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    <description>O debate feminino que discute de temas diversos, como relacionamentos, família, saúde, trabalho e lifestyle, de forma moderna, dinâmica e descontraída.  </description>
    <copyright>© 2026 Jornal O TEMPO</copyright>
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    <pubDate>Wed, 13 May 2026 18:49:43 +0000</pubDate>
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      <title>Interessa | Comer junto: prioridade ou luxo?</title>
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        <![CDATA[<p>O ritual do churrasco em família fez Gisele Bündchen rever até a dieta. Mas por que sentar à mesa virou um hábito tão raro? Entre horários fragmentados e a companhia fixa das telas, o ato de comer virou "função" e deixou de ser encontro. O que a gente perde emocionalmente quando troca a troca de olhares pelo scroll do celular na hora da refeição?</p><p>Comer junto interfere na saciedade, na digestão e, principalmente, na construção de vínculos. Existe um caminho de volta para o ritual da mesa dentro da rotina acelerada de 2026?</p><p>O Interessa discute o tema com a psicóloga Thamires Barcellos e a nutri Silvia Hespanha.</p><p>Ao vivo, às 14h, nos canais O TEMPO e O TEMPO Livre no YouTube e nos principais tocadores de podcast.</p><p>Se faz parte da sua vida… INTERESS@! </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 13 May 2026 18:49:39 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Interessa | Estamos assistindo à morte do constrangimento social?</title>
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        <![CDATA[<p>O Interessa desta terça-feira recebeu a psicóloga clínica Marina Nicolau para um debate necessário sobre um comportamento cada vez mais comum: a “morte” do constrangimento social em espaços públicos. </p><p>Discutimos como o uso do celular no volume máximo — com áudios, vídeos e ligações no viva-voz — tomou conta de ônibus, consultórios e padarias, transformando o espaço coletivo em uma extensão da vida privada. Marina explicou o que está por trás dessa perda de filtro: seria excesso de individualismo, busca por validação ou um afrouxamento real das regras de convivência?</p><p>Um papo essencial para entender por que o incômodo do outro parece importar cada vez menos e como isso afeta nossa saúde mental e a harmonia na rotina.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 12 May 2026 19:20:09 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Interessa | Escapes de urina: comum, mas não normal</title>
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        <![CDATA[<p>Rir, tossir, espirrar, treinar… e perder urina. Embora muita gente trate a situação como algo “normal”, os escapes urinários não devem ser encarados dessa forma e, cada vez mais mulheres têm falado sobre isso.</p><p><br>Recentemente, a atriz Paolla Oliveira revelou conviver com essa realidade aos 44 anos e ajudou a ampliar um debate que ainda costuma ser cercado de vergonha. Segundo dados de uma pesquisa encomendada pela Kimberly-Clark e realizada pela Qualibest, uma em cada quatro mulheres enfrenta episódios de perda urinária. Ainda assim, cerca de 80% delas não comentam o assunto nem mesmo com médicos.</p><p><br>No lugar do tratamento, muitas acabam adaptando a própria rotina: evitam exercícios físicos, deixam de fazer esforço, sentem medo de tossir em público e recorrem ao uso frequente de protetores diários. Na maioria dos casos, os escapes estão ligados ao enfraquecimento do assoalho pélvico - musculatura responsável por sustentar órgãos como bexiga, útero, intestino e reto. O problema pode surgir em diferentes fases da vida e sofrer influência de fatores como gestação, parto, menopausa, envelhecimento, sedentarismo e até atividades de impacto.</p><p>No programa Interessa desta segundona (11), a bancada feminina recebe a fisioterapeuta pélvica Flaviana Teixeira para esclarecer o que é considerado comum, quando os escapes exigem atenção e quais tratamentos existem atualmente. <br></p>]]>
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      <pubDate>Mon, 11 May 2026 18:39:48 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Interessa | Maternidade Tardia</title>
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        <![CDATA[<p>Histórias de mulheres que engravidam depois dos 40, como a da atriz Natalie Portman, ajudam a ampliar o imaginário sobre a maternidade tardia. O que antes era exceção, hoje aparece com mais frequência e por diferentes razões: carreira, estabilidade financeira, saúde, ausência de parceria ou simplesmente porque o desejo de ser mãe não surgiu no “tempo esperado”.</p><p><br>Mas, junto com as possibilidades, existem limites. A fertilidade feminina diminui com a idade e, após os 35, esse processo se acelera, exigindo mais planejamento, acompanhamento médico e, muitas vezes, intervenções. Por outro lado, a espera também pode trazer ganhos importantes: mais maturidade, decisões conscientes e um olhar mais preparado para a maternidade.</p><p><br></p><p>No Interessa de hoje, o tema é tratado sob diferentes perspectivas - médica, emocional e vivencial. Com a psicóloga Laura Lanna, a conversa também passa por uma pergunta essencial: esse desejo é genuíno ou atravessado por pressão social? Entre o relógio biológico e o tempo de cada mulher, o desafio é encontrar equilíbrio entre informação, autonomia e realidade.  Participação extra: Dra. Rayana Campos, médica ginecologista e obstetra. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 07 May 2026 19:07:07 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Interessa | Maternidade Atípica </title>
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        <![CDATA[<p>Nenhuma mãe é igual - assim como nenhum filho e nenhum maternar. A maternidade atípica rompe com a imagem idealizada de ser mãe. Mulheres que cuidam de filhos com condições como o Transtorno do Espectro Autista e a Síndrome de Down enfrentam, muitas vezes, o chamado “luto do filho imaginado” ao mesmo tempo em que mergulham em uma rotina intensa de cuidados, terapias e adaptações. É uma jornada marcada por amor, mas também por sobrecarga, custos elevados e enfrentamento diário ao capacitismo.</p><p><br>No Brasil, onde milhões de pessoas vivem com deficiência, essa maternidade ainda é, em grande parte, solitária. A falta de suporte adequado na saúde e na educação, como diagnósticos tardios e ausência de mediadores escolares, agrava o cenário. Para muitas mães, conciliar trabalho e cuidado se torna um desafio constante, ampliando desigualdades que atravessam também questões de raça e classe social.</p><p><br></p><p>No Interessa, a psicóloga e neuropsicóloga Alessandra Drumond Valle conduz a discussão sobre acolhimento, rede de apoio e políticas públicas. O programa propõe diferenciar maternidade de “maternagem”, o exercício real do cuidado, e reforça a importância de olhar também para quem cuida.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 07 May 2026 12:49:13 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Nenhuma mãe é igual - assim como nenhum filho e nenhum maternar. A maternidade atípica rompe com a imagem idealizada de ser mãe. Mulheres que cuidam de filhos com condições como o Transtorno do Espectro Autista e a Síndrome de Down enfrentam, muitas vezes, o chamado “luto do filho imaginado” ao mesmo tempo em que mergulham em uma rotina intensa de cuidados, terapias e adaptações. É uma jornada marcada por amor, mas também por sobrecarga, custos elevados e enfrentamento diário ao capacitismo.</p><p><br>No Brasil, onde milhões de pessoas vivem com deficiência, essa maternidade ainda é, em grande parte, solitária. A falta de suporte adequado na saúde e na educação, como diagnósticos tardios e ausência de mediadores escolares, agrava o cenário. Para muitas mães, conciliar trabalho e cuidado se torna um desafio constante, ampliando desigualdades que atravessam também questões de raça e classe social.</p><p><br></p><p>No Interessa, a psicóloga e neuropsicóloga Alessandra Drumond Valle conduz a discussão sobre acolhimento, rede de apoio e políticas públicas. O programa propõe diferenciar maternidade de “maternagem”, o exercício real do cuidado, e reforça a importância de olhar também para quem cuida.</p>]]>
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      <title>Interessa | Maternidade cansada</title>
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        <![CDATA[<p>A ideia de que mãe dá conta de tudo e ainda sorrindo começa a ruir diante de uma realidade cada vez mais compartilhada: a exaustão. Conciliar filhos, trabalho, casa e demandas invisíveis tem levado muitas mulheres ao limite. E, no meio disso, ainda aparece a culpa por não conseguir fazer tudo como “deveria”. O resultado é uma maternidade sobrecarregada, onde o cansaço extremo vira rotina.</p><p><br>Casos de esquecimentos, erros e falhas têm ganhado espaço nas conversas - e precisam ser olhados com cuidado. Existe uma diferença importante entre negligência e exaustão. Muitas dessas situações não nascem da falta de cuidado, mas do excesso: privação de sono, solidão, pressão social e acúmulo de funções. A psicologia já nomeia esse estado como burnout materno ou parental.</p><p><br></p><p>No Interessa, a psiquiatra Dra. Adriana Gatti conduz a discussão sobre saúde mental materna e reforça um ponto essencial: mães não são super-heroínas. Falar sobre limites, rede de apoio e divisão real de responsabilidades é fundamental para tornar a maternidade mais possível e menos solitária.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 05 May 2026 19:58:13 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A ideia de que mãe dá conta de tudo e ainda sorrindo começa a ruir diante de uma realidade cada vez mais compartilhada: a exaustão. Conciliar filhos, trabalho, casa e demandas invisíveis tem levado muitas mulheres ao limite. E, no meio disso, ainda aparece a culpa por não conseguir fazer tudo como “deveria”. O resultado é uma maternidade sobrecarregada, onde o cansaço extremo vira rotina.</p><p><br>Casos de esquecimentos, erros e falhas têm ganhado espaço nas conversas - e precisam ser olhados com cuidado. Existe uma diferença importante entre negligência e exaustão. Muitas dessas situações não nascem da falta de cuidado, mas do excesso: privação de sono, solidão, pressão social e acúmulo de funções. A psicologia já nomeia esse estado como burnout materno ou parental.</p><p><br></p><p>No Interessa, a psiquiatra Dra. Adriana Gatti conduz a discussão sobre saúde mental materna e reforça um ponto essencial: mães não são super-heroínas. Falar sobre limites, rede de apoio e divisão real de responsabilidades é fundamental para tornar a maternidade mais possível e menos solitária.</p>]]>
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      <title>Interessa | Sexo e menopausa: nem tudo está perdido - e ainda existe (e como!) libido nessa fase</title>
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        <![CDATA[<p>Durante muito tempo, a menopausa foi tratada quase como um encerramento, especialmente, quando o assunto é sexo. Como se o desejo simplesmente desaparecesse e a vida sexual virasse página virada. Mas será que é assim mesmo?</p><p><br>O corpo muda, sim. Oscilações hormonais, novas respostas aos estímulos e até desconfortos podem surgir. Mas transformar isso em sentença definitiva é reduzir demais uma experiência que é muito mais complexa e cheia de possibilidades. A própria Fernanda Lima falou abertamente sobre o período em que perdeu a libido no início da menopausa. O que pouca gente considerou é que, depois, ela também contou sobre a retomada do desejo, os ajustes na rotina e a redescoberta do prazer. E quantas mulheres vivem isso em silêncio? Quantas acham que o desconforto é “normal” e que não há o que fazer? Informação faz toda a diferença. Entender o corpo, adaptar o ritmo, incluir novos estímulos, mais diálogo, tudo isso pode transformar a experiência. </p><p><br></p><p>Para falar sobre esse tema sem tabu e com profundidade, o Interessa recebe a Andréa Rufino, ginecologista e sexóloga. Na apresentação, Renata Zacaroni, ao lado das jornalistas Flaviane Paixão e Jana Fonseca compondo a bancada.</p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Durante muito tempo, a menopausa foi tratada quase como um encerramento, especialmente, quando o assunto é sexo. Como se o desejo simplesmente desaparecesse e a vida sexual virasse página virada. Mas será que é assim mesmo?</p><p><br>O corpo muda, sim. Oscilações hormonais, novas respostas aos estímulos e até desconfortos podem surgir. Mas transformar isso em sentença definitiva é reduzir demais uma experiência que é muito mais complexa e cheia de possibilidades. A própria Fernanda Lima falou abertamente sobre o período em que perdeu a libido no início da menopausa. O que pouca gente considerou é que, depois, ela também contou sobre a retomada do desejo, os ajustes na rotina e a redescoberta do prazer. E quantas mulheres vivem isso em silêncio? Quantas acham que o desconforto é “normal” e que não há o que fazer? Informação faz toda a diferença. Entender o corpo, adaptar o ritmo, incluir novos estímulos, mais diálogo, tudo isso pode transformar a experiência. </p><p><br></p><p>Para falar sobre esse tema sem tabu e com profundidade, o Interessa recebe a Andréa Rufino, ginecologista e sexóloga. Na apresentação, Renata Zacaroni, ao lado das jornalistas Flaviane Paixão e Jana Fonseca compondo a bancada.</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 01 May 2026 18:27:03 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Durante muito tempo, a menopausa foi tratada quase como um encerramento, especialmente, quando o assunto é sexo. Como se o desejo simplesmente desaparecesse e a vida sexual virasse página virada. Mas será que é assim mesmo?</p><p><br>O corpo muda, sim. Oscilações hormonais, novas respostas aos estímulos e até desconfortos podem surgir. Mas transformar isso em sentença definitiva é reduzir demais uma experiência que é muito mais complexa e cheia de possibilidades. A própria Fernanda Lima falou abertamente sobre o período em que perdeu a libido no início da menopausa. O que pouca gente considerou é que, depois, ela também contou sobre a retomada do desejo, os ajustes na rotina e a redescoberta do prazer. E quantas mulheres vivem isso em silêncio? Quantas acham que o desconforto é “normal” e que não há o que fazer? Informação faz toda a diferença. Entender o corpo, adaptar o ritmo, incluir novos estímulos, mais diálogo, tudo isso pode transformar a experiência. </p><p><br></p><p>Para falar sobre esse tema sem tabu e com profundidade, o Interessa recebe a Andréa Rufino, ginecologista e sexóloga. Na apresentação, Renata Zacaroni, ao lado das jornalistas Flaviane Paixão e Jana Fonseca compondo a bancada.</p><p><br></p>]]>
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      <title>Interessa | ‘Péssimo marido, ótimo pai’ - e tem jeito?</title>
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        <![CDATA[<p>“Como marido, um desastre… mas como pai, maravilhoso.” A frase é repetida com uma naturalidade que chega a enganar. Parece inofensiva, quase um elogio possível dentro de um cenário imperfeito. Mas, quando a gente olha mais de perto, essa divisão começa a perder o sentido. Dá mesmo pra separar essas duas versões de um homem dentro da mesma casa?  </p><p><br>O ambiente é um só. E, principalmente, há crianças ali observando tudo. Em um espaço onde existe desrespeito constante, silenciamento, controle ou humilhação, não dá pra acreditar que isso não transborde. A forma como um homem trata a mãe dos seus filhos também educa. Pensa bem: esse mesmo homem pode, sim, ser carinhoso com os filhos, brincar, perguntar da escola, estar presente. Mas o que sustenta esse “bom pai”? Porque a criança não aprende só com o afeto direto que recebe; ela aprende, sobretudo, com o que presencia. E quando ninguém nomeia o desrespeito, quando ninguém chama de violência aquilo que ela vê e que é, o que se constrói é uma referência distorcida do que é amor, cuidado e relação.  </p><p><br>Talvez essa ideia de “pai bom” e “marido ruim” funcione mais como um alívio do que como uma verdade. Uma forma de suavizar uma realidade desconfortável.</p><p>Por isso o Interessa desta quinta (21), provoca! É possível ser um bom pai enquanto se desrespeita a mãe dos filhos? Demonstrações pontuais de carinho compensam um cenário de tensão?  </p>]]>
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        <![CDATA[<p>“Como marido, um desastre… mas como pai, maravilhoso.” A frase é repetida com uma naturalidade que chega a enganar. Parece inofensiva, quase um elogio possível dentro de um cenário imperfeito. Mas, quando a gente olha mais de perto, essa divisão começa a perder o sentido. Dá mesmo pra separar essas duas versões de um homem dentro da mesma casa?  </p><p><br>O ambiente é um só. E, principalmente, há crianças ali observando tudo. Em um espaço onde existe desrespeito constante, silenciamento, controle ou humilhação, não dá pra acreditar que isso não transborde. A forma como um homem trata a mãe dos seus filhos também educa. Pensa bem: esse mesmo homem pode, sim, ser carinhoso com os filhos, brincar, perguntar da escola, estar presente. Mas o que sustenta esse “bom pai”? Porque a criança não aprende só com o afeto direto que recebe; ela aprende, sobretudo, com o que presencia. E quando ninguém nomeia o desrespeito, quando ninguém chama de violência aquilo que ela vê e que é, o que se constrói é uma referência distorcida do que é amor, cuidado e relação.  </p><p><br>Talvez essa ideia de “pai bom” e “marido ruim” funcione mais como um alívio do que como uma verdade. Uma forma de suavizar uma realidade desconfortável.</p><p>Por isso o Interessa desta quinta (21), provoca! É possível ser um bom pai enquanto se desrespeita a mãe dos filhos? Demonstrações pontuais de carinho compensam um cenário de tensão?  </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 18:39:54 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Interessa | “No Brasil não há homem para mim” - está faltando homem? </title>
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        <![CDATA[<p>Lá nos anos 90, Xuxa Meneghel soltou uma frase que atravessou gerações: “no Brasil não tem homem pra mim”. Décadas depois, o tema continua atual, mas será que essa sensação faz sentido? Dados da PNAD Contínua do IBGE mostram que, no Brasil, existem cerca de 95 homens para cada 100 mulheres. Em Minas Gerais, o cenário muda conforme a idade: há mais homens entre os jovens, equilíbrio na faixa dos 30 e, a partir dos 40, as mulheres passam a ser maioria.</p><p><br>A explicação passa, em parte, pela expectativa de vida - homens vivem menos, e isso impacta o recorte ao longo dos anos. Mas o ponto mais interessante não está só nos números, e sim na narrativa que se construiu a partir deles. A ideia de que “falta homem” ganhou força, alimentando frases como “o mercado tá salgado” ou “quem casou, casou”. E, sem perceber, muita gente começa a ajustar expectativas, aceitar menos e valorizar o mínimo.</p><p><br>O resultado? Homens comuns sendo colocados em um lugar de escassez e mulheres incríveis questionando se estão exigindo demais. No Interessa de hoje, a psicóloga e sexóloga Andréa Aguiar propõe um olhar mais crítico: será que essa falta é real ou construída? </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Lá nos anos 90, Xuxa Meneghel soltou uma frase que atravessou gerações: “no Brasil não tem homem pra mim”. Décadas depois, o tema continua atual, mas será que essa sensação faz sentido? Dados da PNAD Contínua do IBGE mostram que, no Brasil, existem cerca de 95 homens para cada 100 mulheres. Em Minas Gerais, o cenário muda conforme a idade: há mais homens entre os jovens, equilíbrio na faixa dos 30 e, a partir dos 40, as mulheres passam a ser maioria.</p><p><br>A explicação passa, em parte, pela expectativa de vida - homens vivem menos, e isso impacta o recorte ao longo dos anos. Mas o ponto mais interessante não está só nos números, e sim na narrativa que se construiu a partir deles. A ideia de que “falta homem” ganhou força, alimentando frases como “o mercado tá salgado” ou “quem casou, casou”. E, sem perceber, muita gente começa a ajustar expectativas, aceitar menos e valorizar o mínimo.</p><p><br>O resultado? Homens comuns sendo colocados em um lugar de escassez e mulheres incríveis questionando se estão exigindo demais. No Interessa de hoje, a psicóloga e sexóloga Andréa Aguiar propõe um olhar mais crítico: será que essa falta é real ou construída? </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 18:37:31 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Interessa | Dia da Educação: como os jovens de hoje estão (estão?) aprendendo</title>
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        <![CDATA[<p>Teve uma época em que aprender dava trabalho e isso não é saudosismo gratuito. Era tabuada de presente, dicionário novo no início do ano, pesquisa na Barsa, tarefa anotada na agenda e corrida contra o apagador do professor. Tudo exigia leitura, escrita, interpretação e, principalmente, esforço. Não tinha foto do quadro, nem resposta pronta. Tinha processo.</p><p><br>Agora, em 2026, o cenário mudou completamente. A informação cabe na palma da mão e muitas vezes já chega resumida, explicada e até “pensada”. A inteligência artificial entrou de vez na rotina de estudos e, sim, facilita (e muito). Mas junto com essa praticidade, surge uma questão incômoda: quando a resposta vem pronta, o que acontece com o caminho até ela? Porque aprender nunca foi só acertar, sempre foi sobre tentar, errar, insistir e, só depois, entender.</p><p><br></p><p>A tecnologia é uma aliada poderosa e sem volta. Pode, inclusive, ajudar quem aprende de formas diferentes, adaptando linguagem e ritmo. Mas sem critério, vira atalho e atalho demais compromete autonomia, pensamento crítico e repertório. Hoje, a IA já aparece como “copiloto” em sala de aula, apoiando professores e personalizando o ensino. A questão não é usar ou não usar, é como usar sem abrir mão do essencial: formar pessoas que saibam pensar por conta própria.</p><p>O que você pensa desse assunto? Nossas meninas receberam Daniel Machado, empreendedor e ativista com mais de 20 anos de experiência, que já esteve à frente da rede Coleguium (1º lugar no ENEM), fundou a Imaginie, que já impactou milhões de alunos, e hoje lidera o grupo Rebels, focado em tecnologia educacional.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Teve uma época em que aprender dava trabalho e isso não é saudosismo gratuito. Era tabuada de presente, dicionário novo no início do ano, pesquisa na Barsa, tarefa anotada na agenda e corrida contra o apagador do professor. Tudo exigia leitura, escrita, interpretação e, principalmente, esforço. Não tinha foto do quadro, nem resposta pronta. Tinha processo.</p><p><br>Agora, em 2026, o cenário mudou completamente. A informação cabe na palma da mão e muitas vezes já chega resumida, explicada e até “pensada”. A inteligência artificial entrou de vez na rotina de estudos e, sim, facilita (e muito). Mas junto com essa praticidade, surge uma questão incômoda: quando a resposta vem pronta, o que acontece com o caminho até ela? Porque aprender nunca foi só acertar, sempre foi sobre tentar, errar, insistir e, só depois, entender.</p><p><br></p><p>A tecnologia é uma aliada poderosa e sem volta. Pode, inclusive, ajudar quem aprende de formas diferentes, adaptando linguagem e ritmo. Mas sem critério, vira atalho e atalho demais compromete autonomia, pensamento crítico e repertório. Hoje, a IA já aparece como “copiloto” em sala de aula, apoiando professores e personalizando o ensino. A questão não é usar ou não usar, é como usar sem abrir mão do essencial: formar pessoas que saibam pensar por conta própria.</p><p>O que você pensa desse assunto? Nossas meninas receberam Daniel Machado, empreendedor e ativista com mais de 20 anos de experiência, que já esteve à frente da rede Coleguium (1º lugar no ENEM), fundou a Imaginie, que já impactou milhões de alunos, e hoje lidera o grupo Rebels, focado em tecnologia educacional.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 28 Apr 2026 18:38:56 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Teve uma época em que aprender dava trabalho e isso não é saudosismo gratuito. Era tabuada de presente, dicionário novo no início do ano, pesquisa na Barsa, tarefa anotada na agenda e corrida contra o apagador do professor. Tudo exigia leitura, escrita, interpretação e, principalmente, esforço. Não tinha foto do quadro, nem resposta pronta. Tinha processo.</p><p><br>Agora, em 2026, o cenário mudou completamente. A informação cabe na palma da mão e muitas vezes já chega resumida, explicada e até “pensada”. A inteligência artificial entrou de vez na rotina de estudos e, sim, facilita (e muito). Mas junto com essa praticidade, surge uma questão incômoda: quando a resposta vem pronta, o que acontece com o caminho até ela? Porque aprender nunca foi só acertar, sempre foi sobre tentar, errar, insistir e, só depois, entender.</p><p><br></p><p>A tecnologia é uma aliada poderosa e sem volta. Pode, inclusive, ajudar quem aprende de formas diferentes, adaptando linguagem e ritmo. Mas sem critério, vira atalho e atalho demais compromete autonomia, pensamento crítico e repertório. Hoje, a IA já aparece como “copiloto” em sala de aula, apoiando professores e personalizando o ensino. A questão não é usar ou não usar, é como usar sem abrir mão do essencial: formar pessoas que saibam pensar por conta própria.</p><p>O que você pensa desse assunto? Nossas meninas receberam Daniel Machado, empreendedor e ativista com mais de 20 anos de experiência, que já esteve à frente da rede Coleguium (1º lugar no ENEM), fundou a Imaginie, que já impactou milhões de alunos, e hoje lidera o grupo Rebels, focado em tecnologia educacional.</p>]]>
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      <title>Interessa | Últimas palavras: por acaso o homem sofre mais com uma gripe do que uma mulher?</title>
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        <![CDATA[<p>“Reúna a família, pois vou pronunciar minhas últimas palavras.” A cena é conhecida e, vamos combinar, rende risadas. Enquanto muitas mulheres seguem a rotina mesmo doentes, existe a ideia de que homens “sentem mais” quando ficam gripados. Mas será que isso é verdade?</p><p><br></p><p>A chamada “gripe masculina” é real? Ou é uma construção cultural?</p><p>Em um momento em que casos de doenças respiratórias aumentam no país, inclusive com decreto de situação de emergência em Belo Horizonte, nossa bancada feminina fala sobre a gripe 'sem gênero', sobretudo, sobre prevenção. Vacinação em dia, atenção aos sintomas e cuidado coletivo fazem toda a diferença. E aí vale a pergunta que sempre rende na bancada: na sua casa, quem vira “paciente terminal” com um espirro?</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 27 Apr 2026 18:37:12 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Interessa | Caso Maria Alice e Maria Flor: o que, de fato, uma criança precisa aprender na primeira infância? </title>
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        <![CDATA[<p>A rotina escolar das filhas de Virgínia Fonseca e Zé Felipe trouxe à tona uma discussão importante... Pais de três crianças, Maria Alice, prestes a completar 5 anos, Maria Flor, de 3, e o pequeno José Leonardo, de um ano e meio, o casal virou assunto após a escola das meninas ser notificada pelo Conselho Tutelar por faltas consideradas excessivas. E aí surge a pergunta: o que, de fato, está em jogo quando falamos de escola na primeira infância?  </p><p><br>Pela legislação brasileira, a partir dos 4 anos, a matrícula na pré-escola deixa de ser opcional e passa a ser obrigatória. Mas, mais do que cumprir uma regra, é preciso entender o porquê dessa exigência. Na primeira infância, a escola não é sobre conteúdo, prova ou desempenho. É sobre brincar, conviver, experimentar o mundo.  </p><p><br>Quando uma criança falta, ela não “perde matéria” como acontece mais tarde. Nem o ano. Mas perde vivência. O dia a dia com outras crianças, as trocas, os conflitos, as descobertas. Tudo isso faz parte de um tipo de aprendizado que não cabe no caderno. E aí surge um ponto importante: será que experiências fora da escola conseguem substituir isso ou apenas complementar?  </p><p>A partir de que momento a escola deixa de ser escolha e passa a ser essencial? O que uma criança realmente precisa aprender nos primeiros anos de vida? E qual é o papel dos adultos dentro e fora da sala de aula nesse processo?  Para aprofundar esse debate, o Interessa recebe nesta quarta (22) a psicóloga clínica Ana Luísa Bolívar, que vai ajudar a entender os limites entre autonomia familiar, obrigação legal e, principalmente, as necessidades reais das crianças nessa fase tão decisiva da vida.  </p>]]>
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        <![CDATA[<p>A rotina escolar das filhas de Virgínia Fonseca e Zé Felipe trouxe à tona uma discussão importante... Pais de três crianças, Maria Alice, prestes a completar 5 anos, Maria Flor, de 3, e o pequeno José Leonardo, de um ano e meio, o casal virou assunto após a escola das meninas ser notificada pelo Conselho Tutelar por faltas consideradas excessivas. E aí surge a pergunta: o que, de fato, está em jogo quando falamos de escola na primeira infância?  </p><p><br>Pela legislação brasileira, a partir dos 4 anos, a matrícula na pré-escola deixa de ser opcional e passa a ser obrigatória. Mas, mais do que cumprir uma regra, é preciso entender o porquê dessa exigência. Na primeira infância, a escola não é sobre conteúdo, prova ou desempenho. É sobre brincar, conviver, experimentar o mundo.  </p><p><br>Quando uma criança falta, ela não “perde matéria” como acontece mais tarde. Nem o ano. Mas perde vivência. O dia a dia com outras crianças, as trocas, os conflitos, as descobertas. Tudo isso faz parte de um tipo de aprendizado que não cabe no caderno. E aí surge um ponto importante: será que experiências fora da escola conseguem substituir isso ou apenas complementar?  </p><p>A partir de que momento a escola deixa de ser escolha e passa a ser essencial? O que uma criança realmente precisa aprender nos primeiros anos de vida? E qual é o papel dos adultos dentro e fora da sala de aula nesse processo?  Para aprofundar esse debate, o Interessa recebe nesta quarta (22) a psicóloga clínica Ana Luísa Bolívar, que vai ajudar a entender os limites entre autonomia familiar, obrigação legal e, principalmente, as necessidades reais das crianças nessa fase tão decisiva da vida.  </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 22 Apr 2026 19:36:03 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A rotina escolar das filhas de Virgínia Fonseca e Zé Felipe trouxe à tona uma discussão importante... Pais de três crianças, Maria Alice, prestes a completar 5 anos, Maria Flor, de 3, e o pequeno José Leonardo, de um ano e meio, o casal virou assunto após a escola das meninas ser notificada pelo Conselho Tutelar por faltas consideradas excessivas. E aí surge a pergunta: o que, de fato, está em jogo quando falamos de escola na primeira infância?  </p><p><br>Pela legislação brasileira, a partir dos 4 anos, a matrícula na pré-escola deixa de ser opcional e passa a ser obrigatória. Mas, mais do que cumprir uma regra, é preciso entender o porquê dessa exigência. Na primeira infância, a escola não é sobre conteúdo, prova ou desempenho. É sobre brincar, conviver, experimentar o mundo.  </p><p><br>Quando uma criança falta, ela não “perde matéria” como acontece mais tarde. Nem o ano. Mas perde vivência. O dia a dia com outras crianças, as trocas, os conflitos, as descobertas. Tudo isso faz parte de um tipo de aprendizado que não cabe no caderno. E aí surge um ponto importante: será que experiências fora da escola conseguem substituir isso ou apenas complementar?  </p><p>A partir de que momento a escola deixa de ser escolha e passa a ser essencial? O que uma criança realmente precisa aprender nos primeiros anos de vida? E qual é o papel dos adultos dentro e fora da sala de aula nesse processo?  Para aprofundar esse debate, o Interessa recebe nesta quarta (22) a psicóloga clínica Ana Luísa Bolívar, que vai ajudar a entender os limites entre autonomia familiar, obrigação legal e, principalmente, as necessidades reais das crianças nessa fase tão decisiva da vida.  </p>]]>
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      <title>Interessa | Cuidados com os cabelos: o que a beleza dos fios conta sobre a gente</title>
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        <![CDATA[<p>Acredite. Entre os temas de saúde mais buscados recentemente, um assunto aparentemente simples ganhou destaque: cabelo. Afinal, quem nunca se pegou procurando dicas milagrosas para deixar os fios mais bonitos, fortes ou menos quebradiços? Mas o que começa como uma busca estética pode revelar algo bem mais profundo.</p><p><br>Brilho, queda, ressecamento… por trás desses sinais, existe um recado. O cabelo não é só moldura do rosto, ele pode funcionar como um verdadeiro termômetro da nossa rotina e do nosso estado emocional. Estresse, alimentação desregulada, noites mal dormidas e até questões hormonais aparecem ali, silenciosamente, fio a fio. Como muita gente costuma dizer: o cabelo entrega.</p><p><br></p><p>No meio disso tudo, a gente também se perde em uma avalanche de “verdades absolutas”. Lavar todo dia faz mal? Cortar acelera o crescimento? Produto caro resolve tudo? A queda, especialmente, é um capítulo à parte. Assusta, mexe com a autoestima e, em muitos casos, vira um ciclo de ansiedade. Quanto mais a gente se desespera, mais parece que o problema aumenta. </p><p>Por isso, no Interessa desta segunda (20), nossas meninas falam de cuidados com os fios que vão muito além de shampoo e condicionador. Envolve alimentação, hábitos, saúde emocional e até a forma como lidamos com a nossa própria imagem. Para entender melhor tudo isso, a bancada recebe o médico especialista em transplante capilar, Dr. Raphael Garcia, que vai ajudar a separar mitos de verdades e orientar sobre como cuidar do cabelo de forma mais consciente e individualizada.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Acredite. Entre os temas de saúde mais buscados recentemente, um assunto aparentemente simples ganhou destaque: cabelo. Afinal, quem nunca se pegou procurando dicas milagrosas para deixar os fios mais bonitos, fortes ou menos quebradiços? Mas o que começa como uma busca estética pode revelar algo bem mais profundo.</p><p><br>Brilho, queda, ressecamento… por trás desses sinais, existe um recado. O cabelo não é só moldura do rosto, ele pode funcionar como um verdadeiro termômetro da nossa rotina e do nosso estado emocional. Estresse, alimentação desregulada, noites mal dormidas e até questões hormonais aparecem ali, silenciosamente, fio a fio. Como muita gente costuma dizer: o cabelo entrega.</p><p><br></p><p>No meio disso tudo, a gente também se perde em uma avalanche de “verdades absolutas”. Lavar todo dia faz mal? Cortar acelera o crescimento? Produto caro resolve tudo? A queda, especialmente, é um capítulo à parte. Assusta, mexe com a autoestima e, em muitos casos, vira um ciclo de ansiedade. Quanto mais a gente se desespera, mais parece que o problema aumenta. </p><p>Por isso, no Interessa desta segunda (20), nossas meninas falam de cuidados com os fios que vão muito além de shampoo e condicionador. Envolve alimentação, hábitos, saúde emocional e até a forma como lidamos com a nossa própria imagem. Para entender melhor tudo isso, a bancada recebe o médico especialista em transplante capilar, Dr. Raphael Garcia, que vai ajudar a separar mitos de verdades e orientar sobre como cuidar do cabelo de forma mais consciente e individualizada.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 20 Apr 2026 18:50:52 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Acredite. Entre os temas de saúde mais buscados recentemente, um assunto aparentemente simples ganhou destaque: cabelo. Afinal, quem nunca se pegou procurando dicas milagrosas para deixar os fios mais bonitos, fortes ou menos quebradiços? Mas o que começa como uma busca estética pode revelar algo bem mais profundo.</p><p><br>Brilho, queda, ressecamento… por trás desses sinais, existe um recado. O cabelo não é só moldura do rosto, ele pode funcionar como um verdadeiro termômetro da nossa rotina e do nosso estado emocional. Estresse, alimentação desregulada, noites mal dormidas e até questões hormonais aparecem ali, silenciosamente, fio a fio. Como muita gente costuma dizer: o cabelo entrega.</p><p><br></p><p>No meio disso tudo, a gente também se perde em uma avalanche de “verdades absolutas”. Lavar todo dia faz mal? Cortar acelera o crescimento? Produto caro resolve tudo? A queda, especialmente, é um capítulo à parte. Assusta, mexe com a autoestima e, em muitos casos, vira um ciclo de ansiedade. Quanto mais a gente se desespera, mais parece que o problema aumenta. </p><p>Por isso, no Interessa desta segunda (20), nossas meninas falam de cuidados com os fios que vão muito além de shampoo e condicionador. Envolve alimentação, hábitos, saúde emocional e até a forma como lidamos com a nossa própria imagem. Para entender melhor tudo isso, a bancada recebe o médico especialista em transplante capilar, Dr. Raphael Garcia, que vai ajudar a separar mitos de verdades e orientar sobre como cuidar do cabelo de forma mais consciente e individualizada.</p>]]>
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      <title>Biohacking do Sexo - você tomaria remédio para melhorar sua performance na cama?  </title>
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        <![CDATA[<p>Transar bem virou meta de produtividade? O perigo do Biohacking no sexo. 💊🔞</p><p>O “Sextou” no Interessa hoje é com S de sexo, mas também de reflexão. Recebemos a farmacêutica e especialista em sexualidade humana, Luana de Castro, para falar sobre uma tendência polêmica: o Biohacking do Sexo.</p><p>A lógica de “hackear” o corpo saiu da academia e chegou na cama. A promessa agora não é tratar uma disfunção, mas “turbinar” o que já funciona. Mais tempo, mais intensidade, mais resultado... Mas a que custo? Até o prazer virou refém da alta performance e da medicalização?</p><p>No papo de hoje, discutimos como essa medicalização excessiva ignora o que de fato faz bem, transformando o sexo em técnica e eliminando a espontaneidade. Afinal, estar com alguém que “não falha nunca” pode acabar gerando mais tensão do que prazer real.</p><p>Refletimos sobre como os métodos naturais, o diálogo e a terapia ainda são caminhos muito mais saudáveis e duradouros do que o uso indiscriminado de atalhos químicos. Quando tudo vira desempenho, corremos o risco de perder a conexão humana que torna a experiência verdadeiramente única.</p><p>▶️ O episódio completo sobre Biohacking e Sexualidade com Luana de Castro já está no YouTube de O TEMPO e nos apps de podcast!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Transar bem virou meta de produtividade? O perigo do Biohacking no sexo. 💊🔞</p><p>O “Sextou” no Interessa hoje é com S de sexo, mas também de reflexão. Recebemos a farmacêutica e especialista em sexualidade humana, Luana de Castro, para falar sobre uma tendência polêmica: o Biohacking do Sexo.</p><p>A lógica de “hackear” o corpo saiu da academia e chegou na cama. A promessa agora não é tratar uma disfunção, mas “turbinar” o que já funciona. Mais tempo, mais intensidade, mais resultado... Mas a que custo? Até o prazer virou refém da alta performance e da medicalização?</p><p>No papo de hoje, discutimos como essa medicalização excessiva ignora o que de fato faz bem, transformando o sexo em técnica e eliminando a espontaneidade. Afinal, estar com alguém que “não falha nunca” pode acabar gerando mais tensão do que prazer real.</p><p>Refletimos sobre como os métodos naturais, o diálogo e a terapia ainda são caminhos muito mais saudáveis e duradouros do que o uso indiscriminado de atalhos químicos. Quando tudo vira desempenho, corremos o risco de perder a conexão humana que torna a experiência verdadeiramente única.</p><p>▶️ O episódio completo sobre Biohacking e Sexualidade com Luana de Castro já está no YouTube de O TEMPO e nos apps de podcast!</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:58:55 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Interessa | Filhos adultos e dependência financeira: quando o apoio vira ‘obrigação’</title>
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      <itunes:title>Interessa | Filhos adultos e dependência financeira: quando o apoio vira ‘obrigação’</itunes:title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Amar também é permitir que o filho adulto construa o próprio caminho, inclusive, no campo financeiro. Essa é a premissa central deste programa, que trata de um fenômeno cada vez mais discutido: a dependência financeira prolongada de filhos adultos em relação aos pais.  </p><p><br>O recorte considera especificamente filhos que já atingiram a maioridade e, em tese, teriam condições de se sustentar, mas seguem recorrendo ao apoio financeiro familiar. É importante diferenciar situações pontuais, em que a ajuda é natural e até necessária, de casos em que esse suporte se torna contínuo e acaba comprometendo o desenvolvimento da autonomia. Nesses contextos, a dependência pode ser resultado tanto de dificuldades reais quanto de comodismo.  </p><p><br></p><p>Os brasileiros estão ficando mais tempo na casa dos pais. O número de pessoas entre 25 e 34 anos que não saiu de casa – a chamada geração canguru - aumentou 137% entre 2012 e 2022. Isso é o que aponta uma pesquisa da Kantar IBOPE Media. Ao contrário do que se pode imaginar, esse tipo de exploração raramente ocorre de forma explícita ou agressiva. Em muitos casos, ela se manifesta de maneira sutil, por meio de vínculos afetivos e pedidos recorrentes que apelam ao emocional dos pais, criando uma dinâmica difícil de romper.  </p><p>Casos conhecidos ajudam a ilustrar diferentes facetas dessa questão. O cantor Fiuk, de 35 anos, filho do cantor Fábio Júnior, de 72, lançou neste mês a canção "Meu pai e minha mãe" - e em trechos da letra aborda a dependência financeira , mesmo já sendo um adulto com carreira consolidada. "Mãe, eu quero voltar a ser menino. Meu pai e minha mãe, tô precisando de dinheiro. Meu pai e minha mãe, eu já vendi meu corpo inteiro", "Pai eu quero ir lá fora brincar" - mas o Fiuk completou 35 anos e é cantor, ator, compositor e piloto de drift...  Já o ator Stênio Garcia, de 94 anos também vive algo analogicamente parecido com relação às filhas Cássia e Gaya Piovesan. Ele move uma ação judicial (iniciada em outubro de 2025) contra ambas alegando abandono material e apropriação indevida de um apartamento em Ipanema, Rio de Janeiro. O artista busca reaver o imóvel de usufruto vitalício, relatando vulnerabilidade financeira, enquanto o caso tramita sob segredo de justiça.  </p><p>Ajudar é sempre amor?  </p><p>Vamos refletir?  </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Amar também é permitir que o filho adulto construa o próprio caminho, inclusive, no campo financeiro. Essa é a premissa central deste programa, que trata de um fenômeno cada vez mais discutido: a dependência financeira prolongada de filhos adultos em relação aos pais.  </p><p><br>O recorte considera especificamente filhos que já atingiram a maioridade e, em tese, teriam condições de se sustentar, mas seguem recorrendo ao apoio financeiro familiar. É importante diferenciar situações pontuais, em que a ajuda é natural e até necessária, de casos em que esse suporte se torna contínuo e acaba comprometendo o desenvolvimento da autonomia. Nesses contextos, a dependência pode ser resultado tanto de dificuldades reais quanto de comodismo.  </p><p><br></p><p>Os brasileiros estão ficando mais tempo na casa dos pais. O número de pessoas entre 25 e 34 anos que não saiu de casa – a chamada geração canguru - aumentou 137% entre 2012 e 2022. Isso é o que aponta uma pesquisa da Kantar IBOPE Media. Ao contrário do que se pode imaginar, esse tipo de exploração raramente ocorre de forma explícita ou agressiva. Em muitos casos, ela se manifesta de maneira sutil, por meio de vínculos afetivos e pedidos recorrentes que apelam ao emocional dos pais, criando uma dinâmica difícil de romper.  </p><p>Casos conhecidos ajudam a ilustrar diferentes facetas dessa questão. O cantor Fiuk, de 35 anos, filho do cantor Fábio Júnior, de 72, lançou neste mês a canção "Meu pai e minha mãe" - e em trechos da letra aborda a dependência financeira , mesmo já sendo um adulto com carreira consolidada. "Mãe, eu quero voltar a ser menino. Meu pai e minha mãe, tô precisando de dinheiro. Meu pai e minha mãe, eu já vendi meu corpo inteiro", "Pai eu quero ir lá fora brincar" - mas o Fiuk completou 35 anos e é cantor, ator, compositor e piloto de drift...  Já o ator Stênio Garcia, de 94 anos também vive algo analogicamente parecido com relação às filhas Cássia e Gaya Piovesan. Ele move uma ação judicial (iniciada em outubro de 2025) contra ambas alegando abandono material e apropriação indevida de um apartamento em Ipanema, Rio de Janeiro. O artista busca reaver o imóvel de usufruto vitalício, relatando vulnerabilidade financeira, enquanto o caso tramita sob segredo de justiça.  </p><p>Ajudar é sempre amor?  </p><p>Vamos refletir?  </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 16 Apr 2026 18:58:20 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Amar também é permitir que o filho adulto construa o próprio caminho, inclusive, no campo financeiro. Essa é a premissa central deste programa, que trata de um fenômeno cada vez mais discutido: a dependência financeira prolongada de filhos adultos em relação aos pais.  </p><p><br>O recorte considera especificamente filhos que já atingiram a maioridade e, em tese, teriam condições de se sustentar, mas seguem recorrendo ao apoio financeiro familiar. É importante diferenciar situações pontuais, em que a ajuda é natural e até necessária, de casos em que esse suporte se torna contínuo e acaba comprometendo o desenvolvimento da autonomia. Nesses contextos, a dependência pode ser resultado tanto de dificuldades reais quanto de comodismo.  </p><p><br></p><p>Os brasileiros estão ficando mais tempo na casa dos pais. O número de pessoas entre 25 e 34 anos que não saiu de casa – a chamada geração canguru - aumentou 137% entre 2012 e 2022. Isso é o que aponta uma pesquisa da Kantar IBOPE Media. Ao contrário do que se pode imaginar, esse tipo de exploração raramente ocorre de forma explícita ou agressiva. Em muitos casos, ela se manifesta de maneira sutil, por meio de vínculos afetivos e pedidos recorrentes que apelam ao emocional dos pais, criando uma dinâmica difícil de romper.  </p><p>Casos conhecidos ajudam a ilustrar diferentes facetas dessa questão. O cantor Fiuk, de 35 anos, filho do cantor Fábio Júnior, de 72, lançou neste mês a canção "Meu pai e minha mãe" - e em trechos da letra aborda a dependência financeira , mesmo já sendo um adulto com carreira consolidada. "Mãe, eu quero voltar a ser menino. Meu pai e minha mãe, tô precisando de dinheiro. Meu pai e minha mãe, eu já vendi meu corpo inteiro", "Pai eu quero ir lá fora brincar" - mas o Fiuk completou 35 anos e é cantor, ator, compositor e piloto de drift...  Já o ator Stênio Garcia, de 94 anos também vive algo analogicamente parecido com relação às filhas Cássia e Gaya Piovesan. Ele move uma ação judicial (iniciada em outubro de 2025) contra ambas alegando abandono material e apropriação indevida de um apartamento em Ipanema, Rio de Janeiro. O artista busca reaver o imóvel de usufruto vitalício, relatando vulnerabilidade financeira, enquanto o caso tramita sob segredo de justiça.  </p><p>Ajudar é sempre amor?  </p><p>Vamos refletir?  </p>]]>
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      <title>Interessa | Anitta X Álvaro: quem você vira perto do seu amigo?</title>
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        <![CDATA[<p>Em alguns grupos, tem aquela pessoa que é a energia que organiza tudo, né? Aquela que chega e naturalmente puxa assunto, conduz o clima, ocupa espaço. E, quase sempre, existe o outro lado: alguém que se cala mais, mede cada palavra, se ajusta. A própria Anitta já expôs uma dinâmica assim ao falar do amigo Alvaro - que, perto dela, disse que fala menos… por medo. E aí a gente precisa parar um segundo: isso é admiração ou tem algo mais aí?  </p><p><br>Porque uma coisa é respeitar, admirar, até se inspirar. Outra, bem diferente, é quando a presença do outro vira um filtro constante. Quando você não relaxa, não se solta, não se reconhece.</p><p><br></p><p>Dá pra chamar de amizade um lugar onde você precisa se podar o tempo todo? Onde existe receio de desagradar, de não ser suficiente, de não corresponder?  </p><p>Em quais ambientes você é mais você? E em quais você se limita - além do necessário? Isso diz mais sobre o outro… ou sobre como você se enxerga ali? E mais - será que, sem perceber, você também ocupa o lugar de quem intimida, mesmo sem intenção?  </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 15 Apr 2026 18:40:01 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Interessa | A importância do cuidado com a saúde dos meninos</title>
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        <![CDATA[<p>A frase é conhecida e repetida quase como verdade absoluta. Mas será que “homem não gosta de ir ao médico” ou será que, em algum momento da vida, ele acabou não entendendo tão bem a importância desse cuidado? Antes de qualquer generalização, um adendo: muitos meninos crescem, sim, com acompanhamento médico regular, levados pelos pais, com tudo certinho. O ponto é outro: é entender por que, ao longo da vida, parte deles se afasta desse zelo e passa a negligenciar a própria saúde.</p><p>Quando a gente olha com mais atenção, percebe que existe uma construção cultural silenciosa. Desde cedo, muitos meninos aprendem que sentir dor é fraqueza, que falar do corpo é constrangedor, que pedir ajuda não combina com a ideia de “ser homem”. Enquanto isso, meninas costumam ser mais incentivadas ao autocuidado e ao acompanhamento médico. O resultado: adultos que, muitas vezes, só procuram ajuda quando o problema já está avançado, como se ignorar sinais fosse uma prova de resistência.</p><p><br>No Interessa desta segunda-feira (13) o papo é justamente ampliar esse olhar. Porque saúde masculina não começa só lá na frente, com exames específicos, ela começa na infância, na forma como esse cuidado é construído dentro de casa, na escola, nas conversas (ou na falta delas). Criar um ambiente onde o menino possa falar sobre o próprio corpo sem vergonha pode mudar completamente essa relação no futuro. E isso passa, inclusive, por informação básica: observar o desenvolvimento, entender sinais do corpo, cuidar da higiene, acompanhar o crescimento.</p><p>Siga O TEMPO no Google e receba as principais notícias</p><p><br></p><p>Pra aprofundar essa conversa, a bancada feminina recebe Luís Fernando Andrade de Carvalho, que traz orientações importantes e levanta questões que todo mundo deveria se fazer: o que, de fato, precisa ser observado na saúde dos meninos? A partir de quando o acompanhamento deve ser regular e com qual especialista? Até que ponto inseguranças com o corpo têm relação com a falta de diálogo na infância? E como equilibrar cuidado e privacidade sem transformar atenção em invasão?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A frase é conhecida e repetida quase como verdade absoluta. Mas será que “homem não gosta de ir ao médico” ou será que, em algum momento da vida, ele acabou não entendendo tão bem a importância desse cuidado? Antes de qualquer generalização, um adendo: muitos meninos crescem, sim, com acompanhamento médico regular, levados pelos pais, com tudo certinho. O ponto é outro: é entender por que, ao longo da vida, parte deles se afasta desse zelo e passa a negligenciar a própria saúde.</p><p>Quando a gente olha com mais atenção, percebe que existe uma construção cultural silenciosa. Desde cedo, muitos meninos aprendem que sentir dor é fraqueza, que falar do corpo é constrangedor, que pedir ajuda não combina com a ideia de “ser homem”. Enquanto isso, meninas costumam ser mais incentivadas ao autocuidado e ao acompanhamento médico. O resultado: adultos que, muitas vezes, só procuram ajuda quando o problema já está avançado, como se ignorar sinais fosse uma prova de resistência.</p><p><br>No Interessa desta segunda-feira (13) o papo é justamente ampliar esse olhar. Porque saúde masculina não começa só lá na frente, com exames específicos, ela começa na infância, na forma como esse cuidado é construído dentro de casa, na escola, nas conversas (ou na falta delas). Criar um ambiente onde o menino possa falar sobre o próprio corpo sem vergonha pode mudar completamente essa relação no futuro. E isso passa, inclusive, por informação básica: observar o desenvolvimento, entender sinais do corpo, cuidar da higiene, acompanhar o crescimento.</p><p>Siga O TEMPO no Google e receba as principais notícias</p><p><br></p><p>Pra aprofundar essa conversa, a bancada feminina recebe Luís Fernando Andrade de Carvalho, que traz orientações importantes e levanta questões que todo mundo deveria se fazer: o que, de fato, precisa ser observado na saúde dos meninos? A partir de quando o acompanhamento deve ser regular e com qual especialista? Até que ponto inseguranças com o corpo têm relação com a falta de diálogo na infância? E como equilibrar cuidado e privacidade sem transformar atenção em invasão?</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 18:44:08 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Interessa | Sexo entre amigos: é possível ‘aliviar as tensões’ sem prejuízo à amizade ou é tragédia anunciada?</title>
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        <![CDATA[<p>A ideia parece perfeita: amizade, intimidade, zero cobrança e ainda aquele “plus” que muita gente finge que não quer, mas quer. Quem nunca pensou que viver algo como no filme Amizade Colorida, com química, leveza e sem complicação, seria a solução ideal? Na teoria, é moderno, prático e emocionalmente resolvido. Na prática… nem sempre.</p><p><br>Quando a gente tira isso da tela e leva pra vida real, as coisas costumam ganhar outras camadas. Porque onde já existe conexão, confiança e convivência, o envolvimento pode ir além do combinado. Expectativas silenciosas, ciúmes inesperados, frustrações… e, muitas vezes, o que era leve começa a pesar. A pergunta deixa de ser “vale a pena?” e vira “dá pra sair disso sem perder a amizade?” Existe maturidade emocional suficiente pra lidar com os desdobramentos? Ou, no fundo, a gente entra achando que está tudo sob controle… até não estar mais?</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 10 Apr 2026 18:45:57 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title> Obsessão pelo 'Looksmaxxing': entenda como a busca pela beleza masculina adoece jovens na internet</title>
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        <![CDATA[<p>Jovens, disciplinados, focados na aparência e obcecados por status. O perfil pode até parecer saudável à primeira vista, mas nem sempre é. Inspirados por personagens como Patrick Bateman, de Psicopata Americano, uma geração tem ressignificado o autocuidado nas redes sociais.</p><p>O problema? O que era pra ser equilíbrio virou obsessão.  </p><p><br></p><p>O chamado “looksmaxxing” ganhou força no TikTok e em fóruns online, propondo a “maximização” da aparência masculina. Só que, dentro de comunidades ligadas à chamada machosfera, esse conceito ultrapassa qualquer limite saudável. A aparência passa a ser tratada como moeda social, com homens classificados em rankings de beleza, de “betas” a “Chads”, numa lógica que mistura insegurança, comparação constante e uma busca quase inalcançável por perfeição.  </p><p>De dietas extremas a métodos agressivos e até autolesivos para “corrigir” traços físicos. O que se vende como evolução pessoal, muitas vezes esconde transtornos de imagem, baixa autoestima e uma pressão silenciosa por validação. No fim das contas, a pergunta que fica é incômoda: até que ponto cuidar da aparência é saudável… e quando isso começa a custar a própria saúde?  </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Jovens, disciplinados, focados na aparência e obcecados por status. O perfil pode até parecer saudável à primeira vista, mas nem sempre é. Inspirados por personagens como Patrick Bateman, de Psicopata Americano, uma geração tem ressignificado o autocuidado nas redes sociais.</p><p>O problema? O que era pra ser equilíbrio virou obsessão.  </p><p><br></p><p>O chamado “looksmaxxing” ganhou força no TikTok e em fóruns online, propondo a “maximização” da aparência masculina. Só que, dentro de comunidades ligadas à chamada machosfera, esse conceito ultrapassa qualquer limite saudável. A aparência passa a ser tratada como moeda social, com homens classificados em rankings de beleza, de “betas” a “Chads”, numa lógica que mistura insegurança, comparação constante e uma busca quase inalcançável por perfeição.  </p><p>De dietas extremas a métodos agressivos e até autolesivos para “corrigir” traços físicos. O que se vende como evolução pessoal, muitas vezes esconde transtornos de imagem, baixa autoestima e uma pressão silenciosa por validação. No fim das contas, a pergunta que fica é incômoda: até que ponto cuidar da aparência é saudável… e quando isso começa a custar a própria saúde?  </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 08 Apr 2026 19:17:21 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Acesso sem permissão ao celular do parceiro pode dar até 4 anos de prisão</title>
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        <![CDATA[<p>Uma prática comum, quase banal, mas que pode custar caro: até quatro anos de prisão. Segundo uma pesquisa da Avast (2023), 61% dos brasileiros já acessaram o celular do parceiro, e 41% fizeram isso sem autorização. O que muita gente trata como “curiosidade” ou até “instinto” pode ser enquadrado como crime de invasão de dispositivo informático, previsto no Artigo 154-A do Código Penal. E é justamente aí que nasce o desconforto: quando o afeto vira justificativa para violar a privacidade?</p><p><br>Os dados mostram mais do que comportamento. Revelam uma cultura de vigilância dentro das relações. Fotos, mensagens, redes sociais… o acesso vai muito além de um “olhar rápido”. E mesmo sabendo que não têm esse direito, 69% dos entrevistados reconhecem que a prática é indevida, mas ainda assim acontece. Entre suspeitas, inseguranças e comparações constantes, surge uma pergunta inevitável: até que ponto o ciúme é sentimento… e quando ele vira controle?</p><p><br>O recorte de gênero também chama atenção: entre os que admitem acessar sem permissão, a maioria são mulheres. Isso aponta para uma discussão mais profunda, não necessariamente sobre quem controla mais, mas sobre como a insegurança tem se manifestado nas relações. Ah! Detalhe importante... não estamos falando só de casais. A lei vale para qualquer relação, entre amigos, familiares, pais e filhos. Quando a invasão se torna hábito, o crime passa a ser relativizado. E aí vem a provocação que incomoda: se é tão comum, por que ainda é tão difícil respeitar a privacidade de quem está mais próximo?</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 18:29:08 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Dia Mundial da Atividade Física - Não é sobre fazer tudo; é sobre fazer alguma coisa! </title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Segunda-feira, 06 de abril, Dia Mundial da Atividade Física. E talvez o maior equívoco que a gente comete seja acreditar que só vale se for intenso, perfeito ou digno de post. No meio de metas irreais e rotinas corridas, muita gente trava antes mesmo de começar. Mas a verdade é bem menos complicada e até mais libertadora: não é sobre performance, é sobre constância. Não é sobre virar atleta, é sobre parar de deixar o corpo em segundo plano.</p><p><br>A ciência já entendeu algo que a gente insiste em ignorar: movimento não precisa vir com rótulo de “treino oficial” pra fazer diferença. Subir escadas, andar mais rápido, carregar sacolas, se mexer ao longo do dia… tudo isso conta. Estudos recentes mostram que poucos minutos diários de esforço moderado já ajudam a reduzir riscos de doenças cardíacas. Minutos. Será que o problema é mesmo falta de tempo… ou a forma como a gente enxerga o movimento?</p><p><br></p><p>Hoje o Interessa bate um papo com o educador físico, palestrante e criador do método Supercore Brasil, especializado em treinamento funcional integrado utilizando apenas o peso do corpo, Kenji Takahashi. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Segunda-feira, 06 de abril, Dia Mundial da Atividade Física. E talvez o maior equívoco que a gente comete seja acreditar que só vale se for intenso, perfeito ou digno de post. No meio de metas irreais e rotinas corridas, muita gente trava antes mesmo de começar. Mas a verdade é bem menos complicada e até mais libertadora: não é sobre performance, é sobre constância. Não é sobre virar atleta, é sobre parar de deixar o corpo em segundo plano.</p><p><br>A ciência já entendeu algo que a gente insiste em ignorar: movimento não precisa vir com rótulo de “treino oficial” pra fazer diferença. Subir escadas, andar mais rápido, carregar sacolas, se mexer ao longo do dia… tudo isso conta. Estudos recentes mostram que poucos minutos diários de esforço moderado já ajudam a reduzir riscos de doenças cardíacas. Minutos. Será que o problema é mesmo falta de tempo… ou a forma como a gente enxerga o movimento?</p><p><br></p><p>Hoje o Interessa bate um papo com o educador físico, palestrante e criador do método Supercore Brasil, especializado em treinamento funcional integrado utilizando apenas o peso do corpo, Kenji Takahashi. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 18:35:22 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Sedentarismo Cognitivo - O que acontece com o nosso cérebro quando tudo a nossa volta exige cada vez menos esforço mental</title>
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        <![CDATA[<p>O mercado de bem-estar nunca esteve tão aquecido: movimenta trilhões de dólares e foca excessivamente na performance do corpo. Monitoramos passos, calorias e sono, mas o que estamos fazendo com a nossa mente? Enquanto o corpo está em evidência, o cérebro parece entrar em um estado de acomodação perigoso.</p><p><br>Ganha força um conceito que ajuda a explicar esse cenário: o sedentarismo cognitivo. Ele se manifesta nos hábitos mais cotidianos e está presente na rotina de todos.</p><p><br></p><p>Delegamos caminhos ao GPS, memórias à agenda do celular e dúvidas simples ao Google. A atenção se fragmenta em vídeos curtos e, cada vez mais, tarefas mentais complexas são entregues à inteligência artificial. A mente continua ativa, mas cada vez menos exigida. Ela não está ficando preguiçosa sozinha; nós estamos deixando que ela atrofie.</p><p>Os dados reforçam esse alerta. Brasileiros passam mais de 9 horas por dia conectados, transformando o que seria tempo de descanso em um bombardeio de estímulos sem pausa. O ganho de praticidade é evidente, mas qual é o preço da nossa autonomia intelectual? É possível manter o raciocínio crítico em um mundo de respostas prontas e pensamento padronizado?</p><p>Nesta live do Interessa, nossas meninas analisaram o paradoxo: nunca houve tanto acesso à informação, mas nunca fizemos tão pouco esforço para processá-la com profundidade.</p><p>O cérebro ainda está sendo exercitado ou estamos terceirizando nossa capacidade de pensar?</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 01 Apr 2026 18:35:07 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Dia Nacional da Saúde e da Nutrição: a alimentação como aliada no tratamento da menopausa</title>
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        <![CDATA[<p>Celebrado em 31 de março, o Dia da Saúde e da Nutrição reforça a importância de escolhas alimentares conscientes para a prevenção de doenças e promoção do bem-estar. Especialmente para as mulheres na menopausa.</p><p>Essa fase, marcada pelo fim do ciclo reprodutivo feminino, provoca uma série de mudanças no organismo que vão muito além dos hormônios, impactando o sono, o humor, o metabolismo e a saúde óssea e cardiovascular. Estudos apontam que a alimentação pode ser uma aliada importante no manejo desses sintomas.</p><p>Com a redução dos níveis de estrogênio, há maior propensão ao ganho de peso, à perda de massa óssea e a alterações no colesterol. Além disso, cresce a atenção para o papel do intestino nesse processo. A chamada disbiose, que é o desequilíbrio da microbiota intestinal, pode intensificar inflamações, impactar a absorção de nutrientes e até influenciar o metabolismo hormonal, agravando sintomas da menopausa.</p><p>Nesse cenário, uma alimentação rica em fibras, alimentos naturais e probióticos pode contribuir para o reequilíbrio intestinal e, consequentemente, para uma melhor resposta do organismo nessa fase.</p>]]>
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      <title>Pielonefrite: a infecção urinária que atinge os rins</title>
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        <![CDATA[<p>Sintomas comuns como dor pélvica, ardência ao urinar e sensação de bexiga cheia muitas vezes são normalizados, especialmente por quem convive com algumas condições. Mas quando surgem sinais diferentes, como calafrios, náuseas, dor nas costas e até sangue na urina, é preciso acender o alerta. Foi assim que um quadro inicialmente confundido com uma infecção urinária simples evoluiu para o diagnóstico de pielonefrite, uma infecção que ultrapassa a bexiga e atinge os rins.  </p><p><br>Apesar de muitas vezes começar como uma cistite, a pielonefrite pode evoluir de forma silenciosa e nem sempre apresenta os sintomas clássicos, como febre alta ou dor intensa. Existem diferentes tipos da doença, com graus variados de gravidade, e nem todo organismo reage da mesma forma. Isso torna o diagnóstico mais desafiador e reforça a importância de investigar sinais persistentes ou atípicos, mesmo quando exames iniciais não apontam alterações.  </p><p><br>Mulheres estão mais suscetíveis a infecções urinárias por questões anatômicas, mas outros fatores também podem aumentar o risco, como histórico recorrente, presença de cálculos renais, alterações no trato urinário e condições inflamatórias pélvicas. Diante disso, fica a pergunta: como identificar quando uma infecção deixa de ser simples? Sintomas leves podem esconder quadros mais graves? E hábitos como segurar o xixi ou beber pouca água realmente influenciam nesse processo?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Sintomas comuns como dor pélvica, ardência ao urinar e sensação de bexiga cheia muitas vezes são normalizados, especialmente por quem convive com algumas condições. Mas quando surgem sinais diferentes, como calafrios, náuseas, dor nas costas e até sangue na urina, é preciso acender o alerta. Foi assim que um quadro inicialmente confundido com uma infecção urinária simples evoluiu para o diagnóstico de pielonefrite, uma infecção que ultrapassa a bexiga e atinge os rins.  </p><p><br>Apesar de muitas vezes começar como uma cistite, a pielonefrite pode evoluir de forma silenciosa e nem sempre apresenta os sintomas clássicos, como febre alta ou dor intensa. Existem diferentes tipos da doença, com graus variados de gravidade, e nem todo organismo reage da mesma forma. Isso torna o diagnóstico mais desafiador e reforça a importância de investigar sinais persistentes ou atípicos, mesmo quando exames iniciais não apontam alterações.  </p><p><br>Mulheres estão mais suscetíveis a infecções urinárias por questões anatômicas, mas outros fatores também podem aumentar o risco, como histórico recorrente, presença de cálculos renais, alterações no trato urinário e condições inflamatórias pélvicas. Diante disso, fica a pergunta: como identificar quando uma infecção deixa de ser simples? Sintomas leves podem esconder quadros mais graves? E hábitos como segurar o xixi ou beber pouca água realmente influenciam nesse processo?</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 30 Mar 2026 18:56:34 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Sintomas comuns como dor pélvica, ardência ao urinar e sensação de bexiga cheia muitas vezes são normalizados, especialmente por quem convive com algumas condições. Mas quando surgem sinais diferentes, como calafrios, náuseas, dor nas costas e até sangue na urina, é preciso acender o alerta. Foi assim que um quadro inicialmente confundido com uma infecção urinária simples evoluiu para o diagnóstico de pielonefrite, uma infecção que ultrapassa a bexiga e atinge os rins.  </p><p><br>Apesar de muitas vezes começar como uma cistite, a pielonefrite pode evoluir de forma silenciosa e nem sempre apresenta os sintomas clássicos, como febre alta ou dor intensa. Existem diferentes tipos da doença, com graus variados de gravidade, e nem todo organismo reage da mesma forma. Isso torna o diagnóstico mais desafiador e reforça a importância de investigar sinais persistentes ou atípicos, mesmo quando exames iniciais não apontam alterações.  </p><p><br>Mulheres estão mais suscetíveis a infecções urinárias por questões anatômicas, mas outros fatores também podem aumentar o risco, como histórico recorrente, presença de cálculos renais, alterações no trato urinário e condições inflamatórias pélvicas. Diante disso, fica a pergunta: como identificar quando uma infecção deixa de ser simples? Sintomas leves podem esconder quadros mais graves? E hábitos como segurar o xixi ou beber pouca água realmente influenciam nesse processo?</p>]]>
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      <title>Aumento da licença-paternidade: pais mais presentes ou só mais dias em casa?</title>
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        <![CDATA[<p>Durante décadas, o pai brasileiro teve oficialmente apenas cinco dias para participar da chegada de um filho. Agora, um projeto aprovado pelo Senado prevê a ampliação gradual da licença-paternidade para até 20 dias até 2029. A mudança reacende uma discussão importante: será que mais tempo em casa significa, de fato, mais participação na criação dos filhos? Ou estamos apenas ampliando um prazo sem mexer na cultura que define quem cuida e quem “ajuda”?</p><p><br>Historicamente, a licença curta ajudou a reforçar a ideia de que o cuidado é responsabilidade feminina. Enquanto muitos homens retornavam rapidamente ao trabalho, mulheres assumiam sozinhas a adaptação à nova rotina com o bebê. Isso contribuiu para um ciclo que ainda se repete: homens que não aprendem a cuidar porque não são estimulados e mulheres sobrecarregadas que, muitas vezes, também enfrentam dificuldade em dividir esse espaço, seja por falta de confiança ou pelo hábito de centralizar as funções. Mas será que 20 dias são suficientes para mudar esse cenário?</p><p><br>A discussão vai além do tempo e passa por comportamento, educação emocional e divisão real de responsabilidades. Para aprofundar esse debate e entender os impactos dessa mudança, Eliene Lima, psicóloga especialista em parentalidade e maternidade participa do Interessa e vai ajudar a analisar se estamos diante de uma transformação real ou apenas simbólica na construção da paternidade no Brasil.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 26 Mar 2026 18:02:37 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Durante décadas, o pai brasileiro teve oficialmente apenas cinco dias para participar da chegada de um filho. Agora, um projeto aprovado pelo Senado prevê a ampliação gradual da licença-paternidade para até 20 dias até 2029. A mudança reacende uma discussão importante: será que mais tempo em casa significa, de fato, mais participação na criação dos filhos? Ou estamos apenas ampliando um prazo sem mexer na cultura que define quem cuida e quem “ajuda”?</p><p><br>Historicamente, a licença curta ajudou a reforçar a ideia de que o cuidado é responsabilidade feminina. Enquanto muitos homens retornavam rapidamente ao trabalho, mulheres assumiam sozinhas a adaptação à nova rotina com o bebê. Isso contribuiu para um ciclo que ainda se repete: homens que não aprendem a cuidar porque não são estimulados e mulheres sobrecarregadas que, muitas vezes, também enfrentam dificuldade em dividir esse espaço, seja por falta de confiança ou pelo hábito de centralizar as funções. Mas será que 20 dias são suficientes para mudar esse cenário?</p><p><br>A discussão vai além do tempo e passa por comportamento, educação emocional e divisão real de responsabilidades. Para aprofundar esse debate e entender os impactos dessa mudança, Eliene Lima, psicóloga especialista em parentalidade e maternidade participa do Interessa e vai ajudar a analisar se estamos diante de uma transformação real ou apenas simbólica na construção da paternidade no Brasil.</p>]]>
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      <title>É lésbica porque se decepcionou com homem! </title>
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        <![CDATA[<p>Nos últimos meses, a atriz Heloísa Périssé voltou aos holofotes não por um novo papel, mas pela vida amorosa. Após anos em relacionamentos com homens, ela assumiu um namoro com a diretora Leticia Prisco, e o assunto rapidamente ganhou as redes sociais. Junto com a curiosidade, veio também uma velha frase, muitas vezes dita em tom de brincadeira: “do jeito que as coisas estão, na próxima decepção com homem eu caso é com uma mulher.” Mas será que essa ideia faz mesmo sentido?</p><p><br>Casos como os de Ludmilla, Kristen Stewart, Fernanda Souza, Fernanda Gentil, Amber Heard e Maitê Proença frequentemente reacendem esse debate. Existe uma percepção comum de que relações entre mulheres seriam mais fáceis ou mais sensíveis, o que pode ser uma visão simplista e até perigosa. Relações entre mulheres também envolvem complexidade, conflitos e construção emocional. Mais do que isso: não são um “plano B” para frustrações com homens, mas sim conexões legítimas, baseadas em desejo, afeto e identificação.</p><p><br></p><p>O tema levanta uma questão importante: a orientação sexual pode mudar por causa de uma decepção amorosa ou o que acontece é uma abertura para desejos que antes estavam reprimidos? Para aprofundar essa conversa e discutir os limites entre mito e realidade, o podcast conta com a presença de Gabriela Maia Paixão, psicóloga e psicanalista, que traz reflexões sobre sexualidade, construção do desejo e os desafios de romper com padrões sociais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Nos últimos meses, a atriz Heloísa Périssé voltou aos holofotes não por um novo papel, mas pela vida amorosa. Após anos em relacionamentos com homens, ela assumiu um namoro com a diretora Leticia Prisco, e o assunto rapidamente ganhou as redes sociais. Junto com a curiosidade, veio também uma velha frase, muitas vezes dita em tom de brincadeira: “do jeito que as coisas estão, na próxima decepção com homem eu caso é com uma mulher.” Mas será que essa ideia faz mesmo sentido?</p><p><br>Casos como os de Ludmilla, Kristen Stewart, Fernanda Souza, Fernanda Gentil, Amber Heard e Maitê Proença frequentemente reacendem esse debate. Existe uma percepção comum de que relações entre mulheres seriam mais fáceis ou mais sensíveis, o que pode ser uma visão simplista e até perigosa. Relações entre mulheres também envolvem complexidade, conflitos e construção emocional. Mais do que isso: não são um “plano B” para frustrações com homens, mas sim conexões legítimas, baseadas em desejo, afeto e identificação.</p><p><br></p><p>O tema levanta uma questão importante: a orientação sexual pode mudar por causa de uma decepção amorosa ou o que acontece é uma abertura para desejos que antes estavam reprimidos? Para aprofundar essa conversa e discutir os limites entre mito e realidade, o podcast conta com a presença de Gabriela Maia Paixão, psicóloga e psicanalista, que traz reflexões sobre sexualidade, construção do desejo e os desafios de romper com padrões sociais.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 25 Mar 2026 17:40:25 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>“Eu me demito!”: entenda o revenge quitting, a ‘demissão por vingança’</title>
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        <![CDATA[<p>Teve uma época em que pedir demissão era um verdadeiro drama: mãos suando, coração acelerado e aquele frio na barriga antes de encarar o chefe. Hoje, a frase “eu me demito” parece sair com muito mais naturalidade. Não é por acaso. Com o desemprego em baixa e mais oportunidades no radar, cresce o número de profissionais dispostos a buscar novos caminhos. Esse cenário dá mais segurança para recomeçar e faz muita gente repensar se vale a pena permanecer onde está.  </p><p><br>Mas não é só sobre oportunidades. Um novo termo tem ganhado força: “revenge quitting”, ou demissão por vingança. Nesse caso, sair do emprego não é apenas uma decisão racional, é também um recado. Profissionais deixam seus cargos como forma de protesto contra ambientes tóxicos, falta de reconhecimento ou excesso de pressão. Dados mostram que os trabalhadores se sentem estagnados e consideram o ambiente de trabalho prejudicial à saúde mental. Ou seja, não é só sobre crescer… é também sobre sobreviver emocionalmente.  </p><p><br></p><p>O fenômeno revela uma mudança importante: estabilidade já não é mais suficiente. Hoje, trabalho precisa, no mínimo, não custar a saúde mental. Mas onde está a linha entre estratégia e impulso? Pedir demissão pode ser um ato de autonomia ou uma reação emocional. Para entender melhor esse cenário e seus impactos, o programa recebe Ricardo Castanheira, especialista em cultura organizacional, liderança e engajamento, que vai ajudar a refletir sobre limites, decisões e o que as empresas ainda precisam aprender sobre retenção de talentos.  </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Teve uma época em que pedir demissão era um verdadeiro drama: mãos suando, coração acelerado e aquele frio na barriga antes de encarar o chefe. Hoje, a frase “eu me demito” parece sair com muito mais naturalidade. Não é por acaso. Com o desemprego em baixa e mais oportunidades no radar, cresce o número de profissionais dispostos a buscar novos caminhos. Esse cenário dá mais segurança para recomeçar e faz muita gente repensar se vale a pena permanecer onde está.  </p><p><br>Mas não é só sobre oportunidades. Um novo termo tem ganhado força: “revenge quitting”, ou demissão por vingança. Nesse caso, sair do emprego não é apenas uma decisão racional, é também um recado. Profissionais deixam seus cargos como forma de protesto contra ambientes tóxicos, falta de reconhecimento ou excesso de pressão. Dados mostram que os trabalhadores se sentem estagnados e consideram o ambiente de trabalho prejudicial à saúde mental. Ou seja, não é só sobre crescer… é também sobre sobreviver emocionalmente.  </p><p><br></p><p>O fenômeno revela uma mudança importante: estabilidade já não é mais suficiente. Hoje, trabalho precisa, no mínimo, não custar a saúde mental. Mas onde está a linha entre estratégia e impulso? Pedir demissão pode ser um ato de autonomia ou uma reação emocional. Para entender melhor esse cenário e seus impactos, o programa recebe Ricardo Castanheira, especialista em cultura organizacional, liderança e engajamento, que vai ajudar a refletir sobre limites, decisões e o que as empresas ainda precisam aprender sobre retenção de talentos.  </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 24 Mar 2026 17:49:59 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Março Amarelo: um BAFTA para a dor que sempre foi ignorada, conheça mais sobre a endometriose</title>
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        <![CDATA[<p>Um curta-metragem de apenas 19 minutos conseguiu o que muitas mulheres tentam há anos: serem vistas / ouvidas. “This Is Endometriosis”, dirigido por Georgie Wileman, que convive com a doença, venceu o BAFTA 2026 de Melhor Curta-Metragem Britânico e trouxe visibilidade global para uma condição silenciosa e, muitas vezes, desacreditada. A produção escancara a realidade de quem convive com dores intensas e sintomas que vão muito além de uma “cólica comum”.</p><p><br></p><p>Apesar do reconhecimento internacional, a endometriose segue sendo subdiagnosticada. Estima-se que 1 em cada 10 mulheres em idade reprodutiva conviva com a doença, e o diagnóstico pode levar, em média, sete anos. Nesse intervalo, muitas enfrentam dores incapacitantes, sangramentos intensos, desconfortos intestinais e urinários, dor nas relações e até infertilidade, frequentemente ouvindo que “é normal” ou que “faz parte”. A experiência pessoal de quem vive essa realidade reforça o quanto a dor feminina ainda é minimizada.</p><p><br></p><p>No Março Amarelo, mês de conscientização sobre a endometriose, o Interessa traz esse debate para o centro da conversa. O programa recebe a Dra. Karla de Carvalho Schettino, ginecologista especialista em endometriose, para discutir os desafios do diagnóstico, os impactos na qualidade de vida e os caminhos possíveis para que mais mulheres sejam ouvidas, acolhidas e tratadas com seriedade.</p><p><br>Siga-nos nas redes:</p><p>Instagram - <a href="https://www.instagram.com/programainteressa/">https://www.instagram.com/programainteressa/</a> </p><p>TikTok - <a href="https://www.tiktok.com/@interessa.otempo">https://www.tiktok.com/@interessa.otempo</a> </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 24 Mar 2026 12:02:49 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Um curta-metragem de apenas 19 minutos conseguiu o que muitas mulheres tentam há anos: serem vistas / ouvidas. “This Is Endometriosis”, dirigido por Georgie Wileman, que convive com a doença, venceu o BAFTA 2026 de Melhor Curta-Metragem Britânico e trouxe visibilidade global para uma condição silenciosa e, muitas vezes, desacreditada. A produção escancara a realidade de quem convive com dores intensas e sintomas que vão muito além de uma “cólica comum”.</p><p><br></p><p>Apesar do reconhecimento internacional, a endometriose segue sendo subdiagnosticada. Estima-se que 1 em cada 10 mulheres em idade reprodutiva conviva com a doença, e o diagnóstico pode levar, em média, sete anos. Nesse intervalo, muitas enfrentam dores incapacitantes, sangramentos intensos, desconfortos intestinais e urinários, dor nas relações e até infertilidade, frequentemente ouvindo que “é normal” ou que “faz parte”. A experiência pessoal de quem vive essa realidade reforça o quanto a dor feminina ainda é minimizada.</p><p><br></p><p>No Março Amarelo, mês de conscientização sobre a endometriose, o Interessa traz esse debate para o centro da conversa. O programa recebe a Dra. Karla de Carvalho Schettino, ginecologista especialista em endometriose, para discutir os desafios do diagnóstico, os impactos na qualidade de vida e os caminhos possíveis para que mais mulheres sejam ouvidas, acolhidas e tratadas com seriedade.</p><p><br>Siga-nos nas redes:</p><p>Instagram - <a href="https://www.instagram.com/programainteressa/">https://www.instagram.com/programainteressa/</a> </p><p>TikTok - <a href="https://www.tiktok.com/@interessa.otempo">https://www.tiktok.com/@interessa.otempo</a> </p>]]>
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      <title>Sexo bom faz a gente passar pano para gente ruim? E por que mulher tem que justificar que transa por transar?</title>
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        <![CDATA[<p>No Interessa de hoje, a sexóloga Renata Dietze trouxe uma reflexão poderosa sobre a autonomia do desejo. Discutimos como ainda é um caminho espinhoso para muitas mulheres olharem para o próprio prazer sem o peso da culpa ou do julgamento social.</p><p>Renata explicou que, quando a mulher se permite entender o que realmente gosta e se apropria do próprio corpo, ela ganha clareza para decidir suas relações. Isso passa por entender que o sexo casual pode, sim, ser uma escolha legítima e saudável, desde que seja pautado no autoconhecimento e não em uma busca por validação externa.</p><p>▶️ O episódio completo já está disponível no YouTube de O TEMPO e nos principais tocadores de podcast!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No Interessa de hoje, a sexóloga Renata Dietze trouxe uma reflexão poderosa sobre a autonomia do desejo. Discutimos como ainda é um caminho espinhoso para muitas mulheres olharem para o próprio prazer sem o peso da culpa ou do julgamento social.</p><p>Renata explicou que, quando a mulher se permite entender o que realmente gosta e se apropria do próprio corpo, ela ganha clareza para decidir suas relações. Isso passa por entender que o sexo casual pode, sim, ser uma escolha legítima e saudável, desde que seja pautado no autoconhecimento e não em uma busca por validação externa.</p><p>▶️ O episódio completo já está disponível no YouTube de O TEMPO e nos principais tocadores de podcast!</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 20 Mar 2026 18:57:50 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>No Interessa de hoje, a sexóloga Renata Dietze trouxe uma reflexão poderosa sobre a autonomia do desejo. Discutimos como ainda é um caminho espinhoso para muitas mulheres olharem para o próprio prazer sem o peso da culpa ou do julgamento social.</p><p>Renata explicou que, quando a mulher se permite entender o que realmente gosta e se apropria do próprio corpo, ela ganha clareza para decidir suas relações. Isso passa por entender que o sexo casual pode, sim, ser uma escolha legítima e saudável, desde que seja pautado no autoconhecimento e não em uma busca por validação externa.</p><p>▶️ O episódio completo já está disponível no YouTube de O TEMPO e nos principais tocadores de podcast!</p>]]>
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      <title>A violência como espetáculo: por que não conseguimos parar de olhar? </title>
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        <![CDATA[<p>A final entre Cruzeiro e Atlético Mineiro no Campeonato Mineiro entregou o que muitos esperavam, mas por caminhos tortuosos. Além do futebol, o que dominou as redes sociais e as conversas de bar não foram apenas os gols, mas a briga generalizada entre os jogadores em campo. O soco, o empurrão e a fúria se tornaram o clipe principal das notícias. E o mais curioso: até quem não torce - ou nem gosta de futebol - parou para assistir.  </p><p><br>Esse tipo de atração pelo caos não é exatamente novidade. Da Roma Antiga, com os combates de gladiadores, até as execuções públicas na Idade Média, a violência sempre teve plateia. Hoje, a arena mudou: saiu da areia e foi para o gramado, para a TV e, principalmente, para a palma da mão. Programas como o Big Brother Brasil mostram como o conflito também virou entretenimento psicológico. A lógica é simples: quanto maior o atrito, maior a atenção. E nós, espectadores, consumimos, comentamos e até torcemos dentro desse roteiro.  </p><p>Siga O TEMPO no Google e receba as principais notícias</p><p><br></p><p>No programa, nossas meninas conversam com o psicólogo Thiago de Paula para entender por que o conflito nos prende tanto. Será que assistir à violência funciona como uma válvula de escape para emoções reprimidas? Ou estamos apenas reproduzindo um comportamento antigo, agora com novas roupagens? Mais do que julgar o que vemos, a proposta é olhar para dentro: até que ponto esse espetáculo diz mais sobre quem assiste do que sobre quem protagoniza?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A final entre Cruzeiro e Atlético Mineiro no Campeonato Mineiro entregou o que muitos esperavam, mas por caminhos tortuosos. Além do futebol, o que dominou as redes sociais e as conversas de bar não foram apenas os gols, mas a briga generalizada entre os jogadores em campo. O soco, o empurrão e a fúria se tornaram o clipe principal das notícias. E o mais curioso: até quem não torce - ou nem gosta de futebol - parou para assistir.  </p><p><br>Esse tipo de atração pelo caos não é exatamente novidade. Da Roma Antiga, com os combates de gladiadores, até as execuções públicas na Idade Média, a violência sempre teve plateia. Hoje, a arena mudou: saiu da areia e foi para o gramado, para a TV e, principalmente, para a palma da mão. Programas como o Big Brother Brasil mostram como o conflito também virou entretenimento psicológico. A lógica é simples: quanto maior o atrito, maior a atenção. E nós, espectadores, consumimos, comentamos e até torcemos dentro desse roteiro.  </p><p>Siga O TEMPO no Google e receba as principais notícias</p><p><br></p><p>No programa, nossas meninas conversam com o psicólogo Thiago de Paula para entender por que o conflito nos prende tanto. Será que assistir à violência funciona como uma válvula de escape para emoções reprimidas? Ou estamos apenas reproduzindo um comportamento antigo, agora com novas roupagens? Mais do que julgar o que vemos, a proposta é olhar para dentro: até que ponto esse espetáculo diz mais sobre quem assiste do que sobre quem protagoniza?</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 19 Mar 2026 17:43:05 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A final entre Cruzeiro e Atlético Mineiro no Campeonato Mineiro entregou o que muitos esperavam, mas por caminhos tortuosos. Além do futebol, o que dominou as redes sociais e as conversas de bar não foram apenas os gols, mas a briga generalizada entre os jogadores em campo. O soco, o empurrão e a fúria se tornaram o clipe principal das notícias. E o mais curioso: até quem não torce - ou nem gosta de futebol - parou para assistir.  </p><p><br>Esse tipo de atração pelo caos não é exatamente novidade. Da Roma Antiga, com os combates de gladiadores, até as execuções públicas na Idade Média, a violência sempre teve plateia. Hoje, a arena mudou: saiu da areia e foi para o gramado, para a TV e, principalmente, para a palma da mão. Programas como o Big Brother Brasil mostram como o conflito também virou entretenimento psicológico. A lógica é simples: quanto maior o atrito, maior a atenção. E nós, espectadores, consumimos, comentamos e até torcemos dentro desse roteiro.  </p><p>Siga O TEMPO no Google e receba as principais notícias</p><p><br></p><p>No programa, nossas meninas conversam com o psicólogo Thiago de Paula para entender por que o conflito nos prende tanto. Será que assistir à violência funciona como uma válvula de escape para emoções reprimidas? Ou estamos apenas reproduzindo um comportamento antigo, agora com novas roupagens? Mais do que julgar o que vemos, a proposta é olhar para dentro: até que ponto esse espetáculo diz mais sobre quem assiste do que sobre quem protagoniza?</p>]]>
