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    <title>Memorial de Ares</title>
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    <description>Memorial de Ares, experiências contadas do espaço. Um memorial é um diário, um relato, e os “ares” aqui entendi como os lugares (como o que reconhecemos na expressão mudar de ares). É também, e sobretudo, uma referência à magnífica peça escrita por Machado de Assis “Memorial de Aires”. O que motiva o programa que, ao lado de outros, anda à roda da arquitetura, é, justamente, a relação com as questões que têm como centro a arquitectura, mesmo quando partindo de outros quadrantes.Interessará sempre mais olhar para essas questões nos momentos antes de elas serem disciplinadas, isto é, antes de se tornarem na (disciplina) Arquitectura.Assim, antes dela: o espaço – que toda a gente sabe o que é, e toda a gente com ele lida, sem precisar de ser arquitecto – e também a construção, entendida no sentido de coisa que é o expressar-se, materializar-se de uma ideia (coisa sem matéria). Assim a construção é também assunto não exclusivo de arquitectos: constrói um alfaiate; um pasteleiro; um músico; um carpinteiro; um escritor.Descobrir na memória de outros, recordações de lugares específicos de experiências especiais, com alguma peculiar circunstância de espaço – das qualidades do espaço, da sua acústica ou da sua luz; da sua “energia” ou cheiro; do seu sentido de ser aconchegado ou incrivelmente aberto e quase infinito… uma recordação – mesmo que distante e esbatida – de infância onde o som de uma melodia ou um barulho, ou de vozes, que marca e se transporte. João Soares é arquitecto, formado pela FAUP. Ensina no Departamento de Arquitectura da Universidade de Évora.</description>
    <copyright>© 2021 Rádio Antecâmara</copyright>
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    <pubDate>Fri, 09 Feb 2024 20:10:41 +0000</pubDate>
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    <itunes:author>Rádio Antecâmara / João Soares</itunes:author>
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    <itunes:summary>Memorial de Ares, experiências contadas do espaço. Um memorial é um diário, um relato, e os “ares” aqui entendi como os lugares (como o que reconhecemos na expressão mudar de ares). É também, e sobretudo, uma referência à magnífica peça escrita por Machado de Assis “Memorial de Aires”. O que motiva o programa que, ao lado de outros, anda à roda da arquitetura, é, justamente, a relação com as questões que têm como centro a arquitectura, mesmo quando partindo de outros quadrantes.Interessará sempre mais olhar para essas questões nos momentos antes de elas serem disciplinadas, isto é, antes de se tornarem na (disciplina) Arquitectura.Assim, antes dela: o espaço – que toda a gente sabe o que é, e toda a gente com ele lida, sem precisar de ser arquitecto – e também a construção, entendida no sentido de coisa que é o expressar-se, materializar-se de uma ideia (coisa sem matéria). Assim a construção é também assunto não exclusivo de arquitectos: constrói um alfaiate; um pasteleiro; um músico; um carpinteiro; um escritor.Descobrir na memória de outros, recordações de lugares específicos de experiências especiais, com alguma peculiar circunstância de espaço – das qualidades do espaço, da sua acústica ou da sua luz; da sua “energia” ou cheiro; do seu sentido de ser aconchegado ou incrivelmente aberto e quase infinito… uma recordação – mesmo que distante e esbatida – de infância onde o som de uma melodia ou um barulho, ou de vozes, que marca e se transporte. João Soares é arquitecto, formado pela FAUP. Ensina no Departamento de Arquitectura da Universidade de Évora.</itunes:summary>
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      <title>Na cozinha do conselheiro Ayres</title>
