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    <description>Confira as conversas completas realizadas pelo JOTA com representantes dos Três Poderes, políticos e especialistas. Acompanhe os principais destaques em jota.info 🔗</description>
    <copyright>© 2026 JOTA</copyright>
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    <pubDate>Thu, 26 Feb 2026 12:08:17 -0300</pubDate>
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      <title>Celso Amorim, assessor especial do Presidente da República</title>
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        <![CDATA[<p>O JOTA entrevista Celso Amorim, assessor especial do Presidente da República e ex-ministro das Relações Exteriores. Amorim analisa as diretrizes da política externa brasileira em ano eleitoral e faz um balanço do cenário geopolítico atual.</p><p>A entrevista é conduzida pela editora-executiva do JOTA PRO, Julianna Sofia, e pela analista de internacional do JOTA, Vivian Oswald. A conversa faz parte da série Personas 2026, uma sequência de entrevistas com os principais personagens políticos para ficar de olho no ano eleitoral.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 26 Feb 2026 12:07:21 -0300</pubDate>
      <author>JOTA</author>
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      <title>Procurador-Geral do Trabalho, Gláucio Araújo de Oliveira</title>
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        <![CDATA[<p>O procurador-geral do Trabalho, Gláucio Araújo de Oliveira, responsável por comandar o Ministério Público do Trabalho, afirma que a Justiça do Trabalho – em relação à Justiça Comum – é a que mais tem condições, considerando também a sua experiência e formação de magistrados, de analisar casos de fraude nas relações trabalhistas, incluindo a chamada “pejotização”. A afirmação foi feita em entrevista exclusiva realizada na Casa <strong>JOTA</strong> e transmitida ao vivo para os assinantes do PRO Trabalhista, nesta terça-feira. </p><p>Confira a entrevista completa.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 10 Feb 2026 17:41:20 -0300</pubDate>
      <author>JOTA</author>
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      <title>Kim Kataguiri | Personas 2026</title>
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        <![CDATA[<p><em>Entrevista realizada em 26/11/25</em> | Em entrevista exclusiva ao <strong>JOTA</strong>, o deputado federal <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/Kim%20Kataguiri">Kim Kataguiri</a> detalhou a estratégia de expansão nacional do Partido Missão, nova sigla criada pelo MBL para disputar espaço no tabuleiro político de 2026. O plano inclui lançar chapas nos 26 estados e no Distrito Federal, consolidar uma rede de lideranças estaduais e apresentar um candidato próprio à Presidência, numa tentativa de reposicionar o movimento como alternativa à direita tradicional.</p><p>Ao analisar o cenário eleitoral, Kataguiri criticou simultaneamente o ex-presidente Jair Bolsonaro e a articulação em torno do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, além de atacar o programa econômico e as políticas sociais do governo Lula, defendendo uma agenda de privatizações e revisão estrutural do orçamento. O deputado diz que a nova legenda nasce para garantir coerência ideológica e independência. “A gente nunca mais vai depender de ninguém para disputar as eleições que a gente quer disputar”, afirmou.</p><p>O deputado criticou o que chama de “partidos sem ideologia e sem programa”, criados apenas para dividir poder e negociar orçamento. O Missão, segundo ele, busca ocupar o espaço deixado por legendas tradicionais e funcionar como um veículo político próprio do MBL. Para o futuro, o parlamentar avalia dois caminhos: “Ou disputo a reeleição ou disputo o governo do estado de São Paulo. O que for melhor para o projeto, eu faço”.</p>]]>
