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    <description>Em Minas Gerais, grandes empresas geram riquezas, empregos e desenvolvimento. São
referências na indústria, na tecnologia, na logística e no extrativismo, atividades econômicas
decisivas para a economia de todo o país. Um Estado como este merece um conteúdo completo
como o Minas S/A. O programa é ancorado pela jornalista Helenice Laguardia, com mais de 20 anos
de experiência em economia, e mostra as transformações dos setores e o que as empresas
oferecem ao Brasil e ao mundo.</description>
    <copyright>© 2026 OTEMPO</copyright>
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    <pubDate>Mon, 04 May 2026 05:00:07 +0000</pubDate>
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      <title>Lucas Vieira, presidente da AMM, chama para o debate no Congresso Mineiro dos Municípios | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>O episódio especial de hoje Municípios Unidos no Minas S/A, disponível em todas as plataformas de O TEMPO, traz uma entrevista com Lucas Vieira Lopes, presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), a maior entidade de prefeitos da América Latina. Lucas é prefeito de Iguatama, cidade no centro-oeste mineiro a aproximadamente 258 km da capital mineira. No comando da AMM, o gestor detalha à jornalista Helenice Laguardia os desafios das pequenas cidades frente à queda de repasses e à nova realidade da inteligência artificial e da privatização do saneamento. O presidente da AMM também convida para o 41º Congresso Mineiro de Municípios que este ano tem o tema "Minas Gerais no Centro das Decisões: Municípios Unidos por um Brasil Forte" e que acontece nos dias 5 e 6 de maio no Expominas, em Belo Horizonte.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 04 May 2026 05:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Helenice Laguardia</author>
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      <title>Gerdau lança a linha NewEco, uma solução de aço com baixa emissão de carbono | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Gustavo Werneck, CEO da Gerdau, é o convidado de hoje da temporada Minas S/A Legados, em todas as plataformas de O TEMPO. Com 125 anos de história e quase R$ 70 bilhões de receita líquida em 2025, a maior empresa brasileira produtora de aço moderniza suas operações em Minas Gerais — com investimentos bilionários em uma plataforma de mineração sustentável e o lançamento da linha New Eco, uma solução de aço com baixa emissão de carbono desenvolvida para apoiar clientes que buscam avançar em suas jornadas de descarbonização e fortalecer sua competitividade em um cenário de transição para uma economia de baixo carbono. O executivo analisa o avanço da Inteligência Artificial no setor e a relevância crescente da operação norte-americana nos resultados da companhia. O CEO da Gerdau também aborda a importância de uma gestão humanizada como a “última fronteira” da eficiência empresarial.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 02 May 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Helenice Laguardia</author>
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      <title>Grupo Valorgen com Localix, Loc Frotas e Sonhar Construtora fatura R$ 600 milhões | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Ivanildo Lopes, presidente do conselho do Grupo Valorgen, é o entrevistado de hoje na Temporada Minas S/A Legados em todas as plataformas de O Tempo. O Grupo Valorgen é composto pela Localix (empresa de limpeza urbana), Loc Frotas (companhia de gestão de frotas de veículos leves e pesados) e a Sonhar Construtora (construção de empreendimentos do Programa Minha Casa, Minha Vida). Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, Ivanildo discute a importância da governança e do histórico de crédito para acessar o mercado de capitais e revela como a gestão baseada na excelência permitiu ao grupo atravessar ciclos econômicos complexos. O empresário compartilha ainda, os planos para um futuro IPO, a sucessão familiar e o compromisso social por meio do Instituto Dignum, projeto que busca devolver a dignidade a moradores de rua.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 24 Apr 2026 21:16:07 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>MIP Engenharia comemora 65 anos com muita inovação | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Iomar Tavares, presidente da MIP Engenharia, é o convidado de hoje da temporada Minas S/A Legados em todas as plataformas de O TEMPO.</p><p>À frente de uma das organizações mais longevas e resilientes do setor de montagem eletromecânica no Brasil, que preserva o mesmo CNPJ há 65 anos, o executivo detalha como a solidez técnica e a preservação do "núcleo duro" de talentos converteram a companhia em parceira estratégica de gigantes da mineração, siderurgia e energia.</p><p>Nesta conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Iomar, que iniciou sua trajetória na empresa como auxiliar e ascendeu ao topo da gestão, compartilha sua experiência de superação em crises e discute o novo horizonte tecnológico do grupo: a implementação de inteligência artificial nos canteiros, a expansão para o setor de transição energética através do cobre e o compromisso inegociável com a segurança do trabalho e a ética corporativa, chancelada pelo Prêmio Empresa Pró-Ética, iniciativa da CGU (Controladoria-Geral da União).</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 18 Apr 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Helenice Laguardia</author>
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      <title>Sicoob é um dos principais agentes do sistema cooperativo no Brasil | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>O sétimo episódio da temporada Minas S/A Legados, que vai ao ar neste sábado (11/04) nas plataformas de O TEMPO, traz Elson Justino, diretor executivo do Sicoob Central Crediminas, e Valéria Matos, diretora executiva do Sicoob Central Cecremge. Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, os executivos analisam o panorama do cooperativismo de crédito a trajetória e o impacto do Sicoob como um dos principais agentes do sistema financeiro cooperativo no Brasil.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 19:16:14 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>AeC se consolidou gigante ao assumir a complexidade do atendimento | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Antônio Guilherme Noronha, acionista e presidente do conselho de administração da AeC, é o entrevistado da temporada Minas S/A Legados em todas as plataformas do O TEMPO.</p><p>Engenheiro mecânico de formação, Guilherme é a força estratégica por trás da AeC, marca que se consolidou como referência nacional em relacionamento com clientes. Da amizade de infância com o sócio Cássio Azevedo à construção de uma gigante com 55 mil colaboradores, o executivo detalha a transição da revenda de software para o atendimento especializado.</p><p>Nesta conversa com a jornalista Helenice Laguardia, ele explica por que as empresas devem focar em seu próprio negócio e apostar no outsourcing, deixando a complexidade de um call center para quem domina a tecnologia e a gestão de pessoas. Defensor de que a inovação deve potencializar o trabalho humano, Noronha discute como a AeC cresceu para o interior do país gerando oportunidades de emprego e renda.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Antônio Guilherme Noronha, acionista e presidente do conselho de administração da AeC, é o entrevistado da temporada Minas S/A Legados em todas as plataformas do O TEMPO.</p><p>Engenheiro mecânico de formação, Guilherme é a força estratégica por trás da AeC, marca que se consolidou como referência nacional em relacionamento com clientes. Da amizade de infância com o sócio Cássio Azevedo à construção de uma gigante com 55 mil colaboradores, o executivo detalha a transição da revenda de software para o atendimento especializado.</p><p>Nesta conversa com a jornalista Helenice Laguardia, ele explica por que as empresas devem focar em seu próprio negócio e apostar no outsourcing, deixando a complexidade de um call center para quem domina a tecnologia e a gestão de pessoas. Defensor de que a inovação deve potencializar o trabalho humano, Noronha discute como a AeC cresceu para o interior do país gerando oportunidades de emprego e renda.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 04 Apr 2026 03:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Helenice Laguardia</author>
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      <itunes:keywords>Minas s/a; AeC; Helenice laguardia; antonio guilherme noronha</itunes:keywords>
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      <title>Localiza é uma das 25 marcas mais valiosas do país | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>O quinto episódio da temporada Minas S/A Legados, em todas as plataformas de O TEMPO, tem como entrevistada Suzana Fagundes Ribeiro de Oliveira, diretora executiva jurídica e de relações institucionais da Localiza&amp;Co. Na conversa que teve com a jornalista Helenice Laguardia, a executiva aborda a trajetória de crescimento da companhia, fundada em Belo Horizonte em 1973, e os movimentos estratégicos que consolidaram a empresa entre as 25 marcas mais valiosas do país, com impacto relevante na geração de empregos, serviços e no fortalecimento da cadeia automotiva.</p><p>A Localiza&amp;Co atua em diferentes frentes do setor de mobilidade, com destaque para o aluguel de veículos para pessoas físicas e jurídicas, gestão de frotas corporativas, venda de seminovos e soluções integradas de mobilidade. Essa diversificação sustenta a escala da operação e amplia a presença da companhia em toda a cadeia do setor automotivo. Atualmente, a empresa registra resultados robustos. Em 2025, encerrou o ano com lucro líquido ajustado de R$ 3,4 bilhões e receita consolidada de R$ 41,8 bilhões, crescimento de 12,1%.</p><p>O EBITDA alcançou R$ 13,7 bilhões, alta de 15,4%, impulsionado por reajustes tarifários e ganhos de eficiência operacional. Outro destaque é a forte geração de caixa e o desempenho das diferentes unidades de negócio. O caixa proveniente do aluguel atingiu R$ 6,3 bilhões, enquanto a divisão de seminovos avançou 15,6%, somando R$ 22,2 bilhões em receita, com recorde de 77,3 mil veículos vendidos no quarto trimestre no Brasil. Já a receita de aluguel totalizou R$ 19,6 bilhões, com crescimento de 8,4%.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O quinto episódio da temporada Minas S/A Legados, em todas as plataformas de O TEMPO, tem como entrevistada Suzana Fagundes Ribeiro de Oliveira, diretora executiva jurídica e de relações institucionais da Localiza&amp;Co. Na conversa que teve com a jornalista Helenice Laguardia, a executiva aborda a trajetória de crescimento da companhia, fundada em Belo Horizonte em 1973, e os movimentos estratégicos que consolidaram a empresa entre as 25 marcas mais valiosas do país, com impacto relevante na geração de empregos, serviços e no fortalecimento da cadeia automotiva.</p><p>A Localiza&amp;Co atua em diferentes frentes do setor de mobilidade, com destaque para o aluguel de veículos para pessoas físicas e jurídicas, gestão de frotas corporativas, venda de seminovos e soluções integradas de mobilidade. Essa diversificação sustenta a escala da operação e amplia a presença da companhia em toda a cadeia do setor automotivo. Atualmente, a empresa registra resultados robustos. Em 2025, encerrou o ano com lucro líquido ajustado de R$ 3,4 bilhões e receita consolidada de R$ 41,8 bilhões, crescimento de 12,1%.</p><p>O EBITDA alcançou R$ 13,7 bilhões, alta de 15,4%, impulsionado por reajustes tarifários e ganhos de eficiência operacional. Outro destaque é a forte geração de caixa e o desempenho das diferentes unidades de negócio. O caixa proveniente do aluguel atingiu R$ 6,3 bilhões, enquanto a divisão de seminovos avançou 15,6%, somando R$ 22,2 bilhões em receita, com recorde de 77,3 mil veículos vendidos no quarto trimestre no Brasil. Já a receita de aluguel totalizou R$ 19,6 bilhões, com crescimento de 8,4%.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 27 Mar 2026 11:43:17 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O quinto episódio da temporada Minas S/A Legados, em todas as plataformas de O TEMPO, tem como entrevistada Suzana Fagundes Ribeiro de Oliveira, diretora executiva jurídica e de relações institucionais da Localiza&amp;Co. Na conversa que teve com a jornalista Helenice Laguardia, a executiva aborda a trajetória de crescimento da companhia, fundada em Belo Horizonte em 1973, e os movimentos estratégicos que consolidaram a empresa entre as 25 marcas mais valiosas do país, com impacto relevante na geração de empregos, serviços e no fortalecimento da cadeia automotiva.</p><p>A Localiza&amp;Co atua em diferentes frentes do setor de mobilidade, com destaque para o aluguel de veículos para pessoas físicas e jurídicas, gestão de frotas corporativas, venda de seminovos e soluções integradas de mobilidade. Essa diversificação sustenta a escala da operação e amplia a presença da companhia em toda a cadeia do setor automotivo. Atualmente, a empresa registra resultados robustos. Em 2025, encerrou o ano com lucro líquido ajustado de R$ 3,4 bilhões e receita consolidada de R$ 41,8 bilhões, crescimento de 12,1%.</p><p>O EBITDA alcançou R$ 13,7 bilhões, alta de 15,4%, impulsionado por reajustes tarifários e ganhos de eficiência operacional. Outro destaque é a forte geração de caixa e o desempenho das diferentes unidades de negócio. O caixa proveniente do aluguel atingiu R$ 6,3 bilhões, enquanto a divisão de seminovos avançou 15,6%, somando R$ 22,2 bilhões em receita, com recorde de 77,3 mil veículos vendidos no quarto trimestre no Brasil. Já a receita de aluguel totalizou R$ 19,6 bilhões, com crescimento de 8,4%.</p>]]>
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      <title>Grupo SADA avança em biocombustíveis e visão de empreendedorismo com responsabilidade | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Vittorio Medioli, fundador do Grupo SADA, é o convidado de hoje da temporada Minas S/A Legados em todas as plataformas de O TEMPO. À frente do maior conglomerado de logística e transporte de veículos da América Latina, que celebra meio século de história em 2026, o empresário, marcado por uma trajetória política de destaque, detalha como a ética da utilidade e o compromisso com a geração de valor social transformaram uma pequena operação de armazenagem em um gigante multissetorial. Com presença robusta na indústria, energia, siderurgia e comunicação, o executivo compartilha com a jornalista Helenice Laguardia sua experiência de resiliência e discute a nova fronteira sustentável do grupo: a descarbonização da frota e o investimento bilionário em biocombustíveis. Da sucessão familiar guiada por valores ao despertar da consciência corporativa, Medioli reflete sobre o legado de quem escolheu edificar soluções para a sociedade.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 20 Mar 2026 18:05:15 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Estratégia do Grupo DB para valorizar o Cerrado Mineiro na produção de vinhos | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Daniel Bruxel, diretor do Grupo DB e criador da Casa Bruxel, é o convidado de hoje da temporada Minas S/A Legados em todas as plataformas de O TEMPO. À frente de um grupo que celebra 50 anos de história, Daniel representa a sucessão de um legado iniciado por seus pais na década de 70 - Décio e Astrid. Com uma operação robusta que equilibra a liderança na suinocultura e a produção de commodities em Minas Gerais e no Noroeste do estado, o executivo detalha agora a nova fronteira do grupo: a consolidação no mercado de cafés especiais e a aposta na vitivinicultura de inverno com a Casa Bruxel.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 13 Mar 2026 13:44:35 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Alex Veiga, do Grupo Patrimar, investe no mercado imobiliário de São Paulo com a Novolar | Minas S/A</title>
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      <pubDate>Fri, 06 Mar 2026 15:47:52 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Bernoulli Educação consolida presença no país | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Rommel Domingos, um dos sócios-fundadores do Bernoulli Educação, é o entrevistado de hoje no primeiro episódio da Temporada Minas S/A Legados, em todas as plataformas de O TEMPO. O grupo completou 25 anos  com sete unidades escolares próprias, sendo três em Belo Horizonte, uma em Nova Lima e três em Salvador além de mais de 1.000 instituições parceiras no país, atendendo cerca de 300 mil alunos. Os irmãos Rodrigo e Rommel Domingos foram criados na Região Metropolitana de Belo Horizonte conciliando os estudos com o trabalho, ajudando o pai com a venda de frutas na feira. Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Rommel conta que quando tinha em torno de 14 anos, ele e o irmão passaram a oferecer aulas particulares aos colegas de escola. Rodrigo e Rommel foram aprovados no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), onde conheceram Paulo Ribeiro, de Salvador (BA). Os três se uniram para fundar um pré-vestibular, nascendo assim o Bernoulli Sistema de Ensino.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 27 Feb 2026 17:00:01 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Sistema Faemg Senar leva tecnologia a 50 mil produtores rurais em Minas Gerais | Minas S/A</title>
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      <itunes:title>Sistema Faemg Senar leva tecnologia a 50 mil produtores rurais em Minas Gerais | Minas S/A</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>O presidente do Sistema Faemg, Antônio Pitangui de Salvo, é o entrevistado de hoje da temporada Minas S/A Desenvolvimento Sustentável, em todas as plataformas de O TEMPO. À frente da maior federação de sindicatos rurais do país, Salvo celebra o crescimento de dois dígitos do setor em Minas Gerais e aponta a tecnologia e a assistência técnica como pilares para ganho de produtividade, renda e permanência no campo por meio do programa ATeG que já atingiu diretamente 50 mil produtores rurais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O presidente do Sistema Faemg, Antônio Pitangui de Salvo, é o entrevistado de hoje da temporada Minas S/A Desenvolvimento Sustentável, em todas as plataformas de O TEMPO. À frente da maior federação de sindicatos rurais do país, Salvo celebra o crescimento de dois dígitos do setor em Minas Gerais e aponta a tecnologia e a assistência técnica como pilares para ganho de produtividade, renda e permanência no campo por meio do programa ATeG que já atingiu diretamente 50 mil produtores rurais.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 22 Dec 2025 13:41:32 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Grupo Klus: da alfaiataria ao varejo moderno | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Salvador Ohana, fundador do Grupo Klus, é o entrevistado de hoje da temporada Minas S/A Desenvolvimento Sustentável, em todas as plataformas de O TEMPO. Um dos nomes mais tradicionais da moda masculina em Minas Gerais, o empresário construiu sua trajetória a partir da alfaiataria artesanal aprendida ainda na adolescência, nos corredores do Edifício Maletta, em Belo Horizonte. De uma pequena garagem na Rua Rio Grande do Norte a uma rede consolidada nos principais shoppings da capital mineira, Salvador atravessou décadas marcadas por hiperinflação, mudanças profundas no varejo, crises econômicas, pandemia e transformações no comportamento do consumidor. Nessa conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Salvador Ohana prova que saber enxergar as tendências do varejo com antecedência faz toda a diferença para a perenidade de uma empresa.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 19 Dec 2025 13:21:33 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Rubens Menin detalha planos para o Atlético, o Inter e vinhos de Portugal | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Rubens Menin, fundador da MRV, do Banco Inter e sócio majoritário da SAF do Clube Atlético Mineiro, é o entrevistado de hoje na temporada do Minas S/A Horizontes da Indústria Mineira, em todas as plataformas de O TEMPO. À frente de um ecossistema que vai da construção civil ao mercado financeiro e à vitivinicultura em Portugal, Menin detalha os movimentos estratégicos que estão moldando o futuro de seus negócios. No futebol, explica a estrutura da dívida do Atlético, diferenciando passivos de curto e longo prazo, destacando o avanço do saneamento financeiro até 2026.</p><p>Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, o empresário fala ainda da expansão internacional do banco Inter, com operação prevista para a Argentina, e da consolidação da Arena MRV como hub de entretenimento, além dos desafios da indústria nacional e a importância do Sistema Fiemg representado pelo Sesi e Senai para a capacitação de mão de obra e novas tecnologias para a indústria.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 17 Dec 2025 18:38:19 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Flávio Roscoe detalha legado bilionário para a Fiemg | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Flávio Roscoe, presidente do Sistema Fiemg, é o entrevistado de hoje na temporada do Minas S/A Horizontes da Indústria Mineira, em todas as plataformas de O TEMPO. Com o fim do seu segundo e último mandato à frente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), previsto para o final de 2026, o industrial do setor têxtil faz um balanço de sua gestão até o momento e discute os desafios atuais da economia brasileira e mundial e a indústria nesse contexto. Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Roscoe detalha o legado de investimento em educação que tem liderado desde 2018, quando assumiu a entidade, e o resgate da imagem da indústria, além de abordar a prática nociva de dumping no comércio internacional, a visão de curto prazo do governo e os riscos da proposta de redução da jornada de trabalho no Congresso Nacional. Além da Federação das Indústrias, o Sistema Fiemg tem o Sesi, o Senai, o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e o Ciemg.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 16 Dec 2025 20:32:52 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Como o BS2 diversificou a carteira e virou referência em compliance no mercado de cripto | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Marcos Magalhães, CEO do BS2, é o entrevistado de hoje na temporada Minas S/A Desenvolvimento Sustentável, em todas as plataformas de O TEMPO. Nascido em Belo Horizonte como Banco Bonsucesso, o BS2 passou por uma transformação profunda nos últimos anos: deixou a operação de pessoa física, fortaleceu sua governança e consolidou-se como um banco digital com atuação InfraTech. Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, Magalhães fala sobre sua trajetória no mercado financeiro, o avanço da carteira de crédito e da linha de serviços, a estratégia de diversificação do portfólio, a expansão no segmento PJ e os desafios de operar em um cenário de juros elevados, além da crescente relevância do mercado de criptoativos e da necessidade de robustez em compliance nesse ecossistema.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 12 Dec 2025 11:06:18 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>AngloGold Ashanti tem investimento de R$ 1,2 bi e planos para 35 anos | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Luís Otávio de Lima, CEO da AngloGold Ashanti para a América Latina, é o entrevistado de hoje na temporada do Minas S/A Desenvolvimento Sustentável, em todas as plataformas de O TEMPO. A sexta maior mineradora de ouro do mundo, com sede em Londres, na Inglaterra, e 191 anos de história no Brasil, tem nas operações de Sabará e Caeté, em Minas Gerais, um ativo de classe global (Tier 1), que atrai centenas de milhões em investimentos. Em entrevista à jornalista @laguardiahelenice, o presidente da companhia na América Latina, Luís Otávio de Lima, detalha a estratégia da companhia, a importância da mina Cuiabá para o grupo e os ambiciosos planos de sucessão, tecnologia e legado em Nova Lima.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 05 Dec 2025 12:54:03 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Sergio Fischer, CEO da Log, faz expansão da empresa de galpões logísticos | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Sergio Fischer, CEO da Log Commercial Properties, é o entrevistado de hoje na temporada Minas S/A Desenvolvimento Sustentável, em todas as plataformas de O TEMPO. Nascida em Belo Horizonte, a companhia – especializada em galpões logísticos e industriais – traça um plano audacioso para atingir 2 milhões de m² de Área Bruta Locável (ABL) até 2028. Sergio Fischer fala sobre sua ascensão de estagiário a principal executivo com o desafio de liderar uma empresa que exige capital intensivo e é a única do setor no Brasil listada na Bolsa de Valores, a B3.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Sergio Fischer, CEO da Log Commercial Properties, é o entrevistado de hoje na temporada Minas S/A Desenvolvimento Sustentável, em todas as plataformas de O TEMPO. Nascida em Belo Horizonte, a companhia – especializada em galpões logísticos e industriais – traça um plano audacioso para atingir 2 milhões de m² de Área Bruta Locável (ABL) até 2028. Sergio Fischer fala sobre sua ascensão de estagiário a principal executivo com o desafio de liderar uma empresa que exige capital intensivo e é a única do setor no Brasil listada na Bolsa de Valores, a B3.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 28 Nov 2025 13:00:23 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Sergio Fischer, CEO da Log Commercial Properties, é o entrevistado de hoje na temporada Minas S/A Desenvolvimento Sustentável, em todas as plataformas de O TEMPO. Nascida em Belo Horizonte, a companhia – especializada em galpões logísticos e industriais – traça um plano audacioso para atingir 2 milhões de m² de Área Bruta Locável (ABL) até 2028. Sergio Fischer fala sobre sua ascensão de estagiário a principal executivo com o desafio de liderar uma empresa que exige capital intensivo e é a única do setor no Brasil listada na Bolsa de Valores, a B3.</p>]]>
