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    <description>Podcast sobre jornalismo que traz um olhar mais profundo sobre as notícias. Mais apuração, mais informação e mais reflexão, a partir de recortes dos assuntos de destaque. É um complemento a reportagens de fôlego, produzidas no contexto multiplataforma de O TEMPO, mas também traz discussões independentes.</description>
    <copyright>© 2026 O Tempo</copyright>
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    <pubDate>Fri, 27 Mar 2026 20:06:28 -0100</pubDate>
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      <title>Como criar os nossos meninos? | O que é ser homem?</title>
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        <![CDATA[<p><strong><br></strong>Como um menino inocente pode crescer e se tornar um agressor? Mas de onde vêm as referências masculinas que ensinam, ou não, esses meninos a crescerem e reproduzirem  comportamentos agressivos? A pesquisa “Meninos - Sonhando os Homens do Futuro” levou esse questionamento para entrevistados de 13 a 17 anos. Segundo o estudo, feito pelo Papo de Homem, seis em cada dez deles dizem ter pouca ou nenhuma referência masculina positiva no dia a dia. Então, como eles poderão aprender a ser bons homens? Como eles vão aprender a não reproduzirem essas violências? </p><p>No décimo e último episódio do podcast “O que é ser homem?”, produzido pela Mais Conteúdo, de O TEMPO, a série  mergulha nesses questionamentos e tenta entender qual o caminho para criar os meninos pensando no futuro. Afinal, a cura do machismo pode estar nas mãos deles. </p><p>E se você quiser se aprofundar mais nesse tema, deixamos aqui a indicação do livro da Nana Queiroz, <a href="https://record.com.br/produto/os-meninos-sao-a-cura-do-machismo/">“Os Meninos São a Cura do Machismo”. <br></a><br></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 27 Mar 2026 20:04:59 -0100</pubDate>
      <author>Mais Conteúdo | O TEMPO</author>
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      <title>Masculinidade também se aprende na escola | O que é ser homem?</title>
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        <![CDATA[<p>Qual é o papel da educação para mudar a onda de feminicídio e ódio contra as mulheres? Essa pergunta ganhou força quando uma das escolas mais tradicionais e caras do país tomou conhecimento de um grupo de WhatsApp de estudantes, no qual as mensagens traziam conteúdos alarmantes. Misoginia, machismo, homofobia e outros preconceitos, que são a base da violência contra tantas pessoas, estavam sendo tratados como piadas e brincadeiras. Foi então que a escola decidiu agir. Era hora de trazer esse assunto para dentro do ambiente escolar, mas não apenas em sala de aula: também convocar os meninos envolvidos para uma série de conversas sobre masculinidade.</p><p>A escola é um dos espaços mais importantes na formação social de uma criança. Então, como esse movimento de discutir masculinidades, questionar o machismo, abordar a violência contra mulheres e outras formas de opressão pode ajudar a formar homens melhores para a sociedade e para eles mesmos?</p><p>Este é o tema do nono episódio do podcast “O que é ser homem?”produzido pela Mais Conteúdo, de O TEMPO. A série debate como as masculinidades são construídas e como a educação é fator chave para que sejam mais saudáveis e menos violentas  Afinal, a cura do machismo pode estar nas mãos deles.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 27 Mar 2026 19:41:05 -0100</pubDate>
      <author>Mais Conteúdo | O TEMPO</author>
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      <title>Desconstruindo o machismo | O que é ser homem? </title>
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        <![CDATA[<p> Passar em frente a um canteiro de obras, para algumas mulheres, pode ser uma experiência bem desconfortável. Isso porque são ambientes majoritariamente masculinos e, nesses espaços, alguns comportamentos como mexer com as mulheres que passam na rua são aceitos e até esperados. De acordo com a pesquisa “O silêncio dos homens”, 48% dos homens afirmaram que, quando meninos aprenderam a dar em cima de uma mulher sempre que possível. </p><p>Mas a chegada de mulheres aos canteiros de obras para cargos técnicos, como servente, auxiliar, eletricista, tem estimulado uma mudança de comportamento através da conversa.  Uma mudança que reflete dentro do ambiente de trabalho mas também na sociedade. </p><p>Neste oitavo episódio do podcast<strong> “O que é ser homem?",</strong> vamos conhecer duas histórias em que, a necessidade de contratar profissionais mulheres desencadeou uma série de conversas sobre a masculinidade, contribuindo para uma mudança de comportamento dos profissionais. Ao todo, esse especial tem dez episódios que discutem a construção de uma masculinidade mais saudável e menos violenta. Confira.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 25 Mar 2026 19:09:33 -0100</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <title>Como a pornografia afeta a vida sexual? | O que é ser homem?</title>
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        <![CDATA[<p>Falar de sexo costuma ser um assunto constrangedor, embora não precisasse ser assim. A verdade é que a maioria dos homens cresceu sem que ninguém se sentasse com eles para conversar e explicar sobre desejo, limite, consentimento e afeto. E nesse silêncio, sabe quem acaba ocupando o lugar de professor? A pornografia. Em grande parte dos casos, ela é a primeira referência, uma espécie de manual não oficial da sexualidade masculina. </p><p><br>Neste sétimo episódio da série “O que é ser homem?”, produzida pela Mais Conteúdo, de O TEMPO,  a gente vai falar sobre o que acontece quando o sexo é aprendido sem conversa, sem escuta, sem cuidado e sem intimidade. Ao todo, esse especial tem dez episódios que discutem a construção de uma masculinidade mais saudável e menos violenta. Confira. </p><p><br>E para você se aprofundar mais sobre este tema, vamos deixar duas dicas de fontes educativas e confiáveis:</p><ul><li>Cartilha Ministério da Saúde: “Caminhos para a construção de uma educação sexual transformadora". <a href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/caminhos_construcao_educacao_sexual_transformadora.pdf">Pode baixar aqui. </a></li><li>Acompanhe o site (<a href="https://institutopdh.com.br/"> https://institutopdh.com.br</a>) e os canais do Instituto Papo de Homem (Instagram: <a href="https://www.instagram.com/papodehomem/">@papodehomem</a>, que abordam os mais diversos temas sobre masculinidades, inclusive sexo. <p></p></li></ul>]]>
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      <pubDate>Mon, 23 Mar 2026 17:20:30 -0100</pubDate>
      <author>Mais Conteúdo | O TEMPO</author>
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      <title>O que os homens silenciam? | O que é ser homem?</title>
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        <![CDATA[<p>“Homem não chora!”. Uma frase tão comum aos ouvidos de muitas pessoas, mas que esconde uma realidade dura: a não permissão da vulnerabilidade masculina. É quase um recado de que eles não podem sentir, não podem falar sobre sentimentos, não podem demonstrar suas dores. Desde a infância, o aprendizado emocional dos meninos é comprometido e, em muitos casos, a única emoção socialmente aceita é a raiva. Se está triste, reage com raiva. Está frustrado? Raiva. Está nervoso? Raiva.</p><p>Quando alguém aprende a manifestar o que sente apenas por meio da raiva, a consequência pode ser a violência. Em grupos reflexivos com autores de agressão, por exemplo, é comum o uso de livros infantis como estratégia didática para ajudar os participantes a identificar e nomear sentimentos. No fim, toda a sociedade é impactada. Ismael dos Anjos, jornalista e coordenador do documentário “O Silêncio dos Homens”, do Instituto PDH, avalia que quem não fala sobre o que sente acaba se tornando como um material tóxico que, ao se romper, atinge todos ao redor.</p><p>Neste sexto episódio do podcast “O que é ser homem”, produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, vamos compreender o que é silenciado e como isso reverbera socialmente. Ao todo, a série tem 10 episódios e discute a construção da masculinidade e suas consequências.</p><p>E se você quiser se aprofundar mais nesse tema, separamos duas dicas para este episódio: </p><p><a href="https://editoraelefante.com.br/produto/a-gente-e-da-hora/?srsltid=AfmBOoqKxpkXppd1ynbk4qHof-eMAqOnEsSP033_pth0BOitJs895nTp"><strong>Livro “A vontade de mudar", Bell Hooks:</strong></a><strong> </strong>Nesta obra, a autora norte-americana faz uma declaração de amor aos homens, ao mesmo tempo que tece duras críticas à construção da masculinidade e seus efeitos como a dominação, o abuso e a violência exercida por eles. A autora busca, através da obra, entender os caminhos de libertação para este ciclo. </p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=JujEjJRlbpE"><strong>Documentário "Motriz - Roda de Afeto", Youtube:</strong></a><strong>  </strong>a obra reúne oito homens negros para conversarem, em roda, sobre suas dores, alegrias e sentimentos. O doc conta com a participação do psicólogo Everton Mendes, um dos especialistas entrevistados neste episódio. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>“Homem não chora!”. Uma frase tão comum aos ouvidos de muitas pessoas, mas que esconde uma realidade dura: a não permissão da vulnerabilidade masculina. É quase um recado de que eles não podem sentir, não podem falar sobre sentimentos, não podem demonstrar suas dores. Desde a infância, o aprendizado emocional dos meninos é comprometido e, em muitos casos, a única emoção socialmente aceita é a raiva. Se está triste, reage com raiva. Está frustrado? Raiva. Está nervoso? Raiva.</p><p>Quando alguém aprende a manifestar o que sente apenas por meio da raiva, a consequência pode ser a violência. Em grupos reflexivos com autores de agressão, por exemplo, é comum o uso de livros infantis como estratégia didática para ajudar os participantes a identificar e nomear sentimentos. No fim, toda a sociedade é impactada. Ismael dos Anjos, jornalista e coordenador do documentário “O Silêncio dos Homens”, do Instituto PDH, avalia que quem não fala sobre o que sente acaba se tornando como um material tóxico que, ao se romper, atinge todos ao redor.</p><p>Neste sexto episódio do podcast “O que é ser homem”, produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, vamos compreender o que é silenciado e como isso reverbera socialmente. Ao todo, a série tem 10 episódios e discute a construção da masculinidade e suas consequências.</p><p>E se você quiser se aprofundar mais nesse tema, separamos duas dicas para este episódio: </p><p><a href="https://editoraelefante.com.br/produto/a-gente-e-da-hora/?srsltid=AfmBOoqKxpkXppd1ynbk4qHof-eMAqOnEsSP033_pth0BOitJs895nTp"><strong>Livro “A vontade de mudar", Bell Hooks:</strong></a><strong> </strong>Nesta obra, a autora norte-americana faz uma declaração de amor aos homens, ao mesmo tempo que tece duras críticas à construção da masculinidade e seus efeitos como a dominação, o abuso e a violência exercida por eles. A autora busca, através da obra, entender os caminhos de libertação para este ciclo. </p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=JujEjJRlbpE"><strong>Documentário "Motriz - Roda de Afeto", Youtube:</strong></a><strong>  </strong>a obra reúne oito homens negros para conversarem, em roda, sobre suas dores, alegrias e sentimentos. O doc conta com a participação do psicólogo Everton Mendes, um dos especialistas entrevistados neste episódio. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 18 Mar 2026 19:05:58 -0100</pubDate>
      <author>Mais Conteúdo </author>
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        <![CDATA[<p>“Homem não chora!”. Uma frase tão comum aos ouvidos de muitas pessoas, mas que esconde uma realidade dura: a não permissão da vulnerabilidade masculina. É quase um recado de que eles não podem sentir, não podem falar sobre sentimentos, não podem demonstrar suas dores. Desde a infância, o aprendizado emocional dos meninos é comprometido e, em muitos casos, a única emoção socialmente aceita é a raiva. Se está triste, reage com raiva. Está frustrado? Raiva. Está nervoso? Raiva.</p><p>Quando alguém aprende a manifestar o que sente apenas por meio da raiva, a consequência pode ser a violência. Em grupos reflexivos com autores de agressão, por exemplo, é comum o uso de livros infantis como estratégia didática para ajudar os participantes a identificar e nomear sentimentos. No fim, toda a sociedade é impactada. Ismael dos Anjos, jornalista e coordenador do documentário “O Silêncio dos Homens”, do Instituto PDH, avalia que quem não fala sobre o que sente acaba se tornando como um material tóxico que, ao se romper, atinge todos ao redor.</p><p>Neste sexto episódio do podcast “O que é ser homem”, produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, vamos compreender o que é silenciado e como isso reverbera socialmente. Ao todo, a série tem 10 episódios e discute a construção da masculinidade e suas consequências.</p><p>E se você quiser se aprofundar mais nesse tema, separamos duas dicas para este episódio: </p><p><a href="https://editoraelefante.com.br/produto/a-gente-e-da-hora/?srsltid=AfmBOoqKxpkXppd1ynbk4qHof-eMAqOnEsSP033_pth0BOitJs895nTp"><strong>Livro “A vontade de mudar", Bell Hooks:</strong></a><strong> </strong>Nesta obra, a autora norte-americana faz uma declaração de amor aos homens, ao mesmo tempo que tece duras críticas à construção da masculinidade e seus efeitos como a dominação, o abuso e a violência exercida por eles. A autora busca, através da obra, entender os caminhos de libertação para este ciclo. </p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=JujEjJRlbpE"><strong>Documentário "Motriz - Roda de Afeto", Youtube:</strong></a><strong>  </strong>a obra reúne oito homens negros para conversarem, em roda, sobre suas dores, alegrias e sentimentos. O doc conta com a participação do psicólogo Everton Mendes, um dos especialistas entrevistados neste episódio. </p>]]>
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      <title>Pai Ausente | O que é ser homem?</title>
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        <![CDATA[<p>Cinco em cada dez meninos não têm certeza se são amados pelo pai.  Essa certeza está diretamente ligada à presença, mas não necessariamente à física. Estamos falando do compromisso de assumir o cuidado que, muitas vezes, mas muitas vezes mesmo, é tratado como uma escolha pelos homens. Só que, para as mães, não existe escolha. No Brasil, segundo dados da Fundação Getúlio Vargas,  11 milhões de mulheres criam seus filhos sozinhas.</p><p><br>Por trás de tanta mãe solo, tem muito pai ausente e tem muito filho crescendo à sombra da rejeição.  E o que é que esse abandono vai custar, lá na frente?  No quinto episódio da série de podcast “O que é ser homem”, produzida pela Mais Conteúdo, de O TEMPO,  vamos abordar os impactos da rejeição e discutir por que a ausência da figura paterna é tão recorrente na sociedade. Ao todo, a série tem dez episódios. Confira.</p><p><br></p><p>E se você quiser se aprofundar neste tema, separamos uma dica que mostra o outro lado: o dos pais que escolhem ser presentes. </p><p><br></p><ul><li>Livro: ““Pai tem que fazer de tudo”, do Bruno Santiago</li></ul>]]>
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        <![CDATA[<p>Cinco em cada dez meninos não têm certeza se são amados pelo pai.  Essa certeza está diretamente ligada à presença, mas não necessariamente à física. Estamos falando do compromisso de assumir o cuidado que, muitas vezes, mas muitas vezes mesmo, é tratado como uma escolha pelos homens. Só que, para as mães, não existe escolha. No Brasil, segundo dados da Fundação Getúlio Vargas,  11 milhões de mulheres criam seus filhos sozinhas.</p><p><br>Por trás de tanta mãe solo, tem muito pai ausente e tem muito filho crescendo à sombra da rejeição.  E o que é que esse abandono vai custar, lá na frente?  No quinto episódio da série de podcast “O que é ser homem”, produzida pela Mais Conteúdo, de O TEMPO,  vamos abordar os impactos da rejeição e discutir por que a ausência da figura paterna é tão recorrente na sociedade. Ao todo, a série tem dez episódios. Confira.</p><p><br></p><p>E se você quiser se aprofundar neste tema, separamos uma dica que mostra o outro lado: o dos pais que escolhem ser presentes. </p><p><br></p><ul><li>Livro: ““Pai tem que fazer de tudo”, do Bruno Santiago</li></ul>]]>
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      <pubDate>Mon, 16 Mar 2026 19:34:17 -0100</pubDate>
      <author>Mais Conteúdo - O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Cinco em cada dez meninos não têm certeza se são amados pelo pai.  Essa certeza está diretamente ligada à presença, mas não necessariamente à física. Estamos falando do compromisso de assumir o cuidado que, muitas vezes, mas muitas vezes mesmo, é tratado como uma escolha pelos homens. Só que, para as mães, não existe escolha. No Brasil, segundo dados da Fundação Getúlio Vargas,  11 milhões de mulheres criam seus filhos sozinhas.</p><p><br>Por trás de tanta mãe solo, tem muito pai ausente e tem muito filho crescendo à sombra da rejeição.  E o que é que esse abandono vai custar, lá na frente?  No quinto episódio da série de podcast “O que é ser homem”, produzida pela Mais Conteúdo, de O TEMPO,  vamos abordar os impactos da rejeição e discutir por que a ausência da figura paterna é tão recorrente na sociedade. Ao todo, a série tem dez episódios. Confira.</p><p><br></p><p>E se você quiser se aprofundar neste tema, separamos uma dica que mostra o outro lado: o dos pais que escolhem ser presentes. </p><p><br></p><ul><li>Livro: ““Pai tem que fazer de tudo”, do Bruno Santiago</li></ul>]]>
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      <itunes:keywords>pai ausente, paternidade, cuidado, abandono paterno, mãe solo, rejeição</itunes:keywords>
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      <title>Masculinidades Diversas | O que é ser homem? </title>