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        <![CDATA[<p><em>Entrevista realizada em 26/11/25</em> | Em entrevista exclusiva ao <strong>JOTA</strong>, o deputado federal <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/Kim%20Kataguiri">Kim Kataguiri</a> detalhou a estratégia de expansão nacional do Partido Missão, nova sigla criada pelo MBL para disputar espaço no tabuleiro político de 2026. O plano inclui lançar chapas nos 26 estados e no Distrito Federal, consolidar uma rede de lideranças estaduais e apresentar um candidato próprio à Presidência, numa tentativa de reposicionar o movimento como alternativa à direita tradicional.</p><p>Ao analisar o cenário eleitoral, Kataguiri criticou simultaneamente o ex-presidente Jair Bolsonaro e a articulação em torno do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, além de atacar o programa econômico e as políticas sociais do governo Lula, defendendo uma agenda de privatizações e revisão estrutural do orçamento. O deputado diz que a nova legenda nasce para garantir coerência ideológica e independência. “A gente nunca mais vai depender de ninguém para disputar as eleições que a gente quer disputar”, afirmou.</p><p>O deputado criticou o que chama de “partidos sem ideologia e sem programa”, criados apenas para dividir poder e negociar orçamento. O Missão, segundo ele, busca ocupar o espaço deixado por legendas tradicionais e funcionar como um veículo político próprio do MBL. Para o futuro, o parlamentar avalia dois caminhos: “Ou disputo a reeleição ou disputo o governo do estado de São Paulo. O que for melhor para o projeto, eu faço”.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 26 Nov 2025 22:00:00 -0300</pubDate>
      <author>JOTA</author>
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      <title>Eduardo Bolsonaro | Personas 2026</title>
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        <![CDATA[<p><em>Entrevista realizada em 21/11/25</em> | O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) discute, em entrevista exclusiva ao <strong>JOTA</strong>, os processos judiciais contra ele e o ex-presidente Jair Bolsonaro, o tarifaço de Donald Trump e o cenário para as eleições de 2026.</p><p>A entrevista é conduzida pela editora-executiva do JOTA PRO, Julianna Sofia, e pelo analista de Política Fabio Murakawa. A conversa faz parte da série 'Personas 2026', uma sequência de entrevistas com os principais personagens políticos para ficar de olho até as eleições.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 21 Nov 2025 21:00:00 -0300</pubDate>
      <author>JOTA</author>
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      <title>Jader Barbalho Filho, ministro das Cidades</title>
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        <![CDATA[<p><em>Entrevista realizada em 28/10/25</em> | O ministro das Cidades, Jader Filho (MDB-PA), defendeu que o Banco Central inicie o ciclo de queda de juros. Em entrevista exclusiva ao <strong>JOTA</strong>, o ministro afirmou que o Brasil já reúne condições para essa redução. Em linha com o que tem se falado nos bastidores do governo, Jader Filho endossou a tese de que é necessário um subsídio ao transporte público e destacou o legado urbano da COP30 em Belém. O ministro também detalhou os avanços do Minha Casa, Minha Vida e o novo programa Reforma Casa Brasil.</p><p>Para ele, o cenário econômico atual, com inflação controlada e câmbio estável, permite uma inflexão da política monetária. “Eu acho que o Brasil precisa o quanto antes, é importante que a economia brasileira tenha essa sinalização”, afirmou. Segundo Jader Filho, o nível elevado da taxa básica impede o acesso de famílias de classe média ao crédito imobiliário. “Uma família... se fosse no banco, vai pagar 19, 20, 21, 22%. Essa família tem condições de pagar isso?”, questionou.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 28 Oct 2025 19:00:00 -0300</pubDate>
      <author>JOTA</author>
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      <title>Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social</title>
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        <![CDATA[<p><em>Entrevista realizada em 20/10/25</em> | O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social,<a href="https://www.jota.info/executivo/jota-entrevista-o-ministro-wellington-dias-na-segunda-feira-20-10-acompanhe-pelo-youtube"> Wellington Dias</a>, descartou reajustes imediatos no valor do Bolsa Família. Em entrevista exclusiva ao <strong>JOTA</strong>, o chefe da pasta à qual o programa social está vinculado avaliou que o atual cenário econômico é favorável, com inflação controlada, estabilidade nos preços dos alimentos e redução do câmbio, fatores que preservam o poder de compra das famílias e, segundo ele, não justificam alterações no valor do benefício. Atualmente, o valor médio do repasse é de R$ 683,42.</p><p>O ministro ressaltou ainda que o governo tem obtido ganhos de eficiência na execução do programa, o que contribui para o equilíbrio fiscal. Segundo ele, a redução da pobreza extrema e a saída de milhões de famílias do Mapa da Fome representam uma economia anual de cerca de R$ 15 bilhões para o Estado.</p>]]>