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      <title>Igor Pereira dos Santos, prefeito de Paracatu, fala sobre os projetos para a cidade | Minas S/A</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O prefeito de Paracatu (MG), Igor Pereira dos Santos, é o entrevistado de hoje na Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção, em todas as plataformas de O TEMPO. Paracatu fez 227 anos, é tombada pelo patrimônio histórico, tem uma economia super diversificada, tem mina de ouro, tem também uma produção enorme de milho, soja.</p><p>Igor foi eleito em 2020, com apenas 23 anos, e foi reeleito com mais de 80% dos votos válidos da cidade. Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, o prefeito de Paracatu fala sobre os incentivos para atrair mais empresas para a cidade e as obras para a saúde, educação e todas as áreas da cidade.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 21 Nov 2025 17:28:03 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Fundação Dom Cabral: o líder de uma das 10 melhores escolas de negócios do mundo | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Antonio Batista, presidente-executivo da Fundação Dom Cabral (FDC), é o entrevistado de hoje na Temporada Minas S/A Desenvolvimento Sustentável, em todas as plataformas de O TEMPO. A FDC é uma escola de negócios brasileira com 49 anos de excelência, reconhecida entre as 10 melhores do mundo nos rankings de Educação Executiva do Financial Times 2025 — 4ª colocada em Programas Abertos (1º lugar em cinco critérios dessa categoria) e 8ª em Programas Customizados. Com sede em Nova Lima (MG), conta com campus em Belo Horizonte e em São Paulo, na Vila Olímpia, além de uma rede de 22 associados em todo o Brasil e parcerias com 71 escolas internacionais. Em 2024, mais de 20 mil participantes foram certificados pela FDC.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 21 Nov 2025 12:57:19 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Daniel Costa, da Blip, quer captar até US$ 500 milhões para crescer mais | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Daniel Costa, cofounder e chairman da Blip, 53, é o entrevistado de hoje na Temporada Minas S/A Desenvolvimento Sustentável nas plataformas de O TEMPO. A Blip, plataforma brasileira de soluções conversacionais e inteligência artificial, nasceu em Belo Horizonte (MG). Além do Brasil, está presente em 33 países e conta com escritórios na Cidade do México, e em Madri, na Espanha. Possui cerca de 4.000 clientes entre grandes empresas.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 14 Nov 2025 12:11:31 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Fábio Ferreira, da Verde Campo, quer dobrar tamanho do laticínio em 5 anos | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Fábio Ferreira, CEO da Verde Campo, é o entrevistado de hoje na Temporada Minas S/A Desenvolvimento Sustentável em todas as plataformas de O TEMPO. A Verde Campo é um laticínio que nasceu em Lavras (MG) há 26 anos. “A gente tem uma ambição de dobrar a companhia nos próximos quatro, cinco anos. Isso faz parte do nosso planejamento estratégico, apesar de a gente não revelar faturamento é um pouco por aí, até onde a gente abre a guarda da casa”, explica Ferreira.</p><p>Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, o executivo conta que das 1.500 toneladas de produtos processados  por mês, o executivo espera  bater 3.000 toneladas por mês, no mínimo. “Tem muito potencial para isso, mas por quê? A gente vê essa preocupação com a saudabilidade no Brasil e no mundo. A gente não precisa ajustar a nossa proposta de valor, de posicionamento da marca ou da ficha técnica da receita dos produtos”, diz Ferreira, referindo-se ao DNA da marca que é especializada  em produtos saudáveis.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 06 Nov 2025 18:14:49 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Fernanda Thibau lidera a Alphorria há 40 anos no mercado de moda | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Fernanda Thibau, CEO da Alphorria, é a entrevistada da Temporada Minas S/A Desenvolvimento Sustentável de hoje, em todas as plataformas de O TEMPO. A Alphorria, marca de moda feminina, nasceu em Belo Horizonte há 40 anos pelas mãos de Edna Thibau, mãe de Fernanda. A nova CEO fala sobre a marca registrada que quer imprimir na empresa que está em todos os Estados brasileiros. Essa foi a primeira coleção comandada por Fernanda e sua irmã Karla, sem a mãe, que faleceu em maio deste ano.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 31 Oct 2025 12:11:23 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Usiminas investiu R$ 7 bilhões nos últimos cinco anos | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Marcelo Chara, presidente da Usiminas, é o entrevistado de hoje na Temporada Minas S/A Horizontes da Indústria Mineira em todas as plataformas de O TEMPO. Nascido em Córdoba, na Argentina, Marcelo mora no Brasil há quase 11 anos e tem mais de 40 anos de experiência no setor siderúrgico assumindo a presidência da Usiminas há pouco mais de dois anos. Produtora de aços planos, a Usiminas tem como acionistas controladores a Ternium e a Nippon Steel, e atuação integrada com: mineração, siderurgia, distribuição e soluções industriais.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 30 Oct 2025 17:46:58 -0100</pubDate>
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    <item>
      <title>Marília Campos aumentou em 53% a arrecadação de Contagem nos últimos 4 anos | Minas S/A</title>
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      <itunes:title>Marília Campos aumentou em 53% a arrecadação de Contagem nos últimos 4 anos | Minas S/A</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>A prefeita de Contagem (MG), Marília Campos (PT-MG), é a entrevistada de hoje na Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O TEMPO. Marília está no quarto mandato como prefeita de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. Contagem tem 114 anos, já registrou um aumento de 53% na arrecadação nos últimos 4 anos e passa por obras históricas que devem ser entregues à população no ano que vem.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 24 Oct 2025 14:12:40 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Guilherme Santos, do Grupo EPO, aponta o futuro da construção | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Guilherme Santos, de 35 anos, vice-presidente do Grupo EPO, é o entrevistado de hoje no primeiro episódio da temporada Minas S/A Desenvolvimento Sustentável em todas as plataformas de O TEMPO. A EPO é incorporadora, construtora, loteadora e de parceria público-privada. Nasceu em 1992 em Belo Horizonte. Já construiu 2 milhões de metros quadrados e atualmente tem, entre incorporações e loteamentos, mais de 20 projetos em andamento. Com atuação regional, a EPO tem obras em Sete Lagoas, Betim, Contagem, Glaura (distrito de Ouro Preto), Brumadinho, Carmo do Cajuru, Lagoa Santa, Nova Lima. “A gente tem um pipeline de produtos dentro de casa pelos próximos 15 anos”, calcula Santos. Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Guilherme explica que o foco da EPO é em margem, não em crescimento. “A gente quer ser uma empresa rentável. Queremos gerar resultado não só para o nosso cliente, mas para o nosso público interno também, para os acionistas”.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 24 Oct 2025 13:26:35 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Itaminas tem clientes estratégicos no Oriente Médio | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>O CEO da Itaminas, Thiago Toscano, é o entrevistado de hoje na Temporada Minas S/A Horizontes da Indústria Mineira em todas as plataformas de O TEMPO. Com mais de 20 anos de experiência no mercado, Thiago lidera um novo momento da Itaminas que tem a operação em Sarzedo (MG). A Itaminas iniciou suas atividades em 1959, produz cerca de 6,5 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, e tem a capacidade produtiva de 15 milhões de toneladas por ano.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 26 Sep 2025 17:46:11 +0000</pubDate>
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      <title>Queda na criminalidade ultrapassa os 30%, diz prefeito de Santana do Paraíso | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Bruno Morato, prefeito de Santana do Paraíso (MG), é o entrevistado de hoje na Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção nas plataformas de O Tempo. Bruno conta que, no ano passado, a cidade registrou uma redução de mais de 30% na criminalidade. "A nossa cidade tem em torno de 50 mil habitantes e no ano passado nós tivemos 39 ocorrências de crimes violentos", calculou. A cidade fica no Vale do Aço mineiro e é uma das regiões mais promissoras do país com grande potencial de consumo, poder aquisitivo, demanda, e tem grandes indústrias. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 19 Sep 2025 20:22:11 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>CEO da Vale Gustavo Pimenta detalha investimentos de R$ 67 bilhões em Minas Gerais</title>
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      <pubDate>Tue, 09 Sep 2025 03:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Helenice Laguardia</author>
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      <title>Prefeita de Uberaba, Elisa Araújo, fala sobre mega investimentos na cidade | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Elisa Araújo, prefeita de Uberaba, no Triângulo Mineiro,  é a entrevistada de hoje na Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O Tempo. Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Elisa explica que Uberaba é considerada a capital mundial do zebu. Além do setor agropecuário pujante, Uberaba tem um dos maiores centros espirituais por conta de Chico Xavier que nasceu na cidade. O sítio arqueológico de Uberaba tem o maior dinossauro do mundo que já se tornou patrimônio da Unesco. Uberaba também tem a expectativa da implantação do gasoduto na região.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 05 Sep 2025 20:26:28 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>São Gonçalo do Rio Abaixo tem na mineração a maior arrecadação | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de São Gonçalo do Rio Abaixo (MG), Raimundo Nonato de Barcelos, mais conhecido como Nozinho, é o entrevistado de hoje na Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O Tempo. Com 12 mil habitantes, São Gonçalo do Rio Abaixo, a cerca de 87 km de Belo Horizonte, tem na mineração a maior arrecadação por conta da Mina de Brucutu, que pertence à mineradora Vale e que já chegou a produzir 32 milhões de toneladas de minério de ferro por ano. “O orçamento anual da prefeitura é de R$ 460 milhões. A mineração representa mais de 90% desse montante”, calcula Nozinho. O prefeito informou que as obras na mina, uma das mais importantes para a produção da Vale no país, já começaram como a estrutura para operar com o empilhamento a seco de rejeitos. Com o pedido de licença, a capacidade de produção da Mina de Brucutu, em São Gonçalo do Rio Abaixo, poderá chegar a 70 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, informa Nozinho. “É uma mina que tem toda a estrutura para aumentar a produção e o mercado de minério está sempre comprador, eu acredito que eles vão passar a produzir muito mais assim que ficar pronta a estrutura que eles vão estar fazendo lá”, observa o prefeito. A obra na Mina de Brucutu deve ficar pronta em 2028, 2029. “Então em 2029 eles vão estar com a produção aumentada”, comemora Nozinho.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 22 Aug 2025 19:17:15 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de São Gonçalo do Rio Abaixo (MG), Raimundo Nonato de Barcelos, mais conhecido como Nozinho, é o entrevistado de hoje na Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O Tempo. Com 12 mil habitantes, São Gonçalo do Rio Abaixo, a cerca de 87 km de Belo Horizonte, tem na mineração a maior arrecadação por conta da Mina de Brucutu, que pertence à mineradora Vale e que já chegou a produzir 32 milhões de toneladas de minério de ferro por ano. “O orçamento anual da prefeitura é de R$ 460 milhões. A mineração representa mais de 90% desse montante”, calcula Nozinho. O prefeito informou que as obras na mina, uma das mais importantes para a produção da Vale no país, já começaram como a estrutura para operar com o empilhamento a seco de rejeitos. Com o pedido de licença, a capacidade de produção da Mina de Brucutu, em São Gonçalo do Rio Abaixo, poderá chegar a 70 milhões de toneladas de minério de ferro por ano, informa Nozinho. “É uma mina que tem toda a estrutura para aumentar a produção e o mercado de minério está sempre comprador, eu acredito que eles vão passar a produzir muito mais assim que ficar pronta a estrutura que eles vão estar fazendo lá”, observa o prefeito. A obra na Mina de Brucutu deve ficar pronta em 2028, 2029. “Então em 2029 eles vão estar com a produção aumentada”, comemora Nozinho.</p>]]>
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      <title>Samarco vai produzir até 27 milhões de toneladas em 2028 | Minas S/A</title>
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      <itunes:title>Samarco vai produzir até 27 milhões de toneladas em 2028 | Minas S/A</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Rodrigo Vilela, presidente da Samarco, é o entrevistado de hoje na Temporada Minas S/A Governança nas plataformas de O TEMPO. Nascida em Mariana (MG), a Samarco completa no dia 24, 48 anos. Engenheiro metalúrgico com mais de 30 anos de experiência na mineração, Rodrigo assumiu a presidência da Samarco há sete anos. A Samarco é uma empresa de capital fechado que pertence à Vale e à BHP Brasil. Com sede em Belo Horizonte, tem unidades em Minas Gerais e Espírito Santo com estrutura da mina ao porto. Em 2028, o objetivo é alcançar a capacidade máxima de produção de 27 milhões de toneladas de pelotas e finos de minério de ferro. O executivo comanda o pagamento das indenizações individuais pelo rompimento da barragem de Fundão, em 2015, recuperação da Bacia do Rio Doce e reassentamento das famílias no Novo Bento Rodrigues e Paracatu, e o fim da recuperação judicial da empresa.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Rodrigo Vilela, presidente da Samarco, é o entrevistado de hoje na Temporada Minas S/A Governança nas plataformas de O TEMPO. Nascida em Mariana (MG), a Samarco completa no dia 24, 48 anos. Engenheiro metalúrgico com mais de 30 anos de experiência na mineração, Rodrigo assumiu a presidência da Samarco há sete anos. A Samarco é uma empresa de capital fechado que pertence à Vale e à BHP Brasil. Com sede em Belo Horizonte, tem unidades em Minas Gerais e Espírito Santo com estrutura da mina ao porto. Em 2028, o objetivo é alcançar a capacidade máxima de produção de 27 milhões de toneladas de pelotas e finos de minério de ferro. O executivo comanda o pagamento das indenizações individuais pelo rompimento da barragem de Fundão, em 2015, recuperação da Bacia do Rio Doce e reassentamento das famílias no Novo Bento Rodrigues e Paracatu, e o fim da recuperação judicial da empresa.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 21 Aug 2025 22:09:33 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Líder Aviação terá aeronaves elétricas, diz Bruna Assumpção | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Bruna Assumpção, diretora superintendente e membro do conselho de administração da Lider Aviação, é a entrevistada de hoje na temporada Minas S/A Governança em todas as plataformas de O TEMPO.  Maior empresa de aviação executiva da América Latina, a Lider tem 66 anos, uma frota de mais de 50 aeronaves e mais de 1.400 funcionários. Com sede em Belo Horizonte, conta com 23 bases operacionais nos principais aeroportos do país. A Lider foi fundada pelo comandante José Afonso Assumpção, avô de Bruna. Tem cinco unidades de negócios: fretamento e gerenciamento de aeronaves, serviços aeroportuários, vendas e aquisições de aeronaves, serviços de manutenção e operações de helicópteros para a indústria de óleo e gás.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Bruna Assumpção, diretora superintendente e membro do conselho de administração da Lider Aviação, é a entrevistada de hoje na temporada Minas S/A Governança em todas as plataformas de O TEMPO.  Maior empresa de aviação executiva da América Latina, a Lider tem 66 anos, uma frota de mais de 50 aeronaves e mais de 1.400 funcionários. Com sede em Belo Horizonte, conta com 23 bases operacionais nos principais aeroportos do país. A Lider foi fundada pelo comandante José Afonso Assumpção, avô de Bruna. Tem cinco unidades de negócios: fretamento e gerenciamento de aeronaves, serviços aeroportuários, vendas e aquisições de aeronaves, serviços de manutenção e operações de helicópteros para a indústria de óleo e gás.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 15 Aug 2025 12:49:35 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Bruna Assumpção, diretora superintendente e membro do conselho de administração da Lider Aviação, é a entrevistada de hoje na temporada Minas S/A Governança em todas as plataformas de O TEMPO.  Maior empresa de aviação executiva da América Latina, a Lider tem 66 anos, uma frota de mais de 50 aeronaves e mais de 1.400 funcionários. Com sede em Belo Horizonte, conta com 23 bases operacionais nos principais aeroportos do país. A Lider foi fundada pelo comandante José Afonso Assumpção, avô de Bruna. Tem cinco unidades de negócios: fretamento e gerenciamento de aeronaves, serviços aeroportuários, vendas e aquisições de aeronaves, serviços de manutenção e operações de helicópteros para a indústria de óleo e gás.</p>]]>
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      <title>Servas atende mais de 500 cidades de Minas com projetos sociais | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Christiana Renault, presidente do Servas – Serviço Voluntário de Assistência Social – é a entrevistada de hoje na temporada Minas S/A Governança, em todas as plataformas de O TEMPO. O Servas, entidade do terceiro setor que atende mais de 500 municípios mineiros, foi criado em 1951 por Sarah Kubitscheck. Inicialmente chamado  de ‘Pioneiras Sociais’, em 1961 passou a se chamar Servas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Christiana Renault, presidente do Servas – Serviço Voluntário de Assistência Social – é a entrevistada de hoje na temporada Minas S/A Governança, em todas as plataformas de O TEMPO. O Servas, entidade do terceiro setor que atende mais de 500 municípios mineiros, foi criado em 1951 por Sarah Kubitscheck. Inicialmente chamado  de ‘Pioneiras Sociais’, em 1961 passou a se chamar Servas.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 08 Aug 2025 17:42:33 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Eliane Ramos, da PI Brasil, trabalha gestão de líderes | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Eliane Ramos, Diretora da PI Brasil, é a entrevistada de hoje na Temporada Minas S/A Governança, disponível em todas as plataformas de O Tempo. Com mais de três décadas dedicadas à gestão estratégica de empresas e ao desenvolvimento organizacional,  Eliane conta à jornalista Helenice Laguardia que a metodologia PI vem das iniciais "índice de previsibilidade". O objetivo é prever como as pessoas irão se comportar no trabalho. "A gente vai fazer uma radiografia das características comportamentais que podemos chamar de soft skills, então vamos identificar quais são os pontos fortes, qual a melhor aptidão, qual é o DNA dele, o que esse profissional faz de melhor e dentro disso colocá-lo numa posição certa, dentro de um time certo", explica. Eliane informa que na PI serão identificadas as características comportamentais mais a capacidade de aprendizagem: velocidade e a capacidade de aprendizagem desse profissional. "É uma ferramenta de gestão", analisa a executiva.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Eliane Ramos, Diretora da PI Brasil, é a entrevistada de hoje na Temporada Minas S/A Governança, disponível em todas as plataformas de O Tempo. Com mais de três décadas dedicadas à gestão estratégica de empresas e ao desenvolvimento organizacional,  Eliane conta à jornalista Helenice Laguardia que a metodologia PI vem das iniciais "índice de previsibilidade". O objetivo é prever como as pessoas irão se comportar no trabalho. "A gente vai fazer uma radiografia das características comportamentais que podemos chamar de soft skills, então vamos identificar quais são os pontos fortes, qual a melhor aptidão, qual é o DNA dele, o que esse profissional faz de melhor e dentro disso colocá-lo numa posição certa, dentro de um time certo", explica. Eliane informa que na PI serão identificadas as características comportamentais mais a capacidade de aprendizagem: velocidade e a capacidade de aprendizagem desse profissional. "É uma ferramenta de gestão", analisa a executiva.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 01 Aug 2025 20:38:50 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Álvaro Damião, prefeito de BH, fará show de artista internacional gratuito | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Álvaro Damião, prefeito de Belo Horizonte é o entrevistado de hoje na Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O Tempo. Caçula de oito irmãos, filho de Dona Maria de Lourdes, faxineira; e Edmundo, um policial militar; Álvaro Damião viveu no bairro Concórdia, na região Noroeste da capital mineira. Jornalista, 54 anos, com experiência de mais de 30 anos na profissão, Álvaro quer transformar Belo Horizonte na "cidade do sim". Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, ele fala sobre as obras no Anel Rodoviário, no projeto para ver a Lagoa da Pampulha com barcos novamente, além de dar uma nova cara ao Centro da cidade, fazendo as obras necessárias a uma capital do porte de Belo Horizonte. Para incentivar o turismo, Álvaro planeja um artista internacional para se apresentar gratuitamente na Praça da Estação, em 2026.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Álvaro Damião, prefeito de Belo Horizonte é o entrevistado de hoje na Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O Tempo. Caçula de oito irmãos, filho de Dona Maria de Lourdes, faxineira; e Edmundo, um policial militar; Álvaro Damião viveu no bairro Concórdia, na região Noroeste da capital mineira. Jornalista, 54 anos, com experiência de mais de 30 anos na profissão, Álvaro quer transformar Belo Horizonte na "cidade do sim". Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, ele fala sobre as obras no Anel Rodoviário, no projeto para ver a Lagoa da Pampulha com barcos novamente, além de dar uma nova cara ao Centro da cidade, fazendo as obras necessárias a uma capital do porte de Belo Horizonte. Para incentivar o turismo, Álvaro planeja um artista internacional para se apresentar gratuitamente na Praça da Estação, em 2026.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 27 Jul 2025 15:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Helenice Laguardia</author>
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      <title>Fundação da Gide faz encontro nacional da educação em BH | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>O professor José Martins de Godoy, presidente do Conselho Curador da Fundação da Gide (FDG), é o entrevistado de hoje da temporada Minas S/A Governança em todas as plataformas de O TEMPO. A Fundação da Gide, em Nova Lima (MG), faz a gestão integrada da educação e foi criada em 1997 atuando ao longo desses anos na educação básica de 12 Estados brasileiros com mais de 1 milhão de professores capacitados e mais de 10 milhões de alunos beneficiados.</p><p>Membro da Academia Nacional de Engenharia, José Martins avalia que aprendemos o modelo de gestão japonês, aplicado com sucesso na indústria nacional, mas faltou o pacto nacional pela educação básica. Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, José Martins conta que em outubro, nos dias 5, 6 e 7, acontece o Festival de Educação Liga da Gide, no Expominas, em Belo Horizonte. Ministério da Educação, 26 secretarias estaduais de educação mais o Distrito Federal e 1.100 redes municipais de educação foram convidadas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O professor José Martins de Godoy, presidente do Conselho Curador da Fundação da Gide (FDG), é o entrevistado de hoje da temporada Minas S/A Governança em todas as plataformas de O TEMPO. A Fundação da Gide, em Nova Lima (MG), faz a gestão integrada da educação e foi criada em 1997 atuando ao longo desses anos na educação básica de 12 Estados brasileiros com mais de 1 milhão de professores capacitados e mais de 10 milhões de alunos beneficiados.</p><p>Membro da Academia Nacional de Engenharia, José Martins avalia que aprendemos o modelo de gestão japonês, aplicado com sucesso na indústria nacional, mas faltou o pacto nacional pela educação básica. Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, José Martins conta que em outubro, nos dias 5, 6 e 7, acontece o Festival de Educação Liga da Gide, no Expominas, em Belo Horizonte. Ministério da Educação, 26 secretarias estaduais de educação mais o Distrito Federal e 1.100 redes municipais de educação foram convidadas.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 26 Jul 2025 18:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O professor José Martins de Godoy, presidente do Conselho Curador da Fundação da Gide (FDG), é o entrevistado de hoje da temporada Minas S/A Governança em todas as plataformas de O TEMPO. A Fundação da Gide, em Nova Lima (MG), faz a gestão integrada da educação e foi criada em 1997 atuando ao longo desses anos na educação básica de 12 Estados brasileiros com mais de 1 milhão de professores capacitados e mais de 10 milhões de alunos beneficiados.</p><p>Membro da Academia Nacional de Engenharia, José Martins avalia que aprendemos o modelo de gestão japonês, aplicado com sucesso na indústria nacional, mas faltou o pacto nacional pela educação básica. Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, José Martins conta que em outubro, nos dias 5, 6 e 7, acontece o Festival de Educação Liga da Gide, no Expominas, em Belo Horizonte. Ministério da Educação, 26 secretarias estaduais de educação mais o Distrito Federal e 1.100 redes municipais de educação foram convidadas.</p>]]>
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      <title>Luís Eduardo Falcão, presidente da AMM, fala sobre os desafios da associação | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Luís Eduardo Falcão Ferreira, prefeito de Patos de Minas e presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), é o entrevistado de hoje na Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O TEMPO. Luís Eduardo, 41 anos, casado, pai de dois filhos, é o primeiro prefeito reeleito na cidade de Patos de Minas, no Alto Paranaíba. Ao mesmo tempo, assumiu neste ano a AMM com o propósito de transformar a associação. Formado em Direito, construiu uma trajetória com envolvimento comunitário. Quer fazer uma reforma estatutária da AMM com o retorno ao mandato de 2 anos, como era antes da pandemia, com a possibilidade de recondução; atualmente, o mandato é de 3 anos. Outra mudança a ser proposta é que apenas prefeitos em exercício sejam permitidos para cargos de diretoria, barrando ex-prefeitos, para evitar o que ele considera de “instrumentalização política” da entidade. Luís Eduardo busca também o fortalecimento da representatividade municipal com maior participação dos prefeitos nas decisões da entidade, com atuação participativa das microrregiões. Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, o novo presidente da AMM quer ainda implementar uma diretoria exclusiva para municípios com FPM 0,6 (com menos de 10.188 habitantes), visando suporte específico a essas prefeituras. A ampliação da capacitação técnica e transparência numa parceria com o Tribunal de Contas de Minas (TCE‑MG) para oferecer cursos e treinamentos a equipes municipais é outra meta de Luís Eduardo. Continuidade da Escola de Gestão da AMM (EGM), que atualmente oferece mais de 50 cursos para prefeituras e servidores e divulgação aberta de contratos e despesas no portal da AMM, reforçando a transparência são outros pontos apresentados. Luís Eduardo quer ainda reivindicar parte maior da compensação do FPM. Intensificação do diálogo com governos estadual e federal, além de articulação junto à CNM para defender os municípios.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Luís Eduardo Falcão Ferreira, prefeito de Patos de Minas e presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), é o entrevistado de hoje na Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O TEMPO. Luís Eduardo, 41 anos, casado, pai de dois filhos, é o primeiro prefeito reeleito na cidade de Patos de Minas, no Alto Paranaíba. Ao mesmo tempo, assumiu neste ano a AMM com o propósito de transformar a associação. Formado em Direito, construiu uma trajetória com envolvimento comunitário. Quer fazer uma reforma estatutária da AMM com o retorno ao mandato de 2 anos, como era antes da pandemia, com a possibilidade de recondução; atualmente, o mandato é de 3 anos. Outra mudança a ser proposta é que apenas prefeitos em exercício sejam permitidos para cargos de diretoria, barrando ex-prefeitos, para evitar o que ele considera de “instrumentalização política” da entidade. Luís Eduardo busca também o fortalecimento da representatividade municipal com maior participação dos prefeitos nas decisões da entidade, com atuação participativa das microrregiões. Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, o novo presidente da AMM quer ainda implementar uma diretoria exclusiva para municípios com FPM 0,6 (com menos de 10.188 habitantes), visando suporte específico a essas prefeituras. A ampliação da capacitação técnica e transparência numa parceria com o Tribunal de Contas de Minas (TCE‑MG) para oferecer cursos e treinamentos a equipes municipais é outra meta de Luís Eduardo. Continuidade da Escola de Gestão da AMM (EGM), que atualmente oferece mais de 50 cursos para prefeituras e servidores e divulgação aberta de contratos e despesas no portal da AMM, reforçando a transparência são outros pontos apresentados. Luís Eduardo quer ainda reivindicar parte maior da compensação do FPM. Intensificação do diálogo com governos estadual e federal, além de articulação junto à CNM para defender os municípios.<br></p>]]>