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      <title> ‘Future Faking’: promessa mantém o outro preso ao relacionamento, mas não o leva a lugar nenhum</title>
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        <![CDATA[<p>No <strong>Interessa</strong> desta quarta-feira, abrimos o jogo sobre uma cilada emocional que muita gente vive, mas poucos sabem dar nome: o <strong>Future Faking</strong>. Recebemos o psicólogo <strong>Gabriel Aguillar</strong> para entender como promessas de um amanhã brilhante podem ser usadas apenas para manter você presa a um relacionamento que não sai do lugar hoje.</p><p>Usamos como ponto de partida o desabafo da atriz <strong>Dakota Johnson</strong>, que após anos de relacionamento com Chris Martin, expressou o arrependimento pelo tempo investido em planos que nunca viraram realidade. O <em>future faking</em> é exatamente isso: alimentar o outro com sonhos de casamento, filhos e viagens para garantir o vínculo emocional, sem qualquer intenção real de concretizá-los. A conversa sobre o futuro vira uma ferramenta de conexão rápida e manipulação, onde a vida real vai passando enquanto você espera por um próximo passo que nunca chega.</p><p>Discutimos como isso acontece e nos afeta diretamente, trazendo traumas profundos ou dificuldades imensas de superar o fim da relação. Afinal, não é apenas o término de um namoro, mas o luto por uma vida inteira que foi prometida e nunca existiu. Gabriel explicou que o impacto psicológico de ser "enrolada" por anos mina a autoconfiança e a percepção de realidade da vítima, tornando o processo de cura muito mais lento e doloroso.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No <strong>Interessa</strong> desta quarta-feira, abrimos o jogo sobre uma cilada emocional que muita gente vive, mas poucos sabem dar nome: o <strong>Future Faking</strong>. Recebemos o psicólogo <strong>Gabriel Aguillar</strong> para entender como promessas de um amanhã brilhante podem ser usadas apenas para manter você presa a um relacionamento que não sai do lugar hoje.</p><p>Usamos como ponto de partida o desabafo da atriz <strong>Dakota Johnson</strong>, que após anos de relacionamento com Chris Martin, expressou o arrependimento pelo tempo investido em planos que nunca viraram realidade. O <em>future faking</em> é exatamente isso: alimentar o outro com sonhos de casamento, filhos e viagens para garantir o vínculo emocional, sem qualquer intenção real de concretizá-los. A conversa sobre o futuro vira uma ferramenta de conexão rápida e manipulação, onde a vida real vai passando enquanto você espera por um próximo passo que nunca chega.</p><p>Discutimos como isso acontece e nos afeta diretamente, trazendo traumas profundos ou dificuldades imensas de superar o fim da relação. Afinal, não é apenas o término de um namoro, mas o luto por uma vida inteira que foi prometida e nunca existiu. Gabriel explicou que o impacto psicológico de ser "enrolada" por anos mina a autoconfiança e a percepção de realidade da vítima, tornando o processo de cura muito mais lento e doloroso.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 18 Mar 2026 17:46:25 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Caso Adriana Araújo: entenda o que é o aneurisma cerebral</title>
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        <![CDATA[<p>Para muitas famílias, histórias de perdas precoces ficam marcadas por perguntas sem resposta. E não é raro ouvir relatos de parentes que partiram muito jovens por causas que, na época, eram pouco compreendidas.</p><p><br>O aneurisma cerebral é uma dessas condições que, durante muito tempo, foi associado apenas à idade avançada. Na prática, porém, ele pode surgir em qualquer fase da vida.</p><p><br></p><p>Trata-se de uma área enfraquecida na parede de uma artéria que, sob a pressão constante do sangue, vai se dilatando lentamente até que, em alguns casos, se rompe. Quando isso acontece no cérebro, pode provocar um AVC hemorrágico, com consequências graves e muitas vezes fatais.  Nos últimos dias, a morte precoce da sambista belo-horizontina Adriana Araújo reacendeu esse alerta. A artista passou mal em casa, desmaiou e, em poucas horas, estava em estado gravíssimo após a ruptura de um aneurisma.</p><p>Esse tipo de evento costuma se manifestar com uma dor de cabeça súbita e extremamente intensa, descrita por muitos pacientes como “a pior da vida”. Náusea, rigidez na nuca, desmaio e alterações neurológicas também podem aparecer, exigindo atendimento médico imediato.  Mas reconhecer os sinais do próprio corpo nem sempre é simples. Muitas vezes acreditamos estar cuidando da saúde ao controlar pressão, colesterol ou glicemia, enquanto hábitos cotidianos continuam sendo negligenciados.</p><p>Quem tem histórico familiar tem mais risco? O aneurisma pode ser prevenido ou detectado antes de se romper? Para esclarecer essas e outras dúvidas, o Interessa recebe a médica neurologista, Júlia Kallás. Ouça!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Para muitas famílias, histórias de perdas precoces ficam marcadas por perguntas sem resposta. E não é raro ouvir relatos de parentes que partiram muito jovens por causas que, na época, eram pouco compreendidas.</p><p><br>O aneurisma cerebral é uma dessas condições que, durante muito tempo, foi associado apenas à idade avançada. Na prática, porém, ele pode surgir em qualquer fase da vida.</p><p><br></p><p>Trata-se de uma área enfraquecida na parede de uma artéria que, sob a pressão constante do sangue, vai se dilatando lentamente até que, em alguns casos, se rompe. Quando isso acontece no cérebro, pode provocar um AVC hemorrágico, com consequências graves e muitas vezes fatais.  Nos últimos dias, a morte precoce da sambista belo-horizontina Adriana Araújo reacendeu esse alerta. A artista passou mal em casa, desmaiou e, em poucas horas, estava em estado gravíssimo após a ruptura de um aneurisma.</p><p>Esse tipo de evento costuma se manifestar com uma dor de cabeça súbita e extremamente intensa, descrita por muitos pacientes como “a pior da vida”. Náusea, rigidez na nuca, desmaio e alterações neurológicas também podem aparecer, exigindo atendimento médico imediato.  Mas reconhecer os sinais do próprio corpo nem sempre é simples. Muitas vezes acreditamos estar cuidando da saúde ao controlar pressão, colesterol ou glicemia, enquanto hábitos cotidianos continuam sendo negligenciados.</p><p>Quem tem histórico familiar tem mais risco? O aneurisma pode ser prevenido ou detectado antes de se romper? Para esclarecer essas e outras dúvidas, o Interessa recebe a médica neurologista, Júlia Kallás. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 16 Mar 2026 17:59:59 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Geração Ansiosa: o que estamos fazendo com as nossas crianças - ainda dá tempo de mudar a situação?</title>
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        <![CDATA[<p>A ideia de que estamos vivendo “tempos difíceis” já virou quase um consenso. A cada dia parece surgir um novo motivo para preocupação coletiva: crises sanitárias, violência, instabilidade política, conflitos globais. Mas os dados indicam algo ainda mais inquietante: crianças e adolescentes de hoje relatam níveis de ansiedade maiores do que pacientes psiquiátricos infantis da metade do século passado.</p><p><br></p><p>O fenômeno aparece em pesquisas que acompanharam milhares de jovens ao longo de décadas, como o estudo “The Age of Anxiety? Birth Cohort Change in Anxiety and Neuroticism, 1952-1993”, da pesquisadora Jean M. Twenge, da Case Western Reserve University, publicado no Journal of Personality and Social Psychology.  </p><p>Siga O TEMPO no Google e receba as principais notícias</p><p><br></p><p>O que mudou tanto nesse intervalo? Ao mesmo tempo em que ganhamos autonomia, liberdade de escolha e independência, perdemos algo mais silencioso: a conexão social. Há mais pessoas morando sozinhas, relações mais frágeis e menos confiança nas interações. Soma-se a isso uma exposição constante a notícias de crise e ameaça.</p><p>O cérebro humano, que não foi programado para lidar com sinais de perigo 24 horas por dia, entra em estado de alerta permanente, algo especialmente sensível para quem ainda está em desenvolvimento emocional.  Para discutir os impactos desse cenário e refletir sobre o que ainda pode ser feito para proteger a saúde mental das novas gerações, o Interessa recebe o psiquiatra Dr. Bruno Brandão.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A ideia de que estamos vivendo “tempos difíceis” já virou quase um consenso. A cada dia parece surgir um novo motivo para preocupação coletiva: crises sanitárias, violência, instabilidade política, conflitos globais. Mas os dados indicam algo ainda mais inquietante: crianças e adolescentes de hoje relatam níveis de ansiedade maiores do que pacientes psiquiátricos infantis da metade do século passado.</p><p><br></p><p>O fenômeno aparece em pesquisas que acompanharam milhares de jovens ao longo de décadas, como o estudo “The Age of Anxiety? Birth Cohort Change in Anxiety and Neuroticism, 1952-1993”, da pesquisadora Jean M. Twenge, da Case Western Reserve University, publicado no Journal of Personality and Social Psychology.  </p><p>Siga O TEMPO no Google e receba as principais notícias</p><p><br></p><p>O que mudou tanto nesse intervalo? Ao mesmo tempo em que ganhamos autonomia, liberdade de escolha e independência, perdemos algo mais silencioso: a conexão social. Há mais pessoas morando sozinhas, relações mais frágeis e menos confiança nas interações. Soma-se a isso uma exposição constante a notícias de crise e ameaça.</p><p>O cérebro humano, que não foi programado para lidar com sinais de perigo 24 horas por dia, entra em estado de alerta permanente, algo especialmente sensível para quem ainda está em desenvolvimento emocional.  Para discutir os impactos desse cenário e refletir sobre o que ainda pode ser feito para proteger a saúde mental das novas gerações, o Interessa recebe o psiquiatra Dr. Bruno Brandão.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 12 Mar 2026 18:22:19 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>O que pesa mais? O etarismo ou a fantasia de carnaval?</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Aos 50 anos, rainha de bateria da Acadêmicos do Salgueiro, Viviane Araújo ouviu em pleno Carnaval se “já não estava na hora” de deixar a Sapucaí. Enquanto isso, Juliana Paes retomou o posto na Unidos do Viradouro aos 46, Sabrina Sato cruzou a Avenida pela Vila Isabel aos 45 com 40 quilos de fantasia, enquanto Bell Marques, aos 73, segue arrastando multidões sem que a idade vire manchete. Existe prazo de validade diferente para homens e mulheres?  </p><p><br>No outro extremo, Virginia Fonseca, aos 26, foi criticada ao estrear como rainha da Acadêmicos do Grande Rio. Quando a mulher é madura, questionam se “já passou da hora”. Quando é jovem, duvidam da competência.  </p><p>No Interessa, queremos saber: estamos falando de idade, experiência ou expectativa pública?  </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 10 Mar 2026 18:27:29 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Melasma tem cura? Condição, que afeta autoestima das mulheres, não é descuido</title>
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        <![CDATA[<p><strong>Melasma tem cura? Condição, que afeta autoestima das mulheres, não é descuido</strong></p><p>Durante uma transmissão ao vivo, Selena Gomez respondeu com leveza a um comentário sobre um suposto “bigodinho”: não era falta de depilação, era melasma. A condição de pele, extremamente comum entre mulheres, está ligada a fatores hormonais, genéticos e à exposição solar e pode surgir mesmo com uso rigoroso de protetor. Não é desleixo, não é descuido, não é negligência.</p><p><br>Embora benigna do ponto de vista médico, o melasma afeta diretamente a autoestima e a relação com o espelho. Não há cura definitiva, mas há controle e tratamento.</p><p>No Interessa, conversamos sobre cuidado, informação e também sobre a pressão para que a pele feminina esteja sempre impecável. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 09 Mar 2026 18:23:19 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Violência Vicária, quando uma mulher é ferida através do que ela mais ama</title>
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        <![CDATA[<p>O Brasil voltou a se chocar com crimes em que filhos foram usados como instrumento de vingança contra suas mães. Investigações como a divulgada pelo Metrópoles e análises da BBC News Brasil trouxeram à tona um termo ainda pouco conhecido, mas devastador: violência vicária. Trata-se de quando o agressor fere, ameaça ou até mata os próprios filhos para atingir emocionalmente a ex-companheira. É o controle levado ao limite mais perverso.</p><p><br>Neste episódio, a bancada feminina discute como identificar sinais de alerta, o que diferencia violência vicária de alienação parental e por que tantas mães não são ouvidas a tempo. </p><p>Como proteger as crianças? Como acolher essas mulheres sem revitimizá-las? </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 05 Mar 2026 17:43:22 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>O recomeço dos amores antigos: e quando existe volta depois de anos?</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O ator Dudu Azevedo confirmou que reatou com a ex-esposa, Fernanda Mader, quase cinco anos após a separação. Eles não estão sozinhos: histórias de “round 2” no amor têm se multiplicado, de casais famosos a reencontros entre 'anônimos' que acontecem décadas depois. Afinal, o tempo amadurece, muda prioridades e pode transformar antigos desencontros em novas possibilidades.  </p><p><br>Mas quando alguém decide soprar as cinzas do passado, a pergunta é inevitável: estamos voltando para a pessoa real de hoje ou para a memória idealizada de ontem? No Interessa, queremos ouvir você. Vale insistir em um amor antigo ou isso é medo de recomeçar do zero? Participe ao vivo e compartilhe sua experiência!  </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 05 Mar 2026 17:42:18 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>"Efeito Benito": a celebração da latinidade - e por que o mundo se rendeu ao nosso tempero?</title>
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        <![CDATA[<p>O sucesso de Bad Bunny vai muito além das paradas musicais. Ele representa uma mudança de eixo cultural: pela primeira vez em décadas, o “ser latino” não está à margem, nem traduzido para caber no outro. Está no centro, com orgulho e identidade intactos. Quando Benito canta sobre Porto Rico, ele valida cada laje, cada esquina e cada história da América Latina inteira.  </p><p><br>No Interessa, nossas meninas querem saber: você também sente esse orgulho pulsar quando vê o mundo dançando no nosso ritmo? O que mais te encanta nessa irmandade latina: o calor humano que nos aproxima ou a diversidade que nos fortalece? </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 03 Mar 2026 17:21:21 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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    <item>
      <title>Dia Mundial da Obesidade: o risco do uso desenfreado das canetas emagrecedoras</title>
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        <![CDATA[<p>Você já deve ter visto nas redes sociais alguém jurando ter encontrado a “fórmula mágica” do corpo perfeito. As chamadas canetas emagrecedoras viraram tendência, mas o alerta é sério. </p><p><br>Pesquisa inédita da Universidade de São Paulo aponta o crescimento acelerado do uso desses medicamentos por pessoas sem diagnóstico de obesidade ou doença metabólica, transformando tratamento de saúde em atalho estético.</p><p>Antes que o Dia Mundial da Obesidade chegue, em 4 de março, o Interessa quer discutir os riscos reais desse uso indiscriminado, os perigos do mercado clandestino e os efeitos - como náuseas, dependência emocional, pancreatite e possível efeito rebote. Até que ponto o desejo pelo corpo ideal pode colocar a saúde em risco? </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Você já deve ter visto nas redes sociais alguém jurando ter encontrado a “fórmula mágica” do corpo perfeito. As chamadas canetas emagrecedoras viraram tendência, mas o alerta é sério. </p><p><br>Pesquisa inédita da Universidade de São Paulo aponta o crescimento acelerado do uso desses medicamentos por pessoas sem diagnóstico de obesidade ou doença metabólica, transformando tratamento de saúde em atalho estético.</p><p>Antes que o Dia Mundial da Obesidade chegue, em 4 de março, o Interessa quer discutir os riscos reais desse uso indiscriminado, os perigos do mercado clandestino e os efeitos - como náuseas, dependência emocional, pancreatite e possível efeito rebote. Até que ponto o desejo pelo corpo ideal pode colocar a saúde em risco? </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 02 Mar 2026 17:59:19 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Você já deve ter visto nas redes sociais alguém jurando ter encontrado a “fórmula mágica” do corpo perfeito. As chamadas canetas emagrecedoras viraram tendência, mas o alerta é sério. </p><p><br>Pesquisa inédita da Universidade de São Paulo aponta o crescimento acelerado do uso desses medicamentos por pessoas sem diagnóstico de obesidade ou doença metabólica, transformando tratamento de saúde em atalho estético.</p><p>Antes que o Dia Mundial da Obesidade chegue, em 4 de março, o Interessa quer discutir os riscos reais desse uso indiscriminado, os perigos do mercado clandestino e os efeitos - como náuseas, dependência emocional, pancreatite e possível efeito rebote. Até que ponto o desejo pelo corpo ideal pode colocar a saúde em risco? </p>]]>
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      <title>Nesse raio de suruba, me passaram a mão na bunda… ainda não comi ninguém! As inseguranças que envolvem participar de um swing</title>
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        <![CDATA[<p>'Neste raio de suruba… já me passaram a mão na bunda... ainda não comi ninguém!'</p><p>Nos anos 1990, os Mamonas Assassinas cantavam sobre suruba, <em>digo</em>, swing, com deboche e muita ousadia, especialmente para a época. Cantavam sobre sexo coletivo, desejo e, sobretudo, sobre frustrações como quem canta 'sapo cururu'! O tempo passou e… décadas depois, a fantasia continua viva. As inseguranças também! Comparação de corpos, de desempenho, de desejo. No meio do bacanal, surge a pergunta que quase ninguém admite: e se eu não for escolhido? Vem saber como agir no Interessa!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>'Neste raio de suruba… já me passaram a mão na bunda... ainda não comi ninguém!'</p><p>Nos anos 1990, os Mamonas Assassinas cantavam sobre suruba, <em>digo</em>, swing, com deboche e muita ousadia, especialmente para a época. Cantavam sobre sexo coletivo, desejo e, sobretudo, sobre frustrações como quem canta 'sapo cururu'! O tempo passou e… décadas depois, a fantasia continua viva. As inseguranças também! Comparação de corpos, de desempenho, de desejo. No meio do bacanal, surge a pergunta que quase ninguém admite: e se eu não for escolhido? Vem saber como agir no Interessa!</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 27 Feb 2026 17:18:27 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>'Neste raio de suruba… já me passaram a mão na bunda... ainda não comi ninguém!'</p><p>Nos anos 1990, os Mamonas Assassinas cantavam sobre suruba, <em>digo</em>, swing, com deboche e muita ousadia, especialmente para a época. Cantavam sobre sexo coletivo, desejo e, sobretudo, sobre frustrações como quem canta 'sapo cururu'! O tempo passou e… décadas depois, a fantasia continua viva. As inseguranças também! Comparação de corpos, de desempenho, de desejo. No meio do bacanal, surge a pergunta que quase ninguém admite: e se eu não for escolhido? Vem saber como agir no Interessa!</p>]]>
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      <title>As pessoas estão preparadas para a nossa mudança? Ou esperam sempre o mesmo comportamento?</title>
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        <![CDATA[<p>Mudar assusta, né? Mas e quando a sua mudança incomoda o outro?</p><p>Nesta quarta-feira, o Interessa discutiu se as pessoas estão realmente preparadas para a nossa evolução ou se esperam que a gente repita sempre os mesmos comportamentos. O debate foi acendido pela entrada de Babu Santana no BBB 26: aos 46 anos, o público reencontrou um homem mais leve e divertido, bem diferente daquela postura defensiva e pressionada de seis anos atrás.</p><p>Para aprofundar essa reflexão, recebemos a psicóloga Camila Fardin, que nos ajudou a entender por que é tão incômodo lidar com a mudança do outro. Falamos sobre como essa expectativa não se limita ao reality; na vida real, muitas vezes somos aprisionados em versões antigas de nós mesmos por amigos ou familiares que não aceitam que a nossa bagagem mudou. Discutimos a importância de reconhecer quando ciclos e comportamentos deixam de caber na nossa vida atual.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 25 Feb 2026 19:50:45 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>‘Bonitofobia’: dói mais em quem sofre da ‘condição’ ou em quem não?</title>
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        <![CDATA[<p>“Bonitofobia”, pode isso produção?</p><p>No Interessa desta terça-feira, a gente mergulhou nesse termo que rodou a internet e deu o que falar. Tudo começou com o ex-BBB Jonas Sulzbach, que desabafou por não querer ser resumido a sua beleza. A internet, claro, não perdoou e o debate entre o deboche e a reflexão séria foi lançado.</p><p>Para entender o que existe por trás dessa polêmica, recebemos o psicólogo Gustavo Cury, que nos ajudou a enxergar além da superfície. Por mais que o termo soe fútil ou até bobo para muitos, o assunto revela camadas profundas sobre autoconhecimento, autoestima e traumas. Discutimos a dualidade desse tópico: de um lado, o privilégio óbvio que a beleza traz em uma sociedade estética; do outro, o estigma de que “quem é bonito não pode ter problemas” ou de que a beleza anula a inteligência e o esforço.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>“Bonitofobia”, pode isso produção?</p><p>No Interessa desta terça-feira, a gente mergulhou nesse termo que rodou a internet e deu o que falar. Tudo começou com o ex-BBB Jonas Sulzbach, que desabafou por não querer ser resumido a sua beleza. A internet, claro, não perdoou e o debate entre o deboche e a reflexão séria foi lançado.</p><p>Para entender o que existe por trás dessa polêmica, recebemos o psicólogo Gustavo Cury, que nos ajudou a enxergar além da superfície. Por mais que o termo soe fútil ou até bobo para muitos, o assunto revela camadas profundas sobre autoconhecimento, autoestima e traumas. Discutimos a dualidade desse tópico: de um lado, o privilégio óbvio que a beleza traz em uma sociedade estética; do outro, o estigma de que “quem é bonito não pode ter problemas” ou de que a beleza anula a inteligência e o esforço.<br></p>]]>
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      <pubDate>Tue, 24 Feb 2026 18:32:31 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Por que o peido, uma necessidade fisiológica, é tabu?</title>
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        <![CDATA[<p>Peido, pum, gases... nomes tem vários, mas a verdade é: todo mundo tem vergonha.</p><p>O Interessa desta segunda recebeu a Dra. Vera Ângelo, gastroenterologista, para falar sobre esse tabu que a internet adora tratar como “quinta série”, mas que é saúde pura. O papo começou com o vídeo viral da Ana Castela, que supostamente deu aquela agachadinha estratégica no palco para soltar um “bufinha” — e pronto, o assunto tomou conta das redes.</p><p>A própria artista entrou na zoeira, mas a Dra. Vera nos ajudou a olhar para o que está por trás da piada. Por que algo absolutamente humano ainda gera tanto constrangimento, especialmente para as mulheres? Parece que a gente tem que sublimar um aroma de flores do campo até no pum! A verdade é que soltar gases faz parte do funcionamento normal do organismo. Todo mundo produz e todo mundo elimina (inclusive dormindo!), e o hábito de segurar por vergonha pode causar dores, inchaço e problemas intestinais sérios.</p><p>Discutimos como a alimentação, o ritmo de vida e até a ansiedade interferem na nossa produção de gases. Dá para rir do meme, sim, mas também dá para informar: o que nos leva a sentir tanta vergonha do que é natural? É hora de normalizar o que o corpo faz para se manter saudável.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Peido, pum, gases... nomes tem vários, mas a verdade é: todo mundo tem vergonha.</p><p>O Interessa desta segunda recebeu a Dra. Vera Ângelo, gastroenterologista, para falar sobre esse tabu que a internet adora tratar como “quinta série”, mas que é saúde pura. O papo começou com o vídeo viral da Ana Castela, que supostamente deu aquela agachadinha estratégica no palco para soltar um “bufinha” — e pronto, o assunto tomou conta das redes.</p><p>A própria artista entrou na zoeira, mas a Dra. Vera nos ajudou a olhar para o que está por trás da piada. Por que algo absolutamente humano ainda gera tanto constrangimento, especialmente para as mulheres? Parece que a gente tem que sublimar um aroma de flores do campo até no pum! A verdade é que soltar gases faz parte do funcionamento normal do organismo. Todo mundo produz e todo mundo elimina (inclusive dormindo!), e o hábito de segurar por vergonha pode causar dores, inchaço e problemas intestinais sérios.</p><p>Discutimos como a alimentação, o ritmo de vida e até a ansiedade interferem na nossa produção de gases. Dá para rir do meme, sim, mas também dá para informar: o que nos leva a sentir tanta vergonha do que é natural? É hora de normalizar o que o corpo faz para se manter saudável.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 23 Feb 2026 17:58:35 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Peido, pum, gases... nomes tem vários, mas a verdade é: todo mundo tem vergonha.</p><p>O Interessa desta segunda recebeu a Dra. Vera Ângelo, gastroenterologista, para falar sobre esse tabu que a internet adora tratar como “quinta série”, mas que é saúde pura. O papo começou com o vídeo viral da Ana Castela, que supostamente deu aquela agachadinha estratégica no palco para soltar um “bufinha” — e pronto, o assunto tomou conta das redes.</p><p>A própria artista entrou na zoeira, mas a Dra. Vera nos ajudou a olhar para o que está por trás da piada. Por que algo absolutamente humano ainda gera tanto constrangimento, especialmente para as mulheres? Parece que a gente tem que sublimar um aroma de flores do campo até no pum! A verdade é que soltar gases faz parte do funcionamento normal do organismo. Todo mundo produz e todo mundo elimina (inclusive dormindo!), e o hábito de segurar por vergonha pode causar dores, inchaço e problemas intestinais sérios.</p><p>Discutimos como a alimentação, o ritmo de vida e até a ansiedade interferem na nossa produção de gases. Dá para rir do meme, sim, mas também dá para informar: o que nos leva a sentir tanta vergonha do que é natural? É hora de normalizar o que o corpo faz para se manter saudável.</p>]]>
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      <title>‘Posso até não te dar flores, mas dou tapa na bunda’: e por que não os dois?</title>
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        <![CDATA[<p>“Tapa na bunda ou flores? E por que não os dois?” 💐🔥</p><p>Foi com esse questionamento que o Interessa de hoje recebeu a psicóloga e sexóloga Renata Lanza. O papo partiu de um refrão que anda grudado na mente de muita gente para discutir algo bem mais profundo: essa divisão da sexualidade feminina.</p><p>A letra da música brinca com a ideia de que carinho e desejo ocupam prateleiras diferentes — como se receber flores anulasse a intensidade de um tapa na bunda, ou vice-versa. A Renata nos ajudou a desconstruir esse rótulo de “dama na rua e **** na cama”, que insiste em dizer que a mulher que assume seu prazer de forma livre e divertida se torna “menos digna” de afeto. Por que gostar de cuidado e conversa seria incompatível com viver a sexualidade de forma intensa?</p><p>Discutimos como o desejo feminino não nasce no vácuo e muito menos fica pronto em 3 minutos como um miojo! Ele precisa de contexto, segurança e troca. No fim das contas, quem ganha quando a mulher é empurrada para essas caixinhas (ou santa, ou safada) é o homem, que acaba economizando no envolvimento emocional. Dá para ser carinhosa, profunda, sensual e tudo mais ao mesmo tempo. Uma coisa não diminui a outra; na verdade, completa.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>“Tapa na bunda ou flores? E por que não os dois?” 💐🔥</p><p>Foi com esse questionamento que o Interessa de hoje recebeu a psicóloga e sexóloga Renata Lanza. O papo partiu de um refrão que anda grudado na mente de muita gente para discutir algo bem mais profundo: essa divisão da sexualidade feminina.</p><p>A letra da música brinca com a ideia de que carinho e desejo ocupam prateleiras diferentes — como se receber flores anulasse a intensidade de um tapa na bunda, ou vice-versa. A Renata nos ajudou a desconstruir esse rótulo de “dama na rua e **** na cama”, que insiste em dizer que a mulher que assume seu prazer de forma livre e divertida se torna “menos digna” de afeto. Por que gostar de cuidado e conversa seria incompatível com viver a sexualidade de forma intensa?</p><p>Discutimos como o desejo feminino não nasce no vácuo e muito menos fica pronto em 3 minutos como um miojo! Ele precisa de contexto, segurança e troca. No fim das contas, quem ganha quando a mulher é empurrada para essas caixinhas (ou santa, ou safada) é o homem, que acaba economizando no envolvimento emocional. Dá para ser carinhosa, profunda, sensual e tudo mais ao mesmo tempo. Uma coisa não diminui a outra; na verdade, completa.<br></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 20 Feb 2026 18:59:24 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Virei subordinado do meu amigo: e agora? Como lidar com o novo chefe</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Vocês tomavam café juntos, reclamavam da chefia, dividiam memes, almoços, confidências e indignações corporativas. Até que a vida resolveu dar um plot twist: seu amigo ou sua melhor amiga virou seu chefe. O que parecia motivo só de comemoração vem acompanhado de sentimentos menos glamourosos: frustração, comparação, ciúme e a sensação inevitável de que algo mudou. Porque mudou mesmo.</p><p><br>Pra quem não foi promovido, surgem dúvidas difíceis de engolir: “e eu?”, “por que não chegou minha vez?”, “posso continuar sendo quem eu era?”. Já pra quem assume a liderança, o desafio é outro: como liderar alguém que ontem dividia a mesa do bar? Nem todo mundo entende que não é mudança de caráter - é mudança de função.</p><p>No Interessa, a gente conversa sobre hierarquia, amizade, maturidade emocional e limites. Como preservar vínculos quando o jogo muda? Dá pra aplaudir o crescimento do outro sem transformar isso numa ferida pessoal? A dor é pela amizade que mudou… ou pelo lugar que você queria ocupar?</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Thu, 19 Feb 2026 18:21:34 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Fim da folia? Que nada! Estica o Carnaval mais um pouquinho, aí! Interessa recebe: Swing Safado</title>
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        <![CDATA[<p>Acabou na terça? Oficialmente, sim. Mas Belo Horizonte nunca foi muito boa em aceitar o fim da festa de Carnaval, assim, de primeira... Somos resistência! Sempre tem um bloco que resolve aparecer, um ensaio que vira cortejo, um encontro que reacende a bateria dias e mais dias depois do encerramento da folia. Porque, convenhamos, se tem uma coisa que mineiro sabe fazer é dar um jeitinho para tudo!</p><p><br>O Bloco Swing Safado que o diga! Nasceu de uma mistura muito boa, diga-se de passagem: a musicalidade da Bahia com o jeito mineiro de festejar. Axé com sotaque de BH.</p><p>Esse pessoal chega a 2026 celebrando 13 carnavais e reforçando a identidade com o tema “BH tem um tempero”, inspirado na canção O baiano tem um molho. Aliás... se a proposta é esticar a alegria, o Swing Safado leva isso a sério: desfila durante e depois do Carnaval, como quem diz que a farra não acaba quando o calendário manda.</p><p>Pra falar sobre essa mistura de ritmos, sobre tradição, resistência e sobre esse talento belo-horizontino de não dizer tchau tão cedo, o Interessa recebe o fundador e idealizador do bloco, Jeffim da Base.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Acabou na terça? Oficialmente, sim. Mas Belo Horizonte nunca foi muito boa em aceitar o fim da festa de Carnaval, assim, de primeira... Somos resistência! Sempre tem um bloco que resolve aparecer, um ensaio que vira cortejo, um encontro que reacende a bateria dias e mais dias depois do encerramento da folia. Porque, convenhamos, se tem uma coisa que mineiro sabe fazer é dar um jeitinho para tudo!</p><p><br>O Bloco Swing Safado que o diga! Nasceu de uma mistura muito boa, diga-se de passagem: a musicalidade da Bahia com o jeito mineiro de festejar. Axé com sotaque de BH.</p><p>Esse pessoal chega a 2026 celebrando 13 carnavais e reforçando a identidade com o tema “BH tem um tempero”, inspirado na canção O baiano tem um molho. Aliás... se a proposta é esticar a alegria, o Swing Safado leva isso a sério: desfila durante e depois do Carnaval, como quem diz que a farra não acaba quando o calendário manda.</p><p>Pra falar sobre essa mistura de ritmos, sobre tradição, resistência e sobre esse talento belo-horizontino de não dizer tchau tão cedo, o Interessa recebe o fundador e idealizador do bloco, Jeffim da Base.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 18 Feb 2026 17:23:09 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>“Brasil de pé!” - Interessa recebe: Havayanas Usadas celebrando 10 anos de carnaval de Beagá</title>
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        <![CDATA[<p>Festa em dose dupla: Carnaval e aniversário. Em 2026, o Havayanas Usadas completa 10 anos de trajetória e celebra uma década sendo símbolo de multidão, axé e ocupação das ruas de Belo Horizonte. Quem acompanha a folia da cidade certamente já correu atrás do bloco na Avenida Andradas, de onde ele sai tradicionalmente, reafirmando a rua como espaço central dessa história.</p><p><br>No Interessa desta quarta-feira (11), a bancada recebe Heleno Augusto, vocalista e um dos fundadores do bloco, para falar sobre como o Havayanas cresceu junto com o Carnaval de BH e por que ocupar a cidade sempre foi parte fundamental desse percurso. Em 2026, o bloco desfila com o tema “Brasil de pé!”, que vai além da música e provoca reflexões sobre identidade, resistência e alegria como ato político.</p><p>O episódio propõe pensar o Carnaval como espaço de expressão, pertencimento e posicionamento coletivo. O que significa “estar de pé” num país tão múltiplo? Como a folia pode ser, ao mesmo tempo, celebração e consciência social? </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Festa em dose dupla: Carnaval e aniversário. Em 2026, o Havayanas Usadas completa 10 anos de trajetória e celebra uma década sendo símbolo de multidão, axé e ocupação das ruas de Belo Horizonte. Quem acompanha a folia da cidade certamente já correu atrás do bloco na Avenida Andradas, de onde ele sai tradicionalmente, reafirmando a rua como espaço central dessa história.</p><p><br>No Interessa desta quarta-feira (11), a bancada recebe Heleno Augusto, vocalista e um dos fundadores do bloco, para falar sobre como o Havayanas cresceu junto com o Carnaval de BH e por que ocupar a cidade sempre foi parte fundamental desse percurso. Em 2026, o bloco desfila com o tema “Brasil de pé!”, que vai além da música e provoca reflexões sobre identidade, resistência e alegria como ato político.</p><p>O episódio propõe pensar o Carnaval como espaço de expressão, pertencimento e posicionamento coletivo. O que significa “estar de pé” num país tão múltiplo? Como a folia pode ser, ao mesmo tempo, celebração e consciência social? </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 11 Feb 2026 18:22:45 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>As coisas boas são de graça! - Interessa recebe: Juventude Bronzeada </title>
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        <![CDATA[<p>Nem tudo que tem valor cabe numa etiqueta de preço. Um colo amigo depois de um término, um abraço apertado no fim de um dia puxado, a recepção eufórica do pet ao chegar em casa: são esses pequenos grandes momentos que abastecem a vida e não custam dinheiro. Ainda assim, muita gente segue acreditando que só vale o que pode ser comprado.</p><p>É para provocar essa reflexão que o Interessa abre a semana de pré-Carnaval recebendo o Juventude Bronzeada, um dos blocos mais tradicionais de Belo Horizonte. Em 2026, o coletivo leva para as ruas o lema “As coisas boas são de graça”, reafirmando que afeto, encontro e pertencimento seguem sendo o coração da folia.</p><p>O programa desta segunda (08) recebe Rodrigo Magalhães (Boi), regente geral e um dos fundadores do bloco, para uma prosa sobre a história do Juventude, sua relação com o Carnaval de Beagá e o papel do bloco na construção de uma festa mais afetiva, coletiva e cheia de sentido. Confira!</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 09 Feb 2026 17:21:30 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Cansadas dos ‘hétero-tops’: mulheres querem homens sensíveis, conscientes e sensatos - e por que esse comportamento é considerado afeminado?</title>
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        <![CDATA[<p>Por décadas, o modelo de homem ideal foi vendido como durão, pouco emocional, provedor, avesso ao diálogo e fiel a uma masculinidade rígida. Só que esse padrão vem sendo cada vez mais questionado, principalmente pelas mulheres. Nas redes, cresce o interesse por homens que fogem do estereótipo do hétero-top: mais sensíveis, abertos à conversa, atentos ao autocuidado e menos presos a papéis de gênero. Esse movimento também dialoga com um dado alarmante: o Brasil vive um cenário grave de violência contra a mulher, com recordes sucessivos de feminicídio e uma média de quatro mulheres mortas por dia em 2025.</p><p>Homens que demonstram emoções, cuidam da aparência, expressam afeto e não performam a masculinidade “trincada” costumam virar alvo de rótulos como “afeminado” ou “fraco”. Mas desde quando ouvir, respeitar limites, conversar sem agressividade, fazer terapia e demonstrar empatia virou motivo de ridicularização? A ideia de que sensibilidade é atributo feminino e força é atributo masculino empobrece as relações, cria homens emocionalmente analfabetos e mulheres sobrecarregadas.</p><p>Por que ainda confundimos sensibilidade com fragilidade? Quem ganha quando homens são ensinados a não sentir? Chamar um homem funcional, consciente e emocionalmente disponível de “afeminado” não é uma tentativa de desqualificar o básico? </p><p>Participe da conversa. A live tem início às 14h nos canais O Tempo e O Tempo Livre no Youtube.</p><p>Se faz parte da sua vida, Interessa!</p><p>Instagram: <a href="https://www.instagram.com/programainteressa/">https://www.instagram.com/programainteressa/</a> </p><p>TikTok: <a href="https://www.tiktok.com/@interessa.otempo">https://www.tiktok.com/@interessa.otempo</a> </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 04 Feb 2026 18:24:32 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Tesão tem cheiro? Quando o desejo passa pelo corpo, não pelo perfume</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Uma fala no BBB chamou atenção e gerou diferentes comentários nas redes: Juliano Floss disse que ama o cheiro da axila de Marina Sena. Teve quem achasse engraçado, teve quem sentisse vergonha alheia e teve quem pensasse: “isso é estranho demais pra ser dito em voz alta”. Mas será que é mesmo? Ou a gente só não aprendeu a falar de desejo fora do padrão "limpinho, perfumado e socialmente aceitável"?</p><p><br></p><p>O cheiro do corpo sempre teve um papel enorme na atração. Não o perfume, mas o cheiro de pele. Aquele que conforta, excita, dá vontade de chegar perto ou, ao contrário, afasta de imediato. A questão é que vivemos numa cultura que tenta neutralizar o corpo: desodorante, sabonete antibacteriano, perfume por cima de tudo - como se o desejo precisasse ser higienizado para ser permitido.</p><p><br></p><p>O axilismo, nome dado à atração pelo cheiro das axilas, pode soar exótico, mas toca em algo bem mais comum do que parece. O olfato ativa memória, emoção e excitação antes mesmo da razão entrar em cena. Talvez por isso esse tipo de desejo cause tanto desconforto. Porque ele escancara algo que a gente tenta esconder: o tesão nem sempre é bonito, organizado ou fácil de explicar. Ele passa pelo suor, pela pele, pelo instinto.</p><p><br></p><p>No papo, o próprio Juliano admitiu ter vergonha de falar sobre isso. E essa vergonha diz muito mais sobre a forma como a gente lida com o desejo do que sobre o desejo em si. Por que algumas preferências são vistas como normais e outras como estranhas? Quem decide o que é aceitável no sexo? Existe desejo “errado” quando há consentimento? Até que ponto o nojo é socialmente aprendido? E por que falar de cheiro ainda parece mais constrangedor do que falar de outras práticas sexuais?</p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Uma fala no BBB chamou atenção e gerou diferentes comentários nas redes: Juliano Floss disse que ama o cheiro da axila de Marina Sena. Teve quem achasse engraçado, teve quem sentisse vergonha alheia e teve quem pensasse: “isso é estranho demais pra ser dito em voz alta”. Mas será que é mesmo? Ou a gente só não aprendeu a falar de desejo fora do padrão "limpinho, perfumado e socialmente aceitável"?</p><p><br></p><p>O cheiro do corpo sempre teve um papel enorme na atração. Não o perfume, mas o cheiro de pele. Aquele que conforta, excita, dá vontade de chegar perto ou, ao contrário, afasta de imediato. A questão é que vivemos numa cultura que tenta neutralizar o corpo: desodorante, sabonete antibacteriano, perfume por cima de tudo - como se o desejo precisasse ser higienizado para ser permitido.</p><p><br></p><p>O axilismo, nome dado à atração pelo cheiro das axilas, pode soar exótico, mas toca em algo bem mais comum do que parece. O olfato ativa memória, emoção e excitação antes mesmo da razão entrar em cena. Talvez por isso esse tipo de desejo cause tanto desconforto. Porque ele escancara algo que a gente tenta esconder: o tesão nem sempre é bonito, organizado ou fácil de explicar. Ele passa pelo suor, pela pele, pelo instinto.</p><p><br></p><p>No papo, o próprio Juliano admitiu ter vergonha de falar sobre isso. E essa vergonha diz muito mais sobre a forma como a gente lida com o desejo do que sobre o desejo em si. Por que algumas preferências são vistas como normais e outras como estranhas? Quem decide o que é aceitável no sexo? Existe desejo “errado” quando há consentimento? Até que ponto o nojo é socialmente aprendido? E por que falar de cheiro ainda parece mais constrangedor do que falar de outras práticas sexuais?</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 30 Jan 2026 17:25:51 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Uma fala no BBB chamou atenção e gerou diferentes comentários nas redes: Juliano Floss disse que ama o cheiro da axila de Marina Sena. Teve quem achasse engraçado, teve quem sentisse vergonha alheia e teve quem pensasse: “isso é estranho demais pra ser dito em voz alta”. Mas será que é mesmo? Ou a gente só não aprendeu a falar de desejo fora do padrão "limpinho, perfumado e socialmente aceitável"?</p><p><br></p><p>O cheiro do corpo sempre teve um papel enorme na atração. Não o perfume, mas o cheiro de pele. Aquele que conforta, excita, dá vontade de chegar perto ou, ao contrário, afasta de imediato. A questão é que vivemos numa cultura que tenta neutralizar o corpo: desodorante, sabonete antibacteriano, perfume por cima de tudo - como se o desejo precisasse ser higienizado para ser permitido.</p><p><br></p><p>O axilismo, nome dado à atração pelo cheiro das axilas, pode soar exótico, mas toca em algo bem mais comum do que parece. O olfato ativa memória, emoção e excitação antes mesmo da razão entrar em cena. Talvez por isso esse tipo de desejo cause tanto desconforto. Porque ele escancara algo que a gente tenta esconder: o tesão nem sempre é bonito, organizado ou fácil de explicar. Ele passa pelo suor, pela pele, pelo instinto.</p><p><br></p><p>No papo, o próprio Juliano admitiu ter vergonha de falar sobre isso. E essa vergonha diz muito mais sobre a forma como a gente lida com o desejo do que sobre o desejo em si. Por que algumas preferências são vistas como normais e outras como estranhas? Quem decide o que é aceitável no sexo? Existe desejo “errado” quando há consentimento? Até que ponto o nojo é socialmente aprendido? E por que falar de cheiro ainda parece mais constrangedor do que falar de outras práticas sexuais?</p><p><br></p>]]>
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      <title>Dia Nacional da Visibilidade Trans: viver no país que mais mata pessoas trans</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Existe um contraste difícil de ignorar quando se fala em Visibilidade Trans no Brasil. Enquanto a data propõe reconhecimento, respeito e cidadania, o país segue, pelo 16º ano consecutivo, liderando o ranking global de assassinatos de pessoas trans e travestis. Mesmo com a redução de 16% nas mortes em 2024, os números continuam revelando uma realidade marcada pela violência sistemática.</p><p>Dados do dossiê da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), divulgados em janeiro de 2025, apontam que 122 pessoas trans e travestis foram assassinadas no país em 2024, mantendo o Brasil como o país que mais mata essa população no mundo.</p><p>Mas a violência não se manifesta apenas na morte. Ela atravessa o cotidiano, o acesso ao trabalho, à saúde, à educação e à segurança. Muitas pessoas trans vivem em estado permanente de alerta, negociando sua existência em espaços que deveriam ser comuns: a rua, o transporte público, o ambiente profissional. Segundo a Antra, a expectativa de vida de pessoas trans no Brasil ainda gira em torno de 35 anos.</p><p><br>Quando falamos de visibilidade, não falamos apenas de aparecer. Falamos dessas pessoas serem reconhecidas como cidadãs, de terem direitos garantidos e de não precisarem transformar a própria identidade em um campo de batalha constante. Falamos de políticas públicas, de acesso à justiça, de educação e de condições reais para que a vida seja possível.</p><p>Por que, mesmo com tantos dados, a violência contra pessoas trans ainda é tratada como algo distante? O que faz com que esses corpos sigam sendo os mais vulneráveis? Que tipo de visibilidade realmente importa: a que expõe ou a que protege? E o que a sociedade ainda se recusa a enxergar quando fala em respeito, mas não garante existência?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Existe um contraste difícil de ignorar quando se fala em Visibilidade Trans no Brasil. Enquanto a data propõe reconhecimento, respeito e cidadania, o país segue, pelo 16º ano consecutivo, liderando o ranking global de assassinatos de pessoas trans e travestis. Mesmo com a redução de 16% nas mortes em 2024, os números continuam revelando uma realidade marcada pela violência sistemática.</p><p>Dados do dossiê da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), divulgados em janeiro de 2025, apontam que 122 pessoas trans e travestis foram assassinadas no país em 2024, mantendo o Brasil como o país que mais mata essa população no mundo.</p><p>Mas a violência não se manifesta apenas na morte. Ela atravessa o cotidiano, o acesso ao trabalho, à saúde, à educação e à segurança. Muitas pessoas trans vivem em estado permanente de alerta, negociando sua existência em espaços que deveriam ser comuns: a rua, o transporte público, o ambiente profissional. Segundo a Antra, a expectativa de vida de pessoas trans no Brasil ainda gira em torno de 35 anos.</p><p><br>Quando falamos de visibilidade, não falamos apenas de aparecer. Falamos dessas pessoas serem reconhecidas como cidadãs, de terem direitos garantidos e de não precisarem transformar a própria identidade em um campo de batalha constante. Falamos de políticas públicas, de acesso à justiça, de educação e de condições reais para que a vida seja possível.</p><p>Por que, mesmo com tantos dados, a violência contra pessoas trans ainda é tratada como algo distante? O que faz com que esses corpos sigam sendo os mais vulneráveis? Que tipo de visibilidade realmente importa: a que expõe ou a que protege? E o que a sociedade ainda se recusa a enxergar quando fala em respeito, mas não garante existência?</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 29 Jan 2026 18:44:37 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Existe um contraste difícil de ignorar quando se fala em Visibilidade Trans no Brasil. Enquanto a data propõe reconhecimento, respeito e cidadania, o país segue, pelo 16º ano consecutivo, liderando o ranking global de assassinatos de pessoas trans e travestis. Mesmo com a redução de 16% nas mortes em 2024, os números continuam revelando uma realidade marcada pela violência sistemática.</p><p>Dados do dossiê da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), divulgados em janeiro de 2025, apontam que 122 pessoas trans e travestis foram assassinadas no país em 2024, mantendo o Brasil como o país que mais mata essa população no mundo.</p><p>Mas a violência não se manifesta apenas na morte. Ela atravessa o cotidiano, o acesso ao trabalho, à saúde, à educação e à segurança. Muitas pessoas trans vivem em estado permanente de alerta, negociando sua existência em espaços que deveriam ser comuns: a rua, o transporte público, o ambiente profissional. Segundo a Antra, a expectativa de vida de pessoas trans no Brasil ainda gira em torno de 35 anos.</p><p><br>Quando falamos de visibilidade, não falamos apenas de aparecer. Falamos dessas pessoas serem reconhecidas como cidadãs, de terem direitos garantidos e de não precisarem transformar a própria identidade em um campo de batalha constante. Falamos de políticas públicas, de acesso à justiça, de educação e de condições reais para que a vida seja possível.</p><p>Por que, mesmo com tantos dados, a violência contra pessoas trans ainda é tratada como algo distante? O que faz com que esses corpos sigam sendo os mais vulneráveis? Que tipo de visibilidade realmente importa: a que expõe ou a que protege? E o que a sociedade ainda se recusa a enxergar quando fala em respeito, mas não garante existência?</p>]]>
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      <title> Mágoa tem prazo de validade? O que sentimentos mal resolvidos podem causar anos depois</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Uma das grandes brigas do BBB 26 escancarou algo que todo mundo conhece, mas nem sempre admite: mágoas não resolvidas não desaparecem com o tempo. Elas apenas dormem. A participante Aline Campos foi tirar satisfação com Ana Paula por uma fala de 2016 - dez anos atrás. Para muita gente, a reação pareceu exagerada, fora de contexto, “desnecessária”. Mas o incômodo que explodiu agora não nasceu ali: ele só encontrou, finalmente, um palco e o momento para se resolver  ou pelo menos tentar.</p><p>Existe uma ideia confortável de que o tempo resolve tudo. Que o que passou, passou. Que mágoas antigas perdem força sozinhas. Mas será mesmo? Ou a gente apenas aprende a empurrar certos sentimentos para debaixo do tapete, fingindo que superou, enquanto eles seguem organizando silenciosamente nossas reações, defesas e explosões futuras?</p><p>Revisitar uma mágoa antiga é sempre um erro? Até que ponto vale resgatar algo que ficou mal resolvido no passado? Existe diferença entre elaborar uma ferida e reabrir uma ferida? <br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Uma das grandes brigas do BBB 26 escancarou algo que todo mundo conhece, mas nem sempre admite: mágoas não resolvidas não desaparecem com o tempo. Elas apenas dormem. A participante Aline Campos foi tirar satisfação com Ana Paula por uma fala de 2016 - dez anos atrás. Para muita gente, a reação pareceu exagerada, fora de contexto, “desnecessária”. Mas o incômodo que explodiu agora não nasceu ali: ele só encontrou, finalmente, um palco e o momento para se resolver  ou pelo menos tentar.</p><p>Existe uma ideia confortável de que o tempo resolve tudo. Que o que passou, passou. Que mágoas antigas perdem força sozinhas. Mas será mesmo? Ou a gente apenas aprende a empurrar certos sentimentos para debaixo do tapete, fingindo que superou, enquanto eles seguem organizando silenciosamente nossas reações, defesas e explosões futuras?</p><p>Revisitar uma mágoa antiga é sempre um erro? Até que ponto vale resgatar algo que ficou mal resolvido no passado? Existe diferença entre elaborar uma ferida e reabrir uma ferida? <br></p>]]>
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      <pubDate>Tue, 27 Jan 2026 20:29:03 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Check-up no início do ano: começar o ano cuidando da saúde</title>
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        <![CDATA[<p>No Interessa desta segunda-feira, recebemos nossa querida parceira e geriatra, Dra. Elen da Mata, para conversar sobre um movimento que ganha força todo mês de janeiro: a busca pelo check-up e o desejo de recomeçar cuidando da saúde.</p><p>Falamos sobre a importância de aproveitar esse “reset” do calendário para colocar os exames em dia e adotar hábitos que realmente se sustentem ao longo dos meses. Discutimos quais são as avaliações essenciais e como a prevenção é o melhor caminho para garantir não apenas longevidade, mas qualidade de vida em todas as idades.</p><p>Afinal, cuidar de si não deve ser apenas uma meta passageira de ano novo, mas uma escolha consciente de quem entende que a saúde é a base para realizar todos os outros planos.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 26 Jan 2026 19:00:59 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>BI de festinha: orientação, curiosidade ou efeito do contexto?</title>
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        <![CDATA[<p><br>O termo “bi de balada” ou “bi de festinha” costuma aparecer para descrever pessoas que relatam interesse ou vivências com alguém do mesmo sexo apenas em contextos de festa, balada e, muitas vezes, sob efeito de álcool ou outras substâncias. Mas o que exatamente está em jogo aí? Até que ponto a bebida influencia a atração, a desinibição e as escolhas momentâneas de prazer?</p><p>Em ambientes de festa, não é raro que experiências homoafetivas aconteçam e não se repitam fora dali. Dinâmica parecida já foi descrita em contextos de restrição de liberdade, como no sistema carcerário — relatado no livro Carcereiras, de Drauzio Varella — em que algumas mulheres se abrem a vínculos afetivo-sexuais com outras mulheres, mas não mantêm esse desejo ao retomar a vida fora da prisão, considerando apenas situações sem coerção ou violência.</p><p>Isso levanta perguntas que incomodam: beijar alguém do mesmo sexo numa festa me torna bissexual? É curiosidade? Performance social? Pressão de pertencimento? O álcool revela desejos reprimidos ou apenas reduz filtros e aumenta a impulsividade? E mais: esse comportamento banaliza, invalida ou ofende a vivência de pessoas LGBTQIAP+?</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 23 Jan 2026 17:24:20 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p><br>O termo “bi de balada” ou “bi de festinha” costuma aparecer para descrever pessoas que relatam interesse ou vivências com alguém do mesmo sexo apenas em contextos de festa, balada e, muitas vezes, sob efeito de álcool ou outras substâncias. Mas o que exatamente está em jogo aí? Até que ponto a bebida influencia a atração, a desinibição e as escolhas momentâneas de prazer?</p><p>Em ambientes de festa, não é raro que experiências homoafetivas aconteçam e não se repitam fora dali. Dinâmica parecida já foi descrita em contextos de restrição de liberdade, como no sistema carcerário — relatado no livro Carcereiras, de Drauzio Varella — em que algumas mulheres se abrem a vínculos afetivo-sexuais com outras mulheres, mas não mantêm esse desejo ao retomar a vida fora da prisão, considerando apenas situações sem coerção ou violência.</p><p>Isso levanta perguntas que incomodam: beijar alguém do mesmo sexo numa festa me torna bissexual? É curiosidade? Performance social? Pressão de pertencimento? O álcool revela desejos reprimidos ou apenas reduz filtros e aumenta a impulsividade? E mais: esse comportamento banaliza, invalida ou ofende a vivência de pessoas LGBTQIAP+?</p>]]>
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      <title>Lealdade invisível: amar os pais não significa repetir a história deles!</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p><strong><br></strong>Amar pai e mãe não impede a lucidez de reconhecer: talvez a gente não queira viver como nossas mães viveram, nem amar como nossos pais amaram. Dá pra sentir gratidão e, ao mesmo tempo, cansaço. Reconhecer o esforço, mas perceber que faltaram presença, cuidado emocional, escuta e descanso.</p><p>Muitas mães aprenderam que amar era resistir. Sustentar tudo, aguentar calada, colocar todo mundo à frente de si. Muitos pais vieram de uma geração que confundia trabalho com afeto e silêncio com força. Foi nesse cenário que, sem perceber, aprendemos o que seria “o amor possível”.</p><p>A psicologia chama isso de lealdade invisível: uma força silenciosa que nos empurra a repetir histórias para continuar pertencendo. Mesmo quando juramos que faríamos diferente, antigos roteiros aparecem na forma como nos relacionamos, escolhemos parceiros e lidamos com frustração.</p><p>Romper não é simples. Às vezes parece ingratidão desejar uma vida mais leve do que a deles. Mas é necessário. Dá pra amar os pais e querer outro destino. A pergunta é: como reconhecer esses padrões? Como fazer diferente sem culpa? E como assumir o protagonismo da própria história sem transformar os pais em vilões?</p>]]>
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        <![CDATA[<p><strong><br></strong>Amar pai e mãe não impede a lucidez de reconhecer: talvez a gente não queira viver como nossas mães viveram, nem amar como nossos pais amaram. Dá pra sentir gratidão e, ao mesmo tempo, cansaço. Reconhecer o esforço, mas perceber que faltaram presença, cuidado emocional, escuta e descanso.</p><p>Muitas mães aprenderam que amar era resistir. Sustentar tudo, aguentar calada, colocar todo mundo à frente de si. Muitos pais vieram de uma geração que confundia trabalho com afeto e silêncio com força. Foi nesse cenário que, sem perceber, aprendemos o que seria “o amor possível”.</p><p>A psicologia chama isso de lealdade invisível: uma força silenciosa que nos empurra a repetir histórias para continuar pertencendo. Mesmo quando juramos que faríamos diferente, antigos roteiros aparecem na forma como nos relacionamos, escolhemos parceiros e lidamos com frustração.</p><p>Romper não é simples. Às vezes parece ingratidão desejar uma vida mais leve do que a deles. Mas é necessário. Dá pra amar os pais e querer outro destino. A pergunta é: como reconhecer esses padrões? Como fazer diferente sem culpa? E como assumir o protagonismo da própria história sem transformar os pais em vilões?</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 22 Jan 2026 18:32:16 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p><strong><br></strong>Amar pai e mãe não impede a lucidez de reconhecer: talvez a gente não queira viver como nossas mães viveram, nem amar como nossos pais amaram. Dá pra sentir gratidão e, ao mesmo tempo, cansaço. Reconhecer o esforço, mas perceber que faltaram presença, cuidado emocional, escuta e descanso.</p><p>Muitas mães aprenderam que amar era resistir. Sustentar tudo, aguentar calada, colocar todo mundo à frente de si. Muitos pais vieram de uma geração que confundia trabalho com afeto e silêncio com força. Foi nesse cenário que, sem perceber, aprendemos o que seria “o amor possível”.</p><p>A psicologia chama isso de lealdade invisível: uma força silenciosa que nos empurra a repetir histórias para continuar pertencendo. Mesmo quando juramos que faríamos diferente, antigos roteiros aparecem na forma como nos relacionamos, escolhemos parceiros e lidamos com frustração.</p><p>Romper não é simples. Às vezes parece ingratidão desejar uma vida mais leve do que a deles. Mas é necessário. Dá pra amar os pais e querer outro destino. A pergunta é: como reconhecer esses padrões? Como fazer diferente sem culpa? E como assumir o protagonismo da própria história sem transformar os pais em vilões?</p>]]>
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      <title>Será que você é chato? O tédio que o outro te causa diz mais sobre quem julga do que sobre quem é julgado</title>
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        <![CDATA[<p>No Interessa desta quarta-feira, a bancada recebeu o psicólogo Adelson Santos para um papo provocador: “Será que você é chato? O tédio que o outro te causa diz mais sobre quem julga do que sobre quem é julgado.”</p><p>Falamos sobre como, muitas vezes, rotulamos pessoas antes mesmo de conhecê-las. Basta uma profissão, um hobby ou uma origem que foge do nosso repertório para o carimbo vir rápido: “chato”. Só que esse julgamento quase nunca diz respeito ao outro, fala das nossas expectativas, da nossa pressa por estímulo e da dificuldade de lidar com o tédio.</p><p>O debate trouxe reflexões sobre o outro e sobre nós, e claro, como lidamos com tudo isso, principalmente rotulando a chatice.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No Interessa desta quarta-feira, a bancada recebeu o psicólogo Adelson Santos para um papo provocador: “Será que você é chato? O tédio que o outro te causa diz mais sobre quem julga do que sobre quem é julgado.”</p><p>Falamos sobre como, muitas vezes, rotulamos pessoas antes mesmo de conhecê-las. Basta uma profissão, um hobby ou uma origem que foge do nosso repertório para o carimbo vir rápido: “chato”. Só que esse julgamento quase nunca diz respeito ao outro, fala das nossas expectativas, da nossa pressa por estímulo e da dificuldade de lidar com o tédio.</p><p>O debate trouxe reflexões sobre o outro e sobre nós, e claro, como lidamos com tudo isso, principalmente rotulando a chatice.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 21 Jan 2026 18:51:01 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Términos, luto e recomeço: por que a gente não deveria emendar um amor no outro?</title>
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        <![CDATA[<p>Términos são luto — mesmo quando a decisão é certa.</p><p>Nos últimos meses, uma sequência de términos de casais famosos reacendeu um tema que todo mundo conhece de perto: acabar um relacionamento dói. Não só pela perda da pessoa, mas da rotina, dos planos, das versões de si mesmo e até de um futuro que parecia combinado. Negação, raiva, tristeza, confusão e, só depois, aceitação fazem parte desse processo — e pular etapas costuma cobrar um preço alto da saúde mental.</p><p>A ciência já mostrou que vínculos são necessidade básica. Nosso sistema nervoso é programado para buscar conexão e segurança, e reagir com estresse à sensação de abandono. O problema é quando, na pressa de não ficar só, a gente troca elaboração por distração e emenda um amor no outro sem fechar o anterior.</p><p>Emendar relações pode aliviar a solidão por um tempo, mas geralmente impede o luto, o autoconhecimento e a cura emocional. O resultado aparece depois: repetição de padrões, dependência emocional e histórias novas carregando mochilas antigas.</p><p>Ficar sozinho por um período não é fracasso — é construção. Mas por que a gente confunde medo da solidão com vontade de amar? Terminar virou sinônimo de correr para o próximo… quando talvez fosse hora de olhar pra dentro.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Términos são luto — mesmo quando a decisão é certa.</p><p>Nos últimos meses, uma sequência de términos de casais famosos reacendeu um tema que todo mundo conhece de perto: acabar um relacionamento dói. Não só pela perda da pessoa, mas da rotina, dos planos, das versões de si mesmo e até de um futuro que parecia combinado. Negação, raiva, tristeza, confusão e, só depois, aceitação fazem parte desse processo — e pular etapas costuma cobrar um preço alto da saúde mental.</p><p>A ciência já mostrou que vínculos são necessidade básica. Nosso sistema nervoso é programado para buscar conexão e segurança, e reagir com estresse à sensação de abandono. O problema é quando, na pressa de não ficar só, a gente troca elaboração por distração e emenda um amor no outro sem fechar o anterior.</p><p>Emendar relações pode aliviar a solidão por um tempo, mas geralmente impede o luto, o autoconhecimento e a cura emocional. O resultado aparece depois: repetição de padrões, dependência emocional e histórias novas carregando mochilas antigas.</p><p>Ficar sozinho por um período não é fracasso — é construção. Mas por que a gente confunde medo da solidão com vontade de amar? Terminar virou sinônimo de correr para o próximo… quando talvez fosse hora de olhar pra dentro.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 20 Jan 2026 18:03:52 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Términos são luto — mesmo quando a decisão é certa.</p><p>Nos últimos meses, uma sequência de términos de casais famosos reacendeu um tema que todo mundo conhece de perto: acabar um relacionamento dói. Não só pela perda da pessoa, mas da rotina, dos planos, das versões de si mesmo e até de um futuro que parecia combinado. Negação, raiva, tristeza, confusão e, só depois, aceitação fazem parte desse processo — e pular etapas costuma cobrar um preço alto da saúde mental.</p><p>A ciência já mostrou que vínculos são necessidade básica. Nosso sistema nervoso é programado para buscar conexão e segurança, e reagir com estresse à sensação de abandono. O problema é quando, na pressa de não ficar só, a gente troca elaboração por distração e emenda um amor no outro sem fechar o anterior.</p><p>Emendar relações pode aliviar a solidão por um tempo, mas geralmente impede o luto, o autoconhecimento e a cura emocional. O resultado aparece depois: repetição de padrões, dependência emocional e histórias novas carregando mochilas antigas.</p><p>Ficar sozinho por um período não é fracasso — é construção. Mas por que a gente confunde medo da solidão com vontade de amar? Terminar virou sinônimo de correr para o próximo… quando talvez fosse hora de olhar pra dentro.</p>]]>
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      <title>O que mudanças bruscas no comportamento de idosos podem indicar </title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>No Interessa desta segunda-feira, a bancada feminina recebeu nossa parceira, a médica geriatra Dra. Elen da Mata, para debater um tema cada vez mais urgente: o que mudanças bruscas no comportamento de idosos podem indicar.</p><p>Foi um papo cheio de informação e cuidado. Falamos sobre sinais de alerta que não devem ser ignorados, o que realmente precisa ser avaliado, a importância da paciência e do entendimento no convívio com os idosos, além de dicas práticas para estimular a cognição e manter a mente ativa ao longo do envelhecimento. </p><p>Porque envelhecer bem envolve corpo, mente e afeto. Saúde é completude.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No Interessa desta segunda-feira, a bancada feminina recebeu nossa parceira, a médica geriatra Dra. Elen da Mata, para debater um tema cada vez mais urgente: o que mudanças bruscas no comportamento de idosos podem indicar.</p><p>Foi um papo cheio de informação e cuidado. Falamos sobre sinais de alerta que não devem ser ignorados, o que realmente precisa ser avaliado, a importância da paciência e do entendimento no convívio com os idosos, além de dicas práticas para estimular a cognição e manter a mente ativa ao longo do envelhecimento. </p><p>Porque envelhecer bem envolve corpo, mente e afeto. Saúde é completude.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 19 Jan 2026 18:07:38 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Para onde você vai quando quer transar?</title>
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        <![CDATA[<p>Motel, hotel, Airbnb… ou a própria casa?</p><p>Por muito tempo, o motel foi sinônimo quase exclusivo de sexo e, junto com isso, vieram o tabu, a vergonha e o julgamento. Mas esse imaginário está mudando. A chamada nova motelaria aposta menos no explícito e mais em conforto, tecnologia, descanso e experiência. Tem gente indo pra motel pra dormir melhor, relaxar, trabalhar — e nem sempre pra transar.</p><p>Ao mesmo tempo, cresce quem prefere hotéis ou Airbnbs para viver a intimidade. Mais privacidade? Menos rótulo? Um ambiente “neutro” que não carrega tanta carga simbólica? Em grandes eventos, inclusive, motéis viraram alternativa estratégica de hospedagem o que diz muito sobre como esses espaços estão sendo ressignificados.</p><p>Ainda assim, a trava existe. De onde vem esse constrangimento? O problema é o lugar… ou o que ensinaram a gente a sentir sobre sexo? Onde as pessoas estão transando hoje? E o espaço influencia o desejo, a entrega, o prazer?</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 16 Jan 2026 18:42:35 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title> A Síndrome de Ofélia</title>
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        <![CDATA[<p>Muita gente só voltou a ouvir falar de Ofélia depois que Taylor Swift resgatou a personagem de Hamlet sob uma nova lente. Na obra de Shakespeare, Ofélia é a mulher que ama, mas não pode escolher; sente, mas não pode falar; sofre, mas precisa obedecer. Cercada por decisões masculinas e silenciada em seus próprios desejos, ela vai se apagando aos poucos até não caber mais dentro de si. E essa lógica, infelizmente, ainda ecoa em muitas histórias atuais.</p><p>A chamada “síndrome de Ofélia” não fala de enlouquecer por amar demais, mas de adoecer por calar demais. Ela aparece quando viver para o outro vira regra, quando o sofrimento é romantizado como prova de amor e quando a mulher acredita que amar exige abrir mão de si. Engolir desconfortos, ceder sempre, sustentar relações sozinha e silenciar a própria voz para manter a harmonia são comportamentos que parecem pequenos, mas cobram um preço emocional alto.</p><p>Esse padrão pode levar a quadros de dependência emocional, hiper-responsabilidade afetiva, medo intenso do abandono e até colapsos psíquicos. Em quantas relações ainda estamos nos afogando em silêncio para não incomodar?</p><p>Essas e outras questões serão debatidas no Interessa desta quarta-feira, a partir das 14h, ao vivo, nos canais O Tempo e O Tempo Livre, no YouTube. A convidada do dia é Thamires Barcellos, psicóloga clínica.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Muita gente só voltou a ouvir falar de Ofélia depois que Taylor Swift resgatou a personagem de Hamlet sob uma nova lente. Na obra de Shakespeare, Ofélia é a mulher que ama, mas não pode escolher; sente, mas não pode falar; sofre, mas precisa obedecer. Cercada por decisões masculinas e silenciada em seus próprios desejos, ela vai se apagando aos poucos até não caber mais dentro de si. E essa lógica, infelizmente, ainda ecoa em muitas histórias atuais.</p><p>A chamada “síndrome de Ofélia” não fala de enlouquecer por amar demais, mas de adoecer por calar demais. Ela aparece quando viver para o outro vira regra, quando o sofrimento é romantizado como prova de amor e quando a mulher acredita que amar exige abrir mão de si. Engolir desconfortos, ceder sempre, sustentar relações sozinha e silenciar a própria voz para manter a harmonia são comportamentos que parecem pequenos, mas cobram um preço emocional alto.</p><p>Esse padrão pode levar a quadros de dependência emocional, hiper-responsabilidade afetiva, medo intenso do abandono e até colapsos psíquicos. Em quantas relações ainda estamos nos afogando em silêncio para não incomodar?</p><p>Essas e outras questões serão debatidas no Interessa desta quarta-feira, a partir das 14h, ao vivo, nos canais O Tempo e O Tempo Livre, no YouTube. A convidada do dia é Thamires Barcellos, psicóloga clínica.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 16 Jan 2026 15:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Muita gente só voltou a ouvir falar de Ofélia depois que Taylor Swift resgatou a personagem de Hamlet sob uma nova lente. Na obra de Shakespeare, Ofélia é a mulher que ama, mas não pode escolher; sente, mas não pode falar; sofre, mas precisa obedecer. Cercada por decisões masculinas e silenciada em seus próprios desejos, ela vai se apagando aos poucos até não caber mais dentro de si. E essa lógica, infelizmente, ainda ecoa em muitas histórias atuais.</p><p>A chamada “síndrome de Ofélia” não fala de enlouquecer por amar demais, mas de adoecer por calar demais. Ela aparece quando viver para o outro vira regra, quando o sofrimento é romantizado como prova de amor e quando a mulher acredita que amar exige abrir mão de si. Engolir desconfortos, ceder sempre, sustentar relações sozinha e silenciar a própria voz para manter a harmonia são comportamentos que parecem pequenos, mas cobram um preço emocional alto.</p><p>Esse padrão pode levar a quadros de dependência emocional, hiper-responsabilidade afetiva, medo intenso do abandono e até colapsos psíquicos. Em quantas relações ainda estamos nos afogando em silêncio para não incomodar?</p><p>Essas e outras questões serão debatidas no Interessa desta quarta-feira, a partir das 14h, ao vivo, nos canais O Tempo e O Tempo Livre, no YouTube. A convidada do dia é Thamires Barcellos, psicóloga clínica.</p>]]>
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      <title>Caso Letícia Birkheuer: quem está realmente sendo protegido nessa história? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Separações já são, por si só, experiências emocionalmente desafiadoras. Quando esse processo acontece sob os holofotes com vídeos, acusações públicas e torcida organizada nas redes, o impacto deixa de ser apenas jurídico e passa a ser também psicológico. No caso envolvendo a atriz Letícia Birkheuer, a dor privada ganha contornos públicos: uma mãe que relata dificuldade de convivência com o filho adolescente e um conflito que extrapola os limites da intimidade familiar.</p><p>Do lado materno, o desgaste é evidente. A necessidade de se explicar publicamente, de se defender de acusações e de lidar com julgamentos constantes coloca muitas mulheres em uma posição delicada: qualquer atitude pode ser usada contra elas. Entre o medo de parecer ausente e o risco de ser vista como agressora, a maternidade vira um verdadeiro campo minado, ainda mais quando a única narrativa amplificada é a de um adolescente que, embora legítima, pode estar atravessada por influências adultas.</p><p>Já o adolescente, ainda em formação emocional, aparece muitas vezes com uma postura dura, confrontacional, que pode ser confundida com prepotência, mas também pode refletir confusão interna, lealdade dividida e exposição excessiva. Quando conflitos familiares se tornam públicos, o risco de alienação parental se impõe: não apenas pelo afastamento físico, mas pela construção de narrativas que transformam o filho em instrumento de disputa. E a pergunta inevitável permanece: quem está sendo protegido nessa história o adolescente ou o ego dos adultos?</p><p>Essas e outras questões serão debatidas no Interessa desta quarta-feira, a partir das 14h, ao vivo, nos canais O Tempo e O Tempo Livre, no YouTube. O convidado do dia é Thiago Porto - Neurocientista e Hipnoterapeuta.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Separações já são, por si só, experiências emocionalmente desafiadoras. Quando esse processo acontece sob os holofotes com vídeos, acusações públicas e torcida organizada nas redes, o impacto deixa de ser apenas jurídico e passa a ser também psicológico. No caso envolvendo a atriz Letícia Birkheuer, a dor privada ganha contornos públicos: uma mãe que relata dificuldade de convivência com o filho adolescente e um conflito que extrapola os limites da intimidade familiar.</p><p>Do lado materno, o desgaste é evidente. A necessidade de se explicar publicamente, de se defender de acusações e de lidar com julgamentos constantes coloca muitas mulheres em uma posição delicada: qualquer atitude pode ser usada contra elas. Entre o medo de parecer ausente e o risco de ser vista como agressora, a maternidade vira um verdadeiro campo minado, ainda mais quando a única narrativa amplificada é a de um adolescente que, embora legítima, pode estar atravessada por influências adultas.</p><p>Já o adolescente, ainda em formação emocional, aparece muitas vezes com uma postura dura, confrontacional, que pode ser confundida com prepotência, mas também pode refletir confusão interna, lealdade dividida e exposição excessiva. Quando conflitos familiares se tornam públicos, o risco de alienação parental se impõe: não apenas pelo afastamento físico, mas pela construção de narrativas que transformam o filho em instrumento de disputa. E a pergunta inevitável permanece: quem está sendo protegido nessa história o adolescente ou o ego dos adultos?</p><p>Essas e outras questões serão debatidas no Interessa desta quarta-feira, a partir das 14h, ao vivo, nos canais O Tempo e O Tempo Livre, no YouTube. O convidado do dia é Thiago Porto - Neurocientista e Hipnoterapeuta.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 14 Jan 2026 17:31:39 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Separações já são, por si só, experiências emocionalmente desafiadoras. Quando esse processo acontece sob os holofotes com vídeos, acusações públicas e torcida organizada nas redes, o impacto deixa de ser apenas jurídico e passa a ser também psicológico. No caso envolvendo a atriz Letícia Birkheuer, a dor privada ganha contornos públicos: uma mãe que relata dificuldade de convivência com o filho adolescente e um conflito que extrapola os limites da intimidade familiar.</p><p>Do lado materno, o desgaste é evidente. A necessidade de se explicar publicamente, de se defender de acusações e de lidar com julgamentos constantes coloca muitas mulheres em uma posição delicada: qualquer atitude pode ser usada contra elas. Entre o medo de parecer ausente e o risco de ser vista como agressora, a maternidade vira um verdadeiro campo minado, ainda mais quando a única narrativa amplificada é a de um adolescente que, embora legítima, pode estar atravessada por influências adultas.</p><p>Já o adolescente, ainda em formação emocional, aparece muitas vezes com uma postura dura, confrontacional, que pode ser confundida com prepotência, mas também pode refletir confusão interna, lealdade dividida e exposição excessiva. Quando conflitos familiares se tornam públicos, o risco de alienação parental se impõe: não apenas pelo afastamento físico, mas pela construção de narrativas que transformam o filho em instrumento de disputa. E a pergunta inevitável permanece: quem está sendo protegido nessa história o adolescente ou o ego dos adultos?</p><p>Essas e outras questões serão debatidas no Interessa desta quarta-feira, a partir das 14h, ao vivo, nos canais O Tempo e O Tempo Livre, no YouTube. O convidado do dia é Thiago Porto - Neurocientista e Hipnoterapeuta.</p>]]>
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      <title>Janeiro está aí, a fatura também: e agora, como organizar o dinheiro sem surtar?</title>
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        <![CDATA[<p>Definir janeiro em poucas palavras é fácil: pagamento de contas e impostos. IPTU, IPVA/DPVAT, matrículas e material escolar entram na lista de compromissos que pesam logo no começo do ano. Não à toa, muita gente já separa uma “fatia” do décimo terceiro salário justamente para enfrentar esse período com menos sufoco.</p><p>É também em janeiro que cresce a busca por organização financeira e controle do orçamento. Depois dos excessos das festas de fim de ano, muita gente passa a procurar formas de colocar as contas em ordem, sair do endividamento e planejar melhor os gastos. Ao mesmo tempo, aumenta o interesse por investimentos, seja na renda fixa, como Tesouro Direto e CDBs, em fundos imobiliários ou até nos criptoativos, que seguem despertando curiosidade.</p><p>Essa angústia coletiva aparece até nas buscas da internet. Termos como “empréstimo”, “quitar dívidas” e “Serasa” costumam disparar no Google Trends nesta época, refletindo a corrida por soluções rápidas para os apertos financeiros que janeiro costuma escancarar. Mas afinal: dá para se organizar financeiramente depois dos gastos do fim de ano ou janeiro já nasce perdido? Vale a pena quitar dívidas antes de pensar em investir, mesmo que seja pouco dinheiro? Essas e outras questões serão debatidas no Interessa desta terça-feira, a partir das 14h, ao vivo, nos canais O Tempo e O Tempo Livre, no YouTube. O convidado do dia é Rodrigo Schumacher, mentor financeiro, que vai ajudar a entender como atravessar janeiro sem surtar — e, quem sabe, começar o ano no azul.</p><p>E já segue a gente nas redes sociais! </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Definir janeiro em poucas palavras é fácil: pagamento de contas e impostos. IPTU, IPVA/DPVAT, matrículas e material escolar entram na lista de compromissos que pesam logo no começo do ano. Não à toa, muita gente já separa uma “fatia” do décimo terceiro salário justamente para enfrentar esse período com menos sufoco.</p><p>É também em janeiro que cresce a busca por organização financeira e controle do orçamento. Depois dos excessos das festas de fim de ano, muita gente passa a procurar formas de colocar as contas em ordem, sair do endividamento e planejar melhor os gastos. Ao mesmo tempo, aumenta o interesse por investimentos, seja na renda fixa, como Tesouro Direto e CDBs, em fundos imobiliários ou até nos criptoativos, que seguem despertando curiosidade.</p><p>Essa angústia coletiva aparece até nas buscas da internet. Termos como “empréstimo”, “quitar dívidas” e “Serasa” costumam disparar no Google Trends nesta época, refletindo a corrida por soluções rápidas para os apertos financeiros que janeiro costuma escancarar. Mas afinal: dá para se organizar financeiramente depois dos gastos do fim de ano ou janeiro já nasce perdido? Vale a pena quitar dívidas antes de pensar em investir, mesmo que seja pouco dinheiro? Essas e outras questões serão debatidas no Interessa desta terça-feira, a partir das 14h, ao vivo, nos canais O Tempo e O Tempo Livre, no YouTube. O convidado do dia é Rodrigo Schumacher, mentor financeiro, que vai ajudar a entender como atravessar janeiro sem surtar — e, quem sabe, começar o ano no azul.</p><p>E já segue a gente nas redes sociais! </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 13 Jan 2026 22:01:53 -0100</pubDate>
      <author>Interessa</author>
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      <itunes:keywords>interessa; dívidas de janeiro; iptu; ipva; material escolar; mensalidade</itunes:keywords>
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      <title>O que causa o soluço – e como se livrar desse incômodo</title>
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        <![CDATA[<p>Você, muito provavelmente, já foi vítima do temido soluço. Às vezes ele dura poucos segundos; outras, vira um verdadeiro caos pessoal. O soluço acontece quando o diafragma, músculo fundamental da respiração, se contrai de forma involuntária. Esse movimento vem acompanhado do fechamento rápido da glote, produzindo o clássico som. E o que pode disparar esse reflexo?</p><p>Quem nunca recorreu a uma “mandinga” para tentar se livrar do incômodo? Prender a respiração, beber água gelada, levar susto, respirar dentro de um saco… Algumas dessas estratégias até funcionam porque bagunçam o padrão respiratório e ajudam a interromper o reflexo do soluço. Mas não existe fórmula mágica universal. O que resolve para um não funciona para outro e, na maioria das vezes, o soluço simplesmente vai embora sozinho - assim como chegou. A dúvida é: quanto tempo ele vai durar?</p><p>Quando o soluço insiste em ficar, por horas ou até dias, o assunto muda de figura. No Interessa desta segunda, vamos entender a relação entre choque térmico e soluço, por que o álcool costuma ser um gatilho tão comum, se existe um perfil de pessoas que soluçam mais do que outras e, principalmente, quando o soluço deixa de ser inofensivo e vira sinal de alerta.</p><p>O debate começa às 14h, ao vivo, nos canais O Tempo e O Tempo Livre, no YouTube, com a participação da Dra. Isabela Vasconcellos, especialista em Clínica Médica e coordenadora das equipes de Clínica das unidades Betim-Contagem e Nova Lima do Hospital Mater Dei.</p><p>E já segue a gente nas redes sociais! </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Você, muito provavelmente, já foi vítima do temido soluço. Às vezes ele dura poucos segundos; outras, vira um verdadeiro caos pessoal. O soluço acontece quando o diafragma, músculo fundamental da respiração, se contrai de forma involuntária. Esse movimento vem acompanhado do fechamento rápido da glote, produzindo o clássico som. E o que pode disparar esse reflexo?</p><p>Quem nunca recorreu a uma “mandinga” para tentar se livrar do incômodo? Prender a respiração, beber água gelada, levar susto, respirar dentro de um saco… Algumas dessas estratégias até funcionam porque bagunçam o padrão respiratório e ajudam a interromper o reflexo do soluço. Mas não existe fórmula mágica universal. O que resolve para um não funciona para outro e, na maioria das vezes, o soluço simplesmente vai embora sozinho - assim como chegou. A dúvida é: quanto tempo ele vai durar?</p><p>Quando o soluço insiste em ficar, por horas ou até dias, o assunto muda de figura. No Interessa desta segunda, vamos entender a relação entre choque térmico e soluço, por que o álcool costuma ser um gatilho tão comum, se existe um perfil de pessoas que soluçam mais do que outras e, principalmente, quando o soluço deixa de ser inofensivo e vira sinal de alerta.</p><p>O debate começa às 14h, ao vivo, nos canais O Tempo e O Tempo Livre, no YouTube, com a participação da Dra. Isabela Vasconcellos, especialista em Clínica Médica e coordenadora das equipes de Clínica das unidades Betim-Contagem e Nova Lima do Hospital Mater Dei.</p><p>E já segue a gente nas redes sociais! </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 12 Jan 2026 17:14:35 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>O que os astros revelam para cada signo no ano de 2026?</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Para quem acompanha astrologia, 2026 não está sendo tratado como “só mais um ano”. Basta dar uma olhada nas redes sociais para encontrar previsões anunciando viradas de chave, fim de karmas, mudanças profundas e novos começos coletivos. E, segundo astrólogos, esse burburinho não surgiu do nada: alguns movimentos planetários importantes prometem mexer com ideias de futuro, escolhas pessoais, relações, trabalho e até com a forma como nos posicionamos no mundo.  </p><p><br>Não se trata de previsão de tragédia nem de promessa de milagre. A proposta é olhar para o céu como um convite à atenção. Mas aí surge a pergunta inevitável: até que ponto essas previsões realmente dizem algo sobre a nossa vida? Horóscopos generalizados valem para todo mundo do mesmo jeito? Quando uma previsão “bate”, é coincidência, leitura ampla demais ou identificação pessoal? E quando o que lemos é negativo, isso influencia nossas decisões pelo medo?  </p><p>As famosas listas de “signos sortudos” e “signos azarados” ajudam a refletir ou só criam ansiedade desnecessária? Talvez a pergunta mais interessante não seja “o que vai acontecer comigo em 2026?”, mas “como eu vou me posicionar diante do que vem?”.  </p><p>É sobre isso que a gente conversa hoje: astrologia com reflexão, sem medo e sem terceirizar o comando da própria história para os astros.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 08 Jan 2026 17:43:34 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Para quem acompanha astrologia, 2026 não está sendo tratado como “só mais um ano”. Basta dar uma olhada nas redes sociais para encontrar previsões anunciando viradas de chave, fim de karmas, mudanças profundas e novos começos coletivos. E, segundo astrólogos, esse burburinho não surgiu do nada: alguns movimentos planetários importantes prometem mexer com ideias de futuro, escolhas pessoais, relações, trabalho e até com a forma como nos posicionamos no mundo.  </p><p><br>Não se trata de previsão de tragédia nem de promessa de milagre. A proposta é olhar para o céu como um convite à atenção. Mas aí surge a pergunta inevitável: até que ponto essas previsões realmente dizem algo sobre a nossa vida? Horóscopos generalizados valem para todo mundo do mesmo jeito? Quando uma previsão “bate”, é coincidência, leitura ampla demais ou identificação pessoal? E quando o que lemos é negativo, isso influencia nossas decisões pelo medo?  </p><p>As famosas listas de “signos sortudos” e “signos azarados” ajudam a refletir ou só criam ansiedade desnecessária? Talvez a pergunta mais interessante não seja “o que vai acontecer comigo em 2026?”, mas “como eu vou me posicionar diante do que vem?”.  </p><p>É sobre isso que a gente conversa hoje: astrologia com reflexão, sem medo e sem terceirizar o comando da própria história para os astros.</p>]]>
