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    <description>O podcast da Strabpedia - Nosso objetivo é criar uma comunidade global de troca de conhecimento teórico e prático. Através do uso de tecnologia e inovação, conectamos os oftalmologistas às últimas evidências científicas, de forma dinâmica e acessível.</description>
    <copyright>© 2026 Todos os direitos reservados - Strabpedia</copyright>
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    <pubDate>Thu, 11 Jun 2026 10:45:10 -0300</pubDate>
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      <title>06. Exotropia Sensorial: quando e como indicar a cirurgia</title>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://strabpedia.com/">www.strabpedia.com</a></p><p> </p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p>"Esse ser humano aqui do meu lado acabou de me pedir em casamento e eu quero meu olho alinhado na festa." A frase, dita por uma paciente no consultório da Dra. Júlia Rossetto, resume com precisão o que move uma pessoa a buscar cirurgia de estrabismo na fase adulta. Dois casos atendidos no mesmo dia revelam algo que vai muito além do exame clínico: entender o momento emocional de cada paciente faz parte do diagnóstico. Uma chegou pronta para operar, a outra precisava de tempo para decidir. A conduta foi completamente diferente para cada uma, e foi essa diferença que abriu o episódio mais revelador sobre exotropia sensorial feito até agora.</p><p>A Dra. Luisa Hopker aprofunda a discussão a partir da sua própria experiência cirúrgica. Ela defende o bloqueio peribulbar com sedação como primeira escolha na exotropia sensorial do adulto, apontando vantagens práticas e sistêmicas em relação à anestesia geral. A conversa avança para um caso clínico complexo que ela acompanhou por anos: um paciente com olho hipotônico, histórico de descolamento de retina e indicação de enucleação por outro serviço. A decisão de operar, após discussão com retinólogo e termo de consentimento detalhado, resultou em satisfação total do paciente. O caso expõe com clareza as zonas cinzentas da prática clínica e o papel da conversa honesta na relação entre médico e paciente.</p><p><strong>E ainda:</strong></p><ul><li>Como lidar com o paciente inseguro antes de marcar a cirurgia</li><li>Entenda os critérios para operar olho com risco de phthisis bulbi</li><li>Por que o termo de consentimento precisa evoluir com a sua prática</li></ul><p> </p><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p><strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP. <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p><strong>Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição. <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p> </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00:00 — Apresentação do podcast e tema do episódio<br>01:10 — Dois casos de exotropia no mesmo dia: perfis opostos de paciente<br>03:45 — Como conduzir a paciente motivada pelo casamento que chegou decidida<br>07:20 — A paciente insegura e a estratégia de adiar a entrega do pré-operatório<br>11:40 — Bloqueio peribulbar na exotropia sensorial: vantagens sobre anestesia geral<br>15:30 — Caso clínico: paciente com olho hipotônico e indicação prévia de enucleação<br>20:10 — Discussão com retinólogo e decisão compartilhada sobre o risco cirúrgico<br>24:50 — Resultado pós-operatório e reflexão sobre zonas cinzentas da prática clínica<br>28:30 — O papel do termo de consentimento em casos complexos<br>31:00 — Resumo: exotropia sensorial como melhor caso para iniciar em cirurgia de estrabismo</p><p> </p><p><strong>CONTATO</strong></p><p>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com"><strong>strabpedia@gmail.com</strong></a></p><p> </p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#Estrabismo #CirurgiaOcular #Oftalmologia #SaúdeOcular #OftalmopediatriaClínica</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://strabpedia.com/">www.strabpedia.com</a></p><p> </p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p>"Esse ser humano aqui do meu lado acabou de me pedir em casamento e eu quero meu olho alinhado na festa." A frase, dita por uma paciente no consultório da Dra. Júlia Rossetto, resume com precisão o que move uma pessoa a buscar cirurgia de estrabismo na fase adulta. Dois casos atendidos no mesmo dia revelam algo que vai muito além do exame clínico: entender o momento emocional de cada paciente faz parte do diagnóstico. Uma chegou pronta para operar, a outra precisava de tempo para decidir. A conduta foi completamente diferente para cada uma, e foi essa diferença que abriu o episódio mais revelador sobre exotropia sensorial feito até agora.</p><p>A Dra. Luisa Hopker aprofunda a discussão a partir da sua própria experiência cirúrgica. Ela defende o bloqueio peribulbar com sedação como primeira escolha na exotropia sensorial do adulto, apontando vantagens práticas e sistêmicas em relação à anestesia geral. A conversa avança para um caso clínico complexo que ela acompanhou por anos: um paciente com olho hipotônico, histórico de descolamento de retina e indicação de enucleação por outro serviço. A decisão de operar, após discussão com retinólogo e termo de consentimento detalhado, resultou em satisfação total do paciente. O caso expõe com clareza as zonas cinzentas da prática clínica e o papel da conversa honesta na relação entre médico e paciente.</p><p><strong>E ainda:</strong></p><ul><li>Como lidar com o paciente inseguro antes de marcar a cirurgia</li><li>Entenda os critérios para operar olho com risco de phthisis bulbi</li><li>Por que o termo de consentimento precisa evoluir com a sua prática</li></ul><p> </p><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p><strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP. <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p><strong>Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição. <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p> </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00:00 — Apresentação do podcast e tema do episódio<br>01:10 — Dois casos de exotropia no mesmo dia: perfis opostos de paciente<br>03:45 — Como conduzir a paciente motivada pelo casamento que chegou decidida<br>07:20 — A paciente insegura e a estratégia de adiar a entrega do pré-operatório<br>11:40 — Bloqueio peribulbar na exotropia sensorial: vantagens sobre anestesia geral<br>15:30 — Caso clínico: paciente com olho hipotônico e indicação prévia de enucleação<br>20:10 — Discussão com retinólogo e decisão compartilhada sobre o risco cirúrgico<br>24:50 — Resultado pós-operatório e reflexão sobre zonas cinzentas da prática clínica<br>28:30 — O papel do termo de consentimento em casos complexos<br>31:00 — Resumo: exotropia sensorial como melhor caso para iniciar em cirurgia de estrabismo</p><p> </p><p><strong>CONTATO</strong></p><p>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com"><strong>strabpedia@gmail.com</strong></a></p><p> </p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#Estrabismo #CirurgiaOcular #Oftalmologia #SaúdeOcular #OftalmopediatriaClínica</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 02 Jun 2026 19:57:52 -0300</pubDate>