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      <pubDate>Sun, 20 Jul 2025 19:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Luís Eduardo Falcão Ferreira, prefeito de Patos de Minas e presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), é o entrevistado de hoje na Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O TEMPO. Luís Eduardo, 41 anos, casado, pai de dois filhos, é o primeiro prefeito reeleito na cidade de Patos de Minas, no Alto Paranaíba. Ao mesmo tempo, assumiu neste ano a AMM com o propósito de transformar a associação. Formado em Direito, construiu uma trajetória com envolvimento comunitário. Quer fazer uma reforma estatutária da AMM com o retorno ao mandato de 2 anos, como era antes da pandemia, com a possibilidade de recondução; atualmente, o mandato é de 3 anos. Outra mudança a ser proposta é que apenas prefeitos em exercício sejam permitidos para cargos de diretoria, barrando ex-prefeitos, para evitar o que ele considera de “instrumentalização política” da entidade. Luís Eduardo busca também o fortalecimento da representatividade municipal com maior participação dos prefeitos nas decisões da entidade, com atuação participativa das microrregiões. Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, o novo presidente da AMM quer ainda implementar uma diretoria exclusiva para municípios com FPM 0,6 (com menos de 10.188 habitantes), visando suporte específico a essas prefeituras. A ampliação da capacitação técnica e transparência numa parceria com o Tribunal de Contas de Minas (TCE‑MG) para oferecer cursos e treinamentos a equipes municipais é outra meta de Luís Eduardo. Continuidade da Escola de Gestão da AMM (EGM), que atualmente oferece mais de 50 cursos para prefeituras e servidores e divulgação aberta de contratos e despesas no portal da AMM, reforçando a transparência são outros pontos apresentados. Luís Eduardo quer ainda reivindicar parte maior da compensação do FPM. Intensificação do diálogo com governos estadual e federal, além de articulação junto à CNM para defender os municípios.<br></p>]]>
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      <title>Lucas Kallas, CEO da Cedro, investe em porto, ferrovia, minério, café e saúde | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Lucas Kallas, CEO da Cedro Participações, é o sexto entrevistado da Temporada Minas S/A Governança em todas as plataformas de O TEMPO. A Cedro, com sede em Nova Lima (MG),  reúne as atividades de: mineração, porto, ferrovia, imobiliário, biotecnologia e cafeicultura. Neto de libanês, devoto de Nossa Senhora Aparecida, Lucas conta à jornalista Helenice Laguardia que se considera um empreendedor. Nos complexos minerários em Nova Lima e Mariana, a operação total  é de 7 milhões de toneladas por ano e aportes  de R$ 4 bilhões vão mais que dobrar a produção em Mariana com o pellet feed.   Em Barão de Cocais e Itabirito, os projetos estão em fase de licenciamento. O grupo investiu quase R$ 200 milhões numa fazenda de café na Serra do Cabral (MG) com produção de 25 mil sacas por ano para exportação. O Ramal Ferroviário Serra Azul (MG) de R$ 1,5 bilhão e o Porto de Itaguai (RJ) de R$ 3,6 bilhões, além de três hospitais são outros ativos de Lucas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Lucas Kallas, CEO da Cedro Participações, é o sexto entrevistado da Temporada Minas S/A Governança em todas as plataformas de O TEMPO. A Cedro, com sede em Nova Lima (MG),  reúne as atividades de: mineração, porto, ferrovia, imobiliário, biotecnologia e cafeicultura. Neto de libanês, devoto de Nossa Senhora Aparecida, Lucas conta à jornalista Helenice Laguardia que se considera um empreendedor. Nos complexos minerários em Nova Lima e Mariana, a operação total  é de 7 milhões de toneladas por ano e aportes  de R$ 4 bilhões vão mais que dobrar a produção em Mariana com o pellet feed.   Em Barão de Cocais e Itabirito, os projetos estão em fase de licenciamento. O grupo investiu quase R$ 200 milhões numa fazenda de café na Serra do Cabral (MG) com produção de 25 mil sacas por ano para exportação. O Ramal Ferroviário Serra Azul (MG) de R$ 1,5 bilhão e o Porto de Itaguai (RJ) de R$ 3,6 bilhões, além de três hospitais são outros ativos de Lucas.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 19 Jul 2025 19:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Braulio Braz fala sobre o Grupo Lider, um dos maiores do setor automotivo do Brasil | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Braulio Braz, 76, presidente do Grupo Lider, é o quinto entrevistado da temporada Minas S/A Governança em todas as plataformas de O TEMPO até agosto. Fundado em 1957 em Muriaé (MG) por José Braz – pai de Braulio, descendente de imigrantes e ex-carpinteiro –, o Grupo Lider tem mais de 100 concessionárias e cinco lojas físicas do Carlider em operação, 75 mil veículos vendidos em 2024, com uma fatia de 3,5% do mercado nacional.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Braulio Braz, 76, presidente do Grupo Lider, é o quinto entrevistado da temporada Minas S/A Governança em todas as plataformas de O TEMPO até agosto. Fundado em 1957 em Muriaé (MG) por José Braz – pai de Braulio, descendente de imigrantes e ex-carpinteiro –, o Grupo Lider tem mais de 100 concessionárias e cinco lojas físicas do Carlider em operação, 75 mil veículos vendidos em 2024, com uma fatia de 3,5% do mercado nacional.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 10 Jul 2025 12:13:45 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>CEO da Biomm fala sobre a produção de biomedicamentos da fábrica em Nova Lima | Minas S/A</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Heraldo Marchezini, CEO da Biomm, é o quarto entrevistado da Temporada Minas S/A Governança em todas as plataformas de O TEMPO. Fundada em 2001, a Biotecnologia Minas Gerais (Biomm) produz medicamentos biológicos, são 10 produtos aprovados pela Anvisa. A Biomm abriu a indústria de biotecnologia em Nova Lima (MG) há 1 ano num investimento total de R$ 800 milhões e já tem planos de expansão.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Heraldo Marchezini, CEO da Biomm, é o quarto entrevistado da Temporada Minas S/A Governança em todas as plataformas de O TEMPO. Fundada em 2001, a Biotecnologia Minas Gerais (Biomm) produz medicamentos biológicos, são 10 produtos aprovados pela Anvisa. A Biomm abriu a indústria de biotecnologia em Nova Lima (MG) há 1 ano num investimento total de R$ 800 milhões e já tem planos de expansão.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 04 Jul 2025 13:57:59 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Luiz Alexandre Garcia, do Grupo Algar, aponta novos mercados aos 95 anos da companhia | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Luiz Alexandre Garcia, presidente do Conselho de Administração do Grupo Algar, é o terceiro entrevistado da Temporada Minas S/A Governança nas plataformas de O TEMPO até agosto. O Grupo Algar nasceu em 1930 como marca de beneficiar arroz em Uberlândia (MG). Tem 14 mil funcionários chamados de associados e 3,4 milhões de clientes. A atuação é nos setores de Tecnologia da Informação e Comunicação, entretenimento, agro e imobiliário com as seguintes companhias: Algar Telecom, Algar Tech, Algar Farming, Aviva – que engloba dois complexos hoteleiros Rio Quente Resorts e Costa do Sauípe – Algar Empreendimentos, Algar Properties, Granja Marileusa e Comtec.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 27 Jun 2025 15:32:52 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Ricardo Lima analisa os 70 anos da CBMM, líder mundial em produtos de nióbio | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Ricardo Lima, CEO da CBMM, é o segundo entrevistado da temporada Minas S/A Governança em todas as plataformas de O TEMPO até agosto. A CBMM produz e comercializa produtos de nióbio e vai completar 70 anos em outubro deste ano. Com sede no Brasil, a mina fica em Araxá (MG) com investimentos previstos de R$ 1 bilhão ao longo de 2025. O aço, de acordo com o CEO, sempre será o principal segmento da companhia, que trabalha para expandir a utilização do nióbio em diversas frentes, como a construção civil e o segmento automotivo.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 19 Jun 2025 11:46:16 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Ricardo Lima, CEO da CBMM, é o segundo entrevistado da temporada Minas S/A Governança em todas as plataformas de O TEMPO até agosto. A CBMM produz e comercializa produtos de nióbio e vai completar 70 anos em outubro deste ano. Com sede no Brasil, a mina fica em Araxá (MG) com investimentos previstos de R$ 1 bilhão ao longo de 2025. O aço, de acordo com o CEO, sempre será o principal segmento da companhia, que trabalha para expandir a utilização do nióbio em diversas frentes, como a construção civil e o segmento automotivo.</p>]]>
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      <title>Reynaldo Passanezi, presidente da Cemig, lidera o maior investimento da companhia | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Reynaldo Passanezi, presidente da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais), é o primeiro entrevistado da temporada Minas S/A Governança em todas as plataformas de O TEMPO até agosto. A Cemig está fazendo 73 anos num momento de investimentos bilionários. "A gente está fazendo o maior programa de investimentos da história da Cemig. São R$ 59 bilhões em dez anos (2019 a 2029) o que dá algo em R$ 6 bilhões por ano. A Cemig voltou a ser indutora do desenvolvimento de Minas", avalia Passanezi.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Reynaldo Passanezi, presidente da Cemig (Companhia Energética de Minas Gerais), é o primeiro entrevistado da temporada Minas S/A Governança em todas as plataformas de O TEMPO até agosto. A Cemig está fazendo 73 anos num momento de investimentos bilionários. "A gente está fazendo o maior programa de investimentos da história da Cemig. São R$ 59 bilhões em dez anos (2019 a 2029) o que dá algo em R$ 6 bilhões por ano. A Cemig voltou a ser indutora do desenvolvimento de Minas", avalia Passanezi.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 13 Jun 2025 18:23:52 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Heron Guimarães, prefeito de Betim, prevê voo no Aeródromo Inhotim até 2027 | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Heron Guimarães, prefeito de Betim, é o primeiro entrevistado da segunda Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O TEMPO. Com uma população de mais de 411 mil habitantes, Betim é a primeira cidade no ranking de arrecadação do VAF (Valor Adicionado Fiscal). Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, Heron conta que assumiu uma cidade organizada do ponto de vista financeiro e orçamentário tendo o ex-prefeito Vittorio Medioli sanado uma dívida total de mais R$ 2 bilhões na cidade. Heron foi eleito com uma base de 18 partidos;  no secretariado, assumiram jovens a partir dos 27 aos 42 anos englobando as quatro gerações.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 06 Jun 2025 17:32:22 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Heron Guimarães, prefeito de Betim, é o primeiro entrevistado da segunda Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O TEMPO. Com uma população de mais de 411 mil habitantes, Betim é a primeira cidade no ranking de arrecadação do VAF (Valor Adicionado Fiscal). Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, Heron conta que assumiu uma cidade organizada do ponto de vista financeiro e orçamentário tendo o ex-prefeito Vittorio Medioli sanado uma dívida total de mais R$ 2 bilhões na cidade. Heron foi eleito com uma base de 18 partidos;  no secretariado, assumiram jovens a partir dos 27 aos 42 anos englobando as quatro gerações.</p>]]>
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      <title>Prefeito de Congonhas Anderson Cabido quer recolocar a cidade no Mapa do Turismo | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Anderson Cabido, prefeito de  Congonhas, é o décimo primeiro entrevistado da temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O Tempo.</p><p>Congonhas abriga a obra-prima de Aleijadinho, considerado o maior artista das Américas. Anderson Cabido quer recolocar Congonhas no Mapa do Turismo do governo federal para apresentar o patrimônio da cidade para o mundo. "Congonhas é uma cidade histórica que tem seis igrejas do século XVIII e em frente aos 12 profetas feitos por Aleijadinho tem um trabalho de recuperação de seis capelinhas com 66 imagens esculpidas em cedro do tamanho real por Aleijadinho que retratam a Paixão de Cristo. Essas imagens têm mais de 200 anos. Estamos fazendo o trabalho de proteção", conta.</p><p>Anderson Cabido conta ainda que Congonhas foi a cidade do Brasil que mais captou recursos do PAC Cidades Históricas. "Foram cerca de R$ 1,5 bilhão para as cidades históricas e Congonhas captou mais de R$ 200 milhões investidos no patrimônio, restauro, ruas, Museu de Congonhas, teatro", calcula.</p><p>Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, o prefeito diz não querer que a cidade dependa  somente da mineração, pois, segundo ele, existe um turismo forte em Congonhas. Anderson Cabido fala ainda sobre a universidade federal que vai produzir empresas de base tecnológica, proporcionando uma nova alternativa de trabalho e sendo portadora de futuro.</p><p>O prefeito também discorre sobre mineração, e a estruturação de um programa robusto de alternativas para o mercado de trabalho para os moradores da cidade. Além disso, ele fala sobre arrecadação, impostos, obras na cidade e a necessidade de se criar um ambiente de negócios amigável com crédito, acesso a tecnologia e mercado.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Anderson Cabido, prefeito de  Congonhas, é o décimo primeiro entrevistado da temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O Tempo.</p><p>Congonhas abriga a obra-prima de Aleijadinho, considerado o maior artista das Américas. Anderson Cabido quer recolocar Congonhas no Mapa do Turismo do governo federal para apresentar o patrimônio da cidade para o mundo. "Congonhas é uma cidade histórica que tem seis igrejas do século XVIII e em frente aos 12 profetas feitos por Aleijadinho tem um trabalho de recuperação de seis capelinhas com 66 imagens esculpidas em cedro do tamanho real por Aleijadinho que retratam a Paixão de Cristo. Essas imagens têm mais de 200 anos. Estamos fazendo o trabalho de proteção", conta.</p><p>Anderson Cabido conta ainda que Congonhas foi a cidade do Brasil que mais captou recursos do PAC Cidades Históricas. "Foram cerca de R$ 1,5 bilhão para as cidades históricas e Congonhas captou mais de R$ 200 milhões investidos no patrimônio, restauro, ruas, Museu de Congonhas, teatro", calcula.</p><p>Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, o prefeito diz não querer que a cidade dependa  somente da mineração, pois, segundo ele, existe um turismo forte em Congonhas. Anderson Cabido fala ainda sobre a universidade federal que vai produzir empresas de base tecnológica, proporcionando uma nova alternativa de trabalho e sendo portadora de futuro.</p><p>O prefeito também discorre sobre mineração, e a estruturação de um programa robusto de alternativas para o mercado de trabalho para os moradores da cidade. Além disso, ele fala sobre arrecadação, impostos, obras na cidade e a necessidade de se criar um ambiente de negócios amigável com crédito, acesso a tecnologia e mercado.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 27 Apr 2025 18:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>IFL-BH faz posse da nova diretoria no Palácio da Liberdade</title>
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        <![CDATA[<p>Na noite do último dia 10 de abril, o Palácio da Liberdade foi palco da cerimônia de posse da nova diretoria do Instituto de Formação de Líderes de Belo Horizonte (IFL-BH). O evento reuniu importantes nomes da cena política e empresarial de Minas Gerais, como o vice-governador do Estado, Professor Mateus Simões, e o escritor e historiador Jorge Caldeira.</p><p>A nova presidente do Instituto, Bárbara Capanema, assumiu o cargo destacando o papel essencial do IFL-BH na formação de jovens lideranças e na promoção de valores fundamentais para o desenvolvimento de Belo Horizonte, com impacto em Minas Gerais. Em seu discurso, reforçou que a posse vai além de um processo de sucessão:</p><p>“Não é apenas um movimento de transição, é uma reafirmação de deveres”. Bárbara também ressaltou os pilares que sustentam o Instituto: “O IFL é uma instituição apartidária e sem fins lucrativos. A cada ano, quando uma nova gestão assume, reafirmamos nossos princípios. Relembramos por que existimos, por que estamos aqui e qual é o nosso propósito”. A jornalista Helenice Laguardia conversou com a nova presidente do IFL-BH e com autoridades que prestigiaram o evento.</p><p>O IFL-BH promove encontros semanais às segundas-feiras, com palestras e debates sobre temas como liderança, filosofia, história, empreendedorismo, política e economia. O objetivo é formar líderes comprometidos com a liberdade individual, a responsabilidade e o desenvolvimento sustentável da sociedade. Interessados em conhecer mais sobre o Instituto podem acompanhar os conteúdos e novidades pelas redes sociais, no perfil @ifl_bh. Os processos seletivos para novos membros ocorrem duas vezes ao ano, nos meses de maio e outubro.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 16 Apr 2025 23:36:59 +0000</pubDate>
      <author>Helenice Laguardia</author>
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      <itunes:author>Helenice Laguardia</itunes:author>
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      <itunes:keywords>Minas S/A; IFL-BH</itunes:keywords>
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      <title>Daniel Katz, do Grupo Katz, constrói casa usando impressora 3D | Minas S/A</title>
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      <itunes:title>Daniel Katz, do Grupo Katz, constrói casa usando impressora 3D | Minas S/A</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Daniel Katz, CEO do Grupo Katz, é o décimo entrevistado da Temporada Minas S/A Mercados. O Grupo Katz, com sede em Belo Horizonte, está há 50 anos no mercado. A empresa possui as subsidiárias: Katz,  Hauz e Cosmos 3D, com atuações diferenciadas. Em 2024, o Grupo Katz consolidou um Valor Geral de Vendas (VGV) de mais de R$ 150 milhões. A expectativa é de que o VGV deste ano ultrapasse os R$ 300 milhões.</p><p>Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, o CEO da companhia mineira Daniel Katz está desenvolvendo cada vez mais a tecnologia da casa que é construída usando uma impressora 3D. A Cosmos 3D, empresa do Grupo Katz especializada em impressão 3D de concreto, é resultado de uma joint venture com a empresa espanhola IT3D  “A impressão 3D tem o potencial de revolucionar a forma como construímos no Brasil e no mundo”, diz Katz. </p><p>Uma casa leva cerca de 7 dias para ficar pronta com a mão de obra de apenas três pessoas. A indústria da Cosmos 3D fica em Nova Lima (MG). Uma das obras mais recentes do grupo, por meio da Hauz, é o Clara Arte,  mais novo hotel de luxo do grupo Clara Resorts no Inhotim, em Brumadinho (MG) onde está o maior museu a céu aberto do mundo.</p><p>O CEO da companhia mineira Daniel Katz conta que a Hauz, braço do grupo responsável por construções de casas de altíssimo padrão, entrega as construções  no período de 16 meses a dois anos. "A obra do Clara Arte (no Museu de Inhotim) durou 12 meses e o resort está integrado ao museu. Lá já existia uma estrutura feita e parada há mais de 10 anos. Foi uma construção junto com uma reforma com todos os temperos possíveis numa construção civil", compara. Daniel calcula que o tíquete médio do metro quadrado de uma obra da Hauz é a partir de R$ 12 mil podendo chegar a R$ 20 mil até R$ 22 mil.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 12 Apr 2025 18:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Daniel Katz, CEO do Grupo Katz, é o décimo entrevistado da Temporada Minas S/A Mercados. O Grupo Katz, com sede em Belo Horizonte, está há 50 anos no mercado. A empresa possui as subsidiárias: Katz,  Hauz e Cosmos 3D, com atuações diferenciadas. Em 2024, o Grupo Katz consolidou um Valor Geral de Vendas (VGV) de mais de R$ 150 milhões. A expectativa é de que o VGV deste ano ultrapasse os R$ 300 milhões.</p><p>Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, o CEO da companhia mineira Daniel Katz está desenvolvendo cada vez mais a tecnologia da casa que é construída usando uma impressora 3D. A Cosmos 3D, empresa do Grupo Katz especializada em impressão 3D de concreto, é resultado de uma joint venture com a empresa espanhola IT3D  “A impressão 3D tem o potencial de revolucionar a forma como construímos no Brasil e no mundo”, diz Katz. </p><p>Uma casa leva cerca de 7 dias para ficar pronta com a mão de obra de apenas três pessoas. A indústria da Cosmos 3D fica em Nova Lima (MG). Uma das obras mais recentes do grupo, por meio da Hauz, é o Clara Arte,  mais novo hotel de luxo do grupo Clara Resorts no Inhotim, em Brumadinho (MG) onde está o maior museu a céu aberto do mundo.</p><p>O CEO da companhia mineira Daniel Katz conta que a Hauz, braço do grupo responsável por construções de casas de altíssimo padrão, entrega as construções  no período de 16 meses a dois anos. "A obra do Clara Arte (no Museu de Inhotim) durou 12 meses e o resort está integrado ao museu. Lá já existia uma estrutura feita e parada há mais de 10 anos. Foi uma construção junto com uma reforma com todos os temperos possíveis numa construção civil", compara. Daniel calcula que o tíquete médio do metro quadrado de uma obra da Hauz é a partir de R$ 12 mil podendo chegar a R$ 20 mil até R$ 22 mil.</p>]]>
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      <title>Santa Luzia quer ser referência nacional na inclusão | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Paulo Henrique Paulino e Silva, mais conhecido como Paulo Bigodinho, prefeito de Santa Luzia (MG), é o entrevistado de hoje na Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O Tempo. Cidade da região metropolitana de Belo Horizonte, Santa Luzia tem 333 anos.</p><p>Paulo Bigodinho conta à jornalista Helenice Laguardia que quer Santa Luiza como referência nacional na inclusão. "Vamos transformar Santa Luzia numa das cidades mais inclusivas do Brasil, vai ser uma das primeiras cidades do Brasil a ter o símbolo do autismo no uniforme escolar. Ainda tem a grande campanha que fizemos de conscientização sobre a Síndrome de Down. Santa Luzia vai ser uma inspiração para o Brasil", garante o prefeito.</p><p>Na educação, o prefeito de Santa Luzia também vai levar a educação financeira para o currículo escolar. "Iremos reformar todas as nossas escolas municipais e reativar as bibliotecas escolares com o projeto Biblioteca Viva", informa. Para gerar um ambiente de negócios ainda melhor para as empresas, o prefeito vai lançar o Destrava Santa Luzia com informações digitais. "Vamos colocar Santa Luzia num outro patamar", afirma Paulo.</p><p>A cidade também terá novos investimentos em infraestrutura, como a construção de uma subprefeitura no São Benedito, uma UMEI em Pinhões e unidades habitacionais para as famílias que sofreram com as chuvas. No esporte, tem a reforma do Estádio do Frimisa que vai sediar jogos do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino. Investimentos nas reformas das UPAs, do Hospital Madalena e dos postos de saúde também estão acontecendo. "Também estamos criando um Centro de Referência Multidisciplinar para Pessoas com Deficiência, que vai integrar atendimento em saúde, educação e reabilitação", conta. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Paulo Henrique Paulino e Silva, mais conhecido como Paulo Bigodinho, prefeito de Santa Luzia (MG), é o entrevistado de hoje na Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O Tempo. Cidade da região metropolitana de Belo Horizonte, Santa Luzia tem 333 anos.</p><p>Paulo Bigodinho conta à jornalista Helenice Laguardia que quer Santa Luiza como referência nacional na inclusão. "Vamos transformar Santa Luzia numa das cidades mais inclusivas do Brasil, vai ser uma das primeiras cidades do Brasil a ter o símbolo do autismo no uniforme escolar. Ainda tem a grande campanha que fizemos de conscientização sobre a Síndrome de Down. Santa Luzia vai ser uma inspiração para o Brasil", garante o prefeito.</p><p>Na educação, o prefeito de Santa Luzia também vai levar a educação financeira para o currículo escolar. "Iremos reformar todas as nossas escolas municipais e reativar as bibliotecas escolares com o projeto Biblioteca Viva", informa. Para gerar um ambiente de negócios ainda melhor para as empresas, o prefeito vai lançar o Destrava Santa Luzia com informações digitais. "Vamos colocar Santa Luzia num outro patamar", afirma Paulo.</p><p>A cidade também terá novos investimentos em infraestrutura, como a construção de uma subprefeitura no São Benedito, uma UMEI em Pinhões e unidades habitacionais para as famílias que sofreram com as chuvas. No esporte, tem a reforma do Estádio do Frimisa que vai sediar jogos do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino. Investimentos nas reformas das UPAs, do Hospital Madalena e dos postos de saúde também estão acontecendo. "Também estamos criando um Centro de Referência Multidisciplinar para Pessoas com Deficiência, que vai integrar atendimento em saúde, educação e reabilitação", conta. </p>]]>
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      <pubDate>Sun, 06 Apr 2025 18:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Paulo Henrique Paulino e Silva, mais conhecido como Paulo Bigodinho, prefeito de Santa Luzia (MG), é o entrevistado de hoje na Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O Tempo. Cidade da região metropolitana de Belo Horizonte, Santa Luzia tem 333 anos.</p><p>Paulo Bigodinho conta à jornalista Helenice Laguardia que quer Santa Luiza como referência nacional na inclusão. "Vamos transformar Santa Luzia numa das cidades mais inclusivas do Brasil, vai ser uma das primeiras cidades do Brasil a ter o símbolo do autismo no uniforme escolar. Ainda tem a grande campanha que fizemos de conscientização sobre a Síndrome de Down. Santa Luzia vai ser uma inspiração para o Brasil", garante o prefeito.</p><p>Na educação, o prefeito de Santa Luzia também vai levar a educação financeira para o currículo escolar. "Iremos reformar todas as nossas escolas municipais e reativar as bibliotecas escolares com o projeto Biblioteca Viva", informa. Para gerar um ambiente de negócios ainda melhor para as empresas, o prefeito vai lançar o Destrava Santa Luzia com informações digitais. "Vamos colocar Santa Luzia num outro patamar", afirma Paulo.</p><p>A cidade também terá novos investimentos em infraestrutura, como a construção de uma subprefeitura no São Benedito, uma UMEI em Pinhões e unidades habitacionais para as famílias que sofreram com as chuvas. No esporte, tem a reforma do Estádio do Frimisa que vai sediar jogos do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino. Investimentos nas reformas das UPAs, do Hospital Madalena e dos postos de saúde também estão acontecendo. "Também estamos criando um Centro de Referência Multidisciplinar para Pessoas com Deficiência, que vai integrar atendimento em saúde, educação e reabilitação", conta. </p>]]>
