diversas | O que é ser homem? </title>
      <itunes:episode>4</itunes:episode>
      <podcast:episode>4</podcast:episode>
      <itunes:title>Masculinidades Diversas | O que é ser homem? </itunes:title>
      <itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
      <guid isPermaLink="false">d7175394-09a1-4ba5-a567-947d56c89d46</guid>
      <link>https://share.transistor.fm/s/dd0a8aa5</link>
      <description>
        <![CDATA[<p>Todos os homens enfrentam pressões associadas à masculinidade. "Seja forte", "seja o chefe da família", "seja o garanhão", "seja bem-sucedido", "seja o provedor". Esses estigmas costumam recair sobre todos. Mas não atingem todos da mesma maneira. Raça, classe e orientação sexual moldam vivências distintas.</p><p>Isso ocorre porque as definições do que “deve ser um homem” são construídas socialmente e estabelecem um padrão ideal. No Brasil, esse modelo ainda está associado à branquitude e à heterossexualidade. E as experiências variam conforme a proximidade ou o distanciamento desse referencial.</p><p>Neste episódio, vamos compreender como esse ideal de masculinidade, construído como padrão esperado, afeta pessoas negras e LGBTs. Este é o quarto episódio do podcast “O que é ser homem”, produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO. Ao todo, a série tem 10 episódios e discute a construção da masculinidade e seus impactos na sociedade.</p><ul><li><a href="https://editoraelefante.com.br/produto/a-gente-e-da-hora/?srsltid=AfmBOoqKxpkXppd1ynbk4qHof-eMAqOnEsSP033_pth0BOitJs895nTp"><strong>Livro “A Gente é da Hora: Homens Negros e Masculinidade", Bell Hooks:</strong></a><strong> </strong>Nesta obra, a autora norte-americana mergulha em como a masculinidade do homenm negro é moldada por um padrão que tem como referência os homens brancos e como isso afeta a vida dos homens negros. Na versão brasileira, o prefácio da versão brasileira foi escrito pelo sociólogo  e pesquisador, Túlio Custódio, que aparece neste episódio do podcast. </li><li><a href="https://harpercollins.com.br/products/homens-pretos-nao-choram-stefano-volp?srsltid=AfmBOor1U-UNmbu_uQGg5MvjLIRAK6DUJXLN2Stj0_L7gyAgdYyi8ISL&amp;variant=42149336645798"><strong>Livro “Homens pretos (não) choram”, Stefano Volp</strong></a><strong>: </strong>nesta obra, o auotro brasileiro apresenta três contos que falam sobre as feridas, os medos e a solidão do homem, sobretudo o negro.</li></ul>]]>
      </description>
      <content:encoded>
        <![CDATA[<p>Todos os homens enfrentam pressões associadas à masculinidade. "Seja forte", "seja o chefe da família", "seja o garanhão", "seja bem-sucedido", "seja o provedor". Esses estigmas costumam recair sobre todos. Mas não atingem todos da mesma maneira. Raça, classe e orientação sexual moldam vivências distintas.</p><p>Isso ocorre porque as definições do que “deve ser um homem” são construídas socialmente e estabelecem um padrão ideal. No Brasil, esse modelo ainda está associado à branquitude e à heterossexualidade. E as experiências variam conforme a proximidade ou o distanciamento desse referencial.</p><p>Neste episódio, vamos compreender como esse ideal de masculinidade, construído como padrão esperado, afeta pessoas negras e LGBTs. Este é o quarto episódio do podcast “O que é ser homem”, produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO. Ao todo, a série tem 10 episódios e discute a construção da masculinidade e seus impactos na sociedade.</p><ul><li><a href="https://editoraelefante.com.br/produto/a-gente-e-da-hora/?srsltid=AfmBOoqKxpkXppd1ynbk4qHof-eMAqOnEsSP033_pth0BOitJs895nTp"><strong>Livro “A Gente é da Hora: Homens Negros e Masculinidade", Bell Hooks:</strong></a><strong> </strong>Nesta obra, a autora norte-americana mergulha em como a masculinidade do homenm negro é moldada por um padrão que tem como referência os homens brancos e como isso afeta a vida dos homens negros. Na versão brasileira, o prefácio da versão brasileira foi escrito pelo sociólogo  e pesquisador, Túlio Custódio, que aparece neste episódio do podcast. </li><li><a href="https://harpercollins.com.br/products/homens-pretos-nao-choram-stefano-volp?srsltid=AfmBOor1U-UNmbu_uQGg5MvjLIRAK6DUJXLN2Stj0_L7gyAgdYyi8ISL&amp;variant=42149336645798"><strong>Livro “Homens pretos (não) choram”, Stefano Volp</strong></a><strong>: </strong>nesta obra, o auotro brasileiro apresenta três contos que falam sobre as feridas, os medos e a solidão do homem, sobretudo o negro.</li></ul>]]>