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        <![CDATA[<p>Na residência da exposição Sound It Rádio Antecâmara, na Garagem Sul do CCB.</p><p>"Não se fala à mesa, não se come na Rádio. Hoje de certa maneira regressa-se ao fim, juntam-se convidados que já passaram pelo Memorial de Ares, experiências contadas do espaço, para uma partilha aberta e não planeada a seis vozes. Como numa oficina, cozinha, como numa garagem também, ensaia-se num espaço não convencional para um caminho de conversa que traz à presença lugares da literatura, fotografia, história, curadoria e, claro também, da arquitetura." JS</p><p>Memorial de Ares, experiências contadas do espaço.<br>Um memorial é um diário, um relato, e os “ares” aqui entendi como os lugares (como o que reconhecemos na expressão mudar de ares). É também, e sobretudo, uma referência à magnífica peça escrita por Machado de Assis “Memorial de Aires”.<br>O que motiva o programa que, ao lado de outros, anda à roda da arquitetura, é, justamente, a relação com as questões que têm como centro a arquitectura, mesmo quando partindo de outros quadrantes.<br>Interessará sempre mais olhar para essas questões nos momentos antes de elas serem disciplinadas, isto é, antes de se tornarem na (disciplina) Arquitectura.<br>Assim, antes dela: o espaço – que toda a gente sabe o que é, e toda a gente com ele lida, sem precisar de ser arquitecto – e também a construção, entendida no sentido de coisa que é o expressar-se, materializar-se de uma ideia (coisa sem matéria). Assim a construção é também assunto não exclusivo de arquitectos: constrói um alfaiate; um pasteleiro; um músico; um carpinteiro; um escritor.<br>Descobrir na memória de outros, recordações de lugares específicos de experiências especiais, com alguma peculiar circunstância de espaço – das qualidades do espaço, da sua acústica ou da sua luz; da sua “energia” ou cheiro; do seu sentido de ser aconchegado ou incrivelmente aberto e quase infinito… uma recordação – mesmo que distante e esbatida – de infância onde o som de uma melodia ou um barulho, ou de vozes, que marca e se transporte.</p><p>João Soares é arquitecto, formado pela FAUP. Ensina no Departamento de Arquitectura da Universidade de Évora.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Na residência da exposição Sound It Rádio Antecâmara, na Garagem Sul do CCB.</p><p>"Não se fala à mesa, não se come na Rádio. Hoje de certa maneira regressa-se ao fim, juntam-se convidados que já passaram pelo Memorial de Ares, experiências contadas do espaço, para uma partilha aberta e não planeada a seis vozes. Como numa oficina, cozinha, como numa garagem também, ensaia-se num espaço não convencional para um caminho de conversa que traz à presença lugares da literatura, fotografia, história, curadoria e, claro também, da arquitetura." JS</p><p>Memorial de Ares, experiências contadas do espaço.<br>Um memorial é um diário, um relato, e os “ares” aqui entendi como os lugares (como o que reconhecemos na expressão mudar de ares). É também, e sobretudo, uma referência à magnífica peça escrita por Machado de Assis “Memorial de Aires”.<br>O que motiva o programa que, ao lado de outros, anda à roda da arquitetura, é, justamente, a relação com as questões que têm como centro a arquitectura, mesmo quando partindo de outros quadrantes.<br>Interessará sempre mais olhar para essas questões nos momentos antes de elas serem disciplinadas, isto é, antes de se tornarem na (disciplina) Arquitectura.<br>Assim, antes dela: o espaço – que toda a gente sabe o que é, e toda a gente com ele lida, sem precisar de ser arquitecto – e também a construção, entendida no sentido de coisa que é o expressar-se, materializar-se de uma ideia (coisa sem matéria). Assim a construção é também assunto não exclusivo de arquitectos: constrói um alfaiate; um pasteleiro; um músico; um carpinteiro; um escritor.<br>Descobrir na memória de outros, recordações de lugares específicos de experiências especiais, com alguma peculiar circunstância de espaço – das qualidades do espaço, da sua acústica ou da sua luz; da sua “energia” ou cheiro; do seu sentido de ser aconchegado ou incrivelmente aberto e quase infinito… uma recordação – mesmo que distante e esbatida – de infância onde o som de uma melodia ou um barulho, ou de vozes, que marca e se transporte.</p><p>João Soares é arquitecto, formado pela FAUP. Ensina no Departamento de Arquitectura da Universidade de Évora.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 20 Jul 2022 16:14:15 +0000</pubDate>
      <author>João Soares</author>