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      <title>Escolher se relacionar com alguém que está solteiro há muito tempo é selo de segurança emocional? </title>
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      <itunes:title>Escolher se relacionar com alguém que está solteiro há muito tempo é selo de segurança emocional? </itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Existe uma crença quase automática, pouco questionada, de que se relacionar com alguém solteiro há muito tempo seria uma escolha emocionalmente mais segura. Como se a ausência de ex recente significasse menos conflitos, menos bagagem e menos risco de dor. “Deus me livre de quem tem ex”, “ah, fulano está há anos solteiro, essa pessoa já resolveu tudo” - frases comuns, mas que simplificam demais a complexidade dos vínculos humanos. A  vida real não funciona assim. Tempo sozinho não mede prontidão afetiva, assim como um término recente não define indisponibilidade emocional. Tem gente que faz o luto de um relacionamento ainda dentro dele e sai mais aberta para amar do que quem passou anos evitando vínculos profundos.</p><p>Da mesma forma, há quem esteja solteiro há muito tempo não por escolha consciente, mas por medo de se envolver, dificuldade de intimidade ou repetição de padrões. A busca por “garantias” no amor diz muito mais sobre o nosso medo de sofrer do que sobre o outro. Uma pesquisa recente do Tinder, por exemplo, revelou um desencontro curioso: muitas mulheres acreditam que os homens só querem algo casual, enquanto a maioria deles afirma estar aberta a um relacionamento sério.</p><p>E aí? Para você, dá para estar “livre” e, ainda assim, emocionalmente indisponível? É possível sair de um término recente mais consciente, inteiro e pronto para amar?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Existe uma crença quase automática, pouco questionada, de que se relacionar com alguém solteiro há muito tempo seria uma escolha emocionalmente mais segura. Como se a ausência de ex recente significasse menos conflitos, menos bagagem e menos risco de dor. “Deus me livre de quem tem ex”, “ah, fulano está há anos solteiro, essa pessoa já resolveu tudo” - frases comuns, mas que simplificam demais a complexidade dos vínculos humanos. A  vida real não funciona assim. Tempo sozinho não mede prontidão afetiva, assim como um término recente não define indisponibilidade emocional. Tem gente que faz o luto de um relacionamento ainda dentro dele e sai mais aberta para amar do que quem passou anos evitando vínculos profundos.</p><p>Da mesma forma, há quem esteja solteiro há muito tempo não por escolha consciente, mas por medo de se envolver, dificuldade de intimidade ou repetição de padrões. A busca por “garantias” no amor diz muito mais sobre o nosso medo de sofrer do que sobre o outro. Uma pesquisa recente do Tinder, por exemplo, revelou um desencontro curioso: muitas mulheres acreditam que os homens só querem algo casual, enquanto a maioria deles afirma estar aberta a um relacionamento sério.</p><p>E aí? Para você, dá para estar “livre” e, ainda assim, emocionalmente indisponível? É possível sair de um término recente mais consciente, inteiro e pronto para amar?</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 06 Jan 2026 17:44:41 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Existe uma crença quase automática, pouco questionada, de que se relacionar com alguém solteiro há muito tempo seria uma escolha emocionalmente mais segura. Como se a ausência de ex recente significasse menos conflitos, menos bagagem e menos risco de dor. “Deus me livre de quem tem ex”, “ah, fulano está há anos solteiro, essa pessoa já resolveu tudo” - frases comuns, mas que simplificam demais a complexidade dos vínculos humanos. A  vida real não funciona assim. Tempo sozinho não mede prontidão afetiva, assim como um término recente não define indisponibilidade emocional. Tem gente que faz o luto de um relacionamento ainda dentro dele e sai mais aberta para amar do que quem passou anos evitando vínculos profundos.</p><p>Da mesma forma, há quem esteja solteiro há muito tempo não por escolha consciente, mas por medo de se envolver, dificuldade de intimidade ou repetição de padrões. A busca por “garantias” no amor diz muito mais sobre o nosso medo de sofrer do que sobre o outro. Uma pesquisa recente do Tinder, por exemplo, revelou um desencontro curioso: muitas mulheres acreditam que os homens só querem algo casual, enquanto a maioria deles afirma estar aberta a um relacionamento sério.</p><p>E aí? Para você, dá para estar “livre” e, ainda assim, emocionalmente indisponível? É possível sair de um término recente mais consciente, inteiro e pronto para amar?</p>]]>
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      <title>Verão: tempo de curtir, de pegação - inclusive, de vírus! Conheça a “Doença do beijo”</title>
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        <![CDATA[<p>O verão mal começou e já mostrou a que veio: calor intenso, férias, festas, encontros, muita proximidade… e, claro, beijos. Nesse clima mais “caloroso”, algumas infecções também encontram o cenário perfeito para circular: é o caso da mononucleose infecciosa, popularmente conhecida como doença do beijo.</p><p>Transmitida principalmente pela saliva, a mononucleose é causada pelo vírus Epstein-Barr e pode passar despercebida em ambientes de contato próximo: baladas, copos compartilhados, beijos, academias e até o uso comum de objetos contaminados por secreções. O detalhe que complica tudo é o tempo de incubação: os sintomas podem levar de 4 a 8 semanas para aparecer. Quando surgem febre alta, dor intensa de garganta e cansaço extremo, a pessoa geralmente não faz ideia de quando ou mesmo como se infectou. Durante esse período silencioso, o vírus já pode ser transmitido.</p><p>Apesar de geralmente evoluir bem, quando não reconhecida ou tratada adequadamente, a mononucleose pode, sim, evoluir para quadros mais graves, como ruptura do baço, meningite, encefalite e até síndrome de Guillain-Barré.</p><p>A mononucleose é altamente contagiosa e exige atenção, diagnóstico correto e descanso. Por isso é o tema do Interessa desta segundona, dia 05 - a primeira do nosso ano de 2026!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O verão mal começou e já mostrou a que veio: calor intenso, férias, festas, encontros, muita proximidade… e, claro, beijos. Nesse clima mais “caloroso”, algumas infecções também encontram o cenário perfeito para circular: é o caso da mononucleose infecciosa, popularmente conhecida como doença do beijo.</p><p>Transmitida principalmente pela saliva, a mononucleose é causada pelo vírus Epstein-Barr e pode passar despercebida em ambientes de contato próximo: baladas, copos compartilhados, beijos, academias e até o uso comum de objetos contaminados por secreções. O detalhe que complica tudo é o tempo de incubação: os sintomas podem levar de 4 a 8 semanas para aparecer. Quando surgem febre alta, dor intensa de garganta e cansaço extremo, a pessoa geralmente não faz ideia de quando ou mesmo como se infectou. Durante esse período silencioso, o vírus já pode ser transmitido.</p><p>Apesar de geralmente evoluir bem, quando não reconhecida ou tratada adequadamente, a mononucleose pode, sim, evoluir para quadros mais graves, como ruptura do baço, meningite, encefalite e até síndrome de Guillain-Barré.</p><p>A mononucleose é altamente contagiosa e exige atenção, diagnóstico correto e descanso. Por isso é o tema do Interessa desta segundona, dia 05 - a primeira do nosso ano de 2026!</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 05 Jan 2026 17:40:54 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O verão mal começou e já mostrou a que veio: calor intenso, férias, festas, encontros, muita proximidade… e, claro, beijos. Nesse clima mais “caloroso”, algumas infecções também encontram o cenário perfeito para circular: é o caso da mononucleose infecciosa, popularmente conhecida como doença do beijo.</p><p>Transmitida principalmente pela saliva, a mononucleose é causada pelo vírus Epstein-Barr e pode passar despercebida em ambientes de contato próximo: baladas, copos compartilhados, beijos, academias e até o uso comum de objetos contaminados por secreções. O detalhe que complica tudo é o tempo de incubação: os sintomas podem levar de 4 a 8 semanas para aparecer. Quando surgem febre alta, dor intensa de garganta e cansaço extremo, a pessoa geralmente não faz ideia de quando ou mesmo como se infectou. Durante esse período silencioso, o vírus já pode ser transmitido.</p><p>Apesar de geralmente evoluir bem, quando não reconhecida ou tratada adequadamente, a mononucleose pode, sim, evoluir para quadros mais graves, como ruptura do baço, meningite, encefalite e até síndrome de Guillain-Barré.</p><p>A mononucleose é altamente contagiosa e exige atenção, diagnóstico correto e descanso. Por isso é o tema do Interessa desta segundona, dia 05 - a primeira do nosso ano de 2026!</p>]]>
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      <title>Bafinho matinal não é desculpa: por que o sexo é melhor pela manhã (e para quem!) </title>
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        <![CDATA[<p>Fala sério: com o batidão do dia a dia, quem, tendo a chance de dormir “só mais cinco minutinhos”, troca isso por… sexo? Pois é. Se não troca, talvez devesse. O sexo matinal ainda carrega uma lista injusta de desculpas - bafinho, claridade, vergonha do corpo, pressa. Mas vamos combinar? Existem posições que dispensam o cara a cara, balinhas estrategicamente posicionadas ao lado da cama e até as famosas rapidinhas, que têm, sim, seu lugar e sua graça. Qualidade não é sinônimo de longa duração.</p><p>Culturalmente, a gente associa sexo ao fim do dia, como um ritual antes de dormir. Só que, fisiologicamente falando, a manhã pode ser um horário bem interessante. Homens costumam ter um pico de testosterona entre 6h e 9h, o que favorece energia e ereção. Mulheres também produzem testosterona, hormônio do desejo, em menor quantidade, é verdade, mas isso não impede prazer nem resposta sexual. Estar descansada, com menos ruído mental e menos cansaço acumulado, conta muito mais do que o relógio biológico isolado.</p><p>E os efeitos vão além da cama. Transar de manhã melhora o humor, aumenta a autoconfiança (quem nunca chegou ao trabalho rindo à toa?), ajuda a relaxar, dá sensação de bem-estar ao longo do dia e ainda entra na conta como atividade física - não substitui a academia, mas ajuda. Se tudo isso já não bastasse, o sexo matinal também conversa com a saúde do corpo: circulação, pressão arterial, imunidade, redução de ansiedade… Diante disso tudo, fica a provocação: será que o sexo pela manhã não pode ser visto como parte de uma rotina de autocuidado?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Fala sério: com o batidão do dia a dia, quem, tendo a chance de dormir “só mais cinco minutinhos”, troca isso por… sexo? Pois é. Se não troca, talvez devesse. O sexo matinal ainda carrega uma lista injusta de desculpas - bafinho, claridade, vergonha do corpo, pressa. Mas vamos combinar? Existem posições que dispensam o cara a cara, balinhas estrategicamente posicionadas ao lado da cama e até as famosas rapidinhas, que têm, sim, seu lugar e sua graça. Qualidade não é sinônimo de longa duração.</p><p>Culturalmente, a gente associa sexo ao fim do dia, como um ritual antes de dormir. Só que, fisiologicamente falando, a manhã pode ser um horário bem interessante. Homens costumam ter um pico de testosterona entre 6h e 9h, o que favorece energia e ereção. Mulheres também produzem testosterona, hormônio do desejo, em menor quantidade, é verdade, mas isso não impede prazer nem resposta sexual. Estar descansada, com menos ruído mental e menos cansaço acumulado, conta muito mais do que o relógio biológico isolado.</p><p>E os efeitos vão além da cama. Transar de manhã melhora o humor, aumenta a autoconfiança (quem nunca chegou ao trabalho rindo à toa?), ajuda a relaxar, dá sensação de bem-estar ao longo do dia e ainda entra na conta como atividade física - não substitui a academia, mas ajuda. Se tudo isso já não bastasse, o sexo matinal também conversa com a saúde do corpo: circulação, pressão arterial, imunidade, redução de ansiedade… Diante disso tudo, fica a provocação: será que o sexo pela manhã não pode ser visto como parte de uma rotina de autocuidado?</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 02 Jan 2026 17:37:10 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Fala sério: com o batidão do dia a dia, quem, tendo a chance de dormir “só mais cinco minutinhos”, troca isso por… sexo? Pois é. Se não troca, talvez devesse. O sexo matinal ainda carrega uma lista injusta de desculpas - bafinho, claridade, vergonha do corpo, pressa. Mas vamos combinar? Existem posições que dispensam o cara a cara, balinhas estrategicamente posicionadas ao lado da cama e até as famosas rapidinhas, que têm, sim, seu lugar e sua graça. Qualidade não é sinônimo de longa duração.</p><p>Culturalmente, a gente associa sexo ao fim do dia, como um ritual antes de dormir. Só que, fisiologicamente falando, a manhã pode ser um horário bem interessante. Homens costumam ter um pico de testosterona entre 6h e 9h, o que favorece energia e ereção. Mulheres também produzem testosterona, hormônio do desejo, em menor quantidade, é verdade, mas isso não impede prazer nem resposta sexual. Estar descansada, com menos ruído mental e menos cansaço acumulado, conta muito mais do que o relógio biológico isolado.</p><p>E os efeitos vão além da cama. Transar de manhã melhora o humor, aumenta a autoconfiança (quem nunca chegou ao trabalho rindo à toa?), ajuda a relaxar, dá sensação de bem-estar ao longo do dia e ainda entra na conta como atividade física - não substitui a academia, mas ajuda. Se tudo isso já não bastasse, o sexo matinal também conversa com a saúde do corpo: circulação, pressão arterial, imunidade, redução de ansiedade… Diante disso tudo, fica a provocação: será que o sexo pela manhã não pode ser visto como parte de uma rotina de autocuidado?</p>]]>
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      <title>Entre o eu e o nós: como equilibrar limites e não perder a empatia</title>
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        <![CDATA[<p>A maré do autoconhecimento nunca esteve tão alta. Livros, podcasts e redes sociais repetem como um mantra moderno: “diga não”, “proteja sua paz”, “você não tem que agradar ninguém”. Cuidar da saúde mental virou prioridade - e ok, tá tudo bem.</p><p><br>O problema é quando o discurso da autopreservação começa a erguer muros altos demais.</p><p>Olhar para dentro é fundamental, mas a convivência também exige olhar para fora. Afinal, somos seres sociais. Relacionais. A neurociência lembra que o cérebro humano é moldado para a conexão: interações positivas ativam o sistema límbico, reforçam o bem-estar e ajudam a reduzir o estresse.</p><p>Mesmo quando o mundo convida ao isolamento, o afeto segue sendo combustível de sobrevivência. O ponto de atenção está na linha tênue entre autocuidado e egoísmo. Quando a busca por bem-estar pessoal se torna absoluta, o risco é escorregar para comportamentos individualistas, com menos empatia e menos disposição para o encontro.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A maré do autoconhecimento nunca esteve tão alta. Livros, podcasts e redes sociais repetem como um mantra moderno: “diga não”, “proteja sua paz”, “você não tem que agradar ninguém”. Cuidar da saúde mental virou prioridade - e ok, tá tudo bem.</p><p><br>O problema é quando o discurso da autopreservação começa a erguer muros altos demais.</p><p>Olhar para dentro é fundamental, mas a convivência também exige olhar para fora. Afinal, somos seres sociais. Relacionais. A neurociência lembra que o cérebro humano é moldado para a conexão: interações positivas ativam o sistema límbico, reforçam o bem-estar e ajudam a reduzir o estresse.</p><p>Mesmo quando o mundo convida ao isolamento, o afeto segue sendo combustível de sobrevivência. O ponto de atenção está na linha tênue entre autocuidado e egoísmo. Quando a busca por bem-estar pessoal se torna absoluta, o risco é escorregar para comportamentos individualistas, com menos empatia e menos disposição para o encontro.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 15:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Ano novo, meta nova! </title>
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        <![CDATA[<p>É só o ano novo dar as caras que o mantra começa: “agora vai”. Vai focar, vai mudar, vai cumprir tudo aquilo que ficou pendente, inclusive as metas criadas exatamente nessa mesma época, um ano atrás.</p><p><br>A empolgação é real e necessária, mas os números mostram que ela costuma durar pouco. Um levantamento da Forbes Health, em parceria com a empresa de pesquisa OnePoll, revelou que a maioria das pessoas consegue sustentar as resoluções de ano novo por cerca de três meses. Até o fim do ano, apenas 10% seguem firmes.</p><p>E não, isso não tem tanto a ver com falta de disciplina. Muitas vezes, o problema está na forma como essas metas são criadas: genéricas demais, ambiciosas demais ou completamente desconectadas da realidade atual.</p><p>Neste fim de ano, em vez de se punir pelo que não aconteceu, a proposta é outra: olhar com mais honestidade para o que ficou pelo caminho e decidir, com consciência, o que realmente faz sentido levar para 2026.</p><p>Sem culpa, sem promessa mirabolante. Menos cobrança, mais autocompaixão. Porque sair do lugar também pode significar dar um passo menor, mas na direção certa.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 31 Dec 2025 15:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>É só o ano novo dar as caras que o mantra começa: “agora vai”. Vai focar, vai mudar, vai cumprir tudo aquilo que ficou pendente, inclusive as metas criadas exatamente nessa mesma época, um ano atrás.</p><p><br>A empolgação é real e necessária, mas os números mostram que ela costuma durar pouco. Um levantamento da Forbes Health, em parceria com a empresa de pesquisa OnePoll, revelou que a maioria das pessoas consegue sustentar as resoluções de ano novo por cerca de três meses. Até o fim do ano, apenas 10% seguem firmes.</p><p>E não, isso não tem tanto a ver com falta de disciplina. Muitas vezes, o problema está na forma como essas metas são criadas: genéricas demais, ambiciosas demais ou completamente desconectadas da realidade atual.</p><p>Neste fim de ano, em vez de se punir pelo que não aconteceu, a proposta é outra: olhar com mais honestidade para o que ficou pelo caminho e decidir, com consciência, o que realmente faz sentido levar para 2026.</p><p>Sem culpa, sem promessa mirabolante. Menos cobrança, mais autocompaixão. Porque sair do lugar também pode significar dar um passo menor, mas na direção certa.</p>]]>
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      <title>O que é uma vida boa para você? </title>
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        <![CDATA[<p>Quando pensamos em “vida boa”, quase sempre vem felicidade ou propósito: ter conforto, vínculos, estabilidade, conquistas.</p><p><br>Mas pesquisas recentes, lideradas por Shigehiro Oishi, da Universidade de Chicago, apontam um terceiro caminho: a vida psicologicamente rica - marcada por experiências inéditas, complexidade, transformações e até um pouco de caos.</p><p>Esses estudos mostram que entre 6,7% e 16,8% das pessoas prefeririam uma vida cheia de histórias e descobertas a uma vida feliz ou cheia de propósito.</p><p>E aí começa o debate: quem são essas pessoas que trocam estabilidade por experiências transformadoras? Até que ponto buscamos propósito por vontade — ou por pressão social? A felicidade basta? Viver uma vida rica em experiências é privilégio ou possibilidade?</p><p>E, no fim das contas, qual frase você gostaria de dizer no leito de morte: “foi divertido”, “fiz a diferença” ou “que jornada”?</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 30 Dec 2025 15:05:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>O poder das cores: a tonalidade escolhida para vibrar em você pode mudar o seu ano?</title>
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        <![CDATA[<p>Qual é a sua cor preferida? Vermelho, azul, verde, dourado? Pode até parecer só uma questão de gosto, mas as cores têm um impacto direto sobre as nossas emoções e isso não é de hoje.</p><p><br>Na cromoterapia, prática milenar com registros no Egito, na Grécia, na China e na Índia, as cores são usadas como ferramenta para equilibrar corpo, mente e energia. E se as cores influenciam ambientes e estados emocionais, será que elas também impactam quando estão naquilo que vestimos?</p><p>A especialista em posicionamento de imagem, Déborah Avelar, responde a essa reflexão - ela é a convidada do Interessa desta segunda (29). Com a virada do ano se aproximando, surge a pergunta inevitável: será que todo mundo precisa mesmo passar o Réveillon de branco? Ou talvez você esteja precisando de outra vibração, outra intenção, outra energia para o novo ciclo?</p><p>A escolha das cores, seja das roupas, seja dos ambientes, pode ir muito além da tradição e ganhar mais sentido quando feita com consciência… e, quem sabe, até com a ajuda de um especialista. Afinal, as cores que nos cercam podem mesmo influenciar o humor, o comportamento e a energia do ano que começa?</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 29 Dec 2025 15:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Camisinha saiu de moda? O preço da queda do uso - e o mito do “mais prazer”</title>
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        <![CDATA[<p>Por mais que muita gente trate o preservativo como algo ultrapassado, a camisinha segue sendo o único método capaz de prevenir, ao mesmo tempo, a gravidez e as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Ainda assim, o uso vem despencando e os números confirmam o alerta. Dados do Ministério da Saúde mostram que, em 2023, o Brasil registrou mais de 113 casos de sífilis adquirida a cada 100 mil habitantes e 10 casos de sífilis congênita por mil nascidos vivos, índice cerca de vinte vezes acima do limite recomendado pela Organização Mundial da Saúde. O avanço também preocupa entre os jovens, com o crescimento de casos de HIV e HPV.</p><p><br>Onde está o problema? Acredite, não é na falta de insumos, mas na escassez de informação e diálogo. A camisinha passou a ser vista como símbolo de desconfiança. Em relações estáveis, muitos casais abandonam o preservativo apostando em uma fidelidade automática, algo que, na prática, ninguém consegue garantir. Soma-se a isso o preconceito, a vergonha de comprar ou carregar camisinha.</p><p>Há ainda a ideia de que “sexo é melhor sem camisinha” ou de que o preservativo “corta o clima” - sim, isso ainda acontece e, na verdade, tem ganhado força, especialmente com a falsa percepção de que métodos como a PrEP (Profilaxia Pré-Exposição) e a PEP (Pós-Exposição) substituiriam o uso do preservativo. Não substituem. Eles reduzem o risco de infecção pelo HIV, mas não protegem contra outras ISTs. E, muitas vezes, o desconforto está ligado à escolha errada do produto. Hoje existem camisinhas masculinas e femininas, mais finas, com texturas, sabores, lubrificação, efeitos retardantes;  opções pensadas para diferentes contextos e preferências. Saber usar corretamente, trocar o preservativo entre práticas e respeitar a validade e o material faz toda a diferença.</p><p>Até que ponto o prazer justifica o risco? Dentro do casamento, vale negociar o uso ou a retirada do preservativo? Por que ainda existe tanto tabu em falar sobre sexo seguro? E, talvez a pergunta mais importante de todas: quando foi a última vez que você se testou?</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 26 Dec 2025 15:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Por mais que muita gente trate o preservativo como algo ultrapassado, a camisinha segue sendo o único método capaz de prevenir, ao mesmo tempo, a gravidez e as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Ainda assim, o uso vem despencando e os números confirmam o alerta. Dados do Ministério da Saúde mostram que, em 2023, o Brasil registrou mais de 113 casos de sífilis adquirida a cada 100 mil habitantes e 10 casos de sífilis congênita por mil nascidos vivos, índice cerca de vinte vezes acima do limite recomendado pela Organização Mundial da Saúde. O avanço também preocupa entre os jovens, com o crescimento de casos de HIV e HPV.</p><p><br>Onde está o problema? Acredite, não é na falta de insumos, mas na escassez de informação e diálogo. A camisinha passou a ser vista como símbolo de desconfiança. Em relações estáveis, muitos casais abandonam o preservativo apostando em uma fidelidade automática, algo que, na prática, ninguém consegue garantir. Soma-se a isso o preconceito, a vergonha de comprar ou carregar camisinha.</p><p>Há ainda a ideia de que “sexo é melhor sem camisinha” ou de que o preservativo “corta o clima” - sim, isso ainda acontece e, na verdade, tem ganhado força, especialmente com a falsa percepção de que métodos como a PrEP (Profilaxia Pré-Exposição) e a PEP (Pós-Exposição) substituiriam o uso do preservativo. Não substituem. Eles reduzem o risco de infecção pelo HIV, mas não protegem contra outras ISTs. E, muitas vezes, o desconforto está ligado à escolha errada do produto. Hoje existem camisinhas masculinas e femininas, mais finas, com texturas, sabores, lubrificação, efeitos retardantes;  opções pensadas para diferentes contextos e preferências. Saber usar corretamente, trocar o preservativo entre práticas e respeitar a validade e o material faz toda a diferença.</p><p>Até que ponto o prazer justifica o risco? Dentro do casamento, vale negociar o uso ou a retirada do preservativo? Por que ainda existe tanto tabu em falar sobre sexo seguro? E, talvez a pergunta mais importante de todas: quando foi a última vez que você se testou?</p>]]>
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      <title>“Rage bait” ou “Isca de Raiva”: palavra do ano que explica por que todo mundo está irritado na internet</title>
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        <![CDATA[<p>Sabe quando você tá de boa rolando o feed e, do nada, uma postagem te deixa irritado em três segundos? Aquela sensação de “não é possível que alguém escreveu isso” e pior, postou? Pois é. Não é só com você. É com todo mundo.</p><p><br>A Oxford University Press escolheu rage bait - ou “isca de raiva” - como termo do ano justamente porque esse tipo de conteúdo virou método. Postagens pensadas para cutucar, provocar indignação e acender o pavio emocional do público. Irritação virou moeda. E o pior: funciona muito bem.</p><p>Segundo a Oxford, o uso do termo triplicou nos últimos 12 meses, acompanhando a explosão de conteúdos criados exclusivamente para gerar reação emocional intensa. É uma espécie de irmão tóxico do clickbait: aqui, o objetivo não é só fazer você clicar, é te deixar bravo o suficiente para comentar, compartilhar, reagir - e alimentar o algoritmo.</p><p>Não por acaso, o termo do ano passado foi brain rot, uma expressão que já alertava para o desgaste mental provocado pela rolagem infinita. Agora, com a raiva transformada em entretenimento, a pergunta é inevitável: como isso está afetando nossa saúde mental, nossas relações e a forma como enxergamos o mundo?</p><p>Para aprofundar esse debate, o Interessa recebe Bianca Costalonga Dorigo, psiquiatra da Rede Mater Dei, para falar sobre os impactos do rage bait fora das telas, os efeitos da irritação constante no bem-estar e como desenvolver mais consciência emocional em um ambiente digital que lucra com o nosso descontrole.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 17 Dec 2025 17:29:32 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Haja paciência! Você se considera uma pessoa paciente?</title>
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        <![CDATA[<p>Em tempos de perguntas que 'exigem' respostas instantâneas, filas que, mesmo pequenas, irritam, mensagens não respondidas e uma rotina cada vez mais acelerada, a paciência parece estar em extinção. Mas será que a gente sabe, de fato, o que significa ser paciente? Ou será que confundimos paciência com engolir tudo em silêncio?</p><p>O pensador islâmico Abu Hamid al-Ghazal (c. 1058–1111), um dos mais importantes teólogos da história do Islã, defendia que a paciência não é uma virtude automática. Segundo ele, nem toda paciência é boa: apenas aquela que serve a objetivos justos contribui para uma vida ética. E aí surge uma questão fundamental: quem define quais objetivos são justos? Cada um de nós.</p><p>A ciência contemporânea concorda em parte com essa reflexão. Hoje, a paciência é entendida como uma habilidade ligada à regulação emocional, autoconsciência e escolhas conscientes. Não se trata apenas de esperar, mas de como reagimos enquanto esperamos e do que fazemos com nossas emoções nesse processo.</p><p>Mas por que temos cada vez menos paciência? Como essa dificuldade impacta nossos relacionamentos, decisões, produtividade e saúde mental? A falta de paciência anda de mãos dadas com a ansiedade? E mais: é possível treinar essa habilidade ou ela é um traço inato da personalidade?</p><p>Nesta terça-feira (16), o Interessa abre espaço para discutir os limites, os benefícios e até o lado tóxico da paciência. Para essa conversa, a bancada feminina recebe Gustavo Cury, psicólogo, escritor e educador físico, que ajuda a traduzir o que a ciência diz sobre paciência, como desenvolvê-la no dia a dia e por que, às vezes, perder a paciência também pode ser um sinal de saúde emocional.<br></p>]]>
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      <pubDate>Tue, 16 Dec 2025 17:29:31 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Dezembro Laranja: câncer de pele nasce do sol da rotina, não do sol da piscina</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o Brasil registra anualmente mais de 220 mil casos de câncer de pele não melanoma e 9 mil diagnósticos de melanoma. Mas você sabe a diferença entre um e outro?</p><p><br>A primeira dúvida é clássica: basta usar somente o protetor? A resposta é dura, mas necessária: não. A propósito, usar o produto de forma inadequada é praticamente a mesma coisa que não usar - e a gente sabe como as pessoas erram feio nesse ponto. Tem quem ache que pele morena “não queima”, quem ignora pintas que mudam, quem normaliza aquela queimadura leve só porque não deu insolação. E é aí que o câncer de pele se instala: anos de pequenas negligências, dia após dia.</p><p>O grande vilão não é aquele sol fortíssimo das férias na praia, mas o famoso sol da rotina, o mesmo que atinge quem trabalha dirigindo, quem passa o dia em lavouras, obras, feiras, ruas.</p><p>E aí fica a pergunta: se o Brasil é um país ensolarado o ano inteiro, por que ainda tratamos proteção solar como algo sazonal? Hoje, conversamos com a Dra. Graziella Piló, médica oncologista, para entender como se proteger de verdade.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 15 Dec 2025 15:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Como diferenciar vício de hábito?</title>
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        <![CDATA[<p>Quem nunca soltou (ou ouviu alguém dizer) um “sou viciado em Instagram”? Mas será que é vício mesmo ou... só costume? Um estudo publicado no Scientific Reports (Nature) mostra que nossa autopercepção anda bem distorcida: para cada pessoa realmente em risco de dependência, outras oito acreditam estar “viciadas” sem estarem.</p><p><br>No levantamento, apenas 2% apresentaram sinais clínicos, enquanto 18% se declararam dependentes. Nesta quinta, quem ajuda nossas meninas a compreender melhor esse comportamento é o psiquiatra Bruno Brandão, que se junta à bancada para esclarecer o que é hábito, o que é compulsão e o que é só a gente se autodiagnosticando à toa.</p><p>Chamar de vício aquilo que é apenas repetição pode bagunçar nossa relação com o próprio comportamento e ainda minimizar casos reais, que exigem cuidado. A dependência envolve perda de controle, sofrimento emocional, abstinência e prejuízo social. Já hábitos automáticos, como abrir o celular sem perceber, muitas vezes respondem ao tédio, ansiedade ou rotina… sem necessariamente virar um problema clínico.</p><p>Então, como saber quando algo passa do ponto?</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 11 Dec 2025 17:42:13 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Quem é você quando o relacionamento acaba?</title>
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        <![CDATA[<p>Tem casais que viram quase uma entidade: não existem mais separados. Foto de perfil juntinha, vida social completamente compartilhada, amigos em comum - uma fusão total. Só que, quando a relação termina, surge uma questão ainda maior do que o rompimento: quem sou eu agora? E aí: quando essa relação deixa de existir, o que sobra?</p><p><br></p><p>Muita gente se vê presa à própria imagem de “metade de um casal”. Algumas pessoas perdem relevância profissional, outras descobrem que não têm mais vida social independente, outras percebem que não sabem mais quem são sem a dinâmica a dois. Por outro lado, há quem reconstrua a própria história: pessoas que foram, por anos, “ex de alguém” e encontraram voz e propósito próprios depois do término.</p><p><br></p><p>Como preservar a autonomia dentro da relação? Como não permitir que o casamento se transforme na sua principal identidade? E, quando o fim chega, como reencontrar a própria narrativa?</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 11 Dec 2025 13:00:52 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>A pressão por netos: até que ponto isso é aceitável?</title>
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        <![CDATA[<p>A cena é comum e parece até doce: uma mãe dizendo que “sonha em ser avó”. Mas, quando esse sonho invade o espaço da filha, do filho... a conversa muda de tom. No episódio desta terça (09), nossa bancada destrincha esse tema que mexe com gerações inteiras. A frase recente da Xuxa, revelando o desejo de ter um neto, reacende o debate: existe o tempo de quem deseja… e o tempo de quem seria responsável por realizar esse desejo. </p><p><br>Quantas mulheres não enfrentam o famoso “E aí, quando vem o bebê?”, como se maternidade fosse checklist obrigatório? Namorou, tem que noivar. Noivou, tem que casar. Casou, tem que ter filho. Filhou, tem que ter outro. Uma sequência automática que ignora desejos próprios, planos pessoais e até o simples fato de que nem toda mulher quer ou pode ser mãe.</p><p>E quando a filha não quer ter filhos? Ou quando isso é íntimo demais para virar brincadeira de sobremesa no almoço de domingo? A pressão, por mais embrulhada em carinho que venha, pode machucar. Pode gerar culpa, conflito, ansiedade. Pode ultrapassar limites que deveriam ser sagrados.</p><p>A pergunta que fica é: quando esse pedido é expressão de amor e quando vira egoísmo disfarçado? Como colocar limites sem romper laços importantes? E como quebrar essa tradição que empurra as mulheres para ciclos que deveriam acontecer apenas por vontade própria?</p>]]>
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      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>A diferença entre o remédio e o veneno está na dose: os danos ao organismo dado consumo excessivo de suplementos e vitaminas</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), desde 2024 foram registradas 240 notificações de efeitos adversos causados por suplementos vitamínicos, sendo 28% deles graves. No mesmo período, mais de 62 mil anúncios irregulares foram removidos da internet - destes suplementos. A indústria movimenta mais de R$ 4 bilhões por ano no Brasil e muitos desses produtos são vendidos sem qualquer comprovação científica.</p><p><br>Casos como o da empresária baiana, Perinalva Dias, que ficou 28 dias em coma após intoxicação por vitamina D, acendem o alerta sobre a banalização do uso dessas substâncias.</p><p>Qual o procedimento para lidar com a intoxicação de vitaminas se cada uma se difere da outra dado seu grupo de nutrientes? Como saber que o excesso de uma específica está sendo a razão para o colapso na saúde de alguém? É só interromper o uso? É possível ter sequelas de uma ‘auto suplementação’? O que essa febre por “soros da imunidade” e megadoses de vitaminas revela sobre a nossa relação com o corpo e com a saúde? A gente prefere comprar polivitamínicos a comer bem? Até onde vai a responsabilidade das clínicas que vendem “soro milagroso” sem respaldo científico?</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 08 Dec 2025 17:54:28 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), desde 2024 foram registradas 240 notificações de efeitos adversos causados por suplementos vitamínicos, sendo 28% deles graves. No mesmo período, mais de 62 mil anúncios irregulares foram removidos da internet - destes suplementos. A indústria movimenta mais de R$ 4 bilhões por ano no Brasil e muitos desses produtos são vendidos sem qualquer comprovação científica.</p><p><br>Casos como o da empresária baiana, Perinalva Dias, que ficou 28 dias em coma após intoxicação por vitamina D, acendem o alerta sobre a banalização do uso dessas substâncias.</p><p>Qual o procedimento para lidar com a intoxicação de vitaminas se cada uma se difere da outra dado seu grupo de nutrientes? Como saber que o excesso de uma específica está sendo a razão para o colapso na saúde de alguém? É só interromper o uso? É possível ter sequelas de uma ‘auto suplementação’? O que essa febre por “soros da imunidade” e megadoses de vitaminas revela sobre a nossa relação com o corpo e com a saúde? A gente prefere comprar polivitamínicos a comer bem? Até onde vai a responsabilidade das clínicas que vendem “soro milagroso” sem respaldo científico?</p>]]>
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      <title>1º de dezembro, Dia Mundial de Luta Contra a AIDS - estamos mais próximos da cura?</title>
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        <![CDATA[<p>Esta segunda-feira, primeiro de dezembro, é o Dia Mundial de Luta Contra a Aids. A data conversa diretamente com saúde pública e, por isso, nada mais natural do que repercutirmos no Interessa esse tema tão urgente e tão cheio de contrastes no Brasil.</p><p><br>No combate ao HIV, o país avança com força: os antirretrovirais distribuídos pelo SUS transformaram o vírus em uma condição controlável, e quando a pessoa atinge a famosa carga viral indetectável, praticamente zera a chance de transmissão - reforço do Ministério da Saúde. Os números de Belo Horizonte mostram isso na prática: queda de quase 14% nos diagnósticos entre 2023 e 2024. Em Minas Gerais, a curva também desce entre jovens de 20 a 34 anos, segundo a SES-MG. Mas a mesma estatística acende outro alerta: sete bebês foram infectados no último ano, todos com menos de um ano de idade, maior número desde 2020.</p><p>Enquanto isso, a corrida pela cura segue acelerada. Na Alemanha, pesquisadores identificaram anticorpos “superpotentes”, como o 04_A06, capazes de neutralizar mais de 98% das variantes analisadas em laboratório - achados destacados pela Nature e pela Sociedade Brasileira de Infectologia. O Brasil também brilha no cenário mundial com um estudo da Unifesp, liderado por Ricardo Sobhie Diaz, que combina antirretrovirais tradicionais com três medicamentos extras para acordar o vírus escondido nos chamados “reservatórios virais” - gânglios, mucosas, sistema nervoso. Esses esconderijos são o grande problema: o HIV fica ali, quietinho, esperando o tratamento parar para voltar à ativa. A abordagem brasileira tenta revelar esse vírus camuflado e ensinar o corpo a destruí-lo. A ousadia científica ganhou destaque em publicações como The Lancet HIV.</p><p>Mas quando olhamos para o comportamento humano… a história fica menos linear. BH registra queda nas infecções? Sim. Ao mesmo tempo, no Brasil, a cada 15 minutos alguém é infectado (Unaids). A PrEP e a PEP avançam? Sim. Mas Minas também viu nascer mais bebês soropositivos nos últimos quatro anos. O que explica tantos cenários diferentes? Estamos mais perto da cura, mas também mais longe da prevenção? As falhas no pré-natal ainda justificam o nascimento de crianças com HIV? E, principalmente: como evitar que a história siga se repetindo?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Esta segunda-feira, primeiro de dezembro, é o Dia Mundial de Luta Contra a Aids. A data conversa diretamente com saúde pública e, por isso, nada mais natural do que repercutirmos no Interessa esse tema tão urgente e tão cheio de contrastes no Brasil.</p><p><br>No combate ao HIV, o país avança com força: os antirretrovirais distribuídos pelo SUS transformaram o vírus em uma condição controlável, e quando a pessoa atinge a famosa carga viral indetectável, praticamente zera a chance de transmissão - reforço do Ministério da Saúde. Os números de Belo Horizonte mostram isso na prática: queda de quase 14% nos diagnósticos entre 2023 e 2024. Em Minas Gerais, a curva também desce entre jovens de 20 a 34 anos, segundo a SES-MG. Mas a mesma estatística acende outro alerta: sete bebês foram infectados no último ano, todos com menos de um ano de idade, maior número desde 2020.</p><p>Enquanto isso, a corrida pela cura segue acelerada. Na Alemanha, pesquisadores identificaram anticorpos “superpotentes”, como o 04_A06, capazes de neutralizar mais de 98% das variantes analisadas em laboratório - achados destacados pela Nature e pela Sociedade Brasileira de Infectologia. O Brasil também brilha no cenário mundial com um estudo da Unifesp, liderado por Ricardo Sobhie Diaz, que combina antirretrovirais tradicionais com três medicamentos extras para acordar o vírus escondido nos chamados “reservatórios virais” - gânglios, mucosas, sistema nervoso. Esses esconderijos são o grande problema: o HIV fica ali, quietinho, esperando o tratamento parar para voltar à ativa. A abordagem brasileira tenta revelar esse vírus camuflado e ensinar o corpo a destruí-lo. A ousadia científica ganhou destaque em publicações como The Lancet HIV.</p><p>Mas quando olhamos para o comportamento humano… a história fica menos linear. BH registra queda nas infecções? Sim. Ao mesmo tempo, no Brasil, a cada 15 minutos alguém é infectado (Unaids). A PrEP e a PEP avançam? Sim. Mas Minas também viu nascer mais bebês soropositivos nos últimos quatro anos. O que explica tantos cenários diferentes? Estamos mais perto da cura, mas também mais longe da prevenção? As falhas no pré-natal ainda justificam o nascimento de crianças com HIV? E, principalmente: como evitar que a história siga se repetindo?</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 01 Dec 2025 17:33:09 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Esta segunda-feira, primeiro de dezembro, é o Dia Mundial de Luta Contra a Aids. A data conversa diretamente com saúde pública e, por isso, nada mais natural do que repercutirmos no Interessa esse tema tão urgente e tão cheio de contrastes no Brasil.</p><p><br>No combate ao HIV, o país avança com força: os antirretrovirais distribuídos pelo SUS transformaram o vírus em uma condição controlável, e quando a pessoa atinge a famosa carga viral indetectável, praticamente zera a chance de transmissão - reforço do Ministério da Saúde. Os números de Belo Horizonte mostram isso na prática: queda de quase 14% nos diagnósticos entre 2023 e 2024. Em Minas Gerais, a curva também desce entre jovens de 20 a 34 anos, segundo a SES-MG. Mas a mesma estatística acende outro alerta: sete bebês foram infectados no último ano, todos com menos de um ano de idade, maior número desde 2020.</p><p>Enquanto isso, a corrida pela cura segue acelerada. Na Alemanha, pesquisadores identificaram anticorpos “superpotentes”, como o 04_A06, capazes de neutralizar mais de 98% das variantes analisadas em laboratório - achados destacados pela Nature e pela Sociedade Brasileira de Infectologia. O Brasil também brilha no cenário mundial com um estudo da Unifesp, liderado por Ricardo Sobhie Diaz, que combina antirretrovirais tradicionais com três medicamentos extras para acordar o vírus escondido nos chamados “reservatórios virais” - gânglios, mucosas, sistema nervoso. Esses esconderijos são o grande problema: o HIV fica ali, quietinho, esperando o tratamento parar para voltar à ativa. A abordagem brasileira tenta revelar esse vírus camuflado e ensinar o corpo a destruí-lo. A ousadia científica ganhou destaque em publicações como The Lancet HIV.</p><p>Mas quando olhamos para o comportamento humano… a história fica menos linear. BH registra queda nas infecções? Sim. Ao mesmo tempo, no Brasil, a cada 15 minutos alguém é infectado (Unaids). A PrEP e a PEP avançam? Sim. Mas Minas também viu nascer mais bebês soropositivos nos últimos quatro anos. O que explica tantos cenários diferentes? Estamos mais perto da cura, mas também mais longe da prevenção? As falhas no pré-natal ainda justificam o nascimento de crianças com HIV? E, principalmente: como evitar que a história siga se repetindo?</p>]]>
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      <title>‘Shreking’: fenômeno explica o que leva pessoas ‘bonitas’ a namorarem pessoas ‘feias’</title>
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        <![CDATA[<p>Quem não se lembra - gostando dela ou não - de como a galera foi a loucura nas redes sociais quando Selena Gomez assumiu seu relacionamento com Benny Blanco? Desde 2023, o produtor musical e compositor mal pode sorrir que vira assunto. Tem gente que faz comentários de todo o tipo - maldosos, inclusive, dando conta de que Selena fez caridade; tem quem jure que foi trauma pós-Justin Bieber, e outros cravam que Selena “adotou um feio” para se resguardar emocionalmente. A internet é implacável e cruel. E esse universo de especulações levou o termo “shreking” a ganhar força: quando alguém “fora do padrão de beleza” conquista alguém considerado “muito bonito”.</p><p><br>E não é só com Selena. Virgínia Fonseca, influencers, anônimos - todo mundo vira meme quando o casal não parece visualmente “proporcional”. A narrativa é sempre parecida: “baixou a régua”, “foi buscar segurança”, “evitar ser traída”. Como se beleza garantisse caráter, e a falta dela garantisse fidelidade. </p><p>No Interessa desta quinta-feira, Josiele Sena, psicóloga clínica e especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental, conversa sobre o assunto com as nossas meninas. Ela ajuda a entender por que nos incomodamos tanto com escolhas amorosas alheias, por que idealizamos que “o feio é mais gente boa”, como o medo contamina decisões afetivas e como esse rótulo, o do “feio da história”, bate na autoestima de quem o recebe. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Quem não se lembra - gostando dela ou não - de como a galera foi a loucura nas redes sociais quando Selena Gomez assumiu seu relacionamento com Benny Blanco? Desde 2023, o produtor musical e compositor mal pode sorrir que vira assunto. Tem gente que faz comentários de todo o tipo - maldosos, inclusive, dando conta de que Selena fez caridade; tem quem jure que foi trauma pós-Justin Bieber, e outros cravam que Selena “adotou um feio” para se resguardar emocionalmente. A internet é implacável e cruel. E esse universo de especulações levou o termo “shreking” a ganhar força: quando alguém “fora do padrão de beleza” conquista alguém considerado “muito bonito”.</p><p><br>E não é só com Selena. Virgínia Fonseca, influencers, anônimos - todo mundo vira meme quando o casal não parece visualmente “proporcional”. A narrativa é sempre parecida: “baixou a régua”, “foi buscar segurança”, “evitar ser traída”. Como se beleza garantisse caráter, e a falta dela garantisse fidelidade. </p><p>No Interessa desta quinta-feira, Josiele Sena, psicóloga clínica e especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental, conversa sobre o assunto com as nossas meninas. Ela ajuda a entender por que nos incomodamos tanto com escolhas amorosas alheias, por que idealizamos que “o feio é mais gente boa”, como o medo contamina decisões afetivas e como esse rótulo, o do “feio da história”, bate na autoestima de quem o recebe. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 27 Nov 2025 17:18:54 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Quem não se lembra - gostando dela ou não - de como a galera foi a loucura nas redes sociais quando Selena Gomez assumiu seu relacionamento com Benny Blanco? Desde 2023, o produtor musical e compositor mal pode sorrir que vira assunto. Tem gente que faz comentários de todo o tipo - maldosos, inclusive, dando conta de que Selena fez caridade; tem quem jure que foi trauma pós-Justin Bieber, e outros cravam que Selena “adotou um feio” para se resguardar emocionalmente. A internet é implacável e cruel. E esse universo de especulações levou o termo “shreking” a ganhar força: quando alguém “fora do padrão de beleza” conquista alguém considerado “muito bonito”.</p><p><br>E não é só com Selena. Virgínia Fonseca, influencers, anônimos - todo mundo vira meme quando o casal não parece visualmente “proporcional”. A narrativa é sempre parecida: “baixou a régua”, “foi buscar segurança”, “evitar ser traída”. Como se beleza garantisse caráter, e a falta dela garantisse fidelidade. </p><p>No Interessa desta quinta-feira, Josiele Sena, psicóloga clínica e especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental, conversa sobre o assunto com as nossas meninas. Ela ajuda a entender por que nos incomodamos tanto com escolhas amorosas alheias, por que idealizamos que “o feio é mais gente boa”, como o medo contamina decisões afetivas e como esse rótulo, o do “feio da história”, bate na autoestima de quem o recebe. </p>]]>
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      <title>Divórcio energético: como deixar o passado no passado e viver o presente</title>
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        <![CDATA[<p>Sabe aquela sensação de ainda estar preso a alguém ou a alguma fase da vida que já acabou, mesmo depois de muito tempo? Especialistas explicam que, quando o passado insiste em se infiltrar no presente, pode ser hora de recorrer ao chamado Divórcio Energético, um processo que atua no campo emocional para desfazer laços que ficaram pendurados entre você e um ex, um parente, um trabalho, uma casa ou até um animal de estimação. A lógica é simples: se parte da sua energia ainda está investida em histórias antigas, fica difícil abrir espaço para o novo. É preciso soltar o velho para permitir a chegada do que faz sentido agora.</p><p><br></p><p>Quem passa pelo processo costuma relatar sensação de vida destravando: portas que se abrem, relações que se reorganizam, decisões que ficam mais leves e um sentimento claro de encerramento como se finalmente tivesse chegado o “ponto final” que faltava. </p><p>Siga O TEMPO no Google e receba as principais notícias</p><p><br></p><p>No Interessa desta quarta-feira, quem ajuda as nossas meninas a responderem tudo acerca do processo é Cristina Camargo, terapeuta holística, psicóloga e Master de ThetaHealing pelo Instituto Think, com ampla experiência em atendimentos clínicos e grupos terapêuticos desde 1999. Ela explica como identificar escolhas atuais comandadas por dores antigas, como diferenciar saudade de amarra emocional, por que certos vínculos parecem impossíveis de romper e muito mais. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Sabe aquela sensação de ainda estar preso a alguém ou a alguma fase da vida que já acabou, mesmo depois de muito tempo? Especialistas explicam que, quando o passado insiste em se infiltrar no presente, pode ser hora de recorrer ao chamado Divórcio Energético, um processo que atua no campo emocional para desfazer laços que ficaram pendurados entre você e um ex, um parente, um trabalho, uma casa ou até um animal de estimação. A lógica é simples: se parte da sua energia ainda está investida em histórias antigas, fica difícil abrir espaço para o novo. É preciso soltar o velho para permitir a chegada do que faz sentido agora.</p><p><br></p><p>Quem passa pelo processo costuma relatar sensação de vida destravando: portas que se abrem, relações que se reorganizam, decisões que ficam mais leves e um sentimento claro de encerramento como se finalmente tivesse chegado o “ponto final” que faltava. </p><p>Siga O TEMPO no Google e receba as principais notícias</p><p><br></p><p>No Interessa desta quarta-feira, quem ajuda as nossas meninas a responderem tudo acerca do processo é Cristina Camargo, terapeuta holística, psicóloga e Master de ThetaHealing pelo Instituto Think, com ampla experiência em atendimentos clínicos e grupos terapêuticos desde 1999. Ela explica como identificar escolhas atuais comandadas por dores antigas, como diferenciar saudade de amarra emocional, por que certos vínculos parecem impossíveis de romper e muito mais. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 26 Nov 2025 17:38:26 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Sabe aquela sensação de ainda estar preso a alguém ou a alguma fase da vida que já acabou, mesmo depois de muito tempo? Especialistas explicam que, quando o passado insiste em se infiltrar no presente, pode ser hora de recorrer ao chamado Divórcio Energético, um processo que atua no campo emocional para desfazer laços que ficaram pendurados entre você e um ex, um parente, um trabalho, uma casa ou até um animal de estimação. A lógica é simples: se parte da sua energia ainda está investida em histórias antigas, fica difícil abrir espaço para o novo. É preciso soltar o velho para permitir a chegada do que faz sentido agora.</p><p><br></p><p>Quem passa pelo processo costuma relatar sensação de vida destravando: portas que se abrem, relações que se reorganizam, decisões que ficam mais leves e um sentimento claro de encerramento como se finalmente tivesse chegado o “ponto final” que faltava. </p><p>Siga O TEMPO no Google e receba as principais notícias</p><p><br></p><p>No Interessa desta quarta-feira, quem ajuda as nossas meninas a responderem tudo acerca do processo é Cristina Camargo, terapeuta holística, psicóloga e Master de ThetaHealing pelo Instituto Think, com ampla experiência em atendimentos clínicos e grupos terapêuticos desde 1999. Ela explica como identificar escolhas atuais comandadas por dores antigas, como diferenciar saudade de amarra emocional, por que certos vínculos parecem impossíveis de romper e muito mais. </p>]]>
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      <title>Quando o vínculo existe só de um lado: ‘Parassocial’ é eleita a palavra do ano pelo Dicionário de Cambrige</title>
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        <![CDATA[<p>"Parassocial” foi eleita pelo Dicionário de Cambridge como a palavra do ano de 2025. O termo descreve relações unilaterais - com celebridades, personagens ou até inteligências artificiais - aquele sentimento de “quase amizade” com alguém que você nunca encontrou pessoalmente, mas acompanha tanto que parece da família... sabe? Acontece que alguém precisa avisar o famoso desse parentesco todo aí.</p><p><br></p><p>A escolha não veio do nada. A própria plataforma divulgou que registrou um salto nas buscas pela palavra: cerca de 350 milhões de usuários e 1,5 bilhão de páginas acessadas, segundo o Cambridge. O pico de interesse aconteceu em agosto, quando o noivado de Taylor Swift mobilizou uma legião de fãs que reagiram como se fossem íntimos da cantora - o que reacendeu debates sobre o limite entre afeto genuíno e envolvimento parassocial. E esse fenômeno não é moderno: surgiu em 1956, quando pesquisadores da Universidade de Chicago observaram como telespectadores criavam sensação de intimidade com figuras da TV.</p><p><br></p><p>O que mudou agora é o tamanho disso tudo. A exposição constante de influenciadores, a presença diária de inteligências artificiais e a dinâmica das telas potencializam essas conexões unilaterais. No Interessa, quem ajuda a bancada feminina a entender os limites entre idealização, fantasia e saúde emocional é o psicólogo Jailton Souza, que explica como essas relações afetam autoestima, comparação, identidade e até nossas escolhas no mundo offline. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>"Parassocial” foi eleita pelo Dicionário de Cambridge como a palavra do ano de 2025. O termo descreve relações unilaterais - com celebridades, personagens ou até inteligências artificiais - aquele sentimento de “quase amizade” com alguém que você nunca encontrou pessoalmente, mas acompanha tanto que parece da família... sabe? Acontece que alguém precisa avisar o famoso desse parentesco todo aí.</p><p><br></p><p>A escolha não veio do nada. A própria plataforma divulgou que registrou um salto nas buscas pela palavra: cerca de 350 milhões de usuários e 1,5 bilhão de páginas acessadas, segundo o Cambridge. O pico de interesse aconteceu em agosto, quando o noivado de Taylor Swift mobilizou uma legião de fãs que reagiram como se fossem íntimos da cantora - o que reacendeu debates sobre o limite entre afeto genuíno e envolvimento parassocial. E esse fenômeno não é moderno: surgiu em 1956, quando pesquisadores da Universidade de Chicago observaram como telespectadores criavam sensação de intimidade com figuras da TV.</p><p><br></p><p>O que mudou agora é o tamanho disso tudo. A exposição constante de influenciadores, a presença diária de inteligências artificiais e a dinâmica das telas potencializam essas conexões unilaterais. No Interessa, quem ajuda a bancada feminina a entender os limites entre idealização, fantasia e saúde emocional é o psicólogo Jailton Souza, que explica como essas relações afetam autoestima, comparação, identidade e até nossas escolhas no mundo offline. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 25 Nov 2025 17:29:47 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>"Parassocial” foi eleita pelo Dicionário de Cambridge como a palavra do ano de 2025. O termo descreve relações unilaterais - com celebridades, personagens ou até inteligências artificiais - aquele sentimento de “quase amizade” com alguém que você nunca encontrou pessoalmente, mas acompanha tanto que parece da família... sabe? Acontece que alguém precisa avisar o famoso desse parentesco todo aí.</p><p><br></p><p>A escolha não veio do nada. A própria plataforma divulgou que registrou um salto nas buscas pela palavra: cerca de 350 milhões de usuários e 1,5 bilhão de páginas acessadas, segundo o Cambridge. O pico de interesse aconteceu em agosto, quando o noivado de Taylor Swift mobilizou uma legião de fãs que reagiram como se fossem íntimos da cantora - o que reacendeu debates sobre o limite entre afeto genuíno e envolvimento parassocial. E esse fenômeno não é moderno: surgiu em 1956, quando pesquisadores da Universidade de Chicago observaram como telespectadores criavam sensação de intimidade com figuras da TV.</p><p><br></p><p>O que mudou agora é o tamanho disso tudo. A exposição constante de influenciadores, a presença diária de inteligências artificiais e a dinâmica das telas potencializam essas conexões unilaterais. No Interessa, quem ajuda a bancada feminina a entender os limites entre idealização, fantasia e saúde emocional é o psicólogo Jailton Souza, que explica como essas relações afetam autoestima, comparação, identidade e até nossas escolhas no mundo offline. </p>]]>
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      <title>A hora e a vez dos braços fortes!</title>
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        <![CDATA[<p>O tanquinho pode até continuar sendo o sonho de consumo de muita gente, mas quem realmente virou estrela nas academias foram os braços. Bíceps, tríceps e ombros estão vivendo seus dias de glória, numa tendência que cresce mundo afora. Portais internacionais como Women’s Health UK e Sydney Morning Herald apontam que o treino de superiores ganhou espaço não só por estética, mas por representar autonomia, funcionalidade e prevenção de problemas do dia a dia.</p><p>E quais exercícios realmente constroem força global? Treinar braços ajuda a fortalecer o corpo todo? Entre elas, a ideia de que “levantar peso deixa a mulher masculina” ainda prevalece? A chamada “era dos braços” não fala sobre exibir músculos, mas sobre construir a força que sustenta a vida fora da academia, hoje e no futuro.</p><p>No Interessa desta segunda-feira, quem ajuda nossas meninas a entender por que o treino de superiores deixou de ser opcional é a médica ortopedista Dra. Silvia Kobata. Ela explica como a perda muscular acelera com o tempo, de que forma a genética influencia (e até onde!) e por que ainda existe tanto medo de “ficar musculosa demais”. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 24 Nov 2025 17:25:39 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O tanquinho pode até continuar sendo o sonho de consumo de muita gente, mas quem realmente virou estrela nas academias foram os braços. Bíceps, tríceps e ombros estão vivendo seus dias de glória, numa tendência que cresce mundo afora. Portais internacionais como Women’s Health UK e Sydney Morning Herald apontam que o treino de superiores ganhou espaço não só por estética, mas por representar autonomia, funcionalidade e prevenção de problemas do dia a dia.</p><p>E quais exercícios realmente constroem força global? Treinar braços ajuda a fortalecer o corpo todo? Entre elas, a ideia de que “levantar peso deixa a mulher masculina” ainda prevalece? A chamada “era dos braços” não fala sobre exibir músculos, mas sobre construir a força que sustenta a vida fora da academia, hoje e no futuro.</p><p>No Interessa desta segunda-feira, quem ajuda nossas meninas a entender por que o treino de superiores deixou de ser opcional é a médica ortopedista Dra. Silvia Kobata. Ela explica como a perda muscular acelera com o tempo, de que forma a genética influencia (e até onde!) e por que ainda existe tanto medo de “ficar musculosa demais”. </p>]]>
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      <title>Na cama: em duas décadas, comportamento do brasileiro muda no sexo - mas... melhorou?</title>
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        <![CDATA[<p>Uma pesquisa, exibida pelo Fantástico, revisitou, duas décadas depois, o comportamento sexual no Brasil e revelou uma revolução silenciosa: a internet entrou sem pedir licença na intimidade. O estudo mostra que fazemos menos sexo do que em 2005, mas com mais duração e foco em preliminares.</p><p><br></p><p>Outro ponto explosivo é o crescimento do sexo virtual. Ele ampliou caminhos para o prazer, mas também trouxe desafios: mais frustração na vida real, comparação com conteúdos online, medo de performance (que atinge 71% dos homens) e adiamento da iniciação sexual - hoje, 30% começam depois dos 19 anos.</p><p><br></p><p>A pesquisa ainda mostra que 35% dos brasileiros já traíram, num cenário em que as fronteiras da infidelidade ficaram borradas entre curtidas, comentários, nudes e encontros virtuais.</p><p>Nesta sexta, o Interessa recebe a sexóloga e terapeuta sexual, Renata Dietze, para ajudar a bancada feminina a responder: o que realmente mudou em duas décadas?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Uma pesquisa, exibida pelo Fantástico, revisitou, duas décadas depois, o comportamento sexual no Brasil e revelou uma revolução silenciosa: a internet entrou sem pedir licença na intimidade. O estudo mostra que fazemos menos sexo do que em 2005, mas com mais duração e foco em preliminares.</p><p><br></p><p>Outro ponto explosivo é o crescimento do sexo virtual. Ele ampliou caminhos para o prazer, mas também trouxe desafios: mais frustração na vida real, comparação com conteúdos online, medo de performance (que atinge 71% dos homens) e adiamento da iniciação sexual - hoje, 30% começam depois dos 19 anos.</p><p><br></p><p>A pesquisa ainda mostra que 35% dos brasileiros já traíram, num cenário em que as fronteiras da infidelidade ficaram borradas entre curtidas, comentários, nudes e encontros virtuais.</p><p>Nesta sexta, o Interessa recebe a sexóloga e terapeuta sexual, Renata Dietze, para ajudar a bancada feminina a responder: o que realmente mudou em duas décadas?</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 21 Nov 2025 17:35:10 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Casa em ordem, mente em paz: o bem-estar que a organização do lar pode nos proporcionar</title>
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        <![CDATA[<p>No Interessa de hoje, Iraci Laudares mostra como arrumar a casa pode arrumar a cabeça e por que o fim do ano é o melhor momento pra isso!</p><p>Organizar a casa vai muito além de colocar cada coisa no seu devido lugar. É renovar a energia do espaço, melhorar a rotina e até devolver tempo para quem vive ali. O “menos é mais” virou mantra entre profissionais da área: ao desapegar do que não faz mais sentido, abrimos espaço para o novo. Mas, afinal, por onde começar? Como categorizar objetos, criar “casinhas” para cada item? Será que isso tem mesmo o poder de transformar o dia a dia, trazendo leveza e praticidade?</p><p>E aí: como equilibrar organização e desapego sem cair no consumismo? Até que ponto a tecnologia ajuda de fato ou cria novas dependências? Como tornar essas soluções acessíveis para a maioria das famílias brasileiras? O que cada um pode fazer no dia a dia, sem grandes investimentos, para manter a casa em ordem e a mente mais leve? Qual é o papel da família nesse processo; dá para dividir responsabilidades e envolver até as crianças? Como lidar com o apego emocional a objetos na hora de organizar? E, por fim: organização é só estética ou pode transformar, de verdade, a qualidade de vida e o bem-estar mental?</p><p>Vem para este papo, que começa às 14h e que tem como convidada, Iraci Laudares, personal organizer! </p><p>Já segue a gente nas redes sociais!<br>TikTok: <a href="https://www.tiktok.com/@interessa.otempo">https://www.tiktok.com/@interessa.otempo</a><br>Instagram: <a href="https://www.instagram.com/programainteressa/">https://www.instagram.com/programainteressa/</a></p>]]>
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        <![CDATA[<p>No Interessa de hoje, Iraci Laudares mostra como arrumar a casa pode arrumar a cabeça e por que o fim do ano é o melhor momento pra isso!</p><p>Organizar a casa vai muito além de colocar cada coisa no seu devido lugar. É renovar a energia do espaço, melhorar a rotina e até devolver tempo para quem vive ali. O “menos é mais” virou mantra entre profissionais da área: ao desapegar do que não faz mais sentido, abrimos espaço para o novo. Mas, afinal, por onde começar? Como categorizar objetos, criar “casinhas” para cada item? Será que isso tem mesmo o poder de transformar o dia a dia, trazendo leveza e praticidade?</p><p>E aí: como equilibrar organização e desapego sem cair no consumismo? Até que ponto a tecnologia ajuda de fato ou cria novas dependências? Como tornar essas soluções acessíveis para a maioria das famílias brasileiras? O que cada um pode fazer no dia a dia, sem grandes investimentos, para manter a casa em ordem e a mente mais leve? Qual é o papel da família nesse processo; dá para dividir responsabilidades e envolver até as crianças? Como lidar com o apego emocional a objetos na hora de organizar? E, por fim: organização é só estética ou pode transformar, de verdade, a qualidade de vida e o bem-estar mental?</p><p>Vem para este papo, que começa às 14h e que tem como convidada, Iraci Laudares, personal organizer! </p><p>Já segue a gente nas redes sociais!<br>TikTok: <a href="https://www.tiktok.com/@interessa.otempo">https://www.tiktok.com/@interessa.otempo</a><br>Instagram: <a href="https://www.instagram.com/programainteressa/">https://www.instagram.com/programainteressa/</a></p>]]>
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      <pubDate>Thu, 20 Nov 2025 11:34:48 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title> Quanto mais noites em claro, maior o vício em telas</title>
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        <![CDATA[<p>Twitter, Instagram, Threads, WhatsApp… qual dessas redes te faz companhia madrugada adentro? Se você é do time que só adormece depois das duas, cuidado: o hábito pode ser mais perigoso do que parece. Um estudo publicado na revista científica PLOS One, realizado por pesquisadores das universidades de Portsmouth e Surrey, no Reino Unido, revelou que jovens adultos que dormem tarde estão mais propensos ao uso problemático de redes sociais.</p><p><br></p><p>No Interessa desta quarta-feira (19), o psiquiatra Dr. Bruno Brandão explica que esse comportamento vai além do entretenimento e pode ser reflexo de desconfortos internos. A pesquisa, feita com 407 jovens entre 18 e 25 anos, mostra que a solidão e a ansiedade estão por trás desse “rolar infinito” nas telas e que, quanto mais se busca conforto digital, maior o isolamento.</p><p>A pergunta que fica é: quantas horas de sono estamos trocando por curtidas e distrações? Por que o silêncio da madrugada incomoda tanto? E será que estamos usando as redes para nos aproximar ou apenas para fugir do que sentimos?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Twitter, Instagram, Threads, WhatsApp… qual dessas redes te faz companhia madrugada adentro? Se você é do time que só adormece depois das duas, cuidado: o hábito pode ser mais perigoso do que parece. Um estudo publicado na revista científica PLOS One, realizado por pesquisadores das universidades de Portsmouth e Surrey, no Reino Unido, revelou que jovens adultos que dormem tarde estão mais propensos ao uso problemático de redes sociais.</p><p><br></p><p>No Interessa desta quarta-feira (19), o psiquiatra Dr. Bruno Brandão explica que esse comportamento vai além do entretenimento e pode ser reflexo de desconfortos internos. A pesquisa, feita com 407 jovens entre 18 e 25 anos, mostra que a solidão e a ansiedade estão por trás desse “rolar infinito” nas telas e que, quanto mais se busca conforto digital, maior o isolamento.</p><p>A pergunta que fica é: quantas horas de sono estamos trocando por curtidas e distrações? Por que o silêncio da madrugada incomoda tanto? E será que estamos usando as redes para nos aproximar ou apenas para fugir do que sentimos?</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 19 Nov 2025 17:29:33 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Amor compete? O que a inveja do parceiro diz sobre ele e sobre nós?</title>
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        <![CDATA[<p>Sentimento universal e - bom, difícil de admitir -, a inveja afeta relações e, segundo especialistas, é mais comum entre casais do que se imagina. Surge quando o sucesso do outro ativa as próprias inseguranças. Às vezes, basta um elogio ou um novo projeto para o parceiro se sentir diminuído. O problema é que esse sentimento, quando não reconhecido, vira sabotagem emocional: críticas, afastamento, chantagens sutis, frieza. E o que antes era parceria vira disputa: quanto mais o outro brilha, mais a inveja desperta... a relação saudável não apaga a conquista do outro, ela celebra junto. Mas quantos casais conseguem fazer isso de verdade? </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Sentimento universal e - bom, difícil de admitir -, a inveja afeta relações e, segundo especialistas, é mais comum entre casais do que se imagina. Surge quando o sucesso do outro ativa as próprias inseguranças. Às vezes, basta um elogio ou um novo projeto para o parceiro se sentir diminuído. O problema é que esse sentimento, quando não reconhecido, vira sabotagem emocional: críticas, afastamento, chantagens sutis, frieza. E o que antes era parceria vira disputa: quanto mais o outro brilha, mais a inveja desperta... a relação saudável não apaga a conquista do outro, ela celebra junto. Mas quantos casais conseguem fazer isso de verdade? </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 18 Nov 2025 17:45:18 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Sentimento universal e - bom, difícil de admitir -, a inveja afeta relações e, segundo especialistas, é mais comum entre casais do que se imagina. Surge quando o sucesso do outro ativa as próprias inseguranças. Às vezes, basta um elogio ou um novo projeto para o parceiro se sentir diminuído. O problema é que esse sentimento, quando não reconhecido, vira sabotagem emocional: críticas, afastamento, chantagens sutis, frieza. E o que antes era parceria vira disputa: quanto mais o outro brilha, mais a inveja desperta... a relação saudável não apaga a conquista do outro, ela celebra junto. Mas quantos casais conseguem fazer isso de verdade? </p>]]>
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      <title>Mulheres sentem tesão em homens usando calcinhas </title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>É isso mesmo. Segundo levantamento da Sexlog.com, rede social de sexo e swing com mais de 19 milhões de usuários no Brasil, 30% das mulheres que utilizam a plataforma e foram ouvidas recentemente sentem atração por homens de calcinha e 15% já viveram a experiência. Os números mostram que o assunto está longe de ser apenas fetiche: fala também sobre liberdade, quebra de padrões e intimidade de verdade.</p><p><br></p><p>O site usou a história de uma usuária da rede para ilustrar a situação… *Sheila, de 49 anos, que teria contado do susto que levou quando o então marido confessou o desejo de usar calcinha durante o sexo. Que ela riu num primeiro momento, estranhou, mas topou. E hoje, 12 anos depois, garante que gostou - e muito. Ela faz parte de um grupo cada vez maior de mulheres que encontram prazer em ver o parceiro de lingerie feminina. </p><p><br></p><p>Entre os homens, o interesse não é pequeno. Ainda segundo a Sexlog.com, 17% deles já usaram lingerie feminina e aprovaram, e 10% têm curiosidade, mas ainda não tiveram oportunidade. Existem fetiches e fetiches… Porque a lingerie, a peça íntima, ainda envolve tanto tabu? Por que alguns homens curtem usar calcinha?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>É isso mesmo. Segundo levantamento da Sexlog.com, rede social de sexo e swing com mais de 19 milhões de usuários no Brasil, 30% das mulheres que utilizam a plataforma e foram ouvidas recentemente sentem atração por homens de calcinha e 15% já viveram a experiência. Os números mostram que o assunto está longe de ser apenas fetiche: fala também sobre liberdade, quebra de padrões e intimidade de verdade.</p><p><br></p><p>O site usou a história de uma usuária da rede para ilustrar a situação… *Sheila, de 49 anos, que teria contado do susto que levou quando o então marido confessou o desejo de usar calcinha durante o sexo. Que ela riu num primeiro momento, estranhou, mas topou. E hoje, 12 anos depois, garante que gostou - e muito. Ela faz parte de um grupo cada vez maior de mulheres que encontram prazer em ver o parceiro de lingerie feminina. </p><p><br></p><p>Entre os homens, o interesse não é pequeno. Ainda segundo a Sexlog.com, 17% deles já usaram lingerie feminina e aprovaram, e 10% têm curiosidade, mas ainda não tiveram oportunidade. Existem fetiches e fetiches… Porque a lingerie, a peça íntima, ainda envolve tanto tabu? Por que alguns homens curtem usar calcinha?</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 14 Nov 2025 17:38:20 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>É isso mesmo. Segundo levantamento da Sexlog.com, rede social de sexo e swing com mais de 19 milhões de usuários no Brasil, 30% das mulheres que utilizam a plataforma e foram ouvidas recentemente sentem atração por homens de calcinha e 15% já viveram a experiência. Os números mostram que o assunto está longe de ser apenas fetiche: fala também sobre liberdade, quebra de padrões e intimidade de verdade.</p><p><br></p><p>O site usou a história de uma usuária da rede para ilustrar a situação… *Sheila, de 49 anos, que teria contado do susto que levou quando o então marido confessou o desejo de usar calcinha durante o sexo. Que ela riu num primeiro momento, estranhou, mas topou. E hoje, 12 anos depois, garante que gostou - e muito. Ela faz parte de um grupo cada vez maior de mulheres que encontram prazer em ver o parceiro de lingerie feminina. </p><p><br></p><p>Entre os homens, o interesse não é pequeno. Ainda segundo a Sexlog.com, 17% deles já usaram lingerie feminina e aprovaram, e 10% têm curiosidade, mas ainda não tiveram oportunidade. Existem fetiches e fetiches… Porque a lingerie, a peça íntima, ainda envolve tanto tabu? Por que alguns homens curtem usar calcinha?</p>]]>
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      <title>O preço de testar quem a gente ama</title>
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        <![CDATA[<p>Depois que a coach de relacionamentos Lara Nesteruk revelou ter descoberto a traição do namorado com a ajuda de um “teste de fidelidade” (isso após sair de um casamento onde foi traída, segundo ela mesma, 13 vezes), o tema novamente voltou aos holofotes.</p><p><br></p><p>Nas redes, há quem cobre até R$100 pra flertar com o parceiro alheio e “testar” sua lealdade. Um serviço que, pra muitos, revela mais sobre quem contrata do que sobre quem é testado.</p><p>Segundo a plataforma Gleeden, 91% dos homens brasileiros já traíram em algum relacionamento. Números que inflamam a paranoia e transformam a dúvida em produto.</p><p>Mas o que esse comportamento diz sobre a forma como amamos hoje? Entre o medo de ser enganado e a vontade de se proteger, há uma linha bem fina.</p><p>Quando o amor vira investigação, a confiança deixa de ser escolha e passa a ser prova. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Depois que a coach de relacionamentos Lara Nesteruk revelou ter descoberto a traição do namorado com a ajuda de um “teste de fidelidade” (isso após sair de um casamento onde foi traída, segundo ela mesma, 13 vezes), o tema novamente voltou aos holofotes.</p><p><br></p><p>Nas redes, há quem cobre até R$100 pra flertar com o parceiro alheio e “testar” sua lealdade. Um serviço que, pra muitos, revela mais sobre quem contrata do que sobre quem é testado.</p><p>Segundo a plataforma Gleeden, 91% dos homens brasileiros já traíram em algum relacionamento. Números que inflamam a paranoia e transformam a dúvida em produto.</p><p>Mas o que esse comportamento diz sobre a forma como amamos hoje? Entre o medo de ser enganado e a vontade de se proteger, há uma linha bem fina.</p><p>Quando o amor vira investigação, a confiança deixa de ser escolha e passa a ser prova. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 13 Nov 2025 18:07:47 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Elas não explodem; expiram: o prazo secreto das mulheres para desistir</title>
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        <![CDATA[<p>Nem sempre o fim de um relacionamento começa com uma briga. Às vezes, ele chega em silêncio. No olhar distante, no gesto contido, no “tanto faz” que substitui a discussão.</p><p><br></p><p>A mulher que parou de insistir, de pedir, de explicar… já está indo embora por dentro. É o que a psicologia chama de prazo secreto: o tempo em que ela ainda tenta, observa e espera antes de desistir de vez.</p><p>Estudos da University of Washington mostram que 67% das mulheres decidem mentalmente terminar uma relação semanas antes de comunicar ao parceiro.</p><p>O corpo, dizem os especialistas, entende o fim antes da mente: o estresse cresce, o vínculo cai, e o afeto se esgota.</p><p>De acordo com o Gottman Institute, são elas que fazem 80% das tentativas de reparo e quando param, a ruptura costuma ser irreversível.</p><p>No Interessa, a bancada recebe a psicóloga Amanda Piacente para entender o que há por trás desse silêncio. É desistência ou exaustão? Estratégia ou autoproteção? E, mais importante: é possível reconectar antes que o amor se transforme em resistência?</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 12 Nov 2025 17:22:11 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Por que o choro causa tanto constrangimento?</title>
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        <![CDATA[<p>Assim como o sorriso, o choro é expressão natural de uma emoção - seja alegria, tristeza, emoção -, comum a qualquer ser humano. Acontece que, enquanto o sorriso é recebido com naturalidade, se debulhar em lágrimas pode causar desconforto e constrangimento. Em vídeo viralizado no Instagram, uma jovem aparece em um cemitério com a seguinte legenda: “indo no cemitério na hora do almoço porque é o único lugar onde posso chorar sem ser julgada.” Verdade. Parece que tá tudo bem chorar - enquanto for pela morte de alguém. E só. Choro só pode se representa perda. </p><p><br></p><p>Quando alguém chora, geralmente, ficamos aflitos e perguntamos o motivo daquela reação como se fosse a coisa mais antinatural do mundo! Temos a tendência a dizer: “por que? não precisa chorar.” Mas que mal há em chorar? Por que nos afetamos tanto com o choro - nosso e do outro? A gente evita chorar em público, faz o outro ‘engolir’ o próprio choro… Se choramos de alegria, somos abraçados. Se choramos de tristeza, somos acolhidos? Por que a tristeza é enxergada como algo a ser apagado, jogado para debaixo do tapete, se ela é tão natural? O que podemos fazer para acolher e emoção do outro sem querer apagá-la?</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 11 Nov 2025 17:43:54 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Novembro Azul: estigma ainda cerca o câncer de próstata</title>
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        <![CDATA[<p>Apesar dos avanços da medicina, quando o assunto é saúde do homem, o câncer de próstata continua sendo uma das doenças que mais preocupam os especialistas. Segundo o World Cancer Research Fund, cerca de 1,47 milhão de novos casos foram registrados no mundo em 2022. No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer estima 71.730 novos diagnósticos por ano entre 2023 e 2025 o que faz dele o tipo de câncer mais incidente entre homens, excluindo os de pele não melanoma, e o segundo que mais mata no país, com mais de 16 mil mortes apenas em 2021. Números que escancaram uma urgência: a necessidade de informação, prevenção e, sobretudo, de quebrar tabus.</p><p><br></p><p>O mais assustador é pensar que, se descoberto precocemente, as taxas de cura são altíssimas. Mesmo assim, por medo do exame, vergonha, constrangimento e falta de hábito de ir ao médico, milhares ainda perdem a vida. Não à toa, os homens vivem, em média, sete anos a menos que as mulheres, muitas vezes por doenças que poderiam ser evitadas, segundo o Ministério da Saúde.</p><p><br></p><p>Quais são as formas de prevenção ao câncer de próstata? O homem tem mais medo do exame do que da morte?</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 10 Nov 2025 17:22:25 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Apesar dos avanços da medicina, quando o assunto é saúde do homem, o câncer de próstata continua sendo uma das doenças que mais preocupam os especialistas. Segundo o World Cancer Research Fund, cerca de 1,47 milhão de novos casos foram registrados no mundo em 2022. No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer estima 71.730 novos diagnósticos por ano entre 2023 e 2025 o que faz dele o tipo de câncer mais incidente entre homens, excluindo os de pele não melanoma, e o segundo que mais mata no país, com mais de 16 mil mortes apenas em 2021. Números que escancaram uma urgência: a necessidade de informação, prevenção e, sobretudo, de quebrar tabus.</p><p><br></p><p>O mais assustador é pensar que, se descoberto precocemente, as taxas de cura são altíssimas. Mesmo assim, por medo do exame, vergonha, constrangimento e falta de hábito de ir ao médico, milhares ainda perdem a vida. Não à toa, os homens vivem, em média, sete anos a menos que as mulheres, muitas vezes por doenças que poderiam ser evitadas, segundo o Ministério da Saúde.</p><p><br></p><p>Quais são as formas de prevenção ao câncer de próstata? O homem tem mais medo do exame do que da morte?</p>]]>
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      <title>Mãe, sua vida é chata! </title>
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        <![CDATA[<p>Ser mãe é um amor que ocupa todos os espaços - só que, às vezes, é espaço demais. Entre cuidar, trabalhar, organizar, dizer “não” e garantir que tudo funcione, muitas mulheres vão se apagando aos poucos, deixando para depois o que são para além da maternidade. E, no meio desse corre, vem o susto: quando foi que a mulher divertida, leve, curiosa, cheia de vontades, desapareceu?</p><p>Neste episódio, “Mãe, sua vida é chata” vamos repercutir o que acontece com a mãe quando a mulher esquece de viver - ou muitas nem pode mais viver a mulher que era! Porque, sim, a gente quer ser o porto seguro dos filhos, mas também quer ser exemplo de alguém que ainda sabe se divertir. O problema é que, no dia a dia, é fácil se tornar a “mãe chata”, que só impõe limites, que não se permite errar, brincar, relaxar, ou ter uma vida chata e protocolar!</p><p>Até onde dá pra se dedicar tanto ao papel de mãe sem perder a mulher que existe por trás dele? Será que os filhos precisam ver essa mãe viva, risonha, espontânea, pra continuarem admirando quem ela é?</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 06 Nov 2025 17:34:22 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>O Enem está aí: como não enlouquecer seu estudante - e nem pirar junto</title>
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        <![CDATA[<p>O Enem 2025 acontece dentro de uma semana - inicia dia 9 e, a segunda prova, será aplicada no dia 16 de novembro. E se, para os estudantes, essa é a fase de maior cobrança, para as famílias também é hora de aprender o papel mais difícil de todos: de apoiar sem pressionar. Dados do Ministério da Saúde revelam que, nos últimos 10 anos, os casos de transtornos de ansiedade entre adolescentes de 15 a 19 anos aumentaram 3.300% no Sistema Único de Saúde. Boa parte desse peso emocional vem da pressão pelos resultados, tanto da escola quanto de casa. A intenção é boa, mas muitas vezes o discurso que deveria motivar acaba virando mais uma fonte de estresse.</p><p>Especialistas lembram que, durante o período de preparação para o Enem, o suporte emocional vale tanto quanto as horas de estudo. A Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional aponta que alunos com ambiente familiar acolhedor apresentam até 40% mais chances de desempenho estável em provas de alta pressão. Isso porque a segurança emocional reduz a ansiedade, melhora o foco e fortalece a autoconfiança, o que é fundamental para encarar um exame de 180 questões e uma redação que pode decidir o futuro. O problema é que nem sempre as famílias sabem como demonstrar esse apoio sem cruzar a linha da cobrança.</p><p>O desafio, portanto, não está só nos livros, mas no clima da casa. Muitos pais e responsáveis, movidos pelo medo do “e se não der certo?”, acabam transformando o estudo em uma corrida de resistência. A verdade é que o estudante precisa de alguém que o ajude a respirar, e não alguém que cobre o fôlego. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Enem 2025 acontece dentro de uma semana - inicia dia 9 e, a segunda prova, será aplicada no dia 16 de novembro. E se, para os estudantes, essa é a fase de maior cobrança, para as famílias também é hora de aprender o papel mais difícil de todos: de apoiar sem pressionar. Dados do Ministério da Saúde revelam que, nos últimos 10 anos, os casos de transtornos de ansiedade entre adolescentes de 15 a 19 anos aumentaram 3.300% no Sistema Único de Saúde. Boa parte desse peso emocional vem da pressão pelos resultados, tanto da escola quanto de casa. A intenção é boa, mas muitas vezes o discurso que deveria motivar acaba virando mais uma fonte de estresse.</p><p>Especialistas lembram que, durante o período de preparação para o Enem, o suporte emocional vale tanto quanto as horas de estudo. A Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional aponta que alunos com ambiente familiar acolhedor apresentam até 40% mais chances de desempenho estável em provas de alta pressão. Isso porque a segurança emocional reduz a ansiedade, melhora o foco e fortalece a autoconfiança, o que é fundamental para encarar um exame de 180 questões e uma redação que pode decidir o futuro. O problema é que nem sempre as famílias sabem como demonstrar esse apoio sem cruzar a linha da cobrança.</p><p>O desafio, portanto, não está só nos livros, mas no clima da casa. Muitos pais e responsáveis, movidos pelo medo do “e se não der certo?”, acabam transformando o estudo em uma corrida de resistência. A verdade é que o estudante precisa de alguém que o ajude a respirar, e não alguém que cobre o fôlego. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 05 Nov 2025 17:28:57 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O Enem 2025 acontece dentro de uma semana - inicia dia 9 e, a segunda prova, será aplicada no dia 16 de novembro. E se, para os estudantes, essa é a fase de maior cobrança, para as famílias também é hora de aprender o papel mais difícil de todos: de apoiar sem pressionar. Dados do Ministério da Saúde revelam que, nos últimos 10 anos, os casos de transtornos de ansiedade entre adolescentes de 15 a 19 anos aumentaram 3.300% no Sistema Único de Saúde. Boa parte desse peso emocional vem da pressão pelos resultados, tanto da escola quanto de casa. A intenção é boa, mas muitas vezes o discurso que deveria motivar acaba virando mais uma fonte de estresse.</p><p>Especialistas lembram que, durante o período de preparação para o Enem, o suporte emocional vale tanto quanto as horas de estudo. A Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional aponta que alunos com ambiente familiar acolhedor apresentam até 40% mais chances de desempenho estável em provas de alta pressão. Isso porque a segurança emocional reduz a ansiedade, melhora o foco e fortalece a autoconfiança, o que é fundamental para encarar um exame de 180 questões e uma redação que pode decidir o futuro. O problema é que nem sempre as famílias sabem como demonstrar esse apoio sem cruzar a linha da cobrança.</p><p>O desafio, portanto, não está só nos livros, mas no clima da casa. Muitos pais e responsáveis, movidos pelo medo do “e se não der certo?”, acabam transformando o estudo em uma corrida de resistência. A verdade é que o estudante precisa de alguém que o ajude a respirar, e não alguém que cobre o fôlego. </p>]]>