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      <title>Unimed-BH vai gerar até mil empregos em dois novos hospitais | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Frederico Peret, diretor-presidente da Unimed-BH, é o nono entrevistado da Temporada Minas S/A Mercados em todas as plataformas de O TEMPO. A cooperativa mineira é a sexta maior operadora de plano de saúde do país, de acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), atendendo 34 municípios da região metropolitana de Belo Horizonte. A receita líquida da Unimed-BH foi de R$ 6,89 bilhões em 2024, alta de mais de 13,78%.</p><p>Peret conta à jornalista Helenice Laguardia que o Hospital Unimed em Contagem fica pronto em março de 2026 e o de Nova Lima em 2027. Para fazer frente ao trabalho, juntas, as duas novas unidades vão gerar de 500 a mil empregos. Com mais de 5.100 médicos cooperados e mais de 1,5 milhão de clientes, a Unimed-BH são admitidos por meio de concurso em torno de 150 a 200 médicos por ano, todos os anos. Peret também confirma estudos de viabilidade para a Unimed-BH anexar a Unimed Sete Lagoas.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 05 Apr 2025 18:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Copasa vai investir R$ 17 bilhões nos próximos 5 anos | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Fernando Passalio é o oitavo entrevistado da Temporada Minas S/A Mercados em todas as plataformas de O Tempo. Entre janeiro e dezembro do ano passado, a Copasa alcançou a marca de R$ 2,17 bilhões em investimentos em obras de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, em desenvolvimento empresarial e operacional, bem como incluindo as capitalizações, um aumento de 33,2% em relação ao mesmo período do ano passado. Fernando Passalio conta à jornalista Helenice Laguardia que nos próximos 5 anos - entre 2025 e 2029 - a Copasa tem investimentos previstos da ordem de R$ 17 bilhões. Para 2025 são R$ 2,5 bilhões, em 2026 e 2027 serão mais de R$ 3,4 bilhões em cada ano e em 2028 e 2029 mais de R$ 3,7 bilhões em cada ano. O dirigente também fala sobre o projeto de privatização da estatal enviado pelo governo do Estado à Assembleia Legislativa de Minas Gerais. De acordo com Passalio, a Copasa é uma empresa pouquíssima alavancada (segundo o balanço financeiro de 2024, a dívida líquida da empresa atingiu R$ 5,37 bilhões em dezembro de 2024, enquanto a relação dívida líquida/ebitda atingiu 1,9x contra 1,5x em dezembro de 2023). "Temos um score excelente no mercado. O rating (nota de crédito) da Copasa na Fitch é AA+, na Moody’s é triple A", comemora o dirigente da Copasa.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Fernando Passalio é o oitavo entrevistado da Temporada Minas S/A Mercados em todas as plataformas de O Tempo. Entre janeiro e dezembro do ano passado, a Copasa alcançou a marca de R$ 2,17 bilhões em investimentos em obras de abastecimento de água e de esgotamento sanitário, em desenvolvimento empresarial e operacional, bem como incluindo as capitalizações, um aumento de 33,2% em relação ao mesmo período do ano passado. Fernando Passalio conta à jornalista Helenice Laguardia que nos próximos 5 anos - entre 2025 e 2029 - a Copasa tem investimentos previstos da ordem de R$ 17 bilhões. Para 2025 são R$ 2,5 bilhões, em 2026 e 2027 serão mais de R$ 3,4 bilhões em cada ano e em 2028 e 2029 mais de R$ 3,7 bilhões em cada ano. O dirigente também fala sobre o projeto de privatização da estatal enviado pelo governo do Estado à Assembleia Legislativa de Minas Gerais. De acordo com Passalio, a Copasa é uma empresa pouquíssima alavancada (segundo o balanço financeiro de 2024, a dívida líquida da empresa atingiu R$ 5,37 bilhões em dezembro de 2024, enquanto a relação dívida líquida/ebitda atingiu 1,9x contra 1,5x em dezembro de 2023). "Temos um score excelente no mercado. O rating (nota de crédito) da Copasa na Fitch é AA+, na Moody’s é triple A", comemora o dirigente da Copasa.<br></p>]]>
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      <pubDate>Sat, 29 Mar 2025 17:30:00 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>General Motors faz 100 anos no Brasil com novo ciclo de investimentos | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Fabio Rua, vice-presidente da General Motors para a América do Sul, é o sétimo entrevistado da temporada Minas S/A Mercados em todas as plataformas de O Tempo. Com cinco fábricas - Gravataí (RS), São José dos Campos (SP), Joinville (SC), Mogi das Cruzes (SP), São Caetano do Sul (SP) - e Centros Logístico em Sorocaba (SP) e de Desenvolvimento de Veículos em Indaiatuba (SP) , Fabio Rua conta que a GM está investindo R$ 7 bilhões no período de 2024 a 2028.</p><p>Segundo o executivo, a montadora já prepara um novo ciclo de investimentos para o país que deve ser anunciado em breve. Fabio Rua falou também sobre o Plano 000 - zero emissões de CO2, zero acidentes e zero congestionamento como meta da montadora. Uma das iniciativas é a parceria com o Grupo SADA. A General Motors iniciou o uso de caminhões movidos a Gás Natural Veicular (GNV) no transporte de veículos novos. A parceria com o Grupo SADA contempla inicialmente o trajeto entre a fábrica da GM em São Caetano do Sul e a sede da SADA, em São Bernardo do Campo. A estimativa é de que a iniciativa reduza 108 toneladas de emissões de CO₂ ao ano.</p><p>Em entrevista aos jornalistas Helenice Laguardia e Igor Veiga, Fabio Rua conta que no Brasil, Minas Gerais é o segundo maior mercado da GM. E o Brasil é o terceiro maior mercado do mundo para a marca Chevrolet perdendo apenas para Estados Unidos e Uzbequistão. Com investimentos cada vez maiores em tecnologia, inovação e sustentabilidade, a empresa comemorou em janeiro deste ano os 100 anos da GM no Brasil. Como parte das celebrações, a GM está trabalhando em um projeto-piloto focado em carros antigos. Batizado de Vintage, o programa é pensado para atender colecionadores e fãs da marca que buscam projetos exclusivos, concebidos e certificados pelo departamento de engenharia da GM.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Fabio Rua, vice-presidente da General Motors para a América do Sul, é o sétimo entrevistado da temporada Minas S/A Mercados em todas as plataformas de O Tempo. Com cinco fábricas - Gravataí (RS), São José dos Campos (SP), Joinville (SC), Mogi das Cruzes (SP), São Caetano do Sul (SP) - e Centros Logístico em Sorocaba (SP) e de Desenvolvimento de Veículos em Indaiatuba (SP) , Fabio Rua conta que a GM está investindo R$ 7 bilhões no período de 2024 a 2028.</p><p>Segundo o executivo, a montadora já prepara um novo ciclo de investimentos para o país que deve ser anunciado em breve. Fabio Rua falou também sobre o Plano 000 - zero emissões de CO2, zero acidentes e zero congestionamento como meta da montadora. Uma das iniciativas é a parceria com o Grupo SADA. A General Motors iniciou o uso de caminhões movidos a Gás Natural Veicular (GNV) no transporte de veículos novos. A parceria com o Grupo SADA contempla inicialmente o trajeto entre a fábrica da GM em São Caetano do Sul e a sede da SADA, em São Bernardo do Campo. A estimativa é de que a iniciativa reduza 108 toneladas de emissões de CO₂ ao ano.</p><p>Em entrevista aos jornalistas Helenice Laguardia e Igor Veiga, Fabio Rua conta que no Brasil, Minas Gerais é o segundo maior mercado da GM. E o Brasil é o terceiro maior mercado do mundo para a marca Chevrolet perdendo apenas para Estados Unidos e Uzbequistão. Com investimentos cada vez maiores em tecnologia, inovação e sustentabilidade, a empresa comemorou em janeiro deste ano os 100 anos da GM no Brasil. Como parte das celebrações, a GM está trabalhando em um projeto-piloto focado em carros antigos. Batizado de Vintage, o programa é pensado para atender colecionadores e fãs da marca que buscam projetos exclusivos, concebidos e certificados pelo departamento de engenharia da GM.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 21 Mar 2025 22:53:59 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Fabio Rua, vice-presidente da General Motors para a América do Sul, é o sétimo entrevistado da temporada Minas S/A Mercados em todas as plataformas de O Tempo. Com cinco fábricas - Gravataí (RS), São José dos Campos (SP), Joinville (SC), Mogi das Cruzes (SP), São Caetano do Sul (SP) - e Centros Logístico em Sorocaba (SP) e de Desenvolvimento de Veículos em Indaiatuba (SP) , Fabio Rua conta que a GM está investindo R$ 7 bilhões no período de 2024 a 2028.</p><p>Segundo o executivo, a montadora já prepara um novo ciclo de investimentos para o país que deve ser anunciado em breve. Fabio Rua falou também sobre o Plano 000 - zero emissões de CO2, zero acidentes e zero congestionamento como meta da montadora. Uma das iniciativas é a parceria com o Grupo SADA. A General Motors iniciou o uso de caminhões movidos a Gás Natural Veicular (GNV) no transporte de veículos novos. A parceria com o Grupo SADA contempla inicialmente o trajeto entre a fábrica da GM em São Caetano do Sul e a sede da SADA, em São Bernardo do Campo. A estimativa é de que a iniciativa reduza 108 toneladas de emissões de CO₂ ao ano.</p><p>Em entrevista aos jornalistas Helenice Laguardia e Igor Veiga, Fabio Rua conta que no Brasil, Minas Gerais é o segundo maior mercado da GM. E o Brasil é o terceiro maior mercado do mundo para a marca Chevrolet perdendo apenas para Estados Unidos e Uzbequistão. Com investimentos cada vez maiores em tecnologia, inovação e sustentabilidade, a empresa comemorou em janeiro deste ano os 100 anos da GM no Brasil. Como parte das celebrações, a GM está trabalhando em um projeto-piloto focado em carros antigos. Batizado de Vintage, o programa é pensado para atender colecionadores e fãs da marca que buscam projetos exclusivos, concebidos e certificados pelo departamento de engenharia da GM.</p>]]>
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      <title>Emir Cadar Filho faz a Infra Business Expo em Belo Horizonte | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Emir Cadar Filho, CEO da Cadar Engenharia, é o sexto entrevistado da Temporada Minas S/A Mercados em todas as plataformas de O TEMPO. Vice-presidente da Fiemg e presidente do Conselho de Infraestrutura da entidade, Emir também é sócio da Cubo Empreendimentos, empresa de loteamentos; e da água Ayla, alcalina e zero sódio, de Nova Lima. Agora  ele organiza a maior feira de infraestrutura da América Latina, a Infra Business Expo, por meio da Cubo Eventos, e que vai acontecer em Belo Horizonte, no Expominas, entre 12 e 14 de agosto deste ano. “Em Minas Gerais nunca tivemos nada desse setor, e as maiores construtoras do Brasil, desde a década de 1970, são mineiras; as grandes concessionárias de equipamentos são mineiras, elas detêm 50%, 70% do mercado do Brasil”, defende. Além disso, o Estado vivencia momento único na infraestrutura com as concessões das BRs 040, 381, 262, Rodoanel, metrô entre outras obras.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 14 Mar 2025 10:46:14 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Anfavea lidera setor de R$ 180 bilhões de investimentos em 5 anos | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Márcio de Lima Leite, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) é o quinto entrevistado da Temporada Minas S/A Mercados em todas as plataformas de O TEMPO. A entidade foi fundada em 1956 e representa um setor – 26 montadoras, 53 unidades industriais em nove Estados e 38 municípios – que vive o maior ciclo de investimentos da história num total de R$ 180 bilhões em investimentos para os próximos cinco anos. “Só que esse número vai aumentar”, conta o executivo à jornalista Helenice Laguardia.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Márcio de Lima Leite, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) é o quinto entrevistado da Temporada Minas S/A Mercados em todas as plataformas de O TEMPO. A entidade foi fundada em 1956 e representa um setor – 26 montadoras, 53 unidades industriais em nove Estados e 38 municípios – que vive o maior ciclo de investimentos da história num total de R$ 180 bilhões em investimentos para os próximos cinco anos. “Só que esse número vai aumentar”, conta o executivo à jornalista Helenice Laguardia.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 07 Mar 2025 18:36:46 -0100</pubDate>
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        <![CDATA[<p>Márcio de Lima Leite, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) é o quinto entrevistado da Temporada Minas S/A Mercados em todas as plataformas de O TEMPO. A entidade foi fundada em 1956 e representa um setor – 26 montadoras, 53 unidades industriais em nove Estados e 38 municípios – que vive o maior ciclo de investimentos da história num total de R$ 180 bilhões em investimentos para os próximos cinco anos. “Só que esse número vai aumentar”, conta o executivo à jornalista Helenice Laguardia.</p>]]>
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      <title>Matheus Resende, prefeito de São Joaquim de Bicas, investe em obras na cidade | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Matheus Resende, prefeito de São Joaquim de Bicas (MG), é o nono entrevistado na Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O TEMPO. Apesar dos desafios na educação no pós-pandemia, São Joaquim de Bicas vai viver uma nova fase com a expansão no ensino.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Matheus Resende, prefeito de São Joaquim de Bicas (MG), é o nono entrevistado na Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O TEMPO. Apesar dos desafios na educação no pós-pandemia, São Joaquim de Bicas vai viver uma nova fase com a expansão no ensino.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 07 Mar 2025 18:30:39 -0100</pubDate>
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        <![CDATA[<p>Matheus Resende, prefeito de São Joaquim de Bicas (MG), é o nono entrevistado na Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O TEMPO. Apesar dos desafios na educação no pós-pandemia, São Joaquim de Bicas vai viver uma nova fase com a expansão no ensino.</p>]]>
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      <title>Renault planeja novos investimentos no Brasil | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Carlos Henrique Ferreira, vice-presidente de Comunicação da Renault para a América Latina, vice-presidente do Instituto Renault e diretor de comunicação da Renault no Brasil é o entrevistado de hoje na Temporada Minas S/A Mercados em todas as plataformas de @otempo. Caíque, como é mais conhecido, é engenheiro mecânico mineiro, está há mais de 30 anos no setor; começou como estagiário na área de engenharia e migrou para a área de comunicação.  </p><p>"A Renault está presente no mundo inteiro com 36 fábricas e passou pela grande revolução que é encarar o desafio que o setor automotivo vive em duas grandes áreas: na área de energia (qual vai movimentar os veículos no futuro) e a mudança do consumidor que está mais conectado", explica o executivo em entrevista aos jornalistas Helenice Laguardia e Raimundo Couto. </p><p>No Brasil a Renault tem o Complexo Ayrton Senna em São José dos Pinhais (PR). É uma fábrica que existe há quase 30 anos e tem uma área de 2,5 milhões de m², sendo 900 mil m² de área preservada. São duas fábricas – uma de veículos de passeio e outra de comerciais leves. Além de duas fábricas de motores, essas da Horse, fornecedora da Renault – sendo que uma delas faz a fabricação em si e outra que é a injeção de alumínio que injeta partes, as peças, os cabeçotes, os blocos de alumínio para serem produzidos na fábrica de motores ao lado. </p><p>E tem o Centro de Engenharia com cerca de mil engenheiros e um centro de design na fábrica brasileira. O executivo explica ainda que o mercado brasileiro é o segundo maior mercado da Renault no mundo atrás somente da França daí a forte presença em solo nacional e a visão estratégica de longo prazo. A Renault vive um ciclo de investimentos de R$ 5,1 bilhões que começou em 2021 e está terminando agora em 2025 no Brasil.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Carlos Henrique Ferreira, vice-presidente de Comunicação da Renault para a América Latina, vice-presidente do Instituto Renault e diretor de comunicação da Renault no Brasil é o entrevistado de hoje na Temporada Minas S/A Mercados em todas as plataformas de @otempo. Caíque, como é mais conhecido, é engenheiro mecânico mineiro, está há mais de 30 anos no setor; começou como estagiário na área de engenharia e migrou para a área de comunicação.  </p><p>"A Renault está presente no mundo inteiro com 36 fábricas e passou pela grande revolução que é encarar o desafio que o setor automotivo vive em duas grandes áreas: na área de energia (qual vai movimentar os veículos no futuro) e a mudança do consumidor que está mais conectado", explica o executivo em entrevista aos jornalistas Helenice Laguardia e Raimundo Couto. </p><p>No Brasil a Renault tem o Complexo Ayrton Senna em São José dos Pinhais (PR). É uma fábrica que existe há quase 30 anos e tem uma área de 2,5 milhões de m², sendo 900 mil m² de área preservada. São duas fábricas – uma de veículos de passeio e outra de comerciais leves. Além de duas fábricas de motores, essas da Horse, fornecedora da Renault – sendo que uma delas faz a fabricação em si e outra que é a injeção de alumínio que injeta partes, as peças, os cabeçotes, os blocos de alumínio para serem produzidos na fábrica de motores ao lado. </p><p>E tem o Centro de Engenharia com cerca de mil engenheiros e um centro de design na fábrica brasileira. O executivo explica ainda que o mercado brasileiro é o segundo maior mercado da Renault no mundo atrás somente da França daí a forte presença em solo nacional e a visão estratégica de longo prazo. A Renault vive um ciclo de investimentos de R$ 5,1 bilhões que começou em 2021 e está terminando agora em 2025 no Brasil.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 21 Feb 2025 18:40:37 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Gerdau lidera cerca de R$ 6 bilhões de novos investimentos todos os anos | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Gustavo Werneck, CEO da Gerdau, é o terceiro entrevistado da Temporada Minas S/A Mercados em todas as plataformas de O TEMPO. Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Gustavo, que é mineiro, de Belo Horizonte, está morando na cidade natal com a família para onde transferiu a sede de mineração e aços planos da companhia que tem em Minas 60% da sua capacidade produtiva no país.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 14 Feb 2025 16:53:01 -0100</pubDate>
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      <title>Prefeito de Sabará, Sargento Rodolfo quer atendimento da saúde perto das pessoas | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Sabará, Sargento Rodolfo Tadeu da Silva, 39, é o oitavo entrevistado da Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O TEMPO. Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, o prefeito de Sabará, cidade da região metropolitana de Belo Horizonte, fala sobre os vários desafios.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 14 Feb 2025 16:31:10 -0100</pubDate>
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      <title>José Henrique Dias Salvador, CEO do Mater Dei, faz expansão da rede em São Paulo | Minas S/A</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Mercados tem hoje o segundo episódio com José Henrique Dias Salvador, CEO da Rede Mater Dei, em todas as plataformas de O TEMPO. A Rede Mater Dei, com sede em Belo Horizonte (MG), é formada por 9 hospitais em diversas regiões do país. A primeira unidade, o Hospital Mater Dei Santo Agostinho, foi inaugurada em 1º de junho de 1980, por seu fundador, José Salvador Silva. O comando da rede, que tem capital aberto na Bolsa de Valores B3, já está na terceira geração da família. Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, José Henrique conta que se prepara para iniciar a construção do Hospital Mater Dei Santana, em São Paulo, com previsão de inaugurá-lo em 2028. Serão investidos R$ 600 milhões numa joint venture com o Bradesco. Administrador de empresas, José Henrique está na rede desde 2006. Em 2021, a Rede Mater Dei também diversificou o portfólio e investiu R$ 40 milhões na A3DATA - especializada na ciência de dados - e que tem prestado um importante papel como ferramenta para o auxílio na redução de custos, ganho na eficiência operacional, e na melhoria da experiência do consumidor etc. O conteúdo completo da entrevista também está disponível também no canal do Minas S/A em otempo.com.br</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Mercados tem hoje o segundo episódio com José Henrique Dias Salvador, CEO da Rede Mater Dei, em todas as plataformas de O TEMPO. A Rede Mater Dei, com sede em Belo Horizonte (MG), é formada por 9 hospitais em diversas regiões do país. A primeira unidade, o Hospital Mater Dei Santo Agostinho, foi inaugurada em 1º de junho de 1980, por seu fundador, José Salvador Silva. O comando da rede, que tem capital aberto na Bolsa de Valores B3, já está na terceira geração da família. Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, José Henrique conta que se prepara para iniciar a construção do Hospital Mater Dei Santana, em São Paulo, com previsão de inaugurá-lo em 2028. Serão investidos R$ 600 milhões numa joint venture com o Bradesco. Administrador de empresas, José Henrique está na rede desde 2006. Em 2021, a Rede Mater Dei também diversificou o portfólio e investiu R$ 40 milhões na A3DATA - especializada na ciência de dados - e que tem prestado um importante papel como ferramenta para o auxílio na redução de custos, ganho na eficiência operacional, e na melhoria da experiência do consumidor etc. O conteúdo completo da entrevista também está disponível também no canal do Minas S/A em otempo.com.br</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 07 Feb 2025 19:31:41 -0100</pubDate>
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      <title>Apenas 30% das ruas de Juatuba são pavimentadas: problema para o prefeito Ted Saliba | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Ted Saliba, novo prefeito de Juatuba, é o sétimo entrevistado da Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O TEMPO. Saliba admite que já sabia que a situação não estava boa em Juatuba, na região metropolitana de Belo Horizonte. "Mas a gente não esperava que estaria com tanta dificuldade, porque existe uma Lei de Responsabilidade Fiscal que tem que ser cumprida; o prefeito não pode deixar dívida para o próximo prefeito, e foi isso que a gente encontrou. A gente chegou no primeiro dia (de mandato) e a conta de recurso próprio do município tinha R$ 160 mil aproximadamente, e uma folha de pagamento de dezembro, que é de obrigação do prefeito passado para a gente pagar sem o recurso, empenhada, já pronta para pagamento, mas sem dinheiro nenhum", reclama o prefeito de Juatuba. Com cinco mandatos de vereador, Saliba ressalta a importância de valorizar os vereadores. Segundo Saliba, regularizar o IPTU da cidade e incentivar a criação de novos condomínios pode trazer receita para o município. Com pouco mais de 50 km de distância de Belo Horizonte, o prefeito encontra o desafio de administrar uma cidade com apenas 30% das suas ruas pavimentadas.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 31 Jan 2025 22:02:39 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Emanuele Cappellano lidera nova era da Stellantis na América do Sul | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Emanuele Cappellano, 49, presidente da Stellantis para a América do Sul, é o primeiro entrevistado da temporada Minas S/A Mercados em todas as plataformas de O TEMPO até abril. A Stellantis – união da Fiat Chrysler e Peugeot Citroën – é a quarta maior fabricante de automóveis do mundo. No Brasil são três fábricas: em Betim (MG), onde também fica a sede da montadora na América do Sul; em Goiana (PE), e em Porto Real (RJ). Cappellano vai comandar um novo ciclo de investimentos da montadora, de R$ 32 bilhões, no período de 2025 a 2030 para a América do Sul. No Brasil serão R$ 30 bilhões. Cappellano nasceu em Riet, na Itália, é economista, ingressou na Stellantis em 2002 e chegou ao Brasil com a família em 2014. Assumiu o comando da Stellantis na América do Sul em novembro de 2023 e tem mantido a liderança de mercado da montadora, além de comandar a nova era tecnológica na companhia.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 31 Jan 2025 21:59:10 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Antônio de Salvo, presidente do Sistema Faemg Senar, quer agro ainda melhor em 2025</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente do Sistema Faemg Senar, Antônio de Salvo, comemora os números do setor agropecuário mineiro registrados em 2024. Apesar de Minas Gerais ter sofrido uma das maiores secas, o dirigente destaca o crescimento no Valor Bruto da Produção. Salvo esclarece ainda que Minas Gerais, tirando os três Estados da Amazônia Legal (Amazonas, Pará e Mato Grosso) é o Estado que mais preserva. "Temos o maior percentual de área preservada dentre todos os demais Estados da Federação. Quase 35% de área preservada em Minas Gerais", afirma. Antônio de Salvo fala ainda sobre o café de Minas e do Brasil que está ganhando o paladar dos chineses. Em Minas Gerais são 650 mil produtores a sua grande maioria pequenos. Salvo diz que é preciso ter segurança de que o produtor vai plantar e colher. "Não dá para viver num mundo onde o produtor rural é tratado como uma pessoa vilã, que não é bem-vista na sociedade", avalia.  Em 2025, ano de eleição na entidade, o dirigente admite que se for vontade da maioria dos presidentes dos sindicatos rurais continua por mais um mandato de quatro anos. "Nós vamos trabalhar para não termos racha. A gente entende que se os produtores e os presidentes de sindicatos rurais acharem por bem vamos continuar por mais um mandato", admite o dirigente.<br></p>]]>
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      <pubDate>Thu, 23 Jan 2025 07:00:00 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Jorge Gerdau lança autobiografia “A Busca” | Minas S/A</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Jorge Gerdau, 88 anos, lançou sua autobiografia “A Busca”, em Belo Horizonte (MG). Bisneto do fundador da Gerdau, o empresário liderou a expansão da produtora de aço brasileira que nasceu como uma fábrica de pregos em Porto Alegre (RS), em 1901, e hoje é uma das maiores fabricantes de aço do mundo. Um dos fundadores do Movimento Brasil Competitivo (MBC), Jorge Gerdau não para de buscar.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 18 Dec 2024 11:25:30 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Prefeito eleito acredita que Mariana pode receber R$ 14 bilhões em acordo de reparação | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Juliano Duarte, prefeito eleito de Mariana (MG), é o sexto entrevistado da Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O TEMPO. Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, Juliano reclama que os prefeitos não foram ouvidos desde o início do processo de elaboração do acordo de reparação para os danos causados pelo rompimento da Barragem do Fundão, da Samarco, em Mariana, em 2015.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 29 Nov 2024 16:31:57 -0100</pubDate>
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        <![CDATA[<p>Juliano Duarte, prefeito eleito de Mariana (MG), é o sexto entrevistado da Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O TEMPO. Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, Juliano reclama que os prefeitos não foram ouvidos desde o início do processo de elaboração do acordo de reparação para os danos causados pelo rompimento da Barragem do Fundão, da Samarco, em Mariana, em 2015.</p>]]>