      <author>Julia Rossetto / Luisa Hopker</author>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://strabpedia.com/">www.strabpedia.com</a></p><p> </p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p>"Esse ser humano aqui do meu lado acabou de me pedir em casamento e eu quero meu olho alinhado na festa." A frase, dita por uma paciente no consultório da Dra. Júlia Rossetto, resume com precisão o que move uma pessoa a buscar cirurgia de estrabismo na fase adulta. Dois casos atendidos no mesmo dia revelam algo que vai muito além do exame clínico: entender o momento emocional de cada paciente faz parte do diagnóstico. Uma chegou pronta para operar, a outra precisava de tempo para decidir. A conduta foi completamente diferente para cada uma, e foi essa diferença que abriu o episódio mais revelador sobre exotropia sensorial feito até agora.</p><p>A Dra. Luisa Hopker aprofunda a discussão a partir da sua própria experiência cirúrgica. Ela defende o bloqueio peribulbar com sedação como primeira escolha na exotropia sensorial do adulto, apontando vantagens práticas e sistêmicas em relação à anestesia geral. A conversa avança para um caso clínico complexo que ela acompanhou por anos: um paciente com olho hipotônico, histórico de descolamento de retina e indicação de enucleação por outro serviço. A decisão de operar, após discussão com retinólogo e termo de consentimento detalhado, resultou em satisfação total do paciente. O caso expõe com clareza as zonas cinzentas da prática clínica e o papel da conversa honesta na relação entre médico e paciente.</p><p><strong>E ainda:</strong></p><ul><li>Como lidar com o paciente inseguro antes de marcar a cirurgia</li><li>Entenda os critérios para operar olho com risco de phthisis bulbi</li><li>Por que o termo de consentimento precisa evoluir com a sua prática</li></ul><p> </p><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p><strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP. <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p><strong>Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição. <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p> </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00:00 — Apresentação do podcast e tema do episódio<br>01:10 — Dois casos de exotropia no mesmo dia: perfis opostos de paciente<br>03:45 — Como conduzir a paciente motivada pelo casamento que chegou decidida<br>07:20 — A paciente insegura e a estratégia de adiar a entrega do pré-operatório<br>11:40 — Bloqueio peribulbar na exotropia sensorial: vantagens sobre anestesia geral<br>15:30 — Caso clínico: paciente com olho hipotônico e indicação prévia de enucleação<br>20:10 — Discussão com retinólogo e decisão compartilhada sobre o risco cirúrgico<br>24:50 — Resultado pós-operatório e reflexão sobre zonas cinzentas da prática clínica<br>28:30 — O papel do termo de consentimento em casos complexos<br>31:00 — Resumo: exotropia sensorial como melhor caso para iniciar em cirurgia de estrabismo</p><p> </p><p><strong>CONTATO</strong></p><p>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com"><strong>strabpedia@gmail.com</strong></a></p><p> </p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#Estrabismo #CirurgiaOcular #Oftalmologia #SaúdeOcular #OftalmopediatriaClínica</p>]]>
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      <title>05. Exotropia Sensorial: como examinar, operar e orientar o paciente</title>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://strabpedia.com/">www.strabpedia.com</a></p><p> </p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p>"Parece que eu não tenho credibilidade quando falo as coisas." Essa frase, dita por uma paciente com exotropia sensorial no consultório da Dra. Júlia Rossetto, resume o peso invisível que esse desvio carrega no dia a dia de quem convive com ele. Qualidade de vida reduzida, menor empregabilidade e um desconforto constante nas interações sociais são realidades documentadas na literatura e vividas por esses pacientes. Neste episódio, as Dras. Luisa Hopker e Júlia Rossetto mostram por que a exotropia sensorial é, ao mesmo tempo, um dos casos mais comuns no consultório de estrabismo e um dos mais subdiagnosticados em termos de acesso ao tratamento.</p><p>O episódio percorre todo o caminho clínico: da anamnese à cirurgia. As médicas discutem como conectar com o paciente que chega convencido de que "não pode operar", desmontam a crença de que o desvio vai voltar e explicam por que hipercorrigir é quase sempre a estratégia certa. A propedêutica ganha atenção especial, com detalhes sobre o uso do Krimsky modificado, fotodocumentação do desvio e a importância do exame completo do olho fixador. No planejamento cirúrgico, o episódio cobre desde os cálculos de recuo-ressecção até as três opções para desvios de grande ângulo, incluindo cirurgia supramáxima, toxina botulínica intraoperatória e enxerto muscular. Um episódio técnico, direto e com casos reais de consultório.</p><p><strong>Do exame ao pós-operatório:</strong></p><ul><li>Por que o exodrift médio de 8 dioptrias prismáticas por ano muda o planejamento</li><li>Como usar a técnica de ancoragem para alinhar expectativas sem parecer vendedor</li></ul><p> </p><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p><strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.  <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p><strong>Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição. <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p> </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00:00 — Exotropia sensorial: por que é o desvio mais comum no consultório de adultos<br>03:12 — Impacto na qualidade de vida: empregabilidade, credibilidade e relações sociais<br>07:45 — Anamnese e conexão com o paciente: as perguntas que fazem diferença<br>12:30 — Nível de consciência do paciente e técnicas de ancoragem na consulta<br>19:10 — Propedêutica: Krimsky modificado, fotodocumentação e exame do olho fixador<br>27:40 — Dilatação, fundo de olho e avaliação da motilidade ocular<br>33:15 — Planejamento cirúrgico: hipercorreção, cálculos e metas de desvio residual<br>40:50 — Desvios de grande ângulo: cirurgia supramáxima, botox e enxerto muscular<br>48:20 — As falas mais comuns dos pacientes e como respondê-las<br>54:00 — Resumo clínico: do exame à orientação pós-operatória<br>58:10 — Dica cultural: peça Simplesmente Eu, Clarice Lispector<br>01:01:30 — Dica de podcast: O Assunto, de Natuza Nery, sobre violência contra mulheres</p><p> </p><p><strong>CONTATO</strong></p><p>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com"><strong>strabpedia@gmail.com</strong></a></p><p> </p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#EstrabismoClínico #ExotropiaSensorial #OftalmologiaPediátrica #CirurgiaOcular #BaixaVisão</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://strabpedia.com/">www.strabpedia.com</a></p><p> </p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p>"Parece que eu não tenho credibilidade quando falo as coisas." Essa frase, dita por uma paciente com exotropia sensorial no consultório da Dra. Júlia Rossetto, resume o peso invisível que esse desvio carrega no dia a dia de quem convive com ele. Qualidade de vida reduzida, menor empregabilidade e um desconforto constante nas interações sociais são realidades documentadas na literatura e vividas por esses pacientes. Neste episódio, as Dras. Luisa Hopker e Júlia Rossetto mostram por que a exotropia sensorial é, ao mesmo tempo, um dos casos mais comuns no consultório de estrabismo e um dos mais subdiagnosticados em termos de acesso ao tratamento.</p><p>O episódio percorre todo o caminho clínico: da anamnese à cirurgia. As médicas discutem como conectar com o paciente que chega convencido de que "não pode operar", desmontam a crença de que o desvio vai voltar e explicam por que hipercorrigir é quase sempre a estratégia certa. A propedêutica ganha atenção especial, com detalhes sobre o uso do Krimsky modificado, fotodocumentação do desvio e a importância do exame completo do olho fixador. No planejamento cirúrgico, o episódio cobre desde os cálculos de recuo-ressecção até as três opções para desvios de grande ângulo, incluindo cirurgia supramáxima, toxina botulínica intraoperatória e enxerto muscular. Um episódio técnico, direto e com casos reais de consultório.