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        <![CDATA[<p><em>Entrevista realizada em 20/10/25</em> | O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social,<a href="https://www.jota.info/executivo/jota-entrevista-o-ministro-wellington-dias-na-segunda-feira-20-10-acompanhe-pelo-youtube"> Wellington Dias</a>, descartou reajustes imediatos no valor do Bolsa Família. Em entrevista exclusiva ao <strong>JOTA</strong>, o chefe da pasta à qual o programa social está vinculado avaliou que o atual cenário econômico é favorável, com inflação controlada, estabilidade nos preços dos alimentos e redução do câmbio, fatores que preservam o poder de compra das famílias e, segundo ele, não justificam alterações no valor do benefício. Atualmente, o valor médio do repasse é de R$ 683,42.</p><p>O ministro ressaltou ainda que o governo tem obtido ganhos de eficiência na execução do programa, o que contribui para o equilíbrio fiscal. Segundo ele, a redução da pobreza extrema e a saída de milhões de famílias do Mapa da Fome representam uma economia anual de cerca de R$ 15 bilhões para o Estado.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 20 Oct 2025 19:00:00 -0300</pubDate>
      <author>JOTA</author>
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        <![CDATA[<p><em>Entrevista realizada em 20/10/25</em> | O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social,<a href="https://www.jota.info/executivo/jota-entrevista-o-ministro-wellington-dias-na-segunda-feira-20-10-acompanhe-pelo-youtube"> Wellington Dias</a>, descartou reajustes imediatos no valor do Bolsa Família. Em entrevista exclusiva ao <strong>JOTA</strong>, o chefe da pasta à qual o programa social está vinculado avaliou que o atual cenário econômico é favorável, com inflação controlada, estabilidade nos preços dos alimentos e redução do câmbio, fatores que preservam o poder de compra das famílias e, segundo ele, não justificam alterações no valor do benefício. Atualmente, o valor médio do repasse é de R$ 683,42.</p><p>O ministro ressaltou ainda que o governo tem obtido ganhos de eficiência na execução do programa, o que contribui para o equilíbrio fiscal. Segundo ele, a redução da pobreza extrema e a saída de milhões de famílias do Mapa da Fome representam uma economia anual de cerca de R$ 15 bilhões para o Estado.</p>]]>
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      <itunes:keywords>política, político, governo Lula, bolsa família, assistência social</itunes:keywords>
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      <title>Presidente do TST, ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho</title>
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        <![CDATA[<p><em>Entrevista realizada em 08/10/25</em> | O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, disse ao <strong>JOTA</strong> que a pejotização irrestrita trará impactos “graves” que poderão levar a uma “ruptura do tecido social”, com trabalhadores desassistidos e a seguridade social subfinanciada. Para o ministro, a CLT é “atemporal”, já que foi construída com cláusulas gerais para ter “incidência ao longo do tempo”, além de ter passado por mais de cem atualizações.</p><p>Sobre o fenômeno da uberização, defendeu uma regulação via Congresso, que contemple pontos como limite de jornada, remuneração, tempo de conexão e contribuição previdenciária. As medidas foram levantadas, em parte, graças a encontros com motoentregadores de Brasília. Num dos diálogos, disse ter ficado “chocado” com os depoimentos dos trabalhadores sobre a subordinação ao algoritmo e os receios com a possibilidade de acidentes. “Não podemos ter uma perspectiva de que você sai de casa e não sabe se vai voltar. É como ir para uma batalha em Gaza”, comparou.</p><p>O presidente do TST participou de entrevista exclusiva ao <strong>JOTA</strong>, em que tratou dos desafios da Justiça trabalhista e das novas modalidades do trabalho. Vieira de Mello Filho assumiu o comando do TST em 25 de setembro. Foi indicado ao tribunal pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2006.</p>]]>