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      <title>Brumadinho vai ser uma das cidades mais belas em paisagismo, afirma o prefeito eleito Gabriel Parreiras | Minas S/A</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Gabriel Parreiras, prefeito eleito de Brumadinho é o quinto entrevistado da Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O Tempo. Gabriel tem 32 anos, é nascido e criado em Brumadinho, empresário, vereador, filho do Geraldo ex-gerente da Minascaixa e da Márcia professora já falecida e que deu aula em escolas públicas.</p><p>Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, Gabriel critica o acordo de reparação da Vale pela tragédia de Brumadinho de R$ 37,6 bilhões sendo que a cidade teve direito a R$ 1,5 bilhão, cerca de 4% a 5% do total. Para o prefeito eleito,  se o volume destinado a Brumadinho fosse de ao menos 10% seria uma quantia mais compatível e justa com a cidade onde aconteceu a tragédia. "Queremos que os responsáveis sejam penalizados", reivindica Gabriel que perdeu a prima Juliana Parreiras no rompimento da barragem da Vale. Ela estava no refeitório da Vale no dia da tragédia.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Gabriel Parreiras, prefeito eleito de Brumadinho é o quinto entrevistado da Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O Tempo. Gabriel tem 32 anos, é nascido e criado em Brumadinho, empresário, vereador, filho do Geraldo ex-gerente da Minascaixa e da Márcia professora já falecida e que deu aula em escolas públicas.</p><p>Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, Gabriel critica o acordo de reparação da Vale pela tragédia de Brumadinho de R$ 37,6 bilhões sendo que a cidade teve direito a R$ 1,5 bilhão, cerca de 4% a 5% do total. Para o prefeito eleito,  se o volume destinado a Brumadinho fosse de ao menos 10% seria uma quantia mais compatível e justa com a cidade onde aconteceu a tragédia. "Queremos que os responsáveis sejam penalizados", reivindica Gabriel que perdeu a prima Juliana Parreiras no rompimento da barragem da Vale. Ela estava no refeitório da Vale no dia da tragédia.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 15 Nov 2024 11:55:38 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Gabriel Parreiras, prefeito eleito de Brumadinho é o quinto entrevistado da Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção em todas as plataformas de O Tempo. Gabriel tem 32 anos, é nascido e criado em Brumadinho, empresário, vereador, filho do Geraldo ex-gerente da Minascaixa e da Márcia professora já falecida e que deu aula em escolas públicas.</p><p>Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, Gabriel critica o acordo de reparação da Vale pela tragédia de Brumadinho de R$ 37,6 bilhões sendo que a cidade teve direito a R$ 1,5 bilhão, cerca de 4% a 5% do total. Para o prefeito eleito,  se o volume destinado a Brumadinho fosse de ao menos 10% seria uma quantia mais compatível e justa com a cidade onde aconteceu a tragédia. "Queremos que os responsáveis sejam penalizados", reivindica Gabriel que perdeu a prima Juliana Parreiras no rompimento da barragem da Vale. Ela estava no refeitório da Vale no dia da tragédia.</p>]]>
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      <title>Nanum Nanotecnologia investe R$ 60 milhões | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Gestão &amp; Marca tem hoje o décimo episódio, com Ailton Ricaldoni, 78, fundador da Nanum Nanotecnologia, nas plataformas de O TEMPO. Há 16 anos no mercado, a Nanum tem a sede em Lagoa Santa (MG) onde inaugurou nova fábrica neste ano com investimentos de R$ 60 milhões.</p><p>Em 2025, Ricaldoni conta à jornalista Helenice Laguardia que vem mais um ciclo de aportes da ordem de R$ 60 milhões para diversificar o portfólio de produtos da companhia especializada em óxidos metálicos nanoparticulados. Os recursos serão usados ainda em equipamentos, laboratório, treinamento de pessoal e desenvolvimento do mercado.</p><p>A Nanum Nanotecnologia é a primeira companhia no hemisfério sul a criar e produzir tintas magnéticas usadas na impressão de documentos de segurança a partir de nanomateriais desenvolvidos em laboratórios próprios e fabricados em escala industrial. Na fábrica serão lançados produtos com aplicações nas áreas automotiva, energia, siderurgia, construção, aeroespacial e química. O industrial iniciou sua trajetória aos 12 anos trabalhando como engraxate, no Barro Preto, em Belo Horizonte.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Gestão &amp; Marca tem hoje o décimo episódio, com Ailton Ricaldoni, 78, fundador da Nanum Nanotecnologia, nas plataformas de O TEMPO. Há 16 anos no mercado, a Nanum tem a sede em Lagoa Santa (MG) onde inaugurou nova fábrica neste ano com investimentos de R$ 60 milhões.</p><p>Em 2025, Ricaldoni conta à jornalista Helenice Laguardia que vem mais um ciclo de aportes da ordem de R$ 60 milhões para diversificar o portfólio de produtos da companhia especializada em óxidos metálicos nanoparticulados. Os recursos serão usados ainda em equipamentos, laboratório, treinamento de pessoal e desenvolvimento do mercado.</p><p>A Nanum Nanotecnologia é a primeira companhia no hemisfério sul a criar e produzir tintas magnéticas usadas na impressão de documentos de segurança a partir de nanomateriais desenvolvidos em laboratórios próprios e fabricados em escala industrial. Na fábrica serão lançados produtos com aplicações nas áreas automotiva, energia, siderurgia, construção, aeroespacial e química. O industrial iniciou sua trajetória aos 12 anos trabalhando como engraxate, no Barro Preto, em Belo Horizonte.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 16:45:13 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Gestão &amp; Marca tem hoje o décimo episódio, com Ailton Ricaldoni, 78, fundador da Nanum Nanotecnologia, nas plataformas de O TEMPO. Há 16 anos no mercado, a Nanum tem a sede em Lagoa Santa (MG) onde inaugurou nova fábrica neste ano com investimentos de R$ 60 milhões.</p><p>Em 2025, Ricaldoni conta à jornalista Helenice Laguardia que vem mais um ciclo de aportes da ordem de R$ 60 milhões para diversificar o portfólio de produtos da companhia especializada em óxidos metálicos nanoparticulados. Os recursos serão usados ainda em equipamentos, laboratório, treinamento de pessoal e desenvolvimento do mercado.</p><p>A Nanum Nanotecnologia é a primeira companhia no hemisfério sul a criar e produzir tintas magnéticas usadas na impressão de documentos de segurança a partir de nanomateriais desenvolvidos em laboratórios próprios e fabricados em escala industrial. Na fábrica serão lançados produtos com aplicações nas áreas automotiva, energia, siderurgia, construção, aeroespacial e química. O industrial iniciou sua trajetória aos 12 anos trabalhando como engraxate, no Barro Preto, em Belo Horizonte.</p>]]>
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      <title>Delp Engenharia faz 60 anos com indústria inovadora | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Gestão &amp; Marca tem hoje o nono episódio, com Humberto Machado Zica, CEO da Delp Engenharia, nas plataformas de O TEMPO. Há 60 anos no mercado, a Delp é uma das maiores produtoras de equipamentos pesados em aço. Humberto está na Delp há 25 anos e assumiu o comando da empresa familiar em 2020. Com sede em Vespasiano (MG) onde tem uma fábrica instalada numa área de 350 mil m², a Delp tem ainda a segunda fábrica no Porto do Açu (RJ), e escritório de representação em Houston (EUA).</p><p>A Delp atua nos mercados de petróleo, gás, energia, mineração, siderurgia, ferroviário. Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, o CEO conta que a Delp tem quatro tipos de negócios: Delp Mooring, Delp Subsea, Delp Indústria e Delp Serviços. A empresa tem mais de 950 colaboradores e um diferencial de mercado que é a estaca torpedo. Com ele, a Delp consegue fazer um sistema de ancoragem de custo 40% menor comparado a outros sistemas de ancoragem. Humberto também é presidente da Câmara da Indústria de Energia, Petróleo e Gás da Fiemg.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Gestão &amp; Marca tem hoje o nono episódio, com Humberto Machado Zica, CEO da Delp Engenharia, nas plataformas de O TEMPO. Há 60 anos no mercado, a Delp é uma das maiores produtoras de equipamentos pesados em aço. Humberto está na Delp há 25 anos e assumiu o comando da empresa familiar em 2020. Com sede em Vespasiano (MG) onde tem uma fábrica instalada numa área de 350 mil m², a Delp tem ainda a segunda fábrica no Porto do Açu (RJ), e escritório de representação em Houston (EUA).</p><p>A Delp atua nos mercados de petróleo, gás, energia, mineração, siderurgia, ferroviário. Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, o CEO conta que a Delp tem quatro tipos de negócios: Delp Mooring, Delp Subsea, Delp Indústria e Delp Serviços. A empresa tem mais de 950 colaboradores e um diferencial de mercado que é a estaca torpedo. Com ele, a Delp consegue fazer um sistema de ancoragem de custo 40% menor comparado a outros sistemas de ancoragem. Humberto também é presidente da Câmara da Indústria de Energia, Petróleo e Gás da Fiemg.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 25 Oct 2024 13:57:24 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Minas Tênis Clube vai comemorar 90 anos em 2025 | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Gestão &amp; Marca tem hoje o oitavo episódio com Carlos Henrique Martins Teixeira, presidente do Minas Tênis Clube. Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Carlos Henrique conta que é faixa preta em judô, ex-atleta minastenista da modalidade, advogado, e assumiu a presidência do clube no mandato de 2023 a 2025. Fundado em 1935, o Minas vai fazer 90 anos em 2025. Com quatro unidades – Minas I, Minas II e o Minas Country, em Belo Horizonte; e o Minas Náutico, em Nova Lima – o clube registrou 3,7 milhões de acessos às unidades em 2023. Carlos Henrique observa também uma valorização cada vez maior da cota do clube no mercado. “No começo da (minha) gestão tínhamos um preço de cota de mercado – não é o Minas que fixa esse preço – de R$ 36 mil. Hoje esse preço já está em R$ 100 mil. Isso aconteceu nos dois últimos anos”, calcula o presidente do clube.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Gestão &amp; Marca tem hoje o oitavo episódio com Carlos Henrique Martins Teixeira, presidente do Minas Tênis Clube. Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Carlos Henrique conta que é faixa preta em judô, ex-atleta minastenista da modalidade, advogado, e assumiu a presidência do clube no mandato de 2023 a 2025. Fundado em 1935, o Minas vai fazer 90 anos em 2025. Com quatro unidades – Minas I, Minas II e o Minas Country, em Belo Horizonte; e o Minas Náutico, em Nova Lima – o clube registrou 3,7 milhões de acessos às unidades em 2023. Carlos Henrique observa também uma valorização cada vez maior da cota do clube no mercado. “No começo da (minha) gestão tínhamos um preço de cota de mercado – não é o Minas que fixa esse preço – de R$ 36 mil. Hoje esse preço já está em R$ 100 mil. Isso aconteceu nos dois últimos anos”, calcula o presidente do clube.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 17 Oct 2024 11:55:17 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Guilherme Abrantes quer um associativismo forte na Fiemg | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A Temporada Minas S/A Gestão &amp; Marca tem hoje o sétimo episódio, com Guilherme Abrantes, 53, fundador do Laticínios Dona Formosa, presidente do Sindicato da Indústria de Laticínios do Estado de Minas Gerais (Silemg) e diretor financeiro da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). Guilherme também é candidato a presidente da Fiemg para o mandato de 2026 a 2029, onde pretende continuar com o investimento de R$ 1,2 bilhão nas escolas do Sesi e do Senai mantendo a unidade da federação que atualmente é comandada pelo industrial do setor têxtil Flávio Roscoe. Em entrevista à jornalista Helenice Laguardia, Guilherme conta que o Laticínios Dona Formosa, em Águas Formosas, no Vale do Mucuri, começou pequeno, com a produção de requeijão que era usado para fazer a coxinha do bar que Guilherme tinha com um sócio em Belo Horizonte. Depois de migrar para a indústria, ele ingressou no associativismo há 15 anos, e representa 170 indústrias no Estado que captam 6 bilhões de litros de leite por ano.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 11 Oct 2024 12:23:15 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Inter quer ter R$ 300 bilhões em ativos sob custódia em 2027 | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A Temporada Minas S/A Gestão &amp; Marca tem hoje o sexto episódio com Alexandre Riccio, CEO do Inter no Brasil, em todas as plataformas de O TEMPO. Há 30 anos no mercado, o Inter é um dos maiores bancos digitais do país e tem um super app financeiro. Com sede em Belo Horizonte, o Inter tem mais de 33 milhões de clientes, atuação no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa com R$ 105 bilhões de ativos sob custódia – tudo que os clientes estão confiando à companhia. Para 2027, o Inter tem um plano arrojado o 60 30 30 para chegar a 60 milhões de clientes, 30% de eficiência e 30% de ROE (retorno sobre o patrimônio). Em ativos sob custódia, Riccio revela à jornalista Helenice Laguardia que tem um número aspiracional de alcançar os R$ 300 bilhões até 2027. Também na carteira de crédito, Riccio diz que ela está nos R$ 35 bilhões, R$ 36 bilhões, e vai chegar em R$ 100 bilhões em 2027. “A gente precisa crescer em coisas que a gente já sabe fazer” avalia Riccio, que está no Inter há 11 anos.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A Temporada Minas S/A Gestão &amp; Marca tem hoje o sexto episódio com Alexandre Riccio, CEO do Inter no Brasil, em todas as plataformas de O TEMPO. Há 30 anos no mercado, o Inter é um dos maiores bancos digitais do país e tem um super app financeiro. Com sede em Belo Horizonte, o Inter tem mais de 33 milhões de clientes, atuação no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa com R$ 105 bilhões de ativos sob custódia – tudo que os clientes estão confiando à companhia. Para 2027, o Inter tem um plano arrojado o 60 30 30 para chegar a 60 milhões de clientes, 30% de eficiência e 30% de ROE (retorno sobre o patrimônio). Em ativos sob custódia, Riccio revela à jornalista Helenice Laguardia que tem um número aspiracional de alcançar os R$ 300 bilhões até 2027. Também na carteira de crédito, Riccio diz que ela está nos R$ 35 bilhões, R$ 36 bilhões, e vai chegar em R$ 100 bilhões em 2027. “A gente precisa crescer em coisas que a gente já sabe fazer” avalia Riccio, que está no Inter há 11 anos.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 04 Oct 2024 11:41:24 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Mart Minas e Dom Atacadista: resultado será de mais de R$ 10 bilhões em 2024 | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Gestão &amp; Marca tem hoje o quinto episódio com Filipe Martins, diretor das redes de atacarejo Mart Minas e Dom Atacadista, nas plataformas de O TEMPO. Nona maior rede supermercadista do Brasil, de acordo com o ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), a empresa familiar está há 23 anos no mercado, quando abriu a primeira loja em Divinópolis (MG). Filipe Martins conversa com a jornalista Helenice Laguardia e conta que Mart Minas e Dom Atacadista têm mais de 15 mil funcionários, 83 lojas – sendo 63 unidades do Mart Minas, em Minas Gerais, e 20 do Dom Atacadista, no Rio de Janeiro – e faturamento de R$ 9,4 bilhões em 2023.</p><p>Filipe lembra que o Dom estava com oito lojas, em março de 2022. “O objetivo de médio prazo do Dom Atacadista são 30 lojas. A gente fecha esse ano (de 2024) com 22 (lojas) e tem um plano para 30 lojas até o final de 2025, início de 2026”, calcula o diretor.</p><p>Com a bandeira Mart Minas serão inauguradas mais três lojas ainda neste ano. Para 2024, a projeção do executivo é que o resultado financeiro ultrapasse os R$ 10 bilhões com o faturamento combinado dentro das duas companhias. "Está sendo um ano muito bom para o Mart Minas aqui em Minas Gerais e para o Dom também no Rio de Janeiro", comemora.</p><p>Filipe aponta também que a companhia tem um crescimento acima do que o mercado vem crescendo. "Então para a gente também é um número importante", garante o diretor.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Gestão &amp; Marca tem hoje o quinto episódio com Filipe Martins, diretor das redes de atacarejo Mart Minas e Dom Atacadista, nas plataformas de O TEMPO. Nona maior rede supermercadista do Brasil, de acordo com o ranking da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), a empresa familiar está há 23 anos no mercado, quando abriu a primeira loja em Divinópolis (MG). Filipe Martins conversa com a jornalista Helenice Laguardia e conta que Mart Minas e Dom Atacadista têm mais de 15 mil funcionários, 83 lojas – sendo 63 unidades do Mart Minas, em Minas Gerais, e 20 do Dom Atacadista, no Rio de Janeiro – e faturamento de R$ 9,4 bilhões em 2023.</p><p>Filipe lembra que o Dom estava com oito lojas, em março de 2022. “O objetivo de médio prazo do Dom Atacadista são 30 lojas. A gente fecha esse ano (de 2024) com 22 (lojas) e tem um plano para 30 lojas até o final de 2025, início de 2026”, calcula o diretor.</p><p>Com a bandeira Mart Minas serão inauguradas mais três lojas ainda neste ano. Para 2024, a projeção do executivo é que o resultado financeiro ultrapasse os R$ 10 bilhões com o faturamento combinado dentro das duas companhias. "Está sendo um ano muito bom para o Mart Minas aqui em Minas Gerais e para o Dom também no Rio de Janeiro", comemora.</p><p>Filipe aponta também que a companhia tem um crescimento acima do que o mercado vem crescendo. "Então para a gente também é um número importante", garante o diretor.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 27 Sep 2024 17:26:44 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Gerdau revoluciona jeito de comunicação da indústria | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Gestão &amp; Marca tem hoje o quarto episódio, com Pedro Torres, diretor de comunicação e relações institucionais da Gerdau, nas plataformas de O TEMPO. Há 123 anos no mercado e 30 mil colaboradores, a maior empresa brasileira produtora de aço, a Gerdau tem revolucionado a forma de comunicação da indústria.</p><p>Com a participação em festivais como o Rock in Rio, ou na Fórmula 1 ou num projeto social da favela, Pedro Torres conversa com a jornalista Helenice Laguardia sobre a missão da Gerdau que tem sido a de humanizar o aço para o público mostrando, por exemplo, que aço e rock combinam. “Traduzir de forma simples para a população como esse aço é produzido, como a gente consegue produzir com menor pegada de carbono, como 1 milhão de catadores no Brasil vivem da sucata metálica e transformam esse esforço num palco como o Palco Mundo do Rock in Rio”, conta Torres, diante dos desafios de transformar o aço em protagonista de um festival de música.</p><p>Há 5 anos na Gerdau, Pedro conta ainda o desafio diário em mostrar como uma companhia produtora de aço impacta a vida das pessoas. No esporte, a parceria da Gerdau tem ido além das quadras de vôlei, passando pelo patrocínio de times de futebol até o surf.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Gestão &amp; Marca tem hoje o quarto episódio, com Pedro Torres, diretor de comunicação e relações institucionais da Gerdau, nas plataformas de O TEMPO. Há 123 anos no mercado e 30 mil colaboradores, a maior empresa brasileira produtora de aço, a Gerdau tem revolucionado a forma de comunicação da indústria.</p><p>Com a participação em festivais como o Rock in Rio, ou na Fórmula 1 ou num projeto social da favela, Pedro Torres conversa com a jornalista Helenice Laguardia sobre a missão da Gerdau que tem sido a de humanizar o aço para o público mostrando, por exemplo, que aço e rock combinam. “Traduzir de forma simples para a população como esse aço é produzido, como a gente consegue produzir com menor pegada de carbono, como 1 milhão de catadores no Brasil vivem da sucata metálica e transformam esse esforço num palco como o Palco Mundo do Rock in Rio”, conta Torres, diante dos desafios de transformar o aço em protagonista de um festival de música.</p><p>Há 5 anos na Gerdau, Pedro conta ainda o desafio diário em mostrar como uma companhia produtora de aço impacta a vida das pessoas. No esporte, a parceria da Gerdau tem ido além das quadras de vôlei, passando pelo patrocínio de times de futebol até o surf.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 20 Sep 2024 12:30:27 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Ausenco cresceu 100% nos últimos dois anos no Brasil | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Gestão &amp; Marca tem hoje o terceiro episódio, com Leonardo Pena, vice-presidente da Ausenco do Brasil, nas plataformas de O TEMPO. Multinacional australiana, a Ausenco (Australian Engineering Company) está há mais de 30 anos no mercado mundial com presença em 15 países. No Brasil, a Ausenco está há 18 anos e tem sede em Belo Horizonte (MG).</p><p>Criada com um propósito de sempre buscar a melhor solução para as empresas, a Ausenco ajuda o investidor no desenvolvimento do negócio desde a ideia do projeto até o funcionamento da planta industrial com a confirmação da qualidade do produto que foi idealizada no estudo de viabilidade.</p><p>A Ausenco tem projetos de terras raras, cobalto, níquel, titânio, lítio, nióbio, além do minério de ferro numa diversidade que engloba 10 commodities no total. Com o mote “find a better way”, Leonardo explica que a Ausenco está sempre encontrando o melhor caminho para o cliente. Engenheiro metalúrgico, Leonardo é mineiro nascido em Belo Horizonte.</p><p>Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Leonardo explica que a Ausenco tem um plano de crescimento, talentos, processos e tecnologias baseados nos 4 pilares principais da empresa com a visão de ser uma empresa reconhecida mundialmente e com pessoas inspiradas. Todas essas estratégias fizeram com que a Ausenco dobrasse de tamanho e crescesse 100% nos últimos dois anos no Brasil.</p><p>Com 300 pessoas na unidade brasileira, a tendência é crescer em faturamento e em número de pessoas. Leonardo conta também que mais de 30% dos talentos na Ausenco são mulheres e que a diretora operacional que cuida de grande parte das plantas industriais é uma mulher.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 13 Sep 2024 12:24:17 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Direcional Engenharia é referência mundial em obras | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Gestão &amp; Marca tem hoje o segundo episódio, com Ricardo Ribeiro, CEO da Direcional Engenharia, nas plataformas de O TEMPO. Ricardo assumiu a liderança da Direcional em 2019. Fundada em 1981 por seu pai Ricardo Gontijo, a Direcional já entregou mais de 200 mil unidades. A produção anual é de 18 mil apartamentos para famílias com renda a partir de um salário mínimo e meio. São 104 canteiros de obras e mais de 8.000 colaboradores. “A gente tem procurado manter a nossa operação em oito Estados, são mais de 30 cidades, então é um volume expressivo, mas que requer da gente muita disciplina para que a gente continue operando com o nível de rentabilidade que a gente tem conseguido operar”, explica o executivo. Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Ricardo Ribeiro conta que referente a lançamentos, a companhia saiu de R$ 1 bilhão para R$ 5 bilhões, e em vendas o salto foi de R$ 700 milhões para R$ 5 bilhões, nos últimos sete anos.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 06 Sep 2024 14:54:48 +0000</pubDate>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Gestão &amp; Marca tem hoje o segundo episódio, com Ricardo Ribeiro, CEO da Direcional Engenharia, nas plataformas de O TEMPO. Ricardo assumiu a liderança da Direcional em 2019. Fundada em 1981 por seu pai Ricardo Gontijo, a Direcional já entregou mais de 200 mil unidades. A produção anual é de 18 mil apartamentos para famílias com renda a partir de um salário mínimo e meio. São 104 canteiros de obras e mais de 8.000 colaboradores. “A gente tem procurado manter a nossa operação em oito Estados, são mais de 30 cidades, então é um volume expressivo, mas que requer da gente muita disciplina para que a gente continue operando com o nível de rentabilidade que a gente tem conseguido operar”, explica o executivo. Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Ricardo Ribeiro conta que referente a lançamentos, a companhia saiu de R$ 1 bilhão para R$ 5 bilhões, e em vendas o salto foi de R$ 700 milhões para R$ 5 bilhões, nos últimos sete anos.</p>]]>
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      <title>Multiplan investe R$ 86 milhões na expansão do DiamondMall, em Belo Horizonte | Minas S/A</title>
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      <itunes:title>Multiplan investe R$ 86 milhões na expansão do DiamondMall, em Belo Horizonte | Minas S/A</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Gestão &amp; Marca tem hoje o primeiro episódio, com Lívia Paolucci, diretora regional da Multiplan em Minas Gerais e Distrito Federal, nas plataformas de O TEMPO. A Multiplan administra 20 shopping centers e é uma das maiores do Brasil. Em Minas Gerais, a Multiplan tem o BH Shopping, o DiamondMall e o Pátio Savassi.</p><p>Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Lívia conta que está na empresa há 20 anos e começou a carreira como estagiária no DiamondMall, em Belo Horizonte. A executiva informa que o DiamondMall passa por uma expansão para abrigar o quarto piso de lojas de grifes nacionais e internacionais, além de restaurantes, num investimento de R$ 86 milhões.</p><p>“A gente vai passar a ter 200 lojas no DiamondMall, mais opções de compra e de gastronomia”, explica. Entre as marcas internacionais estão: Tory Burch, Carolina Herrera, Dolce &amp; Gabbana, Armani e Chanel. “Quando o novo piso do DiamondMall for inaugurado, a nossa previsão é de que serão mais 600 vagas de emprego”, calcula a executiva.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Gestão &amp; Marca tem hoje o primeiro episódio, com Lívia Paolucci, diretora regional da Multiplan em Minas Gerais e Distrito Federal, nas plataformas de O TEMPO. A Multiplan administra 20 shopping centers e é uma das maiores do Brasil. Em Minas Gerais, a Multiplan tem o BH Shopping, o DiamondMall e o Pátio Savassi.</p><p>Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Lívia conta que está na empresa há 20 anos e começou a carreira como estagiária no DiamondMall, em Belo Horizonte. A executiva informa que o DiamondMall passa por uma expansão para abrigar o quarto piso de lojas de grifes nacionais e internacionais, além de restaurantes, num investimento de R$ 86 milhões.</p><p>“A gente vai passar a ter 200 lojas no DiamondMall, mais opções de compra e de gastronomia”, explica. Entre as marcas internacionais estão: Tory Burch, Carolina Herrera, Dolce &amp; Gabbana, Armani e Chanel. “Quando o novo piso do DiamondMall for inaugurado, a nossa previsão é de que serão mais 600 vagas de emprego”, calcula a executiva.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 30 Aug 2024 13:37:32 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Gestão &amp; Marca tem hoje o primeiro episódio, com Lívia Paolucci, diretora regional da Multiplan em Minas Gerais e Distrito Federal, nas plataformas de O TEMPO. A Multiplan administra 20 shopping centers e é uma das maiores do Brasil. Em Minas Gerais, a Multiplan tem o BH Shopping, o DiamondMall e o Pátio Savassi.</p><p>Em conversa com a jornalista Helenice Laguardia, Lívia conta que está na empresa há 20 anos e começou a carreira como estagiária no DiamondMall, em Belo Horizonte. A executiva informa que o DiamondMall passa por uma expansão para abrigar o quarto piso de lojas de grifes nacionais e internacionais, além de restaurantes, num investimento de R$ 86 milhões.</p><p>“A gente vai passar a ter 200 lojas no DiamondMall, mais opções de compra e de gastronomia”, explica. Entre as marcas internacionais estão: Tory Burch, Carolina Herrera, Dolce &amp; Gabbana, Armani e Chanel. “Quando o novo piso do DiamondMall for inaugurado, a nossa previsão é de que serão mais 600 vagas de emprego”, calcula a executiva.</p>]]>
