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    <description>Entrevistas com os principais líderes políticos de Minas Gerais e do país sobre os assuntos mais evidentes da semana. Presidente, governadores, senadores, deputados, vereadores e representantes de entidades são questionados sobre tudo aquilo que o cidadão quer saber.  </description>
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      <title>Álvaro Damião | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União), criticou o projeto do Rodoanel e defendeu que os investimentos em mobilidade urbana priorizem a recuperação do Anel Rodoviário já existente. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube nesta quarta-feira (8/4), o chefe do Executivo questionou a criação de novas estruturas antes da solução dos problemas atuais. “Nós já temos o Anel Rodoviário. Por que você vai fazer o Rodoanel se você não tem o Anel rodoviário da forma como você gostaria de ter? Por que fazer outro se o atual não está pronto?”, afirmou.</p><p>Questionado sobre o aumento de radares no Anel, Damião defendeu medidas mais rígidas de fiscalização para reduzir acidentes e cobrou mudança de comportamento dos motoristas, especialmente de veículos pesados. Segundo ele, ações educativas não têm sido suficientes. “Mas isso tem que ser na marra, infelizmente. Tem que ser na marra, porque se for só na educação, só na placa lá em cima, falando ‘utilize a faixa da direita’, não utiliza, não. Caminhão anda na faixa da esquerda, carro pequeno anda na faixa da direita, e aí você tem acidente o tempo inteiro”, disse.</p><p>Durante a entrevista, Damião classificou ainda o subsídio pago pelo município ao transporte coletivo como um dos principais fatores de pressão sobre o orçamento. “Ele é o vilão. Mas o que você quer que eu faça? Se eu não subsidiar, a passagem vai lá para cima e quem paga é o trabalhador”, afirmou. O prefeito voltou a defender uma solução nacional para o financiamento do sistema. “Eu apresentei para o presidente uma proposta de nós criarmos no Brasil o SUS do transporte público, porque não é possível que só o município fique responsável por isso”, disse.</p><p>Ao comentar a previsão de déficit no orçamento da prefeitura, Damião negou cortes na área da saúde e afirmou que a estratégia da gestão passa por reorganização administrativa. “Não tem corte. O que nós estamos fazendo é o remanejamento, é ajustar a máquina para gastar melhor”, pontuou. O prefeito citou ainda a necessidade de revisão de funções dentro da administração municipal. “Às vezes tem três pessoas fazendo a mesma coisa. Para que três pessoas fazendo a mesma coisa? Então é isso que a gente está corrigindo”, afirmou.</p><p>Sobre o pedido de empréstimo de R$ 420 milhões voltado à área ambiental, Damião disse que os recursos serão aplicados em ações estruturais, como drenagem e combate a lixões, ainda que não tragam retorno político imediato. “É obra que não aparece, é obra que não dá voto, mas é necessária. Se você não fizer drenagem, se você não cuidar da cidade, o problema volta lá na frente”, declarou.</p><p>Ao comentar a atuação da prefeitura no entorno da Arena MRV, o prefeito afirmou que o poder público não deve atuar como sócio de empreendimentos privados. “Para mim, empreendedor não é sócio da prefeitura. A prefeitura não pode ser sócia de quem quer empreender na cidade. A prefeitura tem que dar condição para que a cidade funcione”, declarou.</p><p>Relação política <br>Na articulação política, o prefeito negou qualquer desgaste com o PSD após a morte do ex-prefeito Fuad Noman e afirmou que a relação com o partido segue institucional. “Nunca teve, nunca teve problema. Da minha parte, depois da morte do Fuad, eu conversei com todos os partidos, inclusive com o PSD”, disse. Segundo ele, a legenda permanece na base aliada. “Os três vereadores do PSD são da base, continuam na base. Não tem problema nenhum com o PSD”, afirmou.</p><p><br>Sobre o cenário eleitoral em Minas Gerais, Damião disse que a federação entre União Brasil e PP não tem compromisso prévio de apoio ao vice-governador Mateus Simões (PSD) em uma eventual disputa pelo governo do Estado. “Não tem nada definido. Vai depender das propostas, do que for melhor para Belo Horizonte, para Minas Gerais. A gente vai conversar lá na frente”, afirmou. Ele também ponderou que o cenário ainda é incerto. “Não tem por que definir agora, até porque tem candidato que não sabe nem se vai ser candidato”, disse.</p><p>Questionado sobre a ausência na posse de Simões, o prefeito negou motivação política. “Não tem nada a ver com política, não tem lado A nem lado B nisso. Foi questão de agenda”, afirmou.</p><p>Apesar da indefinição para o governo estadual, Damião declarou apoio ao ex-secretário de Governo Marcelo Aro (PP) para o Senado. “Esse compromisso é meu”, disse.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União), criticou o projeto do Rodoanel e defendeu que os investimentos em mobilidade urbana priorizem a recuperação do Anel Rodoviário já existente. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube nesta quarta-feira (8/4), o chefe do Executivo questionou a criação de novas estruturas antes da solução dos problemas atuais. “Nós já temos o Anel Rodoviário. Por que você vai fazer o Rodoanel se você não tem o Anel rodoviário da forma como você gostaria de ter? Por que fazer outro se o atual não está pronto?”, afirmou.</p><p>Questionado sobre o aumento de radares no Anel, Damião defendeu medidas mais rígidas de fiscalização para reduzir acidentes e cobrou mudança de comportamento dos motoristas, especialmente de veículos pesados. Segundo ele, ações educativas não têm sido suficientes. “Mas isso tem que ser na marra, infelizmente. Tem que ser na marra, porque se for só na educação, só na placa lá em cima, falando ‘utilize a faixa da direita’, não utiliza, não. Caminhão anda na faixa da esquerda, carro pequeno anda na faixa da direita, e aí você tem acidente o tempo inteiro”, disse.</p><p>Durante a entrevista, Damião classificou ainda o subsídio pago pelo município ao transporte coletivo como um dos principais fatores de pressão sobre o orçamento. “Ele é o vilão. Mas o que você quer que eu faça? Se eu não subsidiar, a passagem vai lá para cima e quem paga é o trabalhador”, afirmou. O prefeito voltou a defender uma solução nacional para o financiamento do sistema. “Eu apresentei para o presidente uma proposta de nós criarmos no Brasil o SUS do transporte público, porque não é possível que só o município fique responsável por isso”, disse.</p><p>Ao comentar a previsão de déficit no orçamento da prefeitura, Damião negou cortes na área da saúde e afirmou que a estratégia da gestão passa por reorganização administrativa. “Não tem corte. O que nós estamos fazendo é o remanejamento, é ajustar a máquina para gastar melhor”, pontuou. O prefeito citou ainda a necessidade de revisão de funções dentro da administração municipal. “Às vezes tem três pessoas fazendo a mesma coisa. Para que três pessoas fazendo a mesma coisa? Então é isso que a gente está corrigindo”, afirmou.</p><p>Sobre o pedido de empréstimo de R$ 420 milhões voltado à área ambiental, Damião disse que os recursos serão aplicados em ações estruturais, como drenagem e combate a lixões, ainda que não tragam retorno político imediato. “É obra que não aparece, é obra que não dá voto, mas é necessária. Se você não fizer drenagem, se você não cuidar da cidade, o problema volta lá na frente”, declarou.</p><p>Ao comentar a atuação da prefeitura no entorno da Arena MRV, o prefeito afirmou que o poder público não deve atuar como sócio de empreendimentos privados. “Para mim, empreendedor não é sócio da prefeitura. A prefeitura não pode ser sócia de quem quer empreender na cidade. A prefeitura tem que dar condição para que a cidade funcione”, declarou.</p><p>Relação política <br>Na articulação política, o prefeito negou qualquer desgaste com o PSD após a morte do ex-prefeito Fuad Noman e afirmou que a relação com o partido segue institucional. “Nunca teve, nunca teve problema. Da minha parte, depois da morte do Fuad, eu conversei com todos os partidos, inclusive com o PSD”, disse. Segundo ele, a legenda permanece na base aliada. “Os três vereadores do PSD são da base, continuam na base. Não tem problema nenhum com o PSD”, afirmou.</p><p><br>Sobre o cenário eleitoral em Minas Gerais, Damião disse que a federação entre União Brasil e PP não tem compromisso prévio de apoio ao vice-governador Mateus Simões (PSD) em uma eventual disputa pelo governo do Estado. “Não tem nada definido. Vai depender das propostas, do que for melhor para Belo Horizonte, para Minas Gerais. A gente vai conversar lá na frente”, afirmou. Ele também ponderou que o cenário ainda é incerto. “Não tem por que definir agora, até porque tem candidato que não sabe nem se vai ser candidato”, disse.</p><p>Questionado sobre a ausência na posse de Simões, o prefeito negou motivação política. “Não tem nada a ver com política, não tem lado A nem lado B nisso. Foi questão de agenda”, afirmou.</p><p>Apesar da indefinição para o governo estadual, Damião declarou apoio ao ex-secretário de Governo Marcelo Aro (PP) para o Senado. “Esse compromisso é meu”, disse.<br></p>]]>
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      <pubDate>Wed, 08 Apr 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União), criticou o projeto do Rodoanel e defendeu que os investimentos em mobilidade urbana priorizem a recuperação do Anel Rodoviário já existente. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube nesta quarta-feira (8/4), o chefe do Executivo questionou a criação de novas estruturas antes da solução dos problemas atuais. “Nós já temos o Anel Rodoviário. Por que você vai fazer o Rodoanel se você não tem o Anel rodoviário da forma como você gostaria de ter? Por que fazer outro se o atual não está pronto?”, afirmou.</p><p>Questionado sobre o aumento de radares no Anel, Damião defendeu medidas mais rígidas de fiscalização para reduzir acidentes e cobrou mudança de comportamento dos motoristas, especialmente de veículos pesados. Segundo ele, ações educativas não têm sido suficientes. “Mas isso tem que ser na marra, infelizmente. Tem que ser na marra, porque se for só na educação, só na placa lá em cima, falando ‘utilize a faixa da direita’, não utiliza, não. Caminhão anda na faixa da esquerda, carro pequeno anda na faixa da direita, e aí você tem acidente o tempo inteiro”, disse.</p><p>Durante a entrevista, Damião classificou ainda o subsídio pago pelo município ao transporte coletivo como um dos principais fatores de pressão sobre o orçamento. “Ele é o vilão. Mas o que você quer que eu faça? Se eu não subsidiar, a passagem vai lá para cima e quem paga é o trabalhador”, afirmou. O prefeito voltou a defender uma solução nacional para o financiamento do sistema. “Eu apresentei para o presidente uma proposta de nós criarmos no Brasil o SUS do transporte público, porque não é possível que só o município fique responsável por isso”, disse.</p><p>Ao comentar a previsão de déficit no orçamento da prefeitura, Damião negou cortes na área da saúde e afirmou que a estratégia da gestão passa por reorganização administrativa. “Não tem corte. O que nós estamos fazendo é o remanejamento, é ajustar a máquina para gastar melhor”, pontuou. O prefeito citou ainda a necessidade de revisão de funções dentro da administração municipal. “Às vezes tem três pessoas fazendo a mesma coisa. Para que três pessoas fazendo a mesma coisa? Então é isso que a gente está corrigindo”, afirmou.</p><p>Sobre o pedido de empréstimo de R$ 420 milhões voltado à área ambiental, Damião disse que os recursos serão aplicados em ações estruturais, como drenagem e combate a lixões, ainda que não tragam retorno político imediato. “É obra que não aparece, é obra que não dá voto, mas é necessária. Se você não fizer drenagem, se você não cuidar da cidade, o problema volta lá na frente”, declarou.</p><p>Ao comentar a atuação da prefeitura no entorno da Arena MRV, o prefeito afirmou que o poder público não deve atuar como sócio de empreendimentos privados. “Para mim, empreendedor não é sócio da prefeitura. A prefeitura não pode ser sócia de quem quer empreender na cidade. A prefeitura tem que dar condição para que a cidade funcione”, declarou.</p><p>Relação política <br>Na articulação política, o prefeito negou qualquer desgaste com o PSD após a morte do ex-prefeito Fuad Noman e afirmou que a relação com o partido segue institucional. “Nunca teve, nunca teve problema. Da minha parte, depois da morte do Fuad, eu conversei com todos os partidos, inclusive com o PSD”, disse. Segundo ele, a legenda permanece na base aliada. “Os três vereadores do PSD são da base, continuam na base. Não tem problema nenhum com o PSD”, afirmou.</p><p><br>Sobre o cenário eleitoral em Minas Gerais, Damião disse que a federação entre União Brasil e PP não tem compromisso prévio de apoio ao vice-governador Mateus Simões (PSD) em uma eventual disputa pelo governo do Estado. “Não tem nada definido. Vai depender das propostas, do que for melhor para Belo Horizonte, para Minas Gerais. A gente vai conversar lá na frente”, afirmou. Ele também ponderou que o cenário ainda é incerto. “Não tem por que definir agora, até porque tem candidato que não sabe nem se vai ser candidato”, disse.</p><p>Questionado sobre a ausência na posse de Simões, o prefeito negou motivação política. “Não tem nada a ver com política, não tem lado A nem lado B nisso. Foi questão de agenda”, afirmou.</p><p>Apesar da indefinição para o governo estadual, Damião declarou apoio ao ex-secretário de Governo Marcelo Aro (PP) para o Senado. “Esse compromisso é meu”, disse.<br></p>]]>
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      <title>Elisa Araújo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A prefeita de Uberaba, Elisa Araújo (PSD), afirmou que o atual modelo de financiamento do transporte público urbano é insustentável para os municípios e defendeu a criação de uma fonte permanente de subsídio por parte do governo federal. Segundo ela, sem uma mudança estrutural, cidades de médio e grande porte correm o risco de enfrentar o colapso do sistema.</p><p>A declaração foi feita durante participação no Café com Política, podcast do canal de O TEMPO no YouTube, com a apresentação de Léo Mendes. Elisa explicou que Uberaba vai destinar cerca de R$ 26 milhões em subsídio ao transporte público em 2026, um custo que, segundo a prefeita, não existia antes da pandemia. “Esse recurso poderia estar sendo aplicado em outras áreas, como saúde e educação, mas precisamos garantir que o trabalhador consiga se deslocar”, afirmou.</p><p>A prefeita fez um apelo direto ao Congresso Nacional e ao governo federal. “Não dá para os municípios continuarem custeando sozinhos. A mobilidade urbana precisa ser tratada como uma política pública nacional”, disse. De acordo com Elisa, com um modelo de financiamento compartilhado, a tarifa em Uberaba poderia cair de R$ 6 para algo próximo de R$ 2.</p><p>Durante a entrevista, Elisa também fez um balanço do segundo mandato à frente da prefeitura. Destacou ações na área social, como a implantação do restaurante popular após uma década de espera, a reabertura de um parque urbano fechado há mais de 20 anos e a ampliação do atendimento à saúde infantil, com a abertura de um pronto-socorro pediátrico no Hospital Regional, reduzindo filas e tempo de espera.</p><p>A prefeita comentou ainda a relação institucional com o governo de Minas, elogiou a gestão de Romeu Zema (Novo) e afirmou ter expectativa positiva com a continuidade administrativa sob Matheus Simões (PSD). Segundo ela, a parceria com o Estado garantiu repasses em dia e apoio a projetos estruturantes no município.</p><p>Na pauta política, Elisa defendeu mais diálogo entre diferentes campos ideológicos, disse não acreditar em confrontos como estratégia de gestão e reforçou a importância de ampliar a participação feminina na política. A prefeita também citou ações voltadas ao combate à violência contra a mulher e programas de acolhimento e capacitação para romper ciclos de violência.</p><p>Ao final, destacou que pretende concluir o mandato com foco em planejamento, transparência e responsabilidade fiscal. “Quem não deve, não teme. É com integridade e bom uso do dinheiro público que a gente transforma a vida das pessoas e prepara a cidade para o futuro”, concluiu.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A prefeita de Uberaba, Elisa Araújo (PSD), afirmou que o atual modelo de financiamento do transporte público urbano é insustentável para os municípios e defendeu a criação de uma fonte permanente de subsídio por parte do governo federal. Segundo ela, sem uma mudança estrutural, cidades de médio e grande porte correm o risco de enfrentar o colapso do sistema.</p><p>A declaração foi feita durante participação no Café com Política, podcast do canal de O TEMPO no YouTube, com a apresentação de Léo Mendes. Elisa explicou que Uberaba vai destinar cerca de R$ 26 milhões em subsídio ao transporte público em 2026, um custo que, segundo a prefeita, não existia antes da pandemia. “Esse recurso poderia estar sendo aplicado em outras áreas, como saúde e educação, mas precisamos garantir que o trabalhador consiga se deslocar”, afirmou.</p><p>A prefeita fez um apelo direto ao Congresso Nacional e ao governo federal. “Não dá para os municípios continuarem custeando sozinhos. A mobilidade urbana precisa ser tratada como uma política pública nacional”, disse. De acordo com Elisa, com um modelo de financiamento compartilhado, a tarifa em Uberaba poderia cair de R$ 6 para algo próximo de R$ 2.</p><p>Durante a entrevista, Elisa também fez um balanço do segundo mandato à frente da prefeitura. Destacou ações na área social, como a implantação do restaurante popular após uma década de espera, a reabertura de um parque urbano fechado há mais de 20 anos e a ampliação do atendimento à saúde infantil, com a abertura de um pronto-socorro pediátrico no Hospital Regional, reduzindo filas e tempo de espera.</p><p>A prefeita comentou ainda a relação institucional com o governo de Minas, elogiou a gestão de Romeu Zema (Novo) e afirmou ter expectativa positiva com a continuidade administrativa sob Matheus Simões (PSD). Segundo ela, a parceria com o Estado garantiu repasses em dia e apoio a projetos estruturantes no município.</p><p>Na pauta política, Elisa defendeu mais diálogo entre diferentes campos ideológicos, disse não acreditar em confrontos como estratégia de gestão e reforçou a importância de ampliar a participação feminina na política. A prefeita também citou ações voltadas ao combate à violência contra a mulher e programas de acolhimento e capacitação para romper ciclos de violência.</p><p>Ao final, destacou que pretende concluir o mandato com foco em planejamento, transparência e responsabilidade fiscal. “Quem não deve, não teme. É com integridade e bom uso do dinheiro público que a gente transforma a vida das pessoas e prepara a cidade para o futuro”, concluiu.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 07:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <title>André Quintão | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O secretário nacional de Assistência Social, André Quintão, afirmou que o PT precisa ampliar alianças para ser competitivo em Minas Gerais e defendeu a união do campo progressista no Estado. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube nesta segunda-feira (6/4), o ex-deputado estadual também falou sobre sua saída do governo federal, o cenário eleitoral em Minas Gerais e fez críticas à gestão Zema.</p><p>Para Quintão, a construção política em Minas precisa ser ampla e baseada no diálogo entre diferentes forças. “O PT sozinho, é difícil ganhar uma eleição nesse momento aqui em Minas”, afirmou. Segundo ele, a saída é construir uma frente mais abrangente. “É importante [...] que nós busquemos uma unidade desse campo progressista em Minas Gerais, também com outros partidos”, pontuou o secretário, que fez um alerta: “Se você começa com a exclusão, não é um bom caminho”.</p><p>Questionado sobre a candidatura do ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT) ao governo de Minas e as críticas do ex-dirigente ao PT e ao presidente Lula (PT), Quintão minimzou e reforçou a importância da unidade política. “O meu convívio com o ex-prefeito Kalil na campanha (de 2022) foi excelente. Criamos uma relação muito sólida, hoje em dia converso pouquíssimo, estou morando em Brasília, dedicado ao projeto nacional. Agora, Kalil tem suas críticas ao PT, como setores do PT também têm suas críticas à forma dele fazer política”, avaliou.</p><p>Ainda assim, Quintã defendeu a construção de alianças mais amplas. “É muito importante em Minas a construção de um campo democrático que se oponha a esse campo conservador”, pontuou. “Nós temos que buscar o maior diálogo possível com todos aqueles que pensam ou pelo menos convergem em ideias básicas de inclusão social, de defesa da democracia, de respeito ao cidadão”.</p><p>Durante a entrevista, o secretário confirmou que pretende deixar o cargo em breve no governo federal para participar das eleições em Minas Gerais. “Quero participar do processo político em Minas Gerais”, afirmou. Ele indicou que a decisão passa pela necessidade de atuar mais diretamente no cenário local. “Provavelmente estarei já nos próximos dias também me desincompatibilizando”, disse. Sobre o futuro político, sinalizou uma possível candidatura ao Legislativo estadual: “Talvez uma vaga na Assembleia, ouvindo as pessoas, ouvindo os movimentos sociais”.</p><p>Questionado sobre a disputa ao Senado, o ex-deputado elogiou a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT). “Dentro do PT, o nome da Marília é unanimidade”, afirmou. Segundo ele, a petista reúne condições para a disputa. “Tem todas as condições de ser eleita”, disse. Ainda assim, reforçou a importância de uma construção coletiva. “Numa construção coletiva é importante ouvir todos”, ponderou.</p><p>Ao avaliar o cenário eleitoral e a possível candidatura do governador Romeu Zema (Novo) à Presidência, Quintão foi crítico à gestão estadual. “Se ele for mostrar para o Brasil o que ele fez em Minas Gerais, ele terá pouca chance eleitoral”, afirmou. O secretário de Lula também apontou falta de avanços em áreas essenciais. “A gente não sente melhorias significativas em políticas públicas fundamentais, como saúde, educação, segurança”, disse.</p><p>Balanço</p><p>Na área social, o secretário destacou as mudanças no Bolsa Família e o reforço no combate a irregularidades. “Quem precisa está dentro, quem não precisa está fora”, afirmou. Ele explicou que o governo investiu na atualização do Cadastro Único e no cruzamento de informações. “Há um processo permanente de atualização cadastral [...] com a modernização tecnológica, que permite todos os dias o cruzamento de base de dados”, disse.</p><p>Quintão afirmou ainda que as políticas sociais do governo têm como meta promover mudanças estruturais. “Você rompe com o que a gente chama de ciclo geracional e vicioso da pobreza”, avaliou. Segundo ele, a estratégia envolve garantir renda básica e ampliar oportunidades. “Você apoia a família para que os filhos e netos tenham uma condição melhor do que seus pais”, disse.</p><p>O secretário também destacou medidas voltadas à autonomia das famílias. “Uma outra mudança importante é a regra de proteção àquela pessoa que recém ingressa no mercado de trabalho”, afirmou.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O secretário nacional de Assistência Social, André Quintão, afirmou que o PT precisa ampliar alianças para ser competitivo em Minas Gerais e defendeu a união do campo progressista no Estado. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube nesta segunda-feira (6/4), o ex-deputado estadual também falou sobre sua saída do governo federal, o cenário eleitoral em Minas Gerais e fez críticas à gestão Zema.</p><p>Para Quintão, a construção política em Minas precisa ser ampla e baseada no diálogo entre diferentes forças. “O PT sozinho, é difícil ganhar uma eleição nesse momento aqui em Minas”, afirmou. Segundo ele, a saída é construir uma frente mais abrangente. “É importante [...] que nós busquemos uma unidade desse campo progressista em Minas Gerais, também com outros partidos”, pontuou o secretário, que fez um alerta: “Se você começa com a exclusão, não é um bom caminho”.</p><p>Questionado sobre a candidatura do ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT) ao governo de Minas e as críticas do ex-dirigente ao PT e ao presidente Lula (PT), Quintão minimzou e reforçou a importância da unidade política. “O meu convívio com o ex-prefeito Kalil na campanha (de 2022) foi excelente. Criamos uma relação muito sólida, hoje em dia converso pouquíssimo, estou morando em Brasília, dedicado ao projeto nacional. Agora, Kalil tem suas críticas ao PT, como setores do PT também têm suas críticas à forma dele fazer política”, avaliou.</p><p>Ainda assim, Quintã defendeu a construção de alianças mais amplas. “É muito importante em Minas a construção de um campo democrático que se oponha a esse campo conservador”, pontuou. “Nós temos que buscar o maior diálogo possível com todos aqueles que pensam ou pelo menos convergem em ideias básicas de inclusão social, de defesa da democracia, de respeito ao cidadão”.</p><p>Durante a entrevista, o secretário confirmou que pretende deixar o cargo em breve no governo federal para participar das eleições em Minas Gerais. “Quero participar do processo político em Minas Gerais”, afirmou. Ele indicou que a decisão passa pela necessidade de atuar mais diretamente no cenário local. “Provavelmente estarei já nos próximos dias também me desincompatibilizando”, disse. Sobre o futuro político, sinalizou uma possível candidatura ao Legislativo estadual: “Talvez uma vaga na Assembleia, ouvindo as pessoas, ouvindo os movimentos sociais”.</p><p>Questionado sobre a disputa ao Senado, o ex-deputado elogiou a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT). “Dentro do PT, o nome da Marília é unanimidade”, afirmou. Segundo ele, a petista reúne condições para a disputa. “Tem todas as condições de ser eleita”, disse. Ainda assim, reforçou a importância de uma construção coletiva. “Numa construção coletiva é importante ouvir todos”, ponderou.</p><p>Ao avaliar o cenário eleitoral e a possível candidatura do governador Romeu Zema (Novo) à Presidência, Quintão foi crítico à gestão estadual. “Se ele for mostrar para o Brasil o que ele fez em Minas Gerais, ele terá pouca chance eleitoral”, afirmou. O secretário de Lula também apontou falta de avanços em áreas essenciais. “A gente não sente melhorias significativas em políticas públicas fundamentais, como saúde, educação, segurança”, disse.</p><p>Balanço</p><p>Na área social, o secretário destacou as mudanças no Bolsa Família e o reforço no combate a irregularidades. “Quem precisa está dentro, quem não precisa está fora”, afirmou. Ele explicou que o governo investiu na atualização do Cadastro Único e no cruzamento de informações. “Há um processo permanente de atualização cadastral [...] com a modernização tecnológica, que permite todos os dias o cruzamento de base de dados”, disse.</p><p>Quintão afirmou ainda que as políticas sociais do governo têm como meta promover mudanças estruturais. “Você rompe com o que a gente chama de ciclo geracional e vicioso da pobreza”, avaliou. Segundo ele, a estratégia envolve garantir renda básica e ampliar oportunidades. “Você apoia a família para que os filhos e netos tenham uma condição melhor do que seus pais”, disse.</p><p>O secretário também destacou medidas voltadas à autonomia das famílias. “Uma outra mudança importante é a regra de proteção àquela pessoa que recém ingressa no mercado de trabalho”, afirmou.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O secretário nacional de Assistência Social, André Quintão, afirmou que o PT precisa ampliar alianças para ser competitivo em Minas Gerais e defendeu a união do campo progressista no Estado. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube nesta segunda-feira (6/4), o ex-deputado estadual também falou sobre sua saída do governo federal, o cenário eleitoral em Minas Gerais e fez críticas à gestão Zema.</p><p>Para Quintão, a construção política em Minas precisa ser ampla e baseada no diálogo entre diferentes forças. “O PT sozinho, é difícil ganhar uma eleição nesse momento aqui em Minas”, afirmou. Segundo ele, a saída é construir uma frente mais abrangente. “É importante [...] que nós busquemos uma unidade desse campo progressista em Minas Gerais, também com outros partidos”, pontuou o secretário, que fez um alerta: “Se você começa com a exclusão, não é um bom caminho”.</p><p>Questionado sobre a candidatura do ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT) ao governo de Minas e as críticas do ex-dirigente ao PT e ao presidente Lula (PT), Quintão minimzou e reforçou a importância da unidade política. “O meu convívio com o ex-prefeito Kalil na campanha (de 2022) foi excelente. Criamos uma relação muito sólida, hoje em dia converso pouquíssimo, estou morando em Brasília, dedicado ao projeto nacional. Agora, Kalil tem suas críticas ao PT, como setores do PT também têm suas críticas à forma dele fazer política”, avaliou.</p><p>Ainda assim, Quintã defendeu a construção de alianças mais amplas. “É muito importante em Minas a construção de um campo democrático que se oponha a esse campo conservador”, pontuou. “Nós temos que buscar o maior diálogo possível com todos aqueles que pensam ou pelo menos convergem em ideias básicas de inclusão social, de defesa da democracia, de respeito ao cidadão”.</p><p>Durante a entrevista, o secretário confirmou que pretende deixar o cargo em breve no governo federal para participar das eleições em Minas Gerais. “Quero participar do processo político em Minas Gerais”, afirmou. Ele indicou que a decisão passa pela necessidade de atuar mais diretamente no cenário local. “Provavelmente estarei já nos próximos dias também me desincompatibilizando”, disse. Sobre o futuro político, sinalizou uma possível candidatura ao Legislativo estadual: “Talvez uma vaga na Assembleia, ouvindo as pessoas, ouvindo os movimentos sociais”.</p><p>Questionado sobre a disputa ao Senado, o ex-deputado elogiou a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT). “Dentro do PT, o nome da Marília é unanimidade”, afirmou. Segundo ele, a petista reúne condições para a disputa. “Tem todas as condições de ser eleita”, disse. Ainda assim, reforçou a importância de uma construção coletiva. “Numa construção coletiva é importante ouvir todos”, ponderou.</p><p>Ao avaliar o cenário eleitoral e a possível candidatura do governador Romeu Zema (Novo) à Presidência, Quintão foi crítico à gestão estadual. “Se ele for mostrar para o Brasil o que ele fez em Minas Gerais, ele terá pouca chance eleitoral”, afirmou. O secretário de Lula também apontou falta de avanços em áreas essenciais. “A gente não sente melhorias significativas em políticas públicas fundamentais, como saúde, educação, segurança”, disse.</p><p>Balanço</p><p>Na área social, o secretário destacou as mudanças no Bolsa Família e o reforço no combate a irregularidades. “Quem precisa está dentro, quem não precisa está fora”, afirmou. Ele explicou que o governo investiu na atualização do Cadastro Único e no cruzamento de informações. “Há um processo permanente de atualização cadastral [...] com a modernização tecnológica, que permite todos os dias o cruzamento de base de dados”, disse.</p><p>Quintão afirmou ainda que as políticas sociais do governo têm como meta promover mudanças estruturais. “Você rompe com o que a gente chama de ciclo geracional e vicioso da pobreza”, avaliou. Segundo ele, a estratégia envolve garantir renda básica e ampliar oportunidades. “Você apoia a família para que os filhos e netos tenham uma condição melhor do que seus pais”, disse.</p><p>O secretário também destacou medidas voltadas à autonomia das famílias. “Uma outra mudança importante é a regra de proteção àquela pessoa que recém ingressa no mercado de trabalho”, afirmou.</p>]]>
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      <title>Dandara Tonantzin, deputada federal | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A deputada federal Dandara Tonantzin (PT) relata como um episódio de racismo marcou sua trajetória e influenciou sua atuação política. Na entrevista, a parlamentar mineira também comenta o desfecho da CPMI do INSS, critica as isenções fiscais concedidas pelo ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema — que, segundo ela, teriam causado perda de milhões em arrecadação para o Estado — e avalia o cenário eleitoral para 2026.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A deputada federal Dandara Tonantzin (PT) relata como um episódio de racismo marcou sua trajetória e influenciou sua atuação política. Na entrevista, a parlamentar mineira também comenta o desfecho da CPMI do INSS, critica as isenções fiscais concedidas pelo ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema — que, segundo ela, teriam causado perda de milhões em arrecadação para o Estado — e avalia o cenário eleitoral para 2026.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 03 Apr 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Bella Gonçalves | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A deputada estadual Bella Gonçalves (PT) afirmou, em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quinta-feira (2/4) no canal de O TEMPO no YouTube, que a decisão de deixar o PSOL e se filiar ao PT foi motivada por uma avaliação estratégica sobre o papel das forças de esquerda no país. Segundo a parlamentar, o PT oferece melhores condições de enfrentamento à direita e maior capilaridade territorial.</p><p>“Essa foi uma decisão muito debatida com o grupo político do qual eu faço parte, e a gente compreende que hoje o PT está mais bem posicionado no enfrentamento à extrema direita e também na discussão sobre o que será o futuro da esquerda”, pontuou.</p><p>Segundo a deputada, a estrutura do PT foi determinante para a escolha. “O que o PT tem de bom? Eu acho que o tamanho e a capilaridade. Eu acho que o PT existe em quase todas as cidades de Minas Gerais e do Brasil, tem uma militância muito robusta, uma militância popular e de movimentos sociais”, avaliou a parlamentar, que negou qualquer ruptura com o PSOL. “Eu não saí com nenhuma mágoa, muito pelo contrário. Liguei para o presidente nacional, para o presidente estadual, conversei com as minhas amigas que ficam no partido. Eu amo o PSOL e vou defender o PSOL sempre”, afirmou.</p><p>Deputada aposta em base de Lula para “entregar coisas reais”</p><p>Ao comentar a possibilidade de deixar a atuação tradicional na oposição para integrar a base do governo federal em uma eventual disputa à Câmara dos Deputados, Bella afirmou que vê no novo cenário a chance de ampliar resultados concretos para a população. Hoje atuando em bancadas de oposição, a deputada disse que a mudança pode permitir avanços mais efetivos.</p><p>Segundo ela, a experiência na oposição é importante, mas tem limitações. “Não que eu ache pouco importante o trabalho que eu faço na Assembleia. A gente tem sido ponta de defesa das estatais, de defesa dos direitos sociais. Mas resistir, resistir e resistir precisa também ceder lugar para a gente construir projetos de esperança”, avaliou.</p><p>Para Bella, integrar a base do presidente Lula em uma eventual reeleição pode fortalecer pautas sociais. “Eu acho que, sendo base do presidente Lula, eu vou conseguir fazer muito mais coisas do que eu faço hoje, como uma deputada de oposição”, afirmou.</p><p>Deputada critica Damião e não descarta candidatura à prefeitura em 2028</p><p>Questionada sobre a gestão do prefeito Álvaro Damião (União), Bella criticou decisões recentes. “Eu acho que o Álvaro Damião está pecando um pouco em abandonar o diálogo com setores populares. A flexibilização do Plano Diretor, com a aprovação desse projeto de especulação imobiliária no Centro, é lamentável”, afirmou.</p><p>A deputada não descartou disputar a Prefeitura de Belo Horizonte no futuro. “Eu tenho um sonho muito grande de ser prefeita de Belo Horizonte. Por isso, no futuro, não descarto lançar uma pré-candidatura e uma candidatura à Prefeitura de Belo Horizonte”, disse.</p><p>Bella também mencionou que a mudança de partido pode ter relação com esse projeto político. “Eu acho que a gente precisa estar em lugares grandes para alcançar postos importantes”, completou.</p><p>Bella Gonçalves chama Mateus Simões de “autoritário” e critica atuação contra órgãos de controle: “não gosta de democracia”</p><p>Durante a entrevista, a deputada fez duras críticas ao governador Mateus Simões (PSD), especialmente em relação à postura diante de instituições de controle. “O governador é um déspota e um autoritário. Pensar que ele disse para a Justiça Federal que ela tem um prazo de 15 dias para resolver o problema do Rodoanel, que está intervindo em debates da Escola Cívico-Militar, como se não fosse prerrogativa do Tribunal de Justiça e do Tribunal de Contas fiscalizar a sua atuação enquanto governador”, pontuou.</p><p>Na avaliação da deputada, o comportamento de Simões demonstra desrespeito à democracia. “De fato, ele não gosta de democracia, mas a verdade é que esses órgãos estão aí controlando as irregularidades do Estado”, afirmou.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A deputada estadual Bella Gonçalves (PT) afirmou, em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quinta-feira (2/4) no canal de O TEMPO no YouTube, que a decisão de deixar o PSOL e se filiar ao PT foi motivada por uma avaliação estratégica sobre o papel das forças de esquerda no país. Segundo a parlamentar, o PT oferece melhores condições de enfrentamento à direita e maior capilaridade territorial.</p><p>“Essa foi uma decisão muito debatida com o grupo político do qual eu faço parte, e a gente compreende que hoje o PT está mais bem posicionado no enfrentamento à extrema direita e também na discussão sobre o que será o futuro da esquerda”, pontuou.</p><p>Segundo a deputada, a estrutura do PT foi determinante para a escolha. “O que o PT tem de bom? Eu acho que o tamanho e a capilaridade. Eu acho que o PT existe em quase todas as cidades de Minas Gerais e do Brasil, tem uma militância muito robusta, uma militância popular e de movimentos sociais”, avaliou a parlamentar, que negou qualquer ruptura com o PSOL. “Eu não saí com nenhuma mágoa, muito pelo contrário. Liguei para o presidente nacional, para o presidente estadual, conversei com as minhas amigas que ficam no partido. Eu amo o PSOL e vou defender o PSOL sempre”, afirmou.</p><p>Deputada aposta em base de Lula para “entregar coisas reais”</p><p>Ao comentar a possibilidade de deixar a atuação tradicional na oposição para integrar a base do governo federal em uma eventual disputa à Câmara dos Deputados, Bella afirmou que vê no novo cenário a chance de ampliar resultados concretos para a população. Hoje atuando em bancadas de oposição, a deputada disse que a mudança pode permitir avanços mais efetivos.</p><p>Segundo ela, a experiência na oposição é importante, mas tem limitações. “Não que eu ache pouco importante o trabalho que eu faço na Assembleia. A gente tem sido ponta de defesa das estatais, de defesa dos direitos sociais. Mas resistir, resistir e resistir precisa também ceder lugar para a gente construir projetos de esperança”, avaliou.</p><p>Para Bella, integrar a base do presidente Lula em uma eventual reeleição pode fortalecer pautas sociais. “Eu acho que, sendo base do presidente Lula, eu vou conseguir fazer muito mais coisas do que eu faço hoje, como uma deputada de oposição”, afirmou.</p><p>Deputada critica Damião e não descarta candidatura à prefeitura em 2028</p><p>Questionada sobre a gestão do prefeito Álvaro Damião (União), Bella criticou decisões recentes. “Eu acho que o Álvaro Damião está pecando um pouco em abandonar o diálogo com setores populares. A flexibilização do Plano Diretor, com a aprovação desse projeto de especulação imobiliária no Centro, é lamentável”, afirmou.</p><p>A deputada não descartou disputar a Prefeitura de Belo Horizonte no futuro. “Eu tenho um sonho muito grande de ser prefeita de Belo Horizonte. Por isso, no futuro, não descarto lançar uma pré-candidatura e uma candidatura à Prefeitura de Belo Horizonte”, disse.</p><p>Bella também mencionou que a mudança de partido pode ter relação com esse projeto político. “Eu acho que a gente precisa estar em lugares grandes para alcançar postos importantes”, completou.</p><p>Bella Gonçalves chama Mateus Simões de “autoritário” e critica atuação contra órgãos de controle: “não gosta de democracia”</p><p>Durante a entrevista, a deputada fez duras críticas ao governador Mateus Simões (PSD), especialmente em relação à postura diante de instituições de controle. “O governador é um déspota e um autoritário. Pensar que ele disse para a Justiça Federal que ela tem um prazo de 15 dias para resolver o problema do Rodoanel, que está intervindo em debates da Escola Cívico-Militar, como se não fosse prerrogativa do Tribunal de Justiça e do Tribunal de Contas fiscalizar a sua atuação enquanto governador”, pontuou.</p><p>Na avaliação da deputada, o comportamento de Simões demonstra desrespeito à democracia. “De fato, ele não gosta de democracia, mas a verdade é que esses órgãos estão aí controlando as irregularidades do Estado”, afirmou.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 02 Apr 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Marcelo Aro, secretário de Estado de Minas Gerais | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O secretário de Governo de Minas Gerais, Marcelo Aro, anunciou sua saída do governo e falou sobre o legado à frente da gestão, os bastidores da política mineira e os planos para as eleições de 2026.</p><p>Em entrevista ao Café com Política, Aro destacou avanços em políticas públicas, especialmente voltadas para pessoas com deficiência e doenças raras, como a ampliação do teste do pezinho em Minas Gerais. Ele também defendeu a articulação política que garantiu a aprovação de projetos do governo na Assembleia Legislativa.</p><p>De olho no Senado, Aro afirmou estar confiante na pré-candidatura e analisou o cenário eleitoral, incluindo alianças, disputas internas na direita e possíveis nomes na corrida pelo governo do estado.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 01 Apr 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O secretário de Governo de Minas Gerais, Marcelo Aro, anunciou sua saída do governo e falou sobre o legado à frente da gestão, os bastidores da política mineira e os planos para as eleições de 2026.</p><p>Em entrevista ao Café com Política, Aro destacou avanços em políticas públicas, especialmente voltadas para pessoas com deficiência e doenças raras, como a ampliação do teste do pezinho em Minas Gerais. Ele também defendeu a articulação política que garantiu a aprovação de projetos do governo na Assembleia Legislativa.</p><p>De olho no Senado, Aro afirmou estar confiante na pré-candidatura e analisou o cenário eleitoral, incluindo alianças, disputas internas na direita e possíveis nomes na corrida pelo governo do estado.</p>]]>
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      <title>Macaé Evaristo, Ministra dos Direitos Humanos e Cidadania | Café com Política</title>
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      <itunes:title>Macaé Evaristo, Ministra dos Direitos Humanos e Cidadania | Café com Política</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>A ministra mineira Macaé Evaristo (PT), que deixa hoje a pasta dos Direitos Humanos e Cidadania, assumiu o ministério em meio a uma crise que colocou o órgão no centro das atenções, em setembro de 2024. À época, vieram à tona denúncias de assédio sexual contra o então ministro Silvio Almeida, que tinha trajetória consolidada na área de direitos humanos.</p><p>Em entrevista exclusiva ao Café com Política, Macaé afirmou que o impacto das denúncias levou ao fortalecimento dos mecanismos internos de controle e acolhimento no ministério.<br>“Nós acabamos saindo mais fortes desse episódio, como ministério, no sentido da sua reestruturação, de fortalecimento das secretarias e de uma atuação conjunta, porque é um ministério que tem muitas áreas”, afirmou Macaé, ao ser questionada se as denúncias contra o ex-ministro poderiam enfraquecer ou fortalecer a atuação.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A ministra mineira Macaé Evaristo (PT), que deixa hoje a pasta dos Direitos Humanos e Cidadania, assumiu o ministério em meio a uma crise que colocou o órgão no centro das atenções, em setembro de 2024. À época, vieram à tona denúncias de assédio sexual contra o então ministro Silvio Almeida, que tinha trajetória consolidada na área de direitos humanos.</p><p>Em entrevista exclusiva ao Café com Política, Macaé afirmou que o impacto das denúncias levou ao fortalecimento dos mecanismos internos de controle e acolhimento no ministério.<br>“Nós acabamos saindo mais fortes desse episódio, como ministério, no sentido da sua reestruturação, de fortalecimento das secretarias e de uma atuação conjunta, porque é um ministério que tem muitas áreas”, afirmou Macaé, ao ser questionada se as denúncias contra o ex-ministro poderiam enfraquecer ou fortalecer a atuação.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A ministra mineira Macaé Evaristo (PT), que deixa hoje a pasta dos Direitos Humanos e Cidadania, assumiu o ministério em meio a uma crise que colocou o órgão no centro das atenções, em setembro de 2024. À época, vieram à tona denúncias de assédio sexual contra o então ministro Silvio Almeida, que tinha trajetória consolidada na área de direitos humanos.</p><p>Em entrevista exclusiva ao Café com Política, Macaé afirmou que o impacto das denúncias levou ao fortalecimento dos mecanismos internos de controle e acolhimento no ministério.<br>“Nós acabamos saindo mais fortes desse episódio, como ministério, no sentido da sua reestruturação, de fortalecimento das secretarias e de uma atuação conjunta, porque é um ministério que tem muitas áreas”, afirmou Macaé, ao ser questionada se as denúncias contra o ex-ministro poderiam enfraquecer ou fortalecer a atuação.</p>]]>
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      <title>Prefeito de Santa Bárbara do Tugúrio, Donatinho  | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A necessidade de investimentos urgentes em infraestrutura viária e o fortalecimento das atividades econômicas locais marcaram a participação do prefeito José Antônio Alves Donato (PSD), conhecido como Donatinho, no Café com Política, com a apresentação do jornalista Léo Mendes.</p><p>À frente de Santa Bárbara do Tugúrio, município com cerca de 4 mil habitantes na Zona da Mata mineira, o gestor destacou que a recuperação da MG-448 é estratégica não apenas para a cidade, mas para toda a região.</p><p>Segundo o prefeito, a rodovia apresenta trechos sem sinalização adequada, pavimentação precária e alto risco de acidentes, especialmente na serra que liga o município a importantes eixos rodoviários. “Essa é uma pauta permanente da nossa gestão. A MG-448 não atende só Santa Bárbara do Tugúrio, ela é rota de escoamento da produção agrícola e industrial de várias cidades, ligando Minas à Bahia, ao Espírito Santo e ao Norte do Rio de Janeiro”, salientou.</p><p>Donatinho afirma que já realizou dezenas de reuniões com órgãos estaduais e federais em busca de recursos para a obra, estimada anteriormente em mais de R$ 10 milhões, mas ainda sem execução. Para ele, a solução passa por uma articulação conjunta entre prefeitos da região. “Não é uma demanda isolada. Estamos falando de logística, competitividade e, principalmente, segurança. Muitas vidas já se perderam ali”, disse.</p><p>No campo econômico, o prefeito ressaltou que o município ainda depende fortemente do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), mas vem investindo no fortalecimento da agricultura familiar. A banana segue como principal símbolo local, e novas frentes, como o cultivo de café, começam a ganhar espaço. “A agricultura é o motor da nossa economia. Temos dado apoio técnico aos produtores, com capacitação e parcerias, para ampliar a produção e gerar renda”, destacou.</p><p>O potencial turístico também foi apontado como eixo de desenvolvimento de médio e longo prazo. Com nascentes, cachoeiras e áreas de preservação ambiental, Santa Bárbara do Tugúrio iniciou a criação de marcos legais para estruturar um turismo sustentável. “Não é algo que se constrói do dia para a noite. Exige planejamento, respeito ambiental e, novamente, boas estradas. Sem acesso seguro, o turismo não se sustenta”, concluiu o prefeito de Santa Bárbara do Tugúrio, Donatinho.</p><p>A entrevista completa do Café com Política está no canal de O TEMPO no Youtube.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A necessidade de investimentos urgentes em infraestrutura viária e o fortalecimento das atividades econômicas locais marcaram a participação do prefeito José Antônio Alves Donato (PSD), conhecido como Donatinho, no Café com Política, com a apresentação do jornalista Léo Mendes.</p><p>À frente de Santa Bárbara do Tugúrio, município com cerca de 4 mil habitantes na Zona da Mata mineira, o gestor destacou que a recuperação da MG-448 é estratégica não apenas para a cidade, mas para toda a região.</p><p>Segundo o prefeito, a rodovia apresenta trechos sem sinalização adequada, pavimentação precária e alto risco de acidentes, especialmente na serra que liga o município a importantes eixos rodoviários. “Essa é uma pauta permanente da nossa gestão. A MG-448 não atende só Santa Bárbara do Tugúrio, ela é rota de escoamento da produção agrícola e industrial de várias cidades, ligando Minas à Bahia, ao Espírito Santo e ao Norte do Rio de Janeiro”, salientou.</p><p>Donatinho afirma que já realizou dezenas de reuniões com órgãos estaduais e federais em busca de recursos para a obra, estimada anteriormente em mais de R$ 10 milhões, mas ainda sem execução. Para ele, a solução passa por uma articulação conjunta entre prefeitos da região. “Não é uma demanda isolada. Estamos falando de logística, competitividade e, principalmente, segurança. Muitas vidas já se perderam ali”, disse.</p><p>No campo econômico, o prefeito ressaltou que o município ainda depende fortemente do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), mas vem investindo no fortalecimento da agricultura familiar. A banana segue como principal símbolo local, e novas frentes, como o cultivo de café, começam a ganhar espaço. “A agricultura é o motor da nossa economia. Temos dado apoio técnico aos produtores, com capacitação e parcerias, para ampliar a produção e gerar renda”, destacou.</p><p>O potencial turístico também foi apontado como eixo de desenvolvimento de médio e longo prazo. Com nascentes, cachoeiras e áreas de preservação ambiental, Santa Bárbara do Tugúrio iniciou a criação de marcos legais para estruturar um turismo sustentável. “Não é algo que se constrói do dia para a noite. Exige planejamento, respeito ambiental e, novamente, boas estradas. Sem acesso seguro, o turismo não se sustenta”, concluiu o prefeito de Santa Bárbara do Tugúrio, Donatinho.</p><p>A entrevista completa do Café com Política está no canal de O TEMPO no Youtube.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 30 Mar 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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        <![CDATA[<p>A necessidade de investimentos urgentes em infraestrutura viária e o fortalecimento das atividades econômicas locais marcaram a participação do prefeito José Antônio Alves Donato (PSD), conhecido como Donatinho, no Café com Política, com a apresentação do jornalista Léo Mendes.</p><p>À frente de Santa Bárbara do Tugúrio, município com cerca de 4 mil habitantes na Zona da Mata mineira, o gestor destacou que a recuperação da MG-448 é estratégica não apenas para a cidade, mas para toda a região.</p><p>Segundo o prefeito, a rodovia apresenta trechos sem sinalização adequada, pavimentação precária e alto risco de acidentes, especialmente na serra que liga o município a importantes eixos rodoviários. “Essa é uma pauta permanente da nossa gestão. A MG-448 não atende só Santa Bárbara do Tugúrio, ela é rota de escoamento da produção agrícola e industrial de várias cidades, ligando Minas à Bahia, ao Espírito Santo e ao Norte do Rio de Janeiro”, salientou.</p><p>Donatinho afirma que já realizou dezenas de reuniões com órgãos estaduais e federais em busca de recursos para a obra, estimada anteriormente em mais de R$ 10 milhões, mas ainda sem execução. Para ele, a solução passa por uma articulação conjunta entre prefeitos da região. “Não é uma demanda isolada. Estamos falando de logística, competitividade e, principalmente, segurança. Muitas vidas já se perderam ali”, disse.</p><p>No campo econômico, o prefeito ressaltou que o município ainda depende fortemente do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), mas vem investindo no fortalecimento da agricultura familiar. A banana segue como principal símbolo local, e novas frentes, como o cultivo de café, começam a ganhar espaço. “A agricultura é o motor da nossa economia. Temos dado apoio técnico aos produtores, com capacitação e parcerias, para ampliar a produção e gerar renda”, destacou.</p><p>O potencial turístico também foi apontado como eixo de desenvolvimento de médio e longo prazo. Com nascentes, cachoeiras e áreas de preservação ambiental, Santa Bárbara do Tugúrio iniciou a criação de marcos legais para estruturar um turismo sustentável. “Não é algo que se constrói do dia para a noite. Exige planejamento, respeito ambiental e, novamente, boas estradas. Sem acesso seguro, o turismo não se sustenta”, concluiu o prefeito de Santa Bárbara do Tugúrio, Donatinho.</p><p>A entrevista completa do Café com Política está no canal de O TEMPO no Youtube.</p>]]>
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      <itunes:keywords>Donatinho; santa bárbara do tugúrio; zona da mata; amm; café com política</itunes:keywords>
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      <title>Helton Júnior  | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Belo Horizonte Helton Júnior (PSD) afirmou que o partido lhe dá liberdade política e evitou garantir apoio ao vice-governador Mateus Simões (PSD) em uma eventual disputa pelo governo de Minas Gerais. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube, o vereador destacou que ainda é cedo para definições eleitorais.</p><p>Segundo o parlamentar, não há alinhamento automático dentro da sigla. “O PSD sempre me respeitou enquanto um quadro que é progressista, que tem pautas muito especificamente consolidadas e que tem autonomia para trabalhar essas pautas”, afirmou. De acordo com Helton, o apoio dependerá da consolidação das candidaturas. “É muito cedo falar de apoio, porque não tem candidatos consolidados ainda. Depois, quando tiver apresentado o projeto, tiver com candidatura registrada, aí sim [...] vou escolher um bom candidato a governador e irá apoiá-lo.”</p><p>Na avaliação da gestão do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião, Helton Júnior classificou o desempenho como positivo e atribuiu “nota 8” ao governo. Ele também afirmou que, após desgastes no início da administração, voltou a integrar a base aliada. “A relação está positiva. Eu não levo nenhum tipo de mágoa [...] estou na base de novo e para contribuir”, disse. Apesar disso, ponderou que não há alinhamento irrestrito: “Os projetos que são importantes para a cidade a gente vai sempre apoiar. E aquilo que a gente entende que não é adequado, o nosso posicionamento segue firme.”</p><p>Um dos pontos de divergência no início da gestão foi o debate sobre a tarifa zero no transporte público. O vereador minimizou disputas políticas em torno do tema e elogiou a implementação da gratuidade aos domingos. “Eu não morro de vontade de ser o pai da criança. Para mim, o importante é que a coisa avance”, afirmou. Ele avaliou que a medida representa um avanço social. “Que bom que as pessoas podem usar. Que bom que gente simples que não tem recurso para poder pagar tarifa está podendo gastar aquele dinheiro com outra coisa”</p><p>Ao tratar do transporte público, o vereador criticou a falta de punição às empresas concessionárias. Segundo ele, há falhas na fiscalização do serviço. “A gente tem, por exemplo, nesse momento, mais de 36 mil multas que foram emitidas [...] que ainda não foram cobradas”, disse. Para o vereador, a ausência de penalidades compromete a qualidade do sistema. “Se eu fiscalizo, mas não penalizo, será que eu estou realmente fiscalizando?”</p><p>Na área cultural, o parlamentar falou sobre as dificuldades da Prefeitura de Belo Horizonte em captar patrocínios para o Carnaval. Ele avaliou que é necessário aprimorar o diálogo com o setor privado. “Eu entendo que talvez a divulgação pode melhorar, a interlocução da prefeitura com o setor privado pode melhorar”, afirmou. Apesar disso, defendeu a manutenção do modelo da festa. “O carnaval precisa acontecer [...] porque o ganho com o carnaval é muito significativo.”</p><p>Durante a entrevista, o parlamentar abordou também os impactos das chuvas na capital e a necessidade de adaptação diante das mudanças climáticas. Para ele, não é possível afirmar que a cidade esteja totalmente preparada para eventos extremos. “Nunca estaremos prontos. Estamos nos preparando”, disse. O vereador ressaltou que o cenário exige investimentos contínuos e planejamento permanente. “Sempre vai ter uma chuva pior [...] então é importante que isso seja contínuo para que a prefeitura realmente dê conta de preservar as vidas e evitar prejuízos.”</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Belo Horizonte Helton Júnior (PSD) afirmou que o partido lhe dá liberdade política e evitou garantir apoio ao vice-governador Mateus Simões (PSD) em uma eventual disputa pelo governo de Minas Gerais. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube, o vereador destacou que ainda é cedo para definições eleitorais.</p><p>Segundo o parlamentar, não há alinhamento automático dentro da sigla. “O PSD sempre me respeitou enquanto um quadro que é progressista, que tem pautas muito especificamente consolidadas e que tem autonomia para trabalhar essas pautas”, afirmou. De acordo com Helton, o apoio dependerá da consolidação das candidaturas. “É muito cedo falar de apoio, porque não tem candidatos consolidados ainda. Depois, quando tiver apresentado o projeto, tiver com candidatura registrada, aí sim [...] vou escolher um bom candidato a governador e irá apoiá-lo.”</p><p>Na avaliação da gestão do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião, Helton Júnior classificou o desempenho como positivo e atribuiu “nota 8” ao governo. Ele também afirmou que, após desgastes no início da administração, voltou a integrar a base aliada. “A relação está positiva. Eu não levo nenhum tipo de mágoa [...] estou na base de novo e para contribuir”, disse. Apesar disso, ponderou que não há alinhamento irrestrito: “Os projetos que são importantes para a cidade a gente vai sempre apoiar. E aquilo que a gente entende que não é adequado, o nosso posicionamento segue firme.”</p><p>Um dos pontos de divergência no início da gestão foi o debate sobre a tarifa zero no transporte público. O vereador minimizou disputas políticas em torno do tema e elogiou a implementação da gratuidade aos domingos. “Eu não morro de vontade de ser o pai da criança. Para mim, o importante é que a coisa avance”, afirmou. Ele avaliou que a medida representa um avanço social. “Que bom que as pessoas podem usar. Que bom que gente simples que não tem recurso para poder pagar tarifa está podendo gastar aquele dinheiro com outra coisa”</p><p>Ao tratar do transporte público, o vereador criticou a falta de punição às empresas concessionárias. Segundo ele, há falhas na fiscalização do serviço. “A gente tem, por exemplo, nesse momento, mais de 36 mil multas que foram emitidas [...] que ainda não foram cobradas”, disse. Para o vereador, a ausência de penalidades compromete a qualidade do sistema. “Se eu fiscalizo, mas não penalizo, será que eu estou realmente fiscalizando?”</p><p>Na área cultural, o parlamentar falou sobre as dificuldades da Prefeitura de Belo Horizonte em captar patrocínios para o Carnaval. Ele avaliou que é necessário aprimorar o diálogo com o setor privado. “Eu entendo que talvez a divulgação pode melhorar, a interlocução da prefeitura com o setor privado pode melhorar”, afirmou. Apesar disso, defendeu a manutenção do modelo da festa. “O carnaval precisa acontecer [...] porque o ganho com o carnaval é muito significativo.”</p><p>Durante a entrevista, o parlamentar abordou também os impactos das chuvas na capital e a necessidade de adaptação diante das mudanças climáticas. Para ele, não é possível afirmar que a cidade esteja totalmente preparada para eventos extremos. “Nunca estaremos prontos. Estamos nos preparando”, disse. O vereador ressaltou que o cenário exige investimentos contínuos e planejamento permanente. “Sempre vai ter uma chuva pior [...] então é importante que isso seja contínuo para que a prefeitura realmente dê conta de preservar as vidas e evitar prejuízos.”</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 27 Mar 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Belo Horizonte Helton Júnior (PSD) afirmou que o partido lhe dá liberdade política e evitou garantir apoio ao vice-governador Mateus Simões (PSD) em uma eventual disputa pelo governo de Minas Gerais. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube, o vereador destacou que ainda é cedo para definições eleitorais.</p><p>Segundo o parlamentar, não há alinhamento automático dentro da sigla. “O PSD sempre me respeitou enquanto um quadro que é progressista, que tem pautas muito especificamente consolidadas e que tem autonomia para trabalhar essas pautas”, afirmou. De acordo com Helton, o apoio dependerá da consolidação das candidaturas. “É muito cedo falar de apoio, porque não tem candidatos consolidados ainda. Depois, quando tiver apresentado o projeto, tiver com candidatura registrada, aí sim [...] vou escolher um bom candidato a governador e irá apoiá-lo.”</p><p>Na avaliação da gestão do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião, Helton Júnior classificou o desempenho como positivo e atribuiu “nota 8” ao governo. Ele também afirmou que, após desgastes no início da administração, voltou a integrar a base aliada. “A relação está positiva. Eu não levo nenhum tipo de mágoa [...] estou na base de novo e para contribuir”, disse. Apesar disso, ponderou que não há alinhamento irrestrito: “Os projetos que são importantes para a cidade a gente vai sempre apoiar. E aquilo que a gente entende que não é adequado, o nosso posicionamento segue firme.”</p><p>Um dos pontos de divergência no início da gestão foi o debate sobre a tarifa zero no transporte público. O vereador minimizou disputas políticas em torno do tema e elogiou a implementação da gratuidade aos domingos. “Eu não morro de vontade de ser o pai da criança. Para mim, o importante é que a coisa avance”, afirmou. Ele avaliou que a medida representa um avanço social. “Que bom que as pessoas podem usar. Que bom que gente simples que não tem recurso para poder pagar tarifa está podendo gastar aquele dinheiro com outra coisa”</p><p>Ao tratar do transporte público, o vereador criticou a falta de punição às empresas concessionárias. Segundo ele, há falhas na fiscalização do serviço. “A gente tem, por exemplo, nesse momento, mais de 36 mil multas que foram emitidas [...] que ainda não foram cobradas”, disse. Para o vereador, a ausência de penalidades compromete a qualidade do sistema. “Se eu fiscalizo, mas não penalizo, será que eu estou realmente fiscalizando?”</p><p>Na área cultural, o parlamentar falou sobre as dificuldades da Prefeitura de Belo Horizonte em captar patrocínios para o Carnaval. Ele avaliou que é necessário aprimorar o diálogo com o setor privado. “Eu entendo que talvez a divulgação pode melhorar, a interlocução da prefeitura com o setor privado pode melhorar”, afirmou. Apesar disso, defendeu a manutenção do modelo da festa. “O carnaval precisa acontecer [...] porque o ganho com o carnaval é muito significativo.”</p><p>Durante a entrevista, o parlamentar abordou também os impactos das chuvas na capital e a necessidade de adaptação diante das mudanças climáticas. Para ele, não é possível afirmar que a cidade esteja totalmente preparada para eventos extremos. “Nunca estaremos prontos. Estamos nos preparando”, disse. O vereador ressaltou que o cenário exige investimentos contínuos e planejamento permanente. “Sempre vai ter uma chuva pior [...] então é importante que isso seja contínuo para que a prefeitura realmente dê conta de preservar as vidas e evitar prejuízos.”</p>]]>
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      <title>Deputado Federal Padre João | Café com Política</title>
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      <itunes:title>Deputado Federal Padre João | Café com Política</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>A regulamentação do trabalho por aplicativos foi um dos principais pontos da entrevista do deputado federal Padre João ao Café com Política, com a apresentação do jornalista Léo Mendes.</p><p>Autor de uma das propostas em tramitação no Congresso sobre o tema, o parlamentar defendeu a criação de um piso remuneratório, acesso à Previdência e garantias mínimas de proteção social para motoristas e entregadores, hoje submetidos, segundo ele, a um modelo de precarização disfarçado de empreendedorismo.</p><p>Durante a conversa, Padre João afirmou que a ausência de regras claras transfere todos os riscos da atividade ao trabalhador. “Essas pessoas vendem sua força de trabalho, mas não têm cobertura em caso de acidente, doença ou maternidade. Não se trata de imposto, mas de investimento na dignidade e na qualidade de vida”, disse, ao comparar a situação dos trabalhadores de aplicativos à de categorias que já conquistaram reconhecimento previdenciário, como agricultores familiares e pescadores.</p><p>Com trajetória de mais de duas décadas na vida pública (incluindo mandatos como deputado estadual e atualmente no quarto mandato federal), o parlamentar destacou que sua atuação sempre esteve ligada às pautas sociais. Natural de Urucânia, na Zona da Mata mineira, com domicílio eleitoral em Ouro Branco, na região Central de Minas, Padre João mantém vínculo com a Arquidiocese de Mariana e avalia que a política é um espaço legítimo para a promoção do bem comum. “Tudo na nossa vida passa pela política: da água que bebemos ao preço dos alimentos”, afirmou.</p><p>Outro tema central da entrevista foi o modelo atual das emendas parlamentares. O deputado criticou o que chamou de “sequestro do Orçamento da União” e defendeu maior transparência na destinação dos recursos. Para ele, a pulverização das verbas compromete políticas estruturantes e amplia desigualdades regionais. Padre João elogiou a atuação do Supremo Tribunal Federal e do ministro Flávio Dino na exigência de planos de trabalho e mecanismos de controle.</p><p>O parlamentar também analisou o cenário eleitoral de 2026, que classificou como desafiador. Segundo ele, o avanço da extrema direita, o uso intensivo de fake news e o impacto da inteligência artificial no processo eleitoral exigem atenção redobrada das instituições. Apesar disso, demonstrou confiança na capacidade de reorganização do campo progressista, inclusive em Minas Gerais, onde o PT busca ampliar sua bancada.</p><p>Na área dos direitos humanos, Padre João destacou avanços recentes no combate à violência contra a mulher, como o Pacto Nacional contra o Feminicídio e o endurecimento das penas. Ele ressaltou que a consolidação dessas políticas depende da atuação conjunta da União, estados e municípios. Ao final, alertou para os riscos de classificar facções criminosas como organizações terroristas, medida que, segundo ele, pode abrir espaço para interferências externas e ameaçar a soberania do país.</p><p>A entrevista completa do Café com Política está no canal de O TEMPO no Youtube.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A regulamentação do trabalho por aplicativos foi um dos principais pontos da entrevista do deputado federal Padre João ao Café com Política, com a apresentação do jornalista Léo Mendes.</p><p>Autor de uma das propostas em tramitação no Congresso sobre o tema, o parlamentar defendeu a criação de um piso remuneratório, acesso à Previdência e garantias mínimas de proteção social para motoristas e entregadores, hoje submetidos, segundo ele, a um modelo de precarização disfarçado de empreendedorismo.</p><p>Durante a conversa, Padre João afirmou que a ausência de regras claras transfere todos os riscos da atividade ao trabalhador. “Essas pessoas vendem sua força de trabalho, mas não têm cobertura em caso de acidente, doença ou maternidade. Não se trata de imposto, mas de investimento na dignidade e na qualidade de vida”, disse, ao comparar a situação dos trabalhadores de aplicativos à de categorias que já conquistaram reconhecimento previdenciário, como agricultores familiares e pescadores.</p><p>Com trajetória de mais de duas décadas na vida pública (incluindo mandatos como deputado estadual e atualmente no quarto mandato federal), o parlamentar destacou que sua atuação sempre esteve ligada às pautas sociais. Natural de Urucânia, na Zona da Mata mineira, com domicílio eleitoral em Ouro Branco, na região Central de Minas, Padre João mantém vínculo com a Arquidiocese de Mariana e avalia que a política é um espaço legítimo para a promoção do bem comum. “Tudo na nossa vida passa pela política: da água que bebemos ao preço dos alimentos”, afirmou.</p><p>Outro tema central da entrevista foi o modelo atual das emendas parlamentares. O deputado criticou o que chamou de “sequestro do Orçamento da União” e defendeu maior transparência na destinação dos recursos. Para ele, a pulverização das verbas compromete políticas estruturantes e amplia desigualdades regionais. Padre João elogiou a atuação do Supremo Tribunal Federal e do ministro Flávio Dino na exigência de planos de trabalho e mecanismos de controle.</p><p>O parlamentar também analisou o cenário eleitoral de 2026, que classificou como desafiador. Segundo ele, o avanço da extrema direita, o uso intensivo de fake news e o impacto da inteligência artificial no processo eleitoral exigem atenção redobrada das instituições. Apesar disso, demonstrou confiança na capacidade de reorganização do campo progressista, inclusive em Minas Gerais, onde o PT busca ampliar sua bancada.</p><p>Na área dos direitos humanos, Padre João destacou avanços recentes no combate à violência contra a mulher, como o Pacto Nacional contra o Feminicídio e o endurecimento das penas. Ele ressaltou que a consolidação dessas políticas depende da atuação conjunta da União, estados e municípios. Ao final, alertou para os riscos de classificar facções criminosas como organizações terroristas, medida que, segundo ele, pode abrir espaço para interferências externas e ameaçar a soberania do país.</p><p>A entrevista completa do Café com Política está no canal de O TEMPO no Youtube.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 26 Mar 2026 08:34:00 -0100</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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        <![CDATA[<p>A regulamentação do trabalho por aplicativos foi um dos principais pontos da entrevista do deputado federal Padre João ao Café com Política, com a apresentação do jornalista Léo Mendes.</p><p>Autor de uma das propostas em tramitação no Congresso sobre o tema, o parlamentar defendeu a criação de um piso remuneratório, acesso à Previdência e garantias mínimas de proteção social para motoristas e entregadores, hoje submetidos, segundo ele, a um modelo de precarização disfarçado de empreendedorismo.</p><p>Durante a conversa, Padre João afirmou que a ausência de regras claras transfere todos os riscos da atividade ao trabalhador. “Essas pessoas vendem sua força de trabalho, mas não têm cobertura em caso de acidente, doença ou maternidade. Não se trata de imposto, mas de investimento na dignidade e na qualidade de vida”, disse, ao comparar a situação dos trabalhadores de aplicativos à de categorias que já conquistaram reconhecimento previdenciário, como agricultores familiares e pescadores.</p><p>Com trajetória de mais de duas décadas na vida pública (incluindo mandatos como deputado estadual e atualmente no quarto mandato federal), o parlamentar destacou que sua atuação sempre esteve ligada às pautas sociais. Natural de Urucânia, na Zona da Mata mineira, com domicílio eleitoral em Ouro Branco, na região Central de Minas, Padre João mantém vínculo com a Arquidiocese de Mariana e avalia que a política é um espaço legítimo para a promoção do bem comum. “Tudo na nossa vida passa pela política: da água que bebemos ao preço dos alimentos”, afirmou.</p><p>Outro tema central da entrevista foi o modelo atual das emendas parlamentares. O deputado criticou o que chamou de “sequestro do Orçamento da União” e defendeu maior transparência na destinação dos recursos. Para ele, a pulverização das verbas compromete políticas estruturantes e amplia desigualdades regionais. Padre João elogiou a atuação do Supremo Tribunal Federal e do ministro Flávio Dino na exigência de planos de trabalho e mecanismos de controle.</p><p>O parlamentar também analisou o cenário eleitoral de 2026, que classificou como desafiador. Segundo ele, o avanço da extrema direita, o uso intensivo de fake news e o impacto da inteligência artificial no processo eleitoral exigem atenção redobrada das instituições. Apesar disso, demonstrou confiança na capacidade de reorganização do campo progressista, inclusive em Minas Gerais, onde o PT busca ampliar sua bancada.</p><p>Na área dos direitos humanos, Padre João destacou avanços recentes no combate à violência contra a mulher, como o Pacto Nacional contra o Feminicídio e o endurecimento das penas. Ele ressaltou que a consolidação dessas políticas depende da atuação conjunta da União, estados e municípios. Ao final, alertou para os riscos de classificar facções criminosas como organizações terroristas, medida que, segundo ele, pode abrir espaço para interferências externas e ameaçar a soberania do país.</p><p>A entrevista completa do Café com Política está no canal de O TEMPO no Youtube.</p>]]>
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      <title>Professora Nara | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A professora Nara assume uma cadeira na Câmara Municipal de Belo Horizonte após a saída de Cida Falabella para a Secretaria de Cultura. Com mais de 30 anos de atuação na educação pública, a nova vereadora chega com foco na defesa da educação, no combate às desigualdades sociais e no fortalecimento de políticas públicas para comunidades periféricas.</p><p>Durante entrevista ao Café com Política, Nara destacou a importância do diálogo no Legislativo, reforçou a necessidade de valorização dos profissionais da educação e defendeu mais ações voltadas para crianças, jovens e idosos. A vereadora também abordou temas como violência contra a mulher, inclusão social e o papel da cultura na transformação das comunidades.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A professora Nara assume uma cadeira na Câmara Municipal de Belo Horizonte após a saída de Cida Falabella para a Secretaria de Cultura. Com mais de 30 anos de atuação na educação pública, a nova vereadora chega com foco na defesa da educação, no combate às desigualdades sociais e no fortalecimento de políticas públicas para comunidades periféricas.</p><p>Durante entrevista ao Café com Política, Nara destacou a importância do diálogo no Legislativo, reforçou a necessidade de valorização dos profissionais da educação e defendeu mais ações voltadas para crianças, jovens e idosos. A vereadora também abordou temas como violência contra a mulher, inclusão social e o papel da cultura na transformação das comunidades.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 25 Mar 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Rafael Paiva | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A saúde digital é uma realidade que veio para ficar. De acordo com o assessor-chefe de Tecnologia e Informação da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, Rafael Paiva, o estado vem trabalhando em parceria com os municípios mineiros para implementar a digitalização dos serviços, além de modernizar e integrar processos.</p><p>No Café com Política, Rafael apresenta novidades. Entre elas está a criação de uma ferramenta que permitirá, em breve, que gestores municipais acompanhem o mapa da saúde em seus municípios, facilitando o planejamento e a tomada de decisões.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A saúde digital é uma realidade que veio para ficar. De acordo com o assessor-chefe de Tecnologia e Informação da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, Rafael Paiva, o estado vem trabalhando em parceria com os municípios mineiros para implementar a digitalização dos serviços, além de modernizar e integrar processos.</p><p>No Café com Política, Rafael apresenta novidades. Entre elas está a criação de uma ferramenta que permitirá, em breve, que gestores municipais acompanhem o mapa da saúde em seus municípios, facilitando o planejamento e a tomada de decisões.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 23 Mar 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Bim da Ambulância | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>As fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata mineira no início do ano deixaram mortos, desaparecidos e cidades devastadas. No Café com Política, o deputado estadual Bim da Ambulância (Avante) relata a experiência de quem esteve diretamente nas áreas afetadas e critica a forma como o poder público reagiu à tragédia. Segundo o parlamentar, há falhas estruturais na mobilização e na execução das ações de socorro às vítimas. Ele afirma que o modelo atual de resposta a desastres depende das prefeituras, que muitas vezes não têm estrutura suficiente para enfrentar situações de grande escala. Durante a entrevista, Bim também defende a criação de uma força-tarefa permanente do Estado para atuar em emergências e apontar problemas na assistência às famílias após as enchentes. Assista ao trecho da entrevista e entenda a avaliação do deputado sobre o socorro às vítimas e os desafios da gestão pública diante dos desastres climáticos em Minas Gerais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>As fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata mineira no início do ano deixaram mortos, desaparecidos e cidades devastadas. No Café com Política, o deputado estadual Bim da Ambulância (Avante) relata a experiência de quem esteve diretamente nas áreas afetadas e critica a forma como o poder público reagiu à tragédia. Segundo o parlamentar, há falhas estruturais na mobilização e na execução das ações de socorro às vítimas. Ele afirma que o modelo atual de resposta a desastres depende das prefeituras, que muitas vezes não têm estrutura suficiente para enfrentar situações de grande escala. Durante a entrevista, Bim também defende a criação de uma força-tarefa permanente do Estado para atuar em emergências e apontar problemas na assistência às famílias após as enchentes. Assista ao trecho da entrevista e entenda a avaliação do deputado sobre o socorro às vítimas e os desafios da gestão pública diante dos desastres climáticos em Minas Gerais.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 20 Mar 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>As fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata mineira no início do ano deixaram mortos, desaparecidos e cidades devastadas. No Café com Política, o deputado estadual Bim da Ambulância (Avante) relata a experiência de quem esteve diretamente nas áreas afetadas e critica a forma como o poder público reagiu à tragédia. Segundo o parlamentar, há falhas estruturais na mobilização e na execução das ações de socorro às vítimas. Ele afirma que o modelo atual de resposta a desastres depende das prefeituras, que muitas vezes não têm estrutura suficiente para enfrentar situações de grande escala. Durante a entrevista, Bim também defende a criação de uma força-tarefa permanente do Estado para atuar em emergências e apontar problemas na assistência às famílias após as enchentes. Assista ao trecho da entrevista e entenda a avaliação do deputado sobre o socorro às vítimas e os desafios da gestão pública diante dos desastres climáticos em Minas Gerais.</p>]]>
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      <title>Lohanna França | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Deputada estadual Lohanna França (PV-MG) critica a política de exploração em torno da internação de Jair Bolsonaro e disputa pela liderança da direita em Minas Gerais. Em entrevista ao Café com Política, ela afirma que “montaram um palanque sobre a cama de hospital” do ex-presidente, enquanto aliados se digladiam para ver “quem é mais bolsonarista de todos os bolsonaristas”. </p><p>Lohanna também aponta que, nesse cenário, Minas Gerais perde espaço e recursos, citando a postura do governador Romeu Zema em temas como Lei Kandir, concessões ferroviárias e prioridades de investimento. </p><p>O corte traz uma análise direta sobre o papel de Bolsonaro na articulação da direita, os efeitos dessa disputa para o estado e a necessidade de recolocar Minas no centro de um projeto de desenvolvimento. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Deputada estadual Lohanna França (PV-MG) critica a política de exploração em torno da internação de Jair Bolsonaro e disputa pela liderança da direita em Minas Gerais. Em entrevista ao Café com Política, ela afirma que “montaram um palanque sobre a cama de hospital” do ex-presidente, enquanto aliados se digladiam para ver “quem é mais bolsonarista de todos os bolsonaristas”. </p><p>Lohanna também aponta que, nesse cenário, Minas Gerais perde espaço e recursos, citando a postura do governador Romeu Zema em temas como Lei Kandir, concessões ferroviárias e prioridades de investimento. </p><p>O corte traz uma análise direta sobre o papel de Bolsonaro na articulação da direita, os efeitos dessa disputa para o estado e a necessidade de recolocar Minas no centro de um projeto de desenvolvimento. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 18 Mar 2026 16:58:03 -0100</pubDate>
      <author>O TEMPO</author>
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      <itunes:keywords>POLÍTICA, Bolsonarismo, deputada estadual</itunes:keywords>
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      <title>Adriano Massuda | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Nesta edição do Café com Política, o ministro em exercício da Saúde Adriano Massuda analisa os desafios do sistema público e afirma que melhorar o atendimento no Brasil passa não apenas por mais recursos, mas principalmente por uma gestão mais eficiente.</p><p>Durante a entrevista, ele comenta os dados recentes da pesquisa do Instituto DataTempo, que apontam que a maioria dos gestores de saúde em Minas Gerais enfrenta dificuldades financeiras. O debate também aborda a sobrecarga dos municípios, responsáveis por grande parte da execução dos serviços do Sistema Único de Saúde, e a necessidade de equilibrar repasses federais com os custos reais da saúde pública.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 18 Mar 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Cássio Soares | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente do PSD em Minas Gerais, o deputado estadual Cássio Soares, afirmou que o partido mantém a estratégia de construir uma ampla aliança para as eleições de 2026 no estado e que segue dialogando com diferentes forças políticas para fortalecer a pré-candidatura do vice-governador Mateus Simões (PSD) ao governo.</p><p>Segundo ele, o PSD não desistiu de tentar atrair o senador Cleitinho (Republicanos) para uma composição eleitoral. De acordo com Soares, mesmo com movimentos recentes do senador em torno de uma possível candidatura própria, o partido pretende manter as conversas. “O diálogo na política tem que estar sempre colocado à mesa. Nós não abrimos mão de continuar dialogando”, afirmou.</p><p>O dirigente também disse que o PSD mantém a expectativa de contar com a federação formada por União Brasil e Progressistas na coligação que deve apoiar Matheus Simões. “Nada mudou. O que tem mudado são notícias plantadas por outros atores políticos”, declarou.</p><p>Soares afirmou ainda que eventuais articulações nacionais do partido não interferem no projeto político construído em Minas. Segundo ele, o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, mantém apoio à estratégia definida no estado. “Não vejo nenhum motivo para não seguir com a candidatura do Matheus”, disse.</p><p>De acordo com o parlamentar, a possível candidatura presidencial do governador Romeu Zema (Novo) também não interfere nas articulações estaduais. Para ele, a decisão sobre a disputa nacional é uma avaliação pessoal do governador e não deve ser condicionada às alianças em Minas.</p><p>Na composição da chapa em Minas, Soares afirmou que o PL deve indicar uma das vagas ao Senado. Já a definição sobre o vice de Mateus Simões, segundo ele, ainda está em negociação entre os partidos aliados e deverá envolver também o aval de Zema.</p><p>Sobre o cenário envolvendo o senador Rodrigo Pacheco, o presidente do PSD em Minas evitou fazer especulações e afirmou que o partido aguarda uma definição do próprio parlamentar. “O Rodrigo eu conheço bem. Ele tem o tempo dele e vai tomar a melhor decisão”, disse.</p><p>Em relação ao ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), Soares afirmou que a tendência é que ele permaneça no PSD. No entanto, destacou que uma eventual candidatura alinhada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderia gerar incompatibilidade com o projeto estadual da legenda. “Hoje nós estamos em um campo de centro-direita. Uma candidatura alinhada ao presidente Lula pelo PSD em Minas seria incoerente”, afirmou.</p><p>O dirigente também comentou a relação do partido com a Prefeitura de Belo Horizonte, atualmente comandada por Álvaro Damião (União). Segundo Soares, não há diálogo institucional entre a legenda e a atual gestão municipal. “Desde o falecimento do Fuad, não tivemos diálogo. Colocamos o partido à disposição da administração, mas essa conversa não tem acontecido”, afirmou.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O presidente do PSD em Minas Gerais, o deputado estadual Cássio Soares, afirmou que o partido mantém a estratégia de construir uma ampla aliança para as eleições de 2026 no estado e que segue dialogando com diferentes forças políticas para fortalecer a pré-candidatura do vice-governador Mateus Simões (PSD) ao governo.</p><p>Segundo ele, o PSD não desistiu de tentar atrair o senador Cleitinho (Republicanos) para uma composição eleitoral. De acordo com Soares, mesmo com movimentos recentes do senador em torno de uma possível candidatura própria, o partido pretende manter as conversas. “O diálogo na política tem que estar sempre colocado à mesa. Nós não abrimos mão de continuar dialogando”, afirmou.</p><p>O dirigente também disse que o PSD mantém a expectativa de contar com a federação formada por União Brasil e Progressistas na coligação que deve apoiar Matheus Simões. “Nada mudou. O que tem mudado são notícias plantadas por outros atores políticos”, declarou.</p><p>Soares afirmou ainda que eventuais articulações nacionais do partido não interferem no projeto político construído em Minas. Segundo ele, o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, mantém apoio à estratégia definida no estado. “Não vejo nenhum motivo para não seguir com a candidatura do Matheus”, disse.</p><p>De acordo com o parlamentar, a possível candidatura presidencial do governador Romeu Zema (Novo) também não interfere nas articulações estaduais. Para ele, a decisão sobre a disputa nacional é uma avaliação pessoal do governador e não deve ser condicionada às alianças em Minas.</p><p>Na composição da chapa em Minas, Soares afirmou que o PL deve indicar uma das vagas ao Senado. Já a definição sobre o vice de Mateus Simões, segundo ele, ainda está em negociação entre os partidos aliados e deverá envolver também o aval de Zema.</p><p>Sobre o cenário envolvendo o senador Rodrigo Pacheco, o presidente do PSD em Minas evitou fazer especulações e afirmou que o partido aguarda uma definição do próprio parlamentar. “O Rodrigo eu conheço bem. Ele tem o tempo dele e vai tomar a melhor decisão”, disse.</p><p>Em relação ao ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), Soares afirmou que a tendência é que ele permaneça no PSD. No entanto, destacou que uma eventual candidatura alinhada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderia gerar incompatibilidade com o projeto estadual da legenda. “Hoje nós estamos em um campo de centro-direita. Uma candidatura alinhada ao presidente Lula pelo PSD em Minas seria incoerente”, afirmou.</p><p>O dirigente também comentou a relação do partido com a Prefeitura de Belo Horizonte, atualmente comandada por Álvaro Damião (União). Segundo Soares, não há diálogo institucional entre a legenda e a atual gestão municipal. “Desde o falecimento do Fuad, não tivemos diálogo. Colocamos o partido à disposição da administração, mas essa conversa não tem acontecido”, afirmou.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 17 Mar 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O presidente do PSD em Minas Gerais, o deputado estadual Cássio Soares, afirmou que o partido mantém a estratégia de construir uma ampla aliança para as eleições de 2026 no estado e que segue dialogando com diferentes forças políticas para fortalecer a pré-candidatura do vice-governador Mateus Simões (PSD) ao governo.</p><p>Segundo ele, o PSD não desistiu de tentar atrair o senador Cleitinho (Republicanos) para uma composição eleitoral. De acordo com Soares, mesmo com movimentos recentes do senador em torno de uma possível candidatura própria, o partido pretende manter as conversas. “O diálogo na política tem que estar sempre colocado à mesa. Nós não abrimos mão de continuar dialogando”, afirmou.</p><p>O dirigente também disse que o PSD mantém a expectativa de contar com a federação formada por União Brasil e Progressistas na coligação que deve apoiar Matheus Simões. “Nada mudou. O que tem mudado são notícias plantadas por outros atores políticos”, declarou.</p><p>Soares afirmou ainda que eventuais articulações nacionais do partido não interferem no projeto político construído em Minas. Segundo ele, o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, mantém apoio à estratégia definida no estado. “Não vejo nenhum motivo para não seguir com a candidatura do Matheus”, disse.</p><p>De acordo com o parlamentar, a possível candidatura presidencial do governador Romeu Zema (Novo) também não interfere nas articulações estaduais. Para ele, a decisão sobre a disputa nacional é uma avaliação pessoal do governador e não deve ser condicionada às alianças em Minas.</p><p>Na composição da chapa em Minas, Soares afirmou que o PL deve indicar uma das vagas ao Senado. Já a definição sobre o vice de Mateus Simões, segundo ele, ainda está em negociação entre os partidos aliados e deverá envolver também o aval de Zema.</p><p>Sobre o cenário envolvendo o senador Rodrigo Pacheco, o presidente do PSD em Minas evitou fazer especulações e afirmou que o partido aguarda uma definição do próprio parlamentar. “O Rodrigo eu conheço bem. Ele tem o tempo dele e vai tomar a melhor decisão”, disse.</p><p>Em relação ao ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), Soares afirmou que a tendência é que ele permaneça no PSD. No entanto, destacou que uma eventual candidatura alinhada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderia gerar incompatibilidade com o projeto estadual da legenda. “Hoje nós estamos em um campo de centro-direita. Uma candidatura alinhada ao presidente Lula pelo PSD em Minas seria incoerente”, afirmou.</p><p>O dirigente também comentou a relação do partido com a Prefeitura de Belo Horizonte, atualmente comandada por Álvaro Damião (União). Segundo Soares, não há diálogo institucional entre a legenda e a atual gestão municipal. “Desde o falecimento do Fuad, não tivemos diálogo. Colocamos o partido à disposição da administração, mas essa conversa não tem acontecido”, afirmou.</p>]]>
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      <title>Rogério Correia | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Nesta edição do Café com Política, o jornalista André Vasconcelos recebe o deputado federal Rogério Correia (PT-MG) para uma análise do cenário político e econômico. No destaque, o parlamentar comenta a "quase certa" candidatura do senador Rodrigo Pacheco ao governo de Minas Gerais em 2026, com o apoio do presidente Lula.</p><p>Correia não poupa críticas à gestão de Romeu Zema, afirmando que o atual governador "falhou completamente" ao deixar a dívida do estado saltar de R$ 100 bilhões para mais de R$ 200 bilhões.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Nesta edição do Café com Política, o jornalista André Vasconcelos recebe o deputado federal Rogério Correia (PT-MG) para uma análise do cenário político e econômico. No destaque, o parlamentar comenta a "quase certa" candidatura do senador Rodrigo Pacheco ao governo de Minas Gerais em 2026, com o apoio do presidente Lula.</p><p>Correia não poupa críticas à gestão de Romeu Zema, afirmando que o atual governador "falhou completamente" ao deixar a dívida do estado saltar de R$ 100 bilhões para mais de R$ 200 bilhões.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 16 Mar 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Nesta edição do Café com Política, o jornalista André Vasconcelos recebe o deputado federal Rogério Correia (PT-MG) para uma análise do cenário político e econômico. No destaque, o parlamentar comenta a "quase certa" candidatura do senador Rodrigo Pacheco ao governo de Minas Gerais em 2026, com o apoio do presidente Lula.</p><p>Correia não poupa críticas à gestão de Romeu Zema, afirmando que o atual governador "falhou completamente" ao deixar a dívida do estado saltar de R$ 100 bilhões para mais de R$ 200 bilhões.</p>]]>
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      <title>Romeu Zema  | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou que sua eventual candidatura à Presidência se diferencia da do senador Flávio Bolsonaro (PL) principalmente pela independência política e pelas posições que diz adotar com mais firmeza em relação a temas institucionais. Em entrevista ao Café com Política, no canal de O TEMPO no YouTube, Zema disse que o Partido Novo, legenda à qual é filiado, tem uma linha mais coerente do que outras siglas da direita. “Eu venho de um partido pequeno que é totalmente coerente. Se você olhar as votações lá na Câmara Federal, você vai ver que o Novo vota 100% em determinadas pautas. O PL parece que tem de tudo lá dentro”, afirmou.</p><p>Zema também descartou a possibilidade de abrir mão da candidatura para compor como vice de Flávio Bolsonaro e disse que não recebeu convite formal nesse sentido. Segundo ele, a tendência é que os nomes da direita disputem o primeiro turno separadamente. “Já houve diversas notícias que eu teria sido convidado para ser vice do Flávio Bolsonaro. Não houve nenhum convite formal e nem deve haver, porque eu tenho sido muito incisivo. Eu serei pré-candidato e candidato até o final”, afirmou. Apesar disso, o governador disse acreditar em convergência no segundo turno. “Caso algum deles vá para o segundo turno contra o PT, eu estarei junto.”</p><p>Durante a entrevista, o governador também fez críticas duras ao Supremo Tribunal Federal (STF) e acusou integrantes da Corte de utilizarem o cargo para benefício pessoal. Sem citar diretamente todos os nomes, Zema afirmou que parte dos ministros estaria envolvida em interesses privados. “Primeiro, eu acho que tem ministros que estão lá para enriquecer, para fazer negócio e não para poder olhar o interesse do povo brasileiro”, disse.</p><p>O governador também respondeu a críticas do ministro Gilmar Mendes, que questionou o fato de Zema criticar o Supremo ao mesmo tempo em que o governo mineiro recorre ao tribunal para resolver disputas, inclusive fiscais. Zema negou qualquer tipo de obrigação política decorrente de decisões favoráveis ao Estado. “Todo mundo, boa parte dos brasileiros, tem uma ação na Justiça. Todo juiz tem que tomar uma decisão. Você acha que quando um juiz decide favoravelmente alguém porque aquele alguém tem razão, aquele que foi beneficiado da decisão passa a ter dívida com o juiz? Na minha opinião, não existe isso não. Ele decidiu favorável ao Estado de Minas. Agora o Estado fica com dívida com ele? Não. Ele é pago para ser juiz e para decidir”, afirmou.</p><p>Questionado sobre o caso envolvendo o Banco Master, o governador disse não ter qualquer ligação com a instituição e afirmou que defende uma investigação ampla. “Eu não tenho rabo preso. Então, eu estou contra o que é errado”, declarou. Zema disse que eventuais irregularidades precisam ser apuradas independentemente de quem esteja envolvido. “Eu quero uma apuração e uma investigação. Se alguém fez algo errado que pague.”</p><p>No cenário político estadual, o governador descartou mudanças no acordo firmado com o PSD para a sucessão em Minas Gerais e reiterou apoio ao vice-governador Mateus Simões (Novo). “O acordo com o PSD está feito e, se esse acordo não for rompido pelo PSD, nós vamos cumprir até o final e o meu apoio é ao Mateus Simões”, disse.</p><p>Zema também comentou a possibilidade de candidatura do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, ao governo do Estado. O governador elogiou a atuação do empresário à frente da entidade, mas disse que isso não altera o compromisso político já firmado. “Ele fez uma gestão excepcional na Fiemg”, afirmou, acrescentando que o acordo político com Simões permanece.</p><p>Ao final da entrevista, Zema também avaliou alguns nomes da política nacional. Ao comentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou que o considera “totalmente ultrapassado e incompetente”. Sobre o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), disse que o vê como “um desagregador, incompetente”. Já o senador Cleitinho (Republicanos) foi classificado pelo governador como “um ótimo comunicador”. Ao falar do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), Zema afirmou que o parlamentar “olhou muito pelos interesses de Minas Gerais”.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou que sua eventual candidatura à Presidência se diferencia da do senador Flávio Bolsonaro (PL) principalmente pela independência política e pelas posições que diz adotar com mais firmeza em relação a temas institucionais. Em entrevista ao Café com Política, no canal de O TEMPO no YouTube, Zema disse que o Partido Novo, legenda à qual é filiado, tem uma linha mais coerente do que outras siglas da direita. “Eu venho de um partido pequeno que é totalmente coerente. Se você olhar as votações lá na Câmara Federal, você vai ver que o Novo vota 100% em determinadas pautas. O PL parece que tem de tudo lá dentro”, afirmou.</p><p>Zema também descartou a possibilidade de abrir mão da candidatura para compor como vice de Flávio Bolsonaro e disse que não recebeu convite formal nesse sentido. Segundo ele, a tendência é que os nomes da direita disputem o primeiro turno separadamente. “Já houve diversas notícias que eu teria sido convidado para ser vice do Flávio Bolsonaro. Não houve nenhum convite formal e nem deve haver, porque eu tenho sido muito incisivo. Eu serei pré-candidato e candidato até o final”, afirmou. Apesar disso, o governador disse acreditar em convergência no segundo turno. “Caso algum deles vá para o segundo turno contra o PT, eu estarei junto.”</p><p>Durante a entrevista, o governador também fez críticas duras ao Supremo Tribunal Federal (STF) e acusou integrantes da Corte de utilizarem o cargo para benefício pessoal. Sem citar diretamente todos os nomes, Zema afirmou que parte dos ministros estaria envolvida em interesses privados. “Primeiro, eu acho que tem ministros que estão lá para enriquecer, para fazer negócio e não para poder olhar o interesse do povo brasileiro”, disse.</p><p>O governador também respondeu a críticas do ministro Gilmar Mendes, que questionou o fato de Zema criticar o Supremo ao mesmo tempo em que o governo mineiro recorre ao tribunal para resolver disputas, inclusive fiscais. Zema negou qualquer tipo de obrigação política decorrente de decisões favoráveis ao Estado. “Todo mundo, boa parte dos brasileiros, tem uma ação na Justiça. Todo juiz tem que tomar uma decisão. Você acha que quando um juiz decide favoravelmente alguém porque aquele alguém tem razão, aquele que foi beneficiado da decisão passa a ter dívida com o juiz? Na minha opinião, não existe isso não. Ele decidiu favorável ao Estado de Minas. Agora o Estado fica com dívida com ele? Não. Ele é pago para ser juiz e para decidir”, afirmou.</p><p>Questionado sobre o caso envolvendo o Banco Master, o governador disse não ter qualquer ligação com a instituição e afirmou que defende uma investigação ampla. “Eu não tenho rabo preso. Então, eu estou contra o que é errado”, declarou. Zema disse que eventuais irregularidades precisam ser apuradas independentemente de quem esteja envolvido. “Eu quero uma apuração e uma investigação. Se alguém fez algo errado que pague.”</p><p>No cenário político estadual, o governador descartou mudanças no acordo firmado com o PSD para a sucessão em Minas Gerais e reiterou apoio ao vice-governador Mateus Simões (Novo). “O acordo com o PSD está feito e, se esse acordo não for rompido pelo PSD, nós vamos cumprir até o final e o meu apoio é ao Mateus Simões”, disse.</p><p>Zema também comentou a possibilidade de candidatura do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, ao governo do Estado. O governador elogiou a atuação do empresário à frente da entidade, mas disse que isso não altera o compromisso político já firmado. “Ele fez uma gestão excepcional na Fiemg”, afirmou, acrescentando que o acordo político com Simões permanece.</p><p>Ao final da entrevista, Zema também avaliou alguns nomes da política nacional. Ao comentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou que o considera “totalmente ultrapassado e incompetente”. Sobre o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), disse que o vê como “um desagregador, incompetente”. Já o senador Cleitinho (Republicanos) foi classificado pelo governador como “um ótimo comunicador”. Ao falar do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), Zema afirmou que o parlamentar “olhou muito pelos interesses de Minas Gerais”.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 13 Mar 2026 18:51:22 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou que sua eventual candidatura à Presidência se diferencia da do senador Flávio Bolsonaro (PL) principalmente pela independência política e pelas posições que diz adotar com mais firmeza em relação a temas institucionais. Em entrevista ao Café com Política, no canal de O TEMPO no YouTube, Zema disse que o Partido Novo, legenda à qual é filiado, tem uma linha mais coerente do que outras siglas da direita. “Eu venho de um partido pequeno que é totalmente coerente. Se você olhar as votações lá na Câmara Federal, você vai ver que o Novo vota 100% em determinadas pautas. O PL parece que tem de tudo lá dentro”, afirmou.</p><p>Zema também descartou a possibilidade de abrir mão da candidatura para compor como vice de Flávio Bolsonaro e disse que não recebeu convite formal nesse sentido. Segundo ele, a tendência é que os nomes da direita disputem o primeiro turno separadamente. “Já houve diversas notícias que eu teria sido convidado para ser vice do Flávio Bolsonaro. Não houve nenhum convite formal e nem deve haver, porque eu tenho sido muito incisivo. Eu serei pré-candidato e candidato até o final”, afirmou. Apesar disso, o governador disse acreditar em convergência no segundo turno. “Caso algum deles vá para o segundo turno contra o PT, eu estarei junto.”</p><p>Durante a entrevista, o governador também fez críticas duras ao Supremo Tribunal Federal (STF) e acusou integrantes da Corte de utilizarem o cargo para benefício pessoal. Sem citar diretamente todos os nomes, Zema afirmou que parte dos ministros estaria envolvida em interesses privados. “Primeiro, eu acho que tem ministros que estão lá para enriquecer, para fazer negócio e não para poder olhar o interesse do povo brasileiro”, disse.</p><p>O governador também respondeu a críticas do ministro Gilmar Mendes, que questionou o fato de Zema criticar o Supremo ao mesmo tempo em que o governo mineiro recorre ao tribunal para resolver disputas, inclusive fiscais. Zema negou qualquer tipo de obrigação política decorrente de decisões favoráveis ao Estado. “Todo mundo, boa parte dos brasileiros, tem uma ação na Justiça. Todo juiz tem que tomar uma decisão. Você acha que quando um juiz decide favoravelmente alguém porque aquele alguém tem razão, aquele que foi beneficiado da decisão passa a ter dívida com o juiz? Na minha opinião, não existe isso não. Ele decidiu favorável ao Estado de Minas. Agora o Estado fica com dívida com ele? Não. Ele é pago para ser juiz e para decidir”, afirmou.</p><p>Questionado sobre o caso envolvendo o Banco Master, o governador disse não ter qualquer ligação com a instituição e afirmou que defende uma investigação ampla. “Eu não tenho rabo preso. Então, eu estou contra o que é errado”, declarou. Zema disse que eventuais irregularidades precisam ser apuradas independentemente de quem esteja envolvido. “Eu quero uma apuração e uma investigação. Se alguém fez algo errado que pague.”</p><p>No cenário político estadual, o governador descartou mudanças no acordo firmado com o PSD para a sucessão em Minas Gerais e reiterou apoio ao vice-governador Mateus Simões (Novo). “O acordo com o PSD está feito e, se esse acordo não for rompido pelo PSD, nós vamos cumprir até o final e o meu apoio é ao Mateus Simões”, disse.</p><p>Zema também comentou a possibilidade de candidatura do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, ao governo do Estado. O governador elogiou a atuação do empresário à frente da entidade, mas disse que isso não altera o compromisso político já firmado. “Ele fez uma gestão excepcional na Fiemg”, afirmou, acrescentando que o acordo político com Simões permanece.</p><p>Ao final da entrevista, Zema também avaliou alguns nomes da política nacional. Ao comentar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmou que o considera “totalmente ultrapassado e incompetente”. Sobre o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), disse que o vê como “um desagregador, incompetente”. Já o senador Cleitinho (Republicanos) foi classificado pelo governador como “um ótimo comunicador”. Ao falar do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), Zema afirmou que o parlamentar “olhou muito pelos interesses de Minas Gerais”.</p>]]>
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      <title>Bruno Engler | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Bruno Engler (PL) admitiu que a direita pode chegar dividida ao primeiro turno das eleições de 2026 em Minas Gerais e se unir apenas na etapa final da disputa. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube, o deputado disse que o apoio do PL ao vice-governador Mateus Simões (PSD) depende de um alinhamento nacional com o projeto presidencial do partido.</p><p>Segundo Engler, o principal obstáculo para uma eventual aliança com Simões é o fato de o governador Romeu Zema (Novo) ser apontado como pré-candidato à Presidência da República. Para o deputado, nesse cenário, o vice-governador teria “obrigação moral” de apoiar o chefe do Executivo estadual, o que dificultaria uma aproximação com o PL. “Hoje o Romeu Zema é pré-candidato à Presidência da República e a gente sabe que o Mateus tem uma obrigação moral de apoiá-lo. Não existe a gente fazer campanha para o Mateus sem o Mateus fazer campanha para o Flávio Bolsonaro. A não ser que haja uma composição, que o Zema venha nos apoiar já no primeiro turno, não tem como caminharmos com o Mateus”, afirmou.</p><p>Diante desse cenário, Engler defendeu que o PL considere lançar uma candidatura própria ao governo de Minas. Entre os nomes que, segundo ele, poderiam representar o partido está o de Flávio Roscoe, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). O deputado também citou o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) como um nome competitivo. “Eu acho que a gente pode sim lançar um nome próprio do PL. Podemos buscar um quadro qualificado para governar o Estado. Na própria imagem que vazou do Flávio Bolsonaro tinha o nome do Flávio Roscoe, que é uma figura muito respeitada e tem capacidade para governar Minas”, avaliou.</p><p>Apesar das divergências no primeiro turno, Engler avalia que a tendência é de união da direita na fase final da disputa. “O importante é que no segundo turno estejamos todos juntos contra um eventual candidato de esquerda, se a gente não conseguir matar essa eleição no primeiro turno”, afirmou.</p><p>Questionado sobre a estratégia do PL para a eleição ao Senado em 2026, o deputado disse que o partido ainda avalia se lançará um ou dois candidatos e que a decisão dependerá da viabilidade eleitoral e das possíveis alianças para o governo do Estado. Ele citou como nomes colocados para a disputa os deputados federais Domingos Sávio e Eros Biondini. “Eu adoraria ter dois candidatos ao Senado. Acho que quanto mais senadores dispostos a enfrentar a tirania do Supremo Tribunal Federal, melhor. Mas também não adianta lançar dois nomes e não eleger nenhum”, disse.</p><p>Engler também comentou a relação política com Nikolas Ferreira (PL) e negou qualquer racha entre os dois. Segundo ele, a mudança na estratégia eleitoral ocorre porque o deputado federal busca ampliar sua própria base política. “A minha relação com o Nikolas é muito tranquila. Acho que ele faz um trabalho brilhante no Congresso Nacional. Agora ele está tomando a iniciativa de buscar outras parcerias, montar uma base própria. Acho que é direito dele”, afirmou.</p><p>Na esfera municipal, Engler fez críticas à gestão do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União). Embora tenha reconhecido pontos positivos, o deputado apontou decisões que, na avaliação dele, são equivocadas, como o aumento no número de radares na capital.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Bruno Engler (PL) admitiu que a direita pode chegar dividida ao primeiro turno das eleições de 2026 em Minas Gerais e se unir apenas na etapa final da disputa. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube, o deputado disse que o apoio do PL ao vice-governador Mateus Simões (PSD) depende de um alinhamento nacional com o projeto presidencial do partido.</p><p>Segundo Engler, o principal obstáculo para uma eventual aliança com Simões é o fato de o governador Romeu Zema (Novo) ser apontado como pré-candidato à Presidência da República. Para o deputado, nesse cenário, o vice-governador teria “obrigação moral” de apoiar o chefe do Executivo estadual, o que dificultaria uma aproximação com o PL. “Hoje o Romeu Zema é pré-candidato à Presidência da República e a gente sabe que o Mateus tem uma obrigação moral de apoiá-lo. Não existe a gente fazer campanha para o Mateus sem o Mateus fazer campanha para o Flávio Bolsonaro. A não ser que haja uma composição, que o Zema venha nos apoiar já no primeiro turno, não tem como caminharmos com o Mateus”, afirmou.</p><p>Diante desse cenário, Engler defendeu que o PL considere lançar uma candidatura própria ao governo de Minas. Entre os nomes que, segundo ele, poderiam representar o partido está o de Flávio Roscoe, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). O deputado também citou o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) como um nome competitivo. “Eu acho que a gente pode sim lançar um nome próprio do PL. Podemos buscar um quadro qualificado para governar o Estado. Na própria imagem que vazou do Flávio Bolsonaro tinha o nome do Flávio Roscoe, que é uma figura muito respeitada e tem capacidade para governar Minas”, avaliou.</p><p>Apesar das divergências no primeiro turno, Engler avalia que a tendência é de união da direita na fase final da disputa. “O importante é que no segundo turno estejamos todos juntos contra um eventual candidato de esquerda, se a gente não conseguir matar essa eleição no primeiro turno”, afirmou.</p><p>Questionado sobre a estratégia do PL para a eleição ao Senado em 2026, o deputado disse que o partido ainda avalia se lançará um ou dois candidatos e que a decisão dependerá da viabilidade eleitoral e das possíveis alianças para o governo do Estado. Ele citou como nomes colocados para a disputa os deputados federais Domingos Sávio e Eros Biondini. “Eu adoraria ter dois candidatos ao Senado. Acho que quanto mais senadores dispostos a enfrentar a tirania do Supremo Tribunal Federal, melhor. Mas também não adianta lançar dois nomes e não eleger nenhum”, disse.</p><p>Engler também comentou a relação política com Nikolas Ferreira (PL) e negou qualquer racha entre os dois. Segundo ele, a mudança na estratégia eleitoral ocorre porque o deputado federal busca ampliar sua própria base política. “A minha relação com o Nikolas é muito tranquila. Acho que ele faz um trabalho brilhante no Congresso Nacional. Agora ele está tomando a iniciativa de buscar outras parcerias, montar uma base própria. Acho que é direito dele”, afirmou.</p><p>Na esfera municipal, Engler fez críticas à gestão do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União). Embora tenha reconhecido pontos positivos, o deputado apontou decisões que, na avaliação dele, são equivocadas, como o aumento no número de radares na capital.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 12 Mar 2026 14:25:47 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Bruno Engler (PL) admitiu que a direita pode chegar dividida ao primeiro turno das eleições de 2026 em Minas Gerais e se unir apenas na etapa final da disputa. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube, o deputado disse que o apoio do PL ao vice-governador Mateus Simões (PSD) depende de um alinhamento nacional com o projeto presidencial do partido.</p><p>Segundo Engler, o principal obstáculo para uma eventual aliança com Simões é o fato de o governador Romeu Zema (Novo) ser apontado como pré-candidato à Presidência da República. Para o deputado, nesse cenário, o vice-governador teria “obrigação moral” de apoiar o chefe do Executivo estadual, o que dificultaria uma aproximação com o PL. “Hoje o Romeu Zema é pré-candidato à Presidência da República e a gente sabe que o Mateus tem uma obrigação moral de apoiá-lo. Não existe a gente fazer campanha para o Mateus sem o Mateus fazer campanha para o Flávio Bolsonaro. A não ser que haja uma composição, que o Zema venha nos apoiar já no primeiro turno, não tem como caminharmos com o Mateus”, afirmou.</p><p>Diante desse cenário, Engler defendeu que o PL considere lançar uma candidatura própria ao governo de Minas. Entre os nomes que, segundo ele, poderiam representar o partido está o de Flávio Roscoe, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). O deputado também citou o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) como um nome competitivo. “Eu acho que a gente pode sim lançar um nome próprio do PL. Podemos buscar um quadro qualificado para governar o Estado. Na própria imagem que vazou do Flávio Bolsonaro tinha o nome do Flávio Roscoe, que é uma figura muito respeitada e tem capacidade para governar Minas”, avaliou.</p><p>Apesar das divergências no primeiro turno, Engler avalia que a tendência é de união da direita na fase final da disputa. “O importante é que no segundo turno estejamos todos juntos contra um eventual candidato de esquerda, se a gente não conseguir matar essa eleição no primeiro turno”, afirmou.</p><p>Questionado sobre a estratégia do PL para a eleição ao Senado em 2026, o deputado disse que o partido ainda avalia se lançará um ou dois candidatos e que a decisão dependerá da viabilidade eleitoral e das possíveis alianças para o governo do Estado. Ele citou como nomes colocados para a disputa os deputados federais Domingos Sávio e Eros Biondini. “Eu adoraria ter dois candidatos ao Senado. Acho que quanto mais senadores dispostos a enfrentar a tirania do Supremo Tribunal Federal, melhor. Mas também não adianta lançar dois nomes e não eleger nenhum”, disse.</p><p>Engler também comentou a relação política com Nikolas Ferreira (PL) e negou qualquer racha entre os dois. Segundo ele, a mudança na estratégia eleitoral ocorre porque o deputado federal busca ampliar sua própria base política. “A minha relação com o Nikolas é muito tranquila. Acho que ele faz um trabalho brilhante no Congresso Nacional. Agora ele está tomando a iniciativa de buscar outras parcerias, montar uma base própria. Acho que é direito dele”, afirmou.</p><p>Na esfera municipal, Engler fez críticas à gestão do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União). Embora tenha reconhecido pontos positivos, o deputado apontou decisões que, na avaliação dele, são equivocadas, como o aumento no número de radares na capital.</p>]]>
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      <title>Denise Romano, presidente SindiUte  | Café com Política</title>
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      <pubDate>Wed, 11 Mar 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Rodrigo Rollemberg  | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal e ex-governador do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg (PSB) irá protocolar um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para pressionar a Câmara dos Deputados a instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o Banco Master. Em entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta terça-feira (10/3) no canal no YouTube de O TEMPO, o parlamentar criticou as justificativas do presidente da Casa, o deputado federal Hugo Motta (Republicanos), e considerou que “falta vontade política” em relação ao caso.</p><p>As investigações envolvendo o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro abarcam uma eventual gestão fraudulenta no Banco de Brasília (BRB), após o banco estatal ter feito uma proposta de compra do Master, que acabou indeferida pelo Banco Central em setembro do ano passado. Além disso, um inquérito específico apura se Vorcaro ocultou sua participação como acionista do BRB enquanto a instituição comprava carteiras de crédito do Master.</p><p>Para Rollemberg, há indicadores de que teria “interferência política” nas polêmicas envolvendo o Banco Master e o BRB, por esta se tratar de uma instituição pública. Desta forma, o deputado federal vê a necessidade de instaurar uma CPI, mas o pedido estaria esbarrando no presidente da Câmara, Hugo Motta. Motta chegou a dizer que não seria possível abrir uma comissão do tipo porque o Regimento Interno da Casa prevê uma ordem cronológica dos pedidos de instalação de CPIs.</p><p>“O que o Regimento Interno proíbe é o funcionamento simultâneo de mais de cinco comissões parlamentares de inquérito. Não existe nenhuma em funcionamento neste momento. Portanto, não há nenhuma razão objetiva, legal, legítima para não instalar o que há de fato, e a gente sabe disso”, rebate Rollemberg. “É uma falta de vontade política de instalar essa CPI que a gente está percebendo que ela atinge vários líderes, especialmente do ‘centrão’, e, portanto, essa falta de disposição.”</p><p>Diante da dificuldade, o deputado federal prometeu acionar o STF para pressionar a abertura da comissão de inquérito na Câmara, por meio de um mandado de segurança. Rollemberg lembra que já reuniu 200 assinaturas para abertura da CPI. No total, são necessárias 171.</p><p>Questionado se o ano eleitoral poderia também interferir nos trabalhos de uma eventual CPI, o parlamentar concorda que “aperta”, mas argumenta que a Câmara dos Deputados será cobrada pela população caso se omita em relação ao tema.</p><p>“Nesse momento, nós estamos diante de fatos muito graves e, portanto, é dever da Câmara Federal, no meu entendimento, investigar como é direito da população brasileira saber tudo o que aconteceu em relação ao Banco Master”, justifica.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal e ex-governador do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg (PSB) irá protocolar um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para pressionar a Câmara dos Deputados a instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o Banco Master. Em entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta terça-feira (10/3) no canal no YouTube de O TEMPO, o parlamentar criticou as justificativas do presidente da Casa, o deputado federal Hugo Motta (Republicanos), e considerou que “falta vontade política” em relação ao caso.</p><p>As investigações envolvendo o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro abarcam uma eventual gestão fraudulenta no Banco de Brasília (BRB), após o banco estatal ter feito uma proposta de compra do Master, que acabou indeferida pelo Banco Central em setembro do ano passado. Além disso, um inquérito específico apura se Vorcaro ocultou sua participação como acionista do BRB enquanto a instituição comprava carteiras de crédito do Master.</p><p>Para Rollemberg, há indicadores de que teria “interferência política” nas polêmicas envolvendo o Banco Master e o BRB, por esta se tratar de uma instituição pública. Desta forma, o deputado federal vê a necessidade de instaurar uma CPI, mas o pedido estaria esbarrando no presidente da Câmara, Hugo Motta. Motta chegou a dizer que não seria possível abrir uma comissão do tipo porque o Regimento Interno da Casa prevê uma ordem cronológica dos pedidos de instalação de CPIs.</p><p>“O que o Regimento Interno proíbe é o funcionamento simultâneo de mais de cinco comissões parlamentares de inquérito. Não existe nenhuma em funcionamento neste momento. Portanto, não há nenhuma razão objetiva, legal, legítima para não instalar o que há de fato, e a gente sabe disso”, rebate Rollemberg. “É uma falta de vontade política de instalar essa CPI que a gente está percebendo que ela atinge vários líderes, especialmente do ‘centrão’, e, portanto, essa falta de disposição.”</p><p>Diante da dificuldade, o deputado federal prometeu acionar o STF para pressionar a abertura da comissão de inquérito na Câmara, por meio de um mandado de segurança. Rollemberg lembra que já reuniu 200 assinaturas para abertura da CPI. No total, são necessárias 171.</p><p>Questionado se o ano eleitoral poderia também interferir nos trabalhos de uma eventual CPI, o parlamentar concorda que “aperta”, mas argumenta que a Câmara dos Deputados será cobrada pela população caso se omita em relação ao tema.</p><p>“Nesse momento, nós estamos diante de fatos muito graves e, portanto, é dever da Câmara Federal, no meu entendimento, investigar como é direito da população brasileira saber tudo o que aconteceu em relação ao Banco Master”, justifica.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 10 Mar 2026 16:20:02 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal e ex-governador do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg (PSB) irá protocolar um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para pressionar a Câmara dos Deputados a instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o Banco Master. Em entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta terça-feira (10/3) no canal no YouTube de O TEMPO, o parlamentar criticou as justificativas do presidente da Casa, o deputado federal Hugo Motta (Republicanos), e considerou que “falta vontade política” em relação ao caso.</p><p>As investigações envolvendo o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro abarcam uma eventual gestão fraudulenta no Banco de Brasília (BRB), após o banco estatal ter feito uma proposta de compra do Master, que acabou indeferida pelo Banco Central em setembro do ano passado. Além disso, um inquérito específico apura se Vorcaro ocultou sua participação como acionista do BRB enquanto a instituição comprava carteiras de crédito do Master.</p><p>Para Rollemberg, há indicadores de que teria “interferência política” nas polêmicas envolvendo o Banco Master e o BRB, por esta se tratar de uma instituição pública. Desta forma, o deputado federal vê a necessidade de instaurar uma CPI, mas o pedido estaria esbarrando no presidente da Câmara, Hugo Motta. Motta chegou a dizer que não seria possível abrir uma comissão do tipo porque o Regimento Interno da Casa prevê uma ordem cronológica dos pedidos de instalação de CPIs.</p><p>“O que o Regimento Interno proíbe é o funcionamento simultâneo de mais de cinco comissões parlamentares de inquérito. Não existe nenhuma em funcionamento neste momento. Portanto, não há nenhuma razão objetiva, legal, legítima para não instalar o que há de fato, e a gente sabe disso”, rebate Rollemberg. “É uma falta de vontade política de instalar essa CPI que a gente está percebendo que ela atinge vários líderes, especialmente do ‘centrão’, e, portanto, essa falta de disposição.”</p><p>Diante da dificuldade, o deputado federal prometeu acionar o STF para pressionar a abertura da comissão de inquérito na Câmara, por meio de um mandado de segurança. Rollemberg lembra que já reuniu 200 assinaturas para abertura da CPI. No total, são necessárias 171.</p><p>Questionado se o ano eleitoral poderia também interferir nos trabalhos de uma eventual CPI, o parlamentar concorda que “aperta”, mas argumenta que a Câmara dos Deputados será cobrada pela população caso se omita em relação ao tema.</p><p>“Nesse momento, nós estamos diante de fatos muito graves e, portanto, é dever da Câmara Federal, no meu entendimento, investigar como é direito da população brasileira saber tudo o que aconteceu em relação ao Banco Master”, justifica.</p>]]>
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      <title>Zuza Nacif,  CEO da Brasil Comunicação  | Café com Política</title>