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        <![CDATA[<p>Todos os homens enfrentam pressões associadas à masculinidade. "Seja forte", "seja o chefe da família", "seja o garanhão", "seja bem-sucedido", "seja o provedor". Esses estigmas costumam recair sobre todos. Mas não atingem todos da mesma maneira. Raça, classe e orientação sexual moldam vivências distintas.</p><p>Isso ocorre porque as definições do que “deve ser um homem” são construídas socialmente e estabelecem um padrão ideal. No Brasil, esse modelo ainda está associado à branquitude e à heterossexualidade. E as experiências variam conforme a proximidade ou o distanciamento desse referencial.</p><p>Neste episódio, vamos compreender como esse ideal de masculinidade, construído como padrão esperado, afeta pessoas negras e LGBTs. Este é o quarto episódio do podcast “O que é ser homem”, produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO. Ao todo, a série tem 10 episódios e discute a construção da masculinidade e seus impactos na sociedade.</p><ul><li><a href="https://editoraelefante.com.br/produto/a-gente-e-da-hora/?srsltid=AfmBOoqKxpkXppd1ynbk4qHof-eMAqOnEsSP033_pth0BOitJs895nTp"><strong>Livro “A Gente é da Hora: Homens Negros e Masculinidade", Bell Hooks:</strong></a><strong> </strong>Nesta obra, a autora norte-americana mergulha em como a masculinidade do homenm negro é moldada por um padrão que tem como referência os homens brancos e como isso afeta a vida dos homens negros. Na versão brasileira, o prefácio da versão brasileira foi escrito pelo sociólogo  e pesquisador, Túlio Custódio, que aparece neste episódio do podcast. </li><li><a href="https://harpercollins.com.br/products/homens-pretos-nao-choram-stefano-volp?srsltid=AfmBOor1U-UNmbu_uQGg5MvjLIRAK6DUJXLN2Stj0_L7gyAgdYyi8ISL&amp;variant=42149336645798"><strong>Livro “Homens pretos (não) choram”, Stefano Volp</strong></a><strong>: </strong>nesta obra, o auotro brasileiro apresenta três contos que falam sobre as feridas, os medos e a solidão do homem, sobretudo o negro.  </li></ul>]]>
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        <![CDATA[<p>Todos os homens enfrentam pressões associadas à masculinidade. "Seja forte", "seja o chefe da família", "seja o garanhão", "seja bem-sucedido", "seja o provedor". Esses estigmas costumam recair sobre todos. Mas não atingem todos da mesma maneira. Raça, classe e orientação sexual moldam vivências distintas.</p><p>Isso ocorre porque as definições do que “deve ser um homem” são construídas socialmente e estabelecem um padrão ideal. No Brasil, esse modelo ainda está associado à branquitude e à heterossexualidade. E as experiências variam conforme a proximidade ou o distanciamento desse referencial.</p><p>Neste episódio, vamos compreender como esse ideal de masculinidade, construído como padrão esperado, afeta pessoas negras e LGBTs. Este é o quarto episódio do podcast “O que é ser homem”, produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO. Ao todo, a série tem 10 episódios e discute a construção da masculinidade e seus impactos na sociedade.</p><ul><li><a href="https://editoraelefante.com.br/produto/a-gente-e-da-hora/?srsltid=AfmBOoqKxpkXppd1ynbk4qHof-eMAqOnEsSP033_pth0BOitJs895nTp"><strong>Livro “A Gente é da Hora: Homens Negros e Masculinidade", Bell Hooks:</strong></a><strong> </strong>Nesta obra, a autora norte-americana mergulha em como a masculinidade do homenm negro é moldada por um padrão que tem como referência os homens brancos e como isso afeta a vida dos homens negros. Na versão brasileira, o prefácio da versão brasileira foi escrito pelo sociólogo  e pesquisador, Túlio Custódio, que aparece neste episódio do podcast. </li><li><a href="https://harpercollins.com.br/products/homens-pretos-nao-choram-stefano-volp?srsltid=AfmBOor1U-UNmbu_uQGg5MvjLIRAK6DUJXLN2Stj0_L7gyAgdYyi8ISL&amp;variant=42149336645798"><strong>Livro “Homens pretos (não) choram”, Stefano Volp</strong></a><strong>: </strong>nesta obra, o auotro brasileiro apresenta três contos que falam sobre as feridas, os medos e a solidão do homem, sobretudo o negro.  </li></ul>]]>
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      <pubDate>Fri, 13 Mar 2026 19:46:55 -0100</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <title>O que se aprende em uma Escola de Masculinidade? | O que é ser homem?</title>
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        <![CDATA[<p>O que faz um homem repensar tudo o que aprendeu sobre ser homem? O que acontece quando, em vez de punição, ele encontra escuta? E quando esse convite para a mudança vem antes da violência acontecer? Já pensou se existisse uma Escola de Masculinidade? Pois existe. </p><p>Dentro de uma sala da Defensoria Pública de Minas Gerais, em Belo Horizonte, homens de idades e trajetórias muito diferentes se sentaram em círculo para falar de si, ouvir o outro e rever padrões que atravessam gerações. E essa história, você vai conhecer no terceiro episódio da série de podcast “O que é ser homem”, produzida pela Mais Conteúdo. Ao todo, são dez episódios. Acompanhe!</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 11 Mar 2026 19:14:16 -0100</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <title>Monstros não se responsabilizam | O que é ser homem?</title>
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        <![CDATA[<p>Imagina juntar homens que já cometeram algum tipo de violência contra mulheres em uma roda de conversa e colocar todos para refletir sobre o que os levou a agredi-las?  A Justiça brasileira tem apostado neste modelo, com a implantação de grupos reflexivos que, desde 2021, passaram a ser obrigatórios pela Lei Maria da Penha. </p><p>Nesses encontros, homens que respondem a processos judiciais são convidados a refletir sobre gênero, masculinidade e comportamento, como forma de interromper o ciclo da violência. A proposta é entender esse homem agressor como alguém que precisa ser responsabilizado, mas também confrontado com seus próprios padrões de masculinidade.</p><p>Os resultados têm sido positivos. Um mapeamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)  mostra que, entre os 498 grupos reflexivos vinculados ao Judiciário no Brasil, o índice médio de reincidência é de 4,18%. Já em cidades que não contam com essa iniciativa, o índice varia entre 30% e 45%. Esse é o tema do segundo de dez episódios da série especial “O que é ser homem”, produzida pela Mais Conteúdo, de O TEMPO. Acompanhe.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Imagina juntar homens que já cometeram algum tipo de violência contra mulheres em uma roda de conversa e colocar todos para refletir sobre o que os levou a agredi-las?  A Justiça brasileira tem apostado neste modelo, com a implantação de grupos reflexivos que, desde 2021, passaram a ser obrigatórios pela Lei Maria da Penha. </p><p>Nesses encontros, homens que respondem a processos judiciais são convidados a refletir sobre gênero, masculinidade e comportamento, como forma de interromper o ciclo da violência. A proposta é entender esse homem agressor como alguém que precisa ser responsabilizado, mas também confrontado com seus próprios padrões de masculinidade.</p><p>Os resultados têm sido positivos. Um mapeamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)  mostra que, entre os 498 grupos reflexivos vinculados ao Judiciário no Brasil, o índice médio de reincidência é de 4,18%. Já em cidades que não contam com essa iniciativa, o índice varia entre 30% e 45%. Esse é o tema do segundo de dez episódios da série especial “O que é ser homem”, produzida pela Mais Conteúdo, de O TEMPO. Acompanhe.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 10 Mar 2026 06:00:00 -0100</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Imagina juntar homens que já cometeram algum tipo de violência contra mulheres em uma roda de conversa e colocar todos para refletir sobre o que os levou a agredi-las?  A Justiça brasileira tem apostado neste modelo, com a implantação de grupos reflexivos que, desde 2021, passaram a ser obrigatórios pela Lei Maria da Penha. </p><p>Nesses encontros, homens que respondem a processos judiciais são convidados a refletir sobre gênero, masculinidade e comportamento, como forma de interromper o ciclo da violência. A proposta é entender esse homem agressor como alguém que precisa ser responsabilizado, mas também confrontado com seus próprios padrões de masculinidade.</p><p>Os resultados têm sido positivos. Um mapeamento do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)  mostra que, entre os 498 grupos reflexivos vinculados ao Judiciário no Brasil, o índice médio de reincidência é de 4,18%. Já em cidades que não contam com essa iniciativa, o índice varia entre 30% e 45%. Esse é o tema do segundo de dez episódios da série especial “O que é ser homem”, produzida pela Mais Conteúdo, de O TEMPO. Acompanhe.</p>]]>