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      <title>Prefeito de Itabira cria o 'Itabira Sustentável' para a transição econômica da cidade | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção tem hoje o quarto episódio, com Marco Antônio Lage, prefeito de Itabira (MG), nas plataformas de O TEMPO. Marco Antônio Lage é jornalista, empresário, diretor da Amig, vice-presidente da Federação Nacional de Prefeitos e ex-diretor da Fiat.</p><p>Itabira, cidade onde nasceu o poeta Carlos Drummond de Andrade, fica no chamado Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais e tem mais de 120 mil habitantes. Com uma arrecadção de R$ 1,2 bilhão registrada no ano passado, Marco Antônio afirma que a cidade "tem que virar a chave, fazer a transição" na economia. "É que 82% da economia de Itabira é suportada pela mineração por uma única empresa, direta e indiretamente, naturalmente", calcula.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção tem hoje o quarto episódio, com Marco Antônio Lage, prefeito de Itabira (MG), nas plataformas de O TEMPO. Marco Antônio Lage é jornalista, empresário, diretor da Amig, vice-presidente da Federação Nacional de Prefeitos e ex-diretor da Fiat.</p><p>Itabira, cidade onde nasceu o poeta Carlos Drummond de Andrade, fica no chamado Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais e tem mais de 120 mil habitantes. Com uma arrecadção de R$ 1,2 bilhão registrada no ano passado, Marco Antônio afirma que a cidade "tem que virar a chave, fazer a transição" na economia. "É que 82% da economia de Itabira é suportada pela mineração por uma única empresa, direta e indiretamente, naturalmente", calcula.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 28 Jul 2024 07:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A Temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção tem hoje o quarto episódio, com Marco Antônio Lage, prefeito de Itabira (MG), nas plataformas de O TEMPO. Marco Antônio Lage é jornalista, empresário, diretor da Amig, vice-presidente da Federação Nacional de Prefeitos e ex-diretor da Fiat.</p><p>Itabira, cidade onde nasceu o poeta Carlos Drummond de Andrade, fica no chamado Quadrilátero Ferrífero de Minas Gerais e tem mais de 120 mil habitantes. Com uma arrecadção de R$ 1,2 bilhão registrada no ano passado, Marco Antônio afirma que a cidade "tem que virar a chave, fazer a transição" na economia. "É que 82% da economia de Itabira é suportada pela mineração por uma única empresa, direta e indiretamente, naturalmente", calcula.</p>]]>
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      <title>Prefeito de Nova Lima investiu R$ 1,4 bilhão no ano passado | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção tem hoje o terceiro episódio com João Marcelo Dieguez, prefeito de Nova Lima, nas plataformas de O TEMPO. Com 323 anos, Nova Lima (MG) tem mais de 50% do seu território preservado em mata nativa.</p><p>“Aqui o nosso bioma é Mata Atlântica e Cerrado. Isso é muito positivo do aspecto da qualidade de vida e a cidade está passando por uma grande transformação”, diz Dieguez.</p><p>Para o prefeito,  o aspecto da mobilidade se coloca como um dos  grandes desafios. “Vamos pôr algo em torno de R$ 350 milhões de investimento do município de Nova Lima em obras de mobilidade”, calcula.</p><p>Dieguez conta que no primeiro ano de governo,  a prefeitura executou R$ 700 milhões no que se refere a políticas públicas, obras e serviços. “No ano passado a gente executou R$ 1,4 bilhão. De fato a gente está investindo na cidade”, afirma o prefeito de Nova Lima.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção tem hoje o terceiro episódio com João Marcelo Dieguez, prefeito de Nova Lima, nas plataformas de O TEMPO. Com 323 anos, Nova Lima (MG) tem mais de 50% do seu território preservado em mata nativa.</p><p>“Aqui o nosso bioma é Mata Atlântica e Cerrado. Isso é muito positivo do aspecto da qualidade de vida e a cidade está passando por uma grande transformação”, diz Dieguez.</p><p>Para o prefeito,  o aspecto da mobilidade se coloca como um dos  grandes desafios. “Vamos pôr algo em torno de R$ 350 milhões de investimento do município de Nova Lima em obras de mobilidade”, calcula.</p><p>Dieguez conta que no primeiro ano de governo,  a prefeitura executou R$ 700 milhões no que se refere a políticas públicas, obras e serviços. “No ano passado a gente executou R$ 1,4 bilhão. De fato a gente está investindo na cidade”, afirma o prefeito de Nova Lima.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 23 Jun 2024 07:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção tem hoje o terceiro episódio com João Marcelo Dieguez, prefeito de Nova Lima, nas plataformas de O TEMPO. Com 323 anos, Nova Lima (MG) tem mais de 50% do seu território preservado em mata nativa.</p><p>“Aqui o nosso bioma é Mata Atlântica e Cerrado. Isso é muito positivo do aspecto da qualidade de vida e a cidade está passando por uma grande transformação”, diz Dieguez.</p><p>Para o prefeito,  o aspecto da mobilidade se coloca como um dos  grandes desafios. “Vamos pôr algo em torno de R$ 350 milhões de investimento do município de Nova Lima em obras de mobilidade”, calcula.</p><p>Dieguez conta que no primeiro ano de governo,  a prefeitura executou R$ 700 milhões no que se refere a políticas públicas, obras e serviços. “No ano passado a gente executou R$ 1,4 bilhão. De fato a gente está investindo na cidade”, afirma o prefeito de Nova Lima.</p>]]>
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      <title>Prefeito de Ouro Preto vai implantar parque tecnológico na cidade | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção tem hoje o segundo episódio, com Angelo Oswaldo de Araújo Santos, prefeito de Ouro Preto (MG), nas plataformas de O Tempo. Angelo Oswaldo fala sobre os novos investimentos na hotelaria da cidade com a chegada do grupo português Vila Galé, a partir de 2025. O prefeito conta que Ouro Preto também está na repactuação para a reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, da Samarco. A prefeitura também tem feito um grande trabalho de educação patrimonial. Após a pandemia, a cidade histórica tem registrado um novo movimento, como no Museu da Inconfidência, que foi visitado por 50 mil pessoas em julho do ano passado. “Nós devemos implantar este ano, também, um parque tecnológico com a Fundação Gorceix”, anuncia o prefeito. Dentre os vários desafios, ele fala sobre a contenção de encostas, saneamento e saúde.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção tem hoje o segundo episódio, com Angelo Oswaldo de Araújo Santos, prefeito de Ouro Preto (MG), nas plataformas de O Tempo. Angelo Oswaldo fala sobre os novos investimentos na hotelaria da cidade com a chegada do grupo português Vila Galé, a partir de 2025. O prefeito conta que Ouro Preto também está na repactuação para a reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, da Samarco. A prefeitura também tem feito um grande trabalho de educação patrimonial. Após a pandemia, a cidade histórica tem registrado um novo movimento, como no Museu da Inconfidência, que foi visitado por 50 mil pessoas em julho do ano passado. “Nós devemos implantar este ano, também, um parque tecnológico com a Fundação Gorceix”, anuncia o prefeito. Dentre os vários desafios, ele fala sobre a contenção de encostas, saneamento e saúde.<br></p>]]>
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      <pubDate>Sun, 09 Jun 2024 07:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção tem hoje o segundo episódio, com Angelo Oswaldo de Araújo Santos, prefeito de Ouro Preto (MG), nas plataformas de O Tempo. Angelo Oswaldo fala sobre os novos investimentos na hotelaria da cidade com a chegada do grupo português Vila Galé, a partir de 2025. O prefeito conta que Ouro Preto também está na repactuação para a reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem de Fundão, da Samarco. A prefeitura também tem feito um grande trabalho de educação patrimonial. Após a pandemia, a cidade histórica tem registrado um novo movimento, como no Museu da Inconfidência, que foi visitado por 50 mil pessoas em julho do ano passado. “Nós devemos implantar este ano, também, um parque tecnológico com a Fundação Gorceix”, anuncia o prefeito. Dentre os vários desafios, ele fala sobre a contenção de encostas, saneamento e saúde.<br></p>]]>
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      <title>Trium administra mais de R$ 1 bilhão de seus clientes | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>Criada há pouco mais de cinco anos, a Trium, atualmente, “é constituída por 16 pessoas, que administram diretamente mais de R$ 1 bilhão”, conta Daniel Perdomo, sócio e diretor de investimentos da Trium. Com sede em Belo Hoizonte, a Trium tem registrado crescimento contínuo, em linha com a missão de preservar e expandir o patrimônio dos clientes de maneira gradual, sólida e confiável, segundo Perdomo. "Éramos quatro sócios na inauguração do escritório, com uma confiança inabalável de que elevaríamos o patamar da assessoria de investimentos em Minas Gerais, trazendo conceitos e uma filosofia de investimentos divergente do mainstream, pautado pela pura e simples distribuição de produtos", lembra-se o executivo.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 30 May 2024 17:45:19 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>CBMM mostra primeiro ônibus elétrico do mundo com tecnologia do nióbio na bateria | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Inovação tem hoje o décimo episódio, com Ricardo Lima, CEO da  CBMM, em todas as plataformas de O TEMPO. Em parceria com a Toshiba Corporation e a Volkswagen Caminhões e Ônibus, a CBMM vai apresentar no dia 19 de junho ao mercado o primeiro ônibus elétrico do mundo a aplicar a tecnologia de óxidos mistos de nióbio e titânio em baterias de lítio. Esta tecnologia permitirá uma operação de carregamento rápido com maior durabilidade e segurança.</p><p>A CBMM fabrica produtos de nióbio em Araxá, Minas Gerais. O nióbio é usado para dar mais resistência ao aço em baterias, no segmento siderúrgico, em nanomateriais e em outras funções. Em 2024, os investimentos da CBMM são de R$ 270 milhões em pesquisa e desenvolvimento de tecnologia sendo R$ 80 milhões na divisão de baterias.</p><p>Com capacidade produtiva de 150 mil toneladas de produtos de nióbio por ano, a CBMM espera um crescimento acelerado no setor de baterias nos próximos cinco anos. A companhia também colocará em operação uma nova planta em seu complexo industrial, com capacidade produtiva de 3.000 toneladas de óxido de nióbio para baterias. A indústria demandou um investimento de R$ 265 milhões.</p><p>Na frente de Novos Negócios, nos últimos cinco anos, a empresa realizou investimentos estratégicos em empresas com tecnologias promissoras para a aceleração da adoção do Nióbio pelo mercado de baterias de íons de lítio, como a Battery Streak, a Echion Technologies e a Skeleton Technologies. Em 2023, a CBMM aportou cerca de R$ 100 milhões em sua frente de Novos Negócios.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Inovação tem hoje o décimo episódio, com Ricardo Lima, CEO da  CBMM, em todas as plataformas de O TEMPO. Em parceria com a Toshiba Corporation e a Volkswagen Caminhões e Ônibus, a CBMM vai apresentar no dia 19 de junho ao mercado o primeiro ônibus elétrico do mundo a aplicar a tecnologia de óxidos mistos de nióbio e titânio em baterias de lítio. Esta tecnologia permitirá uma operação de carregamento rápido com maior durabilidade e segurança.</p><p>A CBMM fabrica produtos de nióbio em Araxá, Minas Gerais. O nióbio é usado para dar mais resistência ao aço em baterias, no segmento siderúrgico, em nanomateriais e em outras funções. Em 2024, os investimentos da CBMM são de R$ 270 milhões em pesquisa e desenvolvimento de tecnologia sendo R$ 80 milhões na divisão de baterias.</p><p>Com capacidade produtiva de 150 mil toneladas de produtos de nióbio por ano, a CBMM espera um crescimento acelerado no setor de baterias nos próximos cinco anos. A companhia também colocará em operação uma nova planta em seu complexo industrial, com capacidade produtiva de 3.000 toneladas de óxido de nióbio para baterias. A indústria demandou um investimento de R$ 265 milhões.</p><p>Na frente de Novos Negócios, nos últimos cinco anos, a empresa realizou investimentos estratégicos em empresas com tecnologias promissoras para a aceleração da adoção do Nióbio pelo mercado de baterias de íons de lítio, como a Battery Streak, a Echion Technologies e a Skeleton Technologies. Em 2023, a CBMM aportou cerca de R$ 100 milhões em sua frente de Novos Negócios.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 18 May 2024 07:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Inovação tem hoje o décimo episódio, com Ricardo Lima, CEO da  CBMM, em todas as plataformas de O TEMPO. Em parceria com a Toshiba Corporation e a Volkswagen Caminhões e Ônibus, a CBMM vai apresentar no dia 19 de junho ao mercado o primeiro ônibus elétrico do mundo a aplicar a tecnologia de óxidos mistos de nióbio e titânio em baterias de lítio. Esta tecnologia permitirá uma operação de carregamento rápido com maior durabilidade e segurança.</p><p>A CBMM fabrica produtos de nióbio em Araxá, Minas Gerais. O nióbio é usado para dar mais resistência ao aço em baterias, no segmento siderúrgico, em nanomateriais e em outras funções. Em 2024, os investimentos da CBMM são de R$ 270 milhões em pesquisa e desenvolvimento de tecnologia sendo R$ 80 milhões na divisão de baterias.</p><p>Com capacidade produtiva de 150 mil toneladas de produtos de nióbio por ano, a CBMM espera um crescimento acelerado no setor de baterias nos próximos cinco anos. A companhia também colocará em operação uma nova planta em seu complexo industrial, com capacidade produtiva de 3.000 toneladas de óxido de nióbio para baterias. A indústria demandou um investimento de R$ 265 milhões.</p><p>Na frente de Novos Negócios, nos últimos cinco anos, a empresa realizou investimentos estratégicos em empresas com tecnologias promissoras para a aceleração da adoção do Nióbio pelo mercado de baterias de íons de lítio, como a Battery Streak, a Echion Technologies e a Skeleton Technologies. Em 2023, a CBMM aportou cerca de R$ 100 milhões em sua frente de Novos Negócios.</p>]]>
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      <title>Grupo Bamaq e Uber fazem parceria para facilitar troca ou compra de carro com consórcio | Minas S/A</title>
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      <itunes:title>Grupo Bamaq e Uber fazem parceria para facilitar troca ou compra de carro com consórcio | Minas S/A</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Inovação tem hoje o nono episódio, com Clemente Faria Jr., CEO do Grupo Bamaq, e vai até maio nas plataformas de O Tempo. Com sede em Minas Gerais, o Grupo Bamaq atua na revenda de máquinas pesadas, caminhões, automóveis de luxo e elétricos, consórcios, seguros e financiamentos. São 950 colaboradores no Brasil, presença em 17 Estados brasileiros e investimentos de R$ 700 milhões até 2025. Agora, Clemente vai abrir mais 18 lojas tanto de máquinas, quanto caminhões e automóveis no grupo como um todo nos Estados onde já atua. O Grupo Bamaq faturou R$ 3,2 bilhões em 2023 e a expectativa é faturar R$ 4 bilhões em 2024, uma alta de 30%. Numa outra frente de trabalho, a Bamaq Consórdio e a Uber firmaram parceria para apoiar os motoristas parceiros da plataforma na compra ou troca de carro através do consórcio de veículos com cartas que vão de R$ 20 mil a R$ 120 mil, num processo de contratação digital.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Inovação tem hoje o nono episódio, com Clemente Faria Jr., CEO do Grupo Bamaq, e vai até maio nas plataformas de O Tempo. Com sede em Minas Gerais, o Grupo Bamaq atua na revenda de máquinas pesadas, caminhões, automóveis de luxo e elétricos, consórcios, seguros e financiamentos. São 950 colaboradores no Brasil, presença em 17 Estados brasileiros e investimentos de R$ 700 milhões até 2025. Agora, Clemente vai abrir mais 18 lojas tanto de máquinas, quanto caminhões e automóveis no grupo como um todo nos Estados onde já atua. O Grupo Bamaq faturou R$ 3,2 bilhões em 2023 e a expectativa é faturar R$ 4 bilhões em 2024, uma alta de 30%. Numa outra frente de trabalho, a Bamaq Consórdio e a Uber firmaram parceria para apoiar os motoristas parceiros da plataforma na compra ou troca de carro através do consórcio de veículos com cartas que vão de R$ 20 mil a R$ 120 mil, num processo de contratação digital.<br></p>]]>
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      <pubDate>Sat, 11 May 2024 07:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Inovação tem hoje o nono episódio, com Clemente Faria Jr., CEO do Grupo Bamaq, e vai até maio nas plataformas de O Tempo. Com sede em Minas Gerais, o Grupo Bamaq atua na revenda de máquinas pesadas, caminhões, automóveis de luxo e elétricos, consórcios, seguros e financiamentos. São 950 colaboradores no Brasil, presença em 17 Estados brasileiros e investimentos de R$ 700 milhões até 2025. Agora, Clemente vai abrir mais 18 lojas tanto de máquinas, quanto caminhões e automóveis no grupo como um todo nos Estados onde já atua. O Grupo Bamaq faturou R$ 3,2 bilhões em 2023 e a expectativa é faturar R$ 4 bilhões em 2024, uma alta de 30%. Numa outra frente de trabalho, a Bamaq Consórdio e a Uber firmaram parceria para apoiar os motoristas parceiros da plataforma na compra ou troca de carro através do consórcio de veículos com cartas que vão de R$ 20 mil a R$ 120 mil, num processo de contratação digital.<br></p>]]>
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      <title>Prefeito de Mariana Celso Cota quer acordo de até R$ 6 bilhões por queda da barragem | Minas S/A</title>
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      <itunes:title>Prefeito de Mariana Celso Cota quer acordo de até R$ 6 bilhões por queda da barragem | Minas S/A</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção tem hoje o primeiro episódio, com Celso Cota, prefeito de Mariana (MG) nas plataformas de O TEMPO. A cidade de Mariana tem a décima quinta economia do Estado baseada principalmente na extração do minério e no turismo. Mariana foi a primeira capital de Minas Gerais, a primeira cidade e a primeira diocese de Minas sendo chamada de primaz de Minas.</p><p>De acordo com Cota, o foco de Mariana hoje está no minério de ferro diante de um complexo minerário que está dentro do planejamento das grandes mineradoras do Brasil e em franca expansão. "Além da Vale e da Samarco, que estão no nosso território, nós temos a Cedro também começando com investimento e com um projeto de expansão para a cidade de Mariana", conta. </p><p>O prefeito de Mariana conta que aguarda a repactuação para um acordo de reparação pelos danos causados com o rompimento da barragem de Fundão em 2015. "É um momento que nos preocupa muito pela lentidão", afirma. Celso Cota diz que os impactos sociais na cidade de Mariana e em alguns municípios que foram atingidos são graves, constantes e crescentes. "Por falta de repactuação nós estamos com falta de recursos para poder sanar problemas seríssimos que a gente vem acumulando devido às atividades minerárias no nosso território", afirma.</p><p>Mariana tem hoje 6.000 famílias morando em áreas de risco, com ocupação irregular. Na saúde, o prefeito contabiliza que até 2015 havia uma proporção de cerca de 400 atendimentos diários nas unidades básicas de saúde. "Hoje nós temos 1.200, 1.300 atendimentos diários e crescendo. Ou seja, essa despesa hoje é uma despesa fixa para o município, com base de cálculo do fundo de participação de uma população de 70 mil habitantes. Arrecadamos em relação a 70 mil habitantes, mas produzimos despesas sociais para uma população de 110 mil habitantes", compara Cota.</p><p>Com uma arrecadação anual de R$ 700 milhões e déficit que chega a R$ 3 bilhões, Celso Cota avalia que o déficit social é muito grande. "Nós pontuamos isso agora num estudo que fizemos sobre o impacto da queda da barragem do Fundão, no aspecto social da cidade. Mobilidade urbana, trânsito, saúde, educação, a pressão que a cidade sofre hoje com toda essa característica modificada no nosso território, o grande número de pessoas flutuantes, que levam uma carga muito maior na busca de serviços sociais, ou seja, nós temos uma arrecadação para atender bem uma população de 70 mil habitantes, mas temos um impacto promovido por mais 50% dessa população que não está sendo considerada no último Censo, e ela é toda oriunda e promovida pelo momento que nós estamos vivendo em Mariana depois da queda da barragem", explica Celso Cota.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção tem hoje o primeiro episódio, com Celso Cota, prefeito de Mariana (MG) nas plataformas de O TEMPO. A cidade de Mariana tem a décima quinta economia do Estado baseada principalmente na extração do minério e no turismo. Mariana foi a primeira capital de Minas Gerais, a primeira cidade e a primeira diocese de Minas sendo chamada de primaz de Minas.</p><p>De acordo com Cota, o foco de Mariana hoje está no minério de ferro diante de um complexo minerário que está dentro do planejamento das grandes mineradoras do Brasil e em franca expansão. "Além da Vale e da Samarco, que estão no nosso território, nós temos a Cedro também começando com investimento e com um projeto de expansão para a cidade de Mariana", conta. </p><p>O prefeito de Mariana conta que aguarda a repactuação para um acordo de reparação pelos danos causados com o rompimento da barragem de Fundão em 2015. "É um momento que nos preocupa muito pela lentidão", afirma. Celso Cota diz que os impactos sociais na cidade de Mariana e em alguns municípios que foram atingidos são graves, constantes e crescentes. "Por falta de repactuação nós estamos com falta de recursos para poder sanar problemas seríssimos que a gente vem acumulando devido às atividades minerárias no nosso território", afirma.</p><p>Mariana tem hoje 6.000 famílias morando em áreas de risco, com ocupação irregular. Na saúde, o prefeito contabiliza que até 2015 havia uma proporção de cerca de 400 atendimentos diários nas unidades básicas de saúde. "Hoje nós temos 1.200, 1.300 atendimentos diários e crescendo. Ou seja, essa despesa hoje é uma despesa fixa para o município, com base de cálculo do fundo de participação de uma população de 70 mil habitantes. Arrecadamos em relação a 70 mil habitantes, mas produzimos despesas sociais para uma população de 110 mil habitantes", compara Cota.</p><p>Com uma arrecadação anual de R$ 700 milhões e déficit que chega a R$ 3 bilhões, Celso Cota avalia que o déficit social é muito grande. "Nós pontuamos isso agora num estudo que fizemos sobre o impacto da queda da barragem do Fundão, no aspecto social da cidade. Mobilidade urbana, trânsito, saúde, educação, a pressão que a cidade sofre hoje com toda essa característica modificada no nosso território, o grande número de pessoas flutuantes, que levam uma carga muito maior na busca de serviços sociais, ou seja, nós temos uma arrecadação para atender bem uma população de 70 mil habitantes, mas temos um impacto promovido por mais 50% dessa população que não está sendo considerada no último Censo, e ela é toda oriunda e promovida pelo momento que nós estamos vivendo em Mariana depois da queda da barragem", explica Celso Cota.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 05 May 2024 07:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Desenvolvimento e Construção tem hoje o primeiro episódio, com Celso Cota, prefeito de Mariana (MG) nas plataformas de O TEMPO. A cidade de Mariana tem a décima quinta economia do Estado baseada principalmente na extração do minério e no turismo. Mariana foi a primeira capital de Minas Gerais, a primeira cidade e a primeira diocese de Minas sendo chamada de primaz de Minas.</p><p>De acordo com Cota, o foco de Mariana hoje está no minério de ferro diante de um complexo minerário que está dentro do planejamento das grandes mineradoras do Brasil e em franca expansão. "Além da Vale e da Samarco, que estão no nosso território, nós temos a Cedro também começando com investimento e com um projeto de expansão para a cidade de Mariana", conta. </p><p>O prefeito de Mariana conta que aguarda a repactuação para um acordo de reparação pelos danos causados com o rompimento da barragem de Fundão em 2015. "É um momento que nos preocupa muito pela lentidão", afirma. Celso Cota diz que os impactos sociais na cidade de Mariana e em alguns municípios que foram atingidos são graves, constantes e crescentes. "Por falta de repactuação nós estamos com falta de recursos para poder sanar problemas seríssimos que a gente vem acumulando devido às atividades minerárias no nosso território", afirma.</p><p>Mariana tem hoje 6.000 famílias morando em áreas de risco, com ocupação irregular. Na saúde, o prefeito contabiliza que até 2015 havia uma proporção de cerca de 400 atendimentos diários nas unidades básicas de saúde. "Hoje nós temos 1.200, 1.300 atendimentos diários e crescendo. Ou seja, essa despesa hoje é uma despesa fixa para o município, com base de cálculo do fundo de participação de uma população de 70 mil habitantes. Arrecadamos em relação a 70 mil habitantes, mas produzimos despesas sociais para uma população de 110 mil habitantes", compara Cota.</p><p>Com uma arrecadação anual de R$ 700 milhões e déficit que chega a R$ 3 bilhões, Celso Cota avalia que o déficit social é muito grande. "Nós pontuamos isso agora num estudo que fizemos sobre o impacto da queda da barragem do Fundão, no aspecto social da cidade. Mobilidade urbana, trânsito, saúde, educação, a pressão que a cidade sofre hoje com toda essa característica modificada no nosso território, o grande número de pessoas flutuantes, que levam uma carga muito maior na busca de serviços sociais, ou seja, nós temos uma arrecadação para atender bem uma população de 70 mil habitantes, mas temos um impacto promovido por mais 50% dessa população que não está sendo considerada no último Censo, e ela é toda oriunda e promovida pelo momento que nós estamos vivendo em Mariana depois da queda da barragem", explica Celso Cota.</p>]]>
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      <title>Gerdau está na vanguarda do uso de tecnologias na cadeia do aço | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Inovação tem hoje o oitavo episódio, com Gustavo França, Diretor Global de Tecnologia e Digital da Gerdau, e vai até maio nas plataformas de O TEMPO. “A Gerdau tem 123 anos de história e a inovação sempre esteve presente no nosso DNA”, conta França, que está há 25 anos na companhia.</p><p>Em Ouro Branco (MG),  onde a Gerdau tem a maior usina de aço, Gustavo conta que tem o conceito de gêmeos digitais. “É como se fosse uma cópia virtual do processo produtivo através dos dados. Então eu consigo ver cada etapa do meu processo simulado através dos dados, ou espelhado através dos dados", explica.</p><p>Com os dados, França diz que é possível antecipar determinadas situações ou rodar cenários, cenários antes que eram executados e levavam muito tempo para que se pudesse tomar determinadas decisões. "Hoje eles são rodados e executados em questões de segundos, isso nos permite tomar decisões de maneira muito rápida”, explica o executivo.</p><p>França fala também sobre outro quesito que está dentro da jornada da indústria 4.0., que não só olha a competitividade, mas também olha a segurança das pessoas que estão nas operações da Gerdau. "A gente tem inúmeros robôs aplicados em atividades extremamente críticas no nosso processo produtivo e que vem auxiliando definitivamente a maneira como a gente produz aço, a maneira como a gente entrega valor", conta França, diante da possibilidade de determinadas atividades serem feitas por robôs e evitando, com isso, que as pessoas estejam expostas a atividades de maior risco.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Inovação tem hoje o oitavo episódio, com Gustavo França, Diretor Global de Tecnologia e Digital da Gerdau, e vai até maio nas plataformas de O TEMPO. “A Gerdau tem 123 anos de história e a inovação sempre esteve presente no nosso DNA”, conta França, que está há 25 anos na companhia.</p><p>Em Ouro Branco (MG),  onde a Gerdau tem a maior usina de aço, Gustavo conta que tem o conceito de gêmeos digitais. “É como se fosse uma cópia virtual do processo produtivo através dos dados. Então eu consigo ver cada etapa do meu processo simulado através dos dados, ou espelhado através dos dados", explica.</p><p>Com os dados, França diz que é possível antecipar determinadas situações ou rodar cenários, cenários antes que eram executados e levavam muito tempo para que se pudesse tomar determinadas decisões. "Hoje eles são rodados e executados em questões de segundos, isso nos permite tomar decisões de maneira muito rápida”, explica o executivo.</p><p>França fala também sobre outro quesito que está dentro da jornada da indústria 4.0., que não só olha a competitividade, mas também olha a segurança das pessoas que estão nas operações da Gerdau. "A gente tem inúmeros robôs aplicados em atividades extremamente críticas no nosso processo produtivo e que vem auxiliando definitivamente a maneira como a gente produz aço, a maneira como a gente entrega valor", conta França, diante da possibilidade de determinadas atividades serem feitas por robôs e evitando, com isso, que as pessoas estejam expostas a atividades de maior risco.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 04 May 2024 07:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Ânima Educação abrirá escola Le Cordon Bleu em Belo Horizonte | Minas S/A</title>