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      <title>E você? É um mendigo emocional? Anda implorando por amor?</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Segundo Augusto Cury, o mendigo emocional é aquele que precisa de muitos estímulos pra sentir migalhas de prazer. Já num relacionamento saudável, tudo nos satisfaz, até as pequenas coisas.<br>O problema é que, na era das notificações, vivemos buscando curtidas, respostas rápidas e aplausos. Quanto mais a gente se expõe, mais carente fica. É um paradoxo moderno: estamos hiperconectados e, ao mesmo tempo, emocionalmente desconectados.<br>Cada curtida libera dopamina, cada comentário acende uma faísca… e o cérebro quer doses cada vez maiores. Aí vem a pergunta: a gente ainda sabe reconhecer um afeto genuíno quando recebe - se receber?</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 04 Nov 2025 17:21:39 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Epidemia de noites mal dormidas e o preço que o corpo paga</title>
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        <![CDATA[<p>Acordar cansado já é parte da rotina de tanta gente e não por acaso... Todo mundo está sujeito a mesma lógica - de produção sem fim! Nosso valor hoje está atrelado ao quanto produzimos... E é óbvio que, nesse processo, a gente se cansa e muito - e nem desliga quando deveria, vulgo, na hora de dormir. O lance é geral a nível planeta MESMO - a OMS considera os distúrbios do sono uma epidemia global, atingindo de 40% a 45% da população mundial. No Brasil, o quadro é ainda mais grave: </p><p>- A Associação Brasileira do Sono estima que cerca de 73 milhões de brasileiros têm algum distúrbio do sono, sendo a insônia e a apneia os mais comuns;</p><p>- A Fiocruz reforça que 36% dos adultos brasileiros dormem menos de 6 horas por noite, tempo abaixo do mínimo recomendado de 7 a 8 horas.</p><p>Noites mal dormidas aumentam o risco de infarto, AVC, diabetes e até câncer e, sim, o estilo de vida moderno é, como eu já tinha dito, o grande vilão dessa história. A correria, o uso excessivo de telas, a ansiedade e os horários caóticos têm roubado horas preciosas de sono. </p><p>A Assembleia Geral da ONU, em 25 de setembro, incluiu pela primeira vez o sono de qualidade na Declaração Política Global sobre Doenças Crônicas Não Transmissíveis, reconhecendo a privação crônica de sono como fator de risco primário. A conquista é histórica e tem participação brasileira. Mas a pergunta é: por que demoramos tanto pra admitir que dormir bem é tão essencial quanto comer direito ou se exercitar? Que não dormir é tão ruim quanto ingerir bebida alcoolica, sedentarismo e fumar?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Acordar cansado já é parte da rotina de tanta gente e não por acaso... Todo mundo está sujeito a mesma lógica - de produção sem fim! Nosso valor hoje está atrelado ao quanto produzimos... E é óbvio que, nesse processo, a gente se cansa e muito - e nem desliga quando deveria, vulgo, na hora de dormir. O lance é geral a nível planeta MESMO - a OMS considera os distúrbios do sono uma epidemia global, atingindo de 40% a 45% da população mundial. No Brasil, o quadro é ainda mais grave: </p><p>- A Associação Brasileira do Sono estima que cerca de 73 milhões de brasileiros têm algum distúrbio do sono, sendo a insônia e a apneia os mais comuns;</p><p>- A Fiocruz reforça que 36% dos adultos brasileiros dormem menos de 6 horas por noite, tempo abaixo do mínimo recomendado de 7 a 8 horas.</p><p>Noites mal dormidas aumentam o risco de infarto, AVC, diabetes e até câncer e, sim, o estilo de vida moderno é, como eu já tinha dito, o grande vilão dessa história. A correria, o uso excessivo de telas, a ansiedade e os horários caóticos têm roubado horas preciosas de sono. </p><p>A Assembleia Geral da ONU, em 25 de setembro, incluiu pela primeira vez o sono de qualidade na Declaração Política Global sobre Doenças Crônicas Não Transmissíveis, reconhecendo a privação crônica de sono como fator de risco primário. A conquista é histórica e tem participação brasileira. Mas a pergunta é: por que demoramos tanto pra admitir que dormir bem é tão essencial quanto comer direito ou se exercitar? Que não dormir é tão ruim quanto ingerir bebida alcoolica, sedentarismo e fumar?</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 03 Nov 2025 17:24:47 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Dias de Glória? Vira-lata caramelo está no hype, mas sucesso não se converte em adoção</title>
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        <![CDATA[<p>Ele é carismático, resistente e, claro, 100% brasileiro. O vira-lata caramelo conquistou as ruas, as redes e agora as telas: virou até estrela de cinema no longa “Caramelo”, da Netflix, que está entre as produções mais assistidas do mundo. Mas o sucesso do cãozinho símbolo nacional contrasta com uma realidade dura: segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil tem cerca de 30 milhões de animais abandonados, a maioria sem raça definida.</p><p>No Interessa, o professor e veterinário Bruno Rausch, responsável pelo Centro Médico Veterinário Una Liberdade, éo convidado do dia e ajuda a nossa bancada feminina a entender esse paradoxo: o cachorro que representa o país ainda é o mais esquecido.</p><p>O papo é um convite à reflexão: se o caramelo é o retrato do povo brasileiro, diverso, afetuoso e persistente, por que ainda há tantos vivendo nas ruas? Em tempos de curtidas e corações nas redes, o Interessa propõe transformar o amor de tela em ação: adotar, cuidar, respeitar e entender que o vínculo com um pet vai muito além da foto bonita.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 29 Oct 2025 17:39:07 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Ele é carismático, resistente e, claro, 100% brasileiro. O vira-lata caramelo conquistou as ruas, as redes e agora as telas: virou até estrela de cinema no longa “Caramelo”, da Netflix, que está entre as produções mais assistidas do mundo. Mas o sucesso do cãozinho símbolo nacional contrasta com uma realidade dura: segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil tem cerca de 30 milhões de animais abandonados, a maioria sem raça definida.</p><p>No Interessa, o professor e veterinário Bruno Rausch, responsável pelo Centro Médico Veterinário Una Liberdade, éo convidado do dia e ajuda a nossa bancada feminina a entender esse paradoxo: o cachorro que representa o país ainda é o mais esquecido.</p><p>O papo é um convite à reflexão: se o caramelo é o retrato do povo brasileiro, diverso, afetuoso e persistente, por que ainda há tantos vivendo nas ruas? Em tempos de curtidas e corações nas redes, o Interessa propõe transformar o amor de tela em ação: adotar, cuidar, respeitar e entender que o vínculo com um pet vai muito além da foto bonita.</p>]]>
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      <title>O nome disto é vida! </title>
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        <![CDATA[<p>A gente anda cercado de gente, seja na rua, no trabalho, no transporte, na academia - nas redes sociais, então, nem se fala! Mas também estamos cada vez mais sozinhos, distantes; os vínculos, quando têm… há qualidade? Ah, gente… Isso não é vida…Ou não deveríamos estar vivendo dessa forma. O novo livro da jornalista e escritora, Leila Ferreira, “O nome disto é vida!”, lembra a gente que o que sustenta a existência são as conexões verdadeiras e reais. Aquelas em que a gente pode ser quem é - sem filtro, melindre, com as emoções à mostra. Afinal, o que é que faz a vida valer a pena, senão as trocas? Confira a entrevista de Leila ao Interessa neste episódio.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 28 Oct 2025 17:24:55 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Quando a mente da mãe cansa, o coração do filho sente; e por que não ocorre o mesmo com o pai? </title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Pesquisadores da Universidade de Manchester acompanharam mais de 3 mil famílias entre 2009 e 2022 e chegaram a uma conclusão que ecoa na vida de muitas mulheres: quando a saúde mental da mãe vai mal, o filho sente - e muito. O estudo, publicado no periódico BMJ Open, mostra que o esgotamento emocional materno está diretamente ligado ao aumento da ansiedade, da preocupação e da tristeza nas crianças. Curiosamente, a mesma relação não se repete com a figura paterna, o que os cientistas atribuem ao menor tempo de convivência com os filhos.</p><p>A psiquiatra Dra. Adriana Gatti é a convidada do Interessa desta segunda (27) para repercutir com a bancada feminina como esse elo emocional, chamado pelos pesquisadores de “efeito espelho”, é resultado de um modelo de maternidade ainda muito solitário, no qual as mulheres seguem sobrecarregadas, culpadas e, muitas vezes, sem rede de apoio. </p><p>De acordo com o Burnout Parental Report 2024, produzido pela Kiddle e pela B2Mamy, nove em cada dez mães brasileiras apresentam sinais de esgotamento, e sete em cada dez estão em burnout no trabalho. É o retrato de uma geração que ama, cuida, trabalha e tenta não desmoronar mas o amor, sozinho, não dá conta. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Pesquisadores da Universidade de Manchester acompanharam mais de 3 mil famílias entre 2009 e 2022 e chegaram a uma conclusão que ecoa na vida de muitas mulheres: quando a saúde mental da mãe vai mal, o filho sente - e muito. O estudo, publicado no periódico BMJ Open, mostra que o esgotamento emocional materno está diretamente ligado ao aumento da ansiedade, da preocupação e da tristeza nas crianças. Curiosamente, a mesma relação não se repete com a figura paterna, o que os cientistas atribuem ao menor tempo de convivência com os filhos.</p><p>A psiquiatra Dra. Adriana Gatti é a convidada do Interessa desta segunda (27) para repercutir com a bancada feminina como esse elo emocional, chamado pelos pesquisadores de “efeito espelho”, é resultado de um modelo de maternidade ainda muito solitário, no qual as mulheres seguem sobrecarregadas, culpadas e, muitas vezes, sem rede de apoio. </p><p>De acordo com o Burnout Parental Report 2024, produzido pela Kiddle e pela B2Mamy, nove em cada dez mães brasileiras apresentam sinais de esgotamento, e sete em cada dez estão em burnout no trabalho. É o retrato de uma geração que ama, cuida, trabalha e tenta não desmoronar mas o amor, sozinho, não dá conta. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 27 Oct 2025 17:40:11 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Pesquisadores da Universidade de Manchester acompanharam mais de 3 mil famílias entre 2009 e 2022 e chegaram a uma conclusão que ecoa na vida de muitas mulheres: quando a saúde mental da mãe vai mal, o filho sente - e muito. O estudo, publicado no periódico BMJ Open, mostra que o esgotamento emocional materno está diretamente ligado ao aumento da ansiedade, da preocupação e da tristeza nas crianças. Curiosamente, a mesma relação não se repete com a figura paterna, o que os cientistas atribuem ao menor tempo de convivência com os filhos.</p><p>A psiquiatra Dra. Adriana Gatti é a convidada do Interessa desta segunda (27) para repercutir com a bancada feminina como esse elo emocional, chamado pelos pesquisadores de “efeito espelho”, é resultado de um modelo de maternidade ainda muito solitário, no qual as mulheres seguem sobrecarregadas, culpadas e, muitas vezes, sem rede de apoio. </p><p>De acordo com o Burnout Parental Report 2024, produzido pela Kiddle e pela B2Mamy, nove em cada dez mães brasileiras apresentam sinais de esgotamento, e sete em cada dez estão em burnout no trabalho. É o retrato de uma geração que ama, cuida, trabalha e tenta não desmoronar mas o amor, sozinho, não dá conta. </p>]]>
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      <title>No nome tem “sexo”, mas sexo virtual é ou não uma forma de relação sexual?</title>
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        <![CDATA[<p>Tem gente que desmerece, mas se dá prazer e tem sexo no nome, não é sexo? Bom: o nome de Vini Júnior voltou aos holofotes e, desta vez, por um motivo nada esportivo. A modelo Day Magalhães revelou conversas íntimas com o jogador depois que ele apareceu em um vídeo com Virgínia Fonseca - com quem, dizem, vive um affair. Segundo Day, o craque do Real Madrid a teria procurado para fazer “sexo online”  - inclusive, com a Virgínia lá. Com a internet presente em mais de 90% dos lares brasileiros, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), o sexo também se reinventou - e o prazer ganhou novas formas de conexão.</p><p>Uma pesquisa da Datafolha em parceria com a Omens mostra que 44% dos brasileiros encaram o sexo virtual como algo natural e 31% já praticaram sexting (aquelas mensagens de texto picantes com alguns nudes) durante o isolamento social. Brinquedos sexuais conectados a aplicativos também estão cada vez mais em voga - cresceram mais de 200% em vendas nos últimos anos. A tecnologia abriu espaço para novas formas de prazer - e com ela, surgiram novos dilemas.</p><p><br>Mesmo assim, há quem ainda “faça pouco” do sexo virtual - e até quem questione: é sexo, afinal? E quando envolve inteligência artificial? Um tanto de gente usa ChatGpt para consulta com 'psicólogo', o que dirá... para otras cositas más . Praticar sexo com uma IA é possível? É literalmente sexo virtual? E estando em um relacionamento pode, por exemplo, ser considerado traição? Simular uma relação, mesmo sem toque, pode abalar o vínculo emocional, já que confiança, respeito e desejo são pilares que não cabem em um chat de IA...</p><p>Enfim, o sexo precisa ser físico pra ser real? O prazer digital pode substituir o toque? É traição desejar alguém que só existe em pixels? O sexo virtual pode fortalecer ou enfraquecer uma relação?</p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Tem gente que desmerece, mas se dá prazer e tem sexo no nome, não é sexo? Bom: o nome de Vini Júnior voltou aos holofotes e, desta vez, por um motivo nada esportivo. A modelo Day Magalhães revelou conversas íntimas com o jogador depois que ele apareceu em um vídeo com Virgínia Fonseca - com quem, dizem, vive um affair. Segundo Day, o craque do Real Madrid a teria procurado para fazer “sexo online”  - inclusive, com a Virgínia lá. Com a internet presente em mais de 90% dos lares brasileiros, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), o sexo também se reinventou - e o prazer ganhou novas formas de conexão.</p><p>Uma pesquisa da Datafolha em parceria com a Omens mostra que 44% dos brasileiros encaram o sexo virtual como algo natural e 31% já praticaram sexting (aquelas mensagens de texto picantes com alguns nudes) durante o isolamento social. Brinquedos sexuais conectados a aplicativos também estão cada vez mais em voga - cresceram mais de 200% em vendas nos últimos anos. A tecnologia abriu espaço para novas formas de prazer - e com ela, surgiram novos dilemas.</p><p><br>Mesmo assim, há quem ainda “faça pouco” do sexo virtual - e até quem questione: é sexo, afinal? E quando envolve inteligência artificial? Um tanto de gente usa ChatGpt para consulta com 'psicólogo', o que dirá... para otras cositas más . Praticar sexo com uma IA é possível? É literalmente sexo virtual? E estando em um relacionamento pode, por exemplo, ser considerado traição? Simular uma relação, mesmo sem toque, pode abalar o vínculo emocional, já que confiança, respeito e desejo são pilares que não cabem em um chat de IA...</p><p>Enfim, o sexo precisa ser físico pra ser real? O prazer digital pode substituir o toque? É traição desejar alguém que só existe em pixels? O sexo virtual pode fortalecer ou enfraquecer uma relação?</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 24 Oct 2025 19:51:39 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Alô? Tem alguém do outro lado da linha? Por que temos medo do telefone?</title>
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        <![CDATA[<p>Já foi um gesto totalmente automático: o telefone tocava, a gente atendia. A propósito, em algumas casas (a minha, por exemplo) atender ao telefone era motivo de briga: todo mundo queria. Hoje, ele toca, e o impulso é olhar a tela e pensar “manda mensagem pelo amor de Deus, quem liga para os outros hoje em dia?”. Em tempos de hiperconectividade, ficou mais difícil, paradoxalmente, se comunicar. </p><p>E é geral! Consultórios, clínicas, prestadores de serviço, muitos simplesmente não atendem mais. O WhatsApp virou o novo balcão de atendimento, mas nem sempre resolve o que exige urgência ou escuta. Uma pesquisa feita em agosto de 2024 pelo site Uswitch mostrou que 25% das pessoas entre 18 e 34 anos nunca atendem ligações, e 70% preferem mensagens de texto.</p><p>Também… a ligação traz o inesperado: na conversa ao vivo, não dá pra editar, pensar na resposta ou se esconder atrás de emojis. A voz entrega emoção, insegurança e até desconforto, o que muita gente evita lidar. Estamos perdendo a capacidade de lidar com questões simples? A habilidade, por exemplo, de lidar com algo essencial ao evitar o contato direto? Falar ao telefone pode parecer “retrô”, mas ainda é uma forma de conexão humana genuína, que transmite tom, pausa, riso, suspiro e empatia. A substituição pela mensagem escrita cria uma falsa sensação de eficiência, mas muitas vezes amplia ruídos, alimenta mal-entendidos e distancia. A comunicação sem voz é prática, mas é suficiente? Por que temos tanta resistência a atender uma chamada? </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Já foi um gesto totalmente automático: o telefone tocava, a gente atendia. A propósito, em algumas casas (a minha, por exemplo) atender ao telefone era motivo de briga: todo mundo queria. Hoje, ele toca, e o impulso é olhar a tela e pensar “manda mensagem pelo amor de Deus, quem liga para os outros hoje em dia?”. Em tempos de hiperconectividade, ficou mais difícil, paradoxalmente, se comunicar. </p><p>E é geral! Consultórios, clínicas, prestadores de serviço, muitos simplesmente não atendem mais. O WhatsApp virou o novo balcão de atendimento, mas nem sempre resolve o que exige urgência ou escuta. Uma pesquisa feita em agosto de 2024 pelo site Uswitch mostrou que 25% das pessoas entre 18 e 34 anos nunca atendem ligações, e 70% preferem mensagens de texto.</p><p>Também… a ligação traz o inesperado: na conversa ao vivo, não dá pra editar, pensar na resposta ou se esconder atrás de emojis. A voz entrega emoção, insegurança e até desconforto, o que muita gente evita lidar. Estamos perdendo a capacidade de lidar com questões simples? A habilidade, por exemplo, de lidar com algo essencial ao evitar o contato direto? Falar ao telefone pode parecer “retrô”, mas ainda é uma forma de conexão humana genuína, que transmite tom, pausa, riso, suspiro e empatia. A substituição pela mensagem escrita cria uma falsa sensação de eficiência, mas muitas vezes amplia ruídos, alimenta mal-entendidos e distancia. A comunicação sem voz é prática, mas é suficiente? Por que temos tanta resistência a atender uma chamada? </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 24 Oct 2025 13:02:52 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Humanização no trabalho: o que é e por que é tão importante</title>
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        <![CDATA[<p>Tudo bem que a tecnologia avança a passos largos (estamos assistindo a ascenção ultra rápida da IA), mas ninguém virou máquina ainda - e, numa boa: nem deveria (tem alguém querendo isso?). </p><p>Ainda assim, muitas empresas se esquecem disso, tratando seus colaboradores como números, cujo único interesse é entrega de resultados e metas atingidas, sem desconsiderar aquele ser, olhar para sentimentos, emoções e necessidades. Um ambiente de trabalho humanizado, por outro lado, coloca as pessoas no centro, entendendo que o sucesso depende diretamente do bem-estar de quem faz a engrenagem girar.</p><p>E será que investimentos em humanização garantem bons resultados na produção? Sim! Há redução de conflitos e mais engajamento da equipe. E não é só sobre números, é sobre sentir-se parte, valorizado e respeitado. Lideranças empáticas e sensíveis são essenciais para criar relações justas, fomentar crescimento e garantir que cada colaborador se sinta ouvido.</p><p>E aí, quais sinais mostram que uma empresa precisa investir em humanização e bem-estar de seus colaboradores? Como fazer isso? Os colaboradores podem contribuir?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Tudo bem que a tecnologia avança a passos largos (estamos assistindo a ascenção ultra rápida da IA), mas ninguém virou máquina ainda - e, numa boa: nem deveria (tem alguém querendo isso?). </p><p>Ainda assim, muitas empresas se esquecem disso, tratando seus colaboradores como números, cujo único interesse é entrega de resultados e metas atingidas, sem desconsiderar aquele ser, olhar para sentimentos, emoções e necessidades. Um ambiente de trabalho humanizado, por outro lado, coloca as pessoas no centro, entendendo que o sucesso depende diretamente do bem-estar de quem faz a engrenagem girar.</p><p>E será que investimentos em humanização garantem bons resultados na produção? Sim! Há redução de conflitos e mais engajamento da equipe. E não é só sobre números, é sobre sentir-se parte, valorizado e respeitado. Lideranças empáticas e sensíveis são essenciais para criar relações justas, fomentar crescimento e garantir que cada colaborador se sinta ouvido.</p><p>E aí, quais sinais mostram que uma empresa precisa investir em humanização e bem-estar de seus colaboradores? Como fazer isso? Os colaboradores podem contribuir?</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 22 Oct 2025 18:22:30 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Tudo bem que a tecnologia avança a passos largos (estamos assistindo a ascenção ultra rápida da IA), mas ninguém virou máquina ainda - e, numa boa: nem deveria (tem alguém querendo isso?). </p><p>Ainda assim, muitas empresas se esquecem disso, tratando seus colaboradores como números, cujo único interesse é entrega de resultados e metas atingidas, sem desconsiderar aquele ser, olhar para sentimentos, emoções e necessidades. Um ambiente de trabalho humanizado, por outro lado, coloca as pessoas no centro, entendendo que o sucesso depende diretamente do bem-estar de quem faz a engrenagem girar.</p><p>E será que investimentos em humanização garantem bons resultados na produção? Sim! Há redução de conflitos e mais engajamento da equipe. E não é só sobre números, é sobre sentir-se parte, valorizado e respeitado. Lideranças empáticas e sensíveis são essenciais para criar relações justas, fomentar crescimento e garantir que cada colaborador se sinta ouvido.</p><p>E aí, quais sinais mostram que uma empresa precisa investir em humanização e bem-estar de seus colaboradores? Como fazer isso? Os colaboradores podem contribuir?</p>]]>
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      <title>Quando o corpo não para: o que as pernas inquietas dizem sobre a mente?</title>
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        <![CDATA[<p>Você já reparou que tem gente que não consegue ficar parada nem por um segundo? Cruza a perna, descruza, balança, bate o pé… Às vezes, é só um reflexo de ansiedade ou tensão. Mas em outros casos, pode ser sinal de uma condição neurológica real: a Síndrome das Pernas Inquietas, também conhecida como doença de Willis-Ekbom. Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia, entre 4% e 29% dos adultos em países ocidentais industrializados convivem com o problema, e as mulheres são as mais afetadas principalmente durante a gravidez, quando há maior deficiência de ferro.</p><p>A doença é caracterizada por uma necessidade irresistível de movimentar as pernas, especialmente à noite ou em momentos de repouso. Essa inquietação, que vem acompanhada de desconforto, formigamento ou dor, está ligada a uma alteração na produção de dopamina, o mesmo neurotransmissor envolvido no Mal de Parkinson. E o ferro essencial para fabricar essa dopamina é uma peça-chave que, quando falta, bagunça todo o sistema. Resultado: o corpo pede movimento pra tentar se autorregular.</p><p>Como a gente diferencia o que o corpo está tentando dizer com tanto movimento, se é ansiedade ou é algo neurológico? Por que as mulheres sofrem mais com isso? </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 22 Oct 2025 13:52:37 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>“No sunscreen”: entenda porque o movimento anti protetor solar, que cresce entre jovens, é tão perigoso</title>
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        <![CDATA[<p>A Geração Z, nascida entre 1997 e 2010, tem viralizado desserviços, digo, vídeos que pregam os supostos “benefícios” de se bronzear sem protetor solar, um movimento que soma mais de 18 milhões de visualizações com as hashtags #AntiSunscreen e #NoSunscreen. A ideia, apoiada por influenciadores que dizem ser “mais naturais”, ganhou força após a Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos pedir novos estudos sobre alguns componentes químicos dos filtros, em 2019. O que era um debate científico virou desinformação nas redes, e agora muitos jovens acreditam que a pele “cria resistência” ao sol.</p><p>Mas os dados mostram o contrário: o sol sem filtro é um dos maiores inimigos da pele. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a exposição solar desprotegida aumenta o risco de câncer de pele, responsável por 33% de todos os diagnósticos de câncer no país. Além disso, acelera o envelhecimento precoce, causa manchas, rugas e flacidez. E não há óleo vegetal, manteiga ou receita “natural” (que juro, eles estão sugerindo usar) capaz de substituir um filtro solar testado e regulamentado.</p><p>Apesar disso, há quem associe o sol à melhora da imunidade por causa da vitamina D. Essa crença é superestimada? É crença mesmo? Eu já ouvi de clínico geral que todos os dias deveria ficar ao menos 20 minutos exposta ao sol da manhã para melhorar a minha carga de Vitamina D. O protetor solar impede a absorção? A gente sabe que o excesso de radiação pode provocar o efeito oposto, favorecendo lesões cancerígenas. Para além dessa consequência, quais as outras da falta de uso do protetor solar?</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 21 Oct 2025 14:26:02 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Vale Tudo: por que a novela que expôs o Brasil dos anos 80 fala tanto com a Geração Z?</title>
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        <![CDATA[<p>Quando foi ao ar pela primeira vez, em 1988, Vale Tudo parou o Brasil com uma pergunta que atravessou gerações: vale tudo para vencer? Escrita por Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Basséres, a novela registrou até 72 pontos de audiência em suas semanas finais e se tornou um marco da teledramaturgia. Mais do que uma trama envolvente, ela funcionou como um espelho incômodo de um país corroído pela corrupção, desigualdade e esperteza, temas que, infelizmente, continuam tão atuais quanto na estreia, há 37 anos.</p><p>Agora, nas mãos da autora Manuela Dias, o remake reacendeu o interesse não só de quem viveu a era Odete Roitman - que era o que a gente poderia supor -, mas também da Geração Z, que cresceu longe da tradição de “sentar no sofá às nove”. Jovens que consomem conteúdo em ritmo de reels e TikTok se apaixonaram pela novela, criaram memes e incorporaram expressões. Por que esse formato, considerado “coisa de mãe”, voltou a dialogar com quem tem menos de 25 anos? Será a força da narrativa, o prazer do drama bem construído ou a necessidade de se ver em histórias? Histórias, inclusive, que tratam, sem filtros, da ética e do poder...</p><p>Será que esse sucesso da teledramaturgia clássica indica um cansaço dos conteúdos superficiais e imediatistas? O que leva a Geração Z a se identificar com personagens de um Brasil pré-smartphone? A novela ainda é um retrato do país ou virou uma lente para compreendê-lo?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Quando foi ao ar pela primeira vez, em 1988, Vale Tudo parou o Brasil com uma pergunta que atravessou gerações: vale tudo para vencer? Escrita por Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Basséres, a novela registrou até 72 pontos de audiência em suas semanas finais e se tornou um marco da teledramaturgia. Mais do que uma trama envolvente, ela funcionou como um espelho incômodo de um país corroído pela corrupção, desigualdade e esperteza, temas que, infelizmente, continuam tão atuais quanto na estreia, há 37 anos.</p><p>Agora, nas mãos da autora Manuela Dias, o remake reacendeu o interesse não só de quem viveu a era Odete Roitman - que era o que a gente poderia supor -, mas também da Geração Z, que cresceu longe da tradição de “sentar no sofá às nove”. Jovens que consomem conteúdo em ritmo de reels e TikTok se apaixonaram pela novela, criaram memes e incorporaram expressões. Por que esse formato, considerado “coisa de mãe”, voltou a dialogar com quem tem menos de 25 anos? Será a força da narrativa, o prazer do drama bem construído ou a necessidade de se ver em histórias? Histórias, inclusive, que tratam, sem filtros, da ética e do poder...</p><p>Será que esse sucesso da teledramaturgia clássica indica um cansaço dos conteúdos superficiais e imediatistas? O que leva a Geração Z a se identificar com personagens de um Brasil pré-smartphone? A novela ainda é um retrato do país ou virou uma lente para compreendê-lo?</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 20 Oct 2025 13:04:51 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>'Trenzinho da Alegria': resgatando a infância, dando voz a criança interior! | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Quem disse que o Dia das Crianças é só para os pequenos? O Interessa desta quinta-feira (16) embarca na nostalgia e vai ao ar com um episódio pra lá de especial, gravado no famoso Trenzinho da Alegria, em clima de festa, riso e lembrança. Nossas meninas colocaram a criança interior para brincar, e falar sobre o quanto isso faz bem pra cabeça e pro coração.</p><p>Criado em 1924 e celebrado junto ao feriado de Nossa Senhora Aparecida, o Dia das Crianças é mais do que uma data de presentes. É um lembrete afetivo de quem fomos e de quanto brincar ainda é remédio. Pesquisas mostram que manter vivo o espírito lúdico ajuda a equilibrar emoções, melhora a resiliência e reforça o senso de pertencimento. E não precisa muito: rir, jogar, dançar ou se permitir uma bobeira já é um jeito de cuidar da saúde mental.</p><p>O especial do Interessa traz histórias, lembranças e reflexões leves sobre crescer sem perder a leveza. Porque, no fim das contas, todo adulto é uma criança que aprendeu a pagar boleto - mas não precisa deixar de brincar.</p><p>Participe. É ao vivo, a partir das 14h! </p><p>Estamos também nas redes sociais! Siga:</p><p>Instagram - https://www.instagram.com/programainteressa/<br>TikTok - https://www.tiktok.com/@interessa.otempo</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 16 Oct 2025 14:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Osteoporose: a epidemia silenciosa do século; entenda a importância da prevenção</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O dia 20 de outubro é dedicado ao Dia Mundial da Osteoporose, que, no Brasil, também é comemorado como o Dia Nacional da Osteoporose. A doença é caracterizada pela perda da força óssea em decorrência de alterações na densidade e microarquitetura ósseas, o que predispõe à fratura e é conhecida como “silenciosa”. Isso porque, geralmente, não apresenta sintomas até que um osso se quebre! Mas o impacto dela 'fala alto' nos números da saúde pública. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o envelhecimento populacional pode levar o Brasil a registrar cerca de 160 mil fraturas de quadril por ano até 2050. E será que, nestas ocasiões, eles recebem o diagnóstico da doença? Faltam campanhas de prevenção e diagnóstico precoce.</p><p><br>De acordo com a Federação Brasileira de Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), as mulheres a partir dos 50 anos são as mais afetadas, especialmente após a menopausa. Isso porque, com a queda na produção de estrogênio, o corpo perde massa óssea e a chance de fraturas aumenta. Fatores como sedentarismo, tabagismo, deficiência de cálcio e vitamina D e dieta pobre em nutrientes agravam o problema. O exame de densitometria óssea é o principal aliado para detectar precocemente a doença - mas ainda é pouco acessível, principalmente no Sistema Único de Saúde (SUS). Como fazer?</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 16 Oct 2025 12:16:09 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O dia 20 de outubro é dedicado ao Dia Mundial da Osteoporose, que, no Brasil, também é comemorado como o Dia Nacional da Osteoporose. A doença é caracterizada pela perda da força óssea em decorrência de alterações na densidade e microarquitetura ósseas, o que predispõe à fratura e é conhecida como “silenciosa”. Isso porque, geralmente, não apresenta sintomas até que um osso se quebre! Mas o impacto dela 'fala alto' nos números da saúde pública. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o envelhecimento populacional pode levar o Brasil a registrar cerca de 160 mil fraturas de quadril por ano até 2050. E será que, nestas ocasiões, eles recebem o diagnóstico da doença? Faltam campanhas de prevenção e diagnóstico precoce.</p><p><br>De acordo com a Federação Brasileira de Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), as mulheres a partir dos 50 anos são as mais afetadas, especialmente após a menopausa. Isso porque, com a queda na produção de estrogênio, o corpo perde massa óssea e a chance de fraturas aumenta. Fatores como sedentarismo, tabagismo, deficiência de cálcio e vitamina D e dieta pobre em nutrientes agravam o problema. O exame de densitometria óssea é o principal aliado para detectar precocemente a doença - mas ainda é pouco acessível, principalmente no Sistema Único de Saúde (SUS). Como fazer?</p>]]>
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      <title>Falta para mim, mas não pro meu pet: famílias gastam o que for preciso com bichinhos de estimação</title>
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        <![CDATA[<p>No Brasil, tem muito tempo que os animais de estimação viraram parte oficial da família. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a média é de 1,8 pet por residência. E isso se reflete no bolso: uma pesquisa inédita da Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box, realizada entre 27 de agosto e 8 de setembro de 2025, com 1.618 entrevistas online em todo o país, mostrou que 65% dos tutores afirmam gastar o que for preciso com seus bichinhos. Mais da metade, 52%, já deixou de lado alguma necessidade pessoal para priorizar o bem-estar do animal.</p><p>Esses gastos se tornaram parte fixa do orçamento doméstico. O estudo revela que 56% dos tutores desembolsam até R$ 300 por mês com seus pets, enquanto 31% chegam a dedicar entre 6% e 10% de sua renda para eles. E esse cuidado, muitas vezes, é compartilhado: 40% dizem dividir despesas com outras pessoas da família ou amigos.</p><p><br>O investimento não é visto como sacrifício, mas como retribuição. De acordo com a pesquisa, 82% dos entrevistados acreditam que os benefícios emocionais de ter um animal de estimação superam qualquer gasto. Afinal, quem convive com um pet sabe do impacto positivo que ele tem no humor, no afeto e até na saúde mental. Movimentando bilhões, esse vínculo faz do mercado pet uma das forças mais crescentes da economia brasileira.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No Brasil, tem muito tempo que os animais de estimação viraram parte oficial da família. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a média é de 1,8 pet por residência. E isso se reflete no bolso: uma pesquisa inédita da Serasa em parceria com o Instituto Opinion Box, realizada entre 27 de agosto e 8 de setembro de 2025, com 1.618 entrevistas online em todo o país, mostrou que 65% dos tutores afirmam gastar o que for preciso com seus bichinhos. Mais da metade, 52%, já deixou de lado alguma necessidade pessoal para priorizar o bem-estar do animal.</p><p>Esses gastos se tornaram parte fixa do orçamento doméstico. O estudo revela que 56% dos tutores desembolsam até R$ 300 por mês com seus pets, enquanto 31% chegam a dedicar entre 6% e 10% de sua renda para eles. E esse cuidado, muitas vezes, é compartilhado: 40% dizem dividir despesas com outras pessoas da família ou amigos.</p><p><br>O investimento não é visto como sacrifício, mas como retribuição. De acordo com a pesquisa, 82% dos entrevistados acreditam que os benefícios emocionais de ter um animal de estimação superam qualquer gasto. Afinal, quem convive com um pet sabe do impacto positivo que ele tem no humor, no afeto e até na saúde mental. Movimentando bilhões, esse vínculo faz do mercado pet uma das forças mais crescentes da economia brasileira.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 14 Oct 2025 18:53:55 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Outubro Rosa e o Câncer de Mama: SUS amplia acesso à mamografia a mulheres de 40 a 49 anos</title>
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        <![CDATA[<p>O Outubro Rosa deste ano chega com uma notícia que promete salvar vidas. O Ministério da Saúde anunciou que o SUS vai oferecer mamografias para mulheres de 40 a 49 anos, mesmo sem sintomas, ampliando o rastreamento do câncer de mama, tipo mais comum entre as mulheres no mundo, segundo a OMS. A faixa etária agora incluída concentra 23% dos casos da doença.</p><p>No Interessa, o Dr. Clécio Lucena, mastologista e professor da UFMG, vai explicar para a bancada feminina porque o diagnóstico precoce é o principal aliado da cura e que o acesso à informação é parte essencial dessa prevenção. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 14 Oct 2025 12:46:46 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Aulas de sexo: como falar sobre o assunto com os filhos? | Interessa Podcast </title>
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        <![CDATA[<p>Fernanda Lima, que vira e mexe está nos holofotes, voltou a aparecer depois de contar que pagou - isso, pagou - uma aula sobre sexo para os filhos gêmeos, João e Francisco, de 17 anos. Segundo a própria artista, no começo, rolou um  constrangimento básico, mas no fim os meninos agradeceram “Mãe, foi demais! A gente aprendeu um monte de coisa”. O episódio mostra que, apesar da vergonha que o assunto ainda gera em muitas famílias, informação bem passada pode virar um presente e proteger os jovens de situações de risco. A propósito, aprender sobre sexo por meio dos pais, sem ser com os pais... parece mais legal, né? </p><p>Estudos sobre educação sexual apontam que conversas abertas em casa e programas consistentes em escolas aumentam o uso de preservativos, reduzem gravidezes não planejadas e diminuem comportamentos de risco entre adolescentes (dados de estudos internacionais e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). Ou seja, falar sobre sexo não estimula a prática precoce, mas prepara melhor os jovens para quando isso acontecer.</p><p><br>A questão é: como transformar o papo em algo natural?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Fernanda Lima, que vira e mexe está nos holofotes, voltou a aparecer depois de contar que pagou - isso, pagou - uma aula sobre sexo para os filhos gêmeos, João e Francisco, de 17 anos. Segundo a própria artista, no começo, rolou um  constrangimento básico, mas no fim os meninos agradeceram “Mãe, foi demais! A gente aprendeu um monte de coisa”. O episódio mostra que, apesar da vergonha que o assunto ainda gera em muitas famílias, informação bem passada pode virar um presente e proteger os jovens de situações de risco. A propósito, aprender sobre sexo por meio dos pais, sem ser com os pais... parece mais legal, né? </p><p>Estudos sobre educação sexual apontam que conversas abertas em casa e programas consistentes em escolas aumentam o uso de preservativos, reduzem gravidezes não planejadas e diminuem comportamentos de risco entre adolescentes (dados de estudos internacionais e da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). Ou seja, falar sobre sexo não estimula a prática precoce, mas prepara melhor os jovens para quando isso acontecer.</p><p><br>A questão é: como transformar o papo em algo natural?</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 10 Oct 2025 19:16:30 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Três meses para o verão: ainda dá tempo de entrar em forma? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p><br>Já sabe, né? Que a partir de agora, não importa o horário, as academias vão estar sempre lotadas. A contagem regressiva para o verão já começou e, com pouco mais de 90 dias para a estação mais quente do ano, esses espaços, bem como consultórios de nutrição ficam mesmo mais movimentados. Todo mundo querendo um milagre depois de 9 meses descuidando da saúde. O chamado “projeto verão” se repete: muita gente busca emagrecer rápido, seja para as festas de fim de ano ou para os dias de praia. Ainda dá tempo de perder peso, por exemplo, com saúde? O que é necessário para isso sem colocar a vida em risco? </p><p>Pedro Barros, nutricionista, educador físico e proprietário da academia Strong Blocks, convidado do dia, explica! </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 09 Oct 2025 19:19:49 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Casamento às cegas 50+: longe da maturidade esperada para a idade, reality se transforma em show de horrores e de etarismo entre participantes</title>
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        <![CDATA[<p>Casamento às cegas 50+: reality que, sério, prometeu (e a proposta era super boa) representar o amor maduro e acabou virando pauta pela infantilização de atitudes que, em teoria, a idade já deveria ter deixado para trás.</p><p>A proposta era inovadora: colocar pessoas acima dos 50 anos em um experimento amoroso televisivo Mas, em vez de inspirar novas formas de amar, o programa revelou o peso do etarismo e da desigualdade de gênero. Homens foram tratados como experientes e maduros, enquanto mulheres precisaram lidar com comentários sobre aparência, energia e jovialidade. Aliás, no fim da temporada, apenas um casal chegou a oficializar a união e ainda assim, a experiência não resistiu fora das câmeras. O saldo mostra que, mesmo após décadas de vida, muitos continuam reproduzindo padrões de juventude: expectativas irreais, carências, rivalidades e a crença de que o parceiro deve preencher vazios pessoais. </p><p><br>O que <em>Casamento às Cegas 50+</em> deixou claro é que maturidade não vem com a idade cronológica, mas com autopercepção, conhecimento, sabedoria e, sobretudo, autocrítica. E isso abre espaço para refletir: será que estamos confundindo envelhecer com amadurecer? Não é a mesma coisa! Por que tantos homens, mesmo após os 50, ainda reproduzem exigências de juventude nas parceiras? E por que tantas mulheres, maduras e independentes, ainda caem em rivalidades ou na pressa de formar casal a qualquer custo? Como lidar com a carência sem transformá-la em armadilha? Qual o peso do etarismo nas escolhas afetivas? </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Casamento às cegas 50+: reality que, sério, prometeu (e a proposta era super boa) representar o amor maduro e acabou virando pauta pela infantilização de atitudes que, em teoria, a idade já deveria ter deixado para trás.</p><p>A proposta era inovadora: colocar pessoas acima dos 50 anos em um experimento amoroso televisivo Mas, em vez de inspirar novas formas de amar, o programa revelou o peso do etarismo e da desigualdade de gênero. Homens foram tratados como experientes e maduros, enquanto mulheres precisaram lidar com comentários sobre aparência, energia e jovialidade. Aliás, no fim da temporada, apenas um casal chegou a oficializar a união e ainda assim, a experiência não resistiu fora das câmeras. O saldo mostra que, mesmo após décadas de vida, muitos continuam reproduzindo padrões de juventude: expectativas irreais, carências, rivalidades e a crença de que o parceiro deve preencher vazios pessoais. </p><p><br>O que <em>Casamento às Cegas 50+</em> deixou claro é que maturidade não vem com a idade cronológica, mas com autopercepção, conhecimento, sabedoria e, sobretudo, autocrítica. E isso abre espaço para refletir: será que estamos confundindo envelhecer com amadurecer? Não é a mesma coisa! Por que tantos homens, mesmo após os 50, ainda reproduzem exigências de juventude nas parceiras? E por que tantas mulheres, maduras e independentes, ainda caem em rivalidades ou na pressa de formar casal a qualquer custo? Como lidar com a carência sem transformá-la em armadilha? Qual o peso do etarismo nas escolhas afetivas? </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 08 Oct 2025 18:29:22 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Casamento às cegas 50+: reality que, sério, prometeu (e a proposta era super boa) representar o amor maduro e acabou virando pauta pela infantilização de atitudes que, em teoria, a idade já deveria ter deixado para trás.</p><p>A proposta era inovadora: colocar pessoas acima dos 50 anos em um experimento amoroso televisivo Mas, em vez de inspirar novas formas de amar, o programa revelou o peso do etarismo e da desigualdade de gênero. Homens foram tratados como experientes e maduros, enquanto mulheres precisaram lidar com comentários sobre aparência, energia e jovialidade. Aliás, no fim da temporada, apenas um casal chegou a oficializar a união e ainda assim, a experiência não resistiu fora das câmeras. O saldo mostra que, mesmo após décadas de vida, muitos continuam reproduzindo padrões de juventude: expectativas irreais, carências, rivalidades e a crença de que o parceiro deve preencher vazios pessoais. </p><p><br>O que <em>Casamento às Cegas 50+</em> deixou claro é que maturidade não vem com a idade cronológica, mas com autopercepção, conhecimento, sabedoria e, sobretudo, autocrítica. E isso abre espaço para refletir: será que estamos confundindo envelhecer com amadurecer? Não é a mesma coisa! Por que tantos homens, mesmo após os 50, ainda reproduzem exigências de juventude nas parceiras? E por que tantas mulheres, maduras e independentes, ainda caem em rivalidades ou na pressa de formar casal a qualquer custo? Como lidar com a carência sem transformá-la em armadilha? Qual o peso do etarismo nas escolhas afetivas? </p>]]>
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      <title>“Festa de aniversário tem que ter tema” - por que e para quem? </title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Soprar velas, cantar parabéns, repartir bolo e comer docinhos parecem rituais universais, mas a história mostra que essas tradições mudam muito de acordo com a cultura. Antropólogos como Ralph e Adelin Linton lembram que já no Egito Antigo, por volta de 3000 a.C., faraós celebravam o “renascimento” com banquetes. A Grécia introduziu o bolo com velas para a deusa Ártemis, e, séculos depois, os romanos adotaram as comemorações em homenagem a deuses e imperadores. No Brasil, a música “Parabéns a você” só virou versão oficial em 1942, escolhida num concurso da Rádio Tupi, e até hoje embala quase todas as festas.</p><p>Se antes os aniversários se limitavam a reunir família, bolo e amigos, hoje ganharam novas camadas, principalmente no universo infantil. O comércio encontrou nas festas temáticas um filão: personagens de desenhos, super-heróis e princesas estampam convites, balões, lembrancinhas e até a roupa do aniversariante. Um “detalhe fora de tom” já é visto como quebra de padrão, tanto que histórias como a do menino capixaba que escolheu “ele mesmo” como tema viram notícia por fugirem da lógica do mercado. Isso mostra como a festa virou também um reflexo de identidade e até de autoestima.</p><p><br>Mas, numa boa, desde quando passamos a acreditar que festa precisa ter tema? Isso é um desejo genuíno das crianças ou uma pressão criada pelo mercado de consumo? Até que ponto pais e mães se sentem cobrados a seguir esse modelo para não parecer “menos”? A gente conhece pessoas que celebraram a vida dos filhos em festas 'sem tema' e que foram questionados do porquê de não ter (?). O que acontece quando uma família decide romper esse padrão, então?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Soprar velas, cantar parabéns, repartir bolo e comer docinhos parecem rituais universais, mas a história mostra que essas tradições mudam muito de acordo com a cultura. Antropólogos como Ralph e Adelin Linton lembram que já no Egito Antigo, por volta de 3000 a.C., faraós celebravam o “renascimento” com banquetes. A Grécia introduziu o bolo com velas para a deusa Ártemis, e, séculos depois, os romanos adotaram as comemorações em homenagem a deuses e imperadores. No Brasil, a música “Parabéns a você” só virou versão oficial em 1942, escolhida num concurso da Rádio Tupi, e até hoje embala quase todas as festas.</p><p>Se antes os aniversários se limitavam a reunir família, bolo e amigos, hoje ganharam novas camadas, principalmente no universo infantil. O comércio encontrou nas festas temáticas um filão: personagens de desenhos, super-heróis e princesas estampam convites, balões, lembrancinhas e até a roupa do aniversariante. Um “detalhe fora de tom” já é visto como quebra de padrão, tanto que histórias como a do menino capixaba que escolheu “ele mesmo” como tema viram notícia por fugirem da lógica do mercado. Isso mostra como a festa virou também um reflexo de identidade e até de autoestima.</p><p><br>Mas, numa boa, desde quando passamos a acreditar que festa precisa ter tema? Isso é um desejo genuíno das crianças ou uma pressão criada pelo mercado de consumo? Até que ponto pais e mães se sentem cobrados a seguir esse modelo para não parecer “menos”? A gente conhece pessoas que celebraram a vida dos filhos em festas 'sem tema' e que foram questionados do porquê de não ter (?). O que acontece quando uma família decide romper esse padrão, então?</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 07 Oct 2025 18:44:09 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Soprar velas, cantar parabéns, repartir bolo e comer docinhos parecem rituais universais, mas a história mostra que essas tradições mudam muito de acordo com a cultura. Antropólogos como Ralph e Adelin Linton lembram que já no Egito Antigo, por volta de 3000 a.C., faraós celebravam o “renascimento” com banquetes. A Grécia introduziu o bolo com velas para a deusa Ártemis, e, séculos depois, os romanos adotaram as comemorações em homenagem a deuses e imperadores. No Brasil, a música “Parabéns a você” só virou versão oficial em 1942, escolhida num concurso da Rádio Tupi, e até hoje embala quase todas as festas.</p><p>Se antes os aniversários se limitavam a reunir família, bolo e amigos, hoje ganharam novas camadas, principalmente no universo infantil. O comércio encontrou nas festas temáticas um filão: personagens de desenhos, super-heróis e princesas estampam convites, balões, lembrancinhas e até a roupa do aniversariante. Um “detalhe fora de tom” já é visto como quebra de padrão, tanto que histórias como a do menino capixaba que escolheu “ele mesmo” como tema viram notícia por fugirem da lógica do mercado. Isso mostra como a festa virou também um reflexo de identidade e até de autoestima.</p><p><br>Mas, numa boa, desde quando passamos a acreditar que festa precisa ter tema? Isso é um desejo genuíno das crianças ou uma pressão criada pelo mercado de consumo? Até que ponto pais e mães se sentem cobrados a seguir esse modelo para não parecer “menos”? A gente conhece pessoas que celebraram a vida dos filhos em festas 'sem tema' e que foram questionados do porquê de não ter (?). O que acontece quando uma família decide romper esse padrão, então?</p>]]>
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      <title>Suor noturno: quando o corpo fala durante o sono</title>
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        <![CDATA[<p>Acordar no meio da madrugada coberto de suor não é apenas desagradável, mas também pode ser motivo de constrangimento para quem convive com essa situação. Segundo a Academia Americana de Dermatologia, pessoas que sofrem de hiperidrose, quando as glândulas sudoríparas trabalham além da conta, chegam a transpirar até cinco vezes mais do que o necessário, inclusive durante o sono.</p><p>Embora muita gente associe o suor noturno apenas ao calor ou à febre, as causas vão muito além. Variações hormonais, como as que ocorrem na menopausa e na gravidez, uso de medicamentos como antidepressivos e até infecções graves, entre elas tuberculose, HIV e linfomas, podem estar por trás da transpiração excessiva.</p><p>O fenômeno pode ser passageiro ou persistente. Questões emocionais como estresse, ansiedade e pesadelos também estão na lista de fatores, assim como a alimentação, já que bebidas alcoólicas, cafeína e alimentos termogênicos, como a pimenta, estimulam a produção de suor. Mas afinal, existe um tempo aceitável para tolerar a sudorese noturna antes de procurar ajuda médica?</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 07 Oct 2025 12:38:27 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Acordar no meio da madrugada coberto de suor não é apenas desagradável, mas também pode ser motivo de constrangimento para quem convive com essa situação. Segundo a Academia Americana de Dermatologia, pessoas que sofrem de hiperidrose, quando as glândulas sudoríparas trabalham além da conta, chegam a transpirar até cinco vezes mais do que o necessário, inclusive durante o sono.</p><p>Embora muita gente associe o suor noturno apenas ao calor ou à febre, as causas vão muito além. Variações hormonais, como as que ocorrem na menopausa e na gravidez, uso de medicamentos como antidepressivos e até infecções graves, entre elas tuberculose, HIV e linfomas, podem estar por trás da transpiração excessiva.</p><p>O fenômeno pode ser passageiro ou persistente. Questões emocionais como estresse, ansiedade e pesadelos também estão na lista de fatores, assim como a alimentação, já que bebidas alcoólicas, cafeína e alimentos termogênicos, como a pimenta, estimulam a produção de suor. Mas afinal, existe um tempo aceitável para tolerar a sudorese noturna antes de procurar ajuda médica?</p>]]>
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      <title>O espaço influencia o desejo sexual? O quarto e a intimidade | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>O Interessa Podcast encerra, nesta sexta (03) sua passagem pela CASACOR Minas. E hoje o tema é quente:como o espaço onde você se entrega a intimidade… influencia o desejo sexual?</p><p>O quarto é muito mais que lugar de dormir: é cenário de romance e prazer. Meia-luz, aromas, texturas e sons compõem a atmosfera que pode aproximar ou afastar os parceiros. Segundo o Feng Shui, a circulação da energia “Chi”, a energia vital, deve ser constante para que o ambiente inspire romance e boas vibrações. E a psicologia ambiental reforça: cores, disposição dos móveis e até a sensação de aconchego impactam diretamente no bem-estar na vida a dois.</p><p>A depender do seu quarto… em que pé anda sua vida sexual? Até que ponto a decoração e o cuidado com o espaço são capazes de potencializar o desejo? O que pesa mais: estética ou privacidade? Segurança ou estímulo sensorial? O Interessa abre a conversa para entender como o ambiente pode ajudar - ou atrapalhar - os momentos de intimidade.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 06 Oct 2025 14:09:13 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Bathroom camping: banheiros passaram de espaço funcional para refúgio pessoal | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>O fenômeno do bathroom camping é pauta do Interessa Podcast desta quinta-feira (02) - afinal de contas, por que tanta gente tem transformado o banheiro em refúgio pessoal?</p><p>Mais do que um espaço funcional, o banheiro ganhou protagonismo como lugar de pausa e descanso. Entre a Geração Z, é comum transformar o banho em ritual de relaxamento com iluminação, música e até tecnologia. O banheiro virou território livre de julgamentos - um espaço para aliviar a ansiedade, refletir e se reconectar consigo mesmo.</p><p>Mas há alertas importantes: se por um lado o refúgio traz bem-estar, por outro, pode indicar sobrecarga emocional. Afinal, até que ponto precisamos isolar-nos para encontrar equilíbrio? O que diz sobre nossa vida a necessidade de buscar um cantinho escondido para respirar? Transformar ambientes cotidianos em espaços de autocuidado pode ser o segredo para viver com mais leveza.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 06 Oct 2025 14:08:09 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Sua casa é sua cara? O que os espaços dizem sobre você | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Nesta quarta (01), o papo no Interessa Podcast acontece em meio à beleza da CASACOR Minas para discutir: o que a nossa casa diz sobre a gente?</p><p>Não é só a cor da parede, do sofá ou o que se coloca sobre a mesa - vaso de flores ou objetos abstratos? Segundo estudos de psicologia ambiental, a forma como organizamos os espaços da nossa casa refletem identidade, memória e até o modo como queremos ser percebidos. Cores, objetos, quadros, iluminação e até o cheiro do café pela manhã revelam camadas da nossa personalidade e influenciam diretamente nosso bem-estar.</p><p>Mas há um dilema: será que estamos vivendo em casas que mostram quem somos de verdade, ou apenas repetindo tendências para deixar o lar “instagramável”? </p><p>Entre aconchego e estética, conforto e autenticidade, o desafio é transformar o espaço em extensão de quem somos - sem perder de vista a alma que torna uma casa, de fato, um lar.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Nesta quarta (01), o papo no Interessa Podcast acontece em meio à beleza da CASACOR Minas para discutir: o que a nossa casa diz sobre a gente?</p><p>Não é só a cor da parede, do sofá ou o que se coloca sobre a mesa - vaso de flores ou objetos abstratos? Segundo estudos de psicologia ambiental, a forma como organizamos os espaços da nossa casa refletem identidade, memória e até o modo como queremos ser percebidos. Cores, objetos, quadros, iluminação e até o cheiro do café pela manhã revelam camadas da nossa personalidade e influenciam diretamente nosso bem-estar.</p><p>Mas há um dilema: será que estamos vivendo em casas que mostram quem somos de verdade, ou apenas repetindo tendências para deixar o lar “instagramável”? </p><p>Entre aconchego e estética, conforto e autenticidade, o desafio é transformar o espaço em extensão de quem somos - sem perder de vista a alma que torna uma casa, de fato, um lar.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 06 Oct 2025 14:05:27 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Nesta quarta (01), o papo no Interessa Podcast acontece em meio à beleza da CASACOR Minas para discutir: o que a nossa casa diz sobre a gente?</p><p>Não é só a cor da parede, do sofá ou o que se coloca sobre a mesa - vaso de flores ou objetos abstratos? Segundo estudos de psicologia ambiental, a forma como organizamos os espaços da nossa casa refletem identidade, memória e até o modo como queremos ser percebidos. Cores, objetos, quadros, iluminação e até o cheiro do café pela manhã revelam camadas da nossa personalidade e influenciam diretamente nosso bem-estar.</p><p>Mas há um dilema: será que estamos vivendo em casas que mostram quem somos de verdade, ou apenas repetindo tendências para deixar o lar “instagramável”? </p><p>Entre aconchego e estética, conforto e autenticidade, o desafio é transformar o espaço em extensão de quem somos - sem perder de vista a alma que torna uma casa, de fato, um lar.</p>]]>
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      <title>Cozinha e afeto, o coração da casa mineira | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Todo mineiro sabe: para muito além dos pratos e delícias - como o pão de queijo, o tutu de feijão, o fígado com jiló ou a costelinha com ora-pro-nobis -, comer em Minas é experimentar vínculos, provar afetos. A mesa é ponto de encontro, a prosa é tempero e o preparo, celebração. Nesse coração da casa, a cozinha segue sendo espaço de união e identidade para o povo das montanhas gerais, bem como seus visitantes.</p><p>Nesta terça-feira (30), o Interessa Podcast bate um papo bem gostoso, diretamente da CASACOR Minas, em um dos inúmeros espaços da mostra dedicado à cozinha mineira -  que é muito mais que um lugar de preparo de alimentos, né? É território de memória, identidade e pertencimento. </p><p>O turismo gastronômico cresce por Minas porque a comida é uma ponte! Quanta coisa a gente não troca neste ambiente enquanto come - que é um prazer à parte? Cada cidade tem seu prato típico, cada mesa é uma celebração de aconchego. Sendo a cozinha o coração da casa, qual o papel dela nas relações de hoje? Ainda conseguimos manter esses encontros em torno da mesa? E até que ponto a comida segue sendo elemento de identidade, memória e pertencimento para os mineiros e para quem nos visita? </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Todo mineiro sabe: para muito além dos pratos e delícias - como o pão de queijo, o tutu de feijão, o fígado com jiló ou a costelinha com ora-pro-nobis -, comer em Minas é experimentar vínculos, provar afetos. A mesa é ponto de encontro, a prosa é tempero e o preparo, celebração. Nesse coração da casa, a cozinha segue sendo espaço de união e identidade para o povo das montanhas gerais, bem como seus visitantes.</p><p>Nesta terça-feira (30), o Interessa Podcast bate um papo bem gostoso, diretamente da CASACOR Minas, em um dos inúmeros espaços da mostra dedicado à cozinha mineira -  que é muito mais que um lugar de preparo de alimentos, né? É território de memória, identidade e pertencimento. </p><p>O turismo gastronômico cresce por Minas porque a comida é uma ponte! Quanta coisa a gente não troca neste ambiente enquanto come - que é um prazer à parte? Cada cidade tem seu prato típico, cada mesa é uma celebração de aconchego. Sendo a cozinha o coração da casa, qual o papel dela nas relações de hoje? Ainda conseguimos manter esses encontros em torno da mesa? E até que ponto a comida segue sendo elemento de identidade, memória e pertencimento para os mineiros e para quem nos visita? </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 06 Oct 2025 14:04:50 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Todo mineiro sabe: para muito além dos pratos e delícias - como o pão de queijo, o tutu de feijão, o fígado com jiló ou a costelinha com ora-pro-nobis -, comer em Minas é experimentar vínculos, provar afetos. A mesa é ponto de encontro, a prosa é tempero e o preparo, celebração. Nesse coração da casa, a cozinha segue sendo espaço de união e identidade para o povo das montanhas gerais, bem como seus visitantes.</p><p>Nesta terça-feira (30), o Interessa Podcast bate um papo bem gostoso, diretamente da CASACOR Minas, em um dos inúmeros espaços da mostra dedicado à cozinha mineira -  que é muito mais que um lugar de preparo de alimentos, né? É território de memória, identidade e pertencimento. </p><p>O turismo gastronômico cresce por Minas porque a comida é uma ponte! Quanta coisa a gente não troca neste ambiente enquanto come - que é um prazer à parte? Cada cidade tem seu prato típico, cada mesa é uma celebração de aconchego. Sendo a cozinha o coração da casa, qual o papel dela nas relações de hoje? Ainda conseguimos manter esses encontros em torno da mesa? E até que ponto a comida segue sendo elemento de identidade, memória e pertencimento para os mineiros e para quem nos visita? </p>]]>
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      <title>Hábitos que aumentam a felicidade: o bem estar proporcionado pelo refúgio que você cultiva dentro do seu lar</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Ter um quintal ou um espaço de respiro dentro de casa pode parecer detalhe, mas estudos mostram que isso muda e MUITO a qualidade de vida. Uma pesquisa da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, acompanhou quase 1 milhão de pessoas entre 1985 e 2013 e concluiu que crianças que crescem em contato com a natureza têm 55% menos risco de desenvolver transtornos mentais na vida adulta. Aqui no Brasil, especialistas em arquitetura e urbanismo também chamam atenção: ambientes mal planejados, com pouca iluminação natural, ruídos e excesso de estímulos visuais podem agravar a ansiedade e afetar diretamente o bem-estar.</p><p>É que, para muito além da estética, o lar é um lugar de descanso, um lugar sagrado, um refúgio emocional. Num quintal, por exemplo, a gente pode cultivar um espaço de lazer, brincadeira para crianças, liberdade para pets e ponto de encontro para receber familiares e amigos. Mas ter um quintal hoje, é quase um luxo… como equilibrar conforto, privacidade e vida social quando os apartamentos estão cada vez menores?</p><p><br>Como nossos espaços influenciam nossa felicidade? A falta de áreas verdes e quintais está ligada ao aumento dos problemas emocionais? A forma como arrumamos e escolhemos o que manter em casa também é um tópico importante, pois a organização tem efeito terapêutico, ajudando a reduzir a ansiedade e trazendo sensação de clareza mental. Organizar é também cuidar da saúde. O simples ato de organizar a casa pode aliviar a ansiedade. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Ter um quintal ou um espaço de respiro dentro de casa pode parecer detalhe, mas estudos mostram que isso muda e MUITO a qualidade de vida. Uma pesquisa da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, acompanhou quase 1 milhão de pessoas entre 1985 e 2013 e concluiu que crianças que crescem em contato com a natureza têm 55% menos risco de desenvolver transtornos mentais na vida adulta. Aqui no Brasil, especialistas em arquitetura e urbanismo também chamam atenção: ambientes mal planejados, com pouca iluminação natural, ruídos e excesso de estímulos visuais podem agravar a ansiedade e afetar diretamente o bem-estar.</p><p>É que, para muito além da estética, o lar é um lugar de descanso, um lugar sagrado, um refúgio emocional. Num quintal, por exemplo, a gente pode cultivar um espaço de lazer, brincadeira para crianças, liberdade para pets e ponto de encontro para receber familiares e amigos. Mas ter um quintal hoje, é quase um luxo… como equilibrar conforto, privacidade e vida social quando os apartamentos estão cada vez menores?</p><p><br>Como nossos espaços influenciam nossa felicidade? A falta de áreas verdes e quintais está ligada ao aumento dos problemas emocionais? A forma como arrumamos e escolhemos o que manter em casa também é um tópico importante, pois a organização tem efeito terapêutico, ajudando a reduzir a ansiedade e trazendo sensação de clareza mental. Organizar é também cuidar da saúde. O simples ato de organizar a casa pode aliviar a ansiedade. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 06 Oct 2025 14:02:09 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Ter um quintal ou um espaço de respiro dentro de casa pode parecer detalhe, mas estudos mostram que isso muda e MUITO a qualidade de vida. Uma pesquisa da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, acompanhou quase 1 milhão de pessoas entre 1985 e 2013 e concluiu que crianças que crescem em contato com a natureza têm 55% menos risco de desenvolver transtornos mentais na vida adulta. Aqui no Brasil, especialistas em arquitetura e urbanismo também chamam atenção: ambientes mal planejados, com pouca iluminação natural, ruídos e excesso de estímulos visuais podem agravar a ansiedade e afetar diretamente o bem-estar.</p><p>É que, para muito além da estética, o lar é um lugar de descanso, um lugar sagrado, um refúgio emocional. Num quintal, por exemplo, a gente pode cultivar um espaço de lazer, brincadeira para crianças, liberdade para pets e ponto de encontro para receber familiares e amigos. Mas ter um quintal hoje, é quase um luxo… como equilibrar conforto, privacidade e vida social quando os apartamentos estão cada vez menores?</p><p><br>Como nossos espaços influenciam nossa felicidade? A falta de áreas verdes e quintais está ligada ao aumento dos problemas emocionais? A forma como arrumamos e escolhemos o que manter em casa também é um tópico importante, pois a organização tem efeito terapêutico, ajudando a reduzir a ansiedade e trazendo sensação de clareza mental. Organizar é também cuidar da saúde. O simples ato de organizar a casa pode aliviar a ansiedade. </p>]]>
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      <title>Nada de colocar rápido a roupa após a transa: chameguinho é essencial | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Na hora da conquista, atenção, afeto e cortesia são regra. Mas, depois do sexo, muitos casais viram para o lado, pegam o celular e esquecem justamente do que deu início a tudo: o chamego. Esse cuidado pós-transa tem nome: aftercare, e faz toda diferença. Mais do que um mimo, ele é sinal de respeito, reforça a intimidade e pode prevenir a chamada “tristeza pós-sexo”, um sentimento relatado por várias pessoas.</p><p>O conceito nasceu no universo do BDSM como forma de proteger o bem-estar psicológico, mas logo se expandiu porque, na prática, funciona em qualquer tipo de relação. Quem não gosta de um abraço, uma massagem ou até dividir um lanchinho depois? Esses gestos simples tornam a experiência sexual mais próxima, segura e prazerosa. E você, como age após o sexo? <br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Na hora da conquista, atenção, afeto e cortesia são regra. Mas, depois do sexo, muitos casais viram para o lado, pegam o celular e esquecem justamente do que deu início a tudo: o chamego. Esse cuidado pós-transa tem nome: aftercare, e faz toda diferença. Mais do que um mimo, ele é sinal de respeito, reforça a intimidade e pode prevenir a chamada “tristeza pós-sexo”, um sentimento relatado por várias pessoas.</p><p>O conceito nasceu no universo do BDSM como forma de proteger o bem-estar psicológico, mas logo se expandiu porque, na prática, funciona em qualquer tipo de relação. Quem não gosta de um abraço, uma massagem ou até dividir um lanchinho depois? Esses gestos simples tornam a experiência sexual mais próxima, segura e prazerosa. E você, como age após o sexo? <br></p>]]>
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      <pubDate>Mon, 06 Oct 2025 14:00:52 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Conversar não é sobre 'emitir sons' - é muito mais complicado do que parece! | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Você já saiu de uma conversa acreditando que foi super claro, mas percebeu depois que o outro entendeu tudo diferente? Pois é, acontece com todo mundo. Pesquisas da professora Alison Wood Brooks, da Harvard Business School, mostram que conversar é uma das atividades humanas mais complexas: a cada segundo tomamos microdecisões sobre o que falar, como falar e até quando falar. Parece simples, mas não é.</p><p>Um comentário mal colocado pode gerar apenas desconforto ou se transformar em mágoa profunda. Mas a comunicação também pode ser fonte de cura. No entanto, a pergunta segue: por que tropeçamos tanto na forma de nos expressar? As trocas digitais estariam atrapalhando nossa habilidade de acertar o tom? </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 26 Sep 2025 12:57:16 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>As ‘virgens’ de 40 anos: o celibato voluntário de mulheres cansadas dos homens | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Nos Estados Unidos, um estudo da Universidade da Califórnia em São Francisco mostrou que milhões de homens e mulheres entre 25 e 45 anos nunca tiveram relações sexuais. Lá, fatores como religião, vida acadêmica e até tempo em instituições militares ou prisionais explicam boa parte do celibato.</p><p>No Brasil, o cenário é outro: o pano de fundo está no comportamento masculino. Cansadas de relações abusivas, rasas ou frustrantes, muitas mulheres têm optado pelo celibato voluntário, apelidado de “nova virgindade”. O desejo sexual não desapareceu, mas cresce o chamado heteropessimismo - termo criado em 2019 pela escritora Asa Seresin para falar da descrença nos relacionamentos heterossexuais.</p><p>Estamos diante de um movimento de autocuidado ou de uma desilusão coletiva?</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 26 Sep 2025 12:54:24 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>A solidão materna | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Visitar um recém-nascido logo após o parto não é uma boa ideia. O bebê precisa de proteção extra, já que seu sistema imunológico ainda é imaturo, e os pais necessitam de um tempo para se adaptar à nova rotina. Mas, por trás dessa justificativa médica, há uma consequência invisível: muitas vezes, junto do cuidado em evitar o contato, surge o esquecimento daquela família - em especial, da mãe.</p><p>Ela deixa de ser lembrada como mulher, amiga, parceira de cafés e caminhadas, para se tornar “apenas mãe”. Frequentemente, os amigos deixam de convidá-la para programas sociais por supor que ela não poderá ir, deduzindo uma resposta que nunca chegou a ser perguntada. Esse afastamento, somado à recuperação física e ao desafio de cuidar de um bebê, pode transformar a maternidade em um espaço de exclusão.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 26 Sep 2025 12:48:23 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Visitar um recém-nascido logo após o parto não é uma boa ideia. O bebê precisa de proteção extra, já que seu sistema imunológico ainda é imaturo, e os pais necessitam de um tempo para se adaptar à nova rotina. Mas, por trás dessa justificativa médica, há uma consequência invisível: muitas vezes, junto do cuidado em evitar o contato, surge o esquecimento daquela família - em especial, da mãe.</p><p>Ela deixa de ser lembrada como mulher, amiga, parceira de cafés e caminhadas, para se tornar “apenas mãe”. Frequentemente, os amigos deixam de convidá-la para programas sociais por supor que ela não poderá ir, deduzindo uma resposta que nunca chegou a ser perguntada. Esse afastamento, somado à recuperação física e ao desafio de cuidar de um bebê, pode transformar a maternidade em um espaço de exclusão.</p>]]>
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      <title>Setembro Lilás:  Mês Mundial de Conscientização sobre Alzheimer | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Pouco a pouco, a perda de memória, do raciocínio e até da identidade transforma a vida de quem recebe o diagnóstico de Alzheimer. A doença, que representa de 60% a 70% dos casos de demência, já atinge cerca de 1,2 milhão de brasileiros, segundo a Associação Brasileira de Alzheimer - e a maioria ainda sem confirmação oficial. No mundo, uma nova pessoa desenvolve algum tipo de demência a cada três segundos, de acordo com a Associação Internacional da Doença de Alzheimer.</p><p>O envelhecimento da população brasileira amplia o desafio: até 2050, o país pode ter 5,7 milhões de pessoas vivendo com a condição, conforme o Relatório Nacional sobre Demência. Mas o Alzheimer não é um destino inevitável. No programa Interessa desta segunda-feira (22), apresentado por Renata Zacaroni com Lorena Martins e Mariela Guimarães na bancada, o tema é discutido com a presença do neurologista Henrique Freitas, coordenador de neurologia clínica do Mater Dei Santo Agostinho e Mater Dei Betim-Contagem.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Pouco a pouco, a perda de memória, do raciocínio e até da identidade transforma a vida de quem recebe o diagnóstico de Alzheimer. A doença, que representa de 60% a 70% dos casos de demência, já atinge cerca de 1,2 milhão de brasileiros, segundo a Associação Brasileira de Alzheimer - e a maioria ainda sem confirmação oficial. No mundo, uma nova pessoa desenvolve algum tipo de demência a cada três segundos, de acordo com a Associação Internacional da Doença de Alzheimer.</p><p>O envelhecimento da população brasileira amplia o desafio: até 2050, o país pode ter 5,7 milhões de pessoas vivendo com a condição, conforme o Relatório Nacional sobre Demência. Mas o Alzheimer não é um destino inevitável. No programa Interessa desta segunda-feira (22), apresentado por Renata Zacaroni com Lorena Martins e Mariela Guimarães na bancada, o tema é discutido com a presença do neurologista Henrique Freitas, coordenador de neurologia clínica do Mater Dei Santo Agostinho e Mater Dei Betim-Contagem.<br></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 26 Sep 2025 12:44:37 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Pouco a pouco, a perda de memória, do raciocínio e até da identidade transforma a vida de quem recebe o diagnóstico de Alzheimer. A doença, que representa de 60% a 70% dos casos de demência, já atinge cerca de 1,2 milhão de brasileiros, segundo a Associação Brasileira de Alzheimer - e a maioria ainda sem confirmação oficial. No mundo, uma nova pessoa desenvolve algum tipo de demência a cada três segundos, de acordo com a Associação Internacional da Doença de Alzheimer.</p><p>O envelhecimento da população brasileira amplia o desafio: até 2050, o país pode ter 5,7 milhões de pessoas vivendo com a condição, conforme o Relatório Nacional sobre Demência. Mas o Alzheimer não é um destino inevitável. No programa Interessa desta segunda-feira (22), apresentado por Renata Zacaroni com Lorena Martins e Mariela Guimarães na bancada, o tema é discutido com a presença do neurologista Henrique Freitas, coordenador de neurologia clínica do Mater Dei Santo Agostinho e Mater Dei Betim-Contagem.<br></p>]]>
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      <title>Lista de desejos do sexo: acredite, o que os brasileiros mais querem é afeto! </title>
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        <![CDATA[<p>Menage, swing? Que mané sexo selvagem o quê! O que os brasileiros querem, de verdade na cama, é “fazer amorzinho gostosinho”! </p><p>Os números confirmam: um levantamento da Fatal Model com mais de 6 mil profissionais cadastrados mostra que 41% dos clientes priorizam sexo com conexão emocional e 32% preferem encontros longos, sem pressa. Entre os casados, o índice sobe para 52%. E olha só: enquanto brinquedos sexuais lideram os fetiches (51%), 1 em cada 4 clientes ainda pede o kit básico de um relacionamento, o que inclui beijos e carícias. Ou seja: brinquedos? Sim. Mas carinho principalmente!</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Sun, 21 Sep 2025 12:35:38 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Menage, swing? Que mané sexo selvagem o quê! O que os brasileiros querem, de verdade na cama, é “fazer amorzinho gostosinho”! </p><p>Os números confirmam: um levantamento da Fatal Model com mais de 6 mil profissionais cadastrados mostra que 41% dos clientes priorizam sexo com conexão emocional e 32% preferem encontros longos, sem pressa. Entre os casados, o índice sobe para 52%. E olha só: enquanto brinquedos sexuais lideram os fetiches (51%), 1 em cada 4 clientes ainda pede o kit básico de um relacionamento, o que inclui beijos e carícias. Ou seja: brinquedos? Sim. Mas carinho principalmente!</p><p><br></p>]]>
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      <title>Os benefícios da musicoterapia</title>
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        <![CDATA[<p>Ela foi simplificada com o passar dos anos até chegar à forma que ficou amplamente conhecida: “quem canta seus males espanta”! Essa citação é muito antiga; originária do livro Don Quixote de La Mancha, do espanhol Miguel de Cervantes, e data do século XVII. Mas continua extremamente atual - afinal, a música e o canto têm o poder de aliviar a tristeza, o estresse e os problemas da vida…</p><p><br>Para além desse “dito” que se tornou popular, a ciência já mostra que a música é, de fato, tratamento eficaz para o corpo. Um estudo apresentado no Congresso da ASCO 2025 (American Society of Clinical Oncology), em Nova York, avaliou 300 pacientes com câncer em sessões de musicoterapia. O resultado? Todos apresentaram menos ansiedade, melhor sono e sensação de bem-estar. Na Alemanha, já existem 37 diretrizes médicas nacionais que recomendam o uso da musicoterapia, incluindo no tratamento da demência, justamente porque reduz ansiedade, apatia e até inquietação.</p><p>No Brasil, a musicoterapia já foi reconhecida pela Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares e agora é regulamentada pela Lei nº 14.842/2024. Além disso, tramita na Câmara o PL 2.763/2024, que quer ampliar seu uso em hospitais e escolas públicas. A ideia é simples: menos burocracia para um tratamento que é barato, não tem efeito colateral e traz benefícios gigantes.</p><p>Apesar disso tudo… mesmo a terapia se mostrando super eficaz, tal qual alguns opioides no alívio da dor, por que ainda falamos pouco a respeito, conhecemos pouco, sugerimos menos que recomendamos medicações?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Ela foi simplificada com o passar dos anos até chegar à forma que ficou amplamente conhecida: “quem canta seus males espanta”! Essa citação é muito antiga; originária do livro Don Quixote de La Mancha, do espanhol Miguel de Cervantes, e data do século XVII. Mas continua extremamente atual - afinal, a música e o canto têm o poder de aliviar a tristeza, o estresse e os problemas da vida…</p><p><br>Para além desse “dito” que se tornou popular, a ciência já mostra que a música é, de fato, tratamento eficaz para o corpo. Um estudo apresentado no Congresso da ASCO 2025 (American Society of Clinical Oncology), em Nova York, avaliou 300 pacientes com câncer em sessões de musicoterapia. O resultado? Todos apresentaram menos ansiedade, melhor sono e sensação de bem-estar. Na Alemanha, já existem 37 diretrizes médicas nacionais que recomendam o uso da musicoterapia, incluindo no tratamento da demência, justamente porque reduz ansiedade, apatia e até inquietação.</p><p>No Brasil, a musicoterapia já foi reconhecida pela Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares e agora é regulamentada pela Lei nº 14.842/2024. Além disso, tramita na Câmara o PL 2.763/2024, que quer ampliar seu uso em hospitais e escolas públicas. A ideia é simples: menos burocracia para um tratamento que é barato, não tem efeito colateral e traz benefícios gigantes.</p><p>Apesar disso tudo… mesmo a terapia se mostrando super eficaz, tal qual alguns opioides no alívio da dor, por que ainda falamos pouco a respeito, conhecemos pouco, sugerimos menos que recomendamos medicações?</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 18 Sep 2025 18:26:17 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Ela foi simplificada com o passar dos anos até chegar à forma que ficou amplamente conhecida: “quem canta seus males espanta”! Essa citação é muito antiga; originária do livro Don Quixote de La Mancha, do espanhol Miguel de Cervantes, e data do século XVII. Mas continua extremamente atual - afinal, a música e o canto têm o poder de aliviar a tristeza, o estresse e os problemas da vida…</p><p><br>Para além desse “dito” que se tornou popular, a ciência já mostra que a música é, de fato, tratamento eficaz para o corpo. Um estudo apresentado no Congresso da ASCO 2025 (American Society of Clinical Oncology), em Nova York, avaliou 300 pacientes com câncer em sessões de musicoterapia. O resultado? Todos apresentaram menos ansiedade, melhor sono e sensação de bem-estar. Na Alemanha, já existem 37 diretrizes médicas nacionais que recomendam o uso da musicoterapia, incluindo no tratamento da demência, justamente porque reduz ansiedade, apatia e até inquietação.</p><p>No Brasil, a musicoterapia já foi reconhecida pela Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares e agora é regulamentada pela Lei nº 14.842/2024. Além disso, tramita na Câmara o PL 2.763/2024, que quer ampliar seu uso em hospitais e escolas públicas. A ideia é simples: menos burocracia para um tratamento que é barato, não tem efeito colateral e traz benefícios gigantes.</p><p>Apesar disso tudo… mesmo a terapia se mostrando super eficaz, tal qual alguns opioides no alívio da dor, por que ainda falamos pouco a respeito, conhecemos pouco, sugerimos menos que recomendamos medicações?</p>]]>
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      <title>Tem elogio que te deixa mal? Conheça o ‘negging’, quando o elogio vem carregado de uma dose de veneno</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Em inglês o termo é <em>negging</em>, em português, chegaria bem perto de… falso elogio. </p><p>Essa tática, o negging, especificamente, foi popularizada nos anos 1990 pelo canadense Erik von Markovik, que defendia estratégias misóginas, ou seja, carregadas de ódio contra as mulheres, colocando-as sempre como seres inferiores, especialmente,em jogos de sedução - baseadas em minar a autoconfiança da mulher misturando ironia, crítica e elogio para a confundir e, no fim, manipular a vítima. Resultado? A pessoa começa a duvidar de si mesma e fica dependente da aprovação de quem a desqualifica.</p><p>O negging não acontece só em relacionamentos amorosos. Pode estar na amizade, na família e até no ambiente de trabalho. O mais complicado é que muitas vezes a pessoa que recebe esses elogios demora a perceber o que está acontecendo, justamente porque a fala vem embrulhada em “piada” ou “carinho”. </p><p>Sabendo disso... quantas vezes você já ouviu um comentário nesse tom, ficou incomodado mas deixou passar achando que 'era só brincadeira'? </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em inglês o termo é <em>negging</em>, em português, chegaria bem perto de… falso elogio. </p><p>Essa tática, o negging, especificamente, foi popularizada nos anos 1990 pelo canadense Erik von Markovik, que defendia estratégias misóginas, ou seja, carregadas de ódio contra as mulheres, colocando-as sempre como seres inferiores, especialmente,em jogos de sedução - baseadas em minar a autoconfiança da mulher misturando ironia, crítica e elogio para a confundir e, no fim, manipular a vítima. Resultado? A pessoa começa a duvidar de si mesma e fica dependente da aprovação de quem a desqualifica.</p><p>O negging não acontece só em relacionamentos amorosos. Pode estar na amizade, na família e até no ambiente de trabalho. O mais complicado é que muitas vezes a pessoa que recebe esses elogios demora a perceber o que está acontecendo, justamente porque a fala vem embrulhada em “piada” ou “carinho”. </p><p>Sabendo disso... quantas vezes você já ouviu um comentário nesse tom, ficou incomodado mas deixou passar achando que 'era só brincadeira'? </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 18 Sep 2025 13:13:58 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Em inglês o termo é <em>negging</em>, em português, chegaria bem perto de… falso elogio. </p><p>Essa tática, o negging, especificamente, foi popularizada nos anos 1990 pelo canadense Erik von Markovik, que defendia estratégias misóginas, ou seja, carregadas de ódio contra as mulheres, colocando-as sempre como seres inferiores, especialmente,em jogos de sedução - baseadas em minar a autoconfiança da mulher misturando ironia, crítica e elogio para a confundir e, no fim, manipular a vítima. Resultado? A pessoa começa a duvidar de si mesma e fica dependente da aprovação de quem a desqualifica.</p><p>O negging não acontece só em relacionamentos amorosos. Pode estar na amizade, na família e até no ambiente de trabalho. O mais complicado é que muitas vezes a pessoa que recebe esses elogios demora a perceber o que está acontecendo, justamente porque a fala vem embrulhada em “piada” ou “carinho”. </p><p>Sabendo disso... quantas vezes você já ouviu um comentário nesse tom, ficou incomodado mas deixou passar achando que 'era só brincadeira'? </p>]]>