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      <title>Só a lei não resolve | O que é ser homem?</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Todo dia, pelo menos quatro mulheres são assassinadas no Brasil por um mesmo motivo: ser mulher.  Em 2025, foram 1.470 feminicídios no Brasil. E a cada dez mortes, 8 foram cometidas por um companheiro ou por um ex-companheiro. Ou seja, alguém que um dia dividiu a casa, a cama ou a vida com a vítima. </p><p>A legislação para proteger a mulher existe, mas esses  números escancaram uma realidade: só a lei não está dando conta de conter essa violência. Em que momento um homem decide acabar com a vida de uma mulher? E por quê? Esse é o tema do primeiro episódio da especial “O que é ser homem?”, produzida pela Mais Conteúdo, de<strong> O TEMPO</strong>. Ao todo, essa série vai trazer dez episódios. Confira.   </p><p>E se você quiser se aprofundar mais nesse tema, separamos duas dicas:</p><ul><li><strong>Documentário “O silêncio dos Homens”</strong>: https://www.youtube.com/watch?v=NRom49UVXCE&amp;list=PLV8siqRMVJ2aIgHcbaNPimU8Z8omJDpGN&amp;index=1  </li><li> Livro “Masculinidade e dispositivo da eficácia: Guia de auto reflexão e desconstrução do machismo para homens”. Informações e vendas pelo e-mail: livrosvaleskazanello@gmail.com<p></p></li></ul>]]>
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        <![CDATA[<p>Todo dia, pelo menos quatro mulheres são assassinadas no Brasil por um mesmo motivo: ser mulher.  Em 2025, foram 1.470 feminicídios no Brasil. E a cada dez mortes, 8 foram cometidas por um companheiro ou por um ex-companheiro. Ou seja, alguém que um dia dividiu a casa, a cama ou a vida com a vítima. </p><p>A legislação para proteger a mulher existe, mas esses  números escancaram uma realidade: só a lei não está dando conta de conter essa violência. Em que momento um homem decide acabar com a vida de uma mulher? E por quê? Esse é o tema do primeiro episódio da especial “O que é ser homem?”, produzida pela Mais Conteúdo, de<strong> O TEMPO</strong>. Ao todo, essa série vai trazer dez episódios. Confira.   </p><p>E se você quiser se aprofundar mais nesse tema, separamos duas dicas:</p><ul><li><strong>Documentário “O silêncio dos Homens”</strong>: https://www.youtube.com/watch?v=NRom49UVXCE&amp;list=PLV8siqRMVJ2aIgHcbaNPimU8Z8omJDpGN&amp;index=1  </li><li> Livro “Masculinidade e dispositivo da eficácia: Guia de auto reflexão e desconstrução do machismo para homens”. Informações e vendas pelo e-mail: livrosvaleskazanello@gmail.com<p></p></li></ul>]]>
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      <pubDate>Sun, 08 Mar 2026 07:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Mais Conteúdo </author>
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      <itunes:keywords>Violência contra a mulher, o que é ser homem, masculinidade, machismo, maria da penha, justiça</itunes:keywords>
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      <title>Dívidas afetam saúde física e mental de idosos no Brasil</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Seis em cada 10 endividados no Brasil passaram a sofrer com a ansiedade por causa das dificuldades financeiras.</p><p>Os dados são da pesquisa ‘O impacto das finanças na saúde mental do brasileiro”, feita pela Serasa. Mas não é só o emocional que é abalado, a conta também chega para a saúde física.</p><p>E esse é o tema do último episódio da série Idosos superendividados, produzida pela Mais Conteúdo de O TEMPO.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Seis em cada 10 endividados no Brasil passaram a sofrer com a ansiedade por causa das dificuldades financeiras.</p><p>Os dados são da pesquisa ‘O impacto das finanças na saúde mental do brasileiro”, feita pela Serasa. Mas não é só o emocional que é abalado, a conta também chega para a saúde física.</p><p>E esse é o tema do último episódio da série Idosos superendividados, produzida pela Mais Conteúdo de O TEMPO.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 24 Jul 2025 19:18:25 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <title>A cada 10 minutos um idoso cai em um golpe</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>De boletos e gerentes falsos a empréstimos não autorizados,  a lista de golpes aplicados à pessoas idosas no Brasil é extensa e quantidade de vítimas também.</p><p>Em 2024, o disque 100 - canal de denúncias do Governo Federal -  registrou  72 mil casos. Isso significa que a cada 10 minutos um idoso foi enganado e perdeu dinheiro. </p><p>E este é o tema do segundo episódio da série Idosos Superendividados, produzido pela Mais Conteúdo, de  O TEMPO.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>De boletos e gerentes falsos a empréstimos não autorizados,  a lista de golpes aplicados à pessoas idosas no Brasil é extensa e quantidade de vítimas também.</p><p>Em 2024, o disque 100 - canal de denúncias do Governo Federal -  registrou  72 mil casos. Isso significa que a cada 10 minutos um idoso foi enganado e perdeu dinheiro. </p><p>E este é o tema do segundo episódio da série Idosos Superendividados, produzido pela Mais Conteúdo, de  O TEMPO.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 23 Jul 2025 18:01:20 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <title>14 milhões de idosos estão endividados no Brasil</title>
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        <![CDATA[<p>Quase metade da população idosa do país está endividada. Dos 32 milhões de brasileiros acima de 60 anos, 14 milhões estão com as contas no vermelho, segundo a Serasa.</p><p>Mas por quê tem tanta gente idosa endividada? Quais são as consequências dessa condição econômica na saúde mental, física e social de quem enfrenta esse problema? São questões como essas que vamos debater ao longo deste podcast.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Quase metade da população idosa do país está endividada. Dos 32 milhões de brasileiros acima de 60 anos, 14 milhões estão com as contas no vermelho, segundo a Serasa.</p><p>Mas por quê tem tanta gente idosa endividada? Quais são as consequências dessa condição econômica na saúde mental, física e social de quem enfrenta esse problema? São questões como essas que vamos debater ao longo deste podcast.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 21 Jul 2025 06:00:00 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <title>O crédito que não chega</title>
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        <![CDATA[<p>Uma pesquisa do Sebrae mostra que 29% das empreendedoras mineiras tiveram dificuldade de acesso a crédito. E,  pelo menos, uma em cada 10 empreendedoras de Minas não consegue crédito bancário por conta do excesso de garantias que as instituições pedem.</p><p>Garantia, porém, é só um na lista dos desafios apontados pelas mulheres para acesso ao crédito. No topo desse ranking, aparece a falta de informações sobre linhas de financiamentos e fundos mais acessíveis.</p><p>Não bastasse a falta de informação, quando consegue um empréstimo, é comum mulheres terem uma taxa de juros até o dobro maior que a oferecida aos homens. E este é o tema do último episódio da série Uma mulher puxa a outra , da Mais Conteúdo, de O TEMPO .</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 06 Jun 2025 18:16:30 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <title>Seu marido Sabe?</title>
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        <![CDATA[<p>Independente do gênero, o empreendedorismo é desafiador para todo mundo. Mas, além das barreiras da atividade em si, as mulheres precisam conviver com esse obstáculo a mais que é o machismo.</p><p>Uma pesquisa do Sebrae mostra que uma em cada  4 mulheres donas de um negócio já  sofreu algum tipo de preconceito. E 42% conhecem ou ouviram falar de uma empreendedora que já foi discriminada.</p><p>O segundo episódio do podcast Uma mulher puxa outra, produzido pela Mais Conteúdo, traz relatos de que vivem situações diárias de preconceito na administração dos negócios.</p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Independente do gênero, o empreendedorismo é desafiador para todo mundo. Mas, além das barreiras da atividade em si, as mulheres precisam conviver com esse obstáculo a mais que é o machismo.</p><p>Uma pesquisa do Sebrae mostra que uma em cada  4 mulheres donas de um negócio já  sofreu algum tipo de preconceito. E 42% conhecem ou ouviram falar de uma empreendedora que já foi discriminada.</p><p>O segundo episódio do podcast Uma mulher puxa outra, produzido pela Mais Conteúdo, traz relatos de que vivem situações diárias de preconceito na administração dos negócios.</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Thu, 05 Jun 2025 17:59:01 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Independente do gênero, o empreendedorismo é desafiador para todo mundo. Mas, além das barreiras da atividade em si, as mulheres precisam conviver com esse obstáculo a mais que é o machismo.</p><p>Uma pesquisa do Sebrae mostra que uma em cada  4 mulheres donas de um negócio já  sofreu algum tipo de preconceito. E 42% conhecem ou ouviram falar de uma empreendedora que já foi discriminada.</p><p>O segundo episódio do podcast Uma mulher puxa outra, produzido pela Mais Conteúdo, traz relatos de que vivem situações diárias de preconceito na administração dos negócios.</p><p><br></p>]]>
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      <title>Empreendedorismo feminino: Encorajar antes de empoderar</title>