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      <pubDate>Sat, 27 Apr 2024 07:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>BDMG tem R$ 300 milhões para financiar inovação | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Inovação tem hoje o sexto episódio, com Gabriel Viégas Neto, presidente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), e vai até maio nas plataformas de O TEMPO. Gabriel é administrador de empresas e tem uma experiência de quase 40 anos no setor financeiro. Há 62 anos no mercado, o BDMG – banco estatal, com sede em Belo Horizonte  – registrou lucro líquido recorrente de R$ 163,7 milhões em 2023, o maior da história do banco e 15% superior ao de 2022. O desembolso total histórico de R$ 2,98 bilhões aos setores público e privado foi 23% superior ao ano anterior. Agora, Gabriel comanda um programa para financiar a inovação em empresas no valor de R$ 300 mihões. Em 2024, o plano de Gabriel é seguir atuando para ampliar o financiamento, levando crédito a empresas de todos os portes e também às prefeituras.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Inovação tem hoje o sexto episódio, com Gabriel Viégas Neto, presidente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), e vai até maio nas plataformas de O TEMPO. Gabriel é administrador de empresas e tem uma experiência de quase 40 anos no setor financeiro. Há 62 anos no mercado, o BDMG – banco estatal, com sede em Belo Horizonte  – registrou lucro líquido recorrente de R$ 163,7 milhões em 2023, o maior da história do banco e 15% superior ao de 2022. O desembolso total histórico de R$ 2,98 bilhões aos setores público e privado foi 23% superior ao ano anterior. Agora, Gabriel comanda um programa para financiar a inovação em empresas no valor de R$ 300 mihões. Em 2024, o plano de Gabriel é seguir atuando para ampliar o financiamento, levando crédito a empresas de todos os portes e também às prefeituras.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 20 Apr 2024 07:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>CCPR investe R$ 245 milhões em nova fábrica de ração em Curvelo | Minas S/A</title>
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      <pubDate>Sat, 13 Apr 2024 13:21:20 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Livraria Leitura tem plano de crescimento com inovação | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Inovação tem hoje o quarto episódio, com André Teles, 34, sócio-diretor da Livraria Leitura, e vai até maio nas plataformas de O TEMPO. Empresa mineira, nascida em Belo Horizonte em 1967, a Leitura tem 114 lojas em 24 Estados e mais de 2.100 funcionários. “Inauguramos no ano passado 12 lojas; este ano já temos nove contratos de lojas assinados e previsão de inaugurar pelo menos mais 12 unidades”, calcula o executivo. Além dos sócios – os irmãos Belmiro, Gervásio, Marcos e Emídio –, vários dos sobrinhos, inclusive André, já estão bastante envolvidos na administração do negócio. O modelo de atuação da Livraria Leitura também se baseia na gestão dos sócios-gerentes.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 06 Apr 2024 07:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Grupo Tauá de Hotéis e Resorts investe R$ 900 milhões | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Inovação tem hoje o terceiro episódio, com Lizete Ribeiro, CEO do Grupo Tauá de Hotéis e Resorts, e vai até maio nas plataformas de O TEMPO. Com 2.000 colaboradores, a rede é formada pelo Tauá Resort &amp; Convention em Caeté (MG), Atibaia (SP), Alexânia (GO) e, a partir de 2025, tem a inauguração em João Pessoa (PB); além da concessão do Grande Hotel Termas de Araxá (MG). Lizete calcula que o investimento programado para os próximos três anos é de R$ 900 milhões. “Estaremos com 2.300 funcionários nos próximos dois meses e, em João Pessoa, devemos trabalhar com 1.500 ‘emocionadores’ (pessoas). Então, devemos dobrar o número de emocionadores nos próximos dois anos”, informa Lizete.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 30 Mar 2024 07:00:00 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Grupo Aterpa, de 73 anos, fez a maior obra rodoviária do país</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Inovação tem hoje o segundo episódio, com André Pentagna Guimarães Salazar, 46 – presidente do Grupo Aterpa –, e vai até maio nas plataformas de O TEMPO. O Grupo Aterpa é formado pela construtora Aterpa, pela Sam (de concessões em saneamento) e JDantas (de obras em túneis e escavações). São empresas de soluções na área de infraestrutura. Há 73 anos no mercado,  o Grupo Aterpa é uma empresa familiar de Belo Horizonte (MG).  André lidera 3.200 colaboradores, um faturamento de mais de R$ 1 bilhão e em torno de dez canteiros de obras pelo país. “Participamos nos últimos três anos do que é considerada a maior obra rodoviária do país, que é o contorno de Florianópolis (SC), de 54 km”, conta o executivo. Agora, a companhia tem outro desafio: um contrato no Norte de Goiás, que é a construção de um trecho de 50 km da ferrovia de integração do Centro-Oeste. Dentre outras obras, tem a concessão no Amapá, que é em saneamento. "Lá é um contrato de 35 anos, tem um investimento previsto de R$ 3 bilhões em que a gente vai partir praticamente de uma situação em que ninguém tem uma boa água tratada e um esgoto coletado tratado, e em dez anos nós vamos universalizar isso para quase 1 milhão de habitantes, dos 16 municípios do Amapá", explica o presidente da Aterpa.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 23 Mar 2024 07:00:00 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Totvs quer se tornar um banco para seus clientes</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Inovação tem hoje o primeiro episódio, com Flávio Azevedo – diretor executivo Brasil e mercado internacional da Totvs –, e vai até maio nas plataformas de O TEMPO. A Totvs é a maior empresa de tecnologia da América Latina, e 1/4 do PIB do Brasil passa pelos sistemas da companhia, que tem mais de 70 mil clientes. “A Totvs é muito conhecida como soluções de ERP, de software de gestão”, explica Azevedo. Recentemente, a empresa fez uma joint venture com o Itaú para se posicionar como um grande player no segmento de banco B2B, ou seja, entre empresas. Com presença em mais de 40 países, a empresa lança em junho um ChatGPT mais avançado para empresas.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 16 Mar 2024 07:00:00 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Adriana Maugeri, da Amif, defende um pacto nacional pelas florestas | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Liderança tem hoje o décimo e último episódio, com Adriana Maugeri, presidente da Associação Mineira da Indústria Florestal (Amif) nas plataformas de O TEMPO. Minas Gerais é a maior produtora de florestas cultivadas do Brasil com 2,3 milhões de hectares e 1,3 milhão de reserva florestal de mata nativa. Em Minas Gerais, dos plantios florestais, 40% são realizados por grandes empresas e 60% por pequenos e médios produtores. Adriana conta que 94% dos municípios mineiros têm plantios florestais. Nas oportunidades de expansão da área plantada, são mais de 4 milhões de hectares disponíveis para recuperação em Minas Gerais. No combate ao desmatamento ilegal, a dirigente da Amif informa que foram feitas parcerias com o Estado e o MPMG. Minas Gerais é a maior produtora de florestas cultivadas do Brasil. "Florestas cultivadas são a maior cultura agrícola de Minas Gerais", informa. Minas Gerais também é a líder mundial em produção e consumo de carvão vegetal. Com mais de 5.000 bioprodutos renováveis, recicláveis e biodegradáveis, o Estado ainda ostenta o segundo lugar como o maior produtor de celulose do mundo e com demanda crescente.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 11 Nov 2023 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Grupo Concreto faz 46 anos com foco na diversificação | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Liderança tem hoje o nono episódio com Miguel Safar Filho, 43, diretor do Grupo Concreto, e segue até este mês de novembro. Empresa mineira, com sede em Belo Horizonte, a Concreto está há 46 anos no mercado e atua nas áreas de coworkings, hotéis, construção civil predial, construção de loteamentos e de infraestrutura. "Nós temos produtos de alto padrão, temos os produtos de média renda, e dentro das outras áreas a gente também acaba tendo uma atuação muito diversificada. Na área de loteamentos a gente tem produtos em desenvolvimento na área de residencial de alto padrão. Nós temos produtos que foram lançados agora há pouco na área industrial e temos outros projetos para loteamentos residenciais de média renda também", explica Miguel. Com mil funcionários, o Grupo Concreto está com um projeto em Betim (MG) - o projeto do Distrito Industrial e Logístico Joseph Bacha desenvolvido com a Construtora Jab. Ele está no encontro da BR–040 com a Via Expressa e o futuro Rodoanel. "Nós construímos um acesso de quem vem de Belo Horizonte em direção a São Paulo. Construímos um túnel debaixo da BR–381, que foi um desafio enorme e uma obra muito gratificante. E o acesso, então, para essas áreas industriais com uma qualidade de execução, uma qualidade de paisagismo, um primor e um projeto muito completo", comemora o diretor do Grupo Concreto.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 04 Nov 2023 09:00:00 -0100</pubDate>
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      <itunes:summary>A temporada Minas S/A Liderança tem hoje o nono episódio com Miguel Safar Filho, 43, diretor do Grupo Concreto, e segue até este mês de novembro. Empresa mineira, com sede em Belo Horizonte, a Concreto está há 46 anos no mercado e atua nas áreas de coworkings, hotéis, construção civil predial, construção de loteamentos e de infraestrutura. "Nós temos produtos de alto padrão, temos os produtos de média renda, e dentro das outras áreas a gente também acaba tendo uma atuação muito diversificada. Na área de loteamentos a gente tem produtos em desenvolvimento na área de residencial de alto padrão. Nós temos produtos que foram lançados agora há pouco na área industrial e temos outros projetos para loteamentos residenciais de média renda também", explica Miguel. Com mil funcionários, o Grupo Concreto está com um projeto em Betim (MG) - o projeto do Distrito Industrial e Logístico Joseph Bacha desenvolvido com a Construtora Jab. Ele está no encontro da BR–040 com a Via Expressa e o futuro Rodoanel. "Nós construímos um acesso de quem vem de Belo Horizonte em direção a São Paulo. Construímos um túnel debaixo da BR–381, que foi um desafio enorme e uma obra muito gratificante. E o acesso, então, para essas áreas industriais com uma qualidade de execução, uma qualidade de paisagismo, um primor e um projeto muito completo", comemora o diretor do Grupo Concreto.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A temporada Minas S/A Liderança tem hoje o nono episódio com Miguel Safar Filho, 43, diretor do Grupo Concreto, e segue até este mês de novembro. Empresa mineira, com sede em Belo Horizonte, a Concreto está há 46 anos no mercado e atua nas áreas de cowork</itunes:subtitle>
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      <title>Nadim Donato cria o Senac+ com cursos gratuitos | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Liderança tem hoje o oitavo episódio, com Nadim Donato, presidente do Sistema Fecomércio MG (Federação do Comércio de Minas Gerais), e segue até novembro nas plataformas de O TEMPO. A Fecomércio MG tem 85 anos, 48 sindicatos filiados e as unidades fixas e móveis do Sesc e Senac. A receita anual do Sistema Fecomércio MG é de R$ 1 bilhão, além disso, há uma reserva em caixa para investir de R$ 1,7 bilhão. Com o projeto Senac+ , implantado neste ano, já foram abertas 20 mil vagas gratuitas para cursos em Minas Gerais abrangendo todas as áreas de bares, restaurantes e hotéis.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 28 Oct 2023 10:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Sistema Fiemg tem mais de R$ 2 bilhões em caixa para investir | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Liderança tem hoje o sétimo episódio, com Flávio Roscoe, 51, presidente do Sistema Fiemg (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais), e segue até novembro nas plataformas de O TEMPO. A Fiemg tem 90 anos, receita anual prevista de R$ 1,7 bilhão, um volume de mais de R$ 2 bilhões em caixa e 128 sindicatos. Agora, Flávio lidera a ampliação do ensino do Sesi e Senai que compõem o Sistema Fiemg com mais 40 unidades até 2025. Além disso, a intenção é administrar um volume significativo de escolas da rede pública por meio de parceria público-privada com o governo de Minas. "Quando a gente assumiu era um pouco mais de 70 mil alunos, hoje são 215 mil alunos. A gente triplicou até o momento. A nossa meta até a saída em dezembro de 2025 é chegar a 280 mil alunos, uma meta muito ambiciosa. Nós teremos quase 1,5% da população de Minas Gerais matriculada ou no Sesi ou no Senai", calcula o dirigente da Fiemg.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 21 Oct 2023 10:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Grupo Zelo tem 550 mil planos funerários em 14 Estados | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Liderança tem hoje o sexto episódio, com Lucas Provenza, 39, CEO do Grupo Zelo, e segue até novembro nas plataformas de O TEMPO. Do segmento funerário, a empresa está em 14 Estados e tem a previsão de faturamento de R$ 600 milhões neste ano. O Grupo Zelo tem 3,8 milhões de pessoas na carteira. “São 550 mil planos funerários, cada um com a média de quase sete pessoas por contrato. Então a primeira coisa que a gente vê é isso: a gente é uma empresa de assistência. Eu tenho 550 mil famílias hoje espalhadas em 14 Estados”, conta Lucas Provenza, CEO do Grupo Zelo que conta ainda com 22 cemitérios, sendo 11 operacionais e 11 ainda em fase pré-operacional.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 14 Oct 2023 10:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Banco Mercantil investe R$ 150 milhões em tecnologia por ano | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Liderança tem quinto episódio com Gustavo Araújo, 34, CEO do Banco Mercantil. Na tecnologia do banco, Gustavo tem liderado investimentos anuais de R$ 150 milhões. Há 80 anos no mercado, o banco mineiro é focado no público 50+. Gustavo assumiu a instituição financeira em agosto de 2020 e desde então tem liderado uma revolução tecnológica no banco que manteve sua sede em Belo Horizonte (MG) com clientes em todo o país. O banco tem capital aberto na Bolsa de Valores, registrou resultados recordes em seu balanço e, recentemente, fez um reposicionamento de marca. </p>]]>
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      <pubDate>Sat, 07 Oct 2023 10:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Unimed-BH inaugura hospital em Contagem em 2026 | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Liderança tem o quarto episódio com Frederico Peret – diretor-presidente da Unimed-BH, uma das maiores operadoras de planos de saúde do país, segundo a ANS – e segue até novembro nas plataformas de O TEMPO. A cooperativa mineira tem 1,55 milhão de clientes e 54% de participação de mercado. A Unimed-BH tem quatro hospitais e já começou as obras para a construção do quinto hospital que vai atender Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. </p>]]>
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      <pubDate>Sat, 30 Sep 2023 10:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Rubens Menin - MRV aposta no mercado internacional para crescer ainda mais | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Liderança tem hoje o terceiro episódio, com Rubens Menin– fundador da MRV, a maior construtora da América Latina, com presença em mais de cem cidades brasileiras - e segue até novembro nas plataformas de O TEMPO. Rubens Menin é presidente dos conselhos da MRV, Inter (banco digital), Log (de ativos logísticos e locação de galpões), Urba (desenvolvedora de bairros), Resia (incorporadora da MRV&amp;CO nos Estados Unidos); e nos veículos de comunicação CNN Brasil e Rádio Itatiaia. Rubens Menin também fundou a Menin Wine Company (de produção de vinhos), no Douro, em Portugal, e a Luggo - aluguel de moradia com serviços on demand - além de ser um dos sócios do Atlético. Na entrevista, o empresário fala sobre o processo de internacionalização das suas empresas nos Estados Unidos e na Europa, sobre filantropia, cenários no Brasil e no mundo, e o investimento em veículos de comunicação. </p>]]>
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      <pubDate>Sat, 23 Sep 2023 10:00:00 +0000</pubDate>
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      <itunes:summary>A temporada Minas S/A Liderança tem hoje o terceiro episódio, com Rubens Menin– fundador da MRV, a maior construtora da América Latina, com presença em mais de cem cidades brasileiras - e segue até novembro nas plataformas de O TEMPO. Rubens Menin é presidente dos conselhos da MRV, Inter (banco digital), Log (de ativos logísticos e locação de galpões), Urba (desenvolvedora de bairros), Resia (incorporadora da MRV&amp;amp;CO nos Estados Unidos); e nos veículos de comunicação CNN Brasil e Rádio Itatiaia. Rubens Menin também fundou a Menin Wine Company (de produção de vinhos), no Douro, em Portugal, e a Luggo - aluguel de moradia com serviços on demand - além de ser um dos sócios do Atlético. Na entrevista, o empresário fala sobre o processo de internacionalização das suas empresas nos Estados Unidos e na Europa, sobre filantropia, cenários no Brasil e no mundo, e o investimento em veículos de comunicação. </itunes:summary>
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      <title>Cedro Têxtil faz 151 anos com projeto de investir até R$ 150 milhões | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A Liderança tem o segundo episódio com Marco Antônio Branquinho, diretor-presidente da Cedro Têxtil, e segue até novembro nas plataformas de O TEMPO. Produtora de tecidos para uniformes corporativos e jeans, a Cedro tem 151 anos, quatro fábricas em Minas Gerais, 3.500 funcionários, capital aberto na Bolsa de Valores e capacidade de produção de 70 milhões de metros de tecido linear.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 16 Sep 2023 19:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Sistema Faemg Senar tem a maior federação do país | Minas S/A</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A, desta vez com o tema Liderança, começa hoje com Antônio Pitangui de Salvo, presidente do Sistema Faemg Senar, e segue até novembro nas plataformas de O TEMPO. O Sistema Faemg Senar tem a maior federação do Brasil com 394 sindicatos rurais com atuação em 800 municípios mineiros. Em 2022, o agronegócio gerou um PIB de R$ 2,46 trilhões no país e em Minas Gerais foi de R$ 205 bilhões. Na entrevista, Salvo fala sobre o trabalho da entidade, os reflexos da reforma tributária no setor, os desafios da atividade, novos mercados, o relacionamento com os governos, as narrativas negativas que prejudicam o produtor e os gargalos que barram um desenvolvimento maior da atividade entre outros assuntos.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 09 Sep 2023 19:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Ero Brasil, de cobre e ouro, investe R$ 2,5 bilhões no país neste ano</title>
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        <![CDATA[<p>Eduardo de Come, CEO da Ero Brasil, é o décimo entrevistado da temporada Minas S/A Liderança, que vai até este mês nas plataformas de O TEMPO. A Ero Brasil – que tem a canadense Ero Cooper como acionista majoritária no Brasil – é mineradora de cobre e ouro. Tem minas de cobre na Bahia e no Pará, mina de ouro no Mato Grosso, e unidade em Minas Gerais. A empresa está investindo R$ 2,5 bilhões no Brasil neste ano, sendo 45% dos recursos para a mina do Pará e outros 40% para a operação da Bahia. Ainda na Bahia, a Ero Brasil está aplicando US$ 200 milhões num shaft (elevador), um dos maiores da América Latina, para ir da superfície até o ponto de lavra em 11 minutos. Hoje, o trajeto é de 2 horas. </p>]]>
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      <pubDate>Sat, 27 May 2023 17:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>CBMM investe mais R$ 700 milhões em Araxá neste ano</title>
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        <![CDATA[<p>Ricardo Lima, CEO da CBMM, é o nono entrevistado da temporada Minas S/A Liderança, que segue até este mês nas plataformas de O TEMPO. A CBMM fabrica produtos de nióbio em Araxá (MG). O nióbio é usado para dar mais resistência ao aço, em baterias, dentre outras funções. Agora, Ricardo lidera mais um ciclo de investimentos de R$ 700 milhões em Araxá – tanto em tecnologia, como uma nova fábrica para aumentar a capacidade de materiais para bateria. No segundo semestre, a CBMM apresenta o primeiro veículo no mundo concebido com a tecnologia do nióbio. “Vamos ter um ônibus 100% elétrico com óxido de nióbio na bateria feita pela Toshiba”, comemora o CEO da CBMM referindo-se ao veículo feito pela Volkswagen Caminhões e Ônibus do Brasil na fábrica de Resende (RJ).</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 20 May 2023 17:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Aos 60 anos, Grupo Patrimar inova em soluções habitacionais</title>
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        <![CDATA[<p>Felipe Enck Gonçalves, 42, diretor executivo de finanças e relações com investidores do Grupo Patrimar, é o oitavo entrevistado da temporada Minas S/A Liderança que segue até este mês nas plataformas de O TEMPO. O Grupo Patrimar – construtora e incorporadora mineira que atua nas classes alta, média e econômica em Belo Horizonte e Nova Lima, no Rio de Janeiro e no interior de São Paulo – completa neste mês 60 anos. Com as empresas Novolar e Patrimar e um banco de terrenos da ordem de R$ 12 bilhões, Felipe conta sobre as novas formas de construção voltadas para o público jovem e a perspectiva de lançamentos da ordem de R$ 3,5 bilhões a R$ 4,5 bilhões por ano.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 13 May 2023 17:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Raízen anuncia investimento de R$ 100 milhões em Minas</title>
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        <![CDATA[<p>Rafael Rebello, diretor de soluções de energia e renováveis da Raízen, é o sétimo entrevistado da temporada Minas S/A Liderança, que segue até este mês nas plataformas de O TEMPO. A empresa de bioenergia é resultado de uma joint-venture entre Cosan e Shell.</p>
<p>A Raízen abriu capital em 2021 na B3, a Bolsa de Valores do Brasil, e é uma empresa que produz cana-de-açúcar (na última safra foram 76 milhões de toneladas), etanol (é a maior do mundo, com 3,5 bilhões de litros) e açúcar (mais de 6 milhões de toneladas). São 35 parques de bioenergia, sendo dois em Minas Gerais. O Estado ainda vai ganhar outras quatro usinas até 2024.</p>]]>
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<p>A Raízen abriu capital em 2021 na B3, a Bolsa de Valores do Brasil, e é uma empresa que produz cana-de-açúcar (na última safra foram 76 milhões de toneladas), etanol (é a maior do mundo, com 3,5 bilhões de litros) e açúcar (mais de 6 milhões de toneladas). São 35 parques de bioenergia, sendo dois em Minas Gerais. O Estado ainda vai ganhar outras quatro usinas até 2024.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 06 May 2023 17:00:00 +0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Rafael Rebello, diretor de soluções de energia e renováveis da Raízen, é o sétimo entrevistado da temporada Minas S/A Liderança, que segue até este mês nas plataformas de O TEMPO. A empresa de bioenergia é resultado de uma joint-venture entre Cosan e Shell.
A Raízen abriu capital em 2021 na B3, a Bolsa de Valores do Brasil, e é uma empresa que produz cana-de-açúcar (na última safra foram 76 milhões de toneladas), etanol (é a maior do mundo, com 3,5 bilhões de litros) e açúcar (mais de 6 milhões de toneladas). São 35 parques de bioenergia, sendo dois em Minas Gerais. O Estado ainda vai ganhar outras quatro usinas até 2024.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Rafael Rebello, diretor de soluções de energia e renováveis da Raízen, é o sétimo entrevistado da temporada Minas S/A Liderança, que segue até este mês nas plataformas de O TEMPO. A empresa de bioenergia é resultado de uma joint-venture entre Cosan e Shel</itunes:subtitle>
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      <title>Tailor aposta em atendimento diferenciado para crescer mais</title>
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        <![CDATA[<p>Com 12 anos de carreira e mais de 3.000 entrevistas no currículo, Bruno da Matta Machado, sócio e um dos fundadores da Tailor – consultoria mineira especializada no recrutamento de executivos –, é o sexto entrevistado da temporada Minas S/A Liderança, que segue até o mês de maio nas plataformas de O TEMPO.</p>
<p>A Tailor tem atuação nacional e clientes ativos em 15 Estados, com sede em Belo Horizonte e escritório regional em São Paulo. O foco dela é no serviço customizado de headhunter, com consultoria sob medida para cargos estratégicos de liderança para a indústria e empresas, geralmente grandes companhias.</p>]]>
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<p>A Tailor tem atuação nacional e clientes ativos em 15 Estados, com sede em Belo Horizonte e escritório regional em São Paulo. O foco dela é no serviço customizado de headhunter, com consultoria sob medida para cargos estratégicos de liderança para a indústria e empresas, geralmente grandes companhias.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 29 Apr 2023 17:00:00 +0000</pubDate>
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A Tailor tem atuação nacional e clientes ativos em 15 Estados, com sede em Belo Horizonte e escritório regional em São Paulo. O foco dela é no serviço customizado de headhunter, com consultoria sob medida para cargos estratégicos de liderança para a indústria e empresas, geralmente grandes companhias.</itunes:summary>
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      <title>Farmax quer alcançar R$ 1 bi de receita líquida por ano</title>
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        <![CDATA[<p>Ronaldo Ribeiro, 47, CEO da Farmax há cinco anos, é o quinto entrevistado da temporada Minas S/A Liderança, que segue até o mês de maio nas plataformas de O TEMPO. Com mais de 40 anos no mercado, a Farmax tem quase mil colaboradores e um parque industrial de 60 mil metros quadrados em Divinópolis, na região Centro-Oeste de Minas Gerais. </p>
<p>A companhia já possui dez marcas, com mais de 450 produtos nas linhas cosmética e farmacêutica. Segundo Ronaldo, que é mineiro nascido em Lagoa Santa, na região metropolitana de Belo Horizonte, a meta é triplicar de tamanho, alcançando R$ 1 bilhão em receita líquida por ano.</p>]]>
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<p>A companhia já possui dez marcas, com mais de 450 produtos nas linhas cosmética e farmacêutica. Segundo Ronaldo, que é mineiro nascido em Lagoa Santa, na região metropolitana de Belo Horizonte, a meta é triplicar de tamanho, alcançando R$ 1 bilhão em receita líquida por ano.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 22 Apr 2023 17:00:00 +0000</pubDate>
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      <itunes:summary>Ronaldo Ribeiro, 47, CEO da Farmax há cinco anos, é o quinto entrevistado da temporada Minas S/A Liderança, que segue até o mês de maio nas plataformas de O TEMPO. Com mais de 40 anos no mercado, a Farmax tem quase mil colaboradores e um parque industrial de 60 mil metros quadrados em Divinópolis, na região Centro-Oeste de Minas Gerais. 