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      <pubDate>Mon, 09 Mar 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Anderson Coelho | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Minas Gerais enfrenta um gargalo silencioso na saúde pública: filas extensas e baixa oferta de fisioterapia e terapia ocupacional no SUS. No Café com Política, o presidente do CREFITO-4, Anderson Coelho, explica que pacientes com sequelas de AVC, autismo e outros problemas de saúde podem esperar meses ou até um ano por atendimento, perdendo uma janela importante de reabilitação.</p><p>Segundo ele, a falta de investimento na atenção multidisciplinar, baixos salários e escassez de concursos públicos contribuem para o problema, que pode agravar quadros clínicos e aumentar os custos do sistema de saúde.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 06 Mar 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Ana Pimentel | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A deputada federal Ana Pimentel (PT) afirmou, em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quarta-feira (4/3) no canal de O TEMPO no YouTube, que há recursos disponíveis para a reconstrução das cidades atingidas pelas chuvas na Zona da Mata mineira e criticou a demora do governo estadual na adoção de medidas.</p><p>“O governo federal fez isso em poucas horas, no mesmo dia do acometimento. O dinheiro existe. Existe um recurso específico para essas situações”, declarou a parlamentar, defendendo que as prefeituras se organizem para executar os valores liberados.</p><p>“Houve muita demora na liberação dos decretos”, afirmou a deputada, ao criticar a atuação do governo do Estado. Para ela, Minas Gerais não possui uma estratégia estruturada de prevenção. “O governo Zema não está investindo em meio ambiente, em estratégias de prevenção”, pontuou.</p><p>A parlamentar também defendeu que a prevenção de desastres não pode variar conforme a orientação política do governante. “A prevenção de desastres e calamidades não pode ser política apenas de governo. Se o governo acredita, entre aspas, nas mudanças climáticas, ele investe. Se não acredita, desmonta a resposta. Não pode: o governador decidiu que não vai investir em prevenção e, simplesmente, não investe. Não pode ser desse jeito.” Para ela, é necessário que haja recursos carimbados para prevenção, assim como ocorre nas áreas de saúde e educação.</p><p>Questionada sobre as eleições de outubro, Ana Pimentel declarou que o nome trabalhado pelo PT para disputar o governo de Minas é o do senador Rodrigo Pacheco (PSD). “Consideramos que ele é um homem preparado, qualificado, que tem muita experiência e, ao mesmo tempo, muito articulado com as iniciativas federais que nós hoje trabalhamos”, afirmou. Segundo ela, o partido está empenhado em consolidar uma chapa forte para enfrentar o grupo do governador Romeu Zema (Novo).</p><p>Sobre a pré-candidatura do vice-governador Mateus Simões (PSD), a petista avaliou que ele “não convence os mineiros”. “Ele não sobe nas pesquisas”, disse.</p><p>A deputada também garantiu que a oposição apresentará nomes consolidados. “Não haverá grandes surpresas. Serão nomes consolidados, bons nomes para que a gente construa uma chapa forte para ganhar o governo de Minas Gerais e o Senado também”, afirmou.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A deputada federal Ana Pimentel (PT) afirmou, em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quarta-feira (4/3) no canal de O TEMPO no YouTube, que há recursos disponíveis para a reconstrução das cidades atingidas pelas chuvas na Zona da Mata mineira e criticou a demora do governo estadual na adoção de medidas.</p><p>“O governo federal fez isso em poucas horas, no mesmo dia do acometimento. O dinheiro existe. Existe um recurso específico para essas situações”, declarou a parlamentar, defendendo que as prefeituras se organizem para executar os valores liberados.</p><p>“Houve muita demora na liberação dos decretos”, afirmou a deputada, ao criticar a atuação do governo do Estado. Para ela, Minas Gerais não possui uma estratégia estruturada de prevenção. “O governo Zema não está investindo em meio ambiente, em estratégias de prevenção”, pontuou.</p><p>A parlamentar também defendeu que a prevenção de desastres não pode variar conforme a orientação política do governante. “A prevenção de desastres e calamidades não pode ser política apenas de governo. Se o governo acredita, entre aspas, nas mudanças climáticas, ele investe. Se não acredita, desmonta a resposta. Não pode: o governador decidiu que não vai investir em prevenção e, simplesmente, não investe. Não pode ser desse jeito.” Para ela, é necessário que haja recursos carimbados para prevenção, assim como ocorre nas áreas de saúde e educação.</p><p>Questionada sobre as eleições de outubro, Ana Pimentel declarou que o nome trabalhado pelo PT para disputar o governo de Minas é o do senador Rodrigo Pacheco (PSD). “Consideramos que ele é um homem preparado, qualificado, que tem muita experiência e, ao mesmo tempo, muito articulado com as iniciativas federais que nós hoje trabalhamos”, afirmou. Segundo ela, o partido está empenhado em consolidar uma chapa forte para enfrentar o grupo do governador Romeu Zema (Novo).</p><p>Sobre a pré-candidatura do vice-governador Mateus Simões (PSD), a petista avaliou que ele “não convence os mineiros”. “Ele não sobe nas pesquisas”, disse.</p><p>A deputada também garantiu que a oposição apresentará nomes consolidados. “Não haverá grandes surpresas. Serão nomes consolidados, bons nomes para que a gente construa uma chapa forte para ganhar o governo de Minas Gerais e o Senado também”, afirmou.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 04 Mar 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Renan Santos | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p><br>O presidente do partido Missão, Renan Santos, afirmou em entrevista ao Café com Política que o caso Banco Master é “o escândalo mais ecumênico” já visto no país. Santos criticou ainda o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), por ter “coragem seletiva” ao atacar o STF e classificou como “briga de egos” os embates envolvendo o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Eduardo Bolsonaro. Para o presidente do Missão, o cenário eleitoral em Minas Gerais é “um desenho maluco”, com fragmentação na direita e indefinições partidárias.</p><p>Questionado sobre as investigações do Banco Master, Renan disse que o escândalo envolve “Centrão, STF, deputado, senador, governadores, esquerda, direita, influencer fitness”, o que, segundo ele, cria uma força política para que o caso “simplesmente desapareça”. Para o dirigente, há uma tentativa de transformar o episódio em “bode expiatório”, evitando uma apuração ampla. “Se ele (Vorcaro) delata, ele derruba todo mundo”, afirmou, ao avaliar que o caso atinge diferentes campos políticos. </p><p>Sobre declarações de Romeu Zema de que seria o único pré-candidato com coragem para criticar o Supremo Tribunal Federal, Renan afirmou que “dá risada” da fala. Segundo ele, as críticas precisam atingir todos os envolvidos em escândalos, inclusive nomes ligados à direita. “Eu respeitaria e defenderia publicamente o Zema se ele tivesse coragem de bater em todo mundo nessa história”, disse, ao acusar o governador de adotar uma postura seletiva.</p><p>Durante a entrevista, Renan também comentou disputas no campo conservador, especialmente envolvendo Nikolas Ferreira e integrantes da família Bolsonaro. Para ele, trata-se de uma disputa por influência. “É uma briga de egos”, afirmou, acrescentando que, se fosse uma divergência de valores, “já estavam rompidos há muito tempo”. O presidente do Missão declarou ainda que Nikolas “nunca discordou frontalmente” dos Bolsonaro e que a disputa atual é por “espaço, liderança, poder, dinheiro”.</p><p>No cenário mineiro, Renan avaliou que há excesso de pré-candidatos e indefinições partidárias. “É um desenho maluco”, disse. Ele questionou a possibilidade de o PL apoiar o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), argumentando que o partido precisaria de um nome “integralmente alinhado” para maximizar votos no Estado. Sobre Cleitinho, o presidente do Missão afirmou ainda que não o vê como um candidato ideologicamente definido e que parte da confusão está mais presente “na internet” do que na política tradicional.</p><p>Apesar das críticas ao cenário atual, Renan reafirmou que manterá sua pré-candidatura à Presidência e descartou abrir mão do projeto. Segundo ele, o partido pretende apresentar propostas próprias e romper com o que chama de seletividade na política brasileira. “Se o brasileiro quer votar em ladrão, está tudo bem. Mas vote sabendo o que está fazendo”, declarou o dirigente que defende que o partido também tenha uma candidatura  própria ao governo do Estado. </p>]]>
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        <![CDATA[<p><br>O presidente do partido Missão, Renan Santos, afirmou em entrevista ao Café com Política que o caso Banco Master é “o escândalo mais ecumênico” já visto no país. Santos criticou ainda o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), por ter “coragem seletiva” ao atacar o STF e classificou como “briga de egos” os embates envolvendo o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Eduardo Bolsonaro. Para o presidente do Missão, o cenário eleitoral em Minas Gerais é “um desenho maluco”, com fragmentação na direita e indefinições partidárias.</p><p>Questionado sobre as investigações do Banco Master, Renan disse que o escândalo envolve “Centrão, STF, deputado, senador, governadores, esquerda, direita, influencer fitness”, o que, segundo ele, cria uma força política para que o caso “simplesmente desapareça”. Para o dirigente, há uma tentativa de transformar o episódio em “bode expiatório”, evitando uma apuração ampla. “Se ele (Vorcaro) delata, ele derruba todo mundo”, afirmou, ao avaliar que o caso atinge diferentes campos políticos. </p><p>Sobre declarações de Romeu Zema de que seria o único pré-candidato com coragem para criticar o Supremo Tribunal Federal, Renan afirmou que “dá risada” da fala. Segundo ele, as críticas precisam atingir todos os envolvidos em escândalos, inclusive nomes ligados à direita. “Eu respeitaria e defenderia publicamente o Zema se ele tivesse coragem de bater em todo mundo nessa história”, disse, ao acusar o governador de adotar uma postura seletiva.</p><p>Durante a entrevista, Renan também comentou disputas no campo conservador, especialmente envolvendo Nikolas Ferreira e integrantes da família Bolsonaro. Para ele, trata-se de uma disputa por influência. “É uma briga de egos”, afirmou, acrescentando que, se fosse uma divergência de valores, “já estavam rompidos há muito tempo”. O presidente do Missão declarou ainda que Nikolas “nunca discordou frontalmente” dos Bolsonaro e que a disputa atual é por “espaço, liderança, poder, dinheiro”.</p><p>No cenário mineiro, Renan avaliou que há excesso de pré-candidatos e indefinições partidárias. “É um desenho maluco”, disse. Ele questionou a possibilidade de o PL apoiar o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), argumentando que o partido precisaria de um nome “integralmente alinhado” para maximizar votos no Estado. Sobre Cleitinho, o presidente do Missão afirmou ainda que não o vê como um candidato ideologicamente definido e que parte da confusão está mais presente “na internet” do que na política tradicional.</p><p>Apesar das críticas ao cenário atual, Renan reafirmou que manterá sua pré-candidatura à Presidência e descartou abrir mão do projeto. Segundo ele, o partido pretende apresentar propostas próprias e romper com o que chama de seletividade na política brasileira. “Se o brasileiro quer votar em ladrão, está tudo bem. Mas vote sabendo o que está fazendo”, declarou o dirigente que defende que o partido também tenha uma candidatura  própria ao governo do Estado. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 03 Mar 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p><br>O presidente do partido Missão, Renan Santos, afirmou em entrevista ao Café com Política que o caso Banco Master é “o escândalo mais ecumênico” já visto no país. Santos criticou ainda o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), por ter “coragem seletiva” ao atacar o STF e classificou como “briga de egos” os embates envolvendo o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Eduardo Bolsonaro. Para o presidente do Missão, o cenário eleitoral em Minas Gerais é “um desenho maluco”, com fragmentação na direita e indefinições partidárias.</p><p>Questionado sobre as investigações do Banco Master, Renan disse que o escândalo envolve “Centrão, STF, deputado, senador, governadores, esquerda, direita, influencer fitness”, o que, segundo ele, cria uma força política para que o caso “simplesmente desapareça”. Para o dirigente, há uma tentativa de transformar o episódio em “bode expiatório”, evitando uma apuração ampla. “Se ele (Vorcaro) delata, ele derruba todo mundo”, afirmou, ao avaliar que o caso atinge diferentes campos políticos. </p><p>Sobre declarações de Romeu Zema de que seria o único pré-candidato com coragem para criticar o Supremo Tribunal Federal, Renan afirmou que “dá risada” da fala. Segundo ele, as críticas precisam atingir todos os envolvidos em escândalos, inclusive nomes ligados à direita. “Eu respeitaria e defenderia publicamente o Zema se ele tivesse coragem de bater em todo mundo nessa história”, disse, ao acusar o governador de adotar uma postura seletiva.</p><p>Durante a entrevista, Renan também comentou disputas no campo conservador, especialmente envolvendo Nikolas Ferreira e integrantes da família Bolsonaro. Para ele, trata-se de uma disputa por influência. “É uma briga de egos”, afirmou, acrescentando que, se fosse uma divergência de valores, “já estavam rompidos há muito tempo”. O presidente do Missão declarou ainda que Nikolas “nunca discordou frontalmente” dos Bolsonaro e que a disputa atual é por “espaço, liderança, poder, dinheiro”.</p><p>No cenário mineiro, Renan avaliou que há excesso de pré-candidatos e indefinições partidárias. “É um desenho maluco”, disse. Ele questionou a possibilidade de o PL apoiar o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), argumentando que o partido precisaria de um nome “integralmente alinhado” para maximizar votos no Estado. Sobre Cleitinho, o presidente do Missão afirmou ainda que não o vê como um candidato ideologicamente definido e que parte da confusão está mais presente “na internet” do que na política tradicional.</p><p>Apesar das críticas ao cenário atual, Renan reafirmou que manterá sua pré-candidatura à Presidência e descartou abrir mão do projeto. Segundo ele, o partido pretende apresentar propostas próprias e romper com o que chama de seletividade na política brasileira. “Se o brasileiro quer votar em ladrão, está tudo bem. Mas vote sabendo o que está fazendo”, declarou o dirigente que defende que o partido também tenha uma candidatura  própria ao governo do Estado. </p>]]>
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      <title>Prefeito de Ubá, José Damato | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O prefeito de Ubá, José Damato (*PSD), afirmou em entrevista ao Café com Política que a cidade vive o momento mais difícil de sua história após a enchente que atingiu o município e outras cidades da Zona da Mata Mineira. Segundo o chefe do Executivo municipal, embora haja promessas de apoio, a reconstrução depende da chegada efetiva de recursos dos governos estadual e federal. O prefeito reconheceu que há diálogo, mas cobrou que os anúncios se transformem rapidamente em ações concretas.</p><p>“O compromisso do governo federal e estadual é ajudar. Algumas coisas já chegaram, mas o que foi combinado é uma coisa muito maior para ajudar a cidade. É isso que nós precisamos, de reestruturar novamente a nossa cidade”, pontuou. </p><p>Segundo o prefeito, as conversas já ocorreram e as respostas institucionais têm sido positivas, porém ressaltou que a cidade não pode esperar. “As respostas têm sido rápidas. Agora precisamos que as ajudas também cheguem o mais rápido possível.” Ele ainda alertou que a prefeitura já utilizou todos os recursos disponíveis em caixa e que depende da chegada efetiva de verbas e equipamentos para manter as frentes de trabalho funcionando.</p><p>O vice-prefeito, Cabo Rominho, também enfatizou que, além das visitas e anúncios, é fundamental que os recursos sejam liberados sem demora. “A gente precisa que chegue equipamento, que chegue recurso pra gente poder pagar combustível pra máquina trabalhar. A prefeitura tem limite de caixa, não temos um caixa infinito", pontuou. </p><p>Segundo o o prefeito de Ubá, a prefeitura já esgotou os recursos próprios e depende do apoio externo para manter as máquinas funcionando e garantir combustível e alimentação às equipes. O prefeito confirmou ter recebido ligação do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que anunciou visita à cidade.</p><p>“O impacto (da visita) é extremamente positivo. Nós estamos fazendo levantamento de todos os dados do impacto financeiro da cidade, do impacto estrutural e o que nós temos que fazer para recuperar”, explicou. A equipe de engenharia do município e de empresas privadas trabalham na consolidação de números para apresentar ao presidente. “Nós vamos fazer esse levantamento para poder apresentar para o presidente, com dados reais e palpáveis”, afirmou.</p><p>Entre as perdas, o prefeito destacou a destruição da farmácia municipal. “Perdemos quase R$ 5 milhões em medicamentos, perdemos toda nossa sala de vacinas”, relatou. Questionado sobre prevenção, Damato afirmou que a gestão encontrou o município sem projetos estruturais na área hídrica. “Quando a gente assumiu o governo no ano passado, não tinha nenhum plano relacionado à questão hídrica da cidade”, disse. Ele destacou que a prefeitura elaborou projetos e conseguiu a previsão de R$ 65 milhões para obras de bacias de contenção, mas os recursos ainda não haviam sido liberados. Ainda assim, ponderou: “Nenhuma cidade estava preparada para o que aconteceu. Foi o maior evento natural da história da cidade”.</p><p>A tragédia também atinge em cheio a economia local. Ubá é reconhecida como polo moveleiro e, segundo a prefeitura, mais de 300 empresas foram impactadas. “O nosso comércio foi dizimado”, afirmou Damato. Levantamento apresentado pela Associação Comercial aponta prejuízo mensal superior a R$ 185 milhões para a indústria local, o que pode gerar desemprego em cadeia.</p><p>Diante do cenário, a administração municipal articula medidas emergenciais para evitar o colapso econômico. O prefeito relatou que solicitou, junto ao governo federal e estadual, a criação de linhas de crédito especiais para comerciantes e empresários.“Tivemos reunião para tentar viabilizar uma linha de crédito especial para os comerciantes, para os empresários, para a gente poder reestruturar o mais rápido possível todo o comércio e as indústrias”, afirmou.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Ubá, José Damato (*PSD), afirmou em entrevista ao Café com Política que a cidade vive o momento mais difícil de sua história após a enchente que atingiu o município e outras cidades da Zona da Mata Mineira. Segundo o chefe do Executivo municipal, embora haja promessas de apoio, a reconstrução depende da chegada efetiva de recursos dos governos estadual e federal. O prefeito reconheceu que há diálogo, mas cobrou que os anúncios se transformem rapidamente em ações concretas.</p><p>“O compromisso do governo federal e estadual é ajudar. Algumas coisas já chegaram, mas o que foi combinado é uma coisa muito maior para ajudar a cidade. É isso que nós precisamos, de reestruturar novamente a nossa cidade”, pontuou. </p><p>Segundo o prefeito, as conversas já ocorreram e as respostas institucionais têm sido positivas, porém ressaltou que a cidade não pode esperar. “As respostas têm sido rápidas. Agora precisamos que as ajudas também cheguem o mais rápido possível.” Ele ainda alertou que a prefeitura já utilizou todos os recursos disponíveis em caixa e que depende da chegada efetiva de verbas e equipamentos para manter as frentes de trabalho funcionando.</p><p>O vice-prefeito, Cabo Rominho, também enfatizou que, além das visitas e anúncios, é fundamental que os recursos sejam liberados sem demora. “A gente precisa que chegue equipamento, que chegue recurso pra gente poder pagar combustível pra máquina trabalhar. A prefeitura tem limite de caixa, não temos um caixa infinito", pontuou. </p><p>Segundo o o prefeito de Ubá, a prefeitura já esgotou os recursos próprios e depende do apoio externo para manter as máquinas funcionando e garantir combustível e alimentação às equipes. O prefeito confirmou ter recebido ligação do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que anunciou visita à cidade.</p><p>“O impacto (da visita) é extremamente positivo. Nós estamos fazendo levantamento de todos os dados do impacto financeiro da cidade, do impacto estrutural e o que nós temos que fazer para recuperar”, explicou. A equipe de engenharia do município e de empresas privadas trabalham na consolidação de números para apresentar ao presidente. “Nós vamos fazer esse levantamento para poder apresentar para o presidente, com dados reais e palpáveis”, afirmou.</p><p>Entre as perdas, o prefeito destacou a destruição da farmácia municipal. “Perdemos quase R$ 5 milhões em medicamentos, perdemos toda nossa sala de vacinas”, relatou. Questionado sobre prevenção, Damato afirmou que a gestão encontrou o município sem projetos estruturais na área hídrica. “Quando a gente assumiu o governo no ano passado, não tinha nenhum plano relacionado à questão hídrica da cidade”, disse. Ele destacou que a prefeitura elaborou projetos e conseguiu a previsão de R$ 65 milhões para obras de bacias de contenção, mas os recursos ainda não haviam sido liberados. Ainda assim, ponderou: “Nenhuma cidade estava preparada para o que aconteceu. Foi o maior evento natural da história da cidade”.</p><p>A tragédia também atinge em cheio a economia local. Ubá é reconhecida como polo moveleiro e, segundo a prefeitura, mais de 300 empresas foram impactadas. “O nosso comércio foi dizimado”, afirmou Damato. Levantamento apresentado pela Associação Comercial aponta prejuízo mensal superior a R$ 185 milhões para a indústria local, o que pode gerar desemprego em cadeia.</p><p>Diante do cenário, a administração municipal articula medidas emergenciais para evitar o colapso econômico. O prefeito relatou que solicitou, junto ao governo federal e estadual, a criação de linhas de crédito especiais para comerciantes e empresários.“Tivemos reunião para tentar viabilizar uma linha de crédito especial para os comerciantes, para os empresários, para a gente poder reestruturar o mais rápido possível todo o comércio e as indústrias”, afirmou.<br></p>]]>
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      <pubDate>Sat, 28 Feb 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Ubá, José Damato (*PSD), afirmou em entrevista ao Café com Política que a cidade vive o momento mais difícil de sua história após a enchente que atingiu o município e outras cidades da Zona da Mata Mineira. Segundo o chefe do Executivo municipal, embora haja promessas de apoio, a reconstrução depende da chegada efetiva de recursos dos governos estadual e federal. O prefeito reconheceu que há diálogo, mas cobrou que os anúncios se transformem rapidamente em ações concretas.</p><p>“O compromisso do governo federal e estadual é ajudar. Algumas coisas já chegaram, mas o que foi combinado é uma coisa muito maior para ajudar a cidade. É isso que nós precisamos, de reestruturar novamente a nossa cidade”, pontuou. </p><p>Segundo o prefeito, as conversas já ocorreram e as respostas institucionais têm sido positivas, porém ressaltou que a cidade não pode esperar. “As respostas têm sido rápidas. Agora precisamos que as ajudas também cheguem o mais rápido possível.” Ele ainda alertou que a prefeitura já utilizou todos os recursos disponíveis em caixa e que depende da chegada efetiva de verbas e equipamentos para manter as frentes de trabalho funcionando.</p><p>O vice-prefeito, Cabo Rominho, também enfatizou que, além das visitas e anúncios, é fundamental que os recursos sejam liberados sem demora. “A gente precisa que chegue equipamento, que chegue recurso pra gente poder pagar combustível pra máquina trabalhar. A prefeitura tem limite de caixa, não temos um caixa infinito", pontuou. </p><p>Segundo o o prefeito de Ubá, a prefeitura já esgotou os recursos próprios e depende do apoio externo para manter as máquinas funcionando e garantir combustível e alimentação às equipes. O prefeito confirmou ter recebido ligação do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que anunciou visita à cidade.</p><p>“O impacto (da visita) é extremamente positivo. Nós estamos fazendo levantamento de todos os dados do impacto financeiro da cidade, do impacto estrutural e o que nós temos que fazer para recuperar”, explicou. A equipe de engenharia do município e de empresas privadas trabalham na consolidação de números para apresentar ao presidente. “Nós vamos fazer esse levantamento para poder apresentar para o presidente, com dados reais e palpáveis”, afirmou.</p><p>Entre as perdas, o prefeito destacou a destruição da farmácia municipal. “Perdemos quase R$ 5 milhões em medicamentos, perdemos toda nossa sala de vacinas”, relatou. Questionado sobre prevenção, Damato afirmou que a gestão encontrou o município sem projetos estruturais na área hídrica. “Quando a gente assumiu o governo no ano passado, não tinha nenhum plano relacionado à questão hídrica da cidade”, disse. Ele destacou que a prefeitura elaborou projetos e conseguiu a previsão de R$ 65 milhões para obras de bacias de contenção, mas os recursos ainda não haviam sido liberados. Ainda assim, ponderou: “Nenhuma cidade estava preparada para o que aconteceu. Foi o maior evento natural da história da cidade”.</p><p>A tragédia também atinge em cheio a economia local. Ubá é reconhecida como polo moveleiro e, segundo a prefeitura, mais de 300 empresas foram impactadas. “O nosso comércio foi dizimado”, afirmou Damato. Levantamento apresentado pela Associação Comercial aponta prejuízo mensal superior a R$ 185 milhões para a indústria local, o que pode gerar desemprego em cadeia.</p><p>Diante do cenário, a administração municipal articula medidas emergenciais para evitar o colapso econômico. O prefeito relatou que solicitou, junto ao governo federal e estadual, a criação de linhas de crédito especiais para comerciantes e empresários.“Tivemos reunião para tentar viabilizar uma linha de crédito especial para os comerciantes, para os empresários, para a gente poder reestruturar o mais rápido possível todo o comércio e as indústrias”, afirmou.<br></p>]]>
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      <title>Jussara Menicucci (PSD)/ Prefeita de Lavras | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A prefeita de Lavras, Jussara Menicucci (PSD), fala sobre os desafios do quinto mandato, os investimentos em saúde, educação e mobilidade urbana, além do fortalecimento do municipalismo. A presidente da Frente Mineira de Prefeitos também destaca a importância da saúde digital, do desenvolvimento econômico e da atração de empresas para impulsionar a cidade do Sul de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 27 Feb 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Marcela Menezes (PT)/ Vereadora de Ribeirão das Neves | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A vereadora Marcela Menezes, presidente do Partido dos Trabalhadores em Ribeirão das Neves, fala ao Café com Política sobre os desafios do primeiro mandato e cobra ações concretas contra o feminicídio após o assassinato de três mulheres na cidade.</p><p>Ela defende a criação de um pacto municipal contra a violência, mais recursos para políticas públicas, ampliação da rede de proteção às mulheres e investimentos em creches como forma de garantir autonomia financeira.</p><p>Na entrevista, também aborda a crise no transporte metropolitano, os problemas na saúde pública, o déficit habitacional, a venda de terrenos públicos e a necessidade de maior articulação com os governos estadual e federal.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 26 Feb 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Adalberto Lopes (Progressistas)/ Prefeito de Campo Belo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>No Café com Política de hoje, o prefeito de Campo Belo, Adalberto Lopes, aborda um dos temas mais debatidos na política atual: as verbas parlamentares. Em conversa direta e transparente, o gestor explica a importância técnica e prática das emendas para a manutenção de serviços essenciais como saúde e infraestrutura.</p><p>Lopes rebate a "demonização" do recurso, destacando que as emendas chegam ao município com destino carimbado e fiscalização rigorosa pelos órgãos de controle. Ele detalha como o apoio de deputados federais e estaduais viabiliza projetos que o orçamento municipal sozinho não conseguiria custear, citando exemplos de investimentos em cirurgias eletivas e obras rurais que transformam a vida do cidadão no Sul de Minas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No Café com Política de hoje, o prefeito de Campo Belo, Adalberto Lopes, aborda um dos temas mais debatidos na política atual: as verbas parlamentares. Em conversa direta e transparente, o gestor explica a importância técnica e prática das emendas para a manutenção de serviços essenciais como saúde e infraestrutura.</p><p>Lopes rebate a "demonização" do recurso, destacando que as emendas chegam ao município com destino carimbado e fiscalização rigorosa pelos órgãos de controle. Ele detalha como o apoio de deputados federais e estaduais viabiliza projetos que o orçamento municipal sozinho não conseguiria custear, citando exemplos de investimentos em cirurgias eletivas e obras rurais que transformam a vida do cidadão no Sul de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 25 Feb 2026 13:18:50 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>No Café com Política de hoje, o prefeito de Campo Belo, Adalberto Lopes, aborda um dos temas mais debatidos na política atual: as verbas parlamentares. Em conversa direta e transparente, o gestor explica a importância técnica e prática das emendas para a manutenção de serviços essenciais como saúde e infraestrutura.</p><p>Lopes rebate a "demonização" do recurso, destacando que as emendas chegam ao município com destino carimbado e fiscalização rigorosa pelos órgãos de controle. Ele detalha como o apoio de deputados federais e estaduais viabiliza projetos que o orçamento municipal sozinho não conseguiria custear, citando exemplos de investimentos em cirurgias eletivas e obras rurais que transformam a vida do cidadão no Sul de Minas.</p>]]>
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      <title>Elio da Mata (Cidadania)/ Prefeito de Itabirito | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Itabirito, Elio da Mata (Cidadania), afirmou que as críticas feitas pela oposição podem fortalecer a administração pública e ampliar o debate democrático.<br>Em entrevista ao programa Café com Política, o chefe do Executivo municipal destacou que é possível aprender com os opositores. Segundo ele, mesmo quando não apresentam soluções concretas, as críticas ajudam a identificar falhas, levantar questionamentos e trazer temas importantes para discussão.<br>Elio da Mata reforçou que o contraditório faz parte da democracia e que o diálogo institucional é essencial para aprimorar políticas públicas e melhorar os resultados da gestão.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 23 Feb 2026 16:59:19 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title> Alexandra Maria, Prefeitura de Serrania | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A prefeita de Serrania, Xanda Maria (Avante), afirmou em entrevista ao programa Café com Política, exibido no canalo de O TEMPO no Youtube, que o valor do pedágio implantado no Sul de Minas tem pesado para os moradores das cidades pequenas da região. Segundo ela, apesar das melhorias realizadas nas rodovias, a tarifa de R$ 15 ainda é considerada elevada para quem depende diariamente do trecho. </p><p>A prefeita reconheceu avanços na infraestrutura viária, mas ponderou que a apesar da tarifa, a concessão tem compensado. "Valeu a pena, porque as estradas têm uma melhoria considerável, mas para quem precisa usar todo dia ficou um pouco alto. Ainda está salgado esse valor”, pontuou. </p><p>Xanda Maria afirmou ainda que a discussão sobre a tarifa tem sido levada adiante por meio de deputados parceiros do município e disse ter esperança de que haja revisão. “A gente está com esperança que sim”, afirmou.</p><p>Eleições de 2026</p><p>Filiada ao Avante, a prefeita disse que o partido ainda não definiu como se posicionará na disputa pelo governo de Minas em 2026 e que aguarda essa orientação antes de anunciar qualquer apoio. “Nós estamos na expectativa. Acho que vai ser mais para o começo do ano que vai posicionar mais a questão dos candidatos, definir os candidatos para a gente ver quem a gente vai estar apoiando”, explicou.</p><p>Questionada sobre os nomes que já se colocam no cenário estadual, Xanda Maria evitou antecipar posição. Mas ao comentar a possível candidatura do presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Falcão, ao governo do Estado, a prefeita elogiou o trabalho dele à frente da entidade. Segundo ela, Falcão fez “um excelente trabalho” e ficou “muito conhecido no Estado inteiro” durante a campanha pela presidência da AMM. “A gente vê aí nas pesquisas que ele está crescendo, juntamente com o Matheus Simões”, afirmou.</p><p>Privatização da Copasa</p><p>Questionado sobre a privatização da Copasa, a prefeita disse acreditar que pode haver melhora com a mudança, mas criticou a falta de diálogo com os municípios. “A gente acredita que vai ser uma melhora, mas os municípios não foram consultados. Então, a gente não pode nos expressar, falar a respeito dessa privatização, porque foi uma coisa muito discutida que deveria ter vindo até os prefeitos para a gente saber das nossas necessidades”, declarou.<br></p>]]>
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      <pubDate>Mon, 23 Feb 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Geferson Burgarelli, prefeito de Diamantina | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O prefeito de Diamantina (MG) Geferson Giordani Burgarelli (Paquito), afirmou que a executiva estadual do PSB terá total autonomia para conduzir as decisões eleitorais em Minas Gerais em 2026. Segundo ele, não haverá interferência da direção nacional na definição de apoios nem na escolha de candidaturas ao Senado, à Câmara dos Deputados ou ao Governo do Estado.</p><p>PSB Minas, PSB 2026, Autonomia PSB, Eleições 2026, Política Minas Gerais, PSB MG, Eleições em Minas, Política brasileira, Geferson Paquito, Paquito prefeito, Prefeito de Diamantina, Diamantina MG, Café com Política, PSB autonomia total, PSB sem interferência nacional, Eleições estaduais 2026, Governo de Minas 2026, Senado 2026, Câmara dos Deputados 2026, Bastidores da política, Articulação política em Minas, João Campos, prefeito de Recife.<br></p>]]>
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      <pubDate>Thu, 12 Feb 2026 15:05:23 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Domingos Sávio | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Caberá ao deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e ao senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), bater o martelo sobre quem será o candidato ao governo de Minas Gerais apoiado pelo Partido Liberal em outubro. Posicionados no leque de opções da legenda estão o vice-governador Mateus Simões (PSD), com o PL chegou a encaminhar acordo, e o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos). </p><p>Em entrevista ao Café com Política, disponível no canal de O TEMPO no Youtube, o presidente do PL no estado, deputado federal Domingos Sávio, destacou que a decisão será tomada pensando, majoritariamente, na garantia de um palanque forte a Flávio Bolsonaro na disputa presidencial.</p><p>“Nós vamos definir o futuro do PL aqui em Minas ouvindo o Flávio Bolsonaro, ouvindo o Níkolas, e eu sinto que é o que o próprio presidente Valdemar (Costa Neto) pensa também”, disse. Domingos ainda falou das tratativas com o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, para filiação ao PL. O empresário é sondado e pode compor, segundo o presidente do PL, como vice tanto de Cleitinho, quanto de Simões, além de ser uma opção também ao governo. </p><p>“O Flávio é um daqueles daquelas contratações aí que é aquele jogador que joga no meio de campo, que pode sair pra fazer gol também, sabe? Então eu acho que ele pode se encaixar”, afirmou. Domingos Sávio também reiterou o desejo de se candidatar ao Senado e indicou que ele deve vencer a disputa interna no PL mineiro contra os deputados Eros Biondini e Cristiano Caporezzo.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 10 Feb 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Roni Miranda - Secretário de Educação do Paraná | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O Paraná é o estado com o maior número de escolas cívico-militares do Brasil. Atualmente, são 312 unidades, e a previsão é que esse total chegue a 345 neste ano, segundo o secretário de Educação do Estado, Roni Miranda, em entrevista ao Café com Política. De acordo com o secretário, cabe aos pais ou  responsáveis a decisão sobre o modelo de ensino em que seus filhos serão matriculados. O modelo cívico-militar conta com a aprovação de cerca de 90% da população do Paraná. Além disso, quase 10 mil estudantes aguardam vaga em escolas que adotam esse formato. Ainda segundo o secretário, responsabilidade e respeito são apontados por pais e professores como alguns dos principais avanços observados no comportamento e no desempenho dos alunos matriculados nessas instituições.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 06 Feb 2026 16:28:05 -0100</pubDate>
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      <title>Luís Eduardo Falcão, presidente AMM e prefeito de Patos  | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão (sem partido), acusou o vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), de ultrapassar os limites do embate político e levar a disputa para o campo familiar. Em entrevista ao Café com Política, Falcão afirmou que o vice perdeu o controle ao ligar para sua esposa, a deputada estadual Lud Falcão (Podemos), para tratar de um assunto que, segundo ele, deveria ter sido discutido diretamente com os prefeitos.</p><p>“Ele perdeu totalmente a linha e extrapolou qualquer limite. Isso deixou de ser uma questão política e entrou na seara familiar, o que não é admissível”, afirmou. Falcão disse ainda que o vice-governador tentou, dias depois, “reescrever os fatos” em entrevistas à imprensa, numa tentativa de amenizar o episódio. Para ele, os fatos falam por si.</p><p>O presidente da AMM fez questão de diferenciar sua relação com o governador Romeu Zema (Novo) da relação com o vice. Segundo Falcão, o rompimento é com Mateus Simões, não com Zema. Ele elogiou a postura do governador, a quem classificou como equilibrado e respeitoso, mas criticou a centralização de decisões no segundo mandato. “A grande diferença é que hoje tudo está muito centralizado no vice-governador. Ele mesmo diz: ‘eu mandei, eu vou mandar’. Essa não é a forma de fazer política”, disse.</p><p>Falcão afirmou que o diálogo com o vice-governador está encerrado e citou como exemplos a falta de resposta a ofícios da AMM, demissões de servidores ligados a Patos de Minas e o corte de convênios com as forças de segurança. Para ele, essas ações configuram retaliação política após o embate institucional.</p><p>Ao tratar do cenário eleitoral de 2026, Falcão disse que a pausa anunciada pelo senador Cleitinho não altera o projeto que vem sendo discutido para Minas Gerais. Ele afirmou manter diálogo frequente com o senador e destacou que a decisão de Cleitinho de priorizar a família deve ser respeitada. “A questão familiar está acima de qualquer disputa política”, disse.</p><p>Falcão admitiu que pode disputar cargos em 2026, incluindo o governo de Minas ou a Câmara dos Deputados, mas rejeitou a ideia de uma candidatura imposta. “Candidatura se constrói, não se impõe. Não acredito nesse modelo de tirar todo mundo do caminho para ser candidato”, afirmou. Segundo ele, qualquer decisão será consequência de um projeto coletivo e não de um projeto pessoal.</p><p>O presidente da AMM confirmou conversas com diversos partidos e disse que a definição sobre filiação deve ocorrer até março, prazo legal para a disputa eleitoral. Ele afirmou ter dialogado com praticamente todas as grandes siglas, com exceção do PT, com o qual disse não ter identificação.</p><p>Por fim, Falcão criticou a antecipação do debate eleitoral em Minas Gerais e avaliou que a disputa pelo governo está mal colocada. Para ele, o Estado precisa parar de discutir o passado e avançar em projetos de futuro. “Não dá para ir para mais uma eleição só dizendo que alguém não pode voltar. Isso é muito pouco para Minas Gerais”, concluiu.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão (sem partido), acusou o vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), de ultrapassar os limites do embate político e levar a disputa para o campo familiar. Em entrevista ao Café com Política, Falcão afirmou que o vice perdeu o controle ao ligar para sua esposa, a deputada estadual Lud Falcão (Podemos), para tratar de um assunto que, segundo ele, deveria ter sido discutido diretamente com os prefeitos.</p><p>“Ele perdeu totalmente a linha e extrapolou qualquer limite. Isso deixou de ser uma questão política e entrou na seara familiar, o que não é admissível”, afirmou. Falcão disse ainda que o vice-governador tentou, dias depois, “reescrever os fatos” em entrevistas à imprensa, numa tentativa de amenizar o episódio. Para ele, os fatos falam por si.</p><p>O presidente da AMM fez questão de diferenciar sua relação com o governador Romeu Zema (Novo) da relação com o vice. Segundo Falcão, o rompimento é com Mateus Simões, não com Zema. Ele elogiou a postura do governador, a quem classificou como equilibrado e respeitoso, mas criticou a centralização de decisões no segundo mandato. “A grande diferença é que hoje tudo está muito centralizado no vice-governador. Ele mesmo diz: ‘eu mandei, eu vou mandar’. Essa não é a forma de fazer política”, disse.</p><p>Falcão afirmou que o diálogo com o vice-governador está encerrado e citou como exemplos a falta de resposta a ofícios da AMM, demissões de servidores ligados a Patos de Minas e o corte de convênios com as forças de segurança. Para ele, essas ações configuram retaliação política após o embate institucional.</p><p>Ao tratar do cenário eleitoral de 2026, Falcão disse que a pausa anunciada pelo senador Cleitinho não altera o projeto que vem sendo discutido para Minas Gerais. Ele afirmou manter diálogo frequente com o senador e destacou que a decisão de Cleitinho de priorizar a família deve ser respeitada. “A questão familiar está acima de qualquer disputa política”, disse.</p><p>Falcão admitiu que pode disputar cargos em 2026, incluindo o governo de Minas ou a Câmara dos Deputados, mas rejeitou a ideia de uma candidatura imposta. “Candidatura se constrói, não se impõe. Não acredito nesse modelo de tirar todo mundo do caminho para ser candidato”, afirmou. Segundo ele, qualquer decisão será consequência de um projeto coletivo e não de um projeto pessoal.</p><p>O presidente da AMM confirmou conversas com diversos partidos e disse que a definição sobre filiação deve ocorrer até março, prazo legal para a disputa eleitoral. Ele afirmou ter dialogado com praticamente todas as grandes siglas, com exceção do PT, com o qual disse não ter identificação.</p><p>Por fim, Falcão criticou a antecipação do debate eleitoral em Minas Gerais e avaliou que a disputa pelo governo está mal colocada. Para ele, o Estado precisa parar de discutir o passado e avançar em projetos de futuro. “Não dá para ir para mais uma eleição só dizendo que alguém não pode voltar. Isso é muito pouco para Minas Gerais”, concluiu.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 05 Feb 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão (sem partido), acusou o vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), de ultrapassar os limites do embate político e levar a disputa para o campo familiar. Em entrevista ao Café com Política, Falcão afirmou que o vice perdeu o controle ao ligar para sua esposa, a deputada estadual Lud Falcão (Podemos), para tratar de um assunto que, segundo ele, deveria ter sido discutido diretamente com os prefeitos.</p><p>“Ele perdeu totalmente a linha e extrapolou qualquer limite. Isso deixou de ser uma questão política e entrou na seara familiar, o que não é admissível”, afirmou. Falcão disse ainda que o vice-governador tentou, dias depois, “reescrever os fatos” em entrevistas à imprensa, numa tentativa de amenizar o episódio. Para ele, os fatos falam por si.</p><p>O presidente da AMM fez questão de diferenciar sua relação com o governador Romeu Zema (Novo) da relação com o vice. Segundo Falcão, o rompimento é com Mateus Simões, não com Zema. Ele elogiou a postura do governador, a quem classificou como equilibrado e respeitoso, mas criticou a centralização de decisões no segundo mandato. “A grande diferença é que hoje tudo está muito centralizado no vice-governador. Ele mesmo diz: ‘eu mandei, eu vou mandar’. Essa não é a forma de fazer política”, disse.</p><p>Falcão afirmou que o diálogo com o vice-governador está encerrado e citou como exemplos a falta de resposta a ofícios da AMM, demissões de servidores ligados a Patos de Minas e o corte de convênios com as forças de segurança. Para ele, essas ações configuram retaliação política após o embate institucional.</p><p>Ao tratar do cenário eleitoral de 2026, Falcão disse que a pausa anunciada pelo senador Cleitinho não altera o projeto que vem sendo discutido para Minas Gerais. Ele afirmou manter diálogo frequente com o senador e destacou que a decisão de Cleitinho de priorizar a família deve ser respeitada. “A questão familiar está acima de qualquer disputa política”, disse.</p><p>Falcão admitiu que pode disputar cargos em 2026, incluindo o governo de Minas ou a Câmara dos Deputados, mas rejeitou a ideia de uma candidatura imposta. “Candidatura se constrói, não se impõe. Não acredito nesse modelo de tirar todo mundo do caminho para ser candidato”, afirmou. Segundo ele, qualquer decisão será consequência de um projeto coletivo e não de um projeto pessoal.</p><p>O presidente da AMM confirmou conversas com diversos partidos e disse que a definição sobre filiação deve ocorrer até março, prazo legal para a disputa eleitoral. Ele afirmou ter dialogado com praticamente todas as grandes siglas, com exceção do PT, com o qual disse não ter identificação.</p><p>Por fim, Falcão criticou a antecipação do debate eleitoral em Minas Gerais e avaliou que a disputa pelo governo está mal colocada. Para ele, o Estado precisa parar de discutir o passado e avançar em projetos de futuro. “Não dá para ir para mais uma eleição só dizendo que alguém não pode voltar. Isso é muito pouco para Minas Gerais”, concluiu.</p>]]>
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      <title>Christopher Laguna, presidente do Novo em MG | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Após quase ficar sem representação parlamentar em 2022 por “erros na montagem de chapa”, o Partido Novo pretende mudar a estratégia em Minas Gerais para 2026. Conforme o presidente estadual da sigla, Christopher Laguna, a legenda irá investir novamente na criação de núcleos municipais, o que fez com que o Novo saísse de quatro para 94 vereadores em 2024, para construir uma base eleitoral sólida para as eleições deste ano. O cenário foi avaliado durante entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta quarta-feira (4/2) no canal no YouTube de O TEMPO.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Após quase ficar sem representação parlamentar em 2022 por “erros na montagem de chapa”, o Partido Novo pretende mudar a estratégia em Minas Gerais para 2026. Conforme o presidente estadual da sigla, Christopher Laguna, a legenda irá investir novamente na criação de núcleos municipais, o que fez com que o Novo saísse de quatro para 94 vereadores em 2024, para construir uma base eleitoral sólida para as eleições deste ano. O cenário foi avaliado durante entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta quarta-feira (4/2) no canal no YouTube de O TEMPO.<br></p>]]>
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      <pubDate>Wed, 04 Feb 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Após quase ficar sem representação parlamentar em 2022 por “erros na montagem de chapa”, o Partido Novo pretende mudar a estratégia em Minas Gerais para 2026. Conforme o presidente estadual da sigla, Christopher Laguna, a legenda irá investir novamente na criação de núcleos municipais, o que fez com que o Novo saísse de quatro para 94 vereadores em 2024, para construir uma base eleitoral sólida para as eleições deste ano. O cenário foi avaliado durante entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta quarta-feira (4/2) no canal no YouTube de O TEMPO.<br></p>]]>
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      <title>Anderson Cabido, Prefeito de Congonhas  | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Congonhas, Anderson Cabido (PSB) criticou o que ele chamou de “descoordenação” entre os poderes públicos ao lidar com o vazamento de 220 mil m³ de água com sedimentos da cava da mina de Fábrica, da mineradora Vale, localizada entre Congonhas e Ouro Preto, na região Central de Minas Gerais. Em entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta terça-feira (3/2) no canal no YouTube de O TEMPO, o chefe do Executivo cobrou que as cidades envolvidas fossem escutadas e que as medidas tomadas a nível municipal fossem levadas em consideração.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Congonhas, Anderson Cabido (PSB) criticou o que ele chamou de “descoordenação” entre os poderes públicos ao lidar com o vazamento de 220 mil m³ de água com sedimentos da cava da mina de Fábrica, da mineradora Vale, localizada entre Congonhas e Ouro Preto, na região Central de Minas Gerais. Em entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta terça-feira (3/2) no canal no YouTube de O TEMPO, o chefe do Executivo cobrou que as cidades envolvidas fossem escutadas e que as medidas tomadas a nível municipal fossem levadas em consideração.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 03 Feb 2026 16:42:34 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Geraldo Henrique, diretor Político do Sindpúblicos  | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Sem recomposição salarial nos últimos anos, o S<a href="https://www.otempo.com.br/politica/2025/6/23/sindicato-aposta-no-propag-para-garantir-recomposicao-anual-da-inflacao-aos-servidores-de-minas">indicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Minas Gerais (Sindpúblicos-MG) </a>cobra a correção da inflação na remuneração dos servidores públicos do Estado. Conforme o diretor político da categoria, Geraldo Henrique, a recomposição anual era uma promessa de campanha do governador Romeu Zema (Novo), que está prestes a encerrar o segundo mandato. A demanda dos servidores foi apresentada durante entrevista ao programa <strong>Café com Política</strong>, exibido no canal no YouTube de <strong>O TEMPO</strong> nesta segunda-feira (2/2).</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 02 Feb 2026 13:30:36 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Ronaldo Scucato, presidente do Sistema Ocemg  | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente do Sistema Ocemg, Ronaldo Sucato, afirmou que o cooperativismo seguirá cobrando dos governos políticas públicas mais eficazes para o setor, especialmente nas áreas de crédito, seguro rural e financiamento da produção. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta sexta-feira (30/1) no canal O TEMPO no YouTube, ele avaliou que as medidas atualmente adotadas pelo poder público não são suficientes para garantir o avanço do modelo cooperativista no país.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 30 Jan 2026 13:25:12 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title> Valentino Rizzioli | Café com Política</title>
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      <pubDate>Wed, 28 Jan 2026 17:27:28 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title> Maria da Consolação | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>No Café com Política, Maria da Consolação, professora aposentada, militante histórica e uma das fundadoras do PSOL em Minas Gerais, fala sobre sua trajetória de mais de quatro décadas na luta social e confirma que colocou seu nome à disposição como pré-candidata ao governo do estado.</p><p>Na entrevista, ela defende a construção de uma Frente Socialista em Minas, critica a extrema direita, a mineração predatória e o modelo econômico baseado na exploração de riquezas naturais, além de apresentar propostas como tarifa zero no transporte, fim da escala 6x1, reforma agrária, investimento em educação, tecnologia e direitos humanos.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 28 Jan 2026 14:23:43 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title> Luís Flávio Sapori | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Alvo de divergências, a chamada PEC da Segurança Pública será um dos focos na retomada dos trabalhos no Congresso. O relator da proposta, deputado Mendonça Filho (União-PE), acredita na aprovação do texto até o início de março e admite a possibilidade de mudanças. Em entrevista ao Café com Política, o sociólogo Luís Flávio Sapori afirmou que a proposta desconstrói a integração e retira dos estados a prerrogativa de articulação com o governo federal. Para ele, trata-se de um verdadeiro retrocesso institucional.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Alvo de divergências, a chamada PEC da Segurança Pública será um dos focos na retomada dos trabalhos no Congresso. O relator da proposta, deputado Mendonça Filho (União-PE), acredita na aprovação do texto até o início de março e admite a possibilidade de mudanças. Em entrevista ao Café com Política, o sociólogo Luís Flávio Sapori afirmou que a proposta desconstrói a integração e retira dos estados a prerrogativa de articulação com o governo federal. Para ele, trata-se de um verdadeiro retrocesso institucional.<br></p>]]>
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      <pubDate>Wed, 28 Jan 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Alvo de divergências, a chamada PEC da Segurança Pública será um dos focos na retomada dos trabalhos no Congresso. O relator da proposta, deputado Mendonça Filho (União-PE), acredita na aprovação do texto até o início de março e admite a possibilidade de mudanças. Em entrevista ao Café com Política, o sociólogo Luís Flávio Sapori afirmou que a proposta desconstrói a integração e retira dos estados a prerrogativa de articulação com o governo federal. Para ele, trata-se de um verdadeiro retrocesso institucional.<br></p>]]>
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      <title>Marília Campos | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), afirmou que está à disposição do partido para disputar uma vaga no Senado em 2026, mas deixou claro que a decisão depende de uma série de condições políticas. Entre elas, o apoio do PT, uma definição clara da estratégia eleitoral em Minas Gerais e o aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo a prefeita, o prazo para essa definição é até o fim de fevereiro.</p><p>Marília destacou que sua eventual candidatura não é automática. Ela afirmou que não reivindica a vaga, mas que está aberta ao debate, desde que haja tempo hábil para organizar a saída da prefeitura e construir uma candidatura sólida dentro do partido. A prefeita também ressaltou que ainda não houve uma conversa direta com Lula sobre o tema.</p><p>Ao comentar o cenário interno do PT em Minas, Marília criticou a indefinição do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), que é citado como um dos principais nomes para a disputa em 2026. Segundo ela, a falta de posicionamento tem dificultado o planejamento do partido no Estado. A prefeita afirmou que o PT acabou “dando chá de cadeira” enquanto aguardava uma definição de Pacheco.</p><p>A prefeita também avaliou outras possibilidades colocadas no debate político mineiro. Sobre a reitora da UFMG, Marília afirmou que o nome surgiu sem o preparo necessário para uma disputa eleitoral desse porte. Na mesma linha, ela minimizou as chances de uma candidatura do ex-prefeito de Belo Horizonte Márcio Lacerda, avaliando que nomes lançados sem construção política prévia tendem a enfrentar dificuldades.</p><p>Para Marília, o PT precisa apostar em candidaturas com trajetória, densidade eleitoral e capacidade de diálogo com a sociedade mineira. Segundo ela, o partido deve definir com clareza suas prioridades para a disputa ao governo de Minas e ao Senado, evitando improvisações.</p><p>Durante a entrevista, a prefeita também entrou no debate nacional sobre o Supremo Tribunal Federal (STF). Marília afirmou que não vê exageros na atuação da Corte e defendeu que o Tribunal tem cumprido seu papel constitucional. Para ela, críticas ao STF muitas vezes têm viés político e podem comprometer o equilíbrio institucional.</p><p>No campo estadual, Marília fez uma avaliação crítica da gestão do governador Romeu Zema (Novo). Segundo ela, os prefeitos mineiros estão sobrecarregados, assumindo responsabilidades que deveriam ser do governo estadual. A prefeita afirmou que há uma transferência de custos para os municípios, o que pressiona os orçamentos locais e dificulta a execução de políticas públicas.</p><p>Ainda sobre gestão, Marília cobrou maior integração do transporte metropolitano e defendeu a expansão do metrô como solução estruturante para a mobilidade na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A prefeita também afirmou que a Prefeitura de Contagem trabalha para colocar em operação novos corredores de ônibus no segundo semestre, como parte de um conjunto de investimentos em mobilidade urbana.</p><p>Ao final da entrevista, Marília reforçou que, caso não haja uma definição clara do PT dentro do prazo que considera adequado, seguirá à frente da Prefeitura de Contagem, priorizando a continuidade administrativa e os projetos em andamento no município.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), afirmou que está à disposição do partido para disputar uma vaga no Senado em 2026, mas deixou claro que a decisão depende de uma série de condições políticas. Entre elas, o apoio do PT, uma definição clara da estratégia eleitoral em Minas Gerais e o aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo a prefeita, o prazo para essa definição é até o fim de fevereiro.</p><p>Marília destacou que sua eventual candidatura não é automática. Ela afirmou que não reivindica a vaga, mas que está aberta ao debate, desde que haja tempo hábil para organizar a saída da prefeitura e construir uma candidatura sólida dentro do partido. A prefeita também ressaltou que ainda não houve uma conversa direta com Lula sobre o tema.</p><p>Ao comentar o cenário interno do PT em Minas, Marília criticou a indefinição do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), que é citado como um dos principais nomes para a disputa em 2026. Segundo ela, a falta de posicionamento tem dificultado o planejamento do partido no Estado. A prefeita afirmou que o PT acabou “dando chá de cadeira” enquanto aguardava uma definição de Pacheco.</p><p>A prefeita também avaliou outras possibilidades colocadas no debate político mineiro. Sobre a reitora da UFMG, Marília afirmou que o nome surgiu sem o preparo necessário para uma disputa eleitoral desse porte. Na mesma linha, ela minimizou as chances de uma candidatura do ex-prefeito de Belo Horizonte Márcio Lacerda, avaliando que nomes lançados sem construção política prévia tendem a enfrentar dificuldades.</p><p>Para Marília, o PT precisa apostar em candidaturas com trajetória, densidade eleitoral e capacidade de diálogo com a sociedade mineira. Segundo ela, o partido deve definir com clareza suas prioridades para a disputa ao governo de Minas e ao Senado, evitando improvisações.</p><p>Durante a entrevista, a prefeita também entrou no debate nacional sobre o Supremo Tribunal Federal (STF). Marília afirmou que não vê exageros na atuação da Corte e defendeu que o Tribunal tem cumprido seu papel constitucional. Para ela, críticas ao STF muitas vezes têm viés político e podem comprometer o equilíbrio institucional.</p><p>No campo estadual, Marília fez uma avaliação crítica da gestão do governador Romeu Zema (Novo). Segundo ela, os prefeitos mineiros estão sobrecarregados, assumindo responsabilidades que deveriam ser do governo estadual. A prefeita afirmou que há uma transferência de custos para os municípios, o que pressiona os orçamentos locais e dificulta a execução de políticas públicas.</p><p>Ainda sobre gestão, Marília cobrou maior integração do transporte metropolitano e defendeu a expansão do metrô como solução estruturante para a mobilidade na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A prefeita também afirmou que a Prefeitura de Contagem trabalha para colocar em operação novos corredores de ônibus no segundo semestre, como parte de um conjunto de investimentos em mobilidade urbana.</p><p>Ao final da entrevista, Marília reforçou que, caso não haja uma definição clara do PT dentro do prazo que considera adequado, seguirá à frente da Prefeitura de Contagem, priorizando a continuidade administrativa e os projetos em andamento no município.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 26 Jan 2026 14:09:26 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), afirmou que está à disposição do partido para disputar uma vaga no Senado em 2026, mas deixou claro que a decisão depende de uma série de condições políticas. Entre elas, o apoio do PT, uma definição clara da estratégia eleitoral em Minas Gerais e o aval do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo a prefeita, o prazo para essa definição é até o fim de fevereiro.</p><p>Marília destacou que sua eventual candidatura não é automática. Ela afirmou que não reivindica a vaga, mas que está aberta ao debate, desde que haja tempo hábil para organizar a saída da prefeitura e construir uma candidatura sólida dentro do partido. A prefeita também ressaltou que ainda não houve uma conversa direta com Lula sobre o tema.</p><p>Ao comentar o cenário interno do PT em Minas, Marília criticou a indefinição do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), que é citado como um dos principais nomes para a disputa em 2026. Segundo ela, a falta de posicionamento tem dificultado o planejamento do partido no Estado. A prefeita afirmou que o PT acabou “dando chá de cadeira” enquanto aguardava uma definição de Pacheco.</p><p>A prefeita também avaliou outras possibilidades colocadas no debate político mineiro. Sobre a reitora da UFMG, Marília afirmou que o nome surgiu sem o preparo necessário para uma disputa eleitoral desse porte. Na mesma linha, ela minimizou as chances de uma candidatura do ex-prefeito de Belo Horizonte Márcio Lacerda, avaliando que nomes lançados sem construção política prévia tendem a enfrentar dificuldades.</p><p>Para Marília, o PT precisa apostar em candidaturas com trajetória, densidade eleitoral e capacidade de diálogo com a sociedade mineira. Segundo ela, o partido deve definir com clareza suas prioridades para a disputa ao governo de Minas e ao Senado, evitando improvisações.</p><p>Durante a entrevista, a prefeita também entrou no debate nacional sobre o Supremo Tribunal Federal (STF). Marília afirmou que não vê exageros na atuação da Corte e defendeu que o Tribunal tem cumprido seu papel constitucional. Para ela, críticas ao STF muitas vezes têm viés político e podem comprometer o equilíbrio institucional.</p><p>No campo estadual, Marília fez uma avaliação crítica da gestão do governador Romeu Zema (Novo). Segundo ela, os prefeitos mineiros estão sobrecarregados, assumindo responsabilidades que deveriam ser do governo estadual. A prefeita afirmou que há uma transferência de custos para os municípios, o que pressiona os orçamentos locais e dificulta a execução de políticas públicas.</p><p>Ainda sobre gestão, Marília cobrou maior integração do transporte metropolitano e defendeu a expansão do metrô como solução estruturante para a mobilidade na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A prefeita também afirmou que a Prefeitura de Contagem trabalha para colocar em operação novos corredores de ônibus no segundo semestre, como parte de um conjunto de investimentos em mobilidade urbana.</p><p>Ao final da entrevista, Marília reforçou que, caso não haja uma definição clara do PT dentro do prazo que considera adequado, seguirá à frente da Prefeitura de Contagem, priorizando a continuidade administrativa e os projetos em andamento no município.</p>]]>
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      <title> Wirley Rodrigues Reis | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>No Café com Política, o ex-prefeito de Itapecerica Wirley Rodrigues Reis, conhecido como Têko, faz uma análise direta sobre o cenário político brasileiro e mineiro em ano eleitoral. Na entrevista, ele critica a atuação de políticos que criam personagens para as redes sociais e se comportam de forma diferente nos bastidores, alerta para os riscos das notícias falsas e da desinformação.</p><p>Têko também fala sobre municipalismo, cultura, turismo, diversidade, gestão pública e confirma sua pré-candidatura a deputado estadual. Um debate franco sobre política real, longe do teatro e mais perto da vida das pessoas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No Café com Política, o ex-prefeito de Itapecerica Wirley Rodrigues Reis, conhecido como Têko, faz uma análise direta sobre o cenário político brasileiro e mineiro em ano eleitoral. Na entrevista, ele critica a atuação de políticos que criam personagens para as redes sociais e se comportam de forma diferente nos bastidores, alerta para os riscos das notícias falsas e da desinformação.</p><p>Têko também fala sobre municipalismo, cultura, turismo, diversidade, gestão pública e confirma sua pré-candidatura a deputado estadual. Um debate franco sobre política real, longe do teatro e mais perto da vida das pessoas.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 23 Jan 2026 13:07:36 -0100</pubDate>
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        <![CDATA[<p>No Café com Política, o ex-prefeito de Itapecerica Wirley Rodrigues Reis, conhecido como Têko, faz uma análise direta sobre o cenário político brasileiro e mineiro em ano eleitoral. Na entrevista, ele critica a atuação de políticos que criam personagens para as redes sociais e se comportam de forma diferente nos bastidores, alerta para os riscos das notícias falsas e da desinformação.</p><p>Têko também fala sobre municipalismo, cultura, turismo, diversidade, gestão pública e confirma sua pré-candidatura a deputado estadual. Um debate franco sobre política real, longe do teatro e mais perto da vida das pessoas.</p>]]>
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      <title>Lud Falcão | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A deputada estadual Ludmila Falcão (Podemos) afirmou, nesta quinta-feira (22/1), em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no Youtube, que levou à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) a denúncia de ameaça e intimidação feita contra ela pelo vice-governador Mateus Simões (psd) e disse que o caso está sendo discutido com lideranças da Casa para a definição de eventuais medidas institucionais. Segundo a parlamentar, a postura do vice-governador extrapola o conflito político e atinge o próprio parlamento.</p><p>Para Ludmila, a ligação feita por Simões após críticas de seu marido, o prefeito de Patos de Minas e presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Luís Eduardo Falcão (sem partido), revela uma tentativa de intimidação. “Ele age como se fosse dono do Estado”, afirmou. A deputada relatou que procurou o presidente da ALMG, Tadeu Martins Leite (MDB), além da bancada feminina e da Procuradoria da Mulher, para tratar do episódio. Segundo ela, qualquer providência será construída de forma coletiva.</p><p>O embate levou a deputada a anunciar que não pretende permanecer na vice-liderança do governo quando Mateus Simões assuma o comando do Executivo estadual. Para a deputada, sua permanência na função está condicionada à atual gestão. “Quando o governador sair da cadeira, ele entra e eu saio”, disse, ao destacar que não vê legitimidade política no vice-governador para ocupar o cargo com seu apoio.</p><p>Apesar da crise, Ludmila fez questão de separar o conflito da relação com o governador Romeu Zema (Novo). Segundo a deputada, o episódio não altera sua avaliação sobre o chefe do Executivo. “Zema sempre nos tratou com respeito”, afirmou, ao reforçar que sua divergência é exclusivamente com a postura adotada por Mateus Simões.</p><p>Questionado sobre a disputa eleitoral, a deputada fechou as portas para qualquer apoio a uma eventual candidatura de Simões ao governo de Minas. Para ela, faltam princípios e sensibilidade ao vice-governador. A deputada também colocou em dúvida a permanência de Simões no PSD, partido ao qual ele é filiado. “Na política tudo pode mudar”, afirmou. </p><p>A parlamentar também minimizou qualquer impacto eleitoral após o embate. Segundo ela, sua atuação política não será guiada por medo ou cálculo de reeleição. Ela afirmou que seguirá mantendo uma postura firme diante do episódio, independentemente das consequências políticas.</p><p>Durante a entrevista, Lud Falcão também comentou a divergência pública com o marido em relação à privatização da Copasa. Enquanto Falcão, na condição de presidente da AMM, criticou o processo e defendeu maior participação dos municípios, a deputada votou a favor da privatização. Para ela, a diferença de posição está relacionada às funções exercidas por cada um. “Não somos obrigados a pensar igual”, afirmou, ao destacar que sua decisão foi tomada a partir da realidade do saneamento e da prestação do serviço à população.</p><p>Questionada sobre a possibilidade de Falcão disputar o governo de Minas Gerais, a depurada disse que não há decisão tomada. Segundo ela, o debate ainda é prematuro. “Ainda não é hora de tomar essa decisão”, afirmou, ao destacar que o foco atual é a construção de um projeto para o estado, e não uma candidatura individual.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A deputada estadual Ludmila Falcão (Podemos) afirmou, nesta quinta-feira (22/1), em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no Youtube, que levou à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) a denúncia de ameaça e intimidação feita contra ela pelo vice-governador Mateus Simões (psd) e disse que o caso está sendo discutido com lideranças da Casa para a definição de eventuais medidas institucionais. Segundo a parlamentar, a postura do vice-governador extrapola o conflito político e atinge o próprio parlamento.</p><p>Para Ludmila, a ligação feita por Simões após críticas de seu marido, o prefeito de Patos de Minas e presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Luís Eduardo Falcão (sem partido), revela uma tentativa de intimidação. “Ele age como se fosse dono do Estado”, afirmou. A deputada relatou que procurou o presidente da ALMG, Tadeu Martins Leite (MDB), além da bancada feminina e da Procuradoria da Mulher, para tratar do episódio. Segundo ela, qualquer providência será construída de forma coletiva.</p><p>O embate levou a deputada a anunciar que não pretende permanecer na vice-liderança do governo quando Mateus Simões assuma o comando do Executivo estadual. Para a deputada, sua permanência na função está condicionada à atual gestão. “Quando o governador sair da cadeira, ele entra e eu saio”, disse, ao destacar que não vê legitimidade política no vice-governador para ocupar o cargo com seu apoio.</p><p>Apesar da crise, Ludmila fez questão de separar o conflito da relação com o governador Romeu Zema (Novo). Segundo a deputada, o episódio não altera sua avaliação sobre o chefe do Executivo. “Zema sempre nos tratou com respeito”, afirmou, ao reforçar que sua divergência é exclusivamente com a postura adotada por Mateus Simões.</p><p>Questionado sobre a disputa eleitoral, a deputada fechou as portas para qualquer apoio a uma eventual candidatura de Simões ao governo de Minas. Para ela, faltam princípios e sensibilidade ao vice-governador. A deputada também colocou em dúvida a permanência de Simões no PSD, partido ao qual ele é filiado. “Na política tudo pode mudar”, afirmou. </p><p>A parlamentar também minimizou qualquer impacto eleitoral após o embate. Segundo ela, sua atuação política não será guiada por medo ou cálculo de reeleição. Ela afirmou que seguirá mantendo uma postura firme diante do episódio, independentemente das consequências políticas.</p><p>Durante a entrevista, Lud Falcão também comentou a divergência pública com o marido em relação à privatização da Copasa. Enquanto Falcão, na condição de presidente da AMM, criticou o processo e defendeu maior participação dos municípios, a deputada votou a favor da privatização. Para ela, a diferença de posição está relacionada às funções exercidas por cada um. “Não somos obrigados a pensar igual”, afirmou, ao destacar que sua decisão foi tomada a partir da realidade do saneamento e da prestação do serviço à população.</p><p>Questionada sobre a possibilidade de Falcão disputar o governo de Minas Gerais, a depurada disse que não há decisão tomada. Segundo ela, o debate ainda é prematuro. “Ainda não é hora de tomar essa decisão”, afirmou, ao destacar que o foco atual é a construção de um projeto para o estado, e não uma candidatura individual.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 22 Jan 2026 14:30:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A deputada estadual Ludmila Falcão (Podemos) afirmou, nesta quinta-feira (22/1), em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no Youtube, que levou à Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) a denúncia de ameaça e intimidação feita contra ela pelo vice-governador Mateus Simões (psd) e disse que o caso está sendo discutido com lideranças da Casa para a definição de eventuais medidas institucionais. Segundo a parlamentar, a postura do vice-governador extrapola o conflito político e atinge o próprio parlamento.</p><p>Para Ludmila, a ligação feita por Simões após críticas de seu marido, o prefeito de Patos de Minas e presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Luís Eduardo Falcão (sem partido), revela uma tentativa de intimidação. “Ele age como se fosse dono do Estado”, afirmou. A deputada relatou que procurou o presidente da ALMG, Tadeu Martins Leite (MDB), além da bancada feminina e da Procuradoria da Mulher, para tratar do episódio. Segundo ela, qualquer providência será construída de forma coletiva.</p><p>O embate levou a deputada a anunciar que não pretende permanecer na vice-liderança do governo quando Mateus Simões assuma o comando do Executivo estadual. Para a deputada, sua permanência na função está condicionada à atual gestão. “Quando o governador sair da cadeira, ele entra e eu saio”, disse, ao destacar que não vê legitimidade política no vice-governador para ocupar o cargo com seu apoio.</p><p>Apesar da crise, Ludmila fez questão de separar o conflito da relação com o governador Romeu Zema (Novo). Segundo a deputada, o episódio não altera sua avaliação sobre o chefe do Executivo. “Zema sempre nos tratou com respeito”, afirmou, ao reforçar que sua divergência é exclusivamente com a postura adotada por Mateus Simões.</p><p>Questionado sobre a disputa eleitoral, a deputada fechou as portas para qualquer apoio a uma eventual candidatura de Simões ao governo de Minas. Para ela, faltam princípios e sensibilidade ao vice-governador. A deputada também colocou em dúvida a permanência de Simões no PSD, partido ao qual ele é filiado. “Na política tudo pode mudar”, afirmou. </p><p>A parlamentar também minimizou qualquer impacto eleitoral após o embate. Segundo ela, sua atuação política não será guiada por medo ou cálculo de reeleição. Ela afirmou que seguirá mantendo uma postura firme diante do episódio, independentemente das consequências políticas.</p><p>Durante a entrevista, Lud Falcão também comentou a divergência pública com o marido em relação à privatização da Copasa. Enquanto Falcão, na condição de presidente da AMM, criticou o processo e defendeu maior participação dos municípios, a deputada votou a favor da privatização. Para ela, a diferença de posição está relacionada às funções exercidas por cada um. “Não somos obrigados a pensar igual”, afirmou, ao destacar que sua decisão foi tomada a partir da realidade do saneamento e da prestação do serviço à população.</p><p>Questionada sobre a possibilidade de Falcão disputar o governo de Minas Gerais, a depurada disse que não há decisão tomada. Segundo ela, o debate ainda é prematuro. “Ainda não é hora de tomar essa decisão”, afirmou, ao destacar que o foco atual é a construção de um projeto para o estado, e não uma candidatura individual.</p>]]>
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      <title>Mateus Simões | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), afirmou que o governo prepara operações policiais em nove áreas consideradas de risco no estado e que a presença das forças de segurança será mantida até que haja pacificação completa. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quarta-feira (21/1) no canal de O TEMPO no Youtube, Simões pontuou que a resposta do Estado ao avanço do crime organizado seguirá baseada no reforço ostensivo da polícia, com atuação permanente em regiões onde há tentativa de domínio territorial por facções.</p><p>Segundo o vice governador, Minas enfrenta desafios na segurança, mas destacou que o cenário ainda está distante do que ocorre em estados como Rio de Janeiro e São Paulo. Para Simões, situações como a mudança de rota de ônibus por medo da violência são sinais de alerta e exigem ação mais dura do poder público. Ele reforçou, no entanto, que a prioridade do governo é garantir a segurança de quem está nas ruas, afirmando que investimentos no sistema prisional ficam em segundo plano diante dessa necessidade.</p><p>Questionado sobre a situação penitenciária no estado, o governo, segundo Simões, aposta na criação de presídios especializados para criminosos ligados a facções e na ampliação do uso das Apacs para presos de menor periculosidade. Simões também garantiu que o Estado avalia ampliar o uso de tecnologia, como câmeras e reconhecimento facial, como ferramenta estratégica no combate ao crime.</p><p>No campo econômico, o vice governador afirmou que o governo trabalha para arrecadar mais de R$ 4 bilhões com uma operação envolvendo a Copasa. Segundo ele, o Estado manterá participação na companhia após a desestatização, sem venda do controle, e os recursos serão usados para acelerar obras de infraestrutura, especialmente rodoviárias. Simões destacou ainda que a infraestrutura deve ser a área mais beneficiada com os recursos do Propag.</p><p>Sobre os servidores públicos, Simões sinalizou a possibilidade de recomposição salarial a partir de 2026 e disse que o governo prepara a discussão da data-base em maio. Ele afirmou que o reajuste é um direito dos servidores, mas depende do limite financeiro do Estado, e reiterou que não haverá reestruturação de carreiras, com eventual reajuste geral seguindo a inflação.</p><p>No cenário eleitoral, o vice governador afirmou que a definição do nome que ocupará a vice em sua chapa ficará para depois da janela partidária e será uma decisão do governador Romeu Zema (Novo). Segundo Simões, as conversas com partidos como PL, PSD e aliados seguem avançando para a composição eleitoral em Minas Gerais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), afirmou que o governo prepara operações policiais em nove áreas consideradas de risco no estado e que a presença das forças de segurança será mantida até que haja pacificação completa. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quarta-feira (21/1) no canal de O TEMPO no Youtube, Simões pontuou que a resposta do Estado ao avanço do crime organizado seguirá baseada no reforço ostensivo da polícia, com atuação permanente em regiões onde há tentativa de domínio territorial por facções.</p><p>Segundo o vice governador, Minas enfrenta desafios na segurança, mas destacou que o cenário ainda está distante do que ocorre em estados como Rio de Janeiro e São Paulo. Para Simões, situações como a mudança de rota de ônibus por medo da violência são sinais de alerta e exigem ação mais dura do poder público. Ele reforçou, no entanto, que a prioridade do governo é garantir a segurança de quem está nas ruas, afirmando que investimentos no sistema prisional ficam em segundo plano diante dessa necessidade.</p><p>Questionado sobre a situação penitenciária no estado, o governo, segundo Simões, aposta na criação de presídios especializados para criminosos ligados a facções e na ampliação do uso das Apacs para presos de menor periculosidade. Simões também garantiu que o Estado avalia ampliar o uso de tecnologia, como câmeras e reconhecimento facial, como ferramenta estratégica no combate ao crime.</p><p>No campo econômico, o vice governador afirmou que o governo trabalha para arrecadar mais de R$ 4 bilhões com uma operação envolvendo a Copasa. Segundo ele, o Estado manterá participação na companhia após a desestatização, sem venda do controle, e os recursos serão usados para acelerar obras de infraestrutura, especialmente rodoviárias. Simões destacou ainda que a infraestrutura deve ser a área mais beneficiada com os recursos do Propag.</p><p>Sobre os servidores públicos, Simões sinalizou a possibilidade de recomposição salarial a partir de 2026 e disse que o governo prepara a discussão da data-base em maio. Ele afirmou que o reajuste é um direito dos servidores, mas depende do limite financeiro do Estado, e reiterou que não haverá reestruturação de carreiras, com eventual reajuste geral seguindo a inflação.</p><p>No cenário eleitoral, o vice governador afirmou que a definição do nome que ocupará a vice em sua chapa ficará para depois da janela partidária e será uma decisão do governador Romeu Zema (Novo). Segundo Simões, as conversas com partidos como PL, PSD e aliados seguem avançando para a composição eleitoral em Minas Gerais.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 22 Jan 2026 12:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), afirmou que o governo prepara operações policiais em nove áreas consideradas de risco no estado e que a presença das forças de segurança será mantida até que haja pacificação completa. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quarta-feira (21/1) no canal de O TEMPO no Youtube, Simões pontuou que a resposta do Estado ao avanço do crime organizado seguirá baseada no reforço ostensivo da polícia, com atuação permanente em regiões onde há tentativa de domínio territorial por facções.</p><p>Segundo o vice governador, Minas enfrenta desafios na segurança, mas destacou que o cenário ainda está distante do que ocorre em estados como Rio de Janeiro e São Paulo. Para Simões, situações como a mudança de rota de ônibus por medo da violência são sinais de alerta e exigem ação mais dura do poder público. Ele reforçou, no entanto, que a prioridade do governo é garantir a segurança de quem está nas ruas, afirmando que investimentos no sistema prisional ficam em segundo plano diante dessa necessidade.</p><p>Questionado sobre a situação penitenciária no estado, o governo, segundo Simões, aposta na criação de presídios especializados para criminosos ligados a facções e na ampliação do uso das Apacs para presos de menor periculosidade. Simões também garantiu que o Estado avalia ampliar o uso de tecnologia, como câmeras e reconhecimento facial, como ferramenta estratégica no combate ao crime.</p><p>No campo econômico, o vice governador afirmou que o governo trabalha para arrecadar mais de R$ 4 bilhões com uma operação envolvendo a Copasa. Segundo ele, o Estado manterá participação na companhia após a desestatização, sem venda do controle, e os recursos serão usados para acelerar obras de infraestrutura, especialmente rodoviárias. Simões destacou ainda que a infraestrutura deve ser a área mais beneficiada com os recursos do Propag.</p><p>Sobre os servidores públicos, Simões sinalizou a possibilidade de recomposição salarial a partir de 2026 e disse que o governo prepara a discussão da data-base em maio. Ele afirmou que o reajuste é um direito dos servidores, mas depende do limite financeiro do Estado, e reiterou que não haverá reestruturação de carreiras, com eventual reajuste geral seguindo a inflação.</p><p>No cenário eleitoral, o vice governador afirmou que a definição do nome que ocupará a vice em sua chapa ficará para depois da janela partidária e será uma decisão do governador Romeu Zema (Novo). Segundo Simões, as conversas com partidos como PL, PSD e aliados seguem avançando para a composição eleitoral em Minas Gerais.</p>]]>
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      <title>Danilo Caldarele Dias | Prefeito de São Pedro dos Ferros</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p> O prefeito de São Pedro dos Ferros, Danilo Caldarele Dias, o Danilo DDD (PP), afirmou que o fechamento da usina Jatiboca provocou um impacto “gigantesco” na economia do município, com a perda de cerca de 280 empregos diretos e uma redução anual de aproximadamente R$ 1,5 milhão na arrecadação. Em entrevista ao <em>Café com Política</em>, com o jornalisat Léo Mendes, ele destacou que, para uma cidade com orçamento limitado e pouco mais de 8 mil habitantes, o encerramento das atividades agrava ainda mais a dependência do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). </p><p> Segundo o prefeito, municípios pequenos da Zona da Mata e do Vale do Piranga enfrentam dificuldades estruturais para gerar riqueza e dependem fortemente de transferências e emendas parlamentares. Danilo defendeu a fiscalização rigorosa em casos de irregularidades, mas alertou que a judicialização excessiva das emendas prejudica cidades que sobrevivem desse tipo de recurso. “Para nós, as emendas são fundamentais para equipar a prefeitura e atender melhor o cidadão”, afirmou. </p>]]>
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        <![CDATA[<p> O prefeito de São Pedro dos Ferros, Danilo Caldarele Dias, o Danilo DDD (PP), afirmou que o fechamento da usina Jatiboca provocou um impacto “gigantesco” na economia do município, com a perda de cerca de 280 empregos diretos e uma redução anual de aproximadamente R$ 1,5 milhão na arrecadação. Em entrevista ao <em>Café com Política</em>, com o jornalisat Léo Mendes, ele destacou que, para uma cidade com orçamento limitado e pouco mais de 8 mil habitantes, o encerramento das atividades agrava ainda mais a dependência do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). </p><p> Segundo o prefeito, municípios pequenos da Zona da Mata e do Vale do Piranga enfrentam dificuldades estruturais para gerar riqueza e dependem fortemente de transferências e emendas parlamentares. Danilo defendeu a fiscalização rigorosa em casos de irregularidades, mas alertou que a judicialização excessiva das emendas prejudica cidades que sobrevivem desse tipo de recurso. “Para nós, as emendas são fundamentais para equipar a prefeitura e atender melhor o cidadão”, afirmou. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 20 Jan 2026 06:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <title> Eder Gatti, Diretor do Ministério da Saúde | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Como estratégia de ampliação ao combate ao vírus da dengue, que, só no ano passado, acometeu 1,6 milhão de pessoas e matou outras 1.700 em todo o país, o Ministério da Saúde começa, neste sábado (17/01), a aplicar a vacina produzida pelo Instituto Butantan. O imunizante é o primeiro e único até agora a garantir  a imunização com apenas uma dose de vacina. A ampliação da oferta, prevista para os próximos meses, deverá garantir a disponibilidade de imunizantes para toda a população até o segundo semestre de 2026, conforme planejamento do Ministério da Saúde. </p><p>“Temos uma questão de limitação na estrutura, mas estamos fazendo investimentos para a produção no Butantan, além de uma parceria com uma farmacêutica chinesa que vai auxiliar na produção das doses do mesmo formato que são feitas aqui no Brasil”, afirmou o diretor de Departamento do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti, em entrevista ao Café com Política <br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Como estratégia de ampliação ao combate ao vírus da dengue, que, só no ano passado, acometeu 1,6 milhão de pessoas e matou outras 1.700 em todo o país, o Ministério da Saúde começa, neste sábado (17/01), a aplicar a vacina produzida pelo Instituto Butantan. O imunizante é o primeiro e único até agora a garantir  a imunização com apenas uma dose de vacina. A ampliação da oferta, prevista para os próximos meses, deverá garantir a disponibilidade de imunizantes para toda a população até o segundo semestre de 2026, conforme planejamento do Ministério da Saúde. </p><p>“Temos uma questão de limitação na estrutura, mas estamos fazendo investimentos para a produção no Butantan, além de uma parceria com uma farmacêutica chinesa que vai auxiliar na produção das doses do mesmo formato que são feitas aqui no Brasil”, afirmou o diretor de Departamento do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Eder Gatti, em entrevista ao Café com Política <br></p>]]>
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      <pubDate>Mon, 19 Jan 2026 15:34:56 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Marília Melo, presidente da Copasa | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A nova presidente da Copasa, Marília Melo, afirmou, em entrevista ao Café com Política, exibido no Canal de O TEMPO no Youtube, nesta sexta-feira (16/1), que a companhia trabalha com a expectativa de concluir o processo de desestatização ainda no primeiro semestre e aposta na renovação do contrato com Belo Horizonte como um dos principais ativos para viabilizar a operação. “O contrato já está em vias de ser assinado. Foi assinado o protocolo de intenções no final do ano passado e nós estamos em processo de negociação, avançando nos termos do novo contrato”, explicou.</p><p>Segundo Marília, Belo Horizonte é estratégica para a companhia, tanto pelo peso na receita quanto pelo papel no modelo de subsídio cruzado. “Belo Horizonte é uma cidade muito importante, muito estratégica para a Copasa do ponto de vista de receita e, obviamente, não apenas para a Copasa, mas para os outros municípios”, pontuou a presidente, que destacou ainda que fechar o contrato com um horizonte mais longo aumenta o valor da empresa. “Quando a gente olha para o mercado e, obviamente, para concluir, Belo Horizonte, fechando o contrato com um horizonte temporal mais longo, a gente aumenta ainda mais o valor da companhia", avaliou. </p><p>De acordo com a presidente, a Copasa vai revisar contratos com prefeitos antes da desestatização e reforçou que o saneamento é de titularidade municipal. “O saneamento é deles. A Copasa hoje é uma empresa que tem contrato de prestação de serviço com os municípios”, pontou. Segundo ela, desde que assumiu a presidência, iniciou um processo de diálogo com associações e prefeitos. “A gente precisa ter os municípios muito junto conosco nesse processo de desestatização. Nós vamos fazer uma segunda rodada de conversa com os prefeitos, dando a eles também condições de ter contratos reavaliados para uma garantia da universalização da prestação de serviço”, explicou. </p><p>Para a presidente, o modelo de blocos aprovado na Assembleia garante segurança para cidades grandes e pequenas. “O bloco traz essa garantia de prestação para todos os municípios que estão no bloco, sejam eles grandes ou aqueles municípios menores. A gente não pode separar o que é atrativo do que não é atrativo do ponto de vista de retorno financeiro", pontuou. </p><p>Para Marília, a estatal chegou ao processo de desestatização em um momento favorável, mas ponderou que o modelo de privatização ainda está em estudo e que três consultorias foram contratadas — jurídica, financeira e de gestão — para definir o formato mais adequado. “Nós estamos hoje com consultorias contratadas, fazendo alguns estudos que são importantes exatamente para a gente definir qual é o melhor modelo para desestatização da companhia”, afirmou. Entre as referências analisadas, está a Sabesp. “A gente tem olhado o modelo Sabesp, sim, mas outros modelos que também já estão em operação há algum tempo.”</p><p>Sobre a participação do Estado após a privatização, Marília garantiu que ainda não há definição, mas que mecanismos de proteção ao interesse público estão em estudo. “Golden share, obviamente, é uma forma de se garantir interesses públicos numa prestação de serviço que é eminentemente de interesse público. Mas pode ser por Golden Hhare, pode ser por outra forma de participação, isso tudo está em estudo". </p><p>Durante a entrevista, a presidente também frisou que a privatização não deve gerar grandes impactos na tarifa. “A gente acredita que esse modelo não terá grandes impactos no futuro”, disse, lembrando que a composição tarifária depende dos investimentos e que a Copasa prevê investir R$ 21 bilhões até 2030. “A Copasa investiu 2,5 bilhões no ano passado e esse ano a nossa previsão é de 3 bilhões”, afirmou.</p><p>No novo cenário, a regulação continuará sob responsabilidade da Arsae, segundo Marília. “A Arsae vai regular. Isso é normal. Em qualquer outro setor é assim”, disse. Para ela, uma regulação forte é essencial. “A grande questão é: a regulação no Brasil precisa ser forte, independente de interferências políticas. É isso que garante uma fiscalização para prestação de serviço adequada.”</p><p>Ao ser questionada sobre sua saída da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Semad) em meio à Operação Rejeitos, Marília negou qualquer pressão. “Nunca houve pressão para eu deixar a secretaria”, afirmou. Segundo ela, a operação ocorreu em setembro e a secretaria deu apoio integral às investigações. “Nós, desde o início, manifestamos o nosso total apoio à operação da Polícia Federal. Fomos, inclusive, e demos informações. Colaboramos com todo o processo de investigação”, disse.</p><p>Ela classificou o momento como difícil, mas reforçou que a transição para a Copasa foi uma decisão estratégica. “Foi um momento muito crítico, porque tínhamos servidores envolvidos no processo, mas demos apoio total à PF”, afirmou. “Quando o governador me pediu para ir para a Copasa e assumir, é um passo importante na minha vida profissional. Eu retorno para minha origem, sou servidora de carreira do Instituto Mineiro de Gestão das Águas.”</p>]]>
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A Copasa hoje é uma empresa que tem contrato de prestação de serviço com os municípios”, pontou. Segundo ela, desde que assumiu a presidência, iniciou um processo de diálogo com associações e prefeitos. “A gente precisa ter os municípios muito junto conosco nesse processo de desestatização. Nós vamos fazer uma segunda rodada de conversa com os prefeitos, dando a eles também condições de ter contratos reavaliados para uma garantia da universalização da prestação de serviço”, explicou. </p><p>Para a presidente, o modelo de blocos aprovado na Assembleia garante segurança para cidades grandes e pequenas. “O bloco traz essa garantia de prestação para todos os municípios que estão no bloco, sejam eles grandes ou aqueles municípios menores. A gente não pode separar o que é atrativo do que não é atrativo do ponto de vista de retorno financeiro", pontuou. </p><p>Para Marília, a estatal chegou ao processo de desestatização em um momento favorável, mas ponderou que o modelo de privatização ainda está em estudo e que três consultorias foram contratadas — jurídica, financeira e de gestão — para definir o formato mais adequado. “Nós estamos hoje com consultorias contratadas, fazendo alguns estudos que são importantes exatamente para a gente definir qual é o melhor modelo para desestatização da companhia”, afirmou. Entre as referências analisadas, está a Sabesp. “A gente tem olhado o modelo Sabesp, sim, mas outros modelos que também já estão em operação há algum tempo.”</p><p>Sobre a participação do Estado após a privatização, Marília garantiu que ainda não há definição, mas que mecanismos de proteção ao interesse público estão em estudo. “Golden share, obviamente, é uma forma de se garantir interesses públicos numa prestação de serviço que é eminentemente de interesse público. Mas pode ser por Golden Hhare, pode ser por outra forma de participação, isso tudo está em estudo". </p><p>Durante a entrevista, a presidente também frisou que a privatização não deve gerar grandes impactos na tarifa. “A gente acredita que esse modelo não terá grandes impactos no futuro”, disse, lembrando que a composição tarifária depende dos investimentos e que a Copasa prevê investir R$ 21 bilhões até 2030. “A Copasa investiu 2,5 bilhões no ano passado e esse ano a nossa previsão é de 3 bilhões”, afirmou.</p><p>No novo cenário, a regulação continuará sob responsabilidade da Arsae, segundo Marília. “A Arsae vai regular. Isso é normal. Em qualquer outro setor é assim”, disse. Para ela, uma regulação forte é essencial. “A grande questão é: a regulação no Brasil precisa ser forte, independente de interferências políticas. É isso que garante uma fiscalização para prestação de serviço adequada.”</p><p>Ao ser questionada sobre sua saída da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Semad) em meio à Operação Rejeitos, Marília negou qualquer pressão. “Nunca houve pressão para eu deixar a secretaria”, afirmou. Segundo ela, a operação ocorreu em setembro e a secretaria deu apoio integral às investigações. “Nós, desde o início, manifestamos o nosso total apoio à operação da Polícia Federal. Fomos, inclusive, e demos informações. Colaboramos com todo o processo de investigação”, disse.</p><p>Ela classificou o momento como difícil, mas reforçou que a transição para a Copasa foi uma decisão estratégica. “Foi um momento muito crítico, porque tínhamos servidores envolvidos no processo, mas demos apoio total à PF”, afirmou. “Quando o governador me pediu para ir para a Copasa e assumir, é um passo importante na minha vida profissional. Eu retorno para minha origem, sou servidora de carreira do Instituto Mineiro de Gestão das Águas.”</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 16 Jan 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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A Copasa hoje é uma empresa que tem contrato de prestação de serviço com os municípios”, pontou. Segundo ela, desde que assumiu a presidência, iniciou um processo de diálogo com associações e prefeitos. “A gente precisa ter os municípios muito junto conosco nesse processo de desestatização. Nós vamos fazer uma segunda rodada de conversa com os prefeitos, dando a eles também condições de ter contratos reavaliados para uma garantia da universalização da prestação de serviço”, explicou. </p><p>Para a presidente, o modelo de blocos aprovado na Assembleia garante segurança para cidades grandes e pequenas. “O bloco traz essa garantia de prestação para todos os municípios que estão no bloco, sejam eles grandes ou aqueles municípios menores. 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Entre as referências analisadas, está a Sabesp. “A gente tem olhado o modelo Sabesp, sim, mas outros modelos que também já estão em operação há algum tempo.”</p><p>Sobre a participação do Estado após a privatização, Marília garantiu que ainda não há definição, mas que mecanismos de proteção ao interesse público estão em estudo. “Golden share, obviamente, é uma forma de se garantir interesses públicos numa prestação de serviço que é eminentemente de interesse público. Mas pode ser por Golden Hhare, pode ser por outra forma de participação, isso tudo está em estudo". </p><p>Durante a entrevista, a presidente também frisou que a privatização não deve gerar grandes impactos na tarifa. “A gente acredita que esse modelo não terá grandes impactos no futuro”, disse, lembrando que a composição tarifária depende dos investimentos e que a Copasa prevê investir R$ 21 bilhões até 2030. “A Copasa investiu 2,5 bilhões no ano passado e esse ano a nossa previsão é de 3 bilhões”, afirmou.</p><p>No novo cenário, a regulação continuará sob responsabilidade da Arsae, segundo Marília. “A Arsae vai regular. Isso é normal. Em qualquer outro setor é assim”, disse. Para ela, uma regulação forte é essencial. “A grande questão é: a regulação no Brasil precisa ser forte, independente de interferências políticas. É isso que garante uma fiscalização para prestação de serviço adequada.”</p><p>Ao ser questionada sobre sua saída da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Semad) em meio à Operação Rejeitos, Marília negou qualquer pressão. “Nunca houve pressão para eu deixar a secretaria”, afirmou. Segundo ela, a operação ocorreu em setembro e a secretaria deu apoio integral às investigações. “Nós, desde o início, manifestamos o nosso total apoio à operação da Polícia Federal. Fomos, inclusive, e demos informações. Colaboramos com todo o processo de investigação”, disse.</p><p>Ela classificou o momento como difícil, mas reforçou que a transição para a Copasa foi uma decisão estratégica. “Foi um momento muito crítico, porque tínhamos servidores envolvidos no processo, mas demos apoio total à PF”, afirmou. “Quando o governador me pediu para ir para a Copasa e assumir, é um passo importante na minha vida profissional. Eu retorno para minha origem, sou servidora de carreira do Instituto Mineiro de Gestão das Águas.”</p>]]>
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      <title>Rubão | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Belo Horizonte Rubão (Podemos) afirmou, em entrevista ao Café com Política exibido no canal de O TEMPO no Youtube, que o processo movido contra o vereador Lucas Ganem (Podemos), que responde a processo de cassação na Câmara Municipal de Belo Horizonte, é um “direito legítimo” como suplente e negou qualquer perseguição política. Segundo ele, a iniciativa foi baseada em fatos investigados por órgãos oficiais e não em interesse pessoal. “Não é na marra, são fatos. Polícia Federal, Ministério Público, Tribunal de Justiça e TRF. Não é eu querendo tirar ele, são as fiscalizações que estão acontecendo”, afirmou.</p><p>Rubão afirmou ainda que decidiu procurar a Justiça Eleitoral após descobrir que Ganem estaria morando em São Paulo e não teria apresentado todos os comprovantes necessários para se candidatar em Belo Horizonte. “Naquele momento eu descobri que ele estava morando em São Paulo, não estava com todos os comprovantes necessários para poder se credenciar. E aí eu, como primeiro suplente, fui atrás para correr atrás dos meus direitos”, pontuou.</p><p>O vereador também rebateu a versão de Ganem de que estaria sendo alvo de perseguição por parte do suplente. Para ele, os fatos envolvendo assessores em Indaiatuba, uso de vale-alimentação fora de Belo Horizonte e a questão do imóvel declarado como residência têm “peso” e devem influenciar a votação dos vereadores.</p><p>Rubão revelou ainda um episódio em que, segundo ele, o próprio Ganem teria tratado a ação judicial com ironia. “Ele só uma vez falou que era para eu continuar falando dele, que ele estava ficando bem conhecido e que ganharia para deputado estadual”, relatou. Questionado sobre possíveis desgastes internos no Podemos por conta do embate entre os dois correligionários, Rubão negou qualquer mal-estar e disse que não pediu autorização da cúpula partidária para ingressar com a ação. “Eu não pedi à Nely Aquino, não pedi ao Marcelo Aro, não pedi a nenhum deles permissão. Eu olhei como o Rubão, no direito de ocupar a vaga”, afirmou. Segundo ele, a família Aro seguirá no partido. “Continuamos no Podemos. A presidente estadual continua, eu continuo filiado e pretendo continuar no Podemos.”</p><p>Sobre as eleições de 2026, Rubão avaliou que uma eventual candidatura de familiares de Ganem em Minas Gerais pode tanto atrapalhar quanto ajudar a chapa do partido. “Pode ser que atrapalhe, mas pode ser que ajude. De repente aparece um candidato com voto considerável que pode ajudar a chapa. Não dá para cravar se vai ser bom ou não”, avaliou</p><p>Sobre o período em que esteve à frente da secretária de Esporte e Lazer na Prefeitura de BH, Rubão também negou qualquer mal-estar com o prefeito Álvaro Damião (União), mesmo após ter feito críticas e apoiado outro candidato durante a campanha. Segundo ele, o convite para integrar a Secretaria Municipal de Esportes foi feito com base em confiança e histórico profissional. “O Álvaro falou comigo: ‘eu te conheço da emissora que você trabalhou muitos anos, sei que você está capacitado’. Ele confiou em mim”, disse. “Eu acredito que ele não se arrependeu.”</p><p>Na avaliação de Rubão, a relação com Damião foi construída de forma transparente. “Eu falei: prefeito, pode me confiar essa oportunidade, porque o grupo que eu estou me dá condição e onde eu visto a camisa a gente vai junto”, afirmou. Para ele, não houve retaliação pelas críticas feitas na eleição, e o trabalho desenvolvido na secretaria resultou em ganhos de visibilidade e projetos para a área do esporte.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Belo Horizonte Rubão (Podemos) afirmou, em entrevista ao Café com Política exibido no canal de O TEMPO no Youtube, que o processo movido contra o vereador Lucas Ganem (Podemos), que responde a processo de cassação na Câmara Municipal de Belo Horizonte, é um “direito legítimo” como suplente e negou qualquer perseguição política. Segundo ele, a iniciativa foi baseada em fatos investigados por órgãos oficiais e não em interesse pessoal. “Não é na marra, são fatos. Polícia Federal, Ministério Público, Tribunal de Justiça e TRF. Não é eu querendo tirar ele, são as fiscalizações que estão acontecendo”, afirmou.</p><p>Rubão afirmou ainda que decidiu procurar a Justiça Eleitoral após descobrir que Ganem estaria morando em São Paulo e não teria apresentado todos os comprovantes necessários para se candidatar em Belo Horizonte. “Naquele momento eu descobri que ele estava morando em São Paulo, não estava com todos os comprovantes necessários para poder se credenciar. E aí eu, como primeiro suplente, fui atrás para correr atrás dos meus direitos”, pontuou.</p><p>O vereador também rebateu a versão de Ganem de que estaria sendo alvo de perseguição por parte do suplente. Para ele, os fatos envolvendo assessores em Indaiatuba, uso de vale-alimentação fora de Belo Horizonte e a questão do imóvel declarado como residência têm “peso” e devem influenciar a votação dos vereadores.</p><p>Rubão revelou ainda um episódio em que, segundo ele, o próprio Ganem teria tratado a ação judicial com ironia. “Ele só uma vez falou que era para eu continuar falando dele, que ele estava ficando bem conhecido e que ganharia para deputado estadual”, relatou. Questionado sobre possíveis desgastes internos no Podemos por conta do embate entre os dois correligionários, Rubão negou qualquer mal-estar e disse que não pediu autorização da cúpula partidária para ingressar com a ação. “Eu não pedi à Nely Aquino, não pedi ao Marcelo Aro, não pedi a nenhum deles permissão. Eu olhei como o Rubão, no direito de ocupar a vaga”, afirmou. Segundo ele, a família Aro seguirá no partido. “Continuamos no Podemos. A presidente estadual continua, eu continuo filiado e pretendo continuar no Podemos.”</p><p>Sobre as eleições de 2026, Rubão avaliou que uma eventual candidatura de familiares de Ganem em Minas Gerais pode tanto atrapalhar quanto ajudar a chapa do partido. “Pode ser que atrapalhe, mas pode ser que ajude. De repente aparece um candidato com voto considerável que pode ajudar a chapa. Não dá para cravar se vai ser bom ou não”, avaliou</p><p>Sobre o período em que esteve à frente da secretária de Esporte e Lazer na Prefeitura de BH, Rubão também negou qualquer mal-estar com o prefeito Álvaro Damião (União), mesmo após ter feito críticas e apoiado outro candidato durante a campanha. Segundo ele, o convite para integrar a Secretaria Municipal de Esportes foi feito com base em confiança e histórico profissional. “O Álvaro falou comigo: ‘eu te conheço da emissora que você trabalhou muitos anos, sei que você está capacitado’. Ele confiou em mim”, disse. “Eu acredito que ele não se arrependeu.”</p><p>Na avaliação de Rubão, a relação com Damião foi construída de forma transparente. “Eu falei: prefeito, pode me confiar essa oportunidade, porque o grupo que eu estou me dá condição e onde eu visto a camisa a gente vai junto”, afirmou. Para ele, não houve retaliação pelas críticas feitas na eleição, e o trabalho desenvolvido na secretaria resultou em ganhos de visibilidade e projetos para a área do esporte.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 15 Jan 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Belo Horizonte Rubão (Podemos) afirmou, em entrevista ao Café com Política exibido no canal de O TEMPO no Youtube, que o processo movido contra o vereador Lucas Ganem (Podemos), que responde a processo de cassação na Câmara Municipal de Belo Horizonte, é um “direito legítimo” como suplente e negou qualquer perseguição política. Segundo ele, a iniciativa foi baseada em fatos investigados por órgãos oficiais e não em interesse pessoal. “Não é na marra, são fatos. Polícia Federal, Ministério Público, Tribunal de Justiça e TRF. Não é eu querendo tirar ele, são as fiscalizações que estão acontecendo”, afirmou.</p><p>Rubão afirmou ainda que decidiu procurar a Justiça Eleitoral após descobrir que Ganem estaria morando em São Paulo e não teria apresentado todos os comprovantes necessários para se candidatar em Belo Horizonte. “Naquele momento eu descobri que ele estava morando em São Paulo, não estava com todos os comprovantes necessários para poder se credenciar. E aí eu, como primeiro suplente, fui atrás para correr atrás dos meus direitos”, pontuou.</p><p>O vereador também rebateu a versão de Ganem de que estaria sendo alvo de perseguição por parte do suplente. Para ele, os fatos envolvendo assessores em Indaiatuba, uso de vale-alimentação fora de Belo Horizonte e a questão do imóvel declarado como residência têm “peso” e devem influenciar a votação dos vereadores.</p><p>Rubão revelou ainda um episódio em que, segundo ele, o próprio Ganem teria tratado a ação judicial com ironia. “Ele só uma vez falou que era para eu continuar falando dele, que ele estava ficando bem conhecido e que ganharia para deputado estadual”, relatou. Questionado sobre possíveis desgastes internos no Podemos por conta do embate entre os dois correligionários, Rubão negou qualquer mal-estar e disse que não pediu autorização da cúpula partidária para ingressar com a ação. “Eu não pedi à Nely Aquino, não pedi ao Marcelo Aro, não pedi a nenhum deles permissão. Eu olhei como o Rubão, no direito de ocupar a vaga”, afirmou. Segundo ele, a família Aro seguirá no partido. “Continuamos no Podemos. A presidente estadual continua, eu continuo filiado e pretendo continuar no Podemos.”</p><p>Sobre as eleições de 2026, Rubão avaliou que uma eventual candidatura de familiares de Ganem em Minas Gerais pode tanto atrapalhar quanto ajudar a chapa do partido. “Pode ser que atrapalhe, mas pode ser que ajude. De repente aparece um candidato com voto considerável que pode ajudar a chapa. Não dá para cravar se vai ser bom ou não”, avaliou</p><p>Sobre o período em que esteve à frente da secretária de Esporte e Lazer na Prefeitura de BH, Rubão também negou qualquer mal-estar com o prefeito Álvaro Damião (União), mesmo após ter feito críticas e apoiado outro candidato durante a campanha. Segundo ele, o convite para integrar a Secretaria Municipal de Esportes foi feito com base em confiança e histórico profissional. “O Álvaro falou comigo: ‘eu te conheço da emissora que você trabalhou muitos anos, sei que você está capacitado’. Ele confiou em mim”, disse. “Eu acredito que ele não se arrependeu.”</p><p>Na avaliação de Rubão, a relação com Damião foi construída de forma transparente. “Eu falei: prefeito, pode me confiar essa oportunidade, porque o grupo que eu estou me dá condição e onde eu visto a camisa a gente vai junto”, afirmou. Para ele, não houve retaliação pelas críticas feitas na eleição, e o trabalho desenvolvido na secretaria resultou em ganhos de visibilidade e projetos para a área do esporte.</p>]]>
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      <title>Rodrigo Bueno, estrategista político | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>As Eleições de 2026 tende a ser marcada por forte polarização ideológica, mas também por uma crescente demanda do eleitor por propostas concretas e soluções para problemas cotidianos. Essa é a avaliação do estrategista político Rodrigo Bueno, entrevistado no Café com Política desta quarta-feira, 14 de janeiro, com a jornalista Síria Caixeta. Segundo ele, cerca de metade do eleitorado se mantém indecisa e tende a definir o voto menos por alinhamento ideológico e mais pela rejeição aos candidatos e pela percepção de quem oferece respostas mais realistas às inseguranças do país.</p><p>Rodrigo Bueno destacou que um dos principais erros de gestores que buscam a reeleição é transformar a comunicação institucional em campanha antecipada ou, ao contrário, apostar em bandeiras que geram engajamento, mas aumentam a rejeição. Para ele, o sucesso eleitoral depende de um trabalho contínuo ao longo do mandato, baseado em diagnóstico de dados, construção de narrativa e no equilíbrio entre gestão, articulação política e comunicação. “Não se constrói uma campanha em três meses se não houve comunicação consistente nos quatro anos anteriores”, afirmou.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 14 Jan 2026 08:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Síria Caixeta</author>
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      <itunes:keywords>rodrigo bueno; eleições 2026; flávio bolsonaro; lula; zema; bolsonaro; tarcísio de freitas</itunes:keywords>
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      <title>Romeu Zema | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou, em entrevista ao Café com Política, exibido no Canal de O TEMPO no Youtube nesta terça-feira (13/1), que não abre mão de ser o cabeça de chapa em uma eventual disputa presidencial e destacou que se considera diferente do senador Flávio Bolsonaro (PL). Questionado sobre os cenários para 2026, Zema disse que, apesar de reconhecer outros nomes da direita, não pretende ocupar posição secundária. “Uma coisa que eu não abriria mão é de ser o cabeça de chapa. Eu sempre comandei a empresa, comandei o Estado. Já mostrei que sei fazer isso”, afirmou. </p><p>Na política externa, Zema fez duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e responsabilizou o governo federal pela crise na Venezuela. Para ele, o Brasil teve papel direto ao reconhecer o governo de Nicolás Maduro. “O presidente Lula tem culpa no cartório com relação a isso que está acontecendo na Venezuela”, analisou. Zema afirmou ainda que o PT “endossou um regime autoritário, corrupto e incompetente” e que, se o Brasil tivesse se posicionado contra as eleições que ele classificou como fraudulentas, o cenário poderia ser outro. “Eles endossaram um regime autoritário, corrupto, incompetente, que jogou milhões de pessoas na fome”, disse.</p><p>Zema também criticou a postura de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) ao comentar denúncias envolvendo o Banco Master. Segundo ele, a relação entre autoridades e a instituição financeira representa um grave problema. “Promiscuidade no mais alto grau”, classificou. O governador afirmou que, em outros países, situações semelhantes seriam tratadas como escândalo. “Você colocar o seu cônjuge para prestar serviço e depois ficar tentando beneficiar aquela instituição, isso para mim é promiscuidade. É um escândalo que merece ser apurado”. </p><p>Sobre os atos de 8 de janeiro, Zema defendeu anistia aos envolvidos e criticou o veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria. Para ele, não houve tentativa de golpe. “Nós temos de lembrar que o Brasil não teve nenhum golpe. Teve sim uma narrativa desse governo”, afirmou. O governador comparou com a anistia concedida no passado a crimes mais graves. “Foi dada anistia para assassino, para sequestrador, para assaltante, e agora nós não vamos dar anistia para quem pichou com batom”, pontuou. Zema também acusou o Judiciário de perseguir opositores políticos. “Parece que hoje nós temos um Judiciário mais a serviço de perseguir opositores políticos do que de julgar causas importantes para o país”, completou.</p><p>No âmbito estadual, Zema acusou o Tribunal de Contas de Minas Gerais (TCE) de impedir até mesmo a consulta à população sobre a adoção de escolas cívico-militares. “Nós somos proibidos de escutar se eles querem ou não escola cívico-militar. O Tribunal de Contas do Estado não está permitindo nem escutar”, afirmou. Para o governador, a medida é autoritária. “Sei que é uma medida mais arbitrária e autoritária do que essa”, criticou.</p><p>Ao falar sobre a sucessão em Minas Gerais, Zema defendeu que o Partido Novo indique o vice na chapa do atual vice-governador Mateus Simões (PSD) e citou a vereadora Fernanda Altoé (Novo) como sua favorita. Questionado sobre a possível candidatura do senador Cleitinho (Republicanos) ao governo de Minas, Zema avaliou que a direita tem bons nomes e que cada um precisa entender seu próprio perfil. “Cada um tem que saber onde rende melhor”.</p><p>Zema também comentou a polêmica sobre o decreto que trata da segurança de ex-governadores e afirmou que pode abrir mão da escolta após deixar o cargo. Questionado se mantém o mesmo comportamento nas redes sociais e na vida pessoa, Zema negou que adote personagens ou estratégias diferentes. “Quem me conhece sabe que eu não enceno. Eu sou aqui a mesma pessoa que eu sou em qualquer lugar”, afirmou. Segundo ele, não há diferença entre discurso público e privado. “Eu não tenho agenda oculta e agenda pública. O modo é único”, concluiu.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou, em entrevista ao Café com Política, exibido no Canal de O TEMPO no Youtube nesta terça-feira (13/1), que não abre mão de ser o cabeça de chapa em uma eventual disputa presidencial e destacou que se considera diferente do senador Flávio Bolsonaro (PL). Questionado sobre os cenários para 2026, Zema disse que, apesar de reconhecer outros nomes da direita, não pretende ocupar posição secundária. “Uma coisa que eu não abriria mão é de ser o cabeça de chapa. Eu sempre comandei a empresa, comandei o Estado. Já mostrei que sei fazer isso”, afirmou. </p><p>Na política externa, Zema fez duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e responsabilizou o governo federal pela crise na Venezuela. Para ele, o Brasil teve papel direto ao reconhecer o governo de Nicolás Maduro. “O presidente Lula tem culpa no cartório com relação a isso que está acontecendo na Venezuela”, analisou. Zema afirmou ainda que o PT “endossou um regime autoritário, corrupto e incompetente” e que, se o Brasil tivesse se posicionado contra as eleições que ele classificou como fraudulentas, o cenário poderia ser outro. “Eles endossaram um regime autoritário, corrupto, incompetente, que jogou milhões de pessoas na fome”, disse.</p><p>Zema também criticou a postura de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) ao comentar denúncias envolvendo o Banco Master. Segundo ele, a relação entre autoridades e a instituição financeira representa um grave problema. “Promiscuidade no mais alto grau”, classificou. O governador afirmou que, em outros países, situações semelhantes seriam tratadas como escândalo. “Você colocar o seu cônjuge para prestar serviço e depois ficar tentando beneficiar aquela instituição, isso para mim é promiscuidade. É um escândalo que merece ser apurado”. </p><p>Sobre os atos de 8 de janeiro, Zema defendeu anistia aos envolvidos e criticou o veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria. Para ele, não houve tentativa de golpe. “Nós temos de lembrar que o Brasil não teve nenhum golpe. Teve sim uma narrativa desse governo”, afirmou. O governador comparou com a anistia concedida no passado a crimes mais graves. “Foi dada anistia para assassino, para sequestrador, para assaltante, e agora nós não vamos dar anistia para quem pichou com batom”, pontuou. Zema também acusou o Judiciário de perseguir opositores políticos. “Parece que hoje nós temos um Judiciário mais a serviço de perseguir opositores políticos do que de julgar causas importantes para o país”, completou.</p><p>No âmbito estadual, Zema acusou o Tribunal de Contas de Minas Gerais (TCE) de impedir até mesmo a consulta à população sobre a adoção de escolas cívico-militares. “Nós somos proibidos de escutar se eles querem ou não escola cívico-militar. O Tribunal de Contas do Estado não está permitindo nem escutar”, afirmou. Para o governador, a medida é autoritária. “Sei que é uma medida mais arbitrária e autoritária do que essa”, criticou.</p><p>Ao falar sobre a sucessão em Minas Gerais, Zema defendeu que o Partido Novo indique o vice na chapa do atual vice-governador Mateus Simões (PSD) e citou a vereadora Fernanda Altoé (Novo) como sua favorita. Questionado sobre a possível candidatura do senador Cleitinho (Republicanos) ao governo de Minas, Zema avaliou que a direita tem bons nomes e que cada um precisa entender seu próprio perfil. “Cada um tem que saber onde rende melhor”.</p><p>Zema também comentou a polêmica sobre o decreto que trata da segurança de ex-governadores e afirmou que pode abrir mão da escolta após deixar o cargo. Questionado se mantém o mesmo comportamento nas redes sociais e na vida pessoa, Zema negou que adote personagens ou estratégias diferentes. “Quem me conhece sabe que eu não enceno. Eu sou aqui a mesma pessoa que eu sou em qualquer lugar”, afirmou. Segundo ele, não há diferença entre discurso público e privado. “Eu não tenho agenda oculta e agenda pública. O modo é único”, concluiu.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 13 Jan 2026 14:59:23 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Daniel Messias | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O ex-chefe de gabinete do prefeito Fuad Noman, Daniel Messias afirmou que não houve desgaste ou atritos na transição para a gestão de Álvaro Damião (União) na Prefeitura de Belo Horizonte. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta segunda-feira (12/1), Messias elogiou a condução do novo prefeito, avaliou a relação com a Câmara Municipal, comentou os entraves enfrentados na gestão anterior e analisou o cenário político de Minas Gerais para o próximo ano.</p><p>Questionado sobre a saída do núcleo mais próximo de Fuad Noman após a posse de Álvaro Damião, Daniel Messias negou qualquer conflito. “Em momento nenhum isso aconteceu, esse desgaste não ocorreu”, afirmou. Segundo ele, a relação com o atual prefeito sempre foi “limpa, clara e transparente”.</p><p>Messias explicou que o cargo de chefe de gabinete é essencialmente pessoal e depende de confiança direta com o prefeito. Por isso, decidiu colocá-lo à disposição logo após a morte de Fuad. “O cargo de chefe de gabinete é muito pessoal. Não basta só ter o conhecimento dos assuntos da prefeitura, você tem que ter também a confiança plena do prefeito. Tão logo o prefeito Fuad faleceu, eu coloquei o meu cargo imediatamente à disposição, porque eu sabia que era o momento em que o Álvaro precisava começar a lidar com o seu governo. É natural da administração, as trocas”, pontuou.</p><p>O ex-chefe de gabinete de Fuad garantiu que recebeu convite para permanecer, mas optou por sair. “Eu estava em outro momento da vida, foi muito desgastante o processo. Teve a campanha, depois tudo o que aconteceu, aquilo deixou um peso grande e eu preferi deixar a prefeitura para dar uma descansada. Eu valorizo muito cuidar da saúde mental”.</p><p>Ao analisar os primeiros meses da nova gestão, Messias fez uma avaliação positiva da administração municipal. “Vendo de fora, acho que ele tem se saído bem. Está tocando o que tinha para trás, o legado do Fuad, e também dando a sua cara”, analisou, citando a proposta da “Cidade do Sim” como exemplo de iniciativa própria do atual prefeito.</p><p>Para ele, é fundamental que o gestor tenha clareza de rumo. “O prefeito, quando está sentado na sua cadeira, tem que estar convicto do que ele quer, porque isso é importante para dar desempenho à gestão. E o Álvaro parece que sabe o que quer, sabe onde quer chegar. Isso é importante na gestão”, avaliou.</p><p>Messias também afirmou que Damião tem conseguido conduzir a articulação política com o Legislativo. “O Álvaro se mostrou um político habilidoso para lidar com o processo legislativo, que não é simples. A gente viu que a relação na gestão Fuad não foi muito amistosa e o Álvaro parece que está sabendo lidar bem com essa situação”, afirmou.</p><p>Sobre o período em que esteve na prefeitura, Messias reconheceu avanços, mas também frustrações. “A gente realizou muitas obras, estão aí até hoje: viadutos da Cristiano Machado, o Centro de Referência do Idoso, mas também tem outras tantas que a gente queria fazer e que não deu tempo, por causa de burocracia, lentidão, questões de prestação de contas”, relatou. Segundo ele, há projetos que ficaram travados por entraves administrativos. “São problemas pontuais do dia a dia do serviço público. Coisas que poderiam ter ficado prontas e não ficaram. Mas espero que em algum momento fiquem”, disse.</p><p>Governo Zema e cenário estadual</p><p>No campo estadual, Daniel Messias avaliou a gestão do governador Romeu Zema (Novo) como equilibrada. “A gestão do governo é muito equilibrada, é uma gestão boa, que lida bem com a administração pública e com políticas públicas”, afirmou, citando também o vice-governador Mateus Simões (PSD) como um quadro técnico. “Manter serviço público de qualidade com o Estado extremamente estrangulado não é fácil. Achar essa equação é muito difícil”, avaliou, destacando o acordo da dívida como um alívio. “Ainda bem que tivemos o Propag, muito bem tocado pelo presidente da Assembleia, Tadeu Martins. Isso pode dar novas perspectivas para o Estado nos próximos anos”.</p><p>Sobre as críticas frequentes de Zema a governos anteriores, especialmente às gestões do PSDB, Messias disse que isso faz parte da estratégia política. “Esse é o jeito do governador. Ele entendeu que isso dá audiência, dá engajamento nas redes. É o modelo que ele escolheu”, afirmou, acrescentando que não vê ataques consistentes ao ex-governador Antônio Anastasia, hoje ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). “Sempre foi uma relação de muito respeito”, garantiu.</p><p>Ao analisar o cenário para a sucessão estadual no próximo ano, Messias afirmou que a disputa ainda está em aberto, mas aposta no crescimento de Mateus Simões. “Eu não tenho dúvida que o governador Mateus Simões vai crescer nas pesquisas, até porque tem a máquina na mão e será o governador do Estado”, disse, lembrando que o desconhecimento inicial é comum. “As pessoas comuns não estão preocupadas com eleição agora. Isso é natural. À medida que a eleição se aproxima, o nível de conhecimento aumenta”, afirmou.</p><p>Sobre o senador Cleitinho (Republicanos), Messias ponderou que “sentar na cadeira de governador é bem mais difícil”. “Não adianta apontar o buraco, você é que vai ter que resolver”, disse. Para ele, o senador pode enfrentar dificuldades para montar equipe. “É uma dificuldade que ele vai ter, mas Minas tem um corpo técnico qualificado. Ele pode usar isso. Mas ele deixa de jogar pedra e vira o principal alvo”, avaliou.</p><p>Questionado sobre o futuro político, Daniel Messias negou qualquer pretensão política. “Não, não vou me candidatar. Não tenho nenhuma pretensão em relação a isso. Essa definitivamente não é a minha missão”, afirmou, ao descartar candidatura a deputado estadual ou federal em 2026.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O ex-chefe de gabinete do prefeito Fuad Noman, Daniel Messias afirmou que não houve desgaste ou atritos na transição para a gestão de Álvaro Damião (União) na Prefeitura de Belo Horizonte. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta segunda-feira (12/1), Messias elogiou a condução do novo prefeito, avaliou a relação com a Câmara Municipal, comentou os entraves enfrentados na gestão anterior e analisou o cenário político de Minas Gerais para o próximo ano.</p><p>Questionado sobre a saída do núcleo mais próximo de Fuad Noman após a posse de Álvaro Damião, Daniel Messias negou qualquer conflito. “Em momento nenhum isso aconteceu, esse desgaste não ocorreu”, afirmou. Segundo ele, a relação com o atual prefeito sempre foi “limpa, clara e transparente”.</p><p>Messias explicou que o cargo de chefe de gabinete é essencialmente pessoal e depende de confiança direta com o prefeito. Por isso, decidiu colocá-lo à disposição logo após a morte de Fuad. “O cargo de chefe de gabinete é muito pessoal. Não basta só ter o conhecimento dos assuntos da prefeitura, você tem que ter também a confiança plena do prefeito. Tão logo o prefeito Fuad faleceu, eu coloquei o meu cargo imediatamente à disposição, porque eu sabia que era o momento em que o Álvaro precisava começar a lidar com o seu governo. É natural da administração, as trocas”, pontuou.</p><p>O ex-chefe de gabinete de Fuad garantiu que recebeu convite para permanecer, mas optou por sair. “Eu estava em outro momento da vida, foi muito desgastante o processo. Teve a campanha, depois tudo o que aconteceu, aquilo deixou um peso grande e eu preferi deixar a prefeitura para dar uma descansada. Eu valorizo muito cuidar da saúde mental”.</p><p>Ao analisar os primeiros meses da nova gestão, Messias fez uma avaliação positiva da administração municipal. “Vendo de fora, acho que ele tem se saído bem. Está tocando o que tinha para trás, o legado do Fuad, e também dando a sua cara”, analisou, citando a proposta da “Cidade do Sim” como exemplo de iniciativa própria do atual prefeito.</p><p>Para ele, é fundamental que o gestor tenha clareza de rumo. “O prefeito, quando está sentado na sua cadeira, tem que estar convicto do que ele quer, porque isso é importante para dar desempenho à gestão. E o Álvaro parece que sabe o que quer, sabe onde quer chegar. Isso é importante na gestão”, avaliou.</p><p>Messias também afirmou que Damião tem conseguido conduzir a articulação política com o Legislativo. “O Álvaro se mostrou um político habilidoso para lidar com o processo legislativo, que não é simples. A gente viu que a relação na gestão Fuad não foi muito amistosa e o Álvaro parece que está sabendo lidar bem com essa situação”, afirmou.</p><p>Sobre o período em que esteve na prefeitura, Messias reconheceu avanços, mas também frustrações. “A gente realizou muitas obras, estão aí até hoje: viadutos da Cristiano Machado, o Centro de Referência do Idoso, mas também tem outras tantas que a gente queria fazer e que não deu tempo, por causa de burocracia, lentidão, questões de prestação de contas”, relatou. Segundo ele, há projetos que ficaram travados por entraves administrativos. “São problemas pontuais do dia a dia do serviço público. Coisas que poderiam ter ficado prontas e não ficaram. Mas espero que em algum momento fiquem”, disse.</p><p>Governo Zema e cenário estadual</p><p>No campo estadual, Daniel Messias avaliou a gestão do governador Romeu Zema (Novo) como equilibrada. “A gestão do governo é muito equilibrada, é uma gestão boa, que lida bem com a administração pública e com políticas públicas”, afirmou, citando também o vice-governador Mateus Simões (PSD) como um quadro técnico. “Manter serviço público de qualidade com o Estado extremamente estrangulado não é fácil. Achar essa equação é muito difícil”, avaliou, destacando o acordo da dívida como um alívio. “Ainda bem que tivemos o Propag, muito bem tocado pelo presidente da Assembleia, Tadeu Martins. Isso pode dar novas perspectivas para o Estado nos próximos anos”.</p><p>Sobre as críticas frequentes de Zema a governos anteriores, especialmente às gestões do PSDB, Messias disse que isso faz parte da estratégia política. “Esse é o jeito do governador. Ele entendeu que isso dá audiência, dá engajamento nas redes. É o modelo que ele escolheu”, afirmou, acrescentando que não vê ataques consistentes ao ex-governador Antônio Anastasia, hoje ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). “Sempre foi uma relação de muito respeito”, garantiu.</p><p>Ao analisar o cenário para a sucessão estadual no próximo ano, Messias afirmou que a disputa ainda está em aberto, mas aposta no crescimento de Mateus Simões. “Eu não tenho dúvida que o governador Mateus Simões vai crescer nas pesquisas, até porque tem a máquina na mão e será o governador do Estado”, disse, lembrando que o desconhecimento inicial é comum. “As pessoas comuns não estão preocupadas com eleição agora. Isso é natural. À medida que a eleição se aproxima, o nível de conhecimento aumenta”, afirmou.</p><p>Sobre o senador Cleitinho (Republicanos), Messias ponderou que “sentar na cadeira de governador é bem mais difícil”. “Não adianta apontar o buraco, você é que vai ter que resolver”, disse. Para ele, o senador pode enfrentar dificuldades para montar equipe. “É uma dificuldade que ele vai ter, mas Minas tem um corpo técnico qualificado. Ele pode usar isso. Mas ele deixa de jogar pedra e vira o principal alvo”, avaliou.</p><p>Questionado sobre o futuro político, Daniel Messias negou qualquer pretensão política. “Não, não vou me candidatar. Não tenho nenhuma pretensão em relação a isso. Essa definitivamente não é a minha missão”, afirmou, ao descartar candidatura a deputado estadual ou federal em 2026.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 12 Jan 2026 14:06:16 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O ex-chefe de gabinete do prefeito Fuad Noman, Daniel Messias afirmou que não houve desgaste ou atritos na transição para a gestão de Álvaro Damião (União) na Prefeitura de Belo Horizonte. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta segunda-feira (12/1), Messias elogiou a condução do novo prefeito, avaliou a relação com a Câmara Municipal, comentou os entraves enfrentados na gestão anterior e analisou o cenário político de Minas Gerais para o próximo ano.</p><p>Questionado sobre a saída do núcleo mais próximo de Fuad Noman após a posse de Álvaro Damião, Daniel Messias negou qualquer conflito. “Em momento nenhum isso aconteceu, esse desgaste não ocorreu”, afirmou. Segundo ele, a relação com o atual prefeito sempre foi “limpa, clara e transparente”.</p><p>Messias explicou que o cargo de chefe de gabinete é essencialmente pessoal e depende de confiança direta com o prefeito. Por isso, decidiu colocá-lo à disposição logo após a morte de Fuad. “O cargo de chefe de gabinete é muito pessoal. Não basta só ter o conhecimento dos assuntos da prefeitura, você tem que ter também a confiança plena do prefeito. Tão logo o prefeito Fuad faleceu, eu coloquei o meu cargo imediatamente à disposição, porque eu sabia que era o momento em que o Álvaro precisava começar a lidar com o seu governo. É natural da administração, as trocas”, pontuou.</p><p>O ex-chefe de gabinete de Fuad garantiu que recebeu convite para permanecer, mas optou por sair. “Eu estava em outro momento da vida, foi muito desgastante o processo. Teve a campanha, depois tudo o que aconteceu, aquilo deixou um peso grande e eu preferi deixar a prefeitura para dar uma descansada. Eu valorizo muito cuidar da saúde mental”.</p><p>Ao analisar os primeiros meses da nova gestão, Messias fez uma avaliação positiva da administração municipal. “Vendo de fora, acho que ele tem se saído bem. Está tocando o que tinha para trás, o legado do Fuad, e também dando a sua cara”, analisou, citando a proposta da “Cidade do Sim” como exemplo de iniciativa própria do atual prefeito.</p><p>Para ele, é fundamental que o gestor tenha clareza de rumo. “O prefeito, quando está sentado na sua cadeira, tem que estar convicto do que ele quer, porque isso é importante para dar desempenho à gestão. E o Álvaro parece que sabe o que quer, sabe onde quer chegar. Isso é importante na gestão”, avaliou.</p><p>Messias também afirmou que Damião tem conseguido conduzir a articulação política com o Legislativo. “O Álvaro se mostrou um político habilidoso para lidar com o processo legislativo, que não é simples. A gente viu que a relação na gestão Fuad não foi muito amistosa e o Álvaro parece que está sabendo lidar bem com essa situação”, afirmou.</p><p>Sobre o período em que esteve na prefeitura, Messias reconheceu avanços, mas também frustrações. “A gente realizou muitas obras, estão aí até hoje: viadutos da Cristiano Machado, o Centro de Referência do Idoso, mas também tem outras tantas que a gente queria fazer e que não deu tempo, por causa de burocracia, lentidão, questões de prestação de contas”, relatou. Segundo ele, há projetos que ficaram travados por entraves administrativos. “São problemas pontuais do dia a dia do serviço público. Coisas que poderiam ter ficado prontas e não ficaram. Mas espero que em algum momento fiquem”, disse.</p><p>Governo Zema e cenário estadual</p><p>No campo estadual, Daniel Messias avaliou a gestão do governador Romeu Zema (Novo) como equilibrada. “A gestão do governo é muito equilibrada, é uma gestão boa, que lida bem com a administração pública e com políticas públicas”, afirmou, citando também o vice-governador Mateus Simões (PSD) como um quadro técnico. “Manter serviço público de qualidade com o Estado extremamente estrangulado não é fácil. Achar essa equação é muito difícil”, avaliou, destacando o acordo da dívida como um alívio. “Ainda bem que tivemos o Propag, muito bem tocado pelo presidente da Assembleia, Tadeu Martins. Isso pode dar novas perspectivas para o Estado nos próximos anos”.</p><p>Sobre as críticas frequentes de Zema a governos anteriores, especialmente às gestões do PSDB, Messias disse que isso faz parte da estratégia política. “Esse é o jeito do governador. Ele entendeu que isso dá audiência, dá engajamento nas redes. É o modelo que ele escolheu”, afirmou, acrescentando que não vê ataques consistentes ao ex-governador Antônio Anastasia, hoje ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). “Sempre foi uma relação de muito respeito”, garantiu.</p><p>Ao analisar o cenário para a sucessão estadual no próximo ano, Messias afirmou que a disputa ainda está em aberto, mas aposta no crescimento de Mateus Simões. “Eu não tenho dúvida que o governador Mateus Simões vai crescer nas pesquisas, até porque tem a máquina na mão e será o governador do Estado”, disse, lembrando que o desconhecimento inicial é comum. “As pessoas comuns não estão preocupadas com eleição agora. Isso é natural. À medida que a eleição se aproxima, o nível de conhecimento aumenta”, afirmou.</p><p>Sobre o senador Cleitinho (Republicanos), Messias ponderou que “sentar na cadeira de governador é bem mais difícil”. “Não adianta apontar o buraco, você é que vai ter que resolver”, disse. Para ele, o senador pode enfrentar dificuldades para montar equipe. “É uma dificuldade que ele vai ter, mas Minas tem um corpo técnico qualificado. Ele pode usar isso. Mas ele deixa de jogar pedra e vira o principal alvo”, avaliou.</p><p>Questionado sobre o futuro político, Daniel Messias negou qualquer pretensão política. “Não, não vou me candidatar. Não tenho nenhuma pretensão em relação a isso. Essa definitivamente não é a minha missão”, afirmou, ao descartar candidatura a deputado estadual ou federal em 2026.</p>]]>