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        <![CDATA[<p>Há dez anos,  a Nath trabalhava no comércio e cumpria, todos os dias,  uma jornada de quase 12 horas. A maior preocupação dela  era estar mais presente com o filho, que, na época, tinha sete anos.</p><p><br></p><p>Assim com ela, obrigações com filhos e casa fazem com que o empreendedorismo chegue, para 70% das mulheres brasileiras, pela mesma porta: a maternidade.  Os dados são do Sebrae.</p><p><br></p><p>Mas as necessidades não criam só negócios,  também criam empatia. Quando uma mulher atravessa essa porta do empreendedorismo, várias outras são abertas. E este é o tema do primeiro episódio do <strong>Uma Mulher Puxa a Outra</strong>, produzido pela Mais Conteúdo, de <strong>O TEMPO</strong>.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Há dez anos,  a Nath trabalhava no comércio e cumpria, todos os dias,  uma jornada de quase 12 horas. A maior preocupação dela  era estar mais presente com o filho, que, na época, tinha sete anos.</p><p><br></p><p>Assim com ela, obrigações com filhos e casa fazem com que o empreendedorismo chegue, para 70% das mulheres brasileiras, pela mesma porta: a maternidade.  Os dados são do Sebrae.</p><p><br></p><p>Mas as necessidades não criam só negócios,  também criam empatia. Quando uma mulher atravessa essa porta do empreendedorismo, várias outras são abertas. E este é o tema do primeiro episódio do <strong>Uma Mulher Puxa a Outra</strong>, produzido pela Mais Conteúdo, de <strong>O TEMPO</strong>.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 04 Jun 2025 21:15:49 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Há dez anos,  a Nath trabalhava no comércio e cumpria, todos os dias,  uma jornada de quase 12 horas. A maior preocupação dela  era estar mais presente com o filho, que, na época, tinha sete anos.</p><p><br></p><p>Assim com ela, obrigações com filhos e casa fazem com que o empreendedorismo chegue, para 70% das mulheres brasileiras, pela mesma porta: a maternidade.  Os dados são do Sebrae.</p><p><br></p><p>Mas as necessidades não criam só negócios,  também criam empatia. Quando uma mulher atravessa essa porta do empreendedorismo, várias outras são abertas. E este é o tema do primeiro episódio do <strong>Uma Mulher Puxa a Outra</strong>, produzido pela Mais Conteúdo, de <strong>O TEMPO</strong>.</p>]]>
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      <title> Empreendedorismo feminino: Encorajar antes de empoderar</title>
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        <![CDATA[<p>Há dez anos,  a Nath trabalhava no comércio e cumpria, todos os dias,  uma jornada de quase 12 horas. A maior preocupação dela  era estar mais presente com o filho, que, na época, tinha sete anos.</p><p><br></p><p>Assim com ela, obrigações com filhos e casa fazem com que o empreendedorismo chegue, para 70% das mulheres brasileiras, pela mesma porta: a maternidade.  Os dados são do Sebrae.</p><p><br></p><p>Mas as necessidades não criam só negócios,  também criam empatia. Quando uma mulher atravessa essa porta do empreendedorismo, várias outras são abertas. E este é o tema do primeiro episódio de Uma Mulher Puxa a Outra, produzido pela Mais Conteúdo.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Há dez anos,  a Nath trabalhava no comércio e cumpria, todos os dias,  uma jornada de quase 12 horas. A maior preocupação dela  era estar mais presente com o filho, que, na época, tinha sete anos.</p><p><br></p><p>Assim com ela, obrigações com filhos e casa fazem com que o empreendedorismo chegue, para 70% das mulheres brasileiras, pela mesma porta: a maternidade.  Os dados são do Sebrae.</p><p><br></p><p>Mas as necessidades não criam só negócios,  também criam empatia. Quando uma mulher atravessa essa porta do empreendedorismo, várias outras são abertas. E este é o tema do primeiro episódio de Uma Mulher Puxa a Outra, produzido pela Mais Conteúdo.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 04 Jun 2025 21:06:19 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Há dez anos,  a Nath trabalhava no comércio e cumpria, todos os dias,  uma jornada de quase 12 horas. A maior preocupação dela  era estar mais presente com o filho, que, na época, tinha sete anos.</p><p><br></p><p>Assim com ela, obrigações com filhos e casa fazem com que o empreendedorismo chegue, para 70% das mulheres brasileiras, pela mesma porta: a maternidade.  Os dados são do Sebrae.</p><p><br></p><p>Mas as necessidades não criam só negócios,  também criam empatia. Quando uma mulher atravessa essa porta do empreendedorismo, várias outras são abertas. E este é o tema do primeiro episódio de Uma Mulher Puxa a Outra, produzido pela Mais Conteúdo.</p>]]>
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      <title> Contrata-se: sobra vaga e falta mão de obra</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Sobra vaga e falta mão de obra. Uma pesquisa da Fecomércio mostra que 1 em cada 3 comerciantes da capital reclama que está com dificuldade de contratar funcionários. As vagas mais difíceis de preencher são de vendedor e operador de caixa.</p><p><br></p><p>No podcast Contrata-se, produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, especialistas de recursos humanos, representantes do comércio e trabalhadores debatem os desafios e apontam caminhos para o setor voltar a ser atrativo para o trabalho. Para ouvir o episódio completo, clique no link nos stories ou acesse otempo.com.br</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Sobra vaga e falta mão de obra. Uma pesquisa da Fecomércio mostra que 1 em cada 3 comerciantes da capital reclama que está com dificuldade de contratar funcionários. As vagas mais difíceis de preencher são de vendedor e operador de caixa.</p><p><br></p><p>No podcast Contrata-se, produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, especialistas de recursos humanos, representantes do comércio e trabalhadores debatem os desafios e apontam caminhos para o setor voltar a ser atrativo para o trabalho. Para ouvir o episódio completo, clique no link nos stories ou acesse otempo.com.br</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 16 May 2025 20:46:22 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Sobra vaga e falta mão de obra. Uma pesquisa da Fecomércio mostra que 1 em cada 3 comerciantes da capital reclama que está com dificuldade de contratar funcionários. As vagas mais difíceis de preencher são de vendedor e operador de caixa.</p><p><br></p><p>No podcast Contrata-se, produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, especialistas de recursos humanos, representantes do comércio e trabalhadores debatem os desafios e apontam caminhos para o setor voltar a ser atrativo para o trabalho. Para ouvir o episódio completo, clique no link nos stories ou acesse otempo.com.br</p>]]>
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      <title>Pequenos Gigantes | Legislação: o que diz a lei?| Ep.5 - Mais Conteúdo</title>
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        <![CDATA[<p> </p><p>Neste quinto e último episódio do podcast “Pequeno Gigantes”, uma produção da mais conteúdo de O TEMPO, a pauta é a legislação. Vamos entender o que já temos e quais políticas públicas devem ser criadas para facilitar a vida das famílias de prematuros e como essas mudanças podem sensibilizar a sociedade sobre o tema. </p><p><br>O podcast “Pequenos Gigantes” produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, aborda as jornadas, desafios e conquistas de bebês prematuros e suas famílias. </p>]]>
      </description>
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        <![CDATA[<p> </p><p>Neste quinto e último episódio do podcast “Pequeno Gigantes”, uma produção da mais conteúdo de O TEMPO, a pauta é a legislação. Vamos entender o que já temos e quais políticas públicas devem ser criadas para facilitar a vida das famílias de prematuros e como essas mudanças podem sensibilizar a sociedade sobre o tema. </p><p><br>O podcast “Pequenos Gigantes” produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, aborda as jornadas, desafios e conquistas de bebês prematuros e suas famílias. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 22 Nov 2024 06:00:00 -0100</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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        <![CDATA[<p> </p><p>Neste quinto e último episódio do podcast “Pequeno Gigantes”, uma produção da mais conteúdo de O TEMPO, a pauta é a legislação. Vamos entender o que já temos e quais políticas públicas devem ser criadas para facilitar a vida das famílias de prematuros e como essas mudanças podem sensibilizar a sociedade sobre o tema. </p><p><br>O podcast “Pequenos Gigantes” produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, aborda as jornadas, desafios e conquistas de bebês prematuros e suas famílias. </p>]]>
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      <itunes:keywords>Prematuridade, prematuros, bebês prematuros, legislação, licença maternidade</itunes:keywords>
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      <title>Pequenos Gigantes | Sequelas e jornada pós-alta | Ep.4 - Mais Conteúdo</title>