      </content:encoded>
      <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 17:42:26 -0300</pubDate>
      <author>Mais Conteúdo | O TEMPO</author>
      <enclosure url="https://media.transistor.fm/dd0a8aa5/13e10b6e.mp3" length="28813048" type="audio/mpeg"/>
      <itunes:author>Mais Conteúdo | O TEMPO</itunes:author>
      <itunes:image href="https://img.transistorcdn.com/-sLfwGUcev3sRUQoTb2zwbRmLn_5WH_uROBmGYH9n3E/rs:fill:0:0:1/w:1400/h:1400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS80M2M2/MzQ5ZmM2ZDk3MmZh/MmIwZDllOTdkYzEz/Zjk0My5qcGVn.jpg"/>
      <itunes:duration>1796</itunes:duration>
      <itunes:summary>
        <![CDATA[<p>Todos os homens enfrentam pressões associadas à masculinidade. "Seja forte", "seja o chefe da família", "seja o garanhão", "seja bem-sucedido", "seja o provedor". Esses estigmas costumam recair sobre todos. Mas não atingem todos da mesma maneira. Raça, classe e orientação sexual moldam vivências distintas.</p><p>Isso ocorre porque as definições do que “deve ser um homem” são construídas socialmente e estabelecem um padrão ideal. No Brasil, esse modelo ainda está associado à branquitude e à heterossexualidade. E as experiências variam conforme a proximidade ou o distanciamento desse referencial.</p><p>Neste episódio, vamos compreender como esse ideal de masculinidade, construído como padrão esperado, afeta pessoas negras e LGBTs. Este é o quarto episódio do podcast “O que é ser homem”, produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO. Ao todo, a série tem 10 episódios e discute a construção da masculinidade e seus impactos na sociedade.</p><ul><li><a href="https://editoraelefante.com.br/produto/a-gente-e-da-hora/?srsltid=AfmBOoqKxpkXppd1ynbk4qHof-eMAqOnEsSP033_pth0BOitJs895nTp"><strong>Livro “A Gente é da Hora: Homens Negros e Masculinidade", Bell Hooks:</strong></a><strong> </strong>Nesta obra, a autora norte-americana mergulha em como a masculinidade do homenm negro é moldada por um padrão que tem como referência os homens brancos e como isso afeta a vida dos homens negros. Na versão brasileira, o prefácio da versão brasileira foi escrito pelo sociólogo  e pesquisador, Túlio Custódio, que aparece neste episódio do podcast. </li><li><a href="https://harpercollins.com.br/products/homens-pretos-nao-choram-stefano-volp?srsltid=AfmBOor1U-UNmbu_uQGg5MvjLIRAK6DUJXLN2Stj0_L7gyAgdYyi8ISL&amp;variant=42149336645798"><strong>Livro “Homens pretos (não) choram”, Stefano Volp</strong></a><strong>: </strong>nesta obra, o auotro brasileiro apresenta três contos que falam sobre as feridas, os medos e a solidão do homem, sobretudo o negro.</li></ul>]]>
      </itunes:summary>
      <itunes:keywords>Homens negros, homens lgbts, masculinidades, homens trans, homens gays </itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
      <podcast:chapters url="https://share.transistor.fm/s/dd0a8aa5/chapters.json" type="application/json+chapters"/>
    </item>
    <item>
      <title>O que se aprende em uma Escola de Masculinidade? | O que é ser homem?</title>
      <itunes:episode>3</itunes:episode>
      <podcast:episode>3</podcast:episode>
      <itunes:title>O que se aprende em uma Escola de Masculinidade? | O que é ser homem?</itunes:title>
      <itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
      <guid isPermaLink="false">f1125884-e660-4fec-9e4a-ce71245d5fd4</guid>
      <link>https://share.transistor.fm/s/91733df9</link>
      <description>
        <![CDATA[<p>O que faz um homem repensar tudo o que aprendeu sobre ser homem? O que acontece quando, em vez de punição, ele encontra escuta? E quando esse convite para a mudança vem antes da violência acontecer? Já pensou se existisse uma Escola de Masculinidade? Pois existe. </p><p>Dentro de uma sala da Defensoria Pública de Minas Gerais, em Belo Horizonte, homens de idades e trajetórias muito diferentes se sentaram em círculo para falar de si, ouvir o outro e rever padrões que atravessam gerações. E essa história, você vai conhecer no terceiro episódio da série de podcast “O que é ser homem”, produzida pela Mais Conteúdo. Ao todo, são dez episódios. Acompanhe!</p>]]>