A companhia já possui dez marcas, com mais de 450 produtos nas linhas cosmética e farmacêutica. Segundo Ronaldo, que é mineiro nascido em Lagoa Santa, na região metropolitana de Belo Horizonte, a meta é triplicar de tamanho, alcançando R$ 1 bilhão em receita líquida por ano.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Ronaldo Ribeiro, 47, CEO da Farmax há cinco anos, é o quinto entrevistado da temporada Minas S/A Liderança, que segue até o mês de maio nas plataformas de O TEMPO. Com mais de 40 anos no mercado, a Farmax tem quase mil colaboradores e um parque industrial</itunes:subtitle>
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      <title>Sekita Agronegócios produzirá 125 mil litros de leite por dia</title>
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        <![CDATA[<p>Makoto Sekita, um dos fundadores da Sekita Agronegócios, é o quarto entrevistado da temporada Minas S/A Liderança, que segue até maio em todas as plataformas de O TEMPO. Com 5.000 hectares, a Sekita é uma das maiores produtoras de cenoura, beterraba e leite do país, além de repolho, alho e cereais. São mais de 100 mil toneladas de alimentos produzidos por ano. </p>
<p>Ela fica em Rio Paranaíba, no Alto Paranaíba, em Minas Gerais. Em 1990, Makoto, seu irmão Tamil e amigos fundaram a Sekita Agronegócios. Ranking da MilkPoint mostra que a Sekita tem a terceira maior produção de leite do Brasil, com 75 mil litros por dia, e vai passar a 125 mil litros por dia em três anos.</p>]]>
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<p>Ela fica em Rio Paranaíba, no Alto Paranaíba, em Minas Gerais. Em 1990, Makoto, seu irmão Tamil e amigos fundaram a Sekita Agronegócios. Ranking da MilkPoint mostra que a Sekita tem a terceira maior produção de leite do Brasil, com 75 mil litros por dia, e vai passar a 125 mil litros por dia em três anos.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 15 Apr 2023 17:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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Ela fica em Rio Paranaíba, no Alto Paranaíba, em Minas Gerais. Em 1990, Makoto, seu irmão Tamil e amigos fundaram a Sekita Agronegócios. Ranking da MilkPoint mostra que a Sekita tem a terceira maior produção de leite do Brasil, com 75 mil litros por dia, e vai passar a 125 mil litros por dia em três anos.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Makoto Sekita, um dos fundadores da Sekita Agronegócios, é o quarto entrevistado da temporada Minas S/A Liderança, que segue até maio em todas as plataformas de O TEMPO. Com 5.000 hectares, a Sekita é uma das maiores produtoras de cenoura, beterraba e lei</itunes:subtitle>
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      <title>Rede Mater Dei abre hospital em Nova Lima em 2024</title>
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        <![CDATA[<p>Henrique Salvador, 64, presidente da Rede Mater Dei, é o terceiro entrevistado da temporada Minas S/A Liderança, que segue até o mês de maio nas plataformas de O TEMPO. A primeira unidade, o Hospital Mater Dei Santo Agostinho, foi inaugurada em 1º de junho de 1980 por seu fundador José Salvador Silva.</p>
<p>Desde 2011, seu filho, o médico Henrique Salvador, comanda a Rede Mater Dei, que tem 12 unidades, sendo dez hospitais. São mais de 10,2 mil colaboradores e mais de 2.700 leitos, e a estrutura não vai parar de crescer com mais expansões e aquisições de hospitais. A próxima expansão será em Nova Lima (MG). Em 2024, a rede mineira inaugura o Mater Dei Nova Lima, com 110 leitos. </p>]]>
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<p>Desde 2011, seu filho, o médico Henrique Salvador, comanda a Rede Mater Dei, que tem 12 unidades, sendo dez hospitais. São mais de 10,2 mil colaboradores e mais de 2.700 leitos, e a estrutura não vai parar de crescer com mais expansões e aquisições de hospitais. A próxima expansão será em Nova Lima (MG). Em 2024, a rede mineira inaugura o Mater Dei Nova Lima, com 110 leitos. </p>]]>
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      <pubDate>Sat, 08 Apr 2023 17:00:00 +0000</pubDate>
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Desde 2011, seu filho, o médico Henrique Salvador, comanda a Rede Mater Dei, que tem 12 unidades, sendo dez hospitais. São mais de 10,2 mil colaboradores e mais de 2.700 leitos, e a estrutura não vai parar de crescer com mais expansões e aquisições de hospitais. A próxima expansão será em Nova Lima (MG). Em 2024, a rede mineira inaugura o Mater Dei Nova Lima, com 110 leitos. </itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Henrique Salvador, 64, presidente da Rede Mater Dei, é o terceiro entrevistado da temporada Minas S/A Liderança, que segue até o mês de maio nas plataformas de O TEMPO. A primeira unidade, o Hospital Mater Dei Santo Agostinho, foi inaugurada em 1º de junh</itunes:subtitle>
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      <title>Superintendente do Shopping Cidade fala sobre planos de crescimento</title>
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        <![CDATA[<p>MINAS S/A - Luciane Starling, superintendente do Shopping Cidade, em Belo Horizonte, é a segunda entrevistada da temporada Minas S/A Liderança, que segue até o mês de maio nas plataformas de O TEMPO. </p>
<p>Luciane está há 17 anos no comando do mall, que está completando 32 anos. Com 180 operações e 50 mil visitantes por dia, Luciane admite que o shopping, instalado no centro da capital mineira, vai crescer. “A gente está com uma previsão de uma expansão usando parte do nosso estacionamento”, confirma a executiva. </p>
<p>Luciane também analisa a situação dos moradores de rua em Belo Horizonte e a forma como isso impacta o negócio, além de refletir sobre programas para a comunidade local.</p>]]>
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<p>Luciane está há 17 anos no comando do mall, que está completando 32 anos. Com 180 operações e 50 mil visitantes por dia, Luciane admite que o shopping, instalado no centro da capital mineira, vai crescer. “A gente está com uma previsão de uma expansão usando parte do nosso estacionamento”, confirma a executiva. </p>
<p>Luciane também analisa a situação dos moradores de rua em Belo Horizonte e a forma como isso impacta o negócio, além de refletir sobre programas para a comunidade local.</p>]]>
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      <author>OTEMPO</author>
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Luciane está há 17 anos no comando do mall, que está completando 32 anos. Com 180 operações e 50 mil visitantes por dia, Luciane admite que o shopping, instalado no centro da capital mineira, vai crescer. “A gente está com uma previsão de uma expansão usando parte do nosso estacionamento”, confirma a executiva. 
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      <title>Gerdau quer investir mais R$ 5 bilhões em Minas Gerais</title>
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        <![CDATA[<p>A temporada Minas S/A, desta vez com o tema Liderança, começa com Gustavo Werneck, 50 anos, diretor-presidente e CEO da Gerdau, e segue até maio nas plataformas de O TEMPO. A Gerdau é a maior produtora de aço do Brasil, com 122 anos, mais de 36 mil colaboradores e presença em nove países. Líder de gente, Gustavo conseguiu junto com seu time dar o melhor resultado financeiro da história da Gerdau. Agora, o executivo parte para o planejamento de um novo investimento de R$ 5 bilhões, que quer fazer em Minas Gerais, muito direcionado para a mineração e para a usina de Ouro Branco. Em contrapartida, quer celeridade do governo do Estado na aprovação de licenças e na formação de mão de obra qualificada. </p>]]>
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      <pubDate>Sat, 25 Mar 2023 16:00:00 -0100</pubDate>
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      <itunes:summary>A temporada Minas S/A, desta vez com o tema Liderança, começa com Gustavo Werneck, 50 anos, diretor-presidente e CEO da Gerdau, e segue até maio nas plataformas de O TEMPO. A Gerdau é a maior produtora de aço do Brasil, com 122 anos, mais de 36 mil colaboradores e presença em nove países. Líder de gente, Gustavo conseguiu junto com seu time dar o melhor resultado financeiro da história da Gerdau. Agora, o executivo parte para o planejamento de um novo investimento de R$ 5 bilhões, que quer fazer em Minas Gerais, muito direcionado para a mineração e para a usina de Ouro Branco. Em contrapartida, quer celeridade do governo do Estado na aprovação de licenças e na formação de mão de obra qualificada. </itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A temporada Minas S/A, desta vez com o tema Liderança, começa com Gustavo Werneck, 50 anos, diretor-presidente e CEO da Gerdau, e segue até maio nas plataformas de O TEMPO. A Gerdau é a maior produtora de aço do Brasil, com 122 anos, mais de 36 mil colabo</itunes:subtitle>
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      <title>Laticínios Porto Alegre abrirá sexta fábrica em Patos de Minas - Minas S/A - Episódio 10</title>
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        <![CDATA[<p>João Lúcio Barreto Carneiro, diretor-presidente do Laticínios Porto Alegre, é o décimo entrevistado da temporada Minas S/A sobre o setor supermercadista, que termina hoje nas plataformas de O TEMPO. O começo foi na Fazenda Porto Alegre, em Rio Doce (MG) há 31 anos, quando João fabricava queijo. Em 1994, houve a transferência para Ponte Nova. Da produção de 1.500 litros de leite por dia, a Porto Alegre tem hoje a captação de 1,150 milhão de litros por dia de 2.500 produtores. Com fábricas em Ponte Nova, Mutum, Antônio Carlos, Espírito Santo e Rio de Janeiro, a empresa vai dobrar de tamanho até o final de 2026 com investimentos de R$ 200 milhões e fábrica em Patos de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 17 Dec 2022 16:00:00 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Forno de Minas detém 49,5% do mercado de pão de queijo no país - Minas S/A - Episódio 9</title>
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        <![CDATA[<p>Rodrigo Abreu, diretor comercial da Forno de Minas, é o nono entrevistado da temporada Minas S/A sobre o setor supermercadista, que segue neste mês em todas as plataformas de O TEMPO. A Forno de Minas tem fábrica em Contagem (MG), onde produz 3.500 toneladas de produtos por mês, e laticínio que fabrica 400 toneladas de queijo por mês. Rodrigo ressalta a liderança da Forno de Minas, que detém 49,5% do mercado brasileiro de vendas de pão de queijo em supermercados, segundo a Nielsen. A marca também vende: waffle, lasanha, pão de queijo waffle e a linha de folhados. Com 45 mil pontos de venda no Brasil, os produtos da Forno de Minas também estão em 8.000 pontos de venda no exterior.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 10 Dec 2022 16:00:00 -0100</pubDate>
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      <itunes:summary>Rodrigo Abreu, diretor comercial da Forno de Minas, é o nono entrevistado da temporada Minas S/A sobre o setor supermercadista, que segue neste mês em todas as plataformas de O TEMPO. A Forno de Minas tem fábrica em Contagem (MG), onde produz 3.500 toneladas de produtos por mês, e laticínio que fabrica 400 toneladas de queijo por mês. Rodrigo ressalta a liderança da Forno de Minas, que detém 49,5% do mercado brasileiro de vendas de pão de queijo em supermercados, segundo a Nielsen. A marca também vende: waffle, lasanha, pão de queijo waffle e a linha de folhados. Com 45 mil pontos de venda no Brasil, os produtos da Forno de Minas também estão em 8.000 pontos de venda no exterior.</itunes:summary>
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      <title>Coffee++ quer ser a 1ª marca brasileira mundial de café - Minas S/A - Episódio 8</title>
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        <![CDATA[<p>Leonardo Montesanto, fundador da Coffee++, é o oitavo entrevistado da temporada Minas S/A sobre o setor supermercadista, que segue até este mês de dezembro em todas as plataformas de O TEMPO. Leo, como é conhecido no mercado, fundou a marca mineira de cafés especiais há dois anos. Antes, ele teve uma empresa de logística e comandou as fazendas do grupo da família, Montesanto Tavares, há 69 anos no mercado e que é o maior exportador de café do Brasil. Mas Leo sempre carregou o sonho do avô Aprígio “de ver o Brasil tomar o café que sempre foi exportado”. Foi o que fez, após ganhar um prêmio de melhor café do mundo. Hoje, a Coffee++ está em 700 lojas de supermercados, tem loja virtual e quer ganhar o mercado internacional como a primeira marca brasileira mundial de café.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 03 Dec 2022 16:00:00 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Decisão Atacarejo planeja abrir mais três lojas até 2025 - Minas S/A - Episódio 7</title>
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        <![CDATA[<p>Valéria Bax, conselheira do Decisão Atacarejo, é a sétima entrevistada da temporada Minas S/A sobre o setor supermercadista, que segue até dezembro em todas as plataformas de O TEMPO. A empresa tem aproximadamente 600 colaboradores e está em Belo Horizonte com quatro lojas; duas unidades na cidade de Santa Luzia; e uma loja em Lagoa Santa, na grande Beagá. Empresa familiar, o Decisão Atacarejo tem plano de abrir mais três unidades até 2025 e, se depender do ambiente de negócios, a expansão pode ser até maior. A operação que conta com cartão de crédito próprio, escola de gastronomia, e presença em alguns marketplaces, também vai contratar de 50 a 80 pessoas por nova loja.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 26 Nov 2022 16:00:00 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <title>Sistema Fecomércio Sesc Senac tem nova direção em Minas Gerais - Minas S/A - Episódio 6</title>
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        <![CDATA[<p>Nadim Elias Donato Filho, presidente do Sistema Federação do Comércio, Sesc e Senac Minas, é o sexto entrevistado da temporada Minas S/A sobre o setor supermercadista, que segue até dezembro em todas as plataformas de O TEMPO. Nadim assume um orçamento de cerca de R$ 1,2 bilhão, com quase 4.800 funcionários. A Federação do Comércio tem na sua base quase 800 mil empresas, com 62% dos empregos formais – 2,8 milhões de empregos diretos em Minas Gerais. “Queremos fortalecer os sindicatos. O Sesc, o Senac têm papéis sociais, mas o papel da federação é a representatividade do empresário, seja ele pequeno, médio ou grande”, explica o dirigente, que comanda um trabalho de reestruturação da entidade.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 19 Nov 2022 16:00:00 -0100</pubDate>
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      <title>Grupo ABC quer chegar a 100 lojas nos próximos 3 anos - Minas S/A - Episódio 5</title>
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        <![CDATA[<p>Thulio Fernandes Martins, diretor do Grupo ABC, é o quinto entrevistado da temporada Minas S/A sobre o setor supermercadista, que segue até dezembro em todas as plataformas de O TEMPO. Thulio, 35, começou a trabalhar, aos 11 anos, na empresa fundada pelo pai, Valdemar Martins. Hoje, faz um comando compartilhado com o irmão Thiago, 42. O ABC tem 40 anos e presença em 40 cidades mineiras. Com treinamento diferenciado e 8.100 funcionários, o grupo reúne supermercados, atacarejos, drogarias, postos de combustíveis, restaurantes e empresa financeira. Neste ano, são mais 1.940 funcionários para sustentar o crescimento da rede de 65 lojas, que abriu 12 unidades em 2022 e vai inaugurar outras 12 em 2023. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 11 Nov 2022 18:42:40 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <itunes:summary>Thulio Fernandes Martins, diretor do Grupo ABC, é o quinto entrevistado da temporada Minas S/A sobre o setor supermercadista, que segue até dezembro em todas as plataformas de O TEMPO. Thulio, 35, começou a trabalhar, aos 11 anos, na empresa fundada pelo pai, Valdemar Martins. Hoje, faz um comando compartilhado com o irmão Thiago, 42. O ABC tem 40 anos e presença em 40 cidades mineiras. Com treinamento diferenciado e 8.100 funcionários, o grupo reúne supermercados, atacarejos, drogarias, postos de combustíveis, restaurantes e empresa financeira. Neste ano, são mais 1.940 funcionários para sustentar o crescimento da rede de 65 lojas, que abriu 12 unidades em 2022 e vai inaugurar outras 12 em 2023. </itunes:summary>
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      <title>Supermercadistas empregam 3,1 milhões de pessoas - Minas S/A - Episódio 4</title>
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        <![CDATA[<p>Marcio Milan, vice-presidente institucional da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), é o quarto entrevistado da temporada Minas S/A sobre o setor supermercadista, que segue até dezembro em todas as plataformas de O TEMPO. Há 50 anos no mercado - 44 deles no GPA (Grupo Pão de Açúcar) e os últimos seis anos na Abras -, Marcio fala sobre as necessidades do setor: reforma tributária, segurança jurídica, reforma trabalhista e a questão das multas. Debates essenciais para um setor que representa 7,03% do PIB do país e tem 3,1 milhões de colaboradores diretos e indiretos. Além disso, são mais de 28 milhões de consumidores por dia nas lojas do setor (92.588 unidades em todo o país) e um faturamento de R$ 611,2 bilhões em 2021.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Marcio Milan, vice-presidente institucional da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), é o quarto entrevistado da temporada Minas S/A sobre o setor supermercadista, que segue até dezembro em todas as plataformas de O TEMPO. Há 50 anos no mercado - 44 deles no GPA (Grupo Pão de Açúcar) e os últimos seis anos na Abras -, Marcio fala sobre as necessidades do setor: reforma tributária, segurança jurídica, reforma trabalhista e a questão das multas. Debates essenciais para um setor que representa 7,03% do PIB do país e tem 3,1 milhões de colaboradores diretos e indiretos. Além disso, são mais de 28 milhões de consumidores por dia nas lojas do setor (92.588 unidades em todo o país) e um faturamento de R$ 611,2 bilhões em 2021.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 05 Nov 2022 16:00:00 -0100</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <itunes:summary>Marcio Milan, vice-presidente institucional da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), é o quarto entrevistado da temporada Minas S/A sobre o setor supermercadista, que segue até dezembro em todas as plataformas de O TEMPO. Há 50 anos no mercado - 44 deles no GPA (Grupo Pão de Açúcar) e os últimos seis anos na Abras -, Marcio fala sobre as necessidades do setor: reforma tributária, segurança jurídica, reforma trabalhista e a questão das multas. Debates essenciais para um setor que representa 7,03% do PIB do país e tem 3,1 milhões de colaboradores diretos e indiretos. Além disso, são mais de 28 milhões de consumidores por dia nas lojas do setor (92.588 unidades em todo o país) e um faturamento de R$ 611,2 bilhões em 2021.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Marcio Milan, vice-presidente institucional da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), é o quarto entrevistado da temporada Minas S/A sobre o setor supermercadista, que segue até dezembro em todas as plataformas de O TEMPO. Há 50 anos no mercado -</itunes:subtitle>
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      <title>Grupo Supernosso vai abrir 7 lojas por ano - Minas S/A - Episódio 3</title>
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        <![CDATA[<p>Euler Fuad Nejm, fundador e presidente do Grupo Supernosso, é o terceiro entrevistado da temporada Minas S/A sobre o setor supermercadista, que segue até dezembro em todas as plataformas de O TEMPO. Apaixonado pelo que faz há 52 anos, Euler diz que vai trabalhar todos os dias como se fosse o primeiro. E desafio é o que não falta: 10 mil colaboradores, 72 lojas, deve faturar quase R$ 4 bilhões neste ano e, há um ano, fez parceria para administrar 16 lojas do Carrefour Bairro em Belo Horizonte, iniciativa inédita no mundo.</p>
<p>O plano até 2030 é de abrir sete lojas e criar quase mil empregos por ano e se expandir em Minas. Decminas, Apoio, Supernosso, Momento Supernosso e Be Honest formam o escopo do grupo. </p>]]>
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<p>O plano até 2030 é de abrir sete lojas e criar quase mil empregos por ano e se expandir em Minas. Decminas, Apoio, Supernosso, Momento Supernosso e Be Honest formam o escopo do grupo. </p>]]>
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      <pubDate>Sat, 29 Oct 2022 17:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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      <itunes:summary>Euler Fuad Nejm, fundador e presidente do Grupo Supernosso, é o terceiro entrevistado da temporada Minas S/A sobre o setor supermercadista, que segue até dezembro em todas as plataformas de O TEMPO. Apaixonado pelo que faz há 52 anos, Euler diz que vai trabalhar todos os dias como se fosse o primeiro. E desafio é o que não falta: 10 mil colaboradores, 72 lojas, deve faturar quase R$ 4 bilhões neste ano e, há um ano, fez parceria para administrar 16 lojas do Carrefour Bairro em Belo Horizonte, iniciativa inédita no mundo.
O plano até 2030 é de abrir sete lojas e criar quase mil empregos por ano e se expandir em Minas. Decminas, Apoio, Supernosso, Momento Supernosso e Be Honest formam o escopo do grupo. </itunes:summary>
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      <title>Assaí Atacadista vai gerar 2.500 empregos em MG - Minas S/A - Episódio 2</title>
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        <![CDATA[<p>Segundo entrevistado da temporada Minas S/A sobre o setor supermercadista, que segue até dezembro em todas as plataformas de O TEMPO, Murilo Coelho é o diretor regional do Assaí Atacadista em Minas Gerais.</p>
<p>Atualmente, o grupo conta com mais de 230 lojas distribuídas pelo Brasil. Para 2022, a expectativa é a abertura de cerca de 50 lojas, e o objetivo é chegar a 300 lojas em 2023. Em Minas Gerais, Coelho conta que o Assaí tem quatro unidades em Contagem, Uberlândia, Sete Lagoas e Betim. Três lojas serão inauguradas em Belo Horizonte até o final do primeiro semestre de 2023: na av. Francisco Sales, no Minas Shopping e no bairro Belvedere. Até o final do próximo ano, vai abrir em Ipatinga e Juiz de Fora.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Segundo entrevistado da temporada Minas S/A sobre o setor supermercadista, que segue até dezembro em todas as plataformas de O TEMPO, Murilo Coelho é o diretor regional do Assaí Atacadista em Minas Gerais.</p>
<p>Atualmente, o grupo conta com mais de 230 lojas distribuídas pelo Brasil. Para 2022, a expectativa é a abertura de cerca de 50 lojas, e o objetivo é chegar a 300 lojas em 2023. Em Minas Gerais, Coelho conta que o Assaí tem quatro unidades em Contagem, Uberlândia, Sete Lagoas e Betim. Três lojas serão inauguradas em Belo Horizonte até o final do primeiro semestre de 2023: na av. Francisco Sales, no Minas Shopping e no bairro Belvedere. Até o final do próximo ano, vai abrir em Ipatinga e Juiz de Fora.</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 22 Oct 2022 17:00:00 +0000</pubDate>
      <author>OTEMPO</author>
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Atualmente, o grupo conta com mais de 230 lojas distribuídas pelo Brasil. Para 2022, a expectativa é a abertura de cerca de 50 lojas, e o objetivo é chegar a 300 lojas em 2023. Em Minas Gerais, Coelho conta que o Assaí tem quatro unidades em Contagem, Uberlândia, Sete Lagoas e Betim. Três lojas serão inauguradas em Belo Horizonte até o final do primeiro semestre de 2023: na av. Francisco Sales, no Minas Shopping e no bairro Belvedere. Até o final do próximo ano, vai abrir em Ipatinga e Juiz de Fora.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Segundo entrevistado da temporada Minas S/A sobre o setor supermercadista, que segue até dezembro em todas as plataformas de O TEMPO, Murilo Coelho é o diretor regional do Assaí Atacadista em Minas Gerais.
Atualmente, o grupo conta com mais de 230 lojas </itunes:subtitle>
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      <title>Sistema Faemg faz a defesa do produtor rural - Minas S/A - Episódio 1</title>
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        <![CDATA[<p>Antônio Pitangui de Salvo, presidente do Sistema Faemg (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado e Minas Gerais), comanda a maior federação do país com 387 sindicatos rurais e extensões de base com um alcance de quase 800 municípios mineiros e representa mais de 600 mil produtores rurais.</p>
<p>O Sistema Faemg também é composto pelo Senac Minas (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) e o Inaes (Instituto Antônio Ernesto de Salvo). “Menos BH, Mais interior de Minas. Este é o lema da nova diretoria da entidade.</p>
<p>Salvo quer que a entidade tenha um sistema itinerante viajando a cada uma das regiões do Estado para que o produtor volte a ter o ânimo necessário para resultados melhores para o campo e a população. Antônio de Salvo explica ainda a necessidade do uso de defensivos agrícolas na terra. Ele informa que toda nova molécula passa pela aprovação de todos os órgãos sérios que existem no Brasil.</p>
<p>Além disso, a liberação demora dois anos de testes e normalmente elas já estão aprovadas nos Estados Unidos, Europa e Ásia. “Elas são mais baratas e modernas com menos toxicidade e mais eficiência. Os defensivos são responsáveis pela nossa garantia alimentar e fartura que existe no Brasil”, afirma Salvo.</p>
<p>O presidente do Sistema Faemg explica ainda como os produtores rurais são os maiores preservadores do meio ambiente e a interlocução com os governos estadual, federal e o legislativo para melhores políticas para o agronegócio.</p>]]>
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<p>O Sistema Faemg também é composto pelo Senac Minas (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) e o Inaes (Instituto Antônio Ernesto de Salvo). “Menos BH, Mais interior de Minas. Este é o lema da nova diretoria da entidade.</p>
<p>Salvo quer que a entidade tenha um sistema itinerante viajando a cada uma das regiões do Estado para que o produtor volte a ter o ânimo necessário para resultados melhores para o campo e a população. Antônio de Salvo explica ainda a necessidade do uso de defensivos agrícolas na terra. Ele informa que toda nova molécula passa pela aprovação de todos os órgãos sérios que existem no Brasil.</p>
<p>Além disso, a liberação demora dois anos de testes e normalmente elas já estão aprovadas nos Estados Unidos, Europa e Ásia. “Elas são mais baratas e modernas com menos toxicidade e mais eficiência. Os defensivos são responsáveis pela nossa garantia alimentar e fartura que existe no Brasil”, afirma Salvo.</p>
<p>O presidente do Sistema Faemg explica ainda como os produtores rurais são os maiores preservadores do meio ambiente e a interlocução com os governos estadual, federal e o legislativo para melhores políticas para o agronegócio.</p>]]>
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      <author>OTEMPO</author>
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O Sistema Faemg também é composto pelo Senac Minas (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) e o Inaes (Instituto Antônio Ernesto de Salvo). “Menos BH, Mais interior de Minas. Este é o lema da nova diretoria da entidade.
Salvo quer que a entidade tenha um sistema itinerante viajando a cada uma das regiões do Estado para que o produtor volte a ter o ânimo necessário para resultados melhores para o campo e a população. Antônio de Salvo explica ainda a necessidade do uso de defensivos agrícolas na terra. Ele informa que toda nova molécula passa pela aprovação de todos os órgãos sérios que existem no Brasil.
Além disso, a liberação demora dois anos de testes e normalmente elas já estão aprovadas nos Estados Unidos, Europa e Ásia. “Elas são mais baratas e modernas com menos toxicidade e mais eficiência. Os defensivos são responsáveis pela nossa garantia alimentar e fartura que existe no Brasil”, afirma Salvo.
O presidente do Sistema Faemg explica ainda como os produtores rurais são os maiores preservadores do meio ambiente e a interlocução com os governos estadual, federal e o legislativo para melhores políticas para o agronegócio.</itunes:summary>
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