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        <![CDATA[<p>Neste quarto episódio do Podcast “Pequeno Gigantes”, uma produção da mais conteúdo de O TEMPO, vamos entender o que aguarda os prematuros depois da saída do hospital, quais sequelas são mais comuns e os cuidados necessários.</p><p>O podcast “Pequenos Gigantes” produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, aborda as jornadas, desafios e conquistas de bebês prematuros e suas famílias. </p><p><br> </p>]]>
      </description>
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        <![CDATA[<p>Neste quarto episódio do Podcast “Pequeno Gigantes”, uma produção da mais conteúdo de O TEMPO, vamos entender o que aguarda os prematuros depois da saída do hospital, quais sequelas são mais comuns e os cuidados necessários.</p><p>O podcast “Pequenos Gigantes” produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, aborda as jornadas, desafios e conquistas de bebês prematuros e suas famílias. </p><p><br> </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 21 Nov 2024 06:00:00 -0100</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Neste quarto episódio do Podcast “Pequeno Gigantes”, uma produção da mais conteúdo de O TEMPO, vamos entender o que aguarda os prematuros depois da saída do hospital, quais sequelas são mais comuns e os cuidados necessários.</p><p>O podcast “Pequenos Gigantes” produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, aborda as jornadas, desafios e conquistas de bebês prematuros e suas famílias. </p><p><br> </p>]]>
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      <itunes:keywords>Prematuridade, Novembro Roxo, Sequelas, Jornada pós-alta, bebês prematuros</itunes:keywords>
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      <title>Pequenos Gigantes | UTI neonatal: dramas, dores e esperança | Ep.3 - Mais Conteúdo</title>
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        <![CDATA[<p>Neste terceiro episódio do podcast “Pequeno Gigantes”, uma produção da mais conteúdo de O TEMPO, vamos escutar o relato dos familiares que acompanharam seus filhos prematuros durante a internação, o que eles viram e sentiram durante este período. </p><p>O podcast “Pequenos Gigantes” produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, aborda as jornadas, desafios e conquistas de bebês prematuros e suas famílias. </p>]]>
      </description>
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        <![CDATA[<p>Neste terceiro episódio do podcast “Pequeno Gigantes”, uma produção da mais conteúdo de O TEMPO, vamos escutar o relato dos familiares que acompanharam seus filhos prematuros durante a internação, o que eles viram e sentiram durante este período. </p><p>O podcast “Pequenos Gigantes” produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, aborda as jornadas, desafios e conquistas de bebês prematuros e suas famílias. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 20 Nov 2024 06:00:00 -0100</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <itunes:author>O Tempo</itunes:author>
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        <![CDATA[<p>Neste terceiro episódio do podcast “Pequeno Gigantes”, uma produção da mais conteúdo de O TEMPO, vamos escutar o relato dos familiares que acompanharam seus filhos prematuros durante a internação, o que eles viram e sentiram durante este período. </p><p>O podcast “Pequenos Gigantes” produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, aborda as jornadas, desafios e conquistas de bebês prematuros e suas famílias. </p>]]>
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      <itunes:keywords>Prematuridade, prematuros, mortalidade infantil, uti neonatal</itunes:keywords>
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      <title>Pequenos Gigantes | Prematuridade é a maior causa de mortalidade infantil | Ep.2 - Mais Conteúdo </title>
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        <![CDATA[<p>Nem sempre é possível dizer qual a causa exata da prematuridade. Foram as condições de saúde da mãe? Foi algo que ela fez durante a gestação, como academia, alimentação ou força excessiva? É genético? Em uma conversa com especialistas e pais, neste segundo episódio do podcast “Pequeno Gigantes”, vamos explicar as causas da prematuridade e quais são as formas de prevenção do nascimento precoce.</p><p>O podcast “Pequenos Gigantes” produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, aborda as jornadas, desafios e conquistas de bebês prematuros e suas famílias. </p>]]>
      </description>
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        <![CDATA[<p>Nem sempre é possível dizer qual a causa exata da prematuridade. Foram as condições de saúde da mãe? Foi algo que ela fez durante a gestação, como academia, alimentação ou força excessiva? É genético? Em uma conversa com especialistas e pais, neste segundo episódio do podcast “Pequeno Gigantes”, vamos explicar as causas da prematuridade e quais são as formas de prevenção do nascimento precoce.</p><p>O podcast “Pequenos Gigantes” produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, aborda as jornadas, desafios e conquistas de bebês prematuros e suas famílias. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 19 Nov 2024 06:00:00 -0100</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Nem sempre é possível dizer qual a causa exata da prematuridade. Foram as condições de saúde da mãe? Foi algo que ela fez durante a gestação, como academia, alimentação ou força excessiva? É genético? Em uma conversa com especialistas e pais, neste segundo episódio do podcast “Pequeno Gigantes”, vamos explicar as causas da prematuridade e quais são as formas de prevenção do nascimento precoce.</p><p>O podcast “Pequenos Gigantes” produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, aborda as jornadas, desafios e conquistas de bebês prematuros e suas famílias. </p>]]>
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      <itunes:keywords>Prematuridade; prematuros; mortalidade infantil</itunes:keywords>
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      <title>Pequenos Gigantes | A cada dois minutos, nasce um prematuro | Ep.1 - Mais Conteúdo </title>
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        <![CDATA[<p>No primeiro episódio do podcast “Pequenos Gigantes”, você vai conhecer a história de três crianças prematuras: Luan, Liz e Analice. Pelos relatos dos pais, vamos entender as angústias e as dificuldades de receber a notícia da prematuridade e de enfrentar essa jornada. </p><p>O podcast “Pequenos Gigantes” produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, aborda as jornadas, desafios e conquistas de bebês prematuros e suas famílias. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 18 Nov 2024 06:00:00 -0100</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <itunes:keywords>Prematuridade; bebês; recém-nascido; UTI neonatal; sequelas; </itunes:keywords>
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      <title>Tempo de envelhecer | Vulnerabilidade | Ep. 6 - Mais Conteúdo</title>
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        <![CDATA[<p>Os golpes, de toda natureza, vitimizam diversas pessoas idosas todos os dias. A vulnerabilidade e falta de experiência com a tecnologia fazem deste grupo um dos mais vulneráveis. Os casos de estelionato aplicados por telefone são os mais comuns. Neste episódio, vamos ouvir algumas histórias, dicas de como se proteger e como bancos estão se preparando para este futuro que terá uma população mais velha do que jovem. </p><p><br></p><p>O podcast especial “Tempo de Envelhecer: quando viramos pais de nossos pais”, produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, aborda questões que tratam do processo de envelhecimento, as angústias sobre o cuidar e seus desafios. </p>]]>
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      <pubDate>Sat, 20 Apr 2024 05:01:00 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <title>Tempo de envelhecer | Políticas públicas | Ep. 5 Mais Conteúdo</title>
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        <![CDATA[<p>Apesar de leis que garantem cuidados para idosos, ainda não existem políticas públicas robustas em nível federal. E isso, certamente, vai impactar a saúde e a previdência social. Em Belo Horizonte, entretanto, existe uma política voltada para os idosos e, neste guarda-chuva, um programa chamado “Maior Cuidado”, que disponibiliza cuidadores para quem não pode pagar. </p><p><br></p><p>O podcast especial “Tempo de Envelhecer: quando viramos pais de nossos pais”, produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, aborda questões que tratam do processo de envelhecimento, as angústias sobre o cuidar e seus desafios. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Apesar de leis que garantem cuidados para idosos, ainda não existem políticas públicas robustas em nível federal. E isso, certamente, vai impactar a saúde e a previdência social. Em Belo Horizonte, entretanto, existe uma política voltada para os idosos e, neste guarda-chuva, um programa chamado “Maior Cuidado”, que disponibiliza cuidadores para quem não pode pagar. </p><p><br></p><p>O podcast especial “Tempo de Envelhecer: quando viramos pais de nossos pais”, produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, aborda questões que tratam do processo de envelhecimento, as angústias sobre o cuidar e seus desafios. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 19 Apr 2024 05:01:00 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <title>Tempo de envelhecer | Casas de longa permanência | Ep. 4 - Mais Conteúdo</title>
