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    <description>O podcast da Strabpedia - Nosso objetivo é criar uma comunidade global de troca de conhecimento teórico e prático. Através do uso de tecnologia e inovação, conectamos os oftalmologistas às últimas evidências científicas, de forma dinâmica e acessível.</description>
    <copyright>© 2026 Todos os direitos reservados - Strabpedia</copyright>
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    <itunes:author>Julia Rossetto / Luisa Hopker</itunes:author>
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      <title>13. Alergia ocular na criança: o que importa na prática e o que você pode simplificar</title>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria.<a href="https://www.strabpedia.com"> www.strabpedia.com</a></p><p><strong><br>DESCRIÇÃO<br></strong> "Transforma o quarto do seu filho numa cozinha." A frase, que a Dra. Luisa Hopker carrega desde os tempos de criança alérgica e repete até hoje no consultório, é a forma mais visual de explicar controle ambiental para qualquer família. Sem cortina, sem bicho de pelúcia, sem mantinha da avó que nunca foi lavada. Se os ácaros estão formando colônia em cima do nariz da criança, não adianta prescrever o melhor colírio do mundo.</p><p><br>Neste episódio, a Dra. Júlia Rossetto e a Dra. Luisa Hopker voltam à oftalmopediatria para destrinchar a conjuntivite alérgica com foco total na prática. A Dra. Júlia propõe uma simplificação da classificação que fez o clique na cabeça dela: esqueça o mecanismo imunológico por um momento e concentre-se na pergunta que realmente muda a conduta, tem acometimento corneano ou não? Se não tem, é conjuntivite. Se tem, é ceratoconjuntivite (vernal ou atópica), e o tratamento, o acompanhamento e a conversa com a família mudam completamente. A vernal melhora com a idade. A atópica, não. E essa diferença precisa estar clara desde a primeira consulta.</p><p>A conversa avança para a escadinha de tratamento: anti-histamínico de ação múltipla (olopatadina ou cetotifeno) como base, corticoide de alta potência em curso breve para as crises com acometimento corneano e tacrolimus como o divisor de águas que mudou a história da alergia ocular grave. A Dra. Júlia detalha como usa o tacrolimus 0,03% manipulado, quando entra com a pomada dermatológica como alternativa acessível, como lida com a ardência que leva à não adesão e porque, nos casos de risco, já associa timolol antes mesmo de medir a pressão. Passam ainda pela úlcera de escudo, pela injeção supratarsal de triancinolona e pelo papel da retinoscopia na triagem precoce do ceratocone em crianças alérgicas.</p><p>E ainda:</p><ul><li>Por que alinhar expectativa desde o início: é um quadro crônico, não vai curar e parar o tratamento traz de volta as crises</li><li>A anamnese que faz diferença: gatilhos, comemorativos atópicos, diário de crise e histórico familiar</li><li>Quando subir a dose do tacrolimus e como fazer o desmame sem perder o controle<p></p></li></ul><p><strong>ARTIGOS CITADOS</strong></p><p><br>Ronconi CS, Issaho DC, Ejzenbaum F, Hopker LM, Solé D, Chong-Neto HJ, Moreira ATR, Tabuse MK, Santos MS, Rossetto JD. Brazilian guidelines for the monitoring and treatment of pediatric allergic conjunctivitis. <em>Arq Bras Oftalmol</em>. 2023;86(5):e2022.<a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34852049/"> https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34852049/<br></a><br></p><p><strong><br>DICAS DO EPISÓDIO</strong></p><p><br>📱 Aplicativos de audiolivro: Storytel e Audible</p><p>📖 <em>The Moment of the Lift</em>, Melinda Gates (disponível em audiolivro narrado pela autora)</p><p>🎙️ Podcast Mamilos, com Juliana Wallauer e Cris Bartis</p><p><strong>PARTICIPANTES<br></strong> Dra. Júlia Dutra Rossetto - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.<a href="https://go.bdg.fm/ldJBis"> https://go.bdg.fm/ldJBis<br></a> Dra. Luisa Moreira Hopker - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.<a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn"> https://go.bdg.fm/3Z0CMn<br></a><br></p><p><strong>CONTATO<br></strong> Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso strabpedia@gmail.com</p><p><strong><br>HASHTAGS<br></strong> #AlergiaOcular #ConjuntiviteAlérgica #Oftalmopediatria #Tacrolimus #SaúdeOcular #Oftalmologia</p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria.<a href="https://www.strabpedia.com"> www.strabpedia.com</a></p><p><strong><br>DESCRIÇÃO<br></strong> "Transforma o quarto do seu filho numa cozinha." A frase, que a Dra. Luisa Hopker carrega desde os tempos de criança alérgica e repete até hoje no consultório, é a forma mais visual de explicar controle ambiental para qualquer família. Sem cortina, sem bicho de pelúcia, sem mantinha da avó que nunca foi lavada. Se os ácaros estão formando colônia em cima do nariz da criança, não adianta prescrever o melhor colírio do mundo.</p><p><br>Neste episódio, a Dra. Júlia Rossetto e a Dra. Luisa Hopker voltam à oftalmopediatria para destrinchar a conjuntivite alérgica com foco total na prática. A Dra. Júlia propõe uma simplificação da classificação que fez o clique na cabeça dela: esqueça o mecanismo imunológico por um momento e concentre-se na pergunta que realmente muda a conduta, tem acometimento corneano ou não? Se não tem, é conjuntivite. Se tem, é ceratoconjuntivite (vernal ou atópica), e o tratamento, o acompanhamento e a conversa com a família mudam completamente. A vernal melhora com a idade. A atópica, não. E essa diferença precisa estar clara desde a primeira consulta.</p><p>A conversa avança para a escadinha de tratamento: anti-histamínico de ação múltipla (olopatadina ou cetotifeno) como base, corticoide de alta potência em curso breve para as crises com acometimento corneano e tacrolimus como o divisor de águas que mudou a história da alergia ocular grave. A Dra. Júlia detalha como usa o tacrolimus 0,03% manipulado, quando entra com a pomada dermatológica como alternativa acessível, como lida com a ardência que leva à não adesão e porque, nos casos de risco, já associa timolol antes mesmo de medir a pressão. Passam ainda pela úlcera de escudo, pela injeção supratarsal de triancinolona e pelo papel da retinoscopia na triagem precoce do ceratocone em crianças alérgicas.</p><p>E ainda:</p><ul><li>Por que alinhar expectativa desde o início: é um quadro crônico, não vai curar e parar o tratamento traz de volta as crises</li><li>A anamnese que faz diferença: gatilhos, comemorativos atópicos, diário de crise e histórico familiar</li><li>Quando subir a dose do tacrolimus e como fazer o desmame sem perder o controle<p></p></li></ul><p><strong>ARTIGOS CITADOS</strong></p><p><br>Ronconi CS, Issaho DC, Ejzenbaum F, Hopker LM, Solé D, Chong-Neto HJ, Moreira ATR, Tabuse MK, Santos MS, Rossetto JD. Brazilian guidelines for the monitoring and treatment of pediatric allergic conjunctivitis. <em>Arq Bras Oftalmol</em>. 2023;86(5):e2022.<a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34852049/"> https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34852049/<br></a><br></p><p><strong><br>DICAS DO EPISÓDIO</strong></p><p><br>📱 Aplicativos de audiolivro: Storytel e Audible</p><p>📖 <em>The Moment of the Lift</em>, Melinda Gates (disponível em audiolivro narrado pela autora)</p><p>🎙️ Podcast Mamilos, com Juliana Wallauer e Cris Bartis</p><p><strong>PARTICIPANTES<br></strong> Dra. Júlia Dutra Rossetto - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.<a href="https://go.bdg.fm/ldJBis"> https://go.bdg.fm/ldJBis<br></a> Dra. Luisa Moreira Hopker - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.<a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn"> https://go.bdg.fm/3Z0CMn<br></a><br></p><p><strong>CONTATO<br></strong> Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso strabpedia@gmail.com</p><p><strong><br>HASHTAGS<br></strong> #AlergiaOcular #ConjuntiviteAlérgica #Oftalmopediatria #Tacrolimus #SaúdeOcular #Oftalmologia</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Tue, 08 Sep 2026 19:46:55 -0300</pubDate>
      <author>Julia Rossetto / Luisa Hopker</author>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria.<a href="https://www.strabpedia.com"> www.strabpedia.com</a></p><p><strong><br>DESCRIÇÃO<br></strong> "Transforma o quarto do seu filho numa cozinha." A frase, que a Dra. Luisa Hopker carrega desde os tempos de criança alérgica e repete até hoje no consultório, é a forma mais visual de explicar controle ambiental para qualquer família. Sem cortina, sem bicho de pelúcia, sem mantinha da avó que nunca foi lavada. Se os ácaros estão formando colônia em cima do nariz da criança, não adianta prescrever o melhor colírio do mundo.</p><p><br>Neste episódio, a Dra. Júlia Rossetto e a Dra. Luisa Hopker voltam à oftalmopediatria para destrinchar a conjuntivite alérgica com foco total na prática. A Dra. Júlia propõe uma simplificação da classificação que fez o clique na cabeça dela: esqueça o mecanismo imunológico por um momento e concentre-se na pergunta que realmente muda a conduta, tem acometimento corneano ou não? Se não tem, é conjuntivite. Se tem, é ceratoconjuntivite (vernal ou atópica), e o tratamento, o acompanhamento e a conversa com a família mudam completamente. A vernal melhora com a idade. A atópica, não. E essa diferença precisa estar clara desde a primeira consulta.</p><p>A conversa avança para a escadinha de tratamento: anti-histamínico de ação múltipla (olopatadina ou cetotifeno) como base, corticoide de alta potência em curso breve para as crises com acometimento corneano e tacrolimus como o divisor de águas que mudou a história da alergia ocular grave. A Dra. Júlia detalha como usa o tacrolimus 0,03% manipulado, quando entra com a pomada dermatológica como alternativa acessível, como lida com a ardência que leva à não adesão e porque, nos casos de risco, já associa timolol antes mesmo de medir a pressão. Passam ainda pela úlcera de escudo, pela injeção supratarsal de triancinolona e pelo papel da retinoscopia na triagem precoce do ceratocone em crianças alérgicas.</p><p>E ainda:</p><ul><li>Por que alinhar expectativa desde o início: é um quadro crônico, não vai curar e parar o tratamento traz de volta as crises</li><li>A anamnese que faz diferença: gatilhos, comemorativos atópicos, diário de crise e histórico familiar</li><li>Quando subir a dose do tacrolimus e como fazer o desmame sem perder o controle<p></p></li></ul><p><strong>ARTIGOS CITADOS</strong></p><p><br>Ronconi CS, Issaho DC, Ejzenbaum F, Hopker LM, Solé D, Chong-Neto HJ, Moreira ATR, Tabuse MK, Santos MS, Rossetto JD. Brazilian guidelines for the monitoring and treatment of pediatric allergic conjunctivitis. <em>Arq Bras Oftalmol</em>. 2023;86(5):e2022.<a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34852049/"> https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34852049/<br></a><br></p><p><strong><br>DICAS DO EPISÓDIO</strong></p><p><br>📱 Aplicativos de audiolivro: Storytel e Audible</p><p>📖 <em>The Moment of the Lift</em>, Melinda Gates (disponível em audiolivro narrado pela autora)</p><p>🎙️ Podcast Mamilos, com Juliana Wallauer e Cris Bartis</p><p><strong>PARTICIPANTES<br></strong> Dra. Júlia Dutra Rossetto - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.<a href="https://go.bdg.fm/ldJBis"> https://go.bdg.fm/ldJBis<br></a> Dra. Luisa Moreira Hopker - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.<a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn"> https://go.bdg.fm/3Z0CMn<br></a><br></p><p><strong>CONTATO<br></strong> Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso strabpedia@gmail.com</p><p><strong><br>HASHTAGS<br></strong> #AlergiaOcular #ConjuntiviteAlérgica #Oftalmopediatria #Tacrolimus #SaúdeOcular #Oftalmologia</p><p><br></p>]]>
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      <title>12. Casos de cirurgia ajustável: inervacional, paresias e o que a cirurgia ensina sobre fisiologia</title>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria.<a href="https://www.strabpedia.com"> www.strabpedia.com<br></a><br></p><p><strong>DESCRIÇÃO<br></strong> "Nossa, aquelas imagens tortas que eu via não estão mais tortas." O paciente falou isso espontaneamente, antes que a Dra. Luisa Hopker perguntasse qualquer coisa, no momento em que sentou na mesa de cirurgia após uma plicatura com transposição temporal do reto inferior. Ela nem esperava que a torção fosse tão perceptível para ele. Respostas assim só aparecem na cirurgia ajustável e são elas que fazem desse tipo de cirurgia uma aula de fisiologia motora ao vivo.</p><p><br>Neste episódio, a Dra. Júlia Rossetto e a Dra. Luisa Hopker trazem casos de ajustável que vão além do alinhamento e entram no território da cirurgia inervacional. A Dra. Júlia abre com um caso de paralisia de terceiro par com regeneração aberrante, onde a ajustável permitiu estudar em tempo real quanta função sobrava no reto medial e quanto enfraquecimento era necessário para que a ptose se corrigisse pela inervação cruzada. Depois, traz um caso de paresia recorrente de sexto par em que optou por recuar o reto medial contralateral, explicando o conceito de "match the defect": o recuo é mais potente justamente na direção onde o desvio é maior, porque é onde o músculo enfraquecido atua. A Dra. Luisa apresenta o mesmo tipo de caso, paresia recorrente de sexto, mas com abordagem oposta: plicatura ajustável do reto lateral parético, mostrando que caminhos diferentes podem chegar ao mesmo resultado.</p><p>A conversa reforça uma mensagem importante para quem está em formação: ouvir soluções diferentes para o mesmo caso não é motivo de angústia, é construção de repertório. Encerram com o bloco pessoal: a Dra. Júlia conta o episódio do saco de balas Fini no consultório e como a reação não verbal dela, percebida pelo pai do paciente mesmo por trás da máscara, abriu os olhos dela para o quanto a linguagem corporal conecta ou desconecta a gente das famílias. A Dra. Luisa fala sobre os anos que passou num hospital de trauma público em Curitiba, os casos que a moldaram como ser humano e como transitar entre a "vida cheirosa" do consultório e a realidade da periferia deu a ela um chão que nenhum fellowship daria.</p><p><br>E ainda:</p><ul><li>Por que a cirurgia ajustável é uma aula de fisiologia motora que nenhum livro substitui</li><li>Como a transposição horizontal de um músculo vertical pode corrigir torção sintomática</li><li>Quando fortalecer o músculo parético e quando enfraquecer o agonista contralateral nas paresias de sexto par</li></ul><p><strong>PARTICIPANTES<br></strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.<a href="https://go.bdg.fm/ldJBis"> https://go.bdg.fm/ldJBis<br></a> Dra. Luisa Moreira Hopker - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.<a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn"> https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p><strong><br>CONTATO<br></strong>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso strabpedia@gmail.com</p><p><strong><br>HASHTAGS<br></strong> #CirurgiaAjustável #Estrabismo #CirurgiaInervacional #ParesiaDeSexto #Oftalmologia #SaúdeOcular</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria.<a href="https://www.strabpedia.com"> www.strabpedia.com<br></a><br></p><p><strong>DESCRIÇÃO<br></strong> "Nossa, aquelas imagens tortas que eu via não estão mais tortas." O paciente falou isso espontaneamente, antes que a Dra. Luisa Hopker perguntasse qualquer coisa, no momento em que sentou na mesa de cirurgia após uma plicatura com transposição temporal do reto inferior. Ela nem esperava que a torção fosse tão perceptível para ele. Respostas assim só aparecem na cirurgia ajustável e são elas que fazem desse tipo de cirurgia uma aula de fisiologia motora ao vivo.</p><p><br>Neste episódio, a Dra. Júlia Rossetto e a Dra. Luisa Hopker trazem casos de ajustável que vão além do alinhamento e entram no território da cirurgia inervacional. A Dra. Júlia abre com um caso de paralisia de terceiro par com regeneração aberrante, onde a ajustável permitiu estudar em tempo real quanta função sobrava no reto medial e quanto enfraquecimento era necessário para que a ptose se corrigisse pela inervação cruzada. Depois, traz um caso de paresia recorrente de sexto par em que optou por recuar o reto medial contralateral, explicando o conceito de "match the defect": o recuo é mais potente justamente na direção onde o desvio é maior, porque é onde o músculo enfraquecido atua. A Dra. Luisa apresenta o mesmo tipo de caso, paresia recorrente de sexto, mas com abordagem oposta: plicatura ajustável do reto lateral parético, mostrando que caminhos diferentes podem chegar ao mesmo resultado.</p><p>A conversa reforça uma mensagem importante para quem está em formação: ouvir soluções diferentes para o mesmo caso não é motivo de angústia, é construção de repertório. Encerram com o bloco pessoal: a Dra. Júlia conta o episódio do saco de balas Fini no consultório e como a reação não verbal dela, percebida pelo pai do paciente mesmo por trás da máscara, abriu os olhos dela para o quanto a linguagem corporal conecta ou desconecta a gente das famílias. A Dra. Luisa fala sobre os anos que passou num hospital de trauma público em Curitiba, os casos que a moldaram como ser humano e como transitar entre a "vida cheirosa" do consultório e a realidade da periferia deu a ela um chão que nenhum fellowship daria.</p><p><br>E ainda:</p><ul><li>Por que a cirurgia ajustável é uma aula de fisiologia motora que nenhum livro substitui</li><li>Como a transposição horizontal de um músculo vertical pode corrigir torção sintomática</li><li>Quando fortalecer o músculo parético e quando enfraquecer o agonista contralateral nas paresias de sexto par</li></ul><p><strong>PARTICIPANTES<br></strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.<a href="https://go.bdg.fm/ldJBis"> https://go.bdg.fm/ldJBis<br></a> Dra. Luisa Moreira Hopker - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.<a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn"> https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p><strong><br>CONTATO<br></strong>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso strabpedia@gmail.com</p><p><strong><br>HASHTAGS<br></strong> #CirurgiaAjustável #Estrabismo #CirurgiaInervacional #ParesiaDeSexto #Oftalmologia #SaúdeOcular</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 25 Aug 2026 19:15:50 -0300</pubDate>