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      <title>Antônio Márcio, Prefeito de Rio Preto-MG | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Rio Preto, Antônio Márcio (MDB-MG), criticou a falta de diálogo do governo de Minas Gerais com os municípios, especialmente os de pequeno porte, ao participar do Café com Política. O chefe do executivo afirmou que decisões estratégicas do governo de Romeu Zema têm sido tomadas sem ouvir os prefeitos, o que, segundo ele, fragiliza a gestão local e transfere responsabilidades sem a contrapartida financeira necessária.</p><p>À frente de uma cidade de pouco mais de 5,3 mil habitantes na Zona da Mata mineira, na divisa com o Rio de Janeiro, Antônio Márcio destacou que os municípios pequenos enfrentam desafios desproporcionais, sobretudo na manutenção de serviços essenciais. Ele citou a sobrecarga das prefeituras em áreas como saúde e segurança pública, funções que constitucionalmente seriam do Estado, além de criticar a condução de temas como a possível privatização da Copasa sem consulta direta às administrações municipais afetadas.</p><p>Durante a entrevista, o prefeito também abordou dificuldades econômicas no meio rural, especialmente a crise na cadeia do leite, alertou para o êxodo rural e defendeu o turismo como alternativa de desenvolvimento regional. Antônio Márcio ainda ressaltou a importância de um movimento municipalista mais forte em Minas Gerais e afirmou que, no âmbito federal, os prefeitos têm sido mais ouvidos do que no governo estadual.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 09 Jan 2026 06:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <itunes:keywords>rio preto; antônio márcio; café com política; governo zema; governo lula; bolsonaro</itunes:keywords>
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      <title>Wederson Advincula Siqueira, Secretário-geral adjunto da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político | Café com Política</title>
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      <itunes:title>Wederson Advincula Siqueira, Secretário-geral adjunto da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político | Café com Política</itunes:title>
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        <![CDATA[<p>Nenhum país do mundo cassa tantos políticos quanto o Brasil. A afirmação é do advogado e especialista em Direito Eleitoral Wederson Advincula Siqueira, secretário-geral adjunto da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político, em entrevista ao Café com Política. Segundo ele, o processo eleitoral brasileiro é o mais judicializado do planeta, com regras extremamente complexas, alto número de inelegibilidades e decisões que, muitas vezes, resultam na perda de mandatos até de políticos que não participaram diretamente de irregularidades.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 08 Jan 2026 07:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <title>Ângela Botelho - pres. da Caixa de Assistência dos Advogados de MG  | Café com Política </title>
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        <![CDATA[<p>A presidente da Caixa de Assistência dos Advogados de Minas Gerais (CAA-MG), Ângela Botelho, defendeu a urgência de uma reforma administrativa no poder público como caminho para dar mais celeridade ao Judiciário e aproximar a Justiça do cidadão. Em ao Café com Política, do exibido no canal de O TEMPO no Youtube, ela afirmou que, sem mudanças estruturais, o sistema segue distante da população. “Essa reforma precisa ocorrer com urgência para que deságue na ponta, que é o jurisdicionado, aquele que procura a Justiça para ter seus direitos respaldados”, disse.</p><p>Primeira mulher a presidir a Caixa de Assistência em mais de 80 anos de história da instituição, Ângela Botelho também defendeu que as próximas indicações ao Supremo Tribunal Federal (STF) considerem a representatividade feminina. Ela destacou que as mulheres já são maioria na advocacia e que isso precisa se refletir nos espaços de poder. “Nós somos mais de 50% de mulheres inscritas na OAB. Em Minas Gerais, aproximadamente 53% da advocacia é feminina. É importante ter esse olhar”, disse, ao lembrar que a OAB já adota critérios de paridade em suas estruturas internas.</p><p>Para a presidente da CAA-MG, o avanço das mulheres nas lideranças do sistema de Justiça é resultado de uma caminhada coletiva. “Cada uma no seu tempo, no seu ciclo, mas é um reflexo muito frequente da forma como as mulheres estão entendendo que, coletivamente, vale a pena estarmos juntas para mudar e transformar”, afirmou.</p><p>Ângela também avaliou que, em um cenário de tensão entre os poderes e de descrédito da população com as instituições, é fundamental fortalecer o papel institucional da advocacia. “Se não tivermos instituições fortes, coletivamente abraçando essas causas, não vamos conseguir chegar ao objetivo maior, que é viver em harmonia, em paz e em tranquilidade”, disse. Para ela, a advocacia tem papel estratégico na defesa do Estado Democrático de Direito, da liberdade e das garantias individuais. “Nós somos uma profissão que está na Constituição. Falamos pelo outro, por meio de uma procuração, com ética e responsabilidade”, destacou.</p><p>Durante a entrevista, Ângela ressaltou ainda que o Judiciário precisa ser mais eficiente e também mais acessível em sua comunicação. Segundo ela, muitas vezes a linguagem jurídica afasta a população. “Às vezes falam em termos jurídicos para a sociedade e a sociedade fica sempre com uma interrogação. É preciso falar de uma forma mais simples e natural para que o cidadão entenda o que está ocorrendo no nosso meio judiciário”, afirmou.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A presidente da Caixa de Assistência dos Advogados de Minas Gerais (CAA-MG), Ângela Botelho, defendeu a urgência de uma reforma administrativa no poder público como caminho para dar mais celeridade ao Judiciário e aproximar a Justiça do cidadão. Em ao Café com Política, do exibido no canal de O TEMPO no Youtube, ela afirmou que, sem mudanças estruturais, o sistema segue distante da população. “Essa reforma precisa ocorrer com urgência para que deságue na ponta, que é o jurisdicionado, aquele que procura a Justiça para ter seus direitos respaldados”, disse.</p><p>Primeira mulher a presidir a Caixa de Assistência em mais de 80 anos de história da instituição, Ângela Botelho também defendeu que as próximas indicações ao Supremo Tribunal Federal (STF) considerem a representatividade feminina. Ela destacou que as mulheres já são maioria na advocacia e que isso precisa se refletir nos espaços de poder. “Nós somos mais de 50% de mulheres inscritas na OAB. Em Minas Gerais, aproximadamente 53% da advocacia é feminina. É importante ter esse olhar”, disse, ao lembrar que a OAB já adota critérios de paridade em suas estruturas internas.</p><p>Para a presidente da CAA-MG, o avanço das mulheres nas lideranças do sistema de Justiça é resultado de uma caminhada coletiva. “Cada uma no seu tempo, no seu ciclo, mas é um reflexo muito frequente da forma como as mulheres estão entendendo que, coletivamente, vale a pena estarmos juntas para mudar e transformar”, afirmou.</p><p>Ângela também avaliou que, em um cenário de tensão entre os poderes e de descrédito da população com as instituições, é fundamental fortalecer o papel institucional da advocacia. “Se não tivermos instituições fortes, coletivamente abraçando essas causas, não vamos conseguir chegar ao objetivo maior, que é viver em harmonia, em paz e em tranquilidade”, disse. Para ela, a advocacia tem papel estratégico na defesa do Estado Democrático de Direito, da liberdade e das garantias individuais. “Nós somos uma profissão que está na Constituição. Falamos pelo outro, por meio de uma procuração, com ética e responsabilidade”, destacou.</p><p>Durante a entrevista, Ângela ressaltou ainda que o Judiciário precisa ser mais eficiente e também mais acessível em sua comunicação. Segundo ela, muitas vezes a linguagem jurídica afasta a população. “Às vezes falam em termos jurídicos para a sociedade e a sociedade fica sempre com uma interrogação. É preciso falar de uma forma mais simples e natural para que o cidadão entenda o que está ocorrendo no nosso meio judiciário”, afirmou.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 07 Jan 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A presidente da Caixa de Assistência dos Advogados de Minas Gerais (CAA-MG), Ângela Botelho, defendeu a urgência de uma reforma administrativa no poder público como caminho para dar mais celeridade ao Judiciário e aproximar a Justiça do cidadão. Em ao Café com Política, do exibido no canal de O TEMPO no Youtube, ela afirmou que, sem mudanças estruturais, o sistema segue distante da população. “Essa reforma precisa ocorrer com urgência para que deságue na ponta, que é o jurisdicionado, aquele que procura a Justiça para ter seus direitos respaldados”, disse.</p><p>Primeira mulher a presidir a Caixa de Assistência em mais de 80 anos de história da instituição, Ângela Botelho também defendeu que as próximas indicações ao Supremo Tribunal Federal (STF) considerem a representatividade feminina. Ela destacou que as mulheres já são maioria na advocacia e que isso precisa se refletir nos espaços de poder. “Nós somos mais de 50% de mulheres inscritas na OAB. Em Minas Gerais, aproximadamente 53% da advocacia é feminina. É importante ter esse olhar”, disse, ao lembrar que a OAB já adota critérios de paridade em suas estruturas internas.</p><p>Para a presidente da CAA-MG, o avanço das mulheres nas lideranças do sistema de Justiça é resultado de uma caminhada coletiva. “Cada uma no seu tempo, no seu ciclo, mas é um reflexo muito frequente da forma como as mulheres estão entendendo que, coletivamente, vale a pena estarmos juntas para mudar e transformar”, afirmou.</p><p>Ângela também avaliou que, em um cenário de tensão entre os poderes e de descrédito da população com as instituições, é fundamental fortalecer o papel institucional da advocacia. “Se não tivermos instituições fortes, coletivamente abraçando essas causas, não vamos conseguir chegar ao objetivo maior, que é viver em harmonia, em paz e em tranquilidade”, disse. Para ela, a advocacia tem papel estratégico na defesa do Estado Democrático de Direito, da liberdade e das garantias individuais. “Nós somos uma profissão que está na Constituição. Falamos pelo outro, por meio de uma procuração, com ética e responsabilidade”, destacou.</p><p>Durante a entrevista, Ângela ressaltou ainda que o Judiciário precisa ser mais eficiente e também mais acessível em sua comunicação. Segundo ela, muitas vezes a linguagem jurídica afasta a população. “Às vezes falam em termos jurídicos para a sociedade e a sociedade fica sempre com uma interrogação. É preciso falar de uma forma mais simples e natural para que o cidadão entenda o que está ocorrendo no nosso meio judiciário”, afirmou.</p>]]>
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      <title>Marcinho Victor, Prefeito de Abre Campo | Café com Política </title>
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      <pubDate>Tue, 06 Jan 2026 15:50:32 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Daniel do Irineu  | Café com Política </title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O líder do governo da prefeita Marília Campos (PT) na Câmara Municipal de Contagem, vereador Daniel do Ireneu (PSB), afirmou que a gestora “está acima do PT e de qualquer partido” e negou que haja, neste momento, qualquer discussão sobre sucessão municipal. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube, o parlamentar disse que Marília só deixará o cargo “no momento certo”. Para o vereador, a avaliação positiva da gestão de Marília Campos extrapola disputas partidárias. </p><p>Na avaliação do vereador, apesar de a prefeita ser cotada tanto para uma candidatura ao Senado quanto ao governo de Minas em 2026, não há conversas internas sobre sua saída antecipada da Prefeitura de Contagem. Para o parlamentar, Marília tem sido clara ao afirmar que qualquer decisão será tomada apenas quando considerar adequado, mantendo, até lá, dedicação total à gestão municipal.</p><p>O vereador também avaliou um eventual cenário de transição no Executivo, caso a prefeita deixe o cargo para disputar as eleições do próximo ano. Para ele, o vice-prefeito Ricardo Faria (PSD) tem plena capacidade de diálogo com o Legislativo e não representaria uma ruptura na condução do governo. O líder de Marília destacou que Ricardo tem origem no parlamento municipal, conhece o funcionamento da Câmara e está alinhado politicamente à atual gestão.</p><p>Durante a entrevista, o líder do governo negou ainda a existência de crise na relação entre o Executivo e a Câmara Municipal após a chegada do ex-vereador Teteco para auxiliar na articulação política. De acordo com ele, os projetos enviados pela Prefeitura têm sido aprovados de forma ampla, muitos deles com apoio inclusive de vereadores da oposição, o que demonstraria, segundo ele, um ambiente de diálogo e estabilidade institucional.</p><p>Daniel do Ireneu também falou o cenário político na Câmara e afirmou que a oposição é “bem estabelecida”, especialmente com vereadores do PL, mas segue sendo minoritária. Segundo ele, a base governista mantém maioria confortável e uma relação de diálogo permanente com a prefeita, o que tem permitido a aprovação das pautas consideradas importantes para a cidade.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O líder do governo da prefeita Marília Campos (PT) na Câmara Municipal de Contagem, vereador Daniel do Ireneu (PSB), afirmou que a gestora “está acima do PT e de qualquer partido” e negou que haja, neste momento, qualquer discussão sobre sucessão municipal. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube, o parlamentar disse que Marília só deixará o cargo “no momento certo”. Para o vereador, a avaliação positiva da gestão de Marília Campos extrapola disputas partidárias. </p><p>Na avaliação do vereador, apesar de a prefeita ser cotada tanto para uma candidatura ao Senado quanto ao governo de Minas em 2026, não há conversas internas sobre sua saída antecipada da Prefeitura de Contagem. Para o parlamentar, Marília tem sido clara ao afirmar que qualquer decisão será tomada apenas quando considerar adequado, mantendo, até lá, dedicação total à gestão municipal.</p><p>O vereador também avaliou um eventual cenário de transição no Executivo, caso a prefeita deixe o cargo para disputar as eleições do próximo ano. Para ele, o vice-prefeito Ricardo Faria (PSD) tem plena capacidade de diálogo com o Legislativo e não representaria uma ruptura na condução do governo. O líder de Marília destacou que Ricardo tem origem no parlamento municipal, conhece o funcionamento da Câmara e está alinhado politicamente à atual gestão.</p><p>Durante a entrevista, o líder do governo negou ainda a existência de crise na relação entre o Executivo e a Câmara Municipal após a chegada do ex-vereador Teteco para auxiliar na articulação política. De acordo com ele, os projetos enviados pela Prefeitura têm sido aprovados de forma ampla, muitos deles com apoio inclusive de vereadores da oposição, o que demonstraria, segundo ele, um ambiente de diálogo e estabilidade institucional.</p><p>Daniel do Ireneu também falou o cenário político na Câmara e afirmou que a oposição é “bem estabelecida”, especialmente com vereadores do PL, mas segue sendo minoritária. Segundo ele, a base governista mantém maioria confortável e uma relação de diálogo permanente com a prefeita, o que tem permitido a aprovação das pautas consideradas importantes para a cidade.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 05 Jan 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O líder do governo da prefeita Marília Campos (PT) na Câmara Municipal de Contagem, vereador Daniel do Ireneu (PSB), afirmou que a gestora “está acima do PT e de qualquer partido” e negou que haja, neste momento, qualquer discussão sobre sucessão municipal. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube, o parlamentar disse que Marília só deixará o cargo “no momento certo”. Para o vereador, a avaliação positiva da gestão de Marília Campos extrapola disputas partidárias. </p><p>Na avaliação do vereador, apesar de a prefeita ser cotada tanto para uma candidatura ao Senado quanto ao governo de Minas em 2026, não há conversas internas sobre sua saída antecipada da Prefeitura de Contagem. Para o parlamentar, Marília tem sido clara ao afirmar que qualquer decisão será tomada apenas quando considerar adequado, mantendo, até lá, dedicação total à gestão municipal.</p><p>O vereador também avaliou um eventual cenário de transição no Executivo, caso a prefeita deixe o cargo para disputar as eleições do próximo ano. Para ele, o vice-prefeito Ricardo Faria (PSD) tem plena capacidade de diálogo com o Legislativo e não representaria uma ruptura na condução do governo. O líder de Marília destacou que Ricardo tem origem no parlamento municipal, conhece o funcionamento da Câmara e está alinhado politicamente à atual gestão.</p><p>Durante a entrevista, o líder do governo negou ainda a existência de crise na relação entre o Executivo e a Câmara Municipal após a chegada do ex-vereador Teteco para auxiliar na articulação política. De acordo com ele, os projetos enviados pela Prefeitura têm sido aprovados de forma ampla, muitos deles com apoio inclusive de vereadores da oposição, o que demonstraria, segundo ele, um ambiente de diálogo e estabilidade institucional.</p><p>Daniel do Ireneu também falou o cenário político na Câmara e afirmou que a oposição é “bem estabelecida”, especialmente com vereadores do PL, mas segue sendo minoritária. Segundo ele, a base governista mantém maioria confortável e uma relação de diálogo permanente com a prefeita, o que tem permitido a aprovação das pautas consideradas importantes para a cidade.</p>]]>
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      <title>Pedro Patrus | Café com Política </title>
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      <description>
        <![CDATA[<p><br>O vereador de Belo Horizonte Pedro Patrus (PT) afirmou, em entrevista ao Café com Política exibido no Canal de O TEMPO no Youtube, que a Prefeitura de Belo Horizonte tem demonstrado dificuldade de diálogo com a Câmara Municipal e com setores que pensam a cidade de forma diferente da gestão. Segundo o vereador, a relação com o Executivo piorou ao longo do último período e passou a operar em uma lógica de confronto. “Às vezes, eu sinto que a prefeitura tem dificuldade de dialogar com questões importantes da cidade. Na política, o Poder Executivo muitas vezes tem feito dessa forma: ou está comigo ou está contra mim”, criticou.</p><p>Na avaliação do parlamentar, o diálogo institucional com a gestão do ex-prefeito Fuad Noman era mais consistente. “Nós tínhamos um diálogo  maior do que temos hoje”, afirmou, ao defender que a Prefeitura precisa ouvir mais a Câmara, especialmente em temas estruturantes. Para Patrus, o Legislativo não pode ser tratado como um obstáculo, mas como parte do processo democrático. “A Câmara é uma parcela eleita pela cidade, goste-se ou não. Representa a cidade”, pontuou.</p><p>Questionado sobre o anúncio da prefeito Álvaro Damião (União) sobre a gratuidade do transporte coletivo aos domingos e feriados na capital, o vereador afirmou que a medida foi uma vitória da pressão popular e dos movimentos sociais, mas criticou a forma como a prefeitura conduziu o processo. Segundo ele, o Executivo deixou de dialogar com os vereadores e com a sociedade sobre o financiamento da política. Para Patrus, a Prefeitura poderia ter chamado a Câmara e a população para discutir alternativas e caminhos possíveis antes do anúncio.</p><p>Sobre os processos de cassação em curso na Câmara de BH, o vereador defendeu cautela e disse que esse tipo de decisão não pode ser movido por disputas políticas. “Cassação não pode ser política, tem que ser técnica e jurídica”, defendeu. Segundo Patrus, a Câmara deve aguardar as investigações e ouvir todas as partes antes de qualquer decisão definitiva. “Um vereador fraudar domicílio eleitoral é muito sério, mas isso tem que ser bem investigado e comprovado”, ressaltou.</p><p>No campo eleitoral, Pedro Patrus afirmou que o PT e o campo democrático-popular têm nomes viáveis para a disputa pelo governo de Minas Gerais em 2026 e defendeu a construção de uma aliança de centro-esquerda. “Nome não falta. O que falta é unificar esse campo democrático-popular”, analisou. Para ele, a prioridade estratégica é a reeleição do presidente Lula (PT), o que passa pela formação de um palanque forte no estado.</p><p>Ao avaliar os desafios da esquerda, o vereador afirmou que o campo progressista precisa melhorar sua comunicação e ampliar o diálogo com a sociedade. “A esquerda, às vezes, é muito mais analógica do que digital”, afirmou. Segundo Patrus, é necessário conversar mais com a juventude, compreender as mudanças no mundo do trabalho e se adaptar às novas formas de fazer política.</p>]]>
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        <![CDATA[<p><br>O vereador de Belo Horizonte Pedro Patrus (PT) afirmou, em entrevista ao Café com Política exibido no Canal de O TEMPO no Youtube, que a Prefeitura de Belo Horizonte tem demonstrado dificuldade de diálogo com a Câmara Municipal e com setores que pensam a cidade de forma diferente da gestão. Segundo o vereador, a relação com o Executivo piorou ao longo do último período e passou a operar em uma lógica de confronto. “Às vezes, eu sinto que a prefeitura tem dificuldade de dialogar com questões importantes da cidade. Na política, o Poder Executivo muitas vezes tem feito dessa forma: ou está comigo ou está contra mim”, criticou.</p><p>Na avaliação do parlamentar, o diálogo institucional com a gestão do ex-prefeito Fuad Noman era mais consistente. “Nós tínhamos um diálogo  maior do que temos hoje”, afirmou, ao defender que a Prefeitura precisa ouvir mais a Câmara, especialmente em temas estruturantes. Para Patrus, o Legislativo não pode ser tratado como um obstáculo, mas como parte do processo democrático. “A Câmara é uma parcela eleita pela cidade, goste-se ou não. Representa a cidade”, pontuou.</p><p>Questionado sobre o anúncio da prefeito Álvaro Damião (União) sobre a gratuidade do transporte coletivo aos domingos e feriados na capital, o vereador afirmou que a medida foi uma vitória da pressão popular e dos movimentos sociais, mas criticou a forma como a prefeitura conduziu o processo. Segundo ele, o Executivo deixou de dialogar com os vereadores e com a sociedade sobre o financiamento da política. Para Patrus, a Prefeitura poderia ter chamado a Câmara e a população para discutir alternativas e caminhos possíveis antes do anúncio.</p><p>Sobre os processos de cassação em curso na Câmara de BH, o vereador defendeu cautela e disse que esse tipo de decisão não pode ser movido por disputas políticas. “Cassação não pode ser política, tem que ser técnica e jurídica”, defendeu. Segundo Patrus, a Câmara deve aguardar as investigações e ouvir todas as partes antes de qualquer decisão definitiva. “Um vereador fraudar domicílio eleitoral é muito sério, mas isso tem que ser bem investigado e comprovado”, ressaltou.</p><p>No campo eleitoral, Pedro Patrus afirmou que o PT e o campo democrático-popular têm nomes viáveis para a disputa pelo governo de Minas Gerais em 2026 e defendeu a construção de uma aliança de centro-esquerda. “Nome não falta. O que falta é unificar esse campo democrático-popular”, analisou. Para ele, a prioridade estratégica é a reeleição do presidente Lula (PT), o que passa pela formação de um palanque forte no estado.</p><p>Ao avaliar os desafios da esquerda, o vereador afirmou que o campo progressista precisa melhorar sua comunicação e ampliar o diálogo com a sociedade. “A esquerda, às vezes, é muito mais analógica do que digital”, afirmou. Segundo Patrus, é necessário conversar mais com a juventude, compreender as mudanças no mundo do trabalho e se adaptar às novas formas de fazer política.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 02 Jan 2026 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Provedor da Santa Casa, Roberto Otto Augusto de Lima | Café com Política </title>
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        <![CDATA[<p>O provedor da Santa Casa de Belo Horizonte, Roberto Otto, revelou, em entrevista ao Café com Política, exibido no Canal de O TEMPO no Youtube, que a instituição tem enfrentado dificuldades com os repasses da Prefeitura da capital. Segundo ele, a situação tem levado a instituição a recorrer à Justiça para manter os pagamentos em dia. Para o provedor do hospital, o modelo atual expõe uma fragilidade estrutural do sistema público de saúde. “Saúde não deveria depender de visibilidade política”, avaliou. </p><p>Segundo Otto, os atrasos nos repasses municipais tem comprometido a previsibilidade financeira da Santa Casa e tornam "quase impossível o planejamento do fluxo de caixa". Embora os pagamentos hoje estejam, em média, dentro do mês, ele destaca que atrasos de milhões de reais por poucos dias já impactam fortemente a gestão. “Isso nos obriga a recorrer a bancos e a pagar juros para continuar prestando atendimento ao SUS”, disse.</p><p>O provedor alertou ainda que a situação não é exclusiva da Santa Casa e atinge de forma generalizada os hospitais filantrópicos, responsáveis, segundo ele, pela maior parte do atendimento do Sistema Único de Saúde em Minas Gerais. De acordo com ele, essas instituições respondem por mais de 70% da assistência prestada pelo SUS no estado. “Sem os hospitais filantrópicos, o SUS em Minas não funciona”, afirmou. Para Otto, o subfinanciamento crônico faz com que essas unidades “andem numa verdadeira corda bamba”.</p><p>Durante a entrevista, Otto também criticou a falta de equidade no financiamento do SUS. Segundo ele, hospitais recebem valores muito diferentes para prestar os mesmos serviços. “Tem hospital recebendo 20 vezes a tabela SUS, enquanto outros recebem pouco mais de duas vezes. Isso é inconstitucional”, afirmou, acrescentando que essas distorções têm gerado uma série de ações judiciais contra o poder público.</p><p>Questionado sobre a relação com o governo do Estado e com o governo federal, o provedor avaliou que o cenário varia conforme a gestão e o período. Ele afirmou que o Estado de Minas Gerais ampliou sua participação no financiamento da saúde nos últimos anos. “Depois do governo Zema, o Estado entrou com mais força. Antes, praticamente não contávamos com esses recursos”, afirmou. Já em relação ao governo federal, reconheceu esforços recentes, mas destacou que os valores ainda estão longe do necessário para cobrir os custos reais da assistência.</p><p>Roberto Otto também fez críticas à Lei 14.820, que previa o reajuste anual dos contratos do SUS com base na inflação. Segundo ele, a medida não trouxe resultados concretos. “O reajuste ficou abaixo de 1%, enquanto a inflação passou de 5%. Isso não reflete a inflação real da medicina”, afirmou, citando o aumento dos custos com medicamentos, insumos importados e equipamentos atrelados ao dólar.</p><p>A falta de recursos, segundo o provedor, afeta diretamente a estrutura e o atendimento à população. Ele citou a quebra de um equipamento de hemodinâmica, que ficou cerca de 20 dias fora de operação, aumentando filas e reduzindo procedimentos. “Com mais recursos, teríamos equipamentos reserva ou uma manutenção preventiva mais eficiente”, pontuou. Problemas como a falta de uniformes para parte dos colaboradores também foram mencionados como reflexo do subfinanciamento.</p><p>Apesar das dificuldades, a instituição também avalia assumir a gestão de outros hospitais, desde que haja sustentabilidade financeira. Para o provedor, no entanto, a solução estrutural passa por um novo modelo de financiamento. “A saúde não pode depender de emendas, de relações políticas ou de visibilidade. Precisa ser tratada como política pública permanente”, concluiu.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O provedor da Santa Casa de Belo Horizonte, Roberto Otto, revelou, em entrevista ao Café com Política, exibido no Canal de O TEMPO no Youtube, que a instituição tem enfrentado dificuldades com os repasses da Prefeitura da capital. Segundo ele, a situação tem levado a instituição a recorrer à Justiça para manter os pagamentos em dia. Para o provedor do hospital, o modelo atual expõe uma fragilidade estrutural do sistema público de saúde. “Saúde não deveria depender de visibilidade política”, avaliou. </p><p>Segundo Otto, os atrasos nos repasses municipais tem comprometido a previsibilidade financeira da Santa Casa e tornam "quase impossível o planejamento do fluxo de caixa". Embora os pagamentos hoje estejam, em média, dentro do mês, ele destaca que atrasos de milhões de reais por poucos dias já impactam fortemente a gestão. “Isso nos obriga a recorrer a bancos e a pagar juros para continuar prestando atendimento ao SUS”, disse.</p><p>O provedor alertou ainda que a situação não é exclusiva da Santa Casa e atinge de forma generalizada os hospitais filantrópicos, responsáveis, segundo ele, pela maior parte do atendimento do Sistema Único de Saúde em Minas Gerais. De acordo com ele, essas instituições respondem por mais de 70% da assistência prestada pelo SUS no estado. “Sem os hospitais filantrópicos, o SUS em Minas não funciona”, afirmou. Para Otto, o subfinanciamento crônico faz com que essas unidades “andem numa verdadeira corda bamba”.</p><p>Durante a entrevista, Otto também criticou a falta de equidade no financiamento do SUS. Segundo ele, hospitais recebem valores muito diferentes para prestar os mesmos serviços. “Tem hospital recebendo 20 vezes a tabela SUS, enquanto outros recebem pouco mais de duas vezes. Isso é inconstitucional”, afirmou, acrescentando que essas distorções têm gerado uma série de ações judiciais contra o poder público.</p><p>Questionado sobre a relação com o governo do Estado e com o governo federal, o provedor avaliou que o cenário varia conforme a gestão e o período. Ele afirmou que o Estado de Minas Gerais ampliou sua participação no financiamento da saúde nos últimos anos. “Depois do governo Zema, o Estado entrou com mais força. Antes, praticamente não contávamos com esses recursos”, afirmou. Já em relação ao governo federal, reconheceu esforços recentes, mas destacou que os valores ainda estão longe do necessário para cobrir os custos reais da assistência.</p><p>Roberto Otto também fez críticas à Lei 14.820, que previa o reajuste anual dos contratos do SUS com base na inflação. Segundo ele, a medida não trouxe resultados concretos. “O reajuste ficou abaixo de 1%, enquanto a inflação passou de 5%. Isso não reflete a inflação real da medicina”, afirmou, citando o aumento dos custos com medicamentos, insumos importados e equipamentos atrelados ao dólar.</p><p>A falta de recursos, segundo o provedor, afeta diretamente a estrutura e o atendimento à população. Ele citou a quebra de um equipamento de hemodinâmica, que ficou cerca de 20 dias fora de operação, aumentando filas e reduzindo procedimentos. “Com mais recursos, teríamos equipamentos reserva ou uma manutenção preventiva mais eficiente”, pontuou. Problemas como a falta de uniformes para parte dos colaboradores também foram mencionados como reflexo do subfinanciamento.</p><p>Apesar das dificuldades, a instituição também avalia assumir a gestão de outros hospitais, desde que haja sustentabilidade financeira. Para o provedor, no entanto, a solução estrutural passa por um novo modelo de financiamento. “A saúde não pode depender de emendas, de relações políticas ou de visibilidade. Precisa ser tratada como política pública permanente”, concluiu.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 30 Dec 2025 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O provedor da Santa Casa de Belo Horizonte, Roberto Otto, revelou, em entrevista ao Café com Política, exibido no Canal de O TEMPO no Youtube, que a instituição tem enfrentado dificuldades com os repasses da Prefeitura da capital. Segundo ele, a situação tem levado a instituição a recorrer à Justiça para manter os pagamentos em dia. Para o provedor do hospital, o modelo atual expõe uma fragilidade estrutural do sistema público de saúde. “Saúde não deveria depender de visibilidade política”, avaliou. </p><p>Segundo Otto, os atrasos nos repasses municipais tem comprometido a previsibilidade financeira da Santa Casa e tornam "quase impossível o planejamento do fluxo de caixa". Embora os pagamentos hoje estejam, em média, dentro do mês, ele destaca que atrasos de milhões de reais por poucos dias já impactam fortemente a gestão. “Isso nos obriga a recorrer a bancos e a pagar juros para continuar prestando atendimento ao SUS”, disse.</p><p>O provedor alertou ainda que a situação não é exclusiva da Santa Casa e atinge de forma generalizada os hospitais filantrópicos, responsáveis, segundo ele, pela maior parte do atendimento do Sistema Único de Saúde em Minas Gerais. De acordo com ele, essas instituições respondem por mais de 70% da assistência prestada pelo SUS no estado. “Sem os hospitais filantrópicos, o SUS em Minas não funciona”, afirmou. Para Otto, o subfinanciamento crônico faz com que essas unidades “andem numa verdadeira corda bamba”.</p><p>Durante a entrevista, Otto também criticou a falta de equidade no financiamento do SUS. Segundo ele, hospitais recebem valores muito diferentes para prestar os mesmos serviços. “Tem hospital recebendo 20 vezes a tabela SUS, enquanto outros recebem pouco mais de duas vezes. Isso é inconstitucional”, afirmou, acrescentando que essas distorções têm gerado uma série de ações judiciais contra o poder público.</p><p>Questionado sobre a relação com o governo do Estado e com o governo federal, o provedor avaliou que o cenário varia conforme a gestão e o período. Ele afirmou que o Estado de Minas Gerais ampliou sua participação no financiamento da saúde nos últimos anos. “Depois do governo Zema, o Estado entrou com mais força. Antes, praticamente não contávamos com esses recursos”, afirmou. Já em relação ao governo federal, reconheceu esforços recentes, mas destacou que os valores ainda estão longe do necessário para cobrir os custos reais da assistência.</p><p>Roberto Otto também fez críticas à Lei 14.820, que previa o reajuste anual dos contratos do SUS com base na inflação. Segundo ele, a medida não trouxe resultados concretos. “O reajuste ficou abaixo de 1%, enquanto a inflação passou de 5%. Isso não reflete a inflação real da medicina”, afirmou, citando o aumento dos custos com medicamentos, insumos importados e equipamentos atrelados ao dólar.</p><p>A falta de recursos, segundo o provedor, afeta diretamente a estrutura e o atendimento à população. Ele citou a quebra de um equipamento de hemodinâmica, que ficou cerca de 20 dias fora de operação, aumentando filas e reduzindo procedimentos. “Com mais recursos, teríamos equipamentos reserva ou uma manutenção preventiva mais eficiente”, pontuou. Problemas como a falta de uniformes para parte dos colaboradores também foram mencionados como reflexo do subfinanciamento.</p><p>Apesar das dificuldades, a instituição também avalia assumir a gestão de outros hospitais, desde que haja sustentabilidade financeira. Para o provedor, no entanto, a solução estrutural passa por um novo modelo de financiamento. “A saúde não pode depender de emendas, de relações políticas ou de visibilidade. Precisa ser tratada como política pública permanente”, concluiu.</p>]]>
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      <title>Rodrigo Tavares, presidente da Invest Minas | Café com Política </title>
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      <pubDate>Mon, 29 Dec 2025 07:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Duda Salabert | Café com Política </title>
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        <![CDATA[<p>A deputada federal Duda Salabert (PDT-MG) fez um balanço do ano legislativo de 2025 e afirmou que a entrada da Câmara dos Deputados em recesso representa uma “vitória para o povo brasileiro”. Em entrevista ao Café com Política, a parlamentar avalia que o Congresso atravessa um dos piores momentos de sua história recente, marcado, segundo ela, por retrocessos, chantagens políticas e enfraquecimento da democracia.</p><p>“O balanço é muito ruim. E ainda bem que a Câmara entrou em recesso. É a maior vitória que o Brasil teve, porque nesse período nenhum direito do cidadão vai ser retirado”, afirmou. Para a deputada, o ambiente no Legislativo se deteriorou a ponto de tornar a paralisação temporária uma forma de proteção social. “De dezembro até o começo de fevereiro, nenhum direito vai ser retirado, nenhuma legislação vai ser afrouxada”, completou.</p><p>Ao avaliar a condução da Câmara, Duda Salabert classificou a gestão do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos), como “fraquíssima”. Segundo ela, a ausência de pulso firme abriu espaço para que grupos mais radicalizados passem a ditar o ritmo do Parlamento. “Hoje, quem grita mais alto leva vantagem. Isso é péssimo para a democracia e para o parlamento”, criticou. Na avaliação da deputada, a piora do cenário político tem relação direta com a presidência da Câmara. “Se hoje nós estamos piorando consideravelmente a política do Brasil, isso tem a digital do Hugo Motta”, pontuou. </p><p>Sobre as eleições de 2026, a deputada federal demonstrou preocupação com a estratégia da direita, que, segundo ela, passa pelo controle do Senado. “O maior projeto político da ultradireita não é a presidência, é o Senado”, afirmou, ao defender que o campo democrático concentre esforços na disputa pelas cadeiras da Casa. Em Minas, Duda apontou a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), como o principal nome progressista do Estado. “Quem defende a democracia tem que defender Marília Campos. Ela encarna hoje o grande nome da política democrática em Minas”.</p><p>Durante a entrevista, a deputada também avaliou positivamente a possibilidade de o deputado federal Mário Heringer  (PDT) disputar o Senado, como uma alternativa mais ao centro. “Seria um ótimo quadro. Minas ganharia muito com uma candidatura dele”, afirmou. Já sobre a ex-deputada Áurea Carolina (Psol), Duda reconheceu sua importância política, mas foi cautelosa quanto à viabilidade eleitoral. “Ela ajudou a renovar a esquerda em Minas, mostrou a importância da diversidade na política, mas as pesquisas têm mostrado que ela não tem grande chance de vitória. O grande nome para o Senado é Marília Campos”, avaliou.</p><p>Na disputa pelo governo de Minas Gerais, Duda Salabert defendeu abertamente o nome do ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), e cobrou responsabilidade do PT. “Se o PT tiver o mínimo de responsabilidade por Minas Gerais, tem que apoiar o Kalil”, afirmou. Segundo ela, Kalil representa uma opção de equilíbrio em um cenário polarizado e tem histórico reconhecido, especialmente pela condução da pandemia. </p><p>Ao avaliar a gestão do governo do Estado, a deputada fez duras críticas ao governador Romeu Zema (Novo) e aos pré-candidatos ligados ao seu grupo político. Segundo Duda, Zema mantém uma relação de submissão às mineradoras. “O Zema é o office boy das mineradoras”, afirmou, ao criticar a condução da política ambiental e a tentativa de privatização da Copasa. Ela também atacou as pré-candidaturas do vice-governador Mateus Simões (PSD), que classificou como continuidade de um “projeto entreguista”, e do senador Cleitinho (Republicanos), a quem acusou de desprezar a população mais pobre. “Querer tirar o pobre do jogo político é desconhecer a Constituição”, disse.</p><p>No plano municipal, Duda Salabert classificou a gestão do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União), como um “fracasso”. Segundo ela, a prefeitura foi fatiada para atender interesses do centrão e carece de um projeto estruturado para a cidade. “Não tem projeto educacional, não tem projeto ambiental, não tem projeto econômico. É a velha política do pão e circo”, criticou.</p><p>A deputada também condenou os gastos com embarcações na Lagoa da Pampulha, afirmando que a população foi colocada em risco. Segundo ela, o governo do Estado chegou a oferecer barcos gratuitamente por meio da Copasa, mas a prefeitura recusou. “Por vaidade, o Damião erra e erra feio”, disse.</p><p>Duda ainda acusou o prefeito de oportunismo no anúncio da tarifa zero aos finais de semana e feriados, feito após a Câmara rejeitar o projeto original. “O projeto foi construído pelos movimentos sociais e, depois da pressão popular, o prefeito anuncia como se fosse dele. Nunca foi pauta dele”, afirmou. Para a deputada, faltou humildade e reconhecimento do trabalho coletivo.</p><p>Na pauta ambiental, Duda Salabert comentou a Operação Rejeito, da Polícia Federal, e afirmou que o esquema de corrupção envolvendo a mineração em Minas Gerais é muito maior do que o já revelado. “É apenas a ponta do iceberg”, disse. Segundo ela, denúncias feitas ao longo dos anos subsidiaram a investigação. “Tem muito mais político envolvido: da Assembleia, do Congresso, das câmaras e das prefeituras”, afirmou, alertando que novas fases da operação devem ocorrer.</p><p>Ao avaliar a COP realizada em Belém, Duda reconheceu contradições e falhas, mas defendeu a realização do evento no Brasil. “Sem a COP seria pior”, afirmou. Para ela, a conferência se destacou pela ampla participação popular e pelos investimentos estruturais deixados na cidade. “Foi a COP com maior participação popular da história”, avaliou, defendendo, ainda assim, a necessidade de repensar o modelo global de negociação climática.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A deputada federal Duda Salabert (PDT-MG) fez um balanço do ano legislativo de 2025 e afirmou que a entrada da Câmara dos Deputados em recesso representa uma “vitória para o povo brasileiro”. Em entrevista ao Café com Política, a parlamentar avalia que o Congresso atravessa um dos piores momentos de sua história recente, marcado, segundo ela, por retrocessos, chantagens políticas e enfraquecimento da democracia.</p><p>“O balanço é muito ruim. E ainda bem que a Câmara entrou em recesso. É a maior vitória que o Brasil teve, porque nesse período nenhum direito do cidadão vai ser retirado”, afirmou. Para a deputada, o ambiente no Legislativo se deteriorou a ponto de tornar a paralisação temporária uma forma de proteção social. “De dezembro até o começo de fevereiro, nenhum direito vai ser retirado, nenhuma legislação vai ser afrouxada”, completou.</p><p>Ao avaliar a condução da Câmara, Duda Salabert classificou a gestão do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos), como “fraquíssima”. Segundo ela, a ausência de pulso firme abriu espaço para que grupos mais radicalizados passem a ditar o ritmo do Parlamento. “Hoje, quem grita mais alto leva vantagem. Isso é péssimo para a democracia e para o parlamento”, criticou. Na avaliação da deputada, a piora do cenário político tem relação direta com a presidência da Câmara. “Se hoje nós estamos piorando consideravelmente a política do Brasil, isso tem a digital do Hugo Motta”, pontuou. </p><p>Sobre as eleições de 2026, a deputada federal demonstrou preocupação com a estratégia da direita, que, segundo ela, passa pelo controle do Senado. “O maior projeto político da ultradireita não é a presidência, é o Senado”, afirmou, ao defender que o campo democrático concentre esforços na disputa pelas cadeiras da Casa. Em Minas, Duda apontou a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), como o principal nome progressista do Estado. “Quem defende a democracia tem que defender Marília Campos. Ela encarna hoje o grande nome da política democrática em Minas”.</p><p>Durante a entrevista, a deputada também avaliou positivamente a possibilidade de o deputado federal Mário Heringer  (PDT) disputar o Senado, como uma alternativa mais ao centro. “Seria um ótimo quadro. Minas ganharia muito com uma candidatura dele”, afirmou. Já sobre a ex-deputada Áurea Carolina (Psol), Duda reconheceu sua importância política, mas foi cautelosa quanto à viabilidade eleitoral. “Ela ajudou a renovar a esquerda em Minas, mostrou a importância da diversidade na política, mas as pesquisas têm mostrado que ela não tem grande chance de vitória. O grande nome para o Senado é Marília Campos”, avaliou.</p><p>Na disputa pelo governo de Minas Gerais, Duda Salabert defendeu abertamente o nome do ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), e cobrou responsabilidade do PT. “Se o PT tiver o mínimo de responsabilidade por Minas Gerais, tem que apoiar o Kalil”, afirmou. Segundo ela, Kalil representa uma opção de equilíbrio em um cenário polarizado e tem histórico reconhecido, especialmente pela condução da pandemia. </p><p>Ao avaliar a gestão do governo do Estado, a deputada fez duras críticas ao governador Romeu Zema (Novo) e aos pré-candidatos ligados ao seu grupo político. Segundo Duda, Zema mantém uma relação de submissão às mineradoras. “O Zema é o office boy das mineradoras”, afirmou, ao criticar a condução da política ambiental e a tentativa de privatização da Copasa. Ela também atacou as pré-candidaturas do vice-governador Mateus Simões (PSD), que classificou como continuidade de um “projeto entreguista”, e do senador Cleitinho (Republicanos), a quem acusou de desprezar a população mais pobre. “Querer tirar o pobre do jogo político é desconhecer a Constituição”, disse.</p><p>No plano municipal, Duda Salabert classificou a gestão do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União), como um “fracasso”. Segundo ela, a prefeitura foi fatiada para atender interesses do centrão e carece de um projeto estruturado para a cidade. “Não tem projeto educacional, não tem projeto ambiental, não tem projeto econômico. É a velha política do pão e circo”, criticou.</p><p>A deputada também condenou os gastos com embarcações na Lagoa da Pampulha, afirmando que a população foi colocada em risco. Segundo ela, o governo do Estado chegou a oferecer barcos gratuitamente por meio da Copasa, mas a prefeitura recusou. “Por vaidade, o Damião erra e erra feio”, disse.</p><p>Duda ainda acusou o prefeito de oportunismo no anúncio da tarifa zero aos finais de semana e feriados, feito após a Câmara rejeitar o projeto original. “O projeto foi construído pelos movimentos sociais e, depois da pressão popular, o prefeito anuncia como se fosse dele. Nunca foi pauta dele”, afirmou. Para a deputada, faltou humildade e reconhecimento do trabalho coletivo.</p><p>Na pauta ambiental, Duda Salabert comentou a Operação Rejeito, da Polícia Federal, e afirmou que o esquema de corrupção envolvendo a mineração em Minas Gerais é muito maior do que o já revelado. “É apenas a ponta do iceberg”, disse. Segundo ela, denúncias feitas ao longo dos anos subsidiaram a investigação. “Tem muito mais político envolvido: da Assembleia, do Congresso, das câmaras e das prefeituras”, afirmou, alertando que novas fases da operação devem ocorrer.</p><p>Ao avaliar a COP realizada em Belém, Duda reconheceu contradições e falhas, mas defendeu a realização do evento no Brasil. “Sem a COP seria pior”, afirmou. Para ela, a conferência se destacou pela ampla participação popular e pelos investimentos estruturais deixados na cidade. “Foi a COP com maior participação popular da história”, avaliou, defendendo, ainda assim, a necessidade de repensar o modelo global de negociação climática.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 26 Dec 2025 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Para a deputada, o ambiente no Legislativo se deteriorou a ponto de tornar a paralisação temporária uma forma de proteção social. “De dezembro até o começo de fevereiro, nenhum direito vai ser retirado, nenhuma legislação vai ser afrouxada”, completou.</p><p>Ao avaliar a condução da Câmara, Duda Salabert classificou a gestão do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos), como “fraquíssima”. Segundo ela, a ausência de pulso firme abriu espaço para que grupos mais radicalizados passem a ditar o ritmo do Parlamento. “Hoje, quem grita mais alto leva vantagem. Isso é péssimo para a democracia e para o parlamento”, criticou. Na avaliação da deputada, a piora do cenário político tem relação direta com a presidência da Câmara. “Se hoje nós estamos piorando consideravelmente a política do Brasil, isso tem a digital do Hugo Motta”, pontuou. </p><p>Sobre as eleições de 2026, a deputada federal demonstrou preocupação com a estratégia da direita, que, segundo ela, passa pelo controle do Senado. “O maior projeto político da ultradireita não é a presidência, é o Senado”, afirmou, ao defender que o campo democrático concentre esforços na disputa pelas cadeiras da Casa. Em Minas, Duda apontou a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), como o principal nome progressista do Estado. “Quem defende a democracia tem que defender Marília Campos. Ela encarna hoje o grande nome da política democrática em Minas”.</p><p>Durante a entrevista, a deputada também avaliou positivamente a possibilidade de o deputado federal Mário Heringer  (PDT) disputar o Senado, como uma alternativa mais ao centro. “Seria um ótimo quadro. Minas ganharia muito com uma candidatura dele”, afirmou. Já sobre a ex-deputada Áurea Carolina (Psol), Duda reconheceu sua importância política, mas foi cautelosa quanto à viabilidade eleitoral. “Ela ajudou a renovar a esquerda em Minas, mostrou a importância da diversidade na política, mas as pesquisas têm mostrado que ela não tem grande chance de vitória. O grande nome para o Senado é Marília Campos”, avaliou.</p><p>Na disputa pelo governo de Minas Gerais, Duda Salabert defendeu abertamente o nome do ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), e cobrou responsabilidade do PT. “Se o PT tiver o mínimo de responsabilidade por Minas Gerais, tem que apoiar o Kalil”, afirmou. Segundo ela, Kalil representa uma opção de equilíbrio em um cenário polarizado e tem histórico reconhecido, especialmente pela condução da pandemia. </p><p>Ao avaliar a gestão do governo do Estado, a deputada fez duras críticas ao governador Romeu Zema (Novo) e aos pré-candidatos ligados ao seu grupo político. Segundo Duda, Zema mantém uma relação de submissão às mineradoras. “O Zema é o office boy das mineradoras”, afirmou, ao criticar a condução da política ambiental e a tentativa de privatização da Copasa. Ela também atacou as pré-candidaturas do vice-governador Mateus Simões (PSD), que classificou como continuidade de um “projeto entreguista”, e do senador Cleitinho (Republicanos), a quem acusou de desprezar a população mais pobre. “Querer tirar o pobre do jogo político é desconhecer a Constituição”, disse.</p><p>No plano municipal, Duda Salabert classificou a gestão do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União), como um “fracasso”. Segundo ela, a prefeitura foi fatiada para atender interesses do centrão e carece de um projeto estruturado para a cidade. “Não tem projeto educacional, não tem projeto ambiental, não tem projeto econômico. É a velha política do pão e circo”, criticou.</p><p>A deputada também condenou os gastos com embarcações na Lagoa da Pampulha, afirmando que a população foi colocada em risco. Segundo ela, o governo do Estado chegou a oferecer barcos gratuitamente por meio da Copasa, mas a prefeitura recusou. “Por vaidade, o Damião erra e erra feio”, disse.</p><p>Duda ainda acusou o prefeito de oportunismo no anúncio da tarifa zero aos finais de semana e feriados, feito após a Câmara rejeitar o projeto original. “O projeto foi construído pelos movimentos sociais e, depois da pressão popular, o prefeito anuncia como se fosse dele. Nunca foi pauta dele”, afirmou. Para a deputada, faltou humildade e reconhecimento do trabalho coletivo.</p><p>Na pauta ambiental, Duda Salabert comentou a Operação Rejeito, da Polícia Federal, e afirmou que o esquema de corrupção envolvendo a mineração em Minas Gerais é muito maior do que o já revelado. “É apenas a ponta do iceberg”, disse. Segundo ela, denúncias feitas ao longo dos anos subsidiaram a investigação. “Tem muito mais político envolvido: da Assembleia, do Congresso, das câmaras e das prefeituras”, afirmou, alertando que novas fases da operação devem ocorrer.</p><p>Ao avaliar a COP realizada em Belém, Duda reconheceu contradições e falhas, mas defendeu a realização do evento no Brasil. “Sem a COP seria pior”, afirmou. Para ela, a conferência se destacou pela ampla participação popular e pelos investimentos estruturais deixados na cidade. “Foi a COP com maior participação popular da história”, avaliou, defendendo, ainda assim, a necessidade de repensar o modelo global de negociação climática.</p>]]>
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      <title>Daniel do Irineu | Café com Política </title>
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        <![CDATA[<p>O líder do governo da prefeita Marília Campos (PT) na Câmara Municipal de Contagem, vereador Daniel do Ireneu (PSB), afirmou que a gestora “está acima do PT e de qualquer partido” e negou que haja, neste momento, qualquer discussão sobre sucessão municipal. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube, o parlamentar disse que Marília só deixará o cargo “no momento certo”. Para o vereador, a avaliação positiva da gestão de Marília Campos extrapola disputas partidárias. </p><p>Na avaliação do vereador, apesar de a prefeita ser cotada tanto para uma candidatura ao Senado quanto ao governo de Minas em 2026, não há conversas internas sobre sua saída antecipada da Prefeitura de Contagem. Para o parlamentar, Marília tem sido clara ao afirmar que qualquer decisão será tomada apenas quando considerar adequado, mantendo, até lá, dedicação total à gestão municipal.</p><p>O vereador também avaliou um eventual cenário de transição no Executivo, caso a prefeita deixe o cargo para disputar as eleições do próximo ano. Para ele, o vice-prefeito Ricardo Faria (PSD) tem plena capacidade de diálogo com o Legislativo e não representaria uma ruptura na condução do governo. O líder de Marília destacou que Ricardo tem origem no parlamento municipal, conhece o funcionamento da Câmara e está alinhado politicamente à atual gestão.</p><p>Durante a entrevista, o líder do governo negou ainda a existência de crise na relação entre o Executivo e a Câmara Municipal após a chegada do ex-vereador Teteco para auxiliar na articulação política. De acordo com ele, os projetos enviados pela Prefeitura têm sido aprovados de forma ampla, muitos deles com apoio inclusive de vereadores da oposição, o que demonstraria, segundo ele, um ambiente de diálogo e estabilidade institucional.</p><p>Daniel do Ireneu também falou o cenário político na Câmara e afirmou que a oposição é “bem estabelecida”, especialmente com vereadores do PL, mas segue sendo minoritária. Segundo ele, a base governista mantém maioria confortável e uma relação de diálogo permanente com a prefeita, o que tem permitido a aprovação das pautas consideradas importantes para a cidade.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O líder do governo da prefeita Marília Campos (PT) na Câmara Municipal de Contagem, vereador Daniel do Ireneu (PSB), afirmou que a gestora “está acima do PT e de qualquer partido” e negou que haja, neste momento, qualquer discussão sobre sucessão municipal. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube, o parlamentar disse que Marília só deixará o cargo “no momento certo”. Para o vereador, a avaliação positiva da gestão de Marília Campos extrapola disputas partidárias. </p><p>Na avaliação do vereador, apesar de a prefeita ser cotada tanto para uma candidatura ao Senado quanto ao governo de Minas em 2026, não há conversas internas sobre sua saída antecipada da Prefeitura de Contagem. Para o parlamentar, Marília tem sido clara ao afirmar que qualquer decisão será tomada apenas quando considerar adequado, mantendo, até lá, dedicação total à gestão municipal.</p><p>O vereador também avaliou um eventual cenário de transição no Executivo, caso a prefeita deixe o cargo para disputar as eleições do próximo ano. Para ele, o vice-prefeito Ricardo Faria (PSD) tem plena capacidade de diálogo com o Legislativo e não representaria uma ruptura na condução do governo. O líder de Marília destacou que Ricardo tem origem no parlamento municipal, conhece o funcionamento da Câmara e está alinhado politicamente à atual gestão.</p><p>Durante a entrevista, o líder do governo negou ainda a existência de crise na relação entre o Executivo e a Câmara Municipal após a chegada do ex-vereador Teteco para auxiliar na articulação política. De acordo com ele, os projetos enviados pela Prefeitura têm sido aprovados de forma ampla, muitos deles com apoio inclusive de vereadores da oposição, o que demonstraria, segundo ele, um ambiente de diálogo e estabilidade institucional.</p><p>Daniel do Ireneu também falou o cenário político na Câmara e afirmou que a oposição é “bem estabelecida”, especialmente com vereadores do PL, mas segue sendo minoritária. Segundo ele, a base governista mantém maioria confortável e uma relação de diálogo permanente com a prefeita, o que tem permitido a aprovação das pautas consideradas importantes para a cidade.<br></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 26 Dec 2025 05:09:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O líder do governo da prefeita Marília Campos (PT) na Câmara Municipal de Contagem, vereador Daniel do Ireneu (PSB), afirmou que a gestora “está acima do PT e de qualquer partido” e negou que haja, neste momento, qualquer discussão sobre sucessão municipal. Em entrevista ao Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube, o parlamentar disse que Marília só deixará o cargo “no momento certo”. Para o vereador, a avaliação positiva da gestão de Marília Campos extrapola disputas partidárias. </p><p>Na avaliação do vereador, apesar de a prefeita ser cotada tanto para uma candidatura ao Senado quanto ao governo de Minas em 2026, não há conversas internas sobre sua saída antecipada da Prefeitura de Contagem. Para o parlamentar, Marília tem sido clara ao afirmar que qualquer decisão será tomada apenas quando considerar adequado, mantendo, até lá, dedicação total à gestão municipal.</p><p>O vereador também avaliou um eventual cenário de transição no Executivo, caso a prefeita deixe o cargo para disputar as eleições do próximo ano. Para ele, o vice-prefeito Ricardo Faria (PSD) tem plena capacidade de diálogo com o Legislativo e não representaria uma ruptura na condução do governo. O líder de Marília destacou que Ricardo tem origem no parlamento municipal, conhece o funcionamento da Câmara e está alinhado politicamente à atual gestão.</p><p>Durante a entrevista, o líder do governo negou ainda a existência de crise na relação entre o Executivo e a Câmara Municipal após a chegada do ex-vereador Teteco para auxiliar na articulação política. De acordo com ele, os projetos enviados pela Prefeitura têm sido aprovados de forma ampla, muitos deles com apoio inclusive de vereadores da oposição, o que demonstraria, segundo ele, um ambiente de diálogo e estabilidade institucional.</p><p>Daniel do Ireneu também falou o cenário político na Câmara e afirmou que a oposição é “bem estabelecida”, especialmente com vereadores do PL, mas segue sendo minoritária. Segundo ele, a base governista mantém maioria confortável e uma relação de diálogo permanente com a prefeita, o que tem permitido a aprovação das pautas consideradas importantes para a cidade.<br></p>]]>
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      <title>Marcos Lisboa | Café com Política </title>
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        <![CDATA[<p>A solução para os problemas de saneamento em Minas Gerais não está necessariamente atrelada à decisão de privatizar ou não a Copasa. Na avaliação do economista Marcos Lisboa, essa é uma escolha secundária diante de um fator considerado central: o modelo de regulação que será estabelecido para o setor.</p><p>“O debate, às vezes, fica muito polarizado: privatiza ou não privatiza, governo ou setor privado? Esse debate superficial mais atrapalha do que ajuda”, avalia. O economista foi entrevistado pelo programa Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube, nesta terça-feira (23/12). </p>]]>
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        <![CDATA[<p>A solução para os problemas de saneamento em Minas Gerais não está necessariamente atrelada à decisão de privatizar ou não a Copasa. Na avaliação do economista Marcos Lisboa, essa é uma escolha secundária diante de um fator considerado central: o modelo de regulação que será estabelecido para o setor.</p><p>“O debate, às vezes, fica muito polarizado: privatiza ou não privatiza, governo ou setor privado? Esse debate superficial mais atrapalha do que ajuda”, avalia. O economista foi entrevistado pelo programa Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube, nesta terça-feira (23/12). </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 23 Dec 2025 10:41:15 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A solução para os problemas de saneamento em Minas Gerais não está necessariamente atrelada à decisão de privatizar ou não a Copasa. Na avaliação do economista Marcos Lisboa, essa é uma escolha secundária diante de um fator considerado central: o modelo de regulação que será estabelecido para o setor.</p><p>“O debate, às vezes, fica muito polarizado: privatiza ou não privatiza, governo ou setor privado? Esse debate superficial mais atrapalha do que ajuda”, avalia. O economista foi entrevistado pelo programa Café com Política, exibido no canal de O TEMPO no YouTube, nesta terça-feira (23/12). </p>]]>
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      <title>Guilherme Daltro | Café com Política </title>
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        <![CDATA[<p>O secretário de Governo de Belo Horizonte, Guilherme Daltro, fez duras críticas ao governo de Minas Gerais, comandado por Romeu Zema (Novo), ao afirmar que a política adotada pelo Estado tem adotado um tom de “deboche” com a capital e aposta em uma estratégia de “arrastar voto”. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta segunda-feira (22/12), Daltro avalia que a a postura do governo estadual ignora a complexidade da relação institucional com o município e acaba instrumentalizando temas administrativos com viés político.</p><p>No campo das negociações institucionais, o secretário destacou as tratativas entre a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) e a Copasa, afirmando que a outorga negociada no passado foi “muito generosa” com a companhia. Daltro defendeu que a capital mineira tenha sua participação devidamente valorizada no contexto do processo de privatização da empresa, ressaltando que o município tem direito a uma fatia compatível com sua relevância no sistema.</p><p>Ao comentar o cenário político na Câmara Municipal, o secretário criticou a lentidão da Justiça Eleitoral na análise de processos de cassação envolvendo vereadores. Apesar disso, reforçou que a Prefeitura não interfere nesses processos, tratando o tema como uma “matéria interna” do Legislativo. Mesmo diante da possibilidade de cassações, Daltro avaliou que a base de apoio ao prefeito Álvaro Damião deve ser mantida.</p><p>Sobre a gestão municipal, o secretário admitiu que mudanças no primeiro escalão podem ocorrer, citando ajustes em estruturas como a PBH Ativos. Ele afirmou que a Prefeitura avalia correções em empresas públicas, mas evitou fazer projeções, dizendo que não cabe “futurologia” sobre decisões administrativas ainda em análise.</p><p>Daltro também abordou o processo de extinção da BHTrans, afirmando que a Prefeitura atua para desacelerar a transição e evitar sobressaltos na política de mobilidade urbana. No mesmo tema, comentou o projeto do Tarifa Zero, avaliando que a proposta acabou se atropelando em razão da rapidez de sua tramitação e da disputa política em torno do assunto.</p><p>No plano eleitoral, o secretário afirmou que qualquer definição sobre 2026 envolvendo União Brasil e PP passará necessariamente pelo prefeito de Belo Horizonte. Segundo ele, o cenário ainda é abstrato, e as decisões políticas serão tomadas no tempo adequado, sob a liderança de Álvaro Damião. O próprio Daltro descartou ainda uma candidatura em 2026, afirmando que seu foco está na reeleição do atual prefeito.</p><p>Por fim, o secretário avaliou que, após um início de ano conturbado, a base do governo na Câmara Municipal está consolidada. Ele também garantiu que as operações de crédito contratadas pela Prefeitura têm juros baixos e não comprometem o Tesouro municipal, reforçando a sustentabilidade fiscal da gestão.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O secretário de Governo de Belo Horizonte, Guilherme Daltro, fez duras críticas ao governo de Minas Gerais, comandado por Romeu Zema (Novo), ao afirmar que a política adotada pelo Estado tem adotado um tom de “deboche” com a capital e aposta em uma estratégia de “arrastar voto”. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta segunda-feira (22/12), Daltro avalia que a a postura do governo estadual ignora a complexidade da relação institucional com o município e acaba instrumentalizando temas administrativos com viés político.</p><p>No campo das negociações institucionais, o secretário destacou as tratativas entre a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) e a Copasa, afirmando que a outorga negociada no passado foi “muito generosa” com a companhia. Daltro defendeu que a capital mineira tenha sua participação devidamente valorizada no contexto do processo de privatização da empresa, ressaltando que o município tem direito a uma fatia compatível com sua relevância no sistema.</p><p>Ao comentar o cenário político na Câmara Municipal, o secretário criticou a lentidão da Justiça Eleitoral na análise de processos de cassação envolvendo vereadores. Apesar disso, reforçou que a Prefeitura não interfere nesses processos, tratando o tema como uma “matéria interna” do Legislativo. Mesmo diante da possibilidade de cassações, Daltro avaliou que a base de apoio ao prefeito Álvaro Damião deve ser mantida.</p><p>Sobre a gestão municipal, o secretário admitiu que mudanças no primeiro escalão podem ocorrer, citando ajustes em estruturas como a PBH Ativos. Ele afirmou que a Prefeitura avalia correções em empresas públicas, mas evitou fazer projeções, dizendo que não cabe “futurologia” sobre decisões administrativas ainda em análise.</p><p>Daltro também abordou o processo de extinção da BHTrans, afirmando que a Prefeitura atua para desacelerar a transição e evitar sobressaltos na política de mobilidade urbana. No mesmo tema, comentou o projeto do Tarifa Zero, avaliando que a proposta acabou se atropelando em razão da rapidez de sua tramitação e da disputa política em torno do assunto.</p><p>No plano eleitoral, o secretário afirmou que qualquer definição sobre 2026 envolvendo União Brasil e PP passará necessariamente pelo prefeito de Belo Horizonte. Segundo ele, o cenário ainda é abstrato, e as decisões políticas serão tomadas no tempo adequado, sob a liderança de Álvaro Damião. O próprio Daltro descartou ainda uma candidatura em 2026, afirmando que seu foco está na reeleição do atual prefeito.</p><p>Por fim, o secretário avaliou que, após um início de ano conturbado, a base do governo na Câmara Municipal está consolidada. Ele também garantiu que as operações de crédito contratadas pela Prefeitura têm juros baixos e não comprometem o Tesouro municipal, reforçando a sustentabilidade fiscal da gestão.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 22 Dec 2025 13:25:46 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Andréia de Jesus | Café com Política</title>
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      <pubDate>Thu, 18 Dec 2025 19:16:01 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Sargento Rodolfo - Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Sabará, Sargento Rodolfo (Republicanos-MG), afirmou que a gestão tem concentrado esforços na prevenção de enchentes e deslizamentos para atravessar o período chuvoso com mais segurança. Segundo ele, a prefeitura já realizou ações de limpeza, drenagem e manutenção em pontos críticos da cidade e prepara um grande projeto de desassoreamento que deve alcançar cerca de 20 quilômetros de rios, incluindo trechos do Rio das Velhas e do Rio Sabará. Essa limpeza seria, de acordo com o executivo, o maior da história do município, impactando diretamente cerca de 10 mil famílias.</p><p>Durante entrevista ao Café com Política, Rodolfo também fez um balanço do primeiro ano de mandato, marcado por dificuldades financeiras herdadas da gestão anterior. Ele disse ter assumido a prefeitura com uma dívida de R$ 185 milhões e orçamento frustrado de R$ 137 milhões, o que exigiu reestruturação administrativa e responsabilidade fiscal. Apesar disso, destacou avanços na segurança pública, como a formação de novos guardas municipais, a implantação de monitoramento com câmeras e inteligência artificial e a construção do primeiro complexo integrado de segurança pública de Minas Gerais.</p><p>Na área da saúde, o prefeito ressaltou a reforma da UPA, a reabertura do atendimento do SUS na Santa Casa após mais de uma década e a retomada de cirurgias de baixa e média complexidade na cidade. Ele também citou investimentos em turismo, regularização fundiária e melhorias na relação com servidores municipais. Segundo Rodolfo, a gestão aposta no diálogo, na transparência e na articulação com os governos estadual e federal para recuperar o protagonismo de Sabará e melhorar a qualidade de vida da população.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 18 Dec 2025 06:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <title>Paula Coradi | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A presidente nacional do PSOL, Paula Coradi, classificou como “desproporcional e vergonhosa” a decisão da Câmara dos Deputados que suspendeu por seis meses o mandato do deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ). Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quarta-feira (17/12) no canal de O TEMPO no Youtube, Coradi afirmou que a punição foi fruto de uma articulação política liderada pelo ex-presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), em retaliação à atuação combativa do parlamentar contra o chamado orçamento secreto.</p><p>“Nós tínhamos o entendimento de que a situação era muito difícil, porque existia uma articulação por trás, nos bastidores, do próprio Arthur Lira”, pontuou. Segundo ela, o processo contra Glauber ganhou força após o deputado ter intensificado os embates com Lira e ingressado no Supremo Tribunal Federal (STF) para bloquear cerca de R$ 4 bilhões do orçamento secreto por falta de transparência. “A partir dali, o grau de tensão aumentou bastante”, afirmou.</p><p>Apesar do cenário adverso, a presidente do PSOL afirmou que uma articulação política envolvendo a bancada do partido, lideranças do Congresso e o governo federal conseguiu impedir a cassação do mandato. “Nós também contamos com o próprio Guimarães, que ajudou. Então, o governo teve um papel importante para impedir uma cassação injusta”, avaliou.</p><p>Para Coradi, a suspensão aplicada a Glauber evidencia o que classificou como “dois pesos e duas medidas” dentro da Câmara. Ela comparou o caso do deputado do PSOL com outros episódios recentes. “Nós temos um deputado que tomou seis meses de suspensão por algo ínfimo, enquanto o Chiquinho Brazão sequer teve processo de cassação votado na Câmara, mesmo sendo indiciado como mandante do assassinato da Marielle”, disse. A dirigente também citou a decisão que manteve o mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP). “A Câmara também livrou a Carla Zambelli, que é condenada pela Justiça e está presa e foragida”, criticou.</p><p>Ao avaliar a atuação do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), Coradi disse que houve abuso de autoridade e ausência de diálogo. “O presidente da Câmara não pode tomar dois pesos e duas medidas”, afirmou, citando ainda o uso da Polícia Legislativa contra parlamentares, agressões a deputados e o corte da transmissão da TV Câmara como “incidentes gravíssimos”.</p><p>Apesar da punição, a presidente do PSOL avalia que o caso acabou ampliando a visibilidade do partido e do campo progressista. “O Glauber é um deputado muito combativo, que orgulha a nossa bancada”, disse. Para ela, a tentativa de cassação se insere em um movimento mais amplo de intimidação política contra mandatos de esquerda em câmaras municipais, assembleias legislativas e no Congresso Nacional. “São motivos totalmente políticos, que tentam calar a voz do PSOL e de outros partidos do nosso campo”, afirmou.</p><p>Federação e eleições de 2026</p><p>No campo eleitoral, Paula Coradi confirmou que o PSOL e a Rede Sustentabilidade estão em diálogo para renovar a federação para as eleições de 2026. “A nossa experiência é muito positiva, por isso, existe uma grande tendência de renovação”, afirmou. Segundo ela, o partido trabalha na montagem de chapas competitivas para os Legislativos estadual e federal e também para o Senado.</p><p>Ao rebater críticas de que o PSOL atuaria como um “satélite do PT”, Coradi afirmou que o partido mantém autonomia política. “Somos um partido com muita autonomia. Não abaixamos nenhuma das nossas bandeiras para caber dentro de uma ou outra decisão do governo”, disse. Segundo ela, o PSOL tem protagonismo em pautas nacionais, mesmo integrando a base de apoio do presidente Lula.</p><p>Boulos, São Paulo e Minas Gerais</p><p>Sobre o cenário de 2026 em São Paulo, Coradi afirmou que Guilherme Boulos pode ser candidato ao Senado, a depender da conformação do quadro eleitoral. “Se for candidato, a tendência é que seja ao Senado”, disse, destacando que ele deve cumprir um papel relevante na campanha, tanto em São Paulo quanto nacionalmente.</p><p>A presidente do PSOL também destacou a deputada Érica Hilton como aposta central do partido em São Paulo. “Ela deve ser a grande puxadora de votos e pode ser uma das deputadas federais mais bem votadas do Brasil”, afirmou.</p><p>Em Minas Gerais, Coradi disse que o PSOL trabalha para ampliar suas bancadas e defende a construção de unidade no campo da esquerda. O partido aposta nas candidaturas de Bela Gonçalves e Célia Xakriabá para a Câmara dos Deputados e lançou Áurea Carolina como pré-candidata ao Senado. “Queremos construir as melhores condições para que a esquerda volte a governar Minas Gerais”, concluiu.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A presidente nacional do PSOL, Paula Coradi, classificou como “desproporcional e vergonhosa” a decisão da Câmara dos Deputados que suspendeu por seis meses o mandato do deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ). Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quarta-feira (17/12) no canal de O TEMPO no Youtube, Coradi afirmou que a punição foi fruto de uma articulação política liderada pelo ex-presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), em retaliação à atuação combativa do parlamentar contra o chamado orçamento secreto.</p><p>“Nós tínhamos o entendimento de que a situação era muito difícil, porque existia uma articulação por trás, nos bastidores, do próprio Arthur Lira”, pontuou. Segundo ela, o processo contra Glauber ganhou força após o deputado ter intensificado os embates com Lira e ingressado no Supremo Tribunal Federal (STF) para bloquear cerca de R$ 4 bilhões do orçamento secreto por falta de transparência. “A partir dali, o grau de tensão aumentou bastante”, afirmou.</p><p>Apesar do cenário adverso, a presidente do PSOL afirmou que uma articulação política envolvendo a bancada do partido, lideranças do Congresso e o governo federal conseguiu impedir a cassação do mandato. “Nós também contamos com o próprio Guimarães, que ajudou. Então, o governo teve um papel importante para impedir uma cassação injusta”, avaliou.</p><p>Para Coradi, a suspensão aplicada a Glauber evidencia o que classificou como “dois pesos e duas medidas” dentro da Câmara. Ela comparou o caso do deputado do PSOL com outros episódios recentes. “Nós temos um deputado que tomou seis meses de suspensão por algo ínfimo, enquanto o Chiquinho Brazão sequer teve processo de cassação votado na Câmara, mesmo sendo indiciado como mandante do assassinato da Marielle”, disse. A dirigente também citou a decisão que manteve o mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP). “A Câmara também livrou a Carla Zambelli, que é condenada pela Justiça e está presa e foragida”, criticou.</p><p>Ao avaliar a atuação do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), Coradi disse que houve abuso de autoridade e ausência de diálogo. “O presidente da Câmara não pode tomar dois pesos e duas medidas”, afirmou, citando ainda o uso da Polícia Legislativa contra parlamentares, agressões a deputados e o corte da transmissão da TV Câmara como “incidentes gravíssimos”.</p><p>Apesar da punição, a presidente do PSOL avalia que o caso acabou ampliando a visibilidade do partido e do campo progressista. “O Glauber é um deputado muito combativo, que orgulha a nossa bancada”, disse. Para ela, a tentativa de cassação se insere em um movimento mais amplo de intimidação política contra mandatos de esquerda em câmaras municipais, assembleias legislativas e no Congresso Nacional. “São motivos totalmente políticos, que tentam calar a voz do PSOL e de outros partidos do nosso campo”, afirmou.</p><p>Federação e eleições de 2026</p><p>No campo eleitoral, Paula Coradi confirmou que o PSOL e a Rede Sustentabilidade estão em diálogo para renovar a federação para as eleições de 2026. “A nossa experiência é muito positiva, por isso, existe uma grande tendência de renovação”, afirmou. Segundo ela, o partido trabalha na montagem de chapas competitivas para os Legislativos estadual e federal e também para o Senado.</p><p>Ao rebater críticas de que o PSOL atuaria como um “satélite do PT”, Coradi afirmou que o partido mantém autonomia política. “Somos um partido com muita autonomia. Não abaixamos nenhuma das nossas bandeiras para caber dentro de uma ou outra decisão do governo”, disse. Segundo ela, o PSOL tem protagonismo em pautas nacionais, mesmo integrando a base de apoio do presidente Lula.</p><p>Boulos, São Paulo e Minas Gerais</p><p>Sobre o cenário de 2026 em São Paulo, Coradi afirmou que Guilherme Boulos pode ser candidato ao Senado, a depender da conformação do quadro eleitoral. “Se for candidato, a tendência é que seja ao Senado”, disse, destacando que ele deve cumprir um papel relevante na campanha, tanto em São Paulo quanto nacionalmente.</p><p>A presidente do PSOL também destacou a deputada Érica Hilton como aposta central do partido em São Paulo. “Ela deve ser a grande puxadora de votos e pode ser uma das deputadas federais mais bem votadas do Brasil”, afirmou.</p><p>Em Minas Gerais, Coradi disse que o PSOL trabalha para ampliar suas bancadas e defende a construção de unidade no campo da esquerda. O partido aposta nas candidaturas de Bela Gonçalves e Célia Xakriabá para a Câmara dos Deputados e lançou Áurea Carolina como pré-candidata ao Senado. “Queremos construir as melhores condições para que a esquerda volte a governar Minas Gerais”, concluiu.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 17 Dec 2025 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A presidente nacional do PSOL, Paula Coradi, classificou como “desproporcional e vergonhosa” a decisão da Câmara dos Deputados que suspendeu por seis meses o mandato do deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ). Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quarta-feira (17/12) no canal de O TEMPO no Youtube, Coradi afirmou que a punição foi fruto de uma articulação política liderada pelo ex-presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), em retaliação à atuação combativa do parlamentar contra o chamado orçamento secreto.</p><p>“Nós tínhamos o entendimento de que a situação era muito difícil, porque existia uma articulação por trás, nos bastidores, do próprio Arthur Lira”, pontuou. Segundo ela, o processo contra Glauber ganhou força após o deputado ter intensificado os embates com Lira e ingressado no Supremo Tribunal Federal (STF) para bloquear cerca de R$ 4 bilhões do orçamento secreto por falta de transparência. “A partir dali, o grau de tensão aumentou bastante”, afirmou.</p><p>Apesar do cenário adverso, a presidente do PSOL afirmou que uma articulação política envolvendo a bancada do partido, lideranças do Congresso e o governo federal conseguiu impedir a cassação do mandato. “Nós também contamos com o próprio Guimarães, que ajudou. Então, o governo teve um papel importante para impedir uma cassação injusta”, avaliou.</p><p>Para Coradi, a suspensão aplicada a Glauber evidencia o que classificou como “dois pesos e duas medidas” dentro da Câmara. Ela comparou o caso do deputado do PSOL com outros episódios recentes. “Nós temos um deputado que tomou seis meses de suspensão por algo ínfimo, enquanto o Chiquinho Brazão sequer teve processo de cassação votado na Câmara, mesmo sendo indiciado como mandante do assassinato da Marielle”, disse. A dirigente também citou a decisão que manteve o mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP). “A Câmara também livrou a Carla Zambelli, que é condenada pela Justiça e está presa e foragida”, criticou.</p><p>Ao avaliar a atuação do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), Coradi disse que houve abuso de autoridade e ausência de diálogo. “O presidente da Câmara não pode tomar dois pesos e duas medidas”, afirmou, citando ainda o uso da Polícia Legislativa contra parlamentares, agressões a deputados e o corte da transmissão da TV Câmara como “incidentes gravíssimos”.</p><p>Apesar da punição, a presidente do PSOL avalia que o caso acabou ampliando a visibilidade do partido e do campo progressista. “O Glauber é um deputado muito combativo, que orgulha a nossa bancada”, disse. Para ela, a tentativa de cassação se insere em um movimento mais amplo de intimidação política contra mandatos de esquerda em câmaras municipais, assembleias legislativas e no Congresso Nacional. “São motivos totalmente políticos, que tentam calar a voz do PSOL e de outros partidos do nosso campo”, afirmou.</p><p>Federação e eleições de 2026</p><p>No campo eleitoral, Paula Coradi confirmou que o PSOL e a Rede Sustentabilidade estão em diálogo para renovar a federação para as eleições de 2026. “A nossa experiência é muito positiva, por isso, existe uma grande tendência de renovação”, afirmou. Segundo ela, o partido trabalha na montagem de chapas competitivas para os Legislativos estadual e federal e também para o Senado.</p><p>Ao rebater críticas de que o PSOL atuaria como um “satélite do PT”, Coradi afirmou que o partido mantém autonomia política. “Somos um partido com muita autonomia. Não abaixamos nenhuma das nossas bandeiras para caber dentro de uma ou outra decisão do governo”, disse. Segundo ela, o PSOL tem protagonismo em pautas nacionais, mesmo integrando a base de apoio do presidente Lula.</p><p>Boulos, São Paulo e Minas Gerais</p><p>Sobre o cenário de 2026 em São Paulo, Coradi afirmou que Guilherme Boulos pode ser candidato ao Senado, a depender da conformação do quadro eleitoral. “Se for candidato, a tendência é que seja ao Senado”, disse, destacando que ele deve cumprir um papel relevante na campanha, tanto em São Paulo quanto nacionalmente.</p><p>A presidente do PSOL também destacou a deputada Érica Hilton como aposta central do partido em São Paulo. “Ela deve ser a grande puxadora de votos e pode ser uma das deputadas federais mais bem votadas do Brasil”, afirmou.</p><p>Em Minas Gerais, Coradi disse que o PSOL trabalha para ampliar suas bancadas e defende a construção de unidade no campo da esquerda. O partido aposta nas candidaturas de Bela Gonçalves e Célia Xakriabá para a Câmara dos Deputados e lançou Áurea Carolina como pré-candidata ao Senado. “Queremos construir as melhores condições para que a esquerda volte a governar Minas Gerais”, concluiu.</p>]]>
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      <title>Barbara Botega | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Integrante do Executivo Estadual desde 2021, com atuações na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) e na Secretaria de Estado de Comunicação (Secom), Bárbara Botega assumiu um importante desafio ao ocupar a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), substituindo Leônidas Oliveira, que deixou o posto  em meados de setembro deste ano.<br>Desde então, a gestora tomou frente à continuidade de ações da pastas, além de propor novas iniciativas para alavancar o Turismo e a Cultura em Minas. Em entrevista ao Café com Política, no canal de O TEMPO no YouTube, Bárbara fala sobre os desafios do cargo, projetos que pretende trazer ao Estado e o legado que quer deixar para a cultura de Minas Gerais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Integrante do Executivo Estadual desde 2021, com atuações na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) e na Secretaria de Estado de Comunicação (Secom), Bárbara Botega assumiu um importante desafio ao ocupar a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), substituindo Leônidas Oliveira, que deixou o posto  em meados de setembro deste ano.<br>Desde então, a gestora tomou frente à continuidade de ações da pastas, além de propor novas iniciativas para alavancar o Turismo e a Cultura em Minas. Em entrevista ao Café com Política, no canal de O TEMPO no YouTube, Bárbara fala sobre os desafios do cargo, projetos que pretende trazer ao Estado e o legado que quer deixar para a cultura de Minas Gerais.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 16 Dec 2025 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Integrante do Executivo Estadual desde 2021, com atuações na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede) e na Secretaria de Estado de Comunicação (Secom), Bárbara Botega assumiu um importante desafio ao ocupar a Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), substituindo Leônidas Oliveira, que deixou o posto  em meados de setembro deste ano.<br>Desde então, a gestora tomou frente à continuidade de ações da pastas, além de propor novas iniciativas para alavancar o Turismo e a Cultura em Minas. Em entrevista ao Café com Política, no canal de O TEMPO no YouTube, Bárbara fala sobre os desafios do cargo, projetos que pretende trazer ao Estado e o legado que quer deixar para a cultura de Minas Gerais.</p>]]>
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      <title>Pedro Aihara | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Pedro Aihara (PRD-MG) fez um alerta durante entrevista ao Café com Política sobre o que considera um “ativismo judicial danoso” do Supremo Tribunal Federal (STF). Para ele, episódios recentes, como a reação à chamada PEC da Blindagem, revelam uma “relação problemática” entre Judiciário e Congresso. Segundo o parlamentar, a discussão foi distorcida nas redes e parte da imprensa, reduzida à ideia de impunidade, quando a maior preocupação da maioria dos deputados era responder a interferências que, na avaliação dele, fragilizam o equilíbrio entre os Poderes.</p><p>Aihara ressalta que não defende um STF enfraquecido, mas sim limites institucionais claros. Ele argumenta que decisões que avançam sobre prerrogativas legislativas abrem precedentes perigosos, capazes de afetar governos de diferentes orientações no futuro. “Hoje pode ser ideologicamente confortável; amanhã, não. O respeito à divisão constitucional de competências é indispensável”, afirmou. O deputado também critica a simplificação das narrativas políticas nas redes sociais, que, segundo ele, transformam debates técnicos em disputas apaixonadas e dificultam a compreensão do cidadão.</p><p>Além da tensão institucional, Aihara discutiu temas como segurança pública e emendas parlamentares. Ele voltou a cobrar maior investimento federal no setor, alertou para a expansão de facções em Minas Gerais e no país e criticou o que chamou de “criminalização generalizada” das emendas, defendendo transparência e fiscalização, mas sem demonizar o instrumento. Por fim, disse que pretende disputar a reeleição em 2026 e adiantou que conversa com PP e União Brasil sobre eventual mudança partidária.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Pedro Aihara (PRD-MG) fez um alerta durante entrevista ao Café com Política sobre o que considera um “ativismo judicial danoso” do Supremo Tribunal Federal (STF). Para ele, episódios recentes, como a reação à chamada PEC da Blindagem, revelam uma “relação problemática” entre Judiciário e Congresso. Segundo o parlamentar, a discussão foi distorcida nas redes e parte da imprensa, reduzida à ideia de impunidade, quando a maior preocupação da maioria dos deputados era responder a interferências que, na avaliação dele, fragilizam o equilíbrio entre os Poderes.</p><p>Aihara ressalta que não defende um STF enfraquecido, mas sim limites institucionais claros. Ele argumenta que decisões que avançam sobre prerrogativas legislativas abrem precedentes perigosos, capazes de afetar governos de diferentes orientações no futuro. “Hoje pode ser ideologicamente confortável; amanhã, não. O respeito à divisão constitucional de competências é indispensável”, afirmou. O deputado também critica a simplificação das narrativas políticas nas redes sociais, que, segundo ele, transformam debates técnicos em disputas apaixonadas e dificultam a compreensão do cidadão.</p><p>Além da tensão institucional, Aihara discutiu temas como segurança pública e emendas parlamentares. Ele voltou a cobrar maior investimento federal no setor, alertou para a expansão de facções em Minas Gerais e no país e criticou o que chamou de “criminalização generalizada” das emendas, defendendo transparência e fiscalização, mas sem demonizar o instrumento. Por fim, disse que pretende disputar a reeleição em 2026 e adiantou que conversa com PP e União Brasil sobre eventual mudança partidária.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 15 Dec 2025 07:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Léo Mendes</author>
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      <title>Luís Eduardo Falcão | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e prefeito de Patos de Minas, Luiz Eduardo Falcão (sem partido), afirmou, em entrevista ao Café com Política exibido nesta sexta-feira (12/12), que a relação institucional com o governo Romeu Zema vive um momento de afastamento provocado pelo próprio Estado. Segundo ele, prefeitos aguardam há quase três meses uma resposta do governo estadual sobre um documento que reúne as principais demandas das cidades. “Da nossa parte, não existe mal-estar. Mas parece que por parte do Estado está havendo um desrespeito em relação à AMM. E aí o desrespeito não é comigo, é com os municípios de Minas Gerais”, avaliou.</p><p>Falcão destacou que, apesar de ter deixado o Partido Novo, mantém diálogo institucional com o governo e considera fundamental que todos os gestores façam o mesmo. “Eu tenho noção da minha responsabilidade de ter um relacionamento institucional. A AMM não vai se furtar ao seu direito de apresentar as demandas dos municípios”, afirmou.</p><p>Críticas à privatização da Copasa</p><p>Um dos principais pontos de atrito da AMM atualmente com o governo Zema é o projeto de privatização da Copasa. Para Falcão, o processo foi conduzido sem diálogo adequado com as prefeituras. “O processo foi atropelado. Não podemos ser ignorados”, pontuo.</p><p>Segundo ele, os municípios não foram consultados antes da formulação do texto enviado à Assembleia Legislativa (ALMG). Falcão ressaltou que prefeituras têm responsabilidade direta sobre o serviço, inclusive sendo cobradas pela população quando há falta d’água ou problemas de saneamento. De acordo com o presidente da AMM, a associação apresentou uma emenda ao projeto e protocolou questionamentos no Tribunal de Contas do Estado para garantir que as cidades tenham autonomia para renegociar contratos. “Os municípios não serão os últimos a saber. Cada gestor vai ter a liberdade de aceitar, renegociar ou não renovar o contrato”, disse.</p><p>Pacto federativo e “pautas-bomba”</p><p>Durante a entrevista, Falcão afirmou ainda que o pacto federativo brasileiro não funciona na prática. “O pacto federativo é uma ficção. Retiram 85% do dinheiro das cidades e levam tudo para Brasília e para Belo Horizonte”, afirmou.</p><p>O prefeito de Patos de Minas também falou sobre o impacto de aprovações no Congresso pisos salariais e novas obrigações sem fonte de custeio definida. “A bomba vai explodir no colo dos prefeitos. O dinheiro é um só e, muitas vezes, essas medidas recaem somente sobre os municípios”, alertou.</p><p>Cenário eleitoral: governo, Senado ou Câmara</p><p>Questionado sobre seu futuro político, Falcão disse não descartar disputar o governo de Minas, o Senado ou a Câmara dos Deputados em 2026. Reforçou, porém, que ainda não é o momento de definir candidaturas. “Não é hora de discutir cargos. O que eu vejo é que o momento não é de ter candidato de si mesmo”, afirmou.</p><p>Falcão também lembrou que, se disputar qualquer cargo em 2026, terá de deixar seus dois postos atuais. “Se for candidato, tenho que renunciar à Prefeitura e à AMM”.</p><p>Apesar de não ter filiação no momento, o presidente da AMM reconhece que já avançou em conversas com algumas siglas. “Republicanos é o partido com que mais conversei até agora”, afirmou. Ele também mencionou diálogos com PSD, PL e MDB, mas diz buscar um alinhamento programático antes de decidir o destino político.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e prefeito de Patos de Minas, Luiz Eduardo Falcão (sem partido), afirmou, em entrevista ao Café com Política exibido nesta sexta-feira (12/12), que a relação institucional com o governo Romeu Zema vive um momento de afastamento provocado pelo próprio Estado. Segundo ele, prefeitos aguardam há quase três meses uma resposta do governo estadual sobre um documento que reúne as principais demandas das cidades. “Da nossa parte, não existe mal-estar. Mas parece que por parte do Estado está havendo um desrespeito em relação à AMM. E aí o desrespeito não é comigo, é com os municípios de Minas Gerais”, avaliou.</p><p>Falcão destacou que, apesar de ter deixado o Partido Novo, mantém diálogo institucional com o governo e considera fundamental que todos os gestores façam o mesmo. “Eu tenho noção da minha responsabilidade de ter um relacionamento institucional. A AMM não vai se furtar ao seu direito de apresentar as demandas dos municípios”, afirmou.</p><p>Críticas à privatização da Copasa</p><p>Um dos principais pontos de atrito da AMM atualmente com o governo Zema é o projeto de privatização da Copasa. Para Falcão, o processo foi conduzido sem diálogo adequado com as prefeituras. “O processo foi atropelado. Não podemos ser ignorados”, pontuo.</p><p>Segundo ele, os municípios não foram consultados antes da formulação do texto enviado à Assembleia Legislativa (ALMG). Falcão ressaltou que prefeituras têm responsabilidade direta sobre o serviço, inclusive sendo cobradas pela população quando há falta d’água ou problemas de saneamento. De acordo com o presidente da AMM, a associação apresentou uma emenda ao projeto e protocolou questionamentos no Tribunal de Contas do Estado para garantir que as cidades tenham autonomia para renegociar contratos. “Os municípios não serão os últimos a saber. Cada gestor vai ter a liberdade de aceitar, renegociar ou não renovar o contrato”, disse.</p><p>Pacto federativo e “pautas-bomba”</p><p>Durante a entrevista, Falcão afirmou ainda que o pacto federativo brasileiro não funciona na prática. “O pacto federativo é uma ficção. Retiram 85% do dinheiro das cidades e levam tudo para Brasília e para Belo Horizonte”, afirmou.</p><p>O prefeito de Patos de Minas também falou sobre o impacto de aprovações no Congresso pisos salariais e novas obrigações sem fonte de custeio definida. “A bomba vai explodir no colo dos prefeitos. O dinheiro é um só e, muitas vezes, essas medidas recaem somente sobre os municípios”, alertou.</p><p>Cenário eleitoral: governo, Senado ou Câmara</p><p>Questionado sobre seu futuro político, Falcão disse não descartar disputar o governo de Minas, o Senado ou a Câmara dos Deputados em 2026. Reforçou, porém, que ainda não é o momento de definir candidaturas. “Não é hora de discutir cargos. O que eu vejo é que o momento não é de ter candidato de si mesmo”, afirmou.</p><p>Falcão também lembrou que, se disputar qualquer cargo em 2026, terá de deixar seus dois postos atuais. “Se for candidato, tenho que renunciar à Prefeitura e à AMM”.</p><p>Apesar de não ter filiação no momento, o presidente da AMM reconhece que já avançou em conversas com algumas siglas. “Republicanos é o partido com que mais conversei até agora”, afirmou. Ele também mencionou diálogos com PSD, PL e MDB, mas diz buscar um alinhamento programático antes de decidir o destino político.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 12 Dec 2025 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e prefeito de Patos de Minas, Luiz Eduardo Falcão (sem partido), afirmou, em entrevista ao Café com Política exibido nesta sexta-feira (12/12), que a relação institucional com o governo Romeu Zema vive um momento de afastamento provocado pelo próprio Estado. Segundo ele, prefeitos aguardam há quase três meses uma resposta do governo estadual sobre um documento que reúne as principais demandas das cidades. “Da nossa parte, não existe mal-estar. Mas parece que por parte do Estado está havendo um desrespeito em relação à AMM. E aí o desrespeito não é comigo, é com os municípios de Minas Gerais”, avaliou.</p><p>Falcão destacou que, apesar de ter deixado o Partido Novo, mantém diálogo institucional com o governo e considera fundamental que todos os gestores façam o mesmo. “Eu tenho noção da minha responsabilidade de ter um relacionamento institucional. A AMM não vai se furtar ao seu direito de apresentar as demandas dos municípios”, afirmou.</p><p>Críticas à privatização da Copasa</p><p>Um dos principais pontos de atrito da AMM atualmente com o governo Zema é o projeto de privatização da Copasa. Para Falcão, o processo foi conduzido sem diálogo adequado com as prefeituras. “O processo foi atropelado. Não podemos ser ignorados”, pontuo.</p><p>Segundo ele, os municípios não foram consultados antes da formulação do texto enviado à Assembleia Legislativa (ALMG). Falcão ressaltou que prefeituras têm responsabilidade direta sobre o serviço, inclusive sendo cobradas pela população quando há falta d’água ou problemas de saneamento. De acordo com o presidente da AMM, a associação apresentou uma emenda ao projeto e protocolou questionamentos no Tribunal de Contas do Estado para garantir que as cidades tenham autonomia para renegociar contratos. “Os municípios não serão os últimos a saber. Cada gestor vai ter a liberdade de aceitar, renegociar ou não renovar o contrato”, disse.</p><p>Pacto federativo e “pautas-bomba”</p><p>Durante a entrevista, Falcão afirmou ainda que o pacto federativo brasileiro não funciona na prática. “O pacto federativo é uma ficção. Retiram 85% do dinheiro das cidades e levam tudo para Brasília e para Belo Horizonte”, afirmou.</p><p>O prefeito de Patos de Minas também falou sobre o impacto de aprovações no Congresso pisos salariais e novas obrigações sem fonte de custeio definida. “A bomba vai explodir no colo dos prefeitos. O dinheiro é um só e, muitas vezes, essas medidas recaem somente sobre os municípios”, alertou.</p><p>Cenário eleitoral: governo, Senado ou Câmara</p><p>Questionado sobre seu futuro político, Falcão disse não descartar disputar o governo de Minas, o Senado ou a Câmara dos Deputados em 2026. Reforçou, porém, que ainda não é o momento de definir candidaturas. “Não é hora de discutir cargos. O que eu vejo é que o momento não é de ter candidato de si mesmo”, afirmou.</p><p>Falcão também lembrou que, se disputar qualquer cargo em 2026, terá de deixar seus dois postos atuais. “Se for candidato, tenho que renunciar à Prefeitura e à AMM”.</p><p>Apesar de não ter filiação no momento, o presidente da AMM reconhece que já avançou em conversas com algumas siglas. “Republicanos é o partido com que mais conversei até agora”, afirmou. Ele também mencionou diálogos com PSD, PL e MDB, mas diz buscar um alinhamento programático antes de decidir o destino político.</p>]]>
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      <title>Julvan Lacerda | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Um grupo de ex-prefeitos mineiros está articulando uma chapa, com ao menos dez nomes, para disputar vagas na Câmara dos Deputados em 2026. A movimentação está sendo liderada pelo ex-presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e ex-prefeito de Moema, Julvan Lacerda. Ele comentou sobre a articulação durante entrevista ao <a href="https://youtu.be/MZpd_tUF3Lo?si=XV5a06TbaSVPCpKm"><strong>Café com Política</strong></a><strong>. </strong></p><p>A estratégia, segundo Lacerda, mira uma tentativa de enfrentar o que ele chama de “engessamento” do sistema político, além da dificuldade de renovação no Congresso. A ideia é formar uma chapa competitiva, baseada na pauta municipalista, capaz de eleger até três deputados federais. “Nosso grupo pode eleger até três deputados federais sem depender dos caciques”, afirmou. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 11 Dec 2025 10:47:20 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Marcus Pestana | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O diretor da Instituição Fiscal Independente (IFI), Marcus Pestana, faz um alerta grave: o Brasil caminha para um estrangulamento orçamentário já a partir de 2027. Segundo ele, o afrouxamento do arcabouço fiscal, a explosão da dívida pública e a falta de margem no Orçamento vão obrigar o próximo presidente a adotar medidas duras.</p><p>Pestana critica a flexibilidade da nova LDO, aponta risco de desequilíbrio fiscal contínuo e afirma que o país precisa repensar sua estrutura de gastos, estancar a dívida e aumentar drasticamente sua capacid</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 11 Dec 2025 10:46:27 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Luiz Philippe | Café com Política</title>
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      <pubDate>Tue, 09 Dec 2025 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Mario Heringer | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Mário Heringer (PDT-MG), líder da bancada na Câmara e presidente do partido em Minas Gerais, afirmou em entrevista ao Café com Política que o PT, por vezes, age de forma negativa com aliados, tratando-os como “segunda opção”. Ele citou o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), visto por uma parte dos petistas como reserva para a disputa pelo governo do estado.</p><p>“A maneira ruim de eles tratarem os companheiros é essa. Já começa chamando Kalil de segunda opção, opção alternativa. Ele é a primeira opção nossa. Acredito que não está na hora de impor condições para apoiar ou não apoiar. Decide. Se quiser ter um candidato próprio, tenha. Mas Kalil é o nome mais próprio, que não está com a direita”, disse.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 08 Dec 2025 12:59:52 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Maycon Willian | Café com Política</title>
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      <pubDate>Thu, 04 Dec 2025 22:39:36 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Igor Eto | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O novo presidente do Avante em Minas Gerais e ex-secretário de Governo de Romeu Zema (Novo), Igor Eto, afirmou que pretende apoiar o governador na candidatura à presidência em 2026, assim como o vice Mateus Simões (PSD) para o Executivo estadual. Entretanto, ele afirma que ainda não há uma definição por parte da legenda em relação às próximas eleições. Em entrevista ao programa Café com Política, exibido no canal no YouTube de O TEMPO nesta quinta-feira (4/12), Eto explicou que os planos do Avante para o ano que vem envolvem consolidar as bancadas de deputados federais e estaduais de Minas.</p><p>Eto deixou o Partido Novo e o governo Zema recentemente para presidir o Avante em Minas, com a missão de reorganizar a legenda no estado e montar as chapas que vão concorrer a cargos na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e ao Congresso Nacional. Apesar de críticas e acusações de “traição” internas no Novo, o presidente do Avante afastou a ideia de que teria deixado a sigla por “mágoas” e afirmou que irá apoiar tanto Zema quanto Simões no ano que vem.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 04 Dec 2025 13:19:13 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Franco Cartafina | Café com Política</title>
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      <pubDate>Wed, 03 Dec 2025 10:05:05 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Ragheb Hamade Filho - Presidente Siprocimg | Café com Política</title>
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      <pubDate>Tue, 02 Dec 2025 13:00:40 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Dr. Célio | Café com Política</title>
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      <pubDate>Mon, 01 Dec 2025 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Matheus Guimarães,  diretor-geral DER-MG | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG), Matheus Guimarães, estima que a ponte sobre o Rio São Francisco, na MG-402, no norte do estado, deve ficar pronta até o final de 2026. O equipamento liga a cidade de São Francisco a Pintópolis e será uma das maiores de Minas, com 1.120 metros de extensão e 13,8 metros de largura. O balanço sobre as obras foi feito durante entrevista ao programa Café com Política, exibido no canal no YouTube de O TEMPO nesta sexta-feira (28/11).</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 28 Nov 2025 13:09:31 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG), Matheus Guimarães, estima que a ponte sobre o Rio São Francisco, na MG-402, no norte do estado, deve ficar pronta até o final de 2026. O equipamento liga a cidade de São Francisco a Pintópolis e será uma das maiores de Minas, com 1.120 metros de extensão e 13,8 metros de largura. O balanço sobre as obras foi feito durante entrevista ao programa Café com Política, exibido no canal no YouTube de O TEMPO nesta sexta-feira (28/11).</p>]]>
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      <title>Junio Amaral  | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Junio Amaral (PL-MG) revelou o teor do encontro de lideranças do seu partido em reação à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, que está detido na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, <a href="https://www.otempo.com.br/politica/judiciario/2025/11/23/bolsonaro-foi-preso-653-dias-apos-inicio-de-investigacao-veja-cronologia">desde a última quarta-feira (25/11), condenado por tentativa de golpe de Estado</a>. Além da bancada do PL, o encontro contou com a presença da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo Amaral, a aprovação no Congresso de uma anistia “ampla, geral e irrestrita” é o “plano A, B e C”, dos apoiadores do ex-presidente. As declarações foram feitas em entrevista no programa Café com Política, disponível no canal de <strong>O TEMPO</strong> no YouTube. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 27 Nov 2025 14:25:12 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Junio Amaral (PL-MG) revelou o teor do encontro de lideranças do seu partido em reação à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, que está detido na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, <a href="https://www.otempo.com.br/politica/judiciario/2025/11/23/bolsonaro-foi-preso-653-dias-apos-inicio-de-investigacao-veja-cronologia">desde a última quarta-feira (25/11), condenado por tentativa de golpe de Estado</a>. Além da bancada do PL, o encontro contou com a presença da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Segundo Amaral, a aprovação no Congresso de uma anistia “ampla, geral e irrestrita” é o “plano A, B e C”, dos apoiadores do ex-presidente. As declarações foram feitas em entrevista no programa Café com Política, disponível no canal de <strong>O TEMPO</strong> no YouTube. </p>]]>
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      <title>Fernanda Altóe | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A vereadora de Belo Horizonte Fernanda Pereira Altoé (Novo) avaliou, em entrevista ao Café com Política exibido nesta quinta-feira (28/11) no canal de O TEMPO no Youtube, que a polêmica em torno da liberação de barcos na Lagoa da Pampulha não deveria ser tratada como disputa de protagonismo entre a Prefeitura de Belo Horizonte e o governo de Minas. Para ela, o debate precisa ser técnico, já que a Lagoa “está sob investigação” e ainda não apresenta “condição de navegabilidade”. Segundo a parlamentar, a discussão sobre quem deve liderar o processo é secundária diante da necessidade de laudos e garantias sobre a segurança ambiental.</p><p>Durante a entrevista, a vereadora avaliou também o caso do vereador Lucas Ganem (Podemos), investigado pela Justiça Eleitoral após denúncia do ex-vereador Rubão sobre possível falsidade ideológica no domicílio eleitoral. A vereadora lembrou que o caso já recebeu parecer do Ministério Público Eleitoral e está em análise pela Polícia Federal. Sobre a possibilidade de um processo de cassação, a vereadora afirmou que a Câmara pode sim ter que agir, caso a Justiça confirme a acusação. “Se de fato houver falsidade ideológica, a Câmara deve agir”, disse. A parlamentar reforçou ainda que domicílio eleitoral exige algum tipo de vínculo com a cidade, o que, segundo ela, não está claro no caso de Ganem.</p><p>Ao comentar o debate sobre a renovação do contrato do transporte público de Belo Horizonte, a vereadora defendeu que a Prefeitura apresente uma proposta técnica, sem medidas “populistas”, e com foco no cumprimento de metas pelas concessionárias. Ela criticou a falta de aplicação efetiva de sanções às empresas. “Multas nunca são pagas”, afirmou, defendendo cláusulas mais rígidas e mecanismos de fiscalização que garantam qualidade e regularidade no serviço. A parlamentar também voltou a criticar o modelo de bilhetagem eletrônica, afirmando que a operação do sistema não pode continuar nas mãos das próprias empresas de ônibus. Para ela, o controle financeiro precisa ser independente para garantir transparência sobre arrecadação e cumprimento de viagens.</p><p>Sobre as eleições de 2026, a vereadora defendeu que o Novo componha a chapa majoritária na eleição deste ano indicando o vice do pré-candidato Mateus Simões. Para ela, a participação do partido é coerente com o papel que a legenda tem desempenhado na administração estadual. “É justo”, afirmou. A parlamentar minimizou, no entanto, a saída de Simões do Novo, dizendo que a mudança ocorreu por necessidade de governabilidade, considerando a posição que ele ocupa no governo de Romeu Zema. Segundo ela, a decisão não rompeu os laços do ex-filiado com as pautas defendidas pelo partido. A parlamentar, porém, admitiu que ficou decepcionada com a saída de Igor Eto do governo.</p><p>A vereadora voltou também a colocar o governador Romeu Zema (Novo) como um nome forte e “viável” para disputar a Presidência da República. Segundo ela, o desempenho administrativo do governador e seu perfil de gestão o colocam como um dos principais quadros nacionais do partido.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A vereadora de Belo Horizonte Fernanda Pereira Altoé (Novo) avaliou, em entrevista ao Café com Política exibido nesta quinta-feira (28/11) no canal de O TEMPO no Youtube, que a polêmica em torno da liberação de barcos na Lagoa da Pampulha não deveria ser tratada como disputa de protagonismo entre a Prefeitura de Belo Horizonte e o governo de Minas. Para ela, o debate precisa ser técnico, já que a Lagoa “está sob investigação” e ainda não apresenta “condição de navegabilidade”. Segundo a parlamentar, a discussão sobre quem deve liderar o processo é secundária diante da necessidade de laudos e garantias sobre a segurança ambiental.</p><p>Durante a entrevista, a vereadora avaliou também o caso do vereador Lucas Ganem (Podemos), investigado pela Justiça Eleitoral após denúncia do ex-vereador Rubão sobre possível falsidade ideológica no domicílio eleitoral. A vereadora lembrou que o caso já recebeu parecer do Ministério Público Eleitoral e está em análise pela Polícia Federal. Sobre a possibilidade de um processo de cassação, a vereadora afirmou que a Câmara pode sim ter que agir, caso a Justiça confirme a acusação. “Se de fato houver falsidade ideológica, a Câmara deve agir”, disse. A parlamentar reforçou ainda que domicílio eleitoral exige algum tipo de vínculo com a cidade, o que, segundo ela, não está claro no caso de Ganem.</p><p>Ao comentar o debate sobre a renovação do contrato do transporte público de Belo Horizonte, a vereadora defendeu que a Prefeitura apresente uma proposta técnica, sem medidas “populistas”, e com foco no cumprimento de metas pelas concessionárias. Ela criticou a falta de aplicação efetiva de sanções às empresas. “Multas nunca são pagas”, afirmou, defendendo cláusulas mais rígidas e mecanismos de fiscalização que garantam qualidade e regularidade no serviço. A parlamentar também voltou a criticar o modelo de bilhetagem eletrônica, afirmando que a operação do sistema não pode continuar nas mãos das próprias empresas de ônibus. Para ela, o controle financeiro precisa ser independente para garantir transparência sobre arrecadação e cumprimento de viagens.</p><p>Sobre as eleições de 2026, a vereadora defendeu que o Novo componha a chapa majoritária na eleição deste ano indicando o vice do pré-candidato Mateus Simões. Para ela, a participação do partido é coerente com o papel que a legenda tem desempenhado na administração estadual. “É justo”, afirmou. A parlamentar minimizou, no entanto, a saída de Simões do Novo, dizendo que a mudança ocorreu por necessidade de governabilidade, considerando a posição que ele ocupa no governo de Romeu Zema. Segundo ela, a decisão não rompeu os laços do ex-filiado com as pautas defendidas pelo partido. A parlamentar, porém, admitiu que ficou decepcionada com a saída de Igor Eto do governo.</p><p>A vereadora voltou também a colocar o governador Romeu Zema (Novo) como um nome forte e “viável” para disputar a Presidência da República. Segundo ela, o desempenho administrativo do governador e seu perfil de gestão o colocam como um dos principais quadros nacionais do partido.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 27 Nov 2025 14:22:41 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Tales Fernandes, Secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de MG | Café com Política</title>
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      <pubDate>Tue, 25 Nov 2025 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Jarbas Soares | Café com Política</title>
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      <pubDate>Mon, 24 Nov 2025 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Bruno Miranda | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Líder do governo Álvaro Damião na Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH), o vereador Bruno Miranda (PDT) avalia que o primeiro ano da nova gestão foi marcado por “respeito”, “relação republicana” e um clima de “harmonia” entre Executivo e Legislativo. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quinta-feira (20/11) no canal de O TEMPO no Youtube, o parlamentar minimizou relatos de ciúmes e preferências dentro da base, assegurou que o governo conta hoje com cerca de 31 vereadores e afirmou não ver uma oposição estruturada na Casa.</p><p>“Sempre há uma insatisfação de um ou outro vereador, e a gente precisa trabalhar para diminuir essas insatisfações. Mas acredito que hoje as coisas estão dentro da normalidade”, afirmou. Segundo ele, eventuais descontentamentos surgem quando o prefeito é visto em agendas regionais “que muitas vezes nem são da prefeitura”, o que gera a impressão equivocada de priorização. “Esse ruído muitas vezes acontece, e a gente está ali para ajustar e aparar as arestas”, completou o vereador, que negou qualquer predileção eleitoral antecipada por parte de Damião para 2026.</p><p>Questionado sobre a base do prefeito no legislativo municipal, Bruno Miranda disse não ver uma oposição consolidada na CMBH. “Nós temos iniciativas de oposição, mas não percebemos uma oposição sistemática. Mesmo vereadores do PL, PT e PSOL têm disposição para dialogar”, afirmou. </p><p>Para ele, moções ideológicas — como apoio à operação no Rio de Janeiro ou protestos sobre exposições culturais — refletem a polarização nacional, mas pouco contribuem com a cidade. “Esse debate é levado para fomentar redes sociais. Muito pouco contribui com Belo Horizonte, embora faça parte do mandato de quem propõe”, disse. O prefeito, segundo Miranda, evita interferir. “Ele tem muita coisa para fazer e não dá para ficar perdendo tempo com isso.”</p><p>Durante a entrevista, o líder de Damião voltou a criticar o projeto de tarifa zero apresentado pela oposição. “Da forma como foi colocado, é inviável. Não tem a menor possibilidade de virar de um dia para o outro um ônibus de graça para a população”, afirmou. Ele reconhece, porém, que modelos com tarifa social poderão ser estudados para o próximo contrato.</p><p>O vereador reforçou, no entanto, que antes de 2028 “é difícil” promover grandes transformações no sistema devido ao atual contrato vigente. Sobre gratuidades ainda não regulamentadas dentro do subsídio já aprovado, o parlamentar pontuou que "não adianta vender lote na lua". "É preciso regulamentar o que já foi aprovado”.</p><p>O líder de Damião também negou que o debate do tarifa zero tenha deixado feridas internas. “Já foi superado. A gente mantém uma relação de respeito com o vereador Helton”, avalio o vereador, sobre o vice-líder que deixou a função após divergências no tema.</p><p>Sobre a recente disputa entre prefeitura e governo de Minas sobre a operação de barcos na Lagoa da Pampulha, Bruno Miranda avaliou que a situação não deve criar ruídos com o grupo da Família Aro. Ele defende que a administração municipal tenha a atribuição principal sobre a área. “Todo evento ali quem licencia é Belo Horizonte, não é o estado. Pela lógica, as pessoas moram na cidade, não no estado”, disse, classificando a polêmica como “briga já superada”.</p><p>Presidente municipal do PDT, Bruno Miranda avaliou também como positiva a entrada do ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), no partido e acredita que ele deve disputar o governo de Minas. “Ele tem toda legitimidade de construir internamente e conversar com outras forças. A disposição inicial é uma candidatura majoritária ao governo”, afirmou.</p><p>Sobre críticas ao estilo do ex-prefeito, Miranda minimizou: “Tudo na vida serve de aprendizado. Acredito que ele vai dialogar com todo mundo”. Miranda disse ainda que o PDT deve seguir independente em 2026. “A ideia do PDT é seguir sozinho, se fortalecendo nos estados. Não há discussão de fusão ou federalização”, afirmou. Ele também confirmou o interesse do deputado federal e presidente do partido no Estado, Mario Heringer (PDT), em disputar o Senado.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Líder do governo Álvaro Damião na Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH), o vereador Bruno Miranda (PDT) avalia que o primeiro ano da nova gestão foi marcado por “respeito”, “relação republicana” e um clima de “harmonia” entre Executivo e Legislativo. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quinta-feira (20/11) no canal de O TEMPO no Youtube, o parlamentar minimizou relatos de ciúmes e preferências dentro da base, assegurou que o governo conta hoje com cerca de 31 vereadores e afirmou não ver uma oposição estruturada na Casa.</p><p>“Sempre há uma insatisfação de um ou outro vereador, e a gente precisa trabalhar para diminuir essas insatisfações. Mas acredito que hoje as coisas estão dentro da normalidade”, afirmou. Segundo ele, eventuais descontentamentos surgem quando o prefeito é visto em agendas regionais “que muitas vezes nem são da prefeitura”, o que gera a impressão equivocada de priorização. “Esse ruído muitas vezes acontece, e a gente está ali para ajustar e aparar as arestas”, completou o vereador, que negou qualquer predileção eleitoral antecipada por parte de Damião para 2026.</p><p>Questionado sobre a base do prefeito no legislativo municipal, Bruno Miranda disse não ver uma oposição consolidada na CMBH. “Nós temos iniciativas de oposição, mas não percebemos uma oposição sistemática. Mesmo vereadores do PL, PT e PSOL têm disposição para dialogar”, afirmou. </p><p>Para ele, moções ideológicas — como apoio à operação no Rio de Janeiro ou protestos sobre exposições culturais — refletem a polarização nacional, mas pouco contribuem com a cidade. “Esse debate é levado para fomentar redes sociais. Muito pouco contribui com Belo Horizonte, embora faça parte do mandato de quem propõe”, disse. O prefeito, segundo Miranda, evita interferir. “Ele tem muita coisa para fazer e não dá para ficar perdendo tempo com isso.”</p><p>Durante a entrevista, o líder de Damião voltou a criticar o projeto de tarifa zero apresentado pela oposição. “Da forma como foi colocado, é inviável. Não tem a menor possibilidade de virar de um dia para o outro um ônibus de graça para a população”, afirmou. Ele reconhece, porém, que modelos com tarifa social poderão ser estudados para o próximo contrato.</p><p>O vereador reforçou, no entanto, que antes de 2028 “é difícil” promover grandes transformações no sistema devido ao atual contrato vigente. Sobre gratuidades ainda não regulamentadas dentro do subsídio já aprovado, o parlamentar pontuou que "não adianta vender lote na lua". "É preciso regulamentar o que já foi aprovado”.</p><p>O líder de Damião também negou que o debate do tarifa zero tenha deixado feridas internas. “Já foi superado. A gente mantém uma relação de respeito com o vereador Helton”, avalio o vereador, sobre o vice-líder que deixou a função após divergências no tema.</p><p>Sobre a recente disputa entre prefeitura e governo de Minas sobre a operação de barcos na Lagoa da Pampulha, Bruno Miranda avaliou que a situação não deve criar ruídos com o grupo da Família Aro. Ele defende que a administração municipal tenha a atribuição principal sobre a área. “Todo evento ali quem licencia é Belo Horizonte, não é o estado. Pela lógica, as pessoas moram na cidade, não no estado”, disse, classificando a polêmica como “briga já superada”.</p><p>Presidente municipal do PDT, Bruno Miranda avaliou também como positiva a entrada do ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), no partido e acredita que ele deve disputar o governo de Minas. “Ele tem toda legitimidade de construir internamente e conversar com outras forças. A disposição inicial é uma candidatura majoritária ao governo”, afirmou.</p><p>Sobre críticas ao estilo do ex-prefeito, Miranda minimizou: “Tudo na vida serve de aprendizado. Acredito que ele vai dialogar com todo mundo”. Miranda disse ainda que o PDT deve seguir independente em 2026. “A ideia do PDT é seguir sozinho, se fortalecendo nos estados. Não há discussão de fusão ou federalização”, afirmou. Ele também confirmou o interesse do deputado federal e presidente do partido no Estado, Mario Heringer (PDT), em disputar o Senado.<br></p>]]>