</p><p><strong>Do exame ao pós-operatório:</strong></p><ul><li>Por que o exodrift médio de 8 dioptrias prismáticas por ano muda o planejamento</li><li>Como usar a técnica de ancoragem para alinhar expectativas sem parecer vendedor</li></ul><p> </p><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p><strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.  <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p><strong>Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição. <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p> </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00:00 — Exotropia sensorial: por que é o desvio mais comum no consultório de adultos<br>03:12 — Impacto na qualidade de vida: empregabilidade, credibilidade e relações sociais<br>07:45 — Anamnese e conexão com o paciente: as perguntas que fazem diferença<br>12:30 — Nível de consciência do paciente e técnicas de ancoragem na consulta<br>19:10 — Propedêutica: Krimsky modificado, fotodocumentação e exame do olho fixador<br>27:40 — Dilatação, fundo de olho e avaliação da motilidade ocular<br>33:15 — Planejamento cirúrgico: hipercorreção, cálculos e metas de desvio residual<br>40:50 — Desvios de grande ângulo: cirurgia supramáxima, botox e enxerto muscular<br>48:20 — As falas mais comuns dos pacientes e como respondê-las<br>54:00 — Resumo clínico: do exame à orientação pós-operatória<br>58:10 — Dica cultural: peça Simplesmente Eu, Clarice Lispector<br>01:01:30 — Dica de podcast: O Assunto, de Natuza Nery, sobre violência contra mulheres</p><p> </p><p><strong>CONTATO</strong></p><p>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com"><strong>strabpedia@gmail.com</strong></a></p><p> </p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#EstrabismoClínico #ExotropiaSensorial #OftalmologiaPediátrica #CirurgiaOcular #BaixaVisão</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 19 May 2026 20:18:18 -0300</pubDate>
      <author>Julia Rossetto / Luisa Hopker</author>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://strabpedia.com/">www.strabpedia.com</a></p><p> </p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p>"Parece que eu não tenho credibilidade quando falo as coisas." Essa frase, dita por uma paciente com exotropia sensorial no consultório da Dra. Júlia Rossetto, resume o peso invisível que esse desvio carrega no dia a dia de quem convive com ele. Qualidade de vida reduzida, menor empregabilidade e um desconforto constante nas interações sociais são realidades documentadas na literatura e vividas por esses pacientes. Neste episódio, as Dras. Luisa Hopker e Júlia Rossetto mostram por que a exotropia sensorial é, ao mesmo tempo, um dos casos mais comuns no consultório de estrabismo e um dos mais subdiagnosticados em termos de acesso ao tratamento.</p><p>O episódio percorre todo o caminho clínico: da anamnese à cirurgia. As médicas discutem como conectar com o paciente que chega convencido de que "não pode operar", desmontam a crença de que o desvio vai voltar e explicam por que hipercorrigir é quase sempre a estratégia certa. A propedêutica ganha atenção especial, com detalhes sobre o uso do Krimsky modificado, fotodocumentação do desvio e a importância do exame completo do olho fixador. No planejamento cirúrgico, o episódio cobre desde os cálculos de recuo-ressecção até as três opções para desvios de grande ângulo, incluindo cirurgia supramáxima, toxina botulínica intraoperatória e enxerto muscular. Um episódio técnico, direto e com casos reais de consultório.</p><p><strong>Do exame ao pós-operatório:</strong></p><ul><li>Por que o exodrift médio de 8 dioptrias prismáticas por ano muda o planejamento</li><li>Como usar a técnica de ancoragem para alinhar expectativas sem parecer vendedor</li></ul><p> </p><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p><strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.  <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p><strong>Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição. <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p> </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00:00 — Exotropia sensorial: por que é o desvio mais comum no consultório de adultos<br>03:12 — Impacto na qualidade de vida: empregabilidade, credibilidade e relações sociais<br>07:45 — Anamnese e conexão com o paciente: as perguntas que fazem diferença<br>12:30 — Nível de consciência do paciente e técnicas de ancoragem na consulta<br>19:10 — Propedêutica: Krimsky modificado, fotodocumentação e exame do olho fixador<br>27:40 — Dilatação, fundo de olho e avaliação da motilidade ocular<br>33:15 — Planejamento cirúrgico: hipercorreção, cálculos e metas de desvio residual<br>40:50 — Desvios de grande ângulo: cirurgia supramáxima, botox e enxerto muscular<br>48:20 — As falas mais comuns dos pacientes e como respondê-las<br>54:00 — Resumo clínico: do exame à orientação pós-operatória<br>58:10 — Dica cultural: peça Simplesmente Eu, Clarice Lispector<br>01:01:30 — Dica de podcast: O Assunto, de Natuza Nery, sobre violência contra mulheres</p><p> </p><p><strong>CONTATO</strong></p><p>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com"><strong>strabpedia@gmail.com</strong></a></p><p> </p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#EstrabismoClínico #ExotropiaSensorial #OftalmologiaPediátrica #CirurgiaOcular #BaixaVisão</p>]]>
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      <title>04. Esotropia Parcialmente Acomodativa: Casos Reais e Quando Operar</title>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://strabpedia.com/">www.strabpedia.com</a></p><p><br></p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p>"Só consigo tirar bifocal com fio de Vicryl." A frase da Dra. Luisa Hopker diz muito sobre a realidade clínica de quem lida diariamente com esotropia parcialmente acomodativa. Neste episódio, as duas oftalmopediatras discutem casos reais de consultório: crianças acompanhadas por anos, famílias hesitantes diante da cirurgia e o momento em que o desvio residual deixa de ser observável e passa a ser operável. </p><p>O ponto de partida é uma coincidência cirúrgica de 2017, quando quatro pacientes com o mesmo diagnóstico foram marcados no mesmo dia, e os resultados dessas cirurgias ajudam a entender por que essa esotropia tem indicação cirúrgica bem definida.</p><p>O episódio aprofunda a discussão sobre a relação CA/a aumentada, o papel do óculos bifocal executive como recurso temporário e os limites reais dessa abordagem. A Dra. Júlia Rossetto apresenta evidências apresentadas na AAPOS mostrando que o bifocal não melhora a estereopsia nem evita a cirurgia nesses pacientes, o que reforça a conduta de quem opta por não prescrevê-lo. </p><p>Também é debatido o planejamento cirúrgico de Kenneth Wright para esses casos e por que a fórmula "augmented" pode hipercorrigir em pacientes com hipermetropia elevada. Um segundo caso clínico, de uma menina que tinha estrabismo totalmente acomodativo e deteriorou, ilustra como comunicar à família a transição para a cirurgia sem gerar insegurança. A comunicação médico-paciente, a importância de antecipar a história natural da doença e o que colocar no termo de consentimento cirúrgico fecham o episódio com reflexões práticas para o consultório.</p><p><strong>Do diagnóstico à sala de cirurgia:</strong></p><ul><li>Como calcular o volume cirúrgico nos pacientes autohipermétropes</li><li>Entenda por que o óculos bifocal pode criar falsas expectativas nos pais</li><li>O que incluir no termo de consentimento para evitar mal-entendidos</li></ul><p> </p><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p><strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.  <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p><strong>Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.  <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p> </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00:00 — Apresentação do podcast e tema do episódio<br>01:20 — Os 4 casos de esotropia parcialmente acomodativa no mesmo dia cirúrgico<br>03:45 — Diagnóstico e prescrição do bifocal executive: como funciona e onde fazer<br>07:10 — Acompanhamento das crianças com bifocal e deterioração do desvio<br>11:30 — O caso que foi direto para cirurgia sem bifocal<br>13:00 — Resultados cirúrgicos: recuo dos retos mediais e desfechos<br>15:20 — Evidências da AAPOS sobre bifocal, estereopsia e indicação cirúrgica<br>18:40 — Planejamento de Kenneth Wright e risco de hipercorreção<br>21:50 — Caso clínico da menina com estrabismo acomodativo que deteriorou<br>28:10 — A metáfora do copo com líquidos para explicar o estrabismo aos pais<br>31:00 — Comunicação médico-paciente e o termo de consentimento cirúrgico<br>34:20 — Soft skills, relação médico-paciente e encerramento</p><p><br></p><p> </p><p><strong>CONTATO</strong></p><p>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com"><strong>strabpedia@gmail.com</strong></a></p><p> </p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#Oftalmopediatria #Estrabismo #SaúdeOcular #Cirurgia #SaúdeMedica</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://strabpedia.com/">www.strabpedia.com</a></p><p><br></p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p>"Só consigo tirar bifocal com fio de Vicryl." A frase da Dra. Luisa Hopker diz muito sobre a realidade clínica de quem lida diariamente com esotropia parcialmente acomodativa. Neste episódio, as duas oftalmopediatras discutem casos reais de consultório: crianças acompanhadas por anos, famílias hesitantes diante da cirurgia e o momento em que o desvio residual deixa de ser observável e passa a ser operável. </p><p>O ponto de partida é uma coincidência cirúrgica de 2017, quando quatro pacientes com o mesmo diagnóstico foram marcados no mesmo dia, e os resultados dessas cirurgias ajudam a entender por que essa esotropia tem indicação cirúrgica bem definida.</p><p>O episódio aprofunda a discussão sobre a relação CA/a aumentada, o papel do óculos bifocal executive como recurso temporário e os limites reais dessa abordagem. A Dra. Júlia Rossetto apresenta evidências apresentadas na AAPOS mostrando que o bifocal não melhora a estereopsia nem evita a cirurgia nesses pacientes, o que reforça a conduta de quem opta por não prescrevê-lo. </p><p>Também é debatido o planejamento cirúrgico de Kenneth Wright para esses casos e por que a fórmula "augmented" pode hipercorrigir em pacientes com hipermetropia elevada. Um segundo caso clínico, de uma menina que tinha estrabismo totalmente acomodativo e deteriorou, ilustra como comunicar à família a transição para a cirurgia sem gerar insegurança. A comunicação médico-paciente, a importância de antecipar a história natural da doença e o que colocar no termo de consentimento cirúrgico fecham o episódio com reflexões práticas para o consultório.</p><p><strong>Do diagnóstico à sala de cirurgia:</strong></p><ul><li>Como calcular o volume cirúrgico nos pacientes autohipermétropes</li><li>Entenda por que o óculos bifocal pode criar falsas expectativas nos pais</li><li>O que incluir no termo de consentimento para evitar mal-entendidos</li></ul><p> </p><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p><strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.  <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p><strong>Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.  <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p> </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00:00 — Apresentação do podcast e tema do episódio<br>01:20 — Os 4 casos de esotropia parcialmente acomodativa no mesmo dia cirúrgico<br>03:45 — Diagnóstico e prescrição do bifocal executive: como funciona e onde fazer<br>07:10 — Acompanhamento das crianças com bifocal e deterioração do desvio<br>11:30 — O caso que foi direto para cirurgia sem bifocal<br>13:00 — Resultados cirúrgicos: recuo dos retos mediais e desfechos<br>15:20 — Evidências da AAPOS sobre bifocal, estereopsia e indicação cirúrgica<br>18:40 — Planejamento de Kenneth Wright e risco de hipercorreção<br>21:50 — Caso clínico da menina com estrabismo acomodativo que deteriorou<br>28:10 — A metáfora do copo com líquidos para explicar o estrabismo aos pais<br>31:00 — Comunicação médico-paciente e o termo de consentimento cirúrgico<br>34:20 — Soft skills, relação médico-paciente e encerramento</p><p><br></p><p> </p><p><strong>CONTATO</strong></p><p>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com"><strong>strabpedia@gmail.com</strong></a></p><p> </p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#Oftalmopediatria #Estrabismo #SaúdeOcular #Cirurgia #SaúdeMedica</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 05 May 2026 20:14:34 -0300</pubDate>
      <author>Julia Rossetto / Luisa Hopker</author>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://strabpedia.com/">www.strabpedia.com</a></p><p><br></p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p>"Só consigo tirar bifocal com fio de Vicryl." A frase da Dra. Luisa Hopker diz muito sobre a realidade clínica de quem lida diariamente com esotropia parcialmente acomodativa. Neste episódio, as duas oftalmopediatras discutem casos reais de consultório: crianças acompanhadas por anos, famílias hesitantes diante da cirurgia e o momento em que o desvio residual deixa de ser observável e passa a ser operável. </p><p>O ponto de partida é uma coincidência cirúrgica de 2017, quando quatro pacientes com o mesmo diagnóstico foram marcados no mesmo dia, e os resultados dessas cirurgias ajudam a entender por que essa esotropia tem indicação cirúrgica bem definida.</p><p>O episódio aprofunda a discussão sobre a relação CA/a aumentada, o papel do óculos bifocal executive como recurso temporário e os limites reais dessa abordagem. A Dra. Júlia Rossetto apresenta evidências apresentadas na AAPOS mostrando que o bifocal não melhora a estereopsia nem evita a cirurgia nesses pacientes, o que reforça a conduta de quem opta por não prescrevê-lo. </p><p>Também é debatido o planejamento cirúrgico de Kenneth Wright para esses casos e por que a fórmula "augmented" pode hipercorrigir em pacientes com hipermetropia elevada. Um segundo caso clínico, de uma menina que tinha estrabismo totalmente acomodativo e deteriorou, ilustra como comunicar à família a transição para a cirurgia sem gerar insegurança. A comunicação médico-paciente, a importância de antecipar a história natural da doença e o que colocar no termo de consentimento cirúrgico fecham o episódio com reflexões práticas para o consultório.</p><p><strong>Do diagnóstico à sala de cirurgia:</strong></p><ul><li>Como calcular o volume cirúrgico nos pacientes autohipermétropes</li><li>Entenda por que o óculos bifocal pode criar falsas expectativas nos pais</li><li>O que incluir no termo de consentimento para evitar mal-entendidos</li></ul><p> </p><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p><strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.  <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p><strong>Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.  <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p> </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00:00 — Apresentação do podcast e tema do episódio<br>01:20 — Os 4 casos de esotropia parcialmente acomodativa no mesmo dia cirúrgico<br>03:45 — Diagnóstico e prescrição do bifocal executive: como funciona e onde fazer<br>07:10 — Acompanhamento das crianças com bifocal e deterioração do desvio<br>11:30 — O caso que foi direto para cirurgia sem bifocal<br>13:00 — Resultados cirúrgicos: recuo dos retos mediais e desfechos<br>15:20 — Evidências da AAPOS sobre bifocal, estereopsia e indicação cirúrgica<br>18:40 — Planejamento de Kenneth Wright e risco de hipercorreção<br>21:50 — Caso clínico da menina com estrabismo acomodativo que deteriorou<br>28:10 — A metáfora do copo com líquidos para explicar o estrabismo aos pais<br>31:00 — Comunicação médico-paciente e o termo de consentimento cirúrgico<br>34:20 — Soft skills, relação médico-paciente e encerramento</p><p><br></p><p> </p><p><strong>CONTATO</strong></p><p>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com"><strong>strabpedia@gmail.com</strong></a></p><p> </p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#Oftalmopediatria #Estrabismo #SaúdeOcular #Cirurgia #SaúdeMedica</p>]]>