      <author>Julia Rossetto / Luisa Hopker</author>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria.<a href="https://www.strabpedia.com"> www.strabpedia.com<br></a><br></p><p><strong>DESCRIÇÃO<br></strong> "Nossa, aquelas imagens tortas que eu via não estão mais tortas." O paciente falou isso espontaneamente, antes que a Dra. Luisa Hopker perguntasse qualquer coisa, no momento em que sentou na mesa de cirurgia após uma plicatura com transposição temporal do reto inferior. Ela nem esperava que a torção fosse tão perceptível para ele. Respostas assim só aparecem na cirurgia ajustável e são elas que fazem desse tipo de cirurgia uma aula de fisiologia motora ao vivo.</p><p><br>Neste episódio, a Dra. Júlia Rossetto e a Dra. Luisa Hopker trazem casos de ajustável que vão além do alinhamento e entram no território da cirurgia inervacional. A Dra. Júlia abre com um caso de paralisia de terceiro par com regeneração aberrante, onde a ajustável permitiu estudar em tempo real quanta função sobrava no reto medial e quanto enfraquecimento era necessário para que a ptose se corrigisse pela inervação cruzada. Depois, traz um caso de paresia recorrente de sexto par em que optou por recuar o reto medial contralateral, explicando o conceito de "match the defect": o recuo é mais potente justamente na direção onde o desvio é maior, porque é onde o músculo enfraquecido atua. A Dra. Luisa apresenta o mesmo tipo de caso, paresia recorrente de sexto, mas com abordagem oposta: plicatura ajustável do reto lateral parético, mostrando que caminhos diferentes podem chegar ao mesmo resultado.</p><p>A conversa reforça uma mensagem importante para quem está em formação: ouvir soluções diferentes para o mesmo caso não é motivo de angústia, é construção de repertório. Encerram com o bloco pessoal: a Dra. Júlia conta o episódio do saco de balas Fini no consultório e como a reação não verbal dela, percebida pelo pai do paciente mesmo por trás da máscara, abriu os olhos dela para o quanto a linguagem corporal conecta ou desconecta a gente das famílias. A Dra. Luisa fala sobre os anos que passou num hospital de trauma público em Curitiba, os casos que a moldaram como ser humano e como transitar entre a "vida cheirosa" do consultório e a realidade da periferia deu a ela um chão que nenhum fellowship daria.</p><p><br>E ainda:</p><ul><li>Por que a cirurgia ajustável é uma aula de fisiologia motora que nenhum livro substitui</li><li>Como a transposição horizontal de um músculo vertical pode corrigir torção sintomática</li><li>Quando fortalecer o músculo parético e quando enfraquecer o agonista contralateral nas paresias de sexto par</li></ul><p><strong>PARTICIPANTES<br></strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.<a href="https://go.bdg.fm/ldJBis"> https://go.bdg.fm/ldJBis<br></a> Dra. Luisa Moreira Hopker - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.<a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn"> https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p><strong><br>CONTATO<br></strong>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso strabpedia@gmail.com</p><p><strong><br>HASHTAGS<br></strong> #CirurgiaAjustável #Estrabismo #CirurgiaInervacional #ParesiaDeSexto #Oftalmologia #SaúdeOcular</p>]]>
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      <title>11. Sutura ajustável na prática: da escolha do paciente ao nó</title>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria.<a href="https://www.strabpedia.com"> www.strabpedia.com</a></p><p><strong><br>DESCRIÇÃO<br></strong> "Não fica tentando me distrair só pra eu ficar mais confortável, porque eu sei o que você tá fazendo." A frase, dita por um paciente durante uma consulta, poderia ser muito bem empregada no meio da cirurgia com anestesia tópica e resume o nível de consciência — e de parceria — que a sutura ajustável exige. É uma técnica que não perdoa improvisação: escolha errada de paciente, equipe desalinhada ou planejamento frágil e o desconforto vira caos. Mas quando tudo se encaixa, o resultado é difícil de bater.</p><p><br>Neste episódio, a Dra. Júlia Rossetto e a Dra. Luisa Hopker destrincharam cada etapa da cirurgia ajustável single-stage (SSASS) como fazem no dia a dia. Começam pela seleção do paciente, o teste do cotonete, os sinais durante o exame que já mostram quem vai tolerar e quem não vai e por que adultos jovens motivados e idosos com exotropia adquirida são os melhores perfis para começar. Passam pela hierarquia de dor entre os músculos (reto lateral quase indolor, verticais bem mais desconfortáveis) e pela dica prática de pedir ao paciente que olhe na direção oposta ao músculo operado para relaxar a tração.</p><p>A anestesia ganha um bloco inteiro: propofol e fentanil como base, o papel da pré-medicação venosa (ondansetrona, dipirona, dexametasona e tramadol), a quetamina em dose baixa com cuidado pelo risco de nistagmo e o score de Ramsey 3 como alvo. A Dra. Júlia conta como construiu a parceria com sua anestesista, das primeiras cirurgias em que o despertar demorava até o ponto atual em que é quase imediato. A Dra. Luisa detalha sua técnica de nó e como usa o cover test deitado como triagem antes de decidir se senta o paciente.</p><p>A conversa ainda passa pela experiência da Dra. Júlia com a Dra. Capó no Bascom Palmer, que opera em dois tempos e ajusta no consultório. Pelo conceito de exodrift e por que deixar o paciente em leve esotropia na mesa é o certo mesmo quando ele diz que está vendo duplo, incluindo a história da Dra. Luisa que operou em um hospital na China, com a cirurgia sendo transmitida ao vivo para um auditório precisou manter a conduta sob pressão.</p><p><br>E ainda:</p><ul><li>Por que a cirurgia ajustável não serve para compensar um plano ruim, ela refina um plano que você já tem</li><li>O artigo da Academia Americana que mostra 86% de sucesso com ajustável na exotropia contra 59% sem sutura ajustável</li><li>Como reservar a ajustável para o último horário do dia muda completamente o nível de estresse da equipe</li></ul><p><strong>ARTIGOS CITADOS</strong></p><p>Heidary G, Aakalu VK, Binenbaum G, et al. Adjustable Sutures in the Treatment of Strabismus: A Report by the American Academy of Ophthalmology. <em>Ophthalmology</em>. 2022;129(1):100-109. <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34446304/">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34446304/</a></p><p>Estudo indiano prospectivo sobre sedação consciente em cirurgia ajustável single-stage (citado pela Dra. Luisa): <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40679409/">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40679409/</a></p><p><strong>DICAS DO EPISÓDIO</strong></p><p>📖 <em>Despertar Materno: Guia para uma criação consciente de 0 a 6 anos</em> — Cristina Martinez e Vivian Cirineu (Editora Literare Books)</p><p>🎵 Jorge Drexler — cantor e compositor uruguaio, ex-otorrinolaringologista, vencedor do Oscar de melhor canção. <a href="https://open.spotify.com/artist/4ssUf5gLb1GBLxi1BhPrVt">https://open.spotify.com/artist/4ssUf5gLb1GBLxi1BhPrVt</a></p><p><br></p><p><strong>PARTICIPANTES<br></strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.<a href="https://go.bdg.fm/ldJBis"> https://go.bdg.fm/ldJBis<br></a> Dra. Luisa Moreira Hopker - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.<a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn"> https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p><strong><br>CONTATO<br></strong> Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso strabpedia@gmail.com</p><p><strong>HASHTAGS<br></strong> #SuturaAjustável #CirurgiaDeEstrabismo #Estrabismo #Oftalmologia #AnestesiaTópica #SaúdeOcular</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria.<a href="https://www.strabpedia.com"> www.strabpedia.com</a></p><p><strong><br>DESCRIÇÃO<br></strong> "Não fica tentando me distrair só pra eu ficar mais confortável, porque eu sei o que você tá fazendo." A frase, dita por um paciente durante uma consulta, poderia ser muito bem empregada no meio da cirurgia com anestesia tópica e resume o nível de consciência — e de parceria — que a sutura ajustável exige. É uma técnica que não perdoa improvisação: escolha errada de paciente, equipe desalinhada ou planejamento frágil e o desconforto vira caos. Mas quando tudo se encaixa, o resultado é difícil de bater.</p><p><br>Neste episódio, a Dra. Júlia Rossetto e a Dra. Luisa Hopker destrincharam cada etapa da cirurgia ajustável single-stage (SSASS) como fazem no dia a dia. Começam pela seleção do paciente, o teste do cotonete, os sinais durante o exame que já mostram quem vai tolerar e quem não vai e por que adultos jovens motivados e idosos com exotropia adquirida são os melhores perfis para começar. Passam pela hierarquia de dor entre os músculos (reto lateral quase indolor, verticais bem mais desconfortáveis) e pela dica prática de pedir ao paciente que olhe na direção oposta ao músculo operado para relaxar a tração.</p><p>A anestesia ganha um bloco inteiro: propofol e fentanil como base, o papel da pré-medicação venosa (ondansetrona, dipirona, dexametasona e tramadol), a quetamina em dose baixa com cuidado pelo risco de nistagmo e o score de Ramsey 3 como alvo. A Dra. Júlia conta como construiu a parceria com sua anestesista, das primeiras cirurgias em que o despertar demorava até o ponto atual em que é quase imediato. A Dra. Luisa detalha sua técnica de nó e como usa o cover test deitado como triagem antes de decidir se senta o paciente.</p><p>A conversa ainda passa pela experiência da Dra. Júlia com a Dra. Capó no Bascom Palmer, que opera em dois tempos e ajusta no consultório. Pelo conceito de exodrift e por que deixar o paciente em leve esotropia na mesa é o certo mesmo quando ele diz que está vendo duplo, incluindo a história da Dra. Luisa que operou em um hospital na China, com a cirurgia sendo transmitida ao vivo para um auditório precisou manter a conduta sob pressão.</p><p><br>E ainda:</p><ul><li>Por que a cirurgia ajustável não serve para compensar um plano ruim, ela refina um plano que você já tem</li><li>O artigo da Academia Americana que mostra 86% de sucesso com ajustável na exotropia contra 59% sem sutura ajustável</li><li>Como reservar a ajustável para o último horário do dia muda completamente o nível de estresse da equipe</li></ul><p><strong>ARTIGOS CITADOS</strong></p><p>Heidary G, Aakalu VK, Binenbaum G, et al. Adjustable Sutures in the Treatment of Strabismus: A Report by the American Academy of Ophthalmology. <em>Ophthalmology</em>. 2022;129(1):100-109. <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34446304/">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34446304/</a></p><p>Estudo indiano prospectivo sobre sedação consciente em cirurgia ajustável single-stage (citado pela Dra. Luisa): <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40679409/">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40679409/</a></p><p><strong>DICAS DO EPISÓDIO</strong></p><p>📖 <em>Despertar Materno: Guia para uma criação consciente de 0 a 6 anos</em> — Cristina Martinez e Vivian Cirineu (Editora Literare Books)</p><p>🎵 Jorge Drexler — cantor e compositor uruguaio, ex-otorrinolaringologista, vencedor do Oscar de melhor canção. <a href="https://open.spotify.com/artist/4ssUf5gLb1GBLxi1BhPrVt">https://open.spotify.com/artist/4ssUf5gLb1GBLxi1BhPrVt</a></p><p><br></p><p><strong>PARTICIPANTES<br></strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.<a href="https://go.bdg.fm/ldJBis"> https://go.bdg.fm/ldJBis<br></a> Dra. Luisa Moreira Hopker - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.<a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn"> https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p><strong><br>CONTATO<br></strong> Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso strabpedia@gmail.com</p><p><strong>HASHTAGS<br></strong> #SuturaAjustável #CirurgiaDeEstrabismo #Estrabismo #Oftalmologia #AnestesiaTópica #SaúdeOcular</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 11 Aug 2026 17:53:34 -0300</pubDate>
      <author>Julia Rossetto / Luisa Hopker</author>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria.<a href="https://www.strabpedia.com"> www.strabpedia.com</a></p><p><strong><br>DESCRIÇÃO<br></strong> "Não fica tentando me distrair só pra eu ficar mais confortável, porque eu sei o que você tá fazendo." A frase, dita por um paciente durante uma consulta, poderia ser muito bem empregada no meio da cirurgia com anestesia tópica e resume o nível de consciência — e de parceria — que a sutura ajustável exige. É uma técnica que não perdoa improvisação: escolha errada de paciente, equipe desalinhada ou planejamento frágil e o desconforto vira caos. Mas quando tudo se encaixa, o resultado é difícil de bater.</p><p><br>Neste episódio, a Dra. Júlia Rossetto e a Dra. Luisa Hopker destrincharam cada etapa da cirurgia ajustável single-stage (SSASS) como fazem no dia a dia. Começam pela seleção do paciente, o teste do cotonete, os sinais durante o exame que já mostram quem vai tolerar e quem não vai e por que adultos jovens motivados e idosos com exotropia adquirida são os melhores perfis para começar. Passam pela hierarquia de dor entre os músculos (reto lateral quase indolor, verticais bem mais desconfortáveis) e pela dica prática de pedir ao paciente que olhe na direção oposta ao músculo operado para relaxar a tração.</p><p>A anestesia ganha um bloco inteiro: propofol e fentanil como base, o papel da pré-medicação venosa (ondansetrona, dipirona, dexametasona e tramadol), a quetamina em dose baixa com cuidado pelo risco de nistagmo e o score de Ramsey 3 como alvo. A Dra. Júlia conta como construiu a parceria com sua anestesista, das primeiras cirurgias em que o despertar demorava até o ponto atual em que é quase imediato. A Dra. Luisa detalha sua técnica de nó e como usa o cover test deitado como triagem antes de decidir se senta o paciente.</p><p>A conversa ainda passa pela experiência da Dra. Júlia com a Dra. Capó no Bascom Palmer, que opera em dois tempos e ajusta no consultório. Pelo conceito de exodrift e por que deixar o paciente em leve esotropia na mesa é o certo mesmo quando ele diz que está vendo duplo, incluindo a história da Dra. Luisa que operou em um hospital na China, com a cirurgia sendo transmitida ao vivo para um auditório precisou manter a conduta sob pressão.</p><p><br>E ainda:</p><ul><li>Por que a cirurgia ajustável não serve para compensar um plano ruim, ela refina um plano que você já tem</li><li>O artigo da Academia Americana que mostra 86% de sucesso com ajustável na exotropia contra 59% sem sutura ajustável</li><li>Como reservar a ajustável para o último horário do dia muda completamente o nível de estresse da equipe</li></ul><p><strong>ARTIGOS CITADOS</strong></p><p>Heidary G, Aakalu VK, Binenbaum G, et al. Adjustable Sutures in the Treatment of Strabismus: A Report by the American Academy of Ophthalmology. <em>Ophthalmology</em>. 2022;129(1):100-109. <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34446304/">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34446304/</a></p><p>Estudo indiano prospectivo sobre sedação consciente em cirurgia ajustável single-stage (citado pela Dra. Luisa): <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40679409/">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40679409/</a></p><p><strong>DICAS DO EPISÓDIO</strong></p><p>📖 <em>Despertar Materno: Guia para uma criação consciente de 0 a 6 anos</em> — Cristina Martinez e Vivian Cirineu (Editora Literare Books)</p><p>🎵 Jorge Drexler — cantor e compositor uruguaio, ex-otorrinolaringologista, vencedor do Oscar de melhor canção. <a href="https://open.spotify.com/artist/4ssUf5gLb1GBLxi1BhPrVt">https://open.spotify.com/artist/4ssUf5gLb1GBLxi1BhPrVt</a></p><p><br></p><p><strong>PARTICIPANTES<br></strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.<a href="https://go.bdg.fm/ldJBis"> https://go.bdg.fm/ldJBis<br></a> Dra. Luisa Moreira Hopker - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.<a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn"> https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p><strong><br>CONTATO<br></strong> Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso strabpedia@gmail.com</p><p><strong>HASHTAGS<br></strong> #SuturaAjustável #CirurgiaDeEstrabismo #Estrabismo #Oftalmologia #AnestesiaTópica #SaúdeOcular</p>]]>