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      <pubDate>Thu, 20 Nov 2025 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Líder do governo Álvaro Damião na Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH), o vereador Bruno Miranda (PDT) avalia que o primeiro ano da nova gestão foi marcado por “respeito”, “relação republicana” e um clima de “harmonia” entre Executivo e Legislativo. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quinta-feira (20/11) no canal de O TEMPO no Youtube, o parlamentar minimizou relatos de ciúmes e preferências dentro da base, assegurou que o governo conta hoje com cerca de 31 vereadores e afirmou não ver uma oposição estruturada na Casa.</p><p>“Sempre há uma insatisfação de um ou outro vereador, e a gente precisa trabalhar para diminuir essas insatisfações. Mas acredito que hoje as coisas estão dentro da normalidade”, afirmou. Segundo ele, eventuais descontentamentos surgem quando o prefeito é visto em agendas regionais “que muitas vezes nem são da prefeitura”, o que gera a impressão equivocada de priorização. “Esse ruído muitas vezes acontece, e a gente está ali para ajustar e aparar as arestas”, completou o vereador, que negou qualquer predileção eleitoral antecipada por parte de Damião para 2026.</p><p>Questionado sobre a base do prefeito no legislativo municipal, Bruno Miranda disse não ver uma oposição consolidada na CMBH. “Nós temos iniciativas de oposição, mas não percebemos uma oposição sistemática. Mesmo vereadores do PL, PT e PSOL têm disposição para dialogar”, afirmou. </p><p>Para ele, moções ideológicas — como apoio à operação no Rio de Janeiro ou protestos sobre exposições culturais — refletem a polarização nacional, mas pouco contribuem com a cidade. “Esse debate é levado para fomentar redes sociais. Muito pouco contribui com Belo Horizonte, embora faça parte do mandato de quem propõe”, disse. O prefeito, segundo Miranda, evita interferir. “Ele tem muita coisa para fazer e não dá para ficar perdendo tempo com isso.”</p><p>Durante a entrevista, o líder de Damião voltou a criticar o projeto de tarifa zero apresentado pela oposição. “Da forma como foi colocado, é inviável. Não tem a menor possibilidade de virar de um dia para o outro um ônibus de graça para a população”, afirmou. Ele reconhece, porém, que modelos com tarifa social poderão ser estudados para o próximo contrato.</p><p>O vereador reforçou, no entanto, que antes de 2028 “é difícil” promover grandes transformações no sistema devido ao atual contrato vigente. Sobre gratuidades ainda não regulamentadas dentro do subsídio já aprovado, o parlamentar pontuou que "não adianta vender lote na lua". "É preciso regulamentar o que já foi aprovado”.</p><p>O líder de Damião também negou que o debate do tarifa zero tenha deixado feridas internas. “Já foi superado. A gente mantém uma relação de respeito com o vereador Helton”, avalio o vereador, sobre o vice-líder que deixou a função após divergências no tema.</p><p>Sobre a recente disputa entre prefeitura e governo de Minas sobre a operação de barcos na Lagoa da Pampulha, Bruno Miranda avaliou que a situação não deve criar ruídos com o grupo da Família Aro. Ele defende que a administração municipal tenha a atribuição principal sobre a área. “Todo evento ali quem licencia é Belo Horizonte, não é o estado. Pela lógica, as pessoas moram na cidade, não no estado”, disse, classificando a polêmica como “briga já superada”.</p><p>Presidente municipal do PDT, Bruno Miranda avaliou também como positiva a entrada do ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), no partido e acredita que ele deve disputar o governo de Minas. “Ele tem toda legitimidade de construir internamente e conversar com outras forças. A disposição inicial é uma candidatura majoritária ao governo”, afirmou.</p><p>Sobre críticas ao estilo do ex-prefeito, Miranda minimizou: “Tudo na vida serve de aprendizado. Acredito que ele vai dialogar com todo mundo”. Miranda disse ainda que o PDT deve seguir independente em 2026. “A ideia do PDT é seguir sozinho, se fortalecendo nos estados. Não há discussão de fusão ou federalização”, afirmou. Ele também confirmou o interesse do deputado federal e presidente do partido no Estado, Mario Heringer (PDT), em disputar o Senado.<br></p>]]>
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      <title>Pedro Bruno | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O secretário de Infraestrutura e Mobilidade de Minas Gerais, Pedro Bruno, afirmou, em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quarta-feira (19/11), que o governo Zema está disposto a rever pontos da concessão do Vetor Norte após críticas e suspensão do edital pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). Segundo ele, o Estado aguarda ser chamado para a mesa de conciliação. “Sempre tem espaço quando você fala de um projeto, estamos dispostos a fazer novas audiências públicas”, pontuou.  O secretário reforçou  ainda que, mesmo com dez audiências já realizadas, o governo “está pronto para ser propositivo, buscar o entendimento e avançar” no projeto</p><p>Ao comentar a suspensão da licença prévia do Rodoanel — decisão motivada pelo questionamento da Federação das Comunidades Quilombolas — o secretário afirmou que o Estado tem encontrado barreiras para avançar no processo de escuta. “A gente já foi nos locais para conversar, já mandou carta, mandou WhatsApp, passou carro de som na rua, publicou chamamento em jornal”, afirmou. Apesar disso, segundo o secretário, a federação não participa das reuniões. “Para ter o diálogo, as duas partes têm que querer conversar”, afirmou o Pedro Bruno que disse ver “um uso político dessas agendas para atrasar o avanço dessa obra do Rodoanel”.</p><p>Durante a entrevista, o secretário voltou a defender o caráter urgente da obra, considerando o número de acidentes recorrentes no Anel Rodoviário. “Basta olhar a quantidade de acidentes diários que a gente tem no Anel Rodoviário, cada dia de atraso do Rodoanel é vidas sendo ceifadas”, disse. Para ele, não é possível “impactar 6 milhões por causa de 600 pessoas”</p><p>Pedro Bruno afirmou que ainda, entre os oito municípios impactados pelo traçado do Rodoanel, apenas Betim e Contagem ainda não haviam dado anuência — mas destacou que o diálogo com Betim está perto de um entendimento. Já sobre Contagem, o secretário disse ter “profundo respeito” pela prefeita Marília Campos (PT), mas admitiu que ainda há divergências. “Há uma discordância aqui que eu entendo também que a gente consegue sentar na mesa e convergir”, afirmou. </p><p>Sobre os hospitais regionais, o secretário reafirmou as datas de entrega. Segundo ele, os hospitais em Divinópolis e Teófilo Otoni estão praticamente prontos. Ele garantiu que as duas unidades serão inaugurados em 2025, enquanto “Lafaiete, Valadares e Sete Lagoas serão entregues ao longo de 2026”. De acordo com o secretário, Zema tem sido “o maior pagador de promessas dos outros”.</p><p>Já sobre as obras do metrô, Pedro Bruno afirmou que a Estação Novo Eldorado será a primeira nova entrega do metrô, já em janeiro de 2026.<br>Sobre a Linha 2, ele garantiu início da operação parcial em junho de 2026, com as estações Amazonas e Nova Suíça. O secretário informou ainda que os 24 novos trens já começam a desembarcar neste mês em BH. </p><p>Questionado sobre o aumento da tarifa após a concessão, Pedro Bruno defendeu que a solução para reduzir o preço das passagens passa pela integração dos sistemas da capital e dos municípios da Região Metropolitana. “O tema da tarifa é super relevante, passa pela discussão da integração da tarifa do metrô com o sistema de Contagem, com BH e com o sistema metropolitano”, argumentou.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O secretário de Infraestrutura e Mobilidade de Minas Gerais, Pedro Bruno, afirmou, em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quarta-feira (19/11), que o governo Zema está disposto a rever pontos da concessão do Vetor Norte após críticas e suspensão do edital pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). Segundo ele, o Estado aguarda ser chamado para a mesa de conciliação. “Sempre tem espaço quando você fala de um projeto, estamos dispostos a fazer novas audiências públicas”, pontuou.  O secretário reforçou  ainda que, mesmo com dez audiências já realizadas, o governo “está pronto para ser propositivo, buscar o entendimento e avançar” no projeto</p><p>Ao comentar a suspensão da licença prévia do Rodoanel — decisão motivada pelo questionamento da Federação das Comunidades Quilombolas — o secretário afirmou que o Estado tem encontrado barreiras para avançar no processo de escuta. “A gente já foi nos locais para conversar, já mandou carta, mandou WhatsApp, passou carro de som na rua, publicou chamamento em jornal”, afirmou. Apesar disso, segundo o secretário, a federação não participa das reuniões. “Para ter o diálogo, as duas partes têm que querer conversar”, afirmou o Pedro Bruno que disse ver “um uso político dessas agendas para atrasar o avanço dessa obra do Rodoanel”.</p><p>Durante a entrevista, o secretário voltou a defender o caráter urgente da obra, considerando o número de acidentes recorrentes no Anel Rodoviário. “Basta olhar a quantidade de acidentes diários que a gente tem no Anel Rodoviário, cada dia de atraso do Rodoanel é vidas sendo ceifadas”, disse. Para ele, não é possível “impactar 6 milhões por causa de 600 pessoas”</p><p>Pedro Bruno afirmou que ainda, entre os oito municípios impactados pelo traçado do Rodoanel, apenas Betim e Contagem ainda não haviam dado anuência — mas destacou que o diálogo com Betim está perto de um entendimento. Já sobre Contagem, o secretário disse ter “profundo respeito” pela prefeita Marília Campos (PT), mas admitiu que ainda há divergências. “Há uma discordância aqui que eu entendo também que a gente consegue sentar na mesa e convergir”, afirmou. </p><p>Sobre os hospitais regionais, o secretário reafirmou as datas de entrega. Segundo ele, os hospitais em Divinópolis e Teófilo Otoni estão praticamente prontos. Ele garantiu que as duas unidades serão inaugurados em 2025, enquanto “Lafaiete, Valadares e Sete Lagoas serão entregues ao longo de 2026”. De acordo com o secretário, Zema tem sido “o maior pagador de promessas dos outros”.</p><p>Já sobre as obras do metrô, Pedro Bruno afirmou que a Estação Novo Eldorado será a primeira nova entrega do metrô, já em janeiro de 2026.<br>Sobre a Linha 2, ele garantiu início da operação parcial em junho de 2026, com as estações Amazonas e Nova Suíça. O secretário informou ainda que os 24 novos trens já começam a desembarcar neste mês em BH. </p><p>Questionado sobre o aumento da tarifa após a concessão, Pedro Bruno defendeu que a solução para reduzir o preço das passagens passa pela integração dos sistemas da capital e dos municípios da Região Metropolitana. “O tema da tarifa é super relevante, passa pela discussão da integração da tarifa do metrô com o sistema de Contagem, com BH e com o sistema metropolitano”, argumentou.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 19 Nov 2025 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O secretário de Infraestrutura e Mobilidade de Minas Gerais, Pedro Bruno, afirmou, em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quarta-feira (19/11), que o governo Zema está disposto a rever pontos da concessão do Vetor Norte após críticas e suspensão do edital pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). Segundo ele, o Estado aguarda ser chamado para a mesa de conciliação. “Sempre tem espaço quando você fala de um projeto, estamos dispostos a fazer novas audiências públicas”, pontuou.  O secretário reforçou  ainda que, mesmo com dez audiências já realizadas, o governo “está pronto para ser propositivo, buscar o entendimento e avançar” no projeto</p><p>Ao comentar a suspensão da licença prévia do Rodoanel — decisão motivada pelo questionamento da Federação das Comunidades Quilombolas — o secretário afirmou que o Estado tem encontrado barreiras para avançar no processo de escuta. “A gente já foi nos locais para conversar, já mandou carta, mandou WhatsApp, passou carro de som na rua, publicou chamamento em jornal”, afirmou. Apesar disso, segundo o secretário, a federação não participa das reuniões. “Para ter o diálogo, as duas partes têm que querer conversar”, afirmou o Pedro Bruno que disse ver “um uso político dessas agendas para atrasar o avanço dessa obra do Rodoanel”.</p><p>Durante a entrevista, o secretário voltou a defender o caráter urgente da obra, considerando o número de acidentes recorrentes no Anel Rodoviário. “Basta olhar a quantidade de acidentes diários que a gente tem no Anel Rodoviário, cada dia de atraso do Rodoanel é vidas sendo ceifadas”, disse. Para ele, não é possível “impactar 6 milhões por causa de 600 pessoas”</p><p>Pedro Bruno afirmou que ainda, entre os oito municípios impactados pelo traçado do Rodoanel, apenas Betim e Contagem ainda não haviam dado anuência — mas destacou que o diálogo com Betim está perto de um entendimento. Já sobre Contagem, o secretário disse ter “profundo respeito” pela prefeita Marília Campos (PT), mas admitiu que ainda há divergências. “Há uma discordância aqui que eu entendo também que a gente consegue sentar na mesa e convergir”, afirmou. </p><p>Sobre os hospitais regionais, o secretário reafirmou as datas de entrega. Segundo ele, os hospitais em Divinópolis e Teófilo Otoni estão praticamente prontos. Ele garantiu que as duas unidades serão inaugurados em 2025, enquanto “Lafaiete, Valadares e Sete Lagoas serão entregues ao longo de 2026”. De acordo com o secretário, Zema tem sido “o maior pagador de promessas dos outros”.</p><p>Já sobre as obras do metrô, Pedro Bruno afirmou que a Estação Novo Eldorado será a primeira nova entrega do metrô, já em janeiro de 2026.<br>Sobre a Linha 2, ele garantiu início da operação parcial em junho de 2026, com as estações Amazonas e Nova Suíça. O secretário informou ainda que os 24 novos trens já começam a desembarcar neste mês em BH. </p><p>Questionado sobre o aumento da tarifa após a concessão, Pedro Bruno defendeu que a solução para reduzir o preço das passagens passa pela integração dos sistemas da capital e dos municípios da Região Metropolitana. “O tema da tarifa é super relevante, passa pela discussão da integração da tarifa do metrô com o sistema de Contagem, com BH e com o sistema metropolitano”, argumentou.</p>]]>
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      <title>Renan Santos | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente do partido Missão e um dos fundadores do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos, afirmou em entrevista ao Café com Política que parte da direita brasileira perdeu rumo ao se prender à idolatria ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele também criticou duramente governadores que, segundo ele, se comportam como dependentes políticos do ex-presidente. “O Tarcísio é o rei dos puxa-sacos. E o Zema, infelizmente, virou uma rêmora do Bolsonaro. Fica grudado, esperando o movimento do peixe grande pra ver pra onde vai”, declarou. </p><p>Segundo Renan, o ex-presidente teve um papel relevante na reorganização da direita no Brasil, mas criticou o que considera um culto à figura de Bolsonaro. “Bolsonaro foi importante, mas não é eterno. O bolsonarismo não pode ser uma religião. Quando a política se transforma em fé, ela deixa de produzir resultados e passa a ser apenas adoração. E foi isso que aconteceu com boa parte da direita”, disse.</p><p>Renan criticou ainda falta de unidade entre as lideranças conservadoras. “A direita se perdeu em brigas internas e idolatria. As pessoas passaram a disputar quem é o verdadeiro herdeiro de Bolsonaro, ao invés de discutir o que realmente importa para o país”, avaliou.</p><p>Para o líder do Missão, as eleições de 2026 terão como tema central a segurança pública. “A eleição de 2026 será um plebiscito sobre a Guerra Contra o Crime Organizado. Ou o país enfrenta de frente o avanço das facções e do narcotráfico, ou o crime vai dominar os estados”, afirmou. Ele disse que o partido Missão vai defender uma política de segurança “dura e sem meias palavras”. “Não dá pra combater facção com discurso bonito. O Estado precisa ter poder de resposta”, pontuou.</p><p>Questionado sobre o senador Cleitinho (Republicanos) e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL), Renan Santos não poupou críticas. “Cleitinho é o Luva de Pedreiro da política e o Nikolas é a Virgínia. São influenciadores que vivem de polêmica, mas não entregam nada de concreto. Essa é a tragédia da nova direita: a política virou entretenimento”, ironizou.</p><p>Segundo ele, ambos “esfaqueiam o próprio Bolsonaro pelas costas” quando lhes convém. “São oportunistas que usam a imagem dele pra crescer, mas que não têm nenhuma coerência ideológica.”</p><p>Renan afirmou que o Missão deve lançar candidaturas em Minas Gerais e não descarta disputar o governo estadual. “Estamos estudando nomes, construindo uma base. Minas é um estado estratégico”, disse.</p><p>O presidente do Missão também avaliou o desempenho do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). “Zema nunca abriu a boca para falar dos erros do Bolsonaro. É um gestor que tem bons números, mas falta coragem política. Eu daria uma nota 5 e meio pra ele”, declarou.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O presidente do partido Missão e um dos fundadores do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos, afirmou em entrevista ao Café com Política que parte da direita brasileira perdeu rumo ao se prender à idolatria ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele também criticou duramente governadores que, segundo ele, se comportam como dependentes políticos do ex-presidente. “O Tarcísio é o rei dos puxa-sacos. E o Zema, infelizmente, virou uma rêmora do Bolsonaro. Fica grudado, esperando o movimento do peixe grande pra ver pra onde vai”, declarou. </p><p>Segundo Renan, o ex-presidente teve um papel relevante na reorganização da direita no Brasil, mas criticou o que considera um culto à figura de Bolsonaro. “Bolsonaro foi importante, mas não é eterno. O bolsonarismo não pode ser uma religião. Quando a política se transforma em fé, ela deixa de produzir resultados e passa a ser apenas adoração. E foi isso que aconteceu com boa parte da direita”, disse.</p><p>Renan criticou ainda falta de unidade entre as lideranças conservadoras. “A direita se perdeu em brigas internas e idolatria. As pessoas passaram a disputar quem é o verdadeiro herdeiro de Bolsonaro, ao invés de discutir o que realmente importa para o país”, avaliou.</p><p>Para o líder do Missão, as eleições de 2026 terão como tema central a segurança pública. “A eleição de 2026 será um plebiscito sobre a Guerra Contra o Crime Organizado. Ou o país enfrenta de frente o avanço das facções e do narcotráfico, ou o crime vai dominar os estados”, afirmou. Ele disse que o partido Missão vai defender uma política de segurança “dura e sem meias palavras”. “Não dá pra combater facção com discurso bonito. O Estado precisa ter poder de resposta”, pontuou.</p><p>Questionado sobre o senador Cleitinho (Republicanos) e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL), Renan Santos não poupou críticas. “Cleitinho é o Luva de Pedreiro da política e o Nikolas é a Virgínia. São influenciadores que vivem de polêmica, mas não entregam nada de concreto. Essa é a tragédia da nova direita: a política virou entretenimento”, ironizou.</p><p>Segundo ele, ambos “esfaqueiam o próprio Bolsonaro pelas costas” quando lhes convém. “São oportunistas que usam a imagem dele pra crescer, mas que não têm nenhuma coerência ideológica.”</p><p>Renan afirmou que o Missão deve lançar candidaturas em Minas Gerais e não descarta disputar o governo estadual. “Estamos estudando nomes, construindo uma base. Minas é um estado estratégico”, disse.</p><p>O presidente do Missão também avaliou o desempenho do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). “Zema nunca abriu a boca para falar dos erros do Bolsonaro. É um gestor que tem bons números, mas falta coragem política. Eu daria uma nota 5 e meio pra ele”, declarou.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 14 Nov 2025 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O presidente do partido Missão e um dos fundadores do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos, afirmou em entrevista ao Café com Política que parte da direita brasileira perdeu rumo ao se prender à idolatria ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele também criticou duramente governadores que, segundo ele, se comportam como dependentes políticos do ex-presidente. “O Tarcísio é o rei dos puxa-sacos. E o Zema, infelizmente, virou uma rêmora do Bolsonaro. Fica grudado, esperando o movimento do peixe grande pra ver pra onde vai”, declarou. </p><p>Segundo Renan, o ex-presidente teve um papel relevante na reorganização da direita no Brasil, mas criticou o que considera um culto à figura de Bolsonaro. “Bolsonaro foi importante, mas não é eterno. O bolsonarismo não pode ser uma religião. Quando a política se transforma em fé, ela deixa de produzir resultados e passa a ser apenas adoração. E foi isso que aconteceu com boa parte da direita”, disse.</p><p>Renan criticou ainda falta de unidade entre as lideranças conservadoras. “A direita se perdeu em brigas internas e idolatria. As pessoas passaram a disputar quem é o verdadeiro herdeiro de Bolsonaro, ao invés de discutir o que realmente importa para o país”, avaliou.</p><p>Para o líder do Missão, as eleições de 2026 terão como tema central a segurança pública. “A eleição de 2026 será um plebiscito sobre a Guerra Contra o Crime Organizado. Ou o país enfrenta de frente o avanço das facções e do narcotráfico, ou o crime vai dominar os estados”, afirmou. Ele disse que o partido Missão vai defender uma política de segurança “dura e sem meias palavras”. “Não dá pra combater facção com discurso bonito. O Estado precisa ter poder de resposta”, pontuou.</p><p>Questionado sobre o senador Cleitinho (Republicanos) e o deputado federal Nikolas Ferreira (PL), Renan Santos não poupou críticas. “Cleitinho é o Luva de Pedreiro da política e o Nikolas é a Virgínia. São influenciadores que vivem de polêmica, mas não entregam nada de concreto. Essa é a tragédia da nova direita: a política virou entretenimento”, ironizou.</p><p>Segundo ele, ambos “esfaqueiam o próprio Bolsonaro pelas costas” quando lhes convém. “São oportunistas que usam a imagem dele pra crescer, mas que não têm nenhuma coerência ideológica.”</p><p>Renan afirmou que o Missão deve lançar candidaturas em Minas Gerais e não descarta disputar o governo estadual. “Estamos estudando nomes, construindo uma base. Minas é um estado estratégico”, disse.</p><p>O presidente do Missão também avaliou o desempenho do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). “Zema nunca abriu a boca para falar dos erros do Bolsonaro. É um gestor que tem bons números, mas falta coragem política. Eu daria uma nota 5 e meio pra ele”, declarou.</p>]]>
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      <title>Thiago Metzker, biólogo e diretor-executivo do IBAM | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>No 3° dia, a COP30 marcou por alguns assuntos em pauta. Reforço na segurança após invasão, aquecimento de 1,5°C que tenta ser controlado por vários países, além de pressões política. No Café com Política desta quinta-feira (13), o biólogo e diretor-executivo do Instituto Bem Ambiental (IBAM) analisa a Conferência do Clima que ocorre em Belém, no Pará.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>No 3° dia, a COP30 marcou por alguns assuntos em pauta. Reforço na segurança após invasão, aquecimento de 1,5°C que tenta ser controlado por vários países, além de pressões política. No Café com Política desta quinta-feira (13), o biólogo e diretor-executivo do Instituto Bem Ambiental (IBAM) analisa a Conferência do Clima que ocorre em Belém, no Pará.<br></p>]]>
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      <pubDate>Thu, 13 Nov 2025 16:23:03 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>No 3° dia, a COP30 marcou por alguns assuntos em pauta. Reforço na segurança após invasão, aquecimento de 1,5°C que tenta ser controlado por vários países, além de pressões política. No Café com Política desta quinta-feira (13), o biólogo e diretor-executivo do Instituto Bem Ambiental (IBAM) analisa a Conferência do Clima que ocorre em Belém, no Pará.<br></p>]]>
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      <title>Vereador Wanderley Porto | Café com Política</title>
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      <pubDate>Tue, 11 Nov 2025 19:43:13 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Presidente Sindep, Marcelo Horta | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao programa Café com Política, o presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais (Sindep), Marcelo Horta, fez um alerta sobre o avanço do crime organizado no estado. Segundo ele, facções criminosas estão se estruturando em cidades do interior com o objetivo de expandir suas atividades para a Região Metropolitana de Belo Horizonte.</p><p>“As facções se organizam no interior para avançar sobre a capital. É um movimento que precisa ser enfrentado com inteligência, integração e investimento em segurança pública”, afirmou Horta durante o Café com Política.</p><p>Na entrevista, o dirigente criticou a iniciativa anunciada por governadores do Sudeste, o chamado “Consórcio da Paz”, que promete ações integradas contra o crime organizado. Para o presidente do Sindep, a proposta tem mais caráter político do que técnico. “Essa campanha dos governadores é uma iniciativa política e eleitoreira. Falta ação concreta, planejamento e diálogo com quem está na base, nas delegacias e nas ruas”, disse.</p><p>Horta também acusou o governo Romeu Zema (Novo) de negligenciar a valorização dos profissionais da segurança pública. Segundo ele, o governador priorizou benefícios fiscais em detrimento de melhorias salariais e estruturais para a categoria. “Governar é fazer escolhas. E Zema escolheu dar isenção para grandes empresas, em vez de investir em quem garante a segurança da população”, afirmou no Café com Política.</p><p>Durante o programa, o presidente do Sindep avaliou que projetos em tramitação no Congresso Nacional, como o Projeto de Lei Antifacções e o PL do Terrorismo, estão sendo conduzidos sob forte viés político, o que, segundo ele, compromete o enfrentamento real da criminalidade. “Essas propostas estão contaminadas por um debate político-ideológico. O foco deveria ser o fortalecimento das instituições, e não a disputa partidária”, destacou.</p><p>Horta também criticou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança Pública, alegando que o texto foi elaborado sem a participação efetiva dos profissionais que atuam diretamente na área. “A PEC da Segurança foi construída sem ouvir quem está na ponta, quem entende a realidade das delegacias e dos plantões. É uma proposta distante do cotidiano de quem realmente combate o crime”, afirmou.</p><p>Por fim, o presidente do Sindep comentou o recente extravio de cerca de 200 armas de uma delegacia em Belo Horizonte, atribuindo o episódio à falta de gestão e de investimento em controle e fiscalização. “Isso é uma falha grave de gestão. A responsabilidade é de quem administra e não garante as condições adequadas para armazenar e monitorar esse tipo de material”, disse. Segundo ele, o caso evidencia a precariedade estrutural enfrentada pelas forças de segurança em Minas Gerais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao programa Café com Política, o presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais (Sindep), Marcelo Horta, fez um alerta sobre o avanço do crime organizado no estado. Segundo ele, facções criminosas estão se estruturando em cidades do interior com o objetivo de expandir suas atividades para a Região Metropolitana de Belo Horizonte.</p><p>“As facções se organizam no interior para avançar sobre a capital. É um movimento que precisa ser enfrentado com inteligência, integração e investimento em segurança pública”, afirmou Horta durante o Café com Política.</p><p>Na entrevista, o dirigente criticou a iniciativa anunciada por governadores do Sudeste, o chamado “Consórcio da Paz”, que promete ações integradas contra o crime organizado. Para o presidente do Sindep, a proposta tem mais caráter político do que técnico. “Essa campanha dos governadores é uma iniciativa política e eleitoreira. Falta ação concreta, planejamento e diálogo com quem está na base, nas delegacias e nas ruas”, disse.</p><p>Horta também acusou o governo Romeu Zema (Novo) de negligenciar a valorização dos profissionais da segurança pública. Segundo ele, o governador priorizou benefícios fiscais em detrimento de melhorias salariais e estruturais para a categoria. “Governar é fazer escolhas. E Zema escolheu dar isenção para grandes empresas, em vez de investir em quem garante a segurança da população”, afirmou no Café com Política.</p><p>Durante o programa, o presidente do Sindep avaliou que projetos em tramitação no Congresso Nacional, como o Projeto de Lei Antifacções e o PL do Terrorismo, estão sendo conduzidos sob forte viés político, o que, segundo ele, compromete o enfrentamento real da criminalidade. “Essas propostas estão contaminadas por um debate político-ideológico. O foco deveria ser o fortalecimento das instituições, e não a disputa partidária”, destacou.</p><p>Horta também criticou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança Pública, alegando que o texto foi elaborado sem a participação efetiva dos profissionais que atuam diretamente na área. “A PEC da Segurança foi construída sem ouvir quem está na ponta, quem entende a realidade das delegacias e dos plantões. É uma proposta distante do cotidiano de quem realmente combate o crime”, afirmou.</p><p>Por fim, o presidente do Sindep comentou o recente extravio de cerca de 200 armas de uma delegacia em Belo Horizonte, atribuindo o episódio à falta de gestão e de investimento em controle e fiscalização. “Isso é uma falha grave de gestão. A responsabilidade é de quem administra e não garante as condições adequadas para armazenar e monitorar esse tipo de material”, disse. Segundo ele, o caso evidencia a precariedade estrutural enfrentada pelas forças de segurança em Minas Gerais.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 11 Nov 2025 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao programa Café com Política, o presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais (Sindep), Marcelo Horta, fez um alerta sobre o avanço do crime organizado no estado. Segundo ele, facções criminosas estão se estruturando em cidades do interior com o objetivo de expandir suas atividades para a Região Metropolitana de Belo Horizonte.</p><p>“As facções se organizam no interior para avançar sobre a capital. É um movimento que precisa ser enfrentado com inteligência, integração e investimento em segurança pública”, afirmou Horta durante o Café com Política.</p><p>Na entrevista, o dirigente criticou a iniciativa anunciada por governadores do Sudeste, o chamado “Consórcio da Paz”, que promete ações integradas contra o crime organizado. Para o presidente do Sindep, a proposta tem mais caráter político do que técnico. “Essa campanha dos governadores é uma iniciativa política e eleitoreira. Falta ação concreta, planejamento e diálogo com quem está na base, nas delegacias e nas ruas”, disse.</p><p>Horta também acusou o governo Romeu Zema (Novo) de negligenciar a valorização dos profissionais da segurança pública. Segundo ele, o governador priorizou benefícios fiscais em detrimento de melhorias salariais e estruturais para a categoria. “Governar é fazer escolhas. E Zema escolheu dar isenção para grandes empresas, em vez de investir em quem garante a segurança da população”, afirmou no Café com Política.</p><p>Durante o programa, o presidente do Sindep avaliou que projetos em tramitação no Congresso Nacional, como o Projeto de Lei Antifacções e o PL do Terrorismo, estão sendo conduzidos sob forte viés político, o que, segundo ele, compromete o enfrentamento real da criminalidade. “Essas propostas estão contaminadas por um debate político-ideológico. O foco deveria ser o fortalecimento das instituições, e não a disputa partidária”, destacou.</p><p>Horta também criticou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança Pública, alegando que o texto foi elaborado sem a participação efetiva dos profissionais que atuam diretamente na área. “A PEC da Segurança foi construída sem ouvir quem está na ponta, quem entende a realidade das delegacias e dos plantões. É uma proposta distante do cotidiano de quem realmente combate o crime”, afirmou.</p><p>Por fim, o presidente do Sindep comentou o recente extravio de cerca de 200 armas de uma delegacia em Belo Horizonte, atribuindo o episódio à falta de gestão e de investimento em controle e fiscalização. “Isso é uma falha grave de gestão. A responsabilidade é de quem administra e não garante as condições adequadas para armazenar e monitorar esse tipo de material”, disse. Segundo ele, o caso evidencia a precariedade estrutural enfrentada pelas forças de segurança em Minas Gerais.</p>]]>
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      <title>Alencar da Silveira Jr.  | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Alencar da Silveira Jr. (PDT), que se prepara para assumir o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG), foi o convidado do Café com Política desta segunda-feira (10/10). No programa, ele fez um balanço da carreira política, comentou a transição para o Tribunal e avaliou os governos de Romeu Zema e Aécio Neves.</p><p>Ao comentar o clima político entre o presidente do TCE, Durval Ângelo, e o governador Romeu Zema (Novo), Alencar minimizou qualquer tipo de atrito e defendeu a harmonia institucional. O futuro conselheiro reforçou que pretende atuar de forma conciliadora.</p><p>Ao falar sobre as eleições de 2026, o parlamentar avaliou a pré-candidatura de Alexandre Kalil (PDT) ao governo de Minas como viável. “Kalil é um bom nome. Se fizer metade em Minas do que fez em Belo Horizonte, o Estado vai ficar muito melhor. Foi um excelente prefeito e deve ir para o segundo turno”, declarou.</p><p>Questionado sobre o cenário eleitoral e os nomes que têm se colocado na disputa, Alencar da Silveira Jr. avaliou que o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) deveria continuar como fiscalizador e não disputar o governo. O novo conselheiro também comentou a movimentação do vice-governador Matheus Simões, que recentemente se filiou ao PSD. “Matheus fez o certo ao ir para um partido forte. Ele tem todo o direito de ser candidato a governador e conta com o apoio do Zema. Todo vice quer ser governador”, afirmou.</p><p>Ao comentar seu voto pela retirada do referendo sobre a privatização da Copasa, Alencar afirmou que não contrariou as diretrizes do PDT, embora o partido tenha criticado sua posição. “Se o Brizola estivesse vendo a Copasa do jeito que está, ele também falaria: ‘esse referendo tem que cair’. Eu não votei contra a privatização, votei pela retirada do referendo, porque ele só pode ser feito junto com a eleição”, explicou. “O Estado precisa vender a Copasa para garantir recursos e cumprir o Regime de Recuperação Fiscal”, completou.</p><p>Crítico da estatal, Alencar disse que a Copasa está “sucateada há anos”. “Convivi com mais de 350 deputados e nunca vi nenhum falar bem da Copasa. A empresa está sucateada desde os governos Itamar, Aécio, Eduardo Azeredo e continua com Zema. Falta investimento e sobra descaso”, afirmou.</p><p>Após uma sessão marcada por empurrões durante a votação do projeto da Copasa, o deputado minimizou o episódio. “A Assembleia mudou. Hoje há dois lados — bolsonaristas e lulistas —, mas a convivência é boa. Essas brigas acontecem como numa pelada com amigos: empurra aqui, empurra ali e no outro dia está todo mundo tomando café junto”, brincou. Segundo ele, as divergências ficam restritas ao plenário. “A nossa briga é de ideias, não pessoal”.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Alencar da Silveira Jr. (PDT), que se prepara para assumir o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MG), foi o convidado do Café com Política desta segunda-feira (10/10). No programa, ele fez um balanço da carreira política, comentou a transição para o Tribunal e avaliou os governos de Romeu Zema e Aécio Neves.</p><p>Ao comentar o clima político entre o presidente do TCE, Durval Ângelo, e o governador Romeu Zema (Novo), Alencar minimizou qualquer tipo de atrito e defendeu a harmonia institucional. O futuro conselheiro reforçou que pretende atuar de forma conciliadora.</p><p>Ao falar sobre as eleições de 2026, o parlamentar avaliou a pré-candidatura de Alexandre Kalil (PDT) ao governo de Minas como viável. “Kalil é um bom nome. Se fizer metade em Minas do que fez em Belo Horizonte, o Estado vai ficar muito melhor. Foi um excelente prefeito e deve ir para o segundo turno”, declarou.</p><p>Questionado sobre o cenário eleitoral e os nomes que têm se colocado na disputa, Alencar da Silveira Jr. avaliou que o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) deveria continuar como fiscalizador e não disputar o governo. O novo conselheiro também comentou a movimentação do vice-governador Matheus Simões, que recentemente se filiou ao PSD. “Matheus fez o certo ao ir para um partido forte. Ele tem todo o direito de ser candidato a governador e conta com o apoio do Zema. Todo vice quer ser governador”, afirmou.</p><p>Ao comentar seu voto pela retirada do referendo sobre a privatização da Copasa, Alencar afirmou que não contrariou as diretrizes do PDT, embora o partido tenha criticado sua posição. “Se o Brizola estivesse vendo a Copasa do jeito que está, ele também falaria: ‘esse referendo tem que cair’. Eu não votei contra a privatização, votei pela retirada do referendo, porque ele só pode ser feito junto com a eleição”, explicou. “O Estado precisa vender a Copasa para garantir recursos e cumprir o Regime de Recuperação Fiscal”, completou.</p><p>Crítico da estatal, Alencar disse que a Copasa está “sucateada há anos”. “Convivi com mais de 350 deputados e nunca vi nenhum falar bem da Copasa. A empresa está sucateada desde os governos Itamar, Aécio, Eduardo Azeredo e continua com Zema. Falta investimento e sobra descaso”, afirmou.</p><p>Após uma sessão marcada por empurrões durante a votação do projeto da Copasa, o deputado minimizou o episódio. “A Assembleia mudou. Hoje há dois lados — bolsonaristas e lulistas —, mas a convivência é boa. Essas brigas acontecem como numa pelada com amigos: empurra aqui, empurra ali e no outro dia está todo mundo tomando café junto”, brincou. Segundo ele, as divergências ficam restritas ao plenário. “A nossa briga é de ideias, não pessoal”.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 10 Nov 2025 15:16:06 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Adilson Lamounier  | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Contagem Adilson Lamounier (União Brasil) defendeu que o governo de Minas Gerais adote mais transparência e diálogo com as famílias que podem ser afetadas pelas obras do Rodoanel. Em entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta sexta-feira (7/11), o parlamentar afirmou que o Estado precisa ouvir a população antes do início das intervenções. “Eu acredito que não só Contagem, como as outras cidades também, porque o trânsito ali é muito intenso e muito prejudicial para quem frequenta. Eu acho que o Rodoanel seria muito importante e é o progresso, mas também, em contrapartida, Contagem hoje preocupa, principalmente, sobre as situações das famílias que serão afetadas e o que será prejudicial para o meio ambiente”, avaliou.</p><p>Segundo Lamounier, o Estado deve agir com diálogo e antecedência para reduzir impactos sociais e ambientais. “Eu acho que tem que ter uma transparência maior para realmente entender para onde vão essas famílias, por que o diálogo não é feito agora. Não deixa para depois”, cobrou.<br>“O diálogo do Estado tem que ser mais transparente sobre as situações dessas famílias e sobre a questão do meio ambiente. O Rodoanel é importante, o progresso é importante, mas tem que ter diálogo”, completou.</p><p>O vereador também comentou os cortes no orçamento da Prefeitura de Contagem e o ajuste fiscal em curso no município. Ele afirmou que acompanha de perto as mudanças e que, embora haja redução de despesas, o objetivo é “enxugar a máquina”, e não desmontar serviços essenciais. “A gente está sempre atento a essas mudanças e discussões do município. A gente tem acompanhado mais a questão da saúde, onde está tendo uma redução, mas é um programa que a prefeitura está trabalhando para realmente enxugar o setor da saúde, sem prejudicar o trabalho que é feito”, disse. “A gente acredita que a prefeita Marília Campos, com o bom trabalho que ela tem feito na cidade, não vai deixar que isso aconteça. Mas é só uma questão de enxugar a máquina mesmo.”</p><p>Lamounier reconheceu, no entanto, que o município enfrenta desafios financeiros ligados à queda de arrecadação. “Esses cortes começaram agora. A gente tem a situação desses tarifaços também do Trump. É uma alegação do município de que algumas empresas que exportam estão tendo e vão ter prejuízo e, consequentemente, para a prefeitura, os impostos vão diminuir. Então, a arrecadação diminui”, explicou.</p><p>O parlamentar também defendeu a isenção de ISS para as empresas de transporte coletivo, argumentando que a medida evita aumentos no preço das passagens. “As empresas de transporte fazem alteração do preço de passagem todo o início de ano. Para que isso não aconteça, Contagem fez essa parceria com as empresas, isentando esse imposto para que não tenha o aumento da passagem. Então, é um modo do município de dar um equilíbrio e não afetar o bolso do morador da cidade”, afirmou.</p><p>Lamounier avaliou ainda que a principal dificuldade financeira do município está ligada à concentração de recursos em Belo Horizonte e à falta de repasses proporcionais às cidades da Região Metropolitana. “Eu acho que para a cidade falta dinheiro, falta recursos do governo federal e do governo estadual. O governo do estado também não é a favor do município por questões partidárias. É importante que o município ande junto com o governo federal para receber essas arrecadações, porque senão eles travam os recursos”, disse. “A maior parte do valor que vem do governo anualmente para o estado vai para Belo Horizonte, que é a capital, o que prejudica Contagem ter o que Belo Horizonte tem — não só Contagem, como outras cidades também. Eu sou a favor de que a cidade, tanto o interior como a metropolitana e a capital, receba a porcentagem de acordo com a quantidade de morador”, afirmou.</p><p>Ao falar sobre o futuro político da cidade, Adilson Lamounier defendeu que o sucessor da prefeita Marília Campos (PT) tenha perfil de diálogo e equilíbrio político, sem ligação com os extremos ideológicos. “Eu acredito que hoje, não só Contagem, mas a maioria das cidades de Minas Gerais, isso foi provado na última eleição agora, em 2024, que o centrão dominou as cidades. A maioria dos eleitores não quer votar nem um e nem outro, que seja na esquerda ou que seja na direita, estão se despolarizando. O radicalismo, o extremismo, que seja da esquerda ou que seja da direita, fazem mal para a gente. Não tem desenvolvimento, não tem construção e não tem diálogo”, avaliou. “A Câmara constrói um candidato para as próximas eleições. A gente já trabalha com essa ideia de que seja uma pessoa leve e que tenha o diálogo tanto com a esquerda quanto com a direita.”</p><p>Caso a prefeita Marília Campos (PT) se descompatibilize do cargo para disputar outro posto em 2026, o vice-prefeito Ricardo Faria (PSD) assumirá o comando do município. Lamounier avalia que, embora cada gestor tenha seu estilo, o foco da administração deve permanecer o mesmo. “Bem, um governo igual é difícil, ninguém vai ser igual a ninguém. Mas a gente acredita que essa experiência que o vice-prefeito tem com a Marília, desde o primeiro mandato, ele absorveu muita coisa. Acredito que o Ricardo Faria também é competente”, afirmou. “Mudar alguma coisa muda, porque é uma gestão. Mas se Marília se licenciar para concorrer a algum cargo, a gente tem o diálogo com o vice-prefeito. Vamos tentar alinhar para que a cidade não perca aquele foco, que é realmente trabalhar para o morador e trazer qualidade de vida e progresso para a cidade.”</p><p>Lamounier também defendeu que a sucessão municipal seja protagonizada por nomes que já atuam na cidade e que conhecem a realidade local. “Eu acredito que quase com certeza que algum vereador vai se lançar candidato à prefeitura. E eu acho isso nobre, porque o vereador é da cidade, ele constrói para a cidade. Eu sou contrário e até demais daquelas pessoas que aparecem só na época de eleição com falsas promessas, que são os aventureiros. Nós temos vereadores, nomes bons, com trabalhos bons na cidade, que podem perfeitamente e com reais condições de ganhar as eleições”, concluiu.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Contagem Adilson Lamounier (União Brasil) defendeu que o governo de Minas Gerais adote mais transparência e diálogo com as famílias que podem ser afetadas pelas obras do Rodoanel. Em entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta sexta-feira (7/11), o parlamentar afirmou que o Estado precisa ouvir a população antes do início das intervenções. “Eu acredito que não só Contagem, como as outras cidades também, porque o trânsito ali é muito intenso e muito prejudicial para quem frequenta. Eu acho que o Rodoanel seria muito importante e é o progresso, mas também, em contrapartida, Contagem hoje preocupa, principalmente, sobre as situações das famílias que serão afetadas e o que será prejudicial para o meio ambiente”, avaliou.</p><p>Segundo Lamounier, o Estado deve agir com diálogo e antecedência para reduzir impactos sociais e ambientais. “Eu acho que tem que ter uma transparência maior para realmente entender para onde vão essas famílias, por que o diálogo não é feito agora. Não deixa para depois”, cobrou.<br>“O diálogo do Estado tem que ser mais transparente sobre as situações dessas famílias e sobre a questão do meio ambiente. O Rodoanel é importante, o progresso é importante, mas tem que ter diálogo”, completou.</p><p>O vereador também comentou os cortes no orçamento da Prefeitura de Contagem e o ajuste fiscal em curso no município. Ele afirmou que acompanha de perto as mudanças e que, embora haja redução de despesas, o objetivo é “enxugar a máquina”, e não desmontar serviços essenciais. “A gente está sempre atento a essas mudanças e discussões do município. A gente tem acompanhado mais a questão da saúde, onde está tendo uma redução, mas é um programa que a prefeitura está trabalhando para realmente enxugar o setor da saúde, sem prejudicar o trabalho que é feito”, disse. “A gente acredita que a prefeita Marília Campos, com o bom trabalho que ela tem feito na cidade, não vai deixar que isso aconteça. Mas é só uma questão de enxugar a máquina mesmo.”</p><p>Lamounier reconheceu, no entanto, que o município enfrenta desafios financeiros ligados à queda de arrecadação. “Esses cortes começaram agora. A gente tem a situação desses tarifaços também do Trump. É uma alegação do município de que algumas empresas que exportam estão tendo e vão ter prejuízo e, consequentemente, para a prefeitura, os impostos vão diminuir. Então, a arrecadação diminui”, explicou.</p><p>O parlamentar também defendeu a isenção de ISS para as empresas de transporte coletivo, argumentando que a medida evita aumentos no preço das passagens. “As empresas de transporte fazem alteração do preço de passagem todo o início de ano. Para que isso não aconteça, Contagem fez essa parceria com as empresas, isentando esse imposto para que não tenha o aumento da passagem. Então, é um modo do município de dar um equilíbrio e não afetar o bolso do morador da cidade”, afirmou.</p><p>Lamounier avaliou ainda que a principal dificuldade financeira do município está ligada à concentração de recursos em Belo Horizonte e à falta de repasses proporcionais às cidades da Região Metropolitana. “Eu acho que para a cidade falta dinheiro, falta recursos do governo federal e do governo estadual. O governo do estado também não é a favor do município por questões partidárias. É importante que o município ande junto com o governo federal para receber essas arrecadações, porque senão eles travam os recursos”, disse. “A maior parte do valor que vem do governo anualmente para o estado vai para Belo Horizonte, que é a capital, o que prejudica Contagem ter o que Belo Horizonte tem — não só Contagem, como outras cidades também. Eu sou a favor de que a cidade, tanto o interior como a metropolitana e a capital, receba a porcentagem de acordo com a quantidade de morador”, afirmou.</p><p>Ao falar sobre o futuro político da cidade, Adilson Lamounier defendeu que o sucessor da prefeita Marília Campos (PT) tenha perfil de diálogo e equilíbrio político, sem ligação com os extremos ideológicos. “Eu acredito que hoje, não só Contagem, mas a maioria das cidades de Minas Gerais, isso foi provado na última eleição agora, em 2024, que o centrão dominou as cidades. A maioria dos eleitores não quer votar nem um e nem outro, que seja na esquerda ou que seja na direita, estão se despolarizando. O radicalismo, o extremismo, que seja da esquerda ou que seja da direita, fazem mal para a gente. Não tem desenvolvimento, não tem construção e não tem diálogo”, avaliou. “A Câmara constrói um candidato para as próximas eleições. A gente já trabalha com essa ideia de que seja uma pessoa leve e que tenha o diálogo tanto com a esquerda quanto com a direita.”</p><p>Caso a prefeita Marília Campos (PT) se descompatibilize do cargo para disputar outro posto em 2026, o vice-prefeito Ricardo Faria (PSD) assumirá o comando do município. Lamounier avalia que, embora cada gestor tenha seu estilo, o foco da administração deve permanecer o mesmo. “Bem, um governo igual é difícil, ninguém vai ser igual a ninguém. Mas a gente acredita que essa experiência que o vice-prefeito tem com a Marília, desde o primeiro mandato, ele absorveu muita coisa. Acredito que o Ricardo Faria também é competente”, afirmou. “Mudar alguma coisa muda, porque é uma gestão. Mas se Marília se licenciar para concorrer a algum cargo, a gente tem o diálogo com o vice-prefeito. Vamos tentar alinhar para que a cidade não perca aquele foco, que é realmente trabalhar para o morador e trazer qualidade de vida e progresso para a cidade.”</p><p>Lamounier também defendeu que a sucessão municipal seja protagonizada por nomes que já atuam na cidade e que conhecem a realidade local. “Eu acredito que quase com certeza que algum vereador vai se lançar candidato à prefeitura. E eu acho isso nobre, porque o vereador é da cidade, ele constrói para a cidade. Eu sou contrário e até demais daquelas pessoas que aparecem só na época de eleição com falsas promessas, que são os aventureiros. Nós temos vereadores, nomes bons, com trabalhos bons na cidade, que podem perfeitamente e com reais condições de ganhar as eleições”, concluiu.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 06 Nov 2025 17:35:43 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Contagem Adilson Lamounier (União Brasil) defendeu que o governo de Minas Gerais adote mais transparência e diálogo com as famílias que podem ser afetadas pelas obras do Rodoanel. Em entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta sexta-feira (7/11), o parlamentar afirmou que o Estado precisa ouvir a população antes do início das intervenções. “Eu acredito que não só Contagem, como as outras cidades também, porque o trânsito ali é muito intenso e muito prejudicial para quem frequenta. Eu acho que o Rodoanel seria muito importante e é o progresso, mas também, em contrapartida, Contagem hoje preocupa, principalmente, sobre as situações das famílias que serão afetadas e o que será prejudicial para o meio ambiente”, avaliou.</p><p>Segundo Lamounier, o Estado deve agir com diálogo e antecedência para reduzir impactos sociais e ambientais. “Eu acho que tem que ter uma transparência maior para realmente entender para onde vão essas famílias, por que o diálogo não é feito agora. Não deixa para depois”, cobrou.<br>“O diálogo do Estado tem que ser mais transparente sobre as situações dessas famílias e sobre a questão do meio ambiente. O Rodoanel é importante, o progresso é importante, mas tem que ter diálogo”, completou.</p><p>O vereador também comentou os cortes no orçamento da Prefeitura de Contagem e o ajuste fiscal em curso no município. Ele afirmou que acompanha de perto as mudanças e que, embora haja redução de despesas, o objetivo é “enxugar a máquina”, e não desmontar serviços essenciais. “A gente está sempre atento a essas mudanças e discussões do município. A gente tem acompanhado mais a questão da saúde, onde está tendo uma redução, mas é um programa que a prefeitura está trabalhando para realmente enxugar o setor da saúde, sem prejudicar o trabalho que é feito”, disse. “A gente acredita que a prefeita Marília Campos, com o bom trabalho que ela tem feito na cidade, não vai deixar que isso aconteça. Mas é só uma questão de enxugar a máquina mesmo.”</p><p>Lamounier reconheceu, no entanto, que o município enfrenta desafios financeiros ligados à queda de arrecadação. “Esses cortes começaram agora. A gente tem a situação desses tarifaços também do Trump. É uma alegação do município de que algumas empresas que exportam estão tendo e vão ter prejuízo e, consequentemente, para a prefeitura, os impostos vão diminuir. Então, a arrecadação diminui”, explicou.</p><p>O parlamentar também defendeu a isenção de ISS para as empresas de transporte coletivo, argumentando que a medida evita aumentos no preço das passagens. “As empresas de transporte fazem alteração do preço de passagem todo o início de ano. Para que isso não aconteça, Contagem fez essa parceria com as empresas, isentando esse imposto para que não tenha o aumento da passagem. Então, é um modo do município de dar um equilíbrio e não afetar o bolso do morador da cidade”, afirmou.</p><p>Lamounier avaliou ainda que a principal dificuldade financeira do município está ligada à concentração de recursos em Belo Horizonte e à falta de repasses proporcionais às cidades da Região Metropolitana. “Eu acho que para a cidade falta dinheiro, falta recursos do governo federal e do governo estadual. O governo do estado também não é a favor do município por questões partidárias. É importante que o município ande junto com o governo federal para receber essas arrecadações, porque senão eles travam os recursos”, disse. “A maior parte do valor que vem do governo anualmente para o estado vai para Belo Horizonte, que é a capital, o que prejudica Contagem ter o que Belo Horizonte tem — não só Contagem, como outras cidades também. Eu sou a favor de que a cidade, tanto o interior como a metropolitana e a capital, receba a porcentagem de acordo com a quantidade de morador”, afirmou.</p><p>Ao falar sobre o futuro político da cidade, Adilson Lamounier defendeu que o sucessor da prefeita Marília Campos (PT) tenha perfil de diálogo e equilíbrio político, sem ligação com os extremos ideológicos. “Eu acredito que hoje, não só Contagem, mas a maioria das cidades de Minas Gerais, isso foi provado na última eleição agora, em 2024, que o centrão dominou as cidades. A maioria dos eleitores não quer votar nem um e nem outro, que seja na esquerda ou que seja na direita, estão se despolarizando. O radicalismo, o extremismo, que seja da esquerda ou que seja da direita, fazem mal para a gente. Não tem desenvolvimento, não tem construção e não tem diálogo”, avaliou. “A Câmara constrói um candidato para as próximas eleições. A gente já trabalha com essa ideia de que seja uma pessoa leve e que tenha o diálogo tanto com a esquerda quanto com a direita.”</p><p>Caso a prefeita Marília Campos (PT) se descompatibilize do cargo para disputar outro posto em 2026, o vice-prefeito Ricardo Faria (PSD) assumirá o comando do município. Lamounier avalia que, embora cada gestor tenha seu estilo, o foco da administração deve permanecer o mesmo. “Bem, um governo igual é difícil, ninguém vai ser igual a ninguém. Mas a gente acredita que essa experiência que o vice-prefeito tem com a Marília, desde o primeiro mandato, ele absorveu muita coisa. Acredito que o Ricardo Faria também é competente”, afirmou. “Mudar alguma coisa muda, porque é uma gestão. Mas se Marília se licenciar para concorrer a algum cargo, a gente tem o diálogo com o vice-prefeito. Vamos tentar alinhar para que a cidade não perca aquele foco, que é realmente trabalhar para o morador e trazer qualidade de vida e progresso para a cidade.”</p><p>Lamounier também defendeu que a sucessão municipal seja protagonizada por nomes que já atuam na cidade e que conhecem a realidade local. “Eu acredito que quase com certeza que algum vereador vai se lançar candidato à prefeitura. E eu acho isso nobre, porque o vereador é da cidade, ele constrói para a cidade. Eu sou contrário e até demais daquelas pessoas que aparecem só na época de eleição com falsas promessas, que são os aventureiros. Nós temos vereadores, nomes bons, com trabalhos bons na cidade, que podem perfeitamente e com reais condições de ganhar as eleições”, concluiu.</p>]]>
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      <title>Leleco Pimentel | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O deputado estadual Leleco Pimentel (PT) defendeu que o senador Rodrigo Pacheco (PSD) considere concorrer ao governo de Minas nas eleições de 2026. Em entrevista ao programa Café com Política, exibida nesta quinta-feira (6/11) no canal no YouTube de O TEMPO, o parlamentar brincou que Pacheco deveria ouvir o “bom conselho do velhinho”, em referência ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que defende o nome do senador para o pleito no ano que vem. Leleco comentou sobre os cenários para 2026 e as alternativas de palanque para o presidente Lula caso Pacheco não concorra.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Leleco Pimentel (PT) defendeu que o senador Rodrigo Pacheco (PSD) considere concorrer ao governo de Minas nas eleições de 2026. Em entrevista ao programa Café com Política, exibida nesta quinta-feira (6/11) no canal no YouTube de O TEMPO, o parlamentar brincou que Pacheco deveria ouvir o “bom conselho do velhinho”, em referência ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que defende o nome do senador para o pleito no ano que vem. Leleco comentou sobre os cenários para 2026 e as alternativas de palanque para o presidente Lula caso Pacheco não concorra.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 06 Nov 2025 13:33:07 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Leleco Pimentel (PT) defendeu que o senador Rodrigo Pacheco (PSD) considere concorrer ao governo de Minas nas eleições de 2026. Em entrevista ao programa Café com Política, exibida nesta quinta-feira (6/11) no canal no YouTube de O TEMPO, o parlamentar brincou que Pacheco deveria ouvir o “bom conselho do velhinho”, em referência ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que defende o nome do senador para o pleito no ano que vem. Leleco comentou sobre os cenários para 2026 e as alternativas de palanque para o presidente Lula caso Pacheco não concorra.</p>]]>
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      <title>Aldo Rebelo | Café com Política</title>
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      <pubDate>Tue, 04 Nov 2025 23:02:45 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Gabriel Azevedo | Café com Política</title>
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      <pubDate>Mon, 03 Nov 2025 23:42:25 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Newton Cardoso Jr | Café com Política</title>
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      <pubDate>Mon, 03 Nov 2025 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Ana Paula Siqueira | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A deputada estadual Ana Paula Siqueira (Rede) defendeu, em entrevista ao Café com Política exibido nesta sexta-feira (31/10) no canal de O TEMPO no Youtube, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indique uma mulher para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ela, a escolha seria uma demonstração concreta do compromisso do governo com a equidade de gênero.</p><p>Ao avaliar o cenário político mineiro para 2026, a deputada apontou o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) como uma alternativa viável ao senador Rodrigo Pacheco (PSD), na disputa pelo governo de Minas Gerais. Para a deputada, as movimentações ainda são iniciais, mas a conjuntura estadual deve se desenhar com base nas alianças que o campo progressista conseguir articular. “Kalil tem se mostrado uma liderança política importante, com trabalho reconhecido em Belo Horizonte e diálogo com diferentes setores. Ele pode ser, sim, uma alternativa ao Pacheco”, analisou.</p><p>Ana Paula também comentou a recente filiação do vice-governador Mateus Simões ao PSD. Segundo ela, o movimento tem motivação estratégica e visa ampliar o protagonismo político do grupo. “A filiação de Mateus Simões ao PSD é um movimento para ganhar protagonismo nacional. O Kassab tem feito uma construção política cuidadosa, tentando ocupar um espaço de visibilidade que vai além de Minas”, avaliou a deputada, que fez duras críticas ao governador Romeu Zema (Novo), classificando sua gestão como “um desastre anunciado”. </p><p>"O governo Zema é um desastre anunciado. Ele não deveria ocupar mais nenhum cargo político depois de tudo o que fez em Minas. O governador governa para poucos, não escuta a população e impõe votações sem diálogo. É um modelo de gestão que está esgotado e que precisa ser substituído por algo mais humano e democrático”, disse.</p><p>Questionada sobre seu futuro político, Ana Paula Siqueira confirmou que tem mantido diálogo com o PT e admitiu que o processo interno da Rede Sustentabilidade enfrenta dificuldades. “Nós estamos em um momento de reorganização da Rede, e esse processo está sob júdice. Houve atitudes que considero antidemocráticas, e por isso o processo foi judicializado”, declarou. A deputada afirmou, porém, que ainda não tomou uma decisão sobre uma eventual mudança de partido, mas elogiou as conversas com outras siglas e disse que qualquer decisão será definido no próximo ano quando se abrir as janelas partidárias. “Estou muito feliz com os convites que recebi. Tenho dialogado com o PT e com outras forças do campo progressista. Espero fazer essa transição de forma tranquila, pensando no fortalecimento do nosso projeto para Minas”, completou.</p><p>Durante a entrevista, a deputada criticou ainda a condução da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que retira a obrigatoriedade do referendo popular para a privatização da Copasa. Ela classificou o processo como atropelado e antidemocrático. “Estamos vivendo tempos horrorosos na Assembleia. Foi uma votação atropelada, sem diálogo com a sociedade e com a base parlamentar votando sob constrangimento. É um desrespeito com a população mineira”, afirmou. A deputada reforçou que a PEC tem impacto direto na vida das pessoas e que não deveria ser conduzida dessa forma. “A Copasa é uma empresa estratégica para Minas. Vender esse patrimônio sem debate é um erro grave”, concluiu.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A deputada estadual Ana Paula Siqueira (Rede) defendeu, em entrevista ao Café com Política exibido nesta sexta-feira (31/10) no canal de O TEMPO no Youtube, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indique uma mulher para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ela, a escolha seria uma demonstração concreta do compromisso do governo com a equidade de gênero.</p><p>Ao avaliar o cenário político mineiro para 2026, a deputada apontou o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) como uma alternativa viável ao senador Rodrigo Pacheco (PSD), na disputa pelo governo de Minas Gerais. Para a deputada, as movimentações ainda são iniciais, mas a conjuntura estadual deve se desenhar com base nas alianças que o campo progressista conseguir articular. “Kalil tem se mostrado uma liderança política importante, com trabalho reconhecido em Belo Horizonte e diálogo com diferentes setores. Ele pode ser, sim, uma alternativa ao Pacheco”, analisou.</p><p>Ana Paula também comentou a recente filiação do vice-governador Mateus Simões ao PSD. Segundo ela, o movimento tem motivação estratégica e visa ampliar o protagonismo político do grupo. “A filiação de Mateus Simões ao PSD é um movimento para ganhar protagonismo nacional. O Kassab tem feito uma construção política cuidadosa, tentando ocupar um espaço de visibilidade que vai além de Minas”, avaliou a deputada, que fez duras críticas ao governador Romeu Zema (Novo), classificando sua gestão como “um desastre anunciado”. </p><p>"O governo Zema é um desastre anunciado. Ele não deveria ocupar mais nenhum cargo político depois de tudo o que fez em Minas. O governador governa para poucos, não escuta a população e impõe votações sem diálogo. É um modelo de gestão que está esgotado e que precisa ser substituído por algo mais humano e democrático”, disse.</p><p>Questionada sobre seu futuro político, Ana Paula Siqueira confirmou que tem mantido diálogo com o PT e admitiu que o processo interno da Rede Sustentabilidade enfrenta dificuldades. “Nós estamos em um momento de reorganização da Rede, e esse processo está sob júdice. Houve atitudes que considero antidemocráticas, e por isso o processo foi judicializado”, declarou. A deputada afirmou, porém, que ainda não tomou uma decisão sobre uma eventual mudança de partido, mas elogiou as conversas com outras siglas e disse que qualquer decisão será definido no próximo ano quando se abrir as janelas partidárias. “Estou muito feliz com os convites que recebi. Tenho dialogado com o PT e com outras forças do campo progressista. Espero fazer essa transição de forma tranquila, pensando no fortalecimento do nosso projeto para Minas”, completou.</p><p>Durante a entrevista, a deputada criticou ainda a condução da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que retira a obrigatoriedade do referendo popular para a privatização da Copasa. Ela classificou o processo como atropelado e antidemocrático. “Estamos vivendo tempos horrorosos na Assembleia. Foi uma votação atropelada, sem diálogo com a sociedade e com a base parlamentar votando sob constrangimento. É um desrespeito com a população mineira”, afirmou. A deputada reforçou que a PEC tem impacto direto na vida das pessoas e que não deveria ser conduzida dessa forma. “A Copasa é uma empresa estratégica para Minas. Vender esse patrimônio sem debate é um erro grave”, concluiu.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 31 Oct 2025 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A deputada estadual Ana Paula Siqueira (Rede) defendeu, em entrevista ao Café com Política exibido nesta sexta-feira (31/10) no canal de O TEMPO no Youtube, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indique uma mulher para a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ela, a escolha seria uma demonstração concreta do compromisso do governo com a equidade de gênero.</p><p>Ao avaliar o cenário político mineiro para 2026, a deputada apontou o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) como uma alternativa viável ao senador Rodrigo Pacheco (PSD), na disputa pelo governo de Minas Gerais. Para a deputada, as movimentações ainda são iniciais, mas a conjuntura estadual deve se desenhar com base nas alianças que o campo progressista conseguir articular. “Kalil tem se mostrado uma liderança política importante, com trabalho reconhecido em Belo Horizonte e diálogo com diferentes setores. Ele pode ser, sim, uma alternativa ao Pacheco”, analisou.</p><p>Ana Paula também comentou a recente filiação do vice-governador Mateus Simões ao PSD. Segundo ela, o movimento tem motivação estratégica e visa ampliar o protagonismo político do grupo. “A filiação de Mateus Simões ao PSD é um movimento para ganhar protagonismo nacional. O Kassab tem feito uma construção política cuidadosa, tentando ocupar um espaço de visibilidade que vai além de Minas”, avaliou a deputada, que fez duras críticas ao governador Romeu Zema (Novo), classificando sua gestão como “um desastre anunciado”. </p><p>"O governo Zema é um desastre anunciado. Ele não deveria ocupar mais nenhum cargo político depois de tudo o que fez em Minas. O governador governa para poucos, não escuta a população e impõe votações sem diálogo. É um modelo de gestão que está esgotado e que precisa ser substituído por algo mais humano e democrático”, disse.</p><p>Questionada sobre seu futuro político, Ana Paula Siqueira confirmou que tem mantido diálogo com o PT e admitiu que o processo interno da Rede Sustentabilidade enfrenta dificuldades. “Nós estamos em um momento de reorganização da Rede, e esse processo está sob júdice. Houve atitudes que considero antidemocráticas, e por isso o processo foi judicializado”, declarou. A deputada afirmou, porém, que ainda não tomou uma decisão sobre uma eventual mudança de partido, mas elogiou as conversas com outras siglas e disse que qualquer decisão será definido no próximo ano quando se abrir as janelas partidárias. “Estou muito feliz com os convites que recebi. Tenho dialogado com o PT e com outras forças do campo progressista. Espero fazer essa transição de forma tranquila, pensando no fortalecimento do nosso projeto para Minas”, completou.</p><p>Durante a entrevista, a deputada criticou ainda a condução da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que retira a obrigatoriedade do referendo popular para a privatização da Copasa. Ela classificou o processo como atropelado e antidemocrático. “Estamos vivendo tempos horrorosos na Assembleia. Foi uma votação atropelada, sem diálogo com a sociedade e com a base parlamentar votando sob constrangimento. É um desrespeito com a população mineira”, afirmou. A deputada reforçou que a PEC tem impacto direto na vida das pessoas e que não deveria ser conduzida dessa forma. “A Copasa é uma empresa estratégica para Minas. Vender esse patrimônio sem debate é um erro grave”, concluiu.</p>]]>
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      <title>Gabriela Siqueira, Ouvidora-Geral do Estado | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>As manifestações relacionadas à saúde, à educação e aos direitos dos servidores públicos são as mais recorrentes na Ouvidoria-Geral do Estado (OGE) de Minas Gerais. Segundo a ouvidora-geral do Estado, Gabriela Siqueira, boa parte dos registros envolve a dificuldade de acesso a serviços de saúde e problemas ligados ao funcionamento das redes estadual e municipal.</p><p>“Hoje o que a gente mais recebe de reclamação é da Saúde, mas não necessariamente elas são de competência estadual. Como o SUS é tripartite, na parte específica da saúde, a ouvidoria estadual recebe manifestações também que são de competência dos municípios”, afirmou Gabriela em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quinta-feira (30/10) no canal de O TEMPO no Youtube. “A gente também recebe muitas reclamações da Educação, manifestações de Infraestrutura. E a gente também é um canal para o servidor público. A gente também é um canal de entrada para as manifestações do servidor público relacionadas a pagamento, direito de servidor, assédio moral", explicou. </p><p>A ouvidora defende, no entanto, que o órgão deixe de ser apenas um espaço de recebimento de reclamações e passe a ter papel estratégico na administração estadual. “A Ouvidoria tenta se situar cada vez mais dentro da governança do estado como órgão estratégico de uma ferramenta de gestão, porque se a gente ficar resolvendo aquele problema pontual, todo dia vai chegar aquele mesmo tipo de reclamação, de denúncia, e não é estratégico assim”, avaliou. </p><p>Para isso, a OGE criou uma Sala de Situação e uma metodologia de inteligência que permite monitorar em tempo real as manifestações recebidas. O objetivo, segundo Gabriela, é que as informações coletadas sejam usadas para orientar decisões de governo. “A gente tenta pegar o que vem do cidadão e fazer essa conversão para que sejam dados que as diversas secretarias utilizem de maneira estratégica. A gente acompanha todas as manifestações em tempo real para que a gente consiga se antecipar em relação a eventuais crises, entender algumas tendências, e a gente conseguir ver de maneira mais global os processos de trabalho que a gente tem em todas as áreas do estado", pontuou. </p><p>Gabriela defende ainda que a Ouvidoria é um instrumento de controle social e cidadania ativa. Ela ressalta que o simples ato de registrar uma manifestação é, por si só, uma forma de contribuir para o aperfeiçoamento da gestão pública. “A Ouvidoria é uma ferramenta muito importante de participação social. A participação social é uma atividade custosa. Você frequentar conselho, você fazer referendos, participar de audiências públicas, tudo isso tem um custo individual muito grande na vida corrida que a gente leva. Às vezes, o cidadão não sabe que, por meio da Ouvidoria, fazendo um simples registro de manifestação, seja uma denúncia, um elogio, uma sugestão, uma reclamação, ele também está exercendo controle social e está fazendo um ato de participação social", afirmou. </p><p>Segundo Gabriela Siqueira, a Ouvidoria-Geral do Estado tem buscado aprimorar o tempo de resposta às manifestações. Ela explica que há prazos definidos para cada tipo de demanda e que o acompanhamento é feito de forma rigorosa. “A gente tem um prazo de resposta de até 30 dias, prorrogável por mais 30, dependendo da complexidade do caso. Mas a nossa meta é que o cidadão receba retorno o mais rápido possível”. </p><p>A ouvidora acrescenta que há um esforço constante para reduzir o tempo médio de atendimento. “Hoje a gente tem trabalhado muito para que as respostas cheguem antes desse prazo legal. Nosso desafio é fazer com que o cidadão perceba que a sua manifestação foi realmente acolhida e tratada de forma efetiva. Nada mais interessante do que a gente ouvir o próprio usuário, a experiência dele naquele serviço público para que a gente possa fazer as nossas melhorias. É valioso o que a gente tem lá na Ouvidoria Geral do Estado. Hoje a gente tem a maior base de dados do estado e a gente tem uma base de opinião pública”, avaliou.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>As manifestações relacionadas à saúde, à educação e aos direitos dos servidores públicos são as mais recorrentes na Ouvidoria-Geral do Estado (OGE) de Minas Gerais. Segundo a ouvidora-geral do Estado, Gabriela Siqueira, boa parte dos registros envolve a dificuldade de acesso a serviços de saúde e problemas ligados ao funcionamento das redes estadual e municipal.</p><p>“Hoje o que a gente mais recebe de reclamação é da Saúde, mas não necessariamente elas são de competência estadual. Como o SUS é tripartite, na parte específica da saúde, a ouvidoria estadual recebe manifestações também que são de competência dos municípios”, afirmou Gabriela em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quinta-feira (30/10) no canal de O TEMPO no Youtube. “A gente também recebe muitas reclamações da Educação, manifestações de Infraestrutura. E a gente também é um canal para o servidor público. A gente também é um canal de entrada para as manifestações do servidor público relacionadas a pagamento, direito de servidor, assédio moral", explicou. </p><p>A ouvidora defende, no entanto, que o órgão deixe de ser apenas um espaço de recebimento de reclamações e passe a ter papel estratégico na administração estadual. “A Ouvidoria tenta se situar cada vez mais dentro da governança do estado como órgão estratégico de uma ferramenta de gestão, porque se a gente ficar resolvendo aquele problema pontual, todo dia vai chegar aquele mesmo tipo de reclamação, de denúncia, e não é estratégico assim”, avaliou. </p><p>Para isso, a OGE criou uma Sala de Situação e uma metodologia de inteligência que permite monitorar em tempo real as manifestações recebidas. O objetivo, segundo Gabriela, é que as informações coletadas sejam usadas para orientar decisões de governo. “A gente tenta pegar o que vem do cidadão e fazer essa conversão para que sejam dados que as diversas secretarias utilizem de maneira estratégica. A gente acompanha todas as manifestações em tempo real para que a gente consiga se antecipar em relação a eventuais crises, entender algumas tendências, e a gente conseguir ver de maneira mais global os processos de trabalho que a gente tem em todas as áreas do estado", pontuou. </p><p>Gabriela defende ainda que a Ouvidoria é um instrumento de controle social e cidadania ativa. Ela ressalta que o simples ato de registrar uma manifestação é, por si só, uma forma de contribuir para o aperfeiçoamento da gestão pública. “A Ouvidoria é uma ferramenta muito importante de participação social. A participação social é uma atividade custosa. Você frequentar conselho, você fazer referendos, participar de audiências públicas, tudo isso tem um custo individual muito grande na vida corrida que a gente leva. Às vezes, o cidadão não sabe que, por meio da Ouvidoria, fazendo um simples registro de manifestação, seja uma denúncia, um elogio, uma sugestão, uma reclamação, ele também está exercendo controle social e está fazendo um ato de participação social", afirmou. </p><p>Segundo Gabriela Siqueira, a Ouvidoria-Geral do Estado tem buscado aprimorar o tempo de resposta às manifestações. Ela explica que há prazos definidos para cada tipo de demanda e que o acompanhamento é feito de forma rigorosa. “A gente tem um prazo de resposta de até 30 dias, prorrogável por mais 30, dependendo da complexidade do caso. Mas a nossa meta é que o cidadão receba retorno o mais rápido possível”. </p><p>A ouvidora acrescenta que há um esforço constante para reduzir o tempo médio de atendimento. “Hoje a gente tem trabalhado muito para que as respostas cheguem antes desse prazo legal. Nosso desafio é fazer com que o cidadão perceba que a sua manifestação foi realmente acolhida e tratada de forma efetiva. Nada mais interessante do que a gente ouvir o próprio usuário, a experiência dele naquele serviço público para que a gente possa fazer as nossas melhorias. É valioso o que a gente tem lá na Ouvidoria Geral do Estado. Hoje a gente tem a maior base de dados do estado e a gente tem uma base de opinião pública”, avaliou.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 30 Oct 2025 15:04:09 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Wemerson Oliveira, presidente do Sindpol-MG | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais (Sindpol), Wemerson Oliveira, acusou, em entrevista ao Café com Político, exibido nesta quarta-feira (29/10) no canal de O TEMPO no Youtube, o governador Romeu Zema (Novo) de não ter disposição política para recompor as perdas inflacionárias dos servidores da segurança pública. Segundo Oliveira, a recomposição é possível mesmo sem a adesão do Estado ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) ou ao Programa de Pleno Pagamento das Dívidas dos Estados com a União (Propag). </p><p>O sindicalista acusou ainda o governo de evitar a adesão ao Propag como estratégia para se esquivar de compromissos salariais. Nesta quarta-feira, a categoria anunciou uma mobilização e não descarta uma greve ainda neste ano. De acordo com o presidente do Sindpol, o sucateamento das estruturas da Polícia Civil tem se agravado com a falta de investimento e o contingenciamento de recursos. </p><p>Durante a entrevista, o dirigente sindical alertou também para o avanço de facções criminosas em Minas Gerais e criticou a falta de estrutura da Polícia Civil para combater o crime organizado. Segundo ele, a falta de investimento em investigação criminal tem permitido a expansão dessas organizações. Oliveira também também acusou o governo estadual de manipular dados de criminalidade para melhorar os índices de segurança pública. </p><p>O presidente do Sindipol defendeu também que o cargo de chefe da Polícia Civil tenha mandato fixo e autonomia para exercer as funções. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 29 Oct 2025 09:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Alberto Lage e Iracema Rezende | Café com Política</title>
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      <pubDate>Tue, 28 Oct 2025 16:20:29 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Padre João | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Padre João (PT) afirmou, em entrevista ao Café com Política, exibido nesta segunda-feira (27/10) no canal de O TEMPO no Youtube, que o partido precisa acelerar a definição de candidaturas para as eleições de 2026 em Minas Gerais. Segundo o deputado, o partido não pode ficar refém do tempo do senador Rodrigo Pacheco (PSD). Para ele, embora haja interesse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva  (PT) em uma aliança com o senador, o PT deve garantir protagonismo na disputa.</p><p>“Não podemos esperar o tempo do Pacheco. Temos que construir isso. Dá para viabilizar um plano B? Tem que ser este ano. O Pacheco tem o tempo dele, mas o nosso é outro. Se ele abraçar o projeto do presidente Lula, ele só tem a ganhar. É uma pessoa que tem capacidade e chance real de ganhar o governo de Minas. Em qualquer outro resultado, ele pode ter espaço no governo Lula, como ministro da Justiça. Mas nós temos que construir o palanque de Lula em Minas", afirmou o deputado, que garantiu que o partido tem nomes com força para liderar o processo, citando a deputada estadual Leninha (PT) e os deputados federais Rogério Correia (PT), Reginaldo Lopes (PT) e Macaé Evaristo (PT).</p><p>O parlamentar afirmou ainda que o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), ainda é uma opção para o grupo progressista e ressaltou que o rompimento entre Kalil e o PSD não deve ser interpretado como uma rejeição ao PT. "Não vejo resistência ao Kalil. Às vezes, ele (Kalil) fala alguma coisa, porque não manda recado, o que ele quer falar, ele fala. Mas na política a gente reconsidera (...) acho que ele foi abandonado pela liderança do PSD, e não pelo PT. Não vejo as portas fechadas, há possibilidade de diálogo e entendimento”, avaliou. </p><p>Durante a entrevista, Padre João criticou ainda o governo de Romeu Zema (Novo) e cobrou o cancelamento de licenças ambientais concedidas a mineradoras envolvidas em escândalos e investigações. Segundo ele, há “corrupção ambiental” e omissão do Estado. O deputado também defendeu que a Secretaria de Meio Ambiente de Minas passe por uma ampla reformulação." Foi ação criminosa. Tinha que cancelar todas (as licenças). O grupo criminoso que está no poder público torna suspeitas todas as outras licenças. A política não é espaço de negócio. Não podemos permitir uma operação abafa", pontou. “É um absurdo. Muitos sabiam do processo, que vem de longa data. O governo de Minas está numa superproteção de uma atividade predatória. Esperamos mais mudanças e que as pessoas comprometidas com a corrupção sejam presas, sejam punidas", criticou o parlamentar. </p><p>Em âmbito nacional, Padre João defendeu que a próxima indicação do presidente Lula ao Supremo Tribunal Federal (STF) seja de uma mulher. O deputado também comentou a possível indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo. Ele avaliou que a escolha seria um gesto político de aproximação com os evangélicos. “Eu acredito que o presidente Lula aproximou muito as minorias na reestruturação dos ministérios. Em relação ao STF, o Jorge Messias tem competência, lealdade, dedicação e acena para o mundo evangélico. Mas eu acredito que o próximo nome tem que ser de uma mulher, eu não tenho dúvida. E que tenha também o mesmo nível de lealdade e de cumplicidade com a nossa democracia e a soberania do país", analisou o deputado, que admitiu que a esquerda precisa conversar mais com os setores religiosos.</p><p>“A Igreja Católica ajudou muito na fundação do PT, e esse diálogo permanece nesse campo mais da esquerda da Igreja. No mundo evangélico, o partido se distanciou. A direita ocupou melhor esse espaço com uma pauta moralista e hipócrita. Nós temos que reafirmar com o setor evangélico que entende a importância das políticas públicas. Esquerda não é aborto, é cuidado com o ser humano em todas as áreas", completou.</p><p>Durante a entrevista, Padre João também criticou o comportamento do Congresso Nacional, que, segundo ele, atua de forma “chantagista” com o governo federal. O deputado defendeu que Lula adote uma postura mais firme em relação ao Centrão e às indicações políticas em cargos estratégicos. “Tem que exonerar. O Congresso virou um instrumento de chantagem. O foco deles é o Senado, para ter condições de impeachment de ministros do STF. Essa é a estratégia deles", argumentou. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Padre João (PT) afirmou, em entrevista ao Café com Política, exibido nesta segunda-feira (27/10) no canal de O TEMPO no Youtube, que o partido precisa acelerar a definição de candidaturas para as eleições de 2026 em Minas Gerais. Segundo o deputado, o partido não pode ficar refém do tempo do senador Rodrigo Pacheco (PSD). Para ele, embora haja interesse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva  (PT) em uma aliança com o senador, o PT deve garantir protagonismo na disputa.</p><p>“Não podemos esperar o tempo do Pacheco. Temos que construir isso. Dá para viabilizar um plano B? Tem que ser este ano. O Pacheco tem o tempo dele, mas o nosso é outro. Se ele abraçar o projeto do presidente Lula, ele só tem a ganhar. É uma pessoa que tem capacidade e chance real de ganhar o governo de Minas. Em qualquer outro resultado, ele pode ter espaço no governo Lula, como ministro da Justiça. Mas nós temos que construir o palanque de Lula em Minas", afirmou o deputado, que garantiu que o partido tem nomes com força para liderar o processo, citando a deputada estadual Leninha (PT) e os deputados federais Rogério Correia (PT), Reginaldo Lopes (PT) e Macaé Evaristo (PT).</p><p>O parlamentar afirmou ainda que o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), ainda é uma opção para o grupo progressista e ressaltou que o rompimento entre Kalil e o PSD não deve ser interpretado como uma rejeição ao PT. "Não vejo resistência ao Kalil. Às vezes, ele (Kalil) fala alguma coisa, porque não manda recado, o que ele quer falar, ele fala. Mas na política a gente reconsidera (...) acho que ele foi abandonado pela liderança do PSD, e não pelo PT. Não vejo as portas fechadas, há possibilidade de diálogo e entendimento”, avaliou. </p><p>Durante a entrevista, Padre João criticou ainda o governo de Romeu Zema (Novo) e cobrou o cancelamento de licenças ambientais concedidas a mineradoras envolvidas em escândalos e investigações. Segundo ele, há “corrupção ambiental” e omissão do Estado. O deputado também defendeu que a Secretaria de Meio Ambiente de Minas passe por uma ampla reformulação." Foi ação criminosa. Tinha que cancelar todas (as licenças). O grupo criminoso que está no poder público torna suspeitas todas as outras licenças. A política não é espaço de negócio. Não podemos permitir uma operação abafa", pontou. “É um absurdo. Muitos sabiam do processo, que vem de longa data. O governo de Minas está numa superproteção de uma atividade predatória. Esperamos mais mudanças e que as pessoas comprometidas com a corrupção sejam presas, sejam punidas", criticou o parlamentar. </p><p>Em âmbito nacional, Padre João defendeu que a próxima indicação do presidente Lula ao Supremo Tribunal Federal (STF) seja de uma mulher. O deputado também comentou a possível indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo. Ele avaliou que a escolha seria um gesto político de aproximação com os evangélicos. “Eu acredito que o presidente Lula aproximou muito as minorias na reestruturação dos ministérios. Em relação ao STF, o Jorge Messias tem competência, lealdade, dedicação e acena para o mundo evangélico. Mas eu acredito que o próximo nome tem que ser de uma mulher, eu não tenho dúvida. E que tenha também o mesmo nível de lealdade e de cumplicidade com a nossa democracia e a soberania do país", analisou o deputado, que admitiu que a esquerda precisa conversar mais com os setores religiosos.</p><p>“A Igreja Católica ajudou muito na fundação do PT, e esse diálogo permanece nesse campo mais da esquerda da Igreja. No mundo evangélico, o partido se distanciou. A direita ocupou melhor esse espaço com uma pauta moralista e hipócrita. Nós temos que reafirmar com o setor evangélico que entende a importância das políticas públicas. Esquerda não é aborto, é cuidado com o ser humano em todas as áreas", completou.</p><p>Durante a entrevista, Padre João também criticou o comportamento do Congresso Nacional, que, segundo ele, atua de forma “chantagista” com o governo federal. O deputado defendeu que Lula adote uma postura mais firme em relação ao Centrão e às indicações políticas em cargos estratégicos. “Tem que exonerar. O Congresso virou um instrumento de chantagem. O foco deles é o Senado, para ter condições de impeachment de ministros do STF. Essa é a estratégia deles", argumentou. </p>]]>
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      <pubDate>Sat, 25 Oct 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Padre João (PT) afirmou, em entrevista ao Café com Política, exibido nesta segunda-feira (27/10) no canal de O TEMPO no Youtube, que o partido precisa acelerar a definição de candidaturas para as eleições de 2026 em Minas Gerais. Segundo o deputado, o partido não pode ficar refém do tempo do senador Rodrigo Pacheco (PSD). Para ele, embora haja interesse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva  (PT) em uma aliança com o senador, o PT deve garantir protagonismo na disputa.</p><p>“Não podemos esperar o tempo do Pacheco. Temos que construir isso. Dá para viabilizar um plano B? Tem que ser este ano. O Pacheco tem o tempo dele, mas o nosso é outro. Se ele abraçar o projeto do presidente Lula, ele só tem a ganhar. É uma pessoa que tem capacidade e chance real de ganhar o governo de Minas. Em qualquer outro resultado, ele pode ter espaço no governo Lula, como ministro da Justiça. Mas nós temos que construir o palanque de Lula em Minas", afirmou o deputado, que garantiu que o partido tem nomes com força para liderar o processo, citando a deputada estadual Leninha (PT) e os deputados federais Rogério Correia (PT), Reginaldo Lopes (PT) e Macaé Evaristo (PT).</p><p>O parlamentar afirmou ainda que o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), ainda é uma opção para o grupo progressista e ressaltou que o rompimento entre Kalil e o PSD não deve ser interpretado como uma rejeição ao PT. "Não vejo resistência ao Kalil. Às vezes, ele (Kalil) fala alguma coisa, porque não manda recado, o que ele quer falar, ele fala. Mas na política a gente reconsidera (...) acho que ele foi abandonado pela liderança do PSD, e não pelo PT. Não vejo as portas fechadas, há possibilidade de diálogo e entendimento”, avaliou. </p><p>Durante a entrevista, Padre João criticou ainda o governo de Romeu Zema (Novo) e cobrou o cancelamento de licenças ambientais concedidas a mineradoras envolvidas em escândalos e investigações. Segundo ele, há “corrupção ambiental” e omissão do Estado. O deputado também defendeu que a Secretaria de Meio Ambiente de Minas passe por uma ampla reformulação." Foi ação criminosa. Tinha que cancelar todas (as licenças). O grupo criminoso que está no poder público torna suspeitas todas as outras licenças. A política não é espaço de negócio. Não podemos permitir uma operação abafa", pontou. “É um absurdo. Muitos sabiam do processo, que vem de longa data. O governo de Minas está numa superproteção de uma atividade predatória. Esperamos mais mudanças e que as pessoas comprometidas com a corrupção sejam presas, sejam punidas", criticou o parlamentar. </p><p>Em âmbito nacional, Padre João defendeu que a próxima indicação do presidente Lula ao Supremo Tribunal Federal (STF) seja de uma mulher. O deputado também comentou a possível indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo. Ele avaliou que a escolha seria um gesto político de aproximação com os evangélicos. “Eu acredito que o presidente Lula aproximou muito as minorias na reestruturação dos ministérios. Em relação ao STF, o Jorge Messias tem competência, lealdade, dedicação e acena para o mundo evangélico. Mas eu acredito que o próximo nome tem que ser de uma mulher, eu não tenho dúvida. E que tenha também o mesmo nível de lealdade e de cumplicidade com a nossa democracia e a soberania do país", analisou o deputado, que admitiu que a esquerda precisa conversar mais com os setores religiosos.</p><p>“A Igreja Católica ajudou muito na fundação do PT, e esse diálogo permanece nesse campo mais da esquerda da Igreja. No mundo evangélico, o partido se distanciou. A direita ocupou melhor esse espaço com uma pauta moralista e hipócrita. Nós temos que reafirmar com o setor evangélico que entende a importância das políticas públicas. Esquerda não é aborto, é cuidado com o ser humano em todas as áreas", completou.</p><p>Durante a entrevista, Padre João também criticou o comportamento do Congresso Nacional, que, segundo ele, atua de forma “chantagista” com o governo federal. O deputado defendeu que Lula adote uma postura mais firme em relação ao Centrão e às indicações políticas em cargos estratégicos. “Tem que exonerar. O Congresso virou um instrumento de chantagem. O foco deles é o Senado, para ter condições de impeachment de ministros do STF. Essa é a estratégia deles", argumentou. </p>]]>
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      <title>Rodrigo Lopes | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Rodrigo Lopes (União) afirmou, em entrevista ao Café com Política exibido nesta sexta-feira (24/10) no canal de O TEMPO no Youtube, que uma eventual indicação do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ao Supremo Tribunal Federal (STF) seria “um gesto de reconhecimento e gratidão” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O parlamentar avaliou que a escolha de Pacheco seria bem recebida por diversos setores políticos. </p><p>“Olhando pela trajetória, eu acredito que por merecimento a indicação ao STF seria um reconhecimento por tudo que ele fez, se viabilizou e se indispôs. (Pacheco) entrou numa linha de conflito com a extrema direita para garantir Orçamento assim que o presidente Lula foi eleito. Eu acredito que por gratidão, e sabendo que é um desejo profissional do senador, eu acredito que esse seja o caminho e eu acredito que ele será o indicado", analisou</p><p>Para o deputado, caso o senador não seja nomeado ao STF, pode haver dúvidas sobre sua disposição em concorrer ao governo de Minas em 2026.  “Estando no lugar do Lula, eu também gostaria de ter o Rodrigo candidato ao governo do estado, até para fortalecer esse palanque. No entanto, a pergunta é: se o senador Rodrigo Pacheco não for ao Supremo, ele terá disposição de disputar o governo de Minas? Não conversei com ele sobre isso, mas é uma questão que talvez possa ficar um cisma. Por questão de gratidão, deveria ser ele (Pacheco) o nome escolhido, como eu acredito que será, até pela articulação que está sendo feita pelo senador Davi Alcolumbre, presidente hoje do Congresso Nacional. O governo Lula precisa encontrar os caminhos”, afirmou o deputado, que também mencionou o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), como um nome viável para disputar o governo de Minas pela centro-esquerda. </p><p>“A Gleisi esteve (com ele). A política vai e volta. Se a gente for avaliar em termos de perfil, se efetivamente o Cleitinho vier candidato ao governo, talvez o perfil Kalil seja o ideal para enfrentá-lo, Kalil poderia ficar bem posicionado nessa situação, porque já foi prefeito de Belo Horizonte, já teve uma experiência no Executivo. O governo (Lula) com certeza vai construir uma alternativa de centro-esquerda para poder representá-lo", avaliou o deputado, que é da base de Zema na ALMG. Apesar da relação com o Palácio Tiradentes, o parlamentar, que também é aliado de Pacheco, garantiu ser independente. </p><p>“Eu tenho um posicionamento pessoal hoje de apoio ao senador Rodrigo Pacheco. É uma relação de amizade. Nesse momento eu, pessoalmente, tenho um compromisso com o senador Rodrigo Pacheco, que, inclusive, o professor Mateus tem conhecimento. Isso não interfere na minha atuação enquanto base, mas eu sou muito claro nos meus posicionamentos. Eu tenho um compromisso pessoal com o senador Rodrigo Pacheco, caso ele venha a ser candidato ao governo do estado. Eu tenho algumas posições pessoais que eu não negocio", pontuou o deputado disse ainda que, caso Pacheco não concorra ao governo, tende a apoiar o vice-governador Mateus Simões (Novo).</p><p>“Nesse caso, a minha tendência é caminhar com o Mateus. É óbvio que a gente tem que sentar. Mas eu tenho uma simpatia pela condição técnica dele. Então, é um nome que teria a minha simpatia, sim, para estar caminhando na eventualidade do Rodrigo não vir candidato ao governo”, completou. </p><p>Relator de uma série de projetos relacionados ao Propag, o deputado defendeu a federalização do Hospital Regional de Divinópolis e do Hospital Risoleta Neves, em Belo Horizonte. Segundo ele, a medida pode garantir mais recursos e melhorar o atendimento à população.  “Eu acredito que vai ser um ganho para a população em termos de melhorar ainda mais a estruturação do Hospital Risoleta Neves, que tem uma importância principalmente para a região metropolitana, o vetor norte", argumentou. </p><p>Sobre o Hospital Regional de Divinópolis, Lopes reforçou: “Se o hospital for de fato federalizado, for ser gerido por uma universidade federal, é a mesma visão que eu tenho do Risoleta Neves. Eu acredito que possa aperfeiçoar o atendimento, viabilizar ter de fato uma ação que possa estar trazendo benefício para a população", analisou. </p><p>Durante a entrevista, o deputado também falou sobre a inclusão do prédio da Emater na lista de imóveis que podem ser repassados à iniciativa privada por meio do programa Propag. "É um prédio muito simbólico, mas há hoje uma simpatia por parte do Tribunal de Justiça por ter aquela possibilidade de adquirir esse imóvel. O imóvel tem um valor relevante, mas, agora, é uma decisão de governo que tem que ser tratada, respeitando com certeza a história de cada órgão, a história de cada instituição. Mas que acima de tudo tem uma decisão de governo a ser tratada, que é a dívida do Estado, que é uma responsabilidade de todos nós e que a gente precisa construir os caminhos para isso". </p><p>O parlamentar avaliou ainda que a  Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que retira a obrigatoriedade de consulta popular para a privatização da Copasa será um dos principais testes políticos para a base de apoio de Zema na Assembleia.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Rodrigo Lopes (União) afirmou, em entrevista ao Café com Política exibido nesta sexta-feira (24/10) no canal de O TEMPO no Youtube, que uma eventual indicação do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ao Supremo Tribunal Federal (STF) seria “um gesto de reconhecimento e gratidão” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O parlamentar avaliou que a escolha de Pacheco seria bem recebida por diversos setores políticos. </p><p>“Olhando pela trajetória, eu acredito que por merecimento a indicação ao STF seria um reconhecimento por tudo que ele fez, se viabilizou e se indispôs. (Pacheco) entrou numa linha de conflito com a extrema direita para garantir Orçamento assim que o presidente Lula foi eleito. Eu acredito que por gratidão, e sabendo que é um desejo profissional do senador, eu acredito que esse seja o caminho e eu acredito que ele será o indicado", analisou</p><p>Para o deputado, caso o senador não seja nomeado ao STF, pode haver dúvidas sobre sua disposição em concorrer ao governo de Minas em 2026.  “Estando no lugar do Lula, eu também gostaria de ter o Rodrigo candidato ao governo do estado, até para fortalecer esse palanque. No entanto, a pergunta é: se o senador Rodrigo Pacheco não for ao Supremo, ele terá disposição de disputar o governo de Minas? Não conversei com ele sobre isso, mas é uma questão que talvez possa ficar um cisma. Por questão de gratidão, deveria ser ele (Pacheco) o nome escolhido, como eu acredito que será, até pela articulação que está sendo feita pelo senador Davi Alcolumbre, presidente hoje do Congresso Nacional. O governo Lula precisa encontrar os caminhos”, afirmou o deputado, que também mencionou o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), como um nome viável para disputar o governo de Minas pela centro-esquerda. </p><p>“A Gleisi esteve (com ele). A política vai e volta. Se a gente for avaliar em termos de perfil, se efetivamente o Cleitinho vier candidato ao governo, talvez o perfil Kalil seja o ideal para enfrentá-lo, Kalil poderia ficar bem posicionado nessa situação, porque já foi prefeito de Belo Horizonte, já teve uma experiência no Executivo. O governo (Lula) com certeza vai construir uma alternativa de centro-esquerda para poder representá-lo", avaliou o deputado, que é da base de Zema na ALMG. Apesar da relação com o Palácio Tiradentes, o parlamentar, que também é aliado de Pacheco, garantiu ser independente. </p><p>“Eu tenho um posicionamento pessoal hoje de apoio ao senador Rodrigo Pacheco. É uma relação de amizade. Nesse momento eu, pessoalmente, tenho um compromisso com o senador Rodrigo Pacheco, que, inclusive, o professor Mateus tem conhecimento. Isso não interfere na minha atuação enquanto base, mas eu sou muito claro nos meus posicionamentos. Eu tenho um compromisso pessoal com o senador Rodrigo Pacheco, caso ele venha a ser candidato ao governo do estado. Eu tenho algumas posições pessoais que eu não negocio", pontuou o deputado disse ainda que, caso Pacheco não concorra ao governo, tende a apoiar o vice-governador Mateus Simões (Novo).</p><p>“Nesse caso, a minha tendência é caminhar com o Mateus. É óbvio que a gente tem que sentar. Mas eu tenho uma simpatia pela condição técnica dele. Então, é um nome que teria a minha simpatia, sim, para estar caminhando na eventualidade do Rodrigo não vir candidato ao governo”, completou. </p><p>Relator de uma série de projetos relacionados ao Propag, o deputado defendeu a federalização do Hospital Regional de Divinópolis e do Hospital Risoleta Neves, em Belo Horizonte. Segundo ele, a medida pode garantir mais recursos e melhorar o atendimento à população.  “Eu acredito que vai ser um ganho para a população em termos de melhorar ainda mais a estruturação do Hospital Risoleta Neves, que tem uma importância principalmente para a região metropolitana, o vetor norte", argumentou. </p><p>Sobre o Hospital Regional de Divinópolis, Lopes reforçou: “Se o hospital for de fato federalizado, for ser gerido por uma universidade federal, é a mesma visão que eu tenho do Risoleta Neves. Eu acredito que possa aperfeiçoar o atendimento, viabilizar ter de fato uma ação que possa estar trazendo benefício para a população", analisou. </p><p>Durante a entrevista, o deputado também falou sobre a inclusão do prédio da Emater na lista de imóveis que podem ser repassados à iniciativa privada por meio do programa Propag. "É um prédio muito simbólico, mas há hoje uma simpatia por parte do Tribunal de Justiça por ter aquela possibilidade de adquirir esse imóvel. O imóvel tem um valor relevante, mas, agora, é uma decisão de governo que tem que ser tratada, respeitando com certeza a história de cada órgão, a história de cada instituição. Mas que acima de tudo tem uma decisão de governo a ser tratada, que é a dívida do Estado, que é uma responsabilidade de todos nós e que a gente precisa construir os caminhos para isso". </p><p>O parlamentar avaliou ainda que a  Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que retira a obrigatoriedade de consulta popular para a privatização da Copasa será um dos principais testes políticos para a base de apoio de Zema na Assembleia.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 24 Oct 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Eu acredito que por gratidão, e sabendo que é um desejo profissional do senador, eu acredito que esse seja o caminho e eu acredito que ele será o indicado", analisou</p><p>Para o deputado, caso o senador não seja nomeado ao STF, pode haver dúvidas sobre sua disposição em concorrer ao governo de Minas em 2026.  “Estando no lugar do Lula, eu também gostaria de ter o Rodrigo candidato ao governo do estado, até para fortalecer esse palanque. No entanto, a pergunta é: se o senador Rodrigo Pacheco não for ao Supremo, ele terá disposição de disputar o governo de Minas? Não conversei com ele sobre isso, mas é uma questão que talvez possa ficar um cisma. Por questão de gratidão, deveria ser ele (Pacheco) o nome escolhido, como eu acredito que será, até pela articulação que está sendo feita pelo senador Davi Alcolumbre, presidente hoje do Congresso Nacional. O governo Lula precisa encontrar os caminhos”, afirmou o deputado, que também mencionou o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PDT), como um nome viável para disputar o governo de Minas pela centro-esquerda. </p><p>“A Gleisi esteve (com ele). A política vai e volta. Se a gente for avaliar em termos de perfil, se efetivamente o Cleitinho vier candidato ao governo, talvez o perfil Kalil seja o ideal para enfrentá-lo, Kalil poderia ficar bem posicionado nessa situação, porque já foi prefeito de Belo Horizonte, já teve uma experiência no Executivo. O governo (Lula) com certeza vai construir uma alternativa de centro-esquerda para poder representá-lo", avaliou o deputado, que é da base de Zema na ALMG. Apesar da relação com o Palácio Tiradentes, o parlamentar, que também é aliado de Pacheco, garantiu ser independente. </p><p>“Eu tenho um posicionamento pessoal hoje de apoio ao senador Rodrigo Pacheco. É uma relação de amizade. Nesse momento eu, pessoalmente, tenho um compromisso com o senador Rodrigo Pacheco, que, inclusive, o professor Mateus tem conhecimento. Isso não interfere na minha atuação enquanto base, mas eu sou muito claro nos meus posicionamentos. Eu tenho um compromisso pessoal com o senador Rodrigo Pacheco, caso ele venha a ser candidato ao governo do estado. Eu tenho algumas posições pessoais que eu não negocio", pontuou o deputado disse ainda que, caso Pacheco não concorra ao governo, tende a apoiar o vice-governador Mateus Simões (Novo).</p><p>“Nesse caso, a minha tendência é caminhar com o Mateus. É óbvio que a gente tem que sentar. Mas eu tenho uma simpatia pela condição técnica dele. Então, é um nome que teria a minha simpatia, sim, para estar caminhando na eventualidade do Rodrigo não vir candidato ao governo”, completou. </p><p>Relator de uma série de projetos relacionados ao Propag, o deputado defendeu a federalização do Hospital Regional de Divinópolis e do Hospital Risoleta Neves, em Belo Horizonte. Segundo ele, a medida pode garantir mais recursos e melhorar o atendimento à população.  “Eu acredito que vai ser um ganho para a população em termos de melhorar ainda mais a estruturação do Hospital Risoleta Neves, que tem uma importância principalmente para a região metropolitana, o vetor norte", argumentou. </p><p>Sobre o Hospital Regional de Divinópolis, Lopes reforçou: “Se o hospital for de fato federalizado, for ser gerido por uma universidade federal, é a mesma visão que eu tenho do Risoleta Neves. Eu acredito que possa aperfeiçoar o atendimento, viabilizar ter de fato uma ação que possa estar trazendo benefício para a população", analisou. </p><p>Durante a entrevista, o deputado também falou sobre a inclusão do prédio da Emater na lista de imóveis que podem ser repassados à iniciativa privada por meio do programa Propag. "É um prédio muito simbólico, mas há hoje uma simpatia por parte do Tribunal de Justiça por ter aquela possibilidade de adquirir esse imóvel. O imóvel tem um valor relevante, mas, agora, é uma decisão de governo que tem que ser tratada, respeitando com certeza a história de cada órgão, a história de cada instituição. Mas que acima de tudo tem uma decisão de governo a ser tratada, que é a dívida do Estado, que é uma responsabilidade de todos nós e que a gente precisa construir os caminhos para isso". </p><p>O parlamentar avaliou ainda que a  Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que retira a obrigatoriedade de consulta popular para a privatização da Copasa será um dos principais testes políticos para a base de apoio de Zema na Assembleia.</p>]]>
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      <title>Flávia Borja | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A vereadora de Belo Horizonte Flávia Borja (DC) afirmou que pretende recorrer da decisão judicial que suspendeu a lei de sua autoria que permitia o uso da Bíblia como material de apoio nas escolas municipais. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quinta-feira (23/10) no canal O TEMPO, a parlamentar defendeu a proposta e negou que ela fira o princípio do Estado laico.</p><p>Segundo a vereadora, o texto aprovado não tem caráter religioso, mas educacional. “O Estado laico não é um Estado ateu, nem um Estado isento. É um Estado que não interfere, que não coloca uma religião como oficial, mas também não impede que as diversas religiões sejam trabalhadas dentro da escola”, acrescentou a parlamentar, que classificou a decisão como “triste”. “Foi uma triste ação de um partido político que não ganha na Câmara, que é o PSOL, e aí judicializaram essa lei. Estamos recorrendo e colocando a questão de que, se outras religiões podem estar dentro da escola como material didático, por que não a Bíblia como material de consulta, e não religioso?”, completou.</p><p>Durante a entrevista, a vereadora falou também sobre as recentes indicações de nomes ligados ao PSOL para cargos na Fundação Municipal de Cultura. Flávia Borja disse acompanhar de perto as nomeações e afirmou que seu principal foco é garantir que a atuação dos servidores seja técnica e imparcial. “Eu vejo que algumas secretarias são tradicionalmente mais ocupadas pelo pessoal da esquerda. Talvez por isso que a gente tem tanto problema com a cultura, tanto enfrentamento”, avaliou. “A gente fica na investigação se esses cargos estão sendo ocupados de forma técnica, porque a pessoa tem capacidade para estar lá e vai gerir de forma neutra. Caso contrário, a gente vai intervir, pedir informações e até, muitas vezes, pedir para que haja uma mudança”, afirmou.</p><p>Questionada sobre a inauguração dos passeios de barco na Lagoa da Pampulha, a vereadora avaliou que o evento teve mais caráter simbólico e promocional do que prático. “Eu acho que o prefeito quis mostrar que atualmente pode-se velejar na lagoa. Foi esse o objetivo daquele passeio", pontuou a vereadora que ponderou que o momento da inauguração pode não ter sido o mais apropriado. “Eu acho que o prefeito não faria nada irresponsável a ponto de colocar alguém em risco. Se ele fez, é porque pode se fazer. Mas talvez, em questão de timing, sim. Talvez pudesse esperar. Surtiu um efeito até um pouco engraçado a respeito daquilo que foi colocado lá”, avaliou.</p><p>Flávia Borja também comentou a viagem do prefeito Álvaro Damião (União) à China, onde ele se encontrou com a ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Segundo a parlamentar, o diálogo com lideranças de diferentes espectros políticos não é um problema. “Acho que o prefeito não pode ter um lado político que vá impedir de vir algo bom para Belo Horizonte. Dependendo daquilo que ele possa buscar, eu acho que ele está no papel dele: buscar recursos, buscar meios de trazer tecnologia para a cidade”, disse.</p><p>A vereadora destacou que Damião tem adotado uma postura “neutra” e “respeitosa” em relação à Câmara e às pautas ideológicas. “O prefeito era membro da Frente Parlamentar Cristã da Câmara, mas acho que quando passou para o Executivo, tomou uma postura de não interferir, de estar mais neutro nesses processos, o que ele faz muito bem”, analisou.</p><p>Ao ser questionada sobre as eleições de 2026, Flávia Borja confirmou que é pré-candidata a deputada estadual e não descartou uma eventual mudança de legenda. Atualmente filiada ao Democracia Cristã (DC), a vereadora afirmou que ainda avalia se a sigla dará condições para uma nova disputa. “Eu vou sair como candidata a deputada estadual. Se (o partido) me der condição, poderei ficar lá tranquilamente. Essa é uma conversa mais para o início do ano que vem mesmo”, explicou.</p><p>Apesar de rumores sobre uma possível filiação ao PL, Flávia negou qualquer negociação concreta. “A conversa é apenas com os colegas. Mas não existe ainda nenhuma conversa. Estou aberta. Tenho ótima relação com o PL, é um partido que admiro muito. Não fui (antes) por uma conjuntura, eles já tinham feito alguns acordos de quais parlamentares poderiam sair por lá. Entendi perfeitamente e saí pelo DC muito satisfeita”, destacou.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A vereadora de Belo Horizonte Flávia Borja (DC) afirmou que pretende recorrer da decisão judicial que suspendeu a lei de sua autoria que permitia o uso da Bíblia como material de apoio nas escolas municipais. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quinta-feira (23/10) no canal O TEMPO, a parlamentar defendeu a proposta e negou que ela fira o princípio do Estado laico.</p><p>Segundo a vereadora, o texto aprovado não tem caráter religioso, mas educacional. “O Estado laico não é um Estado ateu, nem um Estado isento. É um Estado que não interfere, que não coloca uma religião como oficial, mas também não impede que as diversas religiões sejam trabalhadas dentro da escola”, acrescentou a parlamentar, que classificou a decisão como “triste”. “Foi uma triste ação de um partido político que não ganha na Câmara, que é o PSOL, e aí judicializaram essa lei. Estamos recorrendo e colocando a questão de que, se outras religiões podem estar dentro da escola como material didático, por que não a Bíblia como material de consulta, e não religioso?”, completou.</p><p>Durante a entrevista, a vereadora falou também sobre as recentes indicações de nomes ligados ao PSOL para cargos na Fundação Municipal de Cultura. Flávia Borja disse acompanhar de perto as nomeações e afirmou que seu principal foco é garantir que a atuação dos servidores seja técnica e imparcial. “Eu vejo que algumas secretarias são tradicionalmente mais ocupadas pelo pessoal da esquerda. Talvez por isso que a gente tem tanto problema com a cultura, tanto enfrentamento”, avaliou. “A gente fica na investigação se esses cargos estão sendo ocupados de forma técnica, porque a pessoa tem capacidade para estar lá e vai gerir de forma neutra. Caso contrário, a gente vai intervir, pedir informações e até, muitas vezes, pedir para que haja uma mudança”, afirmou.</p><p>Questionada sobre a inauguração dos passeios de barco na Lagoa da Pampulha, a vereadora avaliou que o evento teve mais caráter simbólico e promocional do que prático. “Eu acho que o prefeito quis mostrar que atualmente pode-se velejar na lagoa. Foi esse o objetivo daquele passeio", pontuou a vereadora que ponderou que o momento da inauguração pode não ter sido o mais apropriado. “Eu acho que o prefeito não faria nada irresponsável a ponto de colocar alguém em risco. Se ele fez, é porque pode se fazer. Mas talvez, em questão de timing, sim. Talvez pudesse esperar. Surtiu um efeito até um pouco engraçado a respeito daquilo que foi colocado lá”, avaliou.</p><p>Flávia Borja também comentou a viagem do prefeito Álvaro Damião (União) à China, onde ele se encontrou com a ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Segundo a parlamentar, o diálogo com lideranças de diferentes espectros políticos não é um problema. “Acho que o prefeito não pode ter um lado político que vá impedir de vir algo bom para Belo Horizonte. Dependendo daquilo que ele possa buscar, eu acho que ele está no papel dele: buscar recursos, buscar meios de trazer tecnologia para a cidade”, disse.</p><p>A vereadora destacou que Damião tem adotado uma postura “neutra” e “respeitosa” em relação à Câmara e às pautas ideológicas. “O prefeito era membro da Frente Parlamentar Cristã da Câmara, mas acho que quando passou para o Executivo, tomou uma postura de não interferir, de estar mais neutro nesses processos, o que ele faz muito bem”, analisou.</p><p>Ao ser questionada sobre as eleições de 2026, Flávia Borja confirmou que é pré-candidata a deputada estadual e não descartou uma eventual mudança de legenda. Atualmente filiada ao Democracia Cristã (DC), a vereadora afirmou que ainda avalia se a sigla dará condições para uma nova disputa. “Eu vou sair como candidata a deputada estadual. Se (o partido) me der condição, poderei ficar lá tranquilamente. Essa é uma conversa mais para o início do ano que vem mesmo”, explicou.</p><p>Apesar de rumores sobre uma possível filiação ao PL, Flávia negou qualquer negociação concreta. “A conversa é apenas com os colegas. Mas não existe ainda nenhuma conversa. Estou aberta. Tenho ótima relação com o PL, é um partido que admiro muito. Não fui (antes) por uma conjuntura, eles já tinham feito alguns acordos de quais parlamentares poderiam sair por lá. Entendi perfeitamente e saí pelo DC muito satisfeita”, destacou.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 23 Oct 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A vereadora de Belo Horizonte Flávia Borja (DC) afirmou que pretende recorrer da decisão judicial que suspendeu a lei de sua autoria que permitia o uso da Bíblia como material de apoio nas escolas municipais. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quinta-feira (23/10) no canal O TEMPO, a parlamentar defendeu a proposta e negou que ela fira o princípio do Estado laico.</p><p>Segundo a vereadora, o texto aprovado não tem caráter religioso, mas educacional. “O Estado laico não é um Estado ateu, nem um Estado isento. É um Estado que não interfere, que não coloca uma religião como oficial, mas também não impede que as diversas religiões sejam trabalhadas dentro da escola”, acrescentou a parlamentar, que classificou a decisão como “triste”. “Foi uma triste ação de um partido político que não ganha na Câmara, que é o PSOL, e aí judicializaram essa lei. Estamos recorrendo e colocando a questão de que, se outras religiões podem estar dentro da escola como material didático, por que não a Bíblia como material de consulta, e não religioso?”, completou.</p><p>Durante a entrevista, a vereadora falou também sobre as recentes indicações de nomes ligados ao PSOL para cargos na Fundação Municipal de Cultura. Flávia Borja disse acompanhar de perto as nomeações e afirmou que seu principal foco é garantir que a atuação dos servidores seja técnica e imparcial. “Eu vejo que algumas secretarias são tradicionalmente mais ocupadas pelo pessoal da esquerda. Talvez por isso que a gente tem tanto problema com a cultura, tanto enfrentamento”, avaliou. “A gente fica na investigação se esses cargos estão sendo ocupados de forma técnica, porque a pessoa tem capacidade para estar lá e vai gerir de forma neutra. Caso contrário, a gente vai intervir, pedir informações e até, muitas vezes, pedir para que haja uma mudança”, afirmou.</p><p>Questionada sobre a inauguração dos passeios de barco na Lagoa da Pampulha, a vereadora avaliou que o evento teve mais caráter simbólico e promocional do que prático. “Eu acho que o prefeito quis mostrar que atualmente pode-se velejar na lagoa. Foi esse o objetivo daquele passeio", pontuou a vereadora que ponderou que o momento da inauguração pode não ter sido o mais apropriado. “Eu acho que o prefeito não faria nada irresponsável a ponto de colocar alguém em risco. Se ele fez, é porque pode se fazer. Mas talvez, em questão de timing, sim. Talvez pudesse esperar. Surtiu um efeito até um pouco engraçado a respeito daquilo que foi colocado lá”, avaliou.</p><p>Flávia Borja também comentou a viagem do prefeito Álvaro Damião (União) à China, onde ele se encontrou com a ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Segundo a parlamentar, o diálogo com lideranças de diferentes espectros políticos não é um problema. “Acho que o prefeito não pode ter um lado político que vá impedir de vir algo bom para Belo Horizonte. Dependendo daquilo que ele possa buscar, eu acho que ele está no papel dele: buscar recursos, buscar meios de trazer tecnologia para a cidade”, disse.</p><p>A vereadora destacou que Damião tem adotado uma postura “neutra” e “respeitosa” em relação à Câmara e às pautas ideológicas. “O prefeito era membro da Frente Parlamentar Cristã da Câmara, mas acho que quando passou para o Executivo, tomou uma postura de não interferir, de estar mais neutro nesses processos, o que ele faz muito bem”, analisou.</p><p>Ao ser questionada sobre as eleições de 2026, Flávia Borja confirmou que é pré-candidata a deputada estadual e não descartou uma eventual mudança de legenda. Atualmente filiada ao Democracia Cristã (DC), a vereadora afirmou que ainda avalia se a sigla dará condições para uma nova disputa. “Eu vou sair como candidata a deputada estadual. Se (o partido) me der condição, poderei ficar lá tranquilamente. Essa é uma conversa mais para o início do ano que vem mesmo”, explicou.</p><p>Apesar de rumores sobre uma possível filiação ao PL, Flávia negou qualquer negociação concreta. “A conversa é apenas com os colegas. Mas não existe ainda nenhuma conversa. Estou aberta. Tenho ótima relação com o PL, é um partido que admiro muito. Não fui (antes) por uma conjuntura, eles já tinham feito alguns acordos de quais parlamentares poderiam sair por lá. Entendi perfeitamente e saí pelo DC muito satisfeita”, destacou.</p>]]>