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      <title>03. Esotropia Acomodativa: diagnóstico, óculos e história natural</title>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://strabpedia.com/">www.strabpedia.com</a></p><p><br></p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p>Quando uma criança de 2 a 4 anos acorda com o olho desviando para dentro, os pais entram em pânico e os médicos que não são especialistas em estrabismo ficam sem saber exatamente o que dizer. A Dra. Luisa Hopker e a Dra. Júlia Rossetto desmontam esse cenário ponto a ponto: como identificar a esotropia acomodativa no consultório, quando pedir imagem, como realizar a cicloplegia de forma confiável e por que a hipermetropia total precisa ser prescrita sem desconto. </p><p>O episódio entrega um roteiro claro, do primeiro atendimento ao retorno com óculos, incluindo o que anotar no prontuário para não perder informações entre consultas.</p><p>A conversa vai além da propedêutica e enfrenta diretamente um dos maiores pontos de atrito com as famílias: a expectativa de que cirurgia ou tampão vão substituir os óculos. As doutoras explicam por que o estrabismo acomodativo é o tipo que os oftalmologistas mais gostam e os pais menos entendem; e como a história natural da hipermetropia, que tende a aumentar antes de estabilizar e só reduz de forma discreta na adolescência, precisa ser comunicada logo na primeira consulta para evitar frustrações nas seguintes. </p><p>O episódio ancora essa discussão em dados reais de um estudo publicado no Ophthalmology em 2011, com 306 crianças acompanhadas por 9 anos, que mostra taxas de cirurgia, evolução do grau e quais pacientes tendem a se tornar totalmente ou parcialmente acomodativos.</p><p><strong>O que mais este episódio responde:</strong></p><ul><li>Como usar lentes de prova para testar desconto de grau em crianças mais velhas</li><li>Entenda quando o estrabismo parcialmente acomodativo exige indicação cirúrgica</li><li>Por que o titmus revela a evolução da visão binocular ao longo do tratamento</li></ul><p> </p><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p><strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP. <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p><strong>Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição. <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p> </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00:00 — Apresentação do podcast e tema do episódio<br>02:10 — Perfil clínico típico da esotropia acomodativa<br>05:30 — Quando pedir imagem na esotropia súbita<br>09:45 — A importância da oftalmoscopia indireta em toda dilatação<br>14:20 — Como construir o exame ao longo das consultas e registrar o que ficou pendente<br>18:00 — Cicloplegia adequada: protocolo de colírios e tempo de espera<br>23:10 — Prescrição da hipermetropia total e cálculo da distância de trabalho<br>26:40 — Retorno com óculos: classificação em acomodativo total, parcial ou não acomodativo<br>31:15 — Indicação cirúrgica no estrabismo parcialmente acomodativo<br>36:00 — História natural da hipermetropia e como orientar os pais na primeira consulta<br>42:30 — Dados do estudo de 9 anos publicado no Ophthalmology (2011)<br>47:50 — Resumo clínico do episódio e dicas culturais</p><p> </p><p><strong>CONTATO</strong></p><p>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com"><strong>strabpedia@gmail.com</strong></a></p><p><br></p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#SaúdeOcularInfantil #OftalmopediatriaEEstrabismo #EstrabismoAcomodativo #SaúdaDaVisão #DesenvolvimentoInfantil</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://strabpedia.com/">www.strabpedia.com</a></p><p><br></p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p>Quando uma criança de 2 a 4 anos acorda com o olho desviando para dentro, os pais entram em pânico e os médicos que não são especialistas em estrabismo ficam sem saber exatamente o que dizer. A Dra. Luisa Hopker e a Dra. Júlia Rossetto desmontam esse cenário ponto a ponto: como identificar a esotropia acomodativa no consultório, quando pedir imagem, como realizar a cicloplegia de forma confiável e por que a hipermetropia total precisa ser prescrita sem desconto. </p><p>O episódio entrega um roteiro claro, do primeiro atendimento ao retorno com óculos, incluindo o que anotar no prontuário para não perder informações entre consultas.</p><p>A conversa vai além da propedêutica e enfrenta diretamente um dos maiores pontos de atrito com as famílias: a expectativa de que cirurgia ou tampão vão substituir os óculos. As doutoras explicam por que o estrabismo acomodativo é o tipo que os oftalmologistas mais gostam e os pais menos entendem; e como a história natural da hipermetropia, que tende a aumentar antes de estabilizar e só reduz de forma discreta na adolescência, precisa ser comunicada logo na primeira consulta para evitar frustrações nas seguintes. </p><p>O episódio ancora essa discussão em dados reais de um estudo publicado no Ophthalmology em 2011, com 306 crianças acompanhadas por 9 anos, que mostra taxas de cirurgia, evolução do grau e quais pacientes tendem a se tornar totalmente ou parcialmente acomodativos.</p><p><strong>O que mais este episódio responde:</strong></p><ul><li>Como usar lentes de prova para testar desconto de grau em crianças mais velhas</li><li>Entenda quando o estrabismo parcialmente acomodativo exige indicação cirúrgica</li><li>Por que o titmus revela a evolução da visão binocular ao longo do tratamento</li></ul><p> </p><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p><strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP. <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p><strong>Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição. <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p> </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00:00 — Apresentação do podcast e tema do episódio<br>02:10 — Perfil clínico típico da esotropia acomodativa<br>05:30 — Quando pedir imagem na esotropia súbita<br>09:45 — A importância da oftalmoscopia indireta em toda dilatação<br>14:20 — Como construir o exame ao longo das consultas e registrar o que ficou pendente<br>18:00 — Cicloplegia adequada: protocolo de colírios e tempo de espera<br>23:10 — Prescrição da hipermetropia total e cálculo da distância de trabalho<br>26:40 — Retorno com óculos: classificação em acomodativo total, parcial ou não acomodativo<br>31:15 — Indicação cirúrgica no estrabismo parcialmente acomodativo<br>36:00 — História natural da hipermetropia e como orientar os pais na primeira consulta<br>42:30 — Dados do estudo de 9 anos publicado no Ophthalmology (2011)<br>47:50 — Resumo clínico do episódio e dicas culturais</p><p> </p><p><strong>CONTATO</strong></p><p>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com"><strong>strabpedia@gmail.com</strong></a></p><p><br></p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#SaúdeOcularInfantil #OftalmopediatriaEEstrabismo #EstrabismoAcomodativo #SaúdaDaVisão #DesenvolvimentoInfantil</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 21 Apr 2026 18:15:26 -0300</pubDate>