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      <title>10. Casos clínicos de diplopia: cirurgia ajustável na prática </title>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria.<a href="https://www.strabpedia.com"> www.strabpedia.com</a></p><p><strong><br>DESCRIÇÃO<br></strong> "Dona fulana, o que você tá vendo?" "Uma maior e uma menor." "Não, dona fulana, maior e menor não pode. Tem que estar em cima ou embaixo." A cena aconteceu no centro cirúrgico, com uma paciente de 86 anos na mesa durante uma cirurgia com sutura ajustável e resume bem o que esse episódio entrega: a realidade crua de quando o caso sai do planejamento e você precisa decidir ali, ao vivo.</p><p>A Dra. Júlia Rossetto abre com esse caso — uma hipotropia grande pós-catarata em uma paciente idosa que ninguém apostaria em levar para ajustável. A própria anestesista questionou. Mas a motivação da paciente era clara, a cirurgia foi feita e o resultado mudou a vida dela. </p><p>A Dra. Luisa Hopker traz um caso complementar: uma paciente de 50 anos, ansiosa e perfeccionista, com ET adquirido maior para longe, em que o recuo de um reto medial não foi suficiente e ela precisou decidir, durante a cirurgia, mexer no segundo olho — algo que não estava no plano original e que só foi possível por ser ajustável.</p><p><br>A conversa passa pela construção de parcerias profissionais — o que fazer quando um colega parceiro atende mal o seu paciente, como dar feedback sem comprometer sua relação e por que isso fortalece o cuidado. </p><p><br>E encerra com um dos relatos mais pessoais do podcast: a Dra. Luisa conta como uma doença rara durante a gestação, com diagnóstico tardio e quimioterapia, mudou para sempre a forma como ela se coloca diante de cada paciente. A falta de empatia de um oncologista que não conseguiu enxergá-la como pessoa — só como mais um caso — se tornou a referência do que ela nunca quer reproduzir.</p><p>E ainda:</p><ul><li>Por que a cirurgia ajustável pode ser desconfortável para o cirurgião, não para o paciente — e como alinhar isso com a equipe anestésica</li><li>Quando decidir operar o segundo olho durante uma cirurgia ajustável e como comunicar isso ao acompanhante</li><li>Como a experiência de ser paciente transforma a prática médica e a relação com o outro lado do consultório</li></ul><p><strong>PARTICIPANTES<br></strong> Dra. Júlia Dutra Rossetto - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.<a href="https://go.bdg.fm/ldJBis"> https://go.bdg.fm/ldJBis<br></a> Dra. Luisa Moreira Hopker - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.<a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn"> https://go.bdg.fm/3Z0CMn<br></a><br></p><p><strong>CONTATO<br></strong> Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso strabpedia@gmail.com</p><p><strong>HASHTAGS<br></strong> #Diplopia #CirurgiaAjustável #Estrabismo #Oftalmologia #Empatia #SaúdeOcular</p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria.<a href="https://www.strabpedia.com"> www.strabpedia.com</a></p><p><strong><br>DESCRIÇÃO<br></strong> "Dona fulana, o que você tá vendo?" "Uma maior e uma menor." "Não, dona fulana, maior e menor não pode. Tem que estar em cima ou embaixo." A cena aconteceu no centro cirúrgico, com uma paciente de 86 anos na mesa durante uma cirurgia com sutura ajustável e resume bem o que esse episódio entrega: a realidade crua de quando o caso sai do planejamento e você precisa decidir ali, ao vivo.</p><p>A Dra. Júlia Rossetto abre com esse caso — uma hipotropia grande pós-catarata em uma paciente idosa que ninguém apostaria em levar para ajustável. A própria anestesista questionou. Mas a motivação da paciente era clara, a cirurgia foi feita e o resultado mudou a vida dela. </p><p>A Dra. Luisa Hopker traz um caso complementar: uma paciente de 50 anos, ansiosa e perfeccionista, com ET adquirido maior para longe, em que o recuo de um reto medial não foi suficiente e ela precisou decidir, durante a cirurgia, mexer no segundo olho — algo que não estava no plano original e que só foi possível por ser ajustável.</p><p><br>A conversa passa pela construção de parcerias profissionais — o que fazer quando um colega parceiro atende mal o seu paciente, como dar feedback sem comprometer sua relação e por que isso fortalece o cuidado. </p><p><br>E encerra com um dos relatos mais pessoais do podcast: a Dra. Luisa conta como uma doença rara durante a gestação, com diagnóstico tardio e quimioterapia, mudou para sempre a forma como ela se coloca diante de cada paciente. A falta de empatia de um oncologista que não conseguiu enxergá-la como pessoa — só como mais um caso — se tornou a referência do que ela nunca quer reproduzir.</p><p>E ainda:</p><ul><li>Por que a cirurgia ajustável pode ser desconfortável para o cirurgião, não para o paciente — e como alinhar isso com a equipe anestésica</li><li>Quando decidir operar o segundo olho durante uma cirurgia ajustável e como comunicar isso ao acompanhante</li><li>Como a experiência de ser paciente transforma a prática médica e a relação com o outro lado do consultório</li></ul><p><strong>PARTICIPANTES<br></strong> Dra. Júlia Dutra Rossetto - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.<a href="https://go.bdg.fm/ldJBis"> https://go.bdg.fm/ldJBis<br></a> Dra. Luisa Moreira Hopker - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.<a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn"> https://go.bdg.fm/3Z0CMn<br></a><br></p><p><strong>CONTATO<br></strong> Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso strabpedia@gmail.com</p><p><strong>HASHTAGS<br></strong> #Diplopia #CirurgiaAjustável #Estrabismo #Oftalmologia #Empatia #SaúdeOcular</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Tue, 28 Jul 2026 19:01:20 -0300</pubDate>
      <author>Julia Rossetto / Luisa Hopker</author>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria.<a href="https://www.strabpedia.com"> www.strabpedia.com</a></p><p><strong><br>DESCRIÇÃO<br></strong> "Dona fulana, o que você tá vendo?" "Uma maior e uma menor." "Não, dona fulana, maior e menor não pode. Tem que estar em cima ou embaixo." A cena aconteceu no centro cirúrgico, com uma paciente de 86 anos na mesa durante uma cirurgia com sutura ajustável e resume bem o que esse episódio entrega: a realidade crua de quando o caso sai do planejamento e você precisa decidir ali, ao vivo.</p><p>A Dra. Júlia Rossetto abre com esse caso — uma hipotropia grande pós-catarata em uma paciente idosa que ninguém apostaria em levar para ajustável. A própria anestesista questionou. Mas a motivação da paciente era clara, a cirurgia foi feita e o resultado mudou a vida dela. </p><p>A Dra. Luisa Hopker traz um caso complementar: uma paciente de 50 anos, ansiosa e perfeccionista, com ET adquirido maior para longe, em que o recuo de um reto medial não foi suficiente e ela precisou decidir, durante a cirurgia, mexer no segundo olho — algo que não estava no plano original e que só foi possível por ser ajustável.</p><p><br>A conversa passa pela construção de parcerias profissionais — o que fazer quando um colega parceiro atende mal o seu paciente, como dar feedback sem comprometer sua relação e por que isso fortalece o cuidado. </p><p><br>E encerra com um dos relatos mais pessoais do podcast: a Dra. Luisa conta como uma doença rara durante a gestação, com diagnóstico tardio e quimioterapia, mudou para sempre a forma como ela se coloca diante de cada paciente. A falta de empatia de um oncologista que não conseguiu enxergá-la como pessoa — só como mais um caso — se tornou a referência do que ela nunca quer reproduzir.</p><p>E ainda:</p><ul><li>Por que a cirurgia ajustável pode ser desconfortável para o cirurgião, não para o paciente — e como alinhar isso com a equipe anestésica</li><li>Quando decidir operar o segundo olho durante uma cirurgia ajustável e como comunicar isso ao acompanhante</li><li>Como a experiência de ser paciente transforma a prática médica e a relação com o outro lado do consultório</li></ul><p><strong>PARTICIPANTES<br></strong> Dra. Júlia Dutra Rossetto - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.<a href="https://go.bdg.fm/ldJBis"> https://go.bdg.fm/ldJBis<br></a> Dra. Luisa Moreira Hopker - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.<a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn"> https://go.bdg.fm/3Z0CMn<br></a><br></p><p><strong>CONTATO<br></strong> Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso strabpedia@gmail.com</p><p><strong>HASHTAGS<br></strong> #Diplopia #CirurgiaAjustável #Estrabismo #Oftalmologia #Empatia #SaúdeOcular</p><p><br></p>]]>
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      <title>09. Diplopia no adulto: o raciocínio que simplifica o caso difícil</title>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria.<a href="https://www.strabpedia.com/"> www.strabpedia.com</a></p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p> "Já passei em 16 oftalmologistas." A paciente chegou com cinco óculos diferentes na bolsa, cada um feito por um profissional diferente que achou que o problema era o multifocal, a óptica ou o centro óptico da lente. Na verdade, ela tinha uma hipertropia de 2 prismas e enxergava a sombra da segunda imagem há anos, sem ninguém ter identificado. </p><p><br></p><p>Histórias assim chegam o tempo inteiro para quem atende estrabismo e quase sempre o problema é o mesmo: a dificuldade de diagnosticar a diplopia e o estrabismo subjacente.</p><p><br></p><p>Neste episódio, a Dra. Júlia Rossetto e a Dra. Luisa Hopker constroem, passo a passo, o raciocínio clínico da diplopia binocular no adulto e no idoso. Começam pela anamnese dirigida, as perguntas-chave que já armam o diagnóstico antes mesmo de sentar o paciente na cadeira (monocular ou binocular? piora para longe ou para perto? inclinar a cabeça muda algo?), e seguem para o exame: refração bem feita como ponto de partida, prisma e cover test objetivo antes de ir para a medida subjetiva, e por que testar a vergência fusional muda completamente o planejamento cirúrgico.</p><p><br></p><p>A conversa avança para a conduta: quando prescrever prisma (e o limite prático de 10 a 12 divididos entre os dois olhos), quando propor cirurgia ajustável e como apresentar essa transição para o paciente que resiste. </p><p><br></p><p>O caso que ilustra isso é o de uma paciente de 87 anos com exotropia adquirida que usou prisma por anos até voltar aos 92 pedindo cirurgia, justamente o cenário que a Dra. Luisa não esperava, e que abriu uma reflexão sobre como a leitura do paciente precisa ser reavaliada ao longo do tempo. </p><p>Encerram com as dicas do episódio: o livro "Negocie como se sua vida dependesse disso", de Chris Voss, sobre escuta ativa e negociação, e "O Palhaço e o Psicanalista", sobre como a escuta transforma a relação com o paciente.</p><p><br></p><p>E ainda:</p><ul><li>Como diferenciar diplopia monocular de binocular já na anamnese e por que isso muda tudo</li><li>Sinais de alarme que pedem investigação neurológica antes de qualquer conduta</li><li>Por que medir a vergência fusional máxima ajuda a calcular a dose cirúrgica e evitar hipocorreção<p></p></li></ul><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p>Dra. Júlia Dutra Rossetto - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.<a href="https://go.bdg.fm/ldJBis"> https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p>Dra. Luisa Moreira Hopker - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.<a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn"> https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p><br></p><p><strong>CONTATO</strong></p><p> Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso strabpedia@gmail.com</p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p> #Diplopia #Estrabismo #CirurgiaAjustável #Oftalmologia #SaúdeOcular</p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria.<a href="https://www.strabpedia.com/"> www.strabpedia.com</a></p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p> "Já passei em 16 oftalmologistas." A paciente chegou com cinco óculos diferentes na bolsa, cada um feito por um profissional diferente que achou que o problema era o multifocal, a óptica ou o centro óptico da lente. Na verdade, ela tinha uma hipertropia de 2 prismas e enxergava a sombra da segunda imagem há anos, sem ninguém ter identificado. </p><p><br></p><p>Histórias assim chegam o tempo inteiro para quem atende estrabismo e quase sempre o problema é o mesmo: a dificuldade de diagnosticar a diplopia e o estrabismo subjacente.</p><p><br></p><p>Neste episódio, a Dra. Júlia Rossetto e a Dra. Luisa Hopker constroem, passo a passo, o raciocínio clínico da diplopia binocular no adulto e no idoso. Começam pela anamnese dirigida, as perguntas-chave que já armam o diagnóstico antes mesmo de sentar o paciente na cadeira (monocular ou binocular? piora para longe ou para perto? inclinar a cabeça muda algo?), e seguem para o exame: refração bem feita como ponto de partida, prisma e cover test objetivo antes de ir para a medida subjetiva, e por que testar a vergência fusional muda completamente o planejamento cirúrgico.</p><p><br></p><p>A conversa avança para a conduta: quando prescrever prisma (e o limite prático de 10 a 12 divididos entre os dois olhos), quando propor cirurgia ajustável e como apresentar essa transição para o paciente que resiste. </p><p><br></p><p>O caso que ilustra isso é o de uma paciente de 87 anos com exotropia adquirida que usou prisma por anos até voltar aos 92 pedindo cirurgia, justamente o cenário que a Dra. Luisa não esperava, e que abriu uma reflexão sobre como a leitura do paciente precisa ser reavaliada ao longo do tempo. </p><p>Encerram com as dicas do episódio: o livro "Negocie como se sua vida dependesse disso", de Chris Voss, sobre escuta ativa e negociação, e "O Palhaço e o Psicanalista", sobre como a escuta transforma a relação com o paciente.</p><p><br></p><p>E ainda:</p><ul><li>Como diferenciar diplopia monocular de binocular já na anamnese e por que isso muda tudo</li><li>Sinais de alarme que pedem investigação neurológica antes de qualquer conduta</li><li>Por que medir a vergência fusional máxima ajuda a calcular a dose cirúrgica e evitar hipocorreção<p></p></li></ul><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p>Dra. Júlia Dutra Rossetto - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.<a href="https://go.bdg.fm/ldJBis"> https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p>Dra. Luisa Moreira Hopker - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.<a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn"> https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p><br></p><p><strong>CONTATO</strong></p><p> Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso strabpedia@gmail.com</p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p> #Diplopia #Estrabismo #CirurgiaAjustável #Oftalmologia #SaúdeOcular</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Tue, 14 Jul 2026 19:31:13 -0300</pubDate>