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      <title>Ricardo Campos | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Ricardo Campos (PT) afirmou, em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quarta-feira (22/10), que a relação entre o governo de Minas e a Assembleia Legislativa tem sido marcada por distanciamento e falta de diálogo. Segundo ele, o contato com o secretário de Governo, Marcelo Aro, é “frio” e limitado, em razão de interesses eleitorais voltados para 2026. “É uma relação fria, institucional. Acredito que, com a entrada do novo secretário, ele tem tocado para si as demandas de governo, talvez, pensando no arcabouço político do ano que vem, o que tem prejudicado muito o estado e, mais ainda, essa relação com a Assembleia”, avaliou. </p><p>Campos afirmou ainda que o Executivo mineiro vem tratando a interlocução política como ferramenta eleitoral e não como instrumento de gestão. “Os secretários anteriores tinham um trato muito direto com a Assembleia e muito respeitoso, mas não tinham um cumprimento efetivo por parte do governo. O atual secretário, a quem respeito muito e entendo o que ele tem se posicionado, tem feito o contrário: tem tido uma relação mais fria com a Assembleia, mais cordial, e não tem dado o tratamento dos encaminhamentos combinados", criticou. </p><p>Presidente da Comissão de Participação Popular da ALMG, Ricardo Campos denunciou que o Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG),  teve execução mínima pelo Executivo estadual. "Nós temos um histórico de que, nos dois primeiros anos desta legislatura, o estado conseguiu cumprir com 99% da efetividade dos programas e ações propostos pela sociedade no todo. Mas, infelizmente, neste ano, em função, sabe-se lá, de qual priorização que o governo tem dado por parte da Secretaria de Estado de Governo, nós não executamos nem 5% do orçamento proposto para o PPA", afirmou. </p><p>Durante a entrevista, o deputado criticou a proposta do governo de retirar o plebiscito sobre a privatização da Copasa. Ele defendeu que a população tem direito constitucional de decidir sobre o destino de empresas públicas. “O plebiscito para a venda de eventual estatal é uma questão constitucional. Não tem que ser colocada em jogo em função de uma relação de negociação de dívida. É uma vontade que o governo tem, independente de uma adesão ao Propag. E aí, com certeza, principalmente eu tenho colocado muito: fere o regimento interno da Assembleia, a própria casa aprovar a não garantia do cidadão mineiro de poder dar o aval se eventual empresa continua ou não como estatal mineira, como estatal do estado.”, pontuou o parlamentar. </p><p>Questionado sobre a dívida de Minas Gerais com a União, Campos destacou que a prorrogação de prazos concedida pelo Governo Federal no âmbito do Programa de Pleno Acordo Federativo (Propag) oferece ao estado a chance de renegociar o passivo sem precisar vender empresas públicas. “O Governo Lula prorrogando esses prazos deu a condição que Minas Gerais possa aderir ao Propag, garantindo a redução de imediato de 20% do valor da dívida.. A prorrogação de prazo também permite a ampliação dos estudos por parte do BNDES, e ampliação também do debate na Assembleia com a sociedade mineira. Já está provado: 90% da população mineira não quer privatizar as nossas estatais, o nosso patrimônio", afirmou. </p><p>Sobre as eleições de 2026, o petista afirmou que o PT vai definir até novembro o cronograma de decisões estratégicas para as eleições do próximo ano em Minas Gerais. Segundo ele, a prioridade máxima da sigla é garantir a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas o partido também busca construir uma aliança sólida no estado. “A intenção é que nós possamos até o mês de novembro ter o desenho do palanque do presidente Lula definido em Minas Gerais", declarou.</p><p>O parlamentar comentou também as especulações sobre uma possível ida do senador Rodrigo Pacheco (PSD), para o Supremo Tribunal Federal (STF). Para Campos, o PT trabalha com todos os cenários. “O plano A e o plano B do PT é garantir a reeleição do presidente Lula. O senador Rodrigo Pacheco tem se mostrado um grande estadista, uma grande liderança política, ele é preferencialmente o nosso nome para o governo de Minas Gerais.  O presidente Lula tem a certeza de que, caso tenha uma outra opção para o senador Rodrigo Pacheco, como essa questão do STF, o PT não deixará o presidente Lula sem palanque em Minas Gerais". </p><p>O deputado disse que o partido trabalha ainda para ocupar espaços estratégicos na chapa majoritária de 2026. "“A intenção do partido, e eu falo em função de que nós iremos reunir em breve para definir uma tática eleitoral, é com certeza participar da composição da chapa, seja com a vice, seja com o Senado, para poder garantir a eleição do Rodrigo Pacheco e do presidente Lula”, afirmou.</p><p>Campos comparou a gestão petista à atual administração estadual e disse que Zema se beneficia de conquistas obtidas durante o governo Pimentel. ““Em tese, é mal compreendido mesmo, porque não gerou estrago algum. Pelo contrário, através do governo do PT, com o presidente Lula, com a presidenta Dilma, Minas Gerais teve os maiores avanços", completou. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Ricardo Campos (PT) afirmou, em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quarta-feira (22/10), que a relação entre o governo de Minas e a Assembleia Legislativa tem sido marcada por distanciamento e falta de diálogo. Segundo ele, o contato com o secretário de Governo, Marcelo Aro, é “frio” e limitado, em razão de interesses eleitorais voltados para 2026. “É uma relação fria, institucional. Acredito que, com a entrada do novo secretário, ele tem tocado para si as demandas de governo, talvez, pensando no arcabouço político do ano que vem, o que tem prejudicado muito o estado e, mais ainda, essa relação com a Assembleia”, avaliou. </p><p>Campos afirmou ainda que o Executivo mineiro vem tratando a interlocução política como ferramenta eleitoral e não como instrumento de gestão. “Os secretários anteriores tinham um trato muito direto com a Assembleia e muito respeitoso, mas não tinham um cumprimento efetivo por parte do governo. O atual secretário, a quem respeito muito e entendo o que ele tem se posicionado, tem feito o contrário: tem tido uma relação mais fria com a Assembleia, mais cordial, e não tem dado o tratamento dos encaminhamentos combinados", criticou. </p><p>Presidente da Comissão de Participação Popular da ALMG, Ricardo Campos denunciou que o Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG),  teve execução mínima pelo Executivo estadual. "Nós temos um histórico de que, nos dois primeiros anos desta legislatura, o estado conseguiu cumprir com 99% da efetividade dos programas e ações propostos pela sociedade no todo. Mas, infelizmente, neste ano, em função, sabe-se lá, de qual priorização que o governo tem dado por parte da Secretaria de Estado de Governo, nós não executamos nem 5% do orçamento proposto para o PPA", afirmou. </p><p>Durante a entrevista, o deputado criticou a proposta do governo de retirar o plebiscito sobre a privatização da Copasa. Ele defendeu que a população tem direito constitucional de decidir sobre o destino de empresas públicas. “O plebiscito para a venda de eventual estatal é uma questão constitucional. Não tem que ser colocada em jogo em função de uma relação de negociação de dívida. É uma vontade que o governo tem, independente de uma adesão ao Propag. E aí, com certeza, principalmente eu tenho colocado muito: fere o regimento interno da Assembleia, a própria casa aprovar a não garantia do cidadão mineiro de poder dar o aval se eventual empresa continua ou não como estatal mineira, como estatal do estado.”, pontuou o parlamentar. </p><p>Questionado sobre a dívida de Minas Gerais com a União, Campos destacou que a prorrogação de prazos concedida pelo Governo Federal no âmbito do Programa de Pleno Acordo Federativo (Propag) oferece ao estado a chance de renegociar o passivo sem precisar vender empresas públicas. “O Governo Lula prorrogando esses prazos deu a condição que Minas Gerais possa aderir ao Propag, garantindo a redução de imediato de 20% do valor da dívida.. A prorrogação de prazo também permite a ampliação dos estudos por parte do BNDES, e ampliação também do debate na Assembleia com a sociedade mineira. Já está provado: 90% da população mineira não quer privatizar as nossas estatais, o nosso patrimônio", afirmou. </p><p>Sobre as eleições de 2026, o petista afirmou que o PT vai definir até novembro o cronograma de decisões estratégicas para as eleições do próximo ano em Minas Gerais. Segundo ele, a prioridade máxima da sigla é garantir a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas o partido também busca construir uma aliança sólida no estado. “A intenção é que nós possamos até o mês de novembro ter o desenho do palanque do presidente Lula definido em Minas Gerais", declarou.</p><p>O parlamentar comentou também as especulações sobre uma possível ida do senador Rodrigo Pacheco (PSD), para o Supremo Tribunal Federal (STF). Para Campos, o PT trabalha com todos os cenários. “O plano A e o plano B do PT é garantir a reeleição do presidente Lula. O senador Rodrigo Pacheco tem se mostrado um grande estadista, uma grande liderança política, ele é preferencialmente o nosso nome para o governo de Minas Gerais.  O presidente Lula tem a certeza de que, caso tenha uma outra opção para o senador Rodrigo Pacheco, como essa questão do STF, o PT não deixará o presidente Lula sem palanque em Minas Gerais". </p><p>O deputado disse que o partido trabalha ainda para ocupar espaços estratégicos na chapa majoritária de 2026. "“A intenção do partido, e eu falo em função de que nós iremos reunir em breve para definir uma tática eleitoral, é com certeza participar da composição da chapa, seja com a vice, seja com o Senado, para poder garantir a eleição do Rodrigo Pacheco e do presidente Lula”, afirmou.</p><p>Campos comparou a gestão petista à atual administração estadual e disse que Zema se beneficia de conquistas obtidas durante o governo Pimentel. ““Em tese, é mal compreendido mesmo, porque não gerou estrago algum. Pelo contrário, através do governo do PT, com o presidente Lula, com a presidenta Dilma, Minas Gerais teve os maiores avanços", completou. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 22 Oct 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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O atual secretário, a quem respeito muito e entendo o que ele tem se posicionado, tem feito o contrário: tem tido uma relação mais fria com a Assembleia, mais cordial, e não tem dado o tratamento dos encaminhamentos combinados", criticou. </p><p>Presidente da Comissão de Participação Popular da ALMG, Ricardo Campos denunciou que o Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG),  teve execução mínima pelo Executivo estadual. "Nós temos um histórico de que, nos dois primeiros anos desta legislatura, o estado conseguiu cumprir com 99% da efetividade dos programas e ações propostos pela sociedade no todo. Mas, infelizmente, neste ano, em função, sabe-se lá, de qual priorização que o governo tem dado por parte da Secretaria de Estado de Governo, nós não executamos nem 5% do orçamento proposto para o PPA", afirmou. </p><p>Durante a entrevista, o deputado criticou a proposta do governo de retirar o plebiscito sobre a privatização da Copasa. Ele defendeu que a população tem direito constitucional de decidir sobre o destino de empresas públicas. “O plebiscito para a venda de eventual estatal é uma questão constitucional. Não tem que ser colocada em jogo em função de uma relação de negociação de dívida. É uma vontade que o governo tem, independente de uma adesão ao Propag. E aí, com certeza, principalmente eu tenho colocado muito: fere o regimento interno da Assembleia, a própria casa aprovar a não garantia do cidadão mineiro de poder dar o aval se eventual empresa continua ou não como estatal mineira, como estatal do estado.”, pontuou o parlamentar. </p><p>Questionado sobre a dívida de Minas Gerais com a União, Campos destacou que a prorrogação de prazos concedida pelo Governo Federal no âmbito do Programa de Pleno Acordo Federativo (Propag) oferece ao estado a chance de renegociar o passivo sem precisar vender empresas públicas. “O Governo Lula prorrogando esses prazos deu a condição que Minas Gerais possa aderir ao Propag, garantindo a redução de imediato de 20% do valor da dívida.. A prorrogação de prazo também permite a ampliação dos estudos por parte do BNDES, e ampliação também do debate na Assembleia com a sociedade mineira. Já está provado: 90% da população mineira não quer privatizar as nossas estatais, o nosso patrimônio", afirmou. </p><p>Sobre as eleições de 2026, o petista afirmou que o PT vai definir até novembro o cronograma de decisões estratégicas para as eleições do próximo ano em Minas Gerais. Segundo ele, a prioridade máxima da sigla é garantir a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas o partido também busca construir uma aliança sólida no estado. “A intenção é que nós possamos até o mês de novembro ter o desenho do palanque do presidente Lula definido em Minas Gerais", declarou.</p><p>O parlamentar comentou também as especulações sobre uma possível ida do senador Rodrigo Pacheco (PSD), para o Supremo Tribunal Federal (STF). Para Campos, o PT trabalha com todos os cenários. “O plano A e o plano B do PT é garantir a reeleição do presidente Lula. O senador Rodrigo Pacheco tem se mostrado um grande estadista, uma grande liderança política, ele é preferencialmente o nosso nome para o governo de Minas Gerais.  O presidente Lula tem a certeza de que, caso tenha uma outra opção para o senador Rodrigo Pacheco, como essa questão do STF, o PT não deixará o presidente Lula sem palanque em Minas Gerais". </p><p>O deputado disse que o partido trabalha ainda para ocupar espaços estratégicos na chapa majoritária de 2026. "“A intenção do partido, e eu falo em função de que nós iremos reunir em breve para definir uma tática eleitoral, é com certeza participar da composição da chapa, seja com a vice, seja com o Senado, para poder garantir a eleição do Rodrigo Pacheco e do presidente Lula”, afirmou.</p><p>Campos comparou a gestão petista à atual administração estadual e disse que Zema se beneficia de conquistas obtidas durante o governo Pimentel. ““Em tese, é mal compreendido mesmo, porque não gerou estrago algum. 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      <title>Juliano Lopes | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Juliano Lopes (Podemos), afirmou, em entrevista ao Café com Política, que o Legislativo da capital vive um momento de equilíbrio político e que não há uma oposição sistemática ao prefeito Álvaro Damião (União). “Oposição por oposição não existe na Câmara de BH. Tem vereador que concorda com algumas coisas, outros não. Falar que é oposição por ser oposição, não tem isso. De fato, não tem”, pontuou o presidente.</p><p>Juliano Lopes também negou que exista qualquer tentativa de travar a tramitação de projetos do Executivo, especialmente os pedidos de novos empréstimos. O vereador destacou, no entanto, que a análise dos pedidos de empréstimo é natural, devido ao volume de recursos envolvidos. “É normal os vereadores pedirem esclarecimentos, mas não há travas. O importante é que as dúvidas sejam sanadas antes da votação”, avaliou.</p><p>Durante a entrevista, o presidente da Câmara também falou sobre a repercussão da derrota do projeto Tarifa Zero, que previa gratuidade no transporte coletivo da capital. Ele criticou o clima de hostilidade que se formou após a votação, especialmente nas redes sociais. “O clima não ficou bom. Em 13 anos de Câmara, nunca vi vereador postar foto de outro nas redes sociais. Houve faixas na cidade e ataques indevidos. Isso ultrapassa os limites do debate político”, argumentou.</p><p>Ao comparar gestões anteriores, o presidente da Câmara afirmou que a relação com o atual prefeito Álvaro Damião é marcada pela conversa e pelo respeito, ao contrário do que ocorria na gestão de Alexandre Kalil (PDT). “Com todo respeito, o prefeito Alexandre Kalil não era um homem de diálogo", criticou. </p><p>Juliano também alfinetou a última legislatura, que segundo ele, foi marcada por embates causados pelo então presidente da Câmara, Gabriel Azevedo (MDB). “O ex-presidente da Câmara queria ser prefeito. Eu não quero ser prefeito, não tenho intenção nenhuma de ser. O presidente tem muito poder, se quiser dificultar, dificulta. Mas esse não é meu perfil”, pontuou.</p><p>Questionado sobre a relação com o Executivo, Juliano Lopes avaliou positivamente o desempenho de Álvaro Damião e afirmou que o bom relacionamento institucional tem sido fundamental para o avanço dos projetos da cidade. “Eu dou nota nove para o Damião. Pela boa vontade, pela forma como ele visita as comunidades e conversa com todos os segmentos da Câmara. Ele tem diálogo e isso faz a diferença”, disse.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Juliano Lopes (Podemos), afirmou, em entrevista ao Café com Política, que o Legislativo da capital vive um momento de equilíbrio político e que não há uma oposição sistemática ao prefeito Álvaro Damião (União). “Oposição por oposição não existe na Câmara de BH. Tem vereador que concorda com algumas coisas, outros não. Falar que é oposição por ser oposição, não tem isso. De fato, não tem”, pontuou o presidente.</p><p>Juliano Lopes também negou que exista qualquer tentativa de travar a tramitação de projetos do Executivo, especialmente os pedidos de novos empréstimos. O vereador destacou, no entanto, que a análise dos pedidos de empréstimo é natural, devido ao volume de recursos envolvidos. “É normal os vereadores pedirem esclarecimentos, mas não há travas. O importante é que as dúvidas sejam sanadas antes da votação”, avaliou.</p><p>Durante a entrevista, o presidente da Câmara também falou sobre a repercussão da derrota do projeto Tarifa Zero, que previa gratuidade no transporte coletivo da capital. Ele criticou o clima de hostilidade que se formou após a votação, especialmente nas redes sociais. “O clima não ficou bom. Em 13 anos de Câmara, nunca vi vereador postar foto de outro nas redes sociais. Houve faixas na cidade e ataques indevidos. Isso ultrapassa os limites do debate político”, argumentou.</p><p>Ao comparar gestões anteriores, o presidente da Câmara afirmou que a relação com o atual prefeito Álvaro Damião é marcada pela conversa e pelo respeito, ao contrário do que ocorria na gestão de Alexandre Kalil (PDT). “Com todo respeito, o prefeito Alexandre Kalil não era um homem de diálogo", criticou. </p><p>Juliano também alfinetou a última legislatura, que segundo ele, foi marcada por embates causados pelo então presidente da Câmara, Gabriel Azevedo (MDB). “O ex-presidente da Câmara queria ser prefeito. Eu não quero ser prefeito, não tenho intenção nenhuma de ser. O presidente tem muito poder, se quiser dificultar, dificulta. Mas esse não é meu perfil”, pontuou.</p><p>Questionado sobre a relação com o Executivo, Juliano Lopes avaliou positivamente o desempenho de Álvaro Damião e afirmou que o bom relacionamento institucional tem sido fundamental para o avanço dos projetos da cidade. “Eu dou nota nove para o Damião. Pela boa vontade, pela forma como ele visita as comunidades e conversa com todos os segmentos da Câmara. Ele tem diálogo e isso faz a diferença”, disse.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 20 Oct 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Juliano Lopes (Podemos), afirmou, em entrevista ao Café com Política, que o Legislativo da capital vive um momento de equilíbrio político e que não há uma oposição sistemática ao prefeito Álvaro Damião (União). “Oposição por oposição não existe na Câmara de BH. Tem vereador que concorda com algumas coisas, outros não. Falar que é oposição por ser oposição, não tem isso. De fato, não tem”, pontuou o presidente.</p><p>Juliano Lopes também negou que exista qualquer tentativa de travar a tramitação de projetos do Executivo, especialmente os pedidos de novos empréstimos. O vereador destacou, no entanto, que a análise dos pedidos de empréstimo é natural, devido ao volume de recursos envolvidos. “É normal os vereadores pedirem esclarecimentos, mas não há travas. O importante é que as dúvidas sejam sanadas antes da votação”, avaliou.</p><p>Durante a entrevista, o presidente da Câmara também falou sobre a repercussão da derrota do projeto Tarifa Zero, que previa gratuidade no transporte coletivo da capital. Ele criticou o clima de hostilidade que se formou após a votação, especialmente nas redes sociais. “O clima não ficou bom. Em 13 anos de Câmara, nunca vi vereador postar foto de outro nas redes sociais. Houve faixas na cidade e ataques indevidos. Isso ultrapassa os limites do debate político”, argumentou.</p><p>Ao comparar gestões anteriores, o presidente da Câmara afirmou que a relação com o atual prefeito Álvaro Damião é marcada pela conversa e pelo respeito, ao contrário do que ocorria na gestão de Alexandre Kalil (PDT). “Com todo respeito, o prefeito Alexandre Kalil não era um homem de diálogo", criticou. </p><p>Juliano também alfinetou a última legislatura, que segundo ele, foi marcada por embates causados pelo então presidente da Câmara, Gabriel Azevedo (MDB). “O ex-presidente da Câmara queria ser prefeito. Eu não quero ser prefeito, não tenho intenção nenhuma de ser. O presidente tem muito poder, se quiser dificultar, dificulta. Mas esse não é meu perfil”, pontuou.</p><p>Questionado sobre a relação com o Executivo, Juliano Lopes avaliou positivamente o desempenho de Álvaro Damião e afirmou que o bom relacionamento institucional tem sido fundamental para o avanço dos projetos da cidade. “Eu dou nota nove para o Damião. Pela boa vontade, pela forma como ele visita as comunidades e conversa com todos os segmentos da Câmara. Ele tem diálogo e isso faz a diferença”, disse.</p>]]>
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      <title>Marcela Ferreira Dias, Controladora-Geral de Minas Gerais | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a controladora-geral de Minas Gerais, Marcela Ferreira Dias, fala sobre os desafios de apurar denúncias e de manter o Estado como guardião do servidor público e das boas práticas na prestação de serviços ao cidadão. Indicada pelo governador Romeu Zema, Marcela afirma que pretende dar continuidade às boas ações da gestão anterior e reforçar o combate ao assédio sexual em escolas públicas estaduais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a controladora-geral de Minas Gerais, Marcela Ferreira Dias, fala sobre os desafios de apurar denúncias e de manter o Estado como guardião do servidor público e das boas práticas na prestação de serviços ao cidadão. Indicada pelo governador Romeu Zema, Marcela afirma que pretende dar continuidade às boas ações da gestão anterior e reforçar o combate ao assédio sexual em escolas públicas estaduais.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 17 Oct 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a controladora-geral de Minas Gerais, Marcela Ferreira Dias, fala sobre os desafios de apurar denúncias e de manter o Estado como guardião do servidor público e das boas práticas na prestação de serviços ao cidadão. Indicada pelo governador Romeu Zema, Marcela afirma que pretende dar continuidade às boas ações da gestão anterior e reforçar o combate ao assédio sexual em escolas públicas estaduais.</p>]]>
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      <title>Diego Sanches | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Belo Horizonte, Diego Sanches (Solidariedade), que recentemente assumiu a vice-liderança do governo na Câmara Municipal, afirmou estar em completo alinhamento com a gestão do prefeito Álvaro Damião (União Brasil). Questionado sobre a possibilidade de divergências com o Executivo, como ocorreu com o antecessor Helton Júnior (PSD), que saiu do posto após discordar da orientação da Prefeitura sobre o Tarifa Zero, Sanches foi categórico ao garantir a harmonia política: “Por ora, não (teremos divergências).”</p><p>Sobre a expectativa de nomeações na Prefeitura após a exoneração de indicados de vereadores que votaram a favor do Tarifa Zero, o novo vice-líder de governo minimizou a prioridade de fidelidade partidária ou de base. Ele destacou que o prefeito tem o “poder discricionário de fazer as suas próprias indicações” e que as escolhas devem focar no interesse público.</p><p>Na avaliação do parlamentar, a Prefeitura deve regulamentar outras faixas da Tarifa Social até o fim do ano. Segundo o vereador, o governo estaria empenhado em finalizar a definição dos grupos beneficiados e a regulamentação necessária. “Eu acredito que, nesses três meses finais do ano, o governo vai ter uma resposta pra gente”, analisou o vereador, que atribuiu a demora na regulamentação à “burocracia da Prefeitura”. Ele defendeu que a regulamentação deve ser feita com “responsabilidade” e não ser algo “meramente midiático”.</p><p>Questionado sobre a votação do Tarifa Zero, Sanches minimizou qualquer desgaste, preferindo, segundo ele, priorizar a responsabilidade fiscal: “Eu prefiro a consequência da pressão de uma parcela da sociedade do que a consequência de um déficit orçamentário.” O vereador ainda pontuou que o Tarifa Zero, embora não seja uma utopia, ainda precisa de mais diálogo, “inclusive com o governo federal”.</p><p>Sobre a Lagoa da Pampulha, que vive polêmica em torno da limpeza e do lançamento de passeios turísticos com barcos, o vice-líder de Damião minimizou a necessidade de esperar uma melhoria total dos indicadores de limpeza para realizar o evento. Em relação à disputa de paternidade do projeto entre a Prefeitura e o Governo de Minas, o vereador defendeu a “integração” entre os poderes.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 16 Oct 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Núbia Elizabeth, vice-presidente da OAB-MG | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a vice-presidente da OAB/MG fala sobre batalha que a entidade vem enfrentando para combater a ação de falsos advogados no estado e a necessidade de criação de novos mecanismos para proteção de dados relacionados. Núbia de Paula falou ainda sobre o avanço do uso da inteligência artificial no direito e como as novas tecnologias tem sido úteis para agilizar processos. A paridade de gêneros, o apoio aos associados a OAB e a promoção de cursos de capacitação também foram abordados pela vice-presidente.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a vice-presidente da OAB/MG fala sobre batalha que a entidade vem enfrentando para combater a ação de falsos advogados no estado e a necessidade de criação de novos mecanismos para proteção de dados relacionados. Núbia de Paula falou ainda sobre o avanço do uso da inteligência artificial no direito e como as novas tecnologias tem sido úteis para agilizar processos. A paridade de gêneros, o apoio aos associados a OAB e a promoção de cursos de capacitação também foram abordados pela vice-presidente.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 15 Oct 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Irlan Melo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador  de Belo Horizonte Irlan Melo (Republicanos) defendeu a decisão judicial que proibiu a entrada de menores de 18 anos em uma exposição realizada no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em Belo Horizonte. O parlamentar, que esteve no local acompanhado da vereadora Flávia Borja (DC), afirmou que a fiscalização foi motivada por denúncias de pais e não se trata de censura, mas do cumprimento da lei. “Sou totalmente contrário à censura. Nós não estamos falando de censura, estamos falando de lei, do Estatuto da Criança e do Adolescente e da classificação indicativa", afirmou. </p><p>Segundo o parlamentar, há obras com nudez, cenas de sexo e mensagens de teor sexual explícito. “É normal um pai ver o filho de 10 anos passando por uma exposição onde está escrito que masturbar a dois é bom? Quem é a favor desse tipo de coisa é um garçom da putaria, na minha opinião”, avaliou, que também criticou o financiamento da mostra com recursos públicos. “Não sou contra a arte nem contra a cultura, sou contra o desrespeito à lei”, completou.</p><p>Durante a entrevista, o vereador negou qualquer retaliações na Câmara após votação da Tarifa Zero, mas diz que falta maturidade política em alguns debates. De acordo com o parlamentar, embora tenha assinado a proposta no início da tramitação, decidiu votar contra após concluir que não havia fonte de custeio garantida. “Se você não tem a fonte de custeio, vai acabar usando dinheiro do caixa do município. Isso afeta saúde, educação, segurança e assistência social. Pela responsabilidade que eu tenho desde o início do mandato, votei contra e disse que votaria contra enquanto o projeto não for viável”, analisou.</p><p>Irlan também negou que vereadores favoráveis à proposta estejam sofrendo retaliações dentro da Câmara. “Cada vereador é responsável pelo seu voto. Não há combinação para prejudicar ninguém. O que falta muitas vezes é maturidade política para compreender o processo legislativo”, pontuou.</p><p>Ao avaliar a atuação do prefeito Álvaro Damião (União Brasil), Irlan Melo vê pragmatismo na gestão ao mencionar o encontro do chefe do Executivo municipal com a ex-presidente Dilma Rousseff durante viagem à China. “O prefeito não é da direita, do centro nem da esquerda, ele é prefeito de Belo Horizonte. Ele está buscando recursos para o anel rodoviário e para a cidade. Tem que buscar o que for melhor para a população e deixar essa questão de direita e esquerda para o ano que vem”, afirmou.</p><p>O vereador destacou ainda que a gestão atual mantém boa relação com a Câmara. “O prefeito Álvaro Damião tem feito uma gestão próxima dos vereadores, com diálogo. Ele ouve as demandas e permite que os parlamentares participem das decisões que afetam suas regiões”, completou.</p><p>Em pré-campanha para as eleições de 2026, Irlan Melo confirmou que pretende disputar novamente uma vaga de deputado federal. Ele afirmou manter diálogo com outras siglas e não descartou a possibilidade de deixar o Republicanos. “O PL é uma possibilidade, assim como o União e o Podemos. Estou conversando com todos. A política exige estar na agremiação correta, onde haja chance real de eleição. Uma coisa eu deixo clara: não será um partido de esquerda. Será de centro-direita”, afirmou o parlamentar que negou qualquer mal-estar com a direção do Republicanos. “Meu diálogo com o presidente municipal, Gilberto Abramo, e com o estadual, Cleitinho Peters, é muito bom. Se houver necessidade de mudança, não deve haver problema, mas isso ainda está sendo construído”, finalizou.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 14 Oct 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O vereador  de Belo Horizonte Irlan Melo (Republicanos) defendeu a decisão judicial que proibiu a entrada de menores de 18 anos em uma exposição realizada no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em Belo Horizonte. O parlamentar, que esteve no local acompanhado da vereadora Flávia Borja (DC), afirmou que a fiscalização foi motivada por denúncias de pais e não se trata de censura, mas do cumprimento da lei. “Sou totalmente contrário à censura. Nós não estamos falando de censura, estamos falando de lei, do Estatuto da Criança e do Adolescente e da classificação indicativa", afirmou. </p><p>Segundo o parlamentar, há obras com nudez, cenas de sexo e mensagens de teor sexual explícito. “É normal um pai ver o filho de 10 anos passando por uma exposição onde está escrito que masturbar a dois é bom? Quem é a favor desse tipo de coisa é um garçom da putaria, na minha opinião”, avaliou, que também criticou o financiamento da mostra com recursos públicos. “Não sou contra a arte nem contra a cultura, sou contra o desrespeito à lei”, completou.</p><p>Durante a entrevista, o vereador negou qualquer retaliações na Câmara após votação da Tarifa Zero, mas diz que falta maturidade política em alguns debates. De acordo com o parlamentar, embora tenha assinado a proposta no início da tramitação, decidiu votar contra após concluir que não havia fonte de custeio garantida. “Se você não tem a fonte de custeio, vai acabar usando dinheiro do caixa do município. Isso afeta saúde, educação, segurança e assistência social. Pela responsabilidade que eu tenho desde o início do mandato, votei contra e disse que votaria contra enquanto o projeto não for viável”, analisou.</p><p>Irlan também negou que vereadores favoráveis à proposta estejam sofrendo retaliações dentro da Câmara. “Cada vereador é responsável pelo seu voto. Não há combinação para prejudicar ninguém. O que falta muitas vezes é maturidade política para compreender o processo legislativo”, pontuou.</p><p>Ao avaliar a atuação do prefeito Álvaro Damião (União Brasil), Irlan Melo vê pragmatismo na gestão ao mencionar o encontro do chefe do Executivo municipal com a ex-presidente Dilma Rousseff durante viagem à China. “O prefeito não é da direita, do centro nem da esquerda, ele é prefeito de Belo Horizonte. Ele está buscando recursos para o anel rodoviário e para a cidade. Tem que buscar o que for melhor para a população e deixar essa questão de direita e esquerda para o ano que vem”, afirmou.</p><p>O vereador destacou ainda que a gestão atual mantém boa relação com a Câmara. “O prefeito Álvaro Damião tem feito uma gestão próxima dos vereadores, com diálogo. Ele ouve as demandas e permite que os parlamentares participem das decisões que afetam suas regiões”, completou.</p><p>Em pré-campanha para as eleições de 2026, Irlan Melo confirmou que pretende disputar novamente uma vaga de deputado federal. Ele afirmou manter diálogo com outras siglas e não descartou a possibilidade de deixar o Republicanos. “O PL é uma possibilidade, assim como o União e o Podemos. Estou conversando com todos. A política exige estar na agremiação correta, onde haja chance real de eleição. Uma coisa eu deixo clara: não será um partido de esquerda. Será de centro-direita”, afirmou o parlamentar que negou qualquer mal-estar com a direção do Republicanos. “Meu diálogo com o presidente municipal, Gilberto Abramo, e com o estadual, Cleitinho Peters, é muito bom. Se houver necessidade de mudança, não deve haver problema, mas isso ainda está sendo construído”, finalizou.</p>]]>
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      <title>Rodolfo Nogueira | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A opção à anistia sugerida pelo relator da proposta, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), não agrada à direita. O vice-líder da oposição, deputado Rodolfo Nogueira (PL-SP), acredita que a bancada do partido conseguirá reverter a sugestão de Paulinho e impôr a anistia em votação no plenário da Câmara dos Deputados.  Ao Café com Política, exibido nesta segunda-feira (13) no canal de O TEMPO no Youtube, o parlamentar também defendeu que a mudança na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com a troca da ministra Cármen Lúcia pelo ministro Kassio Nunes Marques, pode ajudar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a se tornar elegível para a eleição.</p><p>Condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por golpe de Estado, Bolsonaro foi sentenciado à inelegibilidade pelo TSE e, com o acúmulo da sentença da Suprema Corte, não poderá disputar eleições até 2060. Rodolfo Nogueira avalia não haver outro candidato para a direita. "Temos três opções hoje na oposição e no PL. O primeiro é o Jair, o segundo é o Messias, e o terceiro é o Bolsonaro. Não existe outro nome. Ele é o único que ganha", analisou.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A opção à anistia sugerida pelo relator da proposta, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), não agrada à direita. O vice-líder da oposição, deputado Rodolfo Nogueira (PL-SP), acredita que a bancada do partido conseguirá reverter a sugestão de Paulinho e impôr a anistia em votação no plenário da Câmara dos Deputados.  Ao Café com Política, exibido nesta segunda-feira (13) no canal de O TEMPO no Youtube, o parlamentar também defendeu que a mudança na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com a troca da ministra Cármen Lúcia pelo ministro Kassio Nunes Marques, pode ajudar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a se tornar elegível para a eleição.</p><p>Condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por golpe de Estado, Bolsonaro foi sentenciado à inelegibilidade pelo TSE e, com o acúmulo da sentença da Suprema Corte, não poderá disputar eleições até 2060. Rodolfo Nogueira avalia não haver outro candidato para a direita. "Temos três opções hoje na oposição e no PL. O primeiro é o Jair, o segundo é o Messias, e o terceiro é o Bolsonaro. Não existe outro nome. Ele é o único que ganha", analisou.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 13 Oct 2025 07:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Doutor Paulo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Doutor Paulo (PRD) avalia que a privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) deve ser resolvida antes do início do ano eleitoral. Em entrevista ao Café com Política, o parlamentar afirmou que há um clima favorável à venda da empresa e defendeu um debate mais maduro sobre o tema. Segundo ele, a prorrogação dos prazos a a flexibilização das regras do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) entre o governo de Minas e o governo federal foi positiva. “É importante tomar decisões bem embasadas, não apressadas. O governo estadual deve apresentar até o fim de 2025 os bens que pretende transferir ao governo federal, e o governo federal tem até o fim de 2026 para decidir o que aceita. Vejo isso como um ganho de tempo para um debate mais maduro”, afirmou.</p><p>Doutor Paulo considera que, apesar do adiamento em relação ao cronograma federal, a discussão sobre a privatização da Copasa pode seguir normalmente. “Depende agora do presidente Tadeuzinho e dos líderes na Assembleia. O projeto não está pautado no momento, mas estamos aguardando”, pontuou.</p><p>O parlamentar reconhece, no entanto, que há necessidade de melhorias na empresa. O deputado acredita ainda que a privatização é tendência. “Sim, a tendência é favorável à privatização da Copasa. Já a Cemig é diferente. Ela foi desmembrada do pacote porque desperta um carinho maior dos mineiros. Energia é um tema muito sensível, estratégico para o estado. Acredito que a Cemig não deve ser pautada tão cedo”, avaliou.</p><p>Questionado sobre uma possível CPI da Fhemig, Doutor Paulo defendeu cautela e criticou o uso político das comissões. Para ele, investigações parlamentares só são legítimas quando resultam em contribuições reais para a população. “A questão da CPI é muito delicada. Ela visa obter informações e dados para encaminhar ao Ministério Público e contribuir nas investigações. Se há algo obscuro, documentos não acessíveis ou falta de transparência, a CPI tem seu papel. Mas é preciso separar a CPI que busca informações úteis da CPI que serve apenas para dar notoriedade”, avaliou.</p><p>O deputado afirmou ainda que comissões sem propósito concreto acabam desperdiçando tempo e recursos públicos. “CPI toma tempo, tem custo e desvia energia de outros projetos. Então, só é válida se trouxer resultados concretos. Se for para autopromoção, não vejo sentido”, completou.</p><p>Sobre o cenário político mineiro, Doutor Paulo afirmou que as articulações para as eleições de 2026 ainda caminham lentamente. Vice-líder do bloco independente na Assembleia, o parlamentar destacou que o grupo atua com liberdade de voto. “Faço parte do bloco independente desde o meu primeiro mandato. Isso me dá liberdade para votar sem amarras, apoiando projetos que tragam benefícios reais à população. Geralmente acompanhamos as pautas do governo quando elas são positivas”, explicou.</p><p>O deputado considera que o processo eleitoral de 2026 ainda carece de clareza. “As definições estão um pouco atrasadas. Os nomes apresentados até agora são bons, já conhecidos da população. Mas é importante que, até o final do ano, fique claro quem são os grupos e os candidatos de cada lado”, avaliou.</p><p>O deputado elogiou o vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões. Segundo ele, Simões é um dos nomes mais preparados do grupo político que comanda o estado e deve ter papel relevante nas articulações para 2026. O parlamentar também mencionou o senador Rodrigo Pacheco, a quem classificou como “um quadro importante para Minas e para o Brasil”. Ele ponderou, no entanto, que Pacheco ainda não se colocou oficialmente como candidato, e que o União Brasil, partido com o qual mantém diálogo próximo por meio do deputado Bilac Pinto, ainda definirá os rumos que seguirá nas próximas eleições.</p><p>Atualmente no PRD, Doutor Paulo confirmou ter recebido convite do União Brasil para disputar a reeleição. O parlamentar afirmou que ainda avalia o futuro partidário e que pretende escolher uma legenda que garanta sustentação política e liberdade de atuação. “Tenho boa relação com o PRD e com sua direção. Estou no segundo mandato pelo partido e tenho liberdade para dialogar. Recebi convite do União Brasil, um grande partido, especialmente com a federação com o PP. Ainda estou avaliando. O que busco é um partido que me dê liberdade e sustentação política, para que o voto do eleitor tenha efeito”, afirmou.</p><p>Segundo o deputado, o convite partiu diretamente do União Brasil, com o qual mantém relação próxima por meio do ex-deputado Bilac Pinto. “Não estou procurando outro partido. Tenho proximidade com o União Brasil pela amizade com o deputado Bilac Pinto e por termos muitos prefeitos e vereadores da sigla no Sul de Minas. É quase uma família política”, declarou.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Doutor Paulo (PRD) avalia que a privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) deve ser resolvida antes do início do ano eleitoral. Em entrevista ao Café com Política, o parlamentar afirmou que há um clima favorável à venda da empresa e defendeu um debate mais maduro sobre o tema. Segundo ele, a prorrogação dos prazos a a flexibilização das regras do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) entre o governo de Minas e o governo federal foi positiva. “É importante tomar decisões bem embasadas, não apressadas. O governo estadual deve apresentar até o fim de 2025 os bens que pretende transferir ao governo federal, e o governo federal tem até o fim de 2026 para decidir o que aceita. Vejo isso como um ganho de tempo para um debate mais maduro”, afirmou.</p><p>Doutor Paulo considera que, apesar do adiamento em relação ao cronograma federal, a discussão sobre a privatização da Copasa pode seguir normalmente. “Depende agora do presidente Tadeuzinho e dos líderes na Assembleia. O projeto não está pautado no momento, mas estamos aguardando”, pontuou.</p><p>O parlamentar reconhece, no entanto, que há necessidade de melhorias na empresa. O deputado acredita ainda que a privatização é tendência. “Sim, a tendência é favorável à privatização da Copasa. Já a Cemig é diferente. Ela foi desmembrada do pacote porque desperta um carinho maior dos mineiros. Energia é um tema muito sensível, estratégico para o estado. Acredito que a Cemig não deve ser pautada tão cedo”, avaliou.</p><p>Questionado sobre uma possível CPI da Fhemig, Doutor Paulo defendeu cautela e criticou o uso político das comissões. Para ele, investigações parlamentares só são legítimas quando resultam em contribuições reais para a população. “A questão da CPI é muito delicada. Ela visa obter informações e dados para encaminhar ao Ministério Público e contribuir nas investigações. Se há algo obscuro, documentos não acessíveis ou falta de transparência, a CPI tem seu papel. Mas é preciso separar a CPI que busca informações úteis da CPI que serve apenas para dar notoriedade”, avaliou.</p><p>O deputado afirmou ainda que comissões sem propósito concreto acabam desperdiçando tempo e recursos públicos. “CPI toma tempo, tem custo e desvia energia de outros projetos. Então, só é válida se trouxer resultados concretos. Se for para autopromoção, não vejo sentido”, completou.</p><p>Sobre o cenário político mineiro, Doutor Paulo afirmou que as articulações para as eleições de 2026 ainda caminham lentamente. Vice-líder do bloco independente na Assembleia, o parlamentar destacou que o grupo atua com liberdade de voto. “Faço parte do bloco independente desde o meu primeiro mandato. Isso me dá liberdade para votar sem amarras, apoiando projetos que tragam benefícios reais à população. Geralmente acompanhamos as pautas do governo quando elas são positivas”, explicou.</p><p>O deputado considera que o processo eleitoral de 2026 ainda carece de clareza. “As definições estão um pouco atrasadas. Os nomes apresentados até agora são bons, já conhecidos da população. Mas é importante que, até o final do ano, fique claro quem são os grupos e os candidatos de cada lado”, avaliou.</p><p>O deputado elogiou o vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões. Segundo ele, Simões é um dos nomes mais preparados do grupo político que comanda o estado e deve ter papel relevante nas articulações para 2026. O parlamentar também mencionou o senador Rodrigo Pacheco, a quem classificou como “um quadro importante para Minas e para o Brasil”. Ele ponderou, no entanto, que Pacheco ainda não se colocou oficialmente como candidato, e que o União Brasil, partido com o qual mantém diálogo próximo por meio do deputado Bilac Pinto, ainda definirá os rumos que seguirá nas próximas eleições.</p><p>Atualmente no PRD, Doutor Paulo confirmou ter recebido convite do União Brasil para disputar a reeleição. O parlamentar afirmou que ainda avalia o futuro partidário e que pretende escolher uma legenda que garanta sustentação política e liberdade de atuação. “Tenho boa relação com o PRD e com sua direção. Estou no segundo mandato pelo partido e tenho liberdade para dialogar. Recebi convite do União Brasil, um grande partido, especialmente com a federação com o PP. Ainda estou avaliando. O que busco é um partido que me dê liberdade e sustentação política, para que o voto do eleitor tenha efeito”, afirmou.</p><p>Segundo o deputado, o convite partiu diretamente do União Brasil, com o qual mantém relação próxima por meio do ex-deputado Bilac Pinto. “Não estou procurando outro partido. Tenho proximidade com o União Brasil pela amizade com o deputado Bilac Pinto e por termos muitos prefeitos e vereadores da sigla no Sul de Minas. É quase uma família política”, declarou.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 10 Oct 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Doutor Paulo (PRD) avalia que a privatização da Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) deve ser resolvida antes do início do ano eleitoral. Em entrevista ao Café com Política, o parlamentar afirmou que há um clima favorável à venda da empresa e defendeu um debate mais maduro sobre o tema. Segundo ele, a prorrogação dos prazos a a flexibilização das regras do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) entre o governo de Minas e o governo federal foi positiva. “É importante tomar decisões bem embasadas, não apressadas. O governo estadual deve apresentar até o fim de 2025 os bens que pretende transferir ao governo federal, e o governo federal tem até o fim de 2026 para decidir o que aceita. Vejo isso como um ganho de tempo para um debate mais maduro”, afirmou.</p><p>Doutor Paulo considera que, apesar do adiamento em relação ao cronograma federal, a discussão sobre a privatização da Copasa pode seguir normalmente. “Depende agora do presidente Tadeuzinho e dos líderes na Assembleia. O projeto não está pautado no momento, mas estamos aguardando”, pontuou.</p><p>O parlamentar reconhece, no entanto, que há necessidade de melhorias na empresa. O deputado acredita ainda que a privatização é tendência. “Sim, a tendência é favorável à privatização da Copasa. Já a Cemig é diferente. Ela foi desmembrada do pacote porque desperta um carinho maior dos mineiros. Energia é um tema muito sensível, estratégico para o estado. Acredito que a Cemig não deve ser pautada tão cedo”, avaliou.</p><p>Questionado sobre uma possível CPI da Fhemig, Doutor Paulo defendeu cautela e criticou o uso político das comissões. Para ele, investigações parlamentares só são legítimas quando resultam em contribuições reais para a população. “A questão da CPI é muito delicada. Ela visa obter informações e dados para encaminhar ao Ministério Público e contribuir nas investigações. Se há algo obscuro, documentos não acessíveis ou falta de transparência, a CPI tem seu papel. Mas é preciso separar a CPI que busca informações úteis da CPI que serve apenas para dar notoriedade”, avaliou.</p><p>O deputado afirmou ainda que comissões sem propósito concreto acabam desperdiçando tempo e recursos públicos. “CPI toma tempo, tem custo e desvia energia de outros projetos. Então, só é válida se trouxer resultados concretos. Se for para autopromoção, não vejo sentido”, completou.</p><p>Sobre o cenário político mineiro, Doutor Paulo afirmou que as articulações para as eleições de 2026 ainda caminham lentamente. Vice-líder do bloco independente na Assembleia, o parlamentar destacou que o grupo atua com liberdade de voto. “Faço parte do bloco independente desde o meu primeiro mandato. Isso me dá liberdade para votar sem amarras, apoiando projetos que tragam benefícios reais à população. Geralmente acompanhamos as pautas do governo quando elas são positivas”, explicou.</p><p>O deputado considera que o processo eleitoral de 2026 ainda carece de clareza. “As definições estão um pouco atrasadas. Os nomes apresentados até agora são bons, já conhecidos da população. Mas é importante que, até o final do ano, fique claro quem são os grupos e os candidatos de cada lado”, avaliou.</p><p>O deputado elogiou o vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões. Segundo ele, Simões é um dos nomes mais preparados do grupo político que comanda o estado e deve ter papel relevante nas articulações para 2026. O parlamentar também mencionou o senador Rodrigo Pacheco, a quem classificou como “um quadro importante para Minas e para o Brasil”. Ele ponderou, no entanto, que Pacheco ainda não se colocou oficialmente como candidato, e que o União Brasil, partido com o qual mantém diálogo próximo por meio do deputado Bilac Pinto, ainda definirá os rumos que seguirá nas próximas eleições.</p><p>Atualmente no PRD, Doutor Paulo confirmou ter recebido convite do União Brasil para disputar a reeleição. O parlamentar afirmou que ainda avalia o futuro partidário e que pretende escolher uma legenda que garanta sustentação política e liberdade de atuação. “Tenho boa relação com o PRD e com sua direção. Estou no segundo mandato pelo partido e tenho liberdade para dialogar. Recebi convite do União Brasil, um grande partido, especialmente com a federação com o PP. Ainda estou avaliando. O que busco é um partido que me dê liberdade e sustentação política, para que o voto do eleitor tenha efeito”, afirmou.</p><p>Segundo o deputado, o convite partiu diretamente do União Brasil, com o qual mantém relação próxima por meio do ex-deputado Bilac Pinto. “Não estou procurando outro partido. Tenho proximidade com o União Brasil pela amizade com o deputado Bilac Pinto e por termos muitos prefeitos e vereadores da sigla no Sul de Minas. É quase uma família política”, declarou.</p>]]>
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      <title>Carol do Teteco | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a vereadora de Contagem, Carol do Teteco (MBD), fez um apelo público para que o deputado federal Newton Cardoso Júnior (MDB) entre na disputa pela prefeitura “no futuro”. “Fica aqui meu apelo, deputado. Bora candidatar? Eu ficaria muito feliz de vê-lo como prefeito desta cidade”, afirmou. </p><p>Questionado sobre a prefeita Marília Campos (PT), a vereadora avaliou que Contagem “ganha mais” com a gestora concluindo o mandato. “Ela [Marília] mesmo fala que não é candidata (ao governo de MG), que vai terminar o mandato dela. Eu acho que Contagem ganha com ela terminando o mandato”, disse a parlamenta. <br> <br>A vereadora reconheceu, no entanto, que a sucessão já desperta movimentos de bastidores, qualificando a cadeira de Marília como “muito disputada”. Na avaliação de Carol, críticas recentes à prefeita se inserem nesse “jogo político” que se antecipa ao próximo ciclo eleitoral. </p><p>Quanto às alianças para 2026, Carol do Teteco disse que o MDB “ainda precisa avaliar” com quem caminhar. “É uma conversa ainda delicada, ainda não tenho uma resposta certa para te falar com quem a gente vai caminhar”, afirmou, indicando que o partido aguardará a definição real das candidaturas. </p><p>Carol também criticou a postura do governador Romeu Zema (Novo) em evento de inauguração em Contagem, quando, segundo ela, a prefeita teria sido convidada a não participar do vídeo. “Achei muito deselegante. A Câmara, inclusive, fez uma nota de repúdio”, disse. </p><p>Durante a entrevista, a vereadora negou  ainda ressentimentos com a ida do vice-prefeito Ricardo Faria para o PSD, afirmando que “não houve mágoa” e que as portas do MDB permanecem abertas. “A nossa amizade continua, a gente segue de forma muito tranquila”, pontuou.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a vereadora de Contagem, Carol do Teteco (MBD), fez um apelo público para que o deputado federal Newton Cardoso Júnior (MDB) entre na disputa pela prefeitura “no futuro”. “Fica aqui meu apelo, deputado. Bora candidatar? Eu ficaria muito feliz de vê-lo como prefeito desta cidade”, afirmou. </p><p>Questionado sobre a prefeita Marília Campos (PT), a vereadora avaliou que Contagem “ganha mais” com a gestora concluindo o mandato. “Ela [Marília] mesmo fala que não é candidata (ao governo de MG), que vai terminar o mandato dela. Eu acho que Contagem ganha com ela terminando o mandato”, disse a parlamenta. <br> <br>A vereadora reconheceu, no entanto, que a sucessão já desperta movimentos de bastidores, qualificando a cadeira de Marília como “muito disputada”. Na avaliação de Carol, críticas recentes à prefeita se inserem nesse “jogo político” que se antecipa ao próximo ciclo eleitoral. </p><p>Quanto às alianças para 2026, Carol do Teteco disse que o MDB “ainda precisa avaliar” com quem caminhar. “É uma conversa ainda delicada, ainda não tenho uma resposta certa para te falar com quem a gente vai caminhar”, afirmou, indicando que o partido aguardará a definição real das candidaturas. </p><p>Carol também criticou a postura do governador Romeu Zema (Novo) em evento de inauguração em Contagem, quando, segundo ela, a prefeita teria sido convidada a não participar do vídeo. “Achei muito deselegante. A Câmara, inclusive, fez uma nota de repúdio”, disse. </p><p>Durante a entrevista, a vereadora negou  ainda ressentimentos com a ida do vice-prefeito Ricardo Faria para o PSD, afirmando que “não houve mágoa” e que as portas do MDB permanecem abertas. “A nossa amizade continua, a gente segue de forma muito tranquila”, pontuou.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 05 Sep 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Rossieli Soares | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O secretário de Educação de Minas Gerais, Rossieli Soares, defendeu, em entrevista ao Café com Política, a continuidade do modelo das escolas cívico militares do Estado. Segundo ele, apesar do tema ter sido judicializado e paralisado pelo Tribunal de Contas, não há problemas de algumas unidades de educação adotarem o programa. “Não acho que esse seja um modelo para todo mundo, mas não vejo problema de termos algumas escolas, tem que ter um processo de escuta, a comunidade tem que querer, pode ser repensado e refeito”, pontuou. </p><p>Segundo o novo secretário, a pasta abriu espaço para propostas voluntárias de escolas que quiserem oferecer atividades na chamada semana do “saco cheio”, em outubro, na semana do Dia do Professor, sem mexer no calendário oficial. “Se a escola quiser apresentar um projeto para a secretaria pedindo para fazer aula de reforço escolar, sou todo ouvidos, mas nós não vamos mexer no calendário”, afirmou. Questionado se os dias de recesso poderiam ser remanejados para outro período, o secretário disse que sim, desde que a iniciativa parta da escola e haja acordo com a comunidade: “Se a escola quiser pegar uma semana de dezembro e ocupar, ela pode, mas é a escola que tem que querer”, pontuou. Ao ser perguntado sobre pagamento de hora extra aos docentes, o secretário afirmou que o governo está avaliando caso a caso. </p><p>Durante a entrevista, Rossieli negou qualquer mal-estar com seu antecessor e garantiu que a transição tem sido "tranquila, com poucas alterações na equipe". "Subsecretários não foram alterados, o restante da equipe é da própria secretaria”, pontuou. Segundo ele, revisões de políticas são parte da gestão, sem “caça às bruxas”. “O problema não é revisar. Não há nenhum mal-estar em se revisar”, defendeu.  </p><p>Questionado sobre a relação com professores,  o secretário pontuou que Minas tem limites fiscais, o que impõe restrições a reajustes, mas defendeu o piso nacional e discutir carreira. Rossieli disse ainda que o momento exige “foco na aprendizagem” e “detox pedagógico” diante de “muitos programas” que tiram o tempo das escolas com burocracia. “A secretaria tem que ter a capacidade de apoiar e não atrapalhar”, afirmou, ao explicar ajustes no calendário de avaliações para aliviar a carga do 3º ano e priorizar recomposição. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 03 Sep 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O secretário de Educação de Minas Gerais, Rossieli Soares, defendeu, em entrevista ao Café com Política, a continuidade do modelo das escolas cívico militares do Estado. Segundo ele, apesar do tema ter sido judicializado e paralisado pelo Tribunal de Contas, não há problemas de algumas unidades de educação adotarem o programa. “Não acho que esse seja um modelo para todo mundo, mas não vejo problema de termos algumas escolas, tem que ter um processo de escuta, a comunidade tem que querer, pode ser repensado e refeito”, pontuou. </p><p>Segundo o novo secretário, a pasta abriu espaço para propostas voluntárias de escolas que quiserem oferecer atividades na chamada semana do “saco cheio”, em outubro, na semana do Dia do Professor, sem mexer no calendário oficial. “Se a escola quiser apresentar um projeto para a secretaria pedindo para fazer aula de reforço escolar, sou todo ouvidos, mas nós não vamos mexer no calendário”, afirmou. Questionado se os dias de recesso poderiam ser remanejados para outro período, o secretário disse que sim, desde que a iniciativa parta da escola e haja acordo com a comunidade: “Se a escola quiser pegar uma semana de dezembro e ocupar, ela pode, mas é a escola que tem que querer”, pontuou. Ao ser perguntado sobre pagamento de hora extra aos docentes, o secretário afirmou que o governo está avaliando caso a caso. </p><p>Durante a entrevista, Rossieli negou qualquer mal-estar com seu antecessor e garantiu que a transição tem sido "tranquila, com poucas alterações na equipe". "Subsecretários não foram alterados, o restante da equipe é da própria secretaria”, pontuou. Segundo ele, revisões de políticas são parte da gestão, sem “caça às bruxas”. “O problema não é revisar. Não há nenhum mal-estar em se revisar”, defendeu.  </p><p>Questionado sobre a relação com professores,  o secretário pontuou que Minas tem limites fiscais, o que impõe restrições a reajustes, mas defendeu o piso nacional e discutir carreira. Rossieli disse ainda que o momento exige “foco na aprendizagem” e “detox pedagógico” diante de “muitos programas” que tiram o tempo das escolas com burocracia. “A secretaria tem que ter a capacidade de apoiar e não atrapalhar”, afirmou, ao explicar ajustes no calendário de avaliações para aliviar a carga do 3º ano e priorizar recomposição. </p>]]>
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      <title>Helinho da Farmácia | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador Helinho da Farmácia (PSD) avaliou, em entrevista ao Café com Política, que Rodrigo Pacheco é hoje o nome “mais preparado” do seu partido para a disputa ao governo de Minas em 2026, elogiou a condução de Juliano Lopes na presidência da Câmara de BH e declarou apoio ao debate da tarifa zero no transporte — mas com alerta sobre a fonte de custeio. Questionado sobre a possibilidade de o vice-governador Mateus Simões migrar para o PSD, Helinho fez elogios, porém sinalizou que não vê a filiação acontecer “por enquanto”. “O Mateus é um bom nome, cara muito inteligente, batalhador, trabalhador, sério. Mas eu não vejo o nome do Mateus no PSD não”, disse, ponderando que “política tudo muda de um dia para o outro”. Ao listar quadros cotados para o Palácio Tiradentes, o vereador apontou: “Dentre eles, para mim, o Rodrigo Pacheco é o mais preparado, um cara centrado, que busca diálogo”, reconhecendo que o cenário ainda pode mudar. </p><p>Sobre o desempenho do Legislativo, Helinho afirmou que a gestão atual devolveu o diálogo entre os 41 vereadores e desatou travas que paralisavam a cidade. “O último biênio, para mim, tem que ser esquecido, porque a Câmara Municipal tem um papel fundamental para o crescimento da cidade”, disse, ao elogiar a condução do presidente Juliano Lopes. </p><p>No tema mobilidade, o vereador declarou: “Eu sou totalmente a favor da tarifa zero; agora, gente, alguém vai ter que pagar essa conta.” Ele defendeu uma discussão ampla sobre o modelo para evitar efeitos colaterais, como a migração de empresas para municípios vizinhos caso a cobrança recaia sobre o vale-transporte patronal. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 01 Sep 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Arlen Santiago | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Arlen Santiago (Avante) defendeu, em entrevista ao Café com Política, a atuação do governador Romeu Zema (Novo) e disse que ele tem credenciais para disputar a Presidência da República em 2026. “Ele é mineirinho, mas competitivo, e pode ser um candidato forte à Presidência”, avaliou.</p><p>Sobre a sucessão estadual, o deputado disse acreditar que o vice-governador Mateus Simões (Novo) será candidato ao governo, mas fez um alerta: “Eu sempre falo com ele: precisamos de mais política e menos gestão. O Matheus resolve os problemas de gestão do Zema, mas quem vai resolver os problemas de gestão do Matheus quando ele for governador? Ele tem que começar a pensar nisso”, pontuou o deputado, que ainda descartou a instalação de uma CPI para investigar a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), como defende parte da oposição. Para ele, a proposta tem viés político.</p><p>“Não precisamos de CPI, temos órgãos competentes para apurar irregularidades. O que a oposição quer é politizar a saúde. Eles só querem obstruir e criar narrativa contra o governo”, criticou.</p><p>Questionado sobre as negociações sobre a dívida de Minas com a União, o parlamentar criticou a falta de objetividade no debate entre os governos federal e estadual. “É uma conversa de surdos. O governo federal não diz o que aceita, e o Estado fica oferecendo imóveis sem resposta. Enquanto isso, quem sofre é o mineiro, que já paga caro todo mês com esse rombo”, afirmou.</p><p>Durante a entrevista, o deputado confirmou que sua filha será candidata a deputada estadual em 2026, mesmo cargo que ele também deve disputar. Segundo o parlamentar, não há risco de dividir votos, já que a estratégia será ampliar a base em cidades diferentes. “Eu sou sempre um dos mais votados do Estado, com mais de 100 mil votos. Separamos algumas cidades boas para que ela faça a campanha dela e eu faço em outras. Não há risco de atrapalhar”, afirmou.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Arlen Santiago (Avante) defendeu, em entrevista ao Café com Política, a atuação do governador Romeu Zema (Novo) e disse que ele tem credenciais para disputar a Presidência da República em 2026. “Ele é mineirinho, mas competitivo, e pode ser um candidato forte à Presidência”, avaliou.</p><p>Sobre a sucessão estadual, o deputado disse acreditar que o vice-governador Mateus Simões (Novo) será candidato ao governo, mas fez um alerta: “Eu sempre falo com ele: precisamos de mais política e menos gestão. O Matheus resolve os problemas de gestão do Zema, mas quem vai resolver os problemas de gestão do Matheus quando ele for governador? Ele tem que começar a pensar nisso”, pontuou o deputado, que ainda descartou a instalação de uma CPI para investigar a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), como defende parte da oposição. Para ele, a proposta tem viés político.</p><p>“Não precisamos de CPI, temos órgãos competentes para apurar irregularidades. O que a oposição quer é politizar a saúde. Eles só querem obstruir e criar narrativa contra o governo”, criticou.</p><p>Questionado sobre as negociações sobre a dívida de Minas com a União, o parlamentar criticou a falta de objetividade no debate entre os governos federal e estadual. “É uma conversa de surdos. O governo federal não diz o que aceita, e o Estado fica oferecendo imóveis sem resposta. Enquanto isso, quem sofre é o mineiro, que já paga caro todo mês com esse rombo”, afirmou.</p><p>Durante a entrevista, o deputado confirmou que sua filha será candidata a deputada estadual em 2026, mesmo cargo que ele também deve disputar. Segundo o parlamentar, não há risco de dividir votos, já que a estratégia será ampliar a base em cidades diferentes. “Eu sou sempre um dos mais votados do Estado, com mais de 100 mil votos. Separamos algumas cidades boas para que ela faça a campanha dela e eu faço em outras. Não há risco de atrapalhar”, afirmou.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 29 Aug 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Helton Júnior | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador Helton Júnior (PSD), vice-líder do governo Álvaro Damião na Câmara de Belo Horizonte, defendeu que a discussão sobre tarifa zero avance de forma gradual e com base em números. Segundo ele, a viabilidade do projeto “se constrói” com diálogo entre Executivo, empresários e movimentos sociais, além de uma conta precisa dos impactos. “De bate pronto, nenhum projeto é viável. Precisa de ações que vão torná-lo mais ou menos exequível”, afirmou, ao cobrar a mensuração de custos diretos e indiretos do sistema antes de qualquer decisão. <br> <br>Como caminho prático, Helton vê espaço para um início por recortes específicos — como fins de semana ou públicos prioritários. “A prefeitura está disposta, se não for integralmente, pelo menos [a avaliar] algumas dessas sugestões: sábado, domingo”, pontuou.</p><p>No balanço político, o vereador sustenta que a base do governo está “fortalecida” e com margem para aprovar as pautas do Executivo. “Temos mais de 30 [vereadores]. Você pode pegar as votações de projeto do Executivo: têm passado com tranquilidade”, afirmou o parlamentar, que destacou que divergências pontuais são “legítimas” e não significam ruptura com a gestão. </p><p>Apesar disso, Helton criticou a polarização no Legislativo municipal e a importação de embates nacionais para o Plenário. Para ele, o foco do vereador deve estar em problemas concretos da capital. “Quando eu cheguei na Câmara, vi pessoas discutindo questões supranacionais: Lula e Bolsonaro, Donald Trump, que não necessariamente impactavam a vida do belo-horizontino”, relatou. “Se o vereador de Belo Horizonte for falar sobre a taxação de Donald Trump, com todo respeito, ele não vai ser ninguém na fila do pão”, completou. </p><p>Sobre 2026, o vereador do PSD evitou cravar posições. “O PSD é um partido de cento, o compromisso é com os resultados”, disse, ressaltando que a sigla tende a se alinhar “ao lado de quem quer o melhor para a população” e que a discussão sobre nomes deve amadurecer quando o quadro eleitoral estiver completo. “Não cabe aqui definir um nome, esse processo vai fluir naturalmente”, afirmou. Ele avaliou que “Rodrigo Pacheco é um excelente nome” e que “Mateus Simões tem as suas qualidades”, mas preferiu “evitar futurologia” enquanto as candidaturas não estiverem postas. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 28 Aug 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Lucas Lasmar | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o deputado estadual Lucas Lasmar (Rede) criticou a condução da saúde em Minas e cobrou a instalação de uma CPI para apurar problemas na Rede Fhemig. Segundo ele, “o governador Zema está passando o pano no secretário de Estado de Saúde” e a base governista trabalha para barrar as assinaturas necessárias. “São 27 assinaturas; temos 18. O governo está jogando pesado para que os deputados da base não assinem”, afirmou. O parlamentar relatou cancelamentos recorrentes de cirurgias, pacientes “em corredor” e sobrecarga no Hospital João XXIII. “O Estado está normalizando tratar paciente em corredor. Isso é inadmissível”, disse.</p><p>Lasmar atribui o “colapso” na rede à decisão de fechar o Hospital Maria Amélia Lins e transferir cirurgias eletivas para o João XXIII. “Eu vejo que é uma economia burra que o governo está fazendo”, declarou. Ele também citou o fechamento de 16 leitos de UTI pediátrica no João Paulo II e criticou o anúncio do novo complexo hospitalar na Gameleira sem resolver o presente: segundo o deputado, “a obra só vai iniciar em 2026” enquanto o governo “já está tomando decisões de fechar agora leitos” nas unidades atuais.</p><p>Ao defender a CPI, o parlamentar disse que o próprio secretário de Saúde reconheceu falhas no encerramento do Maria Amélia Lins. “Ele falou que não houve planejamento para o fechamento do Hospital Maria Amélia Lins”, afirmou Lasmar. Para o deputado, o governo busca “qualquer justificativa, mesmo pífia, para avançar no projeto de diminuir o Estado” e evita discutir alternativas como chamamento de concursados e valorização salarial de áreas críticas. </p><p>Lasmar contestou ainda a alegação do vice governador Mateus Simões (Novo) de ter maioria confortável na Assembleia. Segundo ele, a base não consegue destravar a pauta. “Eles não estão conseguindo tirar da CCJ”. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o deputado estadual Lucas Lasmar (Rede) criticou a condução da saúde em Minas e cobrou a instalação de uma CPI para apurar problemas na Rede Fhemig. Segundo ele, “o governador Zema está passando o pano no secretário de Estado de Saúde” e a base governista trabalha para barrar as assinaturas necessárias. “São 27 assinaturas; temos 18. O governo está jogando pesado para que os deputados da base não assinem”, afirmou. O parlamentar relatou cancelamentos recorrentes de cirurgias, pacientes “em corredor” e sobrecarga no Hospital João XXIII. “O Estado está normalizando tratar paciente em corredor. Isso é inadmissível”, disse.</p><p>Lasmar atribui o “colapso” na rede à decisão de fechar o Hospital Maria Amélia Lins e transferir cirurgias eletivas para o João XXIII. “Eu vejo que é uma economia burra que o governo está fazendo”, declarou. Ele também citou o fechamento de 16 leitos de UTI pediátrica no João Paulo II e criticou o anúncio do novo complexo hospitalar na Gameleira sem resolver o presente: segundo o deputado, “a obra só vai iniciar em 2026” enquanto o governo “já está tomando decisões de fechar agora leitos” nas unidades atuais.</p><p>Ao defender a CPI, o parlamentar disse que o próprio secretário de Saúde reconheceu falhas no encerramento do Maria Amélia Lins. “Ele falou que não houve planejamento para o fechamento do Hospital Maria Amélia Lins”, afirmou Lasmar. Para o deputado, o governo busca “qualquer justificativa, mesmo pífia, para avançar no projeto de diminuir o Estado” e evita discutir alternativas como chamamento de concursados e valorização salarial de áreas críticas. </p><p>Lasmar contestou ainda a alegação do vice governador Mateus Simões (Novo) de ter maioria confortável na Assembleia. Segundo ele, a base não consegue destravar a pauta. “Eles não estão conseguindo tirar da CCJ”. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 27 Aug 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o deputado estadual Lucas Lasmar (Rede) criticou a condução da saúde em Minas e cobrou a instalação de uma CPI para apurar problemas na Rede Fhemig. Segundo ele, “o governador Zema está passando o pano no secretário de Estado de Saúde” e a base governista trabalha para barrar as assinaturas necessárias. “São 27 assinaturas; temos 18. O governo está jogando pesado para que os deputados da base não assinem”, afirmou. O parlamentar relatou cancelamentos recorrentes de cirurgias, pacientes “em corredor” e sobrecarga no Hospital João XXIII. “O Estado está normalizando tratar paciente em corredor. Isso é inadmissível”, disse.</p><p>Lasmar atribui o “colapso” na rede à decisão de fechar o Hospital Maria Amélia Lins e transferir cirurgias eletivas para o João XXIII. “Eu vejo que é uma economia burra que o governo está fazendo”, declarou. Ele também citou o fechamento de 16 leitos de UTI pediátrica no João Paulo II e criticou o anúncio do novo complexo hospitalar na Gameleira sem resolver o presente: segundo o deputado, “a obra só vai iniciar em 2026” enquanto o governo “já está tomando decisões de fechar agora leitos” nas unidades atuais.</p><p>Ao defender a CPI, o parlamentar disse que o próprio secretário de Saúde reconheceu falhas no encerramento do Maria Amélia Lins. “Ele falou que não houve planejamento para o fechamento do Hospital Maria Amélia Lins”, afirmou Lasmar. Para o deputado, o governo busca “qualquer justificativa, mesmo pífia, para avançar no projeto de diminuir o Estado” e evita discutir alternativas como chamamento de concursados e valorização salarial de áreas críticas. </p><p>Lasmar contestou ainda a alegação do vice governador Mateus Simões (Novo) de ter maioria confortável na Assembleia. Segundo ele, a base não consegue destravar a pauta. “Eles não estão conseguindo tirar da CCJ”. </p>]]>
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      <title>Junio Amaral | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Cabo Junio Amaral (PL-MG) criticou, em entrevista ao Café com Política, os governadores da direita, em especial Romeu Zema (Novo), ao avaliar as movimentações políticas de 2026. Segundo ele, o lançamento da pré-candidatura do governador de Minas à Presidência da República “não pegou bem” e transmite a sensação de que Zema tenta “ocupar à força” o espaço de Jair Bolsonaro. Amaral afirmou que, mesmo inelegível, o ex-presidente continua sendo a principal liderança do campo conservador no Brasil. “Esse espaço não está vago”, avaliou. </p><p>Para o parlamentar, a atitude de Zema ao se lançar antes do tempo afasta ainda mais o governador do bolsonarismo. Ele também citou que outros governadores, como Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Ronaldo Caiado (União Brasil), não têm demonstrado a lealdade esperada ao ex-presidente. “Nenhum político relevante que se afastou de Bolsonaro conseguiu se fortalecer. Pelo contrário, quem rompeu com ele acabou perdendo força política”, afirmou Amaral.</p><p>Questionado sobre o vice-governador Mateus Simões (Novo), que tem buscado aproximação com o PL, o deputado foi enfático: “Neste momento, não vejo chance de apoio”. Segundo ele, a movimentação recente de Zema em relação à Presidência também impacta esse distanciamento. Em relação à disputa pelo Senado em Minas, o parlamentar afirmou que o PL pode lançar até dois nomes em 2026.</p><p>Sobre as movimentações para as eleições presidenciais de 2026, o deputado disse que ainda acredita em uma reviravolta jurídica que permita a candidatura de Jair Bolsonaro. Caso isso não aconteça, defendeu o nome de Eduardo Bolsonaro. “Ele é hoje o porta-voz da nossa causa junto ao governo americano e tem se posicionado contra as perseguições políticas no Brasil. Pela sua dedicação ideológica e alinhamento, seria o melhor nome. A Michelle também seria uma boa representante, mas minha preferência é pelo Eduardo”, afirmou.</p><p>Durante a entrevista, o deputado também fez críticas ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Para ele, o deputado tem atuado de forma a “proteger a si mesmo". "Só há um caminho: a anistia ampla, geral e irrestrita, que é o que prevê a Constituição”, argumentou.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Cabo Junio Amaral (PL-MG) criticou, em entrevista ao Café com Política, os governadores da direita, em especial Romeu Zema (Novo), ao avaliar as movimentações políticas de 2026. Segundo ele, o lançamento da pré-candidatura do governador de Minas à Presidência da República “não pegou bem” e transmite a sensação de que Zema tenta “ocupar à força” o espaço de Jair Bolsonaro. Amaral afirmou que, mesmo inelegível, o ex-presidente continua sendo a principal liderança do campo conservador no Brasil. “Esse espaço não está vago”, avaliou. </p><p>Para o parlamentar, a atitude de Zema ao se lançar antes do tempo afasta ainda mais o governador do bolsonarismo. Ele também citou que outros governadores, como Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Ronaldo Caiado (União Brasil), não têm demonstrado a lealdade esperada ao ex-presidente. “Nenhum político relevante que se afastou de Bolsonaro conseguiu se fortalecer. Pelo contrário, quem rompeu com ele acabou perdendo força política”, afirmou Amaral.</p><p>Questionado sobre o vice-governador Mateus Simões (Novo), que tem buscado aproximação com o PL, o deputado foi enfático: “Neste momento, não vejo chance de apoio”. Segundo ele, a movimentação recente de Zema em relação à Presidência também impacta esse distanciamento. Em relação à disputa pelo Senado em Minas, o parlamentar afirmou que o PL pode lançar até dois nomes em 2026.</p><p>Sobre as movimentações para as eleições presidenciais de 2026, o deputado disse que ainda acredita em uma reviravolta jurídica que permita a candidatura de Jair Bolsonaro. Caso isso não aconteça, defendeu o nome de Eduardo Bolsonaro. “Ele é hoje o porta-voz da nossa causa junto ao governo americano e tem se posicionado contra as perseguições políticas no Brasil. Pela sua dedicação ideológica e alinhamento, seria o melhor nome. A Michelle também seria uma boa representante, mas minha preferência é pelo Eduardo”, afirmou.</p><p>Durante a entrevista, o deputado também fez críticas ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Para ele, o deputado tem atuado de forma a “proteger a si mesmo". "Só há um caminho: a anistia ampla, geral e irrestrita, que é o que prevê a Constituição”, argumentou.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 26 Aug 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Cabo Junio Amaral (PL-MG) criticou, em entrevista ao Café com Política, os governadores da direita, em especial Romeu Zema (Novo), ao avaliar as movimentações políticas de 2026. Segundo ele, o lançamento da pré-candidatura do governador de Minas à Presidência da República “não pegou bem” e transmite a sensação de que Zema tenta “ocupar à força” o espaço de Jair Bolsonaro. Amaral afirmou que, mesmo inelegível, o ex-presidente continua sendo a principal liderança do campo conservador no Brasil. “Esse espaço não está vago”, avaliou. </p><p>Para o parlamentar, a atitude de Zema ao se lançar antes do tempo afasta ainda mais o governador do bolsonarismo. Ele também citou que outros governadores, como Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Ronaldo Caiado (União Brasil), não têm demonstrado a lealdade esperada ao ex-presidente. “Nenhum político relevante que se afastou de Bolsonaro conseguiu se fortalecer. Pelo contrário, quem rompeu com ele acabou perdendo força política”, afirmou Amaral.</p><p>Questionado sobre o vice-governador Mateus Simões (Novo), que tem buscado aproximação com o PL, o deputado foi enfático: “Neste momento, não vejo chance de apoio”. Segundo ele, a movimentação recente de Zema em relação à Presidência também impacta esse distanciamento. Em relação à disputa pelo Senado em Minas, o parlamentar afirmou que o PL pode lançar até dois nomes em 2026.</p><p>Sobre as movimentações para as eleições presidenciais de 2026, o deputado disse que ainda acredita em uma reviravolta jurídica que permita a candidatura de Jair Bolsonaro. Caso isso não aconteça, defendeu o nome de Eduardo Bolsonaro. “Ele é hoje o porta-voz da nossa causa junto ao governo americano e tem se posicionado contra as perseguições políticas no Brasil. Pela sua dedicação ideológica e alinhamento, seria o melhor nome. A Michelle também seria uma boa representante, mas minha preferência é pelo Eduardo”, afirmou.</p><p>Durante a entrevista, o deputado também fez críticas ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Para ele, o deputado tem atuado de forma a “proteger a si mesmo". "Só há um caminho: a anistia ampla, geral e irrestrita, que é o que prevê a Constituição”, argumentou.</p>]]>
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      <title>Cláudio do Mundo Novo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Belo Horizonte Cláudio do Mundo Novo (PL) é o convidado da vez no Café com Política. Em seu segundo mandato na posição da Câmara Municipal de BH, Cláudio falou sobre a trajetória política, os principais gargalos da capital e ainda comentou sobre a relação com o ex-presidente Jair Bolsonaro. <br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Belo Horizonte Cláudio do Mundo Novo (PL) é o convidado da vez no Café com Política. Em seu segundo mandato na posição da Câmara Municipal de BH, Cláudio falou sobre a trajetória política, os principais gargalos da capital e ainda comentou sobre a relação com o ex-presidente Jair Bolsonaro. <br></p>]]>
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      <pubDate>Mon, 25 Aug 2025 15:44:41 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Marcela Trópia | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao programa <em>Café com Política</em>, a vereadora de Belo Horizonte Marcela Trópia (Novo) criticou a atuação da Câmara Municipal. Segundo ela, o Legislativo perdeu protagonismo nos últimos anos e discute pautas pouco conectadas com os problemas reais da capital mineira. <em>“O Legislativo fala para suas próprias bolhas. Hoje, a Câmara está mais preocupada com Brasília do que com Belo Horizonte”</em>, alfinetou. Para a parlamentar, o presidente da Casa, Juliano Lopes (Podemos), <em>“é refém de uma Câmara polarizada”</em>. <em>“Ele trabalha com o que tem, mas a Câmara perdeu protagonismo”</em>, avaliou.</p><p>Durante a entrevista, a vereadora também comentou a mudança de gestão na Prefeitura de Belo Horizonte. Segundo ela, o governo do prefeito Álvaro Damião (União) tem se mostrado mais aberto às demandas dos vereadores. <em>“A Prefeitura de BH está mais aberta ao diálogo, não faz sentido gritar mais nas redes sociais”</em>, afirmou. Trópia, no entanto, cobrou maior transparência sobre os custos do sistema de transporte coletivo da capital e sobre a proposta de tarifa zero. <em>“Até hoje ninguém sabe quanto custa o sistema de ônibus. É um problema de transparência. Por isso, defendo que o prefeito rompa o contrato e faça um reset, porque tudo hoje é enxugar gelo”</em>, defendeu.</p><p>Sobre as eleições de 2026, Marcela Trópia avaliou como <em>“acertada”</em> a decisão do governador Romeu Zema (Novo) de se lançar como pré-candidato à Presidência. <em>“Se ninguém souber que ele é candidato, as conversas não avançam. Ele tem condições de se tornar competitivo: o primeiro passo foi dado”</em>, analisou.</p><p>Questionada sobre a recente declaração de Zema a respeito das políticas para pessoas em situação de rua, a vereadora ponderou que os abrigos não são a única solução. <em>“Se virar prefeito, Zema descobriria em 30 dias que só o abrigo não basta”</em>, destacou a parlamentar, que defendeu políticas mais amplas para enfrentar o problema.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 22 Aug 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Embaixadora do Reino Unido, Stephanie Al-Qaq  | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em 2025, o Reino Unido comemora 200 anos de relações diplomáticas com o Brasil, celebradas desde que os britânicos reconheceram a independência dos brasileiros em 1825. Em Minas Gerais nesta semana para uma série de agendas em referência à data, a embaixadora britânica, Stephanie Al-Qaq, aproveita o momento para abrir novas possibilidades de negócios e trocas culturais. “Estamos usando este ano para olhar para o futuro. Já temos parcerias históricas em defesa e saúde, mas estamos olhando para novas áreas também, como inovação e tecnologia”, diz, em entrevista ao programa <strong>Café com Política</strong>, no canal do YouTube de <strong>O TEMPO</strong>.<br> <br> Além da celebração do aniversário, este ano também é importante para os dois países por outras razões. Em novembro, o Reino Unido será um dos participantes da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), sediada em Belém (PA). Em meio às <a href="https://www.otempo.com.br/economia/2025/8/5/jeitinho-brasileiro-hoteis-inflacionam-precos-para-cop30-e-se-recusam-a-dar-explicacoes">polêmicas sobre a hospedagem na região</a> — criticada internacionalmente devido aos preços —, Al-Qaq prefere focar nas discussões sobre o clima.  </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 21 Aug 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Em 2025, o Reino Unido comemora 200 anos de relações diplomáticas com o Brasil, celebradas desde que os britânicos reconheceram a independência dos brasileiros em 1825. Em Minas Gerais nesta semana para uma série de agendas em referência à data, a embaixadora britânica, Stephanie Al-Qaq, aproveita o momento para abrir novas possibilidades de negócios e trocas culturais. “Estamos usando este ano para olhar para o futuro. Já temos parcerias históricas em defesa e saúde, mas estamos olhando para novas áreas também, como inovação e tecnologia”, diz, em entrevista ao programa <strong>Café com Política</strong>, no canal do YouTube de <strong>O TEMPO</strong>.<br> <br> Além da celebração do aniversário, este ano também é importante para os dois países por outras razões. Em novembro, o Reino Unido será um dos participantes da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), sediada em Belém (PA). Em meio às <a href="https://www.otempo.com.br/economia/2025/8/5/jeitinho-brasileiro-hoteis-inflacionam-precos-para-cop30-e-se-recusam-a-dar-explicacoes">polêmicas sobre a hospedagem na região</a> — criticada internacionalmente devido aos preços —, Al-Qaq prefere focar nas discussões sobre o clima.  </p>]]>
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      <title>Moara Saboia | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a vereadora de Contagem Moara Sabóia (PT) defendeu que a experiência de gestão petista na cidade seja referência para o partido em Minas Gerais. Segundo ela, Contagem mostra que é possível dialogar com setores conservadores e ampliar a base política sem perder a conexão com os mais pobres. “O PT precisa olhar para a experiência de Contagem, que conseguiu organizar o partido internamente e reeleger uma prefeita em primeiro turno”, afirmou.</p><p>Moara também comentou as disputas internas do PT mineiro, classificando como “acirradas e desnecessárias” as judicializações recentes. Para ela, o partido precisa de maturidade para superar divergências e se preparar para 2026.</p><p>Sobre o cenário estadual, a vereadora avaliou que o senador Rodrigo Pacheco (PSD) pode ser o nome apoiado por Lula ao governo de Minas, mas destacou que a tarefa dele será atrair a centro-direita. “Não necessariamente o PT precisa ocupar a vice, o mais importante é uma chapa viável eleitoralmente”, disse.</p><p>Moara também projetou o futuro político da prefeita Marília Campos, que aparece bem posicionada em pesquisas para o Senado e até para o governo, mas, segundo ela, tem reafirmado a intenção de concluir o mandato em Contagem.</p><p>Questionada sobre a gestão do governador Romeu Zema (Novo), a vereadora acusou o chefe do Executivo estadual de abandonar Minas para se projetar nacionalmente. “O governador abriu mão de cuidar do Estado para se lançar candidato à Presidência. Nossa tarefa é desmascarar o governo Zema e apresentar alternativas”, afirmou.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a vereadora de Contagem Moara Sabóia (PT) defendeu que a experiência de gestão petista na cidade seja referência para o partido em Minas Gerais. Segundo ela, Contagem mostra que é possível dialogar com setores conservadores e ampliar a base política sem perder a conexão com os mais pobres. “O PT precisa olhar para a experiência de Contagem, que conseguiu organizar o partido internamente e reeleger uma prefeita em primeiro turno”, afirmou.</p><p>Moara também comentou as disputas internas do PT mineiro, classificando como “acirradas e desnecessárias” as judicializações recentes. Para ela, o partido precisa de maturidade para superar divergências e se preparar para 2026.</p><p>Sobre o cenário estadual, a vereadora avaliou que o senador Rodrigo Pacheco (PSD) pode ser o nome apoiado por Lula ao governo de Minas, mas destacou que a tarefa dele será atrair a centro-direita. “Não necessariamente o PT precisa ocupar a vice, o mais importante é uma chapa viável eleitoralmente”, disse.</p><p>Moara também projetou o futuro político da prefeita Marília Campos, que aparece bem posicionada em pesquisas para o Senado e até para o governo, mas, segundo ela, tem reafirmado a intenção de concluir o mandato em Contagem.</p><p>Questionada sobre a gestão do governador Romeu Zema (Novo), a vereadora acusou o chefe do Executivo estadual de abandonar Minas para se projetar nacionalmente. “O governador abriu mão de cuidar do Estado para se lançar candidato à Presidência. Nossa tarefa é desmascarar o governo Zema e apresentar alternativas”, afirmou.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 20 Aug 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a vereadora de Contagem Moara Sabóia (PT) defendeu que a experiência de gestão petista na cidade seja referência para o partido em Minas Gerais. Segundo ela, Contagem mostra que é possível dialogar com setores conservadores e ampliar a base política sem perder a conexão com os mais pobres. “O PT precisa olhar para a experiência de Contagem, que conseguiu organizar o partido internamente e reeleger uma prefeita em primeiro turno”, afirmou.</p><p>Moara também comentou as disputas internas do PT mineiro, classificando como “acirradas e desnecessárias” as judicializações recentes. Para ela, o partido precisa de maturidade para superar divergências e se preparar para 2026.</p><p>Sobre o cenário estadual, a vereadora avaliou que o senador Rodrigo Pacheco (PSD) pode ser o nome apoiado por Lula ao governo de Minas, mas destacou que a tarefa dele será atrair a centro-direita. “Não necessariamente o PT precisa ocupar a vice, o mais importante é uma chapa viável eleitoralmente”, disse.</p><p>Moara também projetou o futuro político da prefeita Marília Campos, que aparece bem posicionada em pesquisas para o Senado e até para o governo, mas, segundo ela, tem reafirmado a intenção de concluir o mandato em Contagem.</p><p>Questionada sobre a gestão do governador Romeu Zema (Novo), a vereadora acusou o chefe do Executivo estadual de abandonar Minas para se projetar nacionalmente. “O governador abriu mão de cuidar do Estado para se lançar candidato à Presidência. Nossa tarefa é desmascarar o governo Zema e apresentar alternativas”, afirmou.</p>]]>
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      <title>Mauricio do Vôlei | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A estratégia da oposição de <a href="https://www.otempo.com.br/politica/congresso/2025/8/8/motta-pune-deputados-da-oposicao-que-dificultaram-desobstrucao-do-plenario">obstruir o plenário da Câmara dos Deputados</a> não rendeu os frutos esperados, não pelo menos, por enquanto. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), <a href="https://www.otempo.com.br/politica/congresso/2025/8/12/motta-lista-prioridades-da-camara-mas-ignora-pl-da-anistia-e-pec-do-fim-do-foro">não deu indícios de que irá acelerar</a> a tramitação do projeto de lei que anistia os réus do 8 de janeiro e também não incluiu a <a href="https://www.otempo.com.br/politica/congresso/2025/8/12/camara-nao-cede-a-acordo-do-pl-e-pec-do-fim-do-foro-nao-e-pautada-para-votacao">Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que põe fim ao foro</a> na ordem do dia para votação do plenário.  O resultado aquém do esperado não foi surpresa para o deputado Maurício do Vôlei (PL-MG), para quem a estratégia pareceu ineficiente desde o início. "Não ia dar em nada", disse. "Pelo contrário, acho que a gente ia sair prejudicado nessa ação. Não temos votos para pautar a anistia. Só que eles não entenderam. Falei para vários líderes do PL e da oposição que não era o caminho, que era um erro", avaliou o deputado em declaração ao <strong>Café com Política</strong>, de <strong>O TEMPO</strong>.  </p>]]>
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        <![CDATA[<p>A estratégia da oposição de <a href="https://www.otempo.com.br/politica/congresso/2025/8/8/motta-pune-deputados-da-oposicao-que-dificultaram-desobstrucao-do-plenario">obstruir o plenário da Câmara dos Deputados</a> não rendeu os frutos esperados, não pelo menos, por enquanto. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), <a href="https://www.otempo.com.br/politica/congresso/2025/8/12/motta-lista-prioridades-da-camara-mas-ignora-pl-da-anistia-e-pec-do-fim-do-foro">não deu indícios de que irá acelerar</a> a tramitação do projeto de lei que anistia os réus do 8 de janeiro e também não incluiu a <a href="https://www.otempo.com.br/politica/congresso/2025/8/12/camara-nao-cede-a-acordo-do-pl-e-pec-do-fim-do-foro-nao-e-pautada-para-votacao">Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que põe fim ao foro</a> na ordem do dia para votação do plenário.  O resultado aquém do esperado não foi surpresa para o deputado Maurício do Vôlei (PL-MG), para quem a estratégia pareceu ineficiente desde o início. "Não ia dar em nada", disse. "Pelo contrário, acho que a gente ia sair prejudicado nessa ação. Não temos votos para pautar a anistia. Só que eles não entenderam. Falei para vários líderes do PL e da oposição que não era o caminho, que era um erro", avaliou o deputado em declaração ao <strong>Café com Política</strong>, de <strong>O TEMPO</strong>.  </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 19 Aug 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Andreia de Jesus | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>No Café com Política, a deputada estadual Andreia de Jesus (PT-MG) falou sobre os embates ideológicos na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas (ALMG). Durante a entrevista, a deputada afirmou que fez uma representação contra o governador Romeu Zema (Novo).</p><p>Questionada sobre 2026, a parlamentar defende a participação do PT em uma chapa para o governo de Minas e avaliou nomes como o do senador Rodrigo Pacheco (PSD), e das prefeitas Marília Campos (PT) e Margarida Salomão (PT). A deputada disse ainda estar "!preparada para disputar o Senado, se o partido quiser”. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 18 Aug 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Gabriel Azevedo | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Ex-vereador Gabriel Azevedo dispara críticas em todas as direções e mira em Bolsonaro, Lula e governador mineiro Romeu Zema que, segundo ele, envergonha Minas Gerais. Azevedo garante que busca a prefeitura da capital mineira em 2028, mas diz que futuro político ainda vai ser definido.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Ex-vereador Gabriel Azevedo dispara críticas em todas as direções e mira em Bolsonaro, Lula e governador mineiro Romeu Zema que, segundo ele, envergonha Minas Gerais. Azevedo garante que busca a prefeitura da capital mineira em 2028, mas diz que futuro político ainda vai ser definido.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 14 Aug 2025 23:33:23 +0000</pubDate>
      <author>O TEMPO</author>
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      <itunes:keywords>Política, Notícias, entrevista</itunes:keywords>
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      <title>André Luiz Moreira dos Anjos, presidente do IPSEMG | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o presidente do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (IPSEMG), André dos Anjos, afirmou que o órgão deve fechar 2025 sem déficit e com sustentabilidade financeira garantida por pelo menos cinco anos. Desde a mudança nas regras de contribuição, o IPSEMG perdeu cerca de 4 mil beneficiários, mas o impacto na arrecadação, segundo ele, foi  “irrisório”.</p><p>André não descarta, no entanto, novas mudanças nas regras de contribuição no futuro, a depender da evolução tecnológica e dos custos de assistência. Entre os investimentos previstos, o presidente destacou a reabertura da Ala B do Hospital Governador Israel Pinheiro (HGIP) em 2026 e a ampliação da rede credenciada, que deverá dobrar de valor até o fim do ano, com novos prestadores e aumento do teto de contratos.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o presidente do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (IPSEMG), André dos Anjos, afirmou que o órgão deve fechar 2025 sem déficit e com sustentabilidade financeira garantida por pelo menos cinco anos. Desde a mudança nas regras de contribuição, o IPSEMG perdeu cerca de 4 mil beneficiários, mas o impacto na arrecadação, segundo ele, foi  “irrisório”.</p><p>André não descarta, no entanto, novas mudanças nas regras de contribuição no futuro, a depender da evolução tecnológica e dos custos de assistência. Entre os investimentos previstos, o presidente destacou a reabertura da Ala B do Hospital Governador Israel Pinheiro (HGIP) em 2026 e a ampliação da rede credenciada, que deverá dobrar de valor até o fim do ano, com novos prestadores e aumento do teto de contratos.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 13 Aug 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Cida Falabella | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A vereadora Cida Falabella (PSOL) diz que imóveis na região central de Belo Horizonte podem ser transformados em moradias populares em projetos de mudanças no plano diretor da capital. "Interesses diferentes ainda impedem andamento dos projetos'', segundo a vereadora.  No Café com Política, Cida falou ainda sobre o andamento de projetos culturais para a cidade, as eleições de 2026 e a relação com o prefeito Álvaro Damião.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 12 Aug 2025 00:40:20 +0000</pubDate>
      <author>Café com Política</author>
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      <title>Deputado Mauro Tramonte | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Mauro Tramonte (Republicanos-MG) não descarta apoiar uma eventual candidatura do senador Cleitinho (Republicanos-MG) ao governo de Minas, em 2026. Em entrevista aos jornalistas Síria Caixeta e Hermano Chiotti, Tramonte afirmou que a decisão dependerá das propostas apresentadas tanto por Cleitinho quanto pelo vice-governador Matheus Simões (Novo-MG), também cotado para disputar o cargo. </p><p>Embora Cleitinho não tenha apoiado Mauro Tramonte nas eleições de 2022, quando o deputado concorreu à Prefeitura de Belo Horizonte, o parlamentar afirma que não guarda mágoa. </p><p>O deputado mineiro também destacou que segue realizando seu trabalho de forma independente, sem se deixar influenciar pela polarização política do país. </p><p>Ainda na avaliação de Tramonte, a principal pauta da Assembleia Legislativa de Minas Gerais no segundo semestre será a discussão sobre os detalhes da adesão do Governo de Minas ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), iniciativa que trata da renegociação das dívidas do Estado com a União.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Mauro Tramonte (Republicanos-MG) não descarta apoiar uma eventual candidatura do senador Cleitinho (Republicanos-MG) ao governo de Minas, em 2026. Em entrevista aos jornalistas Síria Caixeta e Hermano Chiotti, Tramonte afirmou que a decisão dependerá das propostas apresentadas tanto por Cleitinho quanto pelo vice-governador Matheus Simões (Novo-MG), também cotado para disputar o cargo. </p><p>Embora Cleitinho não tenha apoiado Mauro Tramonte nas eleições de 2022, quando o deputado concorreu à Prefeitura de Belo Horizonte, o parlamentar afirma que não guarda mágoa. </p><p>O deputado mineiro também destacou que segue realizando seu trabalho de forma independente, sem se deixar influenciar pela polarização política do país. </p><p>Ainda na avaliação de Tramonte, a principal pauta da Assembleia Legislativa de Minas Gerais no segundo semestre será a discussão sobre os detalhes da adesão do Governo de Minas ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), iniciativa que trata da renegociação das dívidas do Estado com a União.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 10 Aug 2025 18:59:49 +0000</pubDate>
      <author>O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Mauro Tramonte (Republicanos-MG) não descarta apoiar uma eventual candidatura do senador Cleitinho (Republicanos-MG) ao governo de Minas, em 2026. Em entrevista aos jornalistas Síria Caixeta e Hermano Chiotti, Tramonte afirmou que a decisão dependerá das propostas apresentadas tanto por Cleitinho quanto pelo vice-governador Matheus Simões (Novo-MG), também cotado para disputar o cargo. </p><p>Embora Cleitinho não tenha apoiado Mauro Tramonte nas eleições de 2022, quando o deputado concorreu à Prefeitura de Belo Horizonte, o parlamentar afirma que não guarda mágoa. </p><p>O deputado mineiro também destacou que segue realizando seu trabalho de forma independente, sem se deixar influenciar pela polarização política do país. </p><p>Ainda na avaliação de Tramonte, a principal pauta da Assembleia Legislativa de Minas Gerais no segundo semestre será a discussão sobre os detalhes da adesão do Governo de Minas ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), iniciativa que trata da renegociação das dívidas do Estado com a União.</p>]]>
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      <title>Fernando Breno | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o prefeito de Coromandel, Fernando Brenno (PRD), falou sobre os principais investimentos da gestão, como a ampliação da saúde, os recursos destinados ao agronegócio e a chegada de empresas ao município. Ele comentou ainda sobre a descoberta do segundo maior diamante do Brasil em Coromandel e revela como os recursos da venda da pedra serão aplicados na cidade.</p><p>Durante a entrevista, Fernando também detalhou a relação com os governos estadual e federal, e avaliou possíveis nomes para a disputa ao governo de Minas em 2026 e não descarta uma futura candidatura a deputado.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 08 Aug 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Jussara Menicucci | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>À frente da Frente Mineira de Prefeitos (FMP), a prefeita de Lavras, Jussara Menicucci (PSD), defendeu, em entrevista ao Café com Política, que a principal pauta de sua gestão será a reforma tributária, com atenção especial às demandas das cidades polo.</p><p>“Eu sou municipalista e, representando cidades polo, a Frente Mineira veio para que esses municípios também tivessem voz”, afirmou. Segundo a prefeita, a meta é garantir que os anseios das maiores cidades mineiras sejam considerados nos poderes Legislativo e Executivo, tanto no Estado quanto no país.</p><p>Menicucci disse que pretende implementar um projeto de desenvolvimento sustentável para as macrorregiões de Minas, aliado à atração de investimentos e inovação. “Queremos lutar para que todas as regiões tenham seu desenvolvimento sustentável reconhecido, para que a gente possa captar recursos e executá-los”, ressaltou.</p><p>A nova presidente defendeu ainda maior integração com a Associação Mineira de Municípios (AMM), que, segundo ela, congrega principalmente cidades menores. “São duas entidades municipalistas. A frente entra para que a gente tenha esse trabalho em parceria, cada uma no seu nicho, de forma integrada.”</p><p>Entre os principais gargalos enfrentados pelas cidades polo, Menicucci apontou a saúde, especialmente na realização de cirurgias e exames especializados. Ela criticou o congelamento da tabela do SUS há 20 anos e disse que os municípios precisam de apoio para manter o atendimento. “O nosso gasto é muito maior e os recursos sempre são finitos”, afirmou.</p><p>A prefeita também falou sobre a concessão de rodovias e defendeu pedágios com tarifas justas. “Sou a favor de concessões, mas que as tarifas não sejam tão altas para a população não ter esse peso no bolso e o desenvolvimento das regiões continue”, pontuou. </p><p>Sobre medidas nacionais que impactam o orçamento municipal, como os pisos da enfermagem e do magistério e a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, Menicucci pediu compensações. “Tem que ter [compensação], porque é uma receita que vem no Fundo de Participação dos Municípios”, avaliou. Ela adiantou que a FMP já estuda as perdas que a medida pode gerar.</p><p>Em relação à política estadual, a prefeita afirmou que o cenário para 2026 ainda é incerto. “Talvez seja uma das primeiras eleições que, a um ano do início do processo eleitoral, não tem ali ‘este é o candidato’”, observou, defendendo um nome de centro que una forças da direita e da esquerda.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>À frente da Frente Mineira de Prefeitos (FMP), a prefeita de Lavras, Jussara Menicucci (PSD), defendeu, em entrevista ao Café com Política, que a principal pauta de sua gestão será a reforma tributária, com atenção especial às demandas das cidades polo.</p><p>“Eu sou municipalista e, representando cidades polo, a Frente Mineira veio para que esses municípios também tivessem voz”, afirmou. Segundo a prefeita, a meta é garantir que os anseios das maiores cidades mineiras sejam considerados nos poderes Legislativo e Executivo, tanto no Estado quanto no país.</p><p>Menicucci disse que pretende implementar um projeto de desenvolvimento sustentável para as macrorregiões de Minas, aliado à atração de investimentos e inovação. “Queremos lutar para que todas as regiões tenham seu desenvolvimento sustentável reconhecido, para que a gente possa captar recursos e executá-los”, ressaltou.</p><p>A nova presidente defendeu ainda maior integração com a Associação Mineira de Municípios (AMM), que, segundo ela, congrega principalmente cidades menores. “São duas entidades municipalistas. A frente entra para que a gente tenha esse trabalho em parceria, cada uma no seu nicho, de forma integrada.”</p><p>Entre os principais gargalos enfrentados pelas cidades polo, Menicucci apontou a saúde, especialmente na realização de cirurgias e exames especializados. Ela criticou o congelamento da tabela do SUS há 20 anos e disse que os municípios precisam de apoio para manter o atendimento. “O nosso gasto é muito maior e os recursos sempre são finitos”, afirmou.</p><p>A prefeita também falou sobre a concessão de rodovias e defendeu pedágios com tarifas justas. “Sou a favor de concessões, mas que as tarifas não sejam tão altas para a população não ter esse peso no bolso e o desenvolvimento das regiões continue”, pontuou. </p><p>Sobre medidas nacionais que impactam o orçamento municipal, como os pisos da enfermagem e do magistério e a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, Menicucci pediu compensações. “Tem que ter [compensação], porque é uma receita que vem no Fundo de Participação dos Municípios”, avaliou. Ela adiantou que a FMP já estuda as perdas que a medida pode gerar.</p><p>Em relação à política estadual, a prefeita afirmou que o cenário para 2026 ainda é incerto. “Talvez seja uma das primeiras eleições que, a um ano do início do processo eleitoral, não tem ali ‘este é o candidato’”, observou, defendendo um nome de centro que una forças da direita e da esquerda.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 07 Aug 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Kiko Dutra| Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao programa Café com Política, o prefeito de Carandaí, Kiko Dutra (PRD), fez um balanço dos primeiros meses de mandato e afirmou ter encontrado o município em situação crítica, especialmente nas áreas de saúde e educação. Segundo ele, a transição de governo foi marcada pela "falta de transparência" e por "desafios e surpresas diárias". Dutra denunciou o colapso do Hospital Municipal. “Chove mais dentro do que fora do hospital”, relatou. Segundo ele, o hospital opera sem alvará sanitário desde 2022 e teve sua classificação rebaixada do nível 4 para o nível 2, o que gerou perda de recursos.</p><p>Para reverter esse cenário, o prefeito prometeu reestruturar o hospital em até 12 meses, com apoio do Ministério da Saúde e do programa de gestão do Hospital Albert Einstein. “O povo merece respeito e merece uma saúde de qualidade”, disse. Sobre o relacionamento institucional, Kiko Dutra afirmou manter bom diálogo com os governos estadual e federal, independentemente de ideologia. “Meu ideal independe de direita, esquerda ou centro”, declarou. </p><p>Durante a entrevista, o prefeito falou também sobre decisão de vetar o reajuste da verba indenizatória da Câmara Municipal. Segundo ele, a medida não afetou sua base de apoio. “Não era o momento”, justificou. O chefe do Executivo municipal mostrou ainda  satisfeito com a eleição do prefeito de Patos de Minas, Luiz Eduardo Falcão (sem partido), para a presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM), e defendeu maior participação dos gestores municipais nas decisões da entidade.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao programa Café com Política, o prefeito de Carandaí, Kiko Dutra (PRD), fez um balanço dos primeiros meses de mandato e afirmou ter encontrado o município em situação crítica, especialmente nas áreas de saúde e educação. Segundo ele, a transição de governo foi marcada pela "falta de transparência" e por "desafios e surpresas diárias". Dutra denunciou o colapso do Hospital Municipal. “Chove mais dentro do que fora do hospital”, relatou. Segundo ele, o hospital opera sem alvará sanitário desde 2022 e teve sua classificação rebaixada do nível 4 para o nível 2, o que gerou perda de recursos.</p><p>Para reverter esse cenário, o prefeito prometeu reestruturar o hospital em até 12 meses, com apoio do Ministério da Saúde e do programa de gestão do Hospital Albert Einstein. “O povo merece respeito e merece uma saúde de qualidade”, disse. Sobre o relacionamento institucional, Kiko Dutra afirmou manter bom diálogo com os governos estadual e federal, independentemente de ideologia. “Meu ideal independe de direita, esquerda ou centro”, declarou. </p><p>Durante a entrevista, o prefeito falou também sobre decisão de vetar o reajuste da verba indenizatória da Câmara Municipal. Segundo ele, a medida não afetou sua base de apoio. “Não era o momento”, justificou. O chefe do Executivo municipal mostrou ainda  satisfeito com a eleição do prefeito de Patos de Minas, Luiz Eduardo Falcão (sem partido), para a presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM), e defendeu maior participação dos gestores municipais nas decisões da entidade.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 06 Aug 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao programa Café com Política, o prefeito de Carandaí, Kiko Dutra (PRD), fez um balanço dos primeiros meses de mandato e afirmou ter encontrado o município em situação crítica, especialmente nas áreas de saúde e educação. Segundo ele, a transição de governo foi marcada pela "falta de transparência" e por "desafios e surpresas diárias". Dutra denunciou o colapso do Hospital Municipal. “Chove mais dentro do que fora do hospital”, relatou. Segundo ele, o hospital opera sem alvará sanitário desde 2022 e teve sua classificação rebaixada do nível 4 para o nível 2, o que gerou perda de recursos.</p><p>Para reverter esse cenário, o prefeito prometeu reestruturar o hospital em até 12 meses, com apoio do Ministério da Saúde e do programa de gestão do Hospital Albert Einstein. “O povo merece respeito e merece uma saúde de qualidade”, disse. Sobre o relacionamento institucional, Kiko Dutra afirmou manter bom diálogo com os governos estadual e federal, independentemente de ideologia. “Meu ideal independe de direita, esquerda ou centro”, declarou. </p><p>Durante a entrevista, o prefeito falou também sobre decisão de vetar o reajuste da verba indenizatória da Câmara Municipal. Segundo ele, a medida não afetou sua base de apoio. “Não era o momento”, justificou. O chefe do Executivo municipal mostrou ainda  satisfeito com a eleição do prefeito de Patos de Minas, Luiz Eduardo Falcão (sem partido), para a presidência da Associação Mineira de Municípios (AMM), e defendeu maior participação dos gestores municipais nas decisões da entidade.</p>]]>
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      <title>Paulo Lamac | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o porta-voz nacional da Rede Sustentabilidade, Paulo Lamac, afirmou que deixou a Prefeitura de Belo Horizonte sem ressentimentos e negou qualquer crise entre os grupos de Fuad Noman e Álvaro Damião (União). Segundo ele, a saída coincidiu com sua eleição à direção nacional do partido e com o momento de reformulação da nova gestão municipal.</p><p>Ex-vice de Alexandre Kalil (sem partido), Lamac afirmou ainda que o ex-prefeito "seria muito bem-vindo na Rede" e que sua candidatura ao governo de Minas em 2026 "não pode ser desconsiderada". Segundo Lamac, a Rede Sustentabilidade não planeja lançar candidatura própria ao Planalto em 2026. A expectativa , de acordo com ele, é manter a aliança com o governo Lula, como ocorre no cenário nacional atual.</p><p>Questionado sobre a federação PSOL-Rede, o porta voz afirmou que a legenda admite conversas com outros partidos para 2026. Sobre os rumores de saída da deputada estadual Ana Paula Siqueira (Rede), Lamac garantiu que ela segue até então no partido, mas reforçou que a Rede não impõe amarras a seus quadros.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o porta-voz nacional da Rede Sustentabilidade, Paulo Lamac, afirmou que deixou a Prefeitura de Belo Horizonte sem ressentimentos e negou qualquer crise entre os grupos de Fuad Noman e Álvaro Damião (União). Segundo ele, a saída coincidiu com sua eleição à direção nacional do partido e com o momento de reformulação da nova gestão municipal.</p><p>Ex-vice de Alexandre Kalil (sem partido), Lamac afirmou ainda que o ex-prefeito "seria muito bem-vindo na Rede" e que sua candidatura ao governo de Minas em 2026 "não pode ser desconsiderada". Segundo Lamac, a Rede Sustentabilidade não planeja lançar candidatura própria ao Planalto em 2026. A expectativa , de acordo com ele, é manter a aliança com o governo Lula, como ocorre no cenário nacional atual.</p><p>Questionado sobre a federação PSOL-Rede, o porta voz afirmou que a legenda admite conversas com outros partidos para 2026. Sobre os rumores de saída da deputada estadual Ana Paula Siqueira (Rede), Lamac garantiu que ela segue até então no partido, mas reforçou que a Rede não impõe amarras a seus quadros.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 05 Aug 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Delegado Marcelo Freitas | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Presidente do União Brasil em MG diz que federação com PP terá como foco uma candidatura de direita no Estado em 2026: "É impossível caminharmos em uma coligação com o PT"</p><p>O presidente do União Brasil em Minas Gerais, deputado federal delegado Marcelo Freitas, defendeu, em entrevista ao Café com Política, exibido nesta segunda-feira (4/8) no canal de O TEMPO no YouTube, que a federação entre União Brasil e PP caminhe com uma candidatura de direita nas eleições do próximo ano no Estado, afastando a possibilidade de que o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) seja uma das apostas das siglas para o pleito de 2026. Pacheco tem sido apontado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como uma das apostas de aliança do PT em Minas. Nas últimas agendas de Lula no Estado, o senador tem dividido palanque com o presidente, animando aliados que viam, até então, com desconfiança uma possível candidatura do senador ao Palácio Tiradentes.</p><p>"O Rodrigo Pacheco é uma pessoa com quem eu mantenho uma relação de respeito e amizade. Mas, tendo em vista a posição dos filiados do União Brasil e do próprio PP, não têm a menor condição de caminharmos em uma coligação que contemple o PT formalmente em sua composição. É impossível a possibilidade de uma coligação com o PT. O partido vai caminhar, seja em âmbito nacional ou estadual, em uma coligação que transite para o aspecto da direita", afirmou o presidente do União Brasil em Minas Gerais.</p><p>Conforme publicado por O TEMPO, o apoio de Lula à eventual candidatura de Pacheco ao governo de Minas Gerais em 2026 não estaria condicionado à presença do PT na chapa. O ex-presidente do Congresso Nacional já teria sinalizado a aliados que o partido pode ficar fora da composição, caso ele seja candidato. A intenção do ex-presidente do Congresso seria encabeçar uma chapa ao centro, como fez o ex-prefeito Fuad Noman (1947–2025) ao se candidatar à Prefeitura de Belo Horizonte em 2024. Sem o PT, pessoas próximas a Pacheco acreditam que o senador teria espaço para atrair partidos do centro e da centro-direita, como a federação União Brasil–PP. A estratégia é calculada para desidratar a candidatura do vice-governador Mateus Simões (Novo). Filiado ao PP, o secretário de Estado de Governo, Marcelo Aro, é pré-candidato ao Senado na chapa encabeçada por Simões.</p><p>Segundo o presidente do União Brasil em Minas Gerais, as decisões da federação no Estado serão tomadas "em sintonia com os diretórios estaduais do PP e do União Brasil", mas com "chancela da Executiva Nacional". "Nós já temos conversas avançadas com o diretório estadual e com o presidente do PP, além do presidente do União Brasil, no sentido de que a gente trabalhe com um partido mais à direita. A proposta, tanto em Minas quanto no Rio de Janeiro e em São Paulo, é de que as decisões sejam tomadas sem que haja um comando estadual unificado, porque são estados que guardam a relevância de uma densidade eleitoral muito grande, razão pela qual a Executiva Nacional não abre mão dessa prerrogativa de chancelar os acordos feitos", afirmou Freitas.</p><p>De acordo com o parlamentar, o União Brasil e o PP ainda estão negociando sobre um eventual apoio a uma candidatura em Minas Gerais. “Ainda não tem nome. As conversas estão acontecendo. Nós temos tido vários diálogos com o Mateus Simões, com o governador Romeu Zema, com o Marcelo Aro, que é secretário de Governo, com o próprio Rodrigo Pacheco, com Cleitinho e com o Euclydes Pettersen. São pessoas com quem mantemos um diálogo muito ativo”, pontuou. "Essas negociações vão se afunilar mais adiante, e certamente nós iremos fazê-lo em sintonia com a Executiva Nacional do partido. Mas, repito: a posição hoje do partido, seja em âmbito estadual ou nacional, é de caminhar em sintonia com a direita do nosso país", completou o deputado.</p><p>Deputado defende participação de Álvaro Damião na montagem de chapas para 2026<br>Durante a entrevista, o presidente do União Brasil no Estado defendeu ainda a participação do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União), na composição eleitoral para 2026. “O Álvaro Damião é uma pessoa com quem nós mantemos um diálogo bastante satisfatório e uma pessoa que vai nos ajudar muito, especialmente na composição da chapa para a eleição de 2026”, avaliou.</p><p>Questionado sobre a presença do União Brasil na prefeitura da capital, Marcelo de Freitas minimizou as alianças feitas por Damião. Segundo ele, “o gestor municipal precisa buscar, fazer uma composição que permita que ele consiga ter governabilidade". "Eu acho que isso o Álvaro tem feito, tem buscado montar um governo de coalizão, já que ele não foi o prefeito eleito. Ele assumiu a prefeitura após a lamentável perda do prefeito eleito Fuad Noman”, disse o deputado, que garantiu que o diretório estadual do União Brasil não tem a intenção de indicar qualquer nome ao Executivo municipal.</p><p>"O que nós queremos é que o prefeito de Belo Horizonte, nessa visão republicana de composição com os partidos, nos ajude na composição da chapa proporcional para as eleições de 2026, permitindo que o União Brasil, juntamente com o PP, tenhamos a chapa mais robusta possível para que possamos eleger, no ano que vem, uma quantidade considerável de deputados estaduais e deputados federais, fortalecendo o partido", destacou.</p><p>Correligionário de Caiado, presidente do União Brasil em MG defende candidatura de Tarcísio a presidência em 2026 </p><p>Sobre a disputa presidencial, Marcelo Freitas se posicionou em favor do nome do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), apesar de o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), já ter colocado seu nome na disputa. “Temos um sonho de consumo, e eu não tenho receio algum em dizer que o nosso sonho de consumo é que, quem sabe, a gente consiga transitar com uma candidatura que possa ter, na majoritária nacional, por exemplo, o Tarcísio Gomes de Freitas, que, a nosso sentir, é o nome mais preparado para ser o próximo presidente da República em nosso país”, defendeu o deputado.</p><p>Para ele, os nomes dos governadores de Goiás, de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), podem fazer parte de uma composição com Tarcísio. Freitas cita ainda a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). “Obviamente, não se exclui nenhuma composição. Não há nenhuma distorção e nenhuma mácula (sobre a pré-candidatura do Caiado), porque ele se apresentou à bancada federal e pleiteou à bancada federal, de maneira muito humilde. Se ele se viabilizar, é perfeitamente possível que o União Brasil o apoie”, minimizou o deputado sobre qualquer mal-estar com Ronaldo Caiado.</p><p>Sobre a postura do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de manter seu nome na disputa, apesar de estar inelegível, Marcelo de Freitas considera a estratégia "salomônica". “Enquanto, por exemplo, Tarcísio de Freitas, Romeu Zema, Ratinho Júnior e o próprio Caiado se mantêm um pouco mais distantes da cena nacional, obviamente, eles levam menos porrada. É muito comum, especialmente por parte do PT, termos aquilo que a gente chama de assassinato de reputações”, avaliou.</p><p>Presidente do União Brasil em MG defende desembarque do governo Lula e diz que atuais cargos são de cota pessoal e não institucionais</p><p>O presidente do União Brasil em Minas Gerais defendeu a saída da legenda dos cargos do primeiro escalão do governo Lula. Atualmente, a federação entre União Brasil e PP tem quatro ministérios. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta segunda-feira (4/8) no canal de O TEMPO no YouTube, o deputado federal Marcelo de Freitas (União) afirmou que é necessário que haja uma "completa independência" em relação ao governo federal.</p><p>Questionado sobre os cargos já ocupados pelos partidos no primeiro escalão do governo Lula, Freitas minimizou. “São convites pessoais. Não se trata de indicação institucional do partido. São parlamentares que foram especificamente convidados pelo presidente da República, ...</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Presidente do União Brasil em MG diz que federação com PP terá como foco uma candidatura de direita no Estado em 2026: "É impossível caminharmos em uma coligação com o PT"</p><p>O presidente do União Brasil em Minas Gerais, deputado federal delegado Marcelo Freitas, defendeu, em entrevista ao Café com Política, exibido nesta segunda-feira (4/8) no canal de O TEMPO no YouTube, que a federação entre União Brasil e PP caminhe com uma candidatura de direita nas eleições do próximo ano no Estado, afastando a possibilidade de que o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) seja uma das apostas das siglas para o pleito de 2026. Pacheco tem sido apontado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como uma das apostas de aliança do PT em Minas. Nas últimas agendas de Lula no Estado, o senador tem dividido palanque com o presidente, animando aliados que viam, até então, com desconfiança uma possível candidatura do senador ao Palácio Tiradentes.</p><p>"O Rodrigo Pacheco é uma pessoa com quem eu mantenho uma relação de respeito e amizade. Mas, tendo em vista a posição dos filiados do União Brasil e do próprio PP, não têm a menor condição de caminharmos em uma coligação que contemple o PT formalmente em sua composição. É impossível a possibilidade de uma coligação com o PT. O partido vai caminhar, seja em âmbito nacional ou estadual, em uma coligação que transite para o aspecto da direita", afirmou o presidente do União Brasil em Minas Gerais.</p><p>Conforme publicado por O TEMPO, o apoio de Lula à eventual candidatura de Pacheco ao governo de Minas Gerais em 2026 não estaria condicionado à presença do PT na chapa. O ex-presidente do Congresso Nacional já teria sinalizado a aliados que o partido pode ficar fora da composição, caso ele seja candidato. A intenção do ex-presidente do Congresso seria encabeçar uma chapa ao centro, como fez o ex-prefeito Fuad Noman (1947–2025) ao se candidatar à Prefeitura de Belo Horizonte em 2024. Sem o PT, pessoas próximas a Pacheco acreditam que o senador teria espaço para atrair partidos do centro e da centro-direita, como a federação União Brasil–PP. A estratégia é calculada para desidratar a candidatura do vice-governador Mateus Simões (Novo). Filiado ao PP, o secretário de Estado de Governo, Marcelo Aro, é pré-candidato ao Senado na chapa encabeçada por Simões.</p><p>Segundo o presidente do União Brasil em Minas Gerais, as decisões da federação no Estado serão tomadas "em sintonia com os diretórios estaduais do PP e do União Brasil", mas com "chancela da Executiva Nacional". "Nós já temos conversas avançadas com o diretório estadual e com o presidente do PP, além do presidente do União Brasil, no sentido de que a gente trabalhe com um partido mais à direita. A proposta, tanto em Minas quanto no Rio de Janeiro e em São Paulo, é de que as decisões sejam tomadas sem que haja um comando estadual unificado, porque são estados que guardam a relevância de uma densidade eleitoral muito grande, razão pela qual a Executiva Nacional não abre mão dessa prerrogativa de chancelar os acordos feitos", afirmou Freitas.</p><p>De acordo com o parlamentar, o União Brasil e o PP ainda estão negociando sobre um eventual apoio a uma candidatura em Minas Gerais. “Ainda não tem nome. As conversas estão acontecendo. Nós temos tido vários diálogos com o Mateus Simões, com o governador Romeu Zema, com o Marcelo Aro, que é secretário de Governo, com o próprio Rodrigo Pacheco, com Cleitinho e com o Euclydes Pettersen. São pessoas com quem mantemos um diálogo muito ativo”, pontuou. "Essas negociações vão se afunilar mais adiante, e certamente nós iremos fazê-lo em sintonia com a Executiva Nacional do partido. Mas, repito: a posição hoje do partido, seja em âmbito estadual ou nacional, é de caminhar em sintonia com a direita do nosso país", completou o deputado.</p><p>Deputado defende participação de Álvaro Damião na montagem de chapas para 2026<br>Durante a entrevista, o presidente do União Brasil no Estado defendeu ainda a participação do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União), na composição eleitoral para 2026. “O Álvaro Damião é uma pessoa com quem nós mantemos um diálogo bastante satisfatório e uma pessoa que vai nos ajudar muito, especialmente na composição da chapa para a eleição de 2026”, avaliou.</p><p>Questionado sobre a presença do União Brasil na prefeitura da capital, Marcelo de Freitas minimizou as alianças feitas por Damião. Segundo ele, “o gestor municipal precisa buscar, fazer uma composição que permita que ele consiga ter governabilidade". "Eu acho que isso o Álvaro tem feito, tem buscado montar um governo de coalizão, já que ele não foi o prefeito eleito. Ele assumiu a prefeitura após a lamentável perda do prefeito eleito Fuad Noman”, disse o deputado, que garantiu que o diretório estadual do União Brasil não tem a intenção de indicar qualquer nome ao Executivo municipal.</p><p>"O que nós queremos é que o prefeito de Belo Horizonte, nessa visão republicana de composição com os partidos, nos ajude na composição da chapa proporcional para as eleições de 2026, permitindo que o União Brasil, juntamente com o PP, tenhamos a chapa mais robusta possível para que possamos eleger, no ano que vem, uma quantidade considerável de deputados estaduais e deputados federais, fortalecendo o partido", destacou.</p><p>Correligionário de Caiado, presidente do União Brasil em MG defende candidatura de Tarcísio a presidência em 2026 </p><p>Sobre a disputa presidencial, Marcelo Freitas se posicionou em favor do nome do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), apesar de o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), já ter colocado seu nome na disputa. “Temos um sonho de consumo, e eu não tenho receio algum em dizer que o nosso sonho de consumo é que, quem sabe, a gente consiga transitar com uma candidatura que possa ter, na majoritária nacional, por exemplo, o Tarcísio Gomes de Freitas, que, a nosso sentir, é o nome mais preparado para ser o próximo presidente da República em nosso país”, defendeu o deputado.</p><p>Para ele, os nomes dos governadores de Goiás, de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), podem fazer parte de uma composição com Tarcísio. Freitas cita ainda a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). “Obviamente, não se exclui nenhuma composição. Não há nenhuma distorção e nenhuma mácula (sobre a pré-candidatura do Caiado), porque ele se apresentou à bancada federal e pleiteou à bancada federal, de maneira muito humilde. Se ele se viabilizar, é perfeitamente possível que o União Brasil o apoie”, minimizou o deputado sobre qualquer mal-estar com Ronaldo Caiado.</p><p>Sobre a postura do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de manter seu nome na disputa, apesar de estar inelegível, Marcelo de Freitas considera a estratégia "salomônica". “Enquanto, por exemplo, Tarcísio de Freitas, Romeu Zema, Ratinho Júnior e o próprio Caiado se mantêm um pouco mais distantes da cena nacional, obviamente, eles levam menos porrada. É muito comum, especialmente por parte do PT, termos aquilo que a gente chama de assassinato de reputações”, avaliou.</p><p>Presidente do União Brasil em MG defende desembarque do governo Lula e diz que atuais cargos são de cota pessoal e não institucionais</p><p>O presidente do União Brasil em Minas Gerais defendeu a saída da legenda dos cargos do primeiro escalão do governo Lula. Atualmente, a federação entre União Brasil e PP tem quatro ministérios. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta segunda-feira (4/8) no canal de O TEMPO no YouTube, o deputado federal Marcelo de Freitas (União) afirmou que é necessário que haja uma "completa independência" em relação ao governo federal.</p><p>Questionado sobre os cargos já ocupados pelos partidos no primeiro escalão do governo Lula, Freitas minimizou. “São convites pessoais. Não se trata de indicação institucional do partido. São parlamentares que foram especificamente convidados pelo presidente da República, ...</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 04 Aug 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Nas últimas agendas de Lula no Estado, o senador tem dividido palanque com o presidente, animando aliados que viam, até então, com desconfiança uma possível candidatura do senador ao Palácio Tiradentes.</p><p>"O Rodrigo Pacheco é uma pessoa com quem eu mantenho uma relação de respeito e amizade. Mas, tendo em vista a posição dos filiados do União Brasil e do próprio PP, não têm a menor condição de caminharmos em uma coligação que contemple o PT formalmente em sua composição. É impossível a possibilidade de uma coligação com o PT. O partido vai caminhar, seja em âmbito nacional ou estadual, em uma coligação que transite para o aspecto da direita", afirmou o presidente do União Brasil em Minas Gerais.</p><p>Conforme publicado por O TEMPO, o apoio de Lula à eventual candidatura de Pacheco ao governo de Minas Gerais em 2026 não estaria condicionado à presença do PT na chapa. O ex-presidente do Congresso Nacional já teria sinalizado a aliados que o partido pode ficar fora da composição, caso ele seja candidato. A intenção do ex-presidente do Congresso seria encabeçar uma chapa ao centro, como fez o ex-prefeito Fuad Noman (1947–2025) ao se candidatar à Prefeitura de Belo Horizonte em 2024. Sem o PT, pessoas próximas a Pacheco acreditam que o senador teria espaço para atrair partidos do centro e da centro-direita, como a federação União Brasil–PP. A estratégia é calculada para desidratar a candidatura do vice-governador Mateus Simões (Novo). Filiado ao PP, o secretário de Estado de Governo, Marcelo Aro, é pré-candidato ao Senado na chapa encabeçada por Simões.</p><p>Segundo o presidente do União Brasil em Minas Gerais, as decisões da federação no Estado serão tomadas "em sintonia com os diretórios estaduais do PP e do União Brasil", mas com "chancela da Executiva Nacional". "Nós já temos conversas avançadas com o diretório estadual e com o presidente do PP, além do presidente do União Brasil, no sentido de que a gente trabalhe com um partido mais à direita. A proposta, tanto em Minas quanto no Rio de Janeiro e em São Paulo, é de que as decisões sejam tomadas sem que haja um comando estadual unificado, porque são estados que guardam a relevância de uma densidade eleitoral muito grande, razão pela qual a Executiva Nacional não abre mão dessa prerrogativa de chancelar os acordos feitos", afirmou Freitas.</p><p>De acordo com o parlamentar, o União Brasil e o PP ainda estão negociando sobre um eventual apoio a uma candidatura em Minas Gerais. “Ainda não tem nome. As conversas estão acontecendo. Nós temos tido vários diálogos com o Mateus Simões, com o governador Romeu Zema, com o Marcelo Aro, que é secretário de Governo, com o próprio Rodrigo Pacheco, com Cleitinho e com o Euclydes Pettersen. São pessoas com quem mantemos um diálogo muito ativo”, pontuou. "Essas negociações vão se afunilar mais adiante, e certamente nós iremos fazê-lo em sintonia com a Executiva Nacional do partido. Mas, repito: a posição hoje do partido, seja em âmbito estadual ou nacional, é de caminhar em sintonia com a direita do nosso país", completou o deputado.</p><p>Deputado defende participação de Álvaro Damião na montagem de chapas para 2026<br>Durante a entrevista, o presidente do União Brasil no Estado defendeu ainda a participação do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União), na composição eleitoral para 2026. “O Álvaro Damião é uma pessoa com quem nós mantemos um diálogo bastante satisfatório e uma pessoa que vai nos ajudar muito, especialmente na composição da chapa para a eleição de 2026”, avaliou.</p><p>Questionado sobre a presença do União Brasil na prefeitura da capital, Marcelo de Freitas minimizou as alianças feitas por Damião. Segundo ele, “o gestor municipal precisa buscar, fazer uma composição que permita que ele consiga ter governabilidade". "Eu acho que isso o Álvaro tem feito, tem buscado montar um governo de coalizão, já que ele não foi o prefeito eleito. Ele assumiu a prefeitura após a lamentável perda do prefeito eleito Fuad Noman”, disse o deputado, que garantiu que o diretório estadual do União Brasil não tem a intenção de indicar qualquer nome ao Executivo municipal.</p><p>"O que nós queremos é que o prefeito de Belo Horizonte, nessa visão republicana de composição com os partidos, nos ajude na composição da chapa proporcional para as eleições de 2026, permitindo que o União Brasil, juntamente com o PP, tenhamos a chapa mais robusta possível para que possamos eleger, no ano que vem, uma quantidade considerável de deputados estaduais e deputados federais, fortalecendo o partido", destacou.</p><p>Correligionário de Caiado, presidente do União Brasil em MG defende candidatura de Tarcísio a presidência em 2026 </p><p>Sobre a disputa presidencial, Marcelo Freitas se posicionou em favor do nome do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), apesar de o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), já ter colocado seu nome na disputa. “Temos um sonho de consumo, e eu não tenho receio algum em dizer que o nosso sonho de consumo é que, quem sabe, a gente consiga transitar com uma candidatura que possa ter, na majoritária nacional, por exemplo, o Tarcísio Gomes de Freitas, que, a nosso sentir, é o nome mais preparado para ser o próximo presidente da República em nosso país”, defendeu o deputado.</p><p>Para ele, os nomes dos governadores de Goiás, de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), podem fazer parte de uma composição com Tarcísio. Freitas cita ainda a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). “Obviamente, não se exclui nenhuma composição. Não há nenhuma distorção e nenhuma mácula (sobre a pré-candidatura do Caiado), porque ele se apresentou à bancada federal e pleiteou à bancada federal, de maneira muito humilde. Se ele se viabilizar, é perfeitamente possível que o União Brasil o apoie”, minimizou o deputado sobre qualquer mal-estar com Ronaldo Caiado.</p><p>Sobre a postura do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de manter seu nome na disputa, apesar de estar inelegível, Marcelo de Freitas considera a estratégia "salomônica". “Enquanto, por exemplo, Tarcísio de Freitas, Romeu Zema, Ratinho Júnior e o próprio Caiado se mantêm um pouco mais distantes da cena nacional, obviamente, eles levam menos porrada. É muito comum, especialmente por parte do PT, termos aquilo que a gente chama de assassinato de reputações”, avaliou.</p><p>Presidente do União Brasil em MG defende desembarque do governo Lula e diz que atuais cargos são de cota pessoal e não institucionais</p><p>O presidente do União Brasil em Minas Gerais defendeu a saída da legenda dos cargos do primeiro escalão do governo Lula. Atualmente, a federação entre União Brasil e PP tem quatro ministérios. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta segunda-feira (4/8) no canal de O TEMPO no YouTube, o deputado federal Marcelo de Freitas (União) afirmou que é necessário que haja uma "completa independência" em relação ao governo federal.</p><p>Questionado sobre os cargos já ocupados pelos partidos no primeiro escalão do governo Lula, Freitas minimizou. “São convites pessoais. Não se trata de indicação institucional do partido. São parlamentares que foram especificamente convidados pelo presidente da República, ...</p>]]>