      <author>Julia Rossetto / Luisa Hopker</author>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://strabpedia.com/">www.strabpedia.com</a></p><p><br></p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p>Quando uma criança de 2 a 4 anos acorda com o olho desviando para dentro, os pais entram em pânico e os médicos que não são especialistas em estrabismo ficam sem saber exatamente o que dizer. A Dra. Luisa Hopker e a Dra. Júlia Rossetto desmontam esse cenário ponto a ponto: como identificar a esotropia acomodativa no consultório, quando pedir imagem, como realizar a cicloplegia de forma confiável e por que a hipermetropia total precisa ser prescrita sem desconto. </p><p>O episódio entrega um roteiro claro, do primeiro atendimento ao retorno com óculos, incluindo o que anotar no prontuário para não perder informações entre consultas.</p><p>A conversa vai além da propedêutica e enfrenta diretamente um dos maiores pontos de atrito com as famílias: a expectativa de que cirurgia ou tampão vão substituir os óculos. As doutoras explicam por que o estrabismo acomodativo é o tipo que os oftalmologistas mais gostam e os pais menos entendem; e como a história natural da hipermetropia, que tende a aumentar antes de estabilizar e só reduz de forma discreta na adolescência, precisa ser comunicada logo na primeira consulta para evitar frustrações nas seguintes. </p><p>O episódio ancora essa discussão em dados reais de um estudo publicado no Ophthalmology em 2011, com 306 crianças acompanhadas por 9 anos, que mostra taxas de cirurgia, evolução do grau e quais pacientes tendem a se tornar totalmente ou parcialmente acomodativos.</p><p><strong>O que mais este episódio responde:</strong></p><ul><li>Como usar lentes de prova para testar desconto de grau em crianças mais velhas</li><li>Entenda quando o estrabismo parcialmente acomodativo exige indicação cirúrgica</li><li>Por que o titmus revela a evolução da visão binocular ao longo do tratamento</li></ul><p> </p><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p><strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP. <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p><strong>Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição. <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p> </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00:00 — Apresentação do podcast e tema do episódio<br>02:10 — Perfil clínico típico da esotropia acomodativa<br>05:30 — Quando pedir imagem na esotropia súbita<br>09:45 — A importância da oftalmoscopia indireta em toda dilatação<br>14:20 — Como construir o exame ao longo das consultas e registrar o que ficou pendente<br>18:00 — Cicloplegia adequada: protocolo de colírios e tempo de espera<br>23:10 — Prescrição da hipermetropia total e cálculo da distância de trabalho<br>26:40 — Retorno com óculos: classificação em acomodativo total, parcial ou não acomodativo<br>31:15 — Indicação cirúrgica no estrabismo parcialmente acomodativo<br>36:00 — História natural da hipermetropia e como orientar os pais na primeira consulta<br>42:30 — Dados do estudo de 9 anos publicado no Ophthalmology (2011)<br>47:50 — Resumo clínico do episódio e dicas culturais</p><p> </p><p><strong>CONTATO</strong></p><p>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com"><strong>strabpedia@gmail.com</strong></a></p><p><br></p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#SaúdeOcularInfantil #OftalmopediatriaEEstrabismo #EstrabismoAcomodativo #SaúdaDaVisão #DesenvolvimentoInfantil</p>]]>
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      <title>02. Exotropia Intermitente: caso clínico e conduta cirúrgica</title>
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      <itunes:title>02. Exotropia Intermitente: caso clínico e conduta cirúrgica</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>"O arroz com feijão do estrabismo a gente tem que saber matar no peito." É com essa clareza que Luisa Hopker e Júlia Rossetto abrem a discussão de dois casos reais de exotropia intermitente, mostrando como transformar fundamentos técnicos em decisões concretas dentro do escritório. O episódio parte de uma criança de 5 anos com desvio de 30 dioptrias para longe e 20 para perto e usa esse caso para construir uma tabela prática de recuos dos retos laterais, com números que variam de acordo com uma magnitude do desvio e uma passagem etária da criança.</p><p>Um papo de segurança para um segundo caso: uma criança que chegou em nós de calças negativas, com indicação de cirúrgica clara e cujos estavam em busca de uma segunda opinião. A partir daí, as duas especialistas discutem um tema que raramente aparece em podcasts médicos: como orientar uma família quando a condensação anterior da sua, sem desqualificar o colega, sem fugir da sua opinião e sem cair nas armas que os próprios pacientes criam. A ideia central do episódio é que você saiu com uma estrutura de condomínio sólida, capaz de ser adaptada a diferentes apresentações clínicas da exotropia intermitente, e não apenas com a análise de um caso isolado. E tem mais:</p><ul><li>Entenda quando operar apenas um reto lateral</li><li>Como lidar com ET residual nos primeiros dias pós-operatórios</li><li>Quando e como comunicar discordância sem expor o colega</li></ul><p><br><strong>PARTICIPANTESES</strong></p><p><strong>Uma Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutado e companheirismo em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP</p><p><strong>Uma Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutado pela UNIFESP e está atualemente no Pós Doutado na mesma instituição. </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00h00 — Apresentação do podcast e proposta do episódio<br>01:20 — Caso 1: menino de 5 anos com XT intermitente de 30 dioptrias<br>03:10 — Tabela de recuos dos retos laterais: a lógica por trás dos números<br>06:45 — Ajustes por passagem e desvio para perto<br>09:30 — ET residual nos primeiros dias e quando se preparar<br>11:50 — Júlia comenta o caso e reabastece a linha norteadora<br>14:20 — Caso 2: criança como euo prévio de lentes negativas e indicação cirúrgica<br>17:40 — Como abordar pais quando a condenduta anterior é diferente da sua<br>22:10 — Armadilhas que os pacientes criam para confrontar médicos<br>26h00 — Nota técnica da SBOP e o papel da evidência na consulta<br>29:30 — Resumo dos dois casos e mensagens finais</p><p><br></p><p>Gostou? veja mais na https://strabpedia.com</p><p><br></p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#OftalmologiaPediática #Estrabismo #Sa#CirurgiaOftalmolúdeOcular #Salógica údeInfantil</p>]]>
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        <![CDATA[<p>"O arroz com feijão do estrabismo a gente tem que saber matar no peito." É com essa clareza que Luisa Hopker e Júlia Rossetto abrem a discussão de dois casos reais de exotropia intermitente, mostrando como transformar fundamentos técnicos em decisões concretas dentro do escritório. O episódio parte de uma criança de 5 anos com desvio de 30 dioptrias para longe e 20 para perto e usa esse caso para construir uma tabela prática de recuos dos retos laterais, com números que variam de acordo com uma magnitude do desvio e uma passagem etária da criança.