      <author>Julia Rossetto / Luisa Hopker</author>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria.<a href="https://www.strabpedia.com/"> www.strabpedia.com</a></p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p> "Já passei em 16 oftalmologistas." A paciente chegou com cinco óculos diferentes na bolsa, cada um feito por um profissional diferente que achou que o problema era o multifocal, a óptica ou o centro óptico da lente. Na verdade, ela tinha uma hipertropia de 2 prismas e enxergava a sombra da segunda imagem há anos, sem ninguém ter identificado. </p><p><br></p><p>Histórias assim chegam o tempo inteiro para quem atende estrabismo e quase sempre o problema é o mesmo: a dificuldade de diagnosticar a diplopia e o estrabismo subjacente.</p><p><br></p><p>Neste episódio, a Dra. Júlia Rossetto e a Dra. Luisa Hopker constroem, passo a passo, o raciocínio clínico da diplopia binocular no adulto e no idoso. Começam pela anamnese dirigida, as perguntas-chave que já armam o diagnóstico antes mesmo de sentar o paciente na cadeira (monocular ou binocular? piora para longe ou para perto? inclinar a cabeça muda algo?), e seguem para o exame: refração bem feita como ponto de partida, prisma e cover test objetivo antes de ir para a medida subjetiva, e por que testar a vergência fusional muda completamente o planejamento cirúrgico.</p><p><br></p><p>A conversa avança para a conduta: quando prescrever prisma (e o limite prático de 10 a 12 divididos entre os dois olhos), quando propor cirurgia ajustável e como apresentar essa transição para o paciente que resiste. </p><p><br></p><p>O caso que ilustra isso é o de uma paciente de 87 anos com exotropia adquirida que usou prisma por anos até voltar aos 92 pedindo cirurgia, justamente o cenário que a Dra. Luisa não esperava, e que abriu uma reflexão sobre como a leitura do paciente precisa ser reavaliada ao longo do tempo. </p><p>Encerram com as dicas do episódio: o livro "Negocie como se sua vida dependesse disso", de Chris Voss, sobre escuta ativa e negociação, e "O Palhaço e o Psicanalista", sobre como a escuta transforma a relação com o paciente.</p><p><br></p><p>E ainda:</p><ul><li>Como diferenciar diplopia monocular de binocular já na anamnese e por que isso muda tudo</li><li>Sinais de alarme que pedem investigação neurológica antes de qualquer conduta</li><li>Por que medir a vergência fusional máxima ajuda a calcular a dose cirúrgica e evitar hipocorreção<p></p></li></ul><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p>Dra. Júlia Dutra Rossetto - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.<a href="https://go.bdg.fm/ldJBis"> https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p>Dra. Luisa Moreira Hopker - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.<a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn"> https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p><br></p><p><strong>CONTATO</strong></p><p> Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso strabpedia@gmail.com</p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p> #Diplopia #Estrabismo #CirurgiaAjustável #Oftalmologia #SaúdeOcular</p><p><br></p>]]>
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      <title>08. Miopia na prática: casos reais e quando fugir do protocolo</title>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria.<a href="https://www.strabpedia.com"> www.strabpedia.com<br></a><br></p><p><strong><br>DESCRIÇÃO<br></strong> "Eu vim do Google." Foi assim que uma mãe alta míope começou a consulta com a Dra. Júlia Rossetto, já sabendo exatamente o tratamento que queria para a filha de 12 anos — mesmo sem progressão documentada, mesmo fora do protocolo. Casos assim são o coração deste episódio, que dá continuidade ao anterior sobre controle de miopia na infância e mostra o que acontece quando a "receita de bolo" encontra a realidade do consultório.</p><p><br>A Dra. Luisa Hopker abre com o caso de uma menina de 7 anos com -2,50 nos dois olhos, biometria de 24,24mm aos 8 anos e uma progressão de 1 dioptria em menos de um ano documentada nas prescrições anteriores. Um caso de “resposta de livro” à lente com defocus, incluindo aquela redução inicial da miopia e do comprimento axial que ainda causa estranheza em quem está começando. </p><p><br>Já a Dra. Júlia traz a discussão delicada sobre prescrever fora do protocolo: como alinhar expectativa com a família, como documentar no prontuário e por que ela evita descrever efeitos colaterais em detalhes para não induzir queixas nas crianças.</p><p><br>A conversa avança para uma atualização importante em atropina: por que a Dra. Luisa deixou de usar a 0,01% na maioria dos casos e hoje começa direto na 0,025% tanto em míopes quanto em pré-míopes, pra qual casos reservar a 0,05% e como fazer o desmame reduzindo concentração. </p><p><br>Encerram com o novo bloco pessoal do podcast: a Dra. Júlia relembra o que aprendeu sobre paciência com a Dra. Hilda Capó no Bascom Palmer e conta como isso mudou sua conduta com uma paciente idosa com diplopia pós-catarata. A Dra. Luisa fala sobre como os anos de balé moldam até hoje sua cirurgia e sua relação com o palco — literal e figurado.</p><p><br>E ainda:</p><ul><li>Como identificar e manejar o pré-míope antes que ele precise de óculos</li><li>Por que documentar no prontuário sempre que a conduta foge do protocolo</li><li>Como usar a curva de crescimento ocular para alinhar expectativa com a família</li></ul><p><strong>PARTICIPANTES<br></strong> Dra. Júlia Dutra Rossetto - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.<a href="https://go.bdg.fm/ldJBis"> https://go.bdg.fm/ldJBis<br></a> Dra. Luisa Moreira Hopker - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.<a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn"> https://go.bdg.fm/3Z0CMn<br></a><br></p><p><strong>CONTATO<br></strong> Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso strabpedia@gmail.com</p><p><strong>HASHTAGS<br></strong> #Miopia #ControleDaMiopia #Oftalmopediatria #CasosClínicos #Oftalmologia</p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria.<a href="https://www.strabpedia.com"> www.strabpedia.com<br></a><br></p><p><strong><br>DESCRIÇÃO<br></strong> "Eu vim do Google." Foi assim que uma mãe alta míope começou a consulta com a Dra. Júlia Rossetto, já sabendo exatamente o tratamento que queria para a filha de 12 anos — mesmo sem progressão documentada, mesmo fora do protocolo. Casos assim são o coração deste episódio, que dá continuidade ao anterior sobre controle de miopia na infância e mostra o que acontece quando a "receita de bolo" encontra a realidade do consultório.</p><p><br>A Dra. Luisa Hopker abre com o caso de uma menina de 7 anos com -2,50 nos dois olhos, biometria de 24,24mm aos 8 anos e uma progressão de 1 dioptria em menos de um ano documentada nas prescrições anteriores. Um caso de “resposta de livro” à lente com defocus, incluindo aquela redução inicial da miopia e do comprimento axial que ainda causa estranheza em quem está começando. </p><p><br>Já a Dra. Júlia traz a discussão delicada sobre prescrever fora do protocolo: como alinhar expectativa com a família, como documentar no prontuário e por que ela evita descrever efeitos colaterais em detalhes para não induzir queixas nas crianças.</p><p><br>A conversa avança para uma atualização importante em atropina: por que a Dra. Luisa deixou de usar a 0,01% na maioria dos casos e hoje começa direto na 0,025% tanto em míopes quanto em pré-míopes, pra qual casos reservar a 0,05% e como fazer o desmame reduzindo concentração. </p><p><br>Encerram com o novo bloco pessoal do podcast: a Dra. Júlia relembra o que aprendeu sobre paciência com a Dra. Hilda Capó no Bascom Palmer e conta como isso mudou sua conduta com uma paciente idosa com diplopia pós-catarata. A Dra. Luisa fala sobre como os anos de balé moldam até hoje sua cirurgia e sua relação com o palco — literal e figurado.</p><p><br>E ainda:</p><ul><li>Como identificar e manejar o pré-míope antes que ele precise de óculos</li><li>Por que documentar no prontuário sempre que a conduta foge do protocolo</li><li>Como usar a curva de crescimento ocular para alinhar expectativa com a família</li></ul><p><strong>PARTICIPANTES<br></strong> Dra. Júlia Dutra Rossetto - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.<a href="https://go.bdg.fm/ldJBis"> https://go.bdg.fm/ldJBis<br></a> Dra. Luisa Moreira Hopker - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.<a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn"> https://go.bdg.fm/3Z0CMn<br></a><br></p><p><strong>CONTATO<br></strong> Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso strabpedia@gmail.com</p><p><strong>HASHTAGS<br></strong> #Miopia #ControleDaMiopia #Oftalmopediatria #CasosClínicos #Oftalmologia</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Wed, 01 Jul 2026 19:58:44 -0300</pubDate>
      <author>Julia Rossetto / Luisa Hopker</author>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria.<a href="https://www.strabpedia.com"> www.strabpedia.com<br></a><br></p><p><strong><br>DESCRIÇÃO<br></strong> "Eu vim do Google." Foi assim que uma mãe alta míope começou a consulta com a Dra. Júlia Rossetto, já sabendo exatamente o tratamento que queria para a filha de 12 anos — mesmo sem progressão documentada, mesmo fora do protocolo. Casos assim são o coração deste episódio, que dá continuidade ao anterior sobre controle de miopia na infância e mostra o que acontece quando a "receita de bolo" encontra a realidade do consultório.</p><p><br>A Dra. Luisa Hopker abre com o caso de uma menina de 7 anos com -2,50 nos dois olhos, biometria de 24,24mm aos 8 anos e uma progressão de 1 dioptria em menos de um ano documentada nas prescrições anteriores. Um caso de “resposta de livro” à lente com defocus, incluindo aquela redução inicial da miopia e do comprimento axial que ainda causa estranheza em quem está começando. </p><p><br>Já a Dra. Júlia traz a discussão delicada sobre prescrever fora do protocolo: como alinhar expectativa com a família, como documentar no prontuário e por que ela evita descrever efeitos colaterais em detalhes para não induzir queixas nas crianças.</p><p><br>A conversa avança para uma atualização importante em atropina: por que a Dra. Luisa deixou de usar a 0,01% na maioria dos casos e hoje começa direto na 0,025% tanto em míopes quanto em pré-míopes, pra qual casos reservar a 0,05% e como fazer o desmame reduzindo concentração. </p><p><br>Encerram com o novo bloco pessoal do podcast: a Dra. Júlia relembra o que aprendeu sobre paciência com a Dra. Hilda Capó no Bascom Palmer e conta como isso mudou sua conduta com uma paciente idosa com diplopia pós-catarata. A Dra. Luisa fala sobre como os anos de balé moldam até hoje sua cirurgia e sua relação com o palco — literal e figurado.</p><p><br>E ainda:</p><ul><li>Como identificar e manejar o pré-míope antes que ele precise de óculos</li><li>Por que documentar no prontuário sempre que a conduta foge do protocolo</li><li>Como usar a curva de crescimento ocular para alinhar expectativa com a família</li></ul><p><strong>PARTICIPANTES<br></strong> Dra. Júlia Dutra Rossetto - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.<a href="https://go.bdg.fm/ldJBis"> https://go.bdg.fm/ldJBis<br></a> Dra. Luisa Moreira Hopker - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.<a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn"> https://go.bdg.fm/3Z0CMn<br></a><br></p><p><strong>CONTATO<br></strong> Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso strabpedia@gmail.com</p><p><strong>HASHTAGS<br></strong> #Miopia #ControleDaMiopia #Oftalmopediatria #CasosClínicos #Oftalmologia</p><p><br></p>]]>
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      <title>07. Segredos para avaliar a miopia no consultório em 2026</title>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://www.strabpedia.com">www.strabpedia.com</a></p><p><br><strong>DESCRIÇÃO</strong><br> "Pera aí, deixa eu olhar seu tablet." A frase, dita por um pai no meio da consulta da filha adolescente, terminou na descoberta de seis horas diárias maratonando série, enquanto os pais juravam que o tempo de tela era controlado. Cenas como essa fazem parte do dia a dia de qualquer oftalmologista hoje, e por uma razão simples: a miopia deixou de ser "passar óculos" e virou uma das discussões mais importantes do consultório. Não importa se você é oftalmopediatra ou oftalmologista geral, a família vai chegar perguntando sobre tratamento, e você precisa ter resposta.</p><p>Neste episódio, a Dra. Júlia Rossetto e a Dra. Luisa Hopker destrincham o caminho completo: a anamnese sistematizada que precisa entrar no fluxo de toda consulta (tempo de tela, tipo de tela, atividade ao ar livre e refração dos pais), os exames de base na primeira consulta (refração cicloplegiada, biometria e topografia) e a definição objetiva de progressão pelos critérios refracional e biométrico. Mostram também uma divergência saudável entre elas: enquanto a Dra. Júlia tende a iniciar tratamento já na primeira consulta diante de fatores de risco claros, a Dra. Luisa argumenta que esperar seis meses para medir a taxa de progressão real ajuda a entender o impacto do tratamento depois.</p><p>A conversa avança para os três pilares do controle da progressão — atropina em baixas doses (0,01%, 0,025% e 0,05%), lentes com defocus e ortoceratologia — e para artigos que mudaram a prática: a meta-análise do JAMA mostrando que acima de uma hora por dia de tela a progressão da miopia sobe exponencialmente, um editorial de Ken Nishal questionando se a eficácia da atropina 0,01% em algumas populações se deve à medicação ou às mudanças ambientais que vieram junto da campanha, e um estudo de 2026 sobre como a etnia interfere na resposta à atropina baixa-dose. Encerram com pérolas de consultório sobre o "controle parental" que se desfaz no fim de semana.</p><p>E ainda:</p><ul><li>O que define um rápido progressor e quando ser mais agressivo desde a primeira consulta</li><li>Como apresentar a curva de crescimento ocular para alinhar expectativa com os pais</li><li>Quando combinar tratamentos, quando trocar e como desmamar atropina e lentes com defocus</li></ul><p><strong>PARTICIPANTES</strong><br> Dra. Júlia Dutra Rossetto - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP. <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a><br> Dra. Luisa Moreira Hopker - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição. <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p><br><strong>ARTIGOS CITADOS</strong><br> Nischal KK. Government instituted public health policy for myopia control in schools — the overlooked variable in myopia prevention interventions? <em>Eye (Lond)</em>. 2025. <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39433957/">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39433957/</a></p><p>Ha A, Lee YJ, Lee M, Shim SR, Kim YK. Digital Screen Time and Myopia: A Systematic Review and Dose-Response Meta-Analysis. <em>JAMA Netw Open</em>. 2025. <a href="https://jamanetwork.com/journals/jamanetworkopen/fullarticle/2830598">https://jamanetwork.com/journals/jamanetworkopen/fullarticle/2830598</a></p><p><br><strong>CONTATO</strong><br> Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com">strabpedia@gmail.com</a></p><p><br><strong>HASHTAGS</strong><br> #Miopia #ControleDaMiopia #Oftalmopediatria #SaúdeOcular #Oftalmologia</p>]]>
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      <content:encoded>