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      <title>Sem pirotecnia: na simplicidade do detalhe, amor leve vira tendência | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Não tem nada a ver com buquê de flores caríssimas nem pedidos de casamento no telão do estádio. O que agora parece estar ganhando força entre os apaixonados é o “<em>pebbling</em>”, um hábito que teria sido 'inspirado' nos pinguins-gentoo. É que os bichinhos presenteiam seus pares com pedrinhas (um gesto pequeno, um objeto não 'tão' valioso) mas, certamente, um símbolo de cuidado. </p><p>Traduzindo para as relações humanas, é a prática de enviar memes, publicações fofas nas redes, compartilhar uma música ou deixar um bilhete escondido para a pessoa amada. Pequenos gestos que parecem bobagem, mas que viraram tendência entre casais (e amigos) porque constroem confiança no dia a dia. Mas isso exclui os atos grandiosos? Entenda melhor no Interessa.</p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Não tem nada a ver com buquê de flores caríssimas nem pedidos de casamento no telão do estádio. O que agora parece estar ganhando força entre os apaixonados é o “<em>pebbling</em>”, um hábito que teria sido 'inspirado' nos pinguins-gentoo. É que os bichinhos presenteiam seus pares com pedrinhas (um gesto pequeno, um objeto não 'tão' valioso) mas, certamente, um símbolo de cuidado. </p><p>Traduzindo para as relações humanas, é a prática de enviar memes, publicações fofas nas redes, compartilhar uma música ou deixar um bilhete escondido para a pessoa amada. Pequenos gestos que parecem bobagem, mas que viraram tendência entre casais (e amigos) porque constroem confiança no dia a dia. Mas isso exclui os atos grandiosos? Entenda melhor no Interessa.</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Tue, 16 Sep 2025 18:27:23 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>15/09 - Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>E essa íngua, aí? Fazendo aniversário, há um tempão ‘infartada’, no seu pescoço - e você sempre dizendo “deve ser um resfriado”...? Pode ser? Pode. Mas tem prazo para ficar 'dando pinta'.  </p><p>É triste, mas necessário trazer esse dado: todo ano, mais de 735 mil pessoas no mundo descobrem ter linfoma, um tipo de câncer que atinge as células do sistema de defesa do corpo, segundo o Ministério da Saúde. No Brasil, o Inca estima 12 mil novos casos por ano, a maioria em homens. Esse tipo de câncer já é o oitavo mais comum no país, com seis diagnósticos a cada 100 mil habitantes. Muita gente negligencia a própria saúde; um carocinho, mesmo que seja algo atípico, é tratado como normal. Está errado, né? </p><p><br>A doença, muitas vezes, começa com um nódulo no pescoço, axila ou virilha - as famosas <em>ínguas</em>. Mas também pode vir em forma de cansaço, febre, suor noturno ou perda de peso sem explicação. Quando o diagnóstico é rápido, as chances de cura chegam a 85% (Inca). O problema é que a Abrale aponta que, por aqui, a maioria ainda recebe o diagnóstico tarde, o que atrapalha o tratamento.</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Mon, 15 Sep 2025 18:49:56 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>E essa íngua, aí? Fazendo aniversário, há um tempão ‘infartada’, no seu pescoço - e você sempre dizendo “deve ser um resfriado”...? Pode ser? Pode. Mas tem prazo para ficar 'dando pinta'.  </p><p>É triste, mas necessário trazer esse dado: todo ano, mais de 735 mil pessoas no mundo descobrem ter linfoma, um tipo de câncer que atinge as células do sistema de defesa do corpo, segundo o Ministério da Saúde. No Brasil, o Inca estima 12 mil novos casos por ano, a maioria em homens. Esse tipo de câncer já é o oitavo mais comum no país, com seis diagnósticos a cada 100 mil habitantes. Muita gente negligencia a própria saúde; um carocinho, mesmo que seja algo atípico, é tratado como normal. Está errado, né? </p><p><br>A doença, muitas vezes, começa com um nódulo no pescoço, axila ou virilha - as famosas <em>ínguas</em>. Mas também pode vir em forma de cansaço, febre, suor noturno ou perda de peso sem explicação. Quando o diagnóstico é rápido, as chances de cura chegam a 85% (Inca). O problema é que a Abrale aponta que, por aqui, a maioria ainda recebe o diagnóstico tarde, o que atrapalha o tratamento.</p><p><br></p>]]>
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      <title> Gemidos, gritos e bate-estaca: para você, o som do sexo incomoda ou excita?</title>
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      <itunes:title> Gemidos, gritos e bate-estaca: para você, o som do sexo incomoda ou excita?</itunes:title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Você é do time que geme alto e esquece que tem vizinho, que fala besteira no ouvido ou prefere silêncio na hora da transa? Em São José, na Grande Florianópolis, um condomínio tentou decretar o famoso “toque de recolher do amor” depois de contabilizar - pasme - 18 reclamações por barulho de camas, gemidos e conversas quentes madrugada adentro (pura inveja). Os moradores criaram uma regra proibindo sexo depois das dez da noite (pode isso, produção?). A norma, como já era de se esperar, não tem validade legal - afinal, lei do silêncio existe, mas proibir relações sexuais dentro de casa é viagem. Mas quando o barulho ultrapassa a parede, até onde vai o direito de se deleitar no prazer e onde começa o direito de paz do outro?</p><p>Fato é que essa situação traz um ponto curioso: os sons do sexo mexem de forma (muito) diferente com cada um de nós. Uma pesquisa sueca publicada no Science Direct mostra que as mulheres costumam ser mais barulhentas, principalmente no orgasmo, enquanto os homens investem mais na respiração pesada e sons não vocais. Isso porque - talvez, tá - muitas mulheres vocalizam para guiar o parceiro (tá acertando, tá errando) ou até por pressão social (influência da pornografia). Já os homens usam o som para marcar prazer e esforço físico (“estou dando tudo de mim”).</p><p>No fim das contas, mais uma vez: o que pode ser excitante para uns é constrangimento para outros. Tem quem broche se ouvir uma frase contendo obscenidades, tem quem se excite só com o barulho da respiração. E aí, será que a gente está preparado para falar sem tabu sobre os sons do sexo?</p><p>Vem pro Interessa debater!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Você é do time que geme alto e esquece que tem vizinho, que fala besteira no ouvido ou prefere silêncio na hora da transa? Em São José, na Grande Florianópolis, um condomínio tentou decretar o famoso “toque de recolher do amor” depois de contabilizar - pasme - 18 reclamações por barulho de camas, gemidos e conversas quentes madrugada adentro (pura inveja). Os moradores criaram uma regra proibindo sexo depois das dez da noite (pode isso, produção?). A norma, como já era de se esperar, não tem validade legal - afinal, lei do silêncio existe, mas proibir relações sexuais dentro de casa é viagem. Mas quando o barulho ultrapassa a parede, até onde vai o direito de se deleitar no prazer e onde começa o direito de paz do outro?</p><p>Fato é que essa situação traz um ponto curioso: os sons do sexo mexem de forma (muito) diferente com cada um de nós. Uma pesquisa sueca publicada no Science Direct mostra que as mulheres costumam ser mais barulhentas, principalmente no orgasmo, enquanto os homens investem mais na respiração pesada e sons não vocais. Isso porque - talvez, tá - muitas mulheres vocalizam para guiar o parceiro (tá acertando, tá errando) ou até por pressão social (influência da pornografia). Já os homens usam o som para marcar prazer e esforço físico (“estou dando tudo de mim”).</p><p>No fim das contas, mais uma vez: o que pode ser excitante para uns é constrangimento para outros. Tem quem broche se ouvir uma frase contendo obscenidades, tem quem se excite só com o barulho da respiração. E aí, será que a gente está preparado para falar sem tabu sobre os sons do sexo?</p><p>Vem pro Interessa debater!</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 12 Sep 2025 19:28:07 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Você é do time que geme alto e esquece que tem vizinho, que fala besteira no ouvido ou prefere silêncio na hora da transa? Em São José, na Grande Florianópolis, um condomínio tentou decretar o famoso “toque de recolher do amor” depois de contabilizar - pasme - 18 reclamações por barulho de camas, gemidos e conversas quentes madrugada adentro (pura inveja). Os moradores criaram uma regra proibindo sexo depois das dez da noite (pode isso, produção?). A norma, como já era de se esperar, não tem validade legal - afinal, lei do silêncio existe, mas proibir relações sexuais dentro de casa é viagem. Mas quando o barulho ultrapassa a parede, até onde vai o direito de se deleitar no prazer e onde começa o direito de paz do outro?</p><p>Fato é que essa situação traz um ponto curioso: os sons do sexo mexem de forma (muito) diferente com cada um de nós. Uma pesquisa sueca publicada no Science Direct mostra que as mulheres costumam ser mais barulhentas, principalmente no orgasmo, enquanto os homens investem mais na respiração pesada e sons não vocais. Isso porque - talvez, tá - muitas mulheres vocalizam para guiar o parceiro (tá acertando, tá errando) ou até por pressão social (influência da pornografia). Já os homens usam o som para marcar prazer e esforço físico (“estou dando tudo de mim”).</p><p>No fim das contas, mais uma vez: o que pode ser excitante para uns é constrangimento para outros. Tem quem broche se ouvir uma frase contendo obscenidades, tem quem se excite só com o barulho da respiração. E aí, será que a gente está preparado para falar sem tabu sobre os sons do sexo?</p><p>Vem pro Interessa debater!</p>]]>
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      <title>Traição: tem como se precaver ou identificar? </title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Impressionante como basta dar um Google para a gente se deparar com manchetes cheias de reviravoltas amorosas: Lucas Guimarães comentando traição e indignado por ser “taxado como corno”, Frota ressuscitando a história de Claudia Raia e Raul Gazolla, MC Daniel justificando término e jurando de pé junto que não foi infiel, a ex de Amado Batista confirmando que traiu mesmo porque “chumbo trocado não dói” e, do outro lado, o jogador David Luiz negando ter amante. Não falta gente distribuindo chifre, gente levando e gente tentando entender por que a infidelidade rende tanta notícia. Fato é: fora dos holofotes, isso vira sofrimento real.</p><p>Mas será que existe um “detector de traição”? Sinais como esconder o celular, mudanças repentinas de rotina, vaidade fora do comum, queda no desejo sexual ou até uma irritação exagerada podem levantar suspeitas. Mas CALMA: cada comportamento, isoladamente, não significa infidelidade. Pode ser estresse, crise financeira, problema pessoal… ou sim, aquela pulga atrás da orelha que pede uma boa conversa.</p><p>O que motiva uma traição? E aí, será que dá mesmo para “prevenir” uma traição? </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Impressionante como basta dar um Google para a gente se deparar com manchetes cheias de reviravoltas amorosas: Lucas Guimarães comentando traição e indignado por ser “taxado como corno”, Frota ressuscitando a história de Claudia Raia e Raul Gazolla, MC Daniel justificando término e jurando de pé junto que não foi infiel, a ex de Amado Batista confirmando que traiu mesmo porque “chumbo trocado não dói” e, do outro lado, o jogador David Luiz negando ter amante. Não falta gente distribuindo chifre, gente levando e gente tentando entender por que a infidelidade rende tanta notícia. Fato é: fora dos holofotes, isso vira sofrimento real.</p><p>Mas será que existe um “detector de traição”? Sinais como esconder o celular, mudanças repentinas de rotina, vaidade fora do comum, queda no desejo sexual ou até uma irritação exagerada podem levantar suspeitas. Mas CALMA: cada comportamento, isoladamente, não significa infidelidade. Pode ser estresse, crise financeira, problema pessoal… ou sim, aquela pulga atrás da orelha que pede uma boa conversa.</p><p>O que motiva uma traição? E aí, será que dá mesmo para “prevenir” uma traição? </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 11 Sep 2025 19:17:48 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Impressionante como basta dar um Google para a gente se deparar com manchetes cheias de reviravoltas amorosas: Lucas Guimarães comentando traição e indignado por ser “taxado como corno”, Frota ressuscitando a história de Claudia Raia e Raul Gazolla, MC Daniel justificando término e jurando de pé junto que não foi infiel, a ex de Amado Batista confirmando que traiu mesmo porque “chumbo trocado não dói” e, do outro lado, o jogador David Luiz negando ter amante. Não falta gente distribuindo chifre, gente levando e gente tentando entender por que a infidelidade rende tanta notícia. Fato é: fora dos holofotes, isso vira sofrimento real.</p><p>Mas será que existe um “detector de traição”? Sinais como esconder o celular, mudanças repentinas de rotina, vaidade fora do comum, queda no desejo sexual ou até uma irritação exagerada podem levantar suspeitas. Mas CALMA: cada comportamento, isoladamente, não significa infidelidade. Pode ser estresse, crise financeira, problema pessoal… ou sim, aquela pulga atrás da orelha que pede uma boa conversa.</p><p>O que motiva uma traição? E aí, será que dá mesmo para “prevenir” uma traição? </p>]]>
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      <title>No prato: é mesmo o que você quer comer - ou o que os outros comeriam com os olhos?</title>
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        <![CDATA[<p>A gente performa para tudo, até para comer. Quem nunca, num primeiro encontro, pediu algo mais 'refinado' ou mesmo uma porção menor para passar a impressão, ao outro, de ter bom gosto (ou até mesmo de comer pouco)? </p><p><br>Pois é. Pesquisadores chamam isso de “comer performativo”: adaptar nossas escolhas alimentares conforme quem está à mesa ou... quem pode ver a foto no Instagram. Comer nunca foi só matar a fome, alimentar; é também interação social, troca, pertencimento, construção de imagem e até… espetáculo.</p><p>Mas até que ponto essa encenação é saudável? Quando a foto do prato vale mais do que a companhia na mesa? Até onde vai a linha entre memória divertida e compulsão disfarçada de modinha? E, principalmente, será que a gente está escolhendo o que comer com base nas nossas preferências, no nosso paladar… ou com base no que, neste momento, as pessoas estão curtindo online?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A gente performa para tudo, até para comer. Quem nunca, num primeiro encontro, pediu algo mais 'refinado' ou mesmo uma porção menor para passar a impressão, ao outro, de ter bom gosto (ou até mesmo de comer pouco)? </p><p><br>Pois é. Pesquisadores chamam isso de “comer performativo”: adaptar nossas escolhas alimentares conforme quem está à mesa ou... quem pode ver a foto no Instagram. Comer nunca foi só matar a fome, alimentar; é também interação social, troca, pertencimento, construção de imagem e até… espetáculo.</p><p>Mas até que ponto essa encenação é saudável? Quando a foto do prato vale mais do que a companhia na mesa? Até onde vai a linha entre memória divertida e compulsão disfarçada de modinha? E, principalmente, será que a gente está escolhendo o que comer com base nas nossas preferências, no nosso paladar… ou com base no que, neste momento, as pessoas estão curtindo online?</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 10 Sep 2025 19:04:58 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Repetir roupa é o novo (velho) luxo | Interessa Podcast </title>
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        <![CDATA[<p>Esquece aquela história de que repetir roupa é sinal de falta de dinheiro, de guarda-roupas limitado. Hoje, o verdadeiro luxo é justamente usar quantas vezes quiser o mesmo modelito. Duvida? No último mês de julho, Kate Middleton, Princesa de Gales, após o diagnóstico de câncer, apareceu em compromissos oficiais como jantares de gala usando peças já vistas anteriormente. A imprensa, como o Pure People, destacou isso em matéria (!!!) como uma escolha consciente e elegante; slow fashion…</p><p><br></p><p>Repetir roupa, neste contexto, não é só questão de estilo, é demonstração de autoconfiança, inteligência e respeito pelo próprio bolso… Mas o que rolou para essa virada de chave? Por que a massa que sempre repetiu roupas (por outras questões, inclusive) nunca foi celebrada com o mesmo glamour? </p><p><br>Vem entender no Interessa.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Esquece aquela história de que repetir roupa é sinal de falta de dinheiro, de guarda-roupas limitado. Hoje, o verdadeiro luxo é justamente usar quantas vezes quiser o mesmo modelito. Duvida? No último mês de julho, Kate Middleton, Princesa de Gales, após o diagnóstico de câncer, apareceu em compromissos oficiais como jantares de gala usando peças já vistas anteriormente. A imprensa, como o Pure People, destacou isso em matéria (!!!) como uma escolha consciente e elegante; slow fashion…</p><p><br></p><p>Repetir roupa, neste contexto, não é só questão de estilo, é demonstração de autoconfiança, inteligência e respeito pelo próprio bolso… Mas o que rolou para essa virada de chave? Por que a massa que sempre repetiu roupas (por outras questões, inclusive) nunca foi celebrada com o mesmo glamour? </p><p><br>Vem entender no Interessa.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 09 Sep 2025 18:18:37 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Esquece aquela história de que repetir roupa é sinal de falta de dinheiro, de guarda-roupas limitado. Hoje, o verdadeiro luxo é justamente usar quantas vezes quiser o mesmo modelito. Duvida? No último mês de julho, Kate Middleton, Princesa de Gales, após o diagnóstico de câncer, apareceu em compromissos oficiais como jantares de gala usando peças já vistas anteriormente. A imprensa, como o Pure People, destacou isso em matéria (!!!) como uma escolha consciente e elegante; slow fashion…</p><p><br></p><p>Repetir roupa, neste contexto, não é só questão de estilo, é demonstração de autoconfiança, inteligência e respeito pelo próprio bolso… Mas o que rolou para essa virada de chave? Por que a massa que sempre repetiu roupas (por outras questões, inclusive) nunca foi celebrada com o mesmo glamour? </p><p><br>Vem entender no Interessa.</p>]]>
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      <title>Longevidade tem tudo a ver com a saúde dos pés!</title>
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        <![CDATA[<p>Quando a gente fala em cuidado com os pés, logo pensa em banho, secar entre os dedos, cortar as unhas e pronto. Mas já pensou que é importante fortalecê-los também?</p><p><br>Responsáveis por mobilidade e equilíbrio, os pés precisam de atenção extra - o que muitos só descobrem após uma lesão. Exercitar dedos e planta do pé pode prevenir problemas como fascite plantar e até reduzir o risco de quedas no envelhecimento (a fraqueza dos dedos dos pés é um dos principais fatores preditivos de quedas em idosos).</p><p>O calçado também faz diferença. Sapatos apertados ou chinelos sem tira traseira podem comprometer a mobilidade, causar dores e até deformações como os temidos joanetes e “dedos em martelo”. Quando os pés sofrem, não são só eles que reclamam: tornozelos, joelhos, quadris e até a lombar sentem o impacto.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 08 Sep 2025 18:55:06 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Coloca na agenda: 06/09 - A data mais safadinha do ano! Como celebrar o Dia do Sexo em grande estilo</title>
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      <podcast:season>91</podcast:season>
      <itunes:episode>414</itunes:episode>
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        <![CDATA[<p>O dia 6 de setembro pode até parecer só uma brincadeira com os números 6 e 9 (em referência a posição sexual), mas o “Dia do Sexo” vai bem além do trocadilho. Criado em 2008 por uma marca de preservativos, o que começou como ação de marketing acabou virando marco cultural tanto que, até hoje, a data aparece nas redes, nas campanhas, nas rodas de bar e, olha só, também aqui no Interessa.</p><p>O que nasceu no tom da piada ultrapassou o humor fácil e abriu espaço para conversas sérias: diversidade sexual, prazer feminino, consentimento e prevenção de ISTs. Ou seja, o “meia-nove” virou oportunidade de colocar o sexo no centro do debate público, não só como entretenimento. E convenhamos, falar sobre sexualidade é tão importante quanto vivê-la. O problema é que muita gente… só fala.</p><p>Então, como aproveitar a data pra, digamos, “tirar o atraso”?</p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O dia 6 de setembro pode até parecer só uma brincadeira com os números 6 e 9 (em referência a posição sexual), mas o “Dia do Sexo” vai bem além do trocadilho. Criado em 2008 por uma marca de preservativos, o que começou como ação de marketing acabou virando marco cultural tanto que, até hoje, a data aparece nas redes, nas campanhas, nas rodas de bar e, olha só, também aqui no Interessa.</p><p>O que nasceu no tom da piada ultrapassou o humor fácil e abriu espaço para conversas sérias: diversidade sexual, prazer feminino, consentimento e prevenção de ISTs. Ou seja, o “meia-nove” virou oportunidade de colocar o sexo no centro do debate público, não só como entretenimento. E convenhamos, falar sobre sexualidade é tão importante quanto vivê-la. O problema é que muita gente… só fala.</p><p>Então, como aproveitar a data pra, digamos, “tirar o atraso”?</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Mon, 08 Sep 2025 18:53:20 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O dia 6 de setembro pode até parecer só uma brincadeira com os números 6 e 9 (em referência a posição sexual), mas o “Dia do Sexo” vai bem além do trocadilho. Criado em 2008 por uma marca de preservativos, o que começou como ação de marketing acabou virando marco cultural tanto que, até hoje, a data aparece nas redes, nas campanhas, nas rodas de bar e, olha só, também aqui no Interessa.</p><p>O que nasceu no tom da piada ultrapassou o humor fácil e abriu espaço para conversas sérias: diversidade sexual, prazer feminino, consentimento e prevenção de ISTs. Ou seja, o “meia-nove” virou oportunidade de colocar o sexo no centro do debate público, não só como entretenimento. E convenhamos, falar sobre sexualidade é tão importante quanto vivê-la. O problema é que muita gente… só fala.</p><p>Então, como aproveitar a data pra, digamos, “tirar o atraso”?</p><p><br></p>]]>
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      <title>Entenda porque o seu pet pode te ajudar a garantir o match! | Interessa Podcast </title>
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        <![CDATA[<p>“O que garante que alguém que tem pet seja, de fato, uma boa parceria?” A provocação das jornalistas Flaviane Paixão e Isis Mota veio forte ("veio rude") durante a discussão desta pauta... "Vide o caso do assassino do gari, o Renê, que depois de atirar contra o trabalhador saiu para passear com os cães". Elas não estão erradas... o caso dele mostra que ter pet não é, automaticamente, sinônimo de gente bom caráter. </p><p>Mas, apesar de… o senso comum diz o contrário. Tanto que os pets dão, verdadeiramente, uma força na paquera. Foto com cachorro ou gato no perfil passa, para muitos, a imagem de carinho, cuidado e até sensibilidade. Quem nunca pensou “ah, se ele gosta de animais, deve ser uma boa pessoa"? Os números confirmam: segundo pesquisa do app Happn, de paquera, 58% dos brasileiros já curtiram alguém só por ter pet na foto. Entre mulheres de 26 a 35 anos, 40% disseram achar alguém muito mais atraente quando aparece ao lado de um bichinho. Além disso, 44% dos usuários acreditam que os pets ajudam a fortalecer vínculos, enquanto 31% confessaram que teriam dificuldade em se relacionar com quem não gosta de animais. </p><p>Os bichinhos viraram, literalmente, critério de seleção amorosa.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>“O que garante que alguém que tem pet seja, de fato, uma boa parceria?” A provocação das jornalistas Flaviane Paixão e Isis Mota veio forte ("veio rude") durante a discussão desta pauta... "Vide o caso do assassino do gari, o Renê, que depois de atirar contra o trabalhador saiu para passear com os cães". Elas não estão erradas... o caso dele mostra que ter pet não é, automaticamente, sinônimo de gente bom caráter. </p><p>Mas, apesar de… o senso comum diz o contrário. Tanto que os pets dão, verdadeiramente, uma força na paquera. Foto com cachorro ou gato no perfil passa, para muitos, a imagem de carinho, cuidado e até sensibilidade. Quem nunca pensou “ah, se ele gosta de animais, deve ser uma boa pessoa"? Os números confirmam: segundo pesquisa do app Happn, de paquera, 58% dos brasileiros já curtiram alguém só por ter pet na foto. Entre mulheres de 26 a 35 anos, 40% disseram achar alguém muito mais atraente quando aparece ao lado de um bichinho. Além disso, 44% dos usuários acreditam que os pets ajudam a fortalecer vínculos, enquanto 31% confessaram que teriam dificuldade em se relacionar com quem não gosta de animais. </p><p>Os bichinhos viraram, literalmente, critério de seleção amorosa.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 03 Sep 2025 19:07:18 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>“O que garante que alguém que tem pet seja, de fato, uma boa parceria?” A provocação das jornalistas Flaviane Paixão e Isis Mota veio forte ("veio rude") durante a discussão desta pauta... "Vide o caso do assassino do gari, o Renê, que depois de atirar contra o trabalhador saiu para passear com os cães". Elas não estão erradas... o caso dele mostra que ter pet não é, automaticamente, sinônimo de gente bom caráter. </p><p>Mas, apesar de… o senso comum diz o contrário. Tanto que os pets dão, verdadeiramente, uma força na paquera. Foto com cachorro ou gato no perfil passa, para muitos, a imagem de carinho, cuidado e até sensibilidade. Quem nunca pensou “ah, se ele gosta de animais, deve ser uma boa pessoa"? Os números confirmam: segundo pesquisa do app Happn, de paquera, 58% dos brasileiros já curtiram alguém só por ter pet na foto. Entre mulheres de 26 a 35 anos, 40% disseram achar alguém muito mais atraente quando aparece ao lado de um bichinho. Além disso, 44% dos usuários acreditam que os pets ajudam a fortalecer vínculos, enquanto 31% confessaram que teriam dificuldade em se relacionar com quem não gosta de animais. </p><p>Os bichinhos viraram, literalmente, critério de seleção amorosa.</p>]]>
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      <title>Menopausa precoce: as dificuldades enfrentadas por mulheres que param de menstruar antes dos 40 anos | Interessa Podcast </title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Há sete anos, a cantora, Naiara Azevedo, hoje aos 35 anos de idade, convive com a menopausa. Ondas de calor, insônia, alterações de humor e até ressecamento foram alguns dos sintomas que mudaram a rotina dela... quando a sertaneja tinha apenas 28 aninhos. Parece incomum a situação da artista mas, segundo a OMS, a menopausa precoce, que ocorre antes dos 40 anos, atinge 1 em cada 100 mulheres - e 1 em cada 1.000 antes dos 30.</p><p><br></p><p>A diferença entre a menopausa precoce e a 'natural' está só na idade: os sintomas são os mesmos. Mas então por que isso acontece com algumas mulheres e com outras não? </p><p>Isso é o que o Interessa Podcast buscou responder neste episódio. Confira! </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 02 Sep 2025 18:23:51 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Há sete anos, a cantora, Naiara Azevedo, hoje aos 35 anos de idade, convive com a menopausa. Ondas de calor, insônia, alterações de humor e até ressecamento foram alguns dos sintomas que mudaram a rotina dela... quando a sertaneja tinha apenas 28 aninhos. Parece incomum a situação da artista mas, segundo a OMS, a menopausa precoce, que ocorre antes dos 40 anos, atinge 1 em cada 100 mulheres - e 1 em cada 1.000 antes dos 30.</p><p><br></p><p>A diferença entre a menopausa precoce e a 'natural' está só na idade: os sintomas são os mesmos. Mas então por que isso acontece com algumas mulheres e com outras não? </p><p>Isso é o que o Interessa Podcast buscou responder neste episódio. Confira! </p>]]>
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      <title>Seu sorriso acompanha a sua idade cronológica ou está mais velho que você? | Interessa Podcast </title>
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        <![CDATA[<p>O rosto é o nosso cartão de apresentação, não é mesmo? Ninguém tem dúvidas de que um belo sorriso, num primeiro contato ou não, abre portas, aproxima pessoas e contagia as pessoas ao redor. Como anda, então, o seu cuidado com seus dentes considerando a importância deles - para além dessa função estética e social? Já pensou ter dentes de 60, 70 anos de idade aos 30? Essa realidade tem se tornado comum no Brasil e no mundo e o causador desse problema seria o combo vida moderna + estresse + bebidas ácidas. </p><p><br></p><p>Refrigerante, vinho, chá e até a famosa “água com limão em jejum”, conforme especialistas, corroem o esmalte e aceleram o envelhecimento da boca. Some a isso o bruxismo causado pela pressão / estresse do dia a dia (tempos modernos!) e você tem aí uma receita completa de sorriso cansado antes da hora.</p><p>Para além disso, é importante lembrar que embora muitos nem pensem a respeito, que os dentes envelhecem. O esmalte, com o passar dos anos, fica mais fino e escuro, os dentes se encurtam, mudam de posição… até caminham em direção ao centro da boca - o que ocorre por perda óssea, pressão da língua e hábitos como roer unha ou morder tampinha de caneta. Além disso, a partir dos 40 anos, a gengiva começa a se retrair, deixando as raízes à mostra e até a saliva envelhece. Logo, cuidar do sorriso vai muito além da escova. E o que inclui? Saiba no Interessa!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O rosto é o nosso cartão de apresentação, não é mesmo? Ninguém tem dúvidas de que um belo sorriso, num primeiro contato ou não, abre portas, aproxima pessoas e contagia as pessoas ao redor. Como anda, então, o seu cuidado com seus dentes considerando a importância deles - para além dessa função estética e social? Já pensou ter dentes de 60, 70 anos de idade aos 30? Essa realidade tem se tornado comum no Brasil e no mundo e o causador desse problema seria o combo vida moderna + estresse + bebidas ácidas. </p><p><br></p><p>Refrigerante, vinho, chá e até a famosa “água com limão em jejum”, conforme especialistas, corroem o esmalte e aceleram o envelhecimento da boca. Some a isso o bruxismo causado pela pressão / estresse do dia a dia (tempos modernos!) e você tem aí uma receita completa de sorriso cansado antes da hora.</p><p>Para além disso, é importante lembrar que embora muitos nem pensem a respeito, que os dentes envelhecem. O esmalte, com o passar dos anos, fica mais fino e escuro, os dentes se encurtam, mudam de posição… até caminham em direção ao centro da boca - o que ocorre por perda óssea, pressão da língua e hábitos como roer unha ou morder tampinha de caneta. Além disso, a partir dos 40 anos, a gengiva começa a se retrair, deixando as raízes à mostra e até a saliva envelhece. Logo, cuidar do sorriso vai muito além da escova. E o que inclui? Saiba no Interessa!</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 01 Sep 2025 18:51:06 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O rosto é o nosso cartão de apresentação, não é mesmo? Ninguém tem dúvidas de que um belo sorriso, num primeiro contato ou não, abre portas, aproxima pessoas e contagia as pessoas ao redor. Como anda, então, o seu cuidado com seus dentes considerando a importância deles - para além dessa função estética e social? Já pensou ter dentes de 60, 70 anos de idade aos 30? Essa realidade tem se tornado comum no Brasil e no mundo e o causador desse problema seria o combo vida moderna + estresse + bebidas ácidas. </p><p><br></p><p>Refrigerante, vinho, chá e até a famosa “água com limão em jejum”, conforme especialistas, corroem o esmalte e aceleram o envelhecimento da boca. Some a isso o bruxismo causado pela pressão / estresse do dia a dia (tempos modernos!) e você tem aí uma receita completa de sorriso cansado antes da hora.</p><p>Para além disso, é importante lembrar que embora muitos nem pensem a respeito, que os dentes envelhecem. O esmalte, com o passar dos anos, fica mais fino e escuro, os dentes se encurtam, mudam de posição… até caminham em direção ao centro da boca - o que ocorre por perda óssea, pressão da língua e hábitos como roer unha ou morder tampinha de caneta. Além disso, a partir dos 40 anos, a gengiva começa a se retrair, deixando as raízes à mostra e até a saliva envelhece. Logo, cuidar do sorriso vai muito além da escova. E o que inclui? Saiba no Interessa!</p>]]>
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      <title>Sonhos eróticos: o que seu inconsciente está tentando te contar? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Segundo a Associação Americana de Psicologia (via matéria publicada em O Globo), esses sonhos refletem energia sexual, desejo, intimidade emocional ou conexão com alguém... mas não devem ser encarados como previsões do futuro. Eles são produtos do nosso subconsciente, carregados de desejos, medos e experiências passadas, podendo aparecer de forma simbólica.</p><p>Sonhos eróticos funcionam como expressões de desejos - uma mente que sonha com sexo é uma mente vitalizada, energizada, cheia de intensidade, que PASME: nem sempre é sexual. Sabia? Simboliza a forma como o desejo se manifesta em outras áreas da vida.</p><p>Além disso, cada detalhe do sonho pode carregar mensagens diferentes: sonhar com abdômen indica possível infelicidade no amor; abraços aquecem a vida sexual; algemas alertam para perda de liberdade ou desejos reprimidos... enfim! Então, que tal prestar atenção aos sinais do seu inconsciente e pensar: como anda minha relação comigo e com quem eu amo?</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 29 Aug 2025 18:23:12 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>29 de agosto: Dia Nacional de Combate ao Fumo no Brasil</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O tabagismo não é “falta de vergonha na cara”, é doença. A dependência da nicotina é REAL, embora muitos desqualificam... bagunça o sistema de recompensa do cérebro e por isso o fumo se associa à sensação de prazer e alívio. O problema é que essa 'dose de dopamina' vêm com mais de 4,7 mil substâncias tóxicas, entre elas arsênio, chumbo e monóxido de carbono. </p><p>Segundo o INCA, 477 brasileiros morrem por dia vítimas do cigarro e derivados. E não é só cigarro, não: pod, vape e narguilé também entram no pacote. A OPAS lembra que mais de 8 milhões de pessoas morrem anualmente no undo por causa do tabaco, sendo 1 milhão de fumantes passivos (!!!).</p><p>O LENAD III (Levantamento Nacional de Álcool e Drogas), o mais recente, apontou que 26 milhões de pessoas no país usam nicotina, o que equivale a 15% da população. </p><p><br>Na sexta, 29 de agosto, celebra-se no Brasil o Dia Nacional de Combate ao Fumo. E vale refletirmos. Como a gente lida com esse vício que todo mundo julga mas pouca gente entende? </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O tabagismo não é “falta de vergonha na cara”, é doença. A dependência da nicotina é REAL, embora muitos desqualificam... bagunça o sistema de recompensa do cérebro e por isso o fumo se associa à sensação de prazer e alívio. O problema é que essa 'dose de dopamina' vêm com mais de 4,7 mil substâncias tóxicas, entre elas arsênio, chumbo e monóxido de carbono. </p><p>Segundo o INCA, 477 brasileiros morrem por dia vítimas do cigarro e derivados. E não é só cigarro, não: pod, vape e narguilé também entram no pacote. A OPAS lembra que mais de 8 milhões de pessoas morrem anualmente no undo por causa do tabaco, sendo 1 milhão de fumantes passivos (!!!).</p><p>O LENAD III (Levantamento Nacional de Álcool e Drogas), o mais recente, apontou que 26 milhões de pessoas no país usam nicotina, o que equivale a 15% da população. </p><p><br>Na sexta, 29 de agosto, celebra-se no Brasil o Dia Nacional de Combate ao Fumo. E vale refletirmos. Como a gente lida com esse vício que todo mundo julga mas pouca gente entende? </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 28 Aug 2025 19:25:54 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Adultos usando… chupeta! Fuga emocional, imaturidade ou só vontade de aparecer? | Interessa Podcast </title>
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        <![CDATA[<p>A “chupeta antiestresse” já virou febre em países como China e Estados Unidos e chegou com força ao Brasil (novidade! Por que será que a gente abraça tanto essas tendências?). Vendidas como acessório “estiloso” - algumas custando até 75 dólares, ou R$ 404, segundo o South China Morning Post -, a ideia é que, ao usar o bico, a pessoa consiga ter a ansiedade reduzida, parar de fumar e até melhorar o sono. Entre os usuários, especialmente da geração Z, a justificativa é simples: trazer de volta a sensação de segurança da infância em meio à vida caótica de adulto.</p><p>Só que a Sociedade Brasileira de Pediatria já alertou que o uso prolongado da chupeta atrapalha a mordida e a respiração nas crianças e, segundo Dr. Tang Caomin, ouvido também pelo periódico chinês - SCMP - nos adultos pode ter o mesmo efeito, além de, diferente do que a GEN Z afirma, prejudicar o sono e até gerar risco de sufocamento. Psicólogos ainda levantam outra bola: o modismo não seria um reflexo da resistência por parte dos adultos de <em>adultecer</em>? </p>]]>
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        <![CDATA[<p>A “chupeta antiestresse” já virou febre em países como China e Estados Unidos e chegou com força ao Brasil (novidade! Por que será que a gente abraça tanto essas tendências?). Vendidas como acessório “estiloso” - algumas custando até 75 dólares, ou R$ 404, segundo o South China Morning Post -, a ideia é que, ao usar o bico, a pessoa consiga ter a ansiedade reduzida, parar de fumar e até melhorar o sono. Entre os usuários, especialmente da geração Z, a justificativa é simples: trazer de volta a sensação de segurança da infância em meio à vida caótica de adulto.</p><p>Só que a Sociedade Brasileira de Pediatria já alertou que o uso prolongado da chupeta atrapalha a mordida e a respiração nas crianças e, segundo Dr. Tang Caomin, ouvido também pelo periódico chinês - SCMP - nos adultos pode ter o mesmo efeito, além de, diferente do que a GEN Z afirma, prejudicar o sono e até gerar risco de sufocamento. Psicólogos ainda levantam outra bola: o modismo não seria um reflexo da resistência por parte dos adultos de <em>adultecer</em>? </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 27 Aug 2025 18:39:19 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A “chupeta antiestresse” já virou febre em países como China e Estados Unidos e chegou com força ao Brasil (novidade! Por que será que a gente abraça tanto essas tendências?). Vendidas como acessório “estiloso” - algumas custando até 75 dólares, ou R$ 404, segundo o South China Morning Post -, a ideia é que, ao usar o bico, a pessoa consiga ter a ansiedade reduzida, parar de fumar e até melhorar o sono. Entre os usuários, especialmente da geração Z, a justificativa é simples: trazer de volta a sensação de segurança da infância em meio à vida caótica de adulto.</p><p>Só que a Sociedade Brasileira de Pediatria já alertou que o uso prolongado da chupeta atrapalha a mordida e a respiração nas crianças e, segundo Dr. Tang Caomin, ouvido também pelo periódico chinês - SCMP - nos adultos pode ter o mesmo efeito, além de, diferente do que a GEN Z afirma, prejudicar o sono e até gerar risco de sufocamento. Psicólogos ainda levantam outra bola: o modismo não seria um reflexo da resistência por parte dos adultos de <em>adultecer</em>? </p>]]>
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      <title>Tem que falar tudo para o psicólogo mesmo?</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Quando eu não contamos absolutamente tudo que vivemos durante a sessão de terapia, estamos sabotando a própria evolução e atrapalhando o tratamento. Faz sentido? Apesar de sim, esse filtro é mais comum do que a gente imagina e, geralmente, nasce de vergonha, medo de encarar certas situações ou até a ideia de que terapia é só para desabafar sobre problemas, deixando de lado assuntos que parecem “não tão importantes”. </p><p>Mas aí vem a pergunta: mais do que precisar… a gente deve? Pode?</p><p>Na prática, psicólogos trabalham sob um Código de Ética que garante sigilo absoluto. Ou seja, o medo de que o profissional vá espalhar o que foi dito não tem fundamento. Ainda assim, muitas pessoas demoram a criar confiança para se abrir completamente. Segundo uma pesquisa da American Psychological Association, cerca de 40% dos pacientes omitem informações relevantes nas primeiras sessões. </p><p>O que leva alguém a esconder ou maquiar partes da própria história na terapia? <br>Saiba no Interessa.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Quando eu não contamos absolutamente tudo que vivemos durante a sessão de terapia, estamos sabotando a própria evolução e atrapalhando o tratamento. Faz sentido? Apesar de sim, esse filtro é mais comum do que a gente imagina e, geralmente, nasce de vergonha, medo de encarar certas situações ou até a ideia de que terapia é só para desabafar sobre problemas, deixando de lado assuntos que parecem “não tão importantes”. </p><p>Mas aí vem a pergunta: mais do que precisar… a gente deve? Pode?</p><p>Na prática, psicólogos trabalham sob um Código de Ética que garante sigilo absoluto. Ou seja, o medo de que o profissional vá espalhar o que foi dito não tem fundamento. Ainda assim, muitas pessoas demoram a criar confiança para se abrir completamente. Segundo uma pesquisa da American Psychological Association, cerca de 40% dos pacientes omitem informações relevantes nas primeiras sessões. </p><p>O que leva alguém a esconder ou maquiar partes da própria história na terapia? <br>Saiba no Interessa.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 26 Aug 2025 19:07:45 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Quando eu não contamos absolutamente tudo que vivemos durante a sessão de terapia, estamos sabotando a própria evolução e atrapalhando o tratamento. Faz sentido? Apesar de sim, esse filtro é mais comum do que a gente imagina e, geralmente, nasce de vergonha, medo de encarar certas situações ou até a ideia de que terapia é só para desabafar sobre problemas, deixando de lado assuntos que parecem “não tão importantes”. </p><p>Mas aí vem a pergunta: mais do que precisar… a gente deve? Pode?</p><p>Na prática, psicólogos trabalham sob um Código de Ética que garante sigilo absoluto. Ou seja, o medo de que o profissional vá espalhar o que foi dito não tem fundamento. Ainda assim, muitas pessoas demoram a criar confiança para se abrir completamente. Segundo uma pesquisa da American Psychological Association, cerca de 40% dos pacientes omitem informações relevantes nas primeiras sessões. </p><p>O que leva alguém a esconder ou maquiar partes da própria história na terapia? <br>Saiba no Interessa.</p>]]>
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      <title>O que a geração Z e a vontade de transar no escritório tem em comum</title>
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        <![CDATA[<p>Por que essa coisa do crachá, do uniforme, de transar nesse ambiente corporativo desperta tanta fantasia no imaginário coletivo? O fetiche está ligado mais à figura de autoridade ou à submissão? Até que ponto a cultura pop e a pornografia moldam essa preferência? Quais as raízes desse fetiche? Há diferenças na percepção desse fetiche entre homens e mulheres?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Por que essa coisa do crachá, do uniforme, de transar nesse ambiente corporativo desperta tanta fantasia no imaginário coletivo? O fetiche está ligado mais à figura de autoridade ou à submissão? Até que ponto a cultura pop e a pornografia moldam essa preferência? Quais as raízes desse fetiche? Há diferenças na percepção desse fetiche entre homens e mulheres?</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 25 Aug 2025 18:33:01 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title> Agosto azul e vermelho: o que as pernas cansadas querem dizer? Os cuidados com a saúde vascular</title>
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        <![CDATA[<p>Sabe o que perna inchada e dor no peito têm em comum? MUITA COISA! E em alguns casos, essa ligação pode ser beeem grave. Desde 2021, além do dourado, agosto também ganhou as cores azul e vermelho para lembrar que cuidar da circulação é questão de vida. A campanha “Agosto Azul e Vermelho” foi criada para alertar sobre as doenças que afetam artérias, veias e vasos linfáticos - doenças essas que são responsáveis por um número expressivo de mortes no país. O azul representa o sangue venoso, com menor concentração de oxigênio; o vermelho, o sangue arterial, rico nesse gás vital.</p><p>Segundo a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular - Regional São Paulo (SBACV-SP), problemas como trombose, varizes, acidente vascular cerebral, linfedema, pé diabético e aneurisma da aorta abdominal estão por trás de cerca de 30% das mortes no Brasil - todas, relacionadas à saúde vascular! Muitas dessas condições evoluem de forma silenciosa e só são descobertas em estágios mais avançados, o que torna o diagnóstico precoce a melhor defesa.</p><p>Mas como prevenir tantos problemas diferentes que têm como pano de fundo a saúde vascular? Será que atitudes simples, como levantar-se com frequência no trabalho, caminhar durante o dia ou usar meias de compressão quando indicado, realmente fazem diferença? Quais sinais merecem mais atenção e indicam que algo não vai bem na sua circulação? E o mais importante: você já parou para pensar na saúde dos seus vasos e artérias?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Sabe o que perna inchada e dor no peito têm em comum? MUITA COISA! E em alguns casos, essa ligação pode ser beeem grave. Desde 2021, além do dourado, agosto também ganhou as cores azul e vermelho para lembrar que cuidar da circulação é questão de vida. A campanha “Agosto Azul e Vermelho” foi criada para alertar sobre as doenças que afetam artérias, veias e vasos linfáticos - doenças essas que são responsáveis por um número expressivo de mortes no país. O azul representa o sangue venoso, com menor concentração de oxigênio; o vermelho, o sangue arterial, rico nesse gás vital.</p><p>Segundo a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular - Regional São Paulo (SBACV-SP), problemas como trombose, varizes, acidente vascular cerebral, linfedema, pé diabético e aneurisma da aorta abdominal estão por trás de cerca de 30% das mortes no Brasil - todas, relacionadas à saúde vascular! Muitas dessas condições evoluem de forma silenciosa e só são descobertas em estágios mais avançados, o que torna o diagnóstico precoce a melhor defesa.</p><p>Mas como prevenir tantos problemas diferentes que têm como pano de fundo a saúde vascular? Será que atitudes simples, como levantar-se com frequência no trabalho, caminhar durante o dia ou usar meias de compressão quando indicado, realmente fazem diferença? Quais sinais merecem mais atenção e indicam que algo não vai bem na sua circulação? E o mais importante: você já parou para pensar na saúde dos seus vasos e artérias?</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 25 Aug 2025 18:29:13 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Sabe o que perna inchada e dor no peito têm em comum? MUITA COISA! E em alguns casos, essa ligação pode ser beeem grave. Desde 2021, além do dourado, agosto também ganhou as cores azul e vermelho para lembrar que cuidar da circulação é questão de vida. A campanha “Agosto Azul e Vermelho” foi criada para alertar sobre as doenças que afetam artérias, veias e vasos linfáticos - doenças essas que são responsáveis por um número expressivo de mortes no país. O azul representa o sangue venoso, com menor concentração de oxigênio; o vermelho, o sangue arterial, rico nesse gás vital.</p><p>Segundo a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular - Regional São Paulo (SBACV-SP), problemas como trombose, varizes, acidente vascular cerebral, linfedema, pé diabético e aneurisma da aorta abdominal estão por trás de cerca de 30% das mortes no Brasil - todas, relacionadas à saúde vascular! Muitas dessas condições evoluem de forma silenciosa e só são descobertas em estágios mais avançados, o que torna o diagnóstico precoce a melhor defesa.</p><p>Mas como prevenir tantos problemas diferentes que têm como pano de fundo a saúde vascular? Será que atitudes simples, como levantar-se com frequência no trabalho, caminhar durante o dia ou usar meias de compressão quando indicado, realmente fazem diferença? Quais sinais merecem mais atenção e indicam que algo não vai bem na sua circulação? E o mais importante: você já parou para pensar na saúde dos seus vasos e artérias?</p>]]>
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      <title>Por que as trajetórias não lineares são o futuro do trabalho | Interessa Podcast </title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>As mudanças são desafiadoras e precisam ser entendidas pelos colaboradores que querem se desenvolver profissionalmente. Para isso é preciso se entender, descobrir as próprias habilidades e capacidade de se adaptar. É que a evolução dos formatos de trabalho tem mudado, a cada dia, a concepção do que é carreira e exige dos profissionais novas estratégias. Atualmente tudo é muito dinâmico e aquela história de se fazer apenas carreira num único trabalho, profissão ou função não é mais a única opção. Ou seja, você pode ter uma carreira não-linear. Mas sabe o que é isso? O Interessa vai te explicar.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>As mudanças são desafiadoras e precisam ser entendidas pelos colaboradores que querem se desenvolver profissionalmente. Para isso é preciso se entender, descobrir as próprias habilidades e capacidade de se adaptar. É que a evolução dos formatos de trabalho tem mudado, a cada dia, a concepção do que é carreira e exige dos profissionais novas estratégias. Atualmente tudo é muito dinâmico e aquela história de se fazer apenas carreira num único trabalho, profissão ou função não é mais a única opção. Ou seja, você pode ter uma carreira não-linear. Mas sabe o que é isso? O Interessa vai te explicar.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 21 Aug 2025 19:00:30 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>A importância da educação sexual em tempos de adultização de crianças e adolescentes | Interessa Podcast </title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Você tem redes sociais? São abertas? E costuma postar fotos dos seus filhos, sobrinhos ou netos nelas? Pois é… você pode estar expondo, justamente, as pessoas mais importantes da sua vida a um risco real: a pedofilia - mas isso não é novidade, né? </p><p>Agora, o termo adultização, sim, está super em alta. A discussão sobre “adultização” infantil ganhou força nas redes na sexta-feira (8) e chegou ao Congresso depois que o youtuber Felca publicou um vídeo denunciando o influenciador Hytalo Santos por exploração sexual de menores. Segundo a Fundação Abrinq, adultização é quando crianças são expostas precocemente a comportamentos, responsabilidades e estímulos que deveriam pertencer apenas ao mundo adulto - e é claro que isso pode deixar marcas emocionais e psicológicas para sempre.</p><p>Essa é uma das razões pela qual é tão importante tratar da educação sexual. Ouça! </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Você tem redes sociais? São abertas? E costuma postar fotos dos seus filhos, sobrinhos ou netos nelas? Pois é… você pode estar expondo, justamente, as pessoas mais importantes da sua vida a um risco real: a pedofilia - mas isso não é novidade, né? </p><p>Agora, o termo adultização, sim, está super em alta. A discussão sobre “adultização” infantil ganhou força nas redes na sexta-feira (8) e chegou ao Congresso depois que o youtuber Felca publicou um vídeo denunciando o influenciador Hytalo Santos por exploração sexual de menores. Segundo a Fundação Abrinq, adultização é quando crianças são expostas precocemente a comportamentos, responsabilidades e estímulos que deveriam pertencer apenas ao mundo adulto - e é claro que isso pode deixar marcas emocionais e psicológicas para sempre.</p><p>Essa é uma das razões pela qual é tão importante tratar da educação sexual. Ouça! </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 20 Aug 2025 17:04:29 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Afinal: o que é dar um tempo no relacionamento? | Interessa Podcast </title>
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        <![CDATA[<p>Às vezes, o relacionamento está tão desgastado que está por um fio - só que ainda existe tanto afeto, tanta história… que a dúvida aparece: termina ou tenta mais uma vez? Nessa confusão de sentimentos, dar um tempo pode parecer a única saída possível. Um respiro. Mas será que ajuda?</p><p>Reorganizar o caos a dois pode ser quase impossível. Por isso, o afastamento pode funcionar como uma chance de reorganizar o pensamento individualmente. Só que tem gente que encara essa pausa como sentença final. Outros veem como uma oportunidade de autoconhecimento. E há quem enxergue como um teste: vale a pena seguir junto?</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 19 Aug 2025 18:16:38 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Celulite facial - o que é a condição que levou a internação da apresentadora Adriana Perroni?</title>
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        <![CDATA[<p>Quando a gente fala em celulite, logo pensa naquele aspecto de casca de laranja nas coxas, no bumbum... da pele furadinha, com excesso de gordura, flacidez. Quase nunca e quase ninguém vai imaginar que isso possa, talvez, acometer a pele... do rosto, não é mesmo? ‘Celulite facial’, será que existe isso? A resposta é sim - e é um problema sério.</p><p>O assunto veio à tona com a internação da jornalista Adriana Perroni, da Record, não pela primeira, mas pela segunda vez com esse diagnóstico. Diferente da celulite estética, essa é uma infecção bacteriana causada por microorganismos como <em>Streptococcus</em> ou <em>Staphylococcus aureus</em>, que penetram a pele por cortes, fissuras ou até picadas de inseto. A infecção pode se espalhar rapidamente e atingir camadas mais profundas da pele.</p><p>Considerada potencialmente grave, a celulite facial exige atenção e tratamento imediato. Se não for devidamente tratada, pode evoluir e até colocar a vida da pessoa em risco. Pode atingir mucosas como olhos e boca? Crianças podem ter? Como identificar os sintomas logo no início e buscar ajuda a tempo? Essa doença é contagiosa? Como é feito o diagnóstico? </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Quando a gente fala em celulite, logo pensa naquele aspecto de casca de laranja nas coxas, no bumbum... da pele furadinha, com excesso de gordura, flacidez. Quase nunca e quase ninguém vai imaginar que isso possa, talvez, acometer a pele... do rosto, não é mesmo? ‘Celulite facial’, será que existe isso? A resposta é sim - e é um problema sério.</p><p>O assunto veio à tona com a internação da jornalista Adriana Perroni, da Record, não pela primeira, mas pela segunda vez com esse diagnóstico. Diferente da celulite estética, essa é uma infecção bacteriana causada por microorganismos como <em>Streptococcus</em> ou <em>Staphylococcus aureus</em>, que penetram a pele por cortes, fissuras ou até picadas de inseto. A infecção pode se espalhar rapidamente e atingir camadas mais profundas da pele.</p><p>Considerada potencialmente grave, a celulite facial exige atenção e tratamento imediato. Se não for devidamente tratada, pode evoluir e até colocar a vida da pessoa em risco. Pode atingir mucosas como olhos e boca? Crianças podem ter? Como identificar os sintomas logo no início e buscar ajuda a tempo? Essa doença é contagiosa? Como é feito o diagnóstico? </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 19 Aug 2025 15:07:29 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Quando a gente fala em celulite, logo pensa naquele aspecto de casca de laranja nas coxas, no bumbum... da pele furadinha, com excesso de gordura, flacidez. Quase nunca e quase ninguém vai imaginar que isso possa, talvez, acometer a pele... do rosto, não é mesmo? ‘Celulite facial’, será que existe isso? A resposta é sim - e é um problema sério.</p><p>O assunto veio à tona com a internação da jornalista Adriana Perroni, da Record, não pela primeira, mas pela segunda vez com esse diagnóstico. Diferente da celulite estética, essa é uma infecção bacteriana causada por microorganismos como <em>Streptococcus</em> ou <em>Staphylococcus aureus</em>, que penetram a pele por cortes, fissuras ou até picadas de inseto. A infecção pode se espalhar rapidamente e atingir camadas mais profundas da pele.</p><p>Considerada potencialmente grave, a celulite facial exige atenção e tratamento imediato. Se não for devidamente tratada, pode evoluir e até colocar a vida da pessoa em risco. Pode atingir mucosas como olhos e boca? Crianças podem ter? Como identificar os sintomas logo no início e buscar ajuda a tempo? Essa doença é contagiosa? Como é feito o diagnóstico? </p>]]>
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      <title>Feliz em ver a parceria com outra pessoa? O nome disso é compersão </title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Tem gente que é tão, mas tão ciumenta, que só de imaginar que a parceria já viveu outro relacionamento - amando outra pessoa - já sente o rosto ferver.</p><p>A verdade é que dizer que nunca sentimos ciúmes dos nossos companheiros é uma baita falácia. Em um relacionamento, é natural que a gente se envolva tanto com a outra pessoa que só de pensar em perdê-la - ainda mais pra alguém - bate o medo. E é aí que o ciúme aparece.</p><p>Curiosamente, no meio desse turbilhão de sentimentos, frente ao mesmo contexto, existe também um conceito que vai na contramão: a <em>compersão</em>. Você já ouviu falar nisso?</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 18 Aug 2025 19:05:52 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Sem retorno às redes: gente que escolhe nem entrar </title>
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        <![CDATA[<p>"Nossa, você viu? Fulano excluiu o Instagram!" Quem nunca teceu esse tipo de comentário a respeito do comportamento de um conhecido, em tom apocalíptico, frente a decisão dele de deixar as redes sociais como se isso fosse, terminantemente, algo terrível e inimaginável numa era de conexões virtuais? </p><p>O que dizer, então, de quem opta por nunca nem sequer criar um login para um perfil no Facebook, no X, por exemplo? Quem não tem instalado no aparelho celular o famoso WhatsApp?</p><p>Recentemente, um jovem curitibano de 18 anos causou na internet após dar uma entrevista dizendo que não tem redes sociais. Tanto pela pouca idade (como assim, tão novo, não tem redes?)… quanto pela voz grave e jeito tranquilo - inclusive, no momento em que foi categórico ao dizer que não quer redes e não vê utilidade nisso. A propósito, provavelmente ele nem sabe que conquistou milhões de views na internet  (afinal, é justamente o ambiente em que ele não frequenta e nem faz questão de frequentar).</p><p>A decisão de viver fora das redes pode parecer radical para muitos, mas revela uma busca consciente por privacidade, tranquilidade e autonomia sobre o próprio tempo e bem-estar. No mundo em que tudo é compartilhado, escolher o silêncio digital vira, por si só, um manifesto. E por que algumas pessoas optam por não participar dessa lógica de exposição constante?</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 18 Aug 2025 19:05:16 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>“Amor é isso, sexo é aquilo”… Ainda se confunde sexo e sentimento? | Interessa Podcast </title>
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        <![CDATA[<p>"Amor é isso, sexo é aquilo”, como já cantarolava Rita Lee. Conceito super simples de ser compreendido, né? Ahãm, Cláudia. Senta lá.</p><p>A gente sabe mesmo diferenciar uma coisa da outra? Na teoria, parece fácil separar o desejo carnal de um sentimento mais profundo. Na prática, a coisa muda. Aquela química insana, os encontros que viram rotina, a carência que bate junto com a libido... tudo isso vai criando um pensamento muito confuso, onde muita gente se vê envolvida emocionalmente por algo que, a princípio, era só física. É absolutamente possível se apaixonar pelo sexo de alguém? O corpo também tem memória afetiva: prazer intenso + confiança + regularidade = apego. E talvez por isso, tamanho dilema. Por que tanta gente tem dificuldade para separar sexo de sentimento? </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 12 Aug 2025 19:07:20 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>O hype do “morango do amor” e os riscos para os dentes | Interessa Podcast </title>
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        <![CDATA[<p>Morango fresco, coberto por brigadeiro branco, envolto em uma casquinha de caramelo crocante: eis aí, com essa receita simples, o hypado “morango do amor”. A sobremesa virou hit nas redes e nas vitrines das confeitarias. Celebridades, chefs e influenciadores se renderam ao doce, que mistura sabor, estética e nostalgia. O que poucos falam e mostram, entretanto, é que o doce também pode ser o maior inimigo da saúde bucal. </p><p>O próprio Conselho Federal de Odontologia soltou um alerta: a combinação açúcar em excesso e textura dura e pegajosa pode causar fraturas nos dentes, cáries, inflamações gengivais e até a perda de próteses e facetas. Nas redes, não faltam relatos de acidentes com lentes de contato dental e contenções arrancadas ao morder o caramelo. E quem usa aparelho ortodôntico ou já passou por procedimentos estéticos, será que pode consumir o tal morango? Ou deve evitar o consumo desse tipo de doce?</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 12 Aug 2025 19:05:14 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Resgatar a própria essência: quando a gente se perde de si | Interessa Podcast </title>
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        <![CDATA[<p>Tem hora que a vida vira de ponta-cabeça. Pode ser um luto, uma separação, uma sobrecarga no trabalho ou em casa... De repente, tudo o que era familiar desaparece e a gente se vê obrigado a recalcular a rota. Só que, no meio do caos, a fim de colocar tudo em ordem à nossa volta, por fora, esquecemos de ouvir a parte de dentro. Atropelamos vontades, calamos a intuição, tentamos cumprir expectativas até que, sem perceber, já não sabemos mais quem somos.</p><p>Essa desconexão com a nossa essência nem sempre vem de um grande baque. Às vezes, começa lá atrás: na forma como fomos criados, nas regras e nos padrões que nos foram impostos, nos “tem que” da vida. A gente aprende a silenciar o que sente. Só que viver longe de si não afeta só a alma, como mexe com o corpo, com os hormônios, com a autoestima e com os nossos vínculos mais íntimos.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 12 Aug 2025 19:04:00 +0000</pubDate>
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      <title>Agosto Dourado: mês do aleitamento materno | Interessa Podcast </title>
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        <![CDATA[<p>Especialistas reforçam a importância da amamentação para a saúde do bebê e da mãe, além do vínculo, proteção e afeto. Mas, quando não é  possível amamentar, é preciso acolhimento e informação, não culpa.</p><p>O mês de agosto é simbolizado pela cor dourada em alusão ao padrão-ouro do alimento que salva vidas: o leite materno. Promovido por campanhas de conscientização, o Agosto Dourado busca reforçar a importância do aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida e continuado até dois anos ou mais. Além da nutrição, a amamentação traz benefícios emocionais, imunológicos e sociais tanto para o bebê quanto para a mãe. Mas nem sempre esse processo é simples e, em alguns casos, pode ser inviável. Nestes momentos, mais do que julgamento, o que as mães precisam é apoio.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 12 Aug 2025 19:03:09 +0000</pubDate>
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      <title>Mankeeping: mulheres estão cada vez mais cansadas de cuidar dos homens | Interessa Podcast </title>
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      <itunes:title>Mankeeping: mulheres estão cada vez mais cansadas de cuidar dos homens | Interessa Podcast </itunes:title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Relacionamentos desequilibrados, disfuncionais, onde só um lado se esforça genuinamente para que as coisas fiquem bem não são novidade, mas agora têm nome. O conceito de mankeeping vem ganhando espaço nas discussões sobre afeto, gênero e saúde mental, ao revelar uma dinâmica silenciosa, porém desgastante, vivida por muitas mulheres.</p><p>Criado e cunhado pela pesquisadora Angelica Puzio Ferrara, pós-doutoranda no The Clayman Institute for Gender Research da Universidade de Stanford, o termo define o trabalho emocional e social que as mulheres realizam para manter os homens “funcionando” dentro e fora do relacionamento. Envolve desde apoiar emocionalmente o parceiro, mediar conflitos familiares e manter a vida social do casal ativa até ocupar o papel de única fonte de apoio dele - e caras, como assim? Com quem você pode conversar sobre o que está acontecendo na sua vida?</p><p>Algumas mulheres podem gastar várias horas por semana nessa função invisível. A pesquisa foi publicada na Psychology of Men and Masculinities, reforçando que esse tipo de desgaste não é individual, é estrutural.</p><p><br>Como isso se manifesta? Lembrar compromissos do parceiro, ser a única fonte de escuta e suporte emocional, estar sempre disponível enquanto suas próprias dores ficam em segundo plano. E o que essas mulheres fazem ao perceber que estão mais sobrecarregadas do que cuidadas? </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Relacionamentos desequilibrados, disfuncionais, onde só um lado se esforça genuinamente para que as coisas fiquem bem não são novidade, mas agora têm nome. O conceito de mankeeping vem ganhando espaço nas discussões sobre afeto, gênero e saúde mental, ao revelar uma dinâmica silenciosa, porém desgastante, vivida por muitas mulheres.</p><p>Criado e cunhado pela pesquisadora Angelica Puzio Ferrara, pós-doutoranda no The Clayman Institute for Gender Research da Universidade de Stanford, o termo define o trabalho emocional e social que as mulheres realizam para manter os homens “funcionando” dentro e fora do relacionamento. Envolve desde apoiar emocionalmente o parceiro, mediar conflitos familiares e manter a vida social do casal ativa até ocupar o papel de única fonte de apoio dele - e caras, como assim? Com quem você pode conversar sobre o que está acontecendo na sua vida?</p><p>Algumas mulheres podem gastar várias horas por semana nessa função invisível. A pesquisa foi publicada na Psychology of Men and Masculinities, reforçando que esse tipo de desgaste não é individual, é estrutural.</p><p><br>Como isso se manifesta? Lembrar compromissos do parceiro, ser a única fonte de escuta e suporte emocional, estar sempre disponível enquanto suas próprias dores ficam em segundo plano. E o que essas mulheres fazem ao perceber que estão mais sobrecarregadas do que cuidadas? </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 12 Aug 2025 19:01:38 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Relacionamentos desequilibrados, disfuncionais, onde só um lado se esforça genuinamente para que as coisas fiquem bem não são novidade, mas agora têm nome. O conceito de mankeeping vem ganhando espaço nas discussões sobre afeto, gênero e saúde mental, ao revelar uma dinâmica silenciosa, porém desgastante, vivida por muitas mulheres.</p><p>Criado e cunhado pela pesquisadora Angelica Puzio Ferrara, pós-doutoranda no The Clayman Institute for Gender Research da Universidade de Stanford, o termo define o trabalho emocional e social que as mulheres realizam para manter os homens “funcionando” dentro e fora do relacionamento. Envolve desde apoiar emocionalmente o parceiro, mediar conflitos familiares e manter a vida social do casal ativa até ocupar o papel de única fonte de apoio dele - e caras, como assim? Com quem você pode conversar sobre o que está acontecendo na sua vida?</p><p>Algumas mulheres podem gastar várias horas por semana nessa função invisível. A pesquisa foi publicada na Psychology of Men and Masculinities, reforçando que esse tipo de desgaste não é individual, é estrutural.</p><p><br>Como isso se manifesta? Lembrar compromissos do parceiro, ser a única fonte de escuta e suporte emocional, estar sempre disponível enquanto suas próprias dores ficam em segundo plano. E o que essas mulheres fazem ao perceber que estão mais sobrecarregadas do que cuidadas? </p>]]>
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      <title>O que você nunca fez no sexo e gostaria de fazer? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p><br>Não tem manual, não tem roteiro - ou, pelo menos, não deveria. O sexo é uma jornada que vai mudando com o tempo e o que era tabu ontem pode virar curiosidade hoje, uma nova experiência. Explorar a sexualidade pode (e deve!) ser leve, livre de culpa, e, principalmente, sem pressa.</p><p><br>E o cardápio de possibilidades é vasto. Vai desde o uso de brinquedos eróticos (o sugador clitoriano, por exemplo) até fantasias, fetiches e práticas menos convencionais, como o sexo tântrico ou anal. Trocar de ambiente, testar o sexo virtual ou apenas resgatar o toque sem pressa também aparecem como formas de reinventar o desejo e aprofundar a conexão com o outro. Já tentou algum desses? </p><p>Claro que nem sempre é simples falar sobre isso - muitos sentem vergonha, tem receio de julgamento, insegurança com o próprio corpo... isso pesa. Mas dá pra quebrar esse gelo aos poucos com mais afeto e informação! A pergunta que fica é: o que está na sua lista de desejos não realizados?</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 12 Aug 2025 19:00:18 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>BH agora tem dia de prevenção e combate ao diabetes  | Interessa Podcast </title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Vinte e seis de junho agora marca, oficialmente, o Dia Municipal de Prevenção e Combate ao Diabetes em Belo Horizonte. A data é um convite a consciência coletiva sobre a doença que já afeta mais de 13 milhões de pessoas no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes. A ideia é informar, prevenir e apoiar quem convive com o diagnóstico por meio de campanhas educativas, incentivo à mudança de hábitos e, claro, políticas públicas que garantam acesso a tratamento digno.</p><p><br></p><p>Aproveitando a recente vigência da lei, o Interessa tratou dos principais tipos de diabetes neste episódio a fim de entender: a doença pode se manifestar em qualquer indivíduo, de qualquer idade ou existem aqueles vulneráveis - e por que são? O diabetes tipo 2, ligado principalmente ao estilo de vida, representa cerca de 90% dos casos e, muitas vezes, chega sem grandes alertas. Já o pré-diabetes pode ser revertido, mas metade das pessoas com o diagnóstico acaba evoluindo para a doença. No caso da gestação, o controle ainda é mais delicado e exige atenção redobrada. Sem falar nos casos menos falados, como o LADA (condição que acomete os adultos e caracteriza-se pela destruição de células pancreáticas devido ao desenvolvimento de um processo autoimune do organismo), que também merece visibilidade.</p><p>Vem entender! </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Vinte e seis de junho agora marca, oficialmente, o Dia Municipal de Prevenção e Combate ao Diabetes em Belo Horizonte. A data é um convite a consciência coletiva sobre a doença que já afeta mais de 13 milhões de pessoas no Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes. A ideia é informar, prevenir e apoiar quem convive com o diagnóstico por meio de campanhas educativas, incentivo à mudança de hábitos e, claro, políticas públicas que garantam acesso a tratamento digno.</p><p><br></p><p>Aproveitando a recente vigência da lei, o Interessa tratou dos principais tipos de diabetes neste episódio a fim de entender: a doença pode se manifestar em qualquer indivíduo, de qualquer idade ou existem aqueles vulneráveis - e por que são? O diabetes tipo 2, ligado principalmente ao estilo de vida, representa cerca de 90% dos casos e, muitas vezes, chega sem grandes alertas. Já o pré-diabetes pode ser revertido, mas metade das pessoas com o diagnóstico acaba evoluindo para a doença. No caso da gestação, o controle ainda é mais delicado e exige atenção redobrada. Sem falar nos casos menos falados, como o LADA (condição que acomete os adultos e caracteriza-se pela destruição de células pancreáticas devido ao desenvolvimento de um processo autoimune do organismo), que também merece visibilidade.</p><p>Vem entender! </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 12 Aug 2025 18:59:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Agosto Dourado: mês do aleitamento materno</title>
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        <![CDATA[<p>Especialistas reforçam a importância da amamentação para a saúde do bebê e da mãe, além do vínculo, proteção e afeto. Mas, quando não é  possível amamentar, é preciso acolhimento e informação, não culpa.</p><p>O mês de agosto é simbolizado pela cor dourada em alusão ao padrão-ouro do alimento que salva vidas: o leite materno. Promovido por campanhas de conscientização, o Agosto Dourado busca reforçar a importância do aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida e continuado até dois anos ou mais. Além da nutrição, a amamentação traz benefícios emocionais, imunológicos e sociais tanto para o bebê quanto para a mãe. Mas nem sempre esse processo é simples e, em alguns casos, pode ser inviável. Nestes momentos, mais do que julgamento, o que as mães precisam é apoio.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 06 Aug 2025 20:19:38 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Especialistas reforçam a importância da amamentação para a saúde do bebê e da mãe, além do vínculo, proteção e afeto. Mas, quando não é  possível amamentar, é preciso acolhimento e informação, não culpa.</p><p>O mês de agosto é simbolizado pela cor dourada em alusão ao padrão-ouro do alimento que salva vidas: o leite materno. Promovido por campanhas de conscientização, o Agosto Dourado busca reforçar a importância do aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida e continuado até dois anos ou mais. Além da nutrição, a amamentação traz benefícios emocionais, imunológicos e sociais tanto para o bebê quanto para a mãe. Mas nem sempre esse processo é simples e, em alguns casos, pode ser inviável. Nestes momentos, mais do que julgamento, o que as mães precisam é apoio.</p>]]>
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      <title> Resgatar a própria essência: quando a gente se perde de si</title>
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        <![CDATA[<p>Tem hora que a vida vira de ponta-cabeça. Pode ser um luto, uma separação, uma sobrecarga no trabalho ou em casa... De repente, tudo o que era familiar desaparece e a gente se vê obrigado a recalcular a rota. Só que, no meio do caos, a fim de colocar tudo em ordem à nossa volta, por fora, esquecemos de ouvir a parte de dentro. Atropelamos vontades, calamos a intuição, tentamos cumprir expectativas até que, sem perceber, já não sabemos mais quem somos.</p><p>Essa desconexão com a nossa essência nem sempre vem de um grande baque. Às vezes, começa lá atrás: na forma como fomos criados, nas regras e nos padrões que nos foram impostos, nos “tem que” da vida. A gente aprende a silenciar o que sente. Só que viver longe de si não afeta só a alma, como mexe com o corpo, com os hormônios, com a autoestima e com os nossos vínculos mais íntimos.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 06 Aug 2025 18:27:25 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>O hype do “morango do amor” e os riscos para os dentes </title>
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        <![CDATA[<p><br>Morango fresco, coberto por brigadeiro branco, envolto em uma casquinha de caramelo crocante: eis aí, com essa receita simples, o hypado “morango do amor”. A sobremesa virou hit nas redes e nas vitrines das confeitarias. Celebridades, chefs e influenciadores se renderam ao doce, que mistura sabor, estética e nostalgia. O que poucos falam e mostram, entretanto, é que o doce também pode ser o maior inimigo da saúde bucal. </p><p>O próprio Conselho Federal de Odontologia soltou um alerta: a combinação açúcar em excesso e textura dura e pegajosa pode causar fraturas nos dentes, cáries, inflamações gengivais e até a perda de próteses e facetas. Nas redes, não faltam relatos de acidentes com lentes de contato dental e contenções arrancadas ao morder o caramelo. E quem usa aparelho ortodôntico ou já passou por procedimentos estéticos, será que pode consumir o tal morango? Ou deve evitar o consumo desse tipo de doce?</p><p>Confira neste episódio do Interessa!</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 05 Aug 2025 19:04:06 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Calma: respira!</title>
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        <![CDATA[<p>Respirar é automático, mas e se a gente dissesse que, se feito com intenção, isso pode transformar a sua saúde mental? Pois é, trata-se do breathwork, ou “trabalho respiratório”, uma técnica que usa a respiração consciente como ferramenta poderosa para aliviar ansiedade, equilibrar emoções e até ajudar no sono. </p><p>A terapeuta Yone Fonseca, especialista no assunto, afirma que é possível alcançar bem-estar e longevidade apenas respirando de forma diferente. Aliás, isso pode parecer simples, mas não é. Até porque a gente chega ao mundo sem nem saber respirar direito e pelo visto passa a vida toda achando que ok, é só isso mesmo.</p><p>Ficou curioso? Dá play aí e confere esse papo na íntegra!</p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Respirar é automático, mas e se a gente dissesse que, se feito com intenção, isso pode transformar a sua saúde mental? Pois é, trata-se do breathwork, ou “trabalho respiratório”, uma técnica que usa a respiração consciente como ferramenta poderosa para aliviar ansiedade, equilibrar emoções e até ajudar no sono. </p><p>A terapeuta Yone Fonseca, especialista no assunto, afirma que é possível alcançar bem-estar e longevidade apenas respirando de forma diferente. Aliás, isso pode parecer simples, mas não é. Até porque a gente chega ao mundo sem nem saber respirar direito e pelo visto passa a vida toda achando que ok, é só isso mesmo.</p><p>Ficou curioso? Dá play aí e confere esse papo na íntegra!</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Thu, 31 Jul 2025 14:48:07 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Respirar é automático, mas e se a gente dissesse que, se feito com intenção, isso pode transformar a sua saúde mental? Pois é, trata-se do breathwork, ou “trabalho respiratório”, uma técnica que usa a respiração consciente como ferramenta poderosa para aliviar ansiedade, equilibrar emoções e até ajudar no sono. </p><p>A terapeuta Yone Fonseca, especialista no assunto, afirma que é possível alcançar bem-estar e longevidade apenas respirando de forma diferente. Aliás, isso pode parecer simples, mas não é. Até porque a gente chega ao mundo sem nem saber respirar direito e pelo visto passa a vida toda achando que ok, é só isso mesmo.</p><p>Ficou curioso? Dá play aí e confere esse papo na íntegra!</p><p><br></p>]]>
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      <title>Pais desnecessários, filhos independentes</title>
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        <![CDATA[<p>Criar filhos para o mundo. Todo pai e mãe já disse isso em algum momento da vida ou pelo menos pensou a respeito. Vê-los tornando-se adultos autônomos, capazes de tomar decisões, bancar escolhas e viver bem por conta própria. Mas será que a gente está mesmo pronto pra não ser mais necessário? Quando os filhos crescem, fazem suas escolhas, vão embora... o que sobra da função de cuidar? O que sobra de nós? Medo de ser deixado de lado, de não ter mais função. Ao criar filhos independentes, será que pais e mães também estão preparados para a própria independência?</p><p><br></p><p>A escritora Lina Valléria, autora da obra de nome "Pais desnecessários, filhos independentes", que inspirou este episódio, responde ao questionamento. Confira!</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 30 Jul 2025 13:42:58 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Masturbação: as vantagens de se fazer sozinho e as de fazer juntos</title>
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      <pubDate>Fri, 25 Jul 2025 20:22:26 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Orgasmo feminino: por que tantas mulheres demoram a descobri-lo? </title>
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      <pubDate>Fri, 04 Jul 2025 19:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Personagens criados com IA: qual o limite entre real e virtual?</title>
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      <pubDate>Wed, 02 Jul 2025 20:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Puxa-saco: bajulação ou estratégia? O que está por trás desse comportamento?</title>
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      <pubDate>Tue, 01 Jul 2025 14:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Sexta-feira 13: ao menos 13 razões para transar nesta sexta</title>
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      <pubDate>Fri, 13 Jun 2025 01:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>É hoje ou nunca! No dia dos namorados, o que falta para assumir?</title>
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      <pubDate>Thu, 12 Jun 2025 01:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Dia Nacional da Imunização (09/06): a importância da prevenção</title>
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      <pubDate>Mon, 09 Jun 2025 19:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Boy Mucilon: transar com novinho é mais gostoso?</title>
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      <pubDate>Fri, 06 Jun 2025 19:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Balada na boate acabou? | Interessa Podcast</title>
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      <pubDate>Thu, 05 Jun 2025 19:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Até que o boleto nos separe! | Interessa Podcast</title>
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      <title>A miopia está crescendo, você sabe por quê? | Interessa Podcast </title>
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        <![CDATA[<p>Olha só que dado curioso - e igualmente assustador: até 2050, estima-se que mais da metade da população mundial possa ser míope (informação da Organização Mundial da Saúde, a OMS, tá?).</p><p>E mais: 10% desses casos podem evoluir para alta miopia, com risco real de perda visual irreversível. O que teria contribuído para esse cenário alarmante? Bom… em boa parte, a nossa rotina que já há algum tempo se resume a ‘olhos grudados em telas’. E por acaso tem como ficar livre disso? Não, né? Pois é.</p><p>Só que ó: não precisa desesperar. No Interessa desta segunda-feira (02) a médica oftalmologista, Dra. Mariana Amaranto, que é especialista em retina e vítreo, para além de explicar porque a miopia está se tornando uma questão de saúde pública, ensinou a bancada feminina do Interessa e a audiência o que é necessário fazer para cuidar da visão e evitar danos maiores.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Olha só que dado curioso - e igualmente assustador: até 2050, estima-se que mais da metade da população mundial possa ser míope (informação da Organização Mundial da Saúde, a OMS, tá?).</p><p>E mais: 10% desses casos podem evoluir para alta miopia, com risco real de perda visual irreversível. O que teria contribuído para esse cenário alarmante? Bom… em boa parte, a nossa rotina que já há algum tempo se resume a ‘olhos grudados em telas’. E por acaso tem como ficar livre disso? Não, né? Pois é.</p><p>Só que ó: não precisa desesperar. No Interessa desta segunda-feira (02) a médica oftalmologista, Dra. Mariana Amaranto, que é especialista em retina e vítreo, para além de explicar porque a miopia está se tornando uma questão de saúde pública, ensinou a bancada feminina do Interessa e a audiência o que é necessário fazer para cuidar da visão e evitar danos maiores.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 02 Jun 2025 19:44:33 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O Tempo </author>
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        <![CDATA[<p>Olha só que dado curioso - e igualmente assustador: até 2050, estima-se que mais da metade da população mundial possa ser míope (informação da Organização Mundial da Saúde, a OMS, tá?).</p><p>E mais: 10% desses casos podem evoluir para alta miopia, com risco real de perda visual irreversível. O que teria contribuído para esse cenário alarmante? Bom… em boa parte, a nossa rotina que já há algum tempo se resume a ‘olhos grudados em telas’. E por acaso tem como ficar livre disso? Não, né? Pois é.</p><p>Só que ó: não precisa desesperar. No Interessa desta segunda-feira (02) a médica oftalmologista, Dra. Mariana Amaranto, que é especialista em retina e vítreo, para além de explicar porque a miopia está se tornando uma questão de saúde pública, ensinou a bancada feminina do Interessa e a audiência o que é necessário fazer para cuidar da visão e evitar danos maiores.</p>]]>
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      <itunes:keywords>miopia, visão, oftalmologista </itunes:keywords>
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      <title>O número mágico do sexo: saiba a frequência ideal de sexo para evitar depressão | Interessa Podcast </title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Uma pesquisa recente publicada no <em>Journal of Psychosexual Health</em> revelou que manter relações sexuais entre 52 e 103 vezes por ano — ou seja, de uma a duas vezes por semana — pode reduzir significativamente os riscos de depressão e melhorar a saúde cardiovascular, especialmente em homens. Além disso, o estudo indicou que mulheres que fazem sexo menos de uma vez por semana têm um risco 70% maior de mortalidade em um período de cinco anos, em comparação com aquelas que mantêm uma vida sexual mais ativa .</p><p>Mas será que existe mesmo um "número mágico" para a frequência sexual?  O terapeuta sexual, Fernando Raví, responde no Interessa Podcast! </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Uma pesquisa recente publicada no <em>Journal of Psychosexual Health</em> revelou que manter relações sexuais entre 52 e 103 vezes por ano — ou seja, de uma a duas vezes por semana — pode reduzir significativamente os riscos de depressão e melhorar a saúde cardiovascular, especialmente em homens. Além disso, o estudo indicou que mulheres que fazem sexo menos de uma vez por semana têm um risco 70% maior de mortalidade em um período de cinco anos, em comparação com aquelas que mantêm uma vida sexual mais ativa .</p><p>Mas será que existe mesmo um "número mágico" para a frequência sexual?  O terapeuta sexual, Fernando Raví, responde no Interessa Podcast! </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 30 May 2025 18:56:43 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O Tempo </author>
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        <![CDATA[<p>Uma pesquisa recente publicada no <em>Journal of Psychosexual Health</em> revelou que manter relações sexuais entre 52 e 103 vezes por ano — ou seja, de uma a duas vezes por semana — pode reduzir significativamente os riscos de depressão e melhorar a saúde cardiovascular, especialmente em homens. Além disso, o estudo indicou que mulheres que fazem sexo menos de uma vez por semana têm um risco 70% maior de mortalidade em um período de cinco anos, em comparação com aquelas que mantêm uma vida sexual mais ativa .</p><p>Mas será que existe mesmo um "número mágico" para a frequência sexual?  O terapeuta sexual, Fernando Raví, responde no Interessa Podcast! </p>]]>
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      <title>Elas preferem os novinhos. Por que estas relações ainda são tão estigmatizadas? | Interessa Podcast </title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Por que ainda soa "estranho" para tanta gente quando uma mulher mais velha se relaciona com um homem mais novo? A peça <em>Matilde</em>, em cartaz com Malu Valle (entrevistada do dia no Interessa Podcast!) e Ivan Mendes, nos provoca a refletir sobre essa pergunta. No espetáculo, uma mulher de 60 anos vê sua vida virar do avesso ao dividir o apartamento com um ator de 36. Com leveza e humor, a história levanta temas urgentes como etarismo, sexualidade na maturidade e relações intergeracionais, sempre a partir do olhar feminino.</p><p>Ainda vivemos em uma sociedade que naturaliza a relação entre homens mais velhos e mulheres jovens, mas enxerga com estranhamento quando os papéis se invertem. De onde vem esse estigma? Que tipo de tabu está sendo reforçado quando julgamos essas relações? O que esses preconceitos revelam sobre a forma como tratamos o desejo, a autonomia e o envelhecimento feminino? <br> <br>Ouça neste episódio POTENTE! </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Por que ainda soa "estranho" para tanta gente quando uma mulher mais velha se relaciona com um homem mais novo? A peça <em>Matilde</em>, em cartaz com Malu Valle (entrevistada do dia no Interessa Podcast!) e Ivan Mendes, nos provoca a refletir sobre essa pergunta. No espetáculo, uma mulher de 60 anos vê sua vida virar do avesso ao dividir o apartamento com um ator de 36. Com leveza e humor, a história levanta temas urgentes como etarismo, sexualidade na maturidade e relações intergeracionais, sempre a partir do olhar feminino.</p><p>Ainda vivemos em uma sociedade que naturaliza a relação entre homens mais velhos e mulheres jovens, mas enxerga com estranhamento quando os papéis se invertem. De onde vem esse estigma? Que tipo de tabu está sendo reforçado quando julgamos essas relações? O que esses preconceitos revelam sobre a forma como tratamos o desejo, a autonomia e o envelhecimento feminino? <br> <br>Ouça neste episódio POTENTE! </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 30 May 2025 18:55:27 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O Tempo </author>