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      <title>Bruno Pedralva | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Belo Horizonte, Bruno Pedralva (PT), criticou a transferência do terreno do antigo hospital psiquiátrico Galba Veloso, localizado no bairro Gameleira, região Oeste da capital, para a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig). O projeto, aprovado em primeiro turno na Câmara de BH, tem como um dos objetivos viabilizar a construção do Complexo de Saúde Hospitalar Padre Eustáquio — HoPE. A obra será executada por meio de Parceria Público-Privada (PPP). Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quinta-feira (31/7) no canal de O TEMPO no YouTube, o parlamentar criticou ainda o voto favorável do colega de bancada, Pedro Rousseff (PT), à proposta.</p><p>Na avaliação de Pedralva, o projeto pretende, na verdade, substituir quatro hospitais públicos da capital pela construção de um novo hospital. “Para mim, é coisa de maluco votar a favor, permitindo o fechamento de quatro hospitais públicos do SUS nessa conjuntura”, analisou o vereador. Segundo ele, a construção de uma nova unidade hospitalar em Belo Horizonte não pode servir de justificativa para o encerramento das demais. “A gente quer um hospital novo, mas não para substituir os que existem. Nós queremos ampliar o atendimento”, completou.</p><p>Nesta semana, Pedro Rousseff minimizou qualquer mal-estar com a bancada. Conforme publicado por O TEMPO, o caso extrapolou os corredores da Câmara e repercutiu nos bastidores da política petista, trazendo à tona resquícios da disputa interna pelo comando estadual do partido. Adversários do grupo de Rousseff, do qual também faz parte o deputado federal Reginaldo Lopes (PT), vincularam o voto favorável do vereador a uma suposta “retribuição” e “prova de lealdade” ao prefeito Álvaro Damião (União), que teria contemplado aliados do parlamentar com nomeações feitas na semana que antecedeu a votação. Rousseff, por sua vez, nega qualquer acordo ou troca de favores.</p><p>Para Bruno Pedralva, a construção do novo hospital estadual sem que o governo assuma os custos do fechamento das unidades atuais representa uma sobrecarga para o município. “É uma puxada de tapete, uma sacanagem do governo de Minas com o povo de Belo Horizonte, com a prefeitura de Belo Horizonte. O Zema convidou o Álvaro para uma festa, pediu o presente, que é o terreno, mas ainda está fazendo o Álvaro pagar a conta da festa, que é a manutenção dos demais hospitais", comparou.</p><p>Sobre a crise no Samu em Minas Gerais, o petista afirmou que o problema não está no governo federal, mas na administração local. Conforme publicado por O TEMPO, dez consórcios do Sistema Único de Saúde (SUS) projetam um déficit estimado de R$ 56,8 milhões no custeio do Samu 192 em Minas em 2025. Segundo levantamento financeiro do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Macrorregião do Sul de Minas (Cissul), a entidade recebe, mensalmente, 28,39% da verba prevista pela União, apesar de a regulamentação prever 50% de participação do Ministério da Saúde.</p><p>“O governo federal paga tudo em dia, o que é previsto legalmente [...] Não tem como o Ministério da Saúde passar mais dinheiro para Minas Gerais e não passar para o de Pernambuco", ponderou.</p><p>Ao avaliar a gestão do prefeito Álvaro Damião (União), o vereador classificou o chefe do Executivo municipal como alguém do campo democrático, embora de centro-direita. “O Álvaro Damião não é um bolsonarista. Isso é muito bom na conjuntura atual”, afirmou.</p><p>Pedralva, no entanto, defendeu que as mudanças no Plano Diretor de Belo Horizonte só sejam votadas após debate com a sociedade. “Eu não sou contra a verticalização, mas acho que esse debate não pode atropelar a cidade. A gente vai certamente atuar para que o projeto só seja votado depois de escutar a sociedade. Como sempre fizemos”, pontuou o vereador, que defendeu que qualquer mudança seja realizada apenas após a Conferência de Políticas Urbanas prevista para o próximo ano.</p><p><br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Belo Horizonte, Bruno Pedralva (PT), criticou a transferência do terreno do antigo hospital psiquiátrico Galba Veloso, localizado no bairro Gameleira, região Oeste da capital, para a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig). O projeto, aprovado em primeiro turno na Câmara de BH, tem como um dos objetivos viabilizar a construção do Complexo de Saúde Hospitalar Padre Eustáquio — HoPE. A obra será executada por meio de Parceria Público-Privada (PPP). Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quinta-feira (31/7) no canal de O TEMPO no YouTube, o parlamentar criticou ainda o voto favorável do colega de bancada, Pedro Rousseff (PT), à proposta.</p><p>Na avaliação de Pedralva, o projeto pretende, na verdade, substituir quatro hospitais públicos da capital pela construção de um novo hospital. “Para mim, é coisa de maluco votar a favor, permitindo o fechamento de quatro hospitais públicos do SUS nessa conjuntura”, analisou o vereador. Segundo ele, a construção de uma nova unidade hospitalar em Belo Horizonte não pode servir de justificativa para o encerramento das demais. “A gente quer um hospital novo, mas não para substituir os que existem. Nós queremos ampliar o atendimento”, completou.</p><p>Nesta semana, Pedro Rousseff minimizou qualquer mal-estar com a bancada. Conforme publicado por O TEMPO, o caso extrapolou os corredores da Câmara e repercutiu nos bastidores da política petista, trazendo à tona resquícios da disputa interna pelo comando estadual do partido. Adversários do grupo de Rousseff, do qual também faz parte o deputado federal Reginaldo Lopes (PT), vincularam o voto favorável do vereador a uma suposta “retribuição” e “prova de lealdade” ao prefeito Álvaro Damião (União), que teria contemplado aliados do parlamentar com nomeações feitas na semana que antecedeu a votação. Rousseff, por sua vez, nega qualquer acordo ou troca de favores.</p><p>Para Bruno Pedralva, a construção do novo hospital estadual sem que o governo assuma os custos do fechamento das unidades atuais representa uma sobrecarga para o município. “É uma puxada de tapete, uma sacanagem do governo de Minas com o povo de Belo Horizonte, com a prefeitura de Belo Horizonte. O Zema convidou o Álvaro para uma festa, pediu o presente, que é o terreno, mas ainda está fazendo o Álvaro pagar a conta da festa, que é a manutenção dos demais hospitais", comparou.</p><p>Sobre a crise no Samu em Minas Gerais, o petista afirmou que o problema não está no governo federal, mas na administração local. Conforme publicado por O TEMPO, dez consórcios do Sistema Único de Saúde (SUS) projetam um déficit estimado de R$ 56,8 milhões no custeio do Samu 192 em Minas em 2025. Segundo levantamento financeiro do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Macrorregião do Sul de Minas (Cissul), a entidade recebe, mensalmente, 28,39% da verba prevista pela União, apesar de a regulamentação prever 50% de participação do Ministério da Saúde.</p><p>“O governo federal paga tudo em dia, o que é previsto legalmente [...] Não tem como o Ministério da Saúde passar mais dinheiro para Minas Gerais e não passar para o de Pernambuco", ponderou.</p><p>Ao avaliar a gestão do prefeito Álvaro Damião (União), o vereador classificou o chefe do Executivo municipal como alguém do campo democrático, embora de centro-direita. “O Álvaro Damião não é um bolsonarista. Isso é muito bom na conjuntura atual”, afirmou.</p><p>Pedralva, no entanto, defendeu que as mudanças no Plano Diretor de Belo Horizonte só sejam votadas após debate com a sociedade. “Eu não sou contra a verticalização, mas acho que esse debate não pode atropelar a cidade. A gente vai certamente atuar para que o projeto só seja votado depois de escutar a sociedade. Como sempre fizemos”, pontuou o vereador, que defendeu que qualquer mudança seja realizada apenas após a Conferência de Políticas Urbanas prevista para o próximo ano.</p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Thu, 31 Jul 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Belo Horizonte, Bruno Pedralva (PT), criticou a transferência do terreno do antigo hospital psiquiátrico Galba Veloso, localizado no bairro Gameleira, região Oeste da capital, para a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig). O projeto, aprovado em primeiro turno na Câmara de BH, tem como um dos objetivos viabilizar a construção do Complexo de Saúde Hospitalar Padre Eustáquio — HoPE. A obra será executada por meio de Parceria Público-Privada (PPP). Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta quinta-feira (31/7) no canal de O TEMPO no YouTube, o parlamentar criticou ainda o voto favorável do colega de bancada, Pedro Rousseff (PT), à proposta.</p><p>Na avaliação de Pedralva, o projeto pretende, na verdade, substituir quatro hospitais públicos da capital pela construção de um novo hospital. “Para mim, é coisa de maluco votar a favor, permitindo o fechamento de quatro hospitais públicos do SUS nessa conjuntura”, analisou o vereador. Segundo ele, a construção de uma nova unidade hospitalar em Belo Horizonte não pode servir de justificativa para o encerramento das demais. “A gente quer um hospital novo, mas não para substituir os que existem. Nós queremos ampliar o atendimento”, completou.</p><p>Nesta semana, Pedro Rousseff minimizou qualquer mal-estar com a bancada. Conforme publicado por O TEMPO, o caso extrapolou os corredores da Câmara e repercutiu nos bastidores da política petista, trazendo à tona resquícios da disputa interna pelo comando estadual do partido. Adversários do grupo de Rousseff, do qual também faz parte o deputado federal Reginaldo Lopes (PT), vincularam o voto favorável do vereador a uma suposta “retribuição” e “prova de lealdade” ao prefeito Álvaro Damião (União), que teria contemplado aliados do parlamentar com nomeações feitas na semana que antecedeu a votação. Rousseff, por sua vez, nega qualquer acordo ou troca de favores.</p><p>Para Bruno Pedralva, a construção do novo hospital estadual sem que o governo assuma os custos do fechamento das unidades atuais representa uma sobrecarga para o município. “É uma puxada de tapete, uma sacanagem do governo de Minas com o povo de Belo Horizonte, com a prefeitura de Belo Horizonte. O Zema convidou o Álvaro para uma festa, pediu o presente, que é o terreno, mas ainda está fazendo o Álvaro pagar a conta da festa, que é a manutenção dos demais hospitais", comparou.</p><p>Sobre a crise no Samu em Minas Gerais, o petista afirmou que o problema não está no governo federal, mas na administração local. Conforme publicado por O TEMPO, dez consórcios do Sistema Único de Saúde (SUS) projetam um déficit estimado de R$ 56,8 milhões no custeio do Samu 192 em Minas em 2025. Segundo levantamento financeiro do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Macrorregião do Sul de Minas (Cissul), a entidade recebe, mensalmente, 28,39% da verba prevista pela União, apesar de a regulamentação prever 50% de participação do Ministério da Saúde.</p><p>“O governo federal paga tudo em dia, o que é previsto legalmente [...] Não tem como o Ministério da Saúde passar mais dinheiro para Minas Gerais e não passar para o de Pernambuco", ponderou.</p><p>Ao avaliar a gestão do prefeito Álvaro Damião (União), o vereador classificou o chefe do Executivo municipal como alguém do campo democrático, embora de centro-direita. “O Álvaro Damião não é um bolsonarista. Isso é muito bom na conjuntura atual”, afirmou.</p><p>Pedralva, no entanto, defendeu que as mudanças no Plano Diretor de Belo Horizonte só sejam votadas após debate com a sociedade. “Eu não sou contra a verticalização, mas acho que esse debate não pode atropelar a cidade. A gente vai certamente atuar para que o projeto só seja votado depois de escutar a sociedade. Como sempre fizemos”, pontuou o vereador, que defendeu que qualquer mudança seja realizada apenas após a Conferência de Políticas Urbanas prevista para o próximo ano.</p><p><br></p>]]>
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      <title>Gleidson Azevedo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Divinópolis, Gleidson Azevedo (Novo), defendeu, em entrevista ao <em>Café com Política</em>, a união entre o senador Cleitinho (Republicanos), o vice-governador Mateus Simões (Novo) e o PL na disputa pelo governo de Minas em 2026, com o objetivo de impedir, segundo ele, o retorno do PT ao Executivo estadual. Durante a entrevista, o irmão de Cleitinho também afirmou que não descarta deixar o Partido Novo e admitiu a possibilidade de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados. “Não sou apegado a partido”, declarou. O prefeito reforçou ainda seu apoio ao nome do governador Romeu Zema (Novo) como possível candidato à Presidência da República.</p><p>Gleidson também rejeitou o rótulo de que a família forma um “clã político” e afirmou que sua eleição foi resultado de trabalho próprio: “Fui eleito pelo povo, não por indicação do Cleitinho”, pontuou. O prefeito fez ainda duras críticas ao governo Lula, afirmando que as portas estão fechadas para Divinópolis e que nem mesmo as emendas parlamentares de Cleitinho são pagas pelo governo federal.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 30 Jul 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Carlos Henrique | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Carlos Henrique (Republicanos) defendeu, em entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta terça-feira (29/7) no canal de O TEMPO no YouTube, a união das forças de direita na disputa pelo governo de Minas Gerais em 2026. Segundo o parlamentar, o momento exige maturidade e desprendimento para que não se abra espaço à retomada da esquerda no comando do Executivo estadual.</p><p>Ao comentar uma eventual candidatura do senador Cleitinho (Republicanos) e do vice-governador Mateus Simões (Novo), Carlos Henrique afirmou que ainda não é hora de antecipar decisões. Para ele, o melhor nome será aquele que estiver mais bem colocado nas pesquisas. “O que nós não podemos permitir é que a direita venha a se dividir”, afirmou. O parlamentar ressaltou ainda que o foco atual do Republicanos é construir uma base sólida e um projeto político para o Estado, sem disputas personalistas ou vaidades partidárias. Segundo ele, o eleitor será o responsável por definir os rumos da candidatura do partido: “Quem vai posicionar a condição do Cleitinho será o eleitor”. </p><p>Carlos Henrique reconhece, no entanto, que o Republicanos pode tanto lançar cabeça de chapa quanto compor alianças, indicando um nome para vice ou para o Senado. “A política é um infindável momento de negociações, de conversas e de diálogos”, afirmou o deputado.</p><p>No cenário nacional, o deputado avalia que o governador Romeu Zema (Novo) tem desempenho para disputar a Presidência da República no pleito do próximo ano, mas cita o nome do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como o favorito para disputar a eleição como o candidato da direita. Para Carlos Henrique, não é momento de pressa. Segundo ele, "a política nacional exige articulações amplas". Ele cita ainda que acordos nacionais podem impactar diretamente a articulação local em Minas. “A definição do candidato à Presidência exige diálogo entre os partidos aliados”, ponderou.</p><p>Durante a entrevista, o deputado do Republicanos culpou também o presidente Lula (PT) pela crise com os Estados Unidos e avaliou que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) ocupou um papel que deveria ser do governo brasileiro. Para ele, a sanção americana foi consequência da postura do governo Lula, que, segundo ele, adotou "um alinhamento político hostil" ao Ocidente ao se aproximar, de acordo com ele, "de regimes autoritários" e propor a criação de uma moeda para rivalizar com o dólar. O parlamentar criticou ainda a condução da política externa do governo federal e a ausência de diálogo com o governo de Donald Trump. Segundo o deputado, diante da ausência de ação da diplomacia brasileira, Eduardo Bolsonaro foi quem acabou assumindo o papel de articulação no exterior.</p><p>Sobre o cenário local, ao relembrar a campanha municipal de 2024, em Belo Horizonte, o deputado fez críticas à articulação política da candidatura de Mauro Tramonte (Republicanos). Para ele, faltou uma frente ampla de apoio, apesar de a campanha ter unido nomes como o do ex-prefeito de BH, Alexandre Kalil (sem partido), e do governador Romeu Zema. "Água e óleo não se misturam", analisou.</p><p>Questionado sobre a relação do governo Zema com a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Carlos Henrique avalia que a base do Palácio Tiradentes se fortaleceu após a mudança na Secretaria de Governo. Segundo ele, houve um período de dificuldades na articulação política, causadas principalmente pela inexperiência de alguns deputados recém-eleitos.</p><p>Com a chegada do secretário Marcelo Aro, o deputado avalia que a relação entre Executivo e Legislativo melhorou, e votações importantes passaram a ter mais quórum. “Já tivemos alguns projetos importantes votados e não tivemos maiores problemas (com quórum)”, afirmou. Sobre sua saída da liderança da maioria na Assembleia, Carlos Henrique disse não ter se frustrado. Segundo ele, a decisão foi conversada com o presidente da Casa, Tadeu Martins Leite (MDB), e faz parte da dinâmica política da instituição. “A política a gente constrói também fazendo gestos e concessões”, pontuou. O deputado disse que continua com boas relações com a base governista e que está focado em contribuir com os projetos do governo estadual.</p><p>Ao tratar da discussão sobre o Propag e do referendo defendido pelo governo Zema para eliminar a obrigatoriedade de consulta pública para a venda de estatais, Carlos Henrique defendeu que, mesmo os deputados da base, devem ouvir seus eleitores antes de tomar uma decisão.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Carlos Henrique (Republicanos) defendeu, em entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta terça-feira (29/7) no canal de O TEMPO no YouTube, a união das forças de direita na disputa pelo governo de Minas Gerais em 2026. Segundo o parlamentar, o momento exige maturidade e desprendimento para que não se abra espaço à retomada da esquerda no comando do Executivo estadual.</p><p>Ao comentar uma eventual candidatura do senador Cleitinho (Republicanos) e do vice-governador Mateus Simões (Novo), Carlos Henrique afirmou que ainda não é hora de antecipar decisões. Para ele, o melhor nome será aquele que estiver mais bem colocado nas pesquisas. “O que nós não podemos permitir é que a direita venha a se dividir”, afirmou. O parlamentar ressaltou ainda que o foco atual do Republicanos é construir uma base sólida e um projeto político para o Estado, sem disputas personalistas ou vaidades partidárias. Segundo ele, o eleitor será o responsável por definir os rumos da candidatura do partido: “Quem vai posicionar a condição do Cleitinho será o eleitor”. </p><p>Carlos Henrique reconhece, no entanto, que o Republicanos pode tanto lançar cabeça de chapa quanto compor alianças, indicando um nome para vice ou para o Senado. “A política é um infindável momento de negociações, de conversas e de diálogos”, afirmou o deputado.</p><p>No cenário nacional, o deputado avalia que o governador Romeu Zema (Novo) tem desempenho para disputar a Presidência da República no pleito do próximo ano, mas cita o nome do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como o favorito para disputar a eleição como o candidato da direita. Para Carlos Henrique, não é momento de pressa. Segundo ele, "a política nacional exige articulações amplas". Ele cita ainda que acordos nacionais podem impactar diretamente a articulação local em Minas. “A definição do candidato à Presidência exige diálogo entre os partidos aliados”, ponderou.</p><p>Durante a entrevista, o deputado do Republicanos culpou também o presidente Lula (PT) pela crise com os Estados Unidos e avaliou que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) ocupou um papel que deveria ser do governo brasileiro. Para ele, a sanção americana foi consequência da postura do governo Lula, que, segundo ele, adotou "um alinhamento político hostil" ao Ocidente ao se aproximar, de acordo com ele, "de regimes autoritários" e propor a criação de uma moeda para rivalizar com o dólar. O parlamentar criticou ainda a condução da política externa do governo federal e a ausência de diálogo com o governo de Donald Trump. Segundo o deputado, diante da ausência de ação da diplomacia brasileira, Eduardo Bolsonaro foi quem acabou assumindo o papel de articulação no exterior.</p><p>Sobre o cenário local, ao relembrar a campanha municipal de 2024, em Belo Horizonte, o deputado fez críticas à articulação política da candidatura de Mauro Tramonte (Republicanos). Para ele, faltou uma frente ampla de apoio, apesar de a campanha ter unido nomes como o do ex-prefeito de BH, Alexandre Kalil (sem partido), e do governador Romeu Zema. "Água e óleo não se misturam", analisou.</p><p>Questionado sobre a relação do governo Zema com a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Carlos Henrique avalia que a base do Palácio Tiradentes se fortaleceu após a mudança na Secretaria de Governo. Segundo ele, houve um período de dificuldades na articulação política, causadas principalmente pela inexperiência de alguns deputados recém-eleitos.</p><p>Com a chegada do secretário Marcelo Aro, o deputado avalia que a relação entre Executivo e Legislativo melhorou, e votações importantes passaram a ter mais quórum. “Já tivemos alguns projetos importantes votados e não tivemos maiores problemas (com quórum)”, afirmou. Sobre sua saída da liderança da maioria na Assembleia, Carlos Henrique disse não ter se frustrado. Segundo ele, a decisão foi conversada com o presidente da Casa, Tadeu Martins Leite (MDB), e faz parte da dinâmica política da instituição. “A política a gente constrói também fazendo gestos e concessões”, pontuou. O deputado disse que continua com boas relações com a base governista e que está focado em contribuir com os projetos do governo estadual.</p><p>Ao tratar da discussão sobre o Propag e do referendo defendido pelo governo Zema para eliminar a obrigatoriedade de consulta pública para a venda de estatais, Carlos Henrique defendeu que, mesmo os deputados da base, devem ouvir seus eleitores antes de tomar uma decisão.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 29 Jul 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Kim Kataguiri | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o deputado federal, Kim Kataguiri (União Brasil), falou sobre estratégias do partido para enfrentar opositores e disse que o foco é a eleição majoritária. ''Trump virou motivo de piada e, apesar do fim de Bolsonaro, bolsonarismo vai sobreviver. O ex-presidente se esforçou muito para perder as eleições e quase não consegue''</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 25 Jul 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
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        <![CDATA[<p>O vereador Pedro Rousseff (PT) criticou, em entrevista ao <em>Café com Política</em>, exibido nesta segunda-feira (28/7) no canal de O TEMPO no YouTube, a atuação da direita na Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH) e cobrou uma postura mais ativa do presidente da Casa, Juliano Lopes (Podemos). Segundo ele, é necessário que o presidente intervenha para que haja debate sobre os projetos apresentados pela esquerda. Na avaliação do vereador, parlamentares têm utilizado o Legislativo como uma “fábrica de projeto pra ganhar like”.</p><p>“A Câmara de Belo Horizonte, até o dado momento, muito por conta da bancada bolsonarista, só fala e só propõe abobrinha”, afirmou o parlamentar, ao acusar a bancada da direita de priorizar pautas conservadoras que, em sua avaliação, não têm impacto prático na cidade. Para Rousseff, a Comissão de Legislação e Justiça (CLJ) tem sido usada para barrar propostas progressistas com justificativas ideológicas. “O diálogo com o presidente Juliano é sempre muito bom, todas as semanas ele recebe a gente. Só que ele tem que atuar mais. Ele é o presidente da Câmara, não pode interferir na CLJ, mas tem que ajudar, porque a Câmara não pode ser legalmente, juridicamente, toda voltada para a direita. Tem que ter debate. Por isso, eu peço ajuda para que possamos, pelo menos, debater as ideias”, afirmou.</p><p>Ao ser questionado sobre a atuação do prefeito Álvaro Damião (União Brasil), Pedro Rousseff avaliou que o chefe do Executivo municipal está aberto ao diálogo com a esquerda, mas ponderou que sua missão é puxar o prefeito “o máximo possível para a esquerda” e convencê-lo da importância da parceria com o presidente Lula (PT). “O melhor para Belo Horizonte é a parceria com o Lula. Não pelo PT, não pelo Lula, mas pelas obras que a cidade precisa”, pontuou o vereador, citando investimentos federais em obras como o Anel Rodoviário e o Aeroporto Carlos Prates. “O prefeito não é de esquerda. E o meu trabalho como parlamentar do PT é pegar o prefeito e puxar ele o máximo pra esquerda. O nosso trabalho diário é mostrar para o prefeito que ele tem que apoiar o Lula”, completou Rousseff.</p><p>Após divergir da bancada da esquerda na Câmara ao votar a favor do projeto que transfere para o governo de Minas Gerais o terreno do antigo Hospital Galba Veloso, em Belo Horizonte, o parlamentar minimizou qualquer mal-estar com os colegas. Conforme publicado por O TEMPO, o caso extrapolou os corredores da Câmara e repercutiu nos bastidores da política petista, trazendo à tona resquícios da disputa interna pelo comando estadual do partido. Adversários do grupo de Rousseff — do qual também faz parte o deputado federal Reginaldo Lopes (PT) — vincularam o voto favorável do vereador a uma suposta “retribuição” e “prova de lealdade” ao prefeito Álvaro Damião (União), que teria contemplado aliados do vereador em nomeações feitas na semana que antecedeu a votação. Rousseff, por sua vez, nega qualquer acordo ou troca de favores.</p><p>“Eu sou contra privatização, mas esse projeto não falava de privatização. Como eu ia voltar no bairro e explicar que votei contra a criação de um hospital público?”, justificou. “Eu, sinceramente, acho que houve uma falta de comunicação com a bancada, porque esse projeto é muito resumido. Independentemente se foi o Zema que mandou, se foi o Álvaro que mandou, se foi o Papa que mandou, se foi o Trump que mandou — se for para votar a favor da criação de um hospital 100% SUS, eu voto a favor”, completou o vereador, que também minimizou os conflitos internos ocorridos durante o Processo de Eleições Diretas (PED) do PT em Minas.</p><p><br>Segundo Rousseff, apesar das disputas naturais, o partido está unificado. “É normal ter briga. Assim como toda eleição: todo mundo briga. Mas terminou o nosso PED, nós estamos agora focados no ano que vem. O nosso 'racha' é durante as eleições internas; depois que acabou, está todo mundo junto de novo, porque não importam mais as eleições internas. O que importa agora é garantir o maior número de apoio e de voto para o presidente Lula. E isso independe se era com X, com Y ou com Z. O nosso trabalho, agora, é dar o máximo de apoio para a Leninha, para que ela faça um bom mandato como presidenta”, afirmou.</p><p>Sobre o cenário eleitoral de 2026, Pedro Rousseff reforçou que o PT precisa ter um palanque forte em Minas Gerais para impulsionar a campanha à reeleição do presidente Lula. Segundo ele, o nome favorito do partido é o do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), mas há outros nomes viáveis caso Pacheco não aceite concorrer, como a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), o deputado federal Reginaldo Lopes (PT) e o ex-prefeito de BH, Alexandre Kalil (sem partido), que já teve apoio de Lula em 2022. “Nós precisamos ter um candidato que dê palanque para o presidente Lula e que não só ganhe em Minas Gerais contra o Nikolas e contra o Cleitinho, mas que também ajude na vitória do presidente contra Bolsonaro de novo”, argumentou.</p><p>Questionado sobre a possibilidade de disputar algum cargo em 2026, Pedro Rousseff disse que ainda não há definição, mas afirmou estar disposto a cumprir qualquer missão dada por Lula. O vereador negou também um suposto desconforto de outros parlamentares por conta de suas viagens e de sua atuação em bases eleitorais de outros deputados. “Não estou lá pra roubar base de ninguém. Estou lá pra pedir voto pro Lula”, afirmou.</p><p>O parlamentar também comentou as investigações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e defendeu medidas mais duras. Para ele, o uso de tornozeleira eletrônica já está defasado. “Tornozeleira era há dois anos. Agora é jaula. É prisão”, afirmou, ao criticar as supostas articulações de Bolsonaro e de seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), com aliados internacionais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O vereador Pedro Rousseff (PT) criticou, em entrevista ao <em>Café com Política</em>, exibido nesta segunda-feira (28/7) no canal de O TEMPO no YouTube, a atuação da direita na Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH) e cobrou uma postura mais ativa do presidente da Casa, Juliano Lopes (Podemos). Segundo ele, é necessário que o presidente intervenha para que haja debate sobre os projetos apresentados pela esquerda. Na avaliação do vereador, parlamentares têm utilizado o Legislativo como uma “fábrica de projeto pra ganhar like”.</p><p>“A Câmara de Belo Horizonte, até o dado momento, muito por conta da bancada bolsonarista, só fala e só propõe abobrinha”, afirmou o parlamentar, ao acusar a bancada da direita de priorizar pautas conservadoras que, em sua avaliação, não têm impacto prático na cidade. Para Rousseff, a Comissão de Legislação e Justiça (CLJ) tem sido usada para barrar propostas progressistas com justificativas ideológicas. “O diálogo com o presidente Juliano é sempre muito bom, todas as semanas ele recebe a gente. Só que ele tem que atuar mais. Ele é o presidente da Câmara, não pode interferir na CLJ, mas tem que ajudar, porque a Câmara não pode ser legalmente, juridicamente, toda voltada para a direita. Tem que ter debate. Por isso, eu peço ajuda para que possamos, pelo menos, debater as ideias”, afirmou.</p><p>Ao ser questionado sobre a atuação do prefeito Álvaro Damião (União Brasil), Pedro Rousseff avaliou que o chefe do Executivo municipal está aberto ao diálogo com a esquerda, mas ponderou que sua missão é puxar o prefeito “o máximo possível para a esquerda” e convencê-lo da importância da parceria com o presidente Lula (PT). “O melhor para Belo Horizonte é a parceria com o Lula. Não pelo PT, não pelo Lula, mas pelas obras que a cidade precisa”, pontuou o vereador, citando investimentos federais em obras como o Anel Rodoviário e o Aeroporto Carlos Prates. “O prefeito não é de esquerda. E o meu trabalho como parlamentar do PT é pegar o prefeito e puxar ele o máximo pra esquerda. O nosso trabalho diário é mostrar para o prefeito que ele tem que apoiar o Lula”, completou Rousseff.</p><p>Após divergir da bancada da esquerda na Câmara ao votar a favor do projeto que transfere para o governo de Minas Gerais o terreno do antigo Hospital Galba Veloso, em Belo Horizonte, o parlamentar minimizou qualquer mal-estar com os colegas. Conforme publicado por O TEMPO, o caso extrapolou os corredores da Câmara e repercutiu nos bastidores da política petista, trazendo à tona resquícios da disputa interna pelo comando estadual do partido. Adversários do grupo de Rousseff — do qual também faz parte o deputado federal Reginaldo Lopes (PT) — vincularam o voto favorável do vereador a uma suposta “retribuição” e “prova de lealdade” ao prefeito Álvaro Damião (União), que teria contemplado aliados do vereador em nomeações feitas na semana que antecedeu a votação. Rousseff, por sua vez, nega qualquer acordo ou troca de favores.</p><p>“Eu sou contra privatização, mas esse projeto não falava de privatização. Como eu ia voltar no bairro e explicar que votei contra a criação de um hospital público?”, justificou. “Eu, sinceramente, acho que houve uma falta de comunicação com a bancada, porque esse projeto é muito resumido. Independentemente se foi o Zema que mandou, se foi o Álvaro que mandou, se foi o Papa que mandou, se foi o Trump que mandou — se for para votar a favor da criação de um hospital 100% SUS, eu voto a favor”, completou o vereador, que também minimizou os conflitos internos ocorridos durante o Processo de Eleições Diretas (PED) do PT em Minas.</p><p><br>Segundo Rousseff, apesar das disputas naturais, o partido está unificado. “É normal ter briga. Assim como toda eleição: todo mundo briga. Mas terminou o nosso PED, nós estamos agora focados no ano que vem. O nosso 'racha' é durante as eleições internas; depois que acabou, está todo mundo junto de novo, porque não importam mais as eleições internas. O que importa agora é garantir o maior número de apoio e de voto para o presidente Lula. E isso independe se era com X, com Y ou com Z. O nosso trabalho, agora, é dar o máximo de apoio para a Leninha, para que ela faça um bom mandato como presidenta”, afirmou.</p><p>Sobre o cenário eleitoral de 2026, Pedro Rousseff reforçou que o PT precisa ter um palanque forte em Minas Gerais para impulsionar a campanha à reeleição do presidente Lula. Segundo ele, o nome favorito do partido é o do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), mas há outros nomes viáveis caso Pacheco não aceite concorrer, como a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), o deputado federal Reginaldo Lopes (PT) e o ex-prefeito de BH, Alexandre Kalil (sem partido), que já teve apoio de Lula em 2022. “Nós precisamos ter um candidato que dê palanque para o presidente Lula e que não só ganhe em Minas Gerais contra o Nikolas e contra o Cleitinho, mas que também ajude na vitória do presidente contra Bolsonaro de novo”, argumentou.</p><p>Questionado sobre a possibilidade de disputar algum cargo em 2026, Pedro Rousseff disse que ainda não há definição, mas afirmou estar disposto a cumprir qualquer missão dada por Lula. O vereador negou também um suposto desconforto de outros parlamentares por conta de suas viagens e de sua atuação em bases eleitorais de outros deputados. “Não estou lá pra roubar base de ninguém. Estou lá pra pedir voto pro Lula”, afirmou.</p><p>O parlamentar também comentou as investigações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e defendeu medidas mais duras. Para ele, o uso de tornozeleira eletrônica já está defasado. “Tornozeleira era há dois anos. Agora é jaula. É prisão”, afirmou, ao criticar as supostas articulações de Bolsonaro e de seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), com aliados internacionais.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 25 Jul 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Para Rousseff, a Comissão de Legislação e Justiça (CLJ) tem sido usada para barrar propostas progressistas com justificativas ideológicas. “O diálogo com o presidente Juliano é sempre muito bom, todas as semanas ele recebe a gente. Só que ele tem que atuar mais. Ele é o presidente da Câmara, não pode interferir na CLJ, mas tem que ajudar, porque a Câmara não pode ser legalmente, juridicamente, toda voltada para a direita. Tem que ter debate. Por isso, eu peço ajuda para que possamos, pelo menos, debater as ideias”, afirmou.</p><p>Ao ser questionado sobre a atuação do prefeito Álvaro Damião (União Brasil), Pedro Rousseff avaliou que o chefe do Executivo municipal está aberto ao diálogo com a esquerda, mas ponderou que sua missão é puxar o prefeito “o máximo possível para a esquerda” e convencê-lo da importância da parceria com o presidente Lula (PT). “O melhor para Belo Horizonte é a parceria com o Lula. Não pelo PT, não pelo Lula, mas pelas obras que a cidade precisa”, pontuou o vereador, citando investimentos federais em obras como o Anel Rodoviário e o Aeroporto Carlos Prates. “O prefeito não é de esquerda. E o meu trabalho como parlamentar do PT é pegar o prefeito e puxar ele o máximo pra esquerda. O nosso trabalho diário é mostrar para o prefeito que ele tem que apoiar o Lula”, completou Rousseff.</p><p>Após divergir da bancada da esquerda na Câmara ao votar a favor do projeto que transfere para o governo de Minas Gerais o terreno do antigo Hospital Galba Veloso, em Belo Horizonte, o parlamentar minimizou qualquer mal-estar com os colegas. Conforme publicado por O TEMPO, o caso extrapolou os corredores da Câmara e repercutiu nos bastidores da política petista, trazendo à tona resquícios da disputa interna pelo comando estadual do partido. Adversários do grupo de Rousseff — do qual também faz parte o deputado federal Reginaldo Lopes (PT) — vincularam o voto favorável do vereador a uma suposta “retribuição” e “prova de lealdade” ao prefeito Álvaro Damião (União), que teria contemplado aliados do vereador em nomeações feitas na semana que antecedeu a votação. Rousseff, por sua vez, nega qualquer acordo ou troca de favores.</p><p>“Eu sou contra privatização, mas esse projeto não falava de privatização. Como eu ia voltar no bairro e explicar que votei contra a criação de um hospital público?”, justificou. “Eu, sinceramente, acho que houve uma falta de comunicação com a bancada, porque esse projeto é muito resumido. Independentemente se foi o Zema que mandou, se foi o Álvaro que mandou, se foi o Papa que mandou, se foi o Trump que mandou — se for para votar a favor da criação de um hospital 100% SUS, eu voto a favor”, completou o vereador, que também minimizou os conflitos internos ocorridos durante o Processo de Eleições Diretas (PED) do PT em Minas.</p><p><br>Segundo Rousseff, apesar das disputas naturais, o partido está unificado. “É normal ter briga. Assim como toda eleição: todo mundo briga. Mas terminou o nosso PED, nós estamos agora focados no ano que vem. O nosso 'racha' é durante as eleições internas; depois que acabou, está todo mundo junto de novo, porque não importam mais as eleições internas. O que importa agora é garantir o maior número de apoio e de voto para o presidente Lula. E isso independe se era com X, com Y ou com Z. O nosso trabalho, agora, é dar o máximo de apoio para a Leninha, para que ela faça um bom mandato como presidenta”, afirmou.</p><p>Sobre o cenário eleitoral de 2026, Pedro Rousseff reforçou que o PT precisa ter um palanque forte em Minas Gerais para impulsionar a campanha à reeleição do presidente Lula. Segundo ele, o nome favorito do partido é o do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), mas há outros nomes viáveis caso Pacheco não aceite concorrer, como a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), o deputado federal Reginaldo Lopes (PT) e o ex-prefeito de BH, Alexandre Kalil (sem partido), que já teve apoio de Lula em 2022. “Nós precisamos ter um candidato que dê palanque para o presidente Lula e que não só ganhe em Minas Gerais contra o Nikolas e contra o Cleitinho, mas que também ajude na vitória do presidente contra Bolsonaro de novo”, argumentou.</p><p>Questionado sobre a possibilidade de disputar algum cargo em 2026, Pedro Rousseff disse que ainda não há definição, mas afirmou estar disposto a cumprir qualquer missão dada por Lula. O vereador negou também um suposto desconforto de outros parlamentares por conta de suas viagens e de sua atuação em bases eleitorais de outros deputados. “Não estou lá pra roubar base de ninguém. Estou lá pra pedir voto pro Lula”, afirmou.</p><p>O parlamentar também comentou as investigações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e defendeu medidas mais duras. Para ele, o uso de tornozeleira eletrônica já está defasado. “Tornozeleira era há dois anos. Agora é jaula. É prisão”, afirmou, ao criticar as supostas articulações de Bolsonaro e de seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), com aliados internacionais.</p>]]>
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      <title>Sargento Rodrigues| Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Sargento Rodrigues (PL) afirmou, ao programa Café com Política, exibido nesta quinta-feira (24/7) no canal de O TEMPO no YouTube, que não aceitará qualquer tentativa do Partido Liberal de apoiar uma eventual candidatura de Mateus Simões (Novo) ao governo de Minas Gerais. Segundo o parlamentar, o nome de Simões é amplamente rejeitado dentro das forças de segurança. “Faremos de tudo para que o PL não apoie o Mateus Simões. Se for preciso, irei até o Bolsonaro e colocarei meu nome à disposição para ser candidato a governador”, pontuou o deputado, que, apesar das críticas sobre um eventual apoio do partido a Simões, afirmou que não deixará a legenda.</p><p>Para o parlamentar, o atual presidente estadual do PL, o deputado federal Domingos Sávio, "está forçando a barra" ao se aproximar de Mateus Simões. No último mês, Domingos Sávio acompanhou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante uma visita ao vice-governador na Cidade Administrativa. “Eu estava lá, não houve sinalização de apoio; pelo contrário. Eu falo abertamente: foi uma forçação de barra do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL, em tentar aproximar Mateus Simões de Jair Bolsonaro. Foi apenas uma tentativa de aproximação, imaginando que o Mateus Simões possa ser o candidato vitorioso. Só que eu sou do PL, estou também no sétimo mandato e entendo que não é o Mateus Simões. Para a gente, ele é um picolé de chuchu”, criticou.</p><p>Para o deputado, o candidato ideal ao governo de Minas é o senador Cleitinho (Republicanos), uma vez que, na sua avaliação, haveria uma orientação de Bolsonaro para que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) seja candidato à reeleição, e não ao governo. “O nome ideal é o do senador Cleitinho. Quem vai ganhar as eleições para governador do Estado chama-se Cleitinho (...) Entre os dois (Nikolas e Cleitinho), não tem como escolher. Eu fico com o Nikolas, mas parece que a grande orientação do presidente (Jair Bolsonaro) é que o Nikolas mantenha a candidatura a deputado federal. Ele é um grande puxador de votos. As pesquisas internas indicam que ele terá até 2 milhões de votos. Ele seria eleito e ainda puxaria mais sete cadeiras com ele. Então, a orientação certa do presidente Bolsonaro é que ele permaneça como candidato a deputado federal”, afirmou.</p><p>Sobre a vaga ao Senado, Rodrigues destacou que, apesar da disputa interna no partido, a decisão final será do ex-presidente Jair Bolsonaro. “O candidato só será candidato na hora em que o presidente Jair Bolsonaro disser. E aí, sim, o restante vai se agrupar, vai se alinhar e vai apoiar aquele candidato”, afirmou.</p><p>Durante a entrevista, Rodrigues criticou ainda o governador Romeu Zema (Novo) por contingenciar recursos da segurança pública. Segundo ele, o corte estaria comprometendo o abastecimento de viaturas das polícias Militar, Civil e Penal, além do Corpo de Bombeiros. “Romeu Zema e Mateus Simões são odiados pelos policiais, mas não são os policiais que são afetados. É a população que deixa de ter a viatura fazendo patrulhamento para ficar estática, parada, fazendo ponto base, porque ela tem limitações na quantidade de combustível e na quilometragem que precisa rodar”, disse. “Enquanto isso, o governador Zema, com sua comitiva, visitou El Salvador. Será que esse dinheiro não faz falta na compra de combustível? Eles parecem que estão no Estado de Alice”, ironizou.</p><p>O deputado também criticou o governo por beneficiar apenas os servidores da ativa com abonos. “O governador Romeu Zema, de forma maquiavélica, concedeu o abono para os da ativa e não concedeu a recomposição das perdas inflacionárias, que deveria ter sido feita para todos”, completou.</p><p>No âmbito nacional, Sargento Rodrigues classificou as medidas judiciais impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro — como o uso de tornozeleira eletrônica, o recolhimento noturno e a proibição de uso das redes sociais — como vingança do Supremo Tribunal Federal (STF). “O Supremo não pode abrir inquérito. Desde o nascimento do inquérito, tudo está completamente errado”, avaliou. Ele também mencionou a atuação do ministro Alexandre de Moraes, afirmando que o magistrado não poderia conduzir o processo por ser, ao mesmo tempo, vítima e julgador. “É completamente desnecessário. O que a gente vê nisso é vingança”, concluiu.</p><p>Questionado sobre uma possível candidatura ao Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG), o deputado declarou que seu nome está à disposição, mas que seguirá a orientação do presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Tadeu Martins Leite (MDB).</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 24 Jul 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Sargento Rodrigues (PL) afirmou, ao programa Café com Política, exibido nesta quinta-feira (24/7) no canal de O TEMPO no YouTube, que não aceitará qualquer tentativa do Partido Liberal de apoiar uma eventual candidatura de Mateus Simões (Novo) ao governo de Minas Gerais. Segundo o parlamentar, o nome de Simões é amplamente rejeitado dentro das forças de segurança. “Faremos de tudo para que o PL não apoie o Mateus Simões. Se for preciso, irei até o Bolsonaro e colocarei meu nome à disposição para ser candidato a governador”, pontuou o deputado, que, apesar das críticas sobre um eventual apoio do partido a Simões, afirmou que não deixará a legenda.</p><p>Para o parlamentar, o atual presidente estadual do PL, o deputado federal Domingos Sávio, "está forçando a barra" ao se aproximar de Mateus Simões. No último mês, Domingos Sávio acompanhou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante uma visita ao vice-governador na Cidade Administrativa. “Eu estava lá, não houve sinalização de apoio; pelo contrário. Eu falo abertamente: foi uma forçação de barra do deputado federal Domingos Sávio, presidente estadual do PL, em tentar aproximar Mateus Simões de Jair Bolsonaro. Foi apenas uma tentativa de aproximação, imaginando que o Mateus Simões possa ser o candidato vitorioso. Só que eu sou do PL, estou também no sétimo mandato e entendo que não é o Mateus Simões. Para a gente, ele é um picolé de chuchu”, criticou.</p><p>Para o deputado, o candidato ideal ao governo de Minas é o senador Cleitinho (Republicanos), uma vez que, na sua avaliação, haveria uma orientação de Bolsonaro para que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) seja candidato à reeleição, e não ao governo. “O nome ideal é o do senador Cleitinho. Quem vai ganhar as eleições para governador do Estado chama-se Cleitinho (...) Entre os dois (Nikolas e Cleitinho), não tem como escolher. Eu fico com o Nikolas, mas parece que a grande orientação do presidente (Jair Bolsonaro) é que o Nikolas mantenha a candidatura a deputado federal. Ele é um grande puxador de votos. As pesquisas internas indicam que ele terá até 2 milhões de votos. Ele seria eleito e ainda puxaria mais sete cadeiras com ele. Então, a orientação certa do presidente Bolsonaro é que ele permaneça como candidato a deputado federal”, afirmou.</p><p>Sobre a vaga ao Senado, Rodrigues destacou que, apesar da disputa interna no partido, a decisão final será do ex-presidente Jair Bolsonaro. “O candidato só será candidato na hora em que o presidente Jair Bolsonaro disser. E aí, sim, o restante vai se agrupar, vai se alinhar e vai apoiar aquele candidato”, afirmou.</p><p>Durante a entrevista, Rodrigues criticou ainda o governador Romeu Zema (Novo) por contingenciar recursos da segurança pública. Segundo ele, o corte estaria comprometendo o abastecimento de viaturas das polícias Militar, Civil e Penal, além do Corpo de Bombeiros. “Romeu Zema e Mateus Simões são odiados pelos policiais, mas não são os policiais que são afetados. É a população que deixa de ter a viatura fazendo patrulhamento para ficar estática, parada, fazendo ponto base, porque ela tem limitações na quantidade de combustível e na quilometragem que precisa rodar”, disse. “Enquanto isso, o governador Zema, com sua comitiva, visitou El Salvador. Será que esse dinheiro não faz falta na compra de combustível? Eles parecem que estão no Estado de Alice”, ironizou.</p><p>O deputado também criticou o governo por beneficiar apenas os servidores da ativa com abonos. “O governador Romeu Zema, de forma maquiavélica, concedeu o abono para os da ativa e não concedeu a recomposição das perdas inflacionárias, que deveria ter sido feita para todos”, completou.</p><p>No âmbito nacional, Sargento Rodrigues classificou as medidas judiciais impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro — como o uso de tornozeleira eletrônica, o recolhimento noturno e a proibição de uso das redes sociais — como vingança do Supremo Tribunal Federal (STF). “O Supremo não pode abrir inquérito. Desde o nascimento do inquérito, tudo está completamente errado”, avaliou. Ele também mencionou a atuação do ministro Alexandre de Moraes, afirmando que o magistrado não poderia conduzir o processo por ser, ao mesmo tempo, vítima e julgador. “É completamente desnecessário. O que a gente vê nisso é vingança”, concluiu.</p><p>Questionado sobre uma possível candidatura ao Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG), o deputado declarou que seu nome está à disposição, mas que seguirá a orientação do presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Tadeu Martins Leite (MDB).</p>]]>
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      <title>Leninha | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A deputada estadual Leninha (PT) defendeu, em entrevista ao Café com Política, a necessidade de unir o PT após a disputa pelo diretório estadual. Para a parlamentar, eleita como nova presidente do partido em Minas Gerais, é hora de “baixar a poeira” e construir uma composição. “O mais importante, na minha avaliação como presidenta do PT, é que as pessoas que venham, venham somar. Não podemos ter postura de boicote”, afirmou a deputada.</p><p>Durante a entrevista, Leninha afirmou ainda que a ausência de representantes do PT mineiro no primeiro escalão do governo Lula foi consequência da falta de unidade da sigla no estado. “A Macaé hoje está lá, mas é um mérito dela, não do partido. [...] Minas Gerais ficou de fora — coisa que nunca aconteceu em governos anteriores.”</p><p>Questionada sobre alianças e a necessidade de negociações no Congresso, a deputada reconheceu que o ideal seria não depender do Centrão, mas ponderou que a realidade da governabilidade exige equilíbrio. “O Centrão sempre esteve presente na política. A gente deveria banir o Centrão. Mas, em nome da governabilidade, [...] você recua, você avança”, analisou.</p><p>Sobre as eleições de 2026, Leninha garantiu que o PT de Minas Gerais pretende disputar espaço na chapa majoritária. Para a nova presidente da sigla no estado, ainda falta uma sinalização do senador Rodrigo Pacheco sobre sua disposição em disputar a eleição. “A gente percebeu que há sinais mais visíveis de que ele topa vir disputar o governo de Minas. Mas nós precisamos confirmar essa posição dele”, pontuou.</p><p>Caso a candidatura de Pacheco não se concretize, Leninha avalia que o PT tem nomes fortes para liderar um projeto majoritário. “Se não for com o Pacheco, vamos iniciar o processo de discussão sobre o nome que a gente vai trabalhar.” Ela cita Marília Campos, Margarida Salomão, Reginaldo Lopes e Patrus Ananias como alternativas.</p><p>A deputada também falou sobre a possibilidade de ampliação da federação entre PT, PCdoB e PV. Segundo ela, há conversas em andamento com partidos da base de Lula. “Há boatos de uma ampliação dessa federação com o PSB, com o PDT. [...] Pode ser que essa configuração altere no ano que vem, mas ampliando, mais do que reduzindo.”<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>A deputada estadual Leninha (PT) defendeu, em entrevista ao Café com Política, a necessidade de unir o PT após a disputa pelo diretório estadual. Para a parlamentar, eleita como nova presidente do partido em Minas Gerais, é hora de “baixar a poeira” e construir uma composição. “O mais importante, na minha avaliação como presidenta do PT, é que as pessoas que venham, venham somar. Não podemos ter postura de boicote”, afirmou a deputada.</p><p>Durante a entrevista, Leninha afirmou ainda que a ausência de representantes do PT mineiro no primeiro escalão do governo Lula foi consequência da falta de unidade da sigla no estado. “A Macaé hoje está lá, mas é um mérito dela, não do partido. [...] Minas Gerais ficou de fora — coisa que nunca aconteceu em governos anteriores.”</p><p>Questionada sobre alianças e a necessidade de negociações no Congresso, a deputada reconheceu que o ideal seria não depender do Centrão, mas ponderou que a realidade da governabilidade exige equilíbrio. “O Centrão sempre esteve presente na política. A gente deveria banir o Centrão. Mas, em nome da governabilidade, [...] você recua, você avança”, analisou.</p><p>Sobre as eleições de 2026, Leninha garantiu que o PT de Minas Gerais pretende disputar espaço na chapa majoritária. Para a nova presidente da sigla no estado, ainda falta uma sinalização do senador Rodrigo Pacheco sobre sua disposição em disputar a eleição. “A gente percebeu que há sinais mais visíveis de que ele topa vir disputar o governo de Minas. Mas nós precisamos confirmar essa posição dele”, pontuou.</p><p>Caso a candidatura de Pacheco não se concretize, Leninha avalia que o PT tem nomes fortes para liderar um projeto majoritário. “Se não for com o Pacheco, vamos iniciar o processo de discussão sobre o nome que a gente vai trabalhar.” Ela cita Marília Campos, Margarida Salomão, Reginaldo Lopes e Patrus Ananias como alternativas.</p><p>A deputada também falou sobre a possibilidade de ampliação da federação entre PT, PCdoB e PV. Segundo ela, há conversas em andamento com partidos da base de Lula. “Há boatos de uma ampliação dessa federação com o PSB, com o PDT. [...] Pode ser que essa configuração altere no ano que vem, mas ampliando, mais do que reduzindo.”<br></p>]]>
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      <pubDate>Wed, 23 Jul 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A deputada estadual Leninha (PT) defendeu, em entrevista ao Café com Política, a necessidade de unir o PT após a disputa pelo diretório estadual. Para a parlamentar, eleita como nova presidente do partido em Minas Gerais, é hora de “baixar a poeira” e construir uma composição. “O mais importante, na minha avaliação como presidenta do PT, é que as pessoas que venham, venham somar. Não podemos ter postura de boicote”, afirmou a deputada.</p><p>Durante a entrevista, Leninha afirmou ainda que a ausência de representantes do PT mineiro no primeiro escalão do governo Lula foi consequência da falta de unidade da sigla no estado. “A Macaé hoje está lá, mas é um mérito dela, não do partido. [...] Minas Gerais ficou de fora — coisa que nunca aconteceu em governos anteriores.”</p><p>Questionada sobre alianças e a necessidade de negociações no Congresso, a deputada reconheceu que o ideal seria não depender do Centrão, mas ponderou que a realidade da governabilidade exige equilíbrio. “O Centrão sempre esteve presente na política. A gente deveria banir o Centrão. Mas, em nome da governabilidade, [...] você recua, você avança”, analisou.</p><p>Sobre as eleições de 2026, Leninha garantiu que o PT de Minas Gerais pretende disputar espaço na chapa majoritária. Para a nova presidente da sigla no estado, ainda falta uma sinalização do senador Rodrigo Pacheco sobre sua disposição em disputar a eleição. “A gente percebeu que há sinais mais visíveis de que ele topa vir disputar o governo de Minas. Mas nós precisamos confirmar essa posição dele”, pontuou.</p><p>Caso a candidatura de Pacheco não se concretize, Leninha avalia que o PT tem nomes fortes para liderar um projeto majoritário. “Se não for com o Pacheco, vamos iniciar o processo de discussão sobre o nome que a gente vai trabalhar.” Ela cita Marília Campos, Margarida Salomão, Reginaldo Lopes e Patrus Ananias como alternativas.</p><p>A deputada também falou sobre a possibilidade de ampliação da federação entre PT, PCdoB e PV. Segundo ela, há conversas em andamento com partidos da base de Lula. “Há boatos de uma ampliação dessa federação com o PSB, com o PDT. [...] Pode ser que essa configuração altere no ano que vem, mas ampliando, mais do que reduzindo.”<br></p>]]>
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      <title>Euclydes Pettersen | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente do Republicanos em Minas Gerais, Euclydes Pettersen, falou, em entrevista ao Café com Política, sobre as articulações do partido, as alianças partidárias e o cenário eleitoral de 2026 no Estado. De acordo com o deputado federal licenciado, a legenda tem mantido conversas com MDB, PL, PP, União Brasil e Novo para uma eventual composição na disputa pelo governo de Minas. Questionado sobre a possibilidade de federação entre o Republicanos e o MDB, Euclydes afirmou acreditar que a união, apesar de não enfrentar resistências no Estado, tem poucas chances de se concretizar. Para o deputado, a chapa ideal para Minas em 2026 seria uma aliança entre o senador Cleitinho (Republicanos) e o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Tadeu Martins Leite (MDB).</p><p>Segundo o presidente do diretório estadual do Republicanos, a permanência da legenda na base do governador Romeu Zema (Novo) na ALMG dependerá das articulações políticas em 2026. Durante a entrevista, o parlamentar também criticou a articulação do vice-governador Mateus Simões (Novo) ao governo do Estado. “Eu posso ter vontade de ser presidente, mas, se eu não tiver densidade eleitoral, como é que eu vou ser?”, questionou Euclydes. O deputado federal licenciado defendeu que o critério de escolha do candidato da direita ao governo de Minas siga a vontade popular. Para ele, neste momento, o nome mais viável é o do senador Cleitinho.</p><p>Pré-candidato ao Senado, Euclydes afirmou que só abriria mão da candidatura para fortalecer uma chapa com viabilidade eleitoral. Sobre o cenário presidencial, o deputado aposta em Tarcísio, mas disse ver o governador Romeu Zema como um possível vice na chapa.</p><p>Questionado sobre a candidatura do deputado estadual Mauro Tramonte (Republicanos) à Prefeitura de Belo Horizonte, o presidente do Republicanos em Minas Gerais avaliou que Kalil e Zema no mesmo palanque podem ter dificultado a chapa.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O presidente do Republicanos em Minas Gerais, Euclydes Pettersen, falou, em entrevista ao Café com Política, sobre as articulações do partido, as alianças partidárias e o cenário eleitoral de 2026 no Estado. De acordo com o deputado federal licenciado, a legenda tem mantido conversas com MDB, PL, PP, União Brasil e Novo para uma eventual composição na disputa pelo governo de Minas. Questionado sobre a possibilidade de federação entre o Republicanos e o MDB, Euclydes afirmou acreditar que a união, apesar de não enfrentar resistências no Estado, tem poucas chances de se concretizar. Para o deputado, a chapa ideal para Minas em 2026 seria uma aliança entre o senador Cleitinho (Republicanos) e o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Tadeu Martins Leite (MDB).</p><p>Segundo o presidente do diretório estadual do Republicanos, a permanência da legenda na base do governador Romeu Zema (Novo) na ALMG dependerá das articulações políticas em 2026. Durante a entrevista, o parlamentar também criticou a articulação do vice-governador Mateus Simões (Novo) ao governo do Estado. “Eu posso ter vontade de ser presidente, mas, se eu não tiver densidade eleitoral, como é que eu vou ser?”, questionou Euclydes. O deputado federal licenciado defendeu que o critério de escolha do candidato da direita ao governo de Minas siga a vontade popular. Para ele, neste momento, o nome mais viável é o do senador Cleitinho.</p><p>Pré-candidato ao Senado, Euclydes afirmou que só abriria mão da candidatura para fortalecer uma chapa com viabilidade eleitoral. Sobre o cenário presidencial, o deputado aposta em Tarcísio, mas disse ver o governador Romeu Zema como um possível vice na chapa.</p><p>Questionado sobre a candidatura do deputado estadual Mauro Tramonte (Republicanos) à Prefeitura de Belo Horizonte, o presidente do Republicanos em Minas Gerais avaliou que Kalil e Zema no mesmo palanque podem ter dificultado a chapa.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 22 Jul 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O presidente do Republicanos em Minas Gerais, Euclydes Pettersen, falou, em entrevista ao Café com Política, sobre as articulações do partido, as alianças partidárias e o cenário eleitoral de 2026 no Estado. De acordo com o deputado federal licenciado, a legenda tem mantido conversas com MDB, PL, PP, União Brasil e Novo para uma eventual composição na disputa pelo governo de Minas. Questionado sobre a possibilidade de federação entre o Republicanos e o MDB, Euclydes afirmou acreditar que a união, apesar de não enfrentar resistências no Estado, tem poucas chances de se concretizar. Para o deputado, a chapa ideal para Minas em 2026 seria uma aliança entre o senador Cleitinho (Republicanos) e o presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), Tadeu Martins Leite (MDB).</p><p>Segundo o presidente do diretório estadual do Republicanos, a permanência da legenda na base do governador Romeu Zema (Novo) na ALMG dependerá das articulações políticas em 2026. Durante a entrevista, o parlamentar também criticou a articulação do vice-governador Mateus Simões (Novo) ao governo do Estado. “Eu posso ter vontade de ser presidente, mas, se eu não tiver densidade eleitoral, como é que eu vou ser?”, questionou Euclydes. O deputado federal licenciado defendeu que o critério de escolha do candidato da direita ao governo de Minas siga a vontade popular. Para ele, neste momento, o nome mais viável é o do senador Cleitinho.</p><p>Pré-candidato ao Senado, Euclydes afirmou que só abriria mão da candidatura para fortalecer uma chapa com viabilidade eleitoral. Sobre o cenário presidencial, o deputado aposta em Tarcísio, mas disse ver o governador Romeu Zema como um possível vice na chapa.</p><p>Questionado sobre a candidatura do deputado estadual Mauro Tramonte (Republicanos) à Prefeitura de Belo Horizonte, o presidente do Republicanos em Minas Gerais avaliou que Kalil e Zema no mesmo palanque podem ter dificultado a chapa.</p>]]>
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      <title>Marília Campos | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), descartou ser candidata ao governo do Minas e declarou apoio ao senador, Rodrigo Pacheco (PSD): “Torço para que ele aceite”, afirmou. Ao ser questionada sobre sua sucessão na prefeitura, Marília disse que ainda é cedo para discutir o tema e classificou como “arrogante” a ideia de que o prefeito deva escolher seu sucessor. A prefeita de Contagem também negou atritos com vereadores da base aliada e afirmou que "não promete o que não pode cumprir".</p><p>Com quatro mandatos à frente da cidade, Marília destacou como prioridades de sua gestão a conclusão do Sistema Integrado de Mobilidade (SIM), previsto para 2026. A petista defendeu ainda a criação de um consórcio metropolitano para integrar o transporte público da Grande BH e criticou a ausência do governo Zema na articulação regional. </p><p>No campo político, Marília criticou o impedimento  da deputada federal Dandara (PT) na eleição do diretório estadual do PT, avaliando que o partido saiu “arranhado” e “fragilizado”. A prefeita defendeu ainda um PT menos dogmático e com um discurso mais amplo: “Tem que dialogar com trabalhadores, empresários e agricultores”, afirmou. Apesar das divergências internas, Marília garantiu fidelidade partidária: “Já tive convites, mas nunca cogitei sair do PT”. <br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), descartou ser candidata ao governo do Minas e declarou apoio ao senador, Rodrigo Pacheco (PSD): “Torço para que ele aceite”, afirmou. Ao ser questionada sobre sua sucessão na prefeitura, Marília disse que ainda é cedo para discutir o tema e classificou como “arrogante” a ideia de que o prefeito deva escolher seu sucessor. A prefeita de Contagem também negou atritos com vereadores da base aliada e afirmou que "não promete o que não pode cumprir".</p><p>Com quatro mandatos à frente da cidade, Marília destacou como prioridades de sua gestão a conclusão do Sistema Integrado de Mobilidade (SIM), previsto para 2026. A petista defendeu ainda a criação de um consórcio metropolitano para integrar o transporte público da Grande BH e criticou a ausência do governo Zema na articulação regional. </p><p>No campo político, Marília criticou o impedimento  da deputada federal Dandara (PT) na eleição do diretório estadual do PT, avaliando que o partido saiu “arranhado” e “fragilizado”. A prefeita defendeu ainda um PT menos dogmático e com um discurso mais amplo: “Tem que dialogar com trabalhadores, empresários e agricultores”, afirmou. Apesar das divergências internas, Marília garantiu fidelidade partidária: “Já tive convites, mas nunca cogitei sair do PT”. <br></p>]]>
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      <pubDate>Mon, 21 Jul 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), descartou ser candidata ao governo do Minas e declarou apoio ao senador, Rodrigo Pacheco (PSD): “Torço para que ele aceite”, afirmou. Ao ser questionada sobre sua sucessão na prefeitura, Marília disse que ainda é cedo para discutir o tema e classificou como “arrogante” a ideia de que o prefeito deva escolher seu sucessor. A prefeita de Contagem também negou atritos com vereadores da base aliada e afirmou que "não promete o que não pode cumprir".</p><p>Com quatro mandatos à frente da cidade, Marília destacou como prioridades de sua gestão a conclusão do Sistema Integrado de Mobilidade (SIM), previsto para 2026. A petista defendeu ainda a criação de um consórcio metropolitano para integrar o transporte público da Grande BH e criticou a ausência do governo Zema na articulação regional. </p><p>No campo político, Marília criticou o impedimento  da deputada federal Dandara (PT) na eleição do diretório estadual do PT, avaliando que o partido saiu “arranhado” e “fragilizado”. A prefeita defendeu ainda um PT menos dogmático e com um discurso mais amplo: “Tem que dialogar com trabalhadores, empresários e agricultores”, afirmou. Apesar das divergências internas, Marília garantiu fidelidade partidária: “Já tive convites, mas nunca cogitei sair do PT”. <br></p>]]>
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      <title>Rogério Correia | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o deputado federal Rogério Correia (PT) afirmou que o Supremo Tribunal Federal (STF) deve vigiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na avaliação do parlamentar, há o temor que Bolsonaro possa sair do país, assim como fez a deputada federal Carla Zambelli (PL). </p><p>Durante a entrevista, Rogério Correia cobrou ações imediatas do STF, como uso de tornozeleira eletrônica ou prisão preventiva para o ex--presidente. O deputado também criticou a atuação da Câmara diante do caso o e falou sobre a influência internacional do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com a família Bolsonaro. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o deputado federal Rogério Correia (PT) afirmou que o Supremo Tribunal Federal (STF) deve vigiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na avaliação do parlamentar, há o temor que Bolsonaro possa sair do país, assim como fez a deputada federal Carla Zambelli (PL). </p><p>Durante a entrevista, Rogério Correia cobrou ações imediatas do STF, como uso de tornozeleira eletrônica ou prisão preventiva para o ex--presidente. O deputado também criticou a atuação da Câmara diante do caso o e falou sobre a influência internacional do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com a família Bolsonaro. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 18 Jul 2025 16:17:57 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Gustavo Chalfun | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o presidente da OAB de Minas Gerais, Gustavo Chalfun, defendeu que o Judiciário não assuma o protagonismo dos debates que cabem ao Executivo e ao Legislativo. Para ele, o excesso de visibilidade do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Judiciário não contribui para o fortalecimento da democracia, que depende da separação clara entre os poderes.</p><p>Durante a entrevista, Chalfun também defendeu uma reforma do Judiciário. Segundo ele, o endurecimento de penas para crimes virtuais e hediondos precisa ser debatido de forma transparente com a população, para que o Código Penal acompanhe as mudanças da sociedade. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o presidente da OAB de Minas Gerais, Gustavo Chalfun, defendeu que o Judiciário não assuma o protagonismo dos debates que cabem ao Executivo e ao Legislativo. Para ele, o excesso de visibilidade do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Judiciário não contribui para o fortalecimento da democracia, que depende da separação clara entre os poderes.</p><p>Durante a entrevista, Chalfun também defendeu uma reforma do Judiciário. Segundo ele, o endurecimento de penas para crimes virtuais e hediondos precisa ser debatido de forma transparente com a população, para que o Código Penal acompanhe as mudanças da sociedade. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 17 Jul 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o presidente da OAB de Minas Gerais, Gustavo Chalfun, defendeu que o Judiciário não assuma o protagonismo dos debates que cabem ao Executivo e ao Legislativo. Para ele, o excesso de visibilidade do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Judiciário não contribui para o fortalecimento da democracia, que depende da separação clara entre os poderes.</p><p>Durante a entrevista, Chalfun também defendeu uma reforma do Judiciário. Segundo ele, o endurecimento de penas para crimes virtuais e hediondos precisa ser debatido de forma transparente com a população, para que o Código Penal acompanhe as mudanças da sociedade. </p>]]>
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      <title>Eliane Parreiras | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p> Há três décadas atuando na gestão cultural, Eliane Parreiras acumula uma vasta experiência tanto no setor público como no privado. Desde julho de 2022, quando Fuad Noman (1947-2025) assumiu a Prefeitura de Belo Horizonte, Eliane assumiu a Secretaria Municipal de Cultura, cargo que ela segue ocupando, agora sob a gestão do prefeito Álvaro Damião (União Brasil). </p><p>À frente da pasta municipal, a gestora tem lidado com importantes desafios para a cultura da capital mineira, como a administração dos repasses dos recursos da Lei Paulo Gustavo na cidade, a regência das demandas dos centros culturais espalhados pelas regionais de BH e os processos envolvendo a reforma do Museu de Arte da Pampulha. </p><p>Agora, em entrevista ao programa <strong>Café com Política</strong>, do canal de <strong>O TEMPO</strong> no YouTube, Eliane Parreiras fala sobre os projetos que pretende emplacar com a nova gestão municipal, a parceria com outras instâncias do poder público, as ações de fomento para a cultura de Belo Horizonte, entre outros assuntos. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 16 Jul 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p> Há três décadas atuando na gestão cultural, Eliane Parreiras acumula uma vasta experiência tanto no setor público como no privado. Desde julho de 2022, quando Fuad Noman (1947-2025) assumiu a Prefeitura de Belo Horizonte, Eliane assumiu a Secretaria Municipal de Cultura, cargo que ela segue ocupando, agora sob a gestão do prefeito Álvaro Damião (União Brasil). </p><p>À frente da pasta municipal, a gestora tem lidado com importantes desafios para a cultura da capital mineira, como a administração dos repasses dos recursos da Lei Paulo Gustavo na cidade, a regência das demandas dos centros culturais espalhados pelas regionais de BH e os processos envolvendo a reforma do Museu de Arte da Pampulha. </p><p>Agora, em entrevista ao programa <strong>Café com Política</strong>, do canal de <strong>O TEMPO</strong> no YouTube, Eliane Parreiras fala sobre os projetos que pretende emplacar com a nova gestão municipal, a parceria com outras instâncias do poder público, as ações de fomento para a cultura de Belo Horizonte, entre outros assuntos. </p>]]>
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      <title>Uner Augusto | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente da Comissão de Legislação e Justiça da CMBH, vereador Uner Augusto (PL), afirmou, em entrevista ao Café com Política, que a denúncia contra deputado federal Nikolas Ferreira (PL) é uma "perseguição por parte do Ministério Público Eleitoral". </p><p>De acordo com o vereador, ainda que direita esteja aberta ao diálogo com prefeito da capital, Álvaro Damião (União), a gestão permanece sob avaliação da legenda e da oposição na Câmara Municipal. </p><p>Durante a entrevista, Uner falou ainda sobre obras de saneamento na capital e disputas entre blocos opositores no legislativo da capital. </p><p><br></p>]]>
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      <pubDate>Tue, 15 Jul 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O presidente da Comissão de Legislação e Justiça da CMBH, vereador Uner Augusto (PL), afirmou, em entrevista ao Café com Política, que a denúncia contra deputado federal Nikolas Ferreira (PL) é uma "perseguição por parte do Ministério Público Eleitoral". </p><p>De acordo com o vereador, ainda que direita esteja aberta ao diálogo com prefeito da capital, Álvaro Damião (União), a gestão permanece sob avaliação da legenda e da oposição na Câmara Municipal. </p><p>Durante a entrevista, Uner falou ainda sobre obras de saneamento na capital e disputas entre blocos opositores no legislativo da capital. </p><p><br></p>]]>
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      <title>Margareth Menezes | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A regulação e a taxação das plataformas de vídeo sob demanda (VoD, na sigla em inglês), que formam o setor de streaming no Brasil, têm ocupado a mesa de debates desde que o governo Lula assumiu a Presidência, em janeiro de 2023, e se intensificou nos últimos meses, gerando divergências entre representantes das plataformas, setor audiovisual e Ministério da Cultura (MinC).</p><p>O setor defende uma alíquota de 12% sobre a receita das plataformas e uma cota de 20% para obras brasileiras nos catálogos. Já o MinC propõe percentuais menores: 6% de alíquota e 10% de cota. O que se comenta nos bastidores é que as empresas estariam dispostas a repassar 3% do faturamento no país.</p><p>Em entrevista ao programa “Café com Política”, exibido nesta segunda-feira (14/7) no canal de O TEMPO no YouTube, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, disse acreditar em uma solução ainda neste ano. “A pauta está em construção. Acredito muito que a gente consiga (a regulamentação ainda em 2025), mesmo com todo o ambiente que estamos vendo no Congresso. O setor cultural precisa muito dessas regulações”, comentou. </p><p>Durante a entrevista, a ministra  ressaltou importância da pauta e aposta no diálogo para viabilizar a regulação, celebra descentralização da Lei Rouanet e destaca a cultura como setor gerador de emprego e renda. <br></p>]]>
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      <pubDate>Mon, 14 Jul 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:author>Jornal O TEMPO</itunes:author>
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        <![CDATA[<p>A regulação e a taxação das plataformas de vídeo sob demanda (VoD, na sigla em inglês), que formam o setor de streaming no Brasil, têm ocupado a mesa de debates desde que o governo Lula assumiu a Presidência, em janeiro de 2023, e se intensificou nos últimos meses, gerando divergências entre representantes das plataformas, setor audiovisual e Ministério da Cultura (MinC).</p><p>O setor defende uma alíquota de 12% sobre a receita das plataformas e uma cota de 20% para obras brasileiras nos catálogos. Já o MinC propõe percentuais menores: 6% de alíquota e 10% de cota. O que se comenta nos bastidores é que as empresas estariam dispostas a repassar 3% do faturamento no país.</p><p>Em entrevista ao programa “Café com Política”, exibido nesta segunda-feira (14/7) no canal de O TEMPO no YouTube, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, disse acreditar em uma solução ainda neste ano. “A pauta está em construção. Acredito muito que a gente consiga (a regulamentação ainda em 2025), mesmo com todo o ambiente que estamos vendo no Congresso. O setor cultural precisa muito dessas regulações”, comentou. </p><p>Durante a entrevista, a ministra  ressaltou importância da pauta e aposta no diálogo para viabilizar a regulação, celebra descentralização da Lei Rouanet e destaca a cultura como setor gerador de emprego e renda. <br></p>]]>
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      <title>Wemerson Oliveira, presidente Sindpol | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais (Sindpol-MG), Wemerson Oliveira, criticou o governador Romeu Zema (Novo) por não conceder recomposição salarial aos servidores da segurança pública. De acordo com sindicalista, o Estado “joga para Lula” a responsabilidade pelo funcionalismo mineiro, mas, segundo ele, a recomposição é dever do Estado: "governo só negocia sob pressão", afirmou.</p><p>O presidente do sindicato ainda rebateu o argumento do Palácio Tiradentes de que a recomposição salarial depende do Propag ou da derrubada dos vetos do presidente Lula (PT) ao programa. Segundo ele, há dinheiro em caixa. Para o sindicalista, a falta de recomposição dos servidores do Estado faz com que aumente a criminalidade no Estado. </p><p>Ainda na avaliação do sindicato, a falta de concursos e investimento em investigação fortalece organizações criminosas. Segundo ele, o governo Zema prioriza apenas o policiamento ostensivo e a polícia penal, adotando um discurso de “militarismo e autoritarismo” que não resolve o problema da criminalidade.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais (Sindpol-MG), Wemerson Oliveira, criticou o governador Romeu Zema (Novo) por não conceder recomposição salarial aos servidores da segurança pública. De acordo com sindicalista, o Estado “joga para Lula” a responsabilidade pelo funcionalismo mineiro, mas, segundo ele, a recomposição é dever do Estado: "governo só negocia sob pressão", afirmou.</p><p>O presidente do sindicato ainda rebateu o argumento do Palácio Tiradentes de que a recomposição salarial depende do Propag ou da derrubada dos vetos do presidente Lula (PT) ao programa. Segundo ele, há dinheiro em caixa. Para o sindicalista, a falta de recomposição dos servidores do Estado faz com que aumente a criminalidade no Estado. </p><p>Ainda na avaliação do sindicato, a falta de concursos e investimento em investigação fortalece organizações criminosas. Segundo ele, o governo Zema prioriza apenas o policiamento ostensivo e a polícia penal, adotando um discurso de “militarismo e autoritarismo” que não resolve o problema da criminalidade.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 11 Jul 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Alexandre Kalil | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>No Café com Política, o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (sem partido), falou sobre as pretensões políticas para as eleições de 2026 e se colocou como uma terceira via para o governo de Minas. Durante a entrevista, o ex-presidente do Atlético disse ter sido traído pelo ex-prefeito Fuad Noman e criticou a falta de “alma” na atual gestão do clube. Sobre o cenário eleitoral, Kalil afirmou que o senador Rodrigo Pacheco (PSD) seria um bom candidato da esquerda e disse que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) “está ficando maduro”. O ex-prefeito da capital também defendeu que, para resolver a dívida bilionária de Minas com a União, o Estado precisa “fazer as pazes com o governo federal” e criticou os embates políticos do governador Romeu Zema (Novo) com o governo Lula.</p><p>Questionado sobre os planos políticos para o próximo ano, Kalil afirmou que não pretende disputar o Senado e disse que não se arrepende de ter apoiado Lula em 2022, embora tenha afirmado que não repetiria a aliança. Sobre articulações partidárias, o ex-presidente do Atlético garantiu que já recebeu convite para se filiar a uma legenda.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>No Café com Política, o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (sem partido), falou sobre as pretensões políticas para as eleições de 2026 e se colocou como uma terceira via para o governo de Minas. Durante a entrevista, o ex-presidente do Atlético disse ter sido traído pelo ex-prefeito Fuad Noman e criticou a falta de “alma” na atual gestão do clube. Sobre o cenário eleitoral, Kalil afirmou que o senador Rodrigo Pacheco (PSD) seria um bom candidato da esquerda e disse que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) “está ficando maduro”. O ex-prefeito da capital também defendeu que, para resolver a dívida bilionária de Minas com a União, o Estado precisa “fazer as pazes com o governo federal” e criticou os embates políticos do governador Romeu Zema (Novo) com o governo Lula.</p><p>Questionado sobre os planos políticos para o próximo ano, Kalil afirmou que não pretende disputar o Senado e disse que não se arrepende de ter apoiado Lula em 2022, embora tenha afirmado que não repetiria a aliança. Sobre articulações partidárias, o ex-presidente do Atlético garantiu que já recebeu convite para se filiar a uma legenda.<br></p>]]>
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      <pubDate>Thu, 10 Jul 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Igor Timo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Eleito para a coordenação da bancada mineira no Congresso Nacional após um processo turbulento, Igor Timo (PSD-MG) coleciona desafios à frente dos 53 deputados e três senadores que liderará até o fim da legislatura. A conciliação da bancada com o governo de Minas Gerais e a distribuição das emendas parlamentares destinadas ao Estado constam no rol das articulações que ele precisará enfrentar.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 09 Jul 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Lara Alves</author>
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        <![CDATA[<p>Eleito para a coordenação da bancada mineira no Congresso Nacional após um processo turbulento, Igor Timo (PSD-MG) coleciona desafios à frente dos 53 deputados e três senadores que liderará até o fim da legislatura. A conciliação da bancada com o governo de Minas Gerais e a distribuição das emendas parlamentares destinadas ao Estado constam no rol das articulações que ele precisará enfrentar.</p>]]>
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      <itunes:keywords>igor timo; café com política;</itunes:keywords>
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      <title>Ministra das Mulheres, Márcia Lopes | Café com Política</title>
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      <pubDate>Tue, 08 Jul 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Zé Vitor | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Os vaivéns do Projeto de Lei (PL) para criar um marco do licenciamento ambiental, discutido há 21 anos no Congresso Nacional, se aproximam de um ponto final com a perspectiva de votação da proposta até o dia 18 na Câmara dos Deputados. A análise no plenário dois meses após a aprovação do texto no Senado Federal é a última etapa antes dele ir à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Designado relator, o deputado Zé Vitor (PL-MG) avalia que a versão votada pelos senadores foi suficientemente amadurecida e carece de ajustes para ser carimbada pelo plenário da Câmara.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Os vaivéns do Projeto de Lei (PL) para criar um marco do licenciamento ambiental, discutido há 21 anos no Congresso Nacional, se aproximam de um ponto final com a perspectiva de votação da proposta até o dia 18 na Câmara dos Deputados. A análise no plenário dois meses após a aprovação do texto no Senado Federal é a última etapa antes dele ir à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Designado relator, o deputado Zé Vitor (PL-MG) avalia que a versão votada pelos senadores foi suficientemente amadurecida e carece de ajustes para ser carimbada pelo plenário da Câmara.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 07 Jul 2025 20:43:53 +0000</pubDate>
      <author>Lara Alves</author>
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        <![CDATA[<p>Os vaivéns do Projeto de Lei (PL) para criar um marco do licenciamento ambiental, discutido há 21 anos no Congresso Nacional, se aproximam de um ponto final com a perspectiva de votação da proposta até o dia 18 na Câmara dos Deputados. A análise no plenário dois meses após a aprovação do texto no Senado Federal é a última etapa antes dele ir à sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Designado relator, o deputado Zé Vitor (PL-MG) avalia que a versão votada pelos senadores foi suficientemente amadurecida e carece de ajustes para ser carimbada pelo plenário da Câmara.</p>]]>
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      <title>Juanito Vieira | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O candidato ao diretório estadual do PT em Minas Gerais, Juanito Vieira, defendeu, em entrevista ao Café com Política, que o partido volte a se conectar com as bases e movimentos sociais. Segundo o ex-presidente do PT em Juiz de Fora, há um excesso de diálogo da legenda com o Centrão: “O PT precisa virar à esquerda”, afirmou Juanito, que disse ainda que o partido tem se esquecido da militância.</p><p>Questionado sobre a disputa interna do diretório do PT no Estado, o petista avaliou que as diferenças são naturais e fortalecem o partido, mas acredita que a atual direção estadual falhou em manter o PT próximo das lutas sociais. Durante a entrevista, Juanito defendeu ainda que o PT lance uma candidatura própria ao governo de Minas nas eleições de 2026, sem depender, segundo ele, de nomes ligados ao Centrão. O ex-presidente do PT em Juiz de Fora criticou também a baixa representatividade de Minas na Esplanada.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O candidato ao diretório estadual do PT em Minas Gerais, Juanito Vieira, defendeu, em entrevista ao Café com Política, que o partido volte a se conectar com as bases e movimentos sociais. Segundo o ex-presidente do PT em Juiz de Fora, há um excesso de diálogo da legenda com o Centrão: “O PT precisa virar à esquerda”, afirmou Juanito, que disse ainda que o partido tem se esquecido da militância.</p><p>Questionado sobre a disputa interna do diretório do PT no Estado, o petista avaliou que as diferenças são naturais e fortalecem o partido, mas acredita que a atual direção estadual falhou em manter o PT próximo das lutas sociais. Durante a entrevista, Juanito defendeu ainda que o PT lance uma candidatura própria ao governo de Minas nas eleições de 2026, sem depender, segundo ele, de nomes ligados ao Centrão. O ex-presidente do PT em Juiz de Fora criticou também a baixa representatividade de Minas na Esplanada.<br></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 04 Jul 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Iza Lourença | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a vereadora Iza Lourença (PSOL) criticou a postura do prefeito Álvaro Damião (União) durante a greve dos professores e na falta de posicionamento do Executivo sobre os projetos de caráter ideológico aprovados pela Câmara Municipal de Belo Horizonte. A parlamentar classificou ainda como “intransigente” a forma como o prefeito tem lidado com os profissionais da educação na capital.</p><p>Durante a entrevista, Iza também defendeu a implantação em BH do modelo de Tarifa Zero, defendido pela prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão (PT), como solução para a mobilidade em Belo Horizonte. Segundo ela, a ideia é criar um fundo financiado por contribuições das empresas, em substituição ao vale-transporte, para custear o sistema de transporte coletivo. O objetivo, de acordo com a vereadora, é melhorar a mobilidade, reduzir custos para micro e pequenas empresas e impulsionar a economia local.</p><p>A vereadora afirmou ainda que o PSOL não descarta judicializar as obras do metrô para impedir que a extensão até o Barreiro seja feita com apenas um trilho.</p><p>Questionada sobre as eleições de 2026, Iza antecipou que o PSOL lançará em breve um nome forte ao Senado e defendeu a união da esquerda na disputa pelo governo de Minas Gerais, embora afirme não saber se Rodrigo Pacheco tem, de fato, intenção de se candidatar ao cargo.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a vereadora Iza Lourença (PSOL) criticou a postura do prefeito Álvaro Damião (União) durante a greve dos professores e na falta de posicionamento do Executivo sobre os projetos de caráter ideológico aprovados pela Câmara Municipal de Belo Horizonte. A parlamentar classificou ainda como “intransigente” a forma como o prefeito tem lidado com os profissionais da educação na capital.</p><p>Durante a entrevista, Iza também defendeu a implantação em BH do modelo de Tarifa Zero, defendido pela prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão (PT), como solução para a mobilidade em Belo Horizonte. Segundo ela, a ideia é criar um fundo financiado por contribuições das empresas, em substituição ao vale-transporte, para custear o sistema de transporte coletivo. O objetivo, de acordo com a vereadora, é melhorar a mobilidade, reduzir custos para micro e pequenas empresas e impulsionar a economia local.</p><p>A vereadora afirmou ainda que o PSOL não descarta judicializar as obras do metrô para impedir que a extensão até o Barreiro seja feita com apenas um trilho.</p><p>Questionada sobre as eleições de 2026, Iza antecipou que o PSOL lançará em breve um nome forte ao Senado e defendeu a união da esquerda na disputa pelo governo de Minas Gerais, embora afirme não saber se Rodrigo Pacheco tem, de fato, intenção de se candidatar ao cargo.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 03 Jul 2025 15:09:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a vereadora Iza Lourença (PSOL) criticou a postura do prefeito Álvaro Damião (União) durante a greve dos professores e na falta de posicionamento do Executivo sobre os projetos de caráter ideológico aprovados pela Câmara Municipal de Belo Horizonte. A parlamentar classificou ainda como “intransigente” a forma como o prefeito tem lidado com os profissionais da educação na capital.</p><p>Durante a entrevista, Iza também defendeu a implantação em BH do modelo de Tarifa Zero, defendido pela prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão (PT), como solução para a mobilidade em Belo Horizonte. Segundo ela, a ideia é criar um fundo financiado por contribuições das empresas, em substituição ao vale-transporte, para custear o sistema de transporte coletivo. O objetivo, de acordo com a vereadora, é melhorar a mobilidade, reduzir custos para micro e pequenas empresas e impulsionar a economia local.</p><p>A vereadora afirmou ainda que o PSOL não descarta judicializar as obras do metrô para impedir que a extensão até o Barreiro seja feita com apenas um trilho.</p><p>Questionada sobre as eleições de 2026, Iza antecipou que o PSOL lançará em breve um nome forte ao Senado e defendeu a união da esquerda na disputa pelo governo de Minas Gerais, embora afirme não saber se Rodrigo Pacheco tem, de fato, intenção de se candidatar ao cargo.</p>]]>
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      <title>Janete Aparecida | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a vice-prefeita de Divinópolis, Janete Aparecida (Avante), criticou a falta de articulação entre o governo Zema e o governo Lula. Segundo ela, o Hospital Regional da cidade até deve ser inaugurado, mas apenas “com as paredes” e sem os equipamentos necessários para o funcionamento imediato. Para Janete, a disputa política acabou prejudicando o andamento da obra.</p><p>Durante a entrevista, a vice-prefeita também falou sobre a falta de apoio do Estado na área de segurança pública e cobrou maior investimento dos governos estadual e federal em tecnologia e monitoramento. "Estamos catando pratinha para bancar segurança, que é obrigação do Estado", afirmou.</p><p>Questionada sobre as eleições de 2026, Janete defendeu o senador Cleitinho (Republicanos) como o melhor nome para disputar o governo de Minas Gerais no próximo ano. Ao comentar a presença dos irmãos Cleitinho, Gleidson (Novo), prefeito de Divinópolis, e Eduardo Azevedo (PL), deputado estadual, na política, a vice-prefeita negou que isso represente concentração de poder, classificando como “vontade política de transformar e melhorar a vida das pessoas”. Ela também mencionou a possibilidade de o atual prefeito disputar as eleições de 2026 como candidato a deputado federal.</p><p>Sobre a viagem a Israel, Janete criticou a postura do Itamaraty, classificando a nota emitida pelo órgão como “ridícula” e fruto de “falta de trato”. A vice-prefeita garantiu ainda que não houve doutrinação e negou qualquer contato comercial durante a viagem: "Se um gestor se deixar doutrinar em 40 minutos, não serve para ser líder".</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 02 Jul 2025 02:09:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Adriana Souza | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A vereadora de Contagem Adriana Souza (PT) afirmou, em entrevista ao Café com Política, que optou por renunciar ao cargo de vice-líder da prefeita Marília Campos (PT) na Câmara Municipal para não colocar em risco nem prejudicar a governabilidade da prefeita no Legislativo. De acordo com a parlamentar, houve mal-estar entre os colegas e até boicotes a projetos do Executivo após ela se posicionar contrária ao reajuste dos salários dos vereadores. “Desde o momento em que me posicionei publicamente, alguns vereadores disseram que a situação não estava confortável com o governo em função do meu posicionamento. Enquanto eu falava, houve esvaziamento do plenário. Tomei essa decisão para proteger a governabilidade do governo”, pontuou a parlamentar, que disse que a medida amplia a distância entre a Câmara e a realidade da maioria. “Tivemos falas de vereadores que disseram que R$ 1.300 é uma mixaria. A maior parte da população vive com um salário mínimo. Fazer dois reajustes em tão pouco tempo dialoga pouco e representa uma distância da realidade da maioria”, argumentou.</p><p>Ainda segundo a vereadora, ela teve o apoio da prefeita para deixar a vice-liderança, mas acredita que não caberia ao Executivo defendê-la. “Eu acho que não cabia à Prefeitura, legislativo e executivo têm tarefas muito diferentes. Inclusive, quando me posicionei contrariamente a esse segundo reajuste, foi entendendo que, dentro de uma democracia, é legítimo termos posições divergentes, e era uma posição contrária a uma decisão do legislativo, que nada tinha a ver com a prefeitura e com o governo da prefeita Marília. Mas o que aconteceu foi que os próprios colegas parlamentares transformaram isso em um entrave, utilizando meu posicionamento para misturar com a tarefa da vice-liderança e, a partir disso, tentar negociar com o governo”, afirmou.</p><p>Questionada sobre o futuro político de Marília Campos, Adriana avaliou que o nome da prefeita é o mais forte para disputar o governo de Minas em 2026, mas pontuou que sucessão de Marília em Contagem deve ser discutida apenas após 2026. “Hoje a gente não tem um nome melhor para governar o Estado de Minas Gerais, mas ela costuma sempre dizer que não está à disposição dessa tarefa. Mas quem sabe, se o povo pedir”, avaliou.<br></p>]]>
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      <pubDate>Tue, 01 Jul 2025 16:06:24 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A vereadora de Contagem Adriana Souza (PT) afirmou, em entrevista ao Café com Política, que optou por renunciar ao cargo de vice-líder da prefeita Marília Campos (PT) na Câmara Municipal para não colocar em risco nem prejudicar a governabilidade da prefeita no Legislativo. De acordo com a parlamentar, houve mal-estar entre os colegas e até boicotes a projetos do Executivo após ela se posicionar contrária ao reajuste dos salários dos vereadores. “Desde o momento em que me posicionei publicamente, alguns vereadores disseram que a situação não estava confortável com o governo em função do meu posicionamento. Enquanto eu falava, houve esvaziamento do plenário. Tomei essa decisão para proteger a governabilidade do governo”, pontuou a parlamentar, que disse que a medida amplia a distância entre a Câmara e a realidade da maioria. “Tivemos falas de vereadores que disseram que R$ 1.300 é uma mixaria. A maior parte da população vive com um salário mínimo. Fazer dois reajustes em tão pouco tempo dialoga pouco e representa uma distância da realidade da maioria”, argumentou.</p><p>Ainda segundo a vereadora, ela teve o apoio da prefeita para deixar a vice-liderança, mas acredita que não caberia ao Executivo defendê-la. “Eu acho que não cabia à Prefeitura, legislativo e executivo têm tarefas muito diferentes. Inclusive, quando me posicionei contrariamente a esse segundo reajuste, foi entendendo que, dentro de uma democracia, é legítimo termos posições divergentes, e era uma posição contrária a uma decisão do legislativo, que nada tinha a ver com a prefeitura e com o governo da prefeita Marília. Mas o que aconteceu foi que os próprios colegas parlamentares transformaram isso em um entrave, utilizando meu posicionamento para misturar com a tarefa da vice-liderança e, a partir disso, tentar negociar com o governo”, afirmou.</p><p>Questionada sobre o futuro político de Marília Campos, Adriana avaliou que o nome da prefeita é o mais forte para disputar o governo de Minas em 2026, mas pontuou que sucessão de Marília em Contagem deve ser discutida apenas após 2026. “Hoje a gente não tem um nome melhor para governar o Estado de Minas Gerais, mas ela costuma sempre dizer que não está à disposição dessa tarefa. Mas quem sabe, se o povo pedir”, avaliou.<br></p>]]>
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      <title>Bella Gonçalves | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a deputada estadual Bella Gonçalves (PSOL) fez duras críticas ao governador Romeu Zema (Novo), acusando-o de incluir “jabutis” no projeto do Propag para tentar privatizar estatais mineiras e vender, segundo ela, o patrimônio público “a preço de banana”. Durante a entrevista, a parlamentar também falou sobre as articulações do PSOL para 2026. Segundo ela, o partido pode lançar candidatura ao Senado e busca, também, espaço na chapa que deve ser apoiada pelo presidente Lula na disputa pelo governo de Minas Gerais. A deputada criticou ainda a viagem do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União Brasil), a Israel em meio à greve de professores da rede municipal. Na avaliação dela, foi um “grande tiro no pé” o chefe do Executivo municipal integrar a comitiva, o que, segundo afirmou, representou um gesto de “alinhamento com a extrema-direita”.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a deputada estadual Bella Gonçalves (PSOL) fez duras críticas ao governador Romeu Zema (Novo), acusando-o de incluir “jabutis” no projeto do Propag para tentar privatizar estatais mineiras e vender, segundo ela, o patrimônio público “a preço de banana”. Durante a entrevista, a parlamentar também falou sobre as articulações do PSOL para 2026. Segundo ela, o partido pode lançar candidatura ao Senado e busca, também, espaço na chapa que deve ser apoiada pelo presidente Lula na disputa pelo governo de Minas Gerais. A deputada criticou ainda a viagem do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União Brasil), a Israel em meio à greve de professores da rede municipal. Na avaliação dela, foi um “grande tiro no pé” o chefe do Executivo municipal integrar a comitiva, o que, segundo afirmou, representou um gesto de “alinhamento com a extrema-direita”.<br></p>]]>
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      <pubDate>Mon, 30 Jun 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a deputada estadual Bella Gonçalves (PSOL) fez duras críticas ao governador Romeu Zema (Novo), acusando-o de incluir “jabutis” no projeto do Propag para tentar privatizar estatais mineiras e vender, segundo ela, o patrimônio público “a preço de banana”. Durante a entrevista, a parlamentar também falou sobre as articulações do PSOL para 2026. Segundo ela, o partido pode lançar candidatura ao Senado e busca, também, espaço na chapa que deve ser apoiada pelo presidente Lula na disputa pelo governo de Minas Gerais. A deputada criticou ainda a viagem do prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião (União Brasil), a Israel em meio à greve de professores da rede municipal. Na avaliação dela, foi um “grande tiro no pé” o chefe do Executivo municipal integrar a comitiva, o que, segundo afirmou, representou um gesto de “alinhamento com a extrema-direita”.<br></p>]]>
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      <title>Lafayette Andrada | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal <a href="https://www.otempo.com.br/minas-sa/2025/3/21/deputado-federal-lafayette-de-andrada-assume-presidencia-de-comissao-da-camara-dos-deputados">Lafayette de Andrada</a> (Republicanos-MG) afirmou que “existe uma grande chance” de que seja formada uma <a href="https://www.otempo.com.br/politica/congresso/2025/6/4/negociacao-por-federacao-com-republicanos-criara-g4-no-congresso-analisa-presidente-do-mdb-em-mg">federação entre o Republicanos e o MDB</a>, para que os partidos atuem de forma conjunta nas eleições de 2026. Em entrevista ao <strong>O TEMPO Brasília</strong> no <strong>Café com Política</strong>, ele declarou que as negociações estão em andamento e na fase de decidir se será “namoro ou amizade”. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 27 Jun 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Vile Santos | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao <em>Café com Política</em>, o vereador de Belo Horizonte Vile Santos (PL) minimizou os embates ideológicos na Câmara Municipal. Segundo o parlamentar, “BH tem ideologia” e, para ele, “a democracia é isso”. Durante a conversa, Vile também criticou o argumento de que o Legislativo municipal tem aprovado projetos inconstitucionais. De acordo com ele, trata-se de uma tentativa de deslegitimar as propostas da direita aprovadas em plenário.</p><p>Sobre as eleições de 2026, Vile afirmou que a definição do candidato ao Senado pelo PL será feita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro: “Quem decide é ele”. Segundo o vereador, o partido pretende montar uma chapa forte para disputar o Senado e o governo de Minas Gerais. “Queremos uma chapa vencedora”, declarou.</p><p>Aliado de Bolsonaro, o parlamentar acusou o STF de promover perseguição política contra o ex-presidente. Em sua avaliação, “sem Bolsonaro, não haveria direita no Brasil”. Vile também considera que o ex-presidente será essencial para as eleições de 2026. Ao longo da entrevista, criticou o presidente Lula por, segundo ele, não ter formado novas lideranças, diferentemente de Bolsonaro, que “criou nomes como Tarcísio e Nikolas”.</p><p>Questionado sobre a atuação do prefeito Álvaro Damião (União Brasil), Vile avaliou que a gestão “ainda está engatinhando”.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao <em>Café com Política</em>, o vereador de Belo Horizonte Vile Santos (PL) minimizou os embates ideológicos na Câmara Municipal. Segundo o parlamentar, “BH tem ideologia” e, para ele, “a democracia é isso”. Durante a conversa, Vile também criticou o argumento de que o Legislativo municipal tem aprovado projetos inconstitucionais. De acordo com ele, trata-se de uma tentativa de deslegitimar as propostas da direita aprovadas em plenário.</p><p>Sobre as eleições de 2026, Vile afirmou que a definição do candidato ao Senado pelo PL será feita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro: “Quem decide é ele”. Segundo o vereador, o partido pretende montar uma chapa forte para disputar o Senado e o governo de Minas Gerais. “Queremos uma chapa vencedora”, declarou.</p><p>Aliado de Bolsonaro, o parlamentar acusou o STF de promover perseguição política contra o ex-presidente. Em sua avaliação, “sem Bolsonaro, não haveria direita no Brasil”. Vile também considera que o ex-presidente será essencial para as eleições de 2026. Ao longo da entrevista, criticou o presidente Lula por, segundo ele, não ter formado novas lideranças, diferentemente de Bolsonaro, que “criou nomes como Tarcísio e Nikolas”.</p><p>Questionado sobre a atuação do prefeito Álvaro Damião (União Brasil), Vile avaliou que a gestão “ainda está engatinhando”.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 26 Jun 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao <em>Café com Política</em>, o vereador de Belo Horizonte Vile Santos (PL) minimizou os embates ideológicos na Câmara Municipal. Segundo o parlamentar, “BH tem ideologia” e, para ele, “a democracia é isso”. Durante a conversa, Vile também criticou o argumento de que o Legislativo municipal tem aprovado projetos inconstitucionais. De acordo com ele, trata-se de uma tentativa de deslegitimar as propostas da direita aprovadas em plenário.</p><p>Sobre as eleições de 2026, Vile afirmou que a definição do candidato ao Senado pelo PL será feita pelo ex-presidente Jair Bolsonaro: “Quem decide é ele”. Segundo o vereador, o partido pretende montar uma chapa forte para disputar o Senado e o governo de Minas Gerais. “Queremos uma chapa vencedora”, declarou.</p><p>Aliado de Bolsonaro, o parlamentar acusou o STF de promover perseguição política contra o ex-presidente. Em sua avaliação, “sem Bolsonaro, não haveria direita no Brasil”. Vile também considera que o ex-presidente será essencial para as eleições de 2026. Ao longo da entrevista, criticou o presidente Lula por, segundo ele, não ter formado novas lideranças, diferentemente de Bolsonaro, que “criou nomes como Tarcísio e Nikolas”.</p><p>Questionado sobre a atuação do prefeito Álvaro Damião (União Brasil), Vile avaliou que a gestão “ainda está engatinhando”.</p>]]>
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      <title>Margarida Salomão | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão (PT), defendeu a implantação do Tarifa Zero no município. Segundo ela, o financiamento deve ser custeado por meio de subsídio da prefeitura e por meio da contribuição de empresas com mais de dez funcionários. Na sua avaliação, a gratuidade ampliada pode impulsionar o Produto Interno Bruto (PIB) do município em até 10%. Durante a entrevista, Margarida também afirmou que Juiz de Fora tem interesse em assumir parte dos ativos estaduais oferecidos à União no contexto da dívida de Minas Gerais com a União. Entre os imóveis de interesse está o Instituto Cândido Tostes e o Centro de Convenções. Ao ser questionada sobre seu futuro político, a prefeita descartou disputar o governo de Minas ou o Senado em 2026. “Prevalece a minha palavra em Juiz de Fora”, afirmou. Sobre a sucessão municipal, Margarida foi categórica: “Pensar nisso agora seria perda de autoridade”.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão (PT), defendeu a implantação do Tarifa Zero no município. Segundo ela, o financiamento deve ser custeado por meio de subsídio da prefeitura e por meio da contribuição de empresas com mais de dez funcionários. Na sua avaliação, a gratuidade ampliada pode impulsionar o Produto Interno Bruto (PIB) do município em até 10%. Durante a entrevista, Margarida também afirmou que Juiz de Fora tem interesse em assumir parte dos ativos estaduais oferecidos à União no contexto da dívida de Minas Gerais com a União. Entre os imóveis de interesse está o Instituto Cândido Tostes e o Centro de Convenções. Ao ser questionada sobre seu futuro político, a prefeita descartou disputar o governo de Minas ou o Senado em 2026. “Prevalece a minha palavra em Juiz de Fora”, afirmou. Sobre a sucessão municipal, Margarida foi categórica: “Pensar nisso agora seria perda de autoridade”.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 25 Jun 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Bim da Ambulância | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o deputado estadual Bim da Ambulância (Avante) criticou a instabilidade do governo Romeu Zema nas articulações com a base na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Ele citou as recentes trocas na Secretaria de Governo e afirmou que, com as mudanças, as negociações com o Palácio Tiradentes ficam travadas. Bim também relatou ter enfrentado resistência dos colegas parlamentares no início do mandato, por conta do seu perfil mais popular. Durante a entrevista, o deputado defendeu a regulamentação do “grau” como esporte e ao comentar a dívida de Minas Gerais com a União, Bim sugeriu que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deveria perdoar parte do valor. Ele comparou a relação do governo federal com os estados ao comportamento de um “agiota” e afirmou: “Se o Lula tivesse um pensamento cristão, perdoaria a dívida”. Sobre as eleições de 2026, o parlamentar revelou conversas com Cleitinho e Mateus Simões, mas disse que ainda não definiu seu apoio a nenhum pré-candidato. Questionado sobre a candidatura frustrada de sua filha, Manu da Ambulância, à Câmara Municipal de BH, Bim apontou fatores como a pouca idade, o fato de ser mulher e até a associação direta com seu nome como possíveis entraves à campanha.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o deputado estadual Bim da Ambulância (Avante) criticou a instabilidade do governo Romeu Zema nas articulações com a base na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Ele citou as recentes trocas na Secretaria de Governo e afirmou que, com as mudanças, as negociações com o Palácio Tiradentes ficam travadas. Bim também relatou ter enfrentado resistência dos colegas parlamentares no início do mandato, por conta do seu perfil mais popular. Durante a entrevista, o deputado defendeu a regulamentação do “grau” como esporte e ao comentar a dívida de Minas Gerais com a União, Bim sugeriu que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deveria perdoar parte do valor. Ele comparou a relação do governo federal com os estados ao comportamento de um “agiota” e afirmou: “Se o Lula tivesse um pensamento cristão, perdoaria a dívida”. Sobre as eleições de 2026, o parlamentar revelou conversas com Cleitinho e Mateus Simões, mas disse que ainda não definiu seu apoio a nenhum pré-candidato. Questionado sobre a candidatura frustrada de sua filha, Manu da Ambulância, à Câmara Municipal de BH, Bim apontou fatores como a pouca idade, o fato de ser mulher e até a associação direta com seu nome como possíveis entraves à campanha.<br></p>]]>
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      <pubDate>Tue, 24 Jun 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o deputado estadual Bim da Ambulância (Avante) criticou a instabilidade do governo Romeu Zema nas articulações com a base na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Ele citou as recentes trocas na Secretaria de Governo e afirmou que, com as mudanças, as negociações com o Palácio Tiradentes ficam travadas. Bim também relatou ter enfrentado resistência dos colegas parlamentares no início do mandato, por conta do seu perfil mais popular. Durante a entrevista, o deputado defendeu a regulamentação do “grau” como esporte e ao comentar a dívida de Minas Gerais com a União, Bim sugeriu que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deveria perdoar parte do valor. Ele comparou a relação do governo federal com os estados ao comportamento de um “agiota” e afirmou: “Se o Lula tivesse um pensamento cristão, perdoaria a dívida”. Sobre as eleições de 2026, o parlamentar revelou conversas com Cleitinho e Mateus Simões, mas disse que ainda não definiu seu apoio a nenhum pré-candidato. Questionado sobre a candidatura frustrada de sua filha, Manu da Ambulância, à Câmara Municipal de BH, Bim apontou fatores como a pouca idade, o fato de ser mulher e até a associação direta com seu nome como possíveis entraves à campanha.<br></p>]]>
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      <title>Geraldo Henrique, Diretor do Sindipúblicos | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o diretor político do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Minas Gerais (Sindpúblicos-MG), Geraldo Henrique, criticou a falta de recomposição salarial da categoria no Estado. Segundo ele, há uma defasagem que atinge principalmente carreiras com vencimentos abaixo do salário mínimo.</p><p>Durante a entrevista, o sindicalista também questionou a ausência de diálogo por parte do governo Zema e analisou o contingenciamento de gastos proposto pelo Palácio Tiradentes. Para o sindicato, o corte de gastos é uma manobra política e eleitoral, com foco nas eleições de 2026.</p><p>Geraldo Henrique ainda avaliou os impactos do Propag para o funcionalismo, defendeu o teletrabalho para a categoria e denunciou a demora do governo estadual em responder às demandas dos servidores.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 23 Jun 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o diretor político do Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Minas Gerais (Sindpúblicos-MG), Geraldo Henrique, criticou a falta de recomposição salarial da categoria no Estado. Segundo ele, há uma defasagem que atinge principalmente carreiras com vencimentos abaixo do salário mínimo.</p><p>Durante a entrevista, o sindicalista também questionou a ausência de diálogo por parte do governo Zema e analisou o contingenciamento de gastos proposto pelo Palácio Tiradentes. Para o sindicato, o corte de gastos é uma manobra política e eleitoral, com foco nas eleições de 2026.</p><p>Geraldo Henrique ainda avaliou os impactos do Propag para o funcionalismo, defendeu o teletrabalho para a categoria e denunciou a demora do governo estadual em responder às demandas dos servidores.</p>]]>
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      <title>Juhlia Santos | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A vereadora de Belo Horizonte, Juhlia Santos (Psol), criticou, em entrevista ao Café com Política, os recentes embates na Câmara Municipal da capital. Para a parlamentar, a presidência da Casa não tem agido contra os ataques aos vereadores de esquerda. “A Câmara de BH se transformou em um reality show de péssima qualidade”, pontuou. <br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>A vereadora de Belo Horizonte, Juhlia Santos (Psol), criticou, em entrevista ao Café com Política, os recentes embates na Câmara Municipal da capital. Para a parlamentar, a presidência da Casa não tem agido contra os ataques aos vereadores de esquerda. “A Câmara de BH se transformou em um reality show de péssima qualidade”, pontuou. <br></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 20 Jun 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A vereadora de Belo Horizonte, Juhlia Santos (Psol), criticou, em entrevista ao Café com Política, os recentes embates na Câmara Municipal da capital. Para a parlamentar, a presidência da Casa não tem agido contra os ataques aos vereadores de esquerda. “A Câmara de BH se transformou em um reality show de péssima qualidade”, pontuou. <br></p>]]>
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      <title>Luísa Barreto | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A despeito da possibilidade de a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) ser federalizada, a presidente Luísa Barreto descartou uma nova candidatura. Em entrevista ao Café com Política, a ex-candidata a prefeita e vice-prefeita de Belo Horizonte afirmou que não estará nas urnas nem em 2026, nem em 2028. Durante a entrevista, Luísa Barreto rechaçou também uma eventual instabilidade à frente da estatal após ver sua nomeação ser judicializada. A presidente da Codemig apontou ainda que uma licitação do direito à lavra das jazidas de nióbio em Araxá, Alto Paranaíba, seria inviável. De acordo com ela, a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) já teria manifestado o interesse em renovar o contrato para a produção de nióbio em Araxá. <br></p>]]>
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      <pubDate>Thu, 19 Jun 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A despeito da possibilidade de a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig) ser federalizada, a presidente Luísa Barreto descartou uma nova candidatura. Em entrevista ao Café com Política, a ex-candidata a prefeita e vice-prefeita de Belo Horizonte afirmou que não estará nas urnas nem em 2026, nem em 2028. Durante a entrevista, Luísa Barreto rechaçou também uma eventual instabilidade à frente da estatal após ver sua nomeação ser judicializada. A presidente da Codemig apontou ainda que uma licitação do direito à lavra das jazidas de nióbio em Araxá, Alto Paranaíba, seria inviável. De acordo com ela, a Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) já teria manifestado o interesse em renovar o contrato para a produção de nióbio em Araxá. <br></p>]]>
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      <title>Greyce Elias | Café com Política</title>
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      <pubDate>Tue, 17 Jun 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Lohanna França | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a deputada estadual de Minas Gerais, Lohanna França (PV) falou sobre o desenrolar das pautas do governo Zema na ALMG, especialmente em relação ao Propag e à intenção do executivo de se desfazer de imóveis do Estado para pagar dívidas à União.</p><p>A parlamentar também comentou sobre o cenário que se desenha para as Eleições de 2026 no campo progressista, exaltando o nome do senador Rodrigo Pacheco como possível candidato ao governo de Minas Gerais. Por outro lado, Lohanna denuncia atitudes de Romeu Zema, que classifica e denuncia como propaganda eleitoral extemporânea.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 16 Jun 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, a deputada estadual de Minas Gerais, Lohanna França (PV) falou sobre o desenrolar das pautas do governo Zema na ALMG, especialmente em relação ao Propag e à intenção do executivo de se desfazer de imóveis do Estado para pagar dívidas à União.</p><p>A parlamentar também comentou sobre o cenário que se desenha para as Eleições de 2026 no campo progressista, exaltando o nome do senador Rodrigo Pacheco como possível candidato ao governo de Minas Gerais. Por outro lado, Lohanna denuncia atitudes de Romeu Zema, que classifica e denuncia como propaganda eleitoral extemporânea.</p>]]>
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      <title>Eduardo Azevedo | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O deputado estadual Eduardo Azevedo (PL) defendeu, em entrevista ao Café com Política, a união, para o pleito de 2026, entre seu irmão, o senador Cleitinho (Republicanos), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e o vice-governador Mateus Simões (Novo) na disputa pelo governo de Minas. De acordo com o parlamentar, é preciso que haja uma aliança entre os representantes da direita. “Todos eles estão abertos a essa discussão, e isso precisa acontecer”, avaliou Azevedo, que afirmou acreditar que a população deve decidir, entre os três pré-candidatos, quem é a melhor opção na disputa. </p><p>“Deve ser o nome mais cotado e melhor avaliado para assumir a cabeça de chapa”, analisou. Questionado sobre uma eventual mudança de partido de Cleitinho para o PL, o deputado ponderou que o senador tem uma relação de muita afinidade com o Republicanos.</p><p>No âmbito nacional, o deputado disse que o PL ainda trabalha com a possibilidade de que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) seja o candidato à Presidência. No entanto, Azevedo também vê como possíveis alternativas eventuais candidaturas dos governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos), Romeu Zema (Novo), Ratinho Jr. (PSD) e Ronaldo Caiado (União Brasil).</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Eduardo Azevedo (PL) defendeu, em entrevista ao Café com Política, a união, para o pleito de 2026, entre seu irmão, o senador Cleitinho (Republicanos), o deputado federal Nikolas Ferreira (PL) e o vice-governador Mateus Simões (Novo) na disputa pelo governo de Minas. De acordo com o parlamentar, é preciso que haja uma aliança entre os representantes da direita. “Todos eles estão abertos a essa discussão, e isso precisa acontecer”, avaliou Azevedo, que afirmou acreditar que a população deve decidir, entre os três pré-candidatos, quem é a melhor opção na disputa. </p><p>“Deve ser o nome mais cotado e melhor avaliado para assumir a cabeça de chapa”, analisou. Questionado sobre uma eventual mudança de partido de Cleitinho para o PL, o deputado ponderou que o senador tem uma relação de muita afinidade com o Republicanos.</p><p>No âmbito nacional, o deputado disse que o PL ainda trabalha com a possibilidade de que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) seja o candidato à Presidência. No entanto, Azevedo também vê como possíveis alternativas eventuais candidaturas dos governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos), Romeu Zema (Novo), Ratinho Jr. (PSD) e Ronaldo Caiado (União Brasil).</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 13 Jun 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Carol Caram  | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A deputada estadual Carol Caram (Avante) criticou, em entrevista ao Café com Política, a recente declaração do governador Romeu Zema (Novo) de que a ditadura é “questão de interpretação”. A parlamentar, que é da base do governo na Assembleia Legislativa de Minas (ALMG), ainda defendeu o referendo popular para privatização de Cemig e Copasa. A proposta de Emenda à Constituição (PEC) para quebrar o referendo popular exigido para as privatizações das estatais estará na pauta do legislativo nesta sexta-feira (13/6). "A constituição é clara, a população deve decidir", avaliou Carol Caram. Questionado sobre corte de gastos no judiciário, a deputada defende equilíbrio fiscal do Estado, mas fez ressalvas a cortes no judiciário: 'cada setor tem a sua defesa'. Sobre as eleições de 2026, a parlamentar afirmou que seu partido, o Avante, ainda não definiu as alianças para o pleito do próximo ano. Ela, contudo, disse que deve apoiar a reeleição do vice-governador Mateus Simões (Novo) para o Palácio Tiradentes. "O Avante é um partido muito democrático", avaliou. <br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>A deputada estadual Carol Caram (Avante) criticou, em entrevista ao Café com Política, a recente declaração do governador Romeu Zema (Novo) de que a ditadura é “questão de interpretação”. A parlamentar, que é da base do governo na Assembleia Legislativa de Minas (ALMG), ainda defendeu o referendo popular para privatização de Cemig e Copasa. A proposta de Emenda à Constituição (PEC) para quebrar o referendo popular exigido para as privatizações das estatais estará na pauta do legislativo nesta sexta-feira (13/6). "A constituição é clara, a população deve decidir", avaliou Carol Caram. Questionado sobre corte de gastos no judiciário, a deputada defende equilíbrio fiscal do Estado, mas fez ressalvas a cortes no judiciário: 'cada setor tem a sua defesa'. Sobre as eleições de 2026, a parlamentar afirmou que seu partido, o Avante, ainda não definiu as alianças para o pleito do próximo ano. Ela, contudo, disse que deve apoiar a reeleição do vice-governador Mateus Simões (Novo) para o Palácio Tiradentes. "O Avante é um partido muito democrático", avaliou. <br></p>]]>