</p><p>Um papo de segurança para um segundo caso: uma criança que chegou em nós de calças negativas, com indicação de cirúrgica clara e cujos estavam em busca de uma segunda opinião. A partir daí, as duas especialistas discutem um tema que raramente aparece em podcasts médicos: como orientar uma família quando a condensação anterior da sua, sem desqualificar o colega, sem fugir da sua opinião e sem cair nas armas que os próprios pacientes criam. A ideia central do episódio é que você saiu com uma estrutura de condomínio sólida, capaz de ser adaptada a diferentes apresentações clínicas da exotropia intermitente, e não apenas com a análise de um caso isolado. E tem mais:</p><ul><li>Entenda quando operar apenas um reto lateral</li><li>Como lidar com ET residual nos primeiros dias pós-operatórios</li><li>Quando e como comunicar discordância sem expor o colega</li></ul><p><br><strong>PARTICIPANTESES</strong></p><p><strong>Uma Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutado e companheirismo em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP</p><p><strong>Uma Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutado pela UNIFESP e está atualemente no Pós Doutado na mesma instituição. </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00h00 — Apresentação do podcast e proposta do episódio<br>01:20 — Caso 1: menino de 5 anos com XT intermitente de 30 dioptrias<br>03:10 — Tabela de recuos dos retos laterais: a lógica por trás dos números<br>06:45 — Ajustes por passagem e desvio para perto<br>09:30 — ET residual nos primeiros dias e quando se preparar<br>11:50 — Júlia comenta o caso e reabastece a linha norteadora<br>14:20 — Caso 2: criança como euo prévio de lentes negativas e indicação cirúrgica<br>17:40 — Como abordar pais quando a condenduta anterior é diferente da sua<br>22:10 — Armadilhas que os pacientes criam para confrontar médicos<br>26h00 — Nota técnica da SBOP e o papel da evidência na consulta<br>29:30 — Resumo dos dois casos e mensagens finais</p><p><br></p><p>Gostou? veja mais na https://strabpedia.com</p><p><br></p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#OftalmologiaPediática #Estrabismo #Sa#CirurgiaOftalmolúdeOcular #Salógica údeInfantil</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 18:31:39 -0300</pubDate>
      <author>Julia Rossetto / Luisa Hopker</author>
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        <![CDATA[<p>"O arroz com feijão do estrabismo a gente tem que saber matar no peito." É com essa clareza que Luisa Hopker e Júlia Rossetto abrem a discussão de dois casos reais de exotropia intermitente, mostrando como transformar fundamentos técnicos em decisões concretas dentro do escritório. O episódio parte de uma criança de 5 anos com desvio de 30 dioptrias para longe e 20 para perto e usa esse caso para construir uma tabela prática de recuos dos retos laterais, com números que variam de acordo com uma magnitude do desvio e uma passagem etária da criança.</p><p>Um papo de segurança para um segundo caso: uma criança que chegou em nós de calças negativas, com indicação de cirúrgica clara e cujos estavam em busca de uma segunda opinião. A partir daí, as duas especialistas discutem um tema que raramente aparece em podcasts médicos: como orientar uma família quando a condensação anterior da sua, sem desqualificar o colega, sem fugir da sua opinião e sem cair nas armas que os próprios pacientes criam. A ideia central do episódio é que você saiu com uma estrutura de condomínio sólida, capaz de ser adaptada a diferentes apresentações clínicas da exotropia intermitente, e não apenas com a análise de um caso isolado. E tem mais:</p><ul><li>Entenda quando operar apenas um reto lateral</li><li>Como lidar com ET residual nos primeiros dias pós-operatórios</li><li>Quando e como comunicar discordância sem expor o colega</li></ul><p><br><strong>PARTICIPANTESES</strong></p><p><strong>Uma Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutado e companheirismo em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP</p><p><strong>Uma Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutado pela UNIFESP e está atualemente no Pós Doutado na mesma instituição. </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00h00 — Apresentação do podcast e proposta do episódio<br>01:20 — Caso 1: menino de 5 anos com XT intermitente de 30 dioptrias<br>03:10 — Tabela de recuos dos retos laterais: a lógica por trás dos números<br>06:45 — Ajustes por passagem e desvio para perto<br>09:30 — ET residual nos primeiros dias e quando se preparar<br>11:50 — Júlia comenta o caso e reabastece a linha norteadora<br>14:20 — Caso 2: criança como euo prévio de lentes negativas e indicação cirúrgica<br>17:40 — Como abordar pais quando a condenduta anterior é diferente da sua<br>22:10 — Armadilhas que os pacientes criam para confrontar médicos<br>26h00 — Nota técnica da SBOP e o papel da evidência na consulta<br>29:30 — Resumo dos dois casos e mensagens finais</p><p><br></p><p>Gostou? veja mais na https://strabpedia.com</p><p><br></p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#OftalmologiaPediática #Estrabismo #Sa#CirurgiaOftalmolúdeOcular #Salógica údeInfantil</p>]]>
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      <title>01. Exotropia intermitente na vida real</title>
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        <![CDATA[<p>Neste episódio do "Entre Olhares", discutimos a avaliação e o manejo da exotropia intermitente em crianças. Abordamos desde a importância da anamnese detalhada e da observação clínica até estratégias práticas para medir o desvio ocular e comunicar-se de forma empática com as famílias. Abordamos ainda formas práticas de acompanhar este estrabismo e o papel da comunicação clara para apoiar pais e pacientes. Encerramos com dicas culturais e um convite para aprofundar o tema em nossa plataforma de ensino.</p><p><a href="https://www.scielo.br/j/abo/a/stNgM3n3dRMwK5n9FttscZh/?format=html&amp;lang=en">Artigo citado no episódio</a>. </p><p><strong>Capítulos:</strong></p><p>(00:00:03) "Introdução ao Podcast e Apresentação do Tema" - Apresentação do podcast, participantes e introdução ao tema: exotropia intermitente em crianças.</p><p>(00:01:42) "Primeiros Passos na Avaliação Clínica" - Importância da observação e anamnese para entender o controle do desvio.</p><p>(00:02:32) "Perguntas-Chave aos Pais e Comunicação" - Frequência, situações do desvio e abordagem para obter informações dos pais.</p><p>(00:03:28) "Construção de Confiança com a Família" - Como comunicação eficaz e empatia facilitam decisões futuras.</p><p>(00:04:20) "Leitura Emocional da Família e Impacto no Manejo" - Percepção do impacto emocional nos pais e ajuste da conduta.</p><p>(00:05:02) "Estratégias de Comunicação e Experiência Clínica" - Ferramentas de comunicação e adaptação conforme resposta familiar.</p><p>(00:05:51) "Entendendo a Angústia dos Pais e Adequando a Conduta" - Lidar com diferentes preocupações e ajustar indicação de tratamento.</p><p>(00:06:39) "Avaliando o Grau de Incômodo e Engajamento Familiar" - Perguntar sobre incômodo e identificar famílias em negação ou desconexão.</p><p>(00:08:39) "Check-list da Propedêutica Básica" - Passo a passo do exame: acuidade, fixação, instrumentos e adaptação à idade.</p><p>(00:09:34) "Ordem dos Testes e Dicas Práticas" - Discussão sobre ordem dos exames, Titmus, visão, versões e medidas.</p><p>(00:11:23) "Medição do Desvio e Controle" - Avaliação do controle, velocidade de fixação e técnicas para maior desvio.</p><p>(00:13:15) "Diferenciação dos Tipos de Desvio" - Lentes positivas, oclusão e diferenciação entre tipos de desvio.</p><p>(00:15:33) "Estratégias para Medidas Precisas e Seguimento" - Dividir exames em consultas e garantir refração adequada.</p><p>(00:17:39) "Classificação Prática do Controle do Desvio" - Escalas práticas para classificar e registrar o controle do desvio.</p><p>(00:19:16) "Importância da Estereopsia e Critérios Cirúrgicos" - Monitoramento da estereopsia como critério para cirurgia.</p><p>(00:19:56) "Explicando a Fisiologia para a Família" - Explicação sobre alinhamento, supressão e desenvolvimento visual.</p><p>(00:21:24) "Momento Pérolas: Causos e Mitos" - Relatos de mitos sobre XT, idades para operar e falta de tratamento.</p><p>(00:23:25) "Dica de Leitura Científica" - Sugestão de editorial sobre manejo da exotropia intermitente.