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        <![CDATA[<p>Por que ainda soa "estranho" para tanta gente quando uma mulher mais velha se relaciona com um homem mais novo? A peça <em>Matilde</em>, em cartaz com Malu Valle (entrevistada do dia no Interessa Podcast!) e Ivan Mendes, nos provoca a refletir sobre essa pergunta. No espetáculo, uma mulher de 60 anos vê sua vida virar do avesso ao dividir o apartamento com um ator de 36. Com leveza e humor, a história levanta temas urgentes como etarismo, sexualidade na maturidade e relações intergeracionais, sempre a partir do olhar feminino.</p><p>Ainda vivemos em uma sociedade que naturaliza a relação entre homens mais velhos e mulheres jovens, mas enxerga com estranhamento quando os papéis se invertem. De onde vem esse estigma? Que tipo de tabu está sendo reforçado quando julgamos essas relações? O que esses preconceitos revelam sobre a forma como tratamos o desejo, a autonomia e o envelhecimento feminino? <br> <br>Ouça neste episódio POTENTE! </p>]]>
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      <itunes:keywords>etarismo, sexo, sexualidade, idade, mulher</itunes:keywords>
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      <title>Pensão alimentícia não é ajuda, é direito | Interessa Podcast </title>
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      <description>
        <![CDATA[<p><br>A pensão alimentícia ainda é, muitas vezes, tratada como um “favor” ou uma “ajuda” - quando, na verdade, é um direito legal da criança ou do adolescente. O tema voltou à tona após a exibição de uma cena na novela Vale Tudo, que levou milhares de pessoas a buscarem informações sobre o assunto. Mesmo com leis claras, ainda há muita desinformação, resistência, julgamentos morais e até medo de dar entrada no pedido. É direito garantido, mas nem sempre respeitado.</p><p>Quem tem direito a receber pensão? Em que casos a mulher também pode ser obrigada a pagar? Como o valor é definido e o que acontece quando não há pagamento? O processo pode ser feito de forma mais acessível? Vamos discutir tudo isso - e tentar entender se a Defensoria Pública de Minas Gerais planeja seguir o exemplo do Rio de Janeiro, que criou um aplicativo para facilitar o pedido de pensão. Afinal, pensão não é sobre o ex- é sobre a responsabilidade com o filho. Ouça a entrevista com a advogada da família, Andreza Lopes. </p>]]>
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        <![CDATA[<p><br>A pensão alimentícia ainda é, muitas vezes, tratada como um “favor” ou uma “ajuda” - quando, na verdade, é um direito legal da criança ou do adolescente. O tema voltou à tona após a exibição de uma cena na novela Vale Tudo, que levou milhares de pessoas a buscarem informações sobre o assunto. Mesmo com leis claras, ainda há muita desinformação, resistência, julgamentos morais e até medo de dar entrada no pedido. É direito garantido, mas nem sempre respeitado.</p><p>Quem tem direito a receber pensão? Em que casos a mulher também pode ser obrigada a pagar? Como o valor é definido e o que acontece quando não há pagamento? O processo pode ser feito de forma mais acessível? Vamos discutir tudo isso - e tentar entender se a Defensoria Pública de Minas Gerais planeja seguir o exemplo do Rio de Janeiro, que criou um aplicativo para facilitar o pedido de pensão. Afinal, pensão não é sobre o ex- é sobre a responsabilidade com o filho. Ouça a entrevista com a advogada da família, Andreza Lopes. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 28 May 2025 19:26:47 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O Tempo </author>
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      <title>Adoção: os vários lados dessa história | Interessa Podcast </title>
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        <![CDATA[<p>A adoção é um gesto de amor profundo, mas também um caminho cercado de desafios, expectativas e transformações para todos os envolvidos. Do lado de quem adota, há um processo emocional intenso, que inclui esperas, medos e a construção de vínculos. Para a criança, pode significar um recomeço cheio de possibilidades, mas também um rompimento com a história anterior. Do ponto de vista institucional, o processo ainda é longo e burocrático — mesmo quando o afeto já está presente.</p><p>Como é, na prática, o processo de adoção no Brasil? Que impactos emocionais esse processo traz para pais e filhos? É possível reduzir a burocracia sem comprometer a segurança da criança? E o que ainda precisamos discutir para garantir que mais histórias de adoção sejam cercadas de cuidado, acolhimento e respeito? Saiba neste episódio do Interessa Podcast; a bancada feminina recebeu a assistente social, Vanilda Pereira Gomes, da Associação Irmão Sol em BH para uma conversa sincera. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 27 May 2025 19:05:36 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Esclerose Múltipla: o que há por trás do diagnóstico? | Interessa Podcast </title>
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        <![CDATA[<p>No próximo dia 30 de maio é o Dia Mundial da Esclerose Múltipla, uma doença neurológica crônica, autoimune e, muitas vezes, invisível. Embora não tenha cura, pode ser controlada com tratamento adequado. Nos últimos anos, atrizes como Guta Stresser, Ana Beatriz Nogueira, Ludmila Dayer e Cláudia Rodrigues tornaram público o diagnóstico, chamando atenção para os desafios enfrentados por quem convive com a condição. Muitos casos se arrastam por anos até um diagnóstico correto, com sintomas variados e silenciosos, como cansaço extremo, lapsos de memória e alterações na visão, sendo confundidos com outras questões de saúde ou mesmo tratados com descaso.</p><p>Afinal, o que é a esclerose múltipla? Por que afeta mais mulheres do que homens? Existe fator genético? </p><p>Saiba no Interessa Podcast desta segunda-feira (26). O programa recebeu o Dr. Bruno Bastos Godoi, médico neurologista, para os esclarecimentos necessários acerca do assunto.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 26 May 2025 18:56:46 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O Tempo </author>
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      <title>Pornô gay é só para a comunidade gay? | Interessa Podcast </title>
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        <![CDATA[<p>Pois é, minha gente: entre quatro paredes, quem manda é o desejo e os dados mostram que o das mulheres anda mirando pra onde muita gente nem imagina. Segundo levantamento feito com base nas buscas do Pornhub, o pornô gay masculino é a segunda categoria mais consumida por mulheres. Isso mesmo: homens transando com homens, com mais de um terço da audiência feminina e um interesse 69% maior delas por esse conteúdo do que dos próprios homens! Entre as mulheres com mais de 45 anos, essa é a categoria favorita, e mesmo entre as mais jovens (18 a 24), 40% curtem essa pegada.</p><p>Mas o que o pornô gay tem que o pornô hétero não entrega? Saiba no Interessa com a bancada feminina e a sexóloga, Allys Armanelli Terayama! </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 23 May 2025 19:36:05 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Luto perinatal ou neonatal: o luto invisível cuja dor é subestimada  </title>
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      <itunes:title>Luto perinatal ou neonatal: o luto invisível cuja dor é subestimada  </itunes:title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O que dizer para uma mãe que perdeu seu bebê aos oito meses de gestação? Ou pra quem enfrentou um parto sabendo que o filho já não estava mais vivo? Por mais que esse tipo de luto seja devastador, o luto perinatal ou neonatal ainda é invisível, subestimado, silenciado, mal compreendido. A morte de um feto a partir da 22ª semana de gestação, ou de um recém-nascido nos primeiros dias de vida, carrega uma carga emocional imensa, que vai da dor física à desorganização total das expectativas. E mesmo assim, é comum que quem sofre escute coisas como “Deus sabe o que faz” ou “Você pode tentar de novo”.</p><p>Recentemente, as atrizes Tati Machado e Micheli Machado compartilharam suas dores publicamente ao relatar a perda de seus bebês na reta final da gestação. A mesma ferida: da maternidade que não chega a se realizar. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a morte fetal intrauterina após 20 semanas é classificada como óbito fetal e, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, pode também ser registrada como natimorto. As causas vão de alterações genéticas a complicações (da mãe) como hipertensão, diabetes e infecções Ainda assim, mesmo quando há respostas, elas dificilmente consolam.</p><p>Por que a sociedade ainda tem tanta dificuldade para acolher esse luto? Saiba a resposta com a entrevistada do Interessa Podcast desta quinta (22), Daniela Bittar, psicóloga, palestrante e fundadora do Grupo Sentir Mulher, em Belo Horizonte.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O que dizer para uma mãe que perdeu seu bebê aos oito meses de gestação? Ou pra quem enfrentou um parto sabendo que o filho já não estava mais vivo? Por mais que esse tipo de luto seja devastador, o luto perinatal ou neonatal ainda é invisível, subestimado, silenciado, mal compreendido. A morte de um feto a partir da 22ª semana de gestação, ou de um recém-nascido nos primeiros dias de vida, carrega uma carga emocional imensa, que vai da dor física à desorganização total das expectativas. E mesmo assim, é comum que quem sofre escute coisas como “Deus sabe o que faz” ou “Você pode tentar de novo”.</p><p>Recentemente, as atrizes Tati Machado e Micheli Machado compartilharam suas dores publicamente ao relatar a perda de seus bebês na reta final da gestação. A mesma ferida: da maternidade que não chega a se realizar. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a morte fetal intrauterina após 20 semanas é classificada como óbito fetal e, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, pode também ser registrada como natimorto. As causas vão de alterações genéticas a complicações (da mãe) como hipertensão, diabetes e infecções Ainda assim, mesmo quando há respostas, elas dificilmente consolam.</p><p>Por que a sociedade ainda tem tanta dificuldade para acolher esse luto? Saiba a resposta com a entrevistada do Interessa Podcast desta quinta (22), Daniela Bittar, psicóloga, palestrante e fundadora do Grupo Sentir Mulher, em Belo Horizonte.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 22 May 2025 19:41:05 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O que dizer para uma mãe que perdeu seu bebê aos oito meses de gestação? Ou pra quem enfrentou um parto sabendo que o filho já não estava mais vivo? Por mais que esse tipo de luto seja devastador, o luto perinatal ou neonatal ainda é invisível, subestimado, silenciado, mal compreendido. A morte de um feto a partir da 22ª semana de gestação, ou de um recém-nascido nos primeiros dias de vida, carrega uma carga emocional imensa, que vai da dor física à desorganização total das expectativas. E mesmo assim, é comum que quem sofre escute coisas como “Deus sabe o que faz” ou “Você pode tentar de novo”.</p><p>Recentemente, as atrizes Tati Machado e Micheli Machado compartilharam suas dores publicamente ao relatar a perda de seus bebês na reta final da gestação. A mesma ferida: da maternidade que não chega a se realizar. Segundo a Organização Mundial da Saúde, a morte fetal intrauterina após 20 semanas é classificada como óbito fetal e, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, pode também ser registrada como natimorto. As causas vão de alterações genéticas a complicações (da mãe) como hipertensão, diabetes e infecções Ainda assim, mesmo quando há respostas, elas dificilmente consolam.</p><p>Por que a sociedade ainda tem tanta dificuldade para acolher esse luto? Saiba a resposta com a entrevistada do Interessa Podcast desta quinta (22), Daniela Bittar, psicóloga, palestrante e fundadora do Grupo Sentir Mulher, em Belo Horizonte.</p>]]>
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      <title>O lado positivo da expectativa | Interessa Podcast </title>
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        <![CDATA[<p>Crie galinhas e porcos mas, não crie expectativas - porque se tudo der errado, ao menos você tem ovos e bacon. Quantas vezes você já ouviu esse conselho, ein? Ele vem como um alerta de que sonhar demais pode ser perigoso… ou machucar. Mas será que abrir mão de esperar algo da vida é realmente o melhor a ser feito - só porque parece, só parece, o caminho mais seguro?</p><p>O Interessa abriu espaço nesta quarta-feira (21) para que a bancada e a audiência pudesse repensar esse papo, essa postura - até porque, talvez o problema não seja a expectativa em si… mas o que fazemos com ela quando o mundo não colabora e o universo não diz amém aos nossos planos. </p><p>Aliás… que bom ter planos, não? E o motivo pelo qual devemos alimentá-los mas, com o pé no chão, a gente ouve da convidada do dia, a Alessandra Valente Mattar, especialista em psicologia positiva.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 21 May 2025 18:51:22 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O Tempo </author>
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        <![CDATA[<p>Crie galinhas e porcos mas, não crie expectativas - porque se tudo der errado, ao menos você tem ovos e bacon. Quantas vezes você já ouviu esse conselho, ein? Ele vem como um alerta de que sonhar demais pode ser perigoso… ou machucar. Mas será que abrir mão de esperar algo da vida é realmente o melhor a ser feito - só porque parece, só parece, o caminho mais seguro?</p><p>O Interessa abriu espaço nesta quarta-feira (21) para que a bancada e a audiência pudesse repensar esse papo, essa postura - até porque, talvez o problema não seja a expectativa em si… mas o que fazemos com ela quando o mundo não colabora e o universo não diz amém aos nossos planos. </p><p>Aliás… que bom ter planos, não? E o motivo pelo qual devemos alimentá-los mas, com o pé no chão, a gente ouve da convidada do dia, a Alessandra Valente Mattar, especialista em psicologia positiva.</p>]]>
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      <itunes:keywords>expectativa, sonho, ilusão, interessa, ao vivo, interessa podcast </itunes:keywords>
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      <title>Beleza que, literalmente, não põe a mesa: colorido dos corantes artificiais pode custar caro à saúde</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p><br>Eles deixam os alimentos mais bonitos, chamativos e, muitas vezes, irresistíveis - em especial, para a criançada. Mas esse apelo visual enorme esconde riscos igualmente grandes. Estudos da FDA, agência reguladora dos Estados Unidos, apontam ligações entre o consumo de corantes artificiais e o aumento de casos de hiperatividade, obesidade, diabetes e até câncer. Outras pesquisas também associam esses aditivos a transtornos de atenção em crianças com predisposição ao TDAH e comprometimento do desenvolvimento neurológico de fetos. Por conta de tudo isso, os EUA anunciaram a retirada gradual, até o fim do próximo ano, de seis dos oito corantes sintéticos ainda usados por lá, os mesmos presentes em balas, refrigerantes, cereais e molhos. A medida reforça o banimento anterior do Red 3 (ocorrida no governo de Joe Biden), abrindo espaço para alternativas naturais, como sucos de beterraba, melancia e cenoura para tingir os alimentos.</p><p>Considerando que se trata do primeiro mundo e da influência dos EUA no mercado global, será que essa moda pega aqui no Brasil? Vamos entender as tendências com o médico cirurgião e nutrólogo, Diego Torrico, convidado do Interessa. </p>]]>
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        <![CDATA[<p><br>Eles deixam os alimentos mais bonitos, chamativos e, muitas vezes, irresistíveis - em especial, para a criançada. Mas esse apelo visual enorme esconde riscos igualmente grandes. Estudos da FDA, agência reguladora dos Estados Unidos, apontam ligações entre o consumo de corantes artificiais e o aumento de casos de hiperatividade, obesidade, diabetes e até câncer. Outras pesquisas também associam esses aditivos a transtornos de atenção em crianças com predisposição ao TDAH e comprometimento do desenvolvimento neurológico de fetos. Por conta de tudo isso, os EUA anunciaram a retirada gradual, até o fim do próximo ano, de seis dos oito corantes sintéticos ainda usados por lá, os mesmos presentes em balas, refrigerantes, cereais e molhos. A medida reforça o banimento anterior do Red 3 (ocorrida no governo de Joe Biden), abrindo espaço para alternativas naturais, como sucos de beterraba, melancia e cenoura para tingir os alimentos.</p><p>Considerando que se trata do primeiro mundo e da influência dos EUA no mercado global, será que essa moda pega aqui no Brasil? Vamos entender as tendências com o médico cirurgião e nutrólogo, Diego Torrico, convidado do Interessa. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 19 May 2025 19:23:09 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo </author>
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        <![CDATA[<p><br>Eles deixam os alimentos mais bonitos, chamativos e, muitas vezes, irresistíveis - em especial, para a criançada. Mas esse apelo visual enorme esconde riscos igualmente grandes. Estudos da FDA, agência reguladora dos Estados Unidos, apontam ligações entre o consumo de corantes artificiais e o aumento de casos de hiperatividade, obesidade, diabetes e até câncer. Outras pesquisas também associam esses aditivos a transtornos de atenção em crianças com predisposição ao TDAH e comprometimento do desenvolvimento neurológico de fetos. Por conta de tudo isso, os EUA anunciaram a retirada gradual, até o fim do próximo ano, de seis dos oito corantes sintéticos ainda usados por lá, os mesmos presentes em balas, refrigerantes, cereais e molhos. A medida reforça o banimento anterior do Red 3 (ocorrida no governo de Joe Biden), abrindo espaço para alternativas naturais, como sucos de beterraba, melancia e cenoura para tingir os alimentos.</p><p>Considerando que se trata do primeiro mundo e da influência dos EUA no mercado global, será que essa moda pega aqui no Brasil? Vamos entender as tendências com o médico cirurgião e nutrólogo, Diego Torrico, convidado do Interessa. </p>]]>
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      <title>A tal da 'broderagem' - o jogo onde homens podem tudo, menos ser gay</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Você já parou pra reparar que é mais 'comum' que dois homens se peguem e ninguém questione a sexualidade deles - do que duas mulheres? A chamada <em>broderagem</em>, termo popular que define trocas íntimas ou sexuais entre homens que se dizem héteros, parece, na maioria das vezes, ser bem aceita entre eles. Segundo especialistas, “um homem pode ter uma experiência com outro e ainda se identificar como hétero e isso não invalida nada”... Mas por que, nesse caso, ele não seria bissexual? </p><p>O psicólogo e sexólogo, Rodrigo Torres, convidado desta edição do Interessa, explica! </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 16 May 2025 18:59:55 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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    <item>
      <title> Deu mole, passou... e você nem notou! E aí, como reconhecer e viver um momento especial?</title>
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        <![CDATA[<p>Em tempos acelerados, onde tudo é produtividade, a gente vive correndo... e isso não é novidade. Mas, convenhamos: é chato, né?</p><p>Nem sempre percebemos quando um momento incrível acontece. O dia passa, a semana voa e, só depois bate aquela sensação (terrível, aliás): “pô, aquilo foi tão bom... e eu nem aproveitei direito!”. Bom, lamentar não muda as coisas... mas será que dá pra virar esse jogo - e mudar esse comportamento? Dá pra identificar e viver de verdade esses momentos especiais enquanto eles ainda estão acontecendo?</p><p>O que torna algo especial? </p><p>A psicóloga e psicanalista, Camila Fardin, convidada desta edição, conta.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 15 May 2025 18:38:57 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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    <item>
      <title>“Seu pai é CLT!” -  sinônimo de estabilidade, carteira assinada virou motivo de deboche entre crianças; o que isso representa?</title>
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        <![CDATA[<p><br>CLT virou xingamento. Pois é. O sinônimo de estabilidade, para muita gente, entre as crianças, virou... chacota.</p><p>Recentemente, um desabafo de uma professora viralizou nas redes: segundo a docente, os alunos do quinto ano discutiam dentro da sala de aula quando um deles mandou na lata pro outro: “seu pai é CLT” - como se fosse uma ofensa. A sigla, que durante décadas representou segurança e garantia de direitos, agora é usada como uma forma de humilhação entre os mais novos. Para essa galera, ser trabalhador formal é fracassar. E isso tem mais a ver com status do que com salário. Entenda neste episódio do Interessa. A bancada feminina bateu um papo com a mentora de carreiras, Leila Said. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 14 May 2025 19:51:57 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo </author>
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      <title>Mãe de boneca: por que os bebês reborn viraram febre… e incomodam tanta gente?</title>
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        <![CDATA[<p>Trocar fralda, montar enxoval, dar nome e até simular um parto: tudo isso faz parte do universo das mães de bebê reborn, as bonecas hiper-realistas, com traços de recém-nascidos, que têm conquistado muito mais que crianças: mulheres adulta.  Elas não só brincam como cuidam, passeiam, vestem, alimentam e compartilham a  rotina com seguidores nas redes sociais (onde existem comunidades voltadas para este fim mesmo, o compartilhamento deste tipo de conteúdo). Apesar do afeto envolvido, o julgamento vem forte de quem não 'participa da brincadeira'... Mas afinal, o que incomoda tanto quando mulheres adultas decidem brincar de boneca?</p><p>Vem saber no Interessa! A convidada do dia, a psicóloga a psicanalista, Vanessa Teixeira, explica. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 14 May 2025 16:18:58 +0000</pubDate>
      <author>O Tempo </author>
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        <![CDATA[<p>Trocar fralda, montar enxoval, dar nome e até simular um parto: tudo isso faz parte do universo das mães de bebê reborn, as bonecas hiper-realistas, com traços de recém-nascidos, que têm conquistado muito mais que crianças: mulheres adulta.  Elas não só brincam como cuidam, passeiam, vestem, alimentam e compartilham a  rotina com seguidores nas redes sociais (onde existem comunidades voltadas para este fim mesmo, o compartilhamento deste tipo de conteúdo). Apesar do afeto envolvido, o julgamento vem forte de quem não 'participa da brincadeira'... Mas afinal, o que incomoda tanto quando mulheres adultas decidem brincar de boneca?</p><p>Vem saber no Interessa! A convidada do dia, a psicóloga a psicanalista, Vanessa Teixeira, explica. </p>]]>
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      <itunes:keywords>reborn, bebê reborn, boneca, realista, brincadeira</itunes:keywords>
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      <title>Maio Roxo e as doenças inflamatórias intestinais</title>
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        <![CDATA[<p>Cólica insistente, idas ao banheiro sem fim, sangue nas fezes, perda de peso, fadiga constante... tem gente achando que tudo isso (que é muita coisa mesmo) é "só estresse", “alimentação errada”, "intestino preso"... e por se ‘auto-diagnosticar’, acaba nem dando importância a todos esses sintomas - que podem representar algo muito mais sério. As doenças inflamatórias intestinais, como a Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa, atingem cerca de 100 pessoas a cada 100 mil habitantes no Brasil, de acordo com a Associação Brasileira de Colite Ulcerativa e Doença de Crohn. São condições autoimunes, crônicas, com sintomas que vão muito além do intestino: podem afetar olhos, pele, articulações - para muito além do emocional de quem convive com elas.</p><p>A campanha Maio Roxo joga luz sobre essas doenças, que muitas vezes são invisíveis e que causam impacto real na rotina de milhões. Saiba mais sobre o assunto no Interessa Podcast. A bancada recebeu a Dr.a Amanda Silveira de Araújo, que é médica formada pela Universidade de Itaúna, com residência em Clínica Médica no Hospital Risoleta Neves e especializada em Gastroenterologia no Hospital Estadual Governador Israel Pinheiro, o IPSEMG. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 12 May 2025 19:16:02 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O Tempo </author>
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        <![CDATA[<p>Cólica insistente, idas ao banheiro sem fim, sangue nas fezes, perda de peso, fadiga constante... tem gente achando que tudo isso (que é muita coisa mesmo) é "só estresse", “alimentação errada”, "intestino preso"... e por se ‘auto-diagnosticar’, acaba nem dando importância a todos esses sintomas - que podem representar algo muito mais sério. As doenças inflamatórias intestinais, como a Doença de Crohn e a Retocolite Ulcerativa, atingem cerca de 100 pessoas a cada 100 mil habitantes no Brasil, de acordo com a Associação Brasileira de Colite Ulcerativa e Doença de Crohn. São condições autoimunes, crônicas, com sintomas que vão muito além do intestino: podem afetar olhos, pele, articulações - para muito além do emocional de quem convive com elas.</p><p>A campanha Maio Roxo joga luz sobre essas doenças, que muitas vezes são invisíveis e que causam impacto real na rotina de milhões. Saiba mais sobre o assunto no Interessa Podcast. A bancada recebeu a Dr.a Amanda Silveira de Araújo, que é médica formada pela Universidade de Itaúna, com residência em Clínica Médica no Hospital Risoleta Neves e especializada em Gastroenterologia no Hospital Estadual Governador Israel Pinheiro, o IPSEMG. </p>]]>
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      <title>E aí, comeu? Transar de barriga vazia pode diminuir o prazer</title>
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      <pubDate>Mon, 12 May 2025 13:46:35 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Se o corpo muda, a militância acaba? Preconceito e o corpo tratado como espaço público</title>
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      <pubDate>Mon, 12 May 2025 13:46:04 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>“Borderline”: desinformação e desserviço vira hit; por que transtornos mentais estão na mira do clickbait?</title>
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      <pubDate>Mon, 12 May 2025 13:44:41 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>'Cheiro de macho': tem como mudar os odores corporais? São resultado de falta de higiene ou hormônios?</title>
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      <pubDate>Mon, 12 May 2025 13:44:05 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Trombose se torna cada vez mais comum em jovens | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Você passa o dia sentado, come correndo e vive no modo avião? Pois é… esse combo está cobrando um preço alto: a trombose, que muitos associam à terceira idade, está fazendo cada vez mais vítimas entre os jovens. Meio milhão de internações em 11 anos e uma estatística assustadora: 84% da juventude brasileira é sedentária, segundo o IBGE. E o risco é ainda maior entre as mulheres, por causa de anticoncepcionais e questões hormonais.</p><p>Dá pra identificar os sinais antes que o perigo bata à porta? Como prevenir algo que, muitas vezes, nem dá sinal? No Interessa de hoje, a bancada feminina conversa com o cirurgião vascular Dr. Guilherme Jonas sobre os sintomas, os riscos silenciosos e os hábitos que podem salvar vidas. </p><p>É ao vivo, às 14h, aqui no canal de O Tempo no YouTube! Se faz parte da sua vida... INTERESS@!<br></p>]]>
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      <pubDate>Mon, 05 May 2025 20:42:10 +0000</pubDate>
      <author>Nelio Souto e Renata Zacaroni</author>
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      <itunes:keywords>Interessa Podcast; Trombose</itunes:keywords>
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      <title>Astros na cama: dá pra saber se o crush manda bem só pelo signo?</title>
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      <pubDate>Fri, 02 May 2025 18:58:40 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>O que são os “Homens heterossexuais homoafetivos” e como eles lidam com o afeto</title>
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      <pubDate>Wed, 30 Apr 2025 19:26:25 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Tudo pela audiência: qual a regra do que postar ou não nas redes para ganhar like?</title>
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      <pubDate>Tue, 29 Apr 2025 18:44:16 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Câncer colorretal: conheça os sinais que você pode estar ignorando </title>
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      <pubDate>Mon, 28 Apr 2025 19:58:37 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Masturbação preventiva: prazer, consciência e menos ciladas amorosas</title>
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      <pubDate>Fri, 25 Apr 2025 20:39:34 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Verdade ou crueldade: o limite entre sinceridade e violência emocional</title>
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      <title>Saúde social: como cuidar dela? </title>
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      <title>Como você quer morrer? Ortotanásia, distanásia e diretivas antecipadas</title>
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      <title>Beauty Burnout: mulheres estão esgotadas pela pressão em estarem sempre lindas</title>
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      <title>É preciso aprender ser cuidado | Interessa Podcast</title>
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      <title>Intereressa |  "Ai que saudade do meu ex!"</title>
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      <title>Tadalafila: o uso desvirtuado da medicação na cama e nas academias</title>
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      <title>“Dar prazer": por que a responsabilidade de satisfazer ainda recai sobre as mulheres?</title>
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      <title>Geração Z e a nova cara da ambição: dinheiro, qualidade de vida ou os dois? | Interessa Podcast</title>
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      <title>É pai ou avô? Paternidade tardia | Interessa Podcast </title>
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      <title>Neomonogamia: quando a exclusividade amorosa tem brechas combinadas</title>
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      <title>Olheiras: como se livrar delas? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Fetiche ou agressão: qual o limite do desejo? </title>
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      <title>Estamos vivendo uma epidemia de solidão?</title>
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      <title>"Incel": o que significa o termo citado na série "Adolescência", da Netflix?</title>
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      <title>Com o avanço da ciência, estamos caminhando para imortalidade? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Março Lilás - Câncer de colo de útero é a quarta maior causa de morte por câncer em mulheres</title>
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      <title>Que calorão! O clima quente aumenta a libido ou afasta os 'transantes'? </title>
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      <title>Oniomania X Low Buy - você compra porque precisa ou só porque quer?</title>
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      <title>Corpão e prazer, tem a ver? Será que ter um corpo mais perto dos padrões é sinônimo de sexo bom?</title>
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      <title>Homens fingem não saber fazer tarefas domésticas - para que as parceiras façam! </title>
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      <title>Movimente-se! 10 de Março - Dia Nacional de Combate ao Sedentarismo</title>
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      <title>Gangbang é fetiche preferido dos mineiros - você sabe o que é? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Beijoqueiros! Sabia que o beijo pode transmitir várias doenças?</title>
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      <pubDate>Mon, 03 Mar 2025 22:47:01 -0100</pubDate>
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      <title>Pré-folia: ficar sem transar poupa energia pro Carnaval? | Interessa Podcast</title>
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      <pubDate>Fri, 28 Feb 2025 19:17:18 -0100</pubDate>
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      <title>Saúde: como reduzir os danos causados pelo Carnaval</title>
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      <pubDate>Thu, 27 Feb 2025 18:41:37 -0100</pubDate>
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      <title>Você se sente mal por estar bem? | Interessa Podcast </title>
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      <title>Paquera à moda antiga: os códigos do flerte</title>
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      <title>Tireoide e infertilidade: qual a relação? </title>
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      <pubDate>Mon, 24 Feb 2025 18:31:37 -0100</pubDate>
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      <title>Os 'Dez mandamentos' para manter a chama sempre acesa! | Interessa Podcast</title>
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      <title>O óbvio também precisa ser dito. Relacionamentos precisam de diálogo!</title>
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      <title>Saudade X Nostalgia: existe diferença? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Nutrição e saúde: fim do desafio de 21 dias do Interessa! | Interessa Podcast</title>
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      <title>Cruising for sex: sexo em locais públicos ou abertos | Interessa Podcast</title>
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      <title>Sono: você ainda tem sonhos? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Devolva o incômodo! Seja você a pessoa tóxica! | Programa Interessa</title>
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      <title>A necessidade de profissionalizar os influenciadores e a saturação do mercado | Interessa Podcast</title>
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      <title>Urologia feminina: por que as mulheres precisam dessa consulta? | Programa Interessa</title>
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      <title>Existe idade certa para introduzir acessórios sexuais na educação dos filhos? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Estresse financeiro: quando o dinheiro (ou a falta dele) vira peso emocional | Interessa Podcast</title>
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      <title>Movimento single: pessoas que escolheram viver sozinhas | Interessa Podcast</title>
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      <title>Sentir-se invisível: a dificuldade de se integrar | Interessa Podcast</title>
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      <title>Soneca: descanso ou preguiça? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Ficar sem sexo muito tempo deixa a pessoa triste? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Você tem um filho preferido, e a ciência confirma isso | Interessa Podcast</title>
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      <title>Quando foi a última vez que você escolheu agora ao invés de depois? | Interessa Podcast</title>
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      <title>As diferentes formas de envelhecer | Interessa Podcast</title>
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      <title>Saúde: o desafio de começar e manter hábitos saudáveis | Interessa Podcast</title>
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      <title>Diálogo interno: como as vozes da mente influenciam nossas emoções | Interessa Podcast</title>
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      <title>Conheça os termos mais buscados sobre sexo, segundo a plataforma de conteúdo adulto PornHub</title>
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      <title>Divórcio Cinza: conheça o fenômeno dos casais que se separam após os 50 | Interessa Podcast</title>
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      <title>Existe jeito certo de tomar banho? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Sexo rápido: fetiche, fantasia ou praticidade? | Interessa Podcast</title>
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      <title>O sucesso dos haters  – Tem gente que se beneficia com o ódio na internet ? | Interessa Podcast</title>
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      <title>O que motiva a busca por uma vida mais desconectada e desacelerada? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Ser solteiro é escolha ou desvantagem? A ciência e os mitos sobre a solteirice | Interessa Podcast</title>
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      <title>O perigo do uso de anabolizantes em crianças e adolescentes | Interessa Podcast</title>
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      <title>Quais são as tendências que vão bombar na cama em 2025? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Fernanda Torres e o orgulho de ser brasileiro | Interessa Podcast</title>
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      <title>Férias escolares: como usar o tempo livre das crianças para incentivar atividades educativas? | Interessa Podcast</title>
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      <title>A dificuldade de se perdoar e os desafios do autoperdão | Interessa Podcast</title>
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      <title>O que é literatura spicy? | Interessa Podcast</title>
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      <title> Promessas do Ano Novo | Interessa Podcast</title>
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      <title>Previsões para o ano novo | Interessa Podcast</title>
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      <title>Rituais de Ano Novo: por que eles nos conectam e como celebrá-los? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Rituais de Ano Novo: por que eles nos conectam e como celebrá-los?  | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Os rituais de fim de ano vão muito além de tradições ou superstições; eles simbolizam um momento coletivo de renovação e esperança. Seja pular sete ondas para atrair boa sorte, comer romã e guardar as sementes como amuleto de prosperidade, vestir branco para paz ou escolher cores específicas para atrair amor e dinheiro, cada gesto carrega um significado especial. Mas por que esses rituais são tão importantes para tantas pessoas? Eles representam um momento de pausa, de projeção de desejos e, muitas vezes, de conexão cultural e familiar.</p><p>O Interessa nos convida a explorar o que os rituais de final de ano representam na vida das pessoas. Como eles ajudam a criar senso de propósito e pertencimento? </p><p>Este é o tema do Interessa desta terça-feira (31/12) e você é nosso convidado. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 31 Dec 2024 14:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Por que algumas pessoas ficam mais tristes e melancólicas no final do ano? | Interessa Podcast</title>
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      <pubDate>Mon, 30 Dec 2024 19:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title> O sexo precisa acabar depois do orgasmo? | Interessa Podcast</title>
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      <pubDate>Fri, 27 Dec 2024 19:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Por que existe dificuldade em apreciar a própria companhia?  | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>É comum que a gente sempre busque uma companhia para fazer as coisas. Um jantar com amigos ou alguém importante, uma ida ao cinema acompanhada ou mesmo o descanso em casa ao lado de alguém próximo. Mas há quem prefira o contrário disso e opte por fazer as coisas sozinho. A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, é um desses casos. Em entrevista recente, ela afirmou que apesar de ser casada, ter muitos amigos e familiares, gosta de curtir a própria companhia, ficando em casa sozinha, jantando ou indo ao cinema sem acompanhantes. A declaração dela - e a de outras pessoas que pensam da mesma forma - porém, acaba causando estranheza, já que estamos acostumados a fazer muitas coisas, principalmente atividades sociais, com acompanhantes. Mas por que será que ainda existe tanta resistência à ideia de aproveitar a própria companhia? Por que isso ainda é tão difícil para muitas pessoas? Por que a solitude costuma ser confundida com a solidão?<br>Este é o tema do Interessa desta quinta-feira (26/12)  e você é nosso convidado. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 26 Dec 2024 14:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Qual o significado das comidas nas festas de fim de ano?  | Interessa Podcast</title>
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      <pubDate>Wed, 25 Dec 2024 20:37:39 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Presentes: o que está por trás do ato de dar e receber?  | Interessa Podcast</title>
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      <pubDate>Tue, 24 Dec 2024 19:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>O que está por trás de uma dor de cabeça?  | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Quando sentimos uma dor de cabeça, costumamos tomar um analgésico e seguir em frente. Mas, mesmo que aquela dorzinha incômoda pareça inofensiva, ela pode ser, em alguns casos, sinal de outras doenças. Recentemente, o presidente Lula precisou passar por uma cirurgia após ter sido diagnosticado com uma hemorragia intracraniana, depois de um acidente domiciliar sofrido. A ida ao hospital aconteceu porque ele sentiu uma dor na cabeça. Para além de uma hemorragia, a dor de cabeça pode significar outras doenças. Quais são elas? Quando uma dor de cabeça deve ser motivo de preocupação? Quando devemos procurar um médico?<br>Este é o tema do Interessa desta segunda-feira (23/12) e você é nosso convidado. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 23 Dec 2024 20:42:33 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Colecionismo: o que leva uma pessoa a colecionar objetos?  | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>O prazer em pesquisar e encontrar objetos que lhe sejam valiosos, reuní-los e colecioná-los  pode ajudar a desenvolver habilidades como a paciência, a ordem, a perseverança e a memória. Embora tenham aspectos positivos relacionados ao colecionismo, o que nos leva querer colecionar objetos? Existe um lado ruim em colecionar? </p><p>Este é o tema do Interessa desta quinta-feira (19/12) e você é nosso convidado. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 19 Dec 2024 19:43:11 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Cérebro podre: entenda o que é 'brain rot', expressão do ano eleita pelo Dicionário Oxford</title>
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        <![CDATA[<p>“Brain rot” (“cérebro podre” ou “podridão cerebral”, em tradução para o português) foi definida como a expressão do ano pelo Dicionário Oxford. O termo, que diz sobre a deterioração mental ou intelectual causada pelo consumo excessivo de conteúdos superficiais e pouco desafiadores, principalmente os de redes sociais, ganhou força na internet. Com buscas que chegaram a 130 mil. Mas afinal, o que ele significa de fato? Como o que consumimos na internet afeta o nosso cérebro? Evitar consumir conteúdos “bobos” pode ser uma solução para evitar o “brain rot”? Como esse consumo excessivo de conteúdos superficiais pode afetar a nossa cabeça no longo prazo? Ele representa um risco para o desenvolvimento de crianças a adolescentes?</p><p>Este é o tema do Interessa desta quinta-feira (18/12) e você é nosso convidado.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 18 Dec 2024 19:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Entenda o que é sober shaming, a prática de discriminar pessoas que escolhem não consumir álcool | Interessa Podcast</title>
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      <title>Os efeitos das mudanças climáticas na saúde das pessoas | Interessa Podcast</title>
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      <title>Divergências ideológicas atrapalham a química na cama? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Trabalhar com amigos, rola? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Gente cheirosa e o poder do perfume | Interessa Podcast</title>
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      <title>A forma como trans4mos é autêntica ou reproduz padrões?  | Interessa Podcast</title>
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      <title>Queixume crônico: será que você tem essa 'doença'? | Interessa Podcast</title>
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      <title>A Inteligência Artificial pode substituir a terapia humana? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Como definir metas para alcançar a felicidade? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Dezembro Vermelho e o Dia Mundial de Luta contra o HIV (01/12) | Interessa Podcast</title>
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      <title>S3xo alternativo: entenda o que é e como usá-lo para melhorar a relação | Interessa Podcast</title>
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      <title>“Sou visto, logo existo": Narcisismo digital e a necessidade de ser visto | Interessa Podcast</title>
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      <title>O exercício do desapego: é possível viver com menos? | Interessa Podcast</title>
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      <title>A força do pensamento positivo | Interessa Podcast</title>
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      <title>Como se preparar para comer de tudo no fim de ano | Interessa Podcast</title>
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      <title>Quantos tipos de orgasmo existem? | Interessa Podcast</title>
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      <title>O que pode ser considerado traição na internet? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Dia da Consciência Negra: racismo não é assunto só de preto</title>
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      <title>Os riscos do vício em descongestionantes nasais | Interessa Podcast</title>
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      <title>Comidas afrodisíacas funcionam? | Interessa Podcast</title>
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      <title>A submissão como escolha ou necessidade: entre o servir e o ser submisso | Interessa Podcast</title>
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      <title>Como planejar o uso do décimo terceiro salário? | Interessa Podcast</title>
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      <title>O preconceito persistente contra mulheres em posições de destaque | Interessa Podcast</title>
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      <title>Quedas de idosos em casa e a necessidade de adaptações para mais segurança | Interessa Podcast</title>
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      <title>No sexo, somos todos um pouco voyeur-exibicionista? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Madrastidade – desconstruindo o esteriótipo da madrasta </title>
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      <title>Dia Nacional do Riso –  veja os benefícios de uma boa risada | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Celebrado como um poderoso símbolo de bem-estar e conexão, o Dia Nacional do Riso, comemorado dia 6 de novembro, nos faz refletir sobre a importância do riso em nossas vidas. Ele pode melhorar o humor e reduzir o estresse, mas os benefícios vão além. Especialistas enumeram as contribuições que o riso pode trazer para a saúde física e mental; ciência também reforça os aspectos positivos do comportamento. Neste episódio, conversamos com a pisicóloga Bruna Coelho.</p><p>Participe com a gente! </p>]]>
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      <title>Naturalfobia: preconceito contra pessoas que não passaram por cirurgias plásticas | Interessa Podcast</title>
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      <title>Novembro Azul abre espaço para reflexão sobre saúde mental masculina | Interessa Podcast</title>
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      <title>Desejo e libido é a mesma coisa? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Dia das Bruxas e a fascinação pelo sombrio: Por que celebramos com elementos assustadores? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Veganismo: qual a real motivação que Impulsiona a adoção do estilo de vida vegano | Interessa Podcast</title>
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      <title>Não tenho idade para isso: Quem decide o que combina com cada idade? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Pressão Alta - 12 por 8 é normal? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Seu passado sexual te condena? E quem precisa falar sobre isso? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Maternidade depois dos 40: muda muito? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Você cozinha em casa, come fora ou pede por app? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Outubro Sóbrio: 31 dias sem álcool | Interessa Podcast</title>
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      <title>Estética íntima masculina e harmonização peniana | Interessa Podcast</title>
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      <title>Todo mundo quer ser Influenciador | Interessa Podcast</title>
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      <title>Quem quer ser professor? | Interessa Podcast</title>
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      <title>No Pain, No Gain: é preciso mesmo fazer tanto esforço? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Do que você sente falta na cama? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Não precisa ser chefe para ser líder | Interessa Podcast</title>
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      <title>Onde foi parar a camisinha? | Interessa Podcast</title>
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      <title>ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO: PRATICAMENTE DA FAMÍLIA? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Homens bons de cama e mulheres insatisfeitas: essa conta não fecha! | Interessa Podcast</title>
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      <title>Você tem coragem de não agradar? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Luta pelos direitos da pessoa com deficiência | Interessa Podcast</title>
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      <title>Mau hálito pode afetar até o psicológico | Interessa Podcast</title>
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      <title>Harmonização íntima: o que as mulheres estão buscando? | Interessa Podcast</title>
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      <title>O que eu estou fazendo da minha vida? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Notívagos: Eles trocam o dia pela noite | Interessa Podcast</title>
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      <title>Inteligência Artifical ajuda a detectar doenças | Interessa Podcast</title>
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      <title>Masturbação: como 'tocar' no assunto em casa? | Interessa Podcast</title>
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      <title>O que é relacionamento saudável? | Interessa Podcast</title>
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      <title>O estresse pode alterar o formato do rosto? | Interessa Podcast</title>
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      <title>A era da amnésia digital | Interessa Podcast</title>
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      <title>É possível conviver e ter paz interior ao mesmo tempo? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Filho único: qual a diferença? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Unhas: um espelho da nossa saúde | Interessa Podcast</title>
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      <title>Vício em pornografia: o impacto silencioso na vida dos homens | Interessa Podcast</title>
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      <title>O poder do reconhecimento: a importância do reforço positivo no dia a dia | Interessa Podcast</title>
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      <title>Filhos no currículo? ( ) SIM ( ) NÃO | Interessa Podcast</title>
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      <title>Amizades de alta manutenção: como lidar? | Interessa Podcast </title>
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        <![CDATA[<p>Algumas amizades são de alta manutenção, ou seja, exigem constante atenção, presença e validação emocional. São relações em que o equilíbrio de troca afetiva é desproporcional, gerando um desgaste emocional a uma das partes. </p><p>Lidar com esse tipo de amizade requer clareza e comunicação honesta. A chave está em fazer com que a outra pessoa entenda que a qualidade da amizade não depende da quantidade de interações diárias.</p><p>Você, tem alguma amizade de alta manutenção? Ou você, no caso, é a “alta manutenção”? </p><p>Participe com a gente! </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 27 Aug 2024 23:38:15 +0000</pubDate>
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      <title>A importância da consciência corporal para a saúde | Interessa Podcast</title>
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      <pubDate>Mon, 26 Aug 2024 19:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>50 vezes por semana! Porque a quantidade de vezes que alguém faz sexo ainda dá tanto o que falar? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Senta aí, vamos conversar! Casais conversam sobre qual assunto? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Gente bonita vive mais? Uma pesquisa apontou relação entre beleza e longevidade | Interessa Podcast</title>
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      <title>Tá todo mundo correndo: correr virou o esporte preferido dos atletas de final de semana I Interessa Podcast</title>
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      <title>Swingaço: pesquisa aponta que 53,1% dos entrevistados deseja participar de um swing  | Interessa Podcast</title>
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      <title>Dia do solteiro I Interessa</title>
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      <title>Retiros da menopausa | Interessa Podcast</title>
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      <title>Como quebrar o ciclo dos traumas que herdamos dos nossos pais e avós? | Interessa Podcast</title>
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      <title>O impacto do estilo de vida na saúde do nosso estômago | Interessa Podcast</title>
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      <title>Sexo salva vidas! | Interessa Podcast</title>
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      <title>'Boca de túmulo': saiba o que você ganha guardando segredos | Interessa Podcast</title>
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      <title>Adulto também precisa brincar | Interessa Podcast </title>
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      <title>Disparidade de gênero nas responsabilidades parentais | Interessa Podcast</title>
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      <title>Semana Mundial da Amamentação | Interessa Podcast</title>
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      <title>Quais são as fantasias sexuais campeãs de venda nos sexshops? | Interessa Podcast</title>
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      <pubDate>Fri, 02 Aug 2024 19:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>A volta por cima do e-mail | Interessa Podcast</title>
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      <title>Chorar faz bem | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Chorar é uma resposta emocional universal que atravessa culturas e idades. Choramos por diversas razões: tristeza, alegria, frustração, dor ou até mesmo alívio. Mas será que chorar faz bem? Chorar pode ser um mecanismo natural do corpo para lidar com emoções intensas e estresse. Além de ser um meio de expressar sentimentos profundos, o choro pode ter vários benefícios psicológicos e fisiológicos.</p><p>E você, como lida com o choro?</p>]]>
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      <title>O esporte do brasileiro é ganhar? | Interessa Podcast</title>
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      <title>A aceitação do envelhecimento e seus impactos emocionais | Interessa Podcast</title>
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      <title>O que te dá prazer​? | Interessa Podcast</title>
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      <title>Beijo bom: habilidade técnica ou conexão?​ | Interessa Podcast</title>
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      <title>Bloquear o desafeto nas redes: superação ou evasão?​| Interessa Podcast</title>
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      <title>Quem pariu Mateus… A terceirização dos cuidados com o filho​ | Interessa Podcast</title>
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      <title>Hora do banho: Existe jeito certo de tomar banho?​ | Interessa Podcast</title>
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      <title>Prazer anal e fisting - Vamos falar sobre isso?​​ | Interessa Podcast</title>
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      <title>Que tédio! Crianças precisam vivenciar o ócio para desenvolver a criatividade​ | Interessa Podcast</title>
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      <title>Estresse pega? Conviver com estressados te deixa mais estressado​​?​ | Interessa Podcast</title>
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      <pubDate>Wed, 17 Jul 2024 19:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>O que as mães realmente querem? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Se abríssemos espaço para que as mães dissessem o que realmente elas querem, quais seriam as respostas mais comuns? Uma pesquisa aponta que boa parte das mães de BH só querem poder descansar. </p><p>As mães ainda enfrentam desafios significativos, como a falta de sono, a sobrecarga de atividades e o acúmulo de tarefas domésticas e profissionais. Pesquisas indicam que 70% das mães sentem que suas necessidades emocionais e físicas são frequentemente negligenciadas, resultando em altos níveis de estresse e esgotamento. </p><p>Você, mãe, se por acaso se encontrasse com o gênio da lâmpada e tivesse direito a um único pedido, como mãe, qual pedido seria? Venha participar com a gente! </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 16 Jul 2024 21:10:06 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Se abríssemos espaço para que as mães dissessem o que realmente elas querem, quais seriam as respostas mais comuns? Uma pesquisa aponta que boa parte das mães de BH só querem poder descansar. </p><p>As mães ainda enfrentam desafios significativos, como a falta de sono, a sobrecarga de atividades e o acúmulo de tarefas domésticas e profissionais. Pesquisas indicam que 70% das mães sentem que suas necessidades emocionais e físicas são frequentemente negligenciadas, resultando em altos níveis de estresse e esgotamento. </p><p>Você, mãe, se por acaso se encontrasse com o gênio da lâmpada e tivesse direito a um único pedido, como mãe, qual pedido seria? Venha participar com a gente! </p>]]>
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      <title>O que é ser homem nos dias de hoje?​ | Interessa Podcast</title>
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      <pubDate>Mon, 15 Jul 2024 19:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Belo-horizontinos estão entre os frequentadores mais assíduos​ de motéis | Interessa Podcast</title>
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      <pubDate>Sat, 13 Jul 2024 19:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Você é um bagunceiro? A Influência de uma casa arrumada​​ | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Estudos mostram que um ambiente doméstico organizado pode ter um impacto no bem-estar emocional e na produtividade. Será que manter a casa arrumada pode não ser só uma questão estética, mas uma estratégia para manter a saúde mental e a eficiência?</p><p>Qual a relação da desordem com o estresse, a ansiedade ou a dificuldade de concentração?</p><p>Participe com a gente!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 11 Jul 2024 19:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Não puxou ao pai nem a mãe: personalidade dos filhos nem sempre é igual a dos pais? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>É comum pais e mães buscarem semelhanças no comportamento dos filhos que remetam a sua personalidade. Mas, ao contrário do que se pode presumir, a personalidade dos filhos não é um reflexo exato da personalidade dos pais. Estudos indicam que a formação da personalidade é um processo complexo, no qual fatores ambientais, experiências individuais e interações sociais desempenham papéis cruciais. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 10 Jul 2024 19:01:50 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Entenda a hipergamia: atração por parceiros mais ricos​​ | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Você já preferiu se relacionar com pessoas que tivessem um poder aquisitivo melhor que o seu? Este comportamento tem nome: é a hipergamia, conceito que se refere a tendência de um indivíduo buscar relacionamentos com parceiros de status socioeconômico superior ao seu. Essa inclinação é frequentemente motivada pelo desejo de melhorar a própria condição social e econômica e é observada em diversos contextos culturais e históricos. </p><p>A pessoa que 'adotada' a hipergamia pode ser considerada aproveitadora ou uma alpinista social? Ela é mais comum em homens ou em mulheres? Como e onde entra o sentimento numa relação hipergâmica? Como equilibrá-lo com a racionalidade de avaliar a condição econômica do parceiro? </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 09 Jul 2024 21:13:24 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Alimentos ultraprocessados e os riscos para a saúde​​ | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>O consumo de alimentos ultraprocessados está associado a diversas doenças. Estes alimentos, que incluem desde fast foods até lanches industrializados, são conhecidos por sua alta densidade calórica e baixo valor nutricional, repletos de açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. </p><p>Em uma recente revisão de estudos científicos, pesquisadores identificaram que os ultraprocessados podem provocar 32 doenças. De que maneira estes alimentos impactam negativamente nossa saúde? </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 09 Jul 2024 02:37:34 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Afinal, quem se importa com o tamanho do pênis? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Uma pesquisa recente trouxe à tona a curiosidade e o debate em torno do tamanho do pênis em diferentes países. O estudo revelou que o Equador, Camarões e Bolívia lideram o ranking, com médias de 17,61 cm, 16,67 cm, e 16,51 cm respectivamente, enquanto os menores tamanhos foram observados em Camboja, Tailândia e Taiwan, com médias de 10,04 cm, 10,16 cm e 10,78 cm. </p><p>Esses dados reacendem discussões sobre a relevância do tamanho do pênis na satisfação sexual e autoestima, além de atiçar a curiosidade a respeito de uma curiosidade: a relação entre o tamanho do pênis e outras características físicas, como o tamanho do pé, nariz ou mãos, faz algum sentido? </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 05 Jul 2024 18:47:20 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Adolescentes: Como eles gerenciam suas emoções?​ | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>A adolescência é uma fase marcada por intensas mudanças biológicas, sociais e psicológicas. É um período de grande vulnerabilidade emocional e muitos desafios. Como os adolescentes gerenciam as emoções nesta fase? </p><p>Será que eles sabem reconhecer e nomear suas emoções? As escolas estão preparadas para lidar com o amadurecimento emocional nesta fase? </p><p>Estas são apenas algumas das questões que vamos tratar no Interessa de hoje! Não perca!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 04 Jul 2024 21:40:23 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A adolescência é uma fase marcada por intensas mudanças biológicas, sociais e psicológicas. É um período de grande vulnerabilidade emocional e muitos desafios. Como os adolescentes gerenciam as emoções nesta fase? </p><p>Será que eles sabem reconhecer e nomear suas emoções? As escolas estão preparadas para lidar com o amadurecimento emocional nesta fase? </p><p>Estas são apenas algumas das questões que vamos tratar no Interessa de hoje! Não perca!</p>]]>
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      <title>Gravando! Brasil é o país que mais manda áudio pelo WhatsApp no mundo | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>A decisão sobre a idade ideal para que uma criança ou adolescente tenha seu primeiro celular é um tema que gera debates entre pais, educadores e especialistas em desenvolvimento infantil. </p><p>O que deve ser levado em conta quando for avaliado o momento ideal para que uma criança ou adolescente tenha seu próprio telefone? </p><p>Participe com a gente!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A decisão sobre a idade ideal para que uma criança ou adolescente tenha seu primeiro celular é um tema que gera debates entre pais, educadores e especialistas em desenvolvimento infantil. </p><p>O que deve ser levado em conta quando for avaliado o momento ideal para que uma criança ou adolescente tenha seu próprio telefone? </p><p>Participe com a gente!</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 03 Jul 2024 20:10:56 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>A importância de hidratar-se e de cuidar bem da garrafinha e dos filtros purificadores | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Manter-se hidratado é fundamental para a saúde, mas a qualidade da água que ingerimos e a maneira como a armazenamos são tão importantes quanto se manter hidratados. </p><p>Garrafas reutilizáveis, se não forem devidamente higienizadas, podem se tornar focos de bactérias (há pesquisas que mostram que garrafinhas sujas podem ter a mesma quantidade de bactérias que uma privada!). </p><p>Quanto você bebe de água por dia? E como higieniza sua garrafinha e seu filtro em casa? </p><p>Assista e acompanhe as principais notícias de Belo Horizonte, Minas Gerais e do Brasil em https://bit.ly/siteotempo</p><p>Curta a nossa página no Facebook: https://bit.ly/faceotempo<br>Siga nosso Instagram: https://bit.ly/instaotempo<br>Siga nosso perfil no Twitter: https://bit.ly/twitterotempo</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 01 Jul 2024 22:36:23 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Como criar estímulo numa relação duradoura? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Nos dois últimos programas de sexta aqui no Interessa, nossos convidados explicaram que em relações duradouras  precisamos do desejo responsivo antes do sexo, ou seja, o tesão não vem 'de cara', é necessário estímulo para que a parceria entre no clima e aceite transar. </p><p>Mas como criar estímulos em relações de longa data que sejam diferentes e, de fato, excitantes? Para alguns, esse desejo pode ser estimulado logo ao acordar, com um bom dia 'cheio de intenções', que pode ser complementado com um toque, cheiro, 'pegada'... e você? Como acender seu fogo para entrar no clima? </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 28 Jun 2024 20:31:17 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Nos dois últimos programas de sexta aqui no Interessa, nossos convidados explicaram que em relações duradouras  precisamos do desejo responsivo antes do sexo, ou seja, o tesão não vem 'de cara', é necessário estímulo para que a parceria entre no clima e aceite transar. </p><p>Mas como criar estímulos em relações de longa data que sejam diferentes e, de fato, excitantes? Para alguns, esse desejo pode ser estimulado logo ao acordar, com um bom dia 'cheio de intenções', que pode ser complementado com um toque, cheiro, 'pegada'... e você? Como acender seu fogo para entrar no clima? </p>]]>
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      <title>Como você lida com o desperdício em casa?  | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Você já teve uma cenoura ou batata "brotando" na gaveta da geladeira e que acabou indo de lá para o lixo? Já deixou comida no prato quando foi almoçar em um restaurante ou não conseguiu comer aquele hambúrguer enoooorme? E quando vai a um rodízio, também desperdiça comida?</p><p>Pode ser que você seja um desperdiçador. </p><p>De acordo com a Embrapa e a Fundação Getúlio Vargas, aproximadamente<br>26,3 milhões de toneladas de alimentos são desperdiçadas anualmente no<br>país, o que equivale a cerca de 10% da produção total de alimentos.</p><p>Por que desperdiçamos tanto? Venha debater com a gente!</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 26 Jun 2024 19:32:09 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>25/06 - Dia Mundial do Vitiligo – Quebrando o estigma e o preconceito | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>No dia 25 de junho, celebra-se o Dia Mundial do Vitiligo, data criada para promover a conscientização e o entendimento sobre esta condição de pele que afeta cerca de 95 milhões de pessoas globalmente. No Brasil, o número ultrapassa um milhão, segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia. </p><p>O vitiligo, uma doença autoimune e genética, se manifesta pela perda de pigmentação da pele, resultando em manchas claras que podem impactar severamente a autoestima e a qualidade de vida dessas pessoas. </p><p>Você conhece alguém que tenha vitiligo ou tem alguma dúvida sobre o assunto, participe com a gente. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 25 Jun 2024 18:50:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Uso de dermocosméticos e maquiagem por crianças e adolescentes | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>É comum atualmente vermos meninas cada vez mais jovens usando<br>maquiagem. O fenômeno tem se intensificado com a influência das redes sociais e a pressão por um padrão estético cada vez mais precoce. Além da maquiagem, crianças e adolescentes estão em busca de dermocosméticos e adotam até rotinas de skincare, o que chama ainda mais atenção para uma preocupação: quais os riscos do uso<br>de maquiagem e dermocosméticos por esse público? </p><p>Este é o tema do Interessa desta segunda (24/06) e você é nosso convidado. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 24 Jun 2024 18:31:45 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Hoje tem! - Em dias especiais, sexo vira uma obrigação? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Datas especiais como aniversário de relacionamento, dia dos namorados ou mesmo viagens românticas, ou de férias, costumam vir acompanhadas de uma expectativa quase obrigatória de sexo. </p><p>A ideia de que momentos especiais exigem intimidade física torna-se um ponto de pressão que, para muitos, pode transformar-se em um desafio ao invés de prazer. </p><p>Você já fugiu do sexo em momentos especiais? Teve a compreensão do parceiro ou parceira? Tá tudo bem não transar numa viagem romântica? </p><p>Este é o tema do Interessa desta quinta (21/06). </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 21 Jun 2024 19:11:35 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Vínculo fantasma: Do nada, meu amor some | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Imagina que você conhece alguém bacana, se apaixona, namora, passa um bom tempo ao lado desta pessoa, e de repente um dia ela some. </p><p>Esse fenômeno, no mínimo estranho, tem nome e é bem mais comum do que se imagina: É um "vínculo fantasma." O conceito se refere à situação em que uma das partes de um casal termina a relação de maneira abrupta e sem explicação, simplesmente desaparecendo da vida do outro, deixando-o perplexo e emocionalmente desestabilizado.</p><p>O que leva alguém a sair da vida do companheiro ou companheira desta forma? O que pode-se dizer de quem vai, e também de quem fica, numa relação fantasma? </p><p>Este é o tema do Interessa desta quinta (20/06). </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 20 Jun 2024 18:51:28 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Imagina que você conhece alguém bacana, se apaixona, namora, passa um bom tempo ao lado desta pessoa, e de repente um dia ela some. </p><p>Esse fenômeno, no mínimo estranho, tem nome e é bem mais comum do que se imagina: É um "vínculo fantasma." O conceito se refere à situação em que uma das partes de um casal termina a relação de maneira abrupta e sem explicação, simplesmente desaparecendo da vida do outro, deixando-o perplexo e emocionalmente desestabilizado.</p><p>O que leva alguém a sair da vida do companheiro ou companheira desta forma? O que pode-se dizer de quem vai, e também de quem fica, numa relação fantasma? </p><p>Este é o tema do Interessa desta quinta (20/06). </p>]]>
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      <title>Será que você precisa de férias para descansar das férias? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Pode parecer estranho, mas tem muita gente que precisa de férias das férias para, enfim, descansar. </p><p>A logística envolvida em planejar as férias, escolhendo o destino, comparando preços, fazer reservas, e lidar com os custos, montar a agenda dos passeios – tudo isso já deu um trabalhão. Além disso, o desgaste físico e emocional não termina com a viagem; pelo contrário, viagens cansativas, noites mal dormidas, alimentação desregrada e a necessidade de manter o ritmo das crianças resultam em um retorno mais cansado do que antes da partida.</p><p>O que você acha disso? Você também se cansa mais do que descansa, quando sai de férias?</p><p>Participe com a gente! </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 19 Jun 2024 22:01:37 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Pode parecer estranho, mas tem muita gente que precisa de férias das férias para, enfim, descansar. </p><p>A logística envolvida em planejar as férias, escolhendo o destino, comparando preços, fazer reservas, e lidar com os custos, montar a agenda dos passeios – tudo isso já deu um trabalhão. Além disso, o desgaste físico e emocional não termina com a viagem; pelo contrário, viagens cansativas, noites mal dormidas, alimentação desregrada e a necessidade de manter o ritmo das crianças resultam em um retorno mais cansado do que antes da partida.</p><p>O que você acha disso? Você também se cansa mais do que descansa, quando sai de férias?</p><p>Participe com a gente! </p>]]>
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      <title>Sorria! Sua saúde bucal está em dia? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>A implantação da Política Nacional de Saúde Bucal em 2004 foi um marco na tentativa de democratizar o acesso aos cuidados odontológicos no Brasil.</p><p>O Brasil registra atualmente cerca de 45% de cobertura em saúde bucal e precisamos percorrer um longo caminho para chegar ao ideal.</p><p>O que nos afasta do dentista, além da dificuldade de acesso para muitos, também é um certo medo de doer na boca e no bolso? Sua consulta ao dentista, tá em dia? Ou você só procura o dentista quando está com algum problema?</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 17 Jun 2024 20:28:49 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Que raiva! Sentir raiva pode ser bom? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>A raiva é tradicionalmente vista como um sentimento negativo e desde cedo, somos ensinados a reprimir a raiva, percebendo-a como uma emoção destrutiva. Mas será que, canalizada, ela não poderia ser transformada em força motivadora? </p><p>Como usar a raiva a nosso favor? Será que a raiva pode ser gerenciada e direcionada para transformar frustrações em motivação? E você, costuma passar muita raiva? </p><p>Participe com a gente! </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 14 Jun 2024 19:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A raiva é tradicionalmente vista como um sentimento negativo e desde cedo, somos ensinados a reprimir a raiva, percebendo-a como uma emoção destrutiva. Mas será que, canalizada, ela não poderia ser transformada em força motivadora? </p><p>Como usar a raiva a nosso favor? Será que a raiva pode ser gerenciada e direcionada para transformar frustrações em motivação? E você, costuma passar muita raiva? </p><p>Participe com a gente! </p>]]>
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      <title>Maturidade sexual: o desejo tem prazo de validade? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Apesar de muita atenção ser dada à iniciação sexual, a discussão sobre a continuidade da vida sexual em idades avançadas é rara. Como se comporta o apetite sexual de quem já passou dos 70 anos, 80 anos, por exemplo? A libido se mantém na maturidade? </p><p>Participe com a gente! </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Apesar de muita atenção ser dada à iniciação sexual, a discussão sobre a continuidade da vida sexual em idades avançadas é rara. Como se comporta o apetite sexual de quem já passou dos 70 anos, 80 anos, por exemplo? A libido se mantém na maturidade? </p><p>Participe com a gente! </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 14 Jun 2024 18:40:49 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Procedimentos estéticos no rosto: precisamos falar dos riscos | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>O aumento na procura por procedimentos estéticos faciais tem trazido à tona uma preocupação crescente com a segurança e a regulamentação dessas práticas. Muita gente tem sido atraída pela promessa de resultados rápidos e transformadores por custos mais baixos e com isso, recorrendo a soluções que muitas vezes não cumprem com a regulamentação. </p><p>Quais os riscos de se fazer um procedimento estético com profissionais que não sejam habilitados? </p><p>O que você leva em conta, na escolha de um profissional que atua na área da estética? </p><p>Este é o tema do Interessa desta segunda (10/06) e você é nosso convidado.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 10 Jun 2024 19:12:21 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Relacionamento ‘pantufa’: será que você já teve um? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Já ouviu falar de “relacionamento pantufa”? O nome é dado para aquela relação onde o casal se esconde, assumindo a relação em casa e no ambiente provado, mas evitando admitir que estão juntos diante de outras pessoas. Será que uma relação neste modelo, é saudável? O que leva alguém a não querer assumir a relação que mantém com outra pessoa? </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Já ouviu falar de “relacionamento pantufa”? O nome é dado para aquela relação onde o casal se esconde, assumindo a relação em casa e no ambiente provado, mas evitando admitir que estão juntos diante de outras pessoas. Será que uma relação neste modelo, é saudável? O que leva alguém a não querer assumir a relação que mantém com outra pessoa? </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 07 Jun 2024 22:52:14 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Live streaming de S3X0: o novo pornô? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Tem casais transando com a webcam aberta e cobrando de quem quiser assistir ao momento íntimo. E detalhe: não estamos falando de influenciadores ou atores pornôs profissionais, mas pessoas comuns que decidiram transformar sua intimidade em um espetáculo lucrativo. O que você acha disso? Teria coragem de se expor a tal ponto?</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 07 Jun 2024 22:51:31 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>No zero a zero: Por que tá cada dia mais difícil encontrar um par?​ | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>O que pode dificultar um encontro entre duas pessoas? O que pode impedir que uma relação se torne menos temporária? Uma pesquisa entre usuários da rede de relacionamentos Tinder, apontou que boa parte dos usuários sequer comparecem a um date com pretendentes. Estaria mais difícil emplacar um relacionamento? E se a pretensão for uma relação séria, então seria ainda mais difícil? </p><p>Este é o tema do Interessa e você é nosso convidado. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 05 Jun 2024 19:59:51 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Intercâmbio: Alguém ainda faz intercâmbio?​ | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Poucas pessoas têm ou tiveram a oportunidade de vivenciar a experiência de um intercâmbio, que oferece a chance de aprender sobre uma cultura diferente, aprimorar-se em um idioma estrangeiro ou simplesmente explorar novos lugares. </p><p>Mas por que as pessoas escolhem fazer um intercâmbio? Será que os motivos mudam de geração para geração? </p><p>Este é o assunto do Interessa desta terça (04/06) e você é nosso convidado.</p>]]>
      </description>
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      <pubDate>Tue, 04 Jun 2024 19:43:08 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Poucas pessoas têm ou tiveram a oportunidade de vivenciar a experiência de um intercâmbio, que oferece a chance de aprender sobre uma cultura diferente, aprimorar-se em um idioma estrangeiro ou simplesmente explorar novos lugares. </p><p>Mas por que as pessoas escolhem fazer um intercâmbio? Será que os motivos mudam de geração para geração? </p><p>Este é o assunto do Interessa desta terça (04/06) e você é nosso convidado.</p>]]>
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      <title>Quanto tempo você passa diante de uma tela? E tá enxergando bem? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Nos últimos anos, o tempo que passamos em frente a telas de computadores e celulares aumentou significativamente, levando a preocupações sobre os impactos na saúde ocular. </p><p>De acordo com a Associação Brasileira de Oftalmologia, o uso excessivo de dispositivos digitais tem contribuído para um aumento de 35% nos casos de miopia entre brasileiros nos últimos dez anos. Além disso, estudos da Sociedade Brasileira de Oftalmologia apontam que cerca de 70% da população sofre de algum tipo de desconforto visual, como olhos secos e fadiga ocular, atribuídos ao uso prolongado de telas. </p><p>E para você, o impacto das telas têm atrapalhado suas vistas? Participe com a gente e compartihe sua experiência! </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Nos últimos anos, o tempo que passamos em frente a telas de computadores e celulares aumentou significativamente, levando a preocupações sobre os impactos na saúde ocular. </p><p>De acordo com a Associação Brasileira de Oftalmologia, o uso excessivo de dispositivos digitais tem contribuído para um aumento de 35% nos casos de miopia entre brasileiros nos últimos dez anos. Além disso, estudos da Sociedade Brasileira de Oftalmologia apontam que cerca de 70% da população sofre de algum tipo de desconforto visual, como olhos secos e fadiga ocular, atribuídos ao uso prolongado de telas. </p><p>E para você, o impacto das telas têm atrapalhado suas vistas? Participe com a gente e compartihe sua experiência! </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 03 Jun 2024 20:17:06 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Nos últimos anos, o tempo que passamos em frente a telas de computadores e celulares aumentou significativamente, levando a preocupações sobre os impactos na saúde ocular. </p><p>De acordo com a Associação Brasileira de Oftalmologia, o uso excessivo de dispositivos digitais tem contribuído para um aumento de 35% nos casos de miopia entre brasileiros nos últimos dez anos. Além disso, estudos da Sociedade Brasileira de Oftalmologia apontam que cerca de 70% da população sofre de algum tipo de desconforto visual, como olhos secos e fadiga ocular, atribuídos ao uso prolongado de telas. </p><p>E para você, o impacto das telas têm atrapalhado suas vistas? Participe com a gente e compartihe sua experiência! </p>]]>
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      <title>Como lidar quando você (ou seu par) não quer tr4n54r na mesma hora? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>O apetite sexual nem sempre é uma constante e, assim como outros desejos, também pode sofrer variações ao longo da vida. Um relacionamento mais longevo também pode sofrer impactos, já que, com o tempo, é comum que os estímulos fiquem mais escassos ou costumeiros, a ponto de não haver mais o despertar do desejo. Mas quando apenas uma das partes nota que a libido já não anda mais a mesma, como o casal deve agir?<br> <br>Este é o assunto do Interessa desta sexta-feira (31/05). Convidada: Allys Armanelli Terayama - sexóloga<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O apetite sexual nem sempre é uma constante e, assim como outros desejos, também pode sofrer variações ao longo da vida. Um relacionamento mais longevo também pode sofrer impactos, já que, com o tempo, é comum que os estímulos fiquem mais escassos ou costumeiros, a ponto de não haver mais o despertar do desejo. Mas quando apenas uma das partes nota que a libido já não anda mais a mesma, como o casal deve agir?<br> <br>Este é o assunto do Interessa desta sexta-feira (31/05). Convidada: Allys Armanelli Terayama - sexóloga<br></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 31 May 2024 21:03:39 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O apetite sexual nem sempre é uma constante e, assim como outros desejos, também pode sofrer variações ao longo da vida. Um relacionamento mais longevo também pode sofrer impactos, já que, com o tempo, é comum que os estímulos fiquem mais escassos ou costumeiros, a ponto de não haver mais o despertar do desejo. Mas quando apenas uma das partes nota que a libido já não anda mais a mesma, como o casal deve agir?<br> <br>Este é o assunto do Interessa desta sexta-feira (31/05). Convidada: Allys Armanelli Terayama - sexóloga<br></p>]]>
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      <title>Ressentimento é sentir duas vezes? | Interessa Podcast</title>
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      <pubDate>Wed, 29 May 2024 23:29:25 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Lei da laqueadura de trompas. O que mudou?​​​ | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>O número de laqueaduras realizadas no Brasil quase dobrou em um ano, segundo dados recentes do Ministério da Saúde. Esse crescimento está relacionado às mudanças na legislação e dizem respeito ao acesso a esse método contraceptivo, que ainda provoca muitas dúvidas. </p><p>Quais foram as alterações feitas na lei? Qual mulher pode fazer a laqueadura de trompas? Em quais casos ela é sugerida? </p><p>São algumas perguntas que vamos responder no Interessa de hoje!</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 28 May 2024 17:56:05 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>O número de laqueaduras realizadas no Brasil quase dobrou em um ano, segundo dados recentes do Ministério da Saúde. Esse crescimento está relacionado às mudanças na legislação e dizem respeito ao acesso a esse método contraceptivo, que ainda provoca muitas dúvidas. </p><p>Quais foram as alterações feitas na lei? Qual mulher pode fazer a laqueadura de trompas? Em quais casos ela é sugerida? </p><p>São algumas perguntas que vamos responder no Interessa de hoje!</p>]]>