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      <pubDate>Thu, 12 Jun 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Paulo Guedes | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Paulo Guedes (PT) afirmou, em entrevista ao Café Com Política, que o governador do Estado, Romeu Zema (Novo), "está fazendo um esforço fora do comum para se aliar ao bolsonarismo", quando questionado sobre as recentes declarações do chefe do Executivo mineiro sobre o período da ditadura militar. Durante a entrevista, o parlamentar mineiro ainda culpou a oposição pela baixa popularidade do presidente Lula (PT). 'Inventaram mentiras'. O deputado ainda afirmou que não vê problema no Congresso mudar uma eventual proposta do governo em relação ao IOF e admitiu que há exageros na liberação de emendas parlamentares. Paulo Guedes, no entanto, diz que o problema começou no governo de Jair Bolsonaro. <br></p>]]>
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      <pubDate>Wed, 11 Jun 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Carlos Viana | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O senador Carlos Viana (Podemos) afirmou, em entrevista ao Café com Política, que não acredita na união da direita nas eleições em 2026 tanto em âmbito estadual quanto no cenário nacional. De acordo com o senador, que já foi aliado de Bolsonaro, o ex-presidente "já deu o que tinha que dar". Durante a entrevista, Viana falou ainda sobre reeleição ao Senado, mas não descarta disputa ao governo de Minas e mais uma mudança de partido: 'questão de coerência comigo'. O senador afirmou também que acredita que há abusos no Supremo Tribunal Federal (STF), mas não acredita, no entanto, em impeachment de ministro. De acordo com ele, essa será uma das maiores mentiras contadas por candidatos da direita na próxima eleição. Questionado sobre o escândalo do INSS, o senador ainda falou que 'CPI virou palanque' político.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O senador Carlos Viana (Podemos) afirmou, em entrevista ao Café com Política, que não acredita na união da direita nas eleições em 2026 tanto em âmbito estadual quanto no cenário nacional. De acordo com o senador, que já foi aliado de Bolsonaro, o ex-presidente "já deu o que tinha que dar". Durante a entrevista, Viana falou ainda sobre reeleição ao Senado, mas não descarta disputa ao governo de Minas e mais uma mudança de partido: 'questão de coerência comigo'. O senador afirmou também que acredita que há abusos no Supremo Tribunal Federal (STF), mas não acredita, no entanto, em impeachment de ministro. De acordo com ele, essa será uma das maiores mentiras contadas por candidatos da direita na próxima eleição. Questionado sobre o escândalo do INSS, o senador ainda falou que 'CPI virou palanque' político.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 10 Jun 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O senador Carlos Viana (Podemos) afirmou, em entrevista ao Café com Política, que não acredita na união da direita nas eleições em 2026 tanto em âmbito estadual quanto no cenário nacional. De acordo com o senador, que já foi aliado de Bolsonaro, o ex-presidente "já deu o que tinha que dar". Durante a entrevista, Viana falou ainda sobre reeleição ao Senado, mas não descarta disputa ao governo de Minas e mais uma mudança de partido: 'questão de coerência comigo'. O senador afirmou também que acredita que há abusos no Supremo Tribunal Federal (STF), mas não acredita, no entanto, em impeachment de ministro. De acordo com ele, essa será uma das maiores mentiras contadas por candidatos da direita na próxima eleição. Questionado sobre o escândalo do INSS, o senador ainda falou que 'CPI virou palanque' político.</p>]]>
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      <title>Marília Carvalho, secretária de Meio Ambiente MG | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Alvos de discussão no Congresso Nacional, as análises de licenciamento ambiental já seguem ritmo acelerado em Minas Gerais. Após aprovação de simplificação do processo no Estado, em 2017, a quantidade de empreendimentos na fila de espera para análise passou de 3.000 para atuais 250, segundo a secretária de Estado de Meio Ambiente de Minas Gerais, Marília Melo. Em entrevista no Café com Política, do Canal de O TEMPO no Youtube, ela garantiu que a meta é zerar esse número até o ano que vem.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Alvos de discussão no Congresso Nacional, as análises de licenciamento ambiental já seguem ritmo acelerado em Minas Gerais. Após aprovação de simplificação do processo no Estado, em 2017, a quantidade de empreendimentos na fila de espera para análise passou de 3.000 para atuais 250, segundo a secretária de Estado de Meio Ambiente de Minas Gerais, Marília Melo. Em entrevista no Café com Política, do Canal de O TEMPO no Youtube, ela garantiu que a meta é zerar esse número até o ano que vem.<br></p>]]>
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      <pubDate>Mon, 09 Jun 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Alvos de discussão no Congresso Nacional, as análises de licenciamento ambiental já seguem ritmo acelerado em Minas Gerais. Após aprovação de simplificação do processo no Estado, em 2017, a quantidade de empreendimentos na fila de espera para análise passou de 3.000 para atuais 250, segundo a secretária de Estado de Meio Ambiente de Minas Gerais, Marília Melo. Em entrevista no Café com Política, do Canal de O TEMPO no Youtube, ela garantiu que a meta é zerar esse número até o ano que vem.<br></p>]]>
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      <title>Cristiano Silveira | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente do Partido dos Trabalhadores e deputado estadual Cristiano Silveira (PT), reconhece que o Governo Lula (PT) tem problemas de comunicação que precisam ser corridos o quanto antes. Silveira também cita o deputado federal Nikolas Ferreira (PL), culpando o parlamentar pela 'crise do PIX'. Cristiano Silveira fala também qual será a postura da oposição ao governador de Minas Gerais, Romeu Zema. O deputado estadual foi o convidado do Café com Política desta segunda-feira, 03 de janeiro.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O presidente do Partido dos Trabalhadores e deputado estadual Cristiano Silveira (PT), reconhece que o Governo Lula (PT) tem problemas de comunicação que precisam ser corridos o quanto antes. Silveira também cita o deputado federal Nikolas Ferreira (PL), culpando o parlamentar pela 'crise do PIX'. Cristiano Silveira fala também qual será a postura da oposição ao governador de Minas Gerais, Romeu Zema. O deputado estadual foi o convidado do Café com Política desta segunda-feira, 03 de janeiro.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 31 Jan 2025 13:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Rafael Martins | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Rafael Martins (PSD) avalia que é preciso uma mobilização da bancada de Minas Gerais no Congresso para derrubar os vetos do presidente Lula (PT) ao Propag, projeto de lei que altera as bases para renegociação das dívidas dos estados com a União para evitar gastos extras que podem chegar a R$ 5,5 bilhões. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 30 Jan 2025 16:00:00 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Sargento Jalyson | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador Sargento Jalyson, em seu primeiro mandato e líder da bancada do PL na Câmara de Belo Horizonte, foi o convidado do programa Café com Política, do Canal O TEMPO, nesta quarta-feira (29). Em entrevista, afirmou que a bancada trabalha para "ocupar espaço" na Casa de forma a garantir o avanço de projetos alinhados aos seus “princípios e valores”. O parlamentar também avaliou a possibilidade de suspensão do serviço de mototáxi na capital. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 29 Jan 2025 16:52:12 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Padre João | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A relação entre o governador Romeu Zema (Novo) e o governo Lula tem sido “lamentável”, avalia o deputado federal Padre João (PT). O parlamentar diz que o chefe do Executivo mineiro tem rompido uma tradição de diálogo, construída pelos políticos mineiros, e retirado o Estado de debates importantes para Minas Gerais e para o país.  Ele cita como exemplo a postura do chefe do Executivo mineiro em relação à negociação do “Propag”, programa do governo federal que estabeleceu novas formas de negociação da dívida dos Estado com a União. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 27 Jan 2025 16:45:43 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Otacilinho | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Conceição do Mato Dentro, Otacilinho (PSB), foi o convidado do Café com Política desta sexta-feira (24). Confira a entrevista na íntegra! </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Conceição do Mato Dentro, Otacilinho (PSB), foi o convidado do Café com Política desta sexta-feira (24). Confira a entrevista na íntegra! </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 24 Jan 2025 16:00:00 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Dra. Michelly Siqueira | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A vereadora recém-empossada, Dra. Michelly Siqueira (PRD), afirmou que ela e o correligionário, Wanderley Porto, continuam fazendo parte da base da Prefeitura de Belo Horizonte na Câmara Municipal da capital mineira. Durante participação no Café com Política da FM OTEMPO 91,7, a parlamentar justificou a posição do partido, contrária ao candidato da prefeitura durante a eleição da Casa. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 23 Jan 2025 16:00:00 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Pedro Rousseff | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador Pedro Rousseff, sobrinho de Dilma Rousseff, foi o convidado do Café com Política desta quarta-feira (22). Durante a entrevista, ele falou sobre o governo Lula e os desafios do mandato como vereador por Belo Horizonte. Confira a íntegra no canal O Tempo.  </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 22 Jan 2025 16:00:45 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Jussara Menicucci | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Iniciando seu quinto mandato à frente da Prefeitura de Lavras, no sul de Minas, Jussara Menicucci (PSD) pretende trazer projetos voltados para a área da inovação na cidade, em busca de investimentos e maior arrecadação. A prefeita reeleita em 2024 falou sobre seus planos à frente do Executivo do município durante entrevista ao programa Café com Política da FM O TEMPO 91,7 nesta terça-feira (21 de janeiro). </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 21 Jan 2025 15:00:00 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title> Luiza Dulci | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Eleita para seu primeiro mandato como vereadora de Belo Horizonte em 2024, Luiza Dulci (PT) aponta que o cenário de composição do governo de Fuad Noman (PSD) ainda está aberto, mas defende que o Partido dos Trabalhadores faça parte desde que possa atuar em projetos centrais para a capital mineira. A parlamentar comentou a expectativa de participação do PT na gestão de Belo Horizonte durante entrevista ao programa Café com Política da FM O TEMPO 91,7 nesta segunda-feira (20 de janeiro). </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 20 Jan 2025 15:00:00 -0100</pubDate>
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      <title>Romeu Zema | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O governador Romeu Zema (Novo) defendeu a adoção de um mecanismo para reajustar o tempo de contribuição previdenciária ao aumento da expectativa de vida no Brasil. Em entrevista a O TEMPO, Zema propôs o gatilho como solução para o ônus político acumulado pela União, por Estados, que, periodicamente, têm que fazer uma reforma da Previdência. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 17 Jan 2025 17:00:13 -0100</pubDate>
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      <title>Gabriel Viegas Neto | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Gabriel Viegas Neto, presidente do anco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), foi o convidado do Café com Política desta quinta-feira (16). Durante a conversa, ele afirmou que a instituição já tem linhas de crédito desenhadas para os atingidos pelas chuvas do início deste ano, principalmente na região de Ipatinga e Vale do Aço. Confira! </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 16 Jan 2025 13:28:02 -0100</pubDate>
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      <title>Paulo de Tarso | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O novo procurador-geral do Estado de Minas Gerais, Paulo de Tarso, afirmou que seu principal objetivo a frente do Ministério Público (MP) será combater o crime organizado. A declaração foi feita nesta quarta-feira (15 de janeiro) em entrevista ao programa Café com Política, da FM O TEMPO 91,7. Segundo o novo procurador, que foi eleito para ao biênio de 2025/2026, o MP deve investir em novas tecnologias e capacitação. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 15 Jan 2025 11:00:00 -0100</pubDate>
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      <title>Vile Santos | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Belo Horizonte, Vile Santos (PL), reforçou que o objetivo do Partido Liberal, que possui a maior bancada na Câmara Municipal, é conseguir controlar a pauta ao distribuir seus seis vereadores no máximo de comissões possíveis da Casa. Apesar disso, o parlamentar, que teve o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) durante a campanha, destacou em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO 91,7 que pretende conversar com todos os grupos políticos, inclusive com os colegas de esquerda, e que não deseja “caçar briga”. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 14 Jan 2025 11:00:00 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Carlos Du | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Prefeito de Barbacena, Carlos Du (PSD) defendeu que o governo federal precisa ser mais municipalista, com ações "mais Brasil e menos Brasília". O prefeito reeleito com mais de 91% dos votos válidos na última eleição municipal participou do Café com Política da FM O TEMPO 91,7 nesta segunda-feira (13 de janeiro). </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 13 Jan 2025 13:57:00 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Loide Gonçalves | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p> Nesta sexta-feira (10), o programa “Café com Política” recebeu a vereadora reeleita Loide Gonçalves (MDB). A parlamentar, mais votada na região Norte nas eleições de 2024, 2020 e 2018, apontou os principais problemas da regional durante a entrevista. Entre os destaques, estão a saúde e a educação. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 10 Jan 2025 13:35:32 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Heron Guimarães | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Betim, Heron Guimarães (União Brasil), defendeu a integração do transporte público metropolitana e afirmou que a melhoria na mobilidade depende de uma articulação mais efetiva entre o Governo do Estado e os municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH). Segundo ele, a integração entre Betim, Contagem, Belo Horizonte e Nova Lima precisa ser gerida de forma mais eficiente por um órgão superior. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 09 Jan 2025 14:09:46 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Marcela Trópia | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p> Após a derrota da prefeitura na disputa pela presidência da Câmara, com o candidato Bruno Miranda (PDT), articulado pelo vice-prefeito e atual prefeito em exercício, Álvaro Damião (União), surgiram incertezas sobre o futuro da relação entre a prefeitura e a Câmara. Em entrevista ao programa "Café com Política", da FM O TEMPO 91,7, nesta quarta-feira (8 de janeiro), a vereadora reeleita Marcela Trópia (Novo), que votou no candidato da oposição, Juliano Lopes (Pode), elogiou Damião e afirmou perceber uma sinalização de aproximação por parte dele. Ela também comentou sobre o contrato de ônibus de BH, que será revisto em 2028, e falou sobre o ex-prefeito Alexandre Kalil (sem partido) e a posição que irá adotar na casa legislativa. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 08 Jan 2025 13:27:22 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Juhlia Santos | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A vereadora de Belo Horizonte Juhlia Santos (Psol), afirmou durante entrevista ao programa Café com Política, do Canal O TEMPO, que uma das prioridades do seu mandato será criar políticas públicas definitivas de combate à crise climática. Como exemplo, Juhlia citou o destamponamento dos rios da capital, a desimpermeabilização das vias públicas e a criação de corredores verdes na cidade. Segunda mulher transsexual a ocupar um cargo na Câmara Municipal e a primeira vereadora quilombola da história de BH, Juhlia também comentou sobre a importância da representatividade na política. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>A vereadora de Belo Horizonte Juhlia Santos (Psol), afirmou durante entrevista ao programa Café com Política, do Canal O TEMPO, que uma das prioridades do seu mandato será criar políticas públicas definitivas de combate à crise climática. Como exemplo, Juhlia citou o destamponamento dos rios da capital, a desimpermeabilização das vias públicas e a criação de corredores verdes na cidade. Segunda mulher transsexual a ocupar um cargo na Câmara Municipal e a primeira vereadora quilombola da história de BH, Juhlia também comentou sobre a importância da representatividade na política. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 07 Jan 2025 13:49:13 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>A vereadora de Belo Horizonte Juhlia Santos (Psol), afirmou durante entrevista ao programa Café com Política, do Canal O TEMPO, que uma das prioridades do seu mandato será criar políticas públicas definitivas de combate à crise climática. Como exemplo, Juhlia citou o destamponamento dos rios da capital, a desimpermeabilização das vias públicas e a criação de corredores verdes na cidade. Segunda mulher transsexual a ocupar um cargo na Câmara Municipal e a primeira vereadora quilombola da história de BH, Juhlia também comentou sobre a importância da representatividade na política. </p>]]>
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      <title>Marco Antônio Lage | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Itabira, Marco Antônio Lage (PSB), reeleito com 76,13% dos votos válidos, defendeu que a cidade da região do Rio Doce invista em novas fontes de recurso e diversifique a economia para além da mineração. O político, em entrevista ao Café com Política desta segunda-feira (6 de janeiro), também afirmou que o município precisa investir na base social, como infraestrutura, transporte, saúde e educação, para atrair novos investimentos. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 06 Jan 2025 14:34:01 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Juliano Lopes | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O novo presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, vereador Juliano Lopes (Podemos), chamou o vice-prefeito Álvaro Damião (União Brasil) de “desastroso” e o líder de governo do prefeito Fuad Noman, vereador Bruno Miranda (PDT), de “traidor”, durante entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO 91,7. Juliano Lopes afirmou que foi traído por ambos no pleito, mas poupou o prefeito Fuad Noman (PSD), a quem chamou de “homem de palavra”. O novo presidente disse acreditar que o prefeito reeleito não teve relação com o lançamento tardio da candidatura de Miranda à presidência da Casa. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 03 Jan 2025 14:00:00 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Pedro Aihara | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Pedro Aihara (PRD-MG) disse que a dívida dos Estados com a União é "agiotagem". Em entrevista ao Café com Política, o deputado questionou o mecanismo de correção da dívida. "Quando a gente fala que a dívida dos Estados com a União é corrigida por IPCA + 4%, a gente faz com que essa dívida seja impagável. Se o Estado está pegando emprestado, ele já está com a capacidade comprometida de investimentos e de financiamento", afirmou.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 02 Jan 2025 11:58:21 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Leandro César Pereira | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Leandro César Pereira, Secretário Municipal de Obras e Infraestrutura de Belo Horizonte, foi o convidado do Café com Política desta quarta-feira (1). Durante a conversa ele fez um balanço das obras realizadas em 2024 e falou sobre as expectativas para 2025. Confira! </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 13:44:08 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Virgínia Machado | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que pretende incluir no Brasil a impressão e recontagem de votos nas eleições. O projeto ainda será analisado pelo plenário. Para Virgínia Machado, advogada especialista em direito constitucional, a mudança geraria "embaraços" e seria um retrocesso. "Do ponto de vista das eleições, isso pode configurar um retrocesso, já que nosso modelo atual é auditável pelos partidos, pelo Ministério Público e por empresas externas que fazem a análise de confiabilidade", afirmou em entrevista ao Café com Política. Segundo ela, o grande objetivo  do projeto é muito mais questionar a confiabilidade das urnas do que melhorar o sistema de votação.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 31 Dec 2024 11:59:29 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Uner Augusto | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Uner Augusto (PL), eleito vereador em Belo Horizonte nas últimas eleições, disse que foi perseguido pelo PSOL em 2023. Uner, que era suplente do então vereador Nikolas Ferreira, ainda no PRTB, assumiu a cadeira após a eleição de Nikolas na Câmara Federal. Porém, Uner perdeu o mandato porque o Tribunal Superior Eleitoral entendeu que o PRTB havia fraudado a cota de gênero nas eleições de 2020. "Foi uma perseguição do PSOL, não foi uma perseguição da Justiça. Foi uma perseguição porque eles ajuizaram essa ação apenas contra o nosso partido, o PRTB, porque o mandatário era o Nikolas Ferreira", disse Uner em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 30 Dec 2024 13:57:55 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Marcelo de Souza e Silva | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH), Marcelo de Souza e Silva, disse que o Brasil não está pronto, neste momento, para mudar o regime de trabalho 6x1. Segundo ele, a mudança não pode ser "tão simplista". Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, Souza e Silva disse que "vários setores estão sofrendo atualmente com a falta de mão de obra" e que o ambiente precisa estar mais seguro para promover uma mudança de regime de trabalho.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 27 Dec 2024 11:56:31 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Gustavo Valadares | Café com Política</title>
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      <pubDate>Thu, 26 Dec 2024 11:36:12 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Marília Campos | Café com Política </title>
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        <![CDATA[<p>O Café com Política deste Natal recebeu a prefeita Marília Campos, reeleita em Contagem, região metropolitana de BH. Assista à entrevista completa. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Café com Política deste Natal recebeu a prefeita Marília Campos, reeleita em Contagem, região metropolitana de BH. Assista à entrevista completa. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 25 Dec 2024 12:00:55 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O Café com Política deste Natal recebeu a prefeita Marília Campos, reeleita em Contagem, região metropolitana de BH. Assista à entrevista completa. </p>]]>
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      <title>Raquel da Costa Dias | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG) irá expandir seu atendimento no interior do estado em 2025. No próximo ano, novas unidades da instituição serão abertas em diferentes municípios do estado, como Manhuaçu, Nova Serrana, Paracatu, Salinas e Araçuaí. A expectativa é que, de 121 unidades, a DPMG ultrapasse 130, conforme a defensora pública geral, Raquel da Costa Dias, que cedeu uma entrevista exclusiva a <strong>O TEMPO</strong>. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>A Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG) irá expandir seu atendimento no interior do estado em 2025. No próximo ano, novas unidades da instituição serão abertas em diferentes municípios do estado, como Manhuaçu, Nova Serrana, Paracatu, Salinas e Araçuaí. A expectativa é que, de 121 unidades, a DPMG ultrapasse 130, conforme a defensora pública geral, Raquel da Costa Dias, que cedeu uma entrevista exclusiva a <strong>O TEMPO</strong>. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 24 Dec 2024 14:10:14 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A Defensoria Pública de Minas Gerais (DPMG) irá expandir seu atendimento no interior do estado em 2025. No próximo ano, novas unidades da instituição serão abertas em diferentes municípios do estado, como Manhuaçu, Nova Serrana, Paracatu, Salinas e Araçuaí. A expectativa é que, de 121 unidades, a DPMG ultrapasse 130, conforme a defensora pública geral, Raquel da Costa Dias, que cedeu uma entrevista exclusiva a <strong>O TEMPO</strong>. </p>]]>
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      <title>Dandara Tonantzin | Café com Política</title>
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      <pubDate>Mon, 23 Dec 2024 12:18:21 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Domingos Sávio | Café com Política</title>
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      <pubDate>Fri, 20 Dec 2024 11:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Gabriel Azevedo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Gabriel Azevedo (MDB), que deixa o cargo político a partir do dia 1º de janeiro de 2025, afirmou que não pretende concorrer a deputado federal ou estadual em 2026, e aproveitou para declarar apoio a Paulo Brant, recém filiado ao MDB, que concorreu a vice-prefeito de BH com ele este ano. A informação foi compartilhada durante entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO 91,7, na manhã desta quinta-feira (19 de dezembro). </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 19 Dec 2024 16:42:44 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Fernanda Altoé | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Fernanda Altoé, vereadora de Belo Horizonte pelo NOVO, foi a convidada do Café com Política desta terça-feira (17). Durante a conversa, ela falou sobre as expectativas para a próxima legislatura. Confira! </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Fernanda Altoé, vereadora de Belo Horizonte pelo NOVO, foi a convidada do Café com Política desta terça-feira (17). Durante a conversa, ela falou sobre as expectativas para a próxima legislatura. Confira! </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 17 Dec 2024 16:28:14 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Bella Gonçalves | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Bella Gonçalves (PSOL) foi a convidada do Café com Política dessa segunda-feira (16). Durante a conversa, a deputada estadual falou sobre a discussão a respeito do fim da escala 6x1 e criticou a posição do deputado federal Nikolas Ferreira sobre o assunto. Confira a entrevista na íntegra! </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Bella Gonçalves (PSOL) foi a convidada do Café com Política dessa segunda-feira (16). Durante a conversa, a deputada estadual falou sobre a discussão a respeito do fim da escala 6x1 e criticou a posição do deputado federal Nikolas Ferreira sobre o assunto. Confira a entrevista na íntegra! </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 16 Dec 2024 16:00:00 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Alencar da Silveira Jr  | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Alencar da Silveira Júnior (PDT) defendeu que o governo brasileiro incentive a produção nacional de cigarros eletrônicos, os chamados “vapes”. Na avaliação do parlamentar mineiro, essa seria uma forma de controlar a qualidade e fiscalizar o conteúdo desses produtos para diminuir danos à saúde de quem utiliza esses dispositivos.</p><p> </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Alencar da Silveira Júnior (PDT) defendeu que o governo brasileiro incentive a produção nacional de cigarros eletrônicos, os chamados “vapes”. Na avaliação do parlamentar mineiro, essa seria uma forma de controlar a qualidade e fiscalizar o conteúdo desses produtos para diminuir danos à saúde de quem utiliza esses dispositivos.</p><p> </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 13 Dec 2024 15:46:46 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Ricardo Campos | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Ricardo Campos (PT) foi o convidado do Café com Política desta quinta-feira (12). Durante a conversa, ele criticou o plano do governo Zema para privatizar Cemig e Copasa, e acusou o governador de sucatear as estatais para facilitar a privatização. Confira! </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Ricardo Campos (PT) foi o convidado do Café com Política desta quinta-feira (12). Durante a conversa, ele criticou o plano do governo Zema para privatizar Cemig e Copasa, e acusou o governador de sucatear as estatais para facilitar a privatização. Confira! </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 12 Dec 2024 15:00:00 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Aécio Neves | Café com Política</title>
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      <pubDate>Wed, 11 Dec 2024 16:09:46 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Edmar Branco | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p> Edmar Branco (PCdoB), eleito vereador em Belo Horizonte foi o convidado do Café com Política desta quarta-feira (4). Confira a conversa na íntegra! </p>]]>
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        <![CDATA[<p> Edmar Branco (PCdoB), eleito vereador em Belo Horizonte foi o convidado do Café com Política desta quarta-feira (4). Confira a conversa na íntegra! </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 05 Dec 2024 15:59:44 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Diego Sanches | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Eleito vereador de Belo Horizonte em 2024 com 6.278 votos, Diego Sanches aponta que Belo Horizonte ainda precisa avançar nas pautas de inclusão de pessoas atípicas, sua principal bandeira de campanha. Na avaliação do futuro parlamentar, as discussões em torno do tema devem ser intersetoriais, abordando, por exemplo, saúde e educação. Sanches foi entrevistado pelo programa Café com Política da rádio FM O TEMPO 91,7 na manhã desta terça-feira (3 de dezembro). </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Eleito vereador de Belo Horizonte em 2024 com 6.278 votos, Diego Sanches aponta que Belo Horizonte ainda precisa avançar nas pautas de inclusão de pessoas atípicas, sua principal bandeira de campanha. Na avaliação do futuro parlamentar, as discussões em torno do tema devem ser intersetoriais, abordando, por exemplo, saúde e educação. Sanches foi entrevistado pelo programa Café com Política da rádio FM O TEMPO 91,7 na manhã desta terça-feira (3 de dezembro). </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 03 Dec 2024 16:27:12 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Eleito vereador de Belo Horizonte em 2024 com 6.278 votos, Diego Sanches aponta que Belo Horizonte ainda precisa avançar nas pautas de inclusão de pessoas atípicas, sua principal bandeira de campanha. Na avaliação do futuro parlamentar, as discussões em torno do tema devem ser intersetoriais, abordando, por exemplo, saúde e educação. Sanches foi entrevistado pelo programa Café com Política da rádio FM O TEMPO 91,7 na manhã desta terça-feira (3 de dezembro). </p>]]>
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      <title>Rogério Correia | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Com o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo suposto plano de golpe de Estado, o deputado federal Rogério Correia (PT) acredita que o “bolsonarismo” está ficando sem opções para as próximas eleições presidenciais, em 2026. Na avaliação do petista, outros nomes que poderiam representar a direita futuramente também estão em disputa interna sobre possíveis candidatos para concorrer ao cargo de chefe do Executivo federal. Deputado federal foi o convidado do Café com Política desta segunda-feira (2). Confira a entrevista na íntegra! </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Com o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo suposto plano de golpe de Estado, o deputado federal Rogério Correia (PT) acredita que o “bolsonarismo” está ficando sem opções para as próximas eleições presidenciais, em 2026. Na avaliação do petista, outros nomes que poderiam representar a direita futuramente também estão em disputa interna sobre possíveis candidatos para concorrer ao cargo de chefe do Executivo federal. Deputado federal foi o convidado do Café com Política desta segunda-feira (2). Confira a entrevista na íntegra! </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 02 Dec 2024 16:07:31 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Com o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo suposto plano de golpe de Estado, o deputado federal Rogério Correia (PT) acredita que o “bolsonarismo” está ficando sem opções para as próximas eleições presidenciais, em 2026. Na avaliação do petista, outros nomes que poderiam representar a direita futuramente também estão em disputa interna sobre possíveis candidatos para concorrer ao cargo de chefe do Executivo federal. Deputado federal foi o convidado do Café com Política desta segunda-feira (2). Confira a entrevista na íntegra! </p>]]>
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      <title>Wanderley Porto | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador reeleito Wanderley Porto (PRD), integrante da base do prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD), defendeu a eleição do vereador Juliano Lopes (Podemos) para a presidência da Câmara Municipal. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, o vereador falou sobre a composição da nova mesa diretora e disse que a prefeitura não possui um nome escolhido e nem convidou os parlamentares da base para criar uma articulação para a eleição.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O vereador reeleito Wanderley Porto (PRD), integrante da base do prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD), defendeu a eleição do vereador Juliano Lopes (Podemos) para a presidência da Câmara Municipal. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, o vereador falou sobre a composição da nova mesa diretora e disse que a prefeitura não possui um nome escolhido e nem convidou os parlamentares da base para criar uma articulação para a eleição.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 29 Nov 2024 12:14:36 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O vereador reeleito Wanderley Porto (PRD), integrante da base do prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD), defendeu a eleição do vereador Juliano Lopes (Podemos) para a presidência da Câmara Municipal. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, o vereador falou sobre a composição da nova mesa diretora e disse que a prefeitura não possui um nome escolhido e nem convidou os parlamentares da base para criar uma articulação para a eleição.</p>]]>
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      <title>Zé Vitor | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p> O deputado federal Zé Vitor (PL-MG), durante entrevista ao programa Café com Política, da rádio FM O TEMPO 91,7, defendeu a produção de carne brasileira e criticou recentes declarações do Carrefour na França e de parlamentares franceses sobre o setor agropecuário do Brasil. Segundo ele, a Câmara dos Deputados trabalha em um projeto de lei que prevê a reciprocidade ambiental e contrapartidas de parceiros comerciais na agro-pecuária, que deve ser votado até fevereiro de 2025. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 28 Nov 2024 16:43:07 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p> O deputado federal Zé Vitor (PL-MG), durante entrevista ao programa Café com Política, da rádio FM O TEMPO 91,7, defendeu a produção de carne brasileira e criticou recentes declarações do Carrefour na França e de parlamentares franceses sobre o setor agropecuário do Brasil. Segundo ele, a Câmara dos Deputados trabalha em um projeto de lei que prevê a reciprocidade ambiental e contrapartidas de parceiros comerciais na agro-pecuária, que deve ser votado até fevereiro de 2025. </p>]]>
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      <title>Eduardo Azevedo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Eduardo Azevedo (PL) defendeu a privatização da Cemig e da Copasa, mas destacou que irá cobrar uma discussão mais profunda sobre como assegurar o emprego dos servidores concursados das estatais. A fala foi feita em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO 91,7, nesta quarta-feira (27). “Eu sou a favor das privatizações, mas tem que se discutir muito como vão ficar os servidores, porque são funcionários que estão ali há anos, concursados, e têm o direito de continuar no poder público. O lado bom é que vai acabar com cabide de emprego”, afirmou o parlamentar. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 27 Nov 2024 16:34:13 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Eduardo Azevedo (PL) defendeu a privatização da Cemig e da Copasa, mas destacou que irá cobrar uma discussão mais profunda sobre como assegurar o emprego dos servidores concursados das estatais. A fala foi feita em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO 91,7, nesta quarta-feira (27). “Eu sou a favor das privatizações, mas tem que se discutir muito como vão ficar os servidores, porque são funcionários que estão ali há anos, concursados, e têm o direito de continuar no poder público. O lado bom é que vai acabar com cabide de emprego”, afirmou o parlamentar. </p>]]>
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      <title>Rodrigo Fontenelle | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A Controladoria-Geral do Estado de Minas Gerais (CGE-MG) vai ser responsável por auditor e fiscalizar os recursos destinados à reparação dos danos causados pela tragédia de Mariana. Durante entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta terça-feira (26 de novembro), o controlador-geral do Estado, Rodrigo Fontenelle de Araújo Miranda, afirmou que a atuação seguirá os moldes do que já é feito no caso de Brumadinho, e explicou que por isso o órgão não participou na elaboração do acordo de repactuação. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 26 Nov 2024 16:02:13 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Helton Junior | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p> Helton Junior, vereador eleito em Belo Horizonte pelo PSD, foi o convidado do Café com Política desta sexta-feira (22). Durante a conversa, ele falou sobre como deve ser sua atuação na Câmara Municipal. Confira! </p>]]>
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        <![CDATA[<p> Helton Junior, vereador eleito em Belo Horizonte pelo PSD, foi o convidado do Café com Política desta sexta-feira (22). Durante a conversa, ele falou sobre como deve ser sua atuação na Câmara Municipal. Confira! </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 22 Nov 2024 15:45:47 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Irlan Melo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Belo Horizonte Irlan Melo (Republicanos) foi o convidado do Café com Política desta quinta-feira (21). Durante a conversa, ele comentou sobre o desempenho de Mauro Tramonte na eleição municipal e criticou a utilização do fundo partidário. Confira!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Belo Horizonte Irlan Melo (Republicanos) foi o convidado do Café com Política desta quinta-feira (21). Durante a conversa, ele comentou sobre o desempenho de Mauro Tramonte na eleição municipal e criticou a utilização do fundo partidário. Confira!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 21 Nov 2024 13:19:13 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Adriano Gianturco | Café com Política</title>
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      <pubDate>Wed, 20 Nov 2024 13:42:15 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Adriana Souza | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>"O maior problema de Contagem é a questão da mobilidade". Essa é a opinião da vereadora Adriana Souza (PT), a quarta mais votada nas últimas eleições em Contagem, cidade da região metropolitana de Belo Horizonte. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, a vereadora disse que a mobilidade é uma questão fundamental em todas as cidades.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>"O maior problema de Contagem é a questão da mobilidade". Essa é a opinião da vereadora Adriana Souza (PT), a quarta mais votada nas últimas eleições em Contagem, cidade da região metropolitana de Belo Horizonte. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, a vereadora disse que a mobilidade é uma questão fundamental em todas as cidades.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 19 Nov 2024 13:35:21 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Patrus Ananias | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal e ex-prefeito de Belo Horizonte Patrus Ananias foi o convidado do Café com Politica exibido nesta segunda-feira (18). Confira!</p>]]>
      </description>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal e ex-prefeito de Belo Horizonte Patrus Ananias foi o convidado do Café com Politica exibido nesta segunda-feira (18). Confira!</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 18 Nov 2024 13:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal e ex-prefeito de Belo Horizonte Patrus Ananias foi o convidado do Café com Politica exibido nesta segunda-feira (18). Confira!</p>]]>
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      <title>Carlos Viana | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em conversa com a reportagem de O TEMPO, Carlos Viana (Podemos) fez um balanço sobre sua campanha para as eleições de 2024 e comentou sobre sua relação com o Podemos após ter enfrentado desavenças com o partido no processo de candidatura para o pleito.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em conversa com a reportagem de O TEMPO, Carlos Viana (Podemos) fez um balanço sobre sua campanha para as eleições de 2024 e comentou sobre sua relação com o Podemos após ter enfrentado desavenças com o partido no processo de candidatura para o pleito.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 15 Nov 2024 14:42:27 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Em conversa com a reportagem de O TEMPO, Carlos Viana (Podemos) fez um balanço sobre sua campanha para as eleições de 2024 e comentou sobre sua relação com o Podemos após ter enfrentado desavenças com o partido no processo de candidatura para o pleito.</p>]]>
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      <title>Túlio Raposo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Confira a entrevista exclusiva com Túlio Raposo, prefeito eleito de Ribeirão das Neves, no programa Café com Política da rádio FM O Tempo. Ele compartilhou sua visão sobre os principais desafios da gestão, abordando temas essenciais como saúde, segurança e educação. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Confira a entrevista exclusiva com Túlio Raposo, prefeito eleito de Ribeirão das Neves, no programa Café com Política da rádio FM O Tempo. Ele compartilhou sua visão sobre os principais desafios da gestão, abordando temas essenciais como saúde, segurança e educação. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 14 Nov 2024 15:58:57 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Confira a entrevista exclusiva com Túlio Raposo, prefeito eleito de Ribeirão das Neves, no programa Café com Política da rádio FM O Tempo. Ele compartilhou sua visão sobre os principais desafios da gestão, abordando temas essenciais como saúde, segurança e educação. </p>]]>
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      <title>Iza Lourença | Café com Política</title>
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      <pubDate>Wed, 13 Nov 2024 14:52:08 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Reginaldo Lopes | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Após o desempenho do PT nas eleições de 2024, o deputado federal Reginaldo Lopes (PT) defende uma “modernização” do partido, com ênfase em ampliar o diálogo com setores como agronegócio, evangélicos, trabalhadores que recebem entre dois e cinco salários mínimos e empreendedores. Lopes detalhou essa proposta de transição durante entrevista ao programa Café com Política, da rádio FM O TEMPO, nesta segunda-feira (11). </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 11 Nov 2024 13:04:48 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Lohanna França | Café com Política</title>
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      <pubDate>Thu, 07 Nov 2024 12:50:24 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Layon Silva | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Layon Silva (PL), quinto vereador mais votado nas últimas eleições em Betim, defende a criação de centros profissionalizantes para as regiões carentes da cidade. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7,  Layon disse que as regiões do Citrolândia, Teresópolis e Icaivera precisam oferecer melhores condições para os jovens se qualificarem profissionalmente. "O maior desafio do empresário hoje é ter acesso a mão de obra. Ele não tem. Hoje, por exemplo, de onde vem a mão de obra para a Fiat? Vem de Mário Campos, Igarapé, vem das cidades limítrofes. E infelizmente nós não temos essa mão de obra qualificada aqui", disse o vereador.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Layon Silva (PL), quinto vereador mais votado nas últimas eleições em Betim, defende a criação de centros profissionalizantes para as regiões carentes da cidade. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7,  Layon disse que as regiões do Citrolândia, Teresópolis e Icaivera precisam oferecer melhores condições para os jovens se qualificarem profissionalmente. "O maior desafio do empresário hoje é ter acesso a mão de obra. Ele não tem. Hoje, por exemplo, de onde vem a mão de obra para a Fiat? Vem de Mário Campos, Igarapé, vem das cidades limítrofes. E infelizmente nós não temos essa mão de obra qualificada aqui", disse o vereador.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 06 Nov 2024 11:38:43 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Layon Silva (PL), quinto vereador mais votado nas últimas eleições em Betim, defende a criação de centros profissionalizantes para as regiões carentes da cidade. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7,  Layon disse que as regiões do Citrolândia, Teresópolis e Icaivera precisam oferecer melhores condições para os jovens se qualificarem profissionalmente. "O maior desafio do empresário hoje é ter acesso a mão de obra. Ele não tem. Hoje, por exemplo, de onde vem a mão de obra para a Fiat? Vem de Mário Campos, Igarapé, vem das cidades limítrofes. E infelizmente nós não temos essa mão de obra qualificada aqui", disse o vereador.</p>]]>
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      <title>Bráulio Lara | Café com Política</title>
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      <pubDate>Tue, 05 Nov 2024 11:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Leandro Chagas | Café com Política</title>
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      <pubDate>Mon, 04 Nov 2024 12:55:36 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Emílio Boaventura  | Café com Política</title>
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      <pubDate>Fri, 01 Nov 2024 11:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Fuad Noman | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O prefeito reeleito de Belo Horizonte, Fuad Noman, encaminhou à Câmara dos Vereadores projeto de lei para promover uma reforma administrativa. A proposta é criar mais quatro secretarias, o que deve custar R$ 50 milhões por ano ao município só com despesas de pessoal. Em entrevista a O TEMPO, o prefeito disse ainda que pretende se encontrar com o presidente Lula para municipalizar a gestão do Anel Rodoviário.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O prefeito reeleito de Belo Horizonte, Fuad Noman, encaminhou à Câmara dos Vereadores projeto de lei para promover uma reforma administrativa. A proposta é criar mais quatro secretarias, o que deve custar R$ 50 milhões por ano ao município só com despesas de pessoal. Em entrevista a O TEMPO, o prefeito disse ainda que pretende se encontrar com o presidente Lula para municipalizar a gestão do Anel Rodoviário.<br></p>]]>
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      <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 12:40:16 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Adalberto Lopes | Café com Política</title>
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      <pubDate>Wed, 30 Oct 2024 12:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Andréia de Jesus | Café com Política</title>
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      <pubDate>Tue, 29 Oct 2024 11:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Sargento Rodolfo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Sargento Rodolfo, prefeito eleito de Sabará pelo Republicanos nas eleições 2024, foi o convidado do Café com Política desta quinta-feira (24). A conversa foi conduzida pelos jornalistas Guilherme Ibraim e Thalita Marinho. Confira a entrevista na íntegra!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Sargento Rodolfo, prefeito eleito de Sabará pelo Republicanos nas eleições 2024, foi o convidado do Café com Política desta quinta-feira (24). A conversa foi conduzida pelos jornalistas Guilherme Ibraim e Thalita Marinho. Confira a entrevista na íntegra!</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 25 Oct 2024 17:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Anderson Cabido | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao programa Café com Política, da rádio FM O TEMPO 91,7, nesta quarta-feira (23 de outubro), o prefeito eleito de Congonhas, Anderson Cabido (PSB), avaliou os principais desafios da cidade. Ele destacou a saúde, educação e mobilidade urbana como questões prioritárias, além de classificar a convivência com a mineração como “super desafiador”.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 23 Oct 2024 17:54:25 +0000</pubDate>
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      <title>Nikolas Ferreira | Café com Política </title>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) comemorou os resultados das eleições municipais deste ano e comentou qual será seu papel na política daqui para frente. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, Nikolas disse que não cogitou ser o candidato para a Prefeitura de BH e falou sobre as eleições para governador em 2026.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 22 Oct 2024 13:55:44 +0000</pubDate>
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      <title>Bruno Engler | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O candidato à Prefeitura de Belo Horizonte, Bruno Engler (PL), foi o convidado do Café com Política da FM O TEMPO 91,7 nesta segunda-feira (21). Confira a entrevista exclusiva!</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 21 Oct 2024 17:00:00 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Angelo Oswaldo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Reeleito para seu quinto mandato como prefeito de Ouro Preto, Angelo Oswaldo traçou suas principais metas e falou sobre a complexa missão de administrar uma cidade que equilibra tradição e modernidade. Em entrevista ao programa Café com Política, da rádio FM O TEMPO 91,7, exibida nesta sexta-feira (18 de setembro), o prefeito destacou que o principal desafio é conciliar a preservação da cidade-monumento – patrimônio mundial e nacional – com as demandas de uma cidade viva, dinâmica e educadora.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 18 Oct 2024 13:51:21 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Paulo Bigodinho | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Paulo Bigodinho (Avante)  eleito prefeito de Santa Luzia foi o convidado nesta quarta-feira (16), do programa Café com Política da rádio FM O TEMPO 91,7. Durante a entrevista, ele apresentou as principais diretrizes de sua gestão, que começará em janeiro, com foco na saúde pública, educação inclusiva e na atração de investimentos para promover o desenvolvimento econômico do município. Paulo foi eleito com 47.306 votos e assume o seu primeiro mandato na chefia do Executivo municipal.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 16 Oct 2024 16:12:36 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Pedro Luiz | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador eleito em Contagem, Pedro Luiz (PL) quer uma Câmara Municipal mais independente na próxima legislatura. Segundo vereador mais votado na cidade que reelegeu Marília Campos (PT), o afilhado político do deputado federal Nikolas Ferreira foi o entrevistado do Café com Política da FM O TEMPO 91,7 nesta terça-feira (15 de outubro). </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 15 Oct 2024 16:44:31 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Roberto da Quadra | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Eleito para seu terceiro mandato na Câmara de Vereadores de Betim, na Grande BH, o parlamentar mais votado na cidade em 2024, Roberto da Quadra (União), apontou que pretende manter o diálogo aberto com o Executivo municipal que, a partir de 2025, será comandado por Heron Guimarães (União).</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 14 Oct 2024 15:56:27 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Marcelo Aro | Café com Política</title>
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      <pubDate>Fri, 11 Oct 2024 12:49:10 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Pablo Almeida | Café com Política</title>
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      <pubDate>Thu, 10 Oct 2024 14:37:39 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Bruno Engler | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Candidato do PL à Prefeitura de Belo Horizonte, Bruno Engler garantiu que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estará com ele no segundo turno das eleições municipais deste ano e que virá à capital para prestar apoio à sua candidatura. A declaração ocorreu durante entrevista à rádio 91,7 FM O TEMPO, no programa Café Com Política, nesta terça-feira (8 de outubro).</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Candidato do PL à Prefeitura de Belo Horizonte, Bruno Engler garantiu que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estará com ele no segundo turno das eleições municipais deste ano e que virá à capital para prestar apoio à sua candidatura. A declaração ocorreu durante entrevista à rádio 91,7 FM O TEMPO, no programa Café Com Política, nesta terça-feira (8 de outubro).</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 08 Oct 2024 16:45:03 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Candidato do PL à Prefeitura de Belo Horizonte, Bruno Engler garantiu que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estará com ele no segundo turno das eleições municipais deste ano e que virá à capital para prestar apoio à sua candidatura. A declaração ocorreu durante entrevista à rádio 91,7 FM O TEMPO, no programa Café Com Política, nesta terça-feira (8 de outubro).</p>]]>
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      <title>Heron Guimarães, Marília Campos e João Marcelo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A primeira fase das eleições municipais de 2024 foi concluída e, nesta segunda-feira (7) o Café com Política da FM O TEMPO recebeu Heron Guimarães (União Brasil), Marília Campos (PT) e João Marcelo (Cidadania), prefeitos eleitos em Betim, Contagem e Nova Lima, respectivamente.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A primeira fase das eleições municipais de 2024 foi concluída e, nesta segunda-feira (7) o Café com Política da FM O TEMPO recebeu Heron Guimarães (União Brasil), Marília Campos (PT) e João Marcelo (Cidadania), prefeitos eleitos em Betim, Contagem e Nova Lima, respectivamente.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 07 Oct 2024 16:00:00 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>A primeira fase das eleições municipais de 2024 foi concluída e, nesta segunda-feira (7) o Café com Política da FM O TEMPO recebeu Heron Guimarães (União Brasil), Marília Campos (PT) e João Marcelo (Cidadania), prefeitos eleitos em Betim, Contagem e Nova Lima, respectivamente.</p>]]>
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      <title>Ramom Tácio de Oliveira | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>As vésperas das eleições municipais de 2024, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), desembargador Ramom Tácio, faz um alerta aos eleitores. “Temos que ter essa responsabilidade de cuidar do espaço público. Senão, um outro, inadequado, indesejado (por nós mesmos), ocupa esse lugar”.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>As vésperas das eleições municipais de 2024, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), desembargador Ramom Tácio, faz um alerta aos eleitores. “Temos que ter essa responsabilidade de cuidar do espaço público. Senão, um outro, inadequado, indesejado (por nós mesmos), ocupa esse lugar”.</p>]]>
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      <pubDate>Sun, 29 Sep 2024 19:21:57 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>As vésperas das eleições municipais de 2024, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), desembargador Ramom Tácio, faz um alerta aos eleitores. “Temos que ter essa responsabilidade de cuidar do espaço público. Senão, um outro, inadequado, indesejado (por nós mesmos), ocupa esse lugar”.</p>]]>
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      <title>Quais devem ser as prioridades dos políticos? | Moradia</title>
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        <![CDATA[<p>Nesta semana, O Tempo News 1ª edição traz uma edição especial do Café com Política, com entrevistas com os editores de O Tempo para falar sobre as demandas que os candidatos aos cargos públicos nas eleições 2024 devem se atentar em cada área. Nesta terça (24) a entrevistada é Cinthya Oliveira, editora adjunta de Atualidades. Confira a conversa na íntegra!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Nesta semana, O Tempo News 1ª edição traz uma edição especial do Café com Política, com entrevistas com os editores de O Tempo para falar sobre as demandas que os candidatos aos cargos públicos nas eleições 2024 devem se atentar em cada área. Nesta terça (24) a entrevistada é Cinthya Oliveira, editora adjunta de Atualidades. Confira a conversa na íntegra!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 26 Sep 2024 17:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Quais devem ser as prioridades dos políticos? | Segurança Pública</title>
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        <![CDATA[<p>Nesta semana, O Tempo News 1ª edição traz uma edição especial do Café com Política, com entrevistas com os editores de O Tempo para falar sobre as demandas que os candidatos aos cargos públicos nas eleições 2024 devem se atentar em cada área. Nesta terça (24) a entrevistada é Aline Diniz, editora adjunta de Cidades. Confira a conversa na íntegra!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Nesta semana, O Tempo News 1ª edição traz uma edição especial do Café com Política, com entrevistas com os editores de O Tempo para falar sobre as demandas que os candidatos aos cargos públicos nas eleições 2024 devem se atentar em cada área. Nesta terça (24) a entrevistada é Aline Diniz, editora adjunta de Cidades. Confira a conversa na íntegra!</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 25 Sep 2024 17:00:00 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Quais devem ser as prioridades dos políticos? | Mobilidade</title>
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        <![CDATA[<p>Nesta semana, O Tempo News 1ª edição traz uma edição especial do Café com Política, com entrevistas com os editores de O Tempo para falar sobre as demandas que os candidatos aos cargos públicos nas eleições 2024 devem se atentar em cada área. Nesta terça (24) a entrevistada é Tatiana Lagoa, de Cidades. Confira a conversa na íntegra!</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 24 Sep 2024 17:00:00 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Quais devem ser as prioridades dos políticos? | Economia</title>
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        <![CDATA[<p>Nesta semana, O Tempo News 1ª edição traz uma edição especial do Café com Política, com entrevistas com os editores de O Tempo para falar sobre as demandas que os candidatos aos cargos públicos nas eleições 2024 devem se atentar em cada área. O primeiro entrevistado é Karlon Aredes, de Economia. Confira a conversa na íntegra!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Nesta semana, O Tempo News 1ª edição traz uma edição especial do Café com Política, com entrevistas com os editores de O Tempo para falar sobre as demandas que os candidatos aos cargos públicos nas eleições 2024 devem se atentar em cada área. O primeiro entrevistado é Karlon Aredes, de Economia. Confira a conversa na íntegra!</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 23 Sep 2024 17:00:00 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Nesta semana, O Tempo News 1ª edição traz uma edição especial do Café com Política, com entrevistas com os editores de O Tempo para falar sobre as demandas que os candidatos aos cargos públicos nas eleições 2024 devem se atentar em cada área. O primeiro entrevistado é Karlon Aredes, de Economia. Confira a conversa na íntegra!</p>]]>
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      <title>Geraldo Batata | Sabatina - Eleições 2024</title>
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        <![CDATA[<p>Candidato a vice-prefeito em Contagem, Geraldo Araújo Batata (PSTU) foi o sabatinado desta sexta-feira (20 de setembro) na FM O TEMPO 91,7. Ele compõe a chapa de Gustavo Olímpio, também do PSTU, no pleito de 6 de outubro. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Candidato a vice-prefeito em Contagem, Geraldo Araújo Batata (PSTU) foi o sabatinado desta sexta-feira (20 de setembro) na FM O TEMPO 91,7. Ele compõe a chapa de Gustavo Olímpio, também do PSTU, no pleito de 6 de outubro. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 20 Sep 2024 16:00:00 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Ricardo Faria | Sabatina - Eleições 2024</title>
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        <![CDATA[<p>O vice-prefeito de Contagem Ricardo Faria (PSD), que compõe a chapa com Marília Campos (PT), foi o sabatinado desta quarta-feira (18) na FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O vice-prefeito de Contagem Ricardo Faria (PSD), que compõe a chapa com Marília Campos (PT), foi o sabatinado desta quarta-feira (18) na FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 18 Sep 2024 16:00:00 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Francisco Foureaux | Sabatina - Eleições 2024</title>
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        <![CDATA[<p>Francisco Foureaux (PDT), candidato a vice-prefeito de Belo Horizonte na chapa com Duda Salabert (PDT), foi o sabatinado desta terça-feira (17 de setembro) na FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
      </description>
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        <![CDATA[<p>Francisco Foureaux (PDT), candidato a vice-prefeito de Belo Horizonte na chapa com Duda Salabert (PDT), foi o sabatinado desta terça-feira (17 de setembro) na FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 17 Sep 2024 17:00:00 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Paulo Brant | Sabatina - Eleições 2024</title>
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        <![CDATA[<p>Paulo Brant (PSB) , ex-vice governador de Minas Gerais, e candidato a vice-prefeito de Blo Horizonte na chapa de Gabriel Azevedo, foi o sabatinado dessa segunda-feira (16). Confira a conversa na íntegra!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Paulo Brant (PSB) , ex-vice governador de Minas Gerais, e candidato a vice-prefeito de Blo Horizonte na chapa de Gabriel Azevedo, foi o sabatinado dessa segunda-feira (16). Confira a conversa na íntegra!</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 16 Sep 2024 17:00:00 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Luísa Barreto | Sabatina - Eleições 2024</title>
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        <![CDATA[<p>A candidata a vice-prefeita na chapa com Mauro Tramonte (Republicanos), Luísa Barreto (Novo), participou de sabatina da FM O TEMPO 91,7 nesta quinta-feira (12 de setembro).</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A candidata a vice-prefeita na chapa com Mauro Tramonte (Republicanos), Luísa Barreto (Novo), participou de sabatina da FM O TEMPO 91,7 nesta quinta-feira (12 de setembro).</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 12 Sep 2024 17:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Bella Gonçalves | Sabatina - Eleições 2024</title>
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        <![CDATA[<p>A candidata a vice-prefeita na chapa com Rogério Correia (PT), Bella Gonçalves (PSOL), participou de sabatina da FM O TEMPO 91,7 nesta quarta-feira (11 de setembro). Ela falou sobre uma proposta da então vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco, que quer implantar em Belo Horizonte caso seja eleita. Marielle foi assassinada em 14 de março de 2018. </p>]]>
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      <title>Coronel Cláudia | Sabatina - Eleições 2024</title>
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        <![CDATA[<p>Durante sabatina na FM O TEMPO 91,7 nesta terça-feira (10 de setembro), Coronel Cláudia (PL) falou que a prioridade, caso seja eleita com Bruno Engler (PL), será cuidar das pessoas em situação de rua. Segundo a candidata a vice-prefeita, é preciso um plano individual, não uma solução linear. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 10 Sep 2024 17:30:10 +0000</pubDate>
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      <title>Álvaro Damião | Sabatina - Eleições 2024</title>
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        <![CDATA[<p>Sabatinado na FM O TEMPO 91,7 nesta segunda-feira (9 de setembro), o candidato a vice-prefeito Álvaro Damião (União Brasil) que construir um Centro Olímpico em Belo Horizonte caso seja eleito na chapa encabeçada por Fuad Noman (PSD). Damião afirmou que essa estrutura vai permitir que crianças pelo menos sonhem em representar o Brasil nas Olimpíadas. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 09 Sep 2024 17:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>Gilson Amorim | Sabatina - Eleições 2024</title>
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        <![CDATA[<p>O candidato a prefeito de Nova Lima, Gilson Amorim (Republicanos), foi o sabatinado desta sexta-feira (6 de setembro) na FM O TEMPO 91,7. Ele quer priorizar a educação caso seja eleito, incentivar novos professores e promete pagar o piso salarial com a carga de 22,5 horas semanais aos atuais docentes.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 06 Sep 2024 17:00:00 +0000</pubDate>
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      <title>João Marcelo | Sabatina - Eleições 2024</title>
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        <![CDATA[<p>Durante sabatina na FM O TEMPO 91,7 nesta quinta-feira (5 de setembro), o prefeito e candidato à reeleição em Nova Lima, João Marcelo (Cidadania), falou sobre o projeto de construir uma sede do Corpo de Bombeiros na cidade “em um local estratégico”. O espaço também receberá a nova sede da Defesa Civil municipal. <br></p>]]>
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      <pubDate>Thu, 05 Sep 2024 17:00:00 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Dr. Paulo Telles | Sabatina - Eleições 2024</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O vice-prefeito de Ibirité e candidato à prefeitura neste ano, Dr. Paulo Telles (PV) avaliou que o problema principal a ser resolvido na cidade é a saúde. Ele foi o sabatinado nesta quarta-feira (4 de setembro) na FM O TEMPO 91.7. O candidato projeta a construção de uma ou mais UPAs para amenizar a questão. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O vice-prefeito de Ibirité e candidato à prefeitura neste ano, Dr. Paulo Telles (PV) avaliou que o problema principal a ser resolvido na cidade é a saúde. Ele foi o sabatinado nesta quarta-feira (4 de setembro) na FM O TEMPO 91.7. O candidato projeta a construção de uma ou mais UPAs para amenizar a questão. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 04 Sep 2024 17:00:00 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Marília Campos | Sabatina - Eleições 2024</title>
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        <![CDATA[<p>Marília Campos (PT), candidata à reeleição na Prefeitura de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, defendeu os investimentos que tem feito em cultura, lazer e eventos na cidade. A declaração ocorreu durante sabatina na FM O TEMPO 91,7 nesta terça-feira (3 de setembro). A petista considerou que o investimento feito é baixo, com apenas 1% do orçamento, e defendeu inclusive um gasto maior. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 03 Sep 2024 16:24:26 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Gustavo Olímpio | Sabatina - Eleições 2024</title>
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        <![CDATA[<p>Durante sabatina na <strong>FM O TEMPO 91.7</strong> nesta sexta-feira (30 de agosto), <a href="https://www.otempo.com.br/eleicoes/2024/candidatos/minas-gerais/contagem/prefeito/gustavo-olimpio-16"><strong>Gustavo Olímpio (PSTU),</strong></a> candidato a prefeito de Contagem, na região metropolitana, declarou o interesse em estatizar o serviço de transporte público na cidade, além de propor tarifa zero em todos os dias da semana. Essa última proposta será defendida, inclusive, caso ele perca a eleição. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 30 Aug 2024 14:11:14 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Cabo Junio Amaral | Sabatina - Eleições 2024</title>
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        <![CDATA[<p>O candidato a prefeito de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, Cabo Junio Amaral (PL), propõe reduzir secretarias e cortar gastos para direcionar os recursos da cidade para “coisas úteis” na cidade. A declaração foi dada durante sabatina na FM O TEMPO 91,7 nesta quinta-feira (29 de agosto).  </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 29 Aug 2024 17:23:48 +0000</pubDate>
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      <title>Duda Salabert | Sabatina - Eleições 2024</title>
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        <![CDATA[<p>A deputada federal e candidata à Prefeitura de Belo Horizonte, Duda Salabert (PDT), participou da sabatina na FM O TEMPO 91.7 nesta quarta-feira (28 de agosto). Ela declarou o desejo de pagar o maior salário a professores entre as capitais do Brasil, além de aumentar o salário de médicos e profissionais da saúde na cidade. Impacto anual para pagar o melhor salário do país para docentes seria R$ 200 milhões.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A deputada federal e candidata à Prefeitura de Belo Horizonte, Duda Salabert (PDT), participou da sabatina na FM O TEMPO 91.7 nesta quarta-feira (28 de agosto). Ela declarou o desejo de pagar o maior salário a professores entre as capitais do Brasil, além de aumentar o salário de médicos e profissionais da saúde na cidade. Impacto anual para pagar o melhor salário do país para docentes seria R$ 200 milhões.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 28 Aug 2024 14:15:43 +0000</pubDate>
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      <title>Gabriel Azevedo | Sabatina - Eleições 2024</title>
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        <![CDATA[<p>O candidato a prefeito de Belo Horizonte, Gabriel Azevedo (MDB), quer criar áreas de interesse na cidade para incentivar a construção civil e reverter pontos negativos do Plano Diretor do município. Ele defendeu, em sabatina na FM O TEMPO 91,7, um adensamento maior na capital mineira, mas ressalta que isso não é sinônimo de verticalização da cidade.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 27 Aug 2024 18:06:57 +0000</pubDate>
      <author>otempo</author>
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      <title>Carlos Viana | Sabatina - Eleições 2024</title>
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        <![CDATA[<p>Durante sabatina na FM O TEMPO 91,7 nesta segunda-feira (26 de agosto), o candidato à Prefeitura de Belo Horizonte, Carlos Viana (Podemos), disse ter o compromisso de voltar com os trocadores nos ônibus da cidade. Uma alternativa citada pelo senador licenciado para solucionar o transporte público na cidade é a permissão para vans atuarem.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 26 Aug 2024 15:06:15 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Mauro Tramonte | Sabatina - Eleições 2024</title>
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        <![CDATA[<p>O candidato à Prefeitura de Belo Horizonte, Mauro Tramonte (Republicanos), elogiou por diversas vezes a candidata a vice-prefeita na chapa, Luísa Barreto (Novo), durante sabatina à FM O TEMPO 91,7 nesta sexta-feira (23 de agosto). Tramonte projeta delegar algumas funções para Luísa, caso eleito, como debruçar sobre o novo contrato de ônibus, já que o atual se encerra em 2028, e também análises para modificações do Plano Diretor.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 23 Aug 2024 17:47:32 +0000</pubDate>
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      <title>Rogério Correia | Sabatina - Eleições 2024</title>
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        <![CDATA[<p>Durante sabatina na <strong>FM O TEMPO 91,7</strong> nesta quinta-feira (22 de agosto), o candidato à Prefeitura de Belo Horizonte, Rogério Correia (PT), disse que pretende antecipar o fim do contrato com as empresas de ônibus na cidade, vigente até 2028. Segundo o candidato, no primeiro dia de governo, ele vai instituir uma comissão para rever os termos atuais e apresentar uma nova proposta de contrato. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 22 Aug 2024 14:09:16 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Bruno Engler | Sabatina - Eleições 2024</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista exclusiva à FM O TEMPO 91,7, o candidato à Prefeitura de Belo Horizonte, Bruno Engler (PL), disse que pretende abrir todas as “caixas-pretas” no Executivo municipal, inclusive a da BHTrans que, segundo ele, não foi aberta pelo ex-prefeito Alexandre Kalil.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 21 Aug 2024 14:00:00 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Fuad Noman | Sabatina - Eleições 2024</title>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD), disse que o subsídio a empresas de ônibus deve continuar em 2025. A declaração foi dada durante sabatina à FM O TEMPO 91,7 nesta terça-feira (20 de agosto). O chefe do Executivo da capital mineira ponderou, entretanto, que espera que o valor seja menor do que o desembolsado atualmente. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 20 Aug 2024 15:24:15 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Romeu Zema e Mateus Simões | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Durante entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, o governador Romeu Zema (Partido Novo) fez uma aposta e prometeu pagar R$ 100 mil a quem provar que ele gasta mais que seu antecessor, o ex-governador Fernando Pimentel (PT). A aposta foi feita enquanto o atual gestor falava sobre o seu aumento salarial, que, na visão dele, foi ocorreu para “corrigir uma distorção”. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 19 Aug 2024 13:00:00 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Fernando Passalio | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Minas atraiu R$ 444 bilhões de investimentos privados desde 2019. Um crescimento quatro vezes maior que a média dos R$ 111 bilhões dos dez anos anteriores, de acordo com o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico do Estado, Fernando Passalio. Ele foi o entrevistado desta sexta-feira (16 de agosto), no programa Café com Política, da FM O TEMPO 91,7 e destacou que o crescimento é fruto de políticas voltadas para favorecer o ambiente de negócios no Estado.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 16 Aug 2024 17:58:25 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Francisco Foureaux | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Convidado do Café com Política da FM O TEMPO 91,7, o candidato a vice-prefeito na chapa de Duda Salabert (PDT), Francisco Foureaux (PDT), comentou sobre a relação da deputada federal com o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT), que é vice-presidente nacional do partido. Foureaux disse que Ciro “peca pelos excessos”, mas que a relação dele com Duda estaria “resolvida”. No fim de julho, Ciro Gomes afirmou que Duda Salabert “não tem preparo” para assumir o cargo de chefe do Executivo na cidade. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 15 Aug 2024 17:56:00 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Convidado do Café com Política da FM O TEMPO 91,7, o candidato a vice-prefeito na chapa de Duda Salabert (PDT), Francisco Foureaux (PDT), comentou sobre a relação da deputada federal com o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT), que é vice-presidente nacional do partido. Foureaux disse que Ciro “peca pelos excessos”, mas que a relação dele com Duda estaria “resolvida”. No fim de julho, Ciro Gomes afirmou que Duda Salabert “não tem preparo” para assumir o cargo de chefe do Executivo na cidade. </p>]]>
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      <title>Wagner Ferreira | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Belo Horizonte Wagner Ferreira (PV) criticou a falta de união das candidaturas de esquerda para as eleições à prefeitura da cidade em outubro deste ano. Ele foi o entrevistado do Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta quarta-feira (14 de agosto).</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Belo Horizonte Wagner Ferreira (PV) criticou a falta de união das candidaturas de esquerda para as eleições à prefeitura da cidade em outubro deste ano. Ele foi o entrevistado do Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta quarta-feira (14 de agosto).</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 14 Aug 2024 17:00:00 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Leleco Pimentel | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Diante de um cenário de polarização cada vez mais acirrada e violenta, o deputado estadual Leleco Pimentel (PT) ressaltou que correligionários têm saudade da época de rivalidade com o PSDB. “Era uma relação mais respeitosa, aqui (atualmente na disputa bolsonaristas x lulistas) tem a hostilidade de querer eliminar o outro, de falar  que o outro tem que morrer. Isso não é bom para o ambiente democrático. Esperamos que isso acabe na política. O adversário tem que ser derrotado nas urnas, não morrer”, explicou. Ele foi o entrevistado do Café com Política na FM O TEMPO 91,7 nesta terça-feira (13 de agosto).</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 13 Aug 2024 16:52:23 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Bruno Pedralva | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Belo Horizonte, Bruno Pedralva (PT), considera que Bruno Engler e Jair Bolsonaro (ambos do PL) e a dupla Mauro Tramonte (Republicanos)/ Romeu Zema (Novo) – que formaram aliança para as eleições municipais – são os principais adversários do Partido dos Trabalhadores na disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte neste ano. O parlamentar foi o entrevistado do Café com Política, da FM O TEMPO 91,7 nesta segunda-feira (12 de agosto). </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 12 Aug 2024 17:25:14 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Lucas Coelho | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Durante o entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91.7, nesta sexta-feira (9 de agosto), o prefeito de Caeté, Lucas Coelho, contou que vai receber R$ 15 milhões do Novo PAC, do governo federal, para as fases iniciais de melhorias no córrego Caeté, que corta o centro da cidade. Coelho elogiou a gestão de Romeu Zema (Novo), que avaliou como “positivo, responsável e austero”. “No governo Lula esperamos a mesma austeridade, é um governo que ainda está se firmando, o que a gente espera é parar com esse acirramento e começar a discutir politica pública. Hoje discutimos pouco política pública”, declarou. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 09 Aug 2024 17:00:00 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Bella Gonçalves | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO 91,7, a deputada estadual Bella Gonçalves (PSOL), pré-candidata a vice-prefeita de Belo Horizonte na chapa encabeçada por Rogério Correia (PT), disse ter se decepcionado com o ex-prefeito Alexandre Kalil. O principal motivo da decepção foi o fato de Kalil ter se filiado ao Republicanos. Bella ainda criticou o bolsonarismo e o prefeito Fuad Noman.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 08 Aug 2024 13:46:17 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Mauro Tramonte | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Durante a conversa com a FM O TEMPO, Mauro Tramonte disse acreditar e esperar que sua chapa ao lado da ex-secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Luísa Barreto (Novo), se torne “imbatível” com o apoio dos dois maiores cabos eleitorais do estado: Romeu Zema e Alexandre Kalil. O deputado estadual, no entanto, dispensou o apoio de figuras polarizadas nacionais, como do presidente Lula (PT) ou do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Eu não quero polemizar, eu acho que o povo já está cansado desse tipo de coisa. Eu quero trabalhar para a cidade. [...] Nós somos o centro e vamos continuar assim”. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 08 Aug 2024 13:45:30 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Beatriz Cerqueira | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO 91,7, a deputada estadual Beatriz Cerqueira (PT) criticou a condução feita pela gestão do governador Romeu Zema (Novo) sobre a dívida bilionária com a União, que já chega a cerca de R$ 165 bilhões. Conforme a parlamentar, o governo estadual nunca quis enfrentar a situação.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO 91,7, a deputada estadual Beatriz Cerqueira (PT) criticou a condução feita pela gestão do governador Romeu Zema (Novo) sobre a dívida bilionária com a União, que já chega a cerca de R$ 165 bilhões. Conforme a parlamentar, o governo estadual nunca quis enfrentar a situação.<br></p>]]>
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      <pubDate>Tue, 06 Aug 2024 16:53:33 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Álvaro Damião | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O fato de o prefeito Fuad Noman (PSD) enfrentar um câncer não faz com que a campanha espere menos ataques dos adversários. Em entrevista nesta segunda-feira (5 de agosto) ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, o pré-candidato a vice-prefeito, Álvaro Damião (União Brasil), disse que existem pessoas com “o coração ruim”. Quando o prefeito anunciou o tratamento, adversários se solidarizaram com o chefe do Executivo.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 05 Aug 2024 14:40:25 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Alexandre Kalil | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Unidos pela candidatura de Mauro Tramonte, do Republicanos, Alexandre Kalil e Romeu Zema devem subir juntos no mesmo palanque neste sábado (03/08). Questionado sobre sua derrota para o governador em 2022, quando ambos disputaram o governo de Minas e Zema foi reeleito ainda em primeiro turno, Kalil afirmou que perderia independente do partido em que estivesse, porque derrotar um governador “é muito difícil”. A declaração foi feita em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO 91,7. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 02 Aug 2024 13:52:49 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Unidos pela candidatura de Mauro Tramonte, do Republicanos, Alexandre Kalil e Romeu Zema devem subir juntos no mesmo palanque neste sábado (03/08). Questionado sobre sua derrota para o governador em 2022, quando ambos disputaram o governo de Minas e Zema foi reeleito ainda em primeiro turno, Kalil afirmou que perderia independente do partido em que estivesse, porque derrotar um governador “é muito difícil”. A declaração foi feita em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO 91,7. </p>]]>
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      <title>Elisa Araújo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Convidada do Café com Política da FM O TEMPO 91,7, a prefeita de Uberaba, Elisa Araújo (PSD), comentou sobre um processo que investiga um de seus principais opositores políticos por usar dados irregulares e habilitarem chips de celular em nome da prefeita, além de se organizarem para divulgar informações pejorativas sobre a política. Sem dar detalhes, ela afirmou que um relatório do promotor do Ministério Público, que apresentou a denúncia à Justiça de Minas, teria apontado um ex-vereador que chegou a ser pré-candidato à prefeitura como mandante do crime. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 01 Aug 2024 13:00:00 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Convidada do Café com Política da FM O TEMPO 91,7, a prefeita de Uberaba, Elisa Araújo (PSD), comentou sobre um processo que investiga um de seus principais opositores políticos por usar dados irregulares e habilitarem chips de celular em nome da prefeita, além de se organizarem para divulgar informações pejorativas sobre a política. Sem dar detalhes, ela afirmou que um relatório do promotor do Ministério Público, que apresentou a denúncia à Justiça de Minas, teria apontado um ex-vereador que chegou a ser pré-candidato à prefeitura como mandante do crime. </p>]]>
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      <title>Cássio Soares | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Os deputados estaduais de Minas esperam um dia “agonizante” nesta quinta-feira (01/08), quando termina o prazo dado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para que o Estado volte a pagar a dívida com a União, avaliada em R$ 165 bilhões. A expectativa da Assembleia é que o STF estenda o prazo mais uma vez, dando a possibilidade do Congresso Nacional aprovar o Propag, plano alternativo ao regime de recuperação fiscal (RRF) que renegocia a dívida. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Os deputados estaduais de Minas esperam um dia “agonizante” nesta quinta-feira (01/08), quando termina o prazo dado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para que o Estado volte a pagar a dívida com a União, avaliada em R$ 165 bilhões. A expectativa da Assembleia é que o STF estenda o prazo mais uma vez, dando a possibilidade do Congresso Nacional aprovar o Propag, plano alternativo ao regime de recuperação fiscal (RRF) que renegocia a dívida. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 31 Jul 2024 17:58:00 +0000</pubDate>
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      <title>Newton Cardoso Jr | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Tradicionalmente de centro, o MDB quer focar em fugir da polarização na disputa das eleições municipais de 2024, especialmente em Belo Horizonte, onde lançam o presidente da Câmara Municipal, Gabriel Azevedo. A informação foi confirmada pelo presidente estadual do partido, Newton Cardoso Jr., durante conversa com o Café com Política da FM O TEMPO 91,7. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Tradicionalmente de centro, o MDB quer focar em fugir da polarização na disputa das eleições municipais de 2024, especialmente em Belo Horizonte, onde lançam o presidente da Câmara Municipal, Gabriel Azevedo. A informação foi confirmada pelo presidente estadual do partido, Newton Cardoso Jr., durante conversa com o Café com Política da FM O TEMPO 91,7. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 30 Jul 2024 17:24:14 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Vera Lúcia Araújo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A ministra substituta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Vera Lúcia Araújo afirmou em entrevista exclusiva a O TEMPO em Brasília que a Corte respondeu à altura os ataques do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, que colocou em questão a lisura do sistema eleitoral.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A ministra substituta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Vera Lúcia Araújo afirmou em entrevista exclusiva a O TEMPO em Brasília que a Corte respondeu à altura os ataques do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, que colocou em questão a lisura do sistema eleitoral.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 30 Jul 2024 16:10:30 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Cristiano Caporezzo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Cristiano Caporezzo (PL) foi o convidado do Café com Política desta sexta-feira (26). Durante a conversa, ele criticou políticos que deixaram de apoiar Bolsonaro, e citou o exemplo do governador de MG, Romeu Zema, no primeiro turno da eleição de 2022, e também da ex-deputada Joice Hasselmann, à quem se referiu como 'Peppa Pig". Confira!</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 26 Jul 2024 15:33:45 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Iza Lourença | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Convidada do <strong>Café com Política da FM O TEMPO 91,7</strong> desta quinta-feira (25), a vereadora Iza Lourença (PSOL), comentou sobre as expectativas da bancada do partido para as eleições municipais deste ano. Para ela, a união do campo progressista seria essencial para “derrotar a extrema-direita”, e elogiou a decisão da deputada estadual Bella Gonçalves, que era pré-candidata do seu partido, em desistir da candidatura para se unir a Rogério Correia (PT). </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 25 Jul 2024 13:30:21 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Castellar Guimarães Netto | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O senador Castellar Guimarães Neto (PP) defendeu as estratégias adotadas pelo governador Romeu Zema (Novo) na busca pela adesão ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) ao apontar que o programa “é a única alternativa em vigor” com capacidade de auxiliar o Estado no equacionamento da dívida de R$ 165 bilhões que Minas Gerais mantém com a União. Para o parlamentar, a proposta para renegociação dos débitos protocolada no Senado pelo presidente do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD), pode não ser apreciada “na velocidade necessária” e sustentou ser preciso “encontrar uma solução definitiva para o problema”. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 24 Jul 2024 18:23:37 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Rogério Correia | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Apesar de admitir que existe um antipetismo no Brasil, Rogério Correia disse acreditar que o apoio de Lula é essencial para vencer as eleições. A terceira rodada da pesquisa DATATEMPO (TRE MG-02187/2024), divulgada na última semana, mostrou que  52,9% dos entrevistados avaliam negativamente a gestão do governo federal, enquanto 38,8% aprovam o comando do presidente da República. A margem de erro é de 2,83 pontos percentuais para mais ou para menos.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 23 Jul 2024 18:29:49 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Duda Salabert | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Convidada do Café com Política da FM O TEMPO 91,7 desta sexta-feira (19), a deputada federal e pré-candidata à Prefeitura de Belo Horizonte, Duda Salabert (PDT), elegeu o deputado estadual e também pré-candidato Bruno Engler (PL) como seu principal adversário na disputa municipal. Segundo a análise da parlamentar, o primeiro colocado nas pesquisas de intenção de voto, Mauro Tramonte, não conseguirá chegar ao segundo turno. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Convidada do Café com Política da FM O TEMPO 91,7 desta sexta-feira (19), a deputada federal e pré-candidata à Prefeitura de Belo Horizonte, Duda Salabert (PDT), elegeu o deputado estadual e também pré-candidato Bruno Engler (PL) como seu principal adversário na disputa municipal. Segundo a análise da parlamentar, o primeiro colocado nas pesquisas de intenção de voto, Mauro Tramonte, não conseguirá chegar ao segundo turno. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 19 Jul 2024 15:17:02 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Convidada do Café com Política da FM O TEMPO 91,7 desta sexta-feira (19), a deputada federal e pré-candidata à Prefeitura de Belo Horizonte, Duda Salabert (PDT), elegeu o deputado estadual e também pré-candidato Bruno Engler (PL) como seu principal adversário na disputa municipal. Segundo a análise da parlamentar, o primeiro colocado nas pesquisas de intenção de voto, Mauro Tramonte, não conseguirá chegar ao segundo turno. </p>]]>
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      <title>Mateus Simões | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (Novo), convidado do Café com Política da FM O TEMPO 91,7 desta quinta-feira (18), voltou a cobrar o apoio da base na Assembleia Legislativa nas votações dos projetos de lei mais polêmicos para o estado. Ele, inclusive, criticou o placar que resultou na aprovação, em primeiro turno, do projeto que autoriza o governo de Minas a aderir ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF), e se mostrou surpreso com o comportamento de deputados do PL.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (Novo), convidado do Café com Política da FM O TEMPO 91,7 desta quinta-feira (18), voltou a cobrar o apoio da base na Assembleia Legislativa nas votações dos projetos de lei mais polêmicos para o estado. Ele, inclusive, criticou o placar que resultou na aprovação, em primeiro turno, do projeto que autoriza o governo de Minas a aderir ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF), e se mostrou surpreso com o comportamento de deputados do PL.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 18 Jul 2024 17:43:15 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (Novo), convidado do Café com Política da FM O TEMPO 91,7 desta quinta-feira (18), voltou a cobrar o apoio da base na Assembleia Legislativa nas votações dos projetos de lei mais polêmicos para o estado. Ele, inclusive, criticou o placar que resultou na aprovação, em primeiro turno, do projeto que autoriza o governo de Minas a aderir ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF), e se mostrou surpreso com o comportamento de deputados do PL.</p>]]>
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      <title>Pedro Patrus | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Convidado do <strong>Café com Política da FM O TEMPO 91,7</strong>, o vereador Pedro Patrus (PT), disse acreditar que a esquerda deve se aliar ao prefeito Fuad Noman num eventual segundo turno. O parlamentar ainda defendeu a candidatura petista de Rogério Correia e disse que a união da esquerda é “fundamental”.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Convidado do <strong>Café com Política da FM O TEMPO 91,7</strong>, o vereador Pedro Patrus (PT), disse acreditar que a esquerda deve se aliar ao prefeito Fuad Noman num eventual segundo turno. O parlamentar ainda defendeu a candidatura petista de Rogério Correia e disse que a união da esquerda é “fundamental”.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 17 Jul 2024 12:50:06 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Convidado do <strong>Café com Política da FM O TEMPO 91,7</strong>, o vereador Pedro Patrus (PT), disse acreditar que a esquerda deve se aliar ao prefeito Fuad Noman num eventual segundo turno. O parlamentar ainda defendeu a candidatura petista de Rogério Correia e disse que a união da esquerda é “fundamental”.</p>]]>
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      <title>Professor Cleiton | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Convidado do Café com Política da FM O TEMPO 91,7 desta terça-feira (16), o deputado estadual Professor Cleiton (PV), disse acreditar que o governador Romeu Zema (Novo) sofreu uma nova derrota na Assembleia Legislativa, apesar de ter conseguido aprovar o texto base do projeto de lei do regime de recuperação fiscal. Isso porque, segundo o deputado da oposição, seus colegas da base estavam constrangidos com a votação, e acabaram não votando o projeto de lei complementar que previa o teto de gastos do Estado. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 16 Jul 2024 18:34:14 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Convidado do Café com Política da FM O TEMPO 91,7 desta terça-feira (16), o deputado estadual Professor Cleiton (PV), disse acreditar que o governador Romeu Zema (Novo) sofreu uma nova derrota na Assembleia Legislativa, apesar de ter conseguido aprovar o texto base do projeto de lei do regime de recuperação fiscal. Isso porque, segundo o deputado da oposição, seus colegas da base estavam constrangidos com a votação, e acabaram não votando o projeto de lei complementar que previa o teto de gastos do Estado. </p>]]>
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      <title>Irajá | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O senador Irajá (PSD-TO), relator do projeto de lei que legaliza os jogos de azar no Brasil, afirmou que o Brasil é uma das poucas grandes economias do mundo que proíbe os jogos de azar. Ele é o relator do projeto de lei que legaliza cassinos, bingos, jogo do bicho e apostas em corridas de cavalo. Já aprovado pela Câmara dos Deputados, o texto está pronto para votação no plenário do Senado. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 15 Jul 2024 16:39:41 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Bráulio Lara | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Convidado do Café com Política da FM O TEMPO 91,7 desta sexta-feira (12), o vereador de Belo Horizonte, Bráulio Lara, defendeu o cancelamento imediato contrato de tratamento de água da Lagoa da Pampulha. Relator da CPI da Lagoa, o parlamentar acredita que haja desperdício de dinheiro público em um contrato que, segundo sua investigação, não estaria chegando nos resultados esperados. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 12 Jul 2024 16:00:00 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Tadeuzinho | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Está marcado para essa segunda-feira (15) a votação do Regime de Recuperação Fiscal (RRF) na Assembleia Legislativa, mas o desejo do presidente da Casa, Tadeu Martins Leite (MDB), é não precisar apreciar o projeto. Isso porque ele, assim como outros deputados estaduais e o próprio governo de Minas Gerais, espera que o Supremo Tribunal Federal (STF) adie, mais uma vez, o prazo para a volta do pagamento integral das parcelas da dívida de Minas Gerais com a União, avaliada em R$ 165 bilhões. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 11 Jul 2024 16:00:00 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Luiz Philippe de Orléans e Bragança | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista a O TEMPO em Brasília, o deputado federal Luiz Philippe de Orléans e Bragança, que é presidente da Frente Parlamentar pelo Livre Mercado, criticou o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e defendeu a inclusão da carne na cesta básica. A regulamentação da reforma tributária será votada hoje pelos parlamentares.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 10 Jul 2024 17:00:00 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Gustavo Valadares | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Um possível novo adiamento do prazo para a volta do pagamento da dívida de Minas Gerais com a União, avaliada em mais de R$ 160 bilhões, depende da concordância do governo federal. Secretário de Governo do governador Zema, Gustavo Valadares, pediu a contribuição do governo federal e revelou que tem tido dificuldades de se comunicar com a Advocacia Geral da União (AGU), durante conversa com o Café com Política, da FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 09 Jul 2024 16:28:27 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Amanda Teixeira Dias | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A deputada estadual Amanda Teixeira Dias (PL), que assumiu seu mandato na Assembleia Legislativa há um mês, após a saída de Alê Portela (PL) para assumir o cargo de secretária estadual, foi a convidada do programa Café com Política da FM O TEMPO 91,7. A nova parlamentar destacou seu apoio ao governo Zema e mencionou que suas pautas no legislativo incluem o combate às ideias de esquerda e investimento na saúde e na defesa da infância e adolescência.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 08 Jul 2024 16:00:00 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Marcelle Amador | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE) batizou o projeto enviado pelo governador Romeu Zema à Assembleia Legislativa que prevê aumento na contribuição do Ipsemg de “pacote de maldades”. A afirmação foi feita pela diretora estadual e coordenadora de comunicação do sindicato, Marcelle Amador, durante conversa com o Café com Política, da FM O TEMPO 91,7. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE) batizou o projeto enviado pelo governador Romeu Zema à Assembleia Legislativa que prevê aumento na contribuição do Ipsemg de “pacote de maldades”. A afirmação foi feita pela diretora estadual e coordenadora de comunicação do sindicato, Marcelle Amador, durante conversa com o Café com Política, da FM O TEMPO 91,7. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 05 Jul 2024 14:44:13 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Leleco Pimentel | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Leleco Pimentel (PT) foi o convidado do Café com Política desta quinta-feira (4). Durante a conversa, ele chamou Zema de caloteiro por não pagar a dívida do estado com a União. Confira a entrevista na íntegra!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 04 Jul 2024 14:00:00 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Leônidas Oliveira | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O secretário de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas  Oliveira, alerta que a Lei Paulo Gustavo, uma das maiores apostas do governo federal para descentralizar recursos do setor, pode esconder uma “pegadinha” perigosa e requer atenção dos produtores culturais. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 03 Jul 2024 14:00:00 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Padre João | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Padre João (PT) foi o convidado do Café com Política nesta terça-feira (2). Durante a conversa, ele comentou a cobrança do presidente Lula sobre mais apoio da base no Congresso. Confira a entrevista na íntegra!</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 02 Jul 2024 18:30:05 +0000</pubDate>
      <author>O TEMPO</author>
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      <title>Edmar Bacha | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Há 30 anos, no dia 1º de julho de 1994, o real era lançado com a promessa de ser a moeda da estabilidade econômica do Brasil, marcando o fim da hiperinflação. E assim o fez. Uma engenharia financeira feita por notórios economistas, entre eles Edmar Bacha, mineiro de Lambari. O Plano Real foi colocado pela primeira vez no papel, literalmente, no dia 13 de agosto de 1993. Em um papelzinho azul, mais precisamente, Bacha rascunhou suas diretrizes antes de uma reunião importante com Fernando  Henrique Cardoso (então ministro da Fazenda), políticos e economistas. Essa e outras histórias da formatação do real você pode conferir nesta entrevista que Bacha deu para O TEMPO.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 01 Jul 2024 13:09:26 +0000</pubDate>
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      <title>Luiz Inácio Lula da Silva | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), é o convidado desta sexta-feira (28) do programa Café com Política, da rádio FM O TEMPO. A entrevista foi conduzida pelas jornalistas Cinthya Castro e Thalita Marinho a partir das 8h.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 01 Jul 2024 13:07:46 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Marco Túlio de Freitas Rezende Lara | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A Prefeitura de Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, busca a retomada do diálogo com o governo de Minas, na tentativa de que o Estado aceite rever o traçado do Rodoanel metropolitano, cujo início das obras está previsto para meados de 2025. Segundo o secretário de Ordenamento Territorial e Habitação do município, Marco Túlio de Freitas Rezende Lara, Betim é a favor da futura rodovia, mas não abre mão de que o desenho da nova estrada seja repensado, a fim de minimizar impactos sociais e aumentar a atração de investimentos para cidade e para outros municípios vizinhos.  </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 27 Jun 2024 15:04:32 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Marcela Trópia | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Convidada do Café com Política da FM O TEMPO 91,7 desta terça-feira (25), a vereadora Marcela Trópia (Novo), disse que espera “mais respeito” do prefeito Fuad Noman (PSD) com a Câmara Municipal, caso ele seja reeleito nas eleições municipais deste ano. Parte da oposição no legislativo de Belo Horizonte, Marcela Trópia apoia a pré-candidatura de Luísa Barreto, também do Novo, e ex-secretária de Planejamento e Gestão do governador Romeu Zema (Novo). </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Convidada do Café com Política da FM O TEMPO 91,7 desta terça-feira (25), a vereadora Marcela Trópia (Novo), disse que espera “mais respeito” do prefeito Fuad Noman (PSD) com a Câmara Municipal, caso ele seja reeleito nas eleições municipais deste ano. Parte da oposição no legislativo de Belo Horizonte, Marcela Trópia apoia a pré-candidatura de Luísa Barreto, também do Novo, e ex-secretária de Planejamento e Gestão do governador Romeu Zema (Novo). </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 25 Jun 2024 18:11:10 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Convidada do Café com Política da FM O TEMPO 91,7 desta terça-feira (25), a vereadora Marcela Trópia (Novo), disse que espera “mais respeito” do prefeito Fuad Noman (PSD) com a Câmara Municipal, caso ele seja reeleito nas eleições municipais deste ano. Parte da oposição no legislativo de Belo Horizonte, Marcela Trópia apoia a pré-candidatura de Luísa Barreto, também do Novo, e ex-secretária de Planejamento e Gestão do governador Romeu Zema (Novo). </p>]]>
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      <title>Paulo Brant | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Pré-candidato a vice-prefeito de Belo Horizonte, em uma chapa encabeçado por Gabriel Azevedo (MDB), Paulo Brant (PSB), que já foi vice-governador no primeiro mandato de Romeu Zema (Novo), afirmou que o governador é “medíocre” e que o Novo tem flertado com radicalismos ideológicos. Brant garantiu que possui boa relação com muitas pessoas do partido, mas que sentiu um distanciamento com a legenda e, por isso, decidiu retirar seu apoio ao governo de Zema para o segundo mandato. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 24 Jun 2024 18:04:05 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Coronel Sandro | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Convidado do Café com Polícia da FM O TEMPO 91,7 desta sexta-feira (21), o deputado estadual Coronel Sandro (PL), elogiou o governo de Romeu Zema (Novo) pela decisão de retirar de pauta o projeto de lei que trata sobre mudanças na contribuição previdenciária dos militares para o Instituto de Previdência dos Servidores Militares do Estado de Minas Gerais (IPSM). O parlamentar ainda comentou que o instituto não faz diferença na dívida que o Estado tem com a União e criticou colegas que querem investigar o valor do déficit mineiro.<br></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 21 Jun 2024 13:31:47 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>Convidado do Café com Polícia da FM O TEMPO 91,7 desta sexta-feira (21), o deputado estadual Coronel Sandro (PL), elogiou o governo de Romeu Zema (Novo) pela decisão de retirar de pauta o projeto de lei que trata sobre mudanças na contribuição previdenciária dos militares para o Instituto de Previdência dos Servidores Militares do Estado de Minas Gerais (IPSM). O parlamentar ainda comentou que o instituto não faz diferença na dívida que o Estado tem com a União e criticou colegas que querem investigar o valor do déficit mineiro.<br></p>]]>
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      <title>Geraldo Henrique | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Convidado do Café com Política da FM O TEMPO 91,7 desta quinta-feira (20), o diretor político dos entes públicos Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Minas Gerais (Sindipublicos), Geraldo Antônio, destacou que há necessidade de uma reestruturação no plano de saúde do Ipsemg, mas discordou das mudanças planejadas pelo governo de estado. Para ele, a maior preocupação é o deficit orçamentário da instituição e o congelamento da tabela de pagamento a médicos e hospitais.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Convidado do Café com Política da FM O TEMPO 91,7 desta quinta-feira (20), o diretor político dos entes públicos Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Minas Gerais (Sindipublicos), Geraldo Antônio, destacou que há necessidade de uma reestruturação no plano de saúde do Ipsemg, mas discordou das mudanças planejadas pelo governo de estado. Para ele, a maior preocupação é o deficit orçamentário da instituição e o congelamento da tabela de pagamento a médicos e hospitais.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 20 Jun 2024 13:30:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Maria Clara Marra | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A Assembleia Legislativa de Minas Gerais vai investigar denúncias de que planos de saúde estariam rescindido de forma unilateral e sem aviso prévio contratos de clientes que precisam de assistência continuada. Segundo a deputada Maria Clara Marra (PSDB), requerente da abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), a ação das empresas estariam impactando, especialmente, pessoas que sofrem com o transtorno do espectro autista, idosos, e pacientes de doenças que necessitam de acompanhamento permanente.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 19 Jun 2024 13:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>José Dirceu | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O ex-ministro-chefe da Casa Civil do primeiro governo do presidente Lula, José Dirceu (PT), condenado por corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha no processo do Mensalão, disse que a delação premiada é “quase uma piada” e “se tornou em um instrumento de tortura”. Em conversa com o Café com Política, da FM O TEMPO, 91,7, o ex-ministro se mostrou otimista que o Supremo Tribunal Federal (STF) irá anular suas condenações.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 18 Jun 2024 17:42:22 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Wagner Ferreira | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador do PV, Wagner Ferreira, foi o convidado do Café com Política desta segunda-feira (17). Durante a conversa, ele manifestou preferência pelo candidato à reeleição, Fuad Noman, mas afirmou que o apoio oficial do partido depende da indicação do presidente Lula. Confira a entrevista completa!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O vereador do PV, Wagner Ferreira, foi o convidado do Café com Política desta segunda-feira (17). Durante a conversa, ele manifestou preferência pelo candidato à reeleição, Fuad Noman, mas afirmou que o apoio oficial do partido depende da indicação do presidente Lula. Confira a entrevista completa!</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 17 Jun 2024 15:06:19 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Flávia Borja | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A vereadora Flávia Borja (Democracia Cristã) foi a convidada do Café com Política desta sexta-feira (14). Durante a conversa, ela comentou sobre a polêmica envolvendo o evento Festival Internacional de Quadrinhos (FIC-BH), que teria exposto crianças a conteúdos eróticos. A parlamentar também defendeu a utilização de bíblia nas escolas de BH como material paradidático. Confira na íntegra!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A vereadora Flávia Borja (Democracia Cristã) foi a convidada do Café com Política desta sexta-feira (14). Durante a conversa, ela comentou sobre a polêmica envolvendo o evento Festival Internacional de Quadrinhos (FIC-BH), que teria exposto crianças a conteúdos eróticos. A parlamentar também defendeu a utilização de bíblia nas escolas de BH como material paradidático. Confira na íntegra!</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 14 Jun 2024 18:07:26 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Cida Falabella | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A vereadora Cida Falabella foi a convidada do Café com Política desta quinta-feira (13). Durante a conversa, ela fez uma avaliação das políticas de combate à violência contra a mulher, tanto em nível municipal quanto estadual. Confira!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A vereadora Cida Falabella foi a convidada do Café com Política desta quinta-feira (13). Durante a conversa, ela fez uma avaliação das políticas de combate à violência contra a mulher, tanto em nível municipal quanto estadual. Confira!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 13 Jun 2024 15:32:22 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Luiz Cláudio Gomes | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O Café com Política desta terça-feira (11) recebeu o secretário de fazenda de Minas Gerais, Luiz Cláudio Gomes. Durante a conversa, ele falou sobre a dívida do estado com a União e criticou a solução proposta pelo Ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Confira a entrevista completa!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Café com Política desta terça-feira (11) recebeu o secretário de fazenda de Minas Gerais, Luiz Cláudio Gomes. Durante a conversa, ele falou sobre a dívida do estado com a União e criticou a solução proposta pelo Ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Confira a entrevista completa!</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 11 Jun 2024 15:17:18 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Cida Gonçalves | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p><strong> </strong>A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, acredita que uma <a href="https://www.otempo.com.br/politica/governo/2024/5/29/reforma-ministerial-e-troca-de-randolfe-rodrigues-devem-ocorrer-"><strong>reforma ministerial no governo</strong></a> do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não seria suficiente para aumentar a representatividade feminina no primeiro escalão.</p>]]>
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        <![CDATA[<p><strong> </strong>A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, acredita que uma <a href="https://www.otempo.com.br/politica/governo/2024/5/29/reforma-ministerial-e-troca-de-randolfe-rodrigues-devem-ocorrer-"><strong>reforma ministerial no governo</strong></a> do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), não seria suficiente para aumentar a representatividade feminina no primeiro escalão.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 10 Jun 2024 18:38:20 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Marina Silva | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista a O Tempo Brasília, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, destacou a elaboração do Plano de Prevenção a Desastres, as ações voltadas para combater o desmatamento do Cerrado e o diálogo com o Congresso Nacional sobre as medidas de preservação dos biomas. A ministra destacou ainda como a pasta acompanha a questão das barragens nos Estados.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 07 Jun 2024 17:46:06 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Gelson Leite | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Gelson Leite, Secretário de Meio Ambiente de Belo Horizonte, foi o convidado do Café com Política desta quinta-feira (6). Durante a conversa, ele falou sobre a polêmica envolvendo o corte de árvores para a realização do evento de Stock Car na cidade. Segundo ele, a cidade é capaz de equilibrar desenvolvimentos econômico e sustentável. Confira a entrevista completa!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Gelson Leite, Secretário de Meio Ambiente de Belo Horizonte, foi o convidado do Café com Política desta quinta-feira (6). Durante a conversa, ele falou sobre a polêmica envolvendo o corte de árvores para a realização do evento de Stock Car na cidade. Segundo ele, a cidade é capaz de equilibrar desenvolvimentos econômico e sustentável. Confira a entrevista completa!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 06 Jun 2024 18:29:21 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Gelson Leite, Secretário de Meio Ambiente de Belo Horizonte, foi o convidado do Café com Política desta quinta-feira (6). Durante a conversa, ele falou sobre a polêmica envolvendo o corte de árvores para a realização do evento de Stock Car na cidade. Segundo ele, a cidade é capaz de equilibrar desenvolvimentos econômico e sustentável. Confira a entrevista completa!</p>]]>
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      <title>Alexandre Silveira | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>No Café com Política desta quarta (5) você confere uma entrevista exclusiva com o Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. Ele falou sobre as expectativas do PSD para as próximas eleições municipais e sobre as chances de Fuad Noman conseguir se reeleger em Belo Horizonte. A conversa aconteceu durante a  39ª edição do Congresso Mineiro de Municípios. Confira!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No Café com Política desta quarta (5) você confere uma entrevista exclusiva com o Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. Ele falou sobre as expectativas do PSD para as próximas eleições municipais e sobre as chances de Fuad Noman conseguir se reeleger em Belo Horizonte. A conversa aconteceu durante a  39ª edição do Congresso Mineiro de Municípios. Confira!</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 05 Jun 2024 14:26:57 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Marcos Vinícius da Silva Bizarro | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>A 39ª edição do Congresso Mineiro de Municípios, organizado pela Associação Mineira de Municípios (AMM), começa nesta terça (04/06), em Belo Horizonte, com programação que abrange desde reuniões com especialistas em planejamento financeiro público à prevenção de desastres ambientais. Uma das principais preocupações do congresso, segundo o presidente da associação, Marcos Vinícius da Silva Bizarro (sem-partido), tem a ver exatamente com a questão financeira, sobretudo nos casos de prefeitos em fim de segundo mandato. Ele concedeu entrevista ao Café com Política, que vai ao ar às 8h30 nesta terça (4), na FM O Tempo 91,7. Confira!</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 04 Jun 2024 14:31:08 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Heron Guimarães | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O lançamento de um concurso público e de um processo seletivo simplificado (PSS) para contratação de quase 2 mil servidores da saúde em Betim, na região metropolitana de BH,  deve contribuir para minimizar os gargalos no atendimento à população do município, avalia Heron Guimarães (União Brasil),  pré-candidato à prefeitura da cidade. Responsável por chefiar a Secretaria de Saúde do município entre janeiro e abril deste ano, quando foram lançados os editais, Guimarães explicou que as unidades de atendimento de Betim estavam com o quadro de funcionários defasado, o que deve ser corrigido com a abertura das novas vagas. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 03 Jun 2024 14:52:38 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O lançamento de um concurso público e de um processo seletivo simplificado (PSS) para contratação de quase 2 mil servidores da saúde em Betim, na região metropolitana de BH,  deve contribuir para minimizar os gargalos no atendimento à população do município, avalia Heron Guimarães (União Brasil),  pré-candidato à prefeitura da cidade. Responsável por chefiar a Secretaria de Saúde do município entre janeiro e abril deste ano, quando foram lançados os editais, Guimarães explicou que as unidades de atendimento de Betim estavam com o quadro de funcionários defasado, o que deve ser corrigido com a abertura das novas vagas. </p>]]>
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      <title>Rony Martins | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Vereador de Betim deu entrevista ao Café com Política desta sexta-feira, 31 de maio.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Vereador de Betim deu entrevista ao Café com Política desta sexta-feira, 31 de maio.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 31 May 2024 12:48:25 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Sérgio Fernando | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O Café com Política desta quinta-feira recebe o vereador de Belo Horizonte, Sérgio Fernando, para tratar do assunto CPI da Pampulha. Confira a entrevista completa. <br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Café com Política desta quinta-feira recebe o vereador de Belo Horizonte, Sérgio Fernando, para tratar do assunto CPI da Pampulha. Confira a entrevista completa. <br></p>]]>