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        <![CDATA[<p>Após mergulhar nos cuidados com o pai, o dentista Leonardo Tiengo, de 43 anos, parou para reavaliar tudo o que estava vivendo. E depois de muito refletir, tomou a difícil decisão de levar o pai para uma instituição de longa permanência de idosos. Como ele, muitas pessoas vivem a dúvida e a angústia sobre levar pai ou mãe para uma casa sênior. </p><p>O podcast especial “Tempo de Envelhecer: quando viramos pais de nossos pais”, produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, aborda questões que tratam do processo de envelhecimento, as angústias sobre o cuidar e seus desafios.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Após mergulhar nos cuidados com o pai, o dentista Leonardo Tiengo, de 43 anos, parou para reavaliar tudo o que estava vivendo. E depois de muito refletir, tomou a difícil decisão de levar o pai para uma instituição de longa permanência de idosos. Como ele, muitas pessoas vivem a dúvida e a angústia sobre levar pai ou mãe para uma casa sênior. </p><p>O podcast especial “Tempo de Envelhecer: quando viramos pais de nossos pais”, produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, aborda questões que tratam do processo de envelhecimento, as angústias sobre o cuidar e seus desafios.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 18 Apr 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <title>Tempo de envelhecer | Falta de preparo da sociedade | Ep. 3 - Mais Conteúdo</title>
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        <![CDATA[<p>Como cuidar dos pais que envelheceram ou adoeceram? Precisa mudar a alimentação? Devo contratar um cuidador para ajudar? Necessita fisioterapia? Qual médico é melhor levar? São muitos os questionamentos que surgem quando nos deparamos com uma doença, a queda cognitiva, o envelhecimento do pai ou da mãe. E é natural não saber qual decisão tomar de imediato frente a tantas questões a serem resolvidas. </p><p>O podcast especial “Tempo de Envelhecer: quando viramos pais de nossos pais”, produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, aborda questões que tratam do processo de envelhecimento, as angústias sobre o cuidar e seus desafios.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 17 Apr 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <title>Tempo de envelhecer |  A dor de ver os pais envelhecerem | Ep. 2 - Mais Conteúdo</title>
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        <![CDATA[<p>Aceitar que nossos pais estão envelhecendo, precisam de apoio para coisas corriqueiras - como marcar o médico e acompanhá-los, ou que você organize as contas da casa e compras do mês - pode assustar. E muitas pessoas não estão preparadas para essa mudança. Neste episódio ouvimos algumas pessoas que se assustaram quando algo ocorreu com a mãe ou o pai, como a professora de gastronomia para crianças, Mônica Veríssimo, de 48 anos. Sua mãe quebrou a coluna e ficou praticamente inválida, por uma semana.  </p><p><br>O podcast especial “Tempo de Envelhecer: quando viramos pais de nossos pais”, produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, aborda questões que tratam do processo de envelhecimento, as angústias sobre o cuidar e seus desafios.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 16 Apr 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <title>Tempo de envelhecer |  Quem vai cuidar de você na velhice | Ep. 1 - Mais Conteúdo</title>
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      <itunes:title>Tempo de envelhecer |  Quem vai cuidar de você na velhice | Ep. 1 - Mais Conteúdo</itunes:title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Uma projeção do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que, até 2100, os idosos serão 40,3% da população brasileira. E a pergunta que não quer calar é: quem vai cuidar desse contingente? Os filhos? Parentes? Cuidadores profissionais? Casas de repouso? </p><p><br>Neste primeiro episódio do podcast especial “Tempo de Envelhecer: quando viramos pais de nossos pais”,  produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, vamos começar a abordar questões que tratam do processo de envelhecimento, as angústias sobre o cuidar e seus desafios. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 15 Apr 2024 05:00:00 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Uma projeção do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) aponta que, até 2100, os idosos serão 40,3% da população brasileira. E a pergunta que não quer calar é: quem vai cuidar desse contingente? Os filhos? Parentes? Cuidadores profissionais? Casas de repouso? </p><p><br>Neste primeiro episódio do podcast especial “Tempo de Envelhecer: quando viramos pais de nossos pais”,  produzido pela Mais Conteúdo de O TEMPO, vamos começar a abordar questões que tratam do processo de envelhecimento, as angústias sobre o cuidar e seus desafios. </p>]]>
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      <title>Quem me Leva : mulheres por mulheres na luta contra o câncer | Ep 6</title>
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        <![CDATA[<p>Depois de quase quatro anos acompanhando a irmã ao tratamento contra o câncer na Santa Casa de Belo Horizonte, Alessandra Graciele, 42, conviveu com muitas outras histórias difíceis. Muitas vezes, mulheres estavam sozinhas durante procedimentos como a quimioterapia, que, por conta da complexidade, é recomendável que estejam acompanhadas. “Vi a necessidade de poder ajudar com uma palavra de força e de fé”, conta. Esse é o tema do segundo podcast da nova temporada da série "Quem me Leva", da Mais Conteúdo, de <strong>O TEMPO. </strong></p>]]>
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      <pubDate>Thu, 24 Aug 2023 03:00:00 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <itunes:subtitle>Depois de quase quatro anos acompanhando a irmã ao tratamento contra o câncer na Santa Casa de Belo Horizonte, Alessandra Graciele, 42, conviveu com muitas outras histórias difíceis. Muitas vezes, mulheres estavam sozinhas durante procedimentos como a qui</itunes:subtitle>
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      <title>Quem me leva:   70% das mulheres com câncer são abandonadas | Ep 05</title>
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        <![CDATA[<p>Sete em cada dez mulheres com câncer no Brasil são abandonadas durante o tratamento. O dado é de uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), divulgada em abril de 2023. </p>
<p>Neste primeiro episódio da segunda temporada da série de podcasts “Quem me Leva”, produzida pela Mais Conteúdo, de <strong>O TEMPO</strong>, você vai ouvir histórias de pacientes largadas em momento de extrema fragilidade. A médica Meira Souza e a psicóloga Gizelle Mesquita falam do impacto emocional e a separação em pleno tratamento podem comprometer a recuperação.</p>]]>
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<p>Neste primeiro episódio da segunda temporada da série de podcasts “Quem me Leva”, produzida pela Mais Conteúdo, de <strong>O TEMPO</strong>, você vai ouvir histórias de pacientes largadas em momento de extrema fragilidade. A médica Meira Souza e a psicóloga Gizelle Mesquita falam do impacto emocional e a separação em pleno tratamento podem comprometer a recuperação.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 23 Aug 2023 03:00:00 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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Neste primeiro episódio da segunda temporada da série de podcasts “Quem me Leva”, produzida pela Mais Conteúdo, de O TEMPO, você vai ouvir histórias de pacientes largadas em momento de extrema fragilidade. A médica Meira Souza e a psicóloga Gizelle Mesquita falam do impacto emocional e a separação em pleno tratamento podem comprometer a recuperação.</itunes:summary>
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      <title>Quem me leva: quanto mais perto, mais difícil | Ep 4</title>
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        <![CDATA[<p>Para quem vive a menos de 50 km da unidade de saúde em que faz tratamento, a legislação não traz nenhuma obrigatoriedade de transporte gratuito. Essa é uma situação que traz dificuldades e transtornos para quem vive em regiões metropolitanas ou capitais, como Belo Horizonte, principalmente para a população em situação de vulnerabilidade. No quarto episódio da série de podcasts "Quem me Leva", histórias como a da Rejane Silva, de 49 anos, que precisou percorrer um trajeto de cerca de de 20 km para fazer o tratamento no Hospital Luxemburgo, em Belo Horizonte. Muito debilitada, ela chegou a voltar parte do percurso a pé durante a quimioterapia.  </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 04 Aug 2023 03:00:00 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <title>Quem me leva: desafios de sair do interior para se tratar em BH | Ep 3</title>