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      <title>Marmita: tem gente curtindo fazer a festa de casais no ménage​​​ | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Claro que você sabe o que é uma 'marmita', certo? Mas e quando esta palavra aparece no contexto de um relacionamento, também sabe o que significa? </p><p>Pois é, 'marmita', no contexto de um relacionamento considerado liberal e adeptos da prática de  ménage à trois ou do swing, significa uma terceira pessoa que participa da relação sexual do casal. A prática é tão comum que em apps de relacionamento, cresce cada vez mais o número de pessoas que se oferecem para ser marmita de casais.</p><p>O que você acha do assunto? Você seria uma marmita ou levaria uma ‘marmita’ para um encontro?<br></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 24 May 2024 19:34:50 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Normal! Nós naturalizamos tanta coisa!​​​ | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Normal! Será? <br>Tem muita coisa que poderia ter maior impacto em nós e provocar mudanças, mas o tempo trata de, se não apagar, jogar as coisas para um lugar sem efeito, ou de menor efeito. O que nos leva a naturalizar coisas que chocam no primeiro momento, mas que caem logo no esquecimento? Isso pode ser considerado normal no ser humano? </p><p>No Interessa de hoje vamos falar sobre a naturalização das coisas e você é nosso convidados. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 23 May 2024 18:26:02 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Desenvolvimento pessoal desenvolve o quê? I​​ Interessa Podcast</title>
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      <pubDate>Wed, 22 May 2024 18:38:59 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Agamia: sem filhos e sem parceiros fixos​ | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Já ouviu falar em ‘Agamia”? É um comportamento que tem ganhado cada vez mais adeptos e se refere a opção consciente de viver sem filhos e sem parceiros fixos. </p><p>Para alguns, essa decisão é motivada pela busca de liberdade pessoal, autonomia e foco em objetivos individuais, sem as responsabilidades e compromissos que envolvem relacionamentos estáveis ou a parentalidade. </p><p>O que você acha disso? Você levaria uma vida ‘agâmica’? </p><p>Este é o tema do Interessa desta terça (21/05). </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 21 May 2024 18:23:52 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Harmonização dos seios: a moda estética do momento I Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>A harmonização dos seios tem sido um procedimento bastante procurado por mulheres que buscam melhorar a aparência e a simetria dessa região do corpo. </p><p>Além de aumentar ou reduzir o tamanho, o procedimento busca também ajustar aspectos como formato, proporção e posição dos seios. Será que o procedimento também pode dar conta de benefícios funcionais, como o alívio de dores nas costas causadas pelo peso dos seios, ou é uma demanda puramente estética? </p><p>Este é o tema do Interessa desta segunda (20/05). </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 20 May 2024 18:16:32 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>“Tem alguém vendo!” Como fica o sexo quando tem criança, pet ou um adulto por perto? Interessa Podcast</title>
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      <itunes:title>“Tem alguém vendo!” Como fica o sexo quando tem criança, pet ou um adulto por perto? Interessa Podcast</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Quando um casal está na intimidade, entregue um ao outro, a mente viaja e o corpo acompanha. Naquele momento, só importa o universo dos dois, o momento de estarem junto. Mas, e quando de repente você olha para o lado e seu cachorro tá alí olhando para você e ainda dá um latido, com fica o clima?</p><p>Este é o tema do Interessa desta sexta (17/05). </p><p>Assista e acompanhe as principais notícias de Belo Horizonte, Minas Gerais e do Brasil em https://bit.ly/siteotempo</p><p>Curta a nossa página no Facebook: https://bit.ly/faceotempo<br>Siga nosso Instagram: https://bit.ly/instaotempo<br>Siga nosso perfil no Twitter: https://bit.ly/twitterotempo</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Quando um casal está na intimidade, entregue um ao outro, a mente viaja e o corpo acompanha. Naquele momento, só importa o universo dos dois, o momento de estarem junto. Mas, e quando de repente você olha para o lado e seu cachorro tá alí olhando para você e ainda dá um latido, com fica o clima?</p><p>Este é o tema do Interessa desta sexta (17/05). </p><p>Assista e acompanhe as principais notícias de Belo Horizonte, Minas Gerais e do Brasil em https://bit.ly/siteotempo</p><p>Curta a nossa página no Facebook: https://bit.ly/faceotempo<br>Siga nosso Instagram: https://bit.ly/instaotempo<br>Siga nosso perfil no Twitter: https://bit.ly/twitterotempo</p>]]>
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      <pubDate>Sat, 18 May 2024 01:19:37 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Fenômeno J.O.L.O e a descoberta da felicidade sem telas I Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Há vida além das telas. E ao contrário do que muitos pensam, ela pode ser bem interessante. Um movimento que celebra prazeres longe das telas e relação menos tóxica com a tecnologia tem ganhado muitos adeptos no mundo. É o fenômeno J.O.L.O, do inglês ‘joy of logging off, que abraça principalmente pessoas com idade entre 14 e 35 anos que estão dispostos a viver desconectados. </p><p>Você toparia abandonar o celular?</p><p>Este é o tema do Interessa desta quarta (16/05). </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 16 May 2024 18:22:38 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>A solidão da mulher casada | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>É muito comum encontrar posts nas redes sociais, de mulheres cuidando da casa, dos filhos, ou em algum evento com a família, mas raramente vemos mulheres de fato se dedicando a algo sozinhas ou em algum evento que ela tenha escolhido fazer. Em contrapartida, homens costumam sair para jogar bola, pescar ou para se dedicar a programas exclusivamente deles. É como se os programas das mulheres incluíssem a família toda (e não fossem bem um programa das mulheres) e o dos homens, fossem de fato só deles. </p><p>O que acha? Você mulher, costuma ter programas de fato, seus? Homens, vocês costumam dividir os programas ‘seus’ com a família? </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 15 May 2024 18:29:57 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Nós namoramos o mesmo cara? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Você conhece os "proclamas"? É o processo de divulgar na missa ou afixado na parede da igreja católica, a decisão de duas pessoas se casarem. O motivo é, para caso alguma das partes já serem comprometidas, a igreja tomar conhecimento e se negar  a realizar o casamento. É uma forma de “correr a ficha” dos noivos para saber se nenhum deles já não está ‘enrolado’. </p><p>Também com o objetivo de “correr a ficha” de um possível poligâmico, um grupo de mulheres criou uma espécie de banco de dados de homens, onde elas podem consultar se por acaso um possível pretendente, já não está ‘enrolado’ com outra. O grupo existe em várias partes do mundo e funciona como uma espécie de Serasa ou SPC dos homens. </p><p>O que achou?<br></p>]]>
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      <pubDate>Wed, 15 May 2024 17:37:56 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Doutor Google, é só um comprimidinho | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Basta um sintoma um pouco diferente, uma dorzinha localizada que a gente corre para jogar no Google, o sintoma, para ter em segundos um diagnóstico. Um estudo publicado no The Medical Journal of Australia analisou 36 indicadores internacionais e identificou que, ao pesquisar por seus sintomas na internet, o diagnóstico correto é o primeiro resultado das buscas em apenas 36% dos casos.</p><p>E tem mais. Não basta se autodiagnosticar. Outro levantamento, dessa vez do Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação para o Mercado Farmacêutico (ICTQ) feito em 2022, revelou que 89% das pessoas se automedicam no Brasil.</p><p>Estes dois comportamentos (tanto a do autodiagnóstico quanto o da automedicação), podem comprometer seriamente a saúde. </p><p>Você já usou o Google para se autodiagnosticar ou para se automedicar? </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 14 May 2024 11:14:17 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Sexualidade: posso beijar seu sovaco? Esquisitices na hora do s3x0 I Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Alguns desejos sexuais são bastante curiosos, como, por exemplo, o interesse por sovacos, por pés ou por outras partes do corpo. Há quem tenha ainda interesse também por objetos e por comportamentos inusitados. </p><p>O que faz com que a mente humana encontre excitação em elementos e situações tão improváveis? Será que estes interesses são saudáveis? Há algo de errado ter gostos um tantos esquisitos quando o assunto é sexo? </p><p>Este é o tema do Interessa desta sexta-feira (10) e você é nosso convidado.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 10 May 2024 18:34:20 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Nosso modelo de educação está velho? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Professores no centro de uma sala de aula e alunos sentados em carteiras enfileiradas. Este é o padrão do modelo de educação ha séculos. Será que esse modelo ainda é eficiente? </p><p>O mercado contemporâneo valoriza competências como a resolução de problemas, o pensamento crítico, a comunicação eficaz e o trabalho em equipe, atributos que na maioria das vezes não se ensina na faculdade. </p><p>Será que precisamos repensar o modelo da nossa educação para torná-lo mais dinâmico, inclusivo e voltado para as exigências do mundo moderno? </p><p>Este é o assunto do Interessa desta terça (07/05). </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 07 May 2024 18:38:11 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Saúde: Saiba o que causa o efeito "bunda-mole"? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Você já ouviu falar no fenômeno "bunda morta" ou "bunda mole"? É um termo que se refere à falta de tonicidade nos músculos glúteos, uma situação cada vez mais comum em pessoas cada vez mais sedentárias. </p><p>O enfraquecimento muscular torna as pessoas mais suscetíveis a lesões e doenças relacionadas à falta de exercício. </p><p>Como prevenir a "bunda morta" ou "bunda mole"? Este é o assunto do Interessa desta segunda (06/05). </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 06 May 2024 19:02:59 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Você já ouviu falar no fenômeno "bunda morta" ou "bunda mole"? É um termo que se refere à falta de tonicidade nos músculos glúteos, uma situação cada vez mais comum em pessoas cada vez mais sedentárias. </p><p>O enfraquecimento muscular torna as pessoas mais suscetíveis a lesões e doenças relacionadas à falta de exercício. </p><p>Como prevenir a "bunda morta" ou "bunda mole"? Este é o assunto do Interessa desta segunda (06/05). </p>]]>
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      <itunes:keywords>interessa</itunes:keywords>
      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
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      <title>Signos na cama - dá pra saber o que cada um gosta na hora H? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Através do signo é possível conhecer muita coisa sobre a personalidade de uma pessoa. Mas será que os astros também podem revelar sobre o comportamento das pessoas na cama? Será que alguns signos se destacam mais do que outros quando o assunto é sexo?</p><p>Vamos falar sobre essa influência, ou não, dos astros na vida sexual, no Interessa desta sexta (03/05). </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Através do signo é possível conhecer muita coisa sobre a personalidade de uma pessoa. Mas será que os astros também podem revelar sobre o comportamento das pessoas na cama? Será que alguns signos se destacam mais do que outros quando o assunto é sexo?</p><p>Vamos falar sobre essa influência, ou não, dos astros na vida sexual, no Interessa desta sexta (03/05). </p>]]>
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      <pubDate>Sat, 04 May 2024 00:20:23 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Através do signo é possível conhecer muita coisa sobre a personalidade de uma pessoa. Mas será que os astros também podem revelar sobre o comportamento das pessoas na cama? Será que alguns signos se destacam mais do que outros quando o assunto é sexo?</p><p>Vamos falar sobre essa influência, ou não, dos astros na vida sexual, no Interessa desta sexta (03/05). </p>]]>
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      <title>Homens? Tô evitando! Conheça a nova tendência, o detox de homens | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Um movimento que reúne mulheres que resolveram dar um tempo dos homens, tem ganhado as redes sociais. O chamado "4B", nasceu na Coreia do Sul, e propõe que as mulheres cortem a relação com os homens, ou com pelo menos boa parte deles. No ocidente, o movimento tem sido chamado de 'Boy Sober' e embora seja menos radical, tem a mesma proposta de evitar as figuras do sexo masculino. </p><p>O que você do assunto? Você faria um detox de homens? </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 03 May 2024 01:09:05 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Mente vazia, oficina do diabo? E a nossa higiene mental? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>É comum que as pessoas usem o tempo livre dos fins de semana ou feriados para colocar a casa em ordem. Faxinas mais caprichadas, organização de documentos, arrumação de armários e outras demandas que envolvam um ambiente mais limpo e ordenado acabam sendo prioridade, principalmente diante de rotinas cada vez mais ocupadas e aceleradas. Embora os benefícios da organização e da limpeza sejam reconhecidos, a atenção dedicada ao ambiente que nos circunda nem sempre parece se estender a outros campos da vida, incluindo a mente. Mas, se separamos parte do nosso tempo livre para cuidar daquilo que nos cerca, por que não conseguimos fazer o mesmo com o que está dentro de nós?  </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 01 May 2024 21:36:06 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Não me interrompa quando eu estiver falando | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Um estudo realizado pela Escola de Medicina Grossman, da Universidade de Nova York (NYU), mostrou que manter interações sociais ajudam a retardar os efeitos do envelhecimento cerebral, como o declínio cognitivo. Tão importante quanto falar, no entanto, é ouvir o que o outro tem a dizer. Afinal, um diálogo só funciona quando há uma conversa efetiva entre as partes. </p><p>Mas, e quando uma das partes na conversa é aquele que sempre interrompe o outro? O que leva alguém a interromper uma pessoa enquanto ela está falando? Será que há agressão da parte de quem interrompe ou é apenas uma ansiedade para ter a palavra? </p><p>Você por acaso é a pessoa que interrompe? </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 30 Apr 2024 19:26:55 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Um estudo realizado pela Escola de Medicina Grossman, da Universidade de Nova York (NYU), mostrou que manter interações sociais ajudam a retardar os efeitos do envelhecimento cerebral, como o declínio cognitivo. Tão importante quanto falar, no entanto, é ouvir o que o outro tem a dizer. Afinal, um diálogo só funciona quando há uma conversa efetiva entre as partes. </p><p>Mas, e quando uma das partes na conversa é aquele que sempre interrompe o outro? O que leva alguém a interromper uma pessoa enquanto ela está falando? Será que há agressão da parte de quem interrompe ou é apenas uma ansiedade para ter a palavra? </p><p>Você por acaso é a pessoa que interrompe? </p>]]>
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      <title>Postura: Ficar sentado é o novo fumar? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>A gente já sabe que ficar muito tempo na frente de um computador ou mexendo no celular, faz mal à saúde, mas... uma pesquisa apontou que, para além destes males, ficar muito tempo sentado, pode aumentar os riscos de sofrer um derrame.</p><p>Este é o tema do Interessa desta segunda (29/04). </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 29 Apr 2024 20:18:42 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Dirting talk: você gosta de palavra chula na hora do 5EX0? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Algumas pessoas podem se sentir intimidadas ou ficarem sem jeito diante do uso de alguns palavrões na hora do sexo, mas apostar em uma conversinha mais picante pode ser uma boa maneira de aumentar o prazer na cama ou até mesmo de provocar o parceiro dentro e fora do quarto. </p><p>Mas será que existe uma “etiqueta” na hora do sexo? Existem palavras ou termos que devem ser evitados ou vale tudo, desde que o parceiro esteja de acordo? E quando existe vergonha? O que devemos fazer para nos libertar e utilizar as palavras como mais uma fonte de prazer?</p><p>Este é o tema do Interessa desta sexta (26/04). </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 26 Apr 2024 18:47:17 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>O que QUIET AMBITION e o que está por trás desta tendência | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Se tornar chefe costumava ser o desejo da maioria dos profissionais, certo? Errado! Pelo menos entre os mais jovens e até mesmo entre pessoas com carreiras mais longevas, a realidade é outra. E essa tendência  ganhou até um nome: quiet ambition (ou ambição silenciosa, em português). </p><p>Este é o tema do Interessa desta quarta (25/04). </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 25 Apr 2024 18:37:58 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>O amor romântico define a felicidade ou a limita? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Já cravou um dos grandes gênios da bossa nova: “é impossível ser feliz sozinho.” Será mesmo? Ao cantar em “Wave” (1967) a impossibilidade de ter alegria na vida estando só, Tom Jobim talvez tenha ampliado a variedade de relacionamentos, não somente os amorosos. Até mesmo porque, cada vez mais pessoas têm provado que é possível, sim, ser feliz sozinho, especialmente com o avançar da vida. </p><p>Estudo realizado em 2022 pelo instituto de pesquisas dos Estados Unidos Pew Research Center revelou que 30% dos adultos norte-americanos com 50 anos ou mais solteiros estão felizes pelo status de relacionamento. O levantamento mostrou também que as pessoas mais velhas sem relacionamentos amorosos eram as menos propensas a responder que gostariam de namorar em comparação com as mais jovens.   </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 24 Apr 2024 19:21:38 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:author>Jornal O TEMPO</itunes:author>
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      <title>O poder da insignificância | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Em um mundo que nos bombardeia de frases e discursos motivacionais, entender que somos pequenos e até mesmo insignificantes pode representar uma grande mudança e abrir o caminho para uma vida mais plena.</p><p>É isso o que explica a psicóloga Camila Fardin. Segundo a especialista, compreender o quanto somos insignificantes pode nos ajudar a nos desprender das necessidades de agradar os outros, nos permitindo viver de forma mais leve e sem preocupações com o que vão pensar de nós. </p><p>Mas como é que podemos chegar a esse nível de compreensão sem nos desvalorizar? Como equilibrar o reconhecimento do nosso valor com o entendimento de que somos apenas um grão de areia em comparação a todo o universo?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em um mundo que nos bombardeia de frases e discursos motivacionais, entender que somos pequenos e até mesmo insignificantes pode representar uma grande mudança e abrir o caminho para uma vida mais plena.</p><p>É isso o que explica a psicóloga Camila Fardin. Segundo a especialista, compreender o quanto somos insignificantes pode nos ajudar a nos desprender das necessidades de agradar os outros, nos permitindo viver de forma mais leve e sem preocupações com o que vão pensar de nós. </p><p>Mas como é que podemos chegar a esse nível de compreensão sem nos desvalorizar? Como equilibrar o reconhecimento do nosso valor com o entendimento de que somos apenas um grão de areia em comparação a todo o universo?</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 23 Apr 2024 18:25:33 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Em um mundo que nos bombardeia de frases e discursos motivacionais, entender que somos pequenos e até mesmo insignificantes pode representar uma grande mudança e abrir o caminho para uma vida mais plena.</p><p>É isso o que explica a psicóloga Camila Fardin. Segundo a especialista, compreender o quanto somos insignificantes pode nos ajudar a nos desprender das necessidades de agradar os outros, nos permitindo viver de forma mais leve e sem preocupações com o que vão pensar de nós. </p><p>Mas como é que podemos chegar a esse nível de compreensão sem nos desvalorizar? Como equilibrar o reconhecimento do nosso valor com o entendimento de que somos apenas um grão de areia em comparação a todo o universo?</p>]]>
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      <title>Devemos acabar com a procrastinação a todo custo? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Vez ou outra nos deparamos com demandas que parecem chatas ou difíceis demais. Diante delas, pode surgir o desejo de adiar e, mesmo sem uma boa justificativa, acabamos deixando tarefas para depois. Empurramos com a barriga, passamos outras demandas na frente e no fim, estamos procrastinando.</p><p>Mas essa decisão intencional de adiar algo importante ou necessário, pode vir carregada de problemas. Nos sentimos culpados, ficamos sem tempo para cumprir o que precisamos de forma adequada ou, ainda pior, podemos ficar cada vez mais ansiosos.</p><p>Mesmo diante de tantos impactos negativos, continuamos procrastinando.. Por que será que mesmo sabendo das consequências, resolvemos adiar as coisas? Será que esse comportamento pode ser um sinal para alguma questão mal resolvida? E, ainda, será mesmo que a procrastinação precisa ser combatida a todo custo ou pode existir algum lado positivo nesse tipo de comportamento?</p><p>É essa discussão que propomos no Interess@ desta segunda-feira (22) e você é nosso convidado.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 22 Apr 2024 18:40:48 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Desafio dos 100 dias consecutivos de s3x0 | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Em uma entrevista recente, a atriz Heloísa Perissé contou que fez uma ‘maratona’ de sexo com o marido. Foram 100 dias seguidos de relações sexuais. Segundo ela, a prática melhorou - e muito - a vida sexual entre os dois. Na justificativa dada pela atriz, ela explicou que o sexo é como uma prática e que quando você insere a relação na vida como uma ginástica ou como escovar os dentes, por exemplo, ele passa a se tornar um hábito. Mas será que esse desafio pode ser benéfico para todos os casais? Colocar o sexo como uma obrigação ou como meta não teria o efeito inverso e esfriaria a relação entre o casal? Ou adotar essa prática pode mesmo tornar a vida sexual melhor? </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 19 Apr 2024 18:34:09 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Interessa Podcast: Ausência paterna - os efeitos devastadores da falta do pai na criação</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A ausência paterna pode ter efeitos profundos e duradouros no desenvolvimento emocional e psicológico das crianças. A falta do pai na criação também pode resultar em problemas de comportamento, como agressividade, rebeldia e dificuldades acadêmicas. Além disso, muitos filhos podem carregar sentimentos de abandono, rejeição e inadequação ao longo da vida, afetando suas relações futuras e até mesmo sua saúde mental. Como lidar com a falta da figura paterna? A figura do pai é insubstituível? <br></p>]]>
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      <pubDate>Thu, 18 Apr 2024 19:17:07 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Com quem você quer dividir sua velhice? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Se os relacionamentos, amorosos ou de amizade, funcionam como o eixo central da série “Fim”, lançada pelo Globoplay no ano passado, sendo inspirada em um livro homônimo de Fernanda Torres, é o envelhecimento que faz a trama se mover. As histórias, afinal, se desenrolam em diferentes décadas, sempre no Rio de Janeiro, evidenciando não apenas mudanças socioculturais impostas pelo tempo, mas também – e sobretudo – as marcas íntimas que a vida deixou em cada um dos personagens, que rememoram passagens marcantes de suas trajetórias enquanto lidam com a morte e com os tantos encontros e desencontros, casamentos e separações, amizades e inimizades. Neste sentido, em meio à crescente preocupação com as formas de encarar e vivenciar o processo de envelhecimento, uma pergunta, geralmente ignorada, se impõe: com quem você quer dividir sua velhice? </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 17 Apr 2024 21:34:53 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Quer um feedback? O vocabulário empresarial invadiu nossas vidas | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Em vez de uma opinião ou conselho, pedir ou oferecer um “feedback”. No lugar de sugerir ou informar um prazo, dar o seu “deadline”. E, se ficar alguma dúvida, vale fazer uma ligação, ou melhor, uma “call”. Esses estrangeirismos, que se tornaram sinônimo de excelência em alguns contextos, têm invadido as vidas pessoas das pessoas e impactado negativamente a saúde mental de muita gente.  </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em vez de uma opinião ou conselho, pedir ou oferecer um “feedback”. No lugar de sugerir ou informar um prazo, dar o seu “deadline”. E, se ficar alguma dúvida, vale fazer uma ligação, ou melhor, uma “call”. Esses estrangeirismos, que se tornaram sinônimo de excelência em alguns contextos, têm invadido as vidas pessoas das pessoas e impactado negativamente a saúde mental de muita gente.  </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 16 Apr 2024 18:30:52 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Estamos na era do pescoço tartaruga? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Enquanto vivemos nosso dia a dia, é cada vez mais comum nos depararmos com pessoas que caminham olhando para baixo, mirando a tela do celular, fixadas no ambiente digital e praticamente alheias ao que acontece em volta. Muitas vezes, somos nós mesmos. Esse hábito contemporâneo tem gerado diversos problemas relacionados à coluna. Ombros descaídos e cabeça projetada para frente. A recorrência dessa condição a levou a ser denominada de “pescoço de tartaruga”.   </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 15 Apr 2024 18:21:40 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Liberte-se! Ensaio sensual pode resgatar autoestima | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Posar para um ensaio fotográfico, para algumas mulheres, já é um grande desafio em função da baixa autoestima e falta de autoconfiança. Para registrar momentos tão íntimos e promover a autoestima e o conhecimento do próprio corpo, muitas fotógrafas têm usado o ensaio boudoir. As fotografias ao estilo boudoir são mais pessoais, com ensaios que expressam mais sensualidade e intimidade. A palavra tem origem francesa e era usada para se referir a um lugar onde as mulheres se arrumavam e se trocavam, uma espécie de camarim ou quarto, ou seja, um lugar íntimo.  Você faria, um ensaio boudoir?  </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 12 Apr 2024 18:36:55 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Você se arrepende de alguma coisa? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>O arrependimento é uma emoção complexa que surge quando percebemos que poderíamos ter agido de forma diferente em determinada situação do passado. </p><p>Segundo especialistas, o peso emocional do arrependimento pode provocar ansiedade, depressão e até mesmo problemas físicos. Mas será que o arrependimento também pode ser uma ferramenta usada para o crescimento pessoal? </p><p>Como lidar com o arrependimento? Você se arrepende de alguma coisa? </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O arrependimento é uma emoção complexa que surge quando percebemos que poderíamos ter agido de forma diferente em determinada situação do passado. </p><p>Segundo especialistas, o peso emocional do arrependimento pode provocar ansiedade, depressão e até mesmo problemas físicos. Mas será que o arrependimento também pode ser uma ferramenta usada para o crescimento pessoal? </p><p>Como lidar com o arrependimento? Você se arrepende de alguma coisa? </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 11 Apr 2024 18:32:57 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>O arrependimento é uma emoção complexa que surge quando percebemos que poderíamos ter agido de forma diferente em determinada situação do passado. </p><p>Segundo especialistas, o peso emocional do arrependimento pode provocar ansiedade, depressão e até mesmo problemas físicos. Mas será que o arrependimento também pode ser uma ferramenta usada para o crescimento pessoal? </p><p>Como lidar com o arrependimento? Você se arrepende de alguma coisa? </p>]]>
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      <title>A importância da preguiça | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>A preguiça, que vira e mexe é vista como um defeito, pode acabar sendo uma aliada em meio à correria do dia a dia. Mas num mundo que valoriza cada vez mais a produtividade, tirar um tempo para descansar, pode ser um desafio e gerar até mesmo questionamentos.</p><p>Será que a gente consegue fazer uma pausa sem que isso pese a consciência? E o ócio criativo? Ele existe? Procrastinar é a mesma coisa que ter preguiça? E se nos sentimos preguiçosos demais, será que pode ser um alerta sobre a nossa saúde física e mental?</p><p>Essas e outras perguntas guiam o debate do Interess@ desta quarta-feira. Acompanhe e participe do debate!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A preguiça, que vira e mexe é vista como um defeito, pode acabar sendo uma aliada em meio à correria do dia a dia. Mas num mundo que valoriza cada vez mais a produtividade, tirar um tempo para descansar, pode ser um desafio e gerar até mesmo questionamentos.</p><p>Será que a gente consegue fazer uma pausa sem que isso pese a consciência? E o ócio criativo? Ele existe? Procrastinar é a mesma coisa que ter preguiça? E se nos sentimos preguiçosos demais, será que pode ser um alerta sobre a nossa saúde física e mental?</p><p>Essas e outras perguntas guiam o debate do Interess@ desta quarta-feira. Acompanhe e participe do debate!</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 10 Apr 2024 18:23:07 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Barba virou maquiagem? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Embora não exista um consenso entre os estudiosos sobre as funções fisiológicas da barba, socialmente ela já fez e ainda faz muita diferença, podendo ser um símbolo de status, de poder, maturidade e até mesmo sensualidade. </p><p>A barba pode estar tão ligada à aparência, que alguns homens não se reconhecem e nem são reconhecidos sem ela. Há também quem aposte na barba para dar um “up” no visual. </p><p>Um estudo, feito pela Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália, já descobriu também que a presença, ausência e a densidade da barba são fatores que  influenciam as percepções sobre os homens. A conclusão da pesquisa publicada na revista científica Evolution and Human Behavior foi de que barba de densidade média (nem tão cheia e nem tão rala) é a mais atraente. Ela também apontou que os mais barbudos podem ser vistos como melhores pais, já que são percebidos como mais protetores.</p><p>E para você, o que a barba representa? Acha que ela tem o poder de tornar um homem mais ou menos atraente? </p><p>Essas e outras perguntas dão o tom do Interess@ desta terça-feira. Acompanhe e participe do debate!<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Embora não exista um consenso entre os estudiosos sobre as funções fisiológicas da barba, socialmente ela já fez e ainda faz muita diferença, podendo ser um símbolo de status, de poder, maturidade e até mesmo sensualidade. </p><p>A barba pode estar tão ligada à aparência, que alguns homens não se reconhecem e nem são reconhecidos sem ela. Há também quem aposte na barba para dar um “up” no visual. </p><p>Um estudo, feito pela Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália, já descobriu também que a presença, ausência e a densidade da barba são fatores que  influenciam as percepções sobre os homens. A conclusão da pesquisa publicada na revista científica Evolution and Human Behavior foi de que barba de densidade média (nem tão cheia e nem tão rala) é a mais atraente. Ela também apontou que os mais barbudos podem ser vistos como melhores pais, já que são percebidos como mais protetores.</p><p>E para você, o que a barba representa? Acha que ela tem o poder de tornar um homem mais ou menos atraente? </p><p>Essas e outras perguntas dão o tom do Interess@ desta terça-feira. Acompanhe e participe do debate!<br></p>]]>
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      <pubDate>Tue, 09 Apr 2024 22:24:03 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Embora não exista um consenso entre os estudiosos sobre as funções fisiológicas da barba, socialmente ela já fez e ainda faz muita diferença, podendo ser um símbolo de status, de poder, maturidade e até mesmo sensualidade. </p><p>A barba pode estar tão ligada à aparência, que alguns homens não se reconhecem e nem são reconhecidos sem ela. Há também quem aposte na barba para dar um “up” no visual. </p><p>Um estudo, feito pela Universidade de Nova Gales do Sul, na Austrália, já descobriu também que a presença, ausência e a densidade da barba são fatores que  influenciam as percepções sobre os homens. A conclusão da pesquisa publicada na revista científica Evolution and Human Behavior foi de que barba de densidade média (nem tão cheia e nem tão rala) é a mais atraente. Ela também apontou que os mais barbudos podem ser vistos como melhores pais, já que são percebidos como mais protetores.</p><p>E para você, o que a barba representa? Acha que ela tem o poder de tornar um homem mais ou menos atraente? </p><p>Essas e outras perguntas dão o tom do Interess@ desta terça-feira. Acompanhe e participe do debate!<br></p>]]>
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      <title>Quais são os hábitos que devemos adotar para envelhecer bem? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Aos 93 anos, mas com uma idade biológica que gira entre 30 e 40 anos, o  irlandês Richard Morgan está sendo estudado. A intenção é descobrir o segredo para viver melhor por mais tempo. Algumas dicas já foram dadas por Morgan, que mantém uma rotina de treinos, com boa alimentação e busca uma vida sem estresse e com boas horas de sono.</p><p>Mas será que existem mais comportamentos que podem ajudar? Como devemos agir para envelhecer bem? É esse o tema do Interess@ desta segunda-feira (8). Acompanhe e participe do debate!</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 08 Apr 2024 18:14:26 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Inteligência artificial no se3o? Possibilidades tecnológicas geram debate| Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Imagine a possibilidade de se relacionar com um amigo, um parceiro romântico ou com um mentor que se adequa milimetricamente a todos os seus gostos e expectativas. A situação que parece impossível quando falamos de seres humanos, tem se tornado cada vez mais real com o uso da inteligência artificial. Infinitos modelos de inteligências artificiais têm sido criados para fazer companhia às pessoas, para simular relacionamentos e até mesmo para atender a fantasias sexuais.</p><p>Mas será que esse tipo de relação pode mesmo substituir um relacionamento construído entre humanos? não seria a inteligência artificial permissiva demais? Quais são os impactos que esse tipo de relacionamento pode trazer? e quando as máquinas vão longe demais?</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 05 Apr 2024 18:35:27 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Será que você é um “delulu”? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O termo se popularizou no TikTok depois que uma hashtag passou de 2,6 bilhões de visualizações, promovendo o que está sendo chamando de “nova linha de pensamento”. </p><p>A palavra vem de “delusional”, que significa “delirante” e representa uma mentalidade super positiva como uma espécie de “lei da atração” combinada com muita autoconfiança. Para saber mais, junte-se a nós como convidado do Interessa de hoje!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 04 Apr 2024 21:26:27 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Mudar de ideia: você é uma metamorfose ambulante?| Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A arte de mudar de ideia é uma habilidade mas muita gente tem dificuldade de repensar suas posições e mudar de opinião. Estar sempre certo ou admitir o erro para aprender e crescer, eis a questão.</p><p>Você muda de ideia com facilidade, ou mantém ideias fixas sobre seu ponto de vista? Como lida com a mudança de opinião e de ideia?</p><p>Este é o tema do Interessa desta quarta (03/04).</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 03 Apr 2024 18:34:04 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Dia Mundial da Conscientização do Autismo | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Neste dia 2 de abril, celebramos o “Dia Mundial da Conscientização do Autismo”, data dedicada à promoção de informações sobre o espectro autista. A data foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 2007. </p><p>O autismo se manifesta em diferentes graus, mas, em geral, pode apresentar desafios em habilidades sociais, questões comportamentais, alteração da fala e problemas com a comunicação não-verbal. </p><p>Este é o tema do Interessa desta terça (02/04). </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 02 Apr 2024 18:32:33 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Estilo de vida: é possível viver sem remédio? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Por um lado, há uma tendência preocupante de dependência excessiva de medicamentos entre os brasileiros, muitas vezes decorrente de uma cultura de automedicação e da busca por soluções rápidas para problemas de saúde.</p><p>Por outro lado, surge também um movimento crescente de pessoas que buscam uma abordagem mais holística para o bem-estar, optando por estilos de vida saudáveis, alimentação balanceada, prática regular de exercícios físicos e técnicas de medicina alternativa para prevenir e tratar doenças. </p><p>Você acha que a  relação entre corpo, mente e saúde pode contribuir para a longevidade e para uma vida mais plena e equilibrada, sem uso de medicamentos? </p><p>Este é o tema do Interessa desta segunda (01/04). </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Por um lado, há uma tendência preocupante de dependência excessiva de medicamentos entre os brasileiros, muitas vezes decorrente de uma cultura de automedicação e da busca por soluções rápidas para problemas de saúde.</p><p>Por outro lado, surge também um movimento crescente de pessoas que buscam uma abordagem mais holística para o bem-estar, optando por estilos de vida saudáveis, alimentação balanceada, prática regular de exercícios físicos e técnicas de medicina alternativa para prevenir e tratar doenças. </p><p>Você acha que a  relação entre corpo, mente e saúde pode contribuir para a longevidade e para uma vida mais plena e equilibrada, sem uso de medicamentos? </p><p>Este é o tema do Interessa desta segunda (01/04). </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 01 Apr 2024 18:27:09 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Por um lado, há uma tendência preocupante de dependência excessiva de medicamentos entre os brasileiros, muitas vezes decorrente de uma cultura de automedicação e da busca por soluções rápidas para problemas de saúde.</p><p>Por outro lado, surge também um movimento crescente de pessoas que buscam uma abordagem mais holística para o bem-estar, optando por estilos de vida saudáveis, alimentação balanceada, prática regular de exercícios físicos e técnicas de medicina alternativa para prevenir e tratar doenças. </p><p>Você acha que a  relação entre corpo, mente e saúde pode contribuir para a longevidade e para uma vida mais plena e equilibrada, sem uso de medicamentos? </p><p>Este é o tema do Interessa desta segunda (01/04). </p>]]>
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      <title>Existe lugar ideal para trans@r? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Na rua, na chuva, na fazenda. Os filmes e a literatura costumam apresentar o sexo em locais quase paradisíacos, com uma bela fotografia, lindas paisagens. </p><p>E em casa também, tem gente que explora o ambiente e transa até em cima do fogão. Por outro lado, tem gente que tem nojo de motel. </p><p>Diante de tantas possibilidades, existe um lugar certo para transar? Se existe, onde seria?</p><p>Este é o tema do Interessa desta sexta (29/03). <br></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 29 Mar 2024 20:54:57 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>A arte de pedir desculpas | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Errar é humano, mas pedir desculpas é quase divino. Nem sempre é fácil admitir um erro e pedir desculpas. E será que se desculpar significa ter remissão do nosso erro? Você tem alguma dificuldade em admitir seu erro e pedir desculpas?Este é o tema do Interessa desta quinta (28/03). </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Errar é humano, mas pedir desculpas é quase divino. Nem sempre é fácil admitir um erro e pedir desculpas. E será que se desculpar significa ter remissão do nosso erro? Você tem alguma dificuldade em admitir seu erro e pedir desculpas?Este é o tema do Interessa desta quinta (28/03). </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 28 Mar 2024 19:28:55 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Imprevistos e saia-justa: como você lida? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Muitas vezes lidamos com situações que nos desconcertam completamente e diante de cenários onde reina o imprevisível, ter desenvoltura não é fácil. Seria possível se preparar para sair bem diante de algo ou de uma situação que você nem sabe qual é e nem se vai enfrentar? </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 27 Mar 2024 21:17:55 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>"Ser corno ou não ser: ressignificando a cornice" | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Ser corno, chifrudo ou levar uma gaia pode ser o terror de muita gente. Mas para além dos termos pejorativos, a cornice tem sido ressignificada. Tem música, literatura, audiovisual e até uma capital brasileira (Pernambuco foi eleita a capital nacional da gaia), fazendo exaltação a talvez uma das maiores vergonhas do ser humano: a de ser trocado ou trocada por alguém. </p><p>E você, também já foi corno, ou corna, e usou da brincadeira para ressignificar o chifre? </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 26 Mar 2024 17:41:05 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Mais doentes ou mais preocupados com a saúde? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Notícias sobre novos vírus ou novas patologias continuam estampando manchetes de jornais todos os dias. Será que estamos ficando cada vez mais doentes? </p><p>Uma outra possibilidade é pensar que com a internet, as informações correm com mais rapidez e alcançam mais pessoas, o que pode significar que estamos falando mais de doenças e não necessariamente, mais doentes. </p><p> O que você acha? </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Notícias sobre novos vírus ou novas patologias continuam estampando manchetes de jornais todos os dias. Será que estamos ficando cada vez mais doentes? </p><p>Uma outra possibilidade é pensar que com a internet, as informações correm com mais rapidez e alcançam mais pessoas, o que pode significar que estamos falando mais de doenças e não necessariamente, mais doentes. </p><p> O que você acha? </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 25 Mar 2024 17:31:02 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Como você lida com tirar a roupa na hora do sexo? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O mundo é feito de dicotomias e quando o assunto é o corpo ou a sexualidade, nem se fala! E isso vale inclusive na hora de tirar a roupa. Nem todo mundo se despe com a mesma facilidade, principalmente quem tem problemas com o corpo ou com a autoestima. </p><p>E para você, como é tirar a roupa na hora do sexo?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O mundo é feito de dicotomias e quando o assunto é o corpo ou a sexualidade, nem se fala! E isso vale inclusive na hora de tirar a roupa. Nem todo mundo se despe com a mesma facilidade, principalmente quem tem problemas com o corpo ou com a autoestima. </p><p>E para você, como é tirar a roupa na hora do sexo?</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 22 Mar 2024 21:25:56 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Dia Internacional da Síndrome de Down | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Esta quinta (21/03) é “O Dia Internacional da Síndrome de Down”. O dia 21/03 foi escolhido por fazer alusão à trissomia do 21, condição genética causada pela presença de três cromossomos 21 nas células dos indivíduos, em vez de dois, o que provoca a síndrome.</p><p>A data convida para refletirmos sobre a necessidade do ganho de autonomia e de oportunidades, além de mais espaço social para quem tem a Síndrome de Down. </p><p>E claro que este é o assunto do INTERESSA de hoje, que busca ressaltar a importância da inclusão, e você é nosso convidado e convidada. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Esta quinta (21/03) é “O Dia Internacional da Síndrome de Down”. O dia 21/03 foi escolhido por fazer alusão à trissomia do 21, condição genética causada pela presença de três cromossomos 21 nas células dos indivíduos, em vez de dois, o que provoca a síndrome.</p><p>A data convida para refletirmos sobre a necessidade do ganho de autonomia e de oportunidades, além de mais espaço social para quem tem a Síndrome de Down. </p><p>E claro que este é o assunto do INTERESSA de hoje, que busca ressaltar a importância da inclusão, e você é nosso convidado e convidada. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 22 Mar 2024 21:24:24 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Dia Internacional da Felicidade: você é feliz? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>No dia 20 de março, celebramos o Dia Internacional da Felicidade. A data reconhecida pela Assembleia Geral das Nações Unidas desde 2012, destaca a importância da felicidade e do bem-estar como objetivos universais de todos os seres humanos.  <br>Em um cenário global marcado por desafios, incertezas e mudanças rápidas, a busca pela felicidade torna-se não apenas uma aspiração pessoal, mas também um imperativo social e político.</p><p>A "felicidade" então é o assunto do Interessa desta quarta (20/03), e você é nosso convidado.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 20 Mar 2024 17:29:27 -0100</pubDate>
      <author>o tempo,</author>
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      <title>Hora de parar: quando desistir é estratégico | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Desistir, muitas vezes, é visto como um sinal de fraqueza ou derrota, mas na realidade, pode ser um ato de coragem e discernimento. Em determinados momentos da vida, reconhecer quando é hora de desistir é essencial para direcionar nossas energias e recursos para oportunidades mais promissoras e alinhadas com nossos objetivos e valores.</p><p>Este é o assunto do Interessa desta terça (19/03), e você é nosso convidado.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Desistir, muitas vezes, é visto como um sinal de fraqueza ou derrota, mas na realidade, pode ser um ato de coragem e discernimento. Em determinados momentos da vida, reconhecer quando é hora de desistir é essencial para direcionar nossas energias e recursos para oportunidades mais promissoras e alinhadas com nossos objetivos e valores.</p><p>Este é o assunto do Interessa desta terça (19/03), e você é nosso convidado.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 19 Mar 2024 17:18:17 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Desistir, muitas vezes, é visto como um sinal de fraqueza ou derrota, mas na realidade, pode ser um ato de coragem e discernimento. Em determinados momentos da vida, reconhecer quando é hora de desistir é essencial para direcionar nossas energias e recursos para oportunidades mais promissoras e alinhadas com nossos objetivos e valores.</p><p>Este é o assunto do Interessa desta terça (19/03), e você é nosso convidado.</p>]]>
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      <title>Compulsão Alimentar: o que pode estar por trás de comer muito | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Muitas vezes nossa relação com a alimentação está enraizada em questões emocionais, psicológicas e até mesmo sociais. Pode ser inclusive uma forma de lidar com o estresse, ansiedade, depressão ou traumas do passado.</p><p>A comida pode ser uma fonte de conforto temporário? Será que tem a ver com vazio emocional? </p><p>Este é o assunto do Interessa desta segunda (18/03), e você é nosso convidado.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Muitas vezes nossa relação com a alimentação está enraizada em questões emocionais, psicológicas e até mesmo sociais. Pode ser inclusive uma forma de lidar com o estresse, ansiedade, depressão ou traumas do passado.</p><p>A comida pode ser uma fonte de conforto temporário? Será que tem a ver com vazio emocional? </p><p>Este é o assunto do Interessa desta segunda (18/03), e você é nosso convidado.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 18 Mar 2024 17:42:58 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Beijo de língua: um aliado para resgatar a cumplicidade | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Uma certa celebração tem ganhado audiência nas redes ultimamente: a festa do divórcio.</p><p>A festa é parte de uma tendência que contraria a ideia de que o fim de um relacionamento causa tristeza e sofrimento. Pelo contrário, a festa celebra com bom humor e comemoração, o momento em que um relacionamento chega ao fim.</p><p>O que você acha disso? O término de um relacionamento é realmente motivo e momento para festa e comemoração?</p><p>Este é o assunto do Interessa desta quinta (14/03), e você é nosso convidado.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Uma certa celebração tem ganhado audiência nas redes ultimamente: a festa do divórcio.</p><p>A festa é parte de uma tendência que contraria a ideia de que o fim de um relacionamento causa tristeza e sofrimento. Pelo contrário, a festa celebra com bom humor e comemoração, o momento em que um relacionamento chega ao fim.</p><p>O que você acha disso? O término de um relacionamento é realmente motivo e momento para festa e comemoração?</p><p>Este é o assunto do Interessa desta quinta (14/03), e você é nosso convidado.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 15 Mar 2024 17:41:55 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Festa do Divórcio | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Uma certa celebração tem ganhado audiência nas redes ultimamente: a festa do divórcio.</p><p>A festa é parte de uma tendência que contraria a ideia de que o fim de um relacionamento causa tristeza e sofrimento. Pelo contrário, a festa celebra com bom humor e comemoração, o momento em que um relacionamento chega ao fim.</p><p>O que você acha disso? O término de um relacionamento é realmente motivo e momento para festa e comemoração?</p><p>Este é o assunto do Interessa desta quinta (14/03), e você é nosso convidado.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 14 Mar 2024 18:04:31 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Festa do Divórcio | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Uma certa celebração tem ganhado audiência nas redes ultimamente: a festa do divórcio.</p><p>A festa é parte de uma tendência que contraria a ideia de que o fim de um relacionamento causa tristeza e sofrimento. Pelo contrário, a festa celebra com bom humor e comemoração, o momento em que um relacionamento chega ao fim.</p><p>O que você acha disso? O término de um relacionamento é realmente motivo e momento para festa e comemoração?</p><p>Este é o assunto do Interessa desta quinta (14/03), e você é nosso convidado.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 14 Mar 2024 17:39:28 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Flerte é traição? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>O que configura uma traição? </p><p>É possível estabelecer alguns comportamentos como traição antes de tornar um relacionamento sério? </p><p>Recentemente, Camila Moura, mulher do participante da edição de 2024 do BBB, Lucas Henrique, anunciou sua separação porque ele teria flertado com outra participante do programa. O caso promoveu a discussão: Seria um exagero considerar um flerte como traição? O que é considerado traição? Um relacionamento sem envolvimento, ou uma intenção de se relacionar ou de simplesmente paquerar alguém, pode ser considerado traição? </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 13 Mar 2024 17:44:25 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>O que configura uma traição? </p><p>É possível estabelecer alguns comportamentos como traição antes de tornar um relacionamento sério? </p><p>Recentemente, Camila Moura, mulher do participante da edição de 2024 do BBB, Lucas Henrique, anunciou sua separação porque ele teria flertado com outra participante do programa. O caso promoveu a discussão: Seria um exagero considerar um flerte como traição? O que é considerado traição? Um relacionamento sem envolvimento, ou uma intenção de se relacionar ou de simplesmente paquerar alguém, pode ser considerado traição? </p>]]>
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      <title>Como é morar com um homem? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Homens têm hábitos e comportamentos estranhos. Pelo menos é o que pensam algumas mulheres que dividem o teto com alguma figura do sexo masculino, seja ele um pai, um filho ou um marido. Você concorda? </p><p>Recentemente a atriz Luana Piovani declarou que jamais se casaria novamente, destacando comportamentos comuns a companheiros, como sendo o motivo da escolha de não dividir o teto com um homem: "não sabem onde está nada, são bagunceiros". </p><p>Você, também divide o teto com um homem? Como é?</p><p>Este é o assunto do Interessante desta segunda (11/03).</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Homens têm hábitos e comportamentos estranhos. Pelo menos é o que pensam algumas mulheres que dividem o teto com alguma figura do sexo masculino, seja ele um pai, um filho ou um marido. Você concorda? </p><p>Recentemente a atriz Luana Piovani declarou que jamais se casaria novamente, destacando comportamentos comuns a companheiros, como sendo o motivo da escolha de não dividir o teto com um homem: "não sabem onde está nada, são bagunceiros". </p><p>Você, também divide o teto com um homem? Como é?</p><p>Este é o assunto do Interessante desta segunda (11/03).</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 11 Mar 2024 17:33:39 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Orgasmo feminino: você já teve o seu? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Muitas mulheres não conseguem reconhecer quando tem um orgasmo. Algumas cultivam expectativas altas demais, às vezes desde a adolescência, e acreditam que gozar envolve algum tipo de reação exagerada. O que não é verdade! </p><p>Sabia que é possível ter orgasmo até imperceptíveis?</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Muitas mulheres não conseguem reconhecer quando tem um orgasmo. Algumas cultivam expectativas altas demais, às vezes desde a adolescência, e acreditam que gozar envolve algum tipo de reação exagerada. O que não é verdade! </p><p>Sabia que é possível ter orgasmo até imperceptíveis?</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 08 Mar 2024 17:58:32 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Lugar de mulher é… | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>No Interessa de hoje, a gente fala sobre o lugar da mulher. Onde é o lugar da mulher? Em qualquer lugar que ela quiser.</p><p>Mas independente de onde seja, algo sempre estará com elas: o cansaço.  As mulheres têm jornada dupla, tripla e nem sempre isso é uma escolha, já que muitas vezes a mulher assume tarefas que não são assumidas pelos homens. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 07 Mar 2024 22:01:17 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Mulher: ser mãe ou não ser, eis a questão | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Uma mulher não precisa ter filho para encontrar seu caminho, ser feliz e plena, certo? Mas, na prática, muitas vezes não é tão simples assim, e há dos familiares e da própria sociedade, uma cobrança em cima da mulher que não pode ou que não quer ter filhos.</p><p>Este é o assunto do Interessa desta quarta (06/03). </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Uma mulher não precisa ter filho para encontrar seu caminho, ser feliz e plena, certo? Mas, na prática, muitas vezes não é tão simples assim, e há dos familiares e da própria sociedade, uma cobrança em cima da mulher que não pode ou que não quer ter filhos.</p><p>Este é o assunto do Interessa desta quarta (06/03). </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 06 Mar 2024 23:54:07 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Uma mulher não precisa ter filho para encontrar seu caminho, ser feliz e plena, certo? Mas, na prática, muitas vezes não é tão simples assim, e há dos familiares e da própria sociedade, uma cobrança em cima da mulher que não pode ou que não quer ter filhos.</p><p>Este é o assunto do Interessa desta quarta (06/03). </p>]]>
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      <title>As mulheres e o ambiente corporativo | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Apesar dos avanços das mulheres no mercado de trabalho, a falta de representatividade nos postos de liderança persiste como uma realidade. É frequente observar que quando uma mulher assume um cargo de liderança e adota um estilo de gestão firme e assertivo, é rotulada como 'grosseira' ou 'brava', enquanto um homem na mesma posição é geralmente percebido como assertivo.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Apesar dos avanços das mulheres no mercado de trabalho, a falta de representatividade nos postos de liderança persiste como uma realidade. É frequente observar que quando uma mulher assume um cargo de liderança e adota um estilo de gestão firme e assertivo, é rotulada como 'grosseira' ou 'brava', enquanto um homem na mesma posição é geralmente percebido como assertivo.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 05 Mar 2024 23:22:35 -0100</pubDate>
      <author>o tempo,</author>
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      <title>Afinal, você sabe o que é sororidade? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A palavra "sororidade" foi criada em 1970 mas se popularizou de fato no Brasil, na edição de 2020 do BBB. Na época em que o programa foi exibido, o termo chegou a figurar entre os mais buscados do Google, com aumento de 250% depois que participantes do reality comentarem sobre o assunto. </p><p>Mas afinal de contas, o que é sororidade? Será que as pessoas sabem o que significa essa palavra? Será que as pessoas sabem empregá-la?</p><p>Este é o assunto do Interessa desta segunda (04/03). </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 04 Mar 2024 18:00:24 -0100</pubDate>
      <author>O Tempo,</author>
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        <![CDATA[<p>A palavra "sororidade" foi criada em 1970 mas se popularizou de fato no Brasil, na edição de 2020 do BBB. Na época em que o programa foi exibido, o termo chegou a figurar entre os mais buscados do Google, com aumento de 250% depois que participantes do reality comentarem sobre o assunto. </p><p>Mas afinal de contas, o que é sororidade? Será que as pessoas sabem o que significa essa palavra? Será que as pessoas sabem empregá-la?</p><p>Este é o assunto do Interessa desta segunda (04/03). </p>]]>
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      <title>Sexo não é isso tudo! Será?​​ | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Sexo é bom, sexo é saúde, sexo é vida, mas para muita gente, o sexo é só sexo e não ganha tanta relevância assim. É o caso da cantora Luiza Zonza, que recentemente surpreendeu ao declarar que não considera o sexo uma prioridade em sua vida. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 01 Mar 2024 22:38:49 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Você se arriscaria por um desconhecido?​ | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Não é raro encontrarmos no noticiário, histórias de pessoas anônimas que se arriscaram para salvar pessoas que nem conhecem. Recentemente, um homem se jogou na Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte, para salvar um motorista que perdeu o controle do veículo e acabou caindo na água. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Não é raro encontrarmos no noticiário, histórias de pessoas anônimas que se arriscaram para salvar pessoas que nem conhecem. Recentemente, um homem se jogou na Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte, para salvar um motorista que perdeu o controle do veículo e acabou caindo na água. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 29 Feb 2024 22:40:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Só mais 5 minutinhos! Você é daqueles que enrola para se levantar da cama quando acorda? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Sabe aquele tempinho que permanecemos na cama depois de acordar? Pois é, alguns especialistas defendem que esse tempinho pode fazer bem para a saúde. </p><p>Mas claro que não funciona para todo mundo. Algumas pessoas podem ter mais sono e voltar a dormir pesado. </p><p>Você é de qual time? Ficar na cama depois de acordar, te faz bem ou te deixa mais cansado e sonolento? </p><p>Este é o assunto do Interessa desta quarta (28/02). </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 28 Feb 2024 18:46:55 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Geração Z: O mundo não gira ao meu redor? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A geração Z, nascida entre meados dos anos 1990 e início dos anos 2010, tem sido frequentemente caracterizada por sua forte individualidade e autoexpressão. Com acesso fácil à tecnologia e às redes sociais, esses jovens cresceram em um ambiente onde o mundo digital é uma extensão natural de suas vidas. </p><p>Essa conexão com a internet e a mídia social pode, em parte, contribuir para a percepção de que o mundo gira em torno deles?</p><p>A geração Z é mais individualista? Eles são mais focados em si, devido à validação social que acontece nas plataformas de mídia social? </p><p>Este é o assunto do Interessa desta terça (27/02). </p>]]>
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        <![CDATA[<p>A geração Z, nascida entre meados dos anos 1990 e início dos anos 2010, tem sido frequentemente caracterizada por sua forte individualidade e autoexpressão. Com acesso fácil à tecnologia e às redes sociais, esses jovens cresceram em um ambiente onde o mundo digital é uma extensão natural de suas vidas. </p><p>Essa conexão com a internet e a mídia social pode, em parte, contribuir para a percepção de que o mundo gira em torno deles?</p><p>A geração Z é mais individualista? Eles são mais focados em si, devido à validação social que acontece nas plataformas de mídia social? </p><p>Este é o assunto do Interessa desta terça (27/02). </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 27 Feb 2024 18:02:40 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A geração Z, nascida entre meados dos anos 1990 e início dos anos 2010, tem sido frequentemente caracterizada por sua forte individualidade e autoexpressão. Com acesso fácil à tecnologia e às redes sociais, esses jovens cresceram em um ambiente onde o mundo digital é uma extensão natural de suas vidas. </p><p>Essa conexão com a internet e a mídia social pode, em parte, contribuir para a percepção de que o mundo gira em torno deles?</p><p>A geração Z é mais individualista? Eles são mais focados em si, devido à validação social que acontece nas plataformas de mídia social? </p><p>Este é o assunto do Interessa desta terça (27/02). </p>]]>
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      <title>Predomínio do preto e branco: será que o mundo está perdendo a cor? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Nos últimos anos, uma tendência clara tem emergido no cenário visual: o mundo está se tornando cada vez menos colorido. Ambientes branquíssimos, carros monocromáticos e tons sóbrios dominando o guarda-roupa são evidências desse fenômeno. </p><p>Um estudo recente confirma essa percepção, revelando que cores vibrantes, como o vermelho e o amarelo, perderam espaço ao longo das últimas cinco décadas. </p><p>Você concorda que o mundo está ficando um mais preto e branco? Qual a sua preferência de cores? </p><p>Este é o assunto do Interessa desta segunda (26/02). </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 26 Feb 2024 17:32:11 -0100</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <title>O que pergunta ao Google, fica no Google? As perguntas sobre sexo mais feitas ao Google | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O que pergunta ao Google, fica no Google?</p><p>Muitas vezes as pessoas se sentem intimidadas e com vergonha de fazer perguntas sobre sexo, aos pais ou a um amigo. Neste caso, recorrem ao Google, onde sabem que podem fazer perguntas sem filtro e sem pudor. </p><p>Diante disso, quais seriam as perguntas mais comuns feitas ao Google? Tem ideia quais sejam? </p><p>Este é o assunto do Interessa desta sexta (23/02). </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 23 Feb 2024 20:23:22 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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    <item>
      <title>Tudo seu é para ontem e você tá sempre atrasado? Puxa a cadeira! | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>No ritmo acelerado da vida moderna, muitos de nós ficamos presos em uma rotina frenética, sempre correndo para dar conta de cumprir uma lista interminável de tarefas. Sempre tem mais coisas para fazer, do que tempo disponível. </p><p>É possível se livrar da correria e escolher fazer apenas o que é essencial? Como eleger o que é essencial? Como desenvolver uma atenção plena, com limites saudáveis e equilibrados sobre trabalho, lazer e autocuidado. </p><p>Este é o assunto do Interessa desta quarta (22/02). </p>]]>
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        <![CDATA[<p>No ritmo acelerado da vida moderna, muitos de nós ficamos presos em uma rotina frenética, sempre correndo para dar conta de cumprir uma lista interminável de tarefas. Sempre tem mais coisas para fazer, do que tempo disponível. </p><p>É possível se livrar da correria e escolher fazer apenas o que é essencial? Como eleger o que é essencial? Como desenvolver uma atenção plena, com limites saudáveis e equilibrados sobre trabalho, lazer e autocuidado. </p><p>Este é o assunto do Interessa desta quarta (22/02). </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 22 Feb 2024 18:05:43 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>No ritmo acelerado da vida moderna, muitos de nós ficamos presos em uma rotina frenética, sempre correndo para dar conta de cumprir uma lista interminável de tarefas. Sempre tem mais coisas para fazer, do que tempo disponível. </p><p>É possível se livrar da correria e escolher fazer apenas o que é essencial? Como eleger o que é essencial? Como desenvolver uma atenção plena, com limites saudáveis e equilibrados sobre trabalho, lazer e autocuidado. </p><p>Este é o assunto do Interessa desta quarta (22/02). </p>]]>
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      <itunes:explicit>No</itunes:explicit>
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      <title> #@$%! Trend do palavrão libera crianças para soltar o verbo | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>As redes sociais foram inundadas recentemente, com vídeos em que crianças aparecem, geralmente sozinhas, falando palavrões após ganhar um passe-livre de suas mães e pais para fazer isso. </p><p>A trend do momento se trata de um desafio que consiste em ligar a câmera e deixar que as crianças soltem o verbo, sem censura. Mas qual o impacto disso na vida das crianças? O que você pensa a respeito? </p><p>Este é o assunto do Interessa desta quarta (21/02). </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 21 Feb 2024 18:29:15 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Existe ética para começar novos relacionamentos? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>No mundo dos relacionamentos, existem algumas regras e etiquetas invisíveis que muitos seguem, mesmo que não sejam explicitamente estabelecidas. </p><p>Questões como, por exemplo, não namorar o ex de um amigo, evitar se envolver com o irmão ou irmã do melhor amigo, ou manter distância de relacionamentos com chefes, ou colegas de trabalho, são exemplos dessas convenções. </p><p>Será que existe uma ética para se começar um relacionamento? O que pode estar por trás dessas regras? </p><p>Este é o assunto do Interessa desta terça (20/02). </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 20 Feb 2024 17:49:45 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Por que os outros conseguem e eu não? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>O que leva pessoas a terem resultados diferentes na vida? <br>Essa é uma pergunta que muitos se fazem ao observar trajetórias distintas, mesmo diante de oportunidades aparentemente iguais. Enquanto alguns alcançam o sucesso, outros parecem estagnar ou enfrentar obstáculos constantes. Qual seria a resposta para esta questão? Sorte? Habilidade? Esforço? <br>Este é o assunto do Interessa desta quinta (19/02). </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 19 Feb 2024 22:47:49 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Sexo na folia: bateu vontade, e agora? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>O carnal é conhecido por ser uma festa que envolve paquera, conquista, beijo na boca e sexo. Ou não! </p><p>Bloquinhos às seis da manhã, ruas lotadas, pessoas usando carro de aplicativo principalmente pela dificuldade de encontrar um lugar para estacionar, pouca grana… isso só para citar alguns dos desafios de quem se aventura em um tradicional bloquinho de carnaval hoje em dia. E diante deste cenário, a pergunta que fica quando se conhece alguém legal no meio da folia é: transar onde? </p><p>Este é o assunto do Interessa desta sexta (16/02). </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O carnal é conhecido por ser uma festa que envolve paquera, conquista, beijo na boca e sexo. Ou não! </p><p>Bloquinhos às seis da manhã, ruas lotadas, pessoas usando carro de aplicativo principalmente pela dificuldade de encontrar um lugar para estacionar, pouca grana… isso só para citar alguns dos desafios de quem se aventura em um tradicional bloquinho de carnaval hoje em dia. E diante deste cenário, a pergunta que fica quando se conhece alguém legal no meio da folia é: transar onde? </p><p>Este é o assunto do Interessa desta sexta (16/02). </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 16 Feb 2024 17:42:26 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Não basta dizer sim! O que deve ser considerado no acordo de casamento | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Em um mundo onde o casamento é muitas vezes romantizado como o ápice do amor e da felicidade, a construção de uma união duradoura vai além do simples "sim" no altar. </p><p>Além do amor, o que deve sustentar um casamento, em se tratando de acordo? Quais as responsabilidades e direitos no campo financeiro e patrimonial e precisa ser combinado antes, para evitar conflito? </p><p>Este é o assunto do Interessa desta quinta (15/02). </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 15 Feb 2024 19:20:25 -0100</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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    <item>
      <title>Quarta-feira de cinzas e você tá só o pó? Hora de cair na real e voltar à rotina | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Quarta-feira de cinzas, acabou o carnaval (agora o ano começa) e você tá só o pó? Bem-vindo ao clube! Festas de final de ano, férias, carnaval... Viemos de uma maratona e agora é preciso cair na real e de fato, encarar o ano, que já começou há quase dois meses. </p><p>Como retomar a rotina e os planos? </p><p>Este é o tema do Interessa desta quarta (14/02).</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 14 Feb 2024 17:21:09 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Muitos beijos e pouco compromisso no Carnaval? | Interessa Podcast</title>
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      <pubDate>Tue, 13 Feb 2024 17:38:02 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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    <item>
      <title>O que pode estar por trás das fantasias de Carnaval? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>É praticamente impossível pensar no Carnaval sem ter em mente a infinidade de adereços, fantasias e máscaras que colorem as ruas, avenidas e sambódromos Brasil afora. A sensação provocada pela possibilidade do anonimato por trás das fantasias e até mesmo a chance de experimentar-se como algo que não se é no dia a dia são significados que costumam estar por trás das nossas escolhas.  Especialistas analisam os significados e simbolismos que podem estar envolvidos nos adereços, máscaras e apetrechos usados durante a folia.</p><p>Este é o assunto do Interessa desta segunda (12/02). </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 13 Feb 2024 16:00:00 -0100</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <itunes:keywords>interessa, carnaval, fantasias carnaval</itunes:keywords>
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    <item>
      <title>Sexo no carnaval: Será que as pessoas transam mais nesta época? | Interessa Podcast</title>
      <itunes:season>1</itunes:season>
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      <itunes:title>Sexo no carnaval: Será que as pessoas transam mais nesta época? | Interessa Podcast</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>O carnaval é uma festa que esbanja sensualidade e é a cara da azaração. E essa sensualidade seria um convite ao sexo? Muitas pessoas aproveitam a atmosfera festiva para explorar sua sexualidade de forma mais aberta e desinibida, buscando experiências mais ousadas. </p><p>As pessoas se sentem mais livres para o sexo no carnaval? </p><p>Essas são algumas questões que surgem quando se discute a relação entre o carnaval e a sexualidade. De fato, o clima de descontração, as fantasias provocantes e a liberdade de expressão típica dessa festividade podem criar um ambiente propício para a intimidade física?</p><p>Este é o tema do Interessa desta sexta (09/02).</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O carnaval é uma festa que esbanja sensualidade e é a cara da azaração. E essa sensualidade seria um convite ao sexo? Muitas pessoas aproveitam a atmosfera festiva para explorar sua sexualidade de forma mais aberta e desinibida, buscando experiências mais ousadas. </p><p>As pessoas se sentem mais livres para o sexo no carnaval? </p><p>Essas são algumas questões que surgem quando se discute a relação entre o carnaval e a sexualidade. De fato, o clima de descontração, as fantasias provocantes e a liberdade de expressão típica dessa festividade podem criar um ambiente propício para a intimidade física?</p><p>Este é o tema do Interessa desta sexta (09/02).</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 09 Feb 2024 18:08:56 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O carnaval é uma festa que esbanja sensualidade e é a cara da azaração. E essa sensualidade seria um convite ao sexo? Muitas pessoas aproveitam a atmosfera festiva para explorar sua sexualidade de forma mais aberta e desinibida, buscando experiências mais ousadas. </p><p>As pessoas se sentem mais livres para o sexo no carnaval? </p><p>Essas são algumas questões que surgem quando se discute a relação entre o carnaval e a sexualidade. De fato, o clima de descontração, as fantasias provocantes e a liberdade de expressão típica dessa festividade podem criar um ambiente propício para a intimidade física?</p><p>Este é o tema do Interessa desta sexta (09/02).</p>]]>
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      <title>É carnaval, a festa dos excessos! | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>No carnaval, nos permitimos viver os excessos e os extremos. Bebemos demais, ingerimos pouca água, comemos mal, dormimos pouco, abusamos do sol, seguramos o xixi, só para citar alguns comportamentos comuns para grande parte dos foliões. </p><p>Mas por que temos essa mania de querer aproveitar o carnaval como se o mundo fosse acabar? O que vale e o que não vale no carnaval? Qual o preço que se paga pela permissividade do carnaval? </p><p>Este é o tema do Interessa desta quinta (08/02).</p><p>Assista e acompanhe as principais notícias de Belo Horizonte, Minas Gerais e do Brasil em https://bit.ly/siteotempo</p><p>Curta a nossa página no Facebook: https://bit.ly/faceotempo<br>Siga nosso Instagram: https://bit.ly/instaotempo<br>Siga nosso perfil no Twitter: https://bit.ly/twitterotempo</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 08 Feb 2024 19:41:34 -0100</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <title>Responsabilidade digital: Tu te tornas eternamente responsável pelo que comentas | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Algumas pessoas descarregam raiva e outros sentimentos nos comentários do Instagram, muitas vezes sem se dar conta do alcance e do impacto que seu comentário possa ter na vida de outras pessoas. <br>Quem faz comentários maldosos no Instagram pretende atingir apenas o autor da postagem ou quer de fato propagar sua mágoa e rancor para além do autor do conteúdo do comentário? </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Algumas pessoas descarregam raiva e outros sentimentos nos comentários do Instagram, muitas vezes sem se dar conta do alcance e do impacto que seu comentário possa ter na vida de outras pessoas. <br>Quem faz comentários maldosos no Instagram pretende atingir apenas o autor da postagem ou quer de fato propagar sua mágoa e rancor para além do autor do conteúdo do comentário? </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 08 Feb 2024 01:14:40 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Onde estão as velhas da praça? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Por que não existe "Velha da praça"? Geralmente as pracinhas, principalmente do interior, estão cheias de aposentados curtindo um jogo de damas, observando os pássaros ou apenas jogando conversa fora. Enquanto isso, onde estão as aposentadas? Por que as mulheres, mesmo depois de aposentadas, ainda se dedicam ao cuidado  da família e dos afazeres domésticos, mesmo quando poderiam estar descansando? </p><p>Este é o tema do Interessa desta terça (06/02).</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 06 Feb 2024 18:46:31 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Mais irmão, menos saúde mental? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Um estudo publicado recentemente na revista científica Journal of Family Issues, aponta que quanto mais irmãos, menos saúde mental na adolescência. </p><p>Contrariando o que se diz popularmente, que o melhor seria ter irmãos e que filho único é mais egoísta, o estudo indica que adolescentes que possuíam mais irmãos tinham uma saúde mental ligeiramente pior do que as de famílias com menos integrantes.</p><p>Este é o tema do Interessa desta segunda (05/02).</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 05 Feb 2024 18:24:19 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>A beleza importa na hora do sexo? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Um provérbio popular diz que "beleza não põe mesa". A mensagem do provérbio sugere que não devemos centrar na beleza e na aparência como valores primordiais, mas será que ser bonito ou bonita, pode trazer alguma vantagem? E será que beleza e sexo, tem alguma relação? Este é o assunto do Interessa desta sexta (02/02). </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 02 Feb 2024 17:22:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:subtitle>Um provérbio popular diz que "beleza não põe mesa". A mensagem do provérbio sugere que não devemos centrar na beleza e na aparência como valores primordiais, mas será que ser bonito ou bonita, pode trazer alguma vantagem? E será que beleza e sexo, tem alg</itunes:subtitle>
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      <title>Amigos do fim​: A turma dos que vão embora antes. | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Enquanto os "Inimigos do Fim" prolongam a festa até o último segundo, tem um grupo de pessoas, que ao contrário, têm um encanto especial por eventos que acontecem mais cedo. </p>
<p>Conhecidos como os "Amigos do Fim", eles celebram mais a qualidade do que a quantidade, costumam ser menos noturnos e mais exigentes. </p>
<p>E você, se identifica com qual turma? </p>
<p>Este é o assunto do Interessa desta quinta (01/02). </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Enquanto os "Inimigos do Fim" prolongam a festa até o último segundo, tem um grupo de pessoas, que ao contrário, têm um encanto especial por eventos que acontecem mais cedo. </p>
<p>Conhecidos como os "Amigos do Fim", eles celebram mais a qualidade do que a quantidade, costumam ser menos noturnos e mais exigentes. </p>
<p>E você, se identifica com qual turma? </p>
<p>Este é o assunto do Interessa desta quinta (01/02). </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 01 Feb 2024 18:51:09 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Conhecidos como os "Amigos do Fim", eles celebram mais a qualidade do que a quantidade, costumam ser menos noturnos e mais exigentes. 
E você, se identifica com qual turma? 
Este é o assunto do Interessa desta quinta (01/02). </itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Enquanto os "Inimigos do Fim" prolongam a festa até o último segundo, tem um grupo de pessoas, que ao contrário, têm um encanto especial por eventos que acontecem mais cedo. 
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      <title>Banheiro: um refúgio de paz e tranquilidade? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Um estudo recente conduzido pela especialista em banheiros, revelou um comportamento peculiar entre os homens: um terço dos entrevistados admitiu recorrer ao banheiro como um refúgio para encontrar paz e tranquilidade, dedicando cerca de sete horas por ano a momentos de solitude. Essa revelação provoca uma reflexão interessante sobre o que as pessoas realmente fazem no banheiro e o significado desse hábito. </p>
<p>Este é o assunto do Interessa desta quarta (31/01). </p>]]>
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<p>Este é o assunto do Interessa desta quarta (31/01). </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 31 Jan 2024 18:45:18 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Este é o assunto do Interessa desta quarta (31/01). </itunes:summary>
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      <title>Por qual motivo o crime e a violência chamam tanta a atenção?| Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Tanto na literatura quando nas séries de televisão e nos podcasts, o gênero “true crimes”, ou “crimes reais”, tem conquistado cada vez mais audiência, deixando com isso, algumas perguntas: mas afinal, por que há tanto interesse pelas histórias de violência e de crimes reais? O que esse interesse pode revelar? Este é o assunto do Interessa desta terça (30/01). </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Tanto na literatura quando nas séries de televisão e nos podcasts, o gênero “true crimes”, ou “crimes reais”, tem conquistado cada vez mais audiência, deixando com isso, algumas perguntas: mas afinal, por que há tanto interesse pelas histórias de violência e de crimes reais? O que esse interesse pode revelar? Este é o assunto do Interessa desta terça (30/01). </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 30 Jan 2024 21:56:55 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Desistir nem sempre é ruim | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Geralmente mal-visto pela sociedade, o ato de desistir pode trazer benefícios - ou, no limite, amenizar problemas. No Big Brother Brasil (BBB 24), por exemplo, a desistência de participantes implica até em punição, como a perda de cachê pago pela Globo aos ex-participantes. Mas isso não impediu que pessoas em sofrimento dentro da casa, como Vanessa Lopes, na atual edição, e Lucas Penteado, no BBB 21, optassem por abandonar o jogo em nome do próprio bem-estar. Qual o preço que se paga por desistir? Será quem desiste realmente, “perde”? Este é o assunto do Interessa desta segunda (29/01). </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 29 Jan 2024 19:28:47 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Existe melhor idade para tr4ns3r? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Seria lugar-comum pensar que a juventude é o auge da vida sexual. Mas algumas mulheres na casa dos cinquenta anos têm compartilhado experiências que contestam essa ideia. Recentemente, a apresentadora Angélica, por exemplo, falou abertamente sobre suas experiências positivas em relação à intimidade após uma certa idade, desencadeando debates sobre, se existe de fato, uma "melhor idade" para transar.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 26 Jan 2024 18:03:35 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Gula: Como identificar e tratar a compulsão alimentar | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Dia 26 de janeiro é o dia do pecado capital da gula. Comer demais pode ser considerado um comportamento tolerável e natural. Mas existe limites e circunstâncias do aparentemente inofensivo "comer demais" que podem esconder uma compulsão alimentar e outros problemas de saúde. </p>
<p>Este é o assunto do Interessa desta sexta (25/01).</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 25 Jan 2024 18:57:56 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Não é fácil ser mulher: O Peso dos Julgamentos na Jornada Feminina</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Vivemos em um mundo que ainda impõe padrões rígidos e expectativas desproporcionais às mulheres, com cobranças que não são feitas aos homens.</p>
<p>Desde o que vestem até o que comem, as mulheres frequentemente se encontram no centro de críticas e avaliações sociais. É o caso da atriz e  rainha de bateria, Paolla Oliveira, que foi alvo de críticas por conta de seu corpo.</p>
<p>Este é o assunto do Interessa desta quarta (24/01). </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 24 Jan 2024 20:51:32 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Desde o que vestem até o que comem, as mulheres frequentemente se encontram no centro de críticas e avaliações sociais. É o caso da atriz e  rainha de bateria, Paolla Oliveira, que foi alvo de críticas por conta de seu corpo.
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      <title>Divórcio do Sono e a Individualidade para uma Noite de Descanso Pleno | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Já ouviu falar em “Divórcio do Sono”? O termo se refere a uma escolha consciente de alguns casais em dormirem em camas separadas. Entre as razões está o padrão de sono, as preferências de colchão, temperatura do quarto e até mesmo o hábito de ler ou assistir televisão antes de dormir. </p>
<p>Você deixaria de dormir ao lado do seu companheiro ou companheira, por essas razões? </p>
<p>Este é o tema do Interessa desta terça (23/01).</p>]]>
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<p>Você deixaria de dormir ao lado do seu companheiro ou companheira, por essas razões? </p>
<p>Este é o tema do Interessa desta terça (23/01).</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 23 Jan 2024 18:06:29 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Você deixaria de dormir ao lado do seu companheiro ou companheira, por essas razões? 