        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://www.strabpedia.com">www.strabpedia.com</a></p><p><br><strong>DESCRIÇÃO</strong><br> "Pera aí, deixa eu olhar seu tablet." A frase, dita por um pai no meio da consulta da filha adolescente, terminou na descoberta de seis horas diárias maratonando série, enquanto os pais juravam que o tempo de tela era controlado. Cenas como essa fazem parte do dia a dia de qualquer oftalmologista hoje, e por uma razão simples: a miopia deixou de ser "passar óculos" e virou uma das discussões mais importantes do consultório. Não importa se você é oftalmopediatra ou oftalmologista geral, a família vai chegar perguntando sobre tratamento, e você precisa ter resposta.</p><p>Neste episódio, a Dra. Júlia Rossetto e a Dra. Luisa Hopker destrincham o caminho completo: a anamnese sistematizada que precisa entrar no fluxo de toda consulta (tempo de tela, tipo de tela, atividade ao ar livre e refração dos pais), os exames de base na primeira consulta (refração cicloplegiada, biometria e topografia) e a definição objetiva de progressão pelos critérios refracional e biométrico. Mostram também uma divergência saudável entre elas: enquanto a Dra. Júlia tende a iniciar tratamento já na primeira consulta diante de fatores de risco claros, a Dra. Luisa argumenta que esperar seis meses para medir a taxa de progressão real ajuda a entender o impacto do tratamento depois.</p><p>A conversa avança para os três pilares do controle da progressão — atropina em baixas doses (0,01%, 0,025% e 0,05%), lentes com defocus e ortoceratologia — e para artigos que mudaram a prática: a meta-análise do JAMA mostrando que acima de uma hora por dia de tela a progressão da miopia sobe exponencialmente, um editorial de Ken Nishal questionando se a eficácia da atropina 0,01% em algumas populações se deve à medicação ou às mudanças ambientais que vieram junto da campanha, e um estudo de 2026 sobre como a etnia interfere na resposta à atropina baixa-dose. Encerram com pérolas de consultório sobre o "controle parental" que se desfaz no fim de semana.</p><p>E ainda:</p><ul><li>O que define um rápido progressor e quando ser mais agressivo desde a primeira consulta</li><li>Como apresentar a curva de crescimento ocular para alinhar expectativa com os pais</li><li>Quando combinar tratamentos, quando trocar e como desmamar atropina e lentes com defocus</li></ul><p><strong>PARTICIPANTES</strong><br> Dra. Júlia Dutra Rossetto - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP. <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a><br> Dra. Luisa Moreira Hopker - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição. <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p><br><strong>ARTIGOS CITADOS</strong><br> Nischal KK. Government instituted public health policy for myopia control in schools — the overlooked variable in myopia prevention interventions? <em>Eye (Lond)</em>. 2025. <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39433957/">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39433957/</a></p><p>Ha A, Lee YJ, Lee M, Shim SR, Kim YK. Digital Screen Time and Myopia: A Systematic Review and Dose-Response Meta-Analysis. <em>JAMA Netw Open</em>. 2025. <a href="https://jamanetwork.com/journals/jamanetworkopen/fullarticle/2830598">https://jamanetwork.com/journals/jamanetworkopen/fullarticle/2830598</a></p><p><br><strong>CONTATO</strong><br> Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com">strabpedia@gmail.com</a></p><p><br><strong>HASHTAGS</strong><br> #Miopia #ControleDaMiopia #Oftalmopediatria #SaúdeOcular #Oftalmologia</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 16 Jun 2026 19:25:20 -0300</pubDate>
      <author>Julia Rossetto / Luisa Hopker</author>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://www.strabpedia.com">www.strabpedia.com</a></p><p><br><strong>DESCRIÇÃO</strong><br> "Pera aí, deixa eu olhar seu tablet." A frase, dita por um pai no meio da consulta da filha adolescente, terminou na descoberta de seis horas diárias maratonando série, enquanto os pais juravam que o tempo de tela era controlado. Cenas como essa fazem parte do dia a dia de qualquer oftalmologista hoje, e por uma razão simples: a miopia deixou de ser "passar óculos" e virou uma das discussões mais importantes do consultório. Não importa se você é oftalmopediatra ou oftalmologista geral, a família vai chegar perguntando sobre tratamento, e você precisa ter resposta.</p><p>Neste episódio, a Dra. Júlia Rossetto e a Dra. Luisa Hopker destrincham o caminho completo: a anamnese sistematizada que precisa entrar no fluxo de toda consulta (tempo de tela, tipo de tela, atividade ao ar livre e refração dos pais), os exames de base na primeira consulta (refração cicloplegiada, biometria e topografia) e a definição objetiva de progressão pelos critérios refracional e biométrico. Mostram também uma divergência saudável entre elas: enquanto a Dra. Júlia tende a iniciar tratamento já na primeira consulta diante de fatores de risco claros, a Dra. Luisa argumenta que esperar seis meses para medir a taxa de progressão real ajuda a entender o impacto do tratamento depois.</p><p>A conversa avança para os três pilares do controle da progressão — atropina em baixas doses (0,01%, 0,025% e 0,05%), lentes com defocus e ortoceratologia — e para artigos que mudaram a prática: a meta-análise do JAMA mostrando que acima de uma hora por dia de tela a progressão da miopia sobe exponencialmente, um editorial de Ken Nishal questionando se a eficácia da atropina 0,01% em algumas populações se deve à medicação ou às mudanças ambientais que vieram junto da campanha, e um estudo de 2026 sobre como a etnia interfere na resposta à atropina baixa-dose. Encerram com pérolas de consultório sobre o "controle parental" que se desfaz no fim de semana.</p><p>E ainda:</p><ul><li>O que define um rápido progressor e quando ser mais agressivo desde a primeira consulta</li><li>Como apresentar a curva de crescimento ocular para alinhar expectativa com os pais</li><li>Quando combinar tratamentos, quando trocar e como desmamar atropina e lentes com defocus</li></ul><p><strong>PARTICIPANTES</strong><br> Dra. Júlia Dutra Rossetto - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP. <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a><br> Dra. Luisa Moreira Hopker - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição. <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p><br><strong>ARTIGOS CITADOS</strong><br> Nischal KK. Government instituted public health policy for myopia control in schools — the overlooked variable in myopia prevention interventions? <em>Eye (Lond)</em>. 2025. <a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39433957/">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39433957/</a></p><p>Ha A, Lee YJ, Lee M, Shim SR, Kim YK. Digital Screen Time and Myopia: A Systematic Review and Dose-Response Meta-Analysis. <em>JAMA Netw Open</em>. 2025. <a href="https://jamanetwork.com/journals/jamanetworkopen/fullarticle/2830598">https://jamanetwork.com/journals/jamanetworkopen/fullarticle/2830598</a></p><p><br><strong>CONTATO</strong><br> Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com">strabpedia@gmail.com</a></p><p><br><strong>HASHTAGS</strong><br> #Miopia #ControleDaMiopia #Oftalmopediatria #SaúdeOcular #Oftalmologia</p>]]>
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      <title>06. Exotropia Sensorial: quando e como indicar a cirurgia</title>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://strabpedia.com/">www.strabpedia.com</a></p><p> </p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p>"Esse ser humano aqui do meu lado acabou de me pedir em casamento e eu quero meu olho alinhado na festa." A frase, dita por uma paciente no consultório da Dra. Júlia Rossetto, resume com precisão o que move uma pessoa a buscar cirurgia de estrabismo na fase adulta. Dois casos atendidos no mesmo dia revelam algo que vai muito além do exame clínico: entender o momento emocional de cada paciente faz parte do diagnóstico. Uma chegou pronta para operar, a outra precisava de tempo para decidir. A conduta foi completamente diferente para cada uma, e foi essa diferença que abriu o episódio mais revelador sobre exotropia sensorial feito até agora.</p><p>A Dra. Luisa Hopker aprofunda a discussão a partir da sua própria experiência cirúrgica. Ela defende o bloqueio peribulbar com sedação como primeira escolha na exotropia sensorial do adulto, apontando vantagens práticas e sistêmicas em relação à anestesia geral. A conversa avança para um caso clínico complexo que ela acompanhou por anos: um paciente com olho hipotônico, histórico de descolamento de retina e indicação de enucleação por outro serviço. A decisão de operar, após discussão com retinólogo e termo de consentimento detalhado, resultou em satisfação total do paciente. O caso expõe com clareza as zonas cinzentas da prática clínica e o papel da conversa honesta na relação entre médico e paciente.</p><p><strong>E ainda:</strong></p><ul><li>Como lidar com o paciente inseguro antes de marcar a cirurgia</li><li>Entenda os critérios para operar olho com risco de phthisis bulbi</li><li>Por que o termo de consentimento precisa evoluir com a sua prática</li></ul><p> </p><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p><strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP. <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p><strong>Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição. <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p> </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00:00 — Apresentação do podcast e tema do episódio<br>01:10 — Dois casos de exotropia no mesmo dia: perfis opostos de paciente<br>03:45 — Como conduzir a paciente motivada pelo casamento que chegou decidida<br>07:20 — A paciente insegura e a estratégia de adiar a entrega do pré-operatório<br>11:40 — Bloqueio peribulbar na exotropia sensorial: vantagens sobre anestesia geral<br>15:30 — Caso clínico: paciente com olho hipotônico e indicação prévia de enucleação<br>20:10 — Discussão com retinólogo e decisão compartilhada sobre o risco cirúrgico<br>24:50 — Resultado pós-operatório e reflexão sobre zonas cinzentas da prática clínica<br>28:30 — O papel do termo de consentimento em casos complexos<br>31:00 — Resumo: exotropia sensorial como melhor caso para iniciar em cirurgia de estrabismo</p><p> </p><p><strong>CONTATO</strong></p><p>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com"><strong>strabpedia@gmail.com</strong></a></p><p> </p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#Estrabismo #CirurgiaOcular #Oftalmologia #SaúdeOcular #OftalmopediatriaClínica</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://strabpedia.com/">www.strabpedia.com</a></p><p> </p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p>"Esse ser humano aqui do meu lado acabou de me pedir em casamento e eu quero meu olho alinhado na festa." A frase, dita por uma paciente no consultório da Dra. Júlia Rossetto, resume com precisão o que move uma pessoa a buscar cirurgia de estrabismo na fase adulta. Dois casos atendidos no mesmo dia revelam algo que vai muito além do exame clínico: entender o momento emocional de cada paciente faz parte do diagnóstico. Uma chegou pronta para operar, a outra precisava de tempo para decidir. A conduta foi completamente diferente para cada uma, e foi essa diferença que abriu o episódio mais revelador sobre exotropia sensorial feito até agora.</p><p>A Dra. Luisa Hopker aprofunda a discussão a partir da sua própria experiência cirúrgica. Ela defende o bloqueio peribulbar com sedação como primeira escolha na exotropia sensorial do adulto, apontando vantagens práticas e sistêmicas em relação à anestesia geral. A conversa avança para um caso clínico complexo que ela acompanhou por anos: um paciente com olho hipotônico, histórico de descolamento de retina e indicação de enucleação por outro serviço. A decisão de operar, após discussão com retinólogo e termo de consentimento detalhado, resultou em satisfação total do paciente. O caso expõe com clareza as zonas cinzentas da prática clínica e o papel da conversa honesta na relação entre médico e paciente.</p><p><strong>E ainda:</strong></p><ul><li>Como lidar com o paciente inseguro antes de marcar a cirurgia</li><li>Entenda os critérios para operar olho com risco de phthisis bulbi</li><li>Por que o termo de consentimento precisa evoluir com a sua prática</li></ul><p> </p><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p><strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP. <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p><strong>Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição. <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p> </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00:00 — Apresentação do podcast e tema do episódio<br>01:10 — Dois casos de exotropia no mesmo dia: perfis opostos de paciente<br>03:45 — Como conduzir a paciente motivada pelo casamento que chegou decidida<br>07:20 — A paciente insegura e a estratégia de adiar a entrega do pré-operatório<br>11:40 — Bloqueio peribulbar na exotropia sensorial: vantagens sobre anestesia geral<br>15:30 — Caso clínico: paciente com olho hipotônico e indicação prévia de enucleação<br>20:10 — Discussão com retinólogo e decisão compartilhada sobre o risco cirúrgico<br>24:50 — Resultado pós-operatório e reflexão sobre zonas cinzentas da prática clínica<br>28:30 — O papel do termo de consentimento em casos complexos<br>31:00 — Resumo: exotropia sensorial como melhor caso para iniciar em cirurgia de estrabismo</p><p> </p><p><strong>CONTATO</strong></p><p>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com"><strong>strabpedia@gmail.com</strong></a></p><p> </p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#Estrabismo #CirurgiaOcular #Oftalmologia #SaúdeOcular #OftalmopediatriaClínica</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 02 Jun 2026 19:57:52 -0300</pubDate>
      <author>Julia Rossetto / Luisa Hopker</author>
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      <title>05. Exotropia Sensorial: como examinar, operar e orientar o paciente</title>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://strabpedia.com/">www.strabpedia.com</a></p><p> </p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p>"Parece que eu não tenho credibilidade quando falo as coisas." Essa frase, dita por uma paciente com exotropia sensorial no consultório da Dra. Júlia Rossetto, resume o peso invisível que esse desvio carrega no dia a dia de quem convive com ele. Qualidade de vida reduzida, menor empregabilidade e um desconforto constante nas interações sociais são realidades documentadas na literatura e vividas por esses pacientes. Neste episódio, as Dras. Luisa Hopker e Júlia Rossetto mostram por que a exotropia sensorial é, ao mesmo tempo, um dos casos mais comuns no consultório de estrabismo e um dos mais subdiagnosticados em termos de acesso ao tratamento.</p><p>O episódio percorre todo o caminho clínico: da anamnese à cirurgia. As médicas discutem como conectar com o paciente que chega convencido de que "não pode operar", desmontam a crença de que o desvio vai voltar e explicam por que hipercorrigir é quase sempre a estratégia certa. A propedêutica ganha atenção especial, com detalhes sobre o uso do Krimsky modificado, fotodocumentação do desvio e a importância do exame completo do olho fixador. No planejamento cirúrgico, o episódio cobre desde os cálculos de recuo-ressecção até as três opções para desvios de grande ângulo, incluindo cirurgia supramáxima, toxina botulínica intraoperatória e enxerto muscular. Um episódio técnico, direto e com casos reais de consultório.</p><p><strong>Do exame ao pós-operatório:</strong></p><ul><li>Por que o exodrift médio de 8 dioptrias prismáticas por ano muda o planejamento</li><li>Como usar a técnica de ancoragem para alinhar expectativas sem parecer vendedor</li></ul><p> </p><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p><strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.  <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p><strong>Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição. <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p> </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00:00 — Exotropia sensorial: por que é o desvio mais comum no consultório de adultos<br>03:12 — Impacto na qualidade de vida: empregabilidade, credibilidade e relações sociais<br>07:45 — Anamnese e conexão com o paciente: as perguntas que fazem diferença<br>12:30 — Nível de consciência do paciente e técnicas de ancoragem na consulta<br>19:10 — Propedêutica: Krimsky modificado, fotodocumentação e exame do olho fixador<br>27:40 — Dilatação, fundo de olho e avaliação da motilidade ocular<br>33:15 — Planejamento cirúrgico: hipercorreção, cálculos e metas de desvio residual<br>40:50 — Desvios de grande ângulo: cirurgia supramáxima, botox e enxerto muscular<br>48:20 — As falas mais comuns dos pacientes e como respondê-las<br>54:00 — Resumo clínico: do exame à orientação pós-operatória<br>58:10 — Dica cultural: peça Simplesmente Eu, Clarice Lispector<br>01:01:30 — Dica de podcast: O Assunto, de Natuza Nery, sobre violência contra mulheres</p><p> </p><p><strong>CONTATO</strong></p><p>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com"><strong>strabpedia@gmail.com</strong></a></p><p> </p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#EstrabismoClínico #ExotropiaSensorial #OftalmologiaPediátrica #CirurgiaOcular #BaixaVisão</p>]]>