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      <pubDate>Thu, 30 May 2024 17:59:27 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Marcos Crispim | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O Café com Política desta quarta-feira (29) recebei o deputado Marcos Crispim (Democracia Cristã). Durante a entrevista, ele criticou a falta de olhar da prefeitura para as periferias e falou sobre as possibilidades de apoio do seu grupo político nas próximas eleições. Confira!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Café com Política desta quarta-feira (29) recebei o deputado Marcos Crispim (Democracia Cristã). Durante a entrevista, ele criticou a falta de olhar da prefeitura para as periferias e falou sobre as possibilidades de apoio do seu grupo político nas próximas eleições. Confira!</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 29 May 2024 17:43:15 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Jozeli Rosa | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Jozeli Rosa, presidente do PSOL-BH, foi a convidada do Café com Política desta terça-feira (28). Durante a entrevista, ela falou sobre as possíveis alianças nas próximas eleições municipais, da relação da esquerda com o atual prefeito, entre outros assuntos. Confira!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Jozeli Rosa, presidente do PSOL-BH, foi a convidada do Café com Política desta terça-feira (28). Durante a entrevista, ela falou sobre as possíveis alianças nas próximas eleições municipais, da relação da esquerda com o atual prefeito, entre outros assuntos. Confira!</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 28 May 2024 17:44:06 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Leninha | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A deputada estadual Leninha (PT) foi a convidada do Café com Política desta segunda-feira (27). Durante a conversa, ela criticou a postura do governo de Romeu Zema em relação às mudanças climáticas. Confira a entrevista na íntegra!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A deputada estadual Leninha (PT) foi a convidada do Café com Política desta segunda-feira (27). Durante a conversa, ela criticou a postura do governo de Romeu Zema em relação às mudanças climáticas. Confira a entrevista na íntegra!</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 27 May 2024 14:14:54 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Dr Marcos Vinícius | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Dr Marcos Vinícius, prefeito de Coronel Fabriciano, presidente da Associação Mineira de Municípios e Vice-presidente da Confederação Nacional de Municípios, foi o convidado do Café com Política desta sexta-feira (24). Em Brasília para participar da marcha dos prefeitos, ele falou sobre a desoneração da folha dos municípios,  questões climáticas e outras pautas municipalistas. Confira a entrevista completa!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Dr Marcos Vinícius, prefeito de Coronel Fabriciano, presidente da Associação Mineira de Municípios e Vice-presidente da Confederação Nacional de Municípios, foi o convidado do Café com Política desta sexta-feira (24). Em Brasília para participar da marcha dos prefeitos, ele falou sobre a desoneração da folha dos municípios,  questões climáticas e outras pautas municipalistas. Confira a entrevista completa!</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 24 May 2024 14:25:58 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Alexandre Kalil | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista à O TEMPO, o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil   declarou ter se distanciado do presidente Lula  logo após as  eleições gerais de 2022.  Embora não descarte a possibilidade de uma nova aliança, Kalil disse considerar difícil que ele e o petista voltem a caminhar juntos. O ex-prefeito manteve  o  suspense sobre apoio político nas eleições municipais  e voltou a criticar Romeu Zema.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 23 May 2024 18:30:23 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Mauro Ellovitch | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>No Café com Política desta terça-feira (21), o convidado foi o promotor Mauro Ellovitch, do Grupo de Combate aos Crimes Cibernéticos do MP. Durante a conversa ele falou sobre as ameaças recebidas por parlamentares mineiras, a necessidade de regulação das redes no Brasil e a importância de se denunciar crimes desse tipo. Confira!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>No Café com Política desta terça-feira (21), o convidado foi o promotor Mauro Ellovitch, do Grupo de Combate aos Crimes Cibernéticos do MP. Durante a conversa ele falou sobre as ameaças recebidas por parlamentares mineiras, a necessidade de regulação das redes no Brasil e a importância de se denunciar crimes desse tipo. Confira!</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 21 May 2024 13:48:48 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Pedro Aihara | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Pedro Aihara (PRD), que tem atuado no Rio Grande do Sul durante a tragédia, participa do Café com Política dessa segunda-feira (20) e conta sua experiência no resgate das vítimas, além de suas expectativas para a recuperação das cidades atingidas. Ouça!</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 20 May 2024 13:09:16 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Daniel Miranda | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Os prefeitos dos municípios do país precisam se atentar às questões climáticas. Essa é a opinião de Daniel Miranda, diretor de relações institucionais da Frente Nacional de Prefeitas e Prefeitos. Segundo ele, as cidades são as principais emissoras de gases na atmosfera, o que contribui para mudanças climáticas e podem, inclusive, gerar tragédias como a que ocorreu no Rio Grande do Sul. "É inevitável que prefeitas e prefeitos tenham que empreender estratégias de descarbonização da mobilidade urbana, senão cada vez mais eles vão ser sujeitos dessa realidade cruel que está batendo a nossa porta."</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 17 May 2024 13:01:35 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Wirley Rodrigues Reis (Têko) | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O Café com Política desta quinta-feira (16) recebeu o prefeito de Itapecerica, Wirley Rodrigues Reis, o Têko. Dentre outros assuntos, foi abordada a questão da desoneração da folha de pagamento dos municípios. Na visão dele, a medida foi uma imposição do governo. Ouça a entrevista na íntegra!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 16 May 2024 13:48:02 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Arlen Santiago | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Arlen Santiago foi o convidado do Café com Política desta quarta-feira (15). Na conversa, o parlamentar comentou sobre a dívida dos estados com a União e criticou a postura do governo federal na cobrança, chamando a atitude de "agiotagem". Confira!</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 15 May 2024 18:07:04 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Lohanna França | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>No Café com Política desta terça-feira (14), a deputada estadual Lohanna França (PV) criticou o governo Zema na relação com os servidores públicos e comemorou a prisão do suspeito de ameaçá-la. Confira!</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 15 May 2024 18:05:23 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Luis Eduardo Falcão | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política desta segunda-feira (13), o prefeito de Patos de Minas criticou a estratégia do partido Novo de não eleger vereadores e prefeitos em 2020. Segundo ele, a medida prejudica o crescimento do Partido. Confira! </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política desta segunda-feira (13), o prefeito de Patos de Minas criticou a estratégia do partido Novo de não eleger vereadores e prefeitos em 2020. Segundo ele, a medida prejudica o crescimento do Partido. Confira! </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 13 May 2024 15:10:25 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Nilmário Miranda | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o ex-ministro Nilmário Miranda, que é um dos autores do livro "Por trás das chamas", contou algumas histórias trágicas da ditadura e falou sobre a importância da memória para a consolidação da democracia. Confira!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o ex-ministro Nilmário Miranda, que é um dos autores do livro "Por trás das chamas", contou algumas histórias trágicas da ditadura e falou sobre a importância da memória para a consolidação da democracia. Confira!</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 10 May 2024 18:28:21 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>João Marcelo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Nova Lima e pré-candidato à reeleição, João Marcelo (Cidadania), declarou, nesta quinta-feira (9), não ter interesse em garantir o apadrinhamento político de figurões do cenário federal durante a campanha dele no município da região metropolitana de BH. </p><p>Questionado especificamente sobre a intenção de atrair para o palanque a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ou do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) – principais lideranças das ideologias da esquerda e da direita no país, atualmente – o atual chefe do Executivo de Nova Lima foi taxativo ao negar o interesse em ambos. “Não. Eu não estou preocupado com a interferência política de nível federal. A minha preocupação é prestar contas do serviço que nós prestamos e qual é o futuro que a gente quer para Nova Lima”, afirmou João Marcelo.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 10 May 2024 15:03:31 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Vítor Penido | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Vitor Penido, ex-prefeito de Nova Lima por seis mandatos, ex-deputado federal e ex-deputado estadual, foi o convidado desta quarta-feira (8) do Café com Política, da FM O TEMPO 91,7. Na conversa com os jornalistas Thalita Marinho e Guilherme Ibraim, Penido falou sobre sua trajetória política e sobre os problemas atuais da cidade da região metropolitana de Belo Horizonte. Vitor Penido é pré-candidato a prefeito de Nova Lima pelo PL. Ele terá como principal adversário o atual prefeito João Marcelo, do Cidadania.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 08 May 2024 18:35:23 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Vitor Penido, ex-prefeito de Nova Lima por seis mandatos, ex-deputado federal e ex-deputado estadual, foi o convidado desta quarta-feira (8) do Café com Política, da FM O TEMPO 91,7. Na conversa com os jornalistas Thalita Marinho e Guilherme Ibraim, Penido falou sobre sua trajetória política e sobre os problemas atuais da cidade da região metropolitana de Belo Horizonte. Vitor Penido é pré-candidato a prefeito de Nova Lima pelo PL. Ele terá como principal adversário o atual prefeito João Marcelo, do Cidadania.</p>]]>
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      <title>Odair Cunha | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O líder do PT na Câmara dos Deputados, Odair Cunha (MG), minimizou os constantes atritos entre o Congresso Nacional e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT): “A harmonia entre os Poderes não quer dizer submissão”. Ele ainda negou a informação de que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, não conta com apoio da bancada petista com as pautas econômicas. O líder ainda defendeu o veto de Lula aos R$ 5,6 bilhões de emendas da comissão.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 07 May 2024 15:16:03 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Mauro Tramonte | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Mauro Tramonte (Republicanos), pré-candidato à Prefeitura de Belo Horizonte, se definiu como um candidato do centro e deixou em aberto a possibilidade de dialogar, caso eleito, tanto com a direita, quanto com a esquerda. A fala ocorreu em entrevista ao Café Com Política, da rádio 91,7 FM O TEMPO, na manhã desta segunda-feira (6/5), concedida aos jornalistas Guilherme Ibraim e Thalita Marinho.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 06 May 2024 17:31:53 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Cleiton Xavier | Café com Política</title>
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      <pubDate>Thu, 02 May 2024 14:14:38 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Marconi Perillo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente nacional do PSDB, Marconi Perillo, admitiu que faltou eloquência do partido ao não se posicionar sobre temas espinhosos que atentaram contra a democracia e políticas públicas de garantia à saúde da população. Questionado se faltou ao PSDB assumir um dos lados do debate polarizado, seja em relação ao movimento anti-vacinação, às invasões e depredações das sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023 ou à suposta tentativa de um golpe de Estado após as eleições de 2022, o presidente tucano foi categórico.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 01 May 2024 13:13:42 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Pedro Aihara | Café com Política</title>
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      <pubDate>Tue, 30 Apr 2024 14:24:25 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Lucas Lasmar | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Lucas Lasmar (Rede) questionou o projeto de lei do governo de Minas que institui o Serviço Social Autônomo de Gestão Hospitalar (SSA-Gehosp). Segundo o deputado, a discussão do projeto na Assembleia beneficiou os interesses do governo. O deputado disse que o texto permite que pessoas sem curso superior e sem comprovação de bons antecedentes criminais ocupem cargos de diretoria, vice-presidência e presidência. "Vamos entregar hospitais na mão de quem? Tem gestor de hospitais que ganha R$ 100 mil. Será que o Gehosp vai ser utilizado pra promover saúde pública ou pra colocar cargos públicos, direcionamento de compras?", questionou.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 29 Apr 2024 14:43:56 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>André Luiz Moreira dos Anjos | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente do Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (Ipsemg), André Luiz Moreira dos Anjos, defendeu a proposta do governo que aumenta o teto de contribuição dos servidores. Ele argumenta que hoje as cobranças são injustas e fazem os trabalhadores que ganham menores salários pagarem um valor proporcional muito mais alto do que os que ganham mais.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 26 Apr 2024 18:03:51 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Marília Campos | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), deixou os candidatos de oposição de lado e escolheu as “fake news” como principal adversário na disputa pela reeleição em Contagem. Marília Campos foi a entrevistada do quadro Café com Política da FM O TEMPO 91,7, nesta quinta-feira (25/4). </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 25 Apr 2024 13:24:47 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Felipe Saliba | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O pré-candidato à prefeitura de Contagem Felipe Saliba (PRD) não se mostrou preocupado com os números das <a href="https://www.otempo.com.br/eleicoes/2024/datatempo-marilia-lidera-com-folga-e-venceria-em-contagem-ja-no-primeiro-turno-1.3388120"><strong>pesquisas de intenção de voto divulgados na última semana pelo DATATEMPO</strong></a> (registro no TRE-MG 09912/2024). Em conversa com o <strong>Café com Política, da FM O TEMPO 91,7</strong>, o ex-deputado federal disse que não pretende fazer alianças com outros pré-candidatos no primeiro turno e se disse confiante em uma mudança no cenário eleitoral.<br></p>]]>
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      <pubDate>Wed, 24 Apr 2024 19:02:07 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Duda Salabert | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A deputada federal Duda Salabert (PDT), que lançou sua pré-candidatura à Prefeitura de Belo Horizonte na última semana, criticou o atual prefeito Fuad Noman (PSD) e disse que o deputado estadual Bruno Engler (PL), seu desafeto político, nem disputará as eleições municipais deste ano. A declaração foi feita em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7. Segundo Duda, Engler 'não tem capacidade intelectual, política e cognitiva'.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A deputada federal Duda Salabert (PDT), que lançou sua pré-candidatura à Prefeitura de Belo Horizonte na última semana, criticou o atual prefeito Fuad Noman (PSD) e disse que o deputado estadual Bruno Engler (PL), seu desafeto político, nem disputará as eleições municipais deste ano. A declaração foi feita em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7. Segundo Duda, Engler 'não tem capacidade intelectual, política e cognitiva'.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 22 Apr 2024 13:22:29 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A deputada federal Duda Salabert (PDT), que lançou sua pré-candidatura à Prefeitura de Belo Horizonte na última semana, criticou o atual prefeito Fuad Noman (PSD) e disse que o deputado estadual Bruno Engler (PL), seu desafeto político, nem disputará as eleições municipais deste ano. A declaração foi feita em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7. Segundo Duda, Engler 'não tem capacidade intelectual, política e cognitiva'.</p>]]>
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      <title>Bruno Engler | Café com Política</title>
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      <pubDate>Fri, 19 Apr 2024 13:44:12 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Fuad Noman | Café com Política</title>
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      <pubDate>Thu, 18 Apr 2024 14:08:35 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Carlos Viana | Café com Política</title>
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      <pubDate>Wed, 17 Apr 2024 14:54:19 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>João Leite | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Pré-candidato à Prefeitura de Belo Horizonte, o ex-deputado estadual João Leite criticou a atual polarização entre PT e PL, e acusou uma tentativa de destruição do PSDB. Em conversa com o Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, o político culpou os partidos de só quererem dois lados, sem espaço para debate. Leite ainda esclareceu que vê o próprio partido como centro-direita, e relembrou disputa tradicional contra o partido do atual presidente Lula (PT).</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 16 Apr 2024 17:29:39 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Rogério Correia | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Quarto colocado na segunda pesquisa DATATEMPO sobre a disputa pela Prefeitura de Belo Horizonte, o deputado federal e pré-candidato à PBH Rogério Correia (PT) foi o convidado desta segunda-feira (15) do programa Café com Política, da FM O Tempo 91,7%. O petista aparece no levantamento com 8,8% das intenções de voto, sendo o candidato de esquerda mais bem colocado, à frente de outros nomes do campo progressista, como Duda Salabert (PDT), Bela Gonçalves (Psol) e Ana Paula Siqueira (Rede).</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 15 Apr 2024 18:17:54 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Wilson Diniz Wellisch | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>Apresentada pelo governo federal como uma revolução dos aparelhos digitais, a TV 3.0 ou “TV do Futuro”, permitirá a interação do telespectador a partir do conteúdo a que assiste, como votação em enquetes ou compra de produtos exibidos em comerciais por um clique no controle remoto. Isso por meio de conexão com internet banda larga.</p><p>Apesar de abrir caminho para a extinção das antenas, o governo garante que a nova tecnologia continuará ofertando sinal de canais abertos para quem não tem acesso à internet. Foi o que explicou o secretário de Comunicação Social Eletrônica do Ministério das Comunicações, Wilson Diniz Wellisch, em entrevista ao O TEMPO Brasília.</p><p>De acordo com ele, o novo sistema é o “casamento da TV aberta com a internet”, e será um complemento ao que está disponível atualmente, sem limitar o acesso ao conteúdo digital que existe hoje no mercado.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 11 Apr 2024 14:26:11 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Marcelo Aro | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O secretário de Estado de Casa Civil, Marcelo Aro, disse que o vereador Gabriel Azevedo (MDB) não vai crescer nas pesquisas para a Prefeitura de BH. Em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO 91,7, o ex-deputado afirmou que o presidente da Câmara “não passa confiança” ao eleitorado, por isso “nunca foi um player político” na capital. Na última pesquisa DATATEMPO, Gabriel teve 2,2% das intenções de voto para prefeito. A margem de erro é de 2,83% para mais ou para menos.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 10 Apr 2024 17:51:16 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Pesquisa DATATEMPO | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O senador Carlos Viana (Podemos-MG) lidera, numericamente, a corrida eleitoral para a Prefeitura de Belo Horizonte, com 15,9% das intenções de voto, aponta a segunda rodada da pesquisa <strong>DATATEMPO</strong> a medir os cenários para a disputa deste ano na capital. Em segundo lugar, empatado tecnicamente com Viana, aparece o ex-deputado João Leite (PSDB), com 12,9%, seguido pelo deputado estadual Bruno Engler (PL), que pontua 10,2%.<br></p>]]>
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      <pubDate>Tue, 09 Apr 2024 13:34:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Sonia Guajajara | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista, a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, destacou as iniciativas do ministério para garantir saúde e segurança dos povos indígenas, como os Yanomamis, ressaltou a expectativa para a demarcação de novas terras em 2024 e detalhou os esforços interministeriais para colocar projetos da pasta em prática.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista, a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, destacou as iniciativas do ministério para garantir saúde e segurança dos povos indígenas, como os Yanomamis, ressaltou a expectativa para a demarcação de novas terras em 2024 e detalhou os esforços interministeriais para colocar projetos da pasta em prática.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 08 Apr 2024 17:21:22 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Alencar da Silveira Júnior | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Alencar da Silveira Júnior (PDT) não poupou elogios ao colega Bruno Engler (PL) durante conversa com o Café com Política, da FM O TEMPO 91,7. Apesar de defender a candidatura de sua correligionária, a deputada federal Duda Salabert, ele confessou que sonha com uma chapa composta por ela e Bruno Engler. Duda, que é a primeira mulher transexual a ser eleita para o Congresso Nacional, já trocou diversas farpas com o deputado bolsonarista.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Alencar da Silveira Júnior (PDT) não poupou elogios ao colega Bruno Engler (PL) durante conversa com o Café com Política, da FM O TEMPO 91,7. Apesar de defender a candidatura de sua correligionária, a deputada federal Duda Salabert, ele confessou que sonha com uma chapa composta por ela e Bruno Engler. Duda, que é a primeira mulher transexual a ser eleita para o Congresso Nacional, já trocou diversas farpas com o deputado bolsonarista.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 05 Apr 2024 13:55:44 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Alencar da Silveira Júnior (PDT) não poupou elogios ao colega Bruno Engler (PL) durante conversa com o Café com Política, da FM O TEMPO 91,7. Apesar de defender a candidatura de sua correligionária, a deputada federal Duda Salabert, ele confessou que sonha com uma chapa composta por ela e Bruno Engler. Duda, que é a primeira mulher transexual a ser eleita para o Congresso Nacional, já trocou diversas farpas com o deputado bolsonarista.</p>]]>
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      <title>Luísa Barreto | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Luísa Barreto, secretária de Estado de Planejamento e Gestão e pré-candidata à Prefeitura de Belo Horizonte pelo partido Novo, chamou o atual prefeito, Fuad Noman (PSD), de “sem energia e sem disposição”. A crítica foi feita durante conversa no Café com Política, da FM O TEMPO 91,7. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Luísa Barreto, secretária de Estado de Planejamento e Gestão e pré-candidata à Prefeitura de Belo Horizonte pelo partido Novo, chamou o atual prefeito, Fuad Noman (PSD), de “sem energia e sem disposição”. A crítica foi feita durante conversa no Café com Política, da FM O TEMPO 91,7. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 04 Apr 2024 18:05:34 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Gleide Andrade | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Ouça a íntegra da entrevista com a secretária Nacional de Finanças e Planejamento do PT, Gleide Andrade, realizada nesta quarta-feira (3) durante o Café com Política da FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Ouça a íntegra da entrevista com a secretária Nacional de Finanças e Planejamento do PT, Gleide Andrade, realizada nesta quarta-feira (3) durante o Café com Política da FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 03 Apr 2024 13:48:37 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Professora Nara | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A nova vereadora da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Professora Nara (Rede), que assumiu mandato na última semana de março, criticou o que ela definiu como demora do Tribunal Regional Eleitoral no julgamento da chapa de vereadores do Pros, que acabaram cassados por fraude à cota de gênero nas últimas eleições.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 01 Apr 2024 13:32:07 +0000</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Alexandre Padilha | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, afirmou nesta quinta-feira (28) que o plano que trata sobre uma solução da dívida dos Estados com a União também irá contemplar a possibilidade de federalização de empresas estatais como abatimento de parte do passivo. Em relação à Minas Gerais entrariam nesse escopo, por exemplo, a Copasa, Cemig e Codemig. A declaração foi dada em entrevista a FM O Tempo 91.7 e O TEMPO Brasília. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 29 Mar 2024 10:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Floriano de Azevedo Marques | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O ministro do Tribunal Superior Eleitoral Floriano de Azevedo Marques não acredita que as eleições municipais de outubro de 2024 sejam ditadas pelo racha político que deu o tom do processo eleitoral em 2022 e dividiu o Brasil ao meio. Apesar da influência que deverá ser exercida pelos dois principais líderes e cabos eleitorais do país, Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terão papéis menos inflamados nos municípios onde as disputas têm outras particularidades.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 28 Mar 2024 11:26:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Irlan Melo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador Irlan Melo (PRD) elogiou o movimento de aproximação entre os vereadores da Câmara Municipal de Belo Horizonte e a prefeitura, após meses de embate entre as casas e projetos paralisados por disputas políticas. Durante entrevista ao Café com Política do FM O TEMPO 91,7, o vereador de oposição afirmou que muitos parlamentares haviam “perdido a independência” e que, após reuniões com o prefeito Fuad Noman (PSD), a relação entre vereadores e prefeito passou a ser mais harmônica.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O vereador Irlan Melo (PRD) elogiou o movimento de aproximação entre os vereadores da Câmara Municipal de Belo Horizonte e a prefeitura, após meses de embate entre as casas e projetos paralisados por disputas políticas. Durante entrevista ao Café com Política do FM O TEMPO 91,7, o vereador de oposição afirmou que muitos parlamentares haviam “perdido a independência” e que, após reuniões com o prefeito Fuad Noman (PSD), a relação entre vereadores e prefeito passou a ser mais harmônica.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 26 Mar 2024 17:42:14 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Wellington Dias | Café com Política</title>
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      <pubDate>Mon, 25 Mar 2024 08:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Mateus Simões | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A poucos dias de conhecer a proposta do Ministério da Fazenda para renegociar a dívida dos Estados com a União, o vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (Novo), questionou se a alternativa sugerida pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), terá, de fato, um parecer. Em entrevista nesta sexta-feira (22) ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, Simões sugeriu que a proposta da Fazenda pode deixar de lado a federalização de Cemig, Copasa e Codemig.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 22 Mar 2024 13:51:05 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Paulo Lamac | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O ex-vice-prefeito de Belo Horizonte Paulo Lamac (Rede) negou a existência de uma rixa na federação entre os partidos PSOL e Rede. Os dois partidos têm pré-candidatos à Prefeitura de Belo Horizonte. Segundo Lamac, ainda não houve nenhuma reunião, já que a federação ainda vai ser instalada. Mas o ex-vice-prefeito admitiu que o PSOL tem a maioria dos votos e o poder de tomar a decisão. "Esse processo vai se dar de maneira dialogada, de maneira construída, mas não há como desconsiderar que a prevalência nessa decisão será do PSOL", disse Lamac, em entrevista ao quadro Café com Política, da FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 21 Mar 2024 12:15:18 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Lud Falcão | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Ouça a íntegra da entrevista realizada nesta quarta-feira (20), com a deputada estadual Lud Falcão.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Ouça a íntegra da entrevista realizada nesta quarta-feira (20), com a deputada estadual Lud Falcão.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 20 Mar 2024 16:54:14 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Camilo Santana | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O ministro da Educação Camilo Santana (PT) garantiu que o governo federal não tem diferenças com a gestão de Romeu Zema (Novo) em Minas Gerais na hora de formular políticas públicas. Em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO 91,7 na manhã desta terça-feira (19), o ex-governador do Ceará lembrou de iniciativas feitas pelo governo no Estado durante a administração de Lula (PT).</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O ministro da Educação Camilo Santana (PT) garantiu que o governo federal não tem diferenças com a gestão de Romeu Zema (Novo) em Minas Gerais na hora de formular políticas públicas. Em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO 91,7 na manhã desta terça-feira (19), o ex-governador do Ceará lembrou de iniciativas feitas pelo governo no Estado durante a administração de Lula (PT).</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 19 Mar 2024 13:33:43 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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        <![CDATA[<p>O ministro da Educação Camilo Santana (PT) garantiu que o governo federal não tem diferenças com a gestão de Romeu Zema (Novo) em Minas Gerais na hora de formular políticas públicas. Em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO 91,7 na manhã desta terça-feira (19), o ex-governador do Ceará lembrou de iniciativas feitas pelo governo no Estado durante a administração de Lula (PT).</p>]]>
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      <title> Antônio Pitangui de Salvo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Ouça a íntegra da entrevista realizada nesta segunda-feira (18), com Antônio Pitangui de Salvo, Presidente do Sistema Faemg-Senar Minas.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Ouça a íntegra da entrevista realizada nesta segunda-feira (18), com Antônio Pitangui de Salvo, Presidente do Sistema Faemg-Senar Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 18 Mar 2024 14:03:34 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Otoni de Paula | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Querendo ser reconhecido como candidato conservador nas eleições para a Prefeitura do Rio de Janeiro neste ano, o deputado federal e pré-candidato à Prefeitura do Rio de Janeiro pelo MDB, Otoni de Paula, concedeu entrevista, na última terça-feira (12), à reportagem de <strong>O TEMPO em Brasília</strong>.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 15 Mar 2024 12:32:36 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>João Vitor Xavier | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual João Vitor Xavier, presidente do diretório estadual do Cidadania, confirmou que o jornalista Eduardo Costa não será candidato à Prefeitura de Belo Horizonte. Segundo o político, a legenda vai investir em uma chapa de vereadores, já que na atual legislatura o partido não possui nenhum nome na Câmara Municipal. Na disputa pela PBH, o Cidadania deve apoiar outro candidato, sendo o atual prefeito Fuad Noman (PSD) o mais cotado. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 14 Mar 2024 13:09:27 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Luis Augusto Lara Rezende | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Ouça a íntegra da entrevista com Luis Augusto Lara Rezende , presidente da Câmara do Mercado imobiliário realizada nesta quarta-feira (13), durante o Café com Política, da FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Ouça a íntegra da entrevista com Luis Augusto Lara Rezende , presidente da Câmara do Mercado imobiliário realizada nesta quarta-feira (13), durante o Café com Política, da FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 13 Mar 2024 17:27:21 -0100</pubDate>
      <author>o tempo,</author>
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      <title>Bella Gonçalves | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Confira a íntegra da entrevista com a deputada estadual e pré-candidata à prefeitura de Belo Horizonte, Bella Gonçalves, realizada nesta terça-feira (12), durante o Café com Política, da FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Confira a íntegra da entrevista com a deputada estadual e pré-candidata à prefeitura de Belo Horizonte, Bella Gonçalves, realizada nesta terça-feira (12), durante o Café com Política, da FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 12 Mar 2024 17:13:26 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>João Marcelo Dieguez | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Confira a íntegra da entrevista com o prefeito de Nova Lima, João Marcelo Dieguez, realizada nesta segunda-feira (11), durante o Café com Política, da FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 11 Mar 2024 12:32:27 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Deputado Rodrigo Lopes | Café com Política </title>
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        <![CDATA[<p>O Café com Política desta sexta-feira, dia 08 de março, recebe o deputado Rodrigo Lopes, para falar sobre a representatividade da mulher na Assembleia Legislativa de Minas Gerais e das dívidas do estado com a União. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Café com Política desta sexta-feira, dia 08 de março, recebe o deputado Rodrigo Lopes, para falar sobre a representatividade da mulher na Assembleia Legislativa de Minas Gerais e das dívidas do estado com a União. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 08 Mar 2024 12:00:59 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Marcela Trópia | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O Café com Política recebe, nesta quarta (6), a vereadora de Belo Horizonte, Marcela Trópia. Ela falou sobre o clima mais amistoso entre os vereadores na Câmara e os embates com a Prefeitura, envolvendo projetos de lei. Confira. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O Café com Política recebe, nesta quarta (6), a vereadora de Belo Horizonte, Marcela Trópia. Ela falou sobre o clima mais amistoso entre os vereadores na Câmara e os embates com a Prefeitura, envolvendo projetos de lei. Confira. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 06 Mar 2024 13:13:30 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Pablo Figueiredo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente da Rede Sustentabilidade em Belo Horizonte, Pablo Figueiredo, fez duras críticas à atual gestão da prefeitura da capital mineira. Em entrevista ao quadro Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, Figueiredo reclamou das condições dos ônibus urbanos, da remoção de adesivos com identidade visual do setor LGBTQIAPN+ e do corte de árvores na região da Pampulha, para realização da etapa da Stock Car. "Nós vemos que Belo Horizonte tem uma lacuna. Não sei como vocês dão conta de noticiar tanto problema. Nós achamos que a prefeitura vem deixando a desejar nesse sentido", afirmou.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 05 Mar 2024 12:40:50 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Thais Console | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A principal missão do PSOL nas próximas eleições em Minas Gerais é a derrota do governador Romeu Zema (Novo) e da extrema direita. Foi assim que a presidente do PSOL em Minas, Thais Console, resumiu a prioridade do partido no Estado. Em entrevista ao quadro Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, Thais disse que é preciso enfrentar "o que há de mais torpe na política brasileira".</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A principal missão do PSOL nas próximas eleições em Minas Gerais é a derrota do governador Romeu Zema (Novo) e da extrema direita. Foi assim que a presidente do PSOL em Minas, Thais Console, resumiu a prioridade do partido no Estado. Em entrevista ao quadro Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, Thais disse que é preciso enfrentar "o que há de mais torpe na política brasileira".</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 04 Mar 2024 12:33:57 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>A principal missão do PSOL nas próximas eleições em Minas Gerais é a derrota do governador Romeu Zema (Novo) e da extrema direita. Foi assim que a presidente do PSOL em Minas, Thais Console, resumiu a prioridade do partido no Estado. Em entrevista ao quadro Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, Thais disse que é preciso enfrentar "o que há de mais torpe na política brasileira".</p>]]>
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      <title>Irani Gomes | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Ouça a íntegra da entrevista com Irani Gomes, presidente do Sindtanque-MG, realizada nesta sexta-feira (1º) durante o Café com Política, da FM O TEMPO 91,7.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Ouça a íntegra da entrevista com Irani Gomes, presidente do Sindtanque-MG, realizada nesta sexta-feira (1º) durante o Café com Política, da FM O TEMPO 91,7.<br></p>]]>
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      <pubDate>Fri, 01 Mar 2024 14:30:46 -0100</pubDate>
      <author>o tempo</author>
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      <title>Dalmy Freitas de Carvalho | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Ouça a íntegra da entrevista com o secretário de fazenda de Contagem, Dalmy Freitas de Carvalho, realizada nesta quinta-feira (29), durante o Café com Política, da FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 29 Feb 2024 15:58:54 -0100</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <title>Loíde Gonçalves | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Convidada do Café com Política desta quarta-feira (28), a vereadora Loíde Gonçalves (Podemos) acusou as empresas concessionárias do transporte coletivo de Belo Horizonte de não seguirem a lei e atribuiu a responsabilidade à Prefeitura de Belo Horizonte. Loíde for relatora da CPI dos Ônibus Sem Qualidade e, em seu relatório, sugeriu o indiciamento de cinco pessoas, entre elas o superintendente de mobilidade urbana de BH, André Dantas. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 28 Feb 2024 13:19:59 -0100</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <title>Lohanna França | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao programa Café com Política desta terça-feira (27), a deputada estadual Lohanna França (PV) falou sobre a epidemia da dengue vivida em Minas Gerais. Ela destacou que tem cobrado do governo federal a distribuição da vacina, e classificou a atuação do Ministério da Saúde com nota oito. Segundo ela, o governo tem feito o que pode para conseguir o imunizante.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao programa Café com Política desta terça-feira (27), a deputada estadual Lohanna França (PV) falou sobre a epidemia da dengue vivida em Minas Gerais. Ela destacou que tem cobrado do governo federal a distribuição da vacina, e classificou a atuação do Ministério da Saúde com nota oito. Segundo ela, o governo tem feito o que pode para conseguir o imunizante.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 27 Feb 2024 13:31:27 -0100</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao programa Café com Política desta terça-feira (27), a deputada estadual Lohanna França (PV) falou sobre a epidemia da dengue vivida em Minas Gerais. Ela destacou que tem cobrado do governo federal a distribuição da vacina, e classificou a atuação do Ministério da Saúde com nota oito. Segundo ela, o governo tem feito o que pode para conseguir o imunizante.</p>]]>
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      <title>André Luiz Merlo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Ouça a íntegra da entrevista com o prefeito Governador Valadares, André Luiz Merlo, realizada nesta segunda-feira (26), durante o Café com Política, da FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Ouça a íntegra da entrevista com o prefeito Governador Valadares, André Luiz Merlo, realizada nesta segunda-feira (26), durante o Café com Política, da FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 26 Feb 2024 12:59:18 -0100</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <title>Arnaldo Chaves | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Ouça a íntegra da entrevista com o prefeito de Igarapé, Arnaldo Chaves, realizada nesta sexta-feira (23), durante o Café com Política, da FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 23 Feb 2024 13:21:05 -0100</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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      <title>Carlos Viana | Café com Política</title>
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      <description>
        <![CDATA[<p>O senador Carlos Viana (Podemos-MG) afirmou, na manhã desta quinta-feira (22), que “faria a mesma coisa” que Israel tem feito na Faixa de Gaza, caso fosse presidente do Brasil e o país vivesse uma situação semelhante. Em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO 91,7, Viana também disse que o Hamas promove uma “jihad” no Oriente Médio, o equivalente a uma guerra em nome da religião. Segundo ele, o conflito não tem relação com a disputa territorial. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O senador Carlos Viana (Podemos-MG) afirmou, na manhã desta quinta-feira (22), que “faria a mesma coisa” que Israel tem feito na Faixa de Gaza, caso fosse presidente do Brasil e o país vivesse uma situação semelhante. Em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO 91,7, Viana também disse que o Hamas promove uma “jihad” no Oriente Médio, o equivalente a uma guerra em nome da religião. Segundo ele, o conflito não tem relação com a disputa territorial. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 22 Feb 2024 16:37:21 -0100</pubDate>
      <author>O Tempo</author>
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        <![CDATA[<p>O senador Carlos Viana (Podemos-MG) afirmou, na manhã desta quinta-feira (22), que “faria a mesma coisa” que Israel tem feito na Faixa de Gaza, caso fosse presidente do Brasil e o país vivesse uma situação semelhante. Em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO 91,7, Viana também disse que o Hamas promove uma “jihad” no Oriente Médio, o equivalente a uma guerra em nome da religião. Segundo ele, o conflito não tem relação com a disputa territorial. </p>]]>
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      <title>Delegado Marcelo Freitas | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO, o deputado federal, Delegado Marcelo Freitas (União Brasil), falou sobre a medida provisória que  limita a desoneração da folha de pagamento. Confira!<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO, o deputado federal, Delegado Marcelo Freitas (União Brasil), falou sobre a medida provisória que  limita a desoneração da folha de pagamento. Confira!<br></p>]]>
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      <pubDate>Wed, 21 Feb 2024 13:44:16 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O Tempo</author>
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      <title> Gaby Valeska | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política da FM O Tempo, a vereadora de Sarzedo e Presidente da Verbel, Gaby Valeska, afirmou que o que acontece dentro da Prefeitura de Belo Horizonte é completamente diferente do que acontece nas prefeituras de cidades metropolitanas. Confira!<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política da FM O Tempo, a vereadora de Sarzedo e Presidente da Verbel, Gaby Valeska, afirmou que o que acontece dentro da Prefeitura de Belo Horizonte é completamente diferente do que acontece nas prefeituras de cidades metropolitanas. Confira!<br></p>]]>
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      <pubDate>Tue, 20 Feb 2024 12:53:02 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Bruno Engler | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Bruno Engler (PL) afirmou, na manhã desta segunda-feira (19), que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é um “idiota”, após o presidente comparar os atos de Israel em Gaza aos de Hitler contra os judeus no âmbito da Segunda Guerra Mundial. Em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO 91,7, o parlamentar também disse que a declaração do chefe do Executivo federal é uma “vergonha” para diplomacia brasileira. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Bruno Engler (PL) afirmou, na manhã desta segunda-feira (19), que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é um “idiota”, após o presidente comparar os atos de Israel em Gaza aos de Hitler contra os judeus no âmbito da Segunda Guerra Mundial. Em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO 91,7, o parlamentar também disse que a declaração do chefe do Executivo federal é uma “vergonha” para diplomacia brasileira. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 19 Feb 2024 12:23:44 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Bruno Engler (PL) afirmou, na manhã desta segunda-feira (19), que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é um “idiota”, após o presidente comparar os atos de Israel em Gaza aos de Hitler contra os judeus no âmbito da Segunda Guerra Mundial. Em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO 91,7, o parlamentar também disse que a declaração do chefe do Executivo federal é uma “vergonha” para diplomacia brasileira. </p>]]>
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      <title>Wagner Ferreira | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vice-líder do prefeito Fuad Noman (PSD) na Câmara Municipal de Belo Horizonte, o vereador Wagner Ferreira (PDT), afirmou que “não vê clima” para uma <a href="https://www.otempo.com.br/politica/gabriel-dispara-contra-aro-e-fuad-apos-camara-abrir-novo-processo-de-cassacao-1.3287696"><strong>eventual cassação do presidente da Casa,</strong></a> Gabriel Azevedo (sem partido). Em entrevista ao <strong>Café com Política da FM O TEMPO 91,7,</strong> o pedetista disse que a briga entre o Executivo e Gabriel foi “muito ruim” para a imagem do Legislativo e afirmou que acredita num 2024 mais voltado às demandas da população. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O vice-líder do prefeito Fuad Noman (PSD) na Câmara Municipal de Belo Horizonte, o vereador Wagner Ferreira (PDT), afirmou que “não vê clima” para uma <a href="https://www.otempo.com.br/politica/gabriel-dispara-contra-aro-e-fuad-apos-camara-abrir-novo-processo-de-cassacao-1.3287696"><strong>eventual cassação do presidente da Casa,</strong></a> Gabriel Azevedo (sem partido). Em entrevista ao <strong>Café com Política da FM O TEMPO 91,7,</strong> o pedetista disse que a briga entre o Executivo e Gabriel foi “muito ruim” para a imagem do Legislativo e afirmou que acredita num 2024 mais voltado às demandas da população. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 15 Feb 2024 12:24:57 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O Tempo</author>
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        <![CDATA[<p>O vice-líder do prefeito Fuad Noman (PSD) na Câmara Municipal de Belo Horizonte, o vereador Wagner Ferreira (PDT), afirmou que “não vê clima” para uma <a href="https://www.otempo.com.br/politica/gabriel-dispara-contra-aro-e-fuad-apos-camara-abrir-novo-processo-de-cassacao-1.3287696"><strong>eventual cassação do presidente da Casa,</strong></a> Gabriel Azevedo (sem partido). Em entrevista ao <strong>Café com Política da FM O TEMPO 91,7,</strong> o pedetista disse que a briga entre o Executivo e Gabriel foi “muito ruim” para a imagem do Legislativo e afirmou que acredita num 2024 mais voltado às demandas da população. </p>]]>
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      <title>Guilherme Duarte Faria | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO, o Presidente da Copasa, Guilherme Duarte Faria, falou sobre as mudanças, as dívidas, os prejuízos e sobre a possibilidade de federalização da Companhia. Confira!</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO, o Presidente da Copasa, Guilherme Duarte Faria, falou sobre as mudanças, as dívidas, os prejuízos e sobre a possibilidade de federalização da Companhia. Confira!</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 14 Feb 2024 12:16:30 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Thiago de Almeida | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador e presidente da Câmara Municipal de Nova Lima, Thiago de Almeida (PT), explicou como o município enfrenta a desigualdade de renda, uma das maiores do país. Em entrevista ao quadro Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, o vereador disse que Nova Lima criou um programa próprio de transferência de renda. "A gente tem a maior concentração de pessoas com maior riqueza dentro do município, devido aos condomínios. Isso é fato. E a gente tem também as dificuldades de desigualdade social no nosso município, igual o país inteiro tem. A gente tem um programa que foi passado pela Câmara, um programa fora de série, que talvez seja uma solução pra muitos municípios. É um programa próprio de transferência de renda, o Nova Renda. Nós vamos chegar a atender 9 mil famílias", explicou.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 13 Feb 2024 12:02:22 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Wanderlei Porto | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador Wanderlei Porto (PRD) disse que o contrato de 20 anos feito pela Prefeitura de Belo Horizonte com as empresas de ônibus urbanos, ocorrido em 2008, foi uma licitação "viciada" para explorar a capital mineira. Em entrevista ao quadro Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, o vereador disse que a situação abusiva ficou evidente nas apurações feitas pela CPI da Caixa-Preta, instalada na Câmara Municipal. "Mostramos na CPI da Caixa-Preta, no início do mandato, que foi uma licitação toda orquestrada, toda viciada, e que não tinha como dar certo".</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O vereador Wanderlei Porto (PRD) disse que o contrato de 20 anos feito pela Prefeitura de Belo Horizonte com as empresas de ônibus urbanos, ocorrido em 2008, foi uma licitação "viciada" para explorar a capital mineira. Em entrevista ao quadro Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, o vereador disse que a situação abusiva ficou evidente nas apurações feitas pela CPI da Caixa-Preta, instalada na Câmara Municipal. "Mostramos na CPI da Caixa-Preta, no início do mandato, que foi uma licitação toda orquestrada, toda viciada, e que não tinha como dar certo".</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 12 Feb 2024 12:12:59 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O vereador Wanderlei Porto (PRD) disse que o contrato de 20 anos feito pela Prefeitura de Belo Horizonte com as empresas de ônibus urbanos, ocorrido em 2008, foi uma licitação "viciada" para explorar a capital mineira. Em entrevista ao quadro Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, o vereador disse que a situação abusiva ficou evidente nas apurações feitas pela CPI da Caixa-Preta, instalada na Câmara Municipal. "Mostramos na CPI da Caixa-Preta, no início do mandato, que foi uma licitação toda orquestrada, toda viciada, e que não tinha como dar certo".</p>]]>
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      <title>Alexandre Silveira | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O ministro de Minas e Energia Alexandre Silveira afirmou que as obras de duplicação da BR-381 vão levar quase uma década para serem entregues, portanto provavelmente terminaria com o presidente Lula (PT) fora do Palácio do Planalto. Nessa quinta-feira (8), o governo federal anunciou a inclusão da intervenção entre BH e Caeté na terceira edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 3), após o fracasso em três leilões que passariam o investimento à iniciativa privada.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 09 Feb 2024 16:30:29 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Marcelo Crivella | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Marcelo Crivella (Republicanos) afirmou em entrevista ao Café com Política, da FM O Tempo, que a Bancada Evangélica da Câmara dos Deputados precisa ter “sabedoria” e “manter o diálogo” com o Governo Federal. O ex-prefeito do Rio de Janeiro e apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ainda disse que apesar das “controvérsias”, a gestão do presidente Lula (PT) “tenta falar com os evangélicos”.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Marcelo Crivella (Republicanos) afirmou em entrevista ao Café com Política, da FM O Tempo, que a Bancada Evangélica da Câmara dos Deputados precisa ter “sabedoria” e “manter o diálogo” com o Governo Federal. O ex-prefeito do Rio de Janeiro e apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), ainda disse que apesar das “controvérsias”, a gestão do presidente Lula (PT) “tenta falar com os evangélicos”.<br></p>]]>
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      <pubDate>Thu, 08 Feb 2024 13:40:29 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Vittorio Medioli | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Betim, Vittorio Medioli, criticou a omissão do governo de Minas Gerais por não tomar frente na elaboração do projeto de lei que alterou os critérios de distribuição do ICMS da Educação no Estado. Segundo ele, ao deixar a construção do texto a cargo do líder de governo na Assembleia Legislativa, o Executivo estadual “lavou as mãos” e sancionou uma lei que prejudicou municípios com maior número de alunos. Isso porque a nova legislação desconsidera o quantitativo de matrículas e baseia-se na repartição de recursos principalmente no desempenho dos estudantes. <br></p>]]>
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      <pubDate>Wed, 07 Feb 2024 12:35:13 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Gilberto Castro | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO, o presidente da Belotur, Gilberto Castro, disse que está satisfeito com as novidades do carnaval de BH  e também afirmou que a folia teve o apoio do prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman.<br></p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO, o presidente da Belotur, Gilberto Castro, disse que está satisfeito com as novidades do carnaval de BH  e também afirmou que a folia teve o apoio do prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman.<br></p>]]>
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      <pubDate>Tue, 06 Feb 2024 13:20:47 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Cássio Soares | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente do PSD em Minas Gerais, deputado estadual Cássio Soares, afirmou que espera uma “retribuição” do PT na eleição municipal em Belo Horizonte, em alusão a um apoio petista ao atual prefeito Fuad Noman (PSD). Vale lembrar que a legenda do presidente Lula (PT) já tem um pré-candidato na cidade, o deputado federal Rogério Correia (PT-MG). </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O presidente do PSD em Minas Gerais, deputado estadual Cássio Soares, afirmou que espera uma “retribuição” do PT na eleição municipal em Belo Horizonte, em alusão a um apoio petista ao atual prefeito Fuad Noman (PSD). Vale lembrar que a legenda do presidente Lula (PT) já tem um pré-candidato na cidade, o deputado federal Rogério Correia (PT-MG). </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 06 Feb 2024 12:09:27 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O presidente do PSD em Minas Gerais, deputado estadual Cássio Soares, afirmou que espera uma “retribuição” do PT na eleição municipal em Belo Horizonte, em alusão a um apoio petista ao atual prefeito Fuad Noman (PSD). Vale lembrar que a legenda do presidente Lula (PT) já tem um pré-candidato na cidade, o deputado federal Rogério Correia (PT-MG). </p>]]>
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      <title>Margarida Salomão | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão (PT), classificou como “um desastre completo” as normas que alteraram os critérios para distribuição do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da Educação em Minas Gerais. A prefeitura da cidade da Zona da Mata estima prejuízo de R$ 30 milhões em 2024 com a mudança na regra, que passou a considerar o desempenho escolar como principal balizador para a distribuição dos recursos entre os municípios mineiros. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>A prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão (PT), classificou como “um desastre completo” as normas que alteraram os critérios para distribuição do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da Educação em Minas Gerais. A prefeitura da cidade da Zona da Mata estima prejuízo de R$ 30 milhões em 2024 com a mudança na regra, que passou a considerar o desempenho escolar como principal balizador para a distribuição dos recursos entre os municípios mineiros. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 02 Feb 2024 12:25:18 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:subtitle>A prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão (PT), classificou como “um desastre completo” as normas que alteraram os critérios para distribuição do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da Educação em Minas Gerais. A prefeitura da ci</itunes:subtitle>
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      <title>Pinheirinho | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Pinheirinho, presidente do Partido Progressistas (PP) em Minas Gerais, criticou as relações com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e com o governador Romeu Zema (Novo). Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, o parlamentar disse que os dois executivos pecam na interlocução com os legislativos.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 01 Feb 2024 12:34:32 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Bárbara Botega | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A secretária adjunta de Comunicação do Estado de Minas Gerais, Bárbara Botega, afirmou na manhã desta quarta-feira (31), que o prefeito de BH Fuad Noman (PSD) foi quem pediu apoio ao governo estadual para ajudar no Carnaval da capital mineira. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 31 Jan 2024 12:40:35 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Danilo Borges Matias | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Três semanas. Esse deve ser o tempo necessário para a dengue chegar ao seu ápice de diagnósticos em BH neste ano, prevê o secretário municipal de Saúde Danilo Borges Matias. Ele concedeu entrevista exclusiva ao Café com Política da FM O TEMPO 91,7 na manhã desta terça-feira (30) e afirmou que a crise deste ano deve ser comparada às de 2019 e 2016.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 30 Jan 2024 11:46:01 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Luizinho | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Luizinho (PT) acusou o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), de não se esforçar o suficiente para renegociar a dívida pública do Estado com a União. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta segunda-feira (29), o parlamentar afirmou que o chefe do Executivo estaria em situação “muito confortável”, por ter conseguido suspender o pagamento dos juros da dívida desde que assumiu o governo, em 2019. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 29 Jan 2024 12:37:43 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Orlando Silva | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o deputado federal, Orlando Silva (PCdoB-SP), falou sobre "PL das Fake News" e as camadas de discussão do projeto de lei 2630/2020 na Câmara. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 26 Jan 2024 12:00:02 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>General Amaro | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista exclusiva a O TEMPO Brasília, o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Marco Antônio Amaro, falou sobre a implementação da Política Nacional de Cibersegurança no país para evitar ataques hackers. O general também explicou sobre a segurança do Palácio do Planalto e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além da sua relação com a Polícia Federal (PF). O general Amaro também comentou sobre a polêmica do papel do GSI nos atos de 8 de janeiro e a aproximação do petista com os militares das Forças Armadas.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 25 Jan 2024 12:06:03 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Lucas Silva | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vice-prefeito de Sabará, Lucas Silva (PP), sinalizou o interesse em ser o sucessor do atual chefe do Executivo municipal, Wander Borges (PSB), e deve se colocar como pré-candidato à prefeitura da cidade nas eleições deste ano. Em entrevista ao Café com Política desta quarta-feira (24), na <strong>FM O TEMPO 91,7</strong>, Silva declarou se sentir preparado para a disputa e defendeu a continuidade do trabalho desenvolvido pela atual gestão. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>O vice-prefeito de Sabará, Lucas Silva (PP), sinalizou o interesse em ser o sucessor do atual chefe do Executivo municipal, Wander Borges (PSB), e deve se colocar como pré-candidato à prefeitura da cidade nas eleições deste ano. Em entrevista ao Café com Política desta quarta-feira (24), na <strong>FM O TEMPO 91,7</strong>, Silva declarou se sentir preparado para a disputa e defendeu a continuidade do trabalho desenvolvido pela atual gestão. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 24 Jan 2024 12:08:29 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>O vice-prefeito de Sabará, Lucas Silva (PP), sinalizou o interesse em ser o sucessor do atual chefe do Executivo municipal, Wander Borges (PSB), e deve se colocar como pré-candidato à prefeitura da cidade nas eleições deste ano. Em entrevista ao Café com Política desta quarta-feira (24), na FM O TEMPO 91,7, Silva declarou se sentir preparado para a disputa e defendeu a continuidade do trabalho desenvolvido pela atual gestão. </itunes:summary>
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      <title>Paulo Abi-Ackel | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal e presidente do PSDB em Minas Gerais, Paulo Abi-Ackel, não descartou a possibilidade de o partido abrir mão de uma cabeça de chapa na disputa pelo governo do Estado em 2026 e acenou para uma eventual tentativa de aliança com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), nome que ganha força como potencial candidato a substituto de Romeu Zema (Novo) na chefia do Executivo estadual. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 23 Jan 2024 13:43:27 -0100</pubDate>
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      <title>Leandro César Pereira | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O secretário Municipal de Obras e Infraestrutura de Belo Horizonte, Leandro César Pereira, explicou por que a capital mineira sofre tanto com alagamentos. O secretário listou as obras que a prefeitura tem implementado para enfrentar o problema.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 22 Jan 2024 13:32:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Álvaro Damião | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador de Belo Horizonte Álvaro Damião (União Brasil) avalia que a Câmara Municipal colocou os problemas da cidade em segundo plano em 2023 ao priorizar o embate político e os “nichos eleitorais”, em vez de valorizar pautas de interesse coletivo para o desenvolvimento da capital. “É muito individualismo. O vereador tem a tese dele sobre determinado ponto e dá o mundo para que aquilo se torne uma verdade para os outros 40 vereadores. E não é por aí, a política se constrói é com diálogo, conversando com as pessoas e mostrando ao outro vereador porque você acha que aquilo é importante. Faltou discutir a cidade”, declarou o parlamentar, em entrevista ao Café com Política desta sexta-feira (19), no programa O Tempo News, da FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 19 Jan 2024 13:41:57 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Rafael Martins | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Rafael Martins negou qualquer tipo de racha no PSD, o seu partido, em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO, na manhã desta quinta-feira (18). Apesar disso, o parlamentar relatou que não tem proximidade com o prefeito de BH, Fuad Noman (PSD). </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 18 Jan 2024 13:54:29 -0100</pubDate>
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      <title>Claudiney Dulim | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao quadro Café com Política da FM O TEMPO 91.7, nesta quarta-feira (17), ele explicou que Fuad tentou alterar a estrutura administrativa para fortalecer as administrações regionais da capital para abrir espaços políticos e agilizar o atendimento de demandas de vereadores, mas lamentou que esta proposta não avançou.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 17 Jan 2024 12:20:57 -0100</pubDate>
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      <title>Jarbas Soares Júnior | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O procurador geral de Justiça e chefe do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), Jarbas Soares Júnior, disse, em entrevista exclusiva ao <strong>Café com Política da FM O TEMPO 91,7, </strong>que não tem pretensão de concorrer a cargos públicos ligados à política partidária. Ele deixará a Procuradoria Geral no fim de 2024, após dois mandatos de dois anos cada. O nome dele é ventilado com frequência como um potencial candidato em Minas Gerais em 2026, até mesmo como vice-governador. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 16 Jan 2024 12:53:07 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Cristiano Silveira | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Mesmo apoiando o debate encabeçado pelo presidente do Senado, o mineiro Rodrigo Pacheco (PSD), que propôs entregar empresas estatais mineiras ao governo federal para abater o valor na dívida que Minas Gerais tem com a União, o deputado estadual Cristiano Silveira, presidente do PT de Minas, jogou dúvidas sobre a proposta de federalizar Cemig e Copasa.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 15 Jan 2024 12:57:26 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Fabrício Souza Duarte | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O especialista em Direito Público, Fabrício Souza Duarte, avalia que a escolha do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, para comandar o Ministério da Justiça no governo Lula (PT) foi correta do ponto de vista técnico. O especialista destaca que a indicação pode ser questionada politicamente, por causa de algumas decisões políticas em casos relacionados ao presidente, mas que o histórico de decisões de Lewandowski é coerente. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 12 Jan 2024 12:31:19 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Nozinho | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao quadro Café com Política da FM O TEMPO 91.7 nesta quinta-feira (11), o prefeito de São Gonçalo do Rio Abaixo, Nozinho, comentou o anúncio feito pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, que colocou o leilão do trecho da BR-381, como uma prioridade para o governo do presidente Lula (PT). A rodovia é uma das principais ligações de Belo Horizonte com o Leste de Minas e região do Vale do Aço, além de ser o principal acesso da capital ao litoral do Espírito Santo. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 11 Jan 2024 13:16:00 -0100</pubDate>
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      <title>Samuel Viana | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal mineiro Samuel Viana, atualmente no Republicanos, criticou a postura política adotada pelo PL do ex-presidente Jair Bolsonaro diante dos temas debatidos no Congresso Nacional. Na avaliação do parlamentar, a legenda tem optado por a posição de ser “contra tudo” com o intuito de apenas atrapalhar o governo Lula e justificou que esta foi a razão pela qual negociou sua saída do partido pelo qual foi eleito. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 10 Jan 2024 13:10:09 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Pedro Bruno | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO, o Secretário de Estado de Infraestrutura e Mobilidade, Pedro Bruno, falou sobre as principais entregas alcançadas em 2023.</p>
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      <pubDate>Tue, 09 Jan 2024 12:22:37 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Juliano Lopes | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vice-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH), vereador Juliano Lopes (Agir), partiu para o ataque em relação ao presidente da Casa, vereador Gabriel Azevedo (sem partido), durante entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91.7, na manhã desta sexta-feira (5). Ele cobra que Gabriel cumpra um acordo que teria sido feito na eleição da Mesa da Câmara e renuncie ao cargo de presidente neste início de 2024. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 05 Jan 2024 14:21:59 -0100</pubDate>
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      <title>Flávio Roscoe | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Flávio Roscoe, alerta que “engana-se” quem acredita que o debate sobre a Reforma Tributária já acabou. Ele afirmou que ainda não é possível afirmar se as alterações nas regras tributárias do Brasil foram positivas ou não. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 04 Jan 2024 12:27:25 -0100</pubDate>
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      <title>Dandara Tonantzin  | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A deputada federal Dandara Tonantzin (PT) justificou a ausência do presidente Lula (PT) a Minas Gerais durante seu primeiro ano de mandato, mas afirmou que o Estado está entre as prioridades do governo petista para o próximo ano, de olho na corrida eleitoral pelas prefeituras mineiras. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 03 Jan 2024 12:24:37 -0100</pubDate>
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      <title>Deltan Dallagnol | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O ex-deputado federal e ex-procurador da operação Lava Jato, Deltan Dallagnol (Novo-PR), fez duras críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e acusou ministros da Corte de praticarem ativismo político e abuso de poder. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, desta sexta-feira, o ex-parlamentar afirmou ser difícil apontar acertos na atuação dos magistrados e declarou que a cúpula do Judiciário age no "modo vingança" contra aqueles que se posicionam como oposição ao governo Lula. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 29 Dec 2023 12:05:28 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:summary>O ex-deputado federal e ex-procurador da operação Lava Jato, Deltan Dallagnol (Novo-PR), fez duras críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e acusou ministros da Corte de praticarem ativismo político e abuso de poder. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, desta sexta-feira, o ex-parlamentar afirmou ser difícil apontar acertos na atuação dos magistrados e declarou que a cúpula do Judiciário age no "modo vingança" contra aqueles que se posicionam como oposição ao governo Lula. </itunes:summary>
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      <title>Eduardo Girão | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O senador Eduardo Girão (Novo-CE) criticou a atuação do Judiciário brasileiro e afirmou que seus representantes têm agido como “um tribunal político”. Sem citar nomes de magistrados, o parlamentar ainda condenou diretamente a atuação dos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante as últimas eleições gerais e acusou a Corte de atuar como um partido. “A gente tem que analisar a situação fria. E esse partido político pareceu privilegiar explicitamente um lado, que foi o Lula. É como se o sistema quisesse cuspir fora o (ex-presidente da República Jair) Bolsonaro”, declarou Girão, em entrevista ao Café com Política, desta quinta-feira (28), na FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 28 Dec 2023 12:01:09 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>João Marcelo Dieguez | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Nova Lima, João Marcelo Dieguez (Cidadania), considera que a reforma tributária – aprovada no último dia 15 de dezembro após votação histórica na Câmara dos Deputados – vai punir municípios que investiram em diversificação econômica. Em entrevista ao Café com Política desta quarta-feira (27), Dieguez ponderou que a mudança no modelo tributário era necessária para o país, mas questionou os critérios para compartilhamento de recursos do Imposto sobre Bens e Serviços (IVA), que levará em conta principalmente a proporção da população das cidades. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 27 Dec 2023 11:55:38 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Bruno Miranda | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador Bruno Miranda (PDT), líder do governo Fuad Noman (PSD) na Câmara Municipal de Belo Horizonte, lamenta o clima tenso entre o prefeito e os vereadores da capital, mas espera que o próximo ano seja marcado por mais “harmonia” entre os poderes. </p>]]>
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      <pubDate>Tue, 26 Dec 2023 12:14:47 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Romeu Zema | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O governador Romeu Zema (Novo) lamentou, nesta sexta-feira (22), em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91.7, a ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Minas Gerais. Apesar da vitória do petista no Estado nas últimas eleições, Lula ainda não realizou visitas a Minas Gerais, o que tem gerado descontentamento nos bastidores até mesmo entre os parlamentares governistas mineiros</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 22 Dec 2023 11:44:37 -0100</pubDate>
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      <title>Tadeuzinho | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputado Tadeu Martins Leite (MDB) fez várias críticas à atuação política da administração estadual. Nos últimos meses o governador mineiro foi muito questionado por pressionar os deputados para aprovação do Regime de Recuperação Fiscal (RRF) ao invés de buscar alternativas junto ao governo federal. Confira!</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 21 Dec 2023 13:45:18 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Luísa Barreto | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Luísa Barreto, secretária de Planejamento e Gestão do governo estadual, vai para sua segunda disputa pela prefeitura da capital mineira. Ela vai concorrer pelo Partido Novo, legenda de Romeu Zema. Em sua primeira tentativa ela disputou o pleito ainda pelo PSDB, sua legenda de origem.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 21 Dec 2023 12:30:41 -0100</pubDate>
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      <title>Christopher Laguna | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Cotado para filiar-se ao Novo já nos próximos dias, o presidente estadual da legenda em Minas Gerais, Christopher Laguna, acredita que o nome do senador Cleitinho (Republicanos) irá trazer apelo popular e a "emoção" que falta ao partido. Em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO 91.7, Laguna admitiu que as negociações para a filiação do parlamentar estão avançadas. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 21 Dec 2023 09:49:24 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Domingos Sávio | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o deputado federal, Domingos Sávio (PL), criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e disse não concordar com decisões do Supremo Tribunal Federal. O deputado também elogiou Mateus Simões e demonstrou interesse em apoiar o vice-governador nas eleições de 2026. A declaração chama a atenção, já que o PL deve ter candidatura própria ao governo de Minas, no caso o deputado federal Nikolas Ferreira.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, o deputado federal, Domingos Sávio (PL), criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e disse não concordar com decisões do Supremo Tribunal Federal. O deputado também elogiou Mateus Simões e demonstrou interesse em apoiar o vice-governador nas eleições de 2026. A declaração chama a atenção, já que o PL deve ter candidatura própria ao governo de Minas, no caso o deputado federal Nikolas Ferreira.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 19 Dec 2023 14:04:42 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Rogério Correia | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Mesmo com a insatisfação da deputada estadual Bella Gonçalves (Psol) com uma eventual associação com o PT, como mostrou o Aparte nesta segunda-feira (18/12), o deputado federal Rogério Correia (PT-MG) voltou a defender uma aliança entre as legendas de esquerda em Belo Horizonte em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 18 Dec 2023 12:19:48 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Gustavo Barbosa | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O secretário de Estado de Fazenda do Governo de Minas, Gustavo Barbosa, afirma ter recebido com tranquilidade e alegria a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que ampliou por 120 dias o prazo para que o pagamento da dívida de Minas com a União – com cifras de aproximadamente R$ 160 bilhões – fosse suspenso.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 15 Dec 2023 11:44:33 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Lohanna França | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A deputada estadual Lohanna França (PV) disse, na manhã desta quinta-feira (14), que as discussões sobre a dívida fiscal de aproximadamente R$ 160 bilhões que Minas Gerais tem com a União também precisam passar pelas receitas geradas pelo governo de Romeu Zema (Novo). Para a parlamentar, muito se fala sobre a despesa que o estado tem, mas não há discussão sobre alternativas para ampliar o dinheiro que entra no caixa. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 14 Dec 2023 13:22:53 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Rodrigo Lopes | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Rodrigo Lopes (UNIÃO) criticou a “falta de política” do governador Romeu Zema na construção de uma alternativa ao Regime de Recuperação Fiscal. O deputado considera que Zema protelou a construção de uma solução e ainda critica os principais agentes que podem, segundo ele, construírem uma solução: o senador Rodrigo Pacheco (PSD) e o presidente Lula (PT).</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 13 Dec 2023 14:03:40 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Fuad Noman | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Um dia após a Câmara Municipal de Belo Horizonte aprovar o orçamento da cidade, com previsão de déficit de R$ 180 milhões para 2024, o prefeito Fuad Noman (PSD) minimizou o impacto da projeção orçamentária nas contas públicas e garantiu que a capital mineira fechará o próximo ano com saldo positivo. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, Fuad explicou que o primeiro passo será a edição de um decreto, em janeiro, para contingenciamento de despesas.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 12 Dec 2023 11:57:02 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Ciro Pereira | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O Café com Política desta segunda-feira recebe o vereador e primeiro secretário da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Ciro Pereira. Ele falou sobre as propostas que tramitam na casa e sobre o futuro da cidade.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 11 Dec 2023 13:52:58 -0100</pubDate>
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      <title>Gustavo Valadares | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, o secretário de Estado de Governo de Minas Gerais, Gustavo Valadares, afirmou que o plano do Estado para a dívida com a União é aderir ao RRF e negociar a proposta do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) em paralelo. O secretário frisou que o prazo que vence em 20 de dezembro para o fim da carência é, atualmente, o maior problema de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 07 Dec 2023 11:13:20 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Braulio Lara | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador Braulio Lara (Novo) disse que o maior contrassenso que existe em Belo Horizonte é o grande número de moradores de rua, apesar dos equipamentos públicos de assistência social. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, o vereador, que é presidente da CPI da População em situação de rua, disse que a Prefeitura de Belo Horizonte precisa responder por que essas pessoas não conseguem chegar aos serviços públicos de assistência social. "Esses serviços todos que a prefeitura disponibiliza e que são necessários têm que dar conta de tirar essas pessoas de uma vida indigna, desumana e que está acontecendo nas ruas de Belo Horizonte", disse. "A grande questão é: a gente está realmente conseguindo resolver o problema ou a gente está, na verdade, preservando o problema a interesse de pessoas que vivem, infelizmente, da indústria da miséria", completou.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 06 Dec 2023 12:02:28 -0100</pubDate>
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        <![CDATA[<p>O presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Gabriel Azevedo (sem partido), voltou a reconhecer erros na relação com vereadores e pediu desculpas por excessos cometidos, mas reforçou que não cometeu nenhum tipo de crime que justificasse sua cassação. "Ser um presidente que tem a minha postura, e todo mundo conhece a minha postura, que é rígida mesmo no combate à corrupção, na transparência, na moralidade, eu sei que incomoda alguns", disse em entrevista à FM O TEMPO 91,7, nesta terça-feira (5).</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 05 Dec 2023 12:08:19 -0100</pubDate>
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      <title>Braga Netto | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O Partido Liberal (PL) tem intensificado as articulações políticas nos municípios para tentar atingir a meta de eleger prefeitos em ao menos 1.000 cidades do país em 2024, declarou o ex-ministro do governo Bolsonaro e secretário Nacional de Relações Institucionais do partido, general Walter Braga Netto. "Nós não falamos em 2026, esse é um próximo passo. Estamos focados em 2024. Nosso foco são as prefeituras e vereadores para criar uma base", ressaltou a liderança da legenda em entrevista ao Café com Política desta segunda-feira (4), na FM O TEMPO 91,7. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 04 Dec 2023 11:51:47 -0100</pubDate>
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      <title>Tadeu Martins | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A tramitação do projeto de lei que autoriza a adesão de Minas Gerais ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) pode ser interrompida a qualquer momento na Assembleia Legislativa (ALMG), caso o governo do Estado consiga mais prazo para negociar a dívida pública com a União, afirmou, nesta sexta-feira, o presidente da Casa, Tadeu Martins Leite, o Tadeuzinho (MDB). Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, o deputado estadual afirmou estar confiante de que a Justiça prorrogará a liminar que permitiu ao governo Zema descontinuar temporariamente o pagamento do débito. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 01 Dec 2023 14:09:10 -0100</pubDate>
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      <title>Edilene Lôbo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A ministra substituta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Edilene Lôbo avisou que a Corte redobrará a atenção em 2024 às tentativas dos partidos políticos de forjarem candidaturas femininas para driblar a lei e não perderem recursos do fundo partidário. O que algumas legendas fizeram nas últimas eleições foi inscrever o mínimo de 30% de candidatas mulheres, com algumas de fachada no pleito, e que não tiveram investimentos de campanha e, muito menos votos. Em entrevista a O TEMPO, em Brasília, Edilene disse acreditar que os movimentos com resultados em favor da equidade de gêneros nos espaços de poder e, principalmente, na política ainda caminham “em uma velocidade que não parece ser a melhor”. </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 30 Nov 2023 11:02:59 -0100</pubDate>
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      <title>Maria Clara Marra | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A deputada estadual Maria Clara Marra (PSDB), integrante do bloco governista Avança Minas, criticou o governador Romeu Zema (Novo). Em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO 91,7, nesta quarta-feira (29), ela pediu mais empenho do governador nas cidades do interior. Em seu primeiro mandato, ela é filha do prefeito de Patrocínio, no Alto Paranaíba, Deiró Marra (União Brasil).</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 29 Nov 2023 11:39:45 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Wanderley Porto | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador Wanderley Porto (Patriota) espera que o fim das carroças movidas por tração animal em Belo Horizonte seja um exemplo não só para cidades da região metropolitana, mas para todo o Brasil. O projeto de lei sobre o tema, de autoria do parlamentar, foi sancionado nesta segunda-feira (27) pelo prefeito Fuad Noman (PSD). A proposta inicialmente previa um prazo de dez anos para acabar com a prática, mas o período foi reduzido para cinco anos, dos quais três já se passaram. Assim, a partir de janeiro de 2026, passa a ser proibido na capital mineira o tráfego destes veículos.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 28 Nov 2023 12:36:47 -0100</pubDate>
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      <itunes:summary>O vereador Wanderley Porto (Patriota) espera que o fim das carroças movidas por tração animal em Belo Horizonte seja um exemplo não só para cidades da região metropolitana, mas para todo o Brasil. O projeto de lei sobre o tema, de autoria do parlamentar, foi sancionado nesta segunda-feira (27) pelo prefeito Fuad Noman (PSD). A proposta inicialmente previa um prazo de dez anos para acabar com a prática, mas o período foi reduzido para cinco anos, dos quais três já se passaram. Assim, a partir de janeiro de 2026, passa a ser proibido na capital mineira o tráfego destes veículos.</itunes:summary>
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      <title>Aécio Neves | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Aécio Neves (PSDB) vai apresentar uma nova proposta, alternativa ao Regime de Recuperação Fiscal do governador Romeu Zema (Novo) e também à proposta que inclui a federalização do senador Rodrigo Pacheco (PSD). O ex-governador de Minas discorda, principalmente, do tratamento que tem sido dado às estatais mineiras, apresentadas como objeto de barganha para diminuir o total da dívida de Minas com a União, hoje estimada em cerca de R$ 165 bilhões. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 24 Nov 2023 17:21:08 -0100</pubDate>
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      <title>Jozeli Rosa | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A nova presidente do PSOL em Belo Horizonte, Jozeli Rosa, disse que é preciso mexer com as estruturas da política. Segundo ela, existe uma hegemonia de homens brancos heterossexuais nos lugares de tomada de decisões. "É preciso a gente perguntar qual grupo social, étnico, econômico, que decide esse projeto político. Sentimos falta de mais mulheres na política, mais pessoas da periferia, dos quilombos construindo efetivamente e transformando a realidade das pessoas que mais necessitam", disse em entrevista ao Café com Política da FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 23 Nov 2023 16:39:34 -0100</pubDate>
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      <title>Natanael dos Santos | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O professor, pesquisador e palestrante Natanael dos Santos, que estuda a história dos negros e da africanidade no Brasil, destacou que o caminho para combater o racismo estrutural passa pela educação, pelo ensino das africanidades e pela naturalização da cultura e das características físicas das pessoas negras. Em entrevista à FM O TEMPO 91,7, o professor defendeu as cotas como forma de fazer uma compensação histórica. “O negro ainda não está em uma igualdade social. Apenas em 1938 o negro teve direito à escola sem carta. Por isso eu sou a favor de cotas em universidades, no mercado, no serviço público, em tudo. O negro tem um ascensão mais lenta por causa de nossa história. A gente pulou a linha do tempo”.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 22 Nov 2023 12:40:23 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Reginaldo Lopes | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Reginaldo Lopes (PT) afirmou que a proposta de adesão ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) apresentada pelo governador Romeu Zema (Novo) é “incoerente” e “inviável”. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta terça-feira (21), o parlamentar destacou que “o governador Zema só conseguiu manter as contas em dia porque não pagou os juros da dívida com a União, e o Pimentel não conseguiu manter as contas em dia porque ele pagou os juros da dívida com a União”.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 21 Nov 2023 12:56:20 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Alexandre Silveira | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, definiu o governo de Romeu Zema (Novo) como “gestão fracassada” e “período obscuro”. Ele fez duras críticas ao Executivo mineiro e atacou, principalmente, à ausência de ações do governador para solucionar as dívidas e equilibrar as contas de Minas. “O governador Romeu Zema é o único governador na história de Minas Gerais que não pagou um centavo da dívida pública com a União”, destacou o ministro, em entrevista ao quadro Café com Política, da FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 20 Nov 2023 12:19:03 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Dayana Morais | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, recebeu, nesta sexta-feira (17), a Dayana Morais, coordenadora de Desenvolvimento e Mobilização da Legisla Brasil. Ela falou sobre a ferramenta desenvolvida pela plataforma para avaliar o desempenho dos 513 deputados federais no período entre fevereiro e o início de outubro deste ano. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 17 Nov 2023 12:49:54 -0100</pubDate>
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      <title>Luiz Fernando Faria | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O coordenador da bancada mineira no Congresso Nacional, deputado Luiz Fernando Faria (PSD), avaliou que a resistência do governador Romeu Zema (Novo) em articular com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atrapalha a resolução de problemas estaduais, como por exemplo buscar uma solução para a dívida de Minas Gerais com a União. O parlamentar concedeu entrevista a O TEMPO.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 16 Nov 2023 11:38:08 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Coronel Sandro | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Coronel Sandro (PL) avalia que o governo de Romeu Zema (Novo) precisa encontrar uma solução para lidar com o superendividamento de Minas Gerais sem que seja necessário aderir ao atual modelo do Regime de Recuperação Fiscal (RRF). Para o parlamentar, as condições impostas para pagamento da dívida com a União são “draconianas” e será preciso articulação política para viabilizar a revisão da Lei Complementar 159, que dispõe sobre as condições para que Estados endividados possam renegociar débitos com o governo federal. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 15 Nov 2023 13:00:00 -0100</pubDate>
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      <title>Iza Menezes | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A prefeita de Nepomuceno, Iza Menezes (PSD), disse que a situação financeira do Estado é “preocupante”, o que se reflete diretamente nos cofres dos municípios mineiros. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta terça-feira (14), ela mencionou as medidas de compensação aprovadas pelo Congresso em relação ao ICMS e ao Fundo de Participação dos Municípios, que agora dependem da sanção do presidente Lula (PT).</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 14 Nov 2023 12:20:49 -0100</pubDate>
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      <title>Marcos Crispim | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O afastamento do cargo de corregedor da Câmara Municipal de Belo Horizonte foi “traumático” e “arbitrário” para o vereador Marcos Crispim (Podemos). Ele foi destituído da função pelo presidente da Casa, Gabriel Azevedo (sem partido), acusado de quebra de decoro parlamentar. A vereadora Loíde Gonçalves (Podemos), aliada de Gabriel, foi nomeada para o posto. “A Justiça foi feita, eu fui reconduzido para a minha função e quero desempenhá-la até o fim do mandato da melhor forma possível, respeitando a todos, de forma ética, sem atropelo, cumprindo a função de forma que eu possa ficar marcado não pelos percalços que aconteceram, mas pelo trabalho sério e ético”, disse Crispim, em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta segunda-feira (13).</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 13 Nov 2023 11:51:48 -0100</pubDate>
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      <title>Luciana Santos | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, foi a convidada do Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, e falou sobre a importância dos investimentos na área para o desenvolvimento de políticas públicas em diversos segmentos, desde o combate à fome, passando pela educação, até a criação de vacinas. Confira alguns dos destaques da entrevista: </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 10 Nov 2023 13:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Nikolas Ferreira | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Nikolas Ferreira (PL) criticou nesta quinta-feira (9) mais uma vez a postura da primeira-dama, Rosângela da Silva. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, o parlamentar disse que "falta serviço e identidade" a primeira dama.  </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 09 Nov 2023 13:00:00 -0100</pubDate>
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      <title>Fuad Noman | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD), criticou a postura do presidente da Câmara Municipal, vereador Gabriel Azevedo (sem partido). Segundo ele, o parlamentar conduz os trabalhos para votar apenas projetos de interesse próprio. “Não tenho nenhum problema com o presidente da Câmara. Como eu disse, nós não somos amigos, não precisamos ser amigos, precisamos trabalhar pela cidade de Belo Horizonte. Agora, enquanto os projetos ficam parados lá na Câmara e nós continuamos nesse tipo de discussão, que conversa nós vamos ter? Falar sobre o quê? Falar de futebol? Não me interessa”, afirmou o prefeito, em entrevista ao quadro Café com Política, da FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 08 Nov 2023 11:56:01 -0100</pubDate>
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        <![CDATA[<p>A deputada federal Duda Salabert (PDT) disse que a eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não foi a "vitória dos sonhos, mas significou a derrota de um pesadelo". Em entrevista ao quadro Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta terça-feira (7), a deputada reforçou a importância da derrota do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas detalhou os problemas do governo atual de Lula.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 07 Nov 2023 11:57:35 -0100</pubDate>
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      <title>Wadson Ribeiro | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O nível de investimento em inovação tecnológica cresceu 60% no Brasil quando comparado este ano em relação ao ano passado, de acordo com o gerente de Inovação e Tecnologia da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) – órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – Wadson Ribeiro. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta segunda-feira (6), ele explicou que até 2022 as empresas do segmento encontravam dificuldades relacionadas principalmente à captação de recursos, por causa das altas taxas de juros praticadas no país.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O nível de investimento em inovação tecnológica cresceu 60% no Brasil quando comparado este ano em relação ao ano passado, de acordo com o gerente de Inovação e Tecnologia da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) – órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – Wadson Ribeiro. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta segunda-feira (6), ele explicou que até 2022 as empresas do segmento encontravam dificuldades relacionadas principalmente à captação de recursos, por causa das altas taxas de juros praticadas no país.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 06 Nov 2023 14:26:44 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:subtitle>O nível de investimento em inovação tecnológica cresceu 60% no Brasil quando comparado este ano em relação ao ano passado, de acordo com o gerente de Inovação e Tecnologia da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) – órgão vinculado ao Ministério da Ci</itunes:subtitle>
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      <title>Cássio Soares | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente do PSD em Minas, deputado estadual Cássio Soares, afirmou que não existem rusgas e divisões na legenda e que todos estão unidos em torno da candidatura à reeleição do prefeito Fuad Noman (PSD), em Belo Horizonte. O presidente do PSD foi o entrevistado do quadro Café com Política desta sexta-feira (3/11) na FM O TEMPO 91,7. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 03 Nov 2023 12:24:08 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Hugo René | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Vários fatores foram determinantes para que a dívida mineira com a União chegasse ao montante atual, de quase R$ 160 bilhões, valor que o Executivo estadual pretende renegociar por meio do Regime de Recuperação Fiscal (RRF).</p>
<p>De acordo com Hugo René de Souza, presidente do Sindicato dos Servidores da Tributação, Fiscalização e Arrecadação do Estado de Minas Gerais (Sinfazfisco-MG), um dos motivos são as excessivas cobranças de juros feitas pela União nas últimas décadas. Apesar deste problema, ele destacou que nos últimos anos, sob a gestão do governador Romeu Zema (Novo), a dívida do Estado cresceu um terço.</p>]]>
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<p>De acordo com Hugo René de Souza, presidente do Sindicato dos Servidores da Tributação, Fiscalização e Arrecadação do Estado de Minas Gerais (Sinfazfisco-MG), um dos motivos são as excessivas cobranças de juros feitas pela União nas últimas décadas. Apesar deste problema, ele destacou que nos últimos anos, sob a gestão do governador Romeu Zema (Novo), a dívida do Estado cresceu um terço.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 02 Nov 2023 13:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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De acordo com Hugo René de Souza, presidente do Sindicato dos Servidores da Tributação, Fiscalização e Arrecadação do Estado de Minas Gerais (Sinfazfisco-MG), um dos motivos são as excessivas cobranças de juros feitas pela União nas últimas décadas. Apesar deste problema, ele destacou que nos últimos anos, sob a gestão do governador Romeu Zema (Novo), a dívida do Estado cresceu um terço.</itunes:summary>
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De acordo com Hugo René de So</itunes:subtitle>
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      <title>Professor Cleiton | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Professor Cleiton (PV) classificou o projeto que trata do Regime de Recuperação Fiscal (RRF) como a “pior lei da história de Minas Gerais”. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta quarta-feira (1º), ele mencionou que o plano apresentado pelo governador Romeu Zema (Novo) ao Tesouro Nacional para quitar a dívida de quase R$ 160 bilhões que Minas tem com a União “resolve o problema do governo, mas não resolve o problema do Estado”.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 01 Nov 2023 12:55:20 -0100</pubDate>
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      <title>Mateus Simões | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O governador em exercício de Minas Gerais, Mateus Simões (Novo), afirmou que percebe com naturalidade a resistência de alguns deputados em relação ao plano de adesão do Regime de Recuperação Fiscal (RRF) apresentado ao Tesouro Nacional para quitar a dívida de quase R$ 160 bilhões que o Estado tem com a União. Ele está à frente do Executivo enquanto o governador Romeu Zema (Novo) está em missão internacional na China e no Japão.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 31 Oct 2023 12:19:51 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Damares Alves | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) criticou as ações do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, Damares disse que a não reeleição do ex-presidente Jair Bolsonaro trouxe perdas nas áreas de segurança pública, economia e saúde. "Nós perdemos muito com o governo de esquerda. Entregamos para quem não sabe administrar o país", disse.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 30 Oct 2023 11:00:00 -0100</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Geraldo Donizete de Lima, Chumbinho | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Diante da ameaça de colapso financeiro de municípios mineiros, que têm relatado forte impacto nas contas públicas devido a perdas com a redução de repasses do Fundo de Participação dos Municípios e do ICMS nos últimos meses, as prefeituras precisam encontrar meios para investir na diversificação da economia, sugeriu Geraldo Donizete de Lima, o Chumbinho (PSDB), prefeito de Itaguara, na região metropolitana de BH, durante entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 27 Oct 2023 14:30:14 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Guto Resende | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A queda no repasse de recursos do Fundo de Participação dos Municípios e o bloqueio da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) reduziram em cerca de 25% a arrecadação da cidade de São Joaquim de Bicas, na região metropolitana de BH, e representam ameaça à manutenção dos serviços públicos, alerta o prefeito Guto Resende (DEM). Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, o chefe do Executivo municipal afirmou que a prefeitura tem recorrido às reservas financeiras para cumprir as metas de 2023, mas alerta que, sem a retomada da arrecadação, o município pode precisar cortar investimentos em áreas essenciais, como saúde e educação.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A queda no repasse de recursos do Fundo de Participação dos Municípios e o bloqueio da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) reduziram em cerca de 25% a arrecadação da cidade de São Joaquim de Bicas, na região metropolitana de BH, e representam ameaça à manutenção dos serviços públicos, alerta o prefeito Guto Resende (DEM). Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, o chefe do Executivo municipal afirmou que a prefeitura tem recorrido às reservas financeiras para cumprir as metas de 2023, mas alerta que, sem a retomada da arrecadação, o município pode precisar cortar investimentos em áreas essenciais, como saúde e educação.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 26 Oct 2023 15:10:21 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Gilberto Castro | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Ainda que o primeiro edital para a captação de patrocinadores do Carnaval de Belo Horizonte em 2024 tenha fracassado ao não atrair interessados, o presidente da Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte (Belotur), Gilberto Castro, garantiu que o evento terá recurso garantido no ano que vem. A aposta do órgão está em novo chamamento público, que abre espaço para agências captadoras participarem do processo, conforme explicou Castro em entrevista, nesta quarta-feira (25), ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7. Entretanto, ele não descartou que a ajuda da prefeitura possa ser necessária para colocar os blocos na rua. </p>]]>
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        <![CDATA[<p>Ainda que o primeiro edital para a captação de patrocinadores do Carnaval de Belo Horizonte em 2024 tenha fracassado ao não atrair interessados, o presidente da Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte (Belotur), Gilberto Castro, garantiu que o evento terá recurso garantido no ano que vem. A aposta do órgão está em novo chamamento público, que abre espaço para agências captadoras participarem do processo, conforme explicou Castro em entrevista, nesta quarta-feira (25), ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7. Entretanto, ele não descartou que a ajuda da prefeitura possa ser necessária para colocar os blocos na rua. </p>]]>
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      <pubDate>Wed, 25 Oct 2023 13:35:37 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <itunes:subtitle>Ainda que o primeiro edital para a captação de patrocinadores do Carnaval de Belo Horizonte em 2024 tenha fracassado ao não atrair interessados, o presidente da Empresa Municipal de Turismo de Belo Horizonte (Belotur), Gilberto Castro, garantiu que o even</itunes:subtitle>
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      <title>Cristiano Silveira | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Confira a íntegra da entrevista realizada nessa terça-feira (24), durante o Café com Política, da FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 24 Oct 2023 14:25:46 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Gleidson Azevedo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A Associação Mineira de Municípios (AMM) prevê que as cidades entrem em colapso financeiro em maio do ano que vem, mas a situação de Divinópolis pode se agravar ainda este ano, de acordo com o prefeito Gleidson Azevedo (Novo). Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta segunda-feira (23), ele disse que se reuniu com o secretariado recentemente para estudar medidas de contenção de gastos que possam adiar a entrada das contas no vermelho.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 23 Oct 2023 14:34:59 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Flávia Borja | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A vereadora Flávia Borja (PP) afirmou que parlamentares da Câmara Municipal de Belo Horizonte travam uma batalha silenciosa com a prefeitura ao a obstrução a projetos de autoria do Executivo. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, Flávia declarou que a relação entre a Casa e a prefeitura da capital é “fantasiosa” e atacou o presidente da Câmara, Gabriel Azevedo (sem partido) ao acusar o colega de manipular o quórum nas sessões para travar projetos de interesse da cidade. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 20 Oct 2023 15:23:39 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Gustavo Valadares | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O secretário de Estado de Governo Gustavo Valadares destacou dois pontos que considera serem as principais preocupações do Executivo para desestatizar a Cemig e a Copasa. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, ele afirmou que o primeiro aspecto está relacionado à qualidade do serviço prestado pelas companhias, e o segundo à perda de competitividade das empresas nos mercados em que atuam.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 19 Oct 2023 18:41:05 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Fúlvio Brandão | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Ouça a íntegra da entrevista realizada realizada nesta quarta-feira (18) no quadro Café com Política da FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 18 Oct 2023 14:25:28 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Dantinho | Café com Política</title>
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      <pubDate>Tue, 17 Oct 2023 15:04:25 +0000</pubDate>
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      <title>Marcos Vinícius Bizarro | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Coronel Fabriciano e presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Marcos Vinícius Bizarro (sem partido), previu, na manhã desta sexta-feira (13/10), uma possibilidade de colapso financeiro das prefeituras do estado em maio do ano que vem. Ele relatou que os dois principais gargalos são a queda na arrecadação do ICMS e o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O prefeito de Coronel Fabriciano e presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), Marcos Vinícius Bizarro (sem partido), previu, na manhã desta sexta-feira (13/10), uma possibilidade de colapso financeiro das prefeituras do estado em maio do ano que vem. Ele relatou que os dois principais gargalos são a queda na arrecadação do ICMS e o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 13 Oct 2023 14:46:05 +0000</pubDate>
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      <title>Antônio Claret | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A mineração ocupa um papel importante na economia de Minas Gerais, mas, “infelizmente, é finita”, como destacou Antônio Claret, vice-presidente do BDMG, banco de desenvolvimento do Estado. Por isso, a administração estadual está buscando alternativas para as cidades que dependem da extração mineral para manter empregos e as contas em dia.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 12 Oct 2023 16:06:43 +0000</pubDate>
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      <title>Janaína Cardoso | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A vereadora Janaína Cardoso (União), presidente da Comissão Processante que avalia o pedido de cassação contra o presidente da Câmara de Belo Horizonte, Gabriel Azevedo (sem partido), disse que o objetivo dos parlamentares é colocar o Legislativo da capital “nos trilhos” e que estão dispostos a fazer o que for necessário para isso.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 11 Oct 2023 13:46:11 +0000</pubDate>
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      <title>Adriano Alvarenga | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A novela sobre a terceirização dos serviços de vistoria veicular em Minas parece estar perto do fim. Pelo menos é o que prevê o deputado estadual Adriano Alvarenga (PP), que concedeu entrevista nesta terça-feira (10) ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 11 Oct 2023 13:45:06 +0000</pubDate>
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      <title>Fernanda Altoé | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A vereadora Fernanda Pereira Altoé (Novo) defendeu a apresentação de pedidos de cassação e abertura de Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) como meios legítimos para o exercício das atividades de fiscalização na Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH). </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 09 Oct 2023 13:43:21 +0000</pubDate>
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      <title>Dandara Tonantzin | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A ex-vereadora de Uberlândia e deputada federal, Dandara Tonantzin (PT-MG), disse ao O Tempo em Brasília que teve um jantar com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em que discutiu a importância de ter uma mulher preta como ministra do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ela, Lula está “observando” e “entendendo” mais sobre o tema.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 06 Oct 2023 19:58:55 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Marília Campos | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), acredita que o resultado da pesquisa DATATEMPO, em que ela aparece com 51,9% das intenções de voto em um cenário de disputa pela reeleição no ano que vem, reflete o trabalho que vem sendo feito à frente do Executivo municipal. Apesar da aprovação na cidade, onde exerce o terceiro mandato, ela descartou a possibilidade de concorrer ao governo de Minas.</p>]]>
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      <pubDate>Thu, 05 Oct 2023 15:30:34 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Carlin Moura | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O ex-prefeito de Contagem, Carlin Moura, não descartou a possibilidade de uma mudança de partido, após a mudança na presidência do diretório do PSB em Minas, posto ocupado agora pelo deputado estadual Noraldino Júnior. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta quarta-feira (4), ele falou sobre a possibilidade de mudança para o PT, tendo em vista a eventual composição de uma chapa com a prefeita de Contagem, Marília Campos, para as eleições do ano que vem. Apesar de inicialmente ter descartado a opção, Carlin logo disse que “na hora certa a gente toma a melhor decisão”.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 04 Oct 2023 15:33:49 +0000</pubDate>
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      <itunes:summary>O ex-prefeito de Contagem, Carlin Moura, não descartou a possibilidade de uma mudança de partido, após a mudança na presidência do diretório do PSB em Minas, posto ocupado agora pelo deputado estadual Noraldino Júnior. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta quarta-feira (4), ele falou sobre a possibilidade de mudança para o PT, tendo em vista a eventual composição de uma chapa com a prefeita de Contagem, Marília Campos, para as eleições do ano que vem. Apesar de inicialmente ter descartado a opção, Carlin logo disse que “na hora certa a gente toma a melhor decisão”.</itunes:summary>
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      <title>Felipe Saliba | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O advogado e empresário Felipe Saliba (Patriota) considera que a população ainda não está atenta a quem serão os possíveis candidatos à Prefeitura de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, nas eleições do ano que vem. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta terça-feira (3), ele argumentou que faltando tantos meses para o pleito, as pessoas querem soluções para problemas mais próximos.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 04 Oct 2023 15:32:44 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Cabo Junio Amaral | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Nesta segunda-feira, o Café com Política recebe o primeiro pré-candidato à Prefeitura de Contagem. O deputado Cabo Junio Amaral (PL) criticou a política de shows com financiamento público adotada pela atual prefeitura da cidade, Marília Campos (PT). Ele chamou a iniciativa de “política do pão e circo”, em alusão à prática adotada pelo Império Romano de oferecer entretenimento à população como forma de apaziguamento político. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 02 Oct 2023 14:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Rogério Correia | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Rogério Correia (PT) está “animado e satisfeito” e afirmou que já “aposta na vitória”, após a divulgação da pesquisa DATATEMPO com os nomes que podem concorrer à Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) no ano que vem. Ele aparece como sétimo colocado no levantamento, com 4,7% da preferência do eleitorado.</p>
<p>Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta sexta-feira (29), o parlamentar mencionou que o PT não vai abrir mão da candidatura própria na capital mineira, mas destacou que até o início efetivo da campanha, pretende construir uma base sólida de apoio.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>O deputado federal Rogério Correia (PT) está “animado e satisfeito” e afirmou que já “aposta na vitória”, após a divulgação da pesquisa DATATEMPO com os nomes que podem concorrer à Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) no ano que vem. Ele aparece como sétimo colocado no levantamento, com 4,7% da preferência do eleitorado.</p>
<p>Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta sexta-feira (29), o parlamentar mencionou que o PT não vai abrir mão da candidatura própria na capital mineira, mas destacou que até o início efetivo da campanha, pretende construir uma base sólida de apoio.</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 29 Sep 2023 14:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta sexta-feira (29), o parlamentar mencionou que o PT não vai abrir mão da candidatura própria na capital mineira, mas destacou que até o início efetivo da campanha, pretende construir uma base sólida de apoio.</itunes:summary>
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      <title>Gabriel Azevedo | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH), vereador Gabriel Azevedo, ainda não definiu a qual partido vai se filiar para disputar a eleição para a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) no ano que vem. Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta quinta-feira (28), ele se esquivou do questionamento e disse que dialoga com várias siglas, e que essa decisão não é tão importante quanto o debate sobre as soluções para os problemas da cidade. FOTO DA CAPA: DANIEL CERQUEIRA/ O TEMPO </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 28 Sep 2023 14:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Paulo Brant | Café com Política</title>
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      <pubDate>Wed, 27 Sep 2023 14:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Marquinho Lemos | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Marquinho Lemos (PT) afirma que o governo de Romeu Zema (Novo) se adaptou “à velha política” e, inclusive, “vai se mostrando que é pior”. A declaração ocorreu em entrevista ao Café Com Política, da rádio FM O TEMPO 91,7, na manhã desta terça-feira (26), quando o parlamentar comentava os modelos de concessão de rodovias estaduais promovidas pelo governo. Em especial, ele falava das estradas do Vale do Jequitinhonha.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 26 Sep 2023 14:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Bella Gonçalves | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A deputada estadual Bella Gonçalves (PSOL) considera que Belo Horizonte “parou no tempo” e que os problemas relacionados à mobilidade urbana – principal queixa de quem vive na capital mineira, segundo recente pesquisa do Instituto DATATEMPO – é apenas mais um entre os diversos problemas da capital mineira.</p>
<p>Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta segunda-feira (25), ela disse que percebe na cidade “muita disputa de poder e pouca harmonia com o povo” e destacou que é preciso “ter coragem” para retomar as políticas públicas necessárias para melhorar a vida das pessoas.</p>
<p>FOTO DA CAPA: Daniel de Cerqueira / O Tempo</p>]]>
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<p>Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta segunda-feira (25), ela disse que percebe na cidade “muita disputa de poder e pouca harmonia com o povo” e destacou que é preciso “ter coragem” para retomar as políticas públicas necessárias para melhorar a vida das pessoas.</p>
<p>FOTO DA CAPA: Daniel de Cerqueira / O Tempo</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 25 Sep 2023 14:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta segunda-feira (25), ela disse que percebe na cidade “muita disputa de poder e pouca harmonia com o povo” e destacou que é preciso “ter coragem” para retomar as políticas públicas necessárias para melhorar a vida das pessoas.
FOTO DA CAPA: Daniel de Cerqueira / O Tempo</itunes:summary>
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      <title>Maria Clara Marra | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>A deputada estadual Maria Clara Marra (PSDB) se juntou ao coro que elogia a escolha do deputado licenciado Gustavo Valadares (PMN) para o cargo de secretário de Estado de Governo. Ele assumiu o posto deixado por Igor Eto – atualmente atual vice-presidente de relações institucionais do BDMG – no fim de junho, depois de ser exonerado pelo governador Romeu Zema (Novo). Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta sexta-feira (22), Marra argumentou que Valadares compreende melhor as demandas dos colegas parlamentares, o que facilita o diálogo entre as partes. Ela também elogiou a atuação de João Magalhães (MDB), sucessor de Valadares como líder de governo na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). FOTO DA CAPA: Reprodução / Canal O Tempo</p>]]>
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        <![CDATA[<p>A deputada estadual Maria Clara Marra (PSDB) se juntou ao coro que elogia a escolha do deputado licenciado Gustavo Valadares (PMN) para o cargo de secretário de Estado de Governo. Ele assumiu o posto deixado por Igor Eto – atualmente atual vice-presidente de relações institucionais do BDMG – no fim de junho, depois de ser exonerado pelo governador Romeu Zema (Novo). Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO 91,7, nesta sexta-feira (22), Marra argumentou que Valadares compreende melhor as demandas dos colegas parlamentares, o que facilita o diálogo entre as partes. Ela também elogiou a atuação de João Magalhães (MDB), sucessor de Valadares como líder de governo na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). FOTO DA CAPA: Reprodução / Canal O Tempo</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 22 Sep 2023 14:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Lucas Gonzalez | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O ex-deputado federal e possível candidato à Prefeitura de Belo Horizonte em 2024 pelo Partido Novo, Lucas Gonzalez, reforçou, em entrevista ao <strong>Café Com Política</strong>, da rádio <strong>FM O TEMPO 91,7</strong>, que a construção política da legenda deve passar pela direita e pelo centro. Ele rejeita qualquer proximidade com a esquerda no pleito.  </p>]]>
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      <pubDate>Thu, 21 Sep 2023 14:56:16 +0000</pubDate>
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      <title>Christopher Laguna | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Partido do governador Romeu Zema, o Novo já afirmou que só vai lançar ou apoiar uma candidatura à Prefeitura de Belo Horizonte em 2024 se tiver certeza de que se trata de um nome que tem chances reais de ganhar a disputa. Mas, segundo o presidente Christopher Laguna, a decisão deve ficar para o início do ano que vem.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 20 Sep 2023 14:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Pedro Aihara | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Nesta terça-feira, o Café com Política recebe o deputado federal Pedro Aihara, um dos possíveis pré-candidatos à Prefeitura de Belo Horizonte. Ele conversou sobre a possível candidatura e o que acredita que seja o melhor para a PBH. Ouça.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 20 Sep 2023 02:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Carlos Viana | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Em entrevista ao Café com Política, da FM O TEMPO, o senador Carlos Viana (Podemos) afirmou que “a esquerda tem sido mais inteligente que a direita” no país. A afirmação do senador foi durante uma resposta em que avaliou a última disputa eleitoral, em que tentou o governo mineiro. Ouça. </p>]]>
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      <pubDate>Mon, 18 Sep 2023 14:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Duda Salabert | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Sem querer cravar que será candidata à Prefeitura de Belo Horizonte, a deputada federal Duda Salabert (PDT), que aparece em terceiro lugar na última pesquisa DATATEMPO, diz que prefere passar 45 dias sendo ameaçada de morte a deixar a cidade nas mãos do que chamou de “ultradireita”. A parlamentar foi a entrevistada desta sexta-feira (15) no Café com Política, da FM O Tempo 91,7 FM. </p>]]>
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      <pubDate>Fri, 15 Sep 2023 14:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Bruno Engler | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O deputado estadual Bruno Engler (PL) afirmou que não se preocupa muito com resultado de pesquisas eleitorais, embora tenha se embasado em uma delas para falar sobre o trabalho que pretende fazer na construção da pré-candidatura dele para a Prefeitura de Belo Horizonte (PBH).</p>]]>
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      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Mauro Tramonte | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O Café com Política desta quarta-feira (13), recebe Mauro Tramonte deputado estadual pelo Republicanos. Primeiro colocado na pesquisa DATATEMPO sobre intenção de voto para a prefeitura da capital, deputado acredita que todas as grandes cidades enfrentam os mesmos desafios. Ouça.</p>]]>
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      <pubDate>Wed, 13 Sep 2023 14:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>João Leite | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>Nesta terça-feira, o Café com Política recebe João Leite, ex-deputado estadual de Minas Gerais, filiado ao PSDB. Nome mais bem colocado entre os possíveis candidatos à Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) que não têm cargo eletivo – no ranking geral ele é o sexto colocado, com 7,9% das intenções de voto –, de acordo com pesquisa DATATEMPO* divulgada nesta segunda-feira (11), o ex-deputado estadual João Leite (PSDB) destacou a importância da representação do partido no Legislativo. Escute.</p>]]>
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        <![CDATA[<p>Nesta terça-feira, o Café com Política recebe João Leite, ex-deputado estadual de Minas Gerais, filiado ao PSDB. Nome mais bem colocado entre os possíveis candidatos à Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) que não têm cargo eletivo – no ranking geral ele é o sexto colocado, com 7,9% das intenções de voto –, de acordo com pesquisa DATATEMPO* divulgada nesta segunda-feira (11), o ex-deputado estadual João Leite (PSDB) destacou a importância da representação do partido no Legislativo. Escute.</p>]]>
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      <pubDate>Tue, 12 Sep 2023 14:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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        <![CDATA[<p>O Café com Política desta segunda-feira (11/09) recebe Marcelo Aro, Secretário-Chefe da Casa Civil de Minas Gerais. O ex-deputado federal falou sobre as próximas eleições municipais, se tem interesse em se candidatar para a Prefeitura de BH e também sobre a relação com o vereador Gabriel Azevedo, presidente da Câmara da Capital.</p>]]>
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      <pubDate>Mon, 11 Sep 2023 14:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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      <title>Gilson Guimarães | Café com Política</title>
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        <![CDATA[<p>O vereador Gilson Guimarães (Rede), um dos parlamentares que registraram boletim de ocorrência por supostas ameaças sofridas na Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH), afirmou que a atual situação do Legislativo impacta diretamente a vida da população na capital mineira</p>]]>
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      <pubDate>Fri, 08 Sep 2023 14:00:00 +0000</pubDate>
      <author>Jornal O TEMPO</author>
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