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      <title>Fascínio pela vida alheia: Por que gostamos de bisbilhotar a vida dos outros?| Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>A popularidade de reality shows e a quantidade de informações sobre a vida de celebridades, principalmente na internet, destacam um fenômeno curioso: o interesse das pessoas pelo cotidiano alheio não sai de moda. Por que temos tanto interesse na vida de outras pessoas? Será que tem alguma coisa de errado nisso? Este é o tema do Interessa desta segunda (22/01). </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 22 Jan 2024 23:35:08 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Virgindade depois dos 20: Qual a estranheza?​ | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A recente fala da participante do “BBB 24”, a vendedora Beatriz Reis, causou um alvoroço nas redes. Beatriz comentou que ainda não havia se relacionado sexualmente “por opção, não por falta de oportunidade”. Por que a virgindade de uma mulher de 23 anos causa tanta estranheza? </p>]]>
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        <![CDATA[<p>A recente fala da participante do “BBB 24”, a vendedora Beatriz Reis, causou um alvoroço nas redes. Beatriz comentou que ainda não havia se relacionado sexualmente “por opção, não por falta de oportunidade”. Por que a virgindade de uma mulher de 23 anos causa tanta estranheza? </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 19 Jan 2024 20:05:02 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>A recente fala da participante do “BBB 24”, a vendedora Beatriz Reis, causou um alvoroço nas redes. Beatriz comentou que ainda não havia se relacionado sexualmente “por opção, não por falta de oportunidade”. Por que a virgindade de uma mulher de 23 anos causa tanta estranheza? </itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A recente fala da participante do “BBB 24”, a vendedora Beatriz Reis, causou um alvoroço nas redes. Beatriz comentou que ainda não havia se relacionado sexualmente “por opção, não por falta de oportunidade”. Por que a virgindade de uma mulher de 23 anos c</itunes:subtitle>
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      <title>Não é brincadeira! As consequências por trás das brincadeiras de mau gosto | Interessa Podcast</title>
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      <itunes:title>Não é brincadeira! As consequências por trás das brincadeiras de mau gosto | Interessa Podcast</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>lgumas supostas brincadeiras que parecem inofensivas podem, na verdade, ter impactos negativos, especialmente quando se trata de trotes e atitudes agressivas. </p>
<p>Desde quebrar ovos na cabeça do aniversariante aos trotes universitários, é importante refletir sobre práticas que se escondem por trás de brincadeiras inofensivas, mas que, na verdade, são agressões que podem provocar traumas e danos emocionais, afetando a autoestima e a confiança das vítimas.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 18 Jan 2024 21:39:37 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>O Papel da Tristeza na Busca pela Felicidade | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>A tristeza, frequentemente encarada como um estado emocional a ser evitado, pode surpreendentemente desempenhar um papel significativo na busca pela felicidade. Contrariando a visão convencional de que apenas sentimentos positivos conduzem à felicidade, a tristeza tem seu valor e importância no contexto emocional humano.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 18 Jan 2024 00:15:46 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Educação Emocional: O Desafio de Conhecer e Controlar Nossas Emoções na Infância | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>A habilidade de compreender e gerenciar nossas emoções é uma jornada que, para muitos, começou na infância. Quando crianças, raramente somos orientados a identificar e lidar com nossos sentimentos, o que pode ter impactos duradouros em nossa capacidade emocional como adultos. Você também, quando criança, aprendeu a engolir o choro e a passar por cima das emoções? Venha debater este assunto com a gente. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 16 Jan 2024 23:43:37 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Casa do BBB 24: como a decoração do ambiente pode moldar nossas emoções | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A casa do Big Brother Brasil é conhecida não apenas por ser o palco de intrigas e desafios, mas também por sua decoração estratégica. Os elementos cuidadosamente escolhidos, como cores, luzes e objetos, não apenas adicionam estética ao programa, mas também desencadeiam reações emocionais nos participantes. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 15 Jan 2024 19:43:25 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Pesquisa aponta que mais da metade das pessoas já namoraram colegas de trabalho | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Segundo o levantamento realizado pela Sociedade para Gestão de Recursos Humanos nos Estados Unidos, em 2023, cerca de 80% dos entrevistados já estiveram ou estão em um relacionamento com companheiros de profissão. O levantamento também apontou que 10% dos trabalhadores admitiram ter envolvimento com subordinados, enquanto 18% estabeleceram relações com superiores. Especialistas explicam por que esses relacionamentos são comuns e como lidar com o preconceito ou os tabus que podem estar envolvidos nesse tipo de relação.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 12 Jan 2024 18:21:19 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>O Poder da Ofensa: Será que alguém realmente tem o poder de nos Ofender? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>As pessoas passam boa parte da vida sentindo-se ofendidas pelo que outras pessoas fizeram a elas. Mas será que outras pessoas têm mesmo o poder de nos ofender?</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 11 Jan 2024 17:36:31 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Dromomania: o desejo de sair de casa para explorar além do cotidiano | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Já ouviu falar em “dromomania”? Talvez você sejam um “dromomaníaco” e nem saiba!</p>
<p>Diz respeito ao desejo constante de viajar e explorar o mundo além dos limites do cotidiano. </p>
<p>Para aqueles que experimentam a dromomania, a estrada se torna uma fonte de inspiração e aprendizado. É um impulso para descobrir novos lugares, culturas e experiências que estão fora do ambiente habitual. Essas pessoas são impulsionadas por um desejo intrínseco de aventura, inquietude e curiosidade.</p>]]>
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<p>Diz respeito ao desejo constante de viajar e explorar o mundo além dos limites do cotidiano. </p>
<p>Para aqueles que experimentam a dromomania, a estrada se torna uma fonte de inspiração e aprendizado. É um impulso para descobrir novos lugares, culturas e experiências que estão fora do ambiente habitual. Essas pessoas são impulsionadas por um desejo intrínseco de aventura, inquietude e curiosidade.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 10 Jan 2024 19:09:24 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Para aqueles que experimentam a dromomania, a estrada se torna uma fonte de inspiração e aprendizado. É um impulso para descobrir novos lugares, culturas e experiências que estão fora do ambiente habitual. Essas pessoas são impulsionadas por um desejo intrínseco de aventura, inquietude e curiosidade.</itunes:summary>
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      <title>A Síndrome do Lazer e a supervalorização do trabalho | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>A Síndrome do Lazer é um fenômeno observado em pessoas que são extremamente dedicadas ao trabalho e pode ser caracterizado por uma dificuldade em relaxar durante os períodos de folga, como fins de semana ou férias.</p>
<p>Pessoas que sofrem dessa síndrome, geralmente são chamados de 'workaholics' e experimentam sintomas físicos e emocionais quando tentam se afastar do ambiente de trabalho. </p>
<p>Este é o tema do  Interess@ desta terça (09/01).</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A Síndrome do Lazer é um fenômeno observado em pessoas que são extremamente dedicadas ao trabalho e pode ser caracterizado por uma dificuldade em relaxar durante os períodos de folga, como fins de semana ou férias.</p>
<p>Pessoas que sofrem dessa síndrome, geralmente são chamados de 'workaholics' e experimentam sintomas físicos e emocionais quando tentam se afastar do ambiente de trabalho. </p>
<p>Este é o tema do  Interess@ desta terça (09/01).</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 09 Jan 2024 18:12:23 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Pessoas que sofrem dessa síndrome, geralmente são chamados de 'workaholics' e experimentam sintomas físicos e emocionais quando tentam se afastar do ambiente de trabalho. 
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Pessoas que sofrem dessa síndrome, gera</itunes:subtitle>
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      <title>Mulheres que namoram homens mais jovens são mais felizes | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Um estudo conduzido pela Universidade Metropolitana de Londres trouxe à tona uma discussão relevante sobre relacionamentos: a felicidade das mulheres casadas com homens mais jovens. A pesquisa, que entrevistou mulheres envolvidas com parceiros significativamente mais jovens, revelou um padrão interessante. Comparadas àquelas que mantêm relacionamentos com parceiros da mesma faixa etária, as mulheres com parceiros mais jovens demonstraram uma maior satisfação sexual e uma felicidade subjetiva mais acentuada. Este é o tema do Interess@ desta segunda (08/01). </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 08 Jan 2024 20:20:39 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Como trabalhar a sensualidade para melhorar o sexo?​" | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Mais do que uma aparência, a sensualidade envolve uma conexão profunda consigo mesmo, com sensações e emoções. Entender-se, aceitar-se e explorar a própria sexualidade é um ponto crucial para despertar a sensualidade. </p>
<p>Será que existe treino para desenvolver a sensualidade? Há quem defenda que ela possa ser alcançada através do autoconhecimento, da autoaceitação e da valorização das próprias qualidades. O que você acha? Conta para a gente!</p>]]>
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<p>Será que existe treino para desenvolver a sensualidade? Há quem defenda que ela possa ser alcançada através do autoconhecimento, da autoaceitação e da valorização das próprias qualidades. O que você acha? Conta para a gente!</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 05 Jan 2024 18:34:19 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Um velho amigo: o livro se tornou um objeto antiquado ? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>No universo da leitura e da literatura, o livro físico há muito tempo é um companheiro fiel de inúmeras pessoas. No entanto, nos últimos anos, com o surgimento dos dispositivos digitais e a popularização dos e-books, tem-se debatido sobre o futuro do livro físico. </p>
<p>Será que o livro se tornou um objeto antiquado? Qual sua relação com  o livro?</p>]]>
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<p>Será que o livro se tornou um objeto antiquado? Qual sua relação com  o livro?</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 04 Jan 2024 17:56:04 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Regras do autocuidado: O dilema entre “Cuidar de Si” e “Não se Cobrar Demais” | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>O autocuidado tornou-se um tema recorrente na vida moderna, promovendo a ideia de que cuidar de si mesmo é essencial para o bem-estar. No entanto, muitas pessoas, em especial as mulheres, expressam um sentimento de sobrecarga e pressão diante das expectativas geradas em torno desse conceito.</p>
<p>Dieta equilibrada, prática regular de exercícios, meditação, sono de qualidade - essas atividades são frequentemente apontadas como pilares do autocuidado. No entanto, a sociedade contemporânea transformou esses comportamentos saudáveis em uma lista exaustiva de "deveres", que podem acabar se tornando fontes de estresse em vez de bem-estar.</p>]]>
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<p>Dieta equilibrada, prática regular de exercícios, meditação, sono de qualidade - essas atividades são frequentemente apontadas como pilares do autocuidado. No entanto, a sociedade contemporânea transformou esses comportamentos saudáveis em uma lista exaustiva de "deveres", que podem acabar se tornando fontes de estresse em vez de bem-estar.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 03 Jan 2024 17:40:57 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Dieta equilibrada, prática regular de exercícios, meditação, sono de qualidade - essas atividades são frequentemente apontadas como pilares do autocuidado. No entanto, a sociedade contemporânea transformou esses comportamentos saudáveis em uma lista exaustiva de "deveres", que podem acabar se tornando fontes de estresse em vez de bem-estar.</itunes:summary>
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      <title>Ano Novo: reflexão sobre longevidade, carreira e futuro | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Estamos na última semana do ano e esse momento pode ser também uma oportunidade para fazer reflexões mais profundas sobre o nosso futuro. Ao longo das últimas décadas, passamos a ter mais chances de viver mais tempo e, assim, começar ou recomeçar projetos, inventar novos sonhos e se abrir para os mais diversos interesses. Mas também significa que precisamos nos preparar para as novas etapas, cheias de desafios e descobertas que acompanham o envelhecimento. O planejamento cuidadoso e ações consistentes podem proporcionar uma vida mais plena e realizada.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 28 Dec 2023 21:41:48 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Entenda o que é 'geração do quarto' | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>O comportamento da nova geração, frequentemente denominada como "geração do quarto", tem sido caracterizado por passar extensos períodos confinada dentro do ambiente de seu quarto. Seja para jogar videogames, estudar, trabalhar ou até mesmo para se conectar virtualmente, essa prática de passar horas nesse espaço privado se tornou comum entre os jovens. Esta tendência é influenciada por diversos fatores, incluindo o avanço da tecnologia, o acesso facilitado à internet e a crescente importância das redes sociais e do entretenimento digital.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 27 Dec 2023 18:23:37 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Todo mundo é influencer?  | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>A carreira de influenciador digital se tornou uma atividade profissional cada vez mais comum nos dias atuais, gerando dúvidas e debates no âmbito do direito trabalhista e abordando aspectos financeiros e de carreira. O termo "influenciador" refere-se a indivíduos que produzem conteúdo em plataformas online, como redes sociais, blogs, YouTube, TikTok, entre outros, e possuem um público fiel que se engaja com o que compartilham.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 26 Dec 2023 18:16:37 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>A carreira de influenciador digital se tornou uma atividade profissional cada vez mais comum nos dias atuais, gerando dúvidas e debates no âmbito do direito trabalhista e abordando aspectos financeiros e de carreira. O termo "influenciador" refere-se a indivíduos que produzem conteúdo em plataformas online, como redes sociais, blogs, YouTube, TikTok, entre outros, e possuem um público fiel que se engaja com o que compartilham.</itunes:summary>
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      <title>O que é Natal para você? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Para muitos, o Natal é mais do que uma data no calendário. É um momento de reflexão, amor, gratidão e partilha. Para alguns, representa o reencontro com a família e amigos, um tempo de união e afeto. E para você, o que é o Natal? O que este momento do ano representa para você?</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 25 Dec 2023 17:22:54 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Amigo oculto erótico: alternativa divertida para falar de educação sexual | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>O amigo oculto é uma tradição comum em muitos ambientes de trabalho durante o período festivo de final de ano. E uma versão inovadora dessa brincadeira vem ganhando espaço: o "Amigo Oculto Erótico". Nessa modalidade, os participantes trocam presentes, mas ao invés de itens convencionais, escolhem brinquedos e acessórios relacionados à sexualidade.</p>
<p>Este é o tema do Interess@ desta sexta (22/12). </p>]]>
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<p>Este é o tema do Interess@ desta sexta (22/12). </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 22 Dec 2023 18:29:23 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Este é o tema do Interess@ desta sexta (22/12). </itunes:summary>
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      <title>"Solteirões Convictos: Por que muita gente está correndo de relacionamento sério? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Cada vez mais pessoas têm optado por um estilo de vida solteiro, escolhendo deliberadamente não se casar e não manter um relacionamento sério, preferindo curtir as vantagens de ser solteiro. </p>
<p>Os chamados "solteirões convictos" são indivíduos que tomaram a decisão consciente de não se comprometerem em um relacionamento e essa escolha vem se tornando uma tendência expressiva na sociedade contemporânea.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 21 Dec 2023 17:39:36 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Os chamados "solteirões convictos" são indivíduos que tomaram a decisão consciente de não se comprometerem em um relacionamento e essa escolha vem se tornando uma tendência expressiva na sociedade contemporânea.</itunes:summary>
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      <title>Brasileiro dorme menos e acorda cedo | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Os hábitos de sono dos brasileiros revelam um padrão que merece atenção. Um estudo revelou que o horário médio de acordar é às 7h06, enquanto o momento de dormir acontece, em média, às 23h20.</p>
<p>Isso que significa que brasileiro tem dormido mais tarde e acordado mais cedo. </p>]]>
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<p>Isso que significa que brasileiro tem dormido mais tarde e acordado mais cedo. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 20 Dec 2023 18:56:49 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Férias escolares significam crianças cada vez mais tempo em frente às telas? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A plataforma digital YouTube, há tempos conhecida por sua vasta gama de conteúdos, ganhou agora um novo título: é a preferência absoluta entre os jovens de 9 a 12 anos. Segundo uma pesquisa recente da TIC Kids Online Brasil 2023, o YouTube assumiu o pódio como a plataforma mais utilizada por essa faixa etária, registrando um impressionante índice de 88%.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 19 Dec 2023 19:02:04 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Terapia breve: Você sabe o que é? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>A Terapia Breve é uma modalidade terapêutica enraizada na psicologia, que tem se tornado uma abordagem cada vez mais comum em diversas instituições renomadas, como a Universidade de São Paulo (USP) e outras universidades de prestígio. Esta prática terapêutica se destaca por seu foco em objetivos específicos e resultados rápidos, proporcionando alívio aos pacientes em um curto período de tempo.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 18 Dec 2023 18:25:09 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Saúde Sexual de Pessoas com deficiência: além do preconceito | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>A vida sexual é um aspecto fundamental da experiência humana, mas as discussões sobre esse tema ainda são limitadas quando se trata de pessoas com deficiência. É essencial compreender que a sexualidade não se restringe a um grupo específico e que todos têm direito a uma vida sexual saudável e satisfatória, independentemente de suas habilidades físicas ou cognitivas.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 15 Dec 2023 20:21:53 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Tomei bomba! Como lidar com a reprovação dos filhos? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>O período de fim de ano é, para muitos estudantes e famílias, um momento de expectativa para as férias e celebrações. Entretanto, para alguns jovens, esse período pode representar o desafio de lidar com a reprovação escolar. Para os pais, receber a notícia de que o filho não passou de ano pode ser um momento delicado e desafiador.</p>
<p>Receber a notícia de que um filho foi reprovado pode gerar sentimentos de preocupação e frustração. Entretanto, é importante considerar que reprovações são experiências relativamente comuns no percurso escolar e podem ser encaradas como oportunidades de aprendizado e desenvolvimento.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O período de fim de ano é, para muitos estudantes e famílias, um momento de expectativa para as férias e celebrações. Entretanto, para alguns jovens, esse período pode representar o desafio de lidar com a reprovação escolar. Para os pais, receber a notícia de que o filho não passou de ano pode ser um momento delicado e desafiador.</p>
<p>Receber a notícia de que um filho foi reprovado pode gerar sentimentos de preocupação e frustração. Entretanto, é importante considerar que reprovações são experiências relativamente comuns no percurso escolar e podem ser encaradas como oportunidades de aprendizado e desenvolvimento.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 14 Dec 2023 17:49:47 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Receber a notícia de que um filho foi reprovado pode gerar sentimentos de preocupação e frustração. Entretanto, é importante considerar que reprovações são experiências relativamente comuns no percurso escolar e podem ser encaradas como oportunidades de aprendizado e desenvolvimento.</itunes:summary>
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      <title>Alteridade x Empatia: O Desafio de se Colocar no Lugar do Outro | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>A alteridade é um conceito que remete à capacidade de compreender e respeitar a diferença do próximo, desafio constante na sociedade contemporânea. A empatia, por sua vez, figura como uma ponte entre as pessoas, permitindo a compreensão dos sentimentos e das perspectivas alheias. Mas até que ponto é possível genuinamente se colocar no lugar do outro?</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 13 Dec 2023 19:26:25 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>O que levamos da nossa cidade natal? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>No aniversário de 126 anos de Belo Horizonte, vamos fazer uma reflexão sobre o que cada um de nós carrega das nossas cidades de origem. A identidade é frequentemente moldada pelas nossas raízes, pelo lugar onde nascemos, crescemos e criamos memórias iniciais? </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 12 Dec 2023 17:45:54 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Climão e etiqueta: Como celebrar as festas de fim de ano sem constrangimentos | Interessa Podcast</title>
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      <pubDate>Mon, 11 Dec 2023 23:10:46 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>S3XO - Gouinage: você sabe o que é? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>O termo é originário da França e refere-se a um estilo de prática sexual, principalmente entre mulheres, que valoriza uma abordagem mais lenta, centrada no prazer mútuo, sem necessariamente incluir penetração. Esta prática está associada à exploração e ao estímulo de zonas erógenas, estimulação manual ou oral e ênfase na conexão íntima e afetiva durante o ato sexual.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 08 Dec 2023 17:59:28 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Brasileiro se preocupa mais com dinheiro do que com a saúde | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Um recente levantamento realizado pela fintech Onze em parceria com a seguradora Icatu, trouxe à tona uma realidade surpreendente: o dinheiro, ou a falta dele, é a maior preocupação para a maioria dos brasileiros nos dias atuais. Enquanto o dinheiro lidera como principal fonte de preocupação para mais da metade dos participantes, outros aspectos vitais da vida, como família, saúde e trabalho, ocupam posições bem mais baixas na escala de preocupações. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 07 Dec 2023 18:24:26 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Exposed de traição virou moda? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>A exposição pública de uma traição pode proporcionar uma sensação de alívio para quem foi traído, uma espécie de reparação moral ao expor publicamente o traidor. No entanto, é importante refletir sobre os impactos emocionais e psicológicos que essa exposição pode causar não apenas para os envolvidos, mas também para suas famílias e terceiros.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 06 Dec 2023 18:09:57 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Dependência da Maquiagem: Entre Estética e Autoaceitação | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Para muitas pessoas, a maquiagem representa mais do que um mero recurso estético; ela se torna um elemento de confiança, uma espécie de máscara que pode proporcionar segurança e conforto diante do olhar dos outros. Esse apego excessivo à maquiagem pode estar associado a diversos fatores psicológicos e emocionais.</p>
<p>A dependência emocional em relação à maquiagem pode variar de pessoa para pessoa e envolve uma complexa interação de fatores psicológicos e emocionais. É importante considerar que não há nada de errado em usar maquiagem, desde que não se torne uma obrigação ou uma fonte de insegurança.</p>]]>
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<p>A dependência emocional em relação à maquiagem pode variar de pessoa para pessoa e envolve uma complexa interação de fatores psicológicos e emocionais. É importante considerar que não há nada de errado em usar maquiagem, desde que não se torne uma obrigação ou uma fonte de insegurança.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 05 Dec 2023 18:38:24 -0100</pubDate>
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A dependência emocional em relação à maquiagem pode variar de pessoa para pessoa e envolve uma complexa interação de fatores psicológicos e emocionais. É importante considerar que não há nada de errado em usar maquiagem, desde que não se torne uma obrigação ou uma fonte de insegurança.</itunes:summary>
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      <title>Síndrome de Fim de Ano: Por que dezembro pode agravar a ansiedade?​ | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Embora não seja oficialmente reconhecida como um transtorno médico, a “Síndrome do Fim de Ano” refere-se ao agravamento de sintomas como ansiedade, depressão, estresse, falta de foco e tensão durante o último mês do ano. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Embora não seja oficialmente reconhecida como um transtorno médico, a “Síndrome do Fim de Ano” refere-se ao agravamento de sintomas como ansiedade, depressão, estresse, falta de foco e tensão durante o último mês do ano. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 04 Dec 2023 17:16:45 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Dia Mundial de Luta contra a AIDS: inovações e métodos de prevenção | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>No Dia Mundial de Luta contra a AIDS, vamos falar dos avanços em métodos de prevenção, especialmente no universo dos preservativos, que os tornaram mais acessíveis, eficazes e confortáveis. </p>
<p>As camisinhas masculinas continuam sendo uma das formas mais confiáveis e acessíveis de prevenir a transmissão do HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis? E as camisinhas femininas, você conhece? </p>
<p>Assista ao Interess@ e acompanhe as principais notícias de Belo Horizonte, Minas Gerais e do Brasil em https://bit.ly/siteotempo</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No Dia Mundial de Luta contra a AIDS, vamos falar dos avanços em métodos de prevenção, especialmente no universo dos preservativos, que os tornaram mais acessíveis, eficazes e confortáveis. </p>
<p>As camisinhas masculinas continuam sendo uma das formas mais confiáveis e acessíveis de prevenir a transmissão do HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis? E as camisinhas femininas, você conhece? </p>
<p>Assista ao Interess@ e acompanhe as principais notícias de Belo Horizonte, Minas Gerais e do Brasil em https://bit.ly/siteotempo</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 01 Dec 2023 19:47:08 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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As camisinhas masculinas continuam sendo uma das formas mais confiáveis e acessíveis de prevenir a transmissão do HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis? E as camisinhas femininas, você conhece? 
Assista ao Interess@ e acompanhe as principais notícias de Belo Horizonte, Minas Gerais e do Brasil em https://bit.ly/siteotempo</itunes:summary>
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      <title>"Autismo na Vida Adulta: Desafios e Perspectivas" | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Nos últimos anos, as discussões em torno do autismo têm ganhado destaque, porém, ainda há uma lacuna significativa quando se trata do autismo em adultos. </p>
<p>Enquanto muito se fala sobre o autismo em crianças, a compreensão sobre o autismo na fase adulta é menos comum e frequentemente negligenciada.</p>
<p>No Interess@ desta quinta (30/11), o tema é a conscientização, o acesso a diagnósticos precoces e o suporte contínuo são essenciais para garantir que adultos autistas tenham a oportunidade de alcançar seu potencial máximo e viver uma vida plena e inclusiva.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Nos últimos anos, as discussões em torno do autismo têm ganhado destaque, porém, ainda há uma lacuna significativa quando se trata do autismo em adultos. </p>
<p>Enquanto muito se fala sobre o autismo em crianças, a compreensão sobre o autismo na fase adulta é menos comum e frequentemente negligenciada.</p>
<p>No Interess@ desta quinta (30/11), o tema é a conscientização, o acesso a diagnósticos precoces e o suporte contínuo são essenciais para garantir que adultos autistas tenham a oportunidade de alcançar seu potencial máximo e viver uma vida plena e inclusiva.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 30 Nov 2023 18:28:37 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Enquanto muito se fala sobre o autismo em crianças, a compreensão sobre o autismo na fase adulta é menos comum e frequentemente negligenciada.
No Interess@ desta quinta (30/11), o tema é a conscientização, o acesso a diagnósticos precoces e o suporte contínuo são essenciais para garantir que adultos autistas tenham a oportunidade de alcançar seu potencial máximo e viver uma vida plena e inclusiva.</itunes:summary>
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      <title>"Ruptura: A Dor do Fim de uma Relação de Amizade" | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Enquanto muito se fala sobre a superação e a dor após o término de um relacionamento amoroso, pouca atenção é dada ao rompimento de uma amizade, que pode gerar um impacto emocional semelhante ou até mesmo mais profundo.</p>
<p>A ruptura de uma amizade, especialmente aquelas de longa data e com vínculos profundos, pode ser extremamente dolorosa. Para muitos, as amizades representam laços tão intensos quanto os relacionamentos amorosos, e o fim dessas relações pode acarretar sentimentos de tristeza, solidão, perda e até mesmo um senso de traição.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Enquanto muito se fala sobre a superação e a dor após o término de um relacionamento amoroso, pouca atenção é dada ao rompimento de uma amizade, que pode gerar um impacto emocional semelhante ou até mesmo mais profundo.</p>
<p>A ruptura de uma amizade, especialmente aquelas de longa data e com vínculos profundos, pode ser extremamente dolorosa. Para muitos, as amizades representam laços tão intensos quanto os relacionamentos amorosos, e o fim dessas relações pode acarretar sentimentos de tristeza, solidão, perda e até mesmo um senso de traição.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 29 Nov 2023 17:55:23 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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A ruptura de uma amizade, especialmente aquelas de longa data e com vínculos profundos, pode ser extremamente dolorosa. Para muitos, as amizades representam laços tão intensos quanto os relacionamentos amorosos, e o fim dessas relações pode acarretar sentimentos de tristeza, solidão, perda e até mesmo um senso de traição.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Enquanto muito se fala sobre a superação e a dor após o término de um relacionamento amoroso, pouca atenção é dada ao rompimento de uma amizade, que pode gerar um impacto emocional semelhante ou até mesmo mais profundo.
A ruptura de uma amizade, especial</itunes:subtitle>
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      <title>Dating Burnout: Cansaço nos Relacionamentos Virtuais</title>
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        <![CDATA[<p>O termo "Dating Burnout" tem ganhado destaque para descrever o estado de exaustão e desgaste emocional experimentado por aqueles que frequentemente recorrem a esses aplicativos em busca de relacionamentos. </p>
<p>A facilidade oferecida por essas plataformas cialistas em psicologia social, o ato de copiar pode ser uma forma para conhecer pessoas tem seu lado positivo, mas também pode gerar uma sobrecarga emocional, levando a uma sensação de fadiga e desânimo.</p>
<p>Este é o assunto do programa Interess@ desta terça (28/11). </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O termo "Dating Burnout" tem ganhado destaque para descrever o estado de exaustão e desgaste emocional experimentado por aqueles que frequentemente recorrem a esses aplicativos em busca de relacionamentos. </p>
<p>A facilidade oferecida por essas plataformas cialistas em psicologia social, o ato de copiar pode ser uma forma para conhecer pessoas tem seu lado positivo, mas também pode gerar uma sobrecarga emocional, levando a uma sensação de fadiga e desânimo.</p>
<p>Este é o assunto do programa Interess@ desta terça (28/11). </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 29 Nov 2023 01:34:06 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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A facilidade oferecida por essas plataformas cialistas em psicologia social, o ato de copiar pode ser uma forma para conhecer pessoas tem seu lado positivo, mas também pode gerar uma sobrecarga emocional, levando a uma sensação de fadiga e desânimo.
Este é o assunto do programa Interess@ desta terça (28/11). </itunes:summary>
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A facilidade oferecida por essas plataformas ci</itunes:subtitle>
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      <title>Benefícios inusitados do S3XO​ | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Que o sexo traz inúmeros benefícios, a gente já sabe! Mas pesquisas recentes mostram que esses benefícios vão bem além do que a gente imagina. </p>
<p>Pesquisadores alemães e ingleses por exemplo, em um estudo publicado em 2021,descobriram que ter relação sexual satisfatória, com orgasmo, pode ajudar a descongestionar o nariz. Isso mesmo! Você pode trocar aquele remédio que joga no nariz para desentupí-lo por uma boa noite de sexo. </p>
<p>Além de descongestionante nasal, tem quais outros benefícios 'pitorescos' proporcionados por um bom sexo. // Quer saber quais? Venha acompanhar o Interessa desta sexta com a gente!</p>
<p>Acompanhe as principais notícias de Belo Horizonte, Minas Gerais e do Brasil em https://bit.ly/siteotempo</p>
<p>Curta a nossa página no Facebook: https://bit.ly/faceotempo<br>Siga nosso Instagram: https://bit.ly/instaotempo<br>Siga nosso perfil no Twitter: https://bit.ly/twitterotempo</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Que o sexo traz inúmeros benefícios, a gente já sabe! Mas pesquisas recentes mostram que esses benefícios vão bem além do que a gente imagina. </p>
<p>Pesquisadores alemães e ingleses por exemplo, em um estudo publicado em 2021,descobriram que ter relação sexual satisfatória, com orgasmo, pode ajudar a descongestionar o nariz. Isso mesmo! Você pode trocar aquele remédio que joga no nariz para desentupí-lo por uma boa noite de sexo. </p>
<p>Além de descongestionante nasal, tem quais outros benefícios 'pitorescos' proporcionados por um bom sexo. // Quer saber quais? Venha acompanhar o Interessa desta sexta com a gente!</p>
<p>Acompanhe as principais notícias de Belo Horizonte, Minas Gerais e do Brasil em https://bit.ly/siteotempo</p>
<p>Curta a nossa página no Facebook: https://bit.ly/faceotempo<br>Siga nosso Instagram: https://bit.ly/instaotempo<br>Siga nosso perfil no Twitter: https://bit.ly/twitterotempo</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 24 Nov 2023 17:58:07 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Pesquisadores alemães e ingleses por exemplo, em um estudo publicado em 2021,descobriram que ter relação sexual satisfatória, com orgasmo, pode ajudar a descongestionar o nariz. Isso mesmo! Você pode trocar aquele remédio que joga no nariz para desentupí-lo por uma boa noite de sexo. 
Além de descongestionante nasal, tem quais outros benefícios 'pitorescos' proporcionados por um bom sexo. // Quer saber quais? Venha acompanhar o Interessa desta sexta com a gente!
Acompanhe as principais notícias de Belo Horizonte, Minas Gerais e do Brasil em https://bit.ly/siteotempo
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      <itunes:subtitle>Que o sexo traz inúmeros benefícios, a gente já sabe! Mas pesquisas recentes mostram que esses benefícios vão bem além do que a gente imagina. 
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      <title>Quais os signos mais cobiçados e os mais evitados para formar par? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>No Interess@ desta quinta (23/11), vamos saber quais são os signos preferidos e os mais 'rejeitados' no universo da paquera. Quer um spoiler? Áries é o terceiro mais cobiçado. Quer saber qual o primeiro? Assista ao episódio de hoje! </p>]]>
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        <![CDATA[<p>No Interess@ desta quinta (23/11), vamos saber quais são os signos preferidos e os mais 'rejeitados' no universo da paquera. Quer um spoiler? Áries é o terceiro mais cobiçado. Quer saber qual o primeiro? Assista ao episódio de hoje! </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 23 Nov 2023 17:54:16 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Seu rebolado tá em dia? Pois saiba que rebolar faz bem para saúde! | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Uma revisão de vários estudos publicada no ano passado pelo departamento de fisioterapia e reabilitação da Universidade de Maryland, nos EUA, demonstrou que a força dos abdutores do quadril é essencial para o equilíbrio e a função da mobilidade. E a ativação neuromuscular dessa região aumenta o bem-estar em qualquer idade. E todos esses benefícios, a gente consegue, rebolando! Isso mesmo! Rebolar faz bem para a saúde e esse é o tema do Interess@ desta quarta (22/11). </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Uma revisão de vários estudos publicada no ano passado pelo departamento de fisioterapia e reabilitação da Universidade de Maryland, nos EUA, demonstrou que a força dos abdutores do quadril é essencial para o equilíbrio e a função da mobilidade. E a ativação neuromuscular dessa região aumenta o bem-estar em qualquer idade. E todos esses benefícios, a gente consegue, rebolando! Isso mesmo! Rebolar faz bem para a saúde e esse é o tema do Interess@ desta quarta (22/11). </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 22 Nov 2023 19:32:21 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Como pais e mães lidam com o bullying contra seus filhos?​ | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>O que fazer e como agir quando seu filho é hostilizado na escola, na internet, em algum convívio social? E quando seu filho é o autor de alguma violência contra outras crianças? Qual o sentimento que toma conta dos pais em situações como essa? Muitos pais adotam uma postura de defesa incondicional dos filhos quando eles são vítimas, mas qual sentimento domina quando o filho é o autor de alguma violência?</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 21 Nov 2023 18:39:23 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Paciência negra​ | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Celebrada no dia 20 de novembro, o Dia da Consciência Negra é também, para muitos, o dia da paciência negra, afinal, para além dos diversos eventos e ações que marcam a data, não é incomum que, ano após ano, essas pessoas precisem lidar com uma série de questionamentos sobre os quais já falaram tantas vezes. </p>
<p>Exemplo disso foi uma fala recente do presidente da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), Jorge Perlingeiro, de 78 anos, que virou polêmica nas redes sociais. Durante uma entrevista ao podcast “Só se for agora", Perlingeiro questionou a identidade racial do carnavalesco Antônio Gonzaga, da Portela: "Você é negro? Precisamos dar uma mão de tinta em você porque está muito clarinho", disse ele no programa, em que explicava o tema do samba-enredo do próximo ano da escola de samba, que será "Um defeito de cor", basedo no livro de Ana Maria Gonçalves.</p>
<p>Este é o tema do Interess@ desta segunda (20/11), dia da Consciência Negra. É ao vivo às 14h no Youtube do Jornal O TEMPO, na FM O TEMPO 91.7 e no Spotify.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Celebrada no dia 20 de novembro, o Dia da Consciência Negra é também, para muitos, o dia da paciência negra, afinal, para além dos diversos eventos e ações que marcam a data, não é incomum que, ano após ano, essas pessoas precisem lidar com uma série de questionamentos sobre os quais já falaram tantas vezes. </p>
<p>Exemplo disso foi uma fala recente do presidente da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), Jorge Perlingeiro, de 78 anos, que virou polêmica nas redes sociais. Durante uma entrevista ao podcast “Só se for agora", Perlingeiro questionou a identidade racial do carnavalesco Antônio Gonzaga, da Portela: "Você é negro? Precisamos dar uma mão de tinta em você porque está muito clarinho", disse ele no programa, em que explicava o tema do samba-enredo do próximo ano da escola de samba, que será "Um defeito de cor", basedo no livro de Ana Maria Gonçalves.</p>
<p>Este é o tema do Interess@ desta segunda (20/11), dia da Consciência Negra. É ao vivo às 14h no Youtube do Jornal O TEMPO, na FM O TEMPO 91.7 e no Spotify.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 20 Nov 2023 18:30:40 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Exemplo disso foi uma fala recente do presidente da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), Jorge Perlingeiro, de 78 anos, que virou polêmica nas redes sociais. Durante uma entrevista ao podcast “Só se for agora", Perlingeiro questionou a identidade racial do carnavalesco Antônio Gonzaga, da Portela: "Você é negro? Precisamos dar uma mão de tinta em você porque está muito clarinho", disse ele no programa, em que explicava o tema do samba-enredo do próximo ano da escola de samba, que será "Um defeito de cor", basedo no livro de Ana Maria Gonçalves.
Este é o tema do Interess@ desta segunda (20/11), dia da Consciência Negra. É ao vivo às 14h no Youtube do Jornal O TEMPO, na FM O TEMPO 91.7 e no Spotify.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Celebrada no dia 20 de novembro, o Dia da Consciência Negra é também, para muitos, o dia da paciência negra, afinal, para além dos diversos eventos e ações que marcam a data, não é incomum que, ano após ano, essas pessoas precisem lidar com uma série de q</itunes:subtitle>
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      <title>Como as preliminares podem melhorar sua rotina sexual​?​ | Interessa Podcast</title>
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      <pubDate>Fri, 17 Nov 2023 18:29:31 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Saúde bucal - estamos longe do ideal? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Dormir sem escovar os dentes aumenta o risco de infarto e AVC, segundo pesquisa publicada na 'Scientific Reports'. Pesquisadores do Departamento de Cirurgia Oral e Maxilofacial da Universidade de Osaka, no Japão, identificaram uma relçao entre a falta de escovação antes de dormir e o desenvolvimento de cardiopatias e acidentes vasculares. Hoje, se o funcionamento do seu coração dependesse exclusivamente da sua higiene bucal, como seria? Estaria errando as batidas? <br> <br>Esse é o tema do Interessa desta quinta-feira (16/11). É às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. Se faz parte da sua vida, Interess@!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Dormir sem escovar os dentes aumenta o risco de infarto e AVC, segundo pesquisa publicada na 'Scientific Reports'. Pesquisadores do Departamento de Cirurgia Oral e Maxilofacial da Universidade de Osaka, no Japão, identificaram uma relçao entre a falta de escovação antes de dormir e o desenvolvimento de cardiopatias e acidentes vasculares. Hoje, se o funcionamento do seu coração dependesse exclusivamente da sua higiene bucal, como seria? Estaria errando as batidas? <br> <br>Esse é o tema do Interessa desta quinta-feira (16/11). É às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. Se faz parte da sua vida, Interess@!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 16 Nov 2023 17:40:55 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Busca incessante pela beleza e seus riscos l Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Entre 2022 e 2023, três mulheres morreram em Belo Horizonte após se submeterem a cirurgias plásticas. As pacientes tinham idades entre 29 e 54 anos. Embora diferentes fatores possam estar envolvidos nas mortes relatadas – vale ponderar que procedimentos cirúrgicos têm sempre um risco –, um questionamento paira no ar: a pressão estética tem sido tão forte a ponto de se tornar cada vez mais comum que as pessoas recorram a intervenções para modificar a aparência?</p>
<p>Esse é o tema do Interessa desta terça-feira (14/11). É às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. Se faz parte da sua vida, Interess@!</p>]]>
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<p>Esse é o tema do Interessa desta terça-feira (14/11). É às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. Se faz parte da sua vida, Interess@!</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 14 Nov 2023 18:57:22 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Esse é o tema do Interessa desta terça-feira (14/11). É às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. Se faz parte da sua vida, Interess@!</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Entre 2022 e 2023, três mulheres morreram em Belo Horizonte após se submeterem a cirurgias plásticas. As pacientes tinham idades entre 29 e 54 anos. Embora diferentes fatores possam estar envolvidos nas mortes relatadas – vale ponderar que procedimentos c</itunes:subtitle>
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      <title>Novembro Roxo | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>O Brasil é o décimo país com maior número de nascimentos prematuros no mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). A prematuridade, definida como o nascimento antes da 37ª semana de gestação, é a principal causa de mortalidade infantil no país e pode trazer sequelas físicas, cognitivas e emocionais para os bebês. </p>
<p>Segundo o Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc), a taxa de prematuridade brasileira foi de 11,1% entre 2011 e 2021 – mundialmente, a prevalência de partos prematuros varia de 5% a 18%, conforme dados recentes da OMS. Isso significa que, em média, mais de 300 mil bebês nascem prematuros por ano no Brasil, o equivalente a mais de 900 por dia. Mundialmente, esse número alcança a marca de cerca de 15 milhões.</p>
<p>Quais são as causas da prematuridade? Quais são os fatores de risco relacionados à saúde materna e à saúde fetal. Como prevenir o parto prematuro? Além disso, quais os cuidados os bebês prematuros necessitam?</p>
<p>Esse é o tema do Interessa desta segunda-feira (13/11). É às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. Se faz parte da sua vida, Interess@!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Brasil é o décimo país com maior número de nascimentos prematuros no mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). A prematuridade, definida como o nascimento antes da 37ª semana de gestação, é a principal causa de mortalidade infantil no país e pode trazer sequelas físicas, cognitivas e emocionais para os bebês. </p>
<p>Segundo o Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc), a taxa de prematuridade brasileira foi de 11,1% entre 2011 e 2021 – mundialmente, a prevalência de partos prematuros varia de 5% a 18%, conforme dados recentes da OMS. Isso significa que, em média, mais de 300 mil bebês nascem prematuros por ano no Brasil, o equivalente a mais de 900 por dia. Mundialmente, esse número alcança a marca de cerca de 15 milhões.</p>
<p>Quais são as causas da prematuridade? Quais são os fatores de risco relacionados à saúde materna e à saúde fetal. Como prevenir o parto prematuro? Além disso, quais os cuidados os bebês prematuros necessitam?</p>
<p>Esse é o tema do Interessa desta segunda-feira (13/11). É às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. Se faz parte da sua vida, Interess@!</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 13 Nov 2023 20:13:32 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>O Brasil é o décimo país com maior número de nascimentos prematuros no mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). A prematuridade, definida como o nascimento antes da 37ª semana de gestação, é a principal causa de mortalidade infantil no país e pode trazer sequelas físicas, cognitivas e emocionais para os bebês. 
Segundo o Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc), a taxa de prematuridade brasileira foi de 11,1% entre 2011 e 2021 – mundialmente, a prevalência de partos prematuros varia de 5% a 18%, conforme dados recentes da OMS. Isso significa que, em média, mais de 300 mil bebês nascem prematuros por ano no Brasil, o equivalente a mais de 900 por dia. Mundialmente, esse número alcança a marca de cerca de 15 milhões.
Quais são as causas da prematuridade? Quais são os fatores de risco relacionados à saúde materna e à saúde fetal. Como prevenir o parto prematuro? Além disso, quais os cuidados os bebês prematuros necessitam?
Esse é o tema do Interessa desta segunda-feira (13/11). É às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. Se faz parte da sua vida, Interess@!</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O Brasil é o décimo país com maior número de nascimentos prematuros no mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). A prematuridade, definida como o nascimento antes da 37ª semana de gestação, é a principal causa de mortalidade infantil no </itunes:subtitle>
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      <title>Brinquedinhos: explorando as novidades do mercado erótico  l Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Nunca se falou tanto sobre Sex Toys! O que não faltam hoje são opções de brinquedinhos eróticos no mercado, seja para satisfazer uma pessoa sozinha ou acompanhada, apimentar a relação ou, ainda, permitir aos consumidores explorarem novas formas de prazer. Masturbadores que imitam a temperatura do corpo, produtos de skincare para a região pélvica, lip tint especial para a genitália, vibradores discretos e portáteis - a lista de novidades é interminável. Mas, fala a verdade: quantas delas você conhece? Compartilhe com a gente! O que justifica e impulsiona o crescimento deste setor que, só no ano passado, faturou 3 milhões de reais no Brasil? Estas são algumas das questões que vamos explorar no Interess@ podcast desta sexta-feira (10). O Interessa vai ao ar às 14h no canal de O Tempo no Youtube. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. Se faz parte da sua vida, Interess@!</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 10 Nov 2023 22:03:25 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Déjà-vu: Porque repetimos o padrão dos nossos relacionamentos antigos? l Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Vinda do francês, a expressão déjà-vu, que significa “já visto”, define uma sensação subjetiva, mas intensa, de já ter presenciado ou vivenciado algo, mesmo que a situação nunca tenha ocorrido. Nos relacionamentos é possível aplicar, também, o termo! O “dating déjà-vu”, mistura o inglês e o francês para tratar da repetição de padrões nos relacionamentos, o que é válido tanto para a escolha de pessoas com comportamentos semelhantes quanto para similaridades na aparência física e na personalidade. Quais serão os motivos dessas repetições? Será uma escolha? Consciente ou inconsciente? Esta dúvida e inúmeras outras serão respondidas ao longo do Interess@ podcast desta quinta-feira (09). O Interessa vai ao ar às 14h no canal de O Tempo no Youtube. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 09 Nov 2023 18:46:38 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Excessos: como você lida com eles? Quais excessos você gostaria de se livrar? l Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>“Tudo que é demais faz mal, até remédio”. Já ouviu essa frase? Não é difícil perder o controle e, às vezes, ultrapassar os limites. Ir a uma festa e beber demais, exagerar na comida, comprar compulsivamente ou até dormir por horas a fio. Em algum momento da vida, comportamentos como esses podem surgir. A situação, porém, ganha outro tom quando essas atitudes deixam de ser episódios esporádicos e se tornam uma constante, transformando-se em uma compulsão. Mas, afinal, o que pode estar por trás dos excessos que cometemos? Esta dúvida e inúmeras outras serão respondidas ao longo do Interess@ podcast desta quarta-feira (08). O Interessa vai ao ar às 14h no canal de O Tempo no Youtube. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 08 Nov 2023 18:22:27 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:subtitle>“Tudo que é demais faz mal, até remédio”. Já ouviu essa frase? Não é difícil perder o controle e, às vezes, ultrapassar os limites. Ir a uma festa e beber demais, exagerar na comida, comprar compulsivamente ou até dormir por horas a fio. Em algum momento </itunes:subtitle>
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      <title>Atividades físicas que aumentam o orgasmo l Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Um recente estudo trouxe à tona uma descoberta fascinante: mulheres que incorporaram o pilates a suas rotinas de exercícios pelo menos duas vezes por semana, ao longo de três meses, relataram melhorias significativas em sua saúde sexual. Os benefícios incluíram um aumento no desejo sexual, orgasmos mais frequentes e uma redução nas dores durante o sexo. Outras pesquisas também já apontaram o quanto a prática regular de exercícios físicos pode impactar positivamente na saúde sexual, tanto para homens quanto para mulheres. No Interessa desta sexta, vamos explorar a relação entre o exercício físico e a saúde sexual e dar algumas dicas que podem melhorar ainda mais a relação.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 03 Nov 2023 18:30:05 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Higiene masculina previne contra o câncer de pênis, que pode levar à amputação l Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Entre as várias desculpas utilizadas para “fugir” de uma consulta médica ou não procurar por um especialista quando algo acontece com a saúde está a frase: “só vai aparecer alguma doença se eu procurar”. Embora ela seja usada para escapar do médico, pode ganhar um significado completamente diferente quando o assunto é o câncer de próstata. Isso porque é justamente a procura pela doença que aumenta - e muito - as chances de cura. Em 25% dos casos, a doença pode levar à amputação do pênis e, em caso de não tratamento dentro do prazo, à morte. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 01 Nov 2023 17:32:32 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Paixão é uma droga! O hormônio da paixão acaba depois de um tempo. E aí? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>A paixão dura entre 12 e 15 meses. Depois desse tempo, há uma “queda” de hormônios e o cérebro recupera sua atividade normal. Ou seja, o efeito da 'paixonite' é passageiro. Compreender os mecanismos hormonais por trás da paixão nos ajuda a desvendar por que, com o tempo, as borboletas no estômago diminuem, dando lugar a uma conexão mais sólida e consciente com nosso parceiro. A pergunta então é: depois do prazo de validade, a paixão evolui para o amor ou simplesmente acaba? </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 26 Oct 2023 21:21:35 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>A paixão dura entre 12 e 15 meses. Depois desse tempo, há uma “queda” de hormônios e o cérebro recupera sua atividade normal. Ou seja, o efeito da 'paixonite' é passageiro. Compreender os mecanismos hormonais por trás da paixão nos ajuda a desvendar por que, com o tempo, as borboletas no estômago diminuem, dando lugar a uma conexão mais sólida e consciente com nosso parceiro. A pergunta então é: depois do prazo de validade, a paixão evolui para o amor ou simplesmente acaba? </itunes:summary>
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      <title>Sexo planejado pode ser tão bom quanto o impulsivo? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>No mundo da intimidade e relacionamentos, surge um debate intrigante: o sexo planejado pode ser tão bom quanto o impulsivo? Cada vez mais casais estão aderindo à ideia do "sexo agendado".</p><p>Enquanto o sexo impulsivo é frequentemente celebrado pela paixão e espontaneidade que o acompanham, o sexo planejado oferece uma abordagem estruturada que pode trazer estabilidade e previsibilidade aos relacionamentos.</p><p>Quais razões podem fazer os casais optarem por agendar momentos íntimos? Como o planejamento pode aprofundar a conexão e a satisfação sexual?</p><p>Esse é o tema do Interessa desta sexta-feira (20/10). É às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 20 Oct 2023 19:37:53 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Emocionados: eles vão do “Oi” ao “te amo” em poucos encontros. Tem algo de errado nisso?  | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Em um mundo onde as conexões humanas muitas vezes ocorrem em alta velocidade, surgem questionamentos sobre a rapidez com que algumas pessoas passam do simples "Oi" ao audacioso "Te amo". </p>
<p>No Interess@ desta quinta (19), vamos explorar os aspectos emocionais e psicológicos das relações que evoluem rapidamente, levantando a questão de “há algo de errado nesse processo?”.</p>
<p>A velocidade com que as pessoas desenvolvem sentimentos intensos em relacionamentos é um fenômeno intrigante e pode haver várias  motivações por trás desse rápido progresso emocional. Quais os prós e contras de investir profundamente em alguém em um curto espaço de tempo? Como essa abordagem pode afetar a estabilidade de um relacionamento a longo prazo?</p>]]>
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<p>No Interess@ desta quinta (19), vamos explorar os aspectos emocionais e psicológicos das relações que evoluem rapidamente, levantando a questão de “há algo de errado nesse processo?”.</p>
<p>A velocidade com que as pessoas desenvolvem sentimentos intensos em relacionamentos é um fenômeno intrigante e pode haver várias  motivações por trás desse rápido progresso emocional. Quais os prós e contras de investir profundamente em alguém em um curto espaço de tempo? Como essa abordagem pode afetar a estabilidade de um relacionamento a longo prazo?</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 19 Oct 2023 19:40:24 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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No Interess@ desta quinta (19), vamos explorar os aspectos emocionais e psicológicos das relações que evoluem rapidamente, levantando a questão de “há algo de errado nesse processo?”.
A velocidade com que as pessoas desenvolvem sentimentos intensos em relacionamentos é um fenômeno intrigante e pode haver várias  motivações por trás desse rápido progresso emocional. Quais os prós e contras de investir profundamente em alguém em um curto espaço de tempo? Como essa abordagem pode afetar a estabilidade de um relacionamento a longo prazo?</itunes:summary>
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      <title>Calor: Amo ou Odeio? Como cada organismo reage diferente ao calor | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O que o calor causa em você? Te irrita? Te excita? Te cansa? </p>
<p>Tem gente que gosta, tem gente que não gosta. Mas gostando ou não, temos experimentado temperaturas cada vez mais altas. No último dia 26 de setembro deste ano, a cidade mineira de São Romão registrou a temperatura mais alta do Brasil, 43,5°C. </p>
<p>Como lidar com o calor, que pode desencadear uma série de emoções e sensações, indo desde a irritação até a excitação e, às vezes, um profundo cansaço. O aumento das temperaturas não apenas afeta nosso humor, mas também influencia nossa produtividade, energia e saúde física. </p>
<p>O Interess@ vai ao ar às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. </p>
<p>Se faz parte da sua vida, Interess@!</p>]]>
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<p>Tem gente que gosta, tem gente que não gosta. Mas gostando ou não, temos experimentado temperaturas cada vez mais altas. No último dia 26 de setembro deste ano, a cidade mineira de São Romão registrou a temperatura mais alta do Brasil, 43,5°C. </p>
<p>Como lidar com o calor, que pode desencadear uma série de emoções e sensações, indo desde a irritação até a excitação e, às vezes, um profundo cansaço. O aumento das temperaturas não apenas afeta nosso humor, mas também influencia nossa produtividade, energia e saúde física. </p>
<p>O Interess@ vai ao ar às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. </p>
<p>Se faz parte da sua vida, Interess@!</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 18 Oct 2023 20:59:59 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Tem gente que gosta, tem gente que não gosta. Mas gostando ou não, temos experimentado temperaturas cada vez mais altas. No último dia 26 de setembro deste ano, a cidade mineira de São Romão registrou a temperatura mais alta do Brasil, 43,5°C. 
Como lidar com o calor, que pode desencadear uma série de emoções e sensações, indo desde a irritação até a excitação e, às vezes, um profundo cansaço. O aumento das temperaturas não apenas afeta nosso humor, mas também influencia nossa produtividade, energia e saúde física. 
O Interess@ vai ao ar às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. 
Se faz parte da sua vida, Interess@!</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>O que o calor causa em você? Te irrita? Te excita? Te cansa? 
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      <title>Grupos de Whatsapp: você administra bem a quantidade de grupos que faz parte?  | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Desde o advento do WhatsApp, grupos de bate-papo se tornaram uma parte integral de nossas vidas digitais. No entanto, o que começou como uma conveniente forma de manter contato com amigos, familiares e colegas de trabalho, hoje muitas vezes se transformou em uma experiência de sobrecarga para muitos usuários. </p>
<p>No Interess@ de hoje, vamos falar da dinâmica por trás dos grupos de WhatsApp, abordando a crescente questão da saturação e discutindo como as pessoas estão navegando neste mundo de notificações constantes e mensagens intermináveis. </p>
<p>O Interessa vai ao ar às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify.</p>]]>
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<p>No Interess@ de hoje, vamos falar da dinâmica por trás dos grupos de WhatsApp, abordando a crescente questão da saturação e discutindo como as pessoas estão navegando neste mundo de notificações constantes e mensagens intermináveis. </p>
<p>O Interessa vai ao ar às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 17 Oct 2023 20:02:36 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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No Interess@ de hoje, vamos falar da dinâmica por trás dos grupos de WhatsApp, abordando a crescente questão da saturação e discutindo como as pessoas estão navegando neste mundo de notificações constantes e mensagens intermináveis. 
O Interessa vai ao ar às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify.</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>Desde o advento do WhatsApp, grupos de bate-papo se tornaram uma parte integral de nossas vidas digitais. No entanto, o que começou como uma conveniente forma de manter contato com amigos, familiares e colegas de trabalho, hoje muitas vezes se transformou</itunes:subtitle>
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      <title>Amizade duradoura saiu de moda? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>A fascinante dinâmica das amizades duradouras em tempos de uma tendência de crescimento dos  relacionamentos mais efêmeros nas novas gerações, passando pelos ganhos com as amizades de longa data, mergulhando nas histórias inspiradoras de amizades que resistiram ao teste do tempo, e dos desafios enfrentados pelas gerações mais jovens, como a influência das redes sociais e da tecnologia na construção de relacionamentos. </p>
<p>Será que as amizades duradouras ainda têm espaço em tempos de relações tão dinâmicas? </p>
<p>Esse é o tema do Interessa desta segunda-feira (16/10). É às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. </p>
<p>Se faz parte da sua vida, Interess@!</p>]]>
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<p>Será que as amizades duradouras ainda têm espaço em tempos de relações tão dinâmicas? </p>
<p>Esse é o tema do Interessa desta segunda-feira (16/10). É às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. </p>
<p>Se faz parte da sua vida, Interess@!</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 16 Oct 2023 19:36:08 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Será que as amizades duradouras ainda têm espaço em tempos de relações tão dinâmicas? 
Esse é o tema do Interessa desta segunda-feira (16/10). É às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. 
Se faz parte da sua vida, Interess@!</itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A fascinante dinâmica das amizades duradouras em tempos de uma tendência de crescimento dos  relacionamentos mais efêmeros nas novas gerações, passando pelos ganhos com as amizades de longa data, mergulhando nas histórias inspiradoras de amizades que resi</itunes:subtitle>
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      <title>Positividade Sexual: sexo sem pudor ou vergonha</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Sextou e é dia de falar de sexo no Interess@. O assunto de hoje é “Positividade Sexual”. O conceito considera que o sexo pode ser algo positivo na vida de uma pessoa. Segundo a educadora sexual Goody Howard, “a positividade sexual é a ideia de que as pessoas devem ter espaço para incorporar, explorar e aprender sobre sua sexualidade e gênero sem julgamento ou vergonha”. </p>
<p>A ideia é ser imparcial e respeitoso em relação à diversidade de sexualidade e expressões de gênero, desde que haja consentimento.</p>
<p>Acompanhe o Interess@ desta sexta-feira (13/10). É às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. Se faz parte da sua vida, Interess@!</p>]]>
      </description>
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        <![CDATA[<p>Sextou e é dia de falar de sexo no Interess@. O assunto de hoje é “Positividade Sexual”. O conceito considera que o sexo pode ser algo positivo na vida de uma pessoa. Segundo a educadora sexual Goody Howard, “a positividade sexual é a ideia de que as pessoas devem ter espaço para incorporar, explorar e aprender sobre sua sexualidade e gênero sem julgamento ou vergonha”. </p>
<p>A ideia é ser imparcial e respeitoso em relação à diversidade de sexualidade e expressões de gênero, desde que haja consentimento.</p>
<p>Acompanhe o Interess@ desta sexta-feira (13/10). É às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. Se faz parte da sua vida, Interess@!</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 13 Oct 2023 20:14:16 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>Sextou e é dia de falar de sexo no Interess@. O assunto de hoje é “Positividade Sexual”. O conceito considera que o sexo pode ser algo positivo na vida de uma pessoa. Segundo a educadora sexual Goody Howard, “a positividade sexual é a ideia de que as pessoas devem ter espaço para incorporar, explorar e aprender sobre sua sexualidade e gênero sem julgamento ou vergonha”. 
A ideia é ser imparcial e respeitoso em relação à diversidade de sexualidade e expressões de gênero, desde que haja consentimento.
Acompanhe o Interess@ desta sexta-feira (13/10). É às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. Se faz parte da sua vida, Interess@!</itunes:summary>
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      <title>A importância das lembranças da infância | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Resgatar memórias é muito importante mas, mais do que isso, é fundamental resgatar e acolher a nossa criança interior. Ela representa uma parte íntima de nossa mente, relacionada a pensamentos, sensações e comportamentos que carregamos desde a infância. Quando a gente descobre meios para se conectar com nossa criança interior, nossa vida por fica mais plena, e é possível superar traumas e memórias dolorosas da infância. </p>
<p>Esse é o tema do Interessa desta quinta-feira (12/10). É às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. Se faz parte da sua vida, Interess@!</p>]]>
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<p>Esse é o tema do Interessa desta quinta-feira (12/10). É às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. Se faz parte da sua vida, Interess@!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 12 Oct 2023 19:44:38 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Esse é o tema do Interessa desta quinta-feira (12/10). É às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. Se faz parte da sua vida, Interess@!</itunes:summary>
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      <title>Você conhece a Meditação Raja Yoga? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>A meditação Raja Yoga é uma forma de meditação acessível às pessoas de todos os contextos. É uma meditação sem rituais ou mantras e pode ser praticada em qualquer lugar, a qualquer momento. A especialista instrutora da BK (Brahma Kumaris) Marilene Mayrink (@brahmakumarismg) vem conversar com a gente sobre a técnica, falar dos benefícios, e inclusive, dar dicas para ajudar quem ainda não medita mas se interessa pelo assunto. </p>
<p>Faz parte da sua vida? INTERESS@! 😍</p>
<p>🎙️💫Você pode nos acompanhar por vídeo em nosso canal de O Tempo no Youtube (Link na Bio) ou por áudio no Spotify. Ah, e por lá também tem os episódios passados hein!</p>
<p>Para nos acompanhar durante a semana, estamos de segunda a sexta ao vivo no canal “O Tempo” no Youtube às 14h, e na rádio 91.7 FM O Tempo, e às 22h, ou em dia de transmissão de jogos, logo depois da jornada esportiva de “O Tempo Sports”. </p>]]>
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<p>Faz parte da sua vida? INTERESS@! 😍</p>
<p>🎙️💫Você pode nos acompanhar por vídeo em nosso canal de O Tempo no Youtube (Link na Bio) ou por áudio no Spotify. Ah, e por lá também tem os episódios passados hein!</p>
<p>Para nos acompanhar durante a semana, estamos de segunda a sexta ao vivo no canal “O Tempo” no Youtube às 14h, e na rádio 91.7 FM O Tempo, e às 22h, ou em dia de transmissão de jogos, logo depois da jornada esportiva de “O Tempo Sports”. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 11 Oct 2023 19:06:32 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Faz parte da sua vida? INTERESS@! 😍
🎙️💫Você pode nos acompanhar por vídeo em nosso canal de O Tempo no Youtube (Link na Bio) ou por áudio no Spotify. Ah, e por lá também tem os episódios passados hein!
Para nos acompanhar durante a semana, estamos de segunda a sexta ao vivo no canal “O Tempo” no Youtube às 14h, e na rádio 91.7 FM O Tempo, e às 22h, ou em dia de transmissão de jogos, logo depois da jornada esportiva de “O Tempo Sports”. </itunes:summary>
      <itunes:subtitle>A meditação Raja Yoga é uma forma de meditação acessível às pessoas de todos os contextos. É uma meditação sem rituais ou mantras e pode ser praticada em qualquer lugar, a qualquer momento. A especialista instrutora da BK (Brahma Kumaris) Marilene Mayrink</itunes:subtitle>
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      <title>Você tem um "conversante"? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Cada dia um termo novo. “Conversante” é a bola da vez. O termo é usado por jovens nas redes sociais para descrever um relacionamento que não passa da troca de mensagens. Essas pessoas até conversam com muita frequência mas não se conhecem pessoalmente. Fora do Brasil a prática é chamada de “dexting” - a contração das palavras em inglês date (encontro) e texting (enviar mensagens de texto). O termo foi criado por Amanda Bradford, especialista em namoro que diz que essa conexão pode ser tão forte como a de um relacionamento no mundo físico. Quais os pontos positivos e negativos desse tipo de relacionamento?</p>
<p>Esse é o tema do Interessa desta terça-feira (10/10). É às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. Se faz parte da sua vida, Interess@!</p>]]>
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<p>Esse é o tema do Interessa desta terça-feira (10/10). É às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. Se faz parte da sua vida, Interess@!</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 10 Oct 2023 20:07:44 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Esse é o tema do Interessa desta terça-feira (10/10). É às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. Se faz parte da sua vida, Interess@!</itunes:summary>
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      <title>A palavra convence, o exemplo arrasta | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Educar é uma tarefa muito difícil. Principalmente porque para educar outra pessoa precisamos nos educar primeiro. No processo de ensinar, não adianta somente falar, falar e falar. O simples fato de orientar e dar ordens aos filhos não vai surtir efeito se os seus comportamentos demonstrarem o contrário do que você prega. Os pais/tutores são exemplos. Quem quer cuidar da alimentação dos pequenos precisa comer saladas e verduras na frente deles. Quem exige que o filho não minta, não deve mentir deliberadamente. Não quer uma criança que grita? Baixe seu próprio tom. Quer filhos longe das telas, descanse seu celular. A palavra convence, o exemplo arrasta.</p>
<p>Esse é o tema do Interessa desta segunda-feira (09/10). É às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. Se faz parte da sua vida, Interess@!</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 09 Oct 2023 18:56:16 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Esse é o tema do Interessa desta segunda-feira (09/10). É às 14h no Youtube de O TEMPO. Estamos também na FM O TEMPO 91,7 e no Spotify. Se faz parte da sua vida, Interess@!</itunes:summary>
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      <title>Razões para fazer sexo | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Será que é necessário um motivo para fazer sexo? Não necessariamente, mas muitas vezes há um objetivo. Das razões mundanas ("Queria uma experiência física prazerosa") às espirituais ("Queria estar mais perto de Deus"), uma antiga pesquisa divulgada pela BBC apresentou motivos diversos para buscar o ato sexual – ou consentir com ele – e são "numerosos e complexos". Porém, as respostas se mostram bem atuais. Em uma primeira fase de identificar as razões, os 1.549 entrevistados disseram que às vezes fazem sexo porque querem deixar o parceiro feliz. Outra razão que chamou a atenção dos pesquisadores foi o desejo de vingança por parte de quem foi traído e queria “dar o troco”. Por que você faz sexo?</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 06 Oct 2023 20:18:17 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Lar, doce lar. Como a arquitetura pode ajudar a saúde mental  | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A casa é nosso asilo inviolável, lugar de acolhimento, onde deveríamos nos sentir protegidos. Independentemente do tipo de imóvel, estar em casa é diferente de sentir-se em casa naquele estilo “Lar, doce lar”. Para algumas pessoas, ficar em casa é um privilégio, para outras um desespero. Essas pessoas não se suportam ou não sabem lidar com a solidão? Ou é a casa/decoração que não transmite a energia que se espera, ou não representa os gostos da pessoa, fazendo com que ela se sinta uma estranha no ninho? Como a arquitetura pode auxiliar no bem-estar mental? A criação de espaços seguros e a promoção da conscientização sobre a saúde mental são passos importantes na elaboração do local em que vivemos.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 05 Oct 2023 19:18:10 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>A casa é nosso asilo inviolável, lugar de acolhimento, onde deveríamos nos sentir protegidos. Independentemente do tipo de imóvel, estar em casa é diferente de sentir-se em casa naquele estilo “Lar, doce lar”. Para algumas pessoas, ficar em casa é um privilégio, para outras um desespero. Essas pessoas não se suportam ou não sabem lidar com a solidão? Ou é a casa/decoração que não transmite a energia que se espera, ou não representa os gostos da pessoa, fazendo com que ela se sinta uma estranha no ninho? Como a arquitetura pode auxiliar no bem-estar mental? A criação de espaços seguros e a promoção da conscientização sobre a saúde mental são passos importantes na elaboração do local em que vivemos.</itunes:summary>
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      <title>TDPM: o que é o Transtorno Disfórico Pré-Menstrual?  | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Cansaço, muitas alterações de humor, cólicas, dores, inchaço… Sinais clássicos da Tensão Pré-Menstrual (TPM) que todos os meses estão presentes na vida da maioria das mulheres em maior ou menor grau. Mas você já ouviu falar no transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM)? Trata-se uma forma mais grave da síndrome pré-menstrual que pode ser incapacitante e prejudicar muito a qualidade de vida das pacientes. Ela atinge de 3 a 8% das mulheres em idade fértil. Quais as diferenças entre a TPM e o TDPM. Compreendê-las é essencial para nosso autocuidado, e para, se necessário, procurar ajuda médica.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 04 Oct 2023 21:15:10 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Tão linda, por que continua solteira?  | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Recentemente, a influenciadora Thaynara OG disse ter ouvido essa pergunta de um seguidor e disparou: “Achei tão absurdo porque sempre tiram a escolha da mulher. A mulher sempre está na posição de ser a escolhida, o produto que está na prateleira esperando um boyzinho fazer o favor, a caridade de retirá-la. Pronto, não é mais solteira. Que vitória para ela.” Assim como Thaynara, não são poucas as mulheres que dizem ouvir o questionamento por aí. Diante dessa pergunta, alguns questionamentos se fazem necessários: por que a solteirice da mulher provoca tanto desconforto na sociedade?</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 03 Oct 2023 20:07:24 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Divórcio grisalho: cresce separação pós 50 anos | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>A ideia de que o casamento é para sempre já não é uma realidade para muitas pessoas há muito tempo. E o fim do matrimônio tem ficado mais comum inclusive entre pessoas acima de 50 anos no Brasil. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) de 2021, mais de 25% dos divorciados estão acima dessa faixa etária, tendo o divórcio confirmado na primeira instância da Justiça ou via escritura. Vale lembrar que, antes, menos de 10% dos divórcios envolviam casais com mais de 50 anos. O tempo de duração do casório também está diminuindo. Em 2010, o tempo médio entre a data do casamento e a data da sentença ou escritura do divórcio era de cerca 16 anos. Em 2021, esse intervalo diminuiu para 13,6 anos.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 02 Oct 2023 20:51:16 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Masturbação mútua gera mais prazer para o casal? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Falar sobre masturbação ainda gera muitas polêmicas. Porém, ela pode ter vários benefícios para quem o pratica, principalmente se for um casal. Pesquisadores da Universidade de Southampton, no Reino Unido, afirmaram que o segredo para ter uma vida sexual melhor é praticar a masturbação mútua. Os cientistas entrevistaram 117 mulheres e 151 homens, com idades entre 18 e 65 anos, e que tinham parceiros sexuais. Mais de 50% (136) disseram ter praticado masturbação mútua nas duas semanas anteriores. Segundo o levantamento, os participantes que adotavam a prática se sentiam mais satisfeitos sob os lençóis do que aqueles que não tinham o costume e, neste grupo, as mulheres relataram estar menos satisfeitas na cama do que os homens. Segundo os autores, este resultado pode ajudar a repensar a visão antiquada de que as pessoas se masturbam devido à insatisfação com seus parceiros. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 29 Sep 2023 20:35:46 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Efeito manada: você faria o mesmo se estivesse sozinho? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>De repente, um grupo de estudantes de medicina resolve simular uma masturbação coletiva durante um jogo de vôlei feminino. Fato que ganhou repercussão nacional e as retaliações cabíveis. Porém, ao vermos o bando na quadra e nas arquibancadas do ginásio em São Carlos, ficam algumas perguntas: um estudante sozinho teria coragem de invadir um jogo de vôlei e correr nu pela quadra mostrando o órgão genital? Provavelmente não. Por que pessoas em aglomerações fazem coisas que não fariam se estivessem sozinhas? A esse fenômeno comportamental dá-se o nome de “efeito manada”, que é quando nós, seres humanos, reproduzimos a conduta de um grupo. É uma tendência das pessoas de seguirem um grande influenciador ou mesmo um determinado grupo, sem que a decisão sobre suas atitudes passe, necessariamente, por uma reflexão individual. O comportamento é comum, por exemplo, em estádios de futebol, além, claro, dos casos de linchamento. <br>Por que isso acontece? O que encoraja essas pessoas? Como podemos nos proteger para não cair no efeito manada e ouvirmos nossa própria opinião.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 28 Sep 2023 19:26:01 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>A descoberta da bissexualidade na fase adulta | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Os tempos mudaram. A juventude de hoje é bem diferente dos jovens de duas décadas atrás. Não há dúvidas de que a repressão sexual é menor nos dias atuais. Por diversas razões, não é incomum encontrarmos adolescentes que se relacionam com meninos e meninas, até mesmo por uma questão de experimentação. Porém, muitas pessoas se reconhecem bissexuais somente na fase adulta, depois de certa idade, quando estão saindo de uma estrutura de família tradicional. Mas, como fazer o 'coming out' para os demais? Como tornar o processo de aceitação para si e para os  familiares menos difícil?</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 27 Sep 2023 19:20:40 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>Os tempos mudaram. A juventude de hoje é bem diferente dos jovens de duas décadas atrás. Não há dúvidas de que a repressão sexual é menor nos dias atuais. Por diversas razões, não é incomum encontrarmos adolescentes que se relacionam com meninos e meninas, até mesmo por uma questão de experimentação. Porém, muitas pessoas se reconhecem bissexuais somente na fase adulta, depois de certa idade, quando estão saindo de uma estrutura de família tradicional. Mas, como fazer o 'coming out' para os demais? Como tornar o processo de aceitação para si e para os  familiares menos difícil?</itunes:summary>
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      <title>Como superar a dor de uma traição? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Atire a primeira pedra quem nunca foi traído. Porém, a situação não pode nem deve ser normalizada, se o acordo for monogâmico. Isso porque a atitude pode afetar todo o nosso corpo, já que o físico e o emocional andam juntos. Tal decepção pode gerar um trauma agudo grave, afinal trata-se de um luto. É o mundo de algumas pessoas caindo, literalmente. A confiança sendo rompida. É quando a autoestima despenca e a insegurança se eleva. Quais as consequências de uma traição e como superar esse momento difícil?</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 26 Sep 2023 19:14:47 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>É possível gerar os genes com dieta? | Interessa Podcast</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A influenciadora Maíra Cardi declarou que vai deixar de produzir conteúdo para o Instagram para focar na concepção de três filhos que pretende ter com o atual marido, Thiago Nigro. Para isso, ela fará uma pré-concepção, ou seja, seis meses antes de começar a tentar ter um filho, ela e Thiago vão mudar a alimentação e hábitos para “zerar os genes” - nas palavras dela. Dessa forma, segundo ela, a criança tem menos chance de desenvolver doenças existentes na família, como diabetes e câncer. A questão é: isso é possível? Tem comprovação científica? Se sim, como essa pré-concepção pode ser feita? Caso contrário, quais os problemas que esse tipo de desinformação pode acarretar?</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 25 Sep 2023 19:01:42 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Sexo casual | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Mulheres gostam de sexo casual. Segundo um levantamento feito pelo C-date, site exclusivo para encontros casuais, quase 40% das usuárias optam pelo relacionamento casual. O motivo seria principalmente por não haver amarras, ou seja, neste caso, não há compromisso ne necessidade de dar satisfações. Já 23,05% das entrevistadas afirmaram que não evitam um relacionamento sério, mas que têm outras prioridades, como vida social, profissional, família, saúde física e mental. Quais as vantagens e desvantagens do sexo casual?</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 22 Sep 2023 19:19:08 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Como ajudar sua criança a ser bilíngue? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Falar mais de um idioma é um grande diferencial para a carreira profissional e também para a vida, já que vivemos em um mundo globalizado e temos acesso o tempo todo a informações de diversos idiomas. Muita gente tem dificuldade em aprender na fase adulta e quanto mais velhos somos, mais difícil pode parecer. A melhor época para começar a aprender é na infância. Como funciona o cérebro das crianças em relação ao entendimento de outros idiomas? É preciso estudar em uma escola bilíngue? Preciso ser fluente para ensinar meu filho? A boa notícia, é que não é preciso dominar o idioma estrangeiro para introduzí-lo na rotina dos pequenos.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 21 Sep 2023 19:10:52 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Constelação familiar | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>A constelação familiar foi desenvolvida por Bert Hellinger. O objetivo é facilitar o entendimento de transtornos psicológicos e outras questões pessoais que podem ter influência nas relações familiares ou conflitos que atravessam gerações de uma mesma família. A técnica está chamando atenção de diversos famosos como Anitta e Preta Gil. O que é? Como funciona?</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 20 Sep 2023 19:25:30 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>A importância de uma pausa na rotina para a saúde | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>O cantor Wesley Safadão anunciou que precisou fazer uma pausa na sua carreira, e não foi por livre e espontânea vontade. Foi porque a saúde dele exigiu. Primeiro, em 2022, ele teve que suspender toda sua agenda profissional por causa de uma cirurgia de emergência para resolver um problema na coluna. Agora, a rotina intensa de trabalho e a pressão das redes sociais fizeram ele se afastar novamente dos palcos para tratar um transtorno de ansiedade. Quando não ouvimos os sinais do nosso corpo e da mente de que é preciso pausar, uma hora ou outra a conta chega. Respeitar os limites do nosso corpo é fundamental. Até que ponto vale a pena se sacrificar pelo trabalho? Quando é hora de botar o pé no freio? Quais sinais de que é hora de pausar?</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 19 Sep 2023 18:59:54 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Consentimento, muito além da permissão | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>O Dia Mundial para a Saúde Sexual (World Sexual Health Day – WSHD) é uma iniciativa da Associação Mundial para a Saúde Sexual, realizada anualmente em setembro com objetivo principal de aumentar a conscientização e compreensão sobre questões relacionadas à saúde sexual e direitos sexuais em todo o mundo. A cada ano, um tema de campanha é pensado para ser abordado nas celebrações. O escolhido para 2023 é o “Consentimento“! É essencial pensar no sentido do consentimento de maneira ampla, em todas as relações vividas, como uma oportunidade para criar novos contextos e ambientes onde a expressão do consentimento seja facilitada e segura, proporcionando uma vivência plena da sexualidade.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 15 Sep 2023 19:20:30 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>O Dia Mundial para a Saúde Sexual (World Sexual Health Day – WSHD) é uma iniciativa da Associação Mundial para a Saúde Sexual, realizada anualmente em setembro com objetivo principal de aumentar a conscientização e compreensão sobre questões relacionadas à saúde sexual e direitos sexuais em todo o mundo. A cada ano, um tema de campanha é pensado para ser abordado nas celebrações. O escolhido para 2023 é o “Consentimento“! É essencial pensar no sentido do consentimento de maneira ampla, em todas as relações vividas, como uma oportunidade para criar novos contextos e ambientes onde a expressão do consentimento seja facilitada e segura, proporcionando uma vivência plena da sexualidade.</itunes:summary>
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      <title>Lipedema x obesidade. Como identificar a doença? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Acúmulo de gordura nas pernas, inchaço, desproporcionalidade do corpo, principalmente em mulheres. Mas, atenção, não estamos falando de gordura localizada! Os sintomas podem ser sinais de lipedema, uma doença crônica e ainda pouco conhecida. O problema vascular atinge cerca de 12% da população no Brasil, de acordo com levantamento publicado pelo Jornal Vascular Brasileiro. Reconhecida apenas em 2022 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) com um CID, a classificação internacional de doenças, a enfermidade caracteriza-se pelo acúmulo anormal de gordura dolorosa em regiões específicas do corpo, como pernas, braços, joelhos e coxas. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 14 Sep 2023 19:02:25 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Dizer sim quando se quer dizer não, e depois se arrepender | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Como sair de armadilhas criadas por nós mesmos quando assumimos determinados compromissos que não queremos quando vai chegando próximo da data? Por que dizemos sim a determinados convites e depois mudamos de ideia? Há quem diga que tendemos a aceitar coisas que não queremos porque enxergamos uma versão mas aspiracional dos nossos eus futuros. Então aceitamos correr uma corrida como se não houvesse amanhã, mas tem. E no dia seguinte a gente não quer ir porque simplesmente a gente não dá conta. Outra coisa é achar que nossa rotina vai estar mais leve nas próximas semanas, o que não acontece e vem o dilema: será que vale a pena me sacrificar?</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 13 Sep 2023 19:11:38 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Ansiedade: sintomas reais que não aparecem nos exames | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Os brasileiros vivem um surto silencioso de ansiedade. O Brasil é líder no mundo em prevalência de transtornos de ansiedade, de acordo com uma pesquisa da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgada em 2017. Dados divulgados em agosto pelo levantamento do Instituto Ipsos apontam que 26,8% dos brasileiros foram diagnosticados com a doença. Quais sinais o corpo dá antes do agravamento da ansiedade? Ansiedade gera outras doenças como hipertensão?</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 12 Sep 2023 19:17:49 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Movimentos do corpo como ferramenta da comunicação | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Para dizer algo, você não precisa usar apenas a sua voz. Qualquer pessoa tem à disposição um instrumento muito poderoso para potencializar a comunicação: o próprio corpo. Segundo a especialista em alta performance da linguagem corporal Iriane Martins, o segredo está no autoconhecimento. “Muitas mulheres se preocupam com a imagem, o cabelo, a maquiagem. Mas, antes de pensar na roupa ideal, é preciso conhecer o próprio corpo e sua linguagem. Ter essa consciência corporal pode influenciar as relações de trabalho e os relacionamentos afetivos”, destaca.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 11 Sep 2023 19:25:15 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Tentação: cair ou fugir? | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>No episódio desta sexta-feira, o assunto é traição. Ouça e opine!</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 08 Sep 2023 19:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>O poder do feminino | Interessa Podcast</title>
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        <![CDATA[<p>Engolidas por uma rotina sobrecarregada, muitas mulheres se afastam do seu feminino e do autocuidado. E, às vezes, uma simples ferramenta pode servir para nos reconectar com nossa essência e com outras mulheres. O baralho "O Poder do Feminino", criado pela psicóloga Renata Carvalho Koldewijn, é um exemplo. Ele é voltado para mulheres de todas as idades dialogarem em espaços seguros sobre o universo feminino e tudo que fortalece o nosso poder. Um jogo de cartas que é também uma maneira de apoiar os processos internos de todas nós, fortalecendo nossos vínculos com outras mulheres e promovendo a sororidade a partir do momento em que as histórias e experiências de nossas vidas se encontram em um círculo e geram empatia entre nós. Essa espécie de jogo aprofunda temas como ancestralidade, autocuidado, sentimentos, ciclos, conexão com a natureza e formação de comunidades.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 07 Sep 2023 18:53:40 +0000</pubDate>
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