</p><p>(00:24:34) "Resumo dos Destaques do Episódio" - Revisão dos pontos essenciais e recomendações práticas.</p><p>(00:26:11) "Dica Cultural e Reflexão sobre Imprevisibilidade" - Reflexão sobre imprevisibilidade no estrabismo e acolhimento.</p><p>(00:29:49) "Dica Musical: 'Tanto Amar' de Chico Buarque" - Sugestão musical que faz alusão ao estrabismo.</p><p>(00:30:57) "Encerramento e Divulgação" - Encerramento, convite para conhecer a plataforma e redes sociais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Neste episódio do "Entre Olhares", discutimos a avaliação e o manejo da exotropia intermitente em crianças. Abordamos desde a importância da anamnese detalhada e da observação clínica até estratégias práticas para medir o desvio ocular e comunicar-se de forma empática com as famílias. Abordamos ainda formas práticas de acompanhar este estrabismo e o papel da comunicação clara para apoiar pais e pacientes. Encerramos com dicas culturais e um convite para aprofundar o tema em nossa plataforma de ensino.</p><p><a href="https://www.scielo.br/j/abo/a/stNgM3n3dRMwK5n9FttscZh/?format=html&amp;lang=en">Artigo citado no episódio</a>. </p><p><strong>Capítulos:</strong></p><p>(00:00:03) "Introdução ao Podcast e Apresentação do Tema" - Apresentação do podcast, participantes e introdução ao tema: exotropia intermitente em crianças.</p><p>(00:01:42) "Primeiros Passos na Avaliação Clínica" - Importância da observação e anamnese para entender o controle do desvio.</p><p>(00:02:32) "Perguntas-Chave aos Pais e Comunicação" - Frequência, situações do desvio e abordagem para obter informações dos pais.</p><p>(00:03:28) "Construção de Confiança com a Família" - Como comunicação eficaz e empatia facilitam decisões futuras.</p><p>(00:04:20) "Leitura Emocional da Família e Impacto no Manejo" - Percepção do impacto emocional nos pais e ajuste da conduta.</p><p>(00:05:02) "Estratégias de Comunicação e Experiência Clínica" - Ferramentas de comunicação e adaptação conforme resposta familiar.</p><p>(00:05:51) "Entendendo a Angústia dos Pais e Adequando a Conduta" - Lidar com diferentes preocupações e ajustar indicação de tratamento.</p><p>(00:06:39) "Avaliando o Grau de Incômodo e Engajamento Familiar" - Perguntar sobre incômodo e identificar famílias em negação ou desconexão.</p><p>(00:08:39) "Check-list da Propedêutica Básica" - Passo a passo do exame: acuidade, fixação, instrumentos e adaptação à idade.</p><p>(00:09:34) "Ordem dos Testes e Dicas Práticas" - Discussão sobre ordem dos exames, Titmus, visão, versões e medidas.</p><p>(00:11:23) "Medição do Desvio e Controle" - Avaliação do controle, velocidade de fixação e técnicas para maior desvio.</p><p>(00:13:15) "Diferenciação dos Tipos de Desvio" - Lentes positivas, oclusão e diferenciação entre tipos de desvio.</p><p>(00:15:33) "Estratégias para Medidas Precisas e Seguimento" - Dividir exames em consultas e garantir refração adequada.</p><p>(00:17:39) "Classificação Prática do Controle do Desvio" - Escalas práticas para classificar e registrar o controle do desvio.</p><p>(00:19:16) "Importância da Estereopsia e Critérios Cirúrgicos" - Monitoramento da estereopsia como critério para cirurgia.</p><p>(00:19:56) "Explicando a Fisiologia para a Família" - Explicação sobre alinhamento, supressão e desenvolvimento visual.</p><p>(00:21:24) "Momento Pérolas: Causos e Mitos" - Relatos de mitos sobre XT, idades para operar e falta de tratamento.</p><p>(00:23:25) "Dica de Leitura Científica" - Sugestão de editorial sobre manejo da exotropia intermitente.</p><p>(00:24:34) "Resumo dos Destaques do Episódio" - Revisão dos pontos essenciais e recomendações práticas.</p><p>(00:26:11) "Dica Cultural e Reflexão sobre Imprevisibilidade" - Reflexão sobre imprevisibilidade no estrabismo e acolhimento.</p><p>(00:29:49) "Dica Musical: 'Tanto Amar' de Chico Buarque" - Sugestão musical que faz alusão ao estrabismo.</p><p>(00:30:57) "Encerramento e Divulgação" - Encerramento, convite para conhecer a plataforma e redes sociais.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 02 Feb 2026 14:40:34 -0300</pubDate>
      <author>Julia Rossetto / Luisa Hopker</author>
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        <![CDATA[<p>Neste episódio do "Entre Olhares", discutimos a avaliação e o manejo da exotropia intermitente em crianças. Abordamos desde a importância da anamnese detalhada e da observação clínica até estratégias práticas para medir o desvio ocular e comunicar-se de forma empática com as famílias. Abordamos ainda formas práticas de acompanhar este estrabismo e o papel da comunicação clara para apoiar pais e pacientes. Encerramos com dicas culturais e um convite para aprofundar o tema em nossa plataforma de ensino.</p><p><a href="https://www.scielo.br/j/abo/a/stNgM3n3dRMwK5n9FttscZh/?format=html&amp;lang=en">Artigo citado no episódio</a>. </p><p><strong>Capítulos:</strong></p><p>(00:00:03) "Introdução ao Podcast e Apresentação do Tema" - Apresentação do podcast, participantes e introdução ao tema: exotropia intermitente em crianças.</p><p>(00:01:42) "Primeiros Passos na Avaliação Clínica" - Importância da observação e anamnese para entender o controle do desvio.</p><p>(00:02:32) "Perguntas-Chave aos Pais e Comunicação" - Frequência, situações do desvio e abordagem para obter informações dos pais.</p><p>(00:03:28) "Construção de Confiança com a Família" - Como comunicação eficaz e empatia facilitam decisões futuras.</p><p>(00:04:20) "Leitura Emocional da Família e Impacto no Manejo" - Percepção do impacto emocional nos pais e ajuste da conduta.</p><p>(00:05:02) "Estratégias de Comunicação e Experiência Clínica" - Ferramentas de comunicação e adaptação conforme resposta familiar.</p><p>(00:05:51) "Entendendo a Angústia dos Pais e Adequando a Conduta" - Lidar com diferentes preocupações e ajustar indicação de tratamento.</p><p>(00:06:39) "Avaliando o Grau de Incômodo e Engajamento Familiar" - Perguntar sobre incômodo e identificar famílias em negação ou desconexão.</p><p>(00:08:39) "Check-list da Propedêutica Básica" - Passo a passo do exame: acuidade, fixação, instrumentos e adaptação à idade.</p><p>(00:09:34) "Ordem dos Testes e Dicas Práticas" - Discussão sobre ordem dos exames, Titmus, visão, versões e medidas.</p><p>(00:11:23) "Medição do Desvio e Controle" - Avaliação do controle, velocidade de fixação e técnicas para maior desvio.</p><p>(00:13:15) "Diferenciação dos Tipos de Desvio" - Lentes positivas, oclusão e diferenciação entre tipos de desvio.</p><p>(00:15:33) "Estratégias para Medidas Precisas e Seguimento" - Dividir exames em consultas e garantir refração adequada.</p><p>(00:17:39) "Classificação Prática do Controle do Desvio" - Escalas práticas para classificar e registrar o controle do desvio.</p><p>(00:19:16) "Importância da Estereopsia e Critérios Cirúrgicos" - Monitoramento da estereopsia como critério para cirurgia.</p><p>(00:19:56) "Explicando a Fisiologia para a Família" - Explicação sobre alinhamento, supressão e desenvolvimento visual.</p><p>(00:21:24) "Momento Pérolas: Causos e Mitos" - Relatos de mitos sobre XT, idades para operar e falta de tratamento.</p><p>(00:23:25) "Dica de Leitura Científica" - Sugestão de editorial sobre manejo da exotropia intermitente.</p><p>(00:24:34) "Resumo dos Destaques do Episódio" - Revisão dos pontos essenciais e recomendações práticas.</p><p>(00:26:11) "Dica Cultural e Reflexão sobre Imprevisibilidade" - Reflexão sobre imprevisibilidade no estrabismo e acolhimento.</p><p>(00:29:49) "Dica Musical: 'Tanto Amar' de Chico Buarque" - Sugestão musical que faz alusão ao estrabismo.</p><p>(00:30:57) "Encerramento e Divulgação" - Encerramento, convite para conhecer a plataforma e redes sociais.</p>]]>
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