      </description>
      <content:encoded>
        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://strabpedia.com/">www.strabpedia.com</a></p><p> </p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p>"Parece que eu não tenho credibilidade quando falo as coisas." Essa frase, dita por uma paciente com exotropia sensorial no consultório da Dra. Júlia Rossetto, resume o peso invisível que esse desvio carrega no dia a dia de quem convive com ele. Qualidade de vida reduzida, menor empregabilidade e um desconforto constante nas interações sociais são realidades documentadas na literatura e vividas por esses pacientes. Neste episódio, as Dras. Luisa Hopker e Júlia Rossetto mostram por que a exotropia sensorial é, ao mesmo tempo, um dos casos mais comuns no consultório de estrabismo e um dos mais subdiagnosticados em termos de acesso ao tratamento.</p><p>O episódio percorre todo o caminho clínico: da anamnese à cirurgia. As médicas discutem como conectar com o paciente que chega convencido de que "não pode operar", desmontam a crença de que o desvio vai voltar e explicam por que hipercorrigir é quase sempre a estratégia certa. A propedêutica ganha atenção especial, com detalhes sobre o uso do Krimsky modificado, fotodocumentação do desvio e a importância do exame completo do olho fixador. No planejamento cirúrgico, o episódio cobre desde os cálculos de recuo-ressecção até as três opções para desvios de grande ângulo, incluindo cirurgia supramáxima, toxina botulínica intraoperatória e enxerto muscular. Um episódio técnico, direto e com casos reais de consultório.</p><p><strong>Do exame ao pós-operatório:</strong></p><ul><li>Por que o exodrift médio de 8 dioptrias prismáticas por ano muda o planejamento</li><li>Como usar a técnica de ancoragem para alinhar expectativas sem parecer vendedor</li></ul><p> </p><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p><strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.  <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p><strong>Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição. <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p> </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00:00 — Exotropia sensorial: por que é o desvio mais comum no consultório de adultos<br>03:12 — Impacto na qualidade de vida: empregabilidade, credibilidade e relações sociais<br>07:45 — Anamnese e conexão com o paciente: as perguntas que fazem diferença<br>12:30 — Nível de consciência do paciente e técnicas de ancoragem na consulta<br>19:10 — Propedêutica: Krimsky modificado, fotodocumentação e exame do olho fixador<br>27:40 — Dilatação, fundo de olho e avaliação da motilidade ocular<br>33:15 — Planejamento cirúrgico: hipercorreção, cálculos e metas de desvio residual<br>40:50 — Desvios de grande ângulo: cirurgia supramáxima, botox e enxerto muscular<br>48:20 — As falas mais comuns dos pacientes e como respondê-las<br>54:00 — Resumo clínico: do exame à orientação pós-operatória<br>58:10 — Dica cultural: peça Simplesmente Eu, Clarice Lispector<br>01:01:30 — Dica de podcast: O Assunto, de Natuza Nery, sobre violência contra mulheres</p><p> </p><p><strong>CONTATO</strong></p><p>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com"><strong>strabpedia@gmail.com</strong></a></p><p> </p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#EstrabismoClínico #ExotropiaSensorial #OftalmologiaPediátrica #CirurgiaOcular #BaixaVisão</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 19 May 2026 20:18:18 -0300</pubDate>
      <author>Julia Rossetto / Luisa Hopker</author>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://strabpedia.com/">www.strabpedia.com</a></p><p> </p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p>"Parece que eu não tenho credibilidade quando falo as coisas." Essa frase, dita por uma paciente com exotropia sensorial no consultório da Dra. Júlia Rossetto, resume o peso invisível que esse desvio carrega no dia a dia de quem convive com ele. Qualidade de vida reduzida, menor empregabilidade e um desconforto constante nas interações sociais são realidades documentadas na literatura e vividas por esses pacientes. Neste episódio, as Dras. Luisa Hopker e Júlia Rossetto mostram por que a exotropia sensorial é, ao mesmo tempo, um dos casos mais comuns no consultório de estrabismo e um dos mais subdiagnosticados em termos de acesso ao tratamento.</p><p>O episódio percorre todo o caminho clínico: da anamnese à cirurgia. As médicas discutem como conectar com o paciente que chega convencido de que "não pode operar", desmontam a crença de que o desvio vai voltar e explicam por que hipercorrigir é quase sempre a estratégia certa. A propedêutica ganha atenção especial, com detalhes sobre o uso do Krimsky modificado, fotodocumentação do desvio e a importância do exame completo do olho fixador. No planejamento cirúrgico, o episódio cobre desde os cálculos de recuo-ressecção até as três opções para desvios de grande ângulo, incluindo cirurgia supramáxima, toxina botulínica intraoperatória e enxerto muscular. Um episódio técnico, direto e com casos reais de consultório.</p><p><strong>Do exame ao pós-operatório:</strong></p><ul><li>Por que o exodrift médio de 8 dioptrias prismáticas por ano muda o planejamento</li><li>Como usar a técnica de ancoragem para alinhar expectativas sem parecer vendedor</li></ul><p> </p><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p><strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.  <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p><strong>Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição. <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p> </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00:00 — Exotropia sensorial: por que é o desvio mais comum no consultório de adultos<br>03:12 — Impacto na qualidade de vida: empregabilidade, credibilidade e relações sociais<br>07:45 — Anamnese e conexão com o paciente: as perguntas que fazem diferença<br>12:30 — Nível de consciência do paciente e técnicas de ancoragem na consulta<br>19:10 — Propedêutica: Krimsky modificado, fotodocumentação e exame do olho fixador<br>27:40 — Dilatação, fundo de olho e avaliação da motilidade ocular<br>33:15 — Planejamento cirúrgico: hipercorreção, cálculos e metas de desvio residual<br>40:50 — Desvios de grande ângulo: cirurgia supramáxima, botox e enxerto muscular<br>48:20 — As falas mais comuns dos pacientes e como respondê-las<br>54:00 — Resumo clínico: do exame à orientação pós-operatória<br>58:10 — Dica cultural: peça Simplesmente Eu, Clarice Lispector<br>01:01:30 — Dica de podcast: O Assunto, de Natuza Nery, sobre violência contra mulheres</p><p> </p><p><strong>CONTATO</strong></p><p>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com"><strong>strabpedia@gmail.com</strong></a></p><p> </p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#EstrabismoClínico #ExotropiaSensorial #OftalmologiaPediátrica #CirurgiaOcular #BaixaVisão</p>]]>
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      <title>04. Esotropia Parcialmente Acomodativa: Casos Reais e Quando Operar</title>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://strabpedia.com/">www.strabpedia.com</a></p><p><br></p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p>"Só consigo tirar bifocal com fio de Vicryl." A frase da Dra. Luisa Hopker diz muito sobre a realidade clínica de quem lida diariamente com esotropia parcialmente acomodativa. Neste episódio, as duas oftalmopediatras discutem casos reais de consultório: crianças acompanhadas por anos, famílias hesitantes diante da cirurgia e o momento em que o desvio residual deixa de ser observável e passa a ser operável. </p><p>O ponto de partida é uma coincidência cirúrgica de 2017, quando quatro pacientes com o mesmo diagnóstico foram marcados no mesmo dia, e os resultados dessas cirurgias ajudam a entender por que essa esotropia tem indicação cirúrgica bem definida.</p><p>O episódio aprofunda a discussão sobre a relação CA/a aumentada, o papel do óculos bifocal executive como recurso temporário e os limites reais dessa abordagem. A Dra. Júlia Rossetto apresenta evidências apresentadas na AAPOS mostrando que o bifocal não melhora a estereopsia nem evita a cirurgia nesses pacientes, o que reforça a conduta de quem opta por não prescrevê-lo. </p><p>Também é debatido o planejamento cirúrgico de Kenneth Wright para esses casos e por que a fórmula "augmented" pode hipercorrigir em pacientes com hipermetropia elevada. Um segundo caso clínico, de uma menina que tinha estrabismo totalmente acomodativo e deteriorou, ilustra como comunicar à família a transição para a cirurgia sem gerar insegurança. A comunicação médico-paciente, a importância de antecipar a história natural da doença e o que colocar no termo de consentimento cirúrgico fecham o episódio com reflexões práticas para o consultório.</p><p><strong>Do diagnóstico à sala de cirurgia:</strong></p><ul><li>Como calcular o volume cirúrgico nos pacientes autohipermétropes</li><li>Entenda por que o óculos bifocal pode criar falsas expectativas nos pais</li><li>O que incluir no termo de consentimento para evitar mal-entendidos</li></ul><p> </p><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p><strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.  <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p><strong>Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.  <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p> </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00:00 — Apresentação do podcast e tema do episódio<br>01:20 — Os 4 casos de esotropia parcialmente acomodativa no mesmo dia cirúrgico<br>03:45 — Diagnóstico e prescrição do bifocal executive: como funciona e onde fazer<br>07:10 — Acompanhamento das crianças com bifocal e deterioração do desvio<br>11:30 — O caso que foi direto para cirurgia sem bifocal<br>13:00 — Resultados cirúrgicos: recuo dos retos mediais e desfechos<br>15:20 — Evidências da AAPOS sobre bifocal, estereopsia e indicação cirúrgica<br>18:40 — Planejamento de Kenneth Wright e risco de hipercorreção<br>21:50 — Caso clínico da menina com estrabismo acomodativo que deteriorou<br>28:10 — A metáfora do copo com líquidos para explicar o estrabismo aos pais<br>31:00 — Comunicação médico-paciente e o termo de consentimento cirúrgico<br>34:20 — Soft skills, relação médico-paciente e encerramento</p><p><br></p><p> </p><p><strong>CONTATO</strong></p><p>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com"><strong>strabpedia@gmail.com</strong></a></p><p> </p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#Oftalmopediatria #Estrabismo #SaúdeOcular #Cirurgia #SaúdeMedica</p>]]>
      </description>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://strabpedia.com/">www.strabpedia.com</a></p><p><br></p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p>"Só consigo tirar bifocal com fio de Vicryl." A frase da Dra. Luisa Hopker diz muito sobre a realidade clínica de quem lida diariamente com esotropia parcialmente acomodativa. Neste episódio, as duas oftalmopediatras discutem casos reais de consultório: crianças acompanhadas por anos, famílias hesitantes diante da cirurgia e o momento em que o desvio residual deixa de ser observável e passa a ser operável. </p><p>O ponto de partida é uma coincidência cirúrgica de 2017, quando quatro pacientes com o mesmo diagnóstico foram marcados no mesmo dia, e os resultados dessas cirurgias ajudam a entender por que essa esotropia tem indicação cirúrgica bem definida.</p><p>O episódio aprofunda a discussão sobre a relação CA/a aumentada, o papel do óculos bifocal executive como recurso temporário e os limites reais dessa abordagem. A Dra. Júlia Rossetto apresenta evidências apresentadas na AAPOS mostrando que o bifocal não melhora a estereopsia nem evita a cirurgia nesses pacientes, o que reforça a conduta de quem opta por não prescrevê-lo. </p><p>Também é debatido o planejamento cirúrgico de Kenneth Wright para esses casos e por que a fórmula "augmented" pode hipercorrigir em pacientes com hipermetropia elevada. Um segundo caso clínico, de uma menina que tinha estrabismo totalmente acomodativo e deteriorou, ilustra como comunicar à família a transição para a cirurgia sem gerar insegurança. A comunicação médico-paciente, a importância de antecipar a história natural da doença e o que colocar no termo de consentimento cirúrgico fecham o episódio com reflexões práticas para o consultório.</p><p><strong>Do diagnóstico à sala de cirurgia:</strong></p><ul><li>Como calcular o volume cirúrgico nos pacientes autohipermétropes</li><li>Entenda por que o óculos bifocal pode criar falsas expectativas nos pais</li><li>O que incluir no termo de consentimento para evitar mal-entendidos</li></ul><p> </p><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p><strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.  <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p><strong>Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.  <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p> </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00:00 — Apresentação do podcast e tema do episódio<br>01:20 — Os 4 casos de esotropia parcialmente acomodativa no mesmo dia cirúrgico<br>03:45 — Diagnóstico e prescrição do bifocal executive: como funciona e onde fazer<br>07:10 — Acompanhamento das crianças com bifocal e deterioração do desvio<br>11:30 — O caso que foi direto para cirurgia sem bifocal<br>13:00 — Resultados cirúrgicos: recuo dos retos mediais e desfechos<br>15:20 — Evidências da AAPOS sobre bifocal, estereopsia e indicação cirúrgica<br>18:40 — Planejamento de Kenneth Wright e risco de hipercorreção<br>21:50 — Caso clínico da menina com estrabismo acomodativo que deteriorou<br>28:10 — A metáfora do copo com líquidos para explicar o estrabismo aos pais<br>31:00 — Comunicação médico-paciente e o termo de consentimento cirúrgico<br>34:20 — Soft skills, relação médico-paciente e encerramento</p><p><br></p><p> </p><p><strong>CONTATO</strong></p><p>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com"><strong>strabpedia@gmail.com</strong></a></p><p> </p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#Oftalmopediatria #Estrabismo #SaúdeOcular #Cirurgia #SaúdeMedica</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 05 May 2026 20:14:34 -0300</pubDate>