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        <![CDATA[<p>No terceiro episódio da série "Quem me Leva", vamos falar dos problemas enfrentados por quem sai do interior para fazer tratamento em Belo Horizonte. De um lado o desafio dos pacientes, de outro, o desafio de quem os carrega. Geralda Carvalho de Souza, de 48 anos,mora em Ipatinga, no Vale do Aço. Ela vai à capital todas as semanas tratar um câncer. Uma distância de 300 quilômetros. No caminho, ficaram gastos além do que ela podia pagar e muitas dívidas.</p>
<p>O desconforto e as longas esperas dentro de carros parados na rua não são problemas vividos somente pelos pacientes. O motorista José Geraldo Correia, de 51, de Maravilhas, na Região Central de Minas, reclama da falta de estrutura, como vaga para estacionar, banheiros e local para descanso. </p>]]>
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<p>O desconforto e as longas esperas dentro de carros parados na rua não são problemas vividos somente pelos pacientes. O motorista José Geraldo Correia, de 51, de Maravilhas, na Região Central de Minas, reclama da falta de estrutura, como vaga para estacionar, banheiros e local para descanso. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 03 Aug 2023 03:00:00 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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O desconforto e as longas esperas dentro de carros parados na rua não são problemas vividos somente pelos pacientes. O motorista José Geraldo Correia, de 51, de Maravilhas, na Região Central de Minas, reclama da falta de estrutura, como vaga para estacionar, banheiros e local para descanso. </itunes:summary>
      <itunes:subtitle>No terceiro episódio da série "Quem me Leva", vamos falar dos problemas enfrentados por quem sai do interior para fazer tratamento em Belo Horizonte. De um lado o desafio dos pacientes, de outro, o desafio de quem os carrega. Geralda Carvalho de Souza, de</itunes:subtitle>
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      <title>Quem me leva: um direito assegurado pela Constituição | Ep 2</title>
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        <![CDATA[<p>Só em 2015 que o acesso ao transporte passou a ser considerado um direito social previsto na Constituição. No segundo episódio da série "Quem me Leva", o presidente da Associação Nacional das Empresas de Transporte Urbano (NTU), Francisco Christovam, explica mais sobre essas garantias previstas na legislação - algo que se fosse cumprido à risca pelas políticas públicas, teria tornado menos desafiador o tratamento de pessoas como Rosimiria Brandão, de 60 anos, que foi diagnosticada com câncer de mama. E quem a acompanhava durante todo esse processo de idas e vindas a hospitais foi o filho, de apenas nove anos.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 02 Aug 2023 03:00:00 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <title>Quem me leva: falta de transporte impacta tratamentos de saúde | Ep 1</title>
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        <![CDATA[<p>No primeiro episódio da série "Quem me Leva", um dado estatístico que impressiona e preocupa: um em cada três pacientes em tratamento contra o câncer deixa de ir às consultas por não conseguirem transporte. É o que alerta a presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia da Regional Minas Gerais, Annamaria Massahud Rodrigues, que enfatiza ainda que a situação pode até reduzir as chances de cura.</p>
<p>Trazemos também histórias como a da Viviane Ramos, que há oito anos luta contra a doença e sofre com a falta de transporte gratuito para ir e vir do hospital, consultas e exames.</p>]]>
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<p>Trazemos também histórias como a da Viviane Ramos, que há oito anos luta contra a doença e sofre com a falta de transporte gratuito para ir e vir do hospital, consultas e exames.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 01 Aug 2023 03:00:00 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <itunes:summary>No primeiro episódio da série "Quem me Leva", um dado estatístico que impressiona e preocupa: um em cada três pacientes em tratamento contra o câncer deixa de ir às consultas por não conseguirem transporte. É o que alerta a presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia da Regional Minas Gerais, Annamaria Massahud Rodrigues, que enfatiza ainda que a situação pode até reduzir as chances de cura.
Trazemos também histórias como a da Viviane Ramos, que há oito anos luta contra a doença e sofre com a falta de transporte gratuito para ir e vir do hospital, consultas e exames.</itunes:summary>
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      <title>Educação | Empreendedorismo de Transformação | Ep 3</title>
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        <![CDATA[<p>Um grupo de jovens recém formados no ensino médio juntou o incômodo com o modelo da escola pública ao que aprenderam no Núcleo de Empreendedorismo Juvenil (NEJ/Sebrae Minas) e criaram a organização Embaixadores da Educação. O objetivo é capacitar agentes de transformação para que consigam promover mudanças na própria escola, promovendo impacto social. A história é um exemplo de como a educação pode potencializar o empreendedorismo e vice-versa. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 01 Jun 2023 03:01:00 +0000</pubDate>
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      <title>Fazer o bem | Empreendedorismo de Transformação | Ep 1</title>
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        <![CDATA[<p>No aglomerado da Serra, o maior conjunto de favelas de Minas Gerais, uma arquiteta e um historiador decidem criar um negócio para reformar casas de moradores da comunidade, o Arquitetos da Vila. De forma gratuita ou através de parcelamento de até quatro vezes, Wanda Forest e Lucas Jôrio já atuaram em mais de 450 obras. Ainda na região metropolitana de Belo Horizonte, o publicitário Edson Lima passou a fazer projetos gratuitos, todos os meses, para que ONGs possam ter um site e reformular a presença no meio digital. As duas histórias são exemplo do chamado empreendedorismo social, que tem ganhado cada vez mais força no Brasil. </p>]]>
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      <author>O Tempo</author>
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      <title>Impacto Social | Empreendedorismo de Transformação | Ep 2</title>
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        <![CDATA[<p>Em 2017, Marcela Mendes Sales, de 35 anos, começou a costurar seus próprios absorventes de pano, pois tinha alergia dos produtos industrializados. Conversando com as amigas, ela descobriu que a necessidade dela não era uma demanda individual. Nascia ali, a Pagu Absorventes.</p><p>Sem pretensão, Marcela criou um produto inovador, que solucionava um problema comum a diversas mulheres e é sustentável. Um negócio de impacto social, modelo de empreendedorismo que transforma vidas. </p><p><strong>Convidados deste episódio:</strong></p><p>Marcela Mendes Sales - Pagu Absorventes</p><p>Ana Carolina de Almeida - Fundação Dom Cabral</p><p>Fred Maciel, o Negro F - Professor e empreendedor social</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 01 Jun 2023 03:01:00 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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Sem pretensão, Marcela criou um produto inovador, que solucionava um problema comum a diversas mulheres e é sustentável. Um negócio de impacto social, modelo de empreendedorismo que transforma vidas. 
Convidados deste episódio:
Marcela Mendes Sales - Pagu Absorventes
Ana Carolina de Almeida - Fundação Dom Cabral
Fred Maciel, o Negro F - Professor e empreendedor social</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Em 2017, Marcela Mendes Sales, de 35 anos, começou a costurar seus próprios absorventes de pano, pois tinha alergia dos produtos industrializados. Conversando com as amigas, ela descobriu que a necessidade dela não era uma demanda individual. Nascia ali, </itunes:subtitle>
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      <title>Inovação | Empreendedorismo de Transformação | Ep 4</title>
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        <![CDATA[<p>Hub Social é uma incubadora e aceleradora de projetos e negócios sociais, que tem como objetivo capacitar, investir e apoiar iniciativas de todos os portes e segmentos em todo Brasil. Criada em Belo Horizonte, em 2017, a iniciativa tem várias frentes de atuação, desde consultoria ESG para empresas parceiras, capacitação e treinamento para gestores de iniciativas sociais, campanhas sociais entre outras. Nosso bate-papo hoje é com o idealizador do Hub Social, o economista Daniel Gonzalez.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 01 Jun 2023 03:01:00 +0000</pubDate>
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