      </description>
      <content:encoded>
        <![CDATA[<p>O que faz um homem repensar tudo o que aprendeu sobre ser homem? O que acontece quando, em vez de punição, ele encontra escuta? E quando esse convite para a mudança vem antes da violência acontecer? Já pensou se existisse uma Escola de Masculinidade? Pois existe. </p><p>Dentro de uma sala da Defensoria Pública de Minas Gerais, em Belo Horizonte, homens de idades e trajetórias muito diferentes se sentaram em círculo para falar de si, ouvir o outro e rever padrões que atravessam gerações. E essa história, você vai conhecer no terceiro episódio da série de podcast “O que é ser homem”, produzida pela Mais Conteúdo. Ao todo, são dez episódios. Acompanhe!</p>]]>
      </content:encoded>
      <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 17:40:36 -0300</pubDate>
      <author>Mais Conteúdo | O TEMPO</author>
      <enclosure url="https://media.transistor.fm/91733df9/aee7be74.mp3" length="14704639" type="audio/mpeg"/>
      <itunes:author>Mais Conteúdo | O TEMPO</itunes:author>
      <itunes:image href="https://img.transistorcdn.com/ocPUhgffXuwyrURHoFzXy9ABFZ99B8z32TXZIBiEhPo/rs:fill:0:0:1/w:1400/h:1400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9hOTQy/Njc2NjJlNGE4YmRm/MWRiYmVhMDg0ZTdm/ZjM4Yi5qcGVn.jpg"/>
      <itunes:duration>914</itunes:duration>
      <itunes:summary>
        <![CDATA[<p>O que faz um homem repensar tudo o que aprendeu sobre ser homem? O que acontece quando, em vez de punição, ele encontra escuta? E quando esse convite para a mudança vem antes da violência acontecer? Já pensou se existisse uma Escola de Masculinidade? Pois existe. </p><p>Dentro de uma sala da Defensoria Pública de Minas Gerais, em Belo Horizonte, homens de idades e trajetórias muito diferentes se sentaram em círculo para falar de si, ouvir o outro e rever padrões que atravessam gerações. E essa história, você vai conhecer no terceiro episódio da série de podcast “O que é ser homem”, produzida pela Mais Conteúdo. Ao todo, são dez episódios. Acompanhe!</p>]]>
      </itunes:summary>
      <itunes:keywords>violência contra mulher, escola de masculinidade, machismo, misoginia, o que é ser homem, mais conteúdo, o tempo</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
      <podcast:chapters url="https://share.transistor.fm/s/91733df9/chapters.json" type="application/json+chapters"/>
    </item>
    <item>
      <title>Monstros não se responsabilizam | O que é ser homem?</title>
      <itunes:episode>2</itunes:episode>
      <podcast:episode>2</podcast:episode>
      <itunes:title>Monstros não se responsabilizam | O que é ser homem?</itunes:title>
      <itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
      <guid isPermaLink="false">a2f9424b-52fe-42ae-8b7c-f3b60ff5d9ac</guid>
      <link>https://share.transistor.fm/s/34c817d8</link>
      <description>
        <![CDATA[<p>Imagina juntar homens que já cometeram algum tipo de violência contra mulheres em uma roda de conversa e colocar todos para refletir sobre o que os levou a agredi-las?  A Justiça brasileira tem apostado neste modelo, com a implantação de grupos reflexivos que, desde 2021, passaram a ser obrigatórios pela Lei Maria da Penha. </p><p>Nesses encontros, homens que respondem a processos judiciais são convidados a refletir sobre gênero, masculinidade e comportamento, como forma de interromper o ciclo da violência. A proposta é entender esse homem agressor como alguém que precisa ser responsabilizado, mas também confrontado com seus próprios padrões de masculinidade.</p><p>Os resultados têm sido positivos. Um mapeamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)  mostra que, entre os 498 grupos reflexivos vinculados ao Judiciário no Brasil, o índice médio de reincidência é de 4,18%. Já em cidades que não contam com essa iniciativa, o índice varia entre 30% e 45%. Esse é o tema do segundo de dez episódios da série especial “O que é ser homem”, produzida pela Mais Conteúdo, de O TEMPO. Acompanhe.</p>]]>