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      <itunes:summary>EP03 Não se fala à mesa? Não se come na rádio? Conversa com Pedro Campos Costa, Alessia Allegri, Renata Araújo, Ana Soares e João Grama</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>EP03 Não se fala à mesa? Não se come na rádio? Conversa com Pedro Campos Costa, Alessia Allegri, Renata Araújo, Ana Soares e João Grama</itunes:subtitle>
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      <title>Memorial de Ares #2</title>
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        <![CDATA[<p>“Chovendo na sala... e Borromini… e a água límpida do rio Tapajós”, Conversa com Renata Araújo.</p><p>Memorial de Ares, experiências contadas do espaço.<br>Um memorial é um diário, um relato, e os “ares” aqui entendi como os lugares (como o que reconhecemos na expressão mudar de ares). É também, e sobretudo, uma referência à magnífica peça escrita por Machado de Assis “Memorial de Aires”.<br>O que motiva o programa que, ao lado de outros, anda à roda da arquitetura, é, justamente, a relação com as questões que têm como centro a arquitectura, mesmo quando partindo de outros quadrantes.<br>Interessará sempre mais olhar para essas questões nos momentos antes de elas serem disciplinadas, isto é, antes de se tornarem na (disciplina) Arquitectura.<br>Assim, antes dela: o espaço – que toda a gente sabe o que é, e toda a gente com ele lida, sem precisar de ser arquitecto – e também a construção, entendida no sentido de coisa que é o expressar-se, materializar-se de uma ideia (coisa sem matéria). Assim a construção é também assunto não exclusivo de arquitectos: constrói um alfaiate; um pasteleiro; um músico; um carpinteiro; um escritor.<br>Descobrir na memória de outros, recordações de lugares específicos de experiências especiais, com alguma peculiar circunstância de espaço – das qualidades do espaço, da sua acústica ou da sua luz; da sua “energia” ou cheiro; do seu sentido de ser aconchegado ou incrivelmente aberto e quase infinito… uma recordação – mesmo que distante e esbatida – de infância onde o som de uma melodia ou um barulho, ou de vozes, que marca e se transporte.</p><p>João Soares é arquitecto, formado pela FAUP. Ensina no Departamento de Arquitectura da Universidade de Évora.</p><p>Nota sobre a convidada<br>Renata Araújo é Arquitecta e Investigadora, Professora na Universidade do Algarve.</p><p> Nota sobre a música<br>As peças que acompanham a conversa neste episódio são, na ordem de sequência:</p><p><strong>1)</strong> "Cello in scatola" improvisação livre de Francesco Gallus Soares, 2020; <strong>2)</strong> "Estate", Enrico Rava e Stefano Bollani, em "The Third Man", ECM, 2007; <strong>3)</strong> "Song on the Beach", Arcade Fire, in “Her”, 2016; <strong>4)</strong> NPR Music Tiny Desk Concert, Bombino, 2013; <strong>5)</strong> Seu Jorge Performs David Bowie Live, in “Life Aquatic”, 2004; <strong>6)</strong> “Boi Bumbá”, comp. Waldemar Henrique, interpretado por Jorge Fernandes, gravação de 1956; <strong>7)</strong> "Lembro-me", René Bertholo, in “Um Argentino no Deserto”, sirr-records, 2002; <strong>8)</strong> “Anima”; <strong>9)</strong> “Reserva Pra Dois”, Branko e Mayra Andrade, in “Eléctrico_ Antena 3”, 2016; 10) "I’m Gonna Move Right In”, <em>in</em> "The Velvet Underground &amp; Nico", 1966.</p><p> </p>]]>
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        <![CDATA[<p>“Chovendo na sala... e Borromini… e a água límpida do rio Tapajós”, Conversa com Renata Araújo.</p><p>Memorial de Ares, experiências contadas do espaço.<br>Um memorial é um diário, um relato, e os “ares” aqui entendi como os lugares (como o que reconhecemos na expressão mudar de ares). É também, e sobretudo, uma referência à magnífica peça escrita por Machado de Assis “Memorial de Aires”.<br>O que motiva o programa que, ao lado de outros, anda à roda da arquitetura, é, justamente, a relação com as questões que têm como centro a arquitectura, mesmo quando partindo de outros quadrantes.<br>Interessará sempre mais olhar para essas questões nos momentos antes de elas serem disciplinadas, isto é, antes de se tornarem na (disciplina) Arquitectura.