      <author>Julia Rossetto / Luisa Hopker</author>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://strabpedia.com/">www.strabpedia.com</a></p><p><br></p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p>"Só consigo tirar bifocal com fio de Vicryl." A frase da Dra. Luisa Hopker diz muito sobre a realidade clínica de quem lida diariamente com esotropia parcialmente acomodativa. Neste episódio, as duas oftalmopediatras discutem casos reais de consultório: crianças acompanhadas por anos, famílias hesitantes diante da cirurgia e o momento em que o desvio residual deixa de ser observável e passa a ser operável. </p><p>O ponto de partida é uma coincidência cirúrgica de 2017, quando quatro pacientes com o mesmo diagnóstico foram marcados no mesmo dia, e os resultados dessas cirurgias ajudam a entender por que essa esotropia tem indicação cirúrgica bem definida.</p><p>O episódio aprofunda a discussão sobre a relação CA/a aumentada, o papel do óculos bifocal executive como recurso temporário e os limites reais dessa abordagem. A Dra. Júlia Rossetto apresenta evidências apresentadas na AAPOS mostrando que o bifocal não melhora a estereopsia nem evita a cirurgia nesses pacientes, o que reforça a conduta de quem opta por não prescrevê-lo. </p><p>Também é debatido o planejamento cirúrgico de Kenneth Wright para esses casos e por que a fórmula "augmented" pode hipercorrigir em pacientes com hipermetropia elevada. Um segundo caso clínico, de uma menina que tinha estrabismo totalmente acomodativo e deteriorou, ilustra como comunicar à família a transição para a cirurgia sem gerar insegurança. A comunicação médico-paciente, a importância de antecipar a história natural da doença e o que colocar no termo de consentimento cirúrgico fecham o episódio com reflexões práticas para o consultório.</p><p><strong>Do diagnóstico à sala de cirurgia:</strong></p><ul><li>Como calcular o volume cirúrgico nos pacientes autohipermétropes</li><li>Entenda por que o óculos bifocal pode criar falsas expectativas nos pais</li><li>O que incluir no termo de consentimento para evitar mal-entendidos</li></ul><p> </p><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p><strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP.  <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p><strong>Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição.  <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p> </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00:00 — Apresentação do podcast e tema do episódio<br>01:20 — Os 4 casos de esotropia parcialmente acomodativa no mesmo dia cirúrgico<br>03:45 — Diagnóstico e prescrição do bifocal executive: como funciona e onde fazer<br>07:10 — Acompanhamento das crianças com bifocal e deterioração do desvio<br>11:30 — O caso que foi direto para cirurgia sem bifocal<br>13:00 — Resultados cirúrgicos: recuo dos retos mediais e desfechos<br>15:20 — Evidências da AAPOS sobre bifocal, estereopsia e indicação cirúrgica<br>18:40 — Planejamento de Kenneth Wright e risco de hipercorreção<br>21:50 — Caso clínico da menina com estrabismo acomodativo que deteriorou<br>28:10 — A metáfora do copo com líquidos para explicar o estrabismo aos pais<br>31:00 — Comunicação médico-paciente e o termo de consentimento cirúrgico<br>34:20 — Soft skills, relação médico-paciente e encerramento</p><p><br></p><p> </p><p><strong>CONTATO</strong></p><p>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com"><strong>strabpedia@gmail.com</strong></a></p><p> </p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#Oftalmopediatria #Estrabismo #SaúdeOcular #Cirurgia #SaúdeMedica</p>]]>
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      <title>03. Esotropia Acomodativa: diagnóstico, óculos e história natural</title>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://strabpedia.com/">www.strabpedia.com</a></p><p><br></p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p>Quando uma criança de 2 a 4 anos acorda com o olho desviando para dentro, os pais entram em pânico e os médicos que não são especialistas em estrabismo ficam sem saber exatamente o que dizer. A Dra. Luisa Hopker e a Dra. Júlia Rossetto desmontam esse cenário ponto a ponto: como identificar a esotropia acomodativa no consultório, quando pedir imagem, como realizar a cicloplegia de forma confiável e por que a hipermetropia total precisa ser prescrita sem desconto. </p><p>O episódio entrega um roteiro claro, do primeiro atendimento ao retorno com óculos, incluindo o que anotar no prontuário para não perder informações entre consultas.</p><p>A conversa vai além da propedêutica e enfrenta diretamente um dos maiores pontos de atrito com as famílias: a expectativa de que cirurgia ou tampão vão substituir os óculos. As doutoras explicam por que o estrabismo acomodativo é o tipo que os oftalmologistas mais gostam e os pais menos entendem; e como a história natural da hipermetropia, que tende a aumentar antes de estabilizar e só reduz de forma discreta na adolescência, precisa ser comunicada logo na primeira consulta para evitar frustrações nas seguintes. </p><p>O episódio ancora essa discussão em dados reais de um estudo publicado no Ophthalmology em 2011, com 306 crianças acompanhadas por 9 anos, que mostra taxas de cirurgia, evolução do grau e quais pacientes tendem a se tornar totalmente ou parcialmente acomodativos.</p><p><strong>O que mais este episódio responde:</strong></p><ul><li>Como usar lentes de prova para testar desconto de grau em crianças mais velhas</li><li>Entenda quando o estrabismo parcialmente acomodativo exige indicação cirúrgica</li><li>Por que o titmus revela a evolução da visão binocular ao longo do tratamento</li></ul><p> </p><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p><strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP. <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p><strong>Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição. <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p> </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00:00 — Apresentação do podcast e tema do episódio<br>02:10 — Perfil clínico típico da esotropia acomodativa<br>05:30 — Quando pedir imagem na esotropia súbita<br>09:45 — A importância da oftalmoscopia indireta em toda dilatação<br>14:20 — Como construir o exame ao longo das consultas e registrar o que ficou pendente<br>18:00 — Cicloplegia adequada: protocolo de colírios e tempo de espera<br>23:10 — Prescrição da hipermetropia total e cálculo da distância de trabalho<br>26:40 — Retorno com óculos: classificação em acomodativo total, parcial ou não acomodativo<br>31:15 — Indicação cirúrgica no estrabismo parcialmente acomodativo<br>36:00 — História natural da hipermetropia e como orientar os pais na primeira consulta<br>42:30 — Dados do estudo de 9 anos publicado no Ophthalmology (2011)<br>47:50 — Resumo clínico do episódio e dicas culturais</p><p> </p><p><strong>CONTATO</strong></p><p>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com"><strong>strabpedia@gmail.com</strong></a></p><p><br></p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#SaúdeOcularInfantil #OftalmopediatriaEEstrabismo #EstrabismoAcomodativo #SaúdaDaVisão #DesenvolvimentoInfantil</p>]]>
      </description>
      <content:encoded>
        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://strabpedia.com/">www.strabpedia.com</a></p><p><br></p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p>Quando uma criança de 2 a 4 anos acorda com o olho desviando para dentro, os pais entram em pânico e os médicos que não são especialistas em estrabismo ficam sem saber exatamente o que dizer. A Dra. Luisa Hopker e a Dra. Júlia Rossetto desmontam esse cenário ponto a ponto: como identificar a esotropia acomodativa no consultório, quando pedir imagem, como realizar a cicloplegia de forma confiável e por que a hipermetropia total precisa ser prescrita sem desconto. </p><p>O episódio entrega um roteiro claro, do primeiro atendimento ao retorno com óculos, incluindo o que anotar no prontuário para não perder informações entre consultas.</p><p>A conversa vai além da propedêutica e enfrenta diretamente um dos maiores pontos de atrito com as famílias: a expectativa de que cirurgia ou tampão vão substituir os óculos. As doutoras explicam por que o estrabismo acomodativo é o tipo que os oftalmologistas mais gostam e os pais menos entendem; e como a história natural da hipermetropia, que tende a aumentar antes de estabilizar e só reduz de forma discreta na adolescência, precisa ser comunicada logo na primeira consulta para evitar frustrações nas seguintes. </p><p>O episódio ancora essa discussão em dados reais de um estudo publicado no Ophthalmology em 2011, com 306 crianças acompanhadas por 9 anos, que mostra taxas de cirurgia, evolução do grau e quais pacientes tendem a se tornar totalmente ou parcialmente acomodativos.</p><p><strong>O que mais este episódio responde:</strong></p><ul><li>Como usar lentes de prova para testar desconto de grau em crianças mais velhas</li><li>Entenda quando o estrabismo parcialmente acomodativo exige indicação cirúrgica</li><li>Por que o titmus revela a evolução da visão binocular ao longo do tratamento</li></ul><p> </p><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p><strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP. <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p><strong>Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição. <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p> </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00:00 — Apresentação do podcast e tema do episódio<br>02:10 — Perfil clínico típico da esotropia acomodativa<br>05:30 — Quando pedir imagem na esotropia súbita<br>09:45 — A importância da oftalmoscopia indireta em toda dilatação<br>14:20 — Como construir o exame ao longo das consultas e registrar o que ficou pendente<br>18:00 — Cicloplegia adequada: protocolo de colírios e tempo de espera<br>23:10 — Prescrição da hipermetropia total e cálculo da distância de trabalho<br>26:40 — Retorno com óculos: classificação em acomodativo total, parcial ou não acomodativo<br>31:15 — Indicação cirúrgica no estrabismo parcialmente acomodativo<br>36:00 — História natural da hipermetropia e como orientar os pais na primeira consulta<br>42:30 — Dados do estudo de 9 anos publicado no Ophthalmology (2011)<br>47:50 — Resumo clínico do episódio e dicas culturais</p><p> </p><p><strong>CONTATO</strong></p><p>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com"><strong>strabpedia@gmail.com</strong></a></p><p><br></p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#SaúdeOcularInfantil #OftalmopediatriaEEstrabismo #EstrabismoAcomodativo #SaúdaDaVisão #DesenvolvimentoInfantil</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 21 Apr 2026 18:15:26 -0300</pubDate>
      <author>Julia Rossetto / Luisa Hopker</author>
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        <![CDATA[<p>Na Strabpedia você tem acesso a todo material que você precisa para se manter atualizado em estrabismo e oftalmopediatria. <a href="https://strabpedia.com/">www.strabpedia.com</a></p><p><br></p><p><strong>DESCRIÇÃO</strong></p><p>Quando uma criança de 2 a 4 anos acorda com o olho desviando para dentro, os pais entram em pânico e os médicos que não são especialistas em estrabismo ficam sem saber exatamente o que dizer. A Dra. Luisa Hopker e a Dra. Júlia Rossetto desmontam esse cenário ponto a ponto: como identificar a esotropia acomodativa no consultório, quando pedir imagem, como realizar a cicloplegia de forma confiável e por que a hipermetropia total precisa ser prescrita sem desconto. </p><p>O episódio entrega um roteiro claro, do primeiro atendimento ao retorno com óculos, incluindo o que anotar no prontuário para não perder informações entre consultas.</p><p>A conversa vai além da propedêutica e enfrenta diretamente um dos maiores pontos de atrito com as famílias: a expectativa de que cirurgia ou tampão vão substituir os óculos. As doutoras explicam por que o estrabismo acomodativo é o tipo que os oftalmologistas mais gostam e os pais menos entendem; e como a história natural da hipermetropia, que tende a aumentar antes de estabilizar e só reduz de forma discreta na adolescência, precisa ser comunicada logo na primeira consulta para evitar frustrações nas seguintes. </p><p>O episódio ancora essa discussão em dados reais de um estudo publicado no Ophthalmology em 2011, com 306 crianças acompanhadas por 9 anos, que mostra taxas de cirurgia, evolução do grau e quais pacientes tendem a se tornar totalmente ou parcialmente acomodativos.</p><p><strong>O que mais este episódio responde:</strong></p><ul><li>Como usar lentes de prova para testar desconto de grau em crianças mais velhas</li><li>Entenda quando o estrabismo parcialmente acomodativo exige indicação cirúrgica</li><li>Por que o titmus revela a evolução da visão binocular ao longo do tratamento</li></ul><p> </p><p><strong>PARTICIPANTES</strong></p><p><strong>Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutorado e fellowship em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP. <a href="https://go.bdg.fm/ldJBis">https://go.bdg.fm/ldJBis</a></p><p><strong>Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutorado pela UNIFESP e está atualmente no Pós Doutorado na mesma instituição. <a href="https://go.bdg.fm/3Z0CMn">https://go.bdg.fm/3Z0CMn</a></p><p> </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00:00 — Apresentação do podcast e tema do episódio<br>02:10 — Perfil clínico típico da esotropia acomodativa<br>05:30 — Quando pedir imagem na esotropia súbita<br>09:45 — A importância da oftalmoscopia indireta em toda dilatação<br>14:20 — Como construir o exame ao longo das consultas e registrar o que ficou pendente<br>18:00 — Cicloplegia adequada: protocolo de colírios e tempo de espera<br>23:10 — Prescrição da hipermetropia total e cálculo da distância de trabalho<br>26:40 — Retorno com óculos: classificação em acomodativo total, parcial ou não acomodativo<br>31:15 — Indicação cirúrgica no estrabismo parcialmente acomodativo<br>36:00 — História natural da hipermetropia e como orientar os pais na primeira consulta<br>42:30 — Dados do estudo de 9 anos publicado no Ophthalmology (2011)<br>47:50 — Resumo clínico do episódio e dicas culturais</p><p> </p><p><strong>CONTATO</strong></p><p>Está com dúvida? Entre em contato pelo nosso <a href="mailto:strabpedia@gmail.com"><strong>strabpedia@gmail.com</strong></a></p><p><br></p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#SaúdeOcularInfantil #OftalmopediatriaEEstrabismo #EstrabismoAcomodativo #SaúdaDaVisão #DesenvolvimentoInfantil</p>]]>
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      <title>02. Exotropia Intermitente: caso clínico e conduta cirúrgica</title>
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        <![CDATA[<p>"O arroz com feijão do estrabismo a gente tem que saber matar no peito." É com essa clareza que Luisa Hopker e Júlia Rossetto abrem a discussão de dois casos reais de exotropia intermitente, mostrando como transformar fundamentos técnicos em decisões concretas dentro do escritório. O episódio parte de uma criança de 5 anos com desvio de 30 dioptrias para longe e 20 para perto e usa esse caso para construir uma tabela prática de recuos dos retos laterais, com números que variam de acordo com uma magnitude do desvio e uma passagem etária da criança.</p><p>Um papo de segurança para um segundo caso: uma criança que chegou em nós de calças negativas, com indicação de cirúrgica clara e cujos estavam em busca de uma segunda opinião. A partir daí, as duas especialistas discutem um tema que raramente aparece em podcasts médicos: como orientar uma família quando a condensação anterior da sua, sem desqualificar o colega, sem fugir da sua opinião e sem cair nas armas que os próprios pacientes criam. A ideia central do episódio é que você saiu com uma estrutura de condomínio sólida, capaz de ser adaptada a diferentes apresentações clínicas da exotropia intermitente, e não apenas com a análise de um caso isolado. E tem mais:</p><ul><li>Entenda quando operar apenas um reto lateral</li><li>Como lidar com ET residual nos primeiros dias pós-operatórios</li><li>Quando e como comunicar discordância sem expor o colega</li></ul><p><br><strong>PARTICIPANTESES</strong></p><p><strong>Uma Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutado e companheirismo em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP</p><p><strong>Uma Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutado pela UNIFESP e está atualemente no Pós Doutado na mesma instituição. </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00h00 — Apresentação do podcast e proposta do episódio<br>01:20 — Caso 1: menino de 5 anos com XT intermitente de 30 dioptrias<br>03:10 — Tabela de recuos dos retos laterais: a lógica por trás dos números<br>06:45 — Ajustes por passagem e desvio para perto<br>09:30 — ET residual nos primeiros dias e quando se preparar<br>11:50 — Júlia comenta o caso e reabastece a linha norteadora<br>14:20 — Caso 2: criança como euo prévio de lentes negativas e indicação cirúrgica<br>17:40 — Como abordar pais quando a condenduta anterior é diferente da sua<br>22:10 — Armadilhas que os pacientes criam para confrontar médicos<br>26h00 — Nota técnica da SBOP e o papel da evidência na consulta<br>29:30 — Resumo dos dois casos e mensagens finais</p><p><br></p><p>Gostou? veja mais na https://strabpedia.com</p><p><br></p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#OftalmologiaPediática #Estrabismo #Sa#CirurgiaOftalmolúdeOcular #Salógica údeInfantil</p>]]>