      </description>
      <content:encoded>
        <![CDATA[<p>Imagina juntar homens que já cometeram algum tipo de violência contra mulheres em uma roda de conversa e colocar todos para refletir sobre o que os levou a agredi-las?  A Justiça brasileira tem apostado neste modelo, com a implantação de grupos reflexivos que, desde 2021, passaram a ser obrigatórios pela Lei Maria da Penha. </p><p>Nesses encontros, homens que respondem a processos judiciais são convidados a refletir sobre gênero, masculinidade e comportamento, como forma de interromper o ciclo da violência. A proposta é entender esse homem agressor como alguém que precisa ser responsabilizado, mas também confrontado com seus próprios padrões de masculinidade.</p><p>Os resultados têm sido positivos. Um mapeamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)  mostra que, entre os 498 grupos reflexivos vinculados ao Judiciário no Brasil, o índice médio de reincidência é de 4,18%. Já em cidades que não contam com essa iniciativa, o índice varia entre 30% e 45%. Esse é o tema do segundo de dez episódios da série especial “O que é ser homem”, produzida pela Mais Conteúdo, de O TEMPO. Acompanhe.</p>]]>
      </content:encoded>
      <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 17:38:16 -0300</pubDate>
      <author>Mais Conteúdo | O TEMPO</author>
      <enclosure url="https://media.transistor.fm/34c817d8/d192ec23.mp3" length="22382902" type="audio/mpeg"/>
      <itunes:author>Mais Conteúdo | O TEMPO</itunes:author>
      <itunes:image href="https://img.transistorcdn.com/zZ4B2jqpXVEj9Fw8WkhAIsHHJhTdtZ7cYWHvUH8zpFA/rs:fill:0:0:1/w:1400/h:1400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS84NDU1/NmQ3ZjQzZWE3Mzgx/NTcxMWQ5MjMxZTBj/NzkxNy5qcGVn.jpg"/>
      <itunes:duration>1394</itunes:duration>
      <itunes:summary>
        <![CDATA[<p>Imagina juntar homens que já cometeram algum tipo de violência contra mulheres em uma roda de conversa e colocar todos para refletir sobre o que os levou a agredi-las?  A Justiça brasileira tem apostado neste modelo, com a implantação de grupos reflexivos que, desde 2021, passaram a ser obrigatórios pela Lei Maria da Penha. </p><p>Nesses encontros, homens que respondem a processos judiciais são convidados a refletir sobre gênero, masculinidade e comportamento, como forma de interromper o ciclo da violência. A proposta é entender esse homem agressor como alguém que precisa ser responsabilizado, mas também confrontado com seus próprios padrões de masculinidade.</p><p>Os resultados têm sido positivos. Um mapeamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)  mostra que, entre os 498 grupos reflexivos vinculados ao Judiciário no Brasil, o índice médio de reincidência é de 4,18%. Já em cidades que não contam com essa iniciativa, o índice varia entre 30% e 45%. Esse é o tema do segundo de dez episódios da série especial “O que é ser homem”, produzida pela Mais Conteúdo, de O TEMPO. Acompanhe.</p>]]>
      </itunes:summary>
      <itunes:keywords>violência contra mulher, masculinidade, o que é ser homem, machismo, justiça, misoginia, mais conteúdo, o tempo</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
      <podcast:chapters url="https://share.transistor.fm/s/34c817d8/chapters.json" type="application/json+chapters"/>
    </item>
    <item>
      <title>Só a lei não resolve | O que é ser homem?</title>
      <itunes:episode>1</itunes:episode>
      <podcast:episode>1</podcast:episode>
      <itunes:title>Só a lei não resolve | O que é ser homem?</itunes:title>
      <itunes:episodeType>full</itunes:episodeType>
      <guid isPermaLink="false">d5e39fdd-fe65-4d49-8fe1-3e71518b636c</guid>
      <link>https://share.transistor.fm/s/f69be93c</link>
      <description>