<br>Assim, antes dela: o espaço – que toda a gente sabe o que é, e toda a gente com ele lida, sem precisar de ser arquitecto – e também a construção, entendida no sentido de coisa que é o expressar-se, materializar-se de uma ideia (coisa sem matéria). Assim a construção é também assunto não exclusivo de arquitectos: constrói um alfaiate; um pasteleiro; um músico; um carpinteiro; um escritor.<br>Descobrir na memória de outros, recordações de lugares específicos de experiências especiais, com alguma peculiar circunstância de espaço – das qualidades do espaço, da sua acústica ou da sua luz; da sua “energia” ou cheiro; do seu sentido de ser aconchegado ou incrivelmente aberto e quase infinito… uma recordação – mesmo que distante e esbatida – de infância onde o som de uma melodia ou um barulho, ou de vozes, que marca e se transporte.</p><p>João Soares é arquitecto, formado pela FAUP. Ensina no Departamento de Arquitectura da Universidade de Évora.</p><p>Nota sobre a convidada<br>Renata Araújo é Arquitecta e Investigadora, Professora na Universidade do Algarve.</p><p> Nota sobre a música<br>As peças que acompanham a conversa neste episódio são, na ordem de sequência:</p><p><strong>1)</strong> "Cello in scatola" improvisação livre de Francesco Gallus Soares, 2020; <strong>2)</strong> "Estate", Enrico Rava e Stefano Bollani, em "The Third Man", ECM, 2007; <strong>3)</strong> "Song on the Beach", Arcade Fire, in “Her”, 2016; <strong>4)</strong> NPR Music Tiny Desk Concert, Bombino, 2013; <strong>5)</strong> Seu Jorge Performs David Bowie Live, in “Life Aquatic”, 2004; <strong>6)</strong> “Boi Bumbá”, comp. Waldemar Henrique, interpretado por Jorge Fernandes, gravação de 1956; <strong>7)</strong> "Lembro-me", René Bertholo, in “Um Argentino no Deserto”, sirr-records, 2002; <strong>8)</strong> “Anima”; <strong>9)</strong> “Reserva Pra Dois”, Branko e Mayra Andrade, in “Eléctrico_ Antena 3”, 2016; 10) "I’m Gonna Move Right In”, <em>in</em> "The Velvet Underground &amp; Nico", 1966.</p><p> </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 28 May 2021 15:00:00 +0000</pubDate>
      <author>João Soares</author>
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      <itunes:author>João Soares</itunes:author>
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      <itunes:summary>EP02 “Chovendo na sala... ”, Conversa com Renata Araújo</itunes:summary>
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      <title>Memorial de Ares #1</title>
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        <![CDATA[<p>“"No meu quarto, ou numa igreja", conversa com Maria Reis.</p><p>Memorial de Ares, experiências contadas do espaço.<br>Um memorial é um diário, um relato, e os “ares” aqui entendi como os lugares (como o que reconhecemos na expressão mudar de ares). É também, e sobretudo, uma referência à magnífica peça escrita por Machado de Assis “Memorial de Aires”.<br>O que motiva o programa que, ao lado de outros, anda à roda da arquitetura, é, justamente, a relação com as questões que têm como centro a arquitectura, mesmo quando partindo de outros quadrantes.<br>Interessará sempre mais olhar para essas questões nos momentos antes de elas serem disciplinadas, isto é, antes de se tornarem na (disciplina) Arquitectura.<br>Assim, antes dela: o espaço – que toda a gente sabe o que é, e toda a gente com ele lida, sem precisar de ser arquitecto – e também a construção, entendida no sentido de coisa que é o expressar-se, materializar-se de uma ideia (coisa sem matéria). Assim a construção é também assunto não exclusivo de arquitectos: constrói um alfaiate; um pasteleiro; um músico; um carpinteiro; um escritor.<br>Descobrir na memória de outros, recordações de lugares específicos de experiências especiais, com alguma peculiar circunstância de espaço – das qualidades do espaço, da sua acústica ou da sua luz; da sua “energia” ou cheiro; do seu sentido de ser aconchegado ou incrivelmente aberto e quase infinito… uma recordação – mesmo que distante e esbatida – de infância onde o som de uma melodia ou um barulho, ou de vozes, que marca e se transporte.</p><p>João Soares é arquitecto, formado pela FAUP. Ensina no Departamento de Arquitectura da Universidade de Évora.</p><p>Nota sobre a convidada.<br>Maria Reis é Cantautora.</p><p>Nota sobre a música.