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        <![CDATA[<p><em>Entrevista realizada em 08/10/25</em> | O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, disse ao <strong>JOTA</strong> que a pejotização irrestrita trará impactos “graves” que poderão levar a uma “ruptura do tecido social”, com trabalhadores desassistidos e a seguridade social subfinanciada. Para o ministro, a CLT é “atemporal”, já que foi construída com cláusulas gerais para ter “incidência ao longo do tempo”, além de ter passado por mais de cem atualizações.</p><p>Sobre o fenômeno da uberização, defendeu uma regulação via Congresso, que contemple pontos como limite de jornada, remuneração, tempo de conexão e contribuição previdenciária. As medidas foram levantadas, em parte, graças a encontros com motoentregadores de Brasília. Num dos diálogos, disse ter ficado “chocado” com os depoimentos dos trabalhadores sobre a subordinação ao algoritmo e os receios com a possibilidade de acidentes. “Não podemos ter uma perspectiva de que você sai de casa e não sabe se vai voltar. É como ir para uma batalha em Gaza”, comparou.</p><p>O presidente do TST participou de entrevista exclusiva ao <strong>JOTA</strong>, em que tratou dos desafios da Justiça trabalhista e das novas modalidades do trabalho. Vieira de Mello Filho assumiu o comando do TST em 25 de setembro. Foi indicado ao tribunal pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2006.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 08 Oct 2025 19:16:00 -0300</pubDate>
      <author>JOTA</author>
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        <![CDATA[<p><em>Entrevista realizada em 08/10/25</em> | O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, disse ao <strong>JOTA</strong> que a pejotização irrestrita trará impactos “graves” que poderão levar a uma “ruptura do tecido social”, com trabalhadores desassistidos e a seguridade social subfinanciada. Para o ministro, a CLT é “atemporal”, já que foi construída com cláusulas gerais para ter “incidência ao longo do tempo”, além de ter passado por mais de cem atualizações.</p><p>Sobre o fenômeno da uberização, defendeu uma regulação via Congresso, que contemple pontos como limite de jornada, remuneração, tempo de conexão e contribuição previdenciária. As medidas foram levantadas, em parte, graças a encontros com motoentregadores de Brasília. Num dos diálogos, disse ter ficado “chocado” com os depoimentos dos trabalhadores sobre a subordinação ao algoritmo e os receios com a possibilidade de acidentes. “Não podemos ter uma perspectiva de que você sai de casa e não sabe se vai voltar. É como ir para uma batalha em Gaza”, comparou.</p><p>O presidente do TST participou de entrevista exclusiva ao <strong>JOTA</strong>, em que tratou dos desafios da Justiça trabalhista e das novas modalidades do trabalho. Vieira de Mello Filho assumiu o comando do TST em 25 de setembro. Foi indicado ao tribunal pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2006.</p>]]>
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      <title>José Dirceu | Personas 2026</title>
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        <![CDATA[<p><em>Entrevista realizada em 19/09/25</em> | O ex-presidente do PT e ex-ministro da Casa Civil <a href="https://www.jota.info/tudo-sobre/jose-dirceu">José Dirceu</a> disse que um ajuste fiscal em um eventual quarto mandato do presidente Lula não deve ser feito pelo lado social, como salário mínimo e renda do trabalhador. “Querem fazer um pacto político ou querem fazer um ajuste sobre o salário mínimo sobre a renda do trabalho? Nós não vamos aceitar. Ganhem a eleição e façam, mas vão ter que ganhar a eleição. Se nós ganharmos, eu vou defender que nós não façamos o ajuste do lado social”, disse o petista na primeira entrevista do <strong>Personas 2026</strong>, nova série do <strong>JOTA</strong> com personalidades políticas influentes de vários espectros políticos que seguirá até as eleições de 2026.</p><p>Dirceu acredita que um próximo governo Lula ser mais à esquerda ou não, depende do parlamento e não de Lula. “Se dependesse do presidente Lula nós estaríamos fazendo uma reforma tributária na renúncia fiscal e na estrutura de renda, propriedade e riqueza”. Depois da anulação das condenações na operação Lava-Jato, Dirceu, que hoje trabalha como advogado, mas segue influente no partido do presidente Lula, planeja voltar ao Congresso como deputado federal em 2027. A entrevista foi conduzida pelo analista-chefe do <strong>JOTA</strong>, Fabio Graner, e pelo analista de Política, Fabio Murakawa.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 19 Sep 2025 19:08:00 -0300</pubDate>
      <author>JOTA</author>
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      <itunes:keywords>política, político, josé dirceu, partido dos trabalhadores, PT</itunes:keywords>
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