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        <![CDATA[<p>"O arroz com feijão do estrabismo a gente tem que saber matar no peito." É com essa clareza que Luisa Hopker e Júlia Rossetto abrem a discussão de dois casos reais de exotropia intermitente, mostrando como transformar fundamentos técnicos em decisões concretas dentro do escritório. O episódio parte de uma criança de 5 anos com desvio de 30 dioptrias para longe e 20 para perto e usa esse caso para construir uma tabela prática de recuos dos retos laterais, com números que variam de acordo com uma magnitude do desvio e uma passagem etária da criança.</p><p>Um papo de segurança para um segundo caso: uma criança que chegou em nós de calças negativas, com indicação de cirúrgica clara e cujos estavam em busca de uma segunda opinião. A partir daí, as duas especialistas discutem um tema que raramente aparece em podcasts médicos: como orientar uma família quando a condensação anterior da sua, sem desqualificar o colega, sem fugir da sua opinião e sem cair nas armas que os próprios pacientes criam. A ideia central do episódio é que você saiu com uma estrutura de condomínio sólida, capaz de ser adaptada a diferentes apresentações clínicas da exotropia intermitente, e não apenas com a análise de um caso isolado. E tem mais:</p><ul><li>Entenda quando operar apenas um reto lateral</li><li>Como lidar com ET residual nos primeiros dias pós-operatórios</li><li>Quando e como comunicar discordância sem expor o colega</li></ul><p><br><strong>PARTICIPANTESES</strong></p><p><strong>Uma Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutado e companheirismo em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP</p><p><strong>Uma Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutado pela UNIFESP e está atualemente no Pós Doutado na mesma instituição. </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00h00 — Apresentação do podcast e proposta do episódio<br>01:20 — Caso 1: menino de 5 anos com XT intermitente de 30 dioptrias<br>03:10 — Tabela de recuos dos retos laterais: a lógica por trás dos números<br>06:45 — Ajustes por passagem e desvio para perto<br>09:30 — ET residual nos primeiros dias e quando se preparar<br>11:50 — Júlia comenta o caso e reabastece a linha norteadora<br>14:20 — Caso 2: criança como euo prévio de lentes negativas e indicação cirúrgica<br>17:40 — Como abordar pais quando a condenduta anterior é diferente da sua<br>22:10 — Armadilhas que os pacientes criam para confrontar médicos<br>26h00 — Nota técnica da SBOP e o papel da evidência na consulta<br>29:30 — Resumo dos dois casos e mensagens finais</p><p><br></p><p>Gostou? veja mais na https://strabpedia.com</p><p><br></p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#OftalmologiaPediática #Estrabismo #Sa#CirurgiaOftalmolúdeOcular #Salógica údeInfantil</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 18:31:39 -0300</pubDate>
      <author>Julia Rossetto / Luisa Hopker</author>
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        <![CDATA[<p>"O arroz com feijão do estrabismo a gente tem que saber matar no peito." É com essa clareza que Luisa Hopker e Júlia Rossetto abrem a discussão de dois casos reais de exotropia intermitente, mostrando como transformar fundamentos técnicos em decisões concretas dentro do escritório. O episódio parte de uma criança de 5 anos com desvio de 30 dioptrias para longe e 20 para perto e usa esse caso para construir uma tabela prática de recuos dos retos laterais, com números que variam de acordo com uma magnitude do desvio e uma passagem etária da criança.</p><p>Um papo de segurança para um segundo caso: uma criança que chegou em nós de calças negativas, com indicação de cirúrgica clara e cujos estavam em busca de uma segunda opinião. A partir daí, as duas especialistas discutem um tema que raramente aparece em podcasts médicos: como orientar uma família quando a condensação anterior da sua, sem desqualificar o colega, sem fugir da sua opinião e sem cair nas armas que os próprios pacientes criam. A ideia central do episódio é que você saiu com uma estrutura de condomínio sólida, capaz de ser adaptada a diferentes apresentações clínicas da exotropia intermitente, e não apenas com a análise de um caso isolado. E tem mais:</p><ul><li>Entenda quando operar apenas um reto lateral</li><li>Como lidar com ET residual nos primeiros dias pós-operatórios</li><li>Quando e como comunicar discordância sem expor o colega</li></ul><p><br><strong>PARTICIPANTESES</strong></p><p><strong>Uma Dra. Júlia Dutra Rossetto </strong> - Mestrado, Doutado e companheirismo em Oftalmopediatria e Estrabismo na UNIFESP</p><p><strong>Uma Dra. Luisa Moreira Hopker</strong> - Doutado pela UNIFESP e está atualemente no Pós Doutado na mesma instituição. </p><p><strong>CAPÍTULOS</strong></p><p>00h00 — Apresentação do podcast e proposta do episódio<br>01:20 — Caso 1: menino de 5 anos com XT intermitente de 30 dioptrias<br>03:10 — Tabela de recuos dos retos laterais: a lógica por trás dos números<br>06:45 — Ajustes por passagem e desvio para perto<br>09:30 — ET residual nos primeiros dias e quando se preparar<br>11:50 — Júlia comenta o caso e reabastece a linha norteadora<br>14:20 — Caso 2: criança como euo prévio de lentes negativas e indicação cirúrgica<br>17:40 — Como abordar pais quando a condenduta anterior é diferente da sua<br>22:10 — Armadilhas que os pacientes criam para confrontar médicos<br>26h00 — Nota técnica da SBOP e o papel da evidência na consulta<br>29:30 — Resumo dos dois casos e mensagens finais</p><p><br></p><p>Gostou? veja mais na https://strabpedia.com</p><p><br></p><p><strong>HASHTAGS</strong></p><p>#OftalmologiaPediática #Estrabismo #Sa#CirurgiaOftalmolúdeOcular #Salógica údeInfantil</p>]]>
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      <title>01. Exotropia intermitente na vida real</title>
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        <![CDATA[<p>Neste episódio do "Entre Olhares", discutimos a avaliação e o manejo da exotropia intermitente em crianças. Abordamos desde a importância da anamnese detalhada e da observação clínica até estratégias práticas para medir o desvio ocular e comunicar-se de forma empática com as famílias. Abordamos ainda formas práticas de acompanhar este estrabismo e o papel da comunicação clara para apoiar pais e pacientes. Encerramos com dicas culturais e um convite para aprofundar o tema em nossa plataforma de ensino.</p><p><a href="https://www.scielo.br/j/abo/a/stNgM3n3dRMwK5n9FttscZh/?format=html&amp;lang=en">Artigo citado no episódio</a>. </p><p><strong>Capítulos:</strong></p><p>(00:00:03) "Introdução ao Podcast e Apresentação do Tema" - Apresentação do podcast, participantes e introdução ao tema: exotropia intermitente em crianças.</p><p>(00:01:42) "Primeiros Passos na Avaliação Clínica" - Importância da observação e anamnese para entender o controle do desvio.</p><p>(00:02:32) "Perguntas-Chave aos Pais e Comunicação" - Frequência, situações do desvio e abordagem para obter informações dos pais.</p><p>(00:03:28) "Construção de Confiança com a Família" - Como comunicação eficaz e empatia facilitam decisões futuras.</p><p>(00:04:20) "Leitura Emocional da Família e Impacto no Manejo" - Percepção do impacto emocional nos pais e ajuste da conduta.</p><p>(00:05:02) "Estratégias de Comunicação e Experiência Clínica" - Ferramentas de comunicação e adaptação conforme resposta familiar.</p><p>(00:05:51) "Entendendo a Angústia dos Pais e Adequando a Conduta" - Lidar com diferentes preocupações e ajustar indicação de tratamento.</p><p>(00:06:39) "Avaliando o Grau de Incômodo e Engajamento Familiar" - Perguntar sobre incômodo e identificar famílias em negação ou desconexão.</p><p>(00:08:39) "Check-list da Propedêutica Básica" - Passo a passo do exame: acuidade, fixação, instrumentos e adaptação à idade.</p><p>(00:09:34) "Ordem dos Testes e Dicas Práticas" - Discussão sobre ordem dos exames, Titmus, visão, versões e medidas.</p><p>(00:11:23) "Medição do Desvio e Controle" - Avaliação do controle, velocidade de fixação e técnicas para maior desvio.</p><p>(00:13:15) "Diferenciação dos Tipos de Desvio" - Lentes positivas, oclusão e diferenciação entre tipos de desvio.</p><p>(00:15:33) "Estratégias para Medidas Precisas e Seguimento" - Dividir exames em consultas e garantir refração adequada.</p><p>(00:17:39) "Classificação Prática do Controle do Desvio" - Escalas práticas para classificar e registrar o controle do desvio.</p><p>(00:19:16) "Importância da Estereopsia e Critérios Cirúrgicos" - Monitoramento da estereopsia como critério para cirurgia.</p><p>(00:19:56) "Explicando a Fisiologia para a Família" - Explicação sobre alinhamento, supressão e desenvolvimento visual.</p><p>(00:21:24) "Momento Pérolas: Causos e Mitos" - Relatos de mitos sobre XT, idades para operar e falta de tratamento.</p><p>(00:23:25) "Dica de Leitura Científica" - Sugestão de editorial sobre manejo da exotropia intermitente.</p><p>(00:24:34) "Resumo dos Destaques do Episódio" - Revisão dos pontos essenciais e recomendações práticas.</p><p>(00:26:11) "Dica Cultural e Reflexão sobre Imprevisibilidade" - Reflexão sobre imprevisibilidade no estrabismo e acolhimento.</p><p>(00:29:49) "Dica Musical: 'Tanto Amar' de Chico Buarque" - Sugestão musical que faz alusão ao estrabismo.</p><p>(00:30:57) "Encerramento e Divulgação" - Encerramento, convite para conhecer a plataforma e redes sociais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Neste episódio do "Entre Olhares", discutimos a avaliação e o manejo da exotropia intermitente em crianças. Abordamos desde a importância da anamnese detalhada e da observação clínica até estratégias práticas para medir o desvio ocular e comunicar-se de forma empática com as famílias. Abordamos ainda formas práticas de acompanhar este estrabismo e o papel da comunicação clara para apoiar pais e pacientes. Encerramos com dicas culturais e um convite para aprofundar o tema em nossa plataforma de ensino.</p><p><a href="https://www.scielo.br/j/abo/a/stNgM3n3dRMwK5n9FttscZh/?format=html&amp;lang=en">Artigo citado no episódio</a>. </p><p><strong>Capítulos:</strong></p><p>(00:00:03) "Introdução ao Podcast e Apresentação do Tema" - Apresentação do podcast, participantes e introdução ao tema: exotropia intermitente em crianças.</p><p>(00:01:42) "Primeiros Passos na Avaliação Clínica" - Importância da observação e anamnese para entender o controle do desvio.</p><p>(00:02:32) "Perguntas-Chave aos Pais e Comunicação" - Frequência, situações do desvio e abordagem para obter informações dos pais.</p><p>(00:03:28) "Construção de Confiança com a Família" - Como comunicação eficaz e empatia facilitam decisões futuras.</p><p>(00:04:20) "Leitura Emocional da Família e Impacto no Manejo" - Percepção do impacto emocional nos pais e ajuste da conduta.</p><p>(00:05:02) "Estratégias de Comunicação e Experiência Clínica" - Ferramentas de comunicação e adaptação conforme resposta familiar.</p><p>(00:05:51) "Entendendo a Angústia dos Pais e Adequando a Conduta" - Lidar com diferentes preocupações e ajustar indicação de tratamento.</p><p>(00:06:39) "Avaliando o Grau de Incômodo e Engajamento Familiar" - Perguntar sobre incômodo e identificar famílias em negação ou desconexão.</p><p>(00:08:39) "Check-list da Propedêutica Básica" - Passo a passo do exame: acuidade, fixação, instrumentos e adaptação à idade.</p><p>(00:09:34) "Ordem dos Testes e Dicas Práticas" - Discussão sobre ordem dos exames, Titmus, visão, versões e medidas.</p><p>(00:11:23) "Medição do Desvio e Controle" - Avaliação do controle, velocidade de fixação e técnicas para maior desvio.</p><p>(00:13:15) "Diferenciação dos Tipos de Desvio" - Lentes positivas, oclusão e diferenciação entre tipos de desvio.</p><p>(00:15:33) "Estratégias para Medidas Precisas e Seguimento" - Dividir exames em consultas e garantir refração adequada.</p><p>(00:17:39) "Classificação Prática do Controle do Desvio" - Escalas práticas para classificar e registrar o controle do desvio.</p><p>(00:19:16) "Importância da Estereopsia e Critérios Cirúrgicos" - Monitoramento da estereopsia como critério para cirurgia.</p><p>(00:19:56) "Explicando a Fisiologia para a Família" - Explicação sobre alinhamento, supressão e desenvolvimento visual.</p><p>(00:21:24) "Momento Pérolas: Causos e Mitos" - Relatos de mitos sobre XT, idades para operar e falta de tratamento.</p><p>(00:23:25) "Dica de Leitura Científica" - Sugestão de editorial sobre manejo da exotropia intermitente.</p><p>(00:24:34) "Resumo dos Destaques do Episódio" - Revisão dos pontos essenciais e recomendações práticas.</p><p>(00:26:11) "Dica Cultural e Reflexão sobre Imprevisibilidade" - Reflexão sobre imprevisibilidade no estrabismo e acolhimento.</p><p>(00:29:49) "Dica Musical: 'Tanto Amar' de Chico Buarque" - Sugestão musical que faz alusão ao estrabismo.</p><p>(00:30:57) "Encerramento e Divulgação" - Encerramento, convite para conhecer a plataforma e redes sociais.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 02 Feb 2026 14:40:34 -0300</pubDate>
      <author>Julia Rossetto / Luisa Hopker</author>
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        <![CDATA[<p>Neste episódio do "Entre Olhares", discutimos a avaliação e o manejo da exotropia intermitente em crianças. Abordamos desde a importância da anamnese detalhada e da observação clínica até estratégias práticas para medir o desvio ocular e comunicar-se de forma empática com as famílias. Abordamos ainda formas práticas de acompanhar este estrabismo e o papel da comunicação clara para apoiar pais e pacientes. Encerramos com dicas culturais e um convite para aprofundar o tema em nossa plataforma de ensino.</p><p><a href="https://www.scielo.br/j/abo/a/stNgM3n3dRMwK5n9FttscZh/?format=html&amp;lang=en">Artigo citado no episódio</a>. </p><p><strong>Capítulos:</strong></p><p>(00:00:03) "Introdução ao Podcast e Apresentação do Tema" - Apresentação do podcast, participantes e introdução ao tema: exotropia intermitente em crianças.</p><p>(00:01:42) "Primeiros Passos na Avaliação Clínica" - Importância da observação e anamnese para entender o controle do desvio.</p><p>(00:02:32) "Perguntas-Chave aos Pais e Comunicação" - Frequência, situações do desvio e abordagem para obter informações dos pais.</p><p>(00:03:28) "Construção de Confiança com a Família" - Como comunicação eficaz e empatia facilitam decisões futuras.</p><p>(00:04:20) "Leitura Emocional da Família e Impacto no Manejo" - Percepção do impacto emocional nos pais e ajuste da conduta.</p><p>(00:05:02) "Estratégias de Comunicação e Experiência Clínica" - Ferramentas de comunicação e adaptação conforme resposta familiar.</p><p>(00:05:51) "Entendendo a Angústia dos Pais e Adequando a Conduta" - Lidar com diferentes preocupações e ajustar indicação de tratamento.</p><p>(00:06:39) "Avaliando o Grau de Incômodo e Engajamento Familiar" - Perguntar sobre incômodo e identificar famílias em negação ou desconexão.</p><p>(00:08:39) "Check-list da Propedêutica Básica" - Passo a passo do exame: acuidade, fixação, instrumentos e adaptação à idade.</p><p>(00:09:34) "Ordem dos Testes e Dicas Práticas" - Discussão sobre ordem dos exames, Titmus, visão, versões e medidas.</p><p>(00:11:23) "Medição do Desvio e Controle" - Avaliação do controle, velocidade de fixação e técnicas para maior desvio.</p><p>(00:13:15) "Diferenciação dos Tipos de Desvio" - Lentes positivas, oclusão e diferenciação entre tipos de desvio.</p><p>(00:15:33) "Estratégias para Medidas Precisas e Seguimento" - Dividir exames em consultas e garantir refração adequada.</p><p>(00:17:39) "Classificação Prática do Controle do Desvio" - Escalas práticas para classificar e registrar o controle do desvio.</p><p>(00:19:16) "Importância da Estereopsia e Critérios Cirúrgicos" - Monitoramento da estereopsia como critério para cirurgia.</p><p>(00:19:56) "Explicando a Fisiologia para a Família" - Explicação sobre alinhamento, supressão e desenvolvimento visual.</p><p>(00:21:24) "Momento Pérolas: Causos e Mitos" - Relatos de mitos sobre XT, idades para operar e falta de tratamento.</p><p>(00:23:25) "Dica de Leitura Científica" - Sugestão de editorial sobre manejo da exotropia intermitente.</p><p>(00:24:34) "Resumo dos Destaques do Episódio" - Revisão dos pontos essenciais e recomendações práticas.</p><p>(00:26:11) "Dica Cultural e Reflexão sobre Imprevisibilidade" - Reflexão sobre imprevisibilidade no estrabismo e acolhimento.</p><p>(00:29:49) "Dica Musical: 'Tanto Amar' de Chico Buarque" - Sugestão musical que faz alusão ao estrabismo.</p><p>(00:30:57) "Encerramento e Divulgação" - Encerramento, convite para conhecer a plataforma e redes sociais.</p>]]>
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