        <![CDATA[<p>Todo dia, pelo menos quatro mulheres são assassinadas no Brasil por um mesmo motivo: ser mulher.  Em 2025, foram 1.470 feminicídios no Brasil. E a cada dez mortes, 8 foram cometidas por um companheiro ou por um ex-companheiro. Ou seja, alguém que um dia dividiu a casa, a cama ou a vida com a vítima.</p><p>A legislação para proteger a mulher existe, mas esses  números escancaram uma realidade: só a lei não está dando conta de conter essa violência. Em que momento um homem decide acabar com a vida de uma mulher? E por quê? Esse é o tema do primeiro episódio da especial “O que é ser homem?”, produzida pela Mais Conteúdo, de<strong> O TEMPO</strong>. Ao todo, essa série vai trazer dez episódios. Confira.   </p><p>E se você quiser se aprofundar mais nesse tema, separamos duas dicas:</p><ul><li><strong>Documentário “O silêncio dos Homens”</strong>: https://www.youtube.com/watch?v=NRom49UVXCE&amp;list=PLV8siqRMVJ2aIgHcbaNPimU8Z8omJDpGN&amp;index=1  </li><li> Livro “Masculinidade e dispositivo da eficácia: Guia de auto reflexão e desconstrução do machismo para homens”. Informações e vendas pelo e-mail: livrosvaleskazanello@gmail.com</li></ul>]]>
      </description>
      <content:encoded>
        <![CDATA[<p>Todo dia, pelo menos quatro mulheres são assassinadas no Brasil por um mesmo motivo: ser mulher.  Em 2025, foram 1.470 feminicídios no Brasil. E a cada dez mortes, 8 foram cometidas por um companheiro ou por um ex-companheiro. Ou seja, alguém que um dia dividiu a casa, a cama ou a vida com a vítima.</p><p>A legislação para proteger a mulher existe, mas esses  números escancaram uma realidade: só a lei não está dando conta de conter essa violência. Em que momento um homem decide acabar com a vida de uma mulher? E por quê? Esse é o tema do primeiro episódio da especial “O que é ser homem?”, produzida pela Mais Conteúdo, de<strong> O TEMPO</strong>. Ao todo, essa série vai trazer dez episódios. Confira.   </p><p>E se você quiser se aprofundar mais nesse tema, separamos duas dicas:</p><ul><li><strong>Documentário “O silêncio dos Homens”</strong>: https://www.youtube.com/watch?v=NRom49UVXCE&amp;list=PLV8siqRMVJ2aIgHcbaNPimU8Z8omJDpGN&amp;index=1  </li><li> Livro “Masculinidade e dispositivo da eficácia: Guia de auto reflexão e desconstrução do machismo para homens”. Informações e vendas pelo e-mail: livrosvaleskazanello@gmail.com</li></ul>]]>
      </content:encoded>
      <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 17:33:18 -0300</pubDate>
      <author>Mais Conteúdo | O TEMPO</author>
      <enclosure url="https://media.transistor.fm/f69be93c/82b3af3a.mp3" length="26266934" type="audio/mpeg"/>
      <itunes:author>Mais Conteúdo | O TEMPO</itunes:author>
      <itunes:image href="https://img.transistorcdn.com/eKeLXo3pl3_Tj6b9_CHQFSCCmuaY-XGx260W1pxHQTQ/rs:fill:0:0:1/w:1400/h:1400/q:60/mb:500000/aHR0cHM6Ly9pbWct/dXBsb2FkLXByb2R1/Y3Rpb24udHJhbnNp/c3Rvci5mbS9hYWFk/MDcwODg3YTFmOGQ3/ZjJhZDY3ZDllNGFl/MDMwOS5qcGVn.jpg"/>
      <itunes:duration>1637</itunes:duration>
      <itunes:summary>
        <![CDATA[<p>Todo dia, pelo menos quatro mulheres são assassinadas no Brasil por um mesmo motivo: ser mulher.  Em 2025, foram 1.470 feminicídios no Brasil. E a cada dez mortes, 8 foram cometidas por um companheiro ou por um ex-companheiro. Ou seja, alguém que um dia dividiu a casa, a cama ou a vida com a vítima.</p><p>A legislação para proteger a mulher existe, mas esses  números escancaram uma realidade: só a lei não está dando conta de conter essa violência. Em que momento um homem decide acabar com a vida de uma mulher? E por quê? Esse é o tema do primeiro episódio da especial “O que é ser homem?”, produzida pela Mais Conteúdo, de<strong> O TEMPO</strong>. Ao todo, essa série vai trazer dez episódios. Confira.   </p><p>E se você quiser se aprofundar mais nesse tema, separamos duas dicas:</p><ul><li><strong>Documentário “O silêncio dos Homens”</strong>: https://www.youtube.com/watch?v=NRom49UVXCE&amp;list=PLV8siqRMVJ2aIgHcbaNPimU8Z8omJDpGN&amp;index=1  </li><li> Livro “Masculinidade e dispositivo da eficácia: Guia de auto reflexão e desconstrução do machismo para homens”. Informações e vendas pelo e-mail: livrosvaleskazanello@gmail.com</li></ul>]]>
      </itunes:summary>
      <itunes:keywords>Violência contra a mulher, o que é ser homem, masculinidade, machismo, maria da penha, justiça, mais conteúdo, o tempo</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
      <podcast:chapters url="https://share.transistor.fm/s/f69be93c/chapters.json" type="application/json+chapters"/>
    </item>
  </channel>
</rss>