<br>As peças que pareceu fazerem sentido acompanhar a conversa são, na ordem de sequência:<br><strong>1)</strong> "Cello in scatola" improvisação livre de Francesco Gallus Soares, 2020; <strong>2)</strong> "Live Performance, 2018", Gabriel Ferrandini, Maria Reis e André Cepeda; <strong>3)</strong> "Love Scene", Jerry García (The Grateful Dead), Banda sonora do filme "Zabriskie Point", 1970; <strong>4)</strong> Maria Reis - "Um Ai", Bandas na Banda live Sessions, 2020; <strong>5)</strong> Elizabeth Cotten, "Spanish Flang Dang", in "Elizabeth Cotten - Freight Train And Other North Carolina Folk Songs And Tunes", 1958; <strong>6)</strong> John Parish "How animals move", 2015; <strong>7)</strong> Norberto Lobo e João Lobo, "Quinta do Rio", in "Mogul de Jade", 2013; <strong>8)</strong> J. S. Bach, Suite No. 4 in E-Flat Major, BWV 1010: IV.Sarabande, (1717-1723), "Sei suites a violoncello solo senza basso" por Mario Brunello, 2018; <strong>9)</strong> "In My Room", in "Surfer Girl", Beach Boys, 1963; 10) "We Only Come Out At Night" (Smashing Pumpkins, 1995) por Fanfarlo, 2010.</p><p>Este Podcast tem som e edição de Francisco Petrucci. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>“"No meu quarto, ou numa igreja", conversa com Maria Reis.</p><p>Memorial de Ares, experiências contadas do espaço.<br>Um memorial é um diário, um relato, e os “ares” aqui entendi como os lugares (como o que reconhecemos na expressão mudar de ares). É também, e sobretudo, uma referência à magnífica peça escrita por Machado de Assis “Memorial de Aires”.<br>O que motiva o programa que, ao lado de outros, anda à roda da arquitetura, é, justamente, a relação com as questões que têm como centro a arquitectura, mesmo quando partindo de outros quadrantes.<br>Interessará sempre mais olhar para essas questões nos momentos antes de elas serem disciplinadas, isto é, antes de se tornarem na (disciplina) Arquitectura.<br>Assim, antes dela: o espaço – que toda a gente sabe o que é, e toda a gente com ele lida, sem precisar de ser arquitecto – e também a construção, entendida no sentido de coisa que é o expressar-se, materializar-se de uma ideia (coisa sem matéria). Assim a construção é também assunto não exclusivo de arquitectos: constrói um alfaiate; um pasteleiro; um músico; um carpinteiro; um escritor.<br>Descobrir na memória de outros, recordações de lugares específicos de experiências especiais, com alguma peculiar circunstância de espaço – das qualidades do espaço, da sua acústica ou da sua luz; da sua “energia” ou cheiro; do seu sentido de ser aconchegado ou incrivelmente aberto e quase infinito… uma recordação – mesmo que distante e esbatida – de infância onde o som de uma melodia ou um barulho, ou de vozes, que marca e se transporte.</p><p>João Soares é arquitecto, formado pela FAUP. Ensina no Departamento de Arquitectura da Universidade de Évora.</p><p>Nota sobre a convidada.<br>Maria Reis é Cantautora.</p><p>Nota sobre a música.<br>As peças que pareceu fazerem sentido acompanhar a conversa são, na ordem de sequência:<br><strong>1)</strong> "Cello in scatola" improvisação livre de Francesco Gallus Soares, 2020; <strong>2)</strong> "Live Performance, 2018", Gabriel Ferrandini, Maria Reis e André Cepeda; <strong>3)</strong> "Love Scene", Jerry García (The Grateful Dead), Banda sonora do filme "Zabriskie Point", 1970; <strong>4)</strong> Maria Reis - "Um Ai", Bandas na Banda live Sessions, 2020; <strong>5)</strong> Elizabeth Cotten, "Spanish Flang Dang", in "Elizabeth Cotten - Freight Train And Other North Carolina Folk Songs And Tunes", 1958; <strong>6)</strong> John Parish "How animals move", 2015; <strong>7)</strong> Norberto Lobo e João Lobo, "Quinta do Rio", in "Mogul de Jade", 2013; <strong>8)</strong> J. S. Bach, Suite No. 4 in E-Flat Major, BWV 1010: IV.Sarabande, (1717-1723), "Sei suites a violoncello solo senza basso" por Mario Brunello, 2018; <strong>9)</strong> "In My Room", in "Surfer Girl", Beach Boys, 1963; 10) "We Only Come Out At Night" (Smashing Pumpkins, 1995) por Fanfarlo, 2010.</p><p>Este Podcast tem som e edição de Francisco Petrucci. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 16 Apr 2021 10:00:00 +0000</pubDate>
      <author>João Soares</author>
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      <itunes:author>João